<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>epistolar &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/epistolar/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "epistolar"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 22:48:49 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[No País das Últimas Coisas, Paul Auster]]></title>
<link>http://literaturamadora.wordpress.com/2009/11/18/no-pais-das-ultimas-coisas-paul-auster/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 00:38:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gabe Dubard</dc:creator>
<guid>http://literaturamadora.wordpress.com/2009/11/18/no-pais-das-ultimas-coisas-paul-auster/</guid>
<description><![CDATA[Deprimente. Esse livro é assim: cada página é um soco no estômago, cada coisa que acontece na vida d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Deprimente. Esse livro é assim: cada página é um soco no estômago, cada coisa que acontece na vida da Anna Blume é um passo a mais rumo ao abismo. O livro começa fragmentário, como são as memórias da personagem. É todo na forma de uma longuíssima carta, eliminando o que acho mais chato em um romance epistolar: as respostas. Na Cidade &#8211; não há nome nem tempo, mas aparentemente é um futuro próximo e desolado -, a vida está no fim, e a luta pela sobrevivência transforma o espaço urbano numa verdadeira selva.</p>
<p>Enquanto Anna continua sua busca desesperada pelo seu irmão que foi fazer uma reportagem sobre A Cidade como está, vemos sonhos sendo destruídos e mutilados, e pessoas se tornando animais, e a esperança dando lugar ao entreguismo. Por fim, ficamos tão fragmentados quanto tudo na Cidade.</p>
<p>Ou, como Paul Auster coloca logo no começo, &#8220;Essas são as últimas coisas. Uma por uma elas desaparecem e nunca mais voltam&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carta de Despedida]]></title>
<link>http://incandescencia.wordpress.com/2009/11/06/carta-de-despedida/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 02:55:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>edilson</dc:creator>
<guid>http://incandescencia.wordpress.com/2009/11/06/carta-de-despedida/</guid>
<description><![CDATA[República de Daneb&#8217;r, 18 de setembro de 1998 Prezada Sofia, Tenho que ir, é isso. Chegou a hor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;">República de Daneb&#8217;r, 18 de setembro de 1998</p>
<p style="padding-left:30px;">Prezada Sofia,</p>
<p>Tenho que ir, é isso. Chegou a hora de eu deixar as coisas por aqui e voltar para o lugar de onde eu vim, que você sabe bem onde é. Eu deixei as fotos com os ensaios das crianças famintas, a decaptação do pedófilo e o nu que você fez comigo na pasta sob o lampião. Ele ainda está cheio do óleo que você comprou na sua última ida ao mercado de pulgas, portanto acredito que seja melhor você comprar mais para repor. Mais do que isso, preciso lhe deixar advertida de três coisas: Um, você foi completamente vulgar e passável durante a penúltima festa a que comparecemos. Eu detestei a sua companhia e me arrependi tremendamente de ter lhe oferecido um pouco de bebida. Talvez eu preciso me comportar mais ao tratar com pessoas fáceis, volúveis e tolas. O que prova que não sou capaz é a presença da palavra &#8220;penúltima&#8221;. Dois, eu não consegui, até agora, gostar de mim. Ainda acho que não valho o que como e que vou acabar que nem o de Lobato: indo embora do meu próprio sucesso. Pretendo continuar a rebater todas as tuas resenhas de quatro estrelas, talvez porque quero uma mimada quinta. Três, páre de se empanturrar de ilusões tão ousadas. Certas vezes você vai se ver tão desiludida, tão medida e tão metida sem esses artifícios que vai se sentir dopada constantemente. E não vai poder tomar essas coisas que ficam fora do teu corpo, fora do teu rosto. E eu, que sempre consegui me livrar da dor e mergulhar na inércia sem nada pra me ajudar é que vou dormir como um anjo, e você que se proclama divina, vai beber do inferno e cuspir no céu, porque eu tenho e tenho de novo meus medos cristãos, pagãos.</p>
<p style="text-align:center;">Carinho,</p>
<p style="text-align:right;">Teodoro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Permanente Carolina,]]></title>
<link>http://incandescencia.wordpress.com/2009/10/06/permanente-carolina/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 23:59:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>edilson</dc:creator>
<guid>http://incandescencia.wordpress.com/2009/10/06/permanente-carolina/</guid>
<description><![CDATA[Estou ainda contando os passos que você deixou aqui. Já percebeu como sempre que alguém deixa um rec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estou ainda contando os passos que você deixou aqui. Já percebeu como sempre que alguém deixa um recinto sendo ainda desejada ela meio que se contradiz? A vida é irônica que nem você havia dito, desse jeito dela de bater na cara da gente e perguntar se tá tudo bem. Eu andei perguntando pra os insetos daqui de casa se é mais difícil deixar alguém em algum lugar ou ver alguém indo. Tá bonita demais pra estar rindo tão pouco nessas fotos, você tem que olhar mais pra cima. Que foi que aconteceu c&#8217;os teus olhos, pelo amor de Deus? Ah, e Deus? Você tinha me dito que voltou a pensar nele. Teu caderno de partituras tá aqui em casa ainda, todo emburrado com tuas músicas tristes, sem sorrisos. Você precisava sorrir mais, essa tua boca tão bonita, Carolina. Sempre te dizia que você jogava os sorrisos fora, escondia esses dentes perfeitinhos de todo mundo, privava a gente de te ver tão radiante. É feio ser cabisbaixa por opção, &#8216;tou te dizendo. Estou enviando junto com a carta as cordas novas que você queria. São das baratas, mas você disse que tinham que ser minhas. Eu te amo, meu amor. Boa sorte com isso aí.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SFÂNTUL PAVEL – DE LA PREDICAREA ORALĂ LA REDACTAREA EPISTOLELOR]]></title>
<link>http://adrianbotea.wordpress.com/2009/09/29/sfantul-pavel-%e2%80%93-de-la-predicarea-orala-la-redactarea-epistolelor/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 09:26:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>adrianfabianbotea</dc:creator>
<guid>http://adrianbotea.wordpress.com/2009/09/29/sfantul-pavel-%e2%80%93-de-la-predicarea-orala-la-redactarea-epistolelor/</guid>
<description><![CDATA[Pe lângă predicarea orală făcută comunităţilor în scopul evanghelizării, Sfântul Pavel s-a folosit ş]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Pe lângă predicarea orală făcută comunităţilor în scopul evanghelizării, Sfântul Pavel s-a folosit ş]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[84, Charing Cross Road ~ Helene Hanff]]></title>
<link>http://mideclipse.com/2009/07/01/84-charing-cross-road-helene-hanff/</link>
<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 21:58:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Elwen</dc:creator>
<guid>http://mideclipse.com/2009/07/01/84-charing-cross-road-helene-hanff/</guid>
<description><![CDATA[Si vas a pasar la tarde bajo la sombrilla, no olvides parar antes en la biblioteca y llevarte este l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1461" title="84 Charing Cross Road (Foto: Elwen)" src="http://midnighteclipse.wordpress.com/files/2009/06/84-charing-road.jpg" alt="84 Charing Cross Road (Foto: Elwen)" width="190" height="250" />Si vas a pasar la tarde bajo la sombrilla, no olvides parar antes en la biblioteca y llevarte este libro, porque Helene Hanff te hará reír con una historia tan verídica como su propia vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta cortísima novela epistolar cuenta durante 20 años la relación entre la propia autora y un empleado de la librería Marks &#38; Co. situada en la londinense calle Charing Cross. Entre las cartas de ambos también se cuelan las de otros como pueden ser el resto de empleados o algunos amigos neoyorkinos de Helene. Pero los verdaderos protagonistas serán la picardía de esta americana y el siempre correcto y típico inglés, Frank Doel. Poco a poco su relación comercial pasa a ser una gran amistad y en el transcurso de los años vamos conociendo la complicada vida de ambos, el racionamiento de la post-guerra sufrido por Doel y las dificultades de Helene para llegar a final y mes.</p>
<p style="text-align:justify;">Helene Hanff nunca pensó que después de 20 años tratando de vender sus obras de teatro, el éxito le llegaría de la mano de unas cartas que siempre guardó con cariño y que llenaron su vida y sus estanterías hechas de cajas de naranjas de libros. A pesar de todo, ella nunca perdió su humor, su bondad y las ganas de leer libros, especialmente aquellos que le conseguía Frank.</p>
<p style="text-align:justify;">No os voy a contar lo elaborado del texto, ni sus magníficos personajes pues no es ninguna creación literaria. Si no os gusta el género epistolar (tal es mi caso), os puedo asegurar que este pequeño resulta de lo más ameno. Es uno de esos libros con un lomo tan fino que pasaría inadvertido entre las estanterías de una libreria, sino fuera porque su título me atrajo enormemente la atención. Espero que alguno se anime y lo disfrute.</p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carta para a Morangueira]]></title>
<link>http://incandescencia.wordpress.com/2009/06/28/carta-para-a-morangueira/</link>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 01:22:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>edilson</dc:creator>
<guid>http://incandescencia.wordpress.com/2009/06/28/carta-para-a-morangueira/</guid>
<description><![CDATA[Dublin, República da Irlanda. Domingo, 20 de Dezembro de 2012 Oi, Anna. Faz tempo que a gente não se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dublin, República da Irlanda. Domingo, 20 de Dezembro de 2012</p>
<p>Oi, Anna. Faz tempo que a gente não se fala, né? Desde que cheguei aqui na Irlanda eu tenho experimentado o mundo como eu sempre te disse que faria, principalmente pela música daqui que nós dois adoramos (lembra de quando falamos dela?) Eu fui num espetáculo daquela banda que ouvíamos, foi fantástico. Mas eu estou te escrevendo porque amanhã é seu aniversário, mas também amanhã é o último dia. Eles acabaram comprovando a tal história de tempestade solar e eu não esperava que as coisas acabassem de maneira tão repentina. Bom, eu talvez esteja escrevendo isso como um tolo, afinal, talvez essa carta não atravesse o mundo e chegue aí no Canadá assim tão rápido, mas eu me senti na obrigação de te mandar a tal carta, talvez ela se perca em meio ao fim dos tempos, talvez os correios nem cheguem a funcionar, mas você sempre me disse pra não temer o que não dava para evitar, e eu não estou com medo, Anna.</p>
<p>O problema é que eu acabei me casando com aquela moça de que tanto falávamos, lembra? Cedo demais, eu sei. Tivemos uma filha, uma menina, como eu sempre te disse que queria ter. E ela se chama Alice, como eu sempre disse que queria. Mas eu estou aqui na Irlanda, e a minha menininha está lá no Brasil. Eu não sei o que fazer, eu não sei como chegar lá tão rápido, eu não sei o que estou fazendo aqui escrevendo isto ao invés de ir para lá, eu só sei que sempre que algo me agoniza desse jeito eu me lembro do teu nome, e que preciso ouvir o que quer que você tiver a dizer. Ou talvez eu esteja com medo. É, eu estou com medo. Ah, Anna, eu preciso ir vê-la, eu preciso&#8230; Só tenho que ir. É, eu vou. Eu não ligo se nos separamos em pouco tempo, eu não quero saber se ela me apagou da memória de Alice, eu só tenho que vê-las. As duas. É, tenho que ir, que correr. É claro que tenho, eu vou lá e vou tascar um beijo na boca dela, eu tenho que abraçar a garotinha e tenho que terminar de escrever o meu livro, não ligo se tudo vai</p>
<p>A aeromoça terminou de ler o pedaço de papel e derrubou  as lágrimas no chão, olhou para os lados e percebeu que não havia ninguém por perto. A caligrafia morria, uma caneta estava ao lado. Quem quer que tivesse escrito aquilo havia corrido em seguida, a moça deduziu que havia corrido a ir pegar um vôo para o Brasil. Mas ela não podia deixar a carta alí, ela se sentiu incumbida de um missão no momento que terminou de ler. &#8220;Deus&#8221;, murmurou colocando a mão na boca, e meteu a carta no bolso. Seu próximo voô estava destinado para o Canadá, e a carta estava muito bem endereçada.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Territorio epistolar.]]></title>
<link>http://enclavenublada.wordpress.com/2008/11/23/territorio-epistolar/</link>
<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 21:16:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>enclavenublada</dc:creator>
<guid>http://enclavenublada.wordpress.com/2008/11/23/territorio-epistolar/</guid>
<description><![CDATA[Es demasiado bonito como para echarlo todo a perder, ¿lo entiendes? Y quiero sincerarme, y poder abr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Es demasiado bonito como para echarlo todo a perder, ¿lo entiendes?</p>
<p>Y quiero sincerarme, y poder abrirme a los demás, y decirle a la gente que sí, que estoy desequilibrada, pero que a pesar de todo soy feliz, y es que me cuesta tanto abrir la boca para hablar de mí misma&#8230;</p>
<p>Pero es porque me da miedo darme cuenta de la realidad, de mi realidad, de que estoy en la cuerda floja, y que de mí depende llegar al final, y no caerme, así que prefiero que no ocurra nada, seguir como siempre, pero ahora me gusta el cambio, es lo que siempre había querido, y aunque sólo sean unos momentos me sentiré acorde con el universo, y otra vez el nirvana, ya me entiendes, y unos canutos, y los versos del kutxi de marea, que me mueven por dentro joder, y unas manos que sepan llegar al corazón, y encenderlo, porque estoy muy fría, y necesito sentir cariño, aunque sólo sea por unos instantes, que espero que me entiendas&#8230;</p>
<p>Y parece que estoy desesperada&#8230;</p>
<p>Pero en realidad estoy cada vez más relajada, y las lágrimas como que apagan un poco el ardor de las mejillas ese que me sube cada vez que me avergüenzo de mí misma, pero me da igual, porque sé que me entiendes, y que has hecho tanto por mí que no sé como agradecértelo, que me has ayudado, y ahora estoy bien otra vez, y ya no tengo palabras&#8230;</p>
<p>Joder, que quiero escuchar la de &#8220;que se joda el viento&#8221; mirando la luna, con  él a mi lado, ey, sería bonito ¿no crees?</p>
<p>Díselo, dile que le espero, pero que no tarde porque me iré con la música a otra parte.</p>
<p>O mejor no digas nada.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un editor catalitzador]]></title>
<link>http://kokamuskes.wordpress.com/2008/07/01/un-editor-catalitzador/</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 21:32:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ramon</dc:creator>
<guid>http://kokamuskes.wordpress.com/2008/07/01/un-editor-catalitzador/</guid>
<description><![CDATA[Joan Sales em sorprèn cada dia més. Com a escriptor, després de llegir Incerta glòria (que ja tindrà]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><a href="http://kokamuskes.files.wordpress.com/2008/07/juanarbo.jpg"><img style="float:right;width:154px;cursor:hand;height:221px;margin:0 0 10px 10px;" src="http://kokamuskes.files.wordpress.com/2008/07/juanarbo.jpg" border="0" alt="" height="243" /></a><span style="font-family:verdana;"><strong>Joan Sales</strong> em sorprèn cada dia més. Com a escriptor, després de llegir <strong><em>Incerta glòria</em></strong> (que ja tindrà el seu comentari), no m’havia de demostrar res més. Però la seva tasca d’editor i confident, la capacitat per generar bona literatura al seu voltant, el converteixen en un veritable catalitzador. Per fer-se’n una idea, </span><a href="http://www.escriptors.cat/autors/juanarbos/comentaris.html#2"><span style="font-family:verdana;">aquest fragment</span></a><span style="font-family:verdana;">:<br />
<em></em></span></div>
<div><span style="font-family:verdana;"><em>Hi sóc tot sol sense cap propòsit d&#8217;amagar cap ou o embolicar cap troca, sinó intentant tot simplement d&#8217;escriure allò que penso i sento amb el meu cap i amb el meu cor, que és l&#8217;única originalitat en que crec.</em><br />
</span></div>
<div><span style="font-family:verdana;"><span style="font-size:x-small;">(<strong>Sebastià Juan Arbó</strong>, <strong><em>L&#8217;espera</em></strong>, carta-pròleg a l&#8217;editor Joan Sales, Barcelona, 1967).</span></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[THE NANOTALE OF THE SELF / David Moriente]]></title>
<link>http://laliteraturadelpobre.wordpress.com/2008/06/18/the-nanotale-of-the-self-david-moriente/</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 23:41:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>laliteraturadelpobre</dc:creator>
<guid>http://laliteraturadelpobre.wordpress.com/2008/06/18/the-nanotale-of-the-self-david-moriente/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Hola Mademoiselle de la Domination, esto no es una contestación a tu manifiesto, tampoco es u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-size:small;"><em></em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-size:small;"><em></em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-size:small;"><em><a href="http://Ninguno"><img class="alignnone size-full wp-image-165" src="http://laliteraturadelpobre.wordpress.com/files/2008/06/raspberryreich2.jpg" alt="" width="500" height="226" /></a></em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-size:small;"><em></em></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:normal;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:normal;">&#8220;Hola Mademoiselle de la Domination,<br />
esto no es una contestación a tu manifiesto, tampoco es un artículo, no es un ensayo, simplemente son unas líneas efímeras, capturadas en una breve prisión de papel.&#8221; <span style="font-size:normal;">A</span>sí comienza la curiosa ni carta ni ensayo ni nada, palabras palabras palabras, bajo el método de la paranoid critic, que han llegado este mes a LLLP para sembrar aún más confusión. Es probable que el texto abra polémica, con nosotrxs ya lo hizo, y para re-comenzarla contraprovocamos a la provocación del nanotale mediante la cita visual de arriba. Se trata de un fotograma de </span><a href="http://www.theraspberryreich.com/">The raspberry reich</span></a>, película de porno político de Bruce La Bruce, todo un arrebato estético contra y ultra, más allá de cualquier noción binaria de los sexos, pero que no excluye la guerra en su texto. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:normal;"><a href="http://laliteraturadelpobre.files.wordpress.com/2008/06/david-moriente-nanotale.doc">
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:normal;">Lectura gratuita &#62; THE NANOTALE OF THE SELF. A &#8216;WANNA-BE APPROACHMENT TO THE PARANOID-CRITICAL METHOD</span></span> </a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los copiones que pegan.-]]></title>
<link>http://destilator.wordpress.com/2008/06/11/los-copiones-que-pegan/</link>
<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 06:17:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>destilator</dc:creator>
<guid>http://destilator.wordpress.com/2008/06/11/los-copiones-que-pegan/</guid>
<description><![CDATA[Cuando vamos a la escuela aprendemos copiando y durante los años de estudio, nuestros pacientes Maes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Cuando vamos a la escuela aprendemos copiando y durante los años de estudio, nuestros pacientes Maestros, se preocupan más de corregirnos las faltas ortográficas de las oraciones gramaticales que los contenidos epistolares porque ellos saben de la importancia del aprendizaje para aplicar los conocimientos que adquiramos en las ocurrencias que tengamos durante las diferentes actividades de la vida. En esta etapa tan fundamental para nosotros, importa más aprender el método de estudio que el propio estudio.<br />
Durante el difícil caminar de la vida, nos encontramos obstáculos de todo tipo pero si nuestra instrucción es adecuada, recordamos las lecciones que con tanto esfuerzo aprendimos de jóvenes durante los años de estudio, aplicando las enseñanzas recibidas para una resolución satisfactoria y puesto que la capacidad de la mente de la persona es ilimitada, ante graciosas, curiosas o inverosímiles situaciones, resolvemos las grandes dificultades con sencillas soluciones.<br />
Con los modernos sistemas de comunicación, es muy fácil hacer un mal uso de la capacidad tecnológica a nuestro alcance y aprovechándonos del copiar y pegar cualquiera puede pillar este texto y llevárselo a otra parte, el problema, difícil de resolver, es cuando el señor Maestro se entera que estás copiando y de la misma forma que cuando ibas a la escuela te regalaba un cero en la calificación de final de curso, la sociedad y sus instituciones se encargan de añadirte otro cero para ir en bicicleta no solo al verano sino durante todo el año.<br />
<a href="http://www.juliansegarra.com/" target="_blank">http://www.juliansegarra.com/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lletres tocatardanes]]></title>
<link>http://kokamuskes.wordpress.com/2008/05/09/lletres-tocatardanes/</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 19:11:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ramon</dc:creator>
<guid>http://kokamuskes.wordpress.com/2008/05/09/lletres-tocatardanes/</guid>
<description><![CDATA[M’ha divertit molt aquest comentari d’en Josep Carner, sobre el (mal) costum de no contestar puntual]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><a href="http://kokamuskes.files.wordpress.com/2008/05/josepcarner.gif"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://kokamuskes.files.wordpress.com/2008/05/josepcarner.gif?w=112&#038;h=210" border="0" alt="" width="112" height="210" /></a><span style="font-family:verdana;">M’ha divertit molt aquest comentari d’en Josep Carner, sobre el (mal) costum de no contestar puntualment les cartes. Quina elegància, quina finesa&#8230; O quina mala idea!<br />
</span><span style="font-family:verdana;"><em> <br />
El meu amic S. acaba de contestar a una lletra que jo vaig adreçar-li fa un any i mig. Li estic infinitament més agraït que no pas si m&#8217;hagués contestat a les 24 hores. Contestar a les 24 hores, és voler-se treure del damunt una obligació. Contestat al cap d&#8217;un any i mig és un fenomen extraordinàriment més delicat&#8230;<br />
 <br />
</em>(De<em> Les bonhomies i altres proses</em>). </span><a href="http://www.escriptors.cat/autors/carnerj/pagina.php?id_sec=518" target="_blank"><span style="font-family:verdana;">Aquí </span></a><span style="font-family:verdana;">trobaràs el fragment sencer, compensa llegir-se&#8217;l.</span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Flannery O'Connor, una escriptora amb ofici]]></title>
<link>http://kokamuskes.wordpress.com/2008/04/02/flannery-oconnor-una-escriptora-amb-ofici/</link>
<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 19:15:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ramon</dc:creator>
<guid>http://kokamuskes.wordpress.com/2008/04/02/flannery-oconnor-una-escriptora-amb-ofici/</guid>
<description><![CDATA[El hábito de ser (Sígueme, 2003) es l’epistolari de Flannery O’Connor. Va ser la meva primera lectur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><a href="http://kokamuskes.wordpress.com/files/2008/04/andalusiamilledgeville.jpg"><img border="0" src="http://kokamuskes.wordpress.com/files/2008/04/andalusiamilledgeville.jpg" style="float:right;width:200px;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" /></a><font size="2" face="verdana"><strong><em>El hábito de ser</em></strong> (Sígueme, 2003) es l’epistolari de <strong>Flannery O’Connor</strong>. Va ser la meva primera lectura d’aquesta escriptora nord-americana, i vaig pensar: si les cartes són així de bones, com seran els contes? Després vaig llegir els contes i, és clar, eren boníssims (ja en parlaré més endavant). Sobta que una jove malalta, que gairebé no es movia de casa (Andalusia: una casa ben peculiar, del sud profund, amb una mare grangera i una munió de paons que criava l’autora) arribés a aquest grau de saviesa. Saviesa humana i literària: viu l’escriptura com una vocació total, i exerceix la professió amb una excel·lència que he vist molt poques vegades.</font></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Epístola fraternal.]]></title>
<link>http://book-fu.com/?p=170</link>
<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 13:52:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Book-Fu</dc:creator>
<guid>http://book-fu.com/?p=170</guid>
<description><![CDATA[Hola, esta carta no iría dirigida ni a mi peor enemigo, te lo juro. Un enemigo no merece el benefici]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Hola, esta carta no iría dirigida ni a mi peor enemigo, te lo juro. Un enemigo no merece el benefici]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cartes plenes de vida]]></title>
<link>http://kokamuskes.wordpress.com/2008/01/09/cartes-plenes-de-vida/</link>
<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 17:45:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ramon</dc:creator>
<guid>http://kokamuskes.wordpress.com/2008/01/09/cartes-plenes-de-vida/</guid>
<description><![CDATA[Ahir recomanava un “llibre de llibres”. Avui, un de llibreries i llibreters: 84, Charing Cross Road,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://bp3.blogger.com/_XqLeFV9BoFU/R4UIcMRQStI/AAAAAAAAADM/XIfcNeCeeZE/s1600-h/84+Charing+Cross+Road.jpg"><img border="0" src="http://bp3.blogger.com/_XqLeFV9BoFU/R4UIcMRQStI/AAAAAAAAADM/XIfcNeCeeZE/s200/84+Charing+Cross+Road.jpg" style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" /></a></p>
<div>Ahir recomanava un “llibre de llibres”. Avui, un de llibreries i llibreters: <strong><em>84, Charing Cross Road</em></strong>, de <strong>Helene Hanff</strong> (Empúries, 2002). Una escriptora nord-americana compra llibres vells per correu a una botiga londinenca, situada a l’adreça que dóna títol a aquest recull de cartes. No és cap novel·la, i té la força de les pàgines viscudes. La correspondència que mantenen la geniüda escriptora i el personal de la llibreria ens va presentant uns personatges plens d’humanitat. Alhora, des del prosaic dia a dia se&#8217;ns mostra una part important de la història del segle XX. Un document excepcional, colpidor en la seva senzillesa i naturalitat.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
