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	<title>escritores &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/escritores/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "escritores"</description>
	<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 02:13:25 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Livrarias de qualidade]]></title>
<link>http://recantodaspalavras.wordpress.com/2009/11/23/livrarias-de-qualidade/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:32:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
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<description><![CDATA[França classificará livrarias como classifica seus vinhos. O governo francês aprova lei de incentivo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">França classificará livrarias como classifica seus vinhos.</p>
<p align="justify">O governo francês aprova lei de incentivos fiscais e empréstimos sem juros criada por Christine Albanel, ex-ministra da cultura, que faz da estratégia “Plan Livre”,&#160; para as livrarias francesas que serão classificadas por um selo de qualidade.</p>
<p align="justify"><a href="http://recantodaspalavras.files.wordpress.com/2009/11/be058891.jpg"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-top:0;margin-right:auto;border-right:0;" title="© Bettmann/CORBIS" border="0" alt="© Bettmann/CORBIS" src="http://recantodaspalavras.files.wordpress.com/2009/11/be058891_thumb.jpg?w=400&#038;h=288" width="400" height="288" /></a></p>
<p align="center"><font size="1">Sylvia Beach, proprietária e fundadora da Shakespeare &#38; Co., arrumando a vitrine, em maio de 1941, dessa que foi uma das mais famosas livrarias de Paris.      <br /></font><font size="1">Imagem © Bettmann/CORBIS</font></p>
<p align="justify">O mercado editorial está se reinventando para fazer frente aos novos tempos em que você pode ler um livro até mesmo em seu telefone celular. De todos os segmentos do mercado de livros, as livrarias independentes, hoje, talvez constituam um dos elos mais frágeis, devido ao crescimento das grandes redes de livrarias e, também, ao surgimento de meios eletrônicos de leitura como dito acima. </p>
<p align="justify">O governo francês que em outros tempos se preocupou com a questão dos preços dos livros, impedindo descontos além de um determinado percentual (5% sobre o preço de capa), o que atingia frontalmente as livrarias independentes que não tinham poder de barganha junto as editoras, visto que as grandes redes ofereciam descontos muito superiores e agora estabelece, através de uma lei de incentivos fiscais um selo de qualidade, “Librairie Indépendante de Référence” ou LIR, para as livrarias independentes francesas que observem seis itens estabelecidos por uma comissão governamental, referentes a qualidade de seus serviços. </p>
<ol>
<li>
<div align="justify"><strong>desempenhar um importante papel cultura na comunidade;</strong></div>
</li>
<li>
<div align="justify"><strong>organizar rodas de leitura e eventos culturais;</strong></div>
</li>
<li>
<div align="justify"><strong>os funcionários devem contribuir para a qualidade do serviço;</strong></div>
</li>
<li>
<div align="justify"><strong>o proprietário se compromete a investir no acervo, em qualidade e quantidade;</strong></div>
</li>
<li>
<div align="justify"><strong>a loja deve manter uma variada seleção de títulos;</strong></div>
</li>
<li>
<div align="justify"><strong>o acervo deve ter pelo menos 6000 títulos, sendo que a maioria seja composta por novidades.</strong></div>
</li>
</ol>
<p align="justify">O selo de qualidade é valido por três anos e é renovável, ou não, dependendo da observação dos seis pontos obrigatórios. Assim, o governo francês destina para essas livrarias uma verba total de € 500 mil e calculam que as isenções fiscais somem € 3 milhões.</p>
<p align="justify">Hoje, na França, há cerca de 3500 livrarias independentes e 6 mil editoras. Segundo Dominique Mazuet, gerente da livraria Tropique (cerca de 60m²), em Montparnasse, Paris, acredita que essa lei poderá beneficiar as livrarias em relação as isenções fiscais e subsídios, o que poderá desafogar um pouco os custos fixos da manutenção de uma livraria independente. Ainda segundo suas palavras, manter uma loja com três funcionários vai depender não apenas dessas leis (Lei Lang e a Lei LIR), mas também da assiduidade dos seus clientes e o interesse em continuarem sendo seus fregueses.</p>
<p align="justify">E no Brasil como anda essa questão?</p>
<p align="justify"><font size="1">* Livre tradução feita por mim, Jorge Alberto, do artigo “</font><a href="http://publishingperspectives.com/?p=7694"><font size="1">France Rates Top Indie Bookshops Like Wine</font></a><font size="1">”, de Olivia Snaije, para o Publishing Perspectives.</font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre la vida y la muerte]]></title>
<link>http://eariandes.wordpress.com/2009/11/23/sobre-la-vida-y-la-muerte-2/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:32:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>eariandes</dc:creator>
<guid>http://eariandes.wordpress.com/2009/11/23/sobre-la-vida-y-la-muerte-2/</guid>
<description><![CDATA[Era un fantasma que caminaba por la calle como un transeúnte más. Tan sólida era su figura que creyó]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Era un fantasma que caminaba por la calle como un transeúnte más. Tan sólida era su figura que creyó]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Livro das Nossas Vidas - "A Lua de Joana", por Filipe Hanson e Ana Silva]]></title>
<link>http://bibliblogue.wordpress.com/2009/11/23/o-livro-das-nossas-vidas-a-lua-de-joana-por-filipe-hanson-e-ana-silva/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 22:54:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Rebelo</dc:creator>
<guid>http://bibliblogue.wordpress.com/2009/11/23/o-livro-das-nossas-vidas-a-lua-de-joana-por-filipe-hanson-e-ana-silva/</guid>
<description><![CDATA[A Lua de Joana é sem dúvida, e desde há anos, um livro que tem impressionado muitos jovens leitores ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">A <strong><em>Lua de Joana</em></strong> é sem dúvida, e desde há anos, um livro que tem impressionado muitos jovens leitores &#8211; aqui fica então um post duplo do Filipe e da Ana que, apesar de terem cada um &#8220;a sua vida&#8221;, escolheram, sem qualquer combinação prévia, esta história como tema do seu artigo. </span></p>
<h1 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">&#8230;<br />
</span></h1>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"><a href="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/joana.jpg"><img class="size-medium wp-image-2878 alignleft" title="joana" src="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/joana.jpg?w=203" alt="" width="203" height="300" /></a>O livro de que vou falar tem como título <em>A Lua de Joana</em>, escrito por <a href="http://quarto-crescente.blogs.sapo.pt/448.html"><strong>Maria Teresa Maia Gonzalez</strong></a>. Este livro é sobre uma rapariga chamada Joana, que acabou de perder a sua melhor amiga, Marta, que morrera de<em> overdose</em> de drogas, e desde então, como Joana sente imensa falta da Marta, começa a escrever cartas, para a amiga que já morreu, sobre o seu dia-a-dia (o livro é constituído pelas cartas da Joana), pois sentia-se sempre muito sozinha.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Joana é uma excelente aluna, muito admirada pelos seus colegas e professores, contudo esconde de todos a infelicidade que sente com a perda da sua melhor amiga a ausência da sua família, pois os seus pais não lhe dão atenção, e a única pessoa em quem Joana podia confiar e desabafar é com a sua avó, a avó Ju, pois ela era a única que lhe dava atenção e a compreendia.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Os pais de Joana raramente estavam “atentos” a ela porque a achavam  uma jovem responsável, e por isso não se preocupavam com ela, mas também não eram pais presentes nas acções dos filhos. O pai era um médico consagrado, dando mais importância ao seu trabalho e pacientes que à família; a mãe era dona de uma loja de vestuário, dando mais importância à loja e ao irmão de Joana, Jorge, a quem pelas roupas e aspecto chamava “Homem das Cavernas” e “Traumatizado”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">As coisas complicam-se quando a avó Ju morre, deixando Joana completamente infeliz e ainda mais isolada das pessoas: pois as mais importantes da sua vida tinham morrido. Com o passar dos dias, Joana vai-se sentindo fraca pela solidão que passa, até que conhece uma rapariga que era amiga da Marta, a Rita. Estas começam a conhecer-se melhor e foi através da Rita que a Joana começou a consumir droga (a Marta também começou a consumir através da Rita), para ter uma sensação diferente do que a solidão lhe permitia.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Acho importante referir que a origem do título do livro é um baloiço que a <a href="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/1318324.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2879" title="1318324" src="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/1318324.jpg?w=300" alt="" width="347" height="122" /></a>Joana tinha no quarto, pois tinha a forma de uma lua que, de acordo com a posição, representava o estado de espírito da Joana (se tivesse em quarto minguante estava triste, se tivesse em quarto crescente estava feliz).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Escolhi este livro pois fala sobre a triste realidade das drogas e a sua influência negativa na  própria pessoa, na família e nos amigos, afectando toda a nossa sociedade. O livro também chama a atenção para os pais desatentos, para aqueles que colocam a profissão em primeiro lugar, deixando a família para trás.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"><strong>Filipe Hanson 10ºB</strong></span></p>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"><strong>&#8230;<br />
</strong></span></h2>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"><strong><em>A Lua de Joana</em></strong> é o livro da minha vida, até agora.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Escolhi este livro pois adorei lê-lo: é bastante cativante e mostra-nos uma realidade na vida de vários adolescentes: o mundo das drogas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">A protagonista do livro é a Joana, uma rapariga de 17 anos,que perdeu a sua melhor amiga, a Marta. Marta, também de 17 anos, começou a enveredar pelo caminho das drogas, ficando assim viciada e acabando por falecer.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"> </span></p>
<div id="attachment_2880" class="wp-caption alignleft" style="width: 180px"><a href="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/gonzalez-maria-teresa-3.jpg"><img class="size-full wp-image-2880" title="gonzalez,-maria-teresa-3" src="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/gonzalez-maria-teresa-3.jpg" alt="" width="170" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Mª Teresa Gonzalez</p></div>
<p>Após a morte de Marta, Joana começou a escrever um diário como se fosse dirigido a Marta. Nele, Joana desabafava sobre os probelemas com os pais e não só. Um tempo depois de Marta ter falecido, Joana começou a falar com o irmão dela, tendo mesmo começado a namorar. Como qualquer casal, tiveram algumas discussões mas o pior estava para chegar: tal como Marta, o irmão também seguiu o mesmo caminho. Talvez para tentar perceber porque é que a irmã tinha escolhido aquele caminho, ou até mesmo por estar revoltado com o que tinha acontecido com ela. Quando Joana se apercebeu do que se passava com o namorado, já era tarde demais, pois ele já estava demasiado “dentro” do mundo da droga e quase não havia volta a dar. Revoltada com tudo o que se passava, Joana acabou por entrar também nesse mundo, um pouco pressionada pelo namorado. Porém, no fim, os dois decidem fazer reabilitação para deixarem as drogas.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Gostei imenso do livro, contudo não gostei do final pois a Joana não se consegue curar e acaba por morrer. Eu penso que é interessante pessoas da minha idade lerem este livro pois ele ilustra uma realidade bem verdadeira e ilustra também o perigo das drogas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"><strong> Ana Silva, 10ºB</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Publican en inglés la última entrevista a Roberto Bolaño ]]></title>
<link>http://bitacoradenaufragios.wordpress.com/2009/11/23/publican-en-ingles-la-ultima-a-entrevista-a-roberto-bolano/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 22:07:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>bitacoradenaufragios</dc:creator>
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<description><![CDATA[El Mundo Bolaño sigue generando utilidades. Mañana sale a la venta en Estados Unidos la última entre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El Mundo Bolaño sigue generando utilidades. Mañana sale a la venta en Estados Unidos la última entre]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los puentes de Königsberg]]></title>
<link>http://bitacoradenaufragios.wordpress.com/2009/11/23/los-puentes-de-konigsberg/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 04:20:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>bitacoradenaufragios</dc:creator>
<guid>http://bitacoradenaufragios.wordpress.com/2009/11/23/los-puentes-de-konigsberg/</guid>
<description><![CDATA[1 Hay siete niñas raptadas y desaparecidas —alguien se las robó de un autobús escolar—; hay otras oc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[1 Hay siete niñas raptadas y desaparecidas —alguien se las robó de un autobús escolar—; hay otras oc]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un Mundo Feliz - Huxley, Aldous]]></title>
<link>http://sideravisus.wordpress.com/2009/11/23/un-mundo-feliz-huxley-aldous/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 03:22:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Valfeodir</dc:creator>
<guid>http://sideravisus.wordpress.com/2009/11/23/un-mundo-feliz-huxley-aldous/</guid>
<description><![CDATA[En este libro visionario escrito en 1932, Aldous Huxley imagina una sociedad que utilizaría la genét]]></description>
<content:encoded><![CDATA[En este libro visionario escrito en 1932, Aldous Huxley imagina una sociedad que utilizaría la genét]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[cameron e house]]></title>
<link>http://lawkes.wordpress.com/2009/11/22/cameron-e-house/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 01:56:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>lawkes</dc:creator>
<guid>http://lawkes.wordpress.com/2009/11/22/cameron-e-house/</guid>
<description><![CDATA[cameron: eu estava apaixonada por você, fui uma idiota. tentei ser como você e te entender porque ac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>cameron: eu estava apaixonada por você, fui uma idiota. tentei ser como você e te entender porque achei que pudesse te curar. você quase matou aquele paciente<br />
house: se quase não salvar a vida dele significa&#8230;<br />
cameron: você sabia o diagnostico há muito tempo. arriscou a vida de um paciente para atrair sua velha equipe.<br />
house: mais um?<br />
cameron: foi você quem matou dibala. por brincar de Deus e nos ensinar a fazer o mesmo<br />
house: ensinei a pensarem por conta propria<br />
cameron: nem pensa neles como pessoas. são apenas ratos de laboratório para seus enigmas<br />
house: enquanto você celebra a humanidade deles, prefiro resolver esses enigmas e salvar suas vidas<br />
cameron: motivos importam, vidas não podem ficar em segundo plano<br />
house: o paciente está vivo, é isso que importa<br />
cameron: não para você. tudo que interessa é que taub e treze caiam no seu jogo. você os invenenara assim como invenenou Chase.<br />
house: seu marido matou um paciente, mas esta terminando comigo?<br />
cameron: você o arruinou. ele nem consegue distinguir certo do errado, não consegue nem enxergar mais a santidade de uma vida humana. eu te amei, e amei o chase. sinto muito por vocês dois. pelo que se tornaram, por quê para vocês dois não tem mais jeito.</p>
<p><strong>Teamwork</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[27- Quiero leer en español, pero... ¿qué?]]></title>
<link>http://muchaclase.es/2009/11/22/27-quiero-leer-en-espanol/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:37:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Beatriz</dc:creator>
<guid>http://muchaclase.es/2009/11/22/27-quiero-leer-en-espanol/</guid>
<description><![CDATA[ENTRE LOS DIFERENTES &#8220;CAMINOS&#8221; para aprender español que comentamos aquí y en las clases]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="color:#ff0000;"><a href="http://muchaclase.wordpress.com/files/2009/11/libro-dibujo-de-douglas-wright.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-645" title="Dibujo de Douglas Wright" src="http://muchaclase.wordpress.com/files/2009/11/libro-dibujo-de-douglas-wright.jpg?w=150" alt="" width="150" height="125" /></a>ENTRE LOS DIFERENTES &#8220;CAMINOS&#8221;</span></strong> para aprender español que <a href="http://muchaclase.es/2009/11/07/22maneras-de-aprender-espanol/" target="_blank">comentamos aquí y en las clases</a>, aparecieron las <strong>lecturas</strong>. Y entonces surgió <strong>la pregunta</strong>: leer, sí, pero <strong>¿qué?</strong></p>
<p>Dejo aquí la <strong>lista de los libros</strong> que estuvimos hojeando y algunos más. La lista es subjetiva, incompleta, anárquica y refutable. Incluye <strong>diferentes géneros</strong> para que cada uno elija a su gusto. El objetivo principal es servir de simples <strong>sugerencias</strong>. Uno puede entrar en una librería buscando alguno de estos títulos y en la sección donde estén colocados, encontrar quizá otros que le atraigan más. </p>
<p>En un nivel A2 podéis empezar &#8220;atacando&#8221; los tres primeros, que son algo más sencillos. Y a partir de ahí, <strong>¡bienvenidos al placer de la lectura en español!</strong></p>
<p><a href="http://muchaclase.wordpress.com/files/2009/11/cubiertas-libros2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-650" src="http://muchaclase.wordpress.com/files/2009/11/cubiertas-libros2.jpg" alt="" width="143" height="485" /></a>- Sergi Pàmies, <span style="color:#6a5acd;"><em><strong>Si te comes un limón sin hacer muecas</strong></em> </span>(relatos breves).</p>
<p>- Gabriel García Márquez, <em><strong><span style="color:#6a5acd;">El coronel no tiene quien le escriba</span></strong></em> (novela).</p>
<p>- Rafael Alberti, <em><strong><span style="color:#6a5acd;">Marinero en tierra</span></strong></em> (poesía).</p>
<p>- Miguel Mihura, <em><strong><span style="color:#6a5acd;">Maribel y la extraña familia</span></strong></em> (teatro, humor).</p>
<p>- Gabriel García Márquez, <em><strong><span style="color:#6a5acd;">Relato de un náufrago</span></strong></em> (novela).</p>
<p>- Pablo Neruda, <em><strong><span style="color:#6a5acd;">Odas elementales</span></strong></em> (poesía).</p>
<p>- Carmen Martín Gaite, <strong><em><span style="color:#6a5acd;">Caperucita en Manhattan</span></em></strong> (novela).</p>
<p>- Guillermo Summers y G. Summers G., <em><strong><span style="color:#6a5acd;">La loca historia de España</span></strong></em> (historia de España, humor, cómic).</p>
<p>- Augusto Monterroso, <strong><em><span style="color:#6a5acd;">La oveja negra y demás fábulas</span></em></strong> (fábulas breves, humor).</p>
<p>- Ignacio Martínez de Pisón, <em><strong><span style="color:#6a5acd;">El tiempo de las mujeres</span></strong></em> (novela).</p>
<p>- Eduardo Mendoza, <em><strong><span style="color:#6a5acd;">El misterio de la cripta embrujada</span></strong></em> (novela).</p>
<p>- Francisco Ibáñez, <em><strong><span style="color:#6a5acd;">Mortadelo y Filemón</span></strong></em> (cómic, humor, numerosos títulos).</p>
<p>- Luis Señor, <span style="color:#6a5acd;"><strong><em>Diccionario de citas</em></strong> <span style="color:#000000;">(existen muchas recopilaciones de citas célebres).</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://muchaclase.wordpress.com/files/2009/11/libreria-anagram-praga.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-655" title="Publicidad de la librería Anagram (Praga)" src="http://muchaclase.wordpress.com/files/2009/11/libreria-anagram-praga.jpg" alt="" width="405" height="282" /></a></p>
<p>Esta lista puede hacerse inmensa como el mar gracias a las <strong>aportaciones de todos</strong>. ¿Has leído algún libro en español? ¿Te gustó? ¿Se lo aconsejarías a alguno de tus compañeros, a alguien que quiere leer algo y no sabe qué? Deja <strong>tu recomendación y tus razones</strong> para ello en los comentarios y mucha gente se beneficiará de tus sugerencias.</p>
<p>Si alguien elige leer algo de la lista de arriba, que también nos cuente sus impresiones, un resumen del argumento (¡pero nunca el final de la historia!) para dar una idea del tema, su opinión sobre si merece la pena leerlo o no&#8230; y todo lo que se le ocurra. <strong>¡Gracias por colaborar y ayudar a los demás!</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Primavera dos Livros 2009 &ndash; Rio de Janeiro]]></title>
<link>http://recantodaspalavras.wordpress.com/2009/11/22/primavera-dos-livros-2009-rio-de-janeiro/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 16:57:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
<guid>http://recantodaspalavras.wordpress.com/2009/11/22/primavera-dos-livros-2009-rio-de-janeiro/</guid>
<description><![CDATA[Uma feira de livro das pequenas e médias editoras brasileiras com tudo que as grandes feiras de livr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">Uma feira de livro das pequenas e médias editoras brasileiras com tudo que as grandes feiras de livro tem e um pouco mais: o contato direto com os editores e autores.</p>
<p align="justify"><a href="http://recantodaspalavras.files.wordpress.com/2009/11/primavera011.jpg"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="primavera01" border="0" alt="primavera01" src="http://recantodaspalavras.files.wordpress.com/2009/11/primavera01_thumb2.jpg?w=408&#038;h=276" width="408" height="276" /></a></p>
<p align="center"><font size="1">Clique sobre a imagem para ampliar</font></p>
<p align="justify">A Primavera dos livros do Rio de Janeiro este ano, que será entre os dias 26 e 29 de novembro, das 10h às 22h, no jardim do Museu da República (Palácio do Catete), terá como tema a Literatura de Cordel, em homenagem ao poeta Patativa do Assaré, que completaria 100 anos de nascimento. Este evento é o resultado do esforço da Libre – Liga Brasileira de Editoras, tendo patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e apoio da Biblioteca Nacional e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Este ano a feira se internacionaliza ao contar com profissionais do mercado editorial latino-americano e africano, recebendo representantes do Chile, Peru, Argentina, Equador, México, Guiné-Bissau e Angola.</p>
<p align="justify">São 86 estandes apresentando livros de todos os gêneros literários (Biografia, Romance, Romance Policial, Infantil, Infanto-Juvenil, Arte, etc.)</p>
<p align="justify">Além das editoras comerciais, também haverá participação de editoras universitárias e institucionais como a Biblioteca Nacional e a Fiocruz.</p>
<p align="justify">A entrada é franca e haverá promoções com descontos de até 40%</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="center"><font size="1"></font></p>
<p align="justify"><strong><font size="3">Como chegar</font></strong></p>
<p align="justify">Metrô</p>
<p align="justify"><a href="http://recantodaspalavras.files.wordpress.com/2009/11/primavera022.jpg"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="primavera02" border="0" alt="primavera02" src="http://recantodaspalavras.files.wordpress.com/2009/11/primavera02_thumb2.jpg?w=408&#038;h=231" width="408" height="231" /></a><font size="1">Clique sobre a imagem para ampliar </font></p>
<p align="justify"><strong>Ônibus</strong></p>
<p align="justify">Entre no <a href="http://maps.google.com.br/" target="_blank">Google maps</a> e faça a busca. Hoje, o Rio de Janeiro é uma das poucas cidades do mundo em que o Google fornece informações acuradas sobre o transporte coletivo.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong><font size="3">Programação de lançamentos</font></strong></p>
<p align="justify">Entre os dias 27 e 29, haverá diversos lançamentos e sessões de autógrafos para o público adulto e infantil. No sábado, 28/11, às 14h, será lançado o livro “<strong>Botafogo desde menino</strong>”, de Luís Pimentel com ilustrações do Amorim. </p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong><font size="3">Mesas de debate</font></strong></p>
<p align="justify">Também haverá mesas de debates para todos os gostos como, por exemplo, no dia especial para os professores (27/11, mesa 3, às 10h), o tema será “Os mestres Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro na escola do século XXI”.</p>
<p align="justify">Nomes de peso dos universos literário e cultural brasileiros como Lygia Bojunga, Laura Sandroni, Joel Rufino dos Santos, Braulio Tavares, Ruth de Souza, Jorge Mautner, Luiz Carlos Maciel, Milton Gonçalves, Arthur Dapieve, Ruy Castro, Heloisa Seixas, Geraldinho Carneiro, Carlito Azevedo, Deonísio Silva e outros mais participarão das mesas de debate. </p>
<p align="justify">Serão discutidos temas como o universo da criação literária, o Rio de Janeiro e as Olimpíadas de 2016, racismo e a mulher negra na TV brasileira. Numa das mesas o debate será em torno da biografia como gênero literário e por qual motivo é um dos segmentos de maior vendagem do mercado editorial. Em outra mesa, Ruy Castro e Heloísa Seixas batem um papo com o público e também haverá uma mesa dedicada à obra e vida de Augusto Boal.</p>
<p align="justify">As novas mídias não foram esquecidas, tanto que uma das mesas discutirá os sites de relacionamento como o Facebook e outros do mesmo porte como canais para a arte, mídia e cultura digital. </p>
<p align="justify">Veja a programação abaixo:</p>
<p align="justify"><strong><font color="#ff8000">Dia 27/11</font> </strong></p>
<p align="justify"><em><strong>DIA DO PROFESSOR </strong></em></p>
<p align="justify">9h Chegada e certificação </p>
<ul>
<li>
<div align="justify">10h &#8211; 11h &#8211; sexta-feira        <br /><strong>Mesa 3 &#8211; Os mestres Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro na escola do século XXI          <br /></strong>Participantes:         <br />Yolanda Lobo (escritora)         <br />Guti Fraga (projeto Nós do Morro)         <br />Mediação: Bia Hetzel (Editora Manati) </div>
</li>
<li>
<div align="justify">11h30 &#8211; sexta-feira        <br /><strong>Mesa 4 &#8211; Leitura e Paixão: uma homenagem a Lygia Bojunga e Tatiana Belinky (em depoimento virtual)          <br /></strong>Homenagem a duas das mais importantes personalidades da cultura brasileira com inestimável contribuição na área de literatura, leitura e mercado de livros         <br />Participantes:         <br />Lygia Bojunga         <br />Laura Sandroni (escritora e jornalista)         <br />Joel Rufino dos Santos (escritor)         <br />Mediação: Ninfa Parreiras (escritora e pesquisadora da FNLIJ) </div>
</li>
<li>
<div align="justify">15h &#8211; sexta-feira        <br /><strong>Mesa 5 &#8211; Universos da criação literária. Escrever se aprende?          <br />A criação literária, assunto muito controvertido entre especialistas. Escrever se aprende? Como se forma um escritor? Quais os caminhos a percorrer até que aulas ou oficinas contribuam para sua formação? Aprendemos samba no colégio, afinal?           <br /></strong>Participantes:         <br />Nilza Rezende (escritora e professora de oficinas de criação literária)         <br />Luís Pimentel (escritor e jornalista/professor)         <br />Bia Albernaz (escritora e professora de oficinas de criação literária)         <br />Mediação: Marcus Vinicius Quiroga (poeta e professor) </div>
</li>
<li>
<div align="justify">18h30 &#8211; sexta-feira        <br /><strong>Mesa 6 &#8211; O Brasil em cordel &#8211; Homenagem a Patativa do Assaré          <br /></strong>O cordel como literatura, como música, como criação e como expressão mais genuína da nossa literatura. O cordel como mercado e como profissão. A arte do poeta de cordel encarnada nesta homenagem a Patativa do Assaré, um dos maiores profissionais do gênero, morto em 2002, aos 93 anos.         <br />Participantes:         <br />Bráulio Tavares (escritor e especialista em Literatura de Cordel)         <br />Olegário Alfredo (cordelista)         <br />Chico Sales (cordelista)         <br />Mediação: Marcus Lucena (cordelista e Presidente da Academia Brasileira de Cordel) </div>
</li>
</ul>
<p align="justify"><strong><font color="#ff8000">Dia 28/11 </font></strong></p>
<ul>
<li>
<div align="justify">10h30 -12h30 &#8211; sábado        <br /><strong>Mesa 7 &#8211; Olimpíadas 2016: a cidade e o esporte</strong>         <br />Rio: capital turística do Brasil, escolhida para ser o palco das Olimpíadas de 2016, com diversas promessas de melhorias para seus problemas mais cruciais. Até que ponto o desenvolvimento de uma pode estar atrelado a um evento? O futuro de uma cidade depende dessas efemérides?         <br />Participantes:         <br />Mauricio Drummond (escritor e professor)         <br />Jorge Maranhão (escritor)         <br />Saturnino Braga (escritor e ex- prefeito do RJ)         <br />Mediação: Alvanísio Damasceno (editor da Quartet) </div>
</li>
<li>
<div align="justify">12h30h &#8211; 14h &#8211; sábado        <br /><strong>Mesa 8 &#8211; Aqui ninguém é branco: mídia e Racismo &#8211; a mulher negra na TV          <br /></strong>Homenagem a Ruth de Souza         <br />Participantes:         <br />Ruth de Souza (atriz)         <br />Rosália Diogo (escritora e pesquisadora)         <br />Ângela Randolpho (escritora e pesquisadora)         <br />Mediação: Laura Padilha (escritora e prova UFF) </div>
</li>
<li>
<div align="justify">15h &#8211; 16h30 &#8211; sábado        <br /><strong>Mesa 9 &#8211; Face a face com o Facebook e congêneres: arte, mídia e cultura digital</strong>         <br />As novas mídias, arte e cultura&#160; digital e a revolução que representam no século XXI. Como afetam as nossas relações pessoais e de trabalho. A internet e suas possibilidades de comunicação jamais imaginadas. A vida na rede.         <br />Participantes:         <br />Artur Matuck (escritor e professor USP)         <br />Maria Carmem Barbosa (escritora e roteirista de TV)         <br />Nízia Villaça (escritora e pesquisadora)         <br />Mediação: Valéria Martins </div>
</li>
<li>
<div align="justify">17h &#8211; 18h30 &#8211; sábado        <br /><strong>Mesa 10 &#8211; O Brasil em cordel &#8211; Homenagem a Patativa do Assaré          <br /></strong>Participantes:         <br />Bráulio Tavares         <br />Olegário Alfredo         <br />Chico Sales         <br />Mediação: Marcus Lucena </div>
</li>
<li>
<div align="justify">19h &#8211; 20h30 &#8211; sábado        <br /><strong>Mesa 11 &#8211; Tal Brasil, qual teatro? Tributo a Augusto Boal          <br /></strong>Reflexão sobre o papel do teatro na sociedade contemporânea e homenagem a Augusto Boal, criador do Teatro do Oprimido.         <br />Participantes:         <br />Jorge Mautner (poeta e músico)         <br />Luiz Carlos Maciel (ator e diretor de teatro)         <br />Nelson Xavier (ator e diretor)         <br />Milton Gonçalves (ator)         <br />Helen Saratek (socióloga/Centro do Teatro do Oprimido)         <br />Mediação: Geo Britto (pesquisador/Centro Teatro do Oprimido) </div>
</li>
</ul>
<p align="justify"><strong><font color="#ff8000">Dia 29/11 </font></strong></p>
<ul>
<li>
<div align="justify">10h &#8211; 11h30 &#8211; domingo        <br /><strong>Mesa 12 &#8211; Biógrafos e biografáveis : que mercado é esse que só faz crescer?</strong>         <br />Os caminhos da biografia como gênero na contemporaneidade. Quais são eles? Quais as novas formas de escrita que admitem? O profissional de biografias e sua ética num mercado que cresce cada dia mais.         <br />Participantes:         <br />Arthur Dapieve (cronista, jornalista e biógrafo /Renato Russo)         <br />Carlos Didier (compositor e biografo / Noel Rosa)         <br />Ana Arruda Callado (roteirista e biógrafa / Maria Martins)         <br />Euclides Penedo Borges (músico e biógrafo / Euclides da Cunha)         <br />Mediação: Felipe Pena (autor de Teoria da Biografia sem Fim) </div>
</li>
<li>
<div align="justify">11h30 &#8211; 13h &#8211; domingo        <br /><strong>Mesa 13 &#8211; Leitores apaixonados: um encontro com Ruy Castro e Heloisa Seixas</strong>         <br />A paixão pela leitura e pelos livros é o tema deste encontro com dois craques da escrita, apaixonados pelos livros e pela profissão.         <br />Participantes:         <br />Heloisa Seixas (escritora )         <br />Ruy Castro (escritor)         <br />Mediação: Suzana Vargas (especialista em leitura) </div>
</li>
<li>
<div align="justify">15h &#8211; 16h &#8211; domingo        <br /><strong>Mesa 14 &#8211; Sustentabilidade / biodiversidade: por uma nova ética cultural</strong>         <br />A sustentabilidade como solução para garantir novas formas de sobrevivência para o planeta. Até onde afetará a vida em comunidade, gerando novas formas de convivência         <br />Participantes:         <br />Leonardo Boff (escritor)         <br />Fernando Gabeira (deputado federal/PV)         <br />Mediação: Felipe Pena </div>
</li>
<li>
<div align="justify">17h &#8211; 18h30 -&#160; domingo        <br /><strong>Mesa 15 &#8211; O máximo no mínimo &#8211; um olhar sobre as poéticas contemporâneas</strong>         <br />A poesia como gênero minimalista, que diz muito com a maior economia verbal possível, de vasta produção e pouca inserção no mercado. Que caminhos percorre hoje até chegar ás prateleiras das livrarias. O que é ser poeta hoje?         <br />Participantes:         <br />Ângela Melim         <br />Geraldinho Carneiro         <br />Carlito Azevedo         <br />Mediação: Suzana Vargas </div>
</li>
<li>
<div align="justify">19h &#8211; 20h30 &#8211; domingo        <br /><strong>Mesa 16 &#8211; Questões de Lusofonia. Por onde anda o acordo ortográfico?</strong>         <br />O acordo ortográfico que completa dois anos e sua adoção brasileira. Por onde anda Portugal e os países de língua portuguesa nessa importante fase de implantação?         <br />Participantes:         <br />Deonísio da Silva (escritor e etimologista)         <br />Adriano de Freixo(escritor especialista)         <br />Marcelo Moutinho (jornalista e escritor)         <br />Mediação: Cecília Costa (jornalista e escritora)</div>
</li>
</ul>
<p align="justify"><strong>[Fonte: <a href="http://www.libre.org.br/index.asp" target="_blank">Libre</a>]</strong></p>
<p align="justify"><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong><font size="3">Mapa dos Expositores</font></strong></p>
<p align="center"><a href="http://img97.imageshack.us/i/primavera03a.jpg/" target="_blank"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;margin-left:0;border-top:0;margin-right:0;border-right:0;" title="primavera03a" border="0" alt="primavera03a" src="http://recantodaspalavras.files.wordpress.com/2009/11/primavera03a3.jpg?w=198&#038;h=423" width="198" height="423" /></a>&#160; <br /><font size="1">Clique sobre a imagem para ampliar</font></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify">
<p><strong>Editora participantes em ordem alfabética</strong></p>
<p>7 Letras    <br />Alameda     <br />Alis     <br />Almádena Editora     <br />Altana     <br />Andrea Jakobson     <br />Apicuri     <br />Argvmentvm     <br />Arquivo Nacional     <br />Artes e Ofícios     <br />Autêntica     <br />Azougue     <br />Bem-Te-Vi     <br />Biruta     <br />Brinque-Book     <br />C/Arte     <br />Calibán     <br />Callis     <br />Capivara     <br />Casa da Palavra     <br />Casa de Rui Barbosa     <br />Cia. de Freud     <br />Claridade     <br />Conta Capa     <br />Contraponto     <br />Cosac Naify     <br />Crisálida     <br />Cuca Fresca     <br />Dueto     <br />Duna     <br />Ed. da UFF     <br />Ed. da UFRJ     <br />Ed. da Unesp     <br />Ed. De Cultura     <br />Ed. Fiocruz     <br />Ed. Independentes     <br />Ed. Museu da República     <br />Editora 34     <br />EdUERJ     <br />Estação Liberdade     <br />Frente Editora     <br />Fund. Biblioteca Nacional     <br />Fund. Perseu Abramo     <br />Galo Branco     <br />Garamond     <br />Gift Shop     <br />Girafa     <br />Ibis Libris     <br />Iluminuras     <br />Imprensa Oficial SP     <br />Literalis     <br />Livro Falante     <br />Maco     <br />Manati     <br />Mar de Idéias     <br />Matrix     <br />Mauad X     <br />Memória Visual     <br />Mirabolante     <br />Musa     <br />Myrrha     <br />Nau     <br />Nitpress     <br />Nova Alexandria     <br />Odysseus     <br />Outras Letras     <br />Pallas     <br />Papagaio     <br />Paz e Terra     <br />Pinakotheke     <br />Prazer de Ler     <br />Publisher do Brasil     <br />Quartet     <br />Roma Victor     <br />Sá Editora     <br />Terceiro Nome     <br />Terra Virgem     <br />Uapê     <br />Versal     <br />Versal     <br />Vieira &#38; Lent     <br />Zit</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fahrenheit 451 - Bradbury, Ray]]></title>
<link>http://sideravisus.wordpress.com/2009/11/21/fahrenheit-451-bradbury-ray/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 21:10:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Valfeodir</dc:creator>
<guid>http://sideravisus.wordpress.com/2009/11/21/fahrenheit-451-bradbury-ray/</guid>
<description><![CDATA[Fahrenheit 451: la temperatura a la que el papel se enciende y arde. Guy Montag es un bombero y el t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Fahrenheit 451: la temperatura a la que el papel se enciende y arde. Guy Montag es un bombero y el t]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MONO OLIVÁREZ]]></title>
<link>http://ferocitas.wordpress.com/2009/11/21/mono-olivarez/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 18:41:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>jgtejeda</dc:creator>
<guid>http://ferocitas.wordpress.com/2009/11/21/mono-olivarez/</guid>
<description><![CDATA[Anoche, junto a su familia (Sonita, Pablo, Rodrigo) y a los que fuimos sus amigos, evocación del Mon]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.ferocitas.cl/"><img src="http://10.media.tumblr.com/tumblr_kqxwfgssFm1qa259to1_r2_400.jpg" alt="" width="236" height="416" /></a></p>
<p>Anoche, junto a su familia (Sonita, Pablo, Rodrigo) y a los que fuimos sus amigos, evocación del Mono Olivárez a diez años de su muerte. El evento se llevó a cabo en un local cultural del Banco del Estado, en la Alameda, primero hablamos, luego el Roro nos brindó unas piezas musicales. Podría haber estado el propio Mono entre los asistentes… Sufrí cuando no lo tuve ya más al teléfono o conversando infinitamente un almuerzo. Amo a los espíritus libres, me derrito ante una cabeza emocional con energía propia. El Mono dedicó su vida a construir su propio personaje, a la conversación ilustrada, a los suyos, a la lectura, a la literatura. Él cultivaba la leyenda, no la historia. Como dijo Federico Schopf, el Mono aparecía y desaparecía, jamás se empoderaba, lo suyo era la periferia casual, y debajo de esa aparente ligereza, de esa especie de abandono, había un sacerdote manejando unos códigos estrictos, irrenunciables. Me aceptó en su mundo como casualmente, sin estrategias, y de él me fue llegando el espíritu del sur, la risa local, la finura perceptiva, la capacidad de escuchar y de decir, el manejo del tiempo. El Mono inauguraba a su paso un nuevo ecosistema regido por leyes orgánicas. Era atento a lo que yo hacía, observaba mis dibujos perturbados, leía mis textos cuando empecé a escribir más en serio, vino alguna vez a mis cumpleaños. Pero sobre todo compartíamos el menú de los empleados del diario La Epoca, y a menudo me conseguía un ticket de colación. Su grupillo almorzaba en un local al cual le llamaba él jocosamente “El Pabellón de Chile”, o en otro situado en una galería comercial de la calle San Diego, entre imprentas pequeñas, al que denominaba “El Chechenia”. El Mono era para mí la risa tocada de ternura y salpicada de pasiones. Siempre nos llevamos bien, conversábamos una o dos veces al mes, y su confesionario lo admitía todo, mezclaba lo escuchado y lo devolvía en forma de cock-tails asombrosos, donde se alternaban el relato llovido de sus tierras con los pistoletazos comprimidos de sus dichos. No era producido el Mono sino espontáneo. Nunca tenía problemas. Yo siempre estoy bien, afirmaba riéndose. El que me quejaba era yo, arrastrando mi alma por entre los matorrales de cemento de esta ciudad. El Mono dominaba los dialectos de mi padre, también de familia sureña. Era un antiescritor, como Nicanor ha sido un antipoeta y como yo he sido, a mi modo, un antiartista. Hasta la victoria siempre.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Del trastero: fotos de Rocangliolo y nosotros, los menos famosos]]></title>
<link>http://melanietaylorherrera.wordpress.com/2009/11/21/del-trastero-fotos-de-rocangliolo-y-nosotros-los-menos-famosos/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 17:20:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>melanietaylor</dc:creator>
<guid>http://melanietaylorherrera.wordpress.com/2009/11/21/del-trastero-fotos-de-rocangliolo-y-nosotros-los-menos-famosos/</guid>
<description><![CDATA[Ahora que llega el nuevo premio Alfaguara, este lunes 23 de noviembre en la Biblioteca nacional, el ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ahora que llega el nuevo premio Alfaguara, este lunes 23 de noviembre en la Biblioteca nacional, el argentino radicado en España, Andrés Neuman, me dio por buscar en el baúl de los recuerdos electrónicos. Buscando en mi computadora di con unas fotos de Santiago Rocangliolo cuando estaba de gira gracias al premio Alfaguara por toda Latinoamerica y le toco Panamá. Con mi celular me atreví a tomarle una foto de cerca luego de preguntarle si me daba permiso. Soné bastante tonta. Esa noche compré su primera novela <strong>Pudor </strong>que aunque bien y de buen ritmo tampoco es una cosa asi que digan uy se me encendieron los fuegos artificiales. Pero después de todo quien soy yo para decir eso si 1)la novelita en cuestión ha sido traducida a muchos idiomas y tengo entendido que hasta la hicieron película 2)no me he ganado ningún premio de importancia intercontinental y 3) los únicos escritores a quien nadie critica son los que están muertos, aunque pensándolo bien ni a esos dejan en paz.  No he leído la que le hizo ganar el premio Alfaguara, <strong>Abril Rojo.</strong></p>
<p>Para los que les guste el chusmeo literario leánse un blog donde le dan palo a la novela Pudor y luego se arma la de sanquintin entre el bloguero y otro internauta que se queja de que el bloguero lo ha bloqueado. <strong>Blog: Puente aereo</strong></p>
<p>http://puenteareo1.blogspot.com/2005/10/censurado-i-roncagliolo-y-lateral.html</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-123" title="Santiago Rocanglio (tercero de izq. a derch.) en la Biblioteca Nacional de Panamá" src="http://melanietaylorherrera.wordpress.com/files/2009/05/lit-foto20071.jpg?w=1024" alt="Santiago Rocanglio (tercero de izq. a derch.) en la Biblioteca Nacional de Panamá" width="614" height="461" /></p>
<p>Luego también encontré unas fotos de un día de Lectura para los hijos de los trabajadores del municipio (ojo, año 2008) en el parque Urraca donde hablé de mi experiencia escribiendo para revistas electrónicas. También estuvo el profesorAlvaro Menendez Franco quien puede hablar de lo que sea por el tiempo que sea. Es decir, una enciclopedia ambulante. Primero me dio una lección de historia de porqué Panamá pertenece a Centroamerica empezando con Morazán y terminando con el bendito Parlacen que tantas ronchas levanta. Tambié n me enteré  de que Ricardo Miro además de poeta de la patria era dado a los líos de faldas y tuvo varios hijos fuera del matrimonio. Chisme literario en color sepia. Qué romántico! Ese día otros escritores que asistieron al evento fueron Carlos Fong, el profesor Gomez, Rigoberto Chu y Leadimiro Gonzalez quien leyó un bellísimo cuento infantil que espero porder leerle algún día a mi hija y se llama la Ola. Por cierto, en la foto estaba embarazada pero el diploma me tapa la panza.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-127" title="Actividad del municipio de Panamá" src="http://melanietaylorherrera.wordpress.com/files/2009/05/maraton2009-8.jpg" alt="Actividad del municipio de Panamá" width="500" height="375" /></p>
<p>¿Qué más había en el trastero? Pues fotos de cuando me gané el Medio Pollito 2006 y me dieron el diploma y el chequesito. Y también de cuando la Asociación Fulbright nos dio al prof. Jaramillo Levy y a mi diplomas de reconocimiento por nuestra labor literaria.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-126" title="premio medio pollito 2006" src="http://melanietaylorherrera.wordpress.com/files/2009/05/panamadiciembre2006-003.jpg?w=1024" alt="premio medio pollito 2006" width="614" height="461" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Consejos para escribir]]></title>
<link>http://scryscript.wordpress.com/2009/11/21/consejos-para-escribir/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 11:49:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>scry</dc:creator>
<guid>http://scryscript.wordpress.com/2009/11/21/consejos-para-escribir/</guid>
<description><![CDATA[Hoy estoy de humor para dar consejos a esos pobres lectores que quieran leerme y seguir mis instrucc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoy estoy de humor para dar consejos a esos pobres lectores que quieran leerme y seguir mis instrucciones.</p>
<p>1) Realmente lo que voy a escribir es una chorrada, claro que os puede ayudar, pero generalmente será una mezcla de experiencia de la vida lo que haga que cojáis un ritmo a la hora de escribir, os podéis guiar con consejos que los grandes escritores de todos los tiempos den, pero a la hora de la verdad, delante de una hoja en blanco, Stoker, Shakespeare y Brönte&#8230; nos dan igual. Y además han muerto.</p>
<p>2) Lo primero que hay que tener, y no sólo lo digo yo, lo dice cualquier hijo de vecino al que le preguntes por cualquier cosa, es ganas. Las ganas es lo más importante casi. Porque miradlo así: puede que haya un genio entre nosotros, alguien que supere cualquier cosa escrita hasta ahora, alguien que haga que el mundo tiemble, que deje de respirar y nos haga estremecernos, pero si a esa persona le gusta escribir como a mí cocinar, estamos jodidos. Coño, me encanta comer, y estoy segura que a él/ella también leer, pero &#8216;qué pereza ponerme ahora a escribir&#8217;, el talento está muy bien, el talento es maravilloso, pero si no sabes utilizarlo, con talento no haces mucho. Yo creo, y es mi blog así que me hecho las flores que quiera, que podría haber llegado muy, muy lejos en el mundo del piano, éso sí, me daba una pereza lo de sentarme y tocar las mismas piezas una y otra vez, que no era ni medio normal.</p>
<p>3) Vale, así que tenemos, un poco de talento, y encima tenemos ganas de aprovecharlo. Ahora tendría que venir la idea. A mí las ideas me vienen de repente, pero generalmente es cuando voy caminando por la calle sola. La mayoría de las ideas que se me ocurren mientras estoy con mis amigas, luego no consigo encontrarles el punto. Mi musa sólo viene de visita cuando estoy caminando. Pero quizá alguno se inspire corriendo, bailando o quietos mirando un par de abuelos pasear por el parque.</p>
<p>4) Cómo poner esa idea en marcha. Yo suelo ser más fluida con el lápiz y el papel, pero es infinitamente más cómodo el ordenador, lo sé, y por éso a lápiz y a papel aparte de mi diario, no escribo gran cosa más. Cuando voy de viaje sí, todo va a mano, pero pasarlo al ordenador, es otra historia. Quizá algo que podría hacerse en una hora, yo tardo un mes, porque sentarme a reescribir lo ya escrito, sin ni siquiera corregirlo, me mata. Pero veamos, cómo comenzar a escribir&#8230; dicen que el escritor tiene miedo de la página en blanco. No sé quién diría esa chorrada, pero tuvo cojones para decirla. Una hoja en blanco para mí es un mundo, lo es todo. ¿Qué existe hoy en día a mi alrededor que no pueda dibujar en ella por medio de mis palabras? No existe nada. La hoja es poder, es el futuro de la imaginación, la hoja en blanco es mi aliada, no es mi enemiga.</p>
<p>5) Es una gran verdad éso que dicen que lo mejor que puedes hacer es escribir todos los días. Yo no lo hago, y sé que hago mal, pero a veces no tengo ganas de escribir porque la historia me da miedo, o porque no quiero acabarla. Ahora mismo, lo que tengo entre manos es una historia dedicada, es una historia que tiene vida propia y aunque me gustaría domarla y decidir las cosas de otra manera, la historia no se deja hacer. No quiero terminarla. Me da miedo del vacío que habrá después de ella. Leí en algún lado que Hemingway escribía por la mañana, y por la tarde pensaba lo que iba a escribir al día siguiente. No escribía todo lo que había pensado, era como si dejara miguitas de pan en su historia para luego conseguir seguirla. Yo a veces hago éso. Pero lo que mejor me funciona a mí es sentarme a escribir, sin más. Sin mucha idea de cómo será la siguiente escena, sólo a grandes rasgos, sin definiciones concretas, yo soy muy amiga de lo abstracto.</p>
<p>6) Y qué putada bloquearte en medio de una escena. En casa de mi madre lo que hago es levantarme y caminar por el hall con los ojos cerrados. Me imagino la escena desde cada personaje e interpreto con gestos y silenciosas palabras lo que ellos dirían. En Swansea me he recorrido mi cuarto y el pasillo en busca de cómo seguir, pero creo que el hall de casa de mi madre funciona mejor que ésto.</p>
<p>7) Cómo organizar la historia. Éste punto tendría que venir antes, pero qué querías, tampoco fui nunca amiga del orden. Cojamos la idea de Los diez negritos. Si a estas alturas de la vida no lo habéis leído&#8230; mal vamos. Todo el mundo se maravilla con ese final, qué curioso oye, nunca me lo habría imaginado. No, la verdad, yo tampoco. Pero lo primero que me vino a la cabeza fue cómo se le habría ocurrido a Agatha Christie aquéllo. Ai, me encantan las estructuras de las historias. Yo generalmente tengo la idea general que desemboca directamente en el final, luego es cuando le voy dando forma al comienzo y al nudo &#8211; no necesariamente en ese orden, también puede ser primero al nudo y luego al planteamiento. Yo habría pensado primero <em>¿por qué no escribir una historia de crimen/misterio en la que acabe la historia y quede todo sin resolver?</em> Luego lo demás habría venido. Una pena no poder saber cómo lo hizo ella.</p>
<p>Espero haber aportado algo de luz sobre vuestras dudas&#8230; sino menuda pérdida de tiempo&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Empezó la V Feria del Libro de Mar del Plata]]></title>
<link>http://unextrano.wordpress.com/2009/11/21/empezo-la-v-feria-del-libro-de-mar-del-plata/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 03:27:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Battiston</dc:creator>
<guid>http://unextrano.wordpress.com/2009/11/21/empezo-la-v-feria-del-libro-de-mar-del-plata/</guid>
<description><![CDATA[Unos tres meses atrás la realización de la 5º Feria del Libro de Mar del Plata era una ilusión. Este]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Unos tres meses atrás la realización de la 5º Feria del Libro de Mar del Plata era una ilusión. Este]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[dean real x dean e sam fãs]]></title>
<link>http://lawkes.wordpress.com/2009/11/20/dean-real-x-dean-e-sam-fas/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 22:21:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>lawkes</dc:creator>
<guid>http://lawkes.wordpress.com/2009/11/20/dean-real-x-dean-e-sam-fas/</guid>
<description><![CDATA[cara: você estava errado sabe? dean: como? cara: a respeito do supernatural, sem querer ofender, mas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>cara: você estava errado sabe?<br />
dean: como?<br />
cara: a respeito do supernatural, sem querer ofender, mas eu não sei se você entende a historia<br />
dean: é mesmo?<br />
cara: olha só, na vida real, ele vende equipamento de som &#8211; aponta pro &#8217;sam&#8217; falso &#8211; e eu concerto copiadoras. nossa vida é uma droga! mas ser sam e dean, acordar toda manhã e salvar o mundo, ter um irmão que morreria por você. <strong>Quem não gostaria de ter isso?</p>
<p></strong>supernatural 5&#215;9</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A riqueza de Shakespeare]]></title>
<link>http://estantescariocas.wordpress.com/2009/11/20/shakespeare-empresario/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 20:27:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Olga</dc:creator>
<guid>http://estantescariocas.wordpress.com/2009/11/20/shakespeare-empresario/</guid>
<description><![CDATA[Entrevistei Gustavo Franco para o Valor Econômico sobre seu novo livro, o delicioso Shakespeare e a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Entrevistei Gustavo Franco para o Valor Econômico sobre seu novo livro, o delicioso <em>Shakespeare e a Economia</em>. Vale muito ler o estudo, que tem, no mesmo volume, um ensaio do economista Henry W. Farman sobre a economia nos tempos elizabetanos que Shakespeare mostrou em suas peças.</p>
<p><strong>Ter ou não ter, eis a questão</strong></p>
<p style="text-align:left;"><em>Letras econômicas: Shakespeare foi muito mais que dramaturgo e poeta. Fez fortuna também como empresário, como revela novo livro de Gustavo Franco.</em></p>
<p style="text-align:left;">Empresário bem-sucedido que soube aproveitar a notoriedade obtida pelo arrojo de sua criação artística, o inglês William Shakespeare combinou como poucos o talento literário ao tino comercial. Sua incursão no ramo do entretenimento permitiu que deixasse à família valiosas terras e uma herança em espécie correspondente a 14 milhões de libras atuais, compatível com o padrão de um superstar contemporâneo. A estimativa sobre a fortuna de Shakespeare, que legou às filhas, no testamento, a quantia de 1,5 mil libras, é do economista Gustavo Franco, que apresenta um aspecto pouco conhecido no Brasil sobre a vida empresarial do dramaturgo em &#8220;Shakespeare e a Economia&#8221; (Zahar, 232 págs., R$ 36,00).</p>
<p><a href="http://estantescariocas.wordpress.com/files/2009/11/foto_20cul-shakespeare-d6.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-251" title="foto_20cul-shakespeare-d6" src="http://estantescariocas.wordpress.com/files/2009/11/foto_20cul-shakespeare-d6.jpg" alt="" width="220" height="246" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://estantescariocas.wordpress.com/files/2009/11/foto_20cul-gustavo-d62.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-260" title="foto_20cul-gustavo-d6" src="http://estantescariocas.wordpress.com/files/2009/11/foto_20cul-gustavo-d62.jpg" alt="" width="220" height="145" /></a><br />
<em>Franco: diretor e sócio dos teatros Globe e Blackfriars, Shakespeare ganhou muito dinheiro, comprou vastas propriedades e investiu em cotas de produção de trigo, cereais e lã</em></p>
<p>Para chegar aos valores atualizados da fortuna amealhada por Shakespeare, Franco não se limitou a multiplicar a quantia expressa no testamento pela inflação que cobriu o período da morte do escritor, em 1616, até os dias de hoje. &#8220;Em 400 anos, não podemos olhar apenas o índice inflacionário. Há que se considerar outros porcentuais de elevação do custo de vida, incluindo o PIB&#8221;, diz o economista. Levando em conta apenas a inflação de quatro séculos, Shakespeare teria deixado somente 78 mil libras para a família. No entanto, as 1,5 mil libras que constam no testamento surgem como uma soma milionária se comparadas aos salários anuais de artesãos e professores, que ficavam entre 15 e 20 libras.</p>
<p>&#8220;Conversei com muitos especialistas em Shakespeare, que confirmaram que ele era rico para a época, quase um aristocrata. Sua fortuna poderia ter sido multiplicada, mas as filhas, como as mulheres da época, dependiam dos investimentos que os maridos fariam. Uma delas era casada com um homem responsável, porém não tiveram filhos. A outra fez um péssimo casamento&#8221;, observa Gustavo Franco.</p>
<p>Os direitos autorais das 37 peças e 154 sonetos de Shakespeare poderiam gerar uma boa renda anual para seus descendentes, caso sua obra não fosse de domínio público. Em 2004, a revista &#8220;Forbes&#8221; calculou que herdeiros de William Shakespeare dividiriam uma renda anual mínima de U$ 15 milhões em royalties, apenas com a venda comercial de seus livros pelo preço de US$ 1 o exemplar. Isso sem computar as cópias compradas por escolas e bibliotecas nos Estados Unidos, onde, naquele ano, haviam sido vendidos 657 mil unidades de Shakespeare.</p>
<p>Embora pouco se saiba de concreto sobre a vida particular de Shakespeare, não houve dificuldade em encontrar material biográfico. &#8220;É provável que ele seja o escritor mais estudado pela humanidade&#8221;, cogita Franco. Afinal, segundo o crítico Harold Bloom, a única personalidade mais citada no Ocidente do que o personagem Hamlet é Jesus Cristo. Com traduções em 119 línguas, entre elas a linguagem de sinais para surdos e Klingon &#8211; o idioma de alienígenas da série de televisão &#8220;Jornada nas Estrelas&#8221; -, Shakespeare é o autor com maior número de peças levadas para o cinema, algo superior a 350 versões fiéis ou baseadas em suas criações.</p>
<p>Da extensa bibliografia consultada surge o homem de negócios que soube se adaptar às transformações de uma época em que o capitalismo engatinhava. O teatro era a principal, senão a única, diversão da população de Londres, onde viviam, em 1600, 250 mil pessoas. &#8220;Havia uma dúzia de teatros em Londres, todos funcionando cinco dias por semana. Às 14 horas, tocavam as trombetas, avisando que as sessões começavam. O teatro fazia parte da rotina dos londrinos, que lotavam as casas de espetáculo. Só o Globe tinha três mil lugares. A movimentação financeira que a atividade teatral proporcionava era imensa, mesmo sem patrocínios diretos&#8221;, conta Franco.</p>
<p>Segundo o estudo do economista, entre 1580 e 1648, foram montadas cerca de três mil peças na Inglaterra. Só 230 desses textos sobreviveram, entre eles 37 de William Shakespeare. As temporadas eram curtas. Os registros indicam que cada peça ficava em cartaz, em média, por dez dias, e as companhias faziam cerca de 200 apresentações por ano. Diretor e sócio de dois teatros, o Globe e o Blackfriars, Shakespeare ganhou muito dinheiro, comprando vastas propriedades de terra e investindo em cotas de produção de trigo, cereais e lã, entre outros produtos. Esse patrimônio incluía a New Place, a segunda maior residência de sua cidade, Stratford-upon-Avon, onde passou seus últimos anos.</p>
<p>A vida confortável de um autor que enriqueceu do próprio trabalho não tirou de Shakespeare a consciência crítica quanto à &#8220;hipocrisia reinante nos primeiros tempos do capitalismo&#8221;, acredita Franco. Em &#8220;O Mercador de Veneza&#8221;, Antônio, o personagem do título, faz fortuna com expedições de navegação. &#8220;Antônio explora a pirataria, a base onde se estruturava a recém-criada Companhia das Índias. Sua atividade é digna, mas a de Shylock, o judeu agiota, não. Ou seja, traficar escravos não é um pecado, cobrar juros, sim.&#8221;</p>
<p>A intenção inicial de Franco era escrever um prefácio ao estudo lançado em 1931 pelo economista americano Henry W. Farnam sobre os aspectos de economia no teatro de Shakespeare. &#8220;A análise de Farnam é encantadora. Eu queria fazer uma introdução porque ninguém aprende Shakespeare no colégio nem conhece o contexto sociopolítico de seu tempo. À medida que pesquisava, achava os mais diversos registros da vida financeira, alguns detalhando os custos de produção de espetáculos, além da contabilidade dos teatros que Shakespeare administrou. Foi quando a editora Cristina Zahar propôs juntar no mesmo volume o texto de Farnam e o meu&#8221;, conta o economista, cujo estudo recebeu o título de &#8220;A Economia de Shakespeare &#8211; O Retrato do Ca pitalismo quando Jovem&#8221;.</p>
<p>Este é o terceiro livro de Gustavo Franco abordando a economia em textos de literatos. O primeiro reunia ensaios de economia do poeta Fernando Pessoa; o segundo, crônicas de Machado de Assis sobre as transformações na economia brasileira com o fim da monarquia e o início da República. Debruçar-se sobre a produção dos escritores foram experiências absorventes, afirma o economista. &#8220;Virou algo para a vida inteira. Não consigo mais me livrar de Pessoa ou de Machado. E Shakespeare é um colosso&#8221;,completa Franco, modesto quanto a seu conhecimento sobre o dramaturgo: &#8220;Não li todas as peças; vi algumas encenações e muitos filmes, que ajudaram muito a compreender toda a sua criação. Afinal, o texto de Shakespeare foi escrito para ser falado, não para a leitura&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[2001: Una Odisea Espacial - Clarke, Arthur C.]]></title>
<link>http://sideravisus.wordpress.com/2009/11/20/2001-una-odisea-espacial-clarke-arthur-c/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 17:18:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Valfeodir</dc:creator>
<guid>http://sideravisus.wordpress.com/2009/11/20/2001-una-odisea-espacial-clarke-arthur-c/</guid>
<description><![CDATA[Un sobrecogedor viaje interestelar en busca de la evidencia de que el ser humano no está solo en el ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Un sobrecogedor viaje interestelar en busca de la evidencia de que el ser humano no está solo en el ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bosque de música (Vicente Gerbasi)]]></title>
<link>http://lalibretademilo.wordpress.com/2009/11/20/bosque-de-musica-vicente-gerbasi/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 16:15:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Milo</dc:creator>
<guid>http://lalibretademilo.wordpress.com/2009/11/20/bosque-de-musica-vicente-gerbasi/</guid>
<description><![CDATA[Mi ser fluye en tu música, bosque dormido en el tiempo, rendido a la nostalgia de los lagos del ciel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://lalibretademilo.wordpress.com/files/2009/11/vicente_gerbasi.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3087" title="_vicente_gerbasi" src="http://lalibretademilo.wordpress.com/files/2009/11/vicente_gerbasi.jpg" alt="" width="400" height="358" /></a></p>
<p>Mi ser fluye en tu música,<br />
bosque dormido en el tiempo,<br />
rendido a la nostalgia de los lagos del cielo.</p>
<p>¿cómo olvidar que soy oculta melodía<br />
y tu adusta penumbra voz de los misterios?</p>
<p>He interrogado los aires que besan la sombra,<br />
he oído en el silencio tristes fuentes perdidas,<br />
y todo eleva mis sueños a músicas celestes.</p>
<p>Voy con las primaveras que te visitan de noche,<br />
que dan vida a las flores en tus sombras azules<br />
y me revelan el vago sufrir de tus secretos.</p>
<p>Tu sopor de luciérnagas es lenta astronomía<br />
que gira en mi susurro de follaje en el viento<br />
y alas da a los suspiros de las almas que escondes.</p>
<p>¿Murió aquí el cazador, al pie de las orquídeas,<br />
el cazador nostálgico por tu magia embriagado?<br />
Oh, bosque: tú que sabes vivir de soledades<br />
¿adonde va en la noche el hondo suspirar?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RELATO BUSCA FOTO]]></title>
<link>http://lamedores.wordpress.com/2009/11/20/relato-busca-foto/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 14:56:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Administrador</dc:creator>
<guid>http://lamedores.wordpress.com/2009/11/20/relato-busca-foto/</guid>
<description><![CDATA[Hoy os proponemos una votación para escoger una foto para un relato. Las dos fotos propuestas son la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoy os proponemos una votación para escoger una foto para un relato.</p>
<p>Las dos fotos propuestas son las siguientes:</p>

<p>¿Cuál de ellas te gusta más para este relato?</p>
<p style="text-align:center;"><a title="Enlace Permanente a NO TE ASUSTES, POR FAVOR, MANTÉN LA CALMA" rel="bookmark" href="http://lamedores.wordpress.com/2009/10/30/no-te-austes-por-favor-manten-la-calma/"><span style="color:#0000ff;">NO TE ASUSTES, POR FAVOR, MANTÉN LA CALMA</span></a></p>
<p>            Si eres el primero en leer esta carta no te asustes. Ya sé que estoy de cuerpo presente y que hace muchos años que no ves un muerto, pero por favor, mantén la calma. Avisa a las autoridades y que ellas procedan a hacer lo que crean conveniente, sólo espero y deseo que hayan pasado más de 48 horas de mi muerte.</p>
<p>              Es a ti, estimado lector y descubridor de mi cuerpo inerte, a quien quiero dar las correspondientes explicaciones como compensación por el susto que te acabo de dar.</p>
<p>              El principal motivo de mi suicidio no es otro que mi hartazgo por esta vida y la gran losa que representa el pensar que voy a vivir para siempre. Sé que la mayoría de las personas estáis encantados con los avances científicos, en especial aquellos que son los acusantes de que llevemos cincuenta años sin una sola perdida humana en todo el planeta. La posibilidad de la autoregeneración mediante el  autotrasplante de células madre de cualquier órgano o tejido, juntamente con la posibilidad de reactivar cualquier órgano tras 48 horas de su paro, nos ha llevado hasta la muerte de la muerte.</p>
<p>              Pero yo, a mis 125 años,  me he cansado de vivir y no quiero seguir por más tiempo en este mundo.  Aquí, estimado lector, a quien ves tumbado sin pulso con siglo y cuarto sobre  sus espaldas, encontrándome en plenas facultades físicas y mentales, además podría decirse sin miedo a faltar a la verdad que en mejores facultades que cuando tenía 70 años, voy a resucitar a la muerte. No sé que efectos va a provocar en vosotros, que miedos o que fantasmas va a desenterrar, pero eso ya poco me preocupa.</p>
<p>              Espero que mi muerte os dé consciencia de la existencia de la parca, y os haga pensar en el  poco sentido que tiene la vida eterna. Estoy seguro que me tachareis de egoísta, vosotros, que no permitís más nacimientos. Vosotros, que estáis viviendo la vida de vuestros nietos y como vampiros chupáis la sangre de las futuras generaciones.  Precisamente vosotros, diréis que soy egoísta además de cobarde.</p>
<p>              Ciertamente, buscareis motivos en mi biografía y haberlos haylos.  Sí, el hecho de que yo perdiera a mi esposa antes de la revolución genética tiene mucho que ver, nunca me acostumbré a vivir sin ella. Es más, nunca he querido vivir sin ella y sin embargo mi cobardía ha hecho que la sobreviva casi otra vida entera. Pero que más da cuales sean mis verdaderos motivos, que más da qué es lo que me ha llevado a despertar a la muerte. Lo verdaderamente importante es que no quiero seguir aquí.</p>
<p>              Estimado amigo, solo una última cosa. A mi ya poco me importa la trascendencia de mi muerte, ni tan siquiera me preocupa la trascendencia de mi vida. Poco me importa lo que a partir de ahora ocurra, pero te dejo en herencia la responsabilidad de su repercusión. Las autoridades esconderán mi muerte, no la contabilizarán, así que tú eres el depositario de hacer que mi acto sea el detonante de que el hombre vuelva a ser hombre. Ahora tú conoces el secreto de cómo saltarse los controles del <em>estoy-vivo</em> que nos obligan a llevar las autoridades. En ti reside que des a conocer como me he suicidado para que mi muerte dé esperanzas a otras personas. No sé quien eres, desconozco que piensas, solo sé que viniendo a morir a este lugar esta vez soy yo quien juega a los dados con la humanidad.</p>
<p>              Suerte, y disculpa todas las molestias  que te voy a ocasionar.</p>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"> </span></h1>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"> </span></h1>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">A VOTAR:</span></h1>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"> </span></h1>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"> </span></h1>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">   </span></h1>
<a name="pd_a_2280211"></a><div class="PDS_Poll" id="PDI_container2280211" style="display:inline-block;"></div><script type="text/javascript" language="javascript" charset="utf-8" src="http://static.polldaddy.com/p/2280211.js"></script>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inscrições abertas para o Projeto Residências literárias Salvador e Hamburgo]]></title>
<link>http://plugcultura.wordpress.com/2009/11/20/inscricoes-abertas-para-o-projeto-residencias-literarias-salvador-e-hamburgo/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 13:31:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>plugcultura</dc:creator>
<guid>http://plugcultura.wordpress.com/2009/11/20/inscricoes-abertas-para-o-projeto-residencias-literarias-salvador-e-hamburgo/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://plugcultura.wordpress.com/files/2009/11/convite-residencias-literarias-web.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2685" title="Convite Residências Literárias - WEB" src="http://plugcultura.wordpress.com/files/2009/11/convite-residencias-literarias-web.jpg" alt="" width="500" height="734" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cita con Rama - Clarke, Arthur C. ]]></title>
<link>http://sideravisus.wordpress.com/2009/11/20/cita-con-rama-clarke-arthur-c/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 13:00:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Valfeodir</dc:creator>
<guid>http://sideravisus.wordpress.com/2009/11/20/cita-con-rama-clarke-arthur-c/</guid>
<description><![CDATA[En el año 2130 se descubre un nuevo asteroide que aparece más allá de la órbita de Júpiter: su nombr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[En el año 2130 se descubre un nuevo asteroide que aparece más allá de la órbita de Júpiter: su nombr]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mostra homenageia Plínio Marcos em São Paulo]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/2009/11/19/mostra-homenageia-plinio-marcos-em-sao-paulo/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:30:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
<guid>http://carlosscomazzon.wordpress.com/2009/11/19/mostra-homenageia-plinio-marcos-em-sao-paulo/</guid>
<description><![CDATA[O Cine Teatro Brasil é uma Mostra de Cinema Digital, itinerante, inspirada nas Artes Cênicas, focada]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Cine Teatro Brasil é uma Mostra de Cinema Digital, itinerante, inspirada nas Artes Cênicas, focada na exibição de filmes que discutem e amplificam os processos criativos do teatro e da dança. O módulo de lançamento ocorreu nesta quinta-feira, dia 19 de novembro, na <a href="http://www.funarte.gov.br.">Funarte-SP</a>, com uma homenagem a Plínio Marcos. Veja a <a href="http://www.cineteatrobrasil.com.br">programação completa</a>. Entre os dias 19 e 25 de novembro acontece a Mostra Cine Teatro Brasil na Sala Guimar Novaes da Funarte São Paulo.</p>
<p>A programação, formada por 12 títulos, apresenta raridades, documentários realizados pelos próprios grupos teatrais, homenagens e cine biografias de diretores, atores e dramaturgos. Alguns filmes colados no teatro, como Barrela, também interessam. Tudo isso são exemplos de um rico filão a ser explorado e ofertado ao público. As homenagens serão uma constante na mostra e sempre levarão em conta o espírito da mostra (interfaces entre o teatro e sua representação audiovisual). A entrada é franca com distribuição de ingressos 1 hora antes das sessões.</p>
<p>A abertura da Mostra assinala o décimo aniversário da morte de Plínio Marcos, que terá destaque especial com a exibição do filme <em>Barrela</em>, dirigido por Marco Antonio Cury, comemora 50 anos da estréia da peça, interrompida e proibida pela censura, em pleno período JK só liberada 21 anos depois. Também haverá um show musical: <em>Prisioneiro de uma Canção</em>, letras e poemas de Plínio Marcos, músicas de Leo Lama e produção de Ana Barros (seus filhos). O evento se encerra com uma celebração entre convidados e amigos, com comes e bebes de rua, claro que não vai faltar uma banca com livros do velho Plínio.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pórtico - Pohl, Frederik]]></title>
<link>http://sideravisus.wordpress.com/2009/11/19/portico-pohl-frederik/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 20:58:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Valfeodir</dc:creator>
<guid>http://sideravisus.wordpress.com/2009/11/19/portico-pohl-frederik/</guid>
<description><![CDATA[Esta novela describe con detalle el espíritu de pioneros que comparten los prospectores, dado que lo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Esta novela describe con detalle el espíritu de pioneros que comparten los prospectores, dado que lo]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Agnosticismo]]></title>
<link>http://lalibretademilo.wordpress.com/?p=3043</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 17:19:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Milo</dc:creator>
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<description><![CDATA[El pobre Dios tan solo tan sin nadie y tan sin vírgenes MARIO BENEDETTI Por razón no comprobada o ap]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em>El pobre Dios<br />
tan solo tan sin nadie<br />
y tan sin vírgenes</em><br />
MARIO BENEDETTI</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-3051" title="freefalling" src="http://lalibretademilo.wordpress.com/files/2009/11/freefalling.jpg" alt="freefalling" width="240" height="180" />Por razón<br />
no comprobada o aparente<br />
de pequeños nos enseñan<br />
a creer en religiones.</p>
<p>Misma razón por la cual,<br />
muchos también<br />
dejan de creer en ellas<br />
y en el dios que les profesan.</p>
<p>En mi caso,<br />
creo que Dios si existe.<br />
Es que a veces juega<br />
a ser la extrapolación<br />
que representa<br />
nuestra debilidad<br />
junto a todo<br />
lo imposible.</p>
<p>No está fuera,<br />
Más bien lo siento acá.<br />
Dentro.<br />
Muy dentro mío.</p>
<p>Hoy<br />
es uno de esos días<br />
de sentirse solo<br />
<em>tan sin nadie<br />
y tan sin vírgenes.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[ciudades]]></title>
<link>http://maru111.wordpress.com/2009/11/19/ciudades/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 12:14:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>maru</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Las ciudades son un conjunto de muchas cosas: memorias, deseos, signos de un lenguaje; son lu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Las ciudades son un conjunto de muchas cosas: memorias, deseos, signos de un lenguaje; son lugares de trueque, como explican todos los libros de historia de la economía, pero estos trueques no lo son sólo de mercancías, son también trueques de palabras, de deseos, de recuerdos.&#8221;</p>
<p>Italo Calvino . sobre <em>Las Ciudades Invisibles</em> en conferencia inédita de 1983</p>
</div>]]></content:encoded>
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