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	<title>epoca &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/epoca/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "epoca"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 20:58:53 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Sir George]]></title>
<link>http://loscuatroelementos.wordpress.com/2009/11/27/sir-george/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 18:32:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pulo</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://loscuatroelementos.wordpress.com/files/2009/11/sir-george.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-3690" title="Sir George" src="http://loscuatroelementos.wordpress.com/files/2009/11/sir-george.jpg?w=150" alt="" width="150" height="114" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Passioni 6unblog - Moto Guzzi Airone 250 del '48 - La mia Prima Vera Moto!!! la storia...]]></title>
<link>http://6unblog.wordpress.com/2009/11/26/passioni-6unblog-moto-guzzi-airone-250-del-48-la-mia-prima-vera-moto-la-storia/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:25:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marco</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ragazzi come sapete su questo blog si parla un pò di tutto quello che ogni giorno mi appassiona e in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ragazzi come sapete su questo blog si parla un pò di tutto quello che ogni giorno mi appassiona e in]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alvo errado - uma falha de gestão]]></title>
<link>http://qualiblog.wordpress.com/2009/11/25/alvo-errado-uma-falha-de-gestao/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:10:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldocgq</dc:creator>
<guid>http://qualiblog.wordpress.com/2009/11/25/alvo-errado-uma-falha-de-gestao/</guid>
<description><![CDATA[Na Época desta semana a primeira coisa que li foi a coluna da Ruth de Aquino. É que tenho o hábito d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Na <strong><span style="color:#333399;">Época</span></strong> desta semana a primeira coisa que li foi a coluna da <strong><span style="color:#333399;">Ruth de Aquino</span></strong>. É que tenho o hábito de ler revistas de trás para frente e a coluna dela fica estrategicamente na última página&#8230; Independente disso, eu adoro a coluna dela, que trata sempre de um tema polêmico com a naturalidade de quem bate um papo com a gente, um papo muito inteligente por sinal&#8230;</p>
<p>Desta vez, ela abordou a decisão da prefeitura carioca de proibir a venda de coco-verde nas areias das praias do Rio de Janeiro, tornando o pobre coco um “bode expiatório” do problema da poluição da orla que envergonha até quem não é carioca!&#8230;</p>
<p>Ilustrando muito bem a questão do alvo mal escolhido, ela diz:<br />
<em><span style="color:#0000ff;"><a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI105806-15230,00-O+COCOVERDE+VILAO+DO+VERAO.html" target="_blank">“[...]Quase 60% do lixo recolhido nas praias são cocos-verdes – 20 mil cocos por dia. Cada um pesa em média 1 quilo. O “Comitê Gestor da Orla” informou que o coco é o maior detrito, o maior poluidor das praias. Coitado do coco. O maior poluidor das praias é o brasileiro, um povo sem a menor educação ambiental.[...]”</a></span></em></p>
<p>E mais a frente ela esclarece:<br />
<em><span style="color:#0000ff;">“[...]No Rio, a mesma multidão que quer se refrescar com coco junto ao mar deixa nas areias, aos domingos, até 180 toneladas de lixo. É tudo o que se pode imaginar. Garrafas, latas, saquinhos plásticos, palito de churrasco, fralda descartável, luvas (para passar água oxigenada nos pelos do corpo!) e muito mais.[...]”</span></em> – certamente a proibição da venda de alguns itens alimentares na areia não vai resolver de fato o problema&#8230;</p>
<div id="attachment_3158" class="wp-caption alignright" style="width: 227px"><img class="size-full wp-image-3158   " title="Coyote" src="http://qualiblog.wordpress.com/files/2009/11/coyote-explode.jpg" alt="" width="217" height="287" /><p class="wp-caption-text">Mais cedo ou mais tarde...</p></div>
<p>Concordo com ela e <strong><a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI105806-15230,00-O+COCOVERDE+VILAO+DO+VERAO.html" target="_blank">recomendo a leitura do artigo</a></strong>, mas isso me fez lembrar que na gestão da qualidade também atacamos muitas vezes o alvo errado. Ao invés de irmos ao cerne dos problemas, agindo sobre a causa raiz, atacamos um efeito ou algo que julgamos ser a causa, mas por uma investigação mal conduzida ou para evitar uma revolução nos processos envolvidos, seja pela dificuldade ou pelo custo da mudança que sabemos ser necessária&#8230; Infelizmente essa prática é adotada por uma infinidade de empresas, principalmente pela questão do custo. Costumo dizer que se preocupam com elefantes mas deixam passar as formigas, pois evitar o investimento numa ação corretiva precisa pode significar que arrastaremos o “pequeno custo” de uma ação ineficaz por anos a fio, que somado, dará às vezes um valor maior&#8230; Além do problema não resolvido de fato e que um dia voltará à tona, perdemos tempo.</p>
<p>Percebam a relação entre a decisão da prefeitura carioca e as (más) decisões dos gestores nos assuntos da qualidade. Nos dois casos, o problema não estará resolvido. A medida será apenas paliativa, nos iludindo de que economizamos uma baba ao optar por ela.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;">Quer outro exemplo engraçado?</span></span></strong><br />
Meu filho recebe uma mesada. Só que diariamente ele se acostumou a me perguntar se tenho algumas moedas e, quando tenho, as dou para ele. E ele guarda em seu cofrinho&#8230; Outro dia fomos olhar e lá havia mais do que a mesada dele! E o valor foi acumulado em pouco mais de dois meses!!!</p>
<p>Então, pense bem se compensa “dar moedinhas” para o cofrinho da não-conformidade mal resolvida! Afinal, certamente ela não é uma filha querida!!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[25 DE NOVIEMBRE-DÍA INTERNACIONAL DE ELIMINACIÓN DE LA VIOLENCIA CONTRA LA MUJER, Por Fernando Sabido Sánchez]]></title>
<link>http://nandosabido.wordpress.com/2009/11/25/25-de-noviembre-dia-internacional-de-eliminacion-de-la-violencia-contra-la-mujer-por-fernando-sabido-sanchez/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:21:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>FERNANDO SABIDO SÁNCHEZ</dc:creator>
<guid>http://nandosabido.wordpress.com/2009/11/25/25-de-noviembre-dia-internacional-de-eliminacion-de-la-violencia-contra-la-mujer-por-fernando-sabido-sanchez/</guid>
<description><![CDATA[Datos del problema a nivel mundial: - Una de cada cuatro mujeres han sido violadas en algún momento ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Datos del problema a nivel mundial:<br />
- Una de cada cuatro mujeres han sido violadas<br />
en algún momento de su vida en todo el mundo.<br />
- Dependiendo del país, entre una y tres de cada<br />
cuatro mujeres son maltratadas físicamente<br />
en sus hogares de forma habitual.<br />
- Cerca de 120 millones de mujeres han padecido<br />
mutilaciones genitales.<br />
- Las violaciones han devastado mujeres, niñas<br />
y familias en los recientes conflictos en Ruanda,<br />
Camboya, Liberia, Perú, Somalia, Uganda y la antigua<br />
Yugoslavia.</strong></p>
<p><strong>La violencia de género es la primera causa de muerte<br />
entre las mujeres de 15 a 44 años por encima de guerras,<br />
accidentes de tráfico</strong> <strong>o el cáncer</strong>.</p>
<p><strong>I</strong></p>
<p><strong>MUJERES SILENCIADAS</strong></p>
<p><strong>Indudablemente hay mujeres dichosas,<br />
pero hay muchas que sólo sobreviven<br />
pisando uvas de sangre, las hay de pálida<br />
mirada que lloran a solas sin hacer ruido,<br />
las hay maltratadas, violadas, perseguidas,<br />
humilladas, lapidadas, silenciadas,<br />
suicidas, sometidas o las que ya<br />
son sólo en las estadísticas un número frío</strong></p>
<p><strong>A todas éstas<br />
¿Qué calaña de Justicia en una sociedad<br />
deshumanizada las ampara?</strong></p>
<p><strong>II</strong></p>
<p><strong>MALTRATO</strong></p>
<p><strong>Mujer, lluvia en tus ojos<br />
Piel de niebla y azafrán<br />
Violencia, fanal oscuro<br />
Yermos campos del sexo<br />
Amor sepultado en savia<br />
Luna en la madrugada<br />
A solas</strong></p>
<p><strong>Ávido el corazón de vientos<br />
Distante la voz del alma<br />
Apóstata de un hombre<br />
Al que amas aùn<br />
Contraluz en el afán baldío<br />
Antes que arruine tu cognición<br />
Mejor,sola</strong></p>
<p><strong>III</strong></p>
<p><strong>INÚTIL PERDÓN</strong></p>
<p><strong>El día que creíste<br />
tener las cosas claras<br />
enfrentándote a su mirada<br />
te rompió un brazo<br />
para que supieras<br />
a quién pertenecías<br />
y desistieras de pensar<br />
por ti misma</strong></p>
<p><strong>Te despreció como ser humano<br />
ridiculizando tu sensibilidad<br />
pero no le dijiste basta</strong></p>
<p><strong>Y por enésima vez<br />
le has perdonado</strong></p>
<p><strong>IV</strong></p>
<p><strong>LAPIDACIÓN</strong></p>
<p><strong>No quiero ser una clepsidra milenaria<br />
tan sólo me siento un hombre horrorizado<br />
huyendo del temblor que atenaza a las piedras<br />
cuando lapidan rosas en un jardín de Oriente</strong></p>
<p><strong>Sé que con esas mujeres han muerto poemas<br />
palabras de amor despeñadas en la fosa<br />
que ofrece el fanatismo de mortaja</strong></p>
<p><strong>Las condenaron a muerte<br />
sólo por amar lejos del matrimonio</strong></p>
<p><strong>V</strong></p>
<p><strong>ME TRAES TUS MANOS</strong></p>
<p><strong>Me traes tus manos<br />
arrancadas de la tierra<br />
a través de la noche<br />
del viento y del amor<br />
manchadas por un mundo<br />
endurecido y áspero<br />
que derrama vino añejo<br />
sobre las abejas</strong></p>
<p><strong>Las tomo entre las mías<br />
y me moja el sudor frío<br />
que intenta devolver la furia<br />
de la sangre<br />
al corazón cien veces malherido<br />
por las amargas impurezas<br />
de la miel</strong></p>
<p><strong>VI</strong></p>
<p><strong>DESAMOR</strong></p>
<p><strong>Aléjate de todo menos de la felicidad<br />
escapa con las migraciones de los pájaros<br />
porque el viento nunca te hará daño<br />
y disfruta la cita con las ensoñaciones</strong></p>
<p><strong>Cuando la juventud se vaya en secreto<br />
no vuelvas por inercia al punto de partida<br />
a ocultar las quemaduras del desamor y el frío<br />
o escribirás tu biografía sobre el polvo</strong></p>
<p><strong>VII</strong></p>
<p><strong>DECISIÓN</strong></p>
<p><strong>Has tomado la decisión<br />
de no fregarle los platos<br />
y arrojar por el desagüe del fregadero<br />
tu dolor</strong></p>
<p><strong>Quizá estás dispuesta<br />
a regresar a Londres<br />
y enterrar tu pasado<br />
junto a todos los déficit<br />
e incluso a vestir<br />
con minifalda a la imprudencia</strong></p>
<p><strong>Recuerda que él te eligió<br />
como un atrezzo más<br />
en el decorado de su vida</strong></p>
<p><strong>VIII</strong></p>
<p><strong>TU ÁRBOL</strong></p>
<p><strong>Mira<br />
éste es tu árbol<br />
si lo deseas te hará libre<br />
mientras sus raíces vivan<br />
extrayendo tus lágrimas<br />
de la tierra</strong></p>
<p><strong>Silencio, nube, sol y viento</strong></p>
<p><strong>No olvides mis palabras<br />
sólo si quieres<br />
éste árbol es el de tu libertad</strong></p>
<p><strong>Lluvia, amor, luna y sueños</strong></p>
<p><strong>IX</strong></p>
<p><strong>LIBERTAD</strong></p>
<p><strong>No llores cuando los malditos<br />
dancen sobre la tumba de tu libertad</strong></p>
<p><strong>Házles creer que el ataúd está vacío</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Robot]]></title>
<link>http://mrspeer.wordpress.com/2009/11/24/robot/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 04:09:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>srspeer</dc:creator>
<guid>http://mrspeer.wordpress.com/2009/11/24/robot/</guid>
<description><![CDATA[♫ : Furland Alguna Vez Creí Sentir Algo Muy Parecido A Lo Que Todos Han Llamado Amor, Lo Que Todos P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#ffce84;"><strong><span style="font-size:xx-small;">♫ : Furland</span></strong></span></p>
<p><strong><span style="font-size:xx-small;"><a href="http://mrspeer.wordpress.com/files/2009/11/girl_robot.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-832" title="girl_robot" src="http://mrspeer.wordpress.com/files/2009/11/girl_robot.jpg" alt="" width="407" height="414" /></a></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffce84;">Alguna Vez Creí Sentir Algo Muy Parecido A Lo Que Todos Han Llamado Amor, Lo Que Todos Pueden Sentir</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffce84;">&#8230;Pero,  Hoy Me Doy Cuenta Que Soy Un Robot,  No Puedo Sentir&#8230;</span></p>
<p><span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.goear.com%2Ffiles%2Fmp3files%2F19122008%2Fc260a7ac6f51340cf910129d5a9bd54c.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[um conto triste]]></title>
<link>http://mochiladotonetto.wordpress.com/2009/11/24/um-conto-triste/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:09:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>mauriciotonetto</dc:creator>
<guid>http://mochiladotonetto.wordpress.com/2009/11/24/um-conto-triste/</guid>
<description><![CDATA[a repórter da revista época eliane brum, que é gaúcha e já trabalhou na zero hora, tem a capacidade ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>a repórter da <strong>revista época</strong> <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=399AZL006" target="_blank">eliane brum</a>, que é gaúcha e já trabalhou na zero hora, tem a capacidade de <strong>chocar</strong> os leitores. você pode estar dizendo <strong>&#8220;tá, e daí, hoje em dia qualquer um pode fazer isso&#8221;</strong>. é verdade, desde que <strong>apele</strong> para outros recursos, como imagens ou vídeos sensacionalistas, por exemplo.</p>
<p>só que a eliane brum choca <strong>apenas</strong> com as palavras. ela é a melhor repórter brasileira, na minha opinião. sem querer ser mais influente, recomendo a leitura <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI105927-15228-1,00-SAUDADES+DE+SUA+VOZ.html" target="_blank">desta matéria</a>. essa história surreal mais parece extraída de um conto ou filme. <strong>na visão da eliane brum, ela é um alerta real do quanto podemos perder deixando para amanhã o que pode ser resolvido agora.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enjoy the silence...]]></title>
<link>http://pedradosapato.wordpress.com/2009/11/23/enjoy-the-silence/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:54:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedradosapato</dc:creator>
<guid>http://pedradosapato.wordpress.com/2009/11/23/enjoy-the-silence/</guid>
<description><![CDATA[Já fazia alguns anos que eu havia seguido minha vocação e dedicado o meu destino ao Senhor. Era a aj]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Já fazia alguns anos que eu havia seguido minha vocação e dedicado o meu destino ao Senhor. Era a ajudante pessoal da Madre Superiora e nunca imaginei que este posto me colocaria na terrível situação que narrarei.</p>
<p>Entre minhas tarefas habituais, estava organizar o escritório da Madre e cuidar das moças rebeldes que iam parar dentro das nossas paredes. Dentre estas, uma é a personagem principal de um romance não correspondido, cujas consequências foram terríveis.</p>
<p>Tratava-se da filha de um coronel, que como tantas outras trouxe humilhação social à sua família. O caso era que estas moças sempre acabavam nos conventos, nunca por vocação. Nestas situações, costumávamos não fazer muitas perguntas, porém especulações são inevitáveis: Ela não tinha a aparência de quem abortara algum filho, ou mesmo que tivesse sido afastada de um amor impróprio. Na verdade, parecia feliz por estar entre nós. Chegou um tanto pálida e fragilizada, é verdade. Mas carregando um leve sorriso de alívio nos lábios, o que me intrigava.</p>
<p>Encaminhei-a aos seus aposentos e as demais moças, com quem o dividiria, vieram ao seu encontro, para auxilia-la com as bagagens. Até o fim do dia, já se entrosara com as companheiras de quarto e estava instalada. Minha parte feita, subi para o escritório da Madre, onde fiquei até o momento de dormir, catalogando documentos antigos.</p>
<p>Já começava a encerrar minhas tarefas, quando ouço passos ecoando com pressa pelo corredor e a porta se abre com força.</p>
<p>Uma das moças, companheira da nova inquilina adentrou o escritório, burlando uma das principais regras, que impediam-nas de percorrer aquela área do convento sem serem convidadas por mim, ou pela Madre.</p>
<p>Estava pronta para castiga-la, não fosse a palidez de morte em seu rosto.</p>
<p>_O que houve, minha filha?</p>
<p>_Madre&#8230; Aquela garota&#8230; A moça nova&#8230; Ela está tendo um ataque! Está gritando como doida no quarto!</p>
<p>Corremos à ala das moças e o caos se instalava por lá. O barulho havia atraído as moças dos outros quartos, que se engalfinhavam na porta para olhar o que acontecia. Nenhuma delas ousava transpor a porta.</p>
<p>Com uma ordem minha, a aglomeração se desfez e eu pude passar.</p>
<p>A moça nova chorava e tapava os ouvidos com as mãos, implorando para que falássemos alguma coisa.</p>
<p>O silêncio era tão grande quanto a expectativa das garotas.</p>
<p>Os soluços tornaram-se em gritos:</p>
<p>_Por favor, falem! Gritem! Não deixem que o silêncio me envolva!</p>
<p>Sentei na cama em frente à criatura perturbada e segurei seus pulsos com força. Ela me ergueu os olhos vermelhos e inchados.</p>
<p>_Não aguento mais esse silêncio. Preciso de algum som!</p>
<p>_Acalme-se, menina. Me explique o que está havendo.</p>
<p>_Ele não me deixa em paz, Madre. Ele não quer que eu durma! Estou acordada há dias!</p>
<p>_Me conte do princípio. Assim não a compreendo&#8230;</p>
<p>A garota respirou fundo, engolindo as lágrimas e começou a contar:</p>
<p>_Madre, ele me persegue! Desde que éramos crianças&#8230; Nascemos com uma diferença de dias e sua mãe também me amamentou.</p>
<p>“Crescemos juntos e ele fazia tudo por mim. Atendia qualquer desejo meu, mesmo nunca tendo eu lhe dirigido a palavra. Crescemos com o tempo e sua devoção permanecia. Sendo eu já uma jovem, essa obsessão me enojava. Como ele, UM ESCRAVO, podia ousar amar-me? Aqueles olhos negros deveriam sequer erguer-se em minha presença. Mas ele me olhava. Me observava quando eu passava perto de onde estava trabalhando. Me encarava quando eu descansava na varanda. E eu o odiava cada vez mais.</p>
<p>Para me vingar desse sentimento impuro, eu procurava maneiras de castiga-lo quantas vezes me fosse possível. Qualquer tropeço era motivo para que eu induzisse meu pai ou o feitor a lhe estraçalhar as costas debaixo da chibata.</p>
<p>Em um maldito dia em que eu bordava no jardim em companhia das minhas amigas, esse porco aproximou-se de nós com um buquê de acácias, minha flor favorita e o depositou no chão, aos meus pés. Ousou olhar-me! Ousou dirigir-me a palavra! E disse:</p>
<p>_Sinhazinha é a coisa mais bonita dessa fazenda. Mais bonita até que essas flores que eu trouxe e que ela tanto gosta.</p>
<p>Minhas amigas explodiram em gargalhadas. Riam de mim, dizendo que eu tinha um namorado negro.</p>
<p>Enfurecida pisoteei as flores, fazendo meus cabelos se soltarem e gritei pelo feitor que veio correndo em nossa direção e puxou o escravo em direção à senzala.</p>
<p>Segui-os com o ódio a saltar-me dos olhos. Pisava com tanta força que sentia o barro sujando minhas saias.</p>
<p>O feitor surpreendeu-se. Eu nunca fora até a senzala. Mas queria ver de perto o sangue escorrendo daquele couro.</p>
<p>O chicote desceu zunindo e quando o atingiu, aquele desgraçado não soltou um gemido. Somente depois da sétima chibatada a pele grossa se abriu e o sangue espirrou. Já havia contado 12 golpes e ele não se rendia. Não gritava. Suas costas já eram apenas uma pasta vermelha. E ele não gritava.</p>
<p>Na vigésima chicotada, o feitor parou e o soltou. Meu vestido estava todo respingado de sangue.</p>
<p>Ele caiu do tronco quase desfalecido. E disse-me as palavras que nunca vou esquecer:</p>
<p>_Meu coração sempre baterá por Sinhazinha.</p>
<p>(continua)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CRISTO È UN RE CHE DOMINA CON L'AMORE, SPIEGA IL PAPA. NON SI IMPONE, MA RISPETTA LA LIBERTÀ ]]></title>
<link>http://papaboys.wordpress.com/2009/11/23/cristo-e-un-re-che-domina-con-lamore-spiega-il-papa-non-si-impone-ma-rispetta-la-liberta/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:00:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>papaboys</dc:creator>
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<description><![CDATA[CITTA&#8217; DEL VATICANO &#8211; Cristo è un Re che domina con l&#8217;amore, senza imporsi ma risp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[CITTA&#8217; DEL VATICANO &#8211; Cristo è un Re che domina con l&#8217;amore, senza imporsi ma risp]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No discriminación contra realismo]]></title>
<link>http://cinecinecine.com/2009/11/22/no-discriminacion-contra-realismo/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 07:04:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>HGarza</dc:creator>
<guid>http://cinecinecine.com/2009/11/22/no-discriminacion-contra-realismo/</guid>
<description><![CDATA[Natalie Dormer en &quot;Casanova&quot; De mediados de los ochentas para acá, los medios se han preoc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_32232" class="wp-caption alignnone" style="width: 367px"><a href="http://cineyvideo.wordpress.com/files/2009/11/nataliedormer1es7.jpg"><img class="size-full wp-image-32232" title="nataliedormer1es7" src="http://cineyvideo.wordpress.com/files/2009/11/nataliedormer1es7.jpg" alt="" width="357" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Natalie Dormer en &#34;Casanova&#34;</p></div>
<p>De mediados de los ochentas para acá, los medios se han preocupado por respetar a todos los grupos humanos, y tratar de darles el lugar que se merecen. Sin embargo, para el cine ésto ha significado un retroceso, pues son muchos los estudios que, con tal de cuidar el no ofender, ha sacrificado muchos elementos de la narración.</p>
<p><!--more-->Veamos cualquier película de época realizadespués de los ochentas, y veremos como mujeres de principios de siglo son decididas, independientes y capaces de tomar decisiones. Obviamente, en esa época las había, pero eran la excepción, no la regla. Del mismo modo, la segregación racial de los años cincuenta desapareció por arte de magia, y en las tramas que se dan en aquellos ayeres, negros y blancos conviven de forma abierta y cooperativa, como si todo se desarrollara en la actualidad.</p>
<p>Una de las situaciones más recientes, y que ha comenzado a generar discusiones, es el anuncio de que <strong>Idris Elba</strong>, un actor negro, estará <a href="http://cinecinecine.com/2009/11/20/idris-elba-se-integra-a-%e2%80%9cthor%e2%80%9d/">encarnando a Heimdall</a>, un dios vikingo, y por tanto, de perfil escandinavo. Simplemente, será muy difícil romper con la idea, pues incluso en un mundo de fantasía, es imposible de creer.</p>
<p>La pregunta aquí es ¿Debe la tolerancia estar por encima de la precisión histórica? me encantaría oir sus puntos de vista.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ilustras para Época Negócios]]></title>
<link>http://marcitolina.wordpress.com/2009/11/21/ilustras-para-epoca-negocios/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 14:00:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcita</dc:creator>
<guid>http://marcitolina.wordpress.com/2009/11/21/ilustras-para-epoca-negocios/</guid>
<description><![CDATA[Fui convidada a ilustrar 4 colunas para a revista Época Negócios deste mês. Vale conferir a galeria ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Fui convidada a ilustrar 4 colunas para a revista Época Negócios deste  mês.</p>
<p style="text-align:left;">Vale conferir a <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,DAL0-16290,00-GALERIAS+DE+FOTOS.html" target="_blank">galeria de ilustrações</a> dessa revista que tem ilustra de um pessoal muito bom, tipo o <a href="http://www.flickr.com/photos/lfchamarelli/" target="_self">Chamarelli</a> e o <a href="http://www.vidabesta.com/" target="_self">Galvão</a>.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" title="capa" src="http://farm3.static.flickr.com/2588/4122114076_bb5ccdb47b_b.jpg" alt="" width="376" height="477" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" title="crise" src="http://farm3.static.flickr.com/2684/4121342761_41d62e09ca_b.jpg" alt="" width="414" height="488" /><img class="alignnone" title="pouco" src="http://farm3.static.flickr.com/2628/4082733421_e31e9be6aa_o.jpg" alt="" width="438" height="440" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" title="kindle" src="http://farm3.static.flickr.com/2620/4122112414_fbd5496050_b.jpg" alt="" width="387" height="527" /><img class="alignnone" title="redes" src="http://farm3.static.flickr.com/2498/4082733441_5454abb11d_o.jpg" alt="" width="472" height="493" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" title="sustentabilidade" src="http://farm3.static.flickr.com/2738/4122111636_7590d60912_b.jpg" alt="" width="386" height="520" /><img class="alignnone" title="crise" src="http://farm3.static.flickr.com/2645/4082733431_9e0c1942da_o.jpg" alt="" width="433" height="414" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" title="kindle" src="http://farm3.static.flickr.com/2800/4121338677_d7b29aa16f_b.jpg" alt="" width="374" height="518" /><img class="alignnone" title="kindle" src="http://farm3.static.flickr.com/2528/4082733437_315acc35c0_o.jpg" alt="" width="391" height="369" /></p>
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[More na sua época!]]></title>
<link>http://dafaufrgs.wordpress.com/2009/11/19/more-na-sua-epoca/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 02:17:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>dafaufrgs</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fonte: http://www.ideazarvos.com.br/site/]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/nMY6vhiTUzA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/nMY6vhiTUzA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ideazarvos.com.br/site/" target="_blank">http://www.ideazarvos.com.br/site/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Como Tratar as Mulheres?]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/19/como-tratar-as-mulheres/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 18:12:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/19/como-tratar-as-mulheres/</guid>
<description><![CDATA[Amigos leitores, O texto a seguir é do Ivan Martins que escreve pra Revista Época. Acho que está mai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Amigos leitores,</p>
<p>O texto a seguir é do Ivan Martins que escreve pra Revista Época. Acho que está mais do que na hora de repensarmos nossas atitudes com relação a um monte de coisas inclusive sobre como tratamos as mulheres. Meninas, não deixem de postar seus comentários e manifestar suas opiniões, acho que urge um debate saudável sobre o tema e saber como se sentem à respeito vai nos ajudar muito a sermos melhores como homens.</p>
<p>Um grande abraço a todos e boa leitura.</p>
<p>Raul Avelino.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>Cantadas ofendem</strong></p>
<p><strong>As mulheres brasileiras andam na rua ouvindo o que não querem ouvir</strong></p>
<p><strong>Ivan Martins</strong></p>
<p>Editor-executivo de ÉPOCA</p>
<p>Trabalhou comigo, anos atrás, uma moça da qual eu me lembro por três motivos. O primeiro é que ela comentou uma vez, de passagem, que quando estava se sentindo por baixo gostava de passar diante de um canteiro de obras: era inevitável que ao ver as suas pernas compridas os peões dissessem coisas que a faziam sentir-se bonita. Nunca esqueci esse comentário.</p>
<p>Outra coisa de que eu me lembro é ouvi-la contando, chocada, que estava parada num ponto de ônibus cheio de gente quando um sujeito gritou, de dentro de um carro, que ela tinha um nariz horrível. Chegou ao trabalho chorando de humilhação.</p>
<p>A última coisa de que me lembro é que ela vive em Paris há anos. Da última vez que conversamos não tinha planos de voltar.</p>
<p>Em Paris ela pode andar de minissaia, pode sair e beber sozinha e há pouco risco de que seja abordada, elogiada ou insultada. Às vezes eu acho que ela abriu mão dos galanteios dos peões para ficar livre dos insultos. Outras vezes acho que ela descobriu que não gostava nem mesmo dos galanteios.</p>
<p>De qualquer forma, acho que galanteadores e agressores se parecem: cada um deles, a sua maneira, acha que tem o direito de dizer o que pensa a uma mulher estranha. Pode ser um elogio físico ou uma grosseria sexual, não importa. Em geral, trata-se daquilo que os americanos, apropriadamente, chamam de “atenção não solicitada.” Indesejada, na verdade.</p>
<p>Nas duas últimas semanas, desde que ocorreu a história da moça da Uniban, tenho pensado na forma como nós, homens brasileiros, tratamos as mulheres. Até que ponto aqueles tipos que xingaram a ameaçaram a moça do vestido cor de rosa se parecem com o resto de nós – atrevidos e eloquentes galanteadores brasileiros?</p>
<p>No início desta semana, quando discutíamos a baixaria da Uniban aqui no trabalho, uma de nossas colegas – jovem, bonita, discreta – pediu a palavra para fazer uma espécie de desabafo. “É difícil para uma mulher caminhar nas ruas de São Paulo”, ela disse. “A gente tem de andar olhando pro chão, fingindo que não escuta todas as besteiras que nos dizem”.</p>
<p>É isso, não é? Mulher bonita anda pela rua e vai sendo alvo de comentários em voz alta. Que cara, que bunda, que isso que aquilo. Se você, caro amigo, acha que elas gostam, pergunte. Minha amostragem sugere que a maioria detesta. Se sentem ameaçadas, intimidadas, insultadas. Querem ser deixadas em paz.</p>
<p>Esse assédio sobre as mulheres acontece à luz do dia, na porta do trabalho, na travessia de pedestres, dentro do ônibus. Às vezes o tom de voz do sujeito ou as coisas que ele diz amedrontam. Outras vezes dá asco ou dá vergonha. Nas baladas pode ser pior: o garanhão de calça agarradinha chega apertando o braço da moça, mexendo no cabelo, forçando a barra. Não aceita não como resposta. Mas quem deu licença a ele para dizer coisas e tocar o corpo de uma mulher desconhecida?</p>
<p>Nós, homens, demos licença. A cultura machista nos dá licença.</p>
<p>Assim como os talibãs agridem mulheres que se atrevem a andar sem burca – porque se sentem donos delas – nós dizemos o que queremos às mulheres que se atrevem a exibir sua beleza delas na rua, pela mesma razão. Se estiver acompanhada de um homem, vá la. Mas se estiver sozinha, sem dono, “causando”, vai ter de ouvir o que a gente quiser dizer. Ou pior. Pelo simples fato de que a gente pode.</p>
<p>Ouço dizer que isso acontece apenas em São Paulo, mas duvido. No Rio as garotas andam de biquíni na orla e de shorts em qualquer lugar, mas quando uma delas resolve fazer topless na praia, a tigrada atira areia e rosna ameaças. Passou do limite! Mas quem dá o limite do que a mulher pode ou não usar? Os talibãs da praia? Me contaram que outro dia uma adolescente com cara de estudante de moda teve de saltar de um ônibus na Avenida Paulista porque usava uma saia muito curta e foi ameaçada por uma turba. São os talibãs do ônibus.</p>
<p>No universo mental desses camaradas, mulher que não quer confusão se dá ao respeito: anda com as pernas cobertas, sem roupas ou adereços provocativos, discreta e modestamente. Fica no seu lugar. A rua é o espaço em que os homens fazem o que querem e as mulheres se comportam. Mulher que sai da linha ou chama atenção por ser bonita a turba trata como quer. Pergunto: há diferença filosófica entre isso e a misoginia que se pratica nos países islâmicos atrasados?</p>
<p>Com o risco de incorrer em exagero, acho tudo parecido com tudo. O sujeito que diz besteiras a uma moça que caminha na rua, o playboy que agarra a garota na balada, o cara que se esfrega na mulher do trem, o marginal que insulta a moça da Uniban. Tudo faz parte de um mesmo contínuo de desrespeito à mulher. Ele começa com o chato do bar, que insiste na cantada apesar de meia dúzia de nãos, e termina&#8230; Sabe-se lá onde termina.</p>
<p>Claro, todo comportamento social tem uma justificativa ideológica. Neste caso, a justificativa é a de que as mulheres gostam. Se você perguntar, vai ouvir dos conquistadores que, lá no fundo, elas querem ser assediadas, agarradas, elogiadas com bastante pimenta. Faz bem para o ego delas, explicam. Claro, por trás de todo grosseirão há sempre um especialista na alma feminina. Mas eu suspeito que eles estejam errados.</p>
<p>Minha opinião, pelo que vale, é que esse tipo de comportamento insultuoso tem de ser reprimido: socialmente e, se necessário, pela polícia. As mulheres têm direito de andar sozinhas pelas ruas, vestidas como quiserem, e serem respeitadas. E elas são o melhor juiz do que é ou não é desrespeitoso. Se o sujeito cruzou o limite, chama a polícia, avisa o segurança, pede ajuda ao dono do bar. Não faz sentido, em pleno século 21, que nossas filhas, namoradas, irmãs ou amigas tenham de andar pelo mundo com os olhos no chão porque um bando de homens não se aguenta nas calças.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DiVezzo]]></title>
<link>http://camillagiacomelli.wordpress.com/2009/11/18/divezzo/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 21:34:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>camillagiacomelli</dc:creator>
<guid>http://camillagiacomelli.wordpress.com/2009/11/18/divezzo/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Del comienzo a la leyenda]]></title>
<link>http://desdemistacones.wordpress.com/2009/11/16/20/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 12:46:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>desdemistacones</dc:creator>
<guid>http://desdemistacones.wordpress.com/2009/11/16/20/</guid>
<description><![CDATA[COCO CHANEL Coco fue una mujer independiente con un sentido genial de estilo y elegancia, y más allá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>COCO CHANEL</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Coco fue una mujer independiente con un sentido genial de<span style="color:#ff0000;"> <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">estilo </span></span></span>y <span style="color:#ff0000;"><span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">elegancia</span></span></span>, y más allá de eso, alguien muy original. Entre sus clientes habituales estaban celebridades de los 50 como <span style="color:#ff0000;"><span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Brigitte Bardot</span></span></span>, <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Katherine Hepburn</span></span>, <span style="color:#ff0000;"><span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Jackie Kennedy</span></span></span>,<span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;"> Elizabeth Taylor</span></span>, <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Grace Kelly</span></span> o <span style="color:#ff0000;"><span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Marilyn Monroe</span></span></span><strong>.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Creía firmemente en que la elegancia de la <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">ropa </span></span>significa &#8220;libertad al moverse&#8221;; por ello introdujo el <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">pantalón</span></span> en la moda femenina de la <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">época </span></span>hasta la actualidad. También son más que famosas sus aportaciones como el <span style="color:#ff0000;"><span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Chanel Suit</span></span><span style="color:#000000;">,</span></span><span style="color:#000000;"> </span>el <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">suéter</span></span> con cuello de tortuga, las gabardinas y las<span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;"> </span></span><em><span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">french coat</span></span> </em>(antes solo para hombres).</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;color:#333333;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;color:#333333;font-size:x-small;"><img class="alignnone size-full wp-image-26" title="chanel" src="http://desdemistacones.wordpress.com/files/2009/11/chanel.jpg" alt="chanel" width="272" height="338" /></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>MANOLO BLAHNICK</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Este diseñador de <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">zapatos</span></span> canario dejó los estudios para mudarse a <span style="color:#ff0000;"><span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">París</span></span> </span>con la intención de estudiar arte, aunque finalmente fue en <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Londres</span></span> donde conoció a la editora de <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Vogue</span></span> que le animó a lanzarse como <span style="color:#ff0000;"><span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">diseñador</span></span> </span>de zapatos.</p>
<p style="text-align:justify;">En 1971 se va a <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">New York</span></span> donde presenta a <strong></strong>la editora de Vogue<strong><em> </em><em></em><em></em></strong>un portfolio donde había dibujos y <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">diseños</span></span> de sus zapatos. Asombrada por su talento, esta mujer fue quien le convence para dedicarse al diseño de calzado.</p>
<p style="text-align:justify;">Comienza a <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">diseñar</span></span> y hacer <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">zapatos</span></span> para <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Zapata </span></span>y más tarde para los diseñadores <span style="color:#000000;">Ossie Clark, Perry Ellis</span>,<span style="color:#008080;"> <span style="text-decoration:underline;">Carolina H</span></span><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#339966;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#008080;">errera</span></span></span><span style="color:#000000;">,</span></span></span> <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Oscar de la Renta </span></span>y <span style="color:#ff0000;"><span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Galliano</span></span></span>. Pero su gran salto se produce cuando en la serie &#8220;<span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Sexo en Nueva York</span></span>&#8221; la actriz principal se declara adicta a sus zapatos.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoy en día, sus zapatos tienen nombre propio, los <em><span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Manolos</span></span></em>, y son codiciados por todo tipo de mujer.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-27" title="manolo" src="http://desdemistacones.wordpress.com/files/2009/11/manolo.jpg" alt="manolo" width="240" height="360" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>LOUIS VUITTON</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Actualmente es una empresa <span style="color:#000000;">francesa</span><span style="color:#000000;"> </span>que diseña <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">ropa </span></span>y <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">complementos</span></span> de <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">lujo</span></span>, fundamentalmente de<span style="color:#ff0000;"> <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">cuero</span></span> <span style="color:#000000;">;</span></span><span style="color:#000000;"> y principal patrocinador de la Copa América. </span>Fue fundada, como su nombre indica, por <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Louis Vuitton</span></span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Dice la leyenda, que Vuitton fue aceptando todo tipo de trabajos a lo largo de su larga travesía hacia París, donde comenzó a escribir su propia historia y la de la moda, especialmente a partir de ser descubierto por <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Napoleón III</span></span>, quien lo contrató al servicio de su esposa, <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">Eugenia de Montijo</span></span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Su primer diseño, fueron sus ya famosos <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">baúles</span></span> con las inciales de su nombre, <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">LV</span></span>, aún de moda en la actualidad. De <span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;">ahí siguió con sus más que conocidos diseños de</span> <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">bolsos</span></span><span style="color:#000000;"> y por último de</span></span> <span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">ropa</span></span> y <span style="color:#ff0000;"><span style="color:#008080;"><span style="text-decoration:underline;">complementos</span></span><span style="color:#000000;">.</span></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><a href="http://desdemistacones.wordpress.com/files/2009/11/08-07-08_louis_vuitton1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-31" title="08-07-08_louis_vuitton" src="http://desdemistacones.wordpress.com/files/2009/11/08-07-08_louis_vuitton1.jpg?w=296" alt="" width="296" height="300" /></a></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enquanto seu Lobão se enrola...]]></title>
<link>http://acaoinstantanea.wordpress.com/2009/11/15/enquanto-seu-lobao-se-enrola/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 20:45:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>brunodarshan</dc:creator>
<guid>http://acaoinstantanea.wordpress.com/2009/11/15/enquanto-seu-lobao-se-enrola/</guid>
<description><![CDATA[“Minha filha, você está confundindo duas coisas. O que houve foi um apagão, não um blecaute. Blecaut]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://revistaepoca.globo.com/EditoraGlobo2/Materia/exibir.ssp?materiaId=104676&#38;secaoId=15230"><img class="aligncenter" title="Dilma" src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,32950933,00.jpg" alt="" width="280" height="400" /></a><strong>“Minha filha, você está confundindo duas coisas. O que houve foi um apagão, não um blecaute. Blecaute é barbeiragem”</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Life!! :D!!]]></title>
<link>http://bluegamsky.wordpress.com/2009/11/13/life-d/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 07:46:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>bluegamsky</dc:creator>
<guid>http://bluegamsky.wordpress.com/2009/11/13/life-d/</guid>
<description><![CDATA[No puedo poner otro nombre a este asunto para esta nota&#8230; hablando con una amiga volví a quedar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No puedo poner otro nombre a este asunto para esta nota&#8230; hablando con una amiga volví a quedar pensativo en varios aspectos de mi vida, de los que me rodean y las cosas que nos rodean..</p>
<p>no tengo ni la mas puta idea que quiero con mi vida.. no me motiva por ejemplo ninguna carrera en especial, como dirían estoy flotando por ahí..</p>
<p>, &#8221;me siento diferente a todo el mundo, hasta extraño, como si esta no fuera mi época de haber nacido&#8221;</p>
<p>Despierto cada mañana con calor en el cuerpo que me obliga a arrojarme de mi cama, para poder abrir la ventana de mi cuarto, prendo un cigarro si es que no me lance nuevamente a mi cama, y pienso que cosas pasaran hoy como que cosas se repetirán, o que cosas no ocurrirán, ya acabándome mi cigarro y con la disponibilidad de prender otro enseguida niego ese impulso y me voy a lavar la cara que sea..  -diablos que pereza.. mientras me enjuago y el jabón a veces me entra en los ojos.. miro al espejo y me empiezo a ir a mi mundo otra de las ciento de veces que voy, me quedo un buen rato pensando, me seco el rostro y salgo..</p>
<p>al entrar nuevamente en mi pieza digo -ya solo me quedan pocos&#8230; claro, e terminado con muchas relaciones de amistad en este ultimo tiempo, algunas de desprecio, otras de traición, otras de pendejadas, y otras pocas de darme cuenta que para esa persona realmente no era su amigo, prendo otro cigarro, y me siento mirando al mar..</p>
<p>trato de dar una imagen en mi mente de mis amigos,,  y amigas danzando en una noche todos juntos, alegres por el triunfo de algo y por un rato me pierdo en historias fabulosas, luego siento la presencia de mas personas en mi hogar que me devuelven de golpe a la realidad, si es que tengo sueño empezaría a mandar improperios a quien empezara a chillar a esa hora de la mañana, pero no.. solo fue una presencia que camino de su cuarto al baño del baño a su cuarto, pisadas fuertes y pesadas como si le pesara el cuerpo..</p>
<p>-Espero beber cerveza con Jaime. dije entre dientes, pero no podría ser ya que tendría que salir con una mujer ese día..</p>
<p>que extraño es el mundo, por que esta todo casi predestinado ? aunque las personas digan que no, en si al escoger algo digamos una profesión, ya caes en un entorno repetitivo, tal vez sin fin?</p>
<p>por que será que esta vida, la manera de vivir &#8221;normal&#8221; de la gente la encuentro que de alguna manera no es la correcta? claro, nacer crecer reproducirse y morir, claro en la vida humana seria mas o menos así, nacer disfrutar de tu infancia, estudiar, crecer, volver a estudiar, volver a crecer, volver a estudiar (entre crecer inserte pololeos y conocer amigos), buscar trabajo, tener una familia, hacerte mas viejo de lo que eres y morir, claro algo de equilibrio tenemos en nuestras vidas? pero será la verdad absoluta de vivir la vida?</p>
<p>por que la gente es tan falsa, hasta uno mismo niega omite o miente sobre cosas, pero ya ocultar tu manera de ser con las personas, para poder ser aceptado, creo que algo bajo.. claro si uno tiene algo malo que quisiera cambiar todo lo contrario, pero me refiero que por ser aceptados o tener beneficios en algo, mienten, intentan y o ocultar  sus  esencias</p>
<p>pareciera que esa gente nunca hubieran conocido la amistad&#8230; que además de eso se sienten &#8216;&#8217;supuestamente satisfechos con ello&#8221; claro como voy a dar cariño verdadero si no lo conozco&#8230;</p>
<p>a veces encuentro tan sucia a la gente, por diversos motivos, maldad? estado mental alterado? que se yo..</p>
<p>personas que maltratan a los niños, o las mismas sobre los animales&#8230; por eso se dice que las personas que son buenos animales, generalmente son buenas personas, claro un animal como un perro o un gato no se puede defender contra una persona, a mas que el perro sea peligroso, el caso es que a ese animal se le podría hacer cualquier cosa, pero no lo haces por que lo sientes como un amigo, parte de tu familia, que con solo verlo te provoca ternura, lo mismo con otros animales&#8230;</p>
<p>la gente va y viene, viene y se va, claro no lo niego, pero un grupo de ellas se quedaran siempre en tu corazón..</p>
<p>es bien tarde ya, se escucha un autos que pasan con relativa regularidad pero poco, las gaviotas que aun hacen ruido a estas horas de la madrugada, me rasco la cabeza mientras pasa un camión, el computador colapso unos minutos, mientras prendí un cigarro, desde mi punto de vista no se ve la luna ni idea si hoy no hay, siento el sonido del cigarro al quemarse desde mas joven me gusta ese sonido</p>
<p>quiero hablar de mil cosas pero en este momento no puedo, seria una conversación tan larga, que tomaría días y noches enteros y asdasdasd me dio flojera seguir escribiendo xD</p>
<p>PD: acaba de salir la luna de los cerros xD</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amintirile în buzunarul drept, legendele în buzunarul stâng]]></title>
<link>http://buburuz.wordpress.com/2009/11/10/amintirile-in-buzunarul-drept-legendele-in-buzunarul-stang/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 15:23:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bogdan Buburuz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Partea a doua a filmului Amintiri din Epoca de Aur tratează, la fel ca prima, legendele urbane din „]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Partea a doua a filmului <a href="http://www.amintiridinepocadeaur.ro/" target="_blank"><em>Amintiri din Epoca de Aur</em> </a>tratează, la fel ca prima, legendele urbane din „perioada regimului Ceauşescu, consacrată de propaganda comunistă sub numele de Epoca de Aur”. Spre deosebire de prima parte, <em>Dragoste în timpul liber</em> vorbeşte despre trei legende ce au în prim-plan oameni simpli, fără funcţii importante în structurile de stat sau în partid.<!--more--></p>
<p><strong>Ce film e? Bonnie şi Clyde</strong></p>
<p>Primul mit urban, <em>Legenda vânzătorilor de aer</em>, îi vizează pe doi tineri, o elevă şi un student, care dau dovadă de spirit antreprenorial şi reuşesc să pună la cale un plan destul de solid pentru a se „îmbogăţi” – noţiune care în mintea lor reprezintă valoarea unui autoturism Dacia. Bughi, studentul care „dă video”, o iniţiază pe Corina în arta escrocheriei, dar ajunge să ia lecţii de la tânăra mult mai hotărâtă să profite de naivitatea oamenilor.</p>
<p><a href="http://buburuz.wordpress.com/files/2009/11/aer_06.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-508" title="aer_06" src="http://buburuz.wordpress.com/files/2009/11/aer_06.jpg?w=300" alt="aer_06" width="300" height="188" /></a></p>
<p>Idila dintre cei doi stă însă sub semnul lăcomiei, iar lucrurile se precipită când afacerea calculată şi bine pusă la punct de Bughi începe să ridice suspiciuni. Cu toate că legenda este una dintre cele mai populare şi exemplele celor care au făcut „avere” din reciclarea sticlelor, pentru că despre aste este vorba, există şi azi în amintirea celor care au trăit epoca, Mungiu a surprins mai mult decât afacerea cu borcane: spiritul studenţesc din anii ’80, când blugii, părul lung şi aparatul video nu erau singura formă de rebeliune. Coincidenţă sau nu, una dintre primele case de schimb valutar din Cluj-Napoca a fost deschisă de un tânăr care şi-a pornit afacerea din vânzarea de sticle şi borcane. Pe când era student.</p>
<p><strong>Ouă roşii, cozonac şi monotonie</strong></p>
<p>Grigore, şofer la Avicola, este subiectul celei de-a doua legende urbane, conform căreia angajaţii care transportau găini vii aveau un singur scop: camionul sigilat trebuia să ajungă până seara la destinaţie. Pentru Grigore, personajul principal din <em>Legenda şoferului de găini</em>, care de şapte ani face drumul Baia Mare – Constanţa, termenul limită impus de conducere devine o problemă odată ce se îndrăgosteşte de „şefa” unui restaurant de pe traseu, unde se opreşte în mod regulat. Cămaşa cu gulerul ieşit de sub acelaşi pulover, viaţa monotonă alături de soţie şi cei 750 de kilometri până la destinaţie îl fac pe şofer să încalce regulile, în speranţa că va reuşi să o cucerească pe bucătăreasa cu şorţul strâns bine la brâu. Poate că titlul filmului se potriveşte cel mai bine acestei legende, care vorbeşte despre viaţa unui cuplu mai preocupat de cozonaci, raţia de ouă şi sărbători, decât de ce se întâmplă sub plapumă odată cu terminarea programului de la TVR 1.</p>
<p><strong>Nu tot ce zboară se dă mită la doctor</strong></p>
<p><em>Legenda curcanului zburător</em> încheie partea a doua a filmului într-o notă mai optimistă. Acţiunea epsiodului se petrece după anul ’89, în Bucureşti, unde o fată de la ţară trebuie să convingă un doctor de necesitatea unei intervenţii chirugicale. Înarmată cu lapte, brânză şi dolari, tânăra se vede nevoită să îşi sacrifice prietenul cel mai bun – un curcan pe care îl învaţă să facă diferenţa între pătrat şi cerc. Confruntată cu o lume nouă, în care nu ştie cum să se comporte, fata de la ţară învaţă repede regulile: 50 de dolari în buzunarul din stânga, 100 de dolari în buzunarul din dreapta – în funcţie de cât de complicată e operaţia. Mirajul lumii moderne nu o impresionează în final pe tânără, care nu se lasă copleşită de Casa Poporului şi rămâne fidelă valorilor simple de la sat. Chiar dacă regimul s-a schimbat, ultimul episod din seria legendelor urbane ne aduce aminte de puterea pe care o exercită în continuare PCR – Pile Cunoştinţe Relaţii.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/LiVZtJ8ZFWI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/LiVZtJ8ZFWI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>P.S. Iniţial am scris textul pentru o temă la master, dar m-am decis să-l urc şi pe blog. Dacă vi se pare ok, rogu-vă, pe ăştia 4-5 care citiţi blogul, să-mi spuneţi, că mai sunt multe filme pe care aş vrea să le recomand, sau nu, dar nu m-am încumetat până acum.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[En el fiordo]]></title>
<link>http://loscuatroelementos.wordpress.com/2009/11/09/en-el-fiordo-2/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 01:45:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pulo</dc:creator>
<guid>http://loscuatroelementos.wordpress.com/2009/11/09/en-el-fiordo-2/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://loscuatroelementos.wordpress.com/files/2009/11/xxxen-el-fiordo1.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-3644" title="XXXen el fiordo" src="http://loscuatroelementos.wordpress.com/files/2009/11/xxxen-el-fiordo1.jpg?w=150" alt="XXXen el fiordo" width="150" height="114" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[En el fiordo]]></title>
<link>http://loscuatroelementos.wordpress.com/2009/11/09/en-el-fiordo/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 01:29:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pulo</dc:creator>
<guid>http://loscuatroelementos.wordpress.com/2009/11/09/en-el-fiordo/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://loscuatroelementos.wordpress.com/files/2009/11/xxxen-el-fiordo.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-3640" title="XXXen el fiordo" src="http://loscuatroelementos.wordpress.com/files/2009/11/xxxen-el-fiordo.jpg?w=150" alt="XXXen el fiordo" width="150" height="114" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ESPEJISMOS, Por Fernando Sabido Sánchez]]></title>
<link>http://nandosabido.wordpress.com/2009/11/05/espejismos-por-fernando-sabido-sanchez/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 20:26:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>FERNANDO SABIDO SÁNCHEZ</dc:creator>
<guid>http://nandosabido.wordpress.com/2009/11/05/espejismos-por-fernando-sabido-sanchez/</guid>
<description><![CDATA[I LA LIBERTAD No llores cuando los malditos Dancen sobre la tumba de tu libertad Hazles creer que el]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>I</strong></p>
<p><strong>LA LIBERTAD</strong></p>
<p><strong>No llores cuando los malditos<br />
Dancen sobre la tumba de tu libertad</strong></p>
<p><strong>Hazles creer que el ataúd está vacío</strong></p>
<p><strong>II</strong></p>
<p><strong>LA VIDA NOS SORPRENDE<br />
DE FORMA IMPRECISA</strong></p>
<p><strong>Colgaban de sus ojos miradas extinguidas<br />
y vegetaba resignado en su indolencia<br />
sin que le inquietaran los días venideros</strong></p>
<p><strong>Un viernes le habló una mujer<br />
de las que sólo aman por las noches<br />
con palabras vírgenes</strong></p>
<p><strong>y le sobrevino el pánico</strong></p>
<p><strong>III</strong></p>
<p><strong>OBSCENIDAD</strong></p>
<p><strong>Mis cabellos encanecidos han perdido<br />
su primitivo color por completo</strong></p>
<p><strong>Es hora de vencer al miedo<br />
Las heridas de la cobardía<br />
empiezan a supurar obscenidad</strong></p>
<p><strong>IV</strong></p>
<p><strong>EL PECADO ORIGINAL</strong></p>
<p><strong>Tratas de proteger tu corazón<br />
confinándolo en una burbuja aséptica<br />
a los sentimientos</strong></p>
<p><strong>Es comprensible<br />
Quizá el amor aún nos llega infectado<br />
por la persistencia del pecado original</strong></p>
<p><strong>V</strong></p>
<p><strong>EL TEDIO</strong></p>
<p><strong>El tedio me persigue todos los días<br />
Y sé que no es culpa de la lluvia<br />
También me acosa obstinadamente<br />
cuando tomo el sol</strong></p>
<p><strong>Resuelvo sentarme a escribir<br />
y ponerle los cuernos</strong></p>
<p><strong>VI</strong></p>
<p><strong>Y EL AMOR SE HIZO CARNE</strong></p>
<p><strong>Me siento feliz a tu lado<br />
Decías mirándome a los ojos<br />
Transfigurándote</strong></p>
<p><strong>Pasaron los años<br />
Y el amor se hizo carne con alevosía</strong></p>
<p><strong>Después<br />
Ni tan siquiera eso</strong></p>
<p><strong>VII</strong></p>
<p><strong>FASCISMO</strong></p>
<p><strong>Woody Gutrie creó la canción protesta<br />
Escribió en su guitarra la frase:<br />
&#8220;Éste arma mata fascistas&#8221;</strong></p>
<p><strong>Pero los fascistas son ciegos y sordos<br />
Y disponen de soldados y policías<br />
para perpetuar su estirpe</strong></p>
<p><strong>VIII</strong></p>
<p><strong>ATEÍSMO</strong></p>
<p><strong>Cuando llegue la hora<br />
Escucharé el estrépito de la vida<br />
al romperse en pedazos<br />
Sobrevendrá un silencio absoluto<br />
Después la nada</strong></p>
<p><strong>Así será mi muerte</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Contem para os seus filhos...]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/04/contem-para-os-seus-filhos/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 16:19:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/04/contem-para-os-seus-filhos/</guid>
<description><![CDATA[Mais uma contribuição para o Blog e que pode gerar debates, eu inclusive nunca fui fã de Orkut, MSN,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mais uma contribuição para o Blog e que pode gerar debates, eu inclusive nunca fui fã de Orkut, MSN, mas temos que usar e nos atualizar, porém com certos cuidados.</p>
<p>Jefferson Anibal</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>Contem para seus filhos</strong></p>
<p>por Isabel Clemente</p>
<p>Eu nunca tinha lido um depoimento tão detalhado e chocante como o de Mary Kozakiewicz, mãe de Alicia, uma jovem que, aos 13 anos, foi seqüestrada, torturada e estuprada durante quatro dias por um homem que conheceu pela internet. Alicia fugiu de casa para um encontro que virou seu grande pesadelo. Um homem de 38 anos, que julgava como amigo, era um maníaco. Alicia foi salva por agentes do FBI. A tragédia, há oito anos, deu origem ao Alicia Project , uma bela iniciativa de sua família para transformar o trauma num exemplo para alertar outros jovens a não cair na mesma armadilha.  Eles rodam escolas e universidades nos Estados Unidos, numa conversa franca (e chocante)  sobre o perigo dos contatos estabelecidos no mundo virtual.</p>
<p>Como mãe, imaginei o horror de Mary, mãe de Alicia, sentada, sem poder fazer nada, enquanto a polícia procurava sua filha. Sempre vi com muita cautela os contatos no mundo virtual e, confesso, reajo com certo assombro à facilidade com que as pessoas se expõem na internet, especialmente os jovens. Estabelecem redes de amigos, em que muitas vezes conta mais a “quantidade” do que a “qualidade”. Falam muito de si, da própria rotina. Mostram fotos, às vezes íntimas, esquecendo-se, de repente, que, além de impressionar os amigos, falam também com interlocutores cheios de más intenções.<br />
Não gosto dessa exposição. Não participo de redes sociais na internet. Quando posso, alerto meus sobrinhos adolescentes sobre os riscos desse negócio, um progresso dos tempos modernos que lança as crianças, cada vez mais cedo, num mundo sem fronteiras. Nesse espaço ilimitado que se abre a partir da tela de um computador, a boa e velha estratégia de se perguntar “onde estão meus filhos agora, com quem estão e o que estão fazendo” não vale.</p>
<p>Adolescentes têm segredos, julgam-se a salvo dos perigos do mundo, confiam demais no próprio julgamento. Eu fui assim também, embora tenha sempre agido dentro de limites muito claros estabelecidos por meus pais. Sem falar, é claro, que eu não tinha a internet para navegar à vontade. Penso nas minhas filhas, em que mundo estarão quando chegarem à adolescência. Como impedir que elas me olhem como se eu fosse um ser de outro planeta apenas por alertá-las sobre as pessoas mal intencionadas. Uma providência eu considero boa: computador, só num local onde todos podem ver o que o outro está fazendo. Diante dessa (cruel) realidade, deixar que a criança navegue à vontade no seu quarto é o mesmo que permitir que ela viaje por aí sozinha, sem a companhia de um adulto responsável.</p>
<p>Os esforços de Alicia têm sido reconhecidos mundo afora com prêmios, documentários e fóruns. transformar a dor em ação não é para qualquer um. Alicia, uma jovem bonita e tímida, ainda sofre com insônias e tem lapsos de memória, num mecanismo involuntário de autoproteção. Ela estuda Psicologia na Universidade de Pittsburgh. Seu sonho é virar agente especial do FBI para impedir e salvar outras crianças da mesma situação. Leiam o que diz a mãe de Alicia (em inglês). ”Você acredita que seu filho não está sendo imprudente”, diz Mary, mas está. “A criança que retorna para você depois de uma experiência como essa não é a mesma que saiu”, escreveu Mary, para o Times britânico. Nem tem como ser. Conheçam essa história. Passem adiante. Ela pode salvar vidas e sonhos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2009/11/03/contem-para-seus-filhos/" target="_blank">http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2009/11/03/contem-para-seus-filhos/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Legado de Lemann ]]></title>
<link>http://econsultingcorp.wordpress.com/2009/11/03/o-legado-de-lemann/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 13:04:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>equipedom</dc:creator>
<guid>http://econsultingcorp.wordpress.com/2009/11/03/o-legado-de-lemann/</guid>
<description><![CDATA[Em abril de 2008 a revista Época Negócios fez uma grande reportagem sobre o legado que Jorge Paulo L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em abril de 2008 a revista Época Negócios fez uma grande reportagem sobre o legado que Jorge Paulo Lemman e seus parceiros (Beto Sicupira e Marcel Telles) deixaram para o meio empresarial brasileiro.</p>
<p>Esse legado é a chamada “Cultura Garantia” que trouxe para o Brasil um modelo de gestão baseado na meritocracia, no partnership e na gestão por resultados – algo muito inovador para a época.</p>
<p>Apesar de terem se passado vários meses desde a publicação, as lições de gestão e liderança desse trio continuam sendo oportunas e atuais.</p>
<p>Segue abaixo uma versão adaptada da “Cultura Garantia”.</p>
<p><strong>A CULTURA GARANTIA</strong></p>
<p>O QUE É</p>
<p>* CULTURA DE DONO<br />
o A idéia é que o sujeito que se considera dono do negócio é muito melhor do que aquele que está ali porque recebe salário. Para isso, deve ter autonomia para decidir, responsabilidade pelo resultado e participação nos lucros.</p>
<p>* SIMPLICIDADE<br />
o Salas sem paredes, roupas informais e poucos níveis hierárquicos. Tudo deve ser resolvido simples e rapidamente.</p>
<p>* PRÊMIO<br />
o A meritocracia se dá pela criação de metas para tudo. Não há limites para os bônus salariais dos que as superam. Os salários fixos são inferiores a média mas a cada semestre 25% do lucro líquido do banco era dividido entre os associados de acordo com o seu cargo e o desempenho auferido.</p>
<p>* BENCHMARK<br />
o Desprendimento e humildade em copiar bons exemplos e adaptá-los. Além disso uma preocupação genuína em implementar com sucesso.</p>
<p>* LIDERANÇA<br />
o Na &#8220;cultura Garantia&#8221;, uma companhia não é uma pirâmide, com níveis hierárquicos que se afunilam até a inexpugnável cúpula. A arquitetura é a de um circo romano. O que significa que o líder está no centro, onde todos podem vê-lo. <span style="text-decoration:underline;">E isso praticamente o obriga a liderar pelo exemplo</span>.</p>
<p>* DEDICAÇÃO<br />
o No Garantia não havia dias tranqüilos. A frase que resume essa filosofia é a que diz que um dia é 5% do mês. O próprio Marcel Telles, no entanto, já admitiu que esse regime de dedicação integral à empresa, foco nos resultados e expectativa de bônus milionários não é para todo mundo. A respeito disso, ele toma emprestado o lema dos marines americanos: &#8220;Few and Proud&#8221; (&#8220;Poucos e Orgulhosos&#8221;).</p>
<p>* EFICIÊNCIA OPERACIONAL<br />
o Sistema de produção à japonesa aliados a métodos de planejamento para a redução de custos e métodos para execução e verificação das economias.<br />
o &#8220;Ser paranóico com custos e despesas, que são as únicas variáveis sob nosso controle, ajuda a garantir a sobrevivência no longo prazo&#8221;, diz um dos 18 mandamentos da &#8220;cultura Garantia&#8221;</p>
<p>Esse modelo de gestão incorporado e aprimorado no antigo Banco Garantia (comprado pelo Credit Suisse em fins da década de 90) se espalhou por empresas como Ambev, Lojas Americanas, ALL e várias outras. Executivos do porte de Armínio Fraga, Cláudio Haddad e André Lara Resende também se formaram nessa escola.</p>
<p>É interessante notar que a meritocracia e o sistema de partnership são a base de todos esses princípios e uma das principais razões da qualidade dos sistemas de gestão observados nessas empresas. Não é surpresa que várias empresas de sucesso utilizem uma combinação de ambos dado que essa tem sido a melhor maneira de alinhar os interesses de acionistas e funcionários.</p>
<p>A meritocracia em especial tem um princípio simples – os melhores precisam ser bem recompensados pelos resultados que trazem. O partnership por sua vez reforça o vinculo entre os interesses de talentos e acionistas.</p>
<p>Logo, do ponto de vista dos funcionários, essa combinação tem tido muito sucesso em recompensá-los, remunerá-los, reconhecé-los e motivá-los. Ainda mais quando comparado ao sistema paternalista, onde a politicagem e o favoritismo costumam influenciar os sistemas de RH.</p>
<p>Os acionistas por sua vez já reconheceram que é basicamente de talentos que as <span style="text-decoration:underline;">grandes empresas</span> são feitas. Esses talentos contribuem na geração superior de valor, em especial na geração de valor relacionado aos Ativos Intangíveis (<a href="http://www.domsp.com.br/maison/conceitos-proprietarios#oasisdevalor" target="_blank">http://www.domsp.com.br/maison/conceitos-proprietarios#oasisdevalor</a> ) .</p>
<p>Os diversos cases de sucesso são realmente muito impressionantes; no entanto, sabe-se que a adoção de um sistema de gestão e de um sistema de valores que funcionem não são feitas da noite para o dia, uma vez que devem considerar fatores como a cultura e a história da empresa.</p>
<p>Mas porque não aproveitar um comentário do próprio Lemann que disse:. &#8220;(&#8230;) se tem alguém fazendo bem, melhor não gastar muito tempo procurando como fazer. Vai lá, olha e adapta da sua maneira, e pronto.&#8221; ?</p>
<p><em>Por Thiago de Assis (thiago.assis [at] domsp.com.br)</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cronogramas]]></title>
<link>http://diassinmiedo.wordpress.com/2009/11/02/cronogramas/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 16:20:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>diassinmiedo</dc:creator>
<guid>http://diassinmiedo.wordpress.com/2009/11/02/cronogramas/</guid>
<description><![CDATA[No hay cronogramas ni abandonos completos de uno o para uno mismo.  Sólo hay idea de cronograma, al ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><ul>
<li>No hay cronogramas ni abandonos completos de uno o para uno mismo.  Sólo hay idea de cronograma, al final de cuentas las circunstancias son las que determinan si podemos terminar aquello que planeamos hacer y aún cuando tu sabes que eso es real, muchas veces <strong>te preocupas demasiado por lo que has dejado incompleto</strong>, ya sea porque pasó esto, aquello, pero lo cierto es que no lo terminaste cuando se supone que lo harías.</li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><strong>No podemos controlar de esa manera el cumplimiento de los cronogramas</strong>, excepto cuando además de una solución, tienes otras souluciones que logran cumplir el cronograma, o sea el tiempo especificado, pero entonces date cuenta de que no cumples con terminar lo que estaba en el cronograma, si no que cumples con la justificación del tiempo que ocupaste en llenar el cronograma.</p>
<p style="text-align:center;">Pero estamos inmersos en una época donde <strong>el</strong><strong> uso del tiempo en cosas productivas, vale mucho más que miles de hombres</strong> y algunas veces, por lo menos a mi si me sucede, me angustio porque no estoy haciendo las cosas a tiempo, es más ha llegado a suceder que pienso que he llegado fuera de tiempo casi a todo. No es así, no hay tiempo específico para vivir, sólo hay que vivir con lo que uno es, no por el cumplimiento de tiempos.</p>
<p style="text-align:center;">Antes de vivir con angustia por lo que no puedo cumplir, <strong>prefiero comprender que sólo puedo sentir las sensaciones dentro de mi, que sólo puedo escuchar las alertas de mi cuerpo y comprender que esto soy yo,</strong> eso soy yo, los cronogramas de mi cuerpo no se parecen nada a los de afuera, los tiempo llegan silenciosos, poco a poco lentito, sin discusiones ni regaños, mi llamdos de atención, sólo se aparecen cuando deben aparecerse de manera natural.</p>
<p style="text-align:center;">Esos cronogramas son los que tu tienes, yo tengo, todos tenemos aunque algunos tratan de evitarlos tratando de engañar el paso del tiempo sobre nuestras nuestras vidas</p>
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Las setas del Pico de Penyagolosa.-]]></title>
<link>http://destilator.wordpress.com/2009/10/31/las-setas-del-pico-de-penyagolosa/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 12:34:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>destilator</dc:creator>
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<description><![CDATA[   En el marco de  las 2ª Jornadas Micológicas de Castellón, programadas para este fin de semana, ay]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>   En el marco de  <a href="http://destilator.blogspot.com/2009/10/mitos-y-dichos-entorno-las-setas.html" target="_blank">las 2ª Jornadas Micológicas de Castellón</a>, programadas para este fin de semana, ayer viernes día 30 de octubre fuimos invitados a una salida al monte de los alrededores del Pico de Penyagolosa para comprobar sobre el propio terreno de forma práctica las distintas clases de setas que crecen en el paraje.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1120" title="micologicacastellon" src="http://destilator.wordpress.com/files/2009/10/micologicacastellon.jpg" alt="micologicacastellon" width="400" height="575" /></p>
<p>   En un espléndido día soleado, casi impropio de esta época anual, a la llegada el Santuario de Sant Joan de Penyagolosa nos repartimos los asistentes formando varios grupos reducidos que, acertadamente guiados por un entendido maestro, íbamos observando y diferenciando las setas que encontrábamos nuestro paso y recolectando las comestibles. A mi me tocó por suerte estar incluido en el Equipo &#8220;R&#8221; que con un lazo rojo de robellón, fuimos acompañados por la Srta. Dª. María Antonia Agut Monferrer de Adzaneta del Maestrazgo, la mejor profesora que cualquier alumno pueda imaginar tener para aprender en la vida y que con sus amplísimos conocimientos, iba explicando las cualidades de cada uno de los ejemplares encontrados a nuestro paso.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1121" title="valecomida" src="http://destilator.wordpress.com/files/2009/10/valecomida.jpg" alt="valecomida" width="400" height="220" /></p>
<p>   De regreso, repusimos fuerzas en el Restaurante Casa Ramón de Adzaneta del Maestrazgo deleitando nuestros paladares con excelentísimos manjares, cual mejor, a base de setas, desde las ensaladas a los postres, para finalizar con una magistral explicación práctica, regalo personal de Dª. María Antonia Agut Monferrer sobre las características de cada tipo de las setas recolectadas.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Brilho de uma Paixão]]></title>
<link>http://stimulantia.wordpress.com/2009/10/31/brilho-de-uma-paixao/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 06:08:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Ferraz</dc:creator>
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<description><![CDATA[BRILHO DE UMA PAIXÃO (Bright Star, Reino Unido, Austrália e França, 2009) ** Dirigido por Jane Campi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-257" title="Brilho-de-uma-Paixão" src="http://stimulantia.wordpress.com/files/2009/10/brilho-de-uma-paixao.jpg" alt="Brilho-de-uma-Paixão" width="300" height="445" />BRILHO DE UMA PAIXÃO</strong><em> (Bright Star, Reino Unido, Austrália e França, 2009)</em> <span style="color:#ff0000;">**</span></p>
<p><em>Dirigido por Jane Campion. Com: Ben Whishaw, Abbie Cornish, Kerry Fox, Paul Schneider, Edie Martin, Thomas Sangster.</em></p>
<p>Fanny Brawne (Cornish) é uma moça muito prendada na costura. Freqüenta bailes na busca de um companheiro ideal, com bons dotes. Apaixona-se por John Keats (Whishaw), um poeta que não ganha um tostão, o que seria ruim para seus intentos. Mas o amor não vê condição social e, apesar de ele se afastar vez ou outra, ela continua o venerando. O amigo do rapaz, Charles Brown (Schneider) é outro obstáculo, pois não aprova a intromissão da moça.</p>
<p>Dirigido e escrito pela neozelandesa Jane Campion, “Brilho de uma Paixão” é um primor técnico. A fotografia é belíssima, aproveitando as cores da natureza em seu máximo (note que as estações do ano progridem de acordo com o romance dos personagens), formando belos quadros. O figurino, como não poderia deixar de ser em um filme de época, se aproximam de um sonho, em especial às vestes de Fanny.</p>
<p>O problema reside na narrativa, carecida de conflitos interessantes e duradouros. Arrisca-se no adoecimento do irmão de Keats, no ciúme de Brown, na imprudência do mesmo com uma empregada, na vontade de Brawne entender poesia, na pobreza dos artistas, etc. Nenhum deles se mostra importante, tanto que são descartados o mais rapidamente possível.</p>
<p>O romance do casal se fortalece pela distância e castidade. O primeiro beijo demora a acontecer. Contudo, a eficiência desse sentimento se dá mais pelas palavras, através de cartas ou poesias. Fora isso, falta maior intensidade nesse relacionamento, isto é, enquanto o poeta e a costureira estão num mesmo ambiente.</p>
<p>Abbie Cornish (“Candy”) se destaca mais que Ben Whishaw (“Perfume – A História de Um Assassino”), mas isso é pouco para uma história que teria tudo para causar suspiros. Em comparação aos seus concorrentes, como “Orgulho e Preconceito”, “Brilho de Uma Paixão” fica facilmente devendo.</p>
</div>]]></content:encoded>
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