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	<title>equivoco &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/equivoco/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "equivoco"</description>
	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 23:13:11 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Qual Ronaldo?]]></title>
<link>http://pontodvista.wordpress.com/2009/11/11/qual-ronaldo/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 16:26:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>loscarrj</dc:creator>
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<description><![CDATA[E por falar em Ronaldo, parece que os portugueses (sempre eles, depois reclamam das piadas!) andam f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>E por falar em Ronaldo, parece que os portugueses (sempre eles, depois reclamam das piadas!) andam fazendo algumas confusões.</p>
<p>A capa do jornal português Metro desta quarta-feira cometeu um &#8220;pequeno&#8221; equívoco. Na sua chamada de capa, o jornal destaca a contusão do atacante Cristiano Ronaldo, que não poderá jogar no próximo sábado contra a Bósnia-Herzegovina, pela repescagem das Eliminatórias da Copa do Mundo.</p>
<p>O problema foi a escolha da foto para a capa. Em vez de colocar o lusitano Cristiano Ronaldo, eles colocaram o brasileiro Ronaldo, o Fenômeno, com a camisa do Corinthians.</p>
<p>Clique na imagem abaixo e confira o erro diretamente do site do jornal portugues.</p>
<p><a href="http://www.readmetro.com/show/en/Lisbon/20091111/2/1/" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2870" title="capametro" src="http://pontodvista.wordpress.com/files/2009/11/capametro.jpg?w=223" alt="capametro" width="223" height="300" /></a></p>
<p>Dica do amigo <a href="http://twitter.com/v_fcosta" target="_blank">@v_fcosta</a></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Nebbia di idee]]></title>
<link>http://biblicamente.wordpress.com/2009/11/11/nebbia-di-idee/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 13:18:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>pj</dc:creator>
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<description><![CDATA[Il prossimo 10 gennaio saranno passati cinque anni da quando entrò in vigore la nota legge antifumo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Il prossimo 10 gennaio saranno passati cinque anni da quando entrò in vigore la nota legge antifumo ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Quanti muri]]></title>
<link>http://biblicamente.wordpress.com/2009/11/09/quanti-muri/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 18:28:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>pj</dc:creator>
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<description><![CDATA[9 novembre. Quest&#8217;anno è facile ricordarsene, mentre tutti i giornali e le televisioni fanno d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[9 novembre. Quest&#8217;anno è facile ricordarsene, mentre tutti i giornali e le televisioni fanno d]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[La giusta cornice]]></title>
<link>http://biblicamente.wordpress.com/2009/11/02/la-giusta-cornice/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 11:35:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>pj</dc:creator>
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<description><![CDATA[Capita, ogni tanto, di registrare un programma sbagliato. In questo caso, al posto di un telefilm, u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Capita, ogni tanto, di registrare un programma sbagliato. In questo caso, al posto di un telefilm, u]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Equívoco do MEC prejudicará a qualidade da informação]]></title>
<link>http://peufrj.wordpress.com/2009/10/31/equivoco-do-mec-prejudicara-a-qualidade-da-informacao/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 03:58:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>gregoryoliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mudança no paradigma da Comunicação Social, por meio do MEC e a pergunta que não cessa: será mesmo o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>	Mudança no paradigma da Comunicação Social, por meio do MEC e a pergunta que não cessa: será mesmo o fim de Produção Editorial, uma habilitação indispensável ao progresso da educação?</p>
<p>							Por Gregory Oliveira Neres </p>
<p>	Não estou aqui para criticar os profissionais que atuam no mercado editorial mesmo sem serem produtores editoriais de formação superior; é cada vez mais inegável a qualidade do trabalho que desenvolvem, pois ocupam vagas altamente competitivas.<br />
Muito menos escrevo este manifesto no intuito de crucificar a difusão de conhecimentos a um público que cresce satisfatoriamente, vide os cursos técnicos de design editorial e publicações, porém a última decisão do Ministério da Educação e Cultura de nosso país foi a gota d’água.</p>
<p>	Um segmento tão essencial ao desenvolvimento da história da humanidade e de diálogo entre gerações afastadas temporal e geograficamente como o de livros jamais deveria sofrer um golpe tão profundo: profunda ironia do destino, de um ministério que pressupõe o nosso trabalho no desenvolvimento de produtos didáticos a fim de propiciarem a educação brasileira.</p>
<p>	Primeiro, encerrar com o caráter heterogêneo do curso de Comunicação Social, que por ter um ciclo básico semelhante às habilitações que o legitimam possibilitam um contato incrivelmente abrangente entre seus alunos, e mais: permitem aos mesmos desenvolverem competências capazes de suprir as necessidades dos mais variados públicos.</p>
<p>	Um recorte no desenvolvimento dos meios de comunicação, suas teorias, relações com as artes plásticas, gráficas e áreas conexas (como psicologia, antropologia, economia e administração) imprimem ao universitário uma visão crítica da sociedade na qual o mesmo encontra-se inserido, garantindo mais responsabilidade e compromisso ético em seu âmbito de atuação. Perder todo esse aparato teórico, dissociando as habilitações consiste em um grande equívoco, pois empobrece tanto o mercado profissional quanto a pesquisa acadêmica ao retirar as enriquecedoras trocas de informação no convívio diário.</p>
<p>	A transformação do curso de Produção Editorial em tecnólogo encerra mais um capítulo de recusa da realidade. Afastar a base de comunicação do profissional da área limita sua capacidade de elaborar ferramentas que visem tanto a absorver as demandas de um mercado continuamente em expansão quanto no tratamento ético dado ao que é concebido, o qual é de suma importância para o exercício da carreira, tendo o ciclo básico como um aliado imprescindível a esse viés.</p>
<p>	Além disso, a desvalorização da carreira em detrimento do inchaço de eventuais prestadores de serviço (como freelancers) no exercício das diversas atividades do meio a transformaria em mais uma esfera sem sentido do capitalismo. Este aumento de competitividade poderia levar o mercado editorial a uma iminente saturação, perfeitamente deplorável ao gerar a instauração de um status quo onde os profissionais passariam a atentar infinitamente mais para os seus ganhos individuais do que à produção de primoroso material que passa pela inicial preocupação de corresponder aos anseios de um público específico. É o total e irrestrito aniquilamento de um ideal de carreira, sucumbindo aos apelos da política do capital. </p>
<p>	Será que todos os defensores da proposta pensaram em todos esses aspectos ao germinarem suas diretrizes de alteração? E o leitor, onde é que fica? A preocupação com o receptor, o qual depende de uma série de fatores para ver correspondido seus anseios na produção dos materiais, como, por exemplo, o público idoso, que necessita de um maior espaçamento entrelinhas e uma fonte de corpo superior ao habitual com a ideia essencial de não prejudicar a tão fatigada visão. Será que os ministros e demais deliberadores refletiram sobre essa atualíssima vertente? Todos os membros do segmento de atuação mantem, junto com sua ética profissional, preocupações como essa?</p>
<p>	Fica o apelo, comum a todos os estudantes e pessoas sensatas que vêem a medida como algo prejudicial à constituição da sociedade como um todo, de maneira igual aos leitores, vítimas inquestionáveis do concernente equívoco: sociedade esta que tem no profissional de comunicação um aliado fundamental na difusão da informação, a qual perderá completamente o sentido de sua qualidade ao descaracterizarem essa importante área do saber.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tutto vero! ]]></title>
<link>http://grattaevinci.wordpress.com/2009/10/30/tutto-vero/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:37:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>lucaborello</dc:creator>
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<description><![CDATA[Da &#8220;Il Giornale&#8221;, 30-10-09 I fatti che riguardano il presunto incidente di percorso di G]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Da &#8220;Il Giornale&#8221;, 30-10-09 I fatti che riguardano il presunto incidente di percorso di G]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Equívocos sobre o Budismo]]></title>
<link>http://destruidordedogmas.wordpress.com/2009/10/18/equivocos-sobre-o-budismo/</link>
<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 00:39:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mako</dc:creator>
<guid>http://destruidordedogmas.wordpress.com/2009/10/18/equivocos-sobre-o-budismo/</guid>
<description><![CDATA[buddha Se você quer milagres, não procure o buddhismo. O supremo milagre para o buddhismo é você lav]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 474px"><a href="http://images.uncyc.org/commons/e/e3/Suzhou-buddha.jpg"><img alt="budha" src="http://images.uncyc.org/commons/e/e3/Suzhou-buddha.jpg" title="buddha souzhou" width="464" height="327" /></a><p class="wp-caption-text">buddha</p></div>
<p>Se você quer milagres, não procure o buddhismo. O supremo milagre para o buddhismo é você lavar seu prato depois de comer.</p>
<p>Se você quer curar seu corpo físico, não procure o buddhismo. O buddhismo só cura os males de sua mente: ignorância, cólera e desejos desenfreados.</p>
<p>Se você quiser arranjar emprego ou melhorar sua situação financeira, não procure o buddhismo. Você se decepcionará, pois ele vai lhe falar sobre desapego em relação aos bens materiais. Não confunda, porém, desapego com renúncia.</p>
<p>Se você quer poderes sobrenaturais, não procure o buddhismo. Para o buddhismo, o maior poder sobrenatural é o triunfo sobre o egoísmo.</p>
<p>Se você quer triunfar sobre seus inimigos, não procure o buddhismo. Para o buddhismo, o único triunfo que conta é o do homem sobre si mesmo.</p>
<p>Se você quer a vida eterna em um paraíso de delícias, não procure o buddhismo, pois ele matará seu ego aqui e agora.</p>
<p>Se você quer massagear seu ego com poder, fama, elogios e outras vantagens, não procure o buddhismo. A casa de Buddha não é a casa da inflação dos egos.</p>
<p>Se você quer a proteção divina, não procure o buddhismo. Ele lhe ensinará que você só pode contar consigo mesmo.</p>
<p>Se você quer um caminho para Deus, não procure o buddhismo. Ele o lançará no vazio.</p>
<p>Se você quer alguém que perdoe suas falhas, deixando-o livre para errar de novo, não procure o buddhismo, pois ele lhe ensinará a implacável Lei de Causa e Efeito e a necessidade de uma autocrítica consciente e profunda.</p>
<p>Se você quer respostas cômodas e fáceis para suas indagações existenciais, não procure o buddhismo. Ele aumentará suas dúvidas.</p>
<p>Se você quer uma crença cega, não procure o buddhismo. Ele o ensinará a pensar com sua própria cabeça.</p>
<p>Se você é dos que acham que a verdade está nas escrituras, não procure o buddhismo. Ele lhe dirá que o papel é muito útil para limpar o lixo acumulado no intelecto.</p>
<p>Se você quer saber a verdade sobre os discos voadores ou sobre a civilização de Atlântida, não procure o buddhismo. Ele só revelará a verdade sobre você mesmo.</p>
<p>Se você quer se comunicar com espíritos, não procure o buddhismo. Ele só pode ensinar você a se comunicar com seu verdadeiro eu.</p>
<p>Se você quer conhecer suas encarnações passadas, não procure o buddhismo. Ele só pode lhe mostrar sua miséria presente.</p>
<p>Se você quer conhecer o futuro, não procure o buddhismo. Ele só vai lhe mandar prestar atenção a seus pés, enquanto você anda.</p>
<p>Se você quer ouvir palavras bonitas, não procure o buddhismo. Ele só tem o silêncio a lhe oferecer.</p>
<p>Se você quer ser sério e austero, não procure o buddhismo. Ele vai ensiná-lo a brincar e a se divertir.</p>
<p>Se você quer brincar e se divertir, não procure o buddhismo. Ele o ensinará a ser sério e austero.</p>
<p>Se você quer viver, não procure o buddhismo, pois ele o ensinará a morrer.</p>
<p>Se você quer morrer, não procure o buddhismo, pois ele o ensinará a viver.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dharmanet.com.br/amitabha/equivocos.htm">http://www.dharmanet.com.br/amitabha/equivocos.htm</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Transtorno em voo // Deputado usa passagem da esposa]]></title>
<link>http://tribunapopular.wordpress.com/2009/09/28/transtorno-em-voo-deputado-usa-passagem-da-esposa/</link>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 17:59:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redacao TP</dc:creator>
<guid>http://tribunapopular.wordpress.com/2009/09/28/transtorno-em-voo-deputado-usa-passagem-da-esposa/</guid>
<description><![CDATA[do Diario de Pernambuco Uma situação inusitada fez atrasar a decolagem de um voo no Aeroporto Intern]]></description>
<content:encoded><![CDATA[do Diario de Pernambuco Uma situação inusitada fez atrasar a decolagem de um voo no Aeroporto Intern]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Terceiro Cap&iacute;tulo&hellip;]]></title>
<link>http://lunnaguedes.wordpress.com/2009/09/08/terceiro-captulo/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 14:24:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lunna</dc:creator>
<guid>http://lunnaguedes.wordpress.com/2009/09/08/terceiro-captulo/</guid>
<description><![CDATA[&#160; Debora acordou cedo na manhã seguinte, como de costume. Sua disciplina não sofria alterações ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p><a href="http://lunnaguedes.files.wordpress.com/2009/09/image2.png"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="image" border="0" alt="image" src="http://lunnaguedes.files.wordpress.com/2009/09/image_thumb2.png?w=418&#038;h=321" width="418" height="321" /></a> </p>
<p>Debora acordou cedo na manhã seguinte, como de costume. Sua disciplina não sofria alterações nem mesmo que ela tivesse passado a noite toda em claro. Sentada confortavelmente na cozinha, ela lia os jornais, alguns artigos pré selecionados em revistas e saboreava lentamente seu chá… Vez ou outra seu olhar corria para uma pequena e delicada caixinha de jóias, cuidadosamente “abandonada” por ela sobre a mesa. Ela buscava em sua mente uma maneira de declinar daquele presente oferecido a ela por Giles. Ela não queria ser rude ou desagradável, afinal, nutria por ele um enorme carinho, mas aceitar aquele presente seria o mesmo que negar a si mesma&#8230;</p>
<p>O encontro com Giles aconteceu no final da tarde daquele mesmo dia… Ela escolheu as margens do Rio Sena para uma caminhada agradável, um café, um pouco de música e uma conversa absurdamente necessária…</p>
<p>Giles estava empolgado, trouxera com ele o projeto de uma casa, onde tudo havia sido meticulosamente planejado por ele: o quarto das crianças, um novo atelier para Debora, seu escritório, o quarto amplo e arejado para os dois, uma sala agradável para realizar pequenos eventos para os amigos, um amplo jardim com piscina, mesas para chá no final da tarde, a varanda que ela tanto parecia apreciar nas casas. Nenhum detalhe ficara de fora. </p>
<p>A apresentação para Debora foi feita ali sobre uma mesinha de um típico café francês. O vento insistia em perturbar aquele emaranhado de folhas combinadas, o que servia apenas para deixar Giles ainda mais inquieto. Por outro lado, Debora mantinha-se calma e com um sorriso gentil nos lábios, ainda buscando uma maneira de ser gentil:</p>
<p>_ Por que não se senta? Precisamos conversar… </p>
<p>Giles aquietou-se repentinamente, puxou a cadeira para sentar-se mais próximo de sua amada, segurou suas mãos, beijando-as carinhosamente e preparou-se para ouvir seu belo discurso, afinal, ele apenas tinha lhe entregue o anel. É claro que não era preciso dizer mais, afinal estavam juntos há quatro anos e mesmo sabendo casamento não fazia parte do universo de sua amada, ele insistiu&#8230; Vestindo-se apenas de ousadia, saiu e comprou o mais belo anel que seus olhos conseguiram encontrar. E de posse de uma coragem pouco comum a ele, depositou aquela singela caixinha nas mãos dela ao deixá-la em sua casa após o jantar de comemoração pelo sucesso de sua exposição… Não queria ouvir nada naquele momento, queria apenas saborear a riqueza do instante&#8230; Então ele a tomou em seus braços, beijando-a intensamente e foi embora, deixando-a ali com o sabor doce daquele beijo que celebrava um novo momento em suas vidas. </p>
<blockquote><p>Ele esperou ansiosamente pelo telefonema dela, que veio um pouco antes do almoço, na certa entre um intervalo e outro de suas aulas e quando ouviu dela o local escolhido abriu o mais belo sorriso e dialogou em seguida com seu colega de trabalho “<strong>hoje eu serei o homem mais feliz do universo”</strong>:</p>
</blockquote>
<p>_ Eu queria ter encontrado uma maneira gentil de te dizer tudo isso, mas não há como ser gentil quando se declina de algo, não é?    <br />_ Como assim Debora?     <br />_ Eu não posso aceitar isso. Giles, eu não posso te dar o que você quer porque eu não tenho espaço para essas coisas na minha vida. Eu não quero mudar de casa, eu levei anos pra encontrar aquele sobrado numa esquina e quando eu encontrei foi como se ele estivesse lá há anos esperando por mim e eu não quero sair de lá. Não quero ter uma casa no interior, mas eu sei o quanto você quer isso e eu espero sinceramente que você encontre alguém que dê tudo isso a você. Mas esse alguém não sou eu&#8230; Me desculpe!</p>
<p>Giles ficou em silêncio, não era nada disso que ele pensava ouvir. Não estava preparado para algo assim. Queria ter palavras para convencê-la do contrário. Olhava para seu projeto sobre a mesa para a caixinha recém colocada sobre a mesa por sua amada e não sabia o que dizer ou fazer. </p>
<blockquote><p>Debora era uma linda mulher, com traços expressivos, um sorriso encantador e um olhar luminoso. Suas formas eram pouco comuns. Tinha uma combinação de elementos que encantava os homens… Ela era uma doce forma de mistérios: impossível conhecê-la profundamente já que ela falava tão pouco ou quase nada sobre si mesma e ainda assim ele a amava intensamente, por todas as pequenas coisas que ela fazia. Foram tantas as vezes que ela o surpreendera com convites inusitados, totalmente fora de horários, coisa que ela parecia desconhecer totalmente… </p>
</blockquote>
<p>Giles levantou-se repentinamente sem dizer absolutamente nada, juntou seus papéis, guardou o anel no bolso de seu casaco e foi embora cabisbaixo. Os papéis ficaram na primeira lixeira encontrada e ao longe, quando pensava não estar mais ao alcance de sua amada, chorou copiosamente&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lugar equivocado]]></title>
<link>http://inventaria.wordpress.com/2009/08/22/lugar-equivocado/</link>
<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 06:00:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>xpb-INVENTARIA</dc:creator>
<guid>http://inventaria.wordpress.com/2009/08/22/lugar-equivocado/</guid>
<description><![CDATA[22 de agosto de 2009 Quería hinchar las ruedas del coche y no ha sido posible porque llevaba las ven]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>22 de agosto de 2009</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-5377 aligncenter" title="Me voy" src="http://inventaria.wordpress.com/files/2009/08/me-voy.jpg" alt="Me voy" width="270" height="280" /></p>
<address><span style="color:#003366;">Quería hinchar las ruedas del coche y no ha sido posible porque llevaba las ventanillas bajadas.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                            xpb</span></address>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Créu Pires]]></title>
<link>http://outeabout.wordpress.com/2009/08/20/creu-pires/</link>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 20:46:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dimas</dc:creator>
<guid>http://outeabout.wordpress.com/2009/08/20/creu-pires/</guid>
<description><![CDATA[E a Cleo Pires, gente? Diz que ela tá super feliz, namorando e etc&#8230; Essas coisas. E fez uma ta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>E a Cleo Pires, gente? Diz que ela tá super feliz, namorando e etc&#8230; Essas coisas. E fez uma tatuagem. Vamos ver?</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://outeabout.wordpress.com/files/2009/08/cleo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2277" title="Cleo" src="http://outeabout.wordpress.com/files/2009/08/cleo.jpg" alt="Cleo" width="450" height="618" /></a><em>Clique para ampliar</em></p>
<p style="text-align:left;">Tipos, que ela tatuou &#8220;só enriquece quem dá&#8221;. Que foi gente? O ditado é africano, mas o corpo é dela&#8230; Eu, hein&#8230;</p>
<p style="text-align:left;">(da <a href="http://www.terra.com.br/istoegente/edicoes/519/artigo149695-1.htm" target="_blank"><strong>Istoé Gente</strong></a>)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La storia che passa]]></title>
<link>http://biblicamente.wordpress.com/2009/08/17/la-storia-che-passa/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 10:26:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>pj</dc:creator>
<guid>http://biblicamente.wordpress.com/2009/08/17/la-storia-che-passa/</guid>
<description><![CDATA[Un vecchietto trasandato cammina sotto la pioggia sulle strade di Long Branch, in New Jersey. Agli o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Un vecchietto trasandato cammina sotto la pioggia sulle strade di Long Branch, in New Jersey. Agli o]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dal giusto al bene]]></title>
<link>http://biblicamente.wordpress.com/2009/07/27/dal-giusto-al-bene/</link>
<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 11:21:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>pj</dc:creator>
<guid>http://biblicamente.wordpress.com/2009/07/27/dal-giusto-al-bene/</guid>
<description><![CDATA[Di falsi invalidi è pieno il nostro paese: dai telefonisti sordi ai ciechi con la patente, periodica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Di falsi invalidi è pieno il nostro paese: dai telefonisti sordi ai ciechi con la patente, periodica]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Equívoco: Lindsay Lohan "la nueva Marilyn Monroe"]]></title>
<link>http://dialogofashion.wordpress.com/2009/07/17/equivoco-lindsay-lohan-la-nueva-marilyn-monroe/</link>
<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 08:51:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mônica Ash</dc:creator>
<guid>http://dialogofashion.wordpress.com/2009/07/17/equivoco-lindsay-lohan-la-nueva-marilyn-monroe/</guid>
<description><![CDATA[(Dicionário: Equívoco: subst m mal-entendido; que dá margem a suspeita. sm engano; Lindsay Lohan a n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#888888;">(Dicionário:</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#888888;">Equívoco</span></strong><span style="color:#888888;">: </span><em><span style="color:#888888;">subst m</span></em><span style="color:#888888;"> mal-entendido; que dá margem a suspeita. </span><em><span style="color:#888888;">sm</span></em><span style="color:#888888;"> engano; Lindsay Lohan a nova Marilyn Monroe.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#888888;">Equiocar-se:</span></strong><span style="color:#888888;"> </span><em><span style="color:#888888;">v.p</span></em><span style="color:#888888;">. Confundir-se, enganar-se. Lindsay Lohan a nova Marilyn Monroe.)</span></p>
<p style="text-align:center;"><img title="LiLo_VogueEspaña " src="http://dialogofashion.wordpress.com/files/2009/07/4t3n0k.jpg" alt="LiLo_VogueEspaña " width="386" height="439" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Lindsay Loha</strong><strong>n</strong> não está na melhor fase da sua carreira. Mesmo assim, ela é a capa e o recheio da edição de agosto da <strong>Vogue España</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Com fotos do excelente <strong><a href="http://www.alixmalka.com/" target="_blank">Alix Malk</a></strong>, LiLo encarna  mais uma vez  <strong>Marilyn Monroe</strong> com o céu azul e o letreiro de Hollywood como pano de fundo. <strong>Não é a primeira vez</strong> que ela é fotografada como Marilyn. Em 2008,<a href="http://nymag.com/fashion/08/spring/44247/" target="_blank"> Lindsay Lohan posou para as lentes de </a><strong><a href="http://nymag.com/fashion/08/spring/44247/" target="_blank">Bert Stern</a></strong><a href="http://nymag.com/fashion/08/spring/44247/" target="_blank">, para uam ediçãoespecial da </a><strong><a href="http://nymag.com/fashion/08/spring/44247/" target="_blank">New York Magazine</a> </strong>inspirado na diva do cinema. Foi <a href="http://www.bertstern.com/" target="_self"><strong>Bert Stern</strong></a> quem fotografou o lendário último ensaio de Marilyn para a Vogue em <strong>1962</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Talvez seja justamente aí que todo este equívoco tenha começado. Lindsay Lohan <em>&#8220;la nueva Marilyn Monroe&#8221;. </em></p>
<p style="text-align:justify;">Nem o ensaio da New York Magazine, nem o da Vogue Espanha ficaram ruins. Muito pelo contrário, as fotos são lindíssimas feitas por dois brilhantes fotógrafos. O problema esta justamente em querer de Lindsay algo que ela jamais poderá oferecer. LiLo não é mito e nunca será. Ela não é polêmica e nunca alcançará o status de diva, pois afundou-se nos seus dramas pessoas e fez deles o seu  espetáculo particular.</p>
<p style="text-align:justify;">Lindsay Lohan não é a nova Marilyn. Marilyn é um mito muito maior do que Lindsay jamais poderá sonhar ser. Equipará-las é uma tolice. Marilyn Monroe foi única em sua beleza, seu talento e seu encanto.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma nova Marilyn? Acredito que nem Scarlett Johansson mereça tanto.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-3208 aligncenter" title="LiLo_VogueEspaña" src="http://dialogofashion.wordpress.com/files/2009/07/zoce9f.jpg" alt="LiLo_VogueEspaña" width="480" height="717" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-3210 aligncenter" title="LiLo_VogueEspaña02" src="http://dialogofashion.wordpress.com/files/2009/07/m7bdja.jpg" alt="LiLo_VogueEspaña02" width="480" height="720" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-3211 aligncenter" title="LiLo_VogueEspaña" src="http://dialogofashion.wordpress.com/files/2009/07/5f3m7k.jpg" alt="LiLo_VogueEspaña" width="481" height="720" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-3212" title="LiLo_VogueEspaña" src="http://dialogofashion.wordpress.com/files/2009/07/2u3uzdg.jpg" alt="LiLo_VogueEspaña" width="480" height="720" /></p>
<p><img class="size-full wp-image-3213 aligncenter" title="LiLo_VogueEspaña" src="http://dialogofashion.wordpress.com/files/2009/07/2hp175g.jpg" alt="LiLo_VogueEspaña" width="480" height="719" /></p>
<pre style="text-align:right;"><span style="color:#888888;">[imagens: resprodução]</span></pre>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Você já matou um leão para o almoço hoje?]]></title>
<link>http://juborges.wordpress.com/2009/06/05/voce-ja-matou-um-leao-para-o-almoco-hoje/</link>
<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 13:27:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>juborges</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma das coisas que mais deixam as pessoas frustradas quando eu conto sobre como foi viver em Luanda ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma das coisas que mais deixam as pessoas frustradas quando eu conto sobre como foi viver em Luanda  é na hora que eu digo que eu morava numa cidade de 6 milhõe de habitantes, que eu ia pro trabalho de carro, no fim do dia ia jantar fora ou ia pra um bar e que no fim de semana eu ia para a praia. Aaaah, que coisa mais&#8230; normal&#8230;. diziam as bocas ou as expressões das pessoas. Você morou na África. E os leões, as girafas, os mutilados, os famintos, as caçadas, os rituais tribais, as mulheres com rostos e corpos pintados entoando cantos religiosos que hipnotizam as pessoas, as serpentes venenosas e as doenças tropicais? Não tem nada disso? Ter até tem em alguns lugares. Como no Brasil também tem essas coisas em alguns lugares (tá, leão e girafa não tem, só no zoológico).</p>
<p>As pessoas não sabem nada da África e o que sabem geralmente são essas imagens bizarras. E aí vai um cidadão que morou lá, que viveu tudo aquilo, que andou pra todo canto, que fez  um monte de amigos, que entendeu um pouco como as coisas funcionavam e, quando volta para o Brasil, o jornal em que ele trabalha la em Alagoas faz uma matéria assim&#8230;.</p>

<p>&#8230; com mulheres de peito de fora pintada e com cara de que entoam cantos tribais que hipnotizam as pessoas. Meu Deus, que coisa equivocada. Ainda vale fazer menção especial à palavra &#8220;exubertante&#8221;, que sempre acompanha tudo relacionado à África. Como se metrópole, congestionamento, musseque, candonga, mercados a céu aberto, pessoas indo e vindo trabalhar, bares a beira mar, restaurantes, jornais, lojas, telemóveis, etc etc etc etc fossem exuberantes. Ai, ai, viu.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Do nada]]></title>
<link>http://sobretudodelona.wordpress.com/2009/05/25/do-nada/</link>
<pubDate>Mon, 25 May 2009 17:54:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>G</dc:creator>
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<description><![CDATA[O existencialismo pode ser tão falho quanto o criacionismo, mas parece-me mais transparente. Os dogm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">O existencialismo pode ser tão falho quanto o criacionismo, mas parece-me mais transparente. Os dogmas do criacionismo me irritam, não por eles em si ou de per-si, mas pela dissimulação atávica do pensamento. Melhor seria dizer do não pensamento, das trevas mentais a que tentam induzir os de mais frágil espírito. E não se deve construir toda uma arquitetura filosófica apropriada para os de menos capacidade cognitiva.</span><span style="color:#000080;"> Isso seria (e é) patético)</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[You Girls Never Know How You Make A Boy Feel]]></title>
<link>http://lirodrigues.wordpress.com/2009/04/13/girls-never-know-how-you-make-a-boy-feel/</link>
<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 19:24:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Liliane</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois daquele show, a música embalando o abraço e finalmente a declaração no dia seguinte, sua vida]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#993300;"><img class="aligncenter size-full wp-image-708" title="huge2" src="http://lirodrigues.wordpress.com/files/2009/04/huge2.jpg" alt="huge2" width="380" height="411" /></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#993300;">Depois daquele <a href="http://www.justafest.com.br/" target="_self">show</a>, a <a href="http://letras.terra.com.br/radiohead/63486/" target="_self">música</a> embalando o abraço e finalmente a declaração no dia seguinte, sua vida é esperar. Enquanto a resposta não vem, ele permanece como seu amigo e admirador. Até que, naquele dia, resolveu ir mais uma vez com ela e uns amigos divertir-se. Poderia ser aquela a melhor oportunidade daquela relação. Porém, depois de algumas cenas provocando sua ira, eis que ela toma a pior atitude que ele poderia ter visto: dança, beijo, lugar reservado. Por mais que o tal amigo não tivesse a predileção por mulheres, a mente do homem foi tomada pelos piores pensamentos e o sua indignação o deixou descrente daquele envolvimento com a menina dos seus sonhos. Depois de alguns minutos, resolveu voltar para sua casa e curtir aquele sofrimento. Ciúme consumindo suas virtudes, não queria pensar mais naquela cena, mesmo que tudo aquilo não saísse de sua cabeça. Ela não entrava em contato e o seu desespero foi aumentando, quando recebeu o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Az-6z8BizDY" target="_self">vídeo</a> da música que havia embalado o seu momento máximo de carinho. Pensamento distante, coração apertado, a vontade de nunca mais vê-la e algumas lágrimas depois, tomou coragem e resolveu falar com a moça de nome e traços perfeitos. Mas isso seria ainda de longe, afinal, ela não merecia ver a tristeza estampada em seu rosto apaixonado. Ao ler as explicações da garota, o calor fez ruborizar sua face e reacender a esperança. Ela apenas consolava inocentemente um amigo que tinha brigado com o namorado há poucos instantes e estava receoso em relação ao julgamento das demais pessoas. Alívio e vergonha de si mesmo, ele resolveu nem comentar o porquê de ter ido embora. Talvez fale, talvez não, a atitude que mais queria ter, naquele momento, era a de continuar aquele abraço saudoso do show inesquecível. </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Use o erro a seu favor]]></title>
<link>http://amdanon.wordpress.com/2009/03/27/use-o-erro-a-seu-favor/</link>
<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 12:40:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>amdanon</dc:creator>
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<description><![CDATA[Como administrar suas falhas e tirar proveito delas para manter a produtividade em alta e a confianç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Como administrar suas falhas e tirar proveito delas para manter a produtividade em alta e a confiança do chefe</strong></p>
<p>Fonte: Revista Você SA (matéria de Gabriel Penna)</p>
<p>Cometer erros no trabalho é um pesadelo para muita gente. Mas, se o estrago já está feito, de que adianta se desesperar? Como todos nós falhamos, o que pesa mais na avaliação de um profissional é como ele lida com a situação. Saber errar significa, por um lado, antecipar riscos para não ser completamente surpreendido. E, por outro, corrigir as falhas o mais rápido possível e aprender com elas. Companhias como 3M, Natura e Serasa estimulam seus funcionários a assumir riscos controlados e toleram erros para estimular a iniciativa das equipes. </p>
<p>Um estudo publicado em novembro do ano passado pela escola de negócios IMD, da Suíça, mostra que a tolerância ao erro é o principal motivador de inovações nas empresas, pesando duas vezes mais do que itens como autonomia e premiações. “As pessoas arriscam mais quando têm segurança e apoio para lidar com as consequências de uma falha“, diz o professor Stuart Read, reitor de pesquisa e desenvolvimento do IMD e autor do estudo. Com o tempo e a experiência, a tendência é que o número de acertos supere o de enganos e o seu prestígio com o chefe cresça. “Quem erra menos ganha crédito e pode se arriscar mais”, diz o consultor Pedro Mandelli. A seguir, veja como usar os erros a seu favor.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 4.55pt;"><strong><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:&#34;">Entenda como sua empresa lida com os erros</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 9.1pt;"><span style="font-size:9pt;font-family:&#34;">Companhias que investem em pesquisa e inovação, como as de tecnologia e de consumo, são mais abertas ao risco e, portanto, aos erros. “Em empresas de processos padronizados, a tolerância à falha é próxima de zero”, diz Ruy Quadros, professor da Universidade Estadual de Campinas. </span></p>
<p>Para saber como a sua empresa lida com os erros, verifique se há produtos ou processos criados a partir de um fracasso. E se os executivos da companhia são promovidos apesar de falharem. “A empresa que reconhece o erro como parte da aprendizagem orienta em vez de punir”, diz Maria Tereza Fleury, diretora da Escola de Administração de Empresas da FGV-SP.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 4.55pt;"><strong><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:&#34;">Planeje e compartilhe</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 9.1pt;"><span style="font-size:9pt;font-family:&#34;">Se você tem uma tarefa complicada ou vai propor um projeto, faça uma lista prevendo possíveis erros. Pense em medidas para evitar, reverter e compensar cada um desses problemas. E não deixe de levantar os custos envolvidos no processo. ”Antes de falar com o chefe, avalie se os benefícios do projeto fazem valer os riscos”, diz Gisela Kassoy, consultora de inovação e criatividade. Por fim, compartilhe suas ideias com as pessoas de confiança. “Busque apoios para não errar sozinho”, diz Pedro Mandelli, consultor de gestão de pessoas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 4.55pt;"><strong><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:&#34;">Solução, sim. Negligência, não</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 9.1pt;"><span style="font-size:9pt;font-family:&#34;">Não espere que a empresa tolere falhas por desleixo, negligência ou resistência a mudar de atitude. O erro por omissão ou falta de esforço é grave e pode manchar sua reputação. Por outro lado, quem comete equívocos buscando soluções para um problema ou enfrentando situações novas, e procura corrigi-los, ganha créditos. “É melhor errar fazendo do que nem tentar”, diz Denise Manfredi, consultora da BSP Career, de São Paulo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 4.55pt;"><strong><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:&#34;">Negocie com o chefe</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 9.1pt;"><span style="font-size:9pt;font-family:&#34;">Alinhar as ações com seu superior é fundamental para compartilhar responsabilidades e evitar represálias em caso de erro. Avalie a disposição do seu chefe para dialogar e discuta temas concretos, como projetos e tarefas. Seja realista e não combine metas exorbitantes: elas ajudam a conseguir recursos, mas se tornam um fardo caso o resultado não seja o esperado. “Pergunte o que a empresa está disposta a arriscar e a perder. Isso ajuda a saber até onde podemos ir”, diz Stuart Read, do IMD.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 4.55pt;"><strong><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:&#34;">Errou? Corrija rapidamente</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 9.1pt;"><span style="font-size:9pt;font-family:&#34;">Esconder ou adiar a comunicação de uma falha só agrava a situação. Assuma a responsabilidade, explique o problema, mas não use frases como “estraguei tudo” ou “a culpa é toda minha”. E tome rapidamente medidas para reduzir danos. </span></p>
<p>Na Serasa, empresa de análise de crédito, em São Paulo, os funcionários têm respaldo para inovar, mas precisam ser rápidos se algo sair errado. “Acompanho de perto a execução de tarefas para identificar e corrigir imprevistos assim que eles ocorrem”, diz a carioca Maria Sol Marques, de 38 anos, gerente corporativa de projetos.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 4.55pt;"><strong><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:&#34;">Aprenda com as falhas, mas não as repita</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 9.1pt;"><span style="font-size:9pt;font-family:&#34;">Na subsidiária da americana 3M, em Sumaré, interior de São Paulo, isso é o que se espera dos funcionários. O químico paulista João Roberto Talamone, de 49 anos, sabe disso. Em 2006, ele passou seis meses testando uma película para proteger a pintura de veículos, mas o projeto foi suspenso por falta de prazo para mais testes. Meses depois, João descobriu que o material poderia servir a outro cliente. Hoje, é usado por mineradoras para revestir a carga de caminhões e impedir a dispersão de poeira. A venda anual já é de 2 milhões de dólares. “É uma de nossas patentes de maior sucesso nos últimos anos”, diz João.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Sul filo del disagio]]></title>
<link>http://biblicamente.wordpress.com/2009/02/25/sul-filo-del-disagio/</link>
<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 10:31:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>pj</dc:creator>
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<description><![CDATA[«Si chiama Cerrie Burnell, ha 29 anni e, con in tasca il diploma di una celebre scuola per aspiranti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[«Si chiama Cerrie Burnell, ha 29 anni e, con in tasca il diploma di una celebre scuola per aspiranti]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Estupidez humana]]></title>
<link>http://sobretudodelona.wordpress.com/2009/02/20/estupidez-humana/</link>
<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 12:50:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>G</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tem coisas que viriam do mal se ele existisse. Tudo o  que se esconde atrás de &#8220;novos ritmos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>Tem coisas que viriam do mal se ele existisse. Tudo o  que se esconde atrás de &#8220;novos ritmos&#8221;, dessa &#8220;novas&#8221; culturas&#8230; como rave, funk, dancing e tudo o mais demostra unicamente como a Humanidade é Jeka e ignara</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O bloco na rua]]></title>
<link>http://sobretudodelona.wordpress.com/2009/02/17/o-bloco-na-rua/</link>
<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 13:55:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>G</dc:creator>
<guid>http://sobretudodelona.wordpress.com/2009/02/17/o-bloco-na-rua/</guid>
<description><![CDATA[Entre meus três leitores acabei recebendo uma correspondência no mínimo excêntrica. Uma bobagem, mas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Entre meus três leitores acabei recebendo uma correspondência no mínimo excêntrica. Uma bobagem, mas que vale ser relatada. Eu que sempre postei três textos por dia, agora estou quieto. Já falei disso aqui, mas parece que não surtiu efeito. E mais: que eu estaria magoado e com raiva de uma ou duas pessoas. Absolutamente! Não há um pingo de verdade nessa afirmação. Não tenho bronca de ninguém, não falo mal de ninguém. Nada disso! O que eu às vezes digo é sobre o status de pessoas menos capacitadas e devidamente agraciadas pelo aparelhamento de estado promovido pelo presidente. Mas isso não apenas eu falo. Todo mundo fala o tempo todo. Basta abrir um jornal, de qualquer dia e vai encontrar lá a mesma percepção e, realmente, contra isso não há o que fazer a não ser dar tempo ao tempo, já que esse é &#8220;o senhor da razão&#8221;. Dia desses eu estava falando da Secretária Municipal de Cultura e as inúmeras boquinhas que ela criou, esquecendo-se totalmente da sua missão maior. Ou seja: a secretária Jandira, faz parte de uma corrente que tem a outra ponta no presidente da república. Eu acreditei que não suportaria um mandato de Lula. Já estamos na metade do segundo e eu ainda não morri. Hoje em dia entendo a sobrevivência dos judeus nos campos de concentração e os &#8220;sovietes&#8221; que fugiram a tempo. Então eu falo de todas as áreas culturais, do retrocesso de tudo que tem a marca PT e não sou radical quanto às pessoas da &#8216;boquinha&#8217;&#8230; entendo que é assim mesmo, de certa maneira em qualquer governo. O que irrita é a irresponsabilidade ao não tocar &#8216;bonde&#8217;, não colocar o bloco na rua.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que uma coisa tem a ver com a outra?]]></title>
<link>http://outrafacedamoeda.wordpress.com/2009/02/13/o-que-uma-coisa-tem-a-ver-com-a-outra/</link>
<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 12:01:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Renato Moreira Byrro</dc:creator>
<guid>http://outrafacedamoeda.wordpress.com/2009/02/13/o-que-uma-coisa-tem-a-ver-com-a-outra/</guid>
<description><![CDATA[Agência Brasil: &#8220;Presidente do Ipea defende antecipação da reunião do Copom e redução da taxa ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Agência Brasil: &#8220;Presidente do Ipea defende antecipação da reunião do Copom e redução da taxa ]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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