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	<title>epigrafe &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/epigrafe/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "epigrafe"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 15:30:19 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[o título mais bonito]]></title>
<link>http://algumacoisaausente.wordpress.com/2009/09/10/o-titulo-mais-bonito/</link>
<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 17:13:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>algumacoisaausente</dc:creator>
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<description><![CDATA[“eu sei que você lê tudo que escrevo. escrevo pra você”. Ludov Ok. Nem todos os meus textos são pra ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="right">“eu sei que você lê tudo que escrevo.</p>
<p align="right">escrevo pra você”.</p>
<p align="right">Ludov</p>
<p style="text-align:justify;">Ok. Nem todos os meus textos são pra você ou sobre você. O meu título mais bonito, segundo você, realmente não é sobre você. Ok, eu aceito que procure erros e descuidos em minhas palavras, que não são tuas. Sei que não gosta, mas não tem nada. É que as vezes acho bonito contar o passado no presente, sabe como? Acho bonito escrever sobre o que eu sentia ontem, sentindo o que sinto que você me faz sentir hoje.</p>
<p style="text-align:justify;">Não interessa! Não há mais carros, nem ruas, nem madrugadas e nem carros parados na madrugada. Já aprendi a dirigir. Não há mais vida em cima de qualquer sofá verde. Não há sofá. Não há uma porção de coisinhas não ditas. Eu já te disse tudo. Você não vê? Não vê que minhas mãos ficam frias, meus pés molhados e que não consigo sequer segurar o meu olhar no teu? Não, eu não gosto de chuva. Eu já te disse tudo. Não, não segura as minhas mãos, não me prende. Não vê que fico sem ar? Não vê que o que sinto é algo como se algo me prendesse assim como se fosse pra me matar? Eu não respiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Já não interessa. Estou aqui. Tentando escrever os melhores parágrafos e rimar as melhores rimas internas e buscando a melhor música para a minha epígrafe. Pra tua epígrafe. Eu estou aqui, como na música daquela cantora colombiana, sabe? Ou como num fragmento daquele velho escritor que você gosta “você pode até não acreditar nisto(&#8230;)mas eles estão lá e eu estou aqui”. Eu deveria estar é em outro lugar, mas paro aqui nesse reino distante e cinza, esperando que você me convide para te ver tocar alaúde em uma taberna. Esperando que você me conte que costumava encontrá-la quando eu não estava e que ela sabia. Eu to aqui nesse maldito reino distante e cinza esperando me deparar com você numa noite qualquer numa esquina, num lugar comum.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu pousei aqui só porque buscava algo diferente. Algo que me fizesse sorrir com o coração. E sorrir todos os meus sorrisos. Você bem sabe que é difícil se sorrir em tempos em que não há lugares aonde existam rodas-gigantes. E é difícil que existam rodas-gigantes em lugares de tempos em que não se sorri com todos os sorrisos.</p>
<p style="text-align:justify;">É, eu to aqui e cadê você, porra? To aqui, sentindo meu estômago nos pulmões. Sentindo minha gastrite me cortar com lâminas pouco a pouco, lasca a lasca. Sentindo isso que sinto por você no estômago. Sim, no estômago e não no coração. Cadê você? Quero que leia esse texto, quero que leia meu olhar e meu sorriso e leia meus braços. Leia essa minha vontade de sair correndo daqui desse reino distante e cinza e te abraçar.</p>
<p style="text-align:justify;">Quero te encontrar na platéia. Na praça, na rua. Mesmo que chova. Mesmo que minhas mãos fiquem frias e meus pés molhados. Mesmo que eu não goste de chuva. Quero que veja esse outdoor que te escrevi com lápis de cor verde,roxo, vermelho. Eu sei, é estúpido escrever com lápis de cor um outdoor, porque chove. Mas minha caixa é aquarelável e acho que com a chuva pode ficar bonito e te chamar atenção. Vê? Vê!! Também coloquei caixas de som por toda a cidade, por todo o teu caminho. Elas tocam uma canção um tanto que desconhecida que diz algo como ‘eu tenho espaço de sobra no meu coração. vou levar sua bagagem e o que mais estiver a mão’. Será que você ouve? Ouve essa canção, enquanto dorme? Será que você sonha com esse outdoor escrito à lápis de cor aquarelável verde,roxo,vermelho, enquanto dorme?</p>
<p style="text-align:justify;">Levanta? Me levanta e levanta junto com o sol que aparece assim quase sem querer no final desse dia nublado?! Levanta e lê tudo isso que te escrevo, que venho te escrevendo com lápis, teclas, olhos, braços, lábios, sexos, cheiros, lágrimas. Lê que minhas palavras ficam muito mais bonitas, se pra você. Que as chuvas intermináveis que tem caído nesses dias ficam muito mais suportáveis, se com você.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu nunca soube aonde isso ia dar e por isso nunca me preparei para gostar dos teus filmes, das tuas músicas, nem pra conhecer teus livros e nem pra gostar de chuva e berinjela. Mas cada a,b,c,d. Cada rima interna, cada melhor título, e até o que não rima e até os piores títulos. Cada tudo é pra você. É para que você goste do que eu escreva. Para que você goste dos meus textos. Do jeito que escrevo. Para que você se apaixone por mim a cada palavra, a cada vírgula, a cada acento, a cada erro ortográfico, a cada erro de concordância.</p>
<p style="text-align:justify;">Não, meu verbo não concorda com o teu tempo verbal. Não concordo com o teu verbo no pretérito imperfeito. Eu só concordo com o presente e com o futuro do presente.</p>
<p style="text-align:justify;">Ok. Todos os meus textos são pra você ou sobre você. O meu título mais bonito, segundo você, realmente é para você. Ok, eu não aceito que procure erros e descuidos em minhas palavras, que são tuas. Não sei se gosta, mas não tem nada. É que as vezes acho bonito escrever nosso futuro, sabe como? E acho bonito escrever sobre o que eu sinto hoje e sobre tudo o que eu ainda vou sentir, esquecendo tudo o que senti ontem e que não foi você que me fez sentir.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1. Leonardo Sinisgalli (invito alla lettura)]]></title>
<link>http://lucaniart.wordpress.com/2009/09/07/1-leonardo-sinisgalli-invito-alla-lettura/</link>
<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 13:17:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>lucaniart</dc:creator>
<guid>http://lucaniart.wordpress.com/2009/09/07/1-leonardo-sinisgalli-invito-alla-lettura/</guid>
<description><![CDATA[© Rubrica settimanale a cura di Donato Muscillo Desidero cominciare a scrivere queste note di commen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>© Rubrica settimanale a cura di Donato Muscillo</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://lucaniart.wordpress.com/files/2009/08/sinisgalli.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-2645" title="sinisgalli" src="http://lucaniart.wordpress.com/files/2009/08/sinisgalli.gif" alt="sinisgalli" width="181" height="172" /></a>Desidero cominciare a scrivere queste note di commento su versi di <strong>Leonardo Sinisgalli </strong>partendo da un’atmosfera triste, malinconica <em>(Epigrafe</em>).<br />
E’ un addio ad una persona cara, l’ultimo saluto; è la sorellina del poeta, bambina “difficile a crescere”. E’ un distacco vissuto con rassegnazione, tenerezza di abbandono.<br />
Secondo la nostra usanza lucana (dice il poeta) nella cassa misero tutti gli oggetti cari della bimba defunta, ombrellino da sole, pettine, un mazzolino di fiori e una monetina d’oro da dare al barcaiolo per il trapasso.<br />
(Ancora le parole del poeta…). Il vuoto nelle antiche stanze per la tua mancanza ed il silenzio raccolto di noi grandi vicino al camino a parlare di te. Forse la nonna ti stava aspettando e come avrete fatto a riconoscervi? La mamma sola ti avrebbe atteso tenendo la porta aperta di casa con la segreta speranza di rivederti. Ti facesti viva in sogno ad una tua cara amichetta malata e la madre venne da noi a chiederci qualcosa che noi avremmo dimenticato di sistemarti nella cassa.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Mamma rovistò ancora tra le tue cose e trovò quaderni con la tua “esile scrittura”, furono consegnati e te li avrebbe portati, legati con un nastro, la tua amichetta di scuola prediletta, morta, vestita anche lei di bianco “nel torrido regno da cui nessuno è mai tornato”.<br />
In questa lirica c’è il passaggio, tagliato il filo, tra la vita e la morte. Una vita pagana, un vissuto quotidiano che, come è usanza lucana, viene rimandata, spostata, all’aldilà, con le piccole cose della defunta, come se ella dovesse continuare a vivere. Di qui la rassegnata tristezza dei vivi, ma anche la loro incredulità per l’evento; e la mamma che continua, con ostinazione, a pensare ad un suo improbabile ritorno, magari presenza di farfalline svolazzanti, con un uscio sempre aperto alla speranza.<br />
Una scrittura ed un uso di parole che definirei “virginale”, cioè un parlare chiaro disteso e con termini comuni e quotidiani, un impasto di freschezza descrittiva semplice ed armonioso.<br />
Versi che puoi volgere, volendo giocare, in prosa!</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>EPIGRAFE</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Quando partisti, come è nostra usanza,<br />
inzepparono la cassa dei tuoi piccoli oggetti cari.<br />
Ti misero l&#8217;ombrellino da sole<br />
perché andavi in un torrido regno<br />
e ti vestirono di bianco.<br />
Eri ancora una bambina,<br />
una bambina difficile a crescere.<br />
Pure fosti accolta con rassegnata dolcezza,<br />
custodita e portata alla luce<br />
come matura la spiga in un campo esausto.<br />
Io ricordo, sorella, il tuo pigolío<br />
quando ti chiudevi a piangere sulla loggia<br />
perché volevi andare sul tetto a stare.<br />
Eri felice soltanto se potevi sollevarti un poco da terra.</p>
<p style="text-align:justify;">Ti misero nella cassa gli oggetti piú cari,<br />
perfino una monetina d&#8217;oro nella mano<br />
da dare al barcaiolo che ti avrebbe accompagnata<br />
all&#8217;altra riva. Noi restammo di qua<br />
nella grande casa che tu sapevi rivoltare come un sacco.<br />
Per un po&#8217; di giorni nessuno ebbe voglia di riassettarla.<br />
Ci raccogliemmo intorno al camino<br />
pensando al tuo grande viaggio,<br />
alIa tristezza di mandarti sola in un paese sconosciuto.<br />
La nonna stava ad aspettarci da anni.<br />
Da anni nessuno di noi era stato chiamato.<br />
NelI&#8217; immensa plaga, in quella lunga quarantena<br />
come avete fatto a riconoscervi?</p>
<p style="text-align:justify;">Ti avevamo messo dentro la cassa gli oggetti piú cari,<br />
il tuo ombrellino, il tuo pettine, un piccolo mazzo di fiori.<br />
Mia madre ti seguiva ad ogni tappa, dalla casa<br />
alla chiesa, dalla chiesa al cimitero.<br />
Dava ricetto nella sua stanza ad ogni farfalla,<br />
e tenne per lungo tempo la casa aperta<br />
nella speranza che tu potessi tornare.</p>
<p style="text-align:justify;">Un giorno una donna venne a bussare alla porta,<br />
a dirci che ti aveva sognata.<br />
La donna aveva una bimba malata, una tua compagna,<br />
e tu l’avevi visitata.<br />
Parlasti in sogno a quella donna, chiedesti qualcosa<br />
che ella non sapeva: perché non sentiva in sogno<br />
e tu parlavi e pareva che chiedessi una cosa<br />
che nella confusione del distacco era stata dimenticata.<br />
Mia madre rovistò tra le tue carte,<br />
stette a lungo a cercare i tuoi quaderni a uno a uno.</p>
<p style="text-align:justify;">Guardammo per l’ultima volta<br />
la tua scrittura tenera, il tuo esile nome<br />
scritto dalla tua piccola mano.<br />
Furono legati con un nastro bianco i tuoi quaderni<br />
che avevamo dimenticati. La bambina te li avrebbe portati.<br />
Aggiustammo i tuoi quaderni nella cassa<br />
della compagna che tu avevi prediletta.<br />
Anch’essa venne vestita di bianco<br />
nel torrido regno da cui nessuno è mai tornato.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:30px;"><em>Versi che puoi volgere, volendo tentare il gioco, in prosa!</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>EPIGRAFE</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Quando partisti, come è nostra usanza, inzepparono la cassa dei tuoi piccoli oggetti cari.<br />
Ti misero l&#8217;ombrellino da sole perché andavi in un torrido regno e ti vestirono di bianco.<br />
Eri ancora una bambina, una bambina difficile a crescere.<br />
Pure fosti accolta con rassegnata dolcezza, custodita e portata alla luce come matura la spiga in un campo esausto.<br />
Io ricordo, sorella, il tuo pigolío quando ti chiudevi a piangere sulla loggia perché volevi andare sul tetto a stare. Eri felice soltanto se potevi sollevarti un poco da terra.<br />
Ti misero nella cassa gli oggetti piú cari, perfino una monetina d&#8217;oro nella mano da dare al barcaiolo che ti avrebbe accompagnata all&#8217;altra riva. Noi restammo di qua nella grande casa che tu sapevi rivoltare come un sacco.<br />
Per un po&#8217; di giorni nessuno ebbe voglia di riassettarla. Ci raccogliemmo intorno al camino<br />
pensando al tuo grande viaggio, alla tristezza di mandarti sola in un paese sconosciuto.<br />
La nonna stava ad aspettarci da anni. Da anni nessuno di noi era stato chiamato.<br />
Nell&#8217; immensa plaga, in quella lunga quarantena come avete fatto a riconoscervi?<br />
Ti avevamo messo dentro la cassa gli oggetti piú cari, il tuo ombrellino, il tuo pettine, un piccolo mazzo di fiori.<br />
Mia madre ti seguiva ad ogni tappa, dalla casa alla chiesa, dalla chiesa al cimitero. Dava ricetto nella sua stanza ad ogni farfalla, e tenne per lungo tempo la casa aperta nella speranza che tu potessi tornare.<br />
Un giorno una donna venne a bussare alla porta, a dirci che ti aveva sognata. La donna aveva una bimba malata, una tua compagna, e tu l’avevi visitata. Parlasti in sogno a quella donna, chiedesti qualcosa che ella non sapeva: perché non sentiva in sogno e tu parlavi e pareva che chiedessi una cosa che nella confusione del distacco era stata dimenticata. Mia madre rovistò tra le tue carte,<br />
stette a lungo a cercare i tuoi quaderni a uno a uno.<br />
Guardammo per l’ultima volta la tua scrittura tenera, il tuo esile nome scritto dalla tua piccola mano. Furono legati con un nastro bianco i tuoi quaderni che avevamo dimenticati. La bambina te li avrebbe portati. Aggiustammo i tuoi quaderni nella cassa della compagna che tu avevi prediletta.<br />
Anch’essa venne vestita di bianco nel torrido regno da cui nessuno è mai tornato.</p>
<p style="text-align:justify;">•<strong> &#8220;Epigrafe&#8221; fa parte della raccolta &#8220;18 poesie&#8221; edita da Scheiwiller nel 1936, che poi confluirà nella raccolta successiva dal titolo &#8220;Vidi le Muse&#8221; del 1943.</strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align:center;"><em>(10 proposte di lettura Sinisgalliane &#8211; appuntamenti periodici ogni lunedì)<br />
</em></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://bienpensante.wordpress.com/2009/09/05/145/</link>
<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 06:17:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dam</dc:creator>
<guid>http://bienpensante.wordpress.com/2009/09/05/145/</guid>
<description><![CDATA[Sólo a nosotros, el vulgo, nos está permitido hablar de nosotros, porque si no nadie lo haría. Chate]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="/Windows/Temp/moz-screenshot-1.png" alt="" /><em>Sólo a nosotros, el vulgo, nos está permitido hablar de nosotros, porque si no nadie lo haría.</em></p>
<h4>Chateaubriand. <em>Memorias de ultratumba.</em></h4>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hominis dignitate, según Pico]]></title>
<link>http://perraspalabras.wordpress.com/2009/07/08/hominis-dignitate-segun-pico/</link>
<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 12:07:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexcastle</dc:creator>
<guid>http://perraspalabras.wordpress.com/2009/07/08/hominis-dignitate-segun-pico/</guid>
<description><![CDATA[No te he dado rostro, ni lugar alguno que sea propiamente tuyo, ni tampoco ningún don que te sea par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No te he dado rostro, ni lugar alguno que sea propiamente tuyo, ni tampoco ningún don que te sea particular, ¡oh Adán!, con el fin de que tu rostro, tu lugar y tus dones seas tú quien los desee, los conquiste y de ese modo los poseas por ti mismo. La Naturaleza encierra a otras especies dentro de unas leyes por mí establecidas. Pero tú, a quien nada limita, por tu propio arbitrio, entre cuyas manos yo te entregado, te defines a ti mismo. Te coloqué en medio del mundo para que pudieras contemplar mejor lo que el mundo contiene. No te he hecho ni celeste, ni terrestre, ni mortal, ni inmortal, a fin de que tú mismo, libremente, a la manera de un buen pintor o de un hábil escultor, remates tu propia forma.</p>
<p>Pico de la Mirandola<br />
<em>Oratio de hominis dignitate</em></p>
<p><strong>Citado por Marguerite Yourcenar en <em>Opus nigrum</em>.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não Me Venham Com Epígrafes]]></title>
<link>http://paunamesa.wordpress.com/2009/06/14/nao-me-venham-com-epigrafes/</link>
<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 01:41:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pau na Mesa</dc:creator>
<guid>http://paunamesa.wordpress.com/2009/06/14/nao-me-venham-com-epigrafes/</guid>
<description><![CDATA[Não sei vocês, mas eu não suporto epígrafes (na versão vulgata: citações). Mas os anos passam e as c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Não sei vocês, mas eu não suporto epígrafes (na versão vulgata: citações). Mas os anos passam e as coisas que não gostamos entram na moda. Já pararam para contar quantos amiguinhos em redes sociais como o Orkut se definem através de citações de outras pessoas? Geralmente, colocam uma frase ou um pensamento de alguém que tinha algo a dizer, ou não (sem querer citar o Caetano, mas já citando).</p>
<p>Pois é, a lista vai de Platão a Paulo Coelho, passando pelos poetas mais badalados e até por sábios chineses ou mesmo os deuses que já habitaram esse planeta.</p>
<p>Mas pior que alguém que cita por escrito, é alguém que &#8220;rediz&#8221; algo que já foi dito. Aceito quem comenta, critica, concorda, mas não aceito quem enche a boca e repete com todas as letras algo que não foi pensado por sua cabeça, apenas por dizer, pra parecer interessante ou que conhece o autor.</p>
<p>Outro dia estava conversando com algumas pessoas e começou a papagaiada. O assunto, que era mais interessante que as pessoas, ficou em segundo plano e os egos começaram a inflar. O curioso é que toda epígrafe tenta revelar um pouco da humildade de quem a diz. Um cidadão, querendo aparecer, estufou o peito e mandou essa:</p>
<blockquote><p>O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflecte. &#8211; Aristóteles</p></blockquote>
<p>Eu, por pura insensatez, refleti sobre aquelas palavras, mas meu pensamento foi interrompido quase que imediatamente por outro cidadão que, talvez se sentindo ofendido, resolveu ir na onda do primeiro e adivinha o que ele fez&#8230; citou também.</p>
<blockquote><p>Eu não procuro saber as respostas, procuro compreender as perguntas. &#8211; Confuncio</p></blockquote>
<p>Nesse momento entrei em pânico e quase mandei um &#8220;quem procura, acha&#8221;, mas não sabia de quem era para dar o crédito no final da citação. Então resolvi esperar pra ver se ia para por ali aquela encenação. Mas a vida é uma caixinha de surpresas e, quando menos esperava, uma terceira pessoa, na intenção de piorar a situação teve a pachorra de dizer:</p>
<blockquote><p>Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo. &#8211; Buda</p></blockquote>
<p>O meu sangue ferveu. Não dava mais para segurar. Aquilo estava irritante demais. Como as pessoas conseguem viver desse jeito!? É superficial demais, vazio demais, idiota demais. Quando a última pessoa terminou sua citação e todos fizeram cara de bunda, pedi a palavra, enchi a boca e exclamei:</p>
<blockquote><p>FODA-SE. &#8211; Nelson Rodrigues</p></blockquote>
<p><strong>[Bob]</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[IL MURO DELLA MEMORIA]]></title>
<link>http://famiglieditalia.wordpress.com/2008/11/19/il-muro-della-memoria/</link>
<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 15:57:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>famiglieditalia</dc:creator>
<guid>http://famiglieditalia.wordpress.com/2008/11/19/il-muro-della-memoria/</guid>
<description><![CDATA[  Quando   Nasce il 18 novembre 2008 Chi Lo Staff di Famiglie d’Italia su richiesta di Andrea Ben Le]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:center;"><span style="font-size:x-small;"><strong><span style="font-size:large;color:#0000ff;"><a href="http://famiglieditalia.files.wordpress.com/2008/11/5812_lavoro.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-133" title="5812_lavoro" src="http://famiglieditalia.wordpress.com/files/2008/11/5812_lavoro.jpg?w=300" alt="5812_lavoro" width="300" height="147" /></a></span></strong></span></h3>
<p> </p>
<h3 style="text-align:center;margin:auto 0;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:blue;font-family:Verdana;">Quando</span></h3>
<p> </p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:large;color:#0000ff;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:black;font-family:Verdana;"><span style="color:#000000;">Nasce il 18 novembre 2008</span></span></span></span></p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:large;color:#0000ff;"><span style="font-size:large;color:#0000ff;"><span style="font-size:large;font-family:Times New Roman;">Chi</span></span></span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"><span style="font-size:large;"><span style="color:#000000;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:black;font-family:Verdana;">Lo Staff di Famiglie d’Italia su richiesta di Andrea Ben Leva ha deciso di dare seguito al Progetto &#8220;MURO DELLA MEMORIA&#8221;</span></span><span style="font-size:large;font-family:Times New Roman;"> </span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:blue;font-family:Verdana;"><span style="font-size:large;color:#0000ff;">Cosa</span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"></h3>
<h3 style="text-align:center;margin:auto 0;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:large;"><span style="color:#000000;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:black;font-family:Verdana;">E&#8217; un muro sul quale chiunque ha perso un parente, un amico, un familiare per un infortunio sul lavoro, può inserire il nome del proprio defunto da ricordare.</span></span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"><span style="font-size:large;color:#0000ff;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:blue;font-family:Verdana;">Dove</span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"><span style="font-size:large;"><span style="color:#000000;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:black;font-family:Verdana;">Sul Blog di Famiglie d’Italia nella categoria [MURO DELLA MEMORIA] verranno inseriti i nomi, le foto, la loro storia e il loro incidente, dei parenti defunti di cui riceveremo notizia.</span></span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"><span style="font-size:large;color:#0000ff;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:blue;font-family:Verdana;">Perché</span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;margin:auto 0;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:large;"><span style="color:#000000;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:black;font-family:Verdana;">Affinchè si possa onorare la morte del defunto sul lavoro, nel ricordo di chi era, chi lo amava, cosa rappresentava, e come si chiamava. Questo per dare un ricordo perpetuo nel tempo del defunto, evitando che rimanga solo un numero statistico, e che poi lo si dimentichi nel tempo</span></span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"></h3>
<h3 style="text-align:center;"><span style="font-size:large;color:#0000ff;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:blue;font-family:Verdana;">Come</span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"><span style="font-size:large;color:#0000ff;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:blue;font-family:Verdana;">Dovete inviare una e-mail a <a href="mailto:info@famiglieditalia.itHYPERLINKmailto:info@famiglieditalia.it"><span style="color:#0000ff;">info@famiglieditalia.it </span></a></span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"><span style="font-size:large;color:#0000ff;"><span style="color:#000000;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:black;font-family:Verdana;">inserendo nell’oggetto del messaggio MURO DELLA MEMORIA, nel testo il nome e cognome, una foto, la sua storia, e il suo incidente. Il nostro Staff tecnico penserà a pubblicare il vostro ricordo ed elogio sul MURO DELLA MEMORIA.</span></span></span></h3>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
</h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O enxadrista e seus trebelhos]]></title>
<link>http://blogdomachadodeassis.wordpress.com/2008/09/26/o-enxadrista-e-seus-trebelhos/</link>
<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 09:57:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdomachadodeassis</dc:creator>
<guid>http://blogdomachadodeassis.wordpress.com/2008/09/26/o-enxadrista-e-seus-trebelhos/</guid>
<description><![CDATA[Ora, aí está justamente a epígrafe do livro, se eu lhe quisesse pôr alguma, e não me ocorresse outra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://blogdomachadodeassis.files.wordpress.com/2008/09/xadrez.jpg" alt="A narrativa e o jogo de xadrez" /></p>
<p>Ora, aí está justamente a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Epigrafe">epígrafe </a>do livro, se eu lhe quisesse pôr alguma, e não me ocorresse outra. Não é somente um meio de completar as pessoas da narração com as idéias que deixarem, mas ainda um par de lunetas para que o leitor do livro penetre o que for menos claro ou totalmente escuro.</p>
<p>Por outro lado, há proveito em irem as pessoas da minha história colaborando nela, ajudando o autor, por uma lei de solidariedade espécie de troca de serviços, entre o enxadrista e os seus trebelhos.</p>
<p>Se aceitas a comparação, distinguirás o rei e a dama, o bispo e o cavalo, sem que o cavalo possa fazer de torre, nem a torre de peão. Há ainda. a diferença da cor, branca e preta, mas esta não tira o poder da marcha de cada peça, e afinal umas e outras podem ganhar a partida, e assim vai o mundo. Talvez conviesse pôr aqui, de quando em quando, como nas publicações do jogo, um diagrama das posições belas ou difíceis. Não havendo tabuleiro, é um grande auxílio este processo para acompanhar os lances, mas também pode ser que tenhas visão bastante para reproduzir na memória as situações diversas. Creio que sim. Fora com diagramas! Tudo irá como se realmente visses jogar a partida entre pessoa e pessoa, ou mais claramente, entre Deus e o Diabo.</p>
<p>(“A epígrafe”, capítulo XIII de <em><a href="http://portal.mec.gov.br/machado/arquivos/html/romance/marm09.htm">Esaú e Jacó</a></em>, 1904).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El epígrafe de "El prodigioso miligramo"]]></title>
<link>http://mexlit.wordpress.com/2008/09/25/el-epigrafe-de-el-prodigioso-miligramo/</link>
<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 14:31:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>pricebl</dc:creator>
<guid>http://mexlit.wordpress.com/2008/09/25/el-epigrafe-de-el-prodigioso-miligramo/</guid>
<description><![CDATA[Julio Torri, a quien ya leímos anteriormente, escribió uno las descripciones más lúcidas del epígraf]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Julio Torri, a quien ya leímos anteriormente, escribió uno las descripciones más lúcidas del epígrafe &#8211; esos pequeños textos enigmáticos que demasiados lectores pasan por alto. Escribe Torri:</p>
<blockquote><p><span style="font-family:Calibri;">El epígrafe se refiere pocas veces de manera clara y directa al texto que extorna; se justifica pues por la necesidad de expresar relaciones sutiles de las cosas. Es una liberación espiritual dentro de la fealdad y pobreza de las formas literarias oficiales, y deriva siempre de un impulso casi musical del alma. Tiene aire de familia con las alusiones más remotas y su naturaleza es más tenue que la luz de las estrellas.</span><span style="font-family:Calibri;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Calibri;">A veces no es signo de relaciones, ni siquiera lejanas y quebradizas, sino mera obra del capricho, relampagueo dionisíaco, misteriosa comunicación inmediata con la realidad. &#8220;El epígrafe es como una lejana nota consonante de nuestra emoción. Algo<span class="moz-txt-citetags"> </span>vibra, como la cuerda de un clavicorido a nuestra voz, en el tiempo pasado.</span><span style="font-family:Calibri;"> </span><span style="font-family:Calibri;">(<em>Ensayos y poemas</em>. México: Porrúa, 1917. 27-28)</span></p></blockquote>
<p><!--more--></p>
<p>O sea que el epígrafe es parte del juego literario, otro indicio del significado del poema. En este caso, lo que se me ocurre a primera vista es que Arreola reconoce la fuente de su inspiración: el poema de Pellicer. Después me lo imagino leyendo el poema, y preguntándose, ¿qué será este endemoniado prodigioso miligramo? Su ambigüedad es provocadora. Empiezan a girar los pensamientos, variando entre las múltiples posibilidades. Y de ahí, nace el cuento. De repente el epígrafe se convierte de una cita textual a una invitación a participar en el proceso imaginativo de escribir. A partir de ese poema, Arreola da rienda suelta a la imaginación y crea una maravillosa fábula sobre las interacciones humanas, el libre pensamiento, el consumismo, la política, la religión y miriadas otros temas.Indescriptiblemente Arreola nos arrastra por el camino de su pensamiento. Lo incógnito, lo misterioso, lo ambiguo cobra una realidad dentro de un mundo real y algo reconocible. El mundo de las hormigas es aterradoramente parecido al nuestro.</p>
<p>Ayer busqué la cita de Carlos Pellicer que precede &#8220;El prodigioso miligramo&#8221;. Es el primer texto en una colección de &#8220;Sonetos fraternales&#8221;. Pellicer es uno de los poetas más importantes y menos leídos en México. Para familiarizarles con el poema, lo reproduzco aquí. Cuando leí el poema la primera vez, admito que lo hice con intención de descubrir el significado del miligramo. Paraecería que Arreola y Pellicer han combinado en mi contra. Y es mejor así. Las &#8220;verdades&#8221;, como diría Borges, son aburridas. Más nos vale soltar la rienda y dejar correr la imaginación.</p>
<address> </address>
<address><strong><span style="font-size:10pt;">Sonetos fraternales</span></strong></address>
<address><span style="font-size:10pt;">(Fragmento)</span></address>
<address><span style="font-size:10pt;"><span> </span></span></address>
<address><span style="font-size:10pt;">A Jaime Sabines</span></address>
<address><span style="font-size:10pt;"> </span></address>
<address><span style="font-size:10pt;">I</span></address>
<address><span style="font-size:10pt;"> </span></address>
<address><span style="font-size:10pt;">Hermano Sol, cuando te plazca, vamos</span></address>
<address><span style="font-size:10pt;">a colocar la tarde cuando quieras.</span></address>
<address><span style="font-size:10pt;">Tiene la milpa edad para que hicieras</span></address>
<address><span style="font-size:10pt;">con puñados de luz sonoros tramos.</span></address>
<address>
</address>
<address><span style="font-size:10pt;"> </span></address>
<address><span style="font-size:10pt;">Si en la última piedra nos sentamos</span></address>
<address><span style="font-size:10pt;">verás cómo caminan las hileras</span></address>
<address><span style="font-size:10pt;">y las hormigas de tu luz raseras</span></address>
<address><span style="font-size:10pt;">moverán prodigiosos miligramos.</span></address>
<address><span style="font-size:10pt;"> </span></address>
<address>
</address>
<address><span style="font-size:10pt;">Se fue haciendo la tarde con las flores</span></address>
<address><span style="font-size:10pt;">silvestres. Y unos cuantos resplandores</span></address>
<address><span style="font-size:10pt;">sacaron de la luz el tiempo oscuro</span></address>
<address><span style="font-size:10pt;"> </span></address>
<address>
</address>
<address><span style="font-size:10pt;">que acomodó el silencio; con las manos</span></address>
<address><span style="font-size:10pt;">encendimos la estrella y como hermanos</span></address>
<address>caminando detrás de un hondo muro.<br />
</address>
<address><span style="font-size:10pt;font-family:Calibri;"><br />
</span></address>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Epígrafe]]></title>
<link>http://escravodarosa.wordpress.com/2008/07/21/epigrafe/</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 19:27:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>tonollica</dc:creator>
<guid>http://escravodarosa.wordpress.com/2008/07/21/epigrafe/</guid>
<description><![CDATA[Epígrafe: &#8220;Poucas pessoas viveram grandes feitos, grandes viagens ou grandes paixões. A maiori]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#333333;"><span style="font-size:130%;">Epígrafe:</span><span style="font-size:130%;"> &#8220;Poucas pessoas viveram grandes feitos, grandes viagens ou grandes paixões. A maioria viveu o que podia ter vivido.&#8221;</span></span></p>
<p><strong>Bianca Feijó</strong></p>
<p>e eu, o que vivi? tenho preguiça dos grandes feitos, ainda não tive tempo das grande viagens (e não terei por pura insegurança e por estar presa sempre a alguma coisa). Além do medo e da falta de saco para as grandes paixões, porque elas nunca funcionaram para mim &#8211; e não funcionam hoje, pensando que eu estaria melhor se você pudesse tomar uma cerveja comigo no fim da tarde, ou seja, foda-se o fato de eu gostar pra cacete de você, de ter saudades, de derreter toda vez que ouço a sua voz. nas outras paixões, quando não morri, matei alguém, e essas pessoas me culpam até hoje por suas mortes. to cansada do mau amor &#8211; meu e dos outros. e percebo que não vivi nem o que podia.</p>
<p><em>eu disse que ia pro escravo.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Piedimonte Matese(Ce)- Inizio lavori Chiesa del  S.S. mo Salvatore ]]></title>
<link>http://altocasertano.wordpress.com/2008/06/03/piedimonte-matesece-inizio-lavori-chiesa-del-ss-mo-salvatore/</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 18:18:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>ufficistampa</dc:creator>
<guid>http://altocasertano.wordpress.com/2008/06/03/piedimonte-matesece-inizio-lavori-chiesa-del-ss-mo-salvatore/</guid>
<description><![CDATA[Piedimonte Matese(Ce)- (di Pietro Rossi) Al via nella Città di Piedimonte Matese i lavori di somma u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Piedimonte Matese(Ce)- (di Pietro Rossi) Al via nella Città di Piedimonte Matese i lavori di somma u]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[ epígrafe da vida ]]]></title>
<link>http://murmuriospessoais.wordpress.com/2007/12/24/epigrafe-da-vida/</link>
<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 11:10:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gleice Couto</dc:creator>
<guid>http://murmuriospessoais.wordpress.com/2007/12/24/epigrafe-da-vida/</guid>
<description><![CDATA[A um milímetro do ponto final E ainda assim longe de parágrafos. Não tem porque mudar de página, Com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A um milímetro do ponto final<br />
E ainda assim longe de parágrafos.<br />
Não tem porque mudar de página,<br />
Começar um novo capítulo&#8230;<br />
Se o assunto é o mesmo,<br />
Se os sonhos são os mesmos –<br />
Remendados, lavados, quase utópicos.<br />
Talvez epígrafe da vida,<br />
Minhas idéias transcritas<br />
Junto a palavras emudecidas&#8230;<br />
Tornam-se as razões da sua narrativa,<br />
Apenas meu conto lúdico –<br />
Emoldurado, bordado, quase único.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://emece.wordpress.com/2007/11/12/palavras-reais-em-santiago-do-chile/</link>
<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 22:28:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>emecê</dc:creator>
<guid>http://emece.wordpress.com/2007/11/12/palavras-reais-em-santiago-do-chile/</guid>
<description><![CDATA[¿Por qué no te callas? Juan Carlos Alfonso Víctor María de Borbón y Borbón, Rei Juan Carlos I]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><strong>¿Por qué no te callas?</strong></em></p>
<p><em>Juan Carlos Alfonso Víctor María de Borbón y Borbón, Rei Juan Carlos I</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prénom Carmen]]></title>
<link>http://emece.wordpress.com/2007/08/01/prenom-carmen/</link>
<pubDate>Thu, 02 Aug 2007 01:51:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>emecê</dc:creator>
<guid>http://emece.wordpress.com/2007/08/01/prenom-carmen/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;O mundo não pertence aos inocentes&#8221; JLG]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;O mundo não pertence aos inocentes&#8221;</p>
<p>JLG</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tiempo...]]></title>
<link>http://xolotl.wordpress.com/2007/05/21/tiempo/</link>
<pubDate>Mon, 21 May 2007 23:04:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>xolotl</dc:creator>
<guid>http://xolotl.wordpress.com/2007/05/21/tiempo/</guid>
<description><![CDATA[-Perdone -dijo Belbo dirigiéndose a Angliè-, pero el suyo es un argumento post hoc ergo ante hoc. Lo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="right">-Perdone -dijo Belbo dirigiéndose a Angliè-, pero el suyo es un argumento <em>post hoc ergo ante hoc</em>. Lo que está después es causa de lo que estaba antes.</p>
<p align="right">-No hay que razonar siguiendo secuencias lineales. El agua de estas fuentes no lo hace. La naturaleza no lo hace, la naturaleza ignora el tiempo. El tiempo es una invención de Occidente.</p>
<p align="right">&#160;</p>
<p align="right">UMBERTO ECO. <em>El péndulo de faucault.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Citações em LaTeX I]]></title>
<link>http://aprendolatex.wordpress.com/2007/04/02/citacoes-em-latex-i/</link>
<pubDate>Mon, 02 Apr 2007 22:18:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Antero Neves</dc:creator>
<guid>http://aprendolatex.wordpress.com/2007/04/02/citacoes-em-latex-i/</guid>
<description><![CDATA[É usual num texto, científico ou não, aparecerem citações de autores consultados. Citações simples A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É usual num texto, científico ou não, aparecerem citações de autores consultados.</p>
<p><strong>Citações simples</strong></p>
<p>A forma mais simples para introduzirmos essas citações é fazê-lo no decorrer do texto colocando a citação entre aspas(&#8220;assim&#8221;) .  Em <img src='http://l.wordpress.com/latex.php?latex=%5CLaTeX&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\LaTeX' title='\LaTeX' class='latex' /> não usamos o símbolo &#8221; directamente mas sim dois acentos graves( ` ) para abrir a citação e dois apóstrofos &#8211; ou plicas se preferirem &#8211; ( &#8216; ) para a encerrar.</p>
<p>Exemplo:</p>
<p><code>texto texto texto ``(acento grave, acento grave) citação citação citação ... citação''(plica, plica) texto texto<br />
</code></p>
<p><strong>Blocos de citações</strong></p>
<p>Mas muitas vezes queremos inserir uma citação maior e em destaque num outro parágrafo. Podemos seguir dois caminhos, o mesmo é dizer que temos dois ambientes para colocar citações, usar o ambiente <code>quote</code> ou <code>quotation</code>. As diferenças estão em termos estéticos e podemos escolher um ou outro dependendo da formatação que estamos a usar no nosso documento.</p>
<p>O uso é simples e similar ao uso de qualquer outro ambiente. Começamos com o tradicional <code>\begin{ambiente}</code> e acabamos com o igualmente tradicional <code>\end{ambiente}</code>, no meio colocamos o texto a citar.</p>
<p>Exemplo:</p>
<p><code>\begin{quote}<br />
texto texto texto texto texto texto texto texto texto</code><br />
<code><br />
texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto<br />
\end{quote}</code></p>
<p><code></code></p>
<p>A estrutura é exactamente o mesmo para o ambiente <code>quotation</code>.</p>
<p>Quando passamos do ambiente <code>quote</code> para o ambiente <code>quotation</code> temos as diferenças seguintes:</p>
<ul>
<li>Desaparecimento do espaçamento entre os parágrafos;</li>
<li>Indentação dos parágrafos.</li>
</ul>
<p>Experimentem <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong> Epigrafes</strong></p>
<p>Muitas vezes queremos colocar epigrafes no início do documento ou no início de capítulos e o <img src='http://l.wordpress.com/latex.php?latex=%5CLaTeX&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\LaTeX' title='\LaTeX' class='latex' /> tem um package que facilita a formação correcta desses parágrafos.</p>
<p>Começamos por colocar no preâmbulo a linha:</p>
<p><code>\usepackage{epigraph}</code></p>
<p>Depois no documento escrevemos:</p>
<p><code>\epigraph{texto}{referência}</code></p>
<p>em <code>texto</code> colocamos a frase citada e em <code>referência </code>o autor da mesma e se quisermos outras informações como o livro de onde foi retirada.</p>
<p>Uma vantagem é que podemos fazer formatações do texto inserido livremente, tais como alteração do tamanho de letra, colocar em <strong>negrito</strong> ou <em>itálico</em>, etc.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
