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	<title>escrever &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/escrever/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "escrever"</description>
	<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 11:42:55 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[O porquê de escrever.  ]]></title>
<link>http://ocabure.wordpress.com/2009/11/29/o-porque-de-escrever/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 22:20:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>brunodarshan</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ninguém, até o momento, nunca me perguntou o porquê de escrever. Porém, tentarei explicar logo de in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Ninguém, até o momento, nunca me perguntou o porquê de escrever. Porém, tentarei explicar logo de inicio essa questão para que caso alguém me pergunte em um belo dia e eu não esteja afim de responder mando acessar isso.</p>
<p style="text-align:justify;">Dizer que escrevo para mim seria mais que um  clichê, seria uma mentira descarada e um tanto sem nexo. Escrevo para vocês, não com o intuito de que me tomem como um formador de opinião. Pelo contrário. Pouco me importa – desculpe pela franqueza – que tu aceite ou não minhas humildes opiniões, escrevo por exporte tal como Ronaldo e seus travecos&#8230; deixa pra lá, como eu ia dizendo&#8230; Escrevo na ideia de expor o que sinto e como sinto e talvez, lá no fundo, possa existir esse sentimento de formar opiniões, como eu citei acima.</p>
<p style="text-align:justify;">Pegando a linha de pensamento do fictício finado, Brás Cubas, me entendo não como um defunto autor e sim como um autor defunto. Entendeu? Não? Então vamos a explicação. Autor defunto, a morte neste caso seria as minhas frustradas tentativas de entrar nesse mundo literário e isso nesse caso é a morte, ou melhor, ‘é a treva’ em homenagem aos noveleiros.</p>
<p style="text-align:justify;">Enfim, isso é tudo pessoal! Que mes amis! Espero que me entendam nessa nova empreitada e se não entender não se meta! Paciência..</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Grito Infindável]]></title>
<link>http://eduardorv.wordpress.com/2009/11/29/um-grito-infindavel/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 20:25:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo da Rocha Vieira</dc:creator>
<guid>http://eduardorv.wordpress.com/2009/11/29/um-grito-infindavel/</guid>
<description><![CDATA[Estou diante uma situação muito chata e inconveniente. Fui superado por mim mesmo. Não consigo, de f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Estou diante uma situação muito chata e inconveniente. Fui superado por mim mesmo. Não consigo, de f]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[o eterno e a lembrança...]]></title>
<link>http://apenasumavez.wordpress.com/2009/11/29/o-eterno-e-a-lembranca/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:17:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sandra</dc:creator>
<guid>http://apenasumavez.wordpress.com/2009/11/29/o-eterno-e-a-lembranca/</guid>
<description><![CDATA[Todos tem um filme na vida. Aquele que de alguma forma marcou você para sempre. E do qual você nunca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-95" title="Eternal Sunshine of the Spotless Mind" src="http://apenasumavez.wordpress.com/files/2009/11/tumblr_koinvv43pu1qziyd9o1_500.png" alt="" width="270" height="296" /></p>
<p>Todos tem um filme na vida. Aquele que de alguma forma marcou você para sempre. E do qual você nunca cansa de ver e rever. É sua marca registrada e todos que sabem o mínimo sobre você sempre vão te relacioná-lo a ele. Eu tenho o meu. <strong>Brilho Eterno de Uma mente sem lembranças</strong> foi desde o primeiro minuto paixão à primeira vista. Tornou-se eterno. Talvez pela identificação. Pelas músicas. Pelo elenco. O fato é que se tornou o número um no top de filmes. E faz pensar sobre as decisões, escolhas e erros que a gente faz.  <em><strong>&#8220;Quero ter o cabelo azul, como Clementine&#8221;.</strong></em> Mas que as lembranças fiquem, como <strong><em>Joel </em></strong>as perseguiu durante o filme. Afinal, não somos nada além de vazio sem as lembranças. São elas que tornam tudo eterno.</p>
<p><em>&#8220;How happy is the blameless vestal&#8217;s lot!<br />
The world forgetting, by the world forgot.<br />
Eternal sunshine of the spotless mind!<br />
Each pray&#8217;r accepted, and each wish resign&#8217;d&#8221;.</em></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/mqqxkSbdVlc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/mqqxkSbdVlc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fases Poéticas de um Relacionamento]]></title>
<link>http://zapatablood.wordpress.com/2009/11/29/fases-poeticas-de-um-relacionamento/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 13:32:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>zapatablood</dc:creator>
<guid>http://zapatablood.wordpress.com/2009/11/29/fases-poeticas-de-um-relacionamento/</guid>
<description><![CDATA[A primeira vez que me perdi perdi por uma paixão escrevi isso Algo Como Uma Dor Causada Por Um Senti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">A primeira vez que me perdi perdi por uma paixão escrevi isso</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="font-size:14pt;font-family:&#38;"><span style="color:#ff9900;">Algo Como Uma Dor Causada Por Um Sentimento Insensível </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">Eu tento gritar, mas não consigo nem mesmo sussurrar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">E me pergunto se há alguém possa me ajudar</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">Eu tento sonhar, mas não consigo nem mesmo dormir.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">E não há ninguém pra me proteger</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">E então fecho meus olhos para esconder as lágrimas de mim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">Por mais que eu tente dizer a mim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">Por mais que eu tente ter a ti</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">Por mais que eu grite</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">No final o medo sempre vence</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">Medo que me faz te perder</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">E colecionar mais cicatrizes em meu coração</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">E então eu tento lutar, mas não tenho forças.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">E não havia ninguém para dizer</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">Que antes de eu tentar</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">A luta já estava perdida</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">E então eu tento inventar sentimentos,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">Mas nada há de cessar a dor dessas feridas</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">E então logo vejo:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">Que por mais que eu tente gritar</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">O silêncio sempre é maior</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">Por mais que eu tente falar</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">Sua presença sempre me faz melhor</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">E por mais que eu tente tentar</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">Sua ausência Sempre me traz mais dor</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">E no fim a verdade sempre vence</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">E o presente fica cada vez pior</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">Hoje vou curar minhas feridas, mas no fundo ficarão marcas.</span></p>
<p>=====================================</p>
<p><span style="color:#ff99cc;">Quando conquistei este amor e da madurez de um olhar sereno fiz um soneto, e uma lirica</span></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#993300;"><span style="color:#000000;">
<p>&#160;</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">Quantas vezes me afogo pensativo</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">no misterio de um sonho indefinido</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">e vejo além -na força do sentido</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">placidamente, o teu semblante altivo:</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;">===============================<span style="color:#800000;">=</span></div>
<div style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">À boca traz um riso &#8211; o olhar erguido</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">fitas-me assim &#8211; num gesto compassivo</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">E toda essa ilusão &#8211; é um lenitivo</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">Para meu ser tristonho e combalido</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">===========================================</span></div>
<div style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">Não tens no porte a branca Formosura</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">Da sublime Beatriz de dante</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">Tens mais, tens muito mais candura&#8230;</span><span style="white-space:pre;"><span style="color:#800000;"> </span></span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">==========================================</span></div>
<div style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">Tens a noite no olhar negro e brilhante</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">Na tez  macia cor rosada e pura</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">Da aurora sorridente e deslumbrante.</span></div>
<div style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">+======================================+</span></div>
<div style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">lirica</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">o teu olhar sereno e belo , exala</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">Um perfume sutil, cheio de encanto</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">Há uma criança, um doce afago</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">e diz o meu olhar eu te amo tanto&#8230;</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">=============================</span></div>
<div style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">O teu olhar feito de primavera</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">manda perfume pela brisa errante</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">há um canto de ave, uma palavra alegre</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">E uma luz que no céu, brilha distante&#8230;</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">============================</span></div>
<div style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">O teu olhar de primavavera</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">tem perfume sutil cheio de encanto</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">um canto de ave, um riso de criança</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:right;"><span style="color:#808000;">e diz o meu olhar: eu te amo tanto</span></div>
<p>&#160;</p>
<p></span></span></div>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#993300;"><br />
</span></p>
<p>========================================</p>
<p>De uma conversa surgi metaforas, e daí coisas sentimentos reais.</p>
<p><span style="line-height:normal;font-size:12px;"><span style="color:#800000;">Coração</span></span><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;line-height:normal;font-size:12px;color:#666666;"> </span><span style="line-height:normal;font-size:12px;"><span style="color:#ff00ff;">é</span></span><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;line-height:normal;font-size:12px;color:#666666;"> </span><span style="line-height:normal;font-size:12px;"><span style="color:#ffffff;">pape</span></span><span style="line-height:normal;font-size:12px;"><span style="color:#ffffff;">l</span></span><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;line-height:normal;font-size:12px;color:#666666;"> aluminio</span></p>
<p><span style="color:#999999;">E a <span style="color:#008000;">vida</span> é um <span style="color:#ffcc99;">rastro</span> infimo</span></p>
<p><span style="line-height:normal;font-size:12px;"><span style="color:#333333;"><span style="color:#808080;"><span style="color:#c0c0c0;">Do qu</span><span style="color:#999999;">e um</span> </span><span style="color:#808080;">dia</span> j<span style="color:#ffffff;">á</span> f<span style="color:#ffffff;">o</span>i </span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;line-height:normal;font-size:12px;color:#666666;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;line-height:normal;font-size:12px;color:#666666;"><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escrever errado]]></title>
<link>http://coisasdemacae.wordpress.com/2009/11/27/escrever-errado/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 18:49:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>dennyctorres</dc:creator>
<guid>http://coisasdemacae.wordpress.com/2009/11/27/escrever-errado/</guid>
<description><![CDATA[Uma das coisas mais comuns na plublicidade brasileira é a dificuldade de escrever corretamente. Mas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma das coisas mais comuns na plublicidade brasileira é a dificuldade de escrever corretamente. Mas Macaé supera as expectativas, veja alguns exemplos:</p>
<p><a href="http://coisasdemacae.wordpress.com/files/2009/11/paisagismo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-26" title="paisagismo" src="http://coisasdemacae.wordpress.com/files/2009/11/paisagismo.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<ul>
<li>Havia um supermercado no centro de Macaé que se chamava Costa 1000, que tinha na porta de acesso principal: &#8220;&#8230; orgulho de ser <strong>da qui</strong>&#8220;</li>
<li>Ou então no panfleto publicitário de um outro supermercado <span style="text-decoration:line-through;">All Borg</span> Aalborg (deve ser especialidade dos supermercados) que diz: &#8220;&#8230; no bairro <strong>novo </strong><strong>Cavalheiros &#8230;</strong>&#8221; &#8211; Obs. O correto é novo Cavaleiros!</li>
</ul>
<p>Acredito que vocês tenham algumas outras pérolas que possam ser compartilhadas aqui no blog.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu e meus Causos II]]></title>
<link>http://frasesilustradas.wordpress.com/2009/11/27/eu-e-meus-causos-ii/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 14:02:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ceó Pontual</dc:creator>
<guid>http://frasesilustradas.wordpress.com/2009/11/27/eu-e-meus-causos-ii/</guid>
<description><![CDATA[Pablo Neruda (Parral, 12 de Julho de 1904 — Santiago, 23 de Setembro de 1973) foi um dos mais import]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://frasesilustradas.wordpress.com/files/2009/11/escrever2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2037" src="http://frasesilustradas.wordpress.com/files/2009/11/escrever2.jpg" alt="" width="425" height="744" /></a></p>
<p>Pablo Neruda (Parral, 12 de Julho de 1904 — Santiago, 23 de Setembro de 1973) foi um dos mais importantes poetas da língua castelhana do século XX.</p>
<p>Pra tu, né Pablo?</p>
<p>Um doce pra quem adivinhar o que o sujeito da ilustra está pensando. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8220;Escrever é fácil. Você começa com maiúscula e termina com um ponto final.No meio, coloca idéias.&#8221; Pablo Neruda.</p>
<p>:::</p>
<p>Seguem mais antigos causos resgatados do antigo blog:</p>
<p>:::</p>
<p>Lá nos idos de 1989, este ilustrador que vos escreve prestou serviço militar. Fiz CPOR aqui em Recife.</p>
<p>Dentre muitas histórias pra contar, me lembro de uma que aconteceu num treinamento para tranposião de curso dágua (atravessar o rio), durante um acampamento nada agradável.</p>
<p>Dentre os vários tipos de travessia que fizemos (e tome atravessar o rio), um era pra atravessar carregando as armas, a arma no caso era o famoso FAL, fuzil autmático leve.</p>
<p>Tiramos uma lona da mochila usada pra montar barraca, colocamos bastante capim, a arma, e enrolamos o dito cujo, amarrando depois. Era pra esse trambolho boiar, evitando afundar as armas e até mesmo molhar.</p>
<p>A gente atravessava nadando, empurrando o trambolho, com a farda completa, coturno capacete e o escambau. Tinha uma corda amarrada na nossa cintura e num cabo que passava em cima do rio. Não dava exatamente pra se afogar mas dava pra engolir bastante água.</p>
<p>Eu tinha sido atleta de natação, meu embrulho tava bem feitinho e eu passei sem problemas. Quando cheguei na outra margem e olhei pra trás, o colega que estava atrás de mim ainda estava no meio do rio, cuspindo água o coitado, sem forças, quase se afogando. Além de mal saber nadar, o embrulho do sujeito estava bem mal feito e afundando também.</p>
<p>Falei pro sargento na hora: &#8211; Sargento! vou pular pra salvar o aluno! E pulei. O sargento que via a situação começou a gritar: &#8211; Pontuaaaal!! salve a arma!! salve a arma!! Cheguei no sujeito e puxei ele pra cima, aquela cara de desespero, e sargento gritando: &#8211; PONTUAL!!!! SALVE A ARMA!! A ARMA!! Soltei o coitado (que afundou novamente, óbvio) e peguei a arma que já estava afundando também. E fui logo pra margem antes do embrulho encher todo dágua. Depois foram pegar o coitado que já estava desesperado mas tinha a cordinha presa na cintura.</p>
<p>Quando ele chegou na margem com uma cara de sufoco que dava dó, tudo que consegui dizer foi: &#8211; Foi mal cara, foi mal.</p>
<p>O exercito não faz realmente muito sentido.</p>
<p>:::</p>
<p>Eu devia ter uns 14, 15 anos, era atleta de natação. Num dia de treino, precisávamos usar pé-de-pato (acho que hoje a palavra mais usual é nadadeira). Tinha esquecido o meu e meu técnico foi pegar um dele, que era regulável e que ele tinha acabado de comprar nos EUA.</p>
<p>Ceó, toma cuidado com eles! se acontecer alguma coisa vc vai pagar viu? Não sei se apertei demais o bixo, ou se as nadadeiras dos EUA não prestam, mas assim que botei no pé senti que rasgou. Merda! Caceta! E agora? Não sabia o que fazer e não queria dizer nem a pau o que tinha acontecido. E fui nadando com o dito cujo mau colocado, quase caindo, sem bater muito o pé pro danado não cair.</p>
<p>Foi quando um amigo que vinha atrás puxou o pé de pato, o outro, que estava perfeito, brincadeira na piscina. Não deu outra, levantei a cabeça e olhei pra trás na hora:</p>
<p>Rasgasse o pé-de-pato!! Vai ter que pagaaaaaar!!!!</p>
<p>Ele não teve que pagar nada, era psicologia infantil do meu técnico preu ter mais cuidado. Mas a culpa até hoje é dele. Como disse uma vez Hommer Simpson: Se a culpa é minha eu ponho em quem eu quizer!</p>
<p>P.S. Hoje não faço mas dessas, sou adulto, responsável e bem bonzinho.</p>
<p>:::</p>
<p>Esse causo uma amiga contava como se tivesse acontecido com ela. Mas acho que já ouvi por aí como piada então eu vou ficar imparcial nessa celeuma e vou só relatar os fatos:</p>
<p>Estava um grupo de amigos num restaurante que não sei qual era, mas sei que na mesa tinha um vidrinho daquele famoso molho de pimenta, TABASCO.</p>
<p>- Eu nunca me lembro do nome dessa pimenta no supermercado, acabo não comprando.</p>
<p>- È só você se lembrar daquilo da mulher** e botar um &#8220;S&#8221; no meio. TABASCO!</p>
<p>**aqui em algumas regiıes nordestinas, tabaco é mais um dos apelidos populares para o órgão sexual feminino. Principalmente no aumentativo. Ex: Ela tem um tabacão.</p>
<p>-Que ótimo! Vou decorar e não esqueço mais.</p>
<p>Uns dias depois estava ela no supermercado tentando lembrar o nome da pimenta. Como era mesmo aquela historinha?</p>
<p>-Ah, Lembrei! BUCESTA!</p>
<p>:::</p>
<p>Era 1985, eu então com quinze anos, adentrava um dos meus primeiros coqueteis etílicos. Não me lembro o motivo nem o local do dito cujo, mas já havia começado a beber aos 14, e estava doido pra alterar minhas condições normais de temperatura e pressão.</p>
<p>Não muito tempo depois, encontro meu primeiro garçom, com uma bandeja cheia de taças numa mão, e uma garrafa de vinho tinto na outra.</p>
<p>O tapado do garçom só encheu um dedo do meu copo, fiquei puto, virei a cara na hora. Será que mandaram não servir decentemente os menores de idade? Ou deve ser essa bosta de etiqueta que manda você não encher a taça toda? Pra que a taça tem aquele tamanho se não é pra encher? E precisava ser tão educado assim?</p>
<p>Já tinha acabado minha primeira taça de vinho (óbvio), ainda estava com raiva da anta do garçom, e não avistava mais nenhuma garrafa de vinho pelo salão. Dois dedos de prosa depois encontro um outro garçom. Outro. Bom sinal. Pego outra taça e aguardo ser servido. Mais um tico. Um tiquinho de vinho no fundo da taça. E todo aquele espaço vazio de vinho que eu não vou beber. Outra anta. Virei a cara de novo pra não jogar aquele gole de vinho na cara dele.</p>
<p>Foi quando percebi que várias outras pessoas tinham a taça cheia (não inteiramente, ainda tem a etiqueta, mas decentemente cheia). Preto atenção no garçom enquanto ele serve um senhor. O mesmo tico que eu. O senhor bebeu um gole, fez uma cara de aprovação e o garçom completou a taça.</p>
<p>Uia! A anta, o tapado, era eu.</p>
<p>:::</p>
<p>Depois posto outros. Um excelente fim de semana para todos!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ao final da página.]]></title>
<link>http://malditostextos.wordpress.com/?p=51</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 02:45:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>cortrewstallen</dc:creator>
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<description><![CDATA[O microondas apitou. Abre a porta, retira o objeto de louça. Coloca-o na pia, com cautela para não e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O microondas apitou. Abre a porta, retira o objeto de louça. Coloca-o na pia, com cautela para não explodir no momento do contato com a superfície gelada. Não sabia se isso era possível e nem se já acontecera antes, mas precavia-se instintivamente. Misturou a batata-palha, imaginando a beleza de refeição que iria fazer. Na primeira garfada percebeu que parte da comida ainda estava gelada, apesar do nítido calor que emanava da louça alaranjada. Ja sabia que a batata não aguentaria mais de 10 segundos no microondas sem perder sua crocância. Resolveu que apenas mexeria um pouco toda a comida, para que o calor fosse melhor distribuído. Por um segundo pensou em escrever sobre isso tudo, mas estava com fome. Assim, pegou um papel qualquer e uma caneta hidrocor azul. Procurou um livro na estante, procurou um livro na mesa. Pegou o livro da estante como suporte e danou-se a escrever enquanto comia. Pensou em começar no barulho do microondas, a porta sendo aberta&#8230; E deu mais uma garfada. Começou a contar tudo que se lembrava, na sequência em que os fatos ocorreram: o medo da explosão, a comida quase fria. E por mais que corresse, mesmo após nenhuma comida restar na louça, sentia-se perseguindo a si mesmo. Continuar seria sua única opção, mesmo que o texto se expremesse, mesmo que todas as linhas já estivessem tortas&#8230; Seguia para o fim de encontrar consigo mesmo ao final da página.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[o mundo em mim...]]></title>
<link>http://dfivewords.wordpress.com/2009/11/27/o-mundo-em-mim/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 00:59:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>dehfive</dc:creator>
<guid>http://dfivewords.wordpress.com/2009/11/27/o-mundo-em-mim/</guid>
<description><![CDATA[enquanto enrolo para terminar mais um trabalho, resolvi passar e postar alguma coisa além de links (]]></description>
<content:encoded><![CDATA[enquanto enrolo para terminar mais um trabalho, resolvi passar e postar alguma coisa além de links (]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A crise de workflow dos tempos modernos.]]></title>
<link>http://beinganordinarygirl.wordpress.com/2009/11/26/tempos-modernos/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:10:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>P.H.</dc:creator>
<guid>http://beinganordinarygirl.wordpress.com/2009/11/26/tempos-modernos/</guid>
<description><![CDATA[  Eu sempre achei curioso, e aliás, admirei muito, esses filmes onde as pessoas sentam na frente do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://beinganordinarygirl.wordpress.com/files/2009/11/escrever.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-73 aligncenter" title="escrever" src="http://beinganordinarygirl.wordpress.com/files/2009/11/escrever.jpg?w=150" alt="" width="150" height="113" /></a></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Eu sempre achei <span style="text-decoration:underline;">curioso</span>, e aliás, <span style="text-decoration:underline;">admirei</span> muito, esses filmes onde as pessoas sentam na frente do computador e simplesmente saem escrevendo, um livro, um artigo, um post. Quanto á mim, eu tenho a <strong>síndrome de 1920</strong>: fico olhando aquela imitação de folha do word, aquele monte de letrinha fora de ordem, e não sei&#8230; a inspiração não chega, sinto as palavras correrem em terror e pânico e tudo na minha cabeça fica branco e azul do windows.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu preciso escrever, de verdade, com a caneta entre os dedos. Não saberia escrever sem o prezer de ler de novo e riscar (demitida!) aquela palavra que escrevi e que não era bem isso que eu queria dizer. A sensação única de ficar olhando para o nada ou melhor para dentro da minha cabeça, com a caneta suspensa, quase encostando no papel, tentando lembrar, tentando buscar&#8230; o que era mesmo?</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">(- &#8220;me fala o que você queria dizer que eu te ajudo, filha&#8230;</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">- caraca vó, se eu soubesse eu mesmo escrevia, né!&#8221;)</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">E o prazer de enfim a caneta começar a deslizar por sobre o papel&#8230; Encontrei! Ih, ainda não era nada disso: amassa e joga fora. Aliás, amassar é o grande &#8220;botar pra fora&#8221; da raiva, do ódio mesmo, <span style="text-decoration:underline;">da falta do encontro das idéias</span> do escritor. Vai me dizer que se compara com afundar o dedo no botão do back space e ainda correr o risco de estragar o teclado para sempre (e nunca mais apagar nada)?</p>
<p style="text-align:justify;">E naquele filme em que Holmes olha para Watson e deduz que ele gosta de escrever somente pela observação do calo no lado esquerdo do seu dedo do meio? <strong>Que grande benção ter calo de escritor</strong>! E o sintoma do escritor do século XXI vai ser o que? <span style="text-decoration:underline;">Uma tendinite</span>?</p>
<p style="text-align:justify;">Eu admiro muito, muito mesmo essas pessoas, mas de uma coisa eu tenho certeza: no próximo apagão, <strong>EU</strong> não perco meu trabalho!</p>
<p style="text-align:justify;">P.S.: Quase paniquei enquanto me vinha num susto as palavras deste post na cabeça e eu não tinha <strong>UMA</strong> caneta! Ao menos a probabilidade de alguém do meu lado na rua ter uma para me emprestar é muito maior do que ela sacar um lap top da bolsa e me deixar usar só pra não deixar minha idéia fugir. <strong>2 x 0</strong> para a escrita manual.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oi.]]></title>
<link>http://nyelehendrick.wordpress.com/2009/11/24/oi/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 20:55:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nyele Hendrick</dc:creator>
<guid>http://nyelehendrick.wordpress.com/2009/11/24/oi/</guid>
<description><![CDATA[Escutem. Estão ouvindo? Provavelmente não. Estamos escrevendo em todos os momentos da vida. Mesmo no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://nyelehendrick.wordpress.com/files/2009/11/12.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1431" title="12" src="http://nyelehendrick.wordpress.com/files/2009/11/12.jpg" alt="" width="470" height="333" /></a></p>
<p>Escutem. Estão ouvindo? Provavelmente não.<br />
Estamos escrevendo em todos os momentos da vida. Mesmo nos sonhos a gente está escrevendo. Quando a gente caminha pelos corredores da escola encontra diversas pessoas no caminho e escreve ferozmente dentro da cabeça. Aí está o diretor. È preciso tomar uma decisão sobre o cumprimento. Vou acenar com a cabeça? Vou sorrir? Vou dizer, Bom dia senhor?, Ou vou simplesmente dizer, Oi? A gente vê uma pessoa de quem não gosta. De novo uma escrita feroz dentro da cabeça. È preciso tomar uma decisão. Virar a cara para o lado? Olhar fixo para frente enquanto a pessoa passa? Cumprimentar com a cabeça? Murmurar um oi? A gente vê uma pessoa de quem gosta e diz, Oi, de um jeito afetuoso e derretido, um oi que evoca a batida de remos na água, o sobrevôo de violinos, o brilho dos olhos no luar. Há tantas maneiras de dizer oi. Murmurar, gorjear, latir, cantar, bramir, rir, tossir. Uma simples caminhadinha pelo corredor dá material para muitos parágrafos, muitas frases dentro da nossa cabeça, decisões aos montes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Swype: Teclados do futuro]]></title>
<link>http://canilho.wordpress.com/2009/11/24/swype-teclados-do-futuro/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:47:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Canilho</dc:creator>
<guid>http://canilho.wordpress.com/2009/11/24/swype-teclados-do-futuro/</guid>
<description><![CDATA[Um teclado touch, é hoje em dia uma característica quase obrigatória, da maior parte dos PDA&#8217;s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="size-full wp-image-3129 alignright" title="swipe" src="http://canilho.wordpress.com/files/2009/11/swipe.jpg" alt="" width="250" /> Um teclado touch, é hoje em dia uma característica quase obrigatória, da maior parte dos PDA&#8217;s e telemóveis de ultima geração, mas o método de escrita, ainda não tinha tido grandes inovações desde o T9 (escrita inteligente).</p>
<p>A Swype, introduziu um novo método de escrita, que permite poupar bastante tempo e energia. Apenas deslizando com os dedos sobre as letras da palavra desejada, consegue-se escrever muito mais rápido, do que na escrita normal letra a letra.<br />
De inicio pode parecer frustrante ver alguém conseguir escrever desta forma, mas depois de se perceber como funciona, é algo extremamente fantástico de se ver.</p>
<p>Mais info em <a href="http://swypeinc.com/" target="_blanK">Swypeinc.com</a></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/pTooBnKAdSw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/pTooBnKAdSw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ler...ler e LER!]]></title>
<link>http://dricamoreira.wordpress.com/2009/11/24/ler-ler-e-ler/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:35:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Adriana Moreira</dc:creator>
<guid>http://dricamoreira.wordpress.com/2009/11/24/ler-ler-e-ler/</guid>
<description><![CDATA[Eu sinto que finalmente voltei a fazer isso… Ler. Tem horas da minha vida que eu acho que eu não est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu sinto que finalmente voltei a fazer isso… Ler. Tem horas da minha vida que eu acho que eu não estou lendo nada. Não por que eu realmente não esteja lendo nada, porque eu sempre estou lendo algo, mas eu quando eu não consigo terminar eu tenho a impressão que eu estou negligenciando esse hábito e hobbie.</p>
<p> Mas agora eu consigo terminar pelo menos uns 3 e 1 deles era para a faculdade (I’m a Winner xD), mas era um livro legal, então não sei se conta! Falando em Faculdade, estou, nesse semestre fazendo 9 matérias (sem contar claro a que eu vou TER que trancar, e me jogaram com a professora que me deixa louca…) trabalhos razoaveis, sem contar que  essa semana é a de prova. (bad week)</p>
<p>Eu venho escrito um monte esses dias, mas não tenho postado nada pelo simples motivo de que eu ando escrevendo a mão no caderno… E aí rola uma super preguiça de passar pro word e colocar aqui no blog depois…</p>
<p>Então não tenho escrito praticamente nada, principalmente porque nesse semestre ( final de ano) me deu uma vontade de levar um pouquinho a sério a facu, nada muito espantoso, claro! Até já tirei xérox, então se eu não postar quase nada eu vou culpar o Mackenzie e não a incapacibilidade do meu cérebro… Pelo menos é um motivo mais honroso!</p>
<p> Mas eu vou me empenha nisso aqui  então provavelmente eu vou escrever uma coisa em cima da outra e postar tudo de uma vez!</p>
<p>xD</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[eeeeeê]]></title>
<link>http://maxcarvalho.wordpress.com/2009/11/24/eeeeee/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 03:00:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>maxcarvalho</dc:creator>
<guid>http://maxcarvalho.wordpress.com/2009/11/24/eeeeee/</guid>
<description><![CDATA[Por que agora tem Zona de Conforto nova! e eu estava com saudades.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por que agora tem Zona de Conforto nova!</p>
<p><a href="http://zonadeconforto.blogspot.com/"><img class="aligncenter size-full wp-image-191" title="Zona de Conforto" src="http://maxcarvalho.wordpress.com/files/2009/11/zc_unicornio_09.jpg" alt="" width="450" height="225" /></a></p>
<p>e eu estava com saudades. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entenda o uso da vírgula!]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/entenda-o-uso-da-virgula/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:43:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/entenda-o-uso-da-virgula/</guid>
<description><![CDATA[Comercial sobre a liberdade de imprensa que mostra como uma simples vírgula pode alterar a história.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/JxJrS6augu0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/JxJrS6augu0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Comercial sobre a liberdade de imprensa que mostra como uma simples vírgula pode alterar a história.  Associação Brasileira de Imprensa, ABI.</p>
<p>Agência: África São Paulo Publicidade Ltda.<br />
Produtora: Visorama Diversões Eletrônicas<br />
Áudio: Sonido Produções Musicais</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tecnostalgia - Flávio Nickel]]></title>
<link>http://2pass.wordpress.com/2009/11/23/114/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:03:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>flaviolin</dc:creator>
<guid>http://2pass.wordpress.com/2009/11/23/114/</guid>
<description><![CDATA[Tecnostalgia ou notícias do mundo de lá   Belo Horizonte, 12 de abril de 2006  À alguém, à algum, ao]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:centered;">Tecnostalgia ou notícias do mundo de lá</p>
<p> <a href="http://2pass.wordpress.com/files/2009/11/bico.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-115" title="bico" src="http://2pass.wordpress.com/files/2009/11/bico.png" alt="" width="390" height="286" /></a></p>
<p>Belo Horizonte, 12 de abril de 2006</p>
<p> À alguém, à algum, ao século passado</p>
<p> “Caríssimos amigos os, fatos que vou narrar compreendem minha rotina diária e a saudade que sinto dos anos dourados, da infância alegre e do mundo menos tecnológico . “</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">“Assento-me numa cadeira de frente a um laptop e não há mais escrivaninha, caneta ou bloquinho de anotações. Esqueçam os cadernos de caligrafia, agora tenho um editor de textos que tem sempre a mesma letra, porque a moda agora é ser virtual. Um mundo evoluído em que a inteligência biológica se confunde com a artificial, o proibido com o permitido, a ética com a estética. O mundo se rendeu à cibernética. O processo de criação se distanciou do Criador. Qualquer um pode ser dadaísta. É tudo um jogo de dados. A inspiração já não vem dos Céus, vem do Acaso. As musas do Olimpo foram globalizadas e agora tem sobrenome ponto com. Temos sites, programas, plágio e dicionário eletrônico. As bibliotecas agora são virtuais, mas seus livros não têm cheiro. O bit é inodoro, insalubre. O Joyce e o Pessoa, as tragédias e as comédias que outro dia impressionavam nas estantes, hoje cabem todos num disquinho de plástico. Plástico também não tem gosto. A evolução é pertinente, o que incomoda é a impessoalidade. Não há mais tantos saraus literários, criaram os blogs. Para que ler se a Rede me dá tudo resumido?<em> </em>Enciclopédia para que? Como no sexo, só preciso de uma conexão. E a conexão também oferece prazer. Porque o apelo sexual<em> </em>agora é mais visual, voyer. Uma imagem vale mais que mil carinhos. O telegrama agora pesa mais de uma tonelada, é mais leve mandar um e-mail. Precisamos nos atualizar porque as janelas foram lançadas em nova versão e esta não é mais compatível com serenatas! A reciclagem agora é também de conhecimento e o bit matou a letra cursiva. As teclas tomaram o lugar que sempre foi das canetas, do lápis. Tudo é digital, inclusive as digitais, livro, foto, diário, música e saudade. Todo mundo tem um fotolog e posso fazer e selecionar os membros da minha própria comunidade. Até Da Vinci virou código. Entretanto, o conhecimento é nulo se não há inspiração. Rendi-me e transformei a letra em bit e à luz da literatura crio um hipertexto, não uso mais caneta e papel. Não saberia dizer se as relações pessoais evoluíram ou involuíram. O que sei é escrevi meu último texto num plano curvo de modelo variável dentro de um livro de luz! Encontro a solução táctil quando digito uma palavra que já não é mais palavra, é comando. Aperto teclas e mordo o lábio porque a caneta é inútil.<em> </em>Minha opinião nem é tão importante porque minha pátria é minha Rede, e essa Rede é minha Língua. Meu cérebro agora é um periférico (hardware) ! Minha memória é fruto de uma compilação de dados extraídos de vários sites. Antes eu sabia falar, hoje minha voz são meus dedos e minhas palavras são Words. Tenho convulsões e minha mente medula pelo lóbulo da minha orelha. Sou uma antena móvel acessível ao mundo digital.Download, upload. Envio, recebo. Se fujo disso, fico marginal. Minha letra é um signo, um símbolo matemático. Lançaram mais um jogo, eletrônico, porque pôquer é coisa do passado, futebol com os amigos só se for online! Não moro mais. Agora me hospedo em um provedor. Na minha antiga casa havia uma sala que se cansou de estar, queria ser, e hoje é sala de bate papo. Talvez esteja me tornando um homem-máquina alienado por um Sistema que não aceita aquele menino do interior. Mas apesar disso ainda sou capaz de chorar porque lágrima é água em estado sentimental (dígito não pode molhar). Se escrever ainda é arte, a minha escrita é uma oração pela volta ao paraíso.”</p>
<p>Texto publicado em http://favelacultural.blogspot.com/</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não sou uma Escritora...]]></title>
<link>http://nessaclass.wordpress.com/2009/11/22/nao-sou-uma-escritora-2/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 22:18:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vanessa Class</dc:creator>
<guid>http://nessaclass.wordpress.com/2009/11/22/nao-sou-uma-escritora-2/</guid>
<description><![CDATA[Eu não sou uma escritora, sou uma “sentidora”. Gosto de falar das emoções, dos sentimentos e das rea]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://nessaclass.wordpress.com/files/2009/11/i_love_rose_by_qskulls.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-137" title="I_LOVE_ROSE_by_qskulls" src="http://nessaclass.wordpress.com/files/2009/11/i_love_rose_by_qskulls.jpg?w=150" alt="" width="150" height="100" /></a>Eu não sou uma escritora, sou uma “sentidora”. Gosto de falar das emoções, dos sentimentos e das reações, por isso o enredo tem importância secundária nas coisas das quais escrevo. Gostos do psicológico das pessoas, questionar por que estamos neste mundo, de descobrimentos absurdos e fatos inusitados. Gosto de reviravoltas e desequilíbrios interiores capazes de mudar a vida da personagem para sempre. Não me atrai enredos muito detalhados, não me interessa a roupa que se está vestindo a não ser que esta roupa desperte algum sentimento. Não me interessa escrever que: “levantei da cama, calcei minhas pantufas, fui até o banheiro, tomei banho, sequei o cabelo, vesti uma blusa azul&#8230; etc. e tal”. Mas me interessa escrever os primeiros pensamentos que ocorreram à personagem naquela manhã. Me interessa saber se ela estava feliz, triste, contente ou desiludida&#8230; O que mais importa para mim é &#8211; e sempre serão &#8211; as emoções, as descobertas interiores, e os fantasmas se forem o caso. Então, não me critiquem por escrever em palavras exatamente tudo o que minha personagem sente&#8230; Pois não consigo escrever de outra maneira.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não sou uma Escritora...]]></title>
<link>http://nessaclass.wordpress.com/2009/11/22/nao-sou-uma-escritora/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 22:17:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vanessa Class</dc:creator>
<guid>http://nessaclass.wordpress.com/2009/11/22/nao-sou-uma-escritora/</guid>
<description><![CDATA[Eu não sou uma escritora, sou uma “sentidora”. Gosto de falar das emoções, dos sentimentos e das rea]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu não sou uma escritora, sou uma “sentidora”. Gosto de falar das emoções, dos sentimentos e das reações, por isso o enredo tem importância secundária nas coisas das quais escrevo. Gostos do psicológico das pessoas, questionar por que estamos neste mundo, de descobrimentos absurdos e fatos inusitados. Gosto de reviravoltas e desequilíbrios interiores capazes de mudar a vida da personagem para sempre. Não me atrai enredos muito detalhados, não me interessa a roupa que se está vestindo a não ser que esta roupa desperte algum sentimento. Não me interessa escrever que: “levantei da cama, calcei minhas pantufas, fui até o banheiro, tomei banho, sequei o cabelo, vesti uma blusa azul&#8230; etc. e tal”. Mas me interessa escrever os primeiros pensamentos que ocorreram à personagem naquela manhã. Me interessa saber se ela estava feliz, triste, contente ou desiludida&#8230; O que mais importa para mim é &#8211; e sempre serão &#8211; as emoções, as descobertas interiores, e os fantasmas se forem o caso. Então, não me critiquem por escrever em palavras exatamente tudo o que minha personagem sente&#8230; Pois não consigo escrever de outra maneira.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Porque ainda não comecei a túitar]]></title>
<link>http://sabine77.wordpress.com/2009/11/22/porque-ainda-nao-comecei-a-tuitar/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 20:18:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>sabine77</dc:creator>
<guid>http://sabine77.wordpress.com/2009/11/22/porque-ainda-nao-comecei-a-tuitar/</guid>
<description><![CDATA[Decidi limitar a minha participação nas redes sociais a meia dúzia de aderências (logo, de empresas)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Decidi limitar a minha participação nas redes sociais a meia dúzia de aderências (<strong><em>logo, de empresas</em></strong>) porque:</p>
<p>- Somos cada vez mais <em><strong>indivíduos atomizados</strong></em>, com cada vez menor noção de pertença a um sítio. Tudo é efémero, mas hoje tem-se essa consciência maior disso, porque para além da morte, as relações pessoais parecem ter prazo de validade para muitos (<a href="http://sabine77.wordpress.com/2009/05/27/siga-a-moda-alugue-um-amigo/">veja-se o aluguer de amigos</a>). Somos muitos sentados à frente do nosso computador a emitir opiniões ou a dialogar com alguém virtualmente (afinal, é para isso que servem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social">as redes sociais</a>), com uma <strong><em>ligação vaga</em></strong> a pessoas ou comunidades reais.</p>
<p>- Revolta-me a hipótese de se saber de tal forma os gostos, a vida e o que pensa cada pessoa, deixando assim pouco espaço para a <strong><em>privacidade </em></strong>– e para respirar. Sou constantemente bombardeada com publicidade, de inúmeras formas, até ao cansaço!</p>
<p>- Nem toda a <em><strong>publicidade-a-si-mesmo</strong></em> é positiva: todos temos um lado negro que se manifestará mais tarde ou mais cedo. E aquilo que uns vêm como qualidade, para outros será defeito.</p>
<p>- Não há <strong><em>tempo</em></strong> sequer para blogar como desejaria. Milhões de lençóis de texto ficaram por escrever por falta de tempo, que inclui motivação para pesquisar mais e para pensar mais antes de escrever (por sua vez, o Twitter está limitado a 140 caracteres!).</p>
<p><a href="http://sabine77.wordpress.com/files/2009/11/redes-sociais.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1330" title="redes-sociais" src="http://sabine77.wordpress.com/files/2009/11/redes-sociais.jpg" alt="" width="400" height="366" /></a></p>
<p>- <strong><em>Dizer o que pensamos a todo o momento</em></strong>: esses pensamentos ficam para os amigos de carne e osso, não para <strong><em>ilusões sociais de conhecimento</em></strong>, pessoas que têm um alcance limitado na nossa vida. Concedo que o Twitter seja útil a um jornalista no exercício da sua profissão – que se pode actualizar constantemente com novas informações &#8211; não a mim.</p>
<p>- A blogosfera já teve o seu ponto alto como<strong><em> moda</em></strong>. Agora é moda estar no Twitter e no Facebook. Qual será a próxima moda? Escrever mensagens infográficas?</p>
<p>- É melhor fixar meia dúzia de locais virtuais onde estar, em vez de se <strong><em>dispersar informação e atenção pessoal </em></strong>por muitos sítios.</p>
<p><strong>Nota:</strong> Agradeço ao <a href="http://www.jornalices.com/">Pedro Jerónimo</a> <a href="http://katchume.blogspot.com/2009/03/dna-pouco-compativel.html">a palavra</a>: <strong><em>túitar</em></strong>.</p>
<p><strong>Leitura Adicional:</strong> <a href="http://www.rheingold.com/texts/techpolitix/VCcivil.html">Virtual communities: abort, retry, failure?</a></p>
<p><strong>Fonte da Imagem:</strong> <a href="http://flammarion.wordpress.com/2009/06/05/tempo-gasto-em-redes-sociais-nos-eua-quase-dobra-em-um-ano/">Flammarion Cysneiros</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Triangulo Poético]]></title>
<link>http://zapatablood.wordpress.com/2009/11/22/286/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 11:47:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>zapatablood</dc:creator>
<guid>http://zapatablood.wordpress.com/2009/11/22/286/</guid>
<description><![CDATA[Eram três num triangulo poético.Cada qual a cada segundo cuspindo e esculpindo versos. Um individual]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://lh3.ggpht.com/chiletom/R9lA-VfcJ8I/AAAAAAAAATA/HpOtMSPwXjk/chagall53.jpg" alt="" /></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Eram três num triangulo poético.Cada qual a cada segundo cuspindo e esculpindo versos. Um individualmente a outro um para dois um ou dois  para três. Dois falavam do mesmo amor e outro só rimava com uma beleza trágica toda a falsa dor. Só sei que foi a mais bela guerra do século, a cada confronto o mundo ficava mais bonito, porque a cada verso colorido os três se admiravam cada vez mais.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Até que um dia as paixões se tornaram amores sólidos e as dores viraram piadas frouxas e risos loucos. E as vidas voltaram ao seu curso normal, mediocre, com uma nova rotina, certo, e talvez mais bela pois os versos jogados continuam perfumando os corações dos tres. Mesmo que agora sejam dois. </span></p>
<p><span style="color:#808080;">Yo he vivido dando tumbos<br />
rodando por el mundo<br />
y haciéndome el destino&#8230;<br />
Y en los charcos del camino,<br />
la experiencia me ha ayudado<br />
por baquiano y por que ya<br />
comprendo que en la vida<br />
se cuidan los zapatos<br />
andando de rodillas.<br />
Por eso,<br />
me están sobrando los consejos,<br />
que en las cosas del amor<br />
aunque tenga que aprender<br />
nadie sabe más que yo.</span></p>
<p>Yo anduve siempre en amores<br />
¡qué me van a hablar de amor!<br />
Si ayer la quise, qué importa&#8230;<br />
¡qué importa si hoy no la quiero!<br />
Eran sus ojos de cielo<br />
el ancla más linda<br />
que ataba mis sueños;<br />
era mi amor, pero un día<br />
se fue de mis cosas<br />
y entró a ser recuerdo.<br />
Después rodé en mil amores&#8230;<br />
¡qué me van a hablar de amor!</p>
<p>Muchas veces el invierno<br />
me echó desde la ausencia<br />
la soga del recuerdo,<br />
y yo siempre me he soltado<br />
como un potro mal domado<br />
por mañero, y porque yo<br />
que anduve enamorado<br />
rompí como una rosa<br />
las cosas del pasado.<br />
Y ahora,<br />
que estoy viviendo en otra aurora<br />
no me expliquen el amor<br />
que aunque tenga que aprender<br />
nadie sabe más que yo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Autoaceitação]]></title>
<link>http://geeal.wordpress.com/2009/11/20/autoaceitacao/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 13:33:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gil P.</dc:creator>
<guid>http://geeal.wordpress.com/2009/11/20/autoaceitacao/</guid>
<description><![CDATA[&quot;Recuso confinar-me à padronizada posição dos dedos, antes prefiro correr solto...&quot; ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_242" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-full wp-image-242 " title="typewriting" src="http://geeal.wordpress.com/files/2009/11/olivetti-lettera-82.jpg" alt="Olivetti Lettera 82" width="350" height="263" /><p class="wp-caption-text">&#34;Recuso confinar-me à padronizada posição dos dedos, antes prefiro correr solto...&#34;</p></div>
<p>&#8220;Estou que me obedeço. Tentava ainda agora estudar finanças há muito abandonadas, mas fui tomado por súbito desejo de escrever. Resignado, atendi prontamente ao anseio mais imediato. Foi também assim antes do estudo financeiro. Lia minha tão aclamada escritora predileta quando, pecuniário que sou, deixei-me levar pela nostalgia dos cálculos monetários. E decidi por me acatar. Eu me exigia ser.<br />
            E por falar em minha <em>escrivã</em> favorita, eis que tenho me regozijado já há dois dias com as páginas de três de suas obras, as quais me aconteceu comprar naquela abafada feira de livros. Os descontos eram bons, o dinheiro estava disponível. Mas conquanto fossem novos, meus exemplares foram sujeitos a qualquer medida de poeira urbana, que milimétrica e metodicamente removi, com esmero ritual de sacerdote que consagra a oferta mais requerida, para só então provar das libações de seus escritos.<br />
            Assim, uma vez envolvido na trama tão perfeitamente tecida e entretecida de suas palavras, qual não foi minha surpresa e admiração ao perceber que boa parte das expressões e sequências sentenciais que uso assemelham-se às utilizadas por tão grandiosa escritora! (Não apenas sorvo a significância dos textos, mas também analiso e me comprazo nas estruturas verbais em que se alicerçam. O eterno binômio conteúdo-forma.) E me enlevava pelo reconhecimento da nobre influência.<br />
            Mas que fique bem claro que não é intencional. Permito influenciar-me pelo que amo, mas jamais cometeria o equívoco de me comparar ao que tanto admiro. É que, humilde, reconheço minhas imperfeições e, ao sondar de minhas profundezas, repreendo e expurgo o menor vestígio de automiopia. E se não me dou de todo a conhecer aos demais, não é indício de soberba. Não, não só não sei escrever, como também assumo minha vasta ignorância.<br />
            O constatar da verdade é por vezes doloroso, e embora não me iluda a mim mesmo, optando pelo risco de horrorizar-me com as áridas escarpas que diviso quando me olho ao espelho, fraquejei ao sentir magoada a face após dura bofetada do verdadeiro. Compreendo, porém, que a miséria não é completa até que seja por outrem comprovada. Está confirmada, enfim.<br />
            Entretanto, é manhã: o sol invade com seus raios audaciosos o meu quarto, os bem-te-vis incessantes pipilam. E ao tomar o caderno para nele ensaiar <em>mon stylo</em>, reparei nas páginas avulsas outrora datilografadas, e me sobreveio a vontade de escrever à máquina.<br />
            Muito me apraz datilografar, e me agradam as letras levemente manchadas da senil sinceridade dos tipos. Todavia, não datilografo bem. Recuso confinar-me à padronizada posição dos dedos, antes prefiro correr solto, e os eventuais erros da ingênua liberdade, por mais corriqueiros que sejam, corrijo com longânime determinação.<br />
            Sim, já posso sentir aumentar a exigência de me autossubmeter novamente, portanto, encerro aqui a diligência caligráfica para passar à pressão tipográfica. A verdade porém, esta prossegue ininterrupta.&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[GASTRONOMIA: VINGANÇA PERDE SABOR QUANDO É UM PRATO QUE SE COME FRIO. ]]></title>
<link>http://raquelsaraiva.wordpress.com/2009/11/19/gastronomia-vinganca-perde-sabor-quando-e-um-prato-que-se-come-frio/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 14:33:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>raquelsaraiva</dc:creator>
<guid>http://raquelsaraiva.wordpress.com/2009/11/19/gastronomia-vinganca-perde-sabor-quando-e-um-prato-que-se-come-frio/</guid>
<description><![CDATA[Ao contrário da crença popular sobre o seu consumo apenas quando já estiver fria, a moderna tendênci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="div_letra">
<blockquote>
<p style="text-align:left;"><em><a href="http://raquelsaraiva.wordpress.com/files/2009/11/rachel__s_home_work_04_by_hardcore_absolut.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-191" title="Rachel__s_Home_Work_04_by_hardcore_absolut" src="http://raquelsaraiva.wordpress.com/files/2009/11/rachel__s_home_work_04_by_hardcore_absolut.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></em></p>
<p><span style="font-size:large;">Ao contrário da crença popular sobre o seu consumo apenas quando já estiver fria, a moderna tendência da gastronomia é servir a vingança quente para realçar o seu doce sabor. A conclusão é dos professores de &#8220;Hausse Cuisine&#8221; da &#8220;Universitè Premier d&#8217;Avril&#8221;, reunidos na  convenção anual em París. </span>
<p>&#160;</p>
<p style="text-align:left;">Para o cuisinier Jacques Selásque o  ingrediente inicial do prato é o sofrimento: Isto leva à raiva, que vai proporcionar, finalmente, o delicioso sabor da vingança. Mas como o preparo do prato é demorado, há os que desistem pela espera, esquecimento, religiosidade, generosidade e até por preguiça.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">Médicos convidados alertaram sobre os riscos deste prato, se houver consumo em excesso, lembrando um provérbio chinês: <strong>&#8220;Antes de saborear uma boa vingança, abra duas covas&#8221;</strong>.  Mas evitar este bom prato, quando necessário, também não é recomendável. Até mesmo uma abelha que produz o doce mel sabe se vingar, disseram eles,  apesar do leve desconforto sofrido com a própria morte pela perda do ferrão.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">Mas há controvérsias: Médicos homeopatas presentes  defenderam que este prato deve ser servido em doses homeopáticas, ou seja:Doses leves e permanentes. E que o mal deve ser tratado com pratos de maldade .  Já o chef  Jacques Selásque preferiu repetir o bordão:<strong> &#8220;O sucesso é a melhor vingança&#8221;</strong> ou &#8220;O<strong> desprezo é o que mais incomoda&#8221;</strong>.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">Ainda segundo o chef Selásque, o melhor prato de vingança é aquele preparado por terceiros. Neste caso quem espera pelo cozido tem menos trabalho e não precisa sujar as mãos. Ou as panelas. Mas o cozinheiro, que é filósofo nas horas vagas, dá uma boa notícia ao <a href="http://www.primeirodeabril.com.br/">www.primeirodeabril.com.br</a> : <strong>“Mesmo que o faminto cliente desista de esperar pelo prato da vingança, a própria vida se encarrega de vingar todo o mal:  neste mundo há perigo em cada esquina. Mas há também a má notícia: estes muitos perigos da vida não distinguem os maus dos bons. Pagam os que devem e também os que esperam para receber a dívida.&#8221;</strong></p>
<p style="text-align:left;">
</blockquote>
<blockquote><p>O assunto acabou provocando discussões acaloradas entre os grandes chefs participantes. Na hora de servir o prato principal, que foi  &#8220;Vendetta Chaud&#8221;, eles se animaram e partiram para a velha e boa vingança quentinha:<strong> Entre mortos e feridos, quebraram-se todos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.primeirodeabril.com.br/"><em>www.primeirodeabril.com.br</em></a></strong></p></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<blockquote><p><strong><em>xoxo</em></strong></p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Raquel<em><br />
</em></strong></p></blockquote>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vomitos, cuspes e fragmentos]]></title>
<link>http://zapatablood.wordpress.com/2009/11/18/251/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 10:13:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>zapatablood</dc:creator>
<guid>http://zapatablood.wordpress.com/2009/11/18/251/</guid>
<description><![CDATA[Depois de algum tempo nisso Indo no fundo e voltando pra ver Eu me descubro, amor, dentro do vício M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1 style="text-align:center;"><span style="font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;line-height:16px;font-size:13px;color:#555555;"><span style="text-decoration:underline;">Depois de algum tempo nisso<br />
Indo no fundo e voltando pra ver<br />
Eu me descubro, amor, dentro do vício<br />
Maravilhosamente a renascer. . .<br />
Amando a vida como ama<br />
o entalhador um pedaço de pau<br />
o pescador o seu rio<br />
e o sofredor sua mulher fatal</span></span></h1>
<h1 style="text-align:center;"><img src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAACeT11rpWTO_PaxfspxdiiiDvAIiVjzq3yJ9SaVS8uu6b2TTcZ1sAwRq9prJwyZqdkKbpDxmFsvbSVhzxe6oOnQAm1T1UNsrVH610tEg11UDWRESYre4_VAG.jpg" alt="" /></h1>
<h1 style="text-align:center;"><span style="line-height:normal;font-size:12px;"><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="color:#ff0000;">Exatos e Humanos</span></strong></span></span></h1>
<h1 style="text-align:center;"><span style="line-height:normal;font-size:12px;"><span style="color:#ff0000;"><em><strong><span style="color:#ff0000;"> </span></strong></em><span style="color:#ff0000;">Coisas dos humanos&#8230;<br />
Humanos livres&#8230;<br />
Humanos viveis<br />
dos teus víveres<br />
Humanos<br />
sentencie outros humanos<br />
Exatos  desumanos<br />
vivem<br />
Exatos e humanos<br />
Emotivos  analiticos<br />
inexatos e românticos<br />
Introspectivos Emotivos<br />
como eu<br />
apenas sofrem<br />
por demasiados amores urbanos&#8230;
<p>&#160;</p>
<p></span></span></span></h1>
<h1><span style="text-decoration:underline;">Que importa</span></h1>
<div id="_mcePaste"><span style="text-decoration:underline;">Mas  o que importa agora</span></div>
<div id="_mcePaste">Se o sol já não brilha como antes</div>
<div id="_mcePaste">Nossos pensamentos são razões sem semblante</div>
<div id="_mcePaste">O que me resta</div>
<div id="_mcePaste">Se vivo minha vida miserável como uma festa</div>
<div id="_mcePaste">E  penso apenas no fator</div>
<div id="_mcePaste">De que tudo que me parece humano seja apenas ódio e falsidade</div>
<div id="_mcePaste">O que importaria  se o sol brilhasse de verdade</div>
<div id="_mcePaste">não teria olhos para notar a beleza de tal luz</div>
<div id="_mcePaste">Já que as trevas noturnas  tomaram conta de algo tão menos</div>
<div id="_mcePaste">precioso ,que seja, ou que chamamos de vida&#8230;</div>
<div id="_mcePaste">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#333399;">Eu estou sujo suado</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#333399;">Eu estou preso em um buraco</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#333399;">Estou indo dormir para sempre</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:center;"><span style="color:#333399;">Para semprer viver no meus  ETERNOS  pesadelos&#8230;</span></div>
<div id="_mcePaste">=================================================</div>
<p><span style="color:#ff00ff;">a pé cheguei &#8220;y la piel se fue&#8221;</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">para onde ? não sei .</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">por que? Não quero saber !!!</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">apenas me lembro</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">que pelas ruas onde passei</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">o sangue corria</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">enquanto Deus fugia</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">de meus harmoniosos pensamentos!!!</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">=================================================</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;"><span style="color:#000000;font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;line-height:16px;"> </span></span></p>
<p style="color:#555555;font-size:13px;border:0 initial initial;margin:0;padding:0 0 20px;">
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Depois de tudo acostumado,</span></p>
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Foi pior<br />
Ela me viu, cuspiu de lado, </span></p>
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Na maior<br />
Meu travesseiro tá molhado </span></p>
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">É o meu suor</span></p>
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Quem precisar de mim me encontre, eu tô na moda<br />
Não tem mais conversa, choro nem vela</span></p>
<p style="line-height:12pt;border-color:initial;border-style:initial;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;">
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Foi ela quem invadiu o meu endereço<br />
Fez um fogo no começo<br />
Fez um drama no final</span></p>
<p style="line-height:12pt;border-color:initial;border-style:initial;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;">
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Foi ela que jogou meu violão de estimação pela janela. Foi ela</span></p>
<p style="line-height:12pt;border-color:initial;border-style:initial;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;">
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Ela é a fera, ela é a bela<br />
Mudou não<br />
Eu fui a farofa amarela, </span></p>
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">To na mão<br />
De novo a velha culpa minha<br />
Solidão, melancolia, nostalgia<br />
O velho tédio, a mão vazia<br />
</span></p>
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;">
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Não tem remédio, nem me interessa</span></p>
<p style="line-height:12pt;border-color:initial;border-style:initial;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Senhora do orgulho das serpentes<br />
Me iludiu, mostrou os dentes<br />
Fez de mim um festival</span></p>
<p style="line-height:12pt;border-color:initial;border-style:initial;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;">
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;">
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;">
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;">
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;">
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;">
<p style="line-height:12pt;margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Fora! &#8212; Fora!<br />
Eu vou uma dentro e amanhã eu dou o fora</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span>Fora! &#8212; Fora!<span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><br />
Depois de dar uma dentro, o melhor é dar o fora</span></p>
<p style="color:#555555;font-size:13px;border:0 initial initial;margin:0;padding:0 0 20px;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Das reincidências]]></title>
<link>http://reincidentes.wordpress.com/2009/11/18/das-reincidencias/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 09:27:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>anameliacoelho</dc:creator>
<guid>http://reincidentes.wordpress.com/2009/11/18/das-reincidencias/</guid>
<description><![CDATA[de que a Claudia estava falando uns posts atrás, me fizeram pensar em algumas minhas, e na de outros]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>de que a Claudia estava falando uns posts atrás, me fizeram pensar em algumas minhas, e na de outros também.</p>
<p>De reincidência minha, eu posso começar pela dos blogs, prática que começou comigo já faz tempo e que marcou a minha &#8220;idade do ouro&#8221;, entre 2002 e 2003. É a época que vai ficar na memória como referência para tudo o que vem depois e como resultado do que veio antes; como ponto de uma transformação sutil de mim e do mundo, em que parecia que as coisas necessárias entraram em acordo, e mesmo frente às adversidades, como numa história que se gosta de reler, tudo conspirava a favor. Leia-se aí uma vontade de linearizar e encadear a minha história.</p>
<p>Com o blog muita coisa aconteceu, ele mudou minha realidade e dele eu não consigo muito bem me distanciar. O endereço original ainda está no ar, meio velhinho, sem seguir as mudanças constantes da internet: ele se chama <a href="http://www.anamelia.blogger.com.br/">colher</a>, sob a égide de Cortázar, a minha vontade era lutar contra o que havia de chato, recorrendo aos meus sonhos, fazendo com que eles se repetissem na vida, repetindo bons momentos perdidos do passado, repetindo o que se falava entre os amigos, tentando lançar à frente a garrafa e ver se alguém a achava do outro lado, talvez me antecipando (porque eu não conhecia) a frase tão famosa de Stendhal nos estudos de autobiografia:</p>
<p>&#8220;De je mis avec Moi tu fais la récidive&#8221;</p>
<p>e que de uma certa maneira me veio à cabeça quando pensávamos no nome deste blog! Pode ser que, para dizer como a Claudia disse, o crime não é só nosso, que ele de alguma maneira é contagioso &#8211; e facilmente de reincidência, termo mais criminoso, a gente pense em recaída&#8230; oportunidade para colocar em prática algumas obsessões.</p>
<p>Preciso comer, depois eu continuo isso.</p>
<p>&#8211;<br />
p.s.: ainda sem me contentar como <em>casa</em> até o momento, passei agora para <a href="http://ovonovo.wordpress.com/">cá</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Suspensão]]></title>
<link>http://versoeprosa.wordpress.com/2009/11/18/suspensao/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 03:33:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fênix</dc:creator>
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<description><![CDATA[Se antes mantinha este blog na esperança que a palavra me voltasse, agora creio que é só teimosia. A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Se antes mantinha este blog na esperança que a palavra me voltasse, agora creio que é só teimosia.</strong></p>
<p><strong>A verdade é que não tenho nada mais a dizer. Ou talvez tenha tanto que não caiba em palavras. Não sei &#8212; mas sei que já vai longe o  tempo em que a vida gotejava seus volteios e momentos em minhas rimas.</strong></p>
<p><strong>Estranhamente, penso nos paralelepípedos da minha cidade, lustrosos e irregulares, seu brilho de ônix nas noites do constante verão. E o som das rodas do carro sobre as pedras, o ritmo da jornada até minha casa.</strong></p>
<p><strong>Penso naquela casa e na avenida larga com a música de paralelepípedos &#8211; e assim ilustro meu desalento; e assim me distraio desse cansaço.</strong></p>
<p><strong> </strong><br />
<strong>Esse espanto cansado, espalhado pela minha pele.</strong><br />
<br /></br><br />
<em><span style="color:#008080;">(Comentários desabilitados para esta postagem)</span></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Palavras]]></title>
<link>http://nanossaagenda.wordpress.com/2009/11/17/palavras-2/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 23:13:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>marianamatosbarbosa</dc:creator>
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<description><![CDATA[Olá. Adeus. Como estás? Por cá? Tudo bem. E tu? Desculpa não ter ligado. Não tive tempo. Não faz mal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá. Adeus. Como estás? Por cá? Tudo bem. E tu? Desculpa não ter ligado. Não tive tempo. Não faz mal, de todo. Estive tão ocupado que não teria tempo sequer para atender a chamada. Além do mais, ando agora sempre com o telmóvel sem som para conseguir trabalhar algumas horas seguidas, não vá faltar-me o tempo que preciso para concluir as coisas que preciso mesmo de fazer. Então, e conta-me. Como vão as coisas? Bem obrigada, vai-se andando. Devagar o suficiente para não me senti cansada. Depressa o suficiente para não aborrecer. Andas como queres? Não diria tanto, confesso. Mas rápido diria nada de especial que outra coisa qualquer. Na verdade custa-me estar longe daqui. Parece-me que me eliminaste da tua vida sem que me pedisses autorização. E isso, para além de me magoar, foi sem a minha autorização. Porque no início partiu dos dois, também devia depender de ambos, não concordas? Acho estranho que digas isso. Que me lembre, foste tu que te lembraste, tu propuseste. Tu tu tu. Foi. Eu sei. Mas não era o que eu queria dizer. Era ao contrário. Agora não.</p>
<p><strong>Entrada Na Nossa Agenda  a propósito da notícia:</strong></p>
<h1><a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Unfriend/palabra/ano/elpepugen/20091117elpepuint_12/Tes" target="_blank">&#8216;Unfriend&#8217;, la palabra del año</a></h1>
<h3>El término tecnológico es el que mejor define al 2009 según un diccionario americano</h3>
</div>]]></content:encoded>
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