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	<title>ensino &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/ensino/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ensino"</description>
	<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:23:49 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Sarkozy, espero por ti]]></title>
<link>http://apastadasofia.wordpress.com/2009/11/27/sarkozy-espero-por-ti/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 09:35:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sofia</dc:creator>
<guid>http://apastadasofia.wordpress.com/2009/11/27/sarkozy-espero-por-ti/</guid>
<description><![CDATA[A Escola Primária de Fontes da Matosa Em França, um professor no início da carreira ganha 1165€ por ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignnone">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://apastadasofia.wordpress.com/files/2009/11/escola-fmatosa.jpg"><img class="size-medium wp-image-24" src="http://apastadasofia.wordpress.com/files/2009/11/escola-fmatosa.jpg?w=300" alt="" width="300" height="193" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">A Escola Primária de Fontes da Matosa</dd>
</dl>
<p>Em França, um professor no início da carreira ganha 1165€ por mês, mas o governo francês decidiu um aumento da verba já em janeiro, para 1300€.</p>
<p>Quando é que chega cá a 4ª invasão francesa?</p>
<p>Sarkozy, espero por ti.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ARISS NASA]]></title>
<link>http://arissbrazil.wordpress.com/2009/11/27/ariss-nasa/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 02:21:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogernet</dc:creator>
<guid>http://arissbrazil.wordpress.com/2009/11/27/ariss-nasa/</guid>
<description><![CDATA[ARISS é de âmbito internacional. As equipes coordenadas localmente com suas respectivas agência espa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>ARISS é de âmbito internacional. As equipes coordenadas localmente com suas respectivas agência espacial (por exemplo, a ESA, a NASA, JAXA, CSA, e a agência espacial russa) se reunem com uma equipe internacional ARISS através de reuniões de trabalho em grupo  (através de teleconferências e correio eletrônico) para alinhamento das atividades programadas ao redor do mundo.</p>
<p>Como não poderia ser diferente o Diário da Produção saiu na frente em contato com o Coordenador do Projeto no Brasil, o rádio amador e piloto Tadeu Fernandes, e está firmando uma parceria com o projeto. Esta parceria visa aumentar a divulgação do principal objetivo do projeto e tão pouco abordado nas escolas: a educação voltada a carreira profissional. Confira aqui no DP os próximos passos desta parceria. Caso você seja um diretor pedagógico ou responsável por uma instituição de ensino (pública ou particular) com atuação em qualquer  segmento da educação e tenha interesse em conhecer e participar do projeto, mande um email para redacao@diariodaproducao.com.</p>
<p>Este projeto é totalmente gratuito para as escolas, bastando apenas a instituição sinalizar o interesse em ser uma escola participante.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Devassa no ProUni]]></title>
<link>http://quiprona.wordpress.com/2009/11/26/devassa-no-prouni/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 23:05:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto</dc:creator>
<guid>http://quiprona.wordpress.com/2009/11/26/devassa-no-prouni/</guid>
<description><![CDATA[O ProUni é objeto de devassa por parte do governo federal. Mais de 1.700 bolsas serão canceladas, e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://prouni-inscricao.mec.gov.br/PROUNI/Oprograma.shtm"></a><a href="http://quiprona.wordpress.com/files/2009/11/prouni.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2987" title="ProUni" src="http://quiprona.wordpress.com/files/2009/11/prouni.jpg" alt="" width="166" height="56" /></a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O <a href="http://prouni-inscricao.mec.gov.br/PROUNI/Oprograma.shtm">ProUni</a> é objeto de devassa por parte do governo federal. Mais de 1.700 bolsas serão canceladas, e 15 universidades desvinculadas do programa, pelo fato de alunos beneficiados com bolsas do programa estarem também matriculados em universidades públicas e gratuitas. Segundo <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u657562.shtml">reportagem do jornal Folha de S. Paulo on-line</a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>A Secretaria de Educação Superior decidiu pela suspensão após fazer um cruzamento das informações do cadastro de bolsistas com outros bancos de dados, como a Rais (Relação Anual de Informações Sociais), o Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) e dados de universidades federais. No caso das instituições, a supervisão monitorou a regularidade da oferta e ocupação das bolsas. O cruzamento com base na Rais apontou a existência de 1.934 bolsistas com indícios de possuírem rendimentos incompatíveis com o perfil do ProUni. Em 561 casos as irregularidades foram comprovadas e as bolsas canceladas &#8211;nos demais casos foram apresentados documentos ou havia erro nos dados. No Renavam, foram encontrados 1.699 bolsistas com veículos em seu nome. Ao todo, 598 estudantes perderam a bolsa após a comprovação de possuírem veículos &#8211;nos demais casos a posse não caracterizou patrimônio incompatível com as regras do programa, segundo o MEC.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>O cruzamentos dos dados também identificou outros casos que ferem as regras do ProUni: 34 já tinham concluído curso superior, 631 estavam matriculados em universidade pública e outros 58 apresentavam mais de uma irregularidade. Segundo o MEC, em todas as situações as bolsas foram canceladas depois da notificação dos estudantes e a verificação da documentação apresentada. O ProUni tem hoje 396.673 estudantes com bolsas ativas.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Segundo ainda <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,governo-vai-cancelar-17-mil-bolsas-do-prouni,472537,0.htm">reportagem do jornal “O Estado de São Paulo on-line”</a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>[...] <em>os</em> [alunos] <em>que receberam o benefício de má-fé terão os nomes encaminhados à Advocacia-Geral da União (AGU). Eles deverão ser processados e, se condenados, obrigados a ressarcir os cofres públicos. Os nomes das instituições serão encaminhados à Receita Federal e elas poderão ser obrigadas a pagar ao governo o que deixaram de recolher em função do benefício. Mas as faculdades sem fins lucrativos não sofrerão punição, pois não dispunham de novas reduções de tributos</em>.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> O ProUni é um programa do governo federal que concede bolsas a alunos carentes matriculados em universidades particulares. Infelizmente, pessoas de má fé prejudicam outras que necessitam de auxílio financeiro para estudar, tornando questionável a forma de aplicação dos recursos do ProUni. Doravante, a utilização destes recursos deverá certamente ser muito melhor fiscalizada.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[My Life #5] Uma experiência única?]]></title>
<link>http://macilioliveira.wordpress.com/2009/11/26/uma-experiencia-unica/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:58:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>CiliO</dc:creator>
<guid>http://macilioliveira.wordpress.com/2009/11/26/uma-experiencia-unica/</guid>
<description><![CDATA[Não sei nem como dizer isso, mas ontem a tarde passei por uma das únicas experiências na minha vida.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Não sei nem como dizer isso, mas ontem a tarde passei por uma das únicas experiências na minha vida.]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Empresa Nigraph Tecnologia: Contribuição 3D didática]]></title>
<link>http://blender3dcarioca.wordpress.com/2009/11/26/empresa-nigraph-tecnologia-contribuicao-3d-didatica/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 16:02:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Junqueira</dc:creator>
<guid>http://blender3dcarioca.wordpress.com/2009/11/26/empresa-nigraph-tecnologia-contribuicao-3d-didatica/</guid>
<description><![CDATA[Primeira empresa que trabalhei dá frutos a educação. Trabalhei nesta empresa no ano passado, foi uma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Primeira empresa que trabalhei dá frutos a educação. Trabalhei nesta empresa no ano passado, foi uma]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A música nas escolas públicas e a inclusão cultural]]></title>
<link>http://contextualizado.wordpress.com/2009/11/26/a-musica-nas-escolas-publicas-e-a-inclusao-cultural/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 14:21:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>jlzasso</dc:creator>
<guid>http://contextualizado.wordpress.com/2009/11/26/a-musica-nas-escolas-publicas-e-a-inclusao-cultural/</guid>
<description><![CDATA[Do blog do DCE da UFSM (http://avantedceufsm.blogspot.com/) O ensino gratuito da música nas escolas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Do blog do DCE da UFSM (http://avantedceufsm.blogspot.com/) O ensino gratuito da música nas escolas ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imagem de leitura -- Luiz Costa]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/26/imagem-de-leitura-luiz-costa/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:33:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/26/imagem-de-leitura-luiz-costa/</guid>
<description><![CDATA[Leitor de jornal, 1983 Luiz Costa ( Brasil, 1955) acrílica sobre eucatex,  65 x 50 cm www.luizcosta.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/luiz-costa-leitor-de-jornal198365x50ase.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6235" title="Luiz Costa, Leitor de jornal,1983,65x50,ase" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/luiz-costa-leitor-de-jornal198365x50ase.jpg" alt="" width="450" height="576" /></a><strong><em>Leitor de jornal</em></strong>, 1983</p>
<p>Luiz Costa ( Brasil, 1955)</p>
<p>acrílica sobre eucatex,  65 x 50 cm</p>
<p><a href="http://www.luizcosta.com.br">www.luizcosta.com.br</a></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>Luiz</strong> Pereira da <strong>Costa</strong> ( Aimorés, MG) &#8212; Muda-se para Brasília em 1969, onde quatro anos depois passa a trabalhar na Galeria de Arte Oscar Seraphico.   Torna-se galerista em 1979, quando funda com o Jorge de Sousa a Galeria Parnaso em Brasília.   Estuda com João Evangelista e Hugo Mundi.  Em 1980 funda a Murale Escritório de Arte também em Brasília.  Estuda a figura humana com Cathleen Sidki.  A partir de 1982 começa a expor individualmente.  Desde então tem se dedicado exclusivamente à pintura.</p>
<p><a href="http://www.luizcosta.com.br">www.luizcosta.com.br</a></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Bom Profissional Simplifica]]></title>
<link>http://mymomsppts.wordpress.com/2009/11/26/o-bom-profissional-simplifica/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 12:12:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>tssveloso</dc:creator>
<guid>http://mymomsppts.wordpress.com/2009/11/26/o-bom-profissional-simplifica/</guid>
<description><![CDATA[D. Maria e a sua sabedoria, quando o assunto é trabalho &#8211; um misto de professora com coaching,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>D. Maria e a sua sabedoria, quando o assunto é trabalho &#8211; um misto de professora com coaching, sempre na busca pela simplicidade &#8211; que realmente é uma premissa no mundo das ciências, mas não só.</p>
<p>Veja este exemplo brilhante:</p>
<p><!-- SlideShare error: doc is missing or has illegal characters /[^-_a-zA-Z0-9]/ --></p>
<p>E se gostou, a D. Maria recomenda também <a href="http://mymomsppts.wordpress.com/2009/10/15/avaliacao-de-desempenho/">Avaliação de Desempenho</a> e os sempre úteis <a href="http://mymomsppts.wordpress.com/2009/10/09/os-conselhos-de-bill-gates/">Conselhos de Bill Gates</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BOLSAS E INSTITUIÇÕES DO PROUNI SÃO ALVOS DO MEC]]></title>
<link>http://afinsophia.wordpress.com/2009/11/26/bolsas-e-instituicoes-do-prouni-sao-alvos-do-mec/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 06:10:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>afinsophia</dc:creator>
<guid>http://afinsophia.wordpress.com/2009/11/26/bolsas-e-instituicoes-do-prouni-sao-alvos-do-mec/</guid>
<description><![CDATA[Depois da Secretaria de Educação Superior (Sesu) encontrar irregularidades na oferta e no preenchime]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } 		A:visited { so-language: zxx } --></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong><strong><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;">Depois da Secretaria de Educação Superior (Sesu) encontrar irregularidades na oferta e no preenchimento das bolsas, o Ministério da Educação (MEC), resolveu suspender 1.766 bolsas de estudo e desvincular quinze instituições privadas de ensino superior ligadas ao Programa Universidade Para Todos (ProUni).</span></strong></strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;"><span style="font-size:small;">A causa foi o fato de ser detectado que alunos tinha renda incompatível com o programa que concede bolsas para estudantes cuja família tenha renda baixa. Par chegar à irregularidade, o ministério fez cruzamento do CPF dos bolsistas com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e bases de dado de universidades públicas. No final, encontrou-se o seguinte demonstrativo: 598 eram proprietários de veículos caros, 34 tinham curso superior, 631 eram matriculados em universidades públicas, 561 tinham empregos com renda superior à permitida.</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;"><span style="font-size:small;">O nome dos bolsistas serão encaminhados à Advocacia Geral da União (AGU) para que seja instaurado processo, além de terem que devolver o dinheiro que receberam como bolsistas. De acordo com Maria Paula Bucci, secretária de Educação Superior, todos os anos, o MEC realizará essa “malha fina”. Para a secretária, a fraude é pequena frente ao número de bolsistas. “O percentual é de 0,4% dentro dos 396 mil bolsistas ativos. Toda regra tem um certo índice de cumprimento”, afirmou Bucci.</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;"><span style="font-size:small;">Quanto às instituições desligadas, elas ofereciam bolsas em menor quantidade do que deveriam. Como essas instituições recebem isenção fiscal para receberem as bolsas do programa, a Receita Federal poderá pedir ressarcimento. Mas não são só essas instituições que se encontram nessa situação. Mais trinta e uma instituições encontram-se no mesmo caso, mas fizeram um termo de saneamento com o ministério. Deverão oferecer 5% a mais de bolsas para compensar o que deixaram de oferecer.</span></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Brasil e o Ensino Decadente]]></title>
<link>http://covildomalla.wordpress.com/2009/11/26/o-brasil-e-o-ensino-decadente/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 04:33:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>leomalla</dc:creator>
<guid>http://covildomalla.wordpress.com/2009/11/26/o-brasil-e-o-ensino-decadente/</guid>
<description><![CDATA[Quanto mais eu vivo, mais eu vejo e menos eu me surpreendo. Ainda hoje tive o desprazer de ver e de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">Quanto mais eu vivo, mais eu vejo e menos eu me surpreendo. Ainda hoje tive o desprazer de ver e de comprovar o quão mediocre pode vir a ser o ensino superior em nosso país.</p>
<p align="justify">Sério, neste exato momento estou me questionando se realmente as nossas universidades estão servindo pra alguma coisa além da criação de uma elite de incompetentes. Será que o ensino brasileiro conseguiu finalmente o patamar inferior, ou ainda cairá mais alguns niveis (se é que ainda existem niveis abaixo)?</p>
<p align="justify">Pra todos os lados que olho, vejo pseudo-profissionais que brandem diplomas de curso superior como verdadeiras espadas, mas que no fim das contas são apenas pedaços de papel que atestam o tamanho de sua ignorancia.</p>
<p align="justify">Minha critica não vai a uma única classe de estudantes, mas sim a uma enorme parcela que habita as IES (independentemente se as mesmas são públicas ou particulares). Homens e mulheres que literalmente jogam quatro, cinco, seis anos de suas vidas fora pra obter um diploma de curso superior que no fim das contas não serve de nada.</p>
<p align="justify">Afinal, possuir um diploma não faz com que o conhecimento se materialize do nada na sua cabeça. Infelizmente, parece que estamos cercados de incompetentes diplomados pela ignorancia daqueles que permitiram o seu progresso.</p>
<p align="justify">Um verdadeiro mercado de diplomas eiste no Brasil. Diplomas estão sendo literalmente vendidos, sem que haja conhecimento que justifique a graduação. </p>
<p align="justify">Se isso não for o suficiente para causar uma vergonha nacional, some a isto o fato de que estes individuos muitas vezes acabam classificados como a elite cultural de nosso país.</p>
<p align="justify">A coisa chegou a tal ponto, que atualmente basta pagar todo o período e, enfim, chegar à colação. Trata-se apenas de uma questão de tempo e dinheiro e não de estudo. </p>
<p align="justify">Enquanto isso, estão esses “graduados” a buscar lugar no mercado do trabalho, ocupando vagas, exercendo um mister que não têm. </p>
<p align="justify">Médicos, Engenheiros Civis, Cientistas… Aqui podemos encontrar muitos destes “Graduados”… Com a sua inclutura e incapacidade acabam espalhando a desgraça por toda a nossa sociedade.</p>
<p align="justify">Defendo a criação de exames de ordem a todas as categorias, e não só aos advogados. Principalmente para aquelas áreas que lidem com a vida e com a saúde humana. O exame de ordem deve sim ser aplicado com nobre fim de não corroboar com a hipocrisia que se tornou o ensino superior brasileiro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os periquitos, poema com exercícios de texto]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/25/os-periquitos-poema-com-exercicios-de-texto/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:21:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/25/os-periquitos-poema-com-exercicios-de-texto/</guid>
<description><![CDATA[  Os Periquitos                                                                    Osório Dutra No l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong> </strong><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquitos-no-galho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6212" title="periquitos no galho" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquitos-no-galho.jpg" alt="" width="510" height="333" /></a></p>
<h5>Os Periquitos</h5>
<p>                                                                   Osório Dutra</p>
<p>No leque verde dos coqueiros</p>
<p>Que ornam a margem dos caminhos,</p>
<p>Os periquitos galhofeiros</p>
<p>Zombam dos outros passarinhos.</p>
<p>Numa algazarra delirante,</p>
<p>Batendo as asas irisadas,</p>
<p>Cantam a terra e o céu distante,</p>
<p>Glorificando as alvoradas.</p>
<p>Porque se julguem muito ricos</p>
<p>Donos do espaço e das alturas,</p>
<p>Fogem dos pobres tico-ticos,</p>
<p>Trocando afetos e ternuras.</p>
<p>Unidos contra aos caçadores,</p>
<p>Andam ariscos e assustados:</p>
<p>Temem os ventos destruidores</p>
<p>E a poeira azul dos descampados.</p>
<p>São tão alegres, tão ruidosos,</p>
<p>Que a gente ao vê-los avalia</p>
<p>Que sejam todos venturosos,</p>
<p>Brincando ao sol de cada dia.</p>
<p>Não param nunca os mais tranqüilos.</p>
<p>Pulam, febris, de galho em galho.</p>
<p>Com que prazer, para segui-los,</p>
<p>Deixo de lado o meu trabalho!</p>
<p>Passam a vida saltitando</p>
<p>E é cada qual mais tagarela.</p>
<p>Onde vai um, lá vai o bando,</p>
<p>Cortando o azul na tarde bela.</p>
<p>Ordena um deles a partida</p>
<p>Em busca de outros horizontes.</p>
<p>Depois é a volta…  E que corrida</p>
<p>Vertiginosa sobre os montes!</p>
<p>E quando, à noite, escuto os gritos</p>
<p>De mil insetos bandoleiros,</p>
<p>Dormem, sonhando, os periquitos</p>
<p>No leque aberto dos coqueiros.</p>
<p><strong>Osório</strong> Hermogênio <strong>Dutra</strong>, Vassouras, Estado do Rio, (1889 -1968). Diplomata brasileiro e poeta.</p>
<p>Obras:</p>
<p><em>O país do deuses (crônicas sobre o Japão)</em></p>
<p><em>Terra Bendita, 1923 (poesia)</em></p>
<p><em>Castelos de Marfim e  Céu Tropical (poesia), 1930</em></p>
<p><em>Inquietação, 1933 (poesia)</em></p>
<p><em>Dentro da noite Azul, 1934</em></p>
<p><em>Silêncio doce silêncio, 1936 (poesia)</em></p>
<p><em>O gênio poético de Martins Fontes, 1938</em></p>
<p><em>Mundo sem alma, 1943</em></p>
<p><em>Terra da gente, 1944 (poesia)</em></p>
<p><em>Emoção, 1945</em></p>
<p><em>Tempo perdido, 1946</em></p>
<p><em>Elas e nós, 1955, (poesia)</em></p>
<p><strong>Vocabulário para uso escolar:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Ornar = decorar, enfeitar</p>
<p>Galhofeiro = brincalhão</p>
<p>Irisada = furta-cor</p>
<p>Venturoso = feliz</p>
<p>Bandoleiros =  errante, sem paradeiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Sugestões para uso escolar do poema: <strong><em>Os Periquitos</em></strong>, de Osório Dutra</p>
<p>Aqui estão diversos exercícios que usam a leitura deste poema como base do aprendizado.  Cada professor deve selecionar os exercícios que melhor se adaptem ao nível de conhecimento de seus alunos: 1ª, 2ª, 3ª série e assim por diante.</p>
<p>VOCABULÁRIO:</p>
<p><strong>Ornar</strong> = decorar, enfeitar, ornamentar</p>
<p>“No leque verde dos coqueiros</p>
<p>Que <em>ornam</em> a margem dos caminhos,</p>
<p>Os periquitos galhofeiros</p>
<p>Zombam dos outros passarinhos”.</p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">1 -  Substitua o verbo nas seguintes frases, pelo verbo ornar:</span></em></strong></p>
<p>Luzes pisca-pisca <em><span style="color:#008000;">decoram</span></em> as janelas no Natal.</p>
<p>Flores de açúcar <em><span style="color:#008000;">enfeitarão</span></em> o bolo da noiva.</p>
<p>O coelhinho <span style="color:#008000;"><em>ornamentava</em> <span style="color:#000000;">a cesta de</span></span><span style="color:#000000;"> </span>ovos de Páscoa com papel colorido.</p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">2  -  Escolha, entre as mencionadas abaixo, outras coisas que possam ornar a margem do caminho:</span></em></strong></p>
<p> Luzes,  roseiras,  latas de lixo,  cerca de arame,  árvores floridas,  muro alto, bandeirinhas de São João, fios elétricos, garrafas de refrigerante. </p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">3 – Onde também encontramos margens?  Faça um círculo em volta das palavras certas:</span></em></strong></p>
<p>Automóvel,  lagoa,  estrada,  trem,  rio,  carroça,  baía,  patinete,  caminhão, barco.</p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">4 – Na cidade de São Paulo, existe uma estrada longa, que acompanha o rio Tietê.  Ela se chama: Estrada Marginal Tietê.  Explique nas suas palavras por que ela tem este nome?</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;"> </span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">5 – O leque é usado para espantar o calor.  As pessoas se abanam com o leque para se refrescarem.  Explique a expressão: <span style="color:#000000;">leque do coqueiro</span>.  É por causa da cor verde?  É por causa da forma das folhas dos coqueiros?  É porque as folhas balanceiam com o vento?  </span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;"> </span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">6 – Você sabia que os primeiros leques eram feitos de penas?  Ponha um X ao lado do que também é feito de penas:</span></em></strong></p>
<p>(  ) sombrinha                                  (  ) camarão                 (  ) saia da baiana</p>
<p>(  ) peteca                                         (  ) chapéu                   (  ) cocar</p>
<p>(  ) capa do livro                             (  ) lápis                       (  ) baleia</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">LEITURA:</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>A lenda do primeiro leque</em></strong></p>
<p>Há muitos e muitos anos, na China, havia um mandarim muito poderoso.  Ele tinha uma filha obediente e bonita, que todos na corte admiravam.  Chamava-se Kan-Si.  Ela era um modelo de bondade e todos que a viam ficavam encantados.  Todos os anos o país inteiro participava de uma festa muito bonita neste reino.  Chamava-se a <strong><em>Festa das Lanternas</em></strong>.  Numa noite as pessoas que haviam preparado belas lanternas, mostravam a todo mundo o que tinham feito.  Estas lanternas eram feitas com papel colorido, decoradas com pinturas ou com recortes de figuras coladas no papel.  Elas também eram iluminadas por dentro, cada qual com sua vela.  A noite ficava toda carregadinha de luzes das mais diversas cores e com a leve brisa do verão, as lanternas tinham um pisca-pisca, um tremelique mágico, fazendo a noite parecer encantada. </p>
<p> O mandarim e sua filha estavam sempre entre os juízes que decidiam quais eram as lanternas mais bonitas.  Para que ninguém soubesse quem era o autor de cada lanterna ou quem eram os juízes da competição, todos os participantes usavam uma máscara, dura, feita com uma massa de papel, cola e tinta colorida.  Assim todos que participavam da festa não podiam ser reconhecidos.</p>
<p> Naquele verão, naquela noite da <strong><em>Festa das Lanternas</em></strong>, havia uma competição muito grande.  Todo mundo queria mostrar suas habilidades na arte de fazer e decorar lanternas. Havia prêmios!  Eram tantas, mas tantas as lanternas acesas naquela noite no reino que já não se sabia se era noite ou dia. A jovem filha do Mandarim começou a sentir muito calor.  Estavam no meio do verão.  A noite permanecia quente e as todas as velas acesas aqueciam ainda mais o ar calmo.   De repente, não agüentando mais, a jovem retirou a sua máscara e pôs-se a se abanar com ela, para aliviar o calor que sentia.  Todos os membros da corte, vendo a bela princesa fazer isso, passaram a imitá-la também, arrancando suas máscaras e usando-as como abano.  No ano seguinte, toda a corte compareceu à <strong><em>Festa das Lanternas</em></strong><em> </em>mascarada, mas cada pessoa tinha em mãos um abano para aliviar o calor.  Assim surgiram, na China, os primeiros leques.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong><em>7 – Periquitos.  Existem periquitos no mundo inteiro.  Mas há alguns periquitos que existem </em></strong><strong><em>SÓ no Brasil e alguns que vivem aqui e em outros países da América do Sul:</em></strong></span></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Primeiro vejamos:</p>
<p>O periquito é parente do papagaio.  E faz ninhos em árvores em lugares seguros contra seus predadores.  Seus inimigos são: iguanas, serpentes, cães e o homem.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-rei-close.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6206" title="periquito-rei close" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-rei-close.jpg" alt="" width="287" height="221" /></a></strong></p>
<p style="text-align:center;">Periquito-do-rei</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>Periquito-do-rei</strong> – ou </span><strong><span style="color:#0000ff;">Jandaia</span> – </strong>vive em todo o Brasil. Estes periquitos sempre andam em bandos.  Acordam muito cedo e já fazem barulho de madrugada, antes do sol raiar.  Gostam de comer arroz e milho.  Quando decidem formar uma família eles deixam o bando de lado para criarem os filhotes sozinhos.  Eles também gostam muito de cantar e conseguem aprender algumas palavras se tiverem contato com pessoas.</p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-cabeca-amarela-jandaia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6205" title="periquito cabeça amarela-jandaia" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-cabeca-amarela-jandaia.jpg" alt="" width="222" height="202" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Periquito-da-cabeça-amarela</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito-da-cabeça-amarela</span></strong> – também é chamado de <strong>Jandaia</strong> – este, pode-se dizer que é um periquitão!  Chega a 32 cm!  Maior do que a tradicional régua de 30 cm.  Os periquitos-da-cabeça-amarela gostam de um clima mais quente.  Então moram principalmente no Nordeste do Brasil, nos seguintes estados:  Maranhão, Piauí, Ceará e Pernambuco.  Assim como os Periquitos-do-rei eles gostam de voar em bandos, estão sempre afiando os seus bicos, falam entre si o tempo todo, fazendo bastante barulho.  Uma verdadeira algazarra. </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-rei.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6209" title="periquito-rei" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-rei.jpg" alt="" width="210" height="240" /></a>Periquito-rei </p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito–rei</span></strong> &#8212; também chamado de <strong>caturra</strong> <strong> </strong>&#8211; gosta mais do clima ameno.  Vive da Bahia ao Rio Grande do Sul, e também no Paraguai e na Argentina.</p>
<p>Os periquitos-reis são menores chegando a um palmo de altura ou 20 cm.   Ele tem um topetinho de penas vermelhas no topo da cabeça que descem pelas suas costas.  Por isso, fora do Brasil, ele também é chamado de maitaca-da-cabeça-vermelha.   São muito numerosos e pode-se vê-los em todo e qualquer lugar com árvores frutíferas.  Adora comer milho e frutas.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#0000ff;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/caturrita.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6203" title="caturrita" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/caturrita.jpg" alt="" width="252" height="189" /></a></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Caturrita</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito-do-pantanal</span></strong> – também chamado de <strong>caturra</strong> ou <strong>caturrita</strong> – tem um tamanho entre o periquito-rei e o periquito-da-cabeça-amarela.  Chega a medir 28 cm.  As caturritas vivem no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná até os estados do Mato-Grosso e Mato-Grosso do Sul.  Também moram no Paraguai, na Argentina e no Uruguai.  Também gostam muito de comer milho e arroz.  Mas eles são muito diferentes dos outros periquitos porque eles constroem uns ninhos muito grandes, às vezes até muitos ninhos numa mesma árvore.  E tem mais:  o casal de periquitos não se separa do grupo para criar seus filhotes.  As caturritas fêmeas dividem o trabalho de cuidar dos filhotes e chegam até a morar duas ou três fêmeas por ninho.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/tuim.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6210" title="tuim" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/tuim.jpg" alt="" width="241" height="246" /></a></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Tuim</span></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito-do-Espírito-Santo</span></strong> também chamado de <strong>Tuim</strong>.  Este periquito é verdadeiramente sul-americano, ou seja, mora em todo o Brasil e em toda a América do Sul.  Vive na beira das florestas.  Estes são os menores periquitos do Brasil, chegam só até 12 centímetros de comprimento. No entanto, fazem tanta algazarra o tempo todo, falando tão alto, que parecem até maiores do que são.  Apesar de conversarem muito entre si, eles nunca chegam a falar.  São namorados muito carinhosos.  Gostam de comer milho e cana. Preferem sementes às frutas. São atraídos por árvores frutíferas como mangueiras, jabuticabeira, goiabeiras, laranjeiras e mamoeiros. Os cocos de muitas palmeiras constituem sua alimentação predileta, procuram também as frutas da imbaúba dos capinzais.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito </span></strong>– este é o periquito comum.  Não tem outro nome.  É o mais encontrado dos periquitos no Brasil. Podemos vê-lo nos parques, nas cidades, nas praças públicas, nos jardins, nas fazendas.  Adora brincar no bambuzal e roer bambus.  Aliás adora roer.  Ele chega a 26 cm de comprimento e gosta de milho e de arroz.  Este periquito aprende a falar.</p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">8 – Veja o mapa do Brasil</span></em></strong></p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/mapa_brasil.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-6204" title="mapa_brasil" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/mapa_brasil.png" alt="" width="372" height="400" /></a></p>
<p>A -  Cubra de tracinhos vermelhos os estados onde vivem os periquitos-do-rei.</p>
<p>B -  Encha de bolinhas verdes  os estados onde vivem os periquitos-do-pantanal.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">9 &#8212;  Galhofeiro quer dizer brincalhão, zombeteiro, a pessoa que ri à custa dos outros&#8230; </span></em></strong></p>
<p>Substitua a palavra grifada pela palavra <strong><em>galhofeiro</em></strong> nas seguintes frases.</p>
<p>1-                          Depois que Esmeraldo, um conhecido <strong><em><span style="color:#008000;">zombeteiro</span></em></strong>, fez a turma toda rir dos sapatos vermelhos de Cazuza, este saiu chorando da sala.</p>
<p><em>2-                        </em>Maria das Dores era <strong><em><span style="color:#008000;">brincalhona</span></em></strong>.  Pegou um papel, escreveu a palavra burro e o colou nas costas de João Pedro sem que este soubesse.<strong><em> </em></strong></p>
<p><em>3-                        </em>O palhaço Zumzum sempre ri quando vê o jato d’água de sua flor na lapela molhar o rosto da pessoa com quem conversa.  Ele é um <span style="color:#008000;"><strong><em>zombeteiro</em></strong> </span>de primeira categoria!<em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong><span style="color:#0000ff;">10- A palavra algazarra, quer dizer: barulheira, vozeria, tagaleria.  Note que a palavra algazarra começa com as letras a + l, seguidas de uma consoante (g).  Preencha os pontinhos formando palavras que comecem com as letras a+l seguidas de uma consoante:</span></strong></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Na salada:  al _ _ _ _</em></p>
<p><em>Na costura: al _ _ _ _ _ _</em></p>
<p><em>No dicionário: al _ _ _ _ _ _ </em></p>
<p><em>No armário de remédios: al _ _ _ _ _</em></p>
<p><em>Com o policial: al _ _ _ _ _</em></p>
<p><em>No navio: al _ _ _ _ _ _ _</em></p>
<p><em>Na gaiola do passarinho: al _ _ _ _ _</em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong><span style="color:#0000ff;">Leitura:  Você sabia?</span></strong></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>A nossa língua, a língua portuguesa, tem mais de 700 palavras que começam com as letras a + l.  600 destas palavras são de origem árabe.  Do tempo que os mouros invadiram Portugal.</em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em><strong>11 &#8212; &#8230;</strong></em><em><strong>batendo as asas irisadas</strong></em><em><strong>&#8230; Nós vimos que </strong></em><em><strong>irisada</strong></em><em><strong> quer dizer  furta-cor, que muda de cor conforme o ângulo.  Nas frases abaixo troque as palavras grifadas pela palavra </strong></em><em><strong>irisada</strong></em><em><strong>.</strong></em></span></p>
<p><em><strong> </strong></em><em>O corpo da mosca varejeira é<span style="color:#008000;"><strong> furta-cor</strong></span>.</em></p>
<p><em>Maria colecionava conchinhas do mar,  mas guardava só aquelas com as conchas <span style="color:#008000;"><strong>matizadas</strong></span>.</em></p>
<p><em>Minha avó foi à festa com um vestido de tafetá rosa <span style="color:#008000;"><strong>cambiante</strong></span>.</em></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>12 – No poema acima, Osório Dutra caracteriza os periquitos como &#8220;<em>alegres</em> e <em>ruidosos&#8221;</em>.   E que por causa disso, eles parecem </strong></span><em><strong><span style="color:#0000ff;">&#8220;venturosos&#8221;.</span> </strong> </em><strong><span style="color:#0000ff;">Nas frases abaixo, passe um círculo em volta das palavras que sejam sinônimos de venturoso</span><span style="color:#0000ff;">.</span></strong></p>
<p>A &#8212; As meninas ao saírem da escola, alegres e tagarelas, pareciam felizes.</p>
<p>B – Nem todos os reis foram afortunados na guerra.  Alguns perderam tudo.</p>
<p>C – João tem muita sorte, ganhou um ursinho de pelúcia no sorteio da escola.</p>
<p>D – Lúcia é uma jovem afortunada: inteligente, atraente e tem muitas amigas.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">LEITURA/ DITADO</span> </strong></p>
<p>Em 1500, o Brasil foi descoberto por Pedro Álvares Cabral. N aquela época,  D. Manuel I, também chamado <em>O Venturoso,</em> era rei de Portugal.  Seu reinado foi repleto de muitos eventos felizes, de decisões acertadas e de várias aventuras marítimas bem realizadas.  Foi um período importante para Portugal, porque o país se tornou muito rico.  Dentre os eventos mais ditosos, mais felizes, de seu reinado estão: a descoberta do caminho marítimo para as Índias por Vasco da Gama e a descoberta do Brasil. Por isso esse rei ficou conhecido pelo cognome <em>O Venturoso</em>.</p>
<p><strong><span style="color:#000000;">Cognome:</span></strong>  é um nome, um apelido, pelo qual pessoas ficam conhecidas.  Por exemplo:  </p>
<p>Edson Arantes do Nascimento, cognome: Pelé.</p>
<p>Diogo Álvares Correia, cognome: Caramuru.</p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>13 – Escreva o nome completo e seu cognome de um mártir da Independência do Brasil.   </strong></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>14 &#8212;  <em>Onde vai um, lá vai o bando, /Cortando o azul na tarde bela./ Ordena um deles a partida/  Em busca de outros horizontes.</em>  Nestes versos de Osório Duque parece que os periquitos têm um líder que os orienta.    Nem todos os pássaros voam em bandos e seguem um líder.  Faça um círculo em volta dos pássaros da lista abaixo que voam em grupos</strong></span>:</p>
<p>Águia, Beija-flor,  Arara, Martim-pescador,  Urubu, Pato, Albatroz, Sabiá, Flamingo, Cegonha, Assum-preto, Canário, Tucano, Maracanã.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">15 – Onde dormem os periquitos?     Onde dormem&#8230;</span></strong></p>
<p>Os macacos?</p>
<p>Os morcegos?</p>
<p>O gado na fazenda?</p>
<p>A jaguatirica?</p>
<p>E os alunos da escola?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Declaração de Fé e Doutrina - Luz para os Povos]]></title>
<link>http://njovem.wordpress.com/2009/11/25/declaracao-de-fe-e-doutrina-luz-para-os-povos/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 16:48:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>leandrenalina</dc:creator>
<guid>http://njovem.wordpress.com/2009/11/25/declaracao-de-fe-e-doutrina-luz-para-os-povos/</guid>
<description><![CDATA[Declaração de Fé e Doutrinária ARTIGO I &#8211; DAS ESCRITURAS Cremos que a Bíblia Sagrada é a divin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Declaração de Fé e Doutrinária ARTIGO I &#8211; DAS ESCRITURAS Cremos que a Bíblia Sagrada é a divin]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iceberg gigante na Costa da Austrália]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/25/iceberg-gigante-na-costa-da-australia/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:22:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/25/iceberg-gigante-na-costa-da-australia/</guid>
<description><![CDATA[Um leão marinho descansa na praia, com Iceberg ao fundo.  Foto: AP &nbsp; Cientistas da Divisão Aust]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/ice-ap-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6217" title="ice ap 2" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/ice-ap-2.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p>Um leão marinho descansa na praia, com Iceberg ao fundo.  Foto: AP</p>
<p>&#160;</p>
<p>Cientistas da Divisão Australiana da Antártida divulgaram na terça-feira, 24 de novembro, novas imagens da passagem de icebergs pela Ilha Macquarie, 1,5 km a sudeste da Tasmânia, na Austrália.</p>
<p>As imagens, registradas no dia 16 de novembro, mostram um iceberg próximo da praia de Sandy Bay, na costa leste da ilha. Segundo os cientistas, é muito raro observar icebergs na região. Outras imagens já haviam sido divulgadas no dia 12 de novembro, na ocasião, os cientistas anunciaram que o iceberg tinha 500m de comprimento e estava a cerca de 8km da ilha de Macquarie.</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/ice-ap-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6218" title="ice ap 1" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/ice-ap-1.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p>Foto: AP</p>
<p>&#160;</p>
<p>O investigador da Divisão Australiana da Antártida, Neal Young, afirmou que outros icebergs foram levados em direção ao norte pelas correntes oceânicas. No entanto, nunca tinham se aproximado tanto da ilha, onde as águas são mais quentes. Segundo os cientistas, as massas de gelo dos icebergs devem se romper e derreter rapidamente em sua ascensão ao norte.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha da rosa]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/25/quadrinha-da-rosa/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:14:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/25/quadrinha-da-rosa/</guid>
<description><![CDATA[Ó rosa, nobre e bonita, que encantamento trazeis! Em vossa beleza, habita a majestade dos reis! ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/rosa-cartao-postal-19091.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6068" title="rosa cartão postal 1909" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/rosa-cartao-postal-19091.jpg" alt="rosa cartão postal 1909" width="390" height="248" /></a></p>
<p>Ó rosa, nobre e bonita,</p>
<p>que encantamento trazeis!</p>
<p>Em vossa beleza, habita</p>
<p>a majestade dos reis!</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8212;</span></p>
<p>(Eno Teodoro Wanke)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ministérios certificam seis hospitais como unidades de ensino]]></title>
<link>http://falamedico.wordpress.com/2009/11/25/ministerios-certificam-seis-hospitais-como-unidades-de-ensino/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 12:11:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>falamedico</dc:creator>
<guid>http://falamedico.wordpress.com/2009/11/25/ministerios-certificam-seis-hospitais-como-unidades-de-ensino/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: Agência Brasil Portaria dos ministérios da Saúde e da Educação, publicada no Diário Oficial d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="textConteudo"><strong>Fonte: Agência Brasil</strong></div>
<div></div>
<div>Portaria dos ministérios da Saúde e da Educação, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (24/11), certifica seis hospitais como unidades de ensino. Dois deles estão em Fortaleza (CE) &#8211; Hospital Albert Sabin e Maternidade Escola Assis Chateaubriand; duas unidades estão em São Paulo – Hospital Estadual Bauru e Instituto de Infectologia Emílio Ribas; uma fica no Rio de Janeiro &#8211; Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); e a última está em Santa Catarina (Joinville) – Hospital Regional Hans Dieter Schmidt.</p>
<p>As unidades vinculadas ou conveniadas a instituições de ensino superior, públicas ou privadas, servem para a formação de estudantes de graduação e de pós-graduação da área de saúde. Parte dos recursos para esses hospitais é do Ministério da Educação, responsável pelo pagamento da folha de pessoal.</p>
<p>Ao Ministério da Saúde cabe fazer o repasse referente aos atendimentos e às internações. De acordo com o Ministério da Educação, os hospitais universitários são responsáveis por 70% dos procedimentos de média e alta complexidades. O credenciamento vale a partir de hoje.</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ano darwin]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/11/25/ano-darwin/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 10:18:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/2009/11/25/ano-darwin/</guid>
<description><![CDATA[Só o facto de permanecerem imunes à beleza deste livro já é assustador. (in A Origem das Espécies). ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Só o facto de permanecerem imunes à beleza deste livro já é assustador</em>. (in <a href="http://origemdasespecies.blogs.sapo.pt/1075901.html">A Origem das Espécies</a>).</p>
<div id="attachment_1424" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://novomundo3.wordpress.com/files/2009/11/darwin.jpg"><img class="size-full wp-image-1424" title="darwin" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2009/11/darwin.jpg" alt="" width="500" height="249" /></a><p class="wp-caption-text">in Origin of Species pp.426 ed. Mentor Book 1958</p></div>
<p>Não consigo recordar outro autor com uma escrita tão lúcida, fundamentada,  serena, discreta e aberta à crítica. Simultâneamente, poucos autores e poucos livros se podem comparar em importância para a ciência e, em geral, para a cultura.</p>
<p>Por todas as razões, nunca é demais <a href="http://www.darwin2009.pt/home/">celebra-lo</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aula no CAAPRJ - Blender]]></title>
<link>http://blender3dcarioca.wordpress.com/2009/11/25/aula-no-caaprj-blender/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 07:43:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Junqueira</dc:creator>
<guid>http://blender3dcarioca.wordpress.com/2009/11/25/aula-no-caaprj-blender/</guid>
<description><![CDATA[Aula particular por meio EAD no CAAPRJ. É isso aí, no dia 24/11/2009 recebi um e-mail de captação de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Aula particular por meio EAD no CAAPRJ. É isso aí, no dia 24/11/2009 recebi um e-mail de captação de]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pescaria no Avanhandava, texto de Francisco de Barros Júnior]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/pescaria-no-avanhandava-texto-de-francisco-de-barros-junior/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:04:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pescando, 1894 José Ferraz de Almeida Júnior (Brasil, 1850-1899) óleo sobre tela, 64 x 85 cm Coleção]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/jose-ferraz-de-almeida-jr-pescando-1894-64x85cmostcolpart.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6195" title="JOSE FERRAZ DE ALMEIDA, JR, pescando, 1894, 64x85cm,ost,colpart" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/jose-ferraz-de-almeida-jr-pescando-1894-64x85cmostcolpart.jpg" alt="" width="510" height="375" /></a><strong><em>Pescando</em></strong>, 1894</p>
<p>José Ferraz de Almeida Júnior (Brasil, 1850-1899)</p>
<p>óleo sobre tela, 64 x 85 cm</p>
<p>Coleção Particular</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><em><span style="color:#808000;">A minha primeira pescaria no Avanhandava foi feita em companhia de um senhor, advogado em Penápolis, e de seu filho, estudante do terceiro ano da nossa Plitécnica, ambos fanáticos pescadores. </span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Era em maio, e as águas límpidas tinham seu nível muito baixo.  Os dourados, à montante do salto, vinham até sua borda, mas evitavam descer, certamente advertidos pelo instinto,  da quase impossibilidade de retorno.  Na corredeira rasa onde ficavam, eram fisgados com facilidade.  Para atingir esse local, tínhamos de entrar pela margem direita e atravessar o canal –mestre quase na boca do salto, com água pela cintura.  A passagem era perigosíssima, e disso fui advertido, mas pai e filho estavam acostumados a vencê-la.  Venceram com facilidade, passando de uma para outra pedra submersa, colocadas como batentes da porta desse canal.  Quando chegou a minha vez, fiquei como o Colosso de Rodes, de pernas tão abertas, que não podia comandar os músculos para prosseguir ou voltar.  Deveria, quando dei o passo, aproveitar o impulso para vencer a passagem, em lugar de estender a perna tateando, medroso de me faltar apoio.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Fiquei nessa posição sem rolar no abismo, porque quando tombava, instintivamente procurei amparar-me na vara que levava na mão direita, e esta firmou-se em alguma fenda de pedra, mantendo-me em equilíbrio.  Nessa insegura posição, passei momentos angustiosos, sentindo claramente rondar-me a morte.  Por fim, numa prece íntima implorando auxílio divino, reuni as forças que se iam esgotando e retrocedi, não sem cair sentado, com água até o pescoço.  Desisti da empresa e fiquei a ver de longe as ferradas seguidas dos companheiros que matavam os dourados com golpes das costas do facão, atravessavam-lhes nas guelras uma correia e a prendiam na cinta, prosseguindo a pescaria.  Avançavam contra a correnteza, com uma profundidade média de um metro e iam lançando a linhada para a frente.  Os dourados abocanhavam a isca, mal esta tocava a superfície, ou logo ao iniciar a descida.  Com a pequena profundidade, brigavam pouco.  Quando a carga lhes pesava, iam depositar os peixes sobre uma pedra que aflorava à superfície, e continuavam.  Quando voltaram, traziam seis dourados de três a seis palmos, e mais não pescaram pela dificuldade do transporte.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Fiz essa pescaria com esses amigos de um dia, cujos nomes, por mais que me esforce não posso recordar, e segui para Corumbá.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Regressei um mês depois com intenção de ficar em Penápolis e fazer, em tão excelente companhia, nova pescaria no lindo salto.  </span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Nem cheguei a ficar, pois quando me dispunha a descer a bagagem, fui abordado pelo pai do rapaz.  Estava de luto fechado.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Uma semana depois voltou com o desditoso filho e passou o primeiro passo perigoso, prosseguindo a pescaria.  Ao jovem sucedeu o que me havia acontecido, e não podendo firmar-se, rolou no abismo.  Um pescador que estava embaixo, na margem do canal, o viu tombar, sumir-se no turbilhão e surgir adiante, desgovernado, debatendo-se desesperadamente, a fronte sangrando de larga ferida.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Era tal a velocidade da descida, que, chicoteando-o com a sua linha, na esperança de fisgá-lo com o anzol, não mais pode alcançá-lo e o corpo sumiu-se entre os cachões de espuma, para só ser encontrado três dias depois, vários quilômetros mais abaixo. </span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Desta vez depois de inúmeras dificuldades, conseguimos um pirangueiro para a rodada.  A triste lembrança acudiu-me à memória, desde que cheguei ao majestoso salto, até que fisguei o primeiro dourado de uns três palmos.  Durante os dois quilômetros que descemos, consegui pegar quatro dourados.  Dois, mais ou menos do tamanho do primeiro, e o último de seis palmos, que brigou bastante antes de ser embarcado,.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Na volta, aludindo à tragédia, o pirangueiro, um dos que procuraram o corpo, indicou o poço onde fora encontrado já bastante atacado pelos peixes. (*)</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Não tive mais vontade de pescar nesse dia, e no seguinte voltei para S. Paulo, sem aproveitar os que me restavam de férias.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;"> </span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;"> </span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">(*) Recentemente soube que no mesmo passo perigoso, haviam perecido anos depois, o pai e um tio do infeliz estudante, quando aquele tentava salvar o irmão. </span> </em></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>Em:  <strong><em>Caçando e pescando por todo o Brasil, 3ª série: no planalto mineiro, no São Francisco, na Bahia,</em></strong> de Francisco de Barros Júnior, São Paulo, Melhoramentos: s/d, pp. 34-36</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>&#8211;</strong></p>
<p><strong>Francisco</strong> Carvalho <strong>de Barros Júnior</strong> (Campinas, 14 de dezembro de 1883 — 1969) foi um escritor e naturalista brasileiro que ganhou em 1961 o Prêmio Jabuti de Literatura, na categorua de literatura infanto-juvenil.</p>
<p>Francisco Carvalho de Barros Júnior, patrono da cadeira n° 16 da Academia Jundiaiense de Letras, colaborou em vários jornais e revistas e é o autor da série Caçando e Pescando Por Todo o Brasil, um relato de viagens pelo Brasil na primeira metade do século XX, descrevendo diversos aspectos das regiões visitadas (entre outros botânica, animais e populações caboclas e indígenas).</p>
<p>Obras:</p>
<p><strong>Série Caçando e Pescando Por Todo o Brasil </strong></p>
<p><em>Primeira série: Brasil-Sul</em>, 1945</p>
<p><em>Segunda Série: Mato Grosso Goiás</em>, 1947</p>
<p><em>Terceira Série: Planalto Mineiro – o São Francisco e a Bahia,</em> 1949</p>
<p><em>Quarta Série: Norte,  Nordeste,  Marajó, Grandes Lagos, o Madeira, o Mamoré</em>, 1950</p>
<p><em>Quinta Série: Purus e Acre</em>, 1952</p>
<p><em>Sexta Série: Araguaia e Tocantins</em>, 1952</p>
<p><em>Tragédias Caboclas</em>, 1955, contos  </p>
<p><em>Três Garotos em Férias no Rio Tietê</em>, 1951, infanto-juvenil</p>
<p><em>Três Escoteiros em Férias no Rio Paraná</em>, infanto-juvenil</p>
<p><em>Três Escoteiros em Férias no Rio Paraguai</em>, infanto-juvenil</p>
<p><em>Três Escoteiros em Férias no Rio Aquidauana</em>, infanto-juvenil</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um novo camaleão na Tanzânia]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/um-novo-camaleao-na-tanzania/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:51:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/um-novo-camaleao-na-tanzania/</guid>
<description><![CDATA[Foto: BBC Brasil &nbsp; Cientistas descobriram uma nova espécie de camaleão na Tanzânia.   Este é um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/camaleao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6192" title="camaleão" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/camaleao.jpg" alt="" width="301" height="401" /></a>Foto: BBC Brasil</p>
<p>&#160;</p>
<p>Cientistas descobriram uma nova espécie de camaleão na Tanzânia.   Este é um camaleão diferente de dois outros camaleões semelhantes encontrados na mesma região.  Trata-se de uma espécie até então desconhecida. A confirmação veio após análise genética dos animais.  O novo animal recebeu o nome de <em>Kynyongia magomberae</em>, em homenagem à floresta de Magombera, onde foi encontrado.</p>
<p> <em>Espécies de camaleões tendem a se concentrar em áreas pequenas e, infelizmente, o habitat do qual este novo animal depende &#8211; a floresta de Magombera &#8211; está ameaçado</em>, afirmou Andrew Marshall, do Departamento de Meio-Ambiente da Universidade de York e chefe da equipe de pesquisadores em campo. <em>Esperamos</em><em> que esta descoberta estimule os esforços para dar mais proteção a esta região e a outras próximas</em>.</p>
<p> A floresta Magombera da Tanzânia abriga ainda os macacos piliocolobus, que estão ameaçados de extinção. Por causa da tática de camuflagem do camaleão, muitas espécies passam despercebidas pelos cientistas. Ainda assim, cerca de duas novas espécies do réptil são descobertas a cada ano no mundo.</p>
<p> <em>É maravilhoso encontrar uma nova espécie desta maneira</em>,  disse Marshall ao jornal britânico <strong><em>The Daily Telegraph</em></strong>. <em>Trabalho na Tanzânia há 11 anos e identifiquei algumas novas espécies de árvores, mas encontrar um ser vertebrado é muito especial.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>FONTE: <strong><a title="Cientistas encontram nova espécie de camaleão na Tanzânia" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4118451-EI238,00-Cientistas+encontram+nova+especie+de+camaleao+na+Tanzania.html" target="_blank">Terra</a></strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nhá Carola, poesia Ricardo Gonçalves para uso escolar]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/nha-carola-poesia-ricardo-goncalves-para-uso-escolar/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:16:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/nha-carola-poesia-ricardo-goncalves-para-uso-escolar/</guid>
<description><![CDATA[Fundo de quintal, 2009 Daniel Penna ( Brasil, 1951) óleo sobre tela/ sobre madeira 18 cm x 24 cm www]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/daniel-penna-sp-1951-fundo20quintal-osm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6050" title="Daniel Penna ( SP, 1951) Fundo%20Quintal, osm" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/daniel-penna-sp-1951-fundo20quintal-osm.jpg" alt="Daniel Penna ( SP, 1951) Fundo%20Quintal, osm" width="510" height="375" /></a><strong><em>Fundo de quintal</em></strong>, 2009</p>
<p>Daniel Penna ( Brasil, 1951)</p>
<p>óleo sobre tela/ sobre madeira</p>
<p>18 cm x 24 cm</p>
<p><a href="http://www.pennart.com.br">www.pennart.com.br</a></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<h5>Nhá Carola</h5>
<p>                                                            <em>A .D. Olga</em></p>
<p>                                                          Ricardo Gonçalves</p>
<p>Arrepanhando o vestido</p>
<p>De chita azul, nhá Carola,</p>
<p>Põe feijão na caçarola</p>
<p>Para o almoço do marido.</p>
<p>Dorme um cachorro estendido</p>
<p>À porta da casinhola;</p>
<p>Gritam galinhas de Angola</p>
<p>No terreiro bem varrido.</p>
<p>Enquanto chia a panela,</p>
<p>A moça vai à janela,</p>
<p>A ver se o marido vem.</p>
<p>Mas entra logo zangada</p>
<p>Porque na volta da estrada</p>
<p>Não aparece ninguém.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8211;</span></p>
<p>Em: <em><strong>Poesia Brasileira para a Infância</strong></em>,  Cassiano Nunes e Maria da Silva Brito,  São Paulo, Saraiva:1968</p>
<p> &#8211;</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/ricardo-goncalves.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6051" title="ricardo gonçalves" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/ricardo-goncalves.jpg" alt="ricardo gonçalves" width="262" height="272" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">&#8211;</span></strong></p>
<p><strong>Ricardo</strong> Mendes <strong>Gonçalves  </strong>(SP, SP 1893 – SP, SP 1916)<strong> </strong>pseudônimos: Ricardo Gonçalves, Bruno de Cadiz, D. Ricardito.  Poeta, tradutor, jornalista, diplomado em Direito (1908), político, membro grupo Minarete.  Trabalhou para diversos jornais entre eles o <strong><em>Comércio de São Paulo e Estadinho</em></strong>. Foi também repórter do jornal <strong><em>O Correio Paulistano</em></strong>.</p>
<p>Obras:</p>
<p> <em>Ipês</em>, 1922</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novos moluscos em mares espanhóis]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/novos-moluscos-em-mares-espanhois/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:15:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/novos-moluscos-em-mares-espanhois/</guid>
<description><![CDATA[Foto: Agência EFE Boas novas do arquipelágo das Canárias: pesquisadores espanhóis e cubanos,  trabal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/efe-molusco1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6181" title="EFE, molusco1" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/efe-molusco1.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a>Foto: Agência EFE</p>
<p>Boas novas do arquipelágo das Canárias: pesquisadores espanhóis e cubanos,  trabalhando na costa espanhola, próximo à cidade de Santa Cruz de Tenerife, na ilha de Tenerife,  novas espécies do moluscos.</p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/efe-molusco2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6182" title="efe, molusco2" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/efe-molusco2.jpg" alt="" width="510" height="276" /></a></p>
<p>Foto: Agência EFE.</p>
<p>Vale lembrar que os moluscos são animais invertebrados na sua grande maioria marinhos.  Mas há também alguns de água doce ou terrestres.  Entre os moluscos mais conhecidos estão os caramujos, as ostras e as lulas. </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/efe-molusco3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6183" title="Efe, molusco3" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/efe-molusco3.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p>Foto: Agência EFE.</p>
<p>Das espécies  encontradas nos mares espanhóis a grande novidade são que todas se caracterizam por emitir flashes de luz quando são ameaçadas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Computação Gráfica + PAE]]></title>
<link>http://maquinacriadora.wordpress.com/2009/11/23/computacao-grafica-pae/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:19:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>maquinacriadora</dc:creator>
<guid>http://maquinacriadora.wordpress.com/2009/11/23/computacao-grafica-pae/</guid>
<description><![CDATA[Post rápido para mostrar alguns experimentos que tenho feito no 3D MAX. Veja as imagens abaixo. Fazi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-141 aligncenter" title="20091123_3d_pae_thumb" src="http://maquinacriadora.wordpress.com/files/2009/11/20091123_3d_pae_thumb.jpg" alt="" width="450" height="120" /></p>
<p>Post rápido para mostrar alguns experimentos que tenho feito no <strong>3D MAX</strong>. Veja as imagens abaixo.</p>
<p>Fazia um bom tempo que eu não mexia com 3D, mas acabei voltando à ativa por conta das atividades que tenho realizado junto à disciplina de Computação Gráfica, ministrada na Graduação pela <strong>Profa. Monica Tavares</strong> no Departamento de <strong>Artes Plásticas</strong> da<strong> ECA-USP</strong>, e na qual estou estagiando pelo <strong>PAE </strong>(Programa de Aperfeiçoamento de Ensino).</p>
<p>O estágio <strong>PAE</strong> tem como objetivo iniciar pós-graduandos na prática de ensino. Por conta do contato que se tem com tantos alunos, e de perfis tão diversos, o programa também serve como uma ótima experiência de aprendizado.</p>
<p><!--more Clique aqui para ver as imagens --></p>
<p>A primeira imagem mostra um objeto gerado proceduralmente (experimentando o <em>MaxScript</em>), as três seguintes são objetos criados no <a href="http://www.topmod3d.org/" target="_blank">TopMod3d</a> (software de modelagem), e depois animados como <em>Soft Bodies</em> no 3D MAX, e a última retrata o fantástico &#8220;planeta banana&#8221; (um uso besta da função <em>Scatter</em>).</p>
<p><a href="http://maquinacriadora.wordpress.com/files/2009/11/20091123_3d_pae_01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-142" title="20091123_3d_pae_01" src="http://maquinacriadora.wordpress.com/files/2009/11/20091123_3d_pae_01.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a></p>
<p><a href="http://maquinacriadora.wordpress.com/files/2009/11/20091123_3d_pae_02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-143" title="20091123_3d_pae_02" src="http://maquinacriadora.wordpress.com/files/2009/11/20091123_3d_pae_02.jpg" alt="" width="450" height="336" /></a></p>
<p><a href="http://maquinacriadora.wordpress.com/files/2009/11/20091123_3d_pae_04.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-145" title="20091123_3d_pae_04" src="http://maquinacriadora.wordpress.com/files/2009/11/20091123_3d_pae_04.jpg" alt="" width="450" height="336" /></a></p>
<p><a href="http://maquinacriadora.wordpress.com/files/2009/11/20091123_3d_pae_03.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-146" title="20091123_3d_pae_03" src="http://maquinacriadora.wordpress.com/files/2009/11/20091123_3d_pae_03.jpg" alt="" width="450" height="336" /></a></p>
<p><a href="http://maquinacriadora.wordpress.com/files/2009/11/20091123_3d_pae_05.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-144" title="20091123_3d_pae_05" src="http://maquinacriadora.wordpress.com/files/2009/11/20091123_3d_pae_05.jpg" alt="" width="450" height="371" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entenda o uso da vírgula!]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/entenda-o-uso-da-virgula/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:43:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/entenda-o-uso-da-virgula/</guid>
<description><![CDATA[Comercial sobre a liberdade de imprensa que mostra como uma simples vírgula pode alterar a história.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/JxJrS6augu0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/JxJrS6augu0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Comercial sobre a liberdade de imprensa que mostra como uma simples vírgula pode alterar a história.  Associação Brasileira de Imprensa, ABI.</p>
<p>Agência: África São Paulo Publicidade Ltda.<br />
Produtora: Visorama Diversões Eletrônicas<br />
Áudio: Sonido Produções Musicais</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imagem de leitura  -- Gustav Oskar Björck]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/imagem-de-leitura-gustav-oskar-bjorck/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:50:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/imagem-de-leitura-gustav-oskar-bjorck/</guid>
<description><![CDATA[Passatempos, 1926 Gustav Oskar  Björck ( Suécia, 1860-1929) óleo sobre tela,  123 x 146 cm. &nbsp; ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/bjorck_gustav_oskar_min_hobby.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6157" title="Bjorck_Gustav_Oskar_Min_Hobby" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/bjorck_gustav_oskar_min_hobby.jpg" alt="" width="510" height="425" /></a><strong><em>Passatempos</em></strong>, 1926</p>
<p>Gustav Oskar  Björck ( Suécia, 1860-1929)</p>
<p>óleo sobre tela,  123 x 146 cm.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Gustav <strong>Oskar Björck</strong>, cujo nome também pode ser escrito Gustaf Oscar Björck, nasceu em  Estocolmo e foi treinado na Academia de belas Artes da mesma cidade.  Ele passou algum tempo na Colônia de Artistas em Skagen na Dinamarca assim como em Paris, Munique e na Itália.  Um de seus mais importantes quadros veio cedo na sua carreira:  Sinal de Perido, que está na coleção permanente do Museu de Arte de Copenhagen.  Sua pintura também é lembrada pelo <em>chiaroscuro </em>– onde  as diversas tonalidades de luz do sol brilhante à escuridão são reproduzidas.  Como retratista, Bjorck sempre tentou colocá-los nos seus mais íntimos contextos.  É considerado um dos maiores retratistas de seu tempo na Suécia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
