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	<title>esnobismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/esnobismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "esnobismo"</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 00:02:52 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[La PATOCHADA de la LEY para PROTEGER a los funcionarios de la ENSEÑANZA]]></title>
<link>http://commentatio.wordpress.com/2009/09/27/la-patochada-de-la-ley-para-proteger-a-los-funcionarios-de-la-ensenanza/</link>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 11:11:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Admin</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pues ya se ve dónde está el problema, ¿no?.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pues ya se ve dónde está el problema, ¿no?.</p>
<p><img height="305" alt="notas" src="http://commentatio.files.wordpress.com/2009/09/notas.jpg?w=450&#038;h=305" width="450" /></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Una LEY para PROTEGER a los PADRES]]></title>
<link>http://commentatio.wordpress.com/2009/09/23/una-ley-para-proteger-a-los-padres/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 07:43:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Admin</dc:creator>
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<description><![CDATA[La Fiscalía General del Estado se muestra preocupada por el incremento de casos en los que los niños]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La Fiscalía General del Estado se muestra preocupada por el incremento de casos en los que los niños pegan a los padres.  Lo dice así de claro en su informe anual de 2008.</p>
<p>No sé. Quizás habría que hacer una ley que dotara de autoridad a los padres, una ley que los protegiera de sus hijos.  Don no hay <em>autoritas</em> pongamos <em>potestas&#8230;</em></p>
<p>¿Por qué no?. Es la misma estupidez que quieren hacer para los profesores.  Esperanza Aguirre puede ponerse manos a la obra con ello, ayudada por los sindicatos de enseñanza, que ven claramente que los suyos tendrán que esforzarse menos -aún- si son <em>especie protegida</em>&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esnobismo e Moda: o gosto pela marca e a busca pelo amor]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/06/17/esnobismo-e-moda-o-gosto-pela-marca-e-a-busca-pelo-amor/</link>
<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 16:26:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
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<description><![CDATA[Imagem: Foto de Peter Lindbergh *Por Queila Ferraz Muito se fala sobre a importância do corpo vestid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-786" title="Esnobismo_e_Moda_Peter_Lindbergh" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/06/esnobismo_e_moda_peter_lindbergh.jpg" alt="Esnobismo_e_Moda_Peter_Lindbergh" width="500" height="515" /></strong></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><strong>Imagem: Foto de Peter Lindbergh</strong></strong></p>
<p style="text-align:right;"><strong>*Por Queila Ferraz </strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Muito se fala sobre a importância do corpo vestido na socialização dos indivíduos e das motivações psicológicas que impulsionam o consumo de trajes moda.</p>
<p style="text-align:justify;">As ciências humanas têm debruçado seus estudos sobre a importância das aparências como um elemento sinalizador para a aglutinação de pessoas, em torno de objetivos comuns. Esta visão está muito bem elaborada, em pensamentos como os de Hume, Simmel, Mafesolli, Baudrillard.</p>
<p style="text-align:justify;">Sou uma historiadora de Moda e Vestuário e tenho usado o viés da história das aparências para mostrar e, demonstrar a função da moda como geradora de riquezas, e de demanda de mão de obra que a cultura das aparências proporciona nas sociedades modernas. Tal condição gera produtos e uma necessidade psicológica que induz ao consumo de bens.</p>
<p style="text-align:justify;">Aqui, através do pensamento de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alain_de_Botton">Alain de Botton</a>, jovem filósofo contemporâneo, quero apontar a importância da aparência do traje modalizado, como um sinalizador comum para a inserção das pessoas que ocupam posições importantes na sociedade.</p>
<p style="text-align:justify;">Botton fala daqueles que ocupam posições sociais importantes como “alguém” e os seus opostos, como “ninguém”. O que este autor traz de novo para um tema que já está tão visitado, é a associação dos conceitos de “alguém” ao da conquista de status e amor, e o de “ninguém” ao estado de solidão e da posse de baixa auto-estima.</p>
<p style="text-align:justify;">Solidão e socialização são temas caros para uma estudiosa de formação de grupos, como eu, mais especificamente de grupos de tribos urbanas, cuja condição de pertencimento se dá principalmente, pela aparência do corpo vestido, como único sinal de status possível para pertencer e transitar pelas diferentes tribos.</p>
<p style="text-align:justify;">Botton define amor como uma espécie de respeito, ou seja, a sensibilidade de uma pessoa à existência da outra. Ser objeto de amor é se sentir objeto de preocupação, nossa presença é notada, nosso nome é registrado, nossas opiniões são ouvidas, nossos fracassos são tratados com indulgência e nossas necessidades são atendidas e são com esses cuidados que florescemos como indivíduos.</p>
<p style="text-align:justify;">Todos nós ansiamos por dignidade, sentir que não temos atenção faz com que nos sintamos negligenciados, feios e deselegantes, solitários no meio da multidão.</p>
<p style="text-align:justify;">O desafio de se sentir abaixo da escala de status imposto por seus pares, interfere na nossa projeção de respeito próprio e auto-estima. O benefício do status elevado é o respeito que deriva do dinheiro, demonstrado através das aparências do corpo e da posse de objetos sinalizadores de posse, tanto material quanto cultural.</p>
<p style="text-align:justify;">Alain de Botton tem um pensamento significativo para os estudos sobre status e natureza humana. Para ele, com a garantia de alimento e abrigo, o que impulsiona nosso desejo de sucesso na hierarquia social, pode não estar tanto nos bens que possamos adquirir ou no poder que possamos exercer, mas na quantidade de amor que recebemos como conseqüência do nosso status elevado.</p>
<p style="text-align:justify;">Dinheiro, fama e influência podem ser avaliados mais como provas de amor &#8211; um jeito de chegar a ele &#8211; do que como fim em si mesmo. Ele diz que toda a vida adulta anseia por duas grandes histórias de amor, a busca pelo amor sexual e a busca do amor do mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Na historia da moda os trajes de núpcias têm o poder de unir essas duas condições numa só aparência. Desde a antiguidade os noivos devem, nesta ocasião, vestir o melhor traje que seus pais podem pagar, porque assim demonstram o grau de riqueza que as famílias possuem, honrando as posses das famílias que recebem o novo casal. Foi assim que surgiu o vestido de noiva na cultura ocidental, no final da Idade Média.</p>
<p style="text-align:justify;">No amor do mundo há sofrimento, sofrem as almas invejosas ou deficientes de status, seus reveses dolorosos são sugeridos pelos olhares frios e distantes que o mundo elege para desprezar como “ninguém”.</p>
<p style="text-align:justify;">No que diz respeito ao traje, o que é eleito como deselegante, outorga, a seu usuário, a condição de mau vestido, e indigno de pertencer, conviver e representar o grupo que o rejeita, e assim ficando entendido que todo indivíduo mal trajado é um “ninguém” para este ou aquele grupo, totalmente “estranho no ninho”.</p>
<p style="text-align:justify;">O amor do outro, ou a falta de atenção, afeta nossa incerteza em relação ao nosso próprio valor, assim, o que os outros pensam de nós vem a ter um papel determinante no modo como conseguimos nos ver. Nosso senso de identidade torna-se cativo da opinião daqueles com quem convivemos.</p>
<p style="text-align:justify;">O desprezo acentua a avaliação negativa que fazemos de nós mesmos, enquanto um sorriso revela o contrário.</p>
<p style="text-align:justify;">Dependemos da afeição dos outros para nos suportar, somos ansiosos em relação ao lugar que ocupamos no mundo, porque esse lugar determina quanto amor recebemos e assim, podemos ganhar ou perder a confiança que depositamos em nós mesmos. Sem o amor social somos incapazes de confiar em nosso caráter e de sermos fiéis a ele.</p>
<p style="text-align:justify;">O amor adulto conserva como protótipo, o amor incondicional de um pai para um filho, quando recebemos cuidados numa condição desprotegida. Só quando amadurecemos que a afeição começa a depender das nossas realizações: ser educado, bem sucedido, adquirir classe e prestígio leva ao anseio de recuperar as carícias da infância.</p>
<p style="text-align:justify;">Botton diz que podemos rir daqueles que se afligem por um desejo de possuir símbolos de status, porém, antes de zombar, seria mais justo perguntar sobre o contexto mais amplo, no qual, a cultura dos objetos e a importância social das aparências é produzida e consumida.</p>
<p style="text-align:justify;">Podemos culpar a sociedade em que a compra de objetos de status é psicologicamente necessária e recompensadora para ser respeitado. Subestimar os outros não é passatempo para os que são convencidos da sua própria posição, mas estes costumam ser considerados arrogantes e esnobes. Podemos suportar várias perdas sem que nossa necessidade de afeição fundamentada na infância seja extinta.</p>
<p style="text-align:justify;">Existe terror por trás da arrogância. O medo atravessa gerações, esnobe gera esnobe. A geração mais velha nega à sua descendência a fundação emocional que permitiria imaginar que o status baixo não equivale à falta de valor, e nem o status elevado, à excelência. É difícil renunciar as táticas de esnobismo sozinho, a doença é coletiva, e leva ao desprezo, é a punição que os esnobes impõem aos privados dos símbolos de importância. Ou seja, como se pode ser aceito num mundo de bem sucedidos sem uma caneta <em>Mont Blanc</em>, um sapato <em>Prada</em> ou uma carteira <em>Louis Vuitton</em>?</p>
<p style="text-align:justify;">As vantagens do processo civilizador ocidental são bem conhecidas, riqueza, fornecimento de alimento, bens de consumo, segurança física e expectativa de vida, levaram a um aumento nos níveis de preocupação com o valor, a realização pessoal e a renda, gerando um aumento do desejo de status e o medo da privação do real.</p>
<p style="text-align:justify;">É preciso considerar a psicologia por trás do modo como decidimos o que é suficiente, o limite da riqueza e estima provém da comparação da nossa situação com a do grupo de referência que consideramos iguais, é o sentimento transmitido pelas realizações superiores daqueles que consideramos nossos iguais que gera desejo e ressentimento. Invejamos apenas aqueles que consideramos como nosso grupo de referência, o êxito dos  amigos íntimos é intolerável.</p>
<p style="text-align:justify;">Nossa auto-estima depende do que pretendemos ser e fazer, todo aumento em nossos níveis de expectativa acarreta um aumento de risco de humilhação. Podemos realizar mais ou podemos reduzir o número de coisas que queremos realizar, desistir de pretensões é um alívio.</p>
<p style="text-align:justify;">O preço que pagamos por esperar ser muito mais do que nossos ancestrais é uma angústia perpétua, pois estamos muito longe de ser tudo o que poderíamos ser. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Madame_Bovary">Madame Bovary</a>, personagem de Flaubert, mostrou a angustia do endividamento com o alfaiate pela vaidade e pelo desejo de participar da vida da nobreza a qual não pertencia.</p>
<p style="text-align:justify;">A Moda é o campo minado da cultura das aparências, pelo desejo de status, endividamo-nos para participar de um mundo ao qual não pertencemos, mas queremos ali entrar de qualquer modo.</p>
<p style="text-align:justify;">A eficácia e a permanência deste fenômeno nas culturas contemporâneas, se deve ao seu poder de permitir aos corpos vestidos, transitar pelo mundo social, mesmo que sua permanência seja passageira e temporária. O traje de Moda acaba por ser a máscara do sucesso e a possibilidade de mudar o degrau social, com um óculos Armani, mesmo que vintage, ou uma calça Diesel surrada.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>*Queila Ferraz é estudiosa de História da Moda, consultora de design e gestão industrial para confecção, e Professora de História da Indumentária e Tecnologia da Confecção em diversos cursos superiores e de pós-graduação. Contato: </strong><strong><a href="mailto:queilamoda@yahoo.com.br">queilamoda@yahoo.com.br</a></strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>FONTE: <a href="http://www.myfashionbubbles.com" target="_blank">My Fashion Bubbles</a></strong><a href="http://www.myfashionbubbles.com" target="_blank"> </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esnobismo: Ellos saben quiénes son.]]></title>
<link>http://timonpress.wordpress.com/2009/06/16/esnobismo-ellos-saben-quienes-son/</link>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 11:30:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>timonpress</dc:creator>
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<description><![CDATA[Snob: Snob o esnob, contracción del latinismo sine nobilitate, sin nobleza. Persona con pretensiones]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#ffffff;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:verdana;"><strong>Snob</strong>: Snob o esnob, contracción del latinismo <em>sine nobilitate</em>, sin nobleza. Persona con pretensiones sociales, <strong>desdeñosa de los que considera inferiores</strong> <strong>y aduladora de los que tiene por superiores</strong>. Dícese también de las personas que cultivan en demasía los dictados y adelantos <strong>de la moda</strong>, <strong>particularmente en cuestiones artísticas.</strong></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:verdana;"><span style="color:#000000;"> </span></span>Con frecuencia se busca aparecer, figurar, ante los demás, sin preocuparnos por lo que realmente somos. Ello refuerza un afán de consumismo que parece dar status social entre aquellos que buscan mostrasre frente a los otros.</p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="font-weight:bold;"><strong>Para muchos, el snobismo representa una de las formas más superficiales de asumir la vida, el afán más descarnado por consumir, emular y exhibir lo que dicta el momento</strong>.</span> Esta tendencia se presenta hoy en forma  masiva en la sociedad española (sobre todo en Madrid, Barcelona y cómo no, Málaga).</span></p>
<p>Para este tipo de personas, lo único que vale es estar a la moda y seguir los parámetros de los que dictan los gustos de la vanguardia (Björk, Lars Von Trier, Jodorowsky&#8230;) . Todo, sin importar los costos. De esta forma, asistir a exposiciones de arte (o de fotografía superguay), tener una página propia en internet o acudir regularmente al <em>spa</em>, se cuentan entre las actividades preferidas de este grupo. <span style="color:#000000;"><span style="font-weight:bold;">Y esta realidad se muestra en el único afán de mostrarse  como parte de este &#8220;aparecer&#8221; ante los demás.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="font-weight:bold;"> </span></span></p>
<p>Por lo demás parte de la sociedad (los esnob) es contradictoria pues dice que no le gusta el consumismo y las apariencias, pero se condenan sólo en el discurso. <strong>Se</strong> <span style="font-weight:bold;color:#ff0000;"><span style="color:#000000;">crean máscaras que esperamos crean los demás y que terminamos creyendo nosotros mismos, con gustos impostados de temas que no entendemos en realidad pero que aparentamos entender.</span></span></p>
<p><span style="font-weight:bold;color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><img class="alignnone" title="modernas" src="http://www.diariosur.es/prensa/noticias/200903/05/fotos/684825.jpg" alt="" width="253" height="365" /><br />
</span></span></p>
<p>El aparentar es con frecuencia una forma de buscar ser destacado por lo superficial (ropa, piercing, gustos impostados) en la inseguridad de la valoración de sí mismo desde la integridad de nuestro vivir. <span style="color:#000000;"><span style="font-weight:bold;">Es por ello que un sector de nuestros jóvenes, que viven una etapa de inseguridad, cree y practica el ser objeto de admiración, de identidad, de singularidad, desde un apariencia de superficialidad manifestada en ciertas modas de pelo, de formas de usar la ropa.</span>.</span>. (pantalones cagados o de pitillo, zapatilla de moda, ropa de moda, gorras de moda, poses de moda, <em>alternativismo</em> rancio y falso de moda, <em>&#8220;moderneo</em>&#8221; de moda), cuando con frecuencia es sólo un caso de insatisfacción respecto de uno mismo o de un proceso de seguimiento de otros, que implica pérdida y no afirmación de la propia identidad.</p>
<p>Y esto se da en forma más dramática en los adultos jóvenes<strong> </strong>(entre los 20 y 30 años<strong>, </strong>hasta incluso los cuarenta) que necesitan formas de apariencia y de consumo para poder sustentar la afirmación de su propio yo.<span style="color:#000000;"> </span><span style="font-weight:bold;color:#ff0000;"><span style="color:#000000;">Dependemos de la mirada de los demás y esto hace que las apariencias frente a ellos revistan, en nuestra sociedad</span><span style="color:#000000;">,</span></span> una importancia desmesurada  y alienten la superficialidad del vivir.</p>
<p>Se vive para <strong>parecer</strong> y no para<strong> ser</strong>. Pareciera ser que valemos <strong>por lo que mostramos no por lo que somos.</strong>..</p>
<p>Eso y mucho más es lo que vivimos hoy en día en nuestra <em>&#8220;avanzada&#8221;</em> ciudad cultural (2016), llena de <em>&#8220;artistas&#8221;</em> al calor del poder (PP y PSOE), e<em> &#8220;intelectuales&#8221;</em> (<em>pseudointelectuales</em>), que no son más que una pandilla de esnob, muy catetos e incultos, pero con máscaras capaces de engañar a los bobos como ellos, pero no a nadie con una inteligencia y cultura media, es decir, con dos dedos de frente.</p>
<p>Ellos saben quiénes son.</p>
<p>Fuentes: RAE y <em>Esudios Sociólogicos Actuales</em> by Ciro Schmidt.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Este no es un CHISTE sobre la GRIPE...]]></title>
<link>http://commentatio.wordpress.com/2009/05/05/este-no-es-un-chiste-sobre-la-gripe/</link>
<pubDate>Tue, 05 May 2009 07:52:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Admin</dc:creator>
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<description><![CDATA[De lo que trata es de la prensa, del periodismo de hoy y de su entrega total al sensacionalismo -que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img height="291" alt="Manel" src="http://commentatio.files.wordpress.com/2009/05/manel.jpg?w=450&#038;h=291" width="450" /></p>
<p>De lo que trata es de la prensa, del periodismo de hoy y de su entrega total al sensacionalismo -que viene de querer causar sensación con lo que se presenta como noticia y no reflexión o acción- y, por ende, a la estupidez.</p>
<p>Una mágnifica viñeta de Manel Fontdevila, que publicó el domingo en <a title="Diario Público" href="http://www.publico.es" target="_blank">Público</a> y que ahora cito.  De nada.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://formula2086.wordpress.com/2009/03/05/52/</link>
<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 21:36:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cesc</dc:creator>
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<description><![CDATA[Llegué a casa de los Erenhaus un viernes a la hora en que los peces descubren que el cielo es azul y]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Llegué a casa de los Erenhaus un viernes a la hora en que los peces descubren que el cielo es azul y se entretienen en morder las nubes. El viaje en ferry fue bastante plácido y no vomité ni una sola vez, a pesar de que me bebí media botella verde de Chartreuse mientras dibujaba en mi cuaderno el perfil de aquella chica. Soplaba un fuerte viento de levante y a pesar de que me escondí detrás del kiosco del puerto no conseguí controlar el sentido del líquido ureo clorofílico, con lo cual me meé encima de los pantalones. Por suerte, la señora Erenhaus no llevaba las gafas puestas cuando vino a abrirme. Qué sorpresa, señorito Augustus, pensábamos que nos iba a privar el fin de semana de su compañía. Qué tal se encuentra su padre. Y las orquídeas de su madre, siguen igual de bonitas… Por suerte, un herrerillo se posó sobre una de las ramas del arce que tenían los Erenhaus en el jardín y su canto me libró del interrogatorio de mi anfitriona. En el huerto llamaban mi atención unas acelgas que ponían a prueba a los caracoles con vértigo. En el suelo pude observar a los supervivientes que habían sido desahuciados y una gran pena me sobrevino de repente. Mientras la señora Erenhaus me explicaba sus planes para convencer a su marido de la necesidad de reparar el tejado, no debí caerle demasiado bien a los topos porque uno de ellos aprovechó un momento de distracción mío para hacerme tropezar y dadas las circunstancias escogí caer sobre los pensamientos antes que sobre los rosales. Con ello logré que mi anfitriona me invitara amablemente a entrar en su casa antes de que derribara alguno de los árboles y el señor Erenhaus no encontrara alternativa a la restauración del tejado. El suelo de madera crujía un poco y, temiendo que el tubérculo cerebral se apoderara de aquel sonido chirriante, logré neutralizarlo y convertirlo en un ritmo primitivo sobre el cual mis neuronas tarareaban una lánguida y campestre melodía de Farfisa. La señora Erenhaus me pidió que la acompañara y me invitó a desayunar con ella. Nos sentamos junto a la ventana que daba al portal y charlamos un rato de esto y aquello. Tenía una figura en porcelana de buda sobre el marco de la ventana y yo veía que me miraba y movía el brazo como los gatos chinos de la fortuna. El pobre debía vigilar porque estaba rodeado de esos cactus pequeños con formas caprichosas y podía pincharse sin querer. La señora Erenhaus me contaba que los vecinos eran muy ruidosos y que para cuidar su jardín utilizaban motosierras y demás aparatos contaminadores y que cada vez había más perros abandonados. Sabía lo de mi tumor pero ella insistía en que se trataba tan solo de un chichón. Pues su marido me diagnosticó un tumor. No le haga caso a Julian, tiene a veces unas ideas rocambolescas y es tan obstinado… Créame, eso tan solo es un golpe o algún mal de amores sin importancia que se le ha subido a la cabeza. Tumores tiene mi pobre roble, fíjese en las hojas, pobrecito arbolito. Tiene que previsualizarlos primero, son minúsculos. Yo no veía absolutamente nada. Bueno sí, un árbol con hojas verdes, pero nada más. El sol de mediodía se filtraba por entre las ramas y poco a poco lograba convertir mis nervios ópticos en caleidoscopios atómicos y las moléculas de dopamina de mi cerebro andaban a través de él como hormiguitas en una sinergia de placer y gozo que me resultaba extenuante, con lo cual me excusé y simulando un repentino dolor de cabeza le pedí a la señora Erenhaus que me mostrara mi habitación. Mientras subíamos por la escalera de espiral asimétrica, apareció Sososó con la bragueta abierta y sus gafas a lo Jad Fair llenas de polvo blanco, pelusa y ácaros barrigudos como él. Oye listo, mis gafas son como las de John Lennon. Oh, pues a mí me recuerdan a las de Jad Fair. No tienes ni idea Augustus. Eres un hortera y un moña que escucha los Beach Boys cuando los Beatles siempre han sido y serán el mejor grupo rock de la historia. Asúmelo. Da igual, no pienso discutir con un <em>pipistrello </em>como tú. Además yo ya no escucho música pop. Tan solo reggae antiguo y calypso, Maytals, Paragons, Ethiopians y grupos así. No me vengas ahora con esas. ¿Tú escuchando reggae? Y el siguiente paso cuál será… “Lo más es la música sufí y la música tradicional húngara”. Encima eres un snob de cuidado. Claro, no ves que soy clavado a David Bowie. Mira tío, a tu edad Bowie tenía grabados como mínimo cinco discos cojonudos, clásicos, obras maestras de puro rock. Pues Nico decía que era un mierda y un tipo superficial. Nico, Nico. Pero si esa tipa no sabía ni cantar, solo servía para que se la follaran los de la Factory y… Bueno, bueno, chicos. Cálmense. Señorito Paul, ¿verdad que se acordará de comprarme el abono líquido para las malvas y mi tinte color <em>Rose du Barry</em> electrizante cuando regrese del trabajo? Es que con este calor, andar en bicicleta supone todo un atrevimiento para mi edad. Venga, no pierda el tiempo que no quiero que llegue tarde… Y usted, señorito Augustus, no se enfade tanto y descanse un poco, que le voy a preparar zumo de manzana verde fresquito fresquito como le gusta. Y no sea gruñón, con lo guapo que está con esos pantalones <em>vintage </em>amarillos con destello de hierbabuena…</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre el LIBRO ELECTRÓNICO]]></title>
<link>http://commentatio.wordpress.com/2009/03/02/sobre-el-libro-electronico/</link>
<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 10:16:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Admin</dc:creator>
<guid>http://commentatio.wordpress.com/2009/03/02/sobre-el-libro-electronico/</guid>
<description><![CDATA[Pienso que va más allá del esnobismo, que no es simplemente un gadget para noveleros. Pienso que el ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pienso que va más allá del esnobismo, que no es simplemente un gadget para noveleros.  Pienso que el libro electrónico, con todos los inconvenientes que presente frente al libro-libro, es en realidad un plan bien meditado para que tengamos que comprar periódicamente un nuevo soporte de lectura actualizado -¿que cacharro electrónico tendrá la vida útil de un libro normal?- y para que las bibliotecas dejen de tener valor objetual y sólo mantengan un valor virtual, cuyos derechos deban ser también periódicamente renovables.</p>
<p>Es lo que pienso.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Restaurantes andaluces, casi VERDES ]]></title>
<link>http://commentatio.wordpress.com/2009/01/30/restaurantes-andaluces-casi-verdes/</link>
<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 12:07:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Admin</dc:creator>
<guid>http://commentatio.wordpress.com/2009/01/30/restaurantes-andaluces-casi-verdes/</guid>
<description><![CDATA[Ahora me entero de que hay una red de restaurantes verdes en Andalucía.  Miro en su página, animado ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ahora me entero de que hay una <a title="La web de la red" href="http://www.restaurantesverdesandalucia.net" target="_blank">red de restaurantes verdes</a> en Andalucía.  Miro en su página, animado por idea de confirmar la apuesta por la sostenibilidad de un sector tan importante en esta región y me pasa lo que dice el dicho: <em>al primer tapón, zurrapa</em>. Una pena.</p>
<p>Por lo que ellos mismos cuentan de su <em>verdor</em>, habría que convenir sencillamente que se autodenominan <em>verdes</em> sin serlo del todo, puesto que los requisitos que se imponen para poder formar parte de la red son sólo puntualmente verdes.  Me explico. Véanlos, sacados textualmente de su página:</p>
<blockquote><p><em>1º-Los productos e ingredientes que forman parte de la oferta gastronómica deben ser principalmente productos Agroalimentarios  Ecológicos Andaluces con Calidad.</em></p>
<p align="justify"><em> 2º-Los Restaurantes deben disponer de Cartas Didácticas provinciales tanto de menús con productos ecológicos autóctonos, como de vinos. </em></p>
<p align="justify"><em>Se denominan Cartas Didácticas porque en ellas aparte de aparecer el nombre del plato se hace una breve nota de su historia, orígenes, principales Productos Ecológicos, ingredientes destacados, temporalización, producción, características y composición.</em></p>
<p align="justify"><em> De esta forma se pretende dar al cliente una breve información tanto de la gastronomía como de los productos ecológicos. (Se podrán establecer dos tipos en las cartas menú: de primavera-verano y de otoño-invierno).</em></p>
<p align="justify"><em> 3º- los Restaurantes asociados a la Red deben ser participativos en todas aquellas actividades que se deriven de este proyecto  como, catas, presentaciones, formación, jornadas…</em></p>
</blockquote>
<p><em>Me </em>parece fantásticoque los restaurantes andaluces apuesten por esto. Muchos ya lo hacían. He tomado nota de la lista de los nuevos conversos para decidirme por ellos cuando vaya surgiendo. Pero echo de menos algún compromiso con la sostenibilidad, con la eficiencia energética y con la gestión de residuos.  Algo sencillito, como la certificación de gestión ambiental ISO14001. Aunque sea eso.</p>
<p>La verdad es que me fastidia bastante el uso de conceptos e ideas trascendentes, convertidas en simples etiquetas o en reclamos del peor marketing. Y detrás de ellos está la propia Junta de Andalucía, que no debería insistir en tanta trivialidad&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La fiesta de la LECTURA en Andalucía, que ha desaparecido]]></title>
<link>http://commentatio.wordpress.com/2008/12/22/la-fiesta-de-la-lectura-en-andalucia-que-ha-desaparecido/</link>
<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 11:02:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Admin</dc:creator>
<guid>http://commentatio.wordpress.com/2008/12/22/la-fiesta-de-la-lectura-en-andalucia-que-ha-desaparecido/</guid>
<description><![CDATA[Este año se me ha pasado la fecha de La fiesta de la lectura en Andalucía.  Fué el 16 de diciembre. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Este año se me ha pasado la fecha de <em>La fiesta de la lectura</em> en Andalucía.  Fué el 16 de diciembre. Lo lamento mucho:  me hubiera gustado escribir algo puntualmente sobre la importancia del libro como hábito, de la lectura como placer; porque este del fomento de la lectura es un asunto que me parece muy importante.</p>
<p>Pero anotaré mis reflexiones desde otro foco. Porque este año hasta la Junta de Andalucía parece haberse olvidado de una fecha que el propio Gobierno de Chaves instituyó hace unos años, en 2005, creo, para dedicar una jornada al fomento de los libros, de la lectura y de los lectores, coincidiendo la famosa eunión de poetas qu dió la foto definitiva a la Generación del 27, un día de ese año que era además el cumpleaños de Rafael Alberti.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-726" title="tricentenario_gongora" src="http://commentatio.wordpress.com/files/2008/12/tricentenario_gongora.jpg" alt="tricentenario_gongora" width="455" height="315" /></p>
<p>El <strong><em>Día de la lectura en Andalucia</em></strong> se planteó al principio como una fiesta para celebrar el valor de la lectura: una <strong>fiesta ciudadana de lectura</strong>, como bien dijeron los medios. En sus primeros años la Junta se encargó de que se desarrollaran actividades por la tierra andaluza y la prensa llamó la atención de las gentes sobre los contenidos y las razones del día señalado el Gobierno andaluz.  Todo eso lo articuló a través de un organismo que creó con el nombre de Pacto Andaluz por el Libro.  Y bien, no viene a ser oro el objetivo de los días que se dedican institucionalmente a tal o cual cosa.  O tal vez sí&#8230;</p>
<p>Un ciudadano llamado José García Oliva, que se dice experto en literatura infantil y juvenil, se preguntaba hace unos dias en una tribuna del <a title="Referencia del Diario de Jerez" href="http://www.diariodejerez.es/article/jerez/304304/dia/la/lectura/andalucia.html" target="_blank">Diario de Jerez</a>:</p>
<blockquote><p><em>¿Qué ha aparecido hoy en la prensa respecto al Día de la Lectura en Andalucía? (&#8230;)</em></p>
<p><em>Se ponen días concretos para conmemorar algo y después de unos años, esto va cayendo casi en el olvido y nos hace sentir que toda la motivación que coprodujo, no era tanta. Que fue invención de alguien para aprovechar una coyuntura (oportunismo) (&#8230;)</em></p></blockquote>
<p>Tal vez todo sea por la foto, como suele decirse.  O por la rentabilidad política.  A lo peor es que esto del fomento de lectura no da resultados todavía suficientes -no los da, miren las encuestas del INE- ni titulares ni fotos de los próceres en acción.  Y, pues, se olvida. No es de extrañar, es práctica común entre los políticos sin talla.</p>
<p>Los políticos con talla, que los hay, afrontan los proyectos con decisión y los siguen con coherencia.  Y no los abandonan que se presenten dificultades.  Mucho menos por dejadez, que creo que es lo que ha pasado en este caso.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[McCartney también reescribe la historia. Mientras no hable Ringo...]]></title>
<link>http://commentatio.wordpress.com/2008/12/19/mccartney-tambien-reescribe-la-historia-mientras-no-hable-ringo/</link>
<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 09:33:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Admin</dc:creator>
<guid>http://commentatio.wordpress.com/2008/12/19/mccartney-tambien-reescribe-la-historia-mientras-no-hable-ringo/</guid>
<description><![CDATA[Paul McCartney, el más blandito de los Beatles, viene ahora con que él y nada más que él fue el beat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Paul McCartney, el más blandito de los Beatles, viene ahora con que él y nada más que él fue el beatle político y que lo del Lennon-activista es de después.  El apostol contra la guerra, por ejemplo, fue McCartney.  Dice él que es que se entrevistó con Bertrand Russell y que éste le hizo ver claras las cosas:</p>
<blockquote><p><em>Russell &#8220;era fabuloso. Me habló de la guerra de Vietnam -la mayoría de nosotros no sabía sobre eso, aún no estaba en los periódicos- y también (me dijo) que <strong>era una guerra muy mala</strong>&#8220;, relató el ex Beatle en su entrevista (&#8230;)</em></p>
<p><em>&#8220;Me acuerdo de ir otra vez al estudio (de grabación), ya sea esa tarde o al día siguiente, y hablarle a los chicos, particularmente a John Lennon, sobre esta reunión y decirle cuán mala era esta guerra&#8221;, resaltó McCartney</em></p></blockquote>
<p>Las palabras son textuales, con su toda su profundidad.  La afirmación supone una auténtica novedad que nadie sospechaba.  Tal vez ni el propio Paul hace unos dias.  Pero lo cierto es que McCartney se lo dijo al <a title="La noticia de Paul" href="http://entertainment.timesonline.co.uk/tol/arts_and_entertainment/music/article5338153.ece" target="_blank">Sunday Times</a>, anunciando que la enjundia de toda esta historia -¿historieta?- estará en una publicación que se llama <a title="Prospect" href="http://www.prospect-magazine.co.uk/landing_page.php" target="_blank"><em>Prospect </em></a>y que saldrá en enero.  Ya veremos.</p>
<div id="attachment_711" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-711" title="pablito-mccartney" src="http://commentatio.wordpress.com/files/2008/12/pablito-mccartney.jpg" alt="Paul, el activista ignoto" width="300" height="250" /><p class="wp-caption-text">Paul, el activista ignoto</p></div>
<p>Igual todo este lio es para vender más revistas de esas.  Agún interés tendrá el exBeatle.  A lo peor&#8230; no se&#8230; puede ser que ya no vende o que no liga o que nadie lo llama&#8230; algo de eso tiene que ser.</p>
<p>Por cierto, la peña experta en la historia de los Beatlas se ha partido de risa. Por el momento.  A ver si Ringo abre la boca&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Francis XIII, "el Cuartetero"]]></title>
<link>http://erwillillo.wordpress.com/2008/11/18/francis-xiii-el-cuartetero/</link>
<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 08:55:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>erwillillo</dc:creator>
<guid>http://erwillillo.wordpress.com/2008/11/18/francis-xiii-el-cuartetero/</guid>
<description><![CDATA[Lo de &#8220;Cuartetero&#8221; va por sus afortunados cuartetos de cuerda, y es que estando en Cai p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://erwillillo.wordpress.com/files/2008/11/schubert1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-391" title="schubert1" src="http://erwillillo.wordpress.com/files/2008/11/schubert1.jpg?w=224" alt="schubert1" width="224" height="300" /></a>Lo de &#8220;Cuartetero&#8221; va por sus afortunados <strong><a href="http://www.epdlp.com/compclasico.php?id=1127">cuartetos de cuerda</a></strong>, y es que estando en <em>Cai</em> podríamos estar pensando en cuartetos de <em>carnavá</em>, ¡plan, plan! &#8220;¡Dios me libre!&#8221;, diría algún melómano de los que gusta asistir a las salas de conciertos vestido como la ocasión merece: señor con chaqueta y corbata y señora con abrigo de pieles y collar de perlas. De esos que se enfadan si alguien llega un poco tarde, o tose, o abre un papelito de caramelo haciendo un poquito de ruido, o simplemente va sin afeitar o un poco desaliñado porque acaba de salir de trabajar, y parece que no da la talla para asistir a ese ritual en el que se da rienda suelta al más casposo y retrógado esnobismo por el cual uno es culto y tiene &#8220;poderío&#8221; (pelas) por asistir al concierto de un compositor del que conoce en realidad bastante poco. Y es que parece que están ahí para vigilar y hacer aspavientos para que se note que son muy melómanos. Más bien, melomaníacos. Más bien, gilipollas.</p>
<p>Tendrían que haber asistido a una <strong><a href="http://es.mobile.wikipedia.org/transcode.php?go=Schubert&#38;seg=2&#38;PHPSESSID=4418fda4afca2862fe81a03360dac496">schubertiada</a></strong> o a alguna representación de las óperas de Mozart. Y pongo de ejemplo a Mozart porque de lo poquito &#8220;real&#8221; que aparece en la película de Milos Forman, estupenda en otros aspectos pero no en el documental, es el ambiente de <a href="http://erwillillo.wordpress.com/files/2008/11/425px-schubert_octet_autograph.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-392" title="425px-schubert_octet_autograph" src="http://erwillillo.wordpress.com/files/2008/11/425px-schubert_octet_autograph.jpg?w=300" alt="425px-schubert_octet_autograph" width="300" height="228" /></a>auténtico barullo y cahondeo que acompañaba a aquellas representaciones: la duración infinitamente mayor (debida, por ejemplo, al hecho de tener que volver a afinar los instrumentos de cuerda, que aguantaban menos la tensión de las mismas por ser de tripa), obligaba a llevar avituallamiento, o sea, comida y bebidas variadas, con sus correspondientes vendedores ambulantes que se paseaban entre el público, gritos, risas, cantos acompañando a la conclusión del aria o del coro que se estuviera interpretando, etc. Y es que la familia podía ir a pasar el día al teatro, con los niños, la abuela&#8230; El padre discute con la mujer, la abuela se lleva a los niños a mear a algún rincón y el hijo mayor se esconde detrás de algún cortinón para <strong><a href="http://www.sombrereroloco.net/?p=2032">meterle mano a la prima</a></strong> o a la vecina.</p>
<p>&#8220;¿Cuartetero? ¡Dios me libre!&#8221;, diría alguno de estos melómanos. Y es que después de ir a hacer la rutinaria inspección de buenas formas a la sala de conciertos, toca ir a misa el domingo, para que la galería vea que, además de culto y &#8220;poderoso&#8221;, eres un buen cristiano. Y nada mejor que escuchar en la comunión el &#8220;Ave María&#8221; de Schubert. He escuchado a alguno negar que Schubert fuera homosexual, que &#8220;eso son leyendas <a href="http://erwillillo.wordpress.com/files/2008/11/family_franz_peter_schubert_1_hi.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-397" title="XAM68743" src="http://erwillillo.wordpress.com/files/2008/11/family_franz_peter_schubert_1_hi.jpg?w=300" alt="XAM68743" width="300" height="224" /></a>infundadas, inculcadas por algún comunista. No puede ser maricón y componer esa música&#8221;. Y es que ya no podría disfrutar como antes al escuchar su &#8220;Ave María&#8221;, tendría que replantearse algún que otro precepto católico.</p>
<p>Y volviendo a los cuartetos, si Schubert viviera actualmente, y en Cádiz, (aparte de horrorizarse por los planes de estudio, y más en concreto en lo referente a la educación musical), probablemente participaría en alguna chirigota o comparsa, seguro que saldría el sábado de carnaval a cogerse una buena, iría sin afeitar a conciertos y, en general, disfrutaría de la vida sin preocuparse por tanta parafernalia y &#8220;buenas maneras&#8221;. Y seguro despertaría algún comentario despectivo de algún ultramelómano convencido.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Laptops, porque el esnobismo* puede ir contigo a todas partes.]]></title>
<link>http://palabrassobrantes.wordpress.com/2008/09/29/laptops-porque-el-esnobismo-puede-ir-contigo-a-todas-partes/</link>
<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 02:06:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>TheUnclean</dc:creator>
<guid>http://palabrassobrantes.wordpress.com/2008/09/29/laptops-porque-el-esnobismo-puede-ir-contigo-a-todas-partes/</guid>
<description><![CDATA[*Esnob (adj): persona que acoge las novedades por admiración necia o para darse tono. Bueno, creo qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table width="400" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tr>
<td colspan="2">
<p align="justify"><em>*Esnob (adj): persona que acoge las novedades por admiración necia o para darse tono.</em></p>
<p>Bueno, creo que llegó el momento de volver a digitalizar mis ideas más insulsas en este blog; hace poco más de un año que no escribía y miren lo que ha pasado:</p>
<p>•	Se cayó el TLC con Estados Unidos<br />
        •	Bajó el Dólar<br />
        •	Casi nos vamos a la guerra con Ecuador<br />
        •	Ike casi acaba con Haiti<br />
        •	Le inyectaron polímero a una niña en la nalga y se murió. </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">&#160;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" align="center"><img src="http://i297.photobucket.com/albums/mm232/flash_effekt/laptop1.jpg" width="278" height="215"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<p align="justify">Sobre ese último suceso sólo puedo decir que es Darwinismo en su más pura expresión, alguien tan básico como para dejarse hacer eso, debía morir para que sus genes de idiotez no pasaran a la siguiente generación.</p>
<p align="justify">Mirando los hechos desafortunados del país, creo que es evidente la relación entre mi inactividad en el blog y el hecho de que la nación vaya de culos.  Así que, como deber social, retomo mis actividades en este espacio.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<p align="justify">        En esta ocasión quiero hablar de un tema de la mayor importancia (tanto o más importante que el aroma a pussy o los tatuajes de estrellas de mar en llamas) y es la moda de comprar computador portátil.</p>
<p align="justify">Últimamente a todo el mundo le está dando por comprar portátil.  Para nadie es un secreto que en el momento en que uno aprende a abrir el panel de control del PC o a borrar cookies, se vuelve objeto de las mas diversas consultas por parte de amigos y familiares, porque uno dizque “entiende de computadores”.  Así que constantemente me solicitan recomendaciones sobre qué portátil comprar o si un modelo en específico es “bueno o no” (como si las bondades de un elemento de tecnología fueran absolutas).</p>
<p align="justify">La publicidad nos ha dado a entender que es muy cool poder abrir un computador en cualquier parte con el único fin de jugar solitario o loguearnos al Messenger; pero la verdad es que muy pocas personas necesitan la movilidad de un laptop en sus vidas; pues en la mayoría de los casos tienen puestos de trabajo estacionarios y no realizan suficientes actividades extralaborales que justifiquen la inversión adicional de entre 300 a 1000 dólares que significa comprar un portátil, en vez de un desktop.
      </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="169">
<table width="100%" border="0" cellspacing="3" cellpadding="0">
<tr>
<td align="center" valign="middle"><img src="http://i297.photobucket.com/albums/mm232/flash_effekt/37633948.jpg" width="135" height="210" /></td>
</tr>
</table>
</td>
<td width="431">
<div align="justify">Eso sin contar con el principal riesgo de un portátil: tan fácil como tú lo llevas a cualquier parte, otra persona puede llevárselo lejos de ti.  Eso cobra mayor importancia en estas tierras calentanas, en donde además de los “ladrones de profesión”, están los ladrones de ocasión: esos que toman las cosas que un descuidado dejó sin amarrar, esconder o asegurar y cuya única excusa es la frase: “¿pa’ qué da papaya?” (Entre esos se cuenta el mensajero que me robó el casco, en el parqueadero de la Torre Almagran, cerca al Parque del Poblado.  perro infeliz, sé que nunca leerás estas líneas pero de todos modos te envío un cálido: “púdrete cabrón” en donde quiera que estés.)</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<div align="justify">Súmele a esto, el increíble sobrecosto de actualización, la dificultad de uso del teclado y el monitor (recuerde que los monitores LCD más antiguos solo permiten ver bien la imagen si el sujeto está perpendicular a ella) y la fragilidad del equipo; y se dará cuenta que, el portátil tiene más inconvenientes que ventajas.</p>
<p>        Pero cómo yo no soy el primero que escribe sobre esto y la publicidad de portátiles sigue penetrando con sus imágenes de libertad, comodidad y espíritu juvenil; decidí comentar algunas imágenes de publicidad de portátiles. En un intento desesperado, y de antemano infructuoso, para convencerlos de que no compren portátil.  Veamos:
    </div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">&#160;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<table width="100%" border="0" cellspacing="3" cellpadding="0">
<tr>
<td width="38%"><img src="http://i297.photobucket.com/albums/mm232/flash_effekt/30383270.jpg" width="165" height="200"></td>
<td width="62%">
<div align="justify">Algunos pensarán que este caballero está pensado en cómo aumentar su rendimiento o en la forma de reducir costos fijos en su empresa.  La verdad es que está preocupado porque va a llover y no llevó el maletín para su portátil.  Así es, un evento meteorológico simple, pone en riesgo su inversión de cientos de dolares.  Miren la tensión en los músculos de la mano, eso es pura rabia por haber comprado un dispositivo que no necesitaba.</div>
</td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">&#160;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tr>
<td width="62%">
<div align="justify">El cliché de llevarse el computador a la cama.  El insoportable dolor de espalda que genera es casi tan agudo como la paradoja que implica su uso: si quieres acostarte ¿por qué estas usando el computador? y si vas a trabajar… ¿qué changos haces en la cama vieja imbécil?</div>
</td>
<td width="38%" align="center" valign="middle"><img src="http://i297.photobucket.com/albums/mm232/flash_effekt/30420768.jpg" width="133" height="200" /></td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">&#160;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tr>
<td align="center"><img src="http://i297.photobucket.com/albums/mm232/flash_effekt/30451331.jpg" width="250" height="167" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="justify">Muy bien, aquí vemos combinadas dos de mis actividades más odiadas: acampar y compartir el uso de un portatil.  ¿No se supone que el propósito mismo de salir de camping es alejarse del los afanes que la civilización implica?  Ah, y a propósito, más les vale a este par de genios que terminen rápido lo que están haciendo, porque la batería ya solo le quedan 3 minutos de carga.</div>
</td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">&#160;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tr>
<td width="63%">
<div align="justify">¡Miren, Mi laptop es tan liviano que puedo hacerlo girar despreocupadamente en mi dedo índice! Pero tengo que seguir usando el mismo morral con compartimiento especial para cargarlo, porque es tan grande que a duras penas puede llamarse “portátil”.</div>
</td>
<td width="37%" align="center"><img src="http://i297.photobucket.com/albums/mm232/flash_effekt/lineup-feature-2acopy.jpg" width="176" height="220" /></td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">&#160;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" align="center">
<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tr>
<td align="center"><img src="http://i297.photobucket.com/albums/mm232/flash_effekt/dos.jpg" width="424" height="134" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="justify">¿Qué demonios están haciendo este par? Porque una cosa es clara: no están trabajando.  Jamás he visto esa mierdita de: “soy tan casual que trabajo usando solo una mano” en la publicidad de desktops.  Así que si usted está pensando en comprar laptop a sus empleados, acostúmbrese la idea de que van a pasar muchas horas al día viendo porno, que es lo único que requiere que el PC se opere con una sola mano. </div>
</td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">&#160;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tr>
<td align="center"><img src="http://i297.photobucket.com/albums/mm232/flash_effekt/30716090.jpg" width="250" height="166" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="justify">“¡Mira Amor! Sali a trabajar en el parque, para que los árboles y la brisa de otoño me dieran la inspiración que necesito.  Pero la batería se descargó después de solo 45 minutos de uso y ¿sabes que es lo mejor? ¡No alcance a guardar mi avance!   Pero no te preocupes cielito, entre esta posición de mierda y el reflejo en la pantalla, jamás pude concentrarme y solo logré escribir 4 palabras.  ¿Acaso no soy la oriental más idiota que has visto?” (la mirada de él dice que sí lo cree).</div>
</td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<p align="justify">Como les dije, admito que este intento por convencer al individuo promedio de que los laptop son innecesarios, es infructuoso desde el momento mismo de su concepción.  Sin embargo ahora cuando alguien me diga “mira las specs de este portátil  que quiero comprar, y me dices si vale la pena”, puedo simplemente dirigirlo hacia esta humilde entrada que, como casi todo mi trabajo en Palabras Sobrantes, no es más que un espejo que espera reflejar la tontería de las personas.</p>
<p><i>Peace Out</i></p>
<p align="justify"><em>PD: ¡Hey amigo! yo sé qué estás haciendo, estás pensando en una manera creativa de escribir un comentario en el que cuentas cómo tu laptop te ha ayudado a ser más efectivo o a ganar mucho dinero.  Si es así, guárdate tu ejemplo de vida para tí mismo; es evidente que algunas personas NECESITAN un equipo de cómputo portátil para poder trabajar adecuadamente, pero esas personas son solo el 0.000000000001% de las que compran o quieren comprar un portátil, así que tu pequeño caso de éxito no solo no refuta mi argumento, sino que de cierto extraño modo lo respalda.  ¡Gracias por tu apoyo!</em>
      </p>
</td>
</tr>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La "reputación" de una niña de 12 años]]></title>
<link>http://rpensador.wordpress.com/2008/09/22/la-reputacion-de-una-nina-de-12-anos/</link>
<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 20:53:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>jgrullon</dc:creator>
<guid>http://rpensador.wordpress.com/2008/09/22/la-reputacion-de-una-nina-de-12-anos/</guid>
<description><![CDATA[&quot;Daydreaming Girl on the River&quot;. En Flickr. Una niña de doce años le pidió consejos a vari]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&quot;Daydreaming Girl on the River&quot;. En Flickr. Una niña de doce años le pidió consejos a vari]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alta COCINA industrial]]></title>
<link>http://commentatio.wordpress.com/2008/05/22/alta-cocina-industrial/</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 16:46:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Admin</dc:creator>
<guid>http://commentatio.wordpress.com/2008/05/22/alta-cocina-industrial/</guid>
<description><![CDATA[Sinceramente, me ha sorprendido la vaina y me ha resultado desagradable la noticia. Siempre he sido ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sinceramente, me ha sorprendido la vaina y me ha resultado desagradable la noticia. Siempre he sido algo ingenuo, pero desde luego no esperaba que en las cocinas más elevadas se usaran las técnicas de la más simple y barata alimentación industrial.  Lo digo por lo de la &#8216;metilcelulosa&#8217;, también conocida como aditivo <a title="e461" href="http://www.food-info.net/es/e/e461.htm">E-461</a>, que usan en lo suyo los famosos hermanos Adriá.  La usan y la venden, al parecer, para quien quiera seguir la estela de El Bulli en sus aventuras de cocinilla.</p>
<p><a title="Tienda de El Bulli" href="http://www.texturaselbulli.com/ESP/metil_01.html"><a href="http://commentatio.wordpress.com/files/2008/11/metil_01.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-483" title="metil_01" src="http://commentatio.wordpress.com/files/2008/11/metil_01.gif" alt="metil_01" width="278" height="349" /></a></a></p>
<p>Esto de que los restaurantes de más prestigio, o popularidad, ya se verá, abandonen la sorpresa de los ingredientes más escogidos, la eficacia de las más elaboradas técnicas, y se amparen en los aditivos industriales para lograr que sus platos entren por el ojo, me alejará definitivamente de sus mesas y de sus abultadas facturas. Buscaré lo natural, naturalmente.  Y si no, moriré en cualquier supermercado, a manos de sus comidas preparadas&#8230; con aditivos que también empiezan por E.</p>
<p>Por cierto, no sólo <a title="El Bulli" href="http://www.elbulli.com">Ferran Adriá</a> vende &#8216;metilcelulosa&#8217;, también lo hacen algunas farmacias bajo la marca <a title="Muciplazma" href="http://www.vademecum.es/medicamento/farmacologia/A/19456/1/muciplazma.html">Muciplazma</a>, en cápsulas de 500mgs.  Es un medicamente contra el estreñimiento, pero igual es más barato que el de la foto y también puede usarse en la cocina.  Para &#8216;antes&#8217;, claro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[España: Sumilleres, un oficio y una pasión]]></title>
<link>http://awpro.wordpress.com/2008/05/13/espana-sumilleres-un-oficio-y-una-pasion/</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 13:42:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>machimar</dc:creator>
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<description><![CDATA[11/05/08 Los responsables de la oferta de vinos en los restaurantes comentan los matices de una comp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>11/05/08</p>
<p>Los responsables de la oferta de vinos en los restaurantes comentan los matices de una compleja profesión. En la cultura del vino hay dos figuras predominantes: el entendido y el listo. El entendido tiene amplios conocimientos y pese a ello, se deja consejar. El listo, simplemente ha leído folletos&#8221;. La frase, contundente y basada en la experiencia, la pronuncia Maximiliano Bao, sumiller del restaurante Kailuze y Premio Nariz de Oro 2005 como mejor sumiller español . El entendido y el listo. La afirmación de Bao la comparten otros tres sumilleres de primera línea que asistieron a la cata: Amanda Navarro, de Ca Sento, Paco Olivas, del restaurante Los Pirineos, y Juan Civera, anfitrión del acto &#8230;</p>
<p>Fuente: Diario Las Provincias</p>
<p><!--more-->El tema del vino da mucho de sí. Revela el nivel de una sociedad y los matices de su cultura social e industrial. Sumiller es un oficio, pero sobre todo una pasión. ¿Cuál es la tarea esencial de un buen sumiller? &#8220;La base de un negocio es comprar bien, y ahí la labor del sumiller es fundamental&#8221;, afirma Civera. Hay que saber inversión que se hace, y hacerla bien. &#8220;Una buena carta de vinos debe tener muchas referencias, pero no se trata de marear al cliente&#8221;, afirma Olivas.</p>
<p>&#8220;Un sumiller tiene que hacer la estancia agradable al cliente y serle útil&#8221;, asegura Navarro. Aconsejarle bien, en definitiva. Pero ¿y si el cliente pide un refresco o un batido de fresa para acompañar un pescado fresco? Amanda lo tiene claro. &#8220;¿Quién soy yo para decirle que no?&#8221;. Olivas matiza con delicadeza. &#8220;De todas formas, no está de más aconsejarle un buen vino, otra cosa es que no te haga caso; si el cliente insiste en su elección, no puedes imponerte&#8221;. Bao se reafirma en lo ya dicho: &#8220;El sumiller está para hacer feliz al cliente&#8221;.</p>
<p>¿Los vinos valencianos van a más? Sí, coinciden los cuatro sumilleres. Pero según la personalidad de cada restaurante, la evolución de la enología valenciana se manifiesta en sus locales de un modo u otro. &#8220;En mi carta hay un 30% de vinos valencianos&#8221;, informa Olivas, que dirige una tienda de vinos al lado de su restaurante, situado cerca de la conselleria de Cultura y de La Fe. &#8220;En Kailuze, lo que más se pide en los últimos tiempos es champaña, fácil de maridar y muy respetuoso con la comida, al mantener excitadas en todo momento las papilas gustativas&#8221;, comenta Bao. Y añade: &#8220;Pero en los últimos cinco años se ha triplicado el consumo de vino valenciano&#8221;. Amanda Navarro opina igual. Juan Civera dice que en su restaurante, especializado en mariscos, pescados y arroces, &#8220;tenemos y nos piden más vinos valencianos que de Rioja&#8221;.</p>
<p>La última palabra<br />
En ocasiones, algún cliente rechaza el vino que se le sirve. Entre los especialistas, no todos se muestran de acuerdo en quien debe dar el visto bueno al vino, si el cliente o el propio sumiller, por más que la última palabra siempre la tendrá el cliente. &#8220;La cuestión no es quien debe rechazar el vino que se sirve, si el cliente o el sumiller, sino las razones de ese rechazo&#8221;, argumenta Bao. Olivas recomienda algo concreto: &#8220;El cliente debe observar si se da buen trato al vino. En cualquier caso, la decisión última corresponde al cliente&#8221;. Bao hace una precisión: &#8220;Pero si el cliente pide un vino por iniciativa propia, luego lo prueba y no le gusta, ese vino se le debe cobrar&#8221;.</p>
<p>Detrás de la moda del vino hay mucho esnobismo, señalan algunos comentaristas. &#8220;Debería haber más todavía&#8221;, sostiene Bao. &#8220;Lo importante, ya que significa un avance cultural, es que el interés colectivo ha crecido&#8221;, señalan Olivas y Civera.</p>
<p>Amanda señala que en los últimos años la mujer se ha incorporado a la cultura del vino con naturalidad. &#8220;Cada vez hay más mujeres que prueban el vino en una mesa, y cada vez hay más mujeres que lo elaboran&#8221;, afirma la sumiller de Ca Sento. Bao recuerda que en los II Premios Damas del Vino, concedidos la semana pasa en Socuéllanos, Mayte Pérez, sumiller del restaurante valenciano La Cuina de Boro, ganó el premio en la categoría de joven promesa (en 2006 obtuvo el galardón nacional Naríz de Oro).</p>
<p>Algunos restaurantes ponen el vino en la mesa antes de que la ocupe el cliente. ¿Correcto o incorrecto? &#8220;Mi abuelo y mi padre lo hacían, pero ahora es una costumbre superada&#8221;, asegura Civera. &#8220;En un restaurante en el que hacen eso, yo no me dejaría aconsejar por el sumiller&#8221;, dice Olivas. La práctica, claramente abusiva, también está muy alejada de la deontología de Ca Sento y Kailuze.</p>
<p>¿El vino por copas? Todos defienden esa opción, &#8220;sobre todo si quieres maridar&#8221;. No es necesario consumir toda la botella. Un último tema, entre muchos otros posibles. ¿Hay gente que se lleva a casa el vino sobrante? &#8220;Los extranjeros lo hacen mucho, más que los españoles&#8221;, dice Civera. &#8220;A mí me parece perfecto&#8221;, coinciden Bao y Olivas. Un tema de perfiles inagotables.</p>
<p>Fuente: Diario Las Provincias</p>
<p>http://www.lasprovincias.es/valencia/20080511/cultura/sumilleres-oficio-pasion-20080511.html</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tratado sobre o carioca - da natureza do povo]]></title>
<link>http://bomdemorar.wordpress.com/2008/02/10/tratado-sobre-o-carioca-da-natureza-do-povo/</link>
<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 03:41:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maria do Carmo</dc:creator>
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<description><![CDATA[O povo carioca é o pior do Brasil. Na sua diversidade, as espécies que formam a fauna que habita o R]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-indent:3cm;line-height:150%;text-align:justify;margin:12pt 0 0;"><span style="font-family:Arial;">O povo carioca é o pior do Brasil. Na sua diversidade, as espécies que formam a fauna que habita o Rio de Janeiro possuem um ponto em comum: a capacidade de ignorar solenemente o que acontece à sua volta, isto é, o resto do país e do mundo. </span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;margin:12pt 0 0;"><span style="font-family:Arial;">Para o carioca, seja de praia ou do morro, Zona Norte ou Zona Sul, o universo termina ali no fim da Linha Vermelha. O que quer que exista além-Dutra, ou além-túnel, para muitos, é algo totalmente desinteressante, pobre e brega.</span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;margin:12pt 0 0;"><span style="font-family:Arial;">Para o carioca, o paulista é um infeliz morto de inveja, que não tem praia, sol, praça com cavalinhos e biscoitos Globo. O nordestino que por azar tenha algum sotaque, será sempre um paraíba, não importa se do Maranhão ou Ceará. A não ser que seja rico, e então ficará bem disfarçado atrás dos óculos escuros olhando o mar de Ipanema. Aliás, nordestino rico mesmo não vai pro Rio de Janeiro, vai logo pra Europa ou morar nos Estados Unidos. Na pior das hipóteses, trabalha em São Paulo, mas a preferência é ser político em Brasília, se possível Presidente do Brasil. </span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;margin:12pt 0 0;"><span style="font-family:Arial;">Só o gaúcho ganha do carioca em esnobismo. É possível que haja alguma relação entre as altas latitudes no Hemisfério Sul e o crescimento do ego dos povos meridionais, o que explicaria o ego avantajado dos argentinos, mas isso é coisa pros cientistas pesquisarem, tomando como parâmetro os pingüins.</span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;margin:12pt 0 0;"><span style="font-family:Arial;">Seja como for, a incapacidade de olhar para além do próprio umbigo é algo tão evidente, que só eles não enxergam.</span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;margin:12pt 0 0;"><span style="font-family:Arial;">Mas há pelo menos uma razão que justifica esse comportamento. A variedade de mundos contida naquela selva de pedra espremida entre a serra e o mar é tão grande, que ali pode-se viver mil vidas em uma. Seja qual for o seu desejo, ele poderá ser realizado a menos de dez quilômetros de distância da sua casa. </span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;margin:12pt 0 0;"><span style="font-family:Arial;">Aliás, distância é uma noção muito relativa entre os cariocas, e esse é um assunto que abordaremos em um capítulo especial. Seja você rico ou pobre, poderá ver coisas realmente bonitas, bastando olhar pela janela, ou pelas grades, na maioria dos casos. </span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;margin:12pt 0 0;"><span style="font-family:Arial;">A desigualdade social no Rio de Janeiro tem um aspecto peculiar na Zona Sul – tem muito classe média que sonha ter uma vista privilegiada como a da turma que fica na Rocinha ou no Vidigal.</span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;margin:12pt 0 0;"><span style="font-family:Arial;">O caixeiro-viajante que tinha três famílias, uma em cada cidade diferente, poderia perfeitamente morar no Rio de Janeiro e economizar na passagem de trem. Copacabana, Botafogo e Maracanã, por exemplo, seriam ótimas localidades, com boas escolas, motéis e restaurantes para uma vida social intensa e absolutamente distante das outras duas. E ainda sobrava tempo pra montar o escritório de representação na Saens Peña. </span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;margin:12pt 0 0;"><span>Mas tudo isso só é possível, insisto, porque o carioca é míope por natureza. </span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;margin:12pt 0 0;"><span>E convém terminar logo esta introdução, que já anda bastante longa, para que possamos conhecer de vez a alma do carioca.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Culito veo]]></title>
<link>http://lacasadelrock.wordpress.com/2008/02/01/culito-veo/</link>
<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 06:30:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mr.Rockmantico</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8230;, Culito deseo, la gente es así de predecible, donde la moda dicen que vayan, allí irán todos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">&#8230;, Culito deseo, la gente es así de predecible, donde la moda dicen que vayan, allí irán todos <u><i>como los borregos al redil</i></u>. Espero que os guste este video un saludo y <b><a href="http://pilyboop.blogspot.com/2008/01/viernes-que-te-quiero-viernes.html">feliz viernes</a></b>, que pasen un buen fin de semana</p>
<p align="center">.</p>
<p align="center"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/i8byEs92Mlg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/i8byEs92Mlg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p align="center">.</p>
<div align="justify"><i><b>Blogalaxia Tags:</b></i> <strike><i><a href="http://www.blogalaxia.com/tags/mr.rockmantico" rel="tag">Mr.Rockmantico</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/videos" rel="tag">Videos</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/youtube" rel="tag">Youtube</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/humor" rel="tag">Humor</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/comercial" rel="tag">Comercial</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/anuncios" rel="tag">Anuncios</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/publicidad" rel="tag">Publicidad</a> <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/funny" rel="tag">Funny</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/divertido" rel="tag">Divertido</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/gracioso" rel="tag">Gracioso</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/pepsi" rel="tag">Pepsi</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/moda" rel="tag">Moda</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/borregos" rel="tag">Borregos</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/culo" rel="tag">Culo</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/tonterias" rel="tag">Tonterias</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/esnobismo" rel="tag">Esnobismo</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/chic" rel="tag">Chic</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/guay" rel="tag">Guay</a> <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/guachi" rel="tag">Guachi</a>  <a href="http://www.blogalaxia.com/tags/piruli" rel="tag">Piruli</a></i></strike></div>
</div>]]></content:encoded>
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