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	<title>esporte-e-saude &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/esporte-e-saude/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "esporte-e-saude"</description>
	<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 00:39:16 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Estresse de Fim de Ano (Esporte e Saúde)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/16/estresse-de-fim-de-ano-esporte-e-saude/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 12:17:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Não leve este mal para casa. Sua família não merece. Se não tiver jeito, amenize. Siga as dicas do R]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Não leve este mal para casa. Sua família não merece. Se não tiver jeito, amenize. Siga as dicas do Raul Avelino e aproveite um pouco mais a vida se exercitando um pouco.</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>Sob o estresse de fim de ano</strong></p>
<p>Fonte: <strong>Gazeta do Povo</strong></p>
<p><em>A ansiedade para cumprir compromissos familiares e profissionais antes de o ano terminar pode comprometer a saúde</em></p>
<p>Publicado em 16/11/2009 &#124; <em>Jennifer Koppe</em></p>
<p>Quando o fim do ano se aproxima, de uma hora para outra, nos damos conta de que só temos um ou dois meses para resolver todas as pendências antes de o novo ano começar. Trabalhos escolares, projetos profissionais, compras de Natal, amigo-secreto da empresa, festas de família, planejamento das férias&#8230; A sensação é de estar sendo sugado por tantos compromissos e responsabilidades. Nessa hora, a respiração fica mais ofegante, parece até estar faltando ar. Os músculos ficam tensos. Sentir um frio na boca do estômago ou correndo pela espinha também é comum. O corpo está em estado de alerta, mas, neste caso, o nosso predador não é nenhum animal selvagem, é o tempo.</p>
<p>As sensações físicas relatadas acima estão relacionadas à ansiedade e costumam se manifestar quando nos sentimos ameaçados. A ansiedade prepara o organismo para enfrentar as adversidades. O problema é que, se essas sensações persistem por muito tempo, podem trazer prejuízos à rotina e à saúde. “Muitas vezes, ao invés de nos ajudar a resolver os problemas com agilidade, a ansiedade nos atrapalha. Tentamos resolver tudo ao mesmo tempo, mas não fazemos nada direito porque não conseguimos nos focar no que é realmente importante. Sofremos por antecipação por problemas que podem nunca vir a acontecer”, explica a psicóloga corporal e consultora empresarial Daniela Zanuncini, diretora da Bem-Estar Desenvolvimento Humano.</p>
<p>A nutricionista Mônica César Machado, 35 anos, não se considera uma pessoa ansiosa, mas, admite que sofre com a agitação do dia a dia. “O trânsito, a correria, a violência, as preocupações no trabalho. Às vezes, me sinto sobrecarregada por tudo isso”, conta.</p>
<p>Para controlar as crises esporádicas de ansiedade, Mônica começou a praticar ioga cerca de três vezes por semana. “Eu fiz ioga por muito tempo, mas estava parada há três anos. Quando voltei, me senti mais calma e consciente logo após a primeira aula. Sei que não há como evitar as situações que causam estresse e ansiedade, mas hoje, tenho instrumentos para enfrentar os problemas de forma muito mais equilibrada”, explica.</p>
<p>Segundo a instrutora de ioga Arlene Machado, do Gaya Yoga Spa, o segredo para controlar a ansiedade está na consciência e na respiração. “Se eu consigo identificar o que estou sentindo, o que está me incomodando, fica muito mais fácil encontrar a solução para o problema”, explica.</p>
<p>Fazer uma pausa durante o dia, para avaliar melhor as tarefas que precisam ser cumpridas e priorizar o que é mais importante é o primeiro passo para evitar a ansiedade, explica Arlene. “Aproveite este momento para respirar profundamente, do umbigo ao peito. A respiração é a base de tudo. Quanto mais profunda é a minha respiração, mais eu me acalmo.”</p>
<p>Outra dica, de acordo com a psicóloga clínica Eloá Andreassa, da clínica Vale do Sol, é focar no presente. “A ansiedade vem das expectativas que a pessoa coloca no futuro. Por isso, ela sempre está com pressa, com a sensação de estar atrasada. É importante se concentrar naquilo que pode ser feito naquele momento”, aconselha.</p>
<p><strong>Risco</strong></p>
<p><strong>Sensação pode virar doença</strong></p>
<p>Quando a ansiedade se torna crônica e o frio na barriga se transforma em medo, é bom procurar um especialista para avaliar o problema. Geralmente, o transtorno é caracaterizado por uma ansiedade excessiva sem justificativa, que dura por mais de seis meses. Taquicardia, insônia, irritabilidade, lapsos de memória, sudorese, compulsão alimentar ou falta de apetite também são sintomas relacionados à doença. As mulheres jovens – entre 20 e 35 anos – são as que mais sofrem com o problema. Cerca de 75% dos casos ocorrem com o sexo feminino.</p>
<p><a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/saude/conteudo.phtml?tl=1&#38;id=944759&#38;tit=Sensacao-pode-virar-doenca">Veja a matéria completa</a></p>
<p><strong>Dicas</strong></p>
<p>Saiba como evitar e controlar a ansiedade:</p>
<p>- Respire profundamente.</p>
<p>- Faça um bom planejamento de suas atividades profissionais e pessoais. Separe cinco minutos no começo e no fim do dia para se organizar.</p>
<p>- Estabeleça prioridades. Nem tudo que é importante é urgente.</p>
<p>- Faça uma coisa de cada vez.</p>
<p>- Separe um tempo na sua agenda para imprevistos.</p>
<p>- Ao perceber que não terá tempo de cumprir tudo o que planejou, delegue as tarefas. Funcionários, colegas de trabalho, familiares e amigos podem ajudar.</p>
<p>- Pratique uma atividade física. Além de relaxar a musculatura, eleva a produção de endorfina, responsável pela sensação de bem-estar.</p>
<p>- Alongamento e massagens também ajudam a manter a calma e a amenizar o desconforto provocado pela ansiedade.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Super Dicas para sua Saúde (Esporte e Saúde)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/13/super-dicas-para-sua-saude-esporte-e-saude/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 17:35:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
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<description><![CDATA[A seguir alguns artigos do Fernando Fisher da revista Sportlife que julguei interessantes de serem d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A seguir alguns artigos do Fernando Fisher da revista Sportlife que julguei interessantes de serem destacados e postados aqui. Espero que gostem.</p>
<p>Um grande abraço e boa leitura,</p>
<p>Raul Avelino</p>
<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</strong></p>
<p><strong>1- 10 ALIMENTOS QUE CURAM AS SUAS MAZELAS</strong></p>
<p>Confira uma lista de alimentos que podem ser a solução para o seu dia a dia</p>
<p><strong>MEL –</strong> se você não consegue dormir mesmo contando carneirinhos, tente comer mel. Ele contém um ingrediente natural chamado orexina, que ajuda o cérebro a desligar.</p>
<p><strong>BLUEBERRY – </strong>não lembra o que tomou no café da manhã ontem? Sentindo o peso da idade? Estudos indicam que o blueberry melhora a memória e a coordenação, que costuma ser perdida à medida que envelhecemos.</p>
<p><strong>MAÇÃ –</strong> prisão de ventre é complicado. Comer maçã, uma excelente fonte de fibras, ajuda o intestino a trabalhar melhor.</p>
<p><strong>ASPARGO –</strong> estressado? Ansioso? Melhor acrescentar um punhado de aspargo a sua dieta. Os antioxidantes presentes no alimento fazem com que o fígado funcione a todo o vapor, o que, por sua vez, permite que lide com os maus momentos mais facilmente.</p>
<p><strong>GENGIBRE –</strong> beber tchai, o chá indiano que leva gengibre, toda vez que sente algum desconforto estomacal pode até parecer conversa fiada, mas estudos recentes mostram que pacientes que se submeteram a quimioterapia disseram ter sentido menos náusea depois de tomar cápsulas de gengibre.</p>
<p><strong>ALGA –</strong> se alimentar pode ser a última coisa que você pensa quando tem enxaqueca, mas comer algas pode ser tudo o que precise. Elas são ricas em magnésio, que relaxa músculos e nervos. Pessoas acometidas pelo mal geralmente têm baixos níveis do mineral.</p>
<p><strong>ALHO –</strong> está espirrando ou tossindo? Provavelmente você está gripado. O alho contém alicina e allium, que eliminam os germes.</p>
<p><strong>GRAPEFRUIT –</strong> toda mulher foge da celulite. A boa notícia é que a fruta pode ajudar a preveni-la. A vitamina C presente no grapefruit aumenta a produção e atividade de enzimas &#8220;desintoxicantes&#8221;.</p>
<p><strong>CANELA –</strong> O mau hálito certamente é embaraçoso, mas há esperança para as vítimas da chamada halitose. Estudos indicam que a canela combate as bactérias responsáveis pelo mal.</p>
<p><strong>ABACATE –</strong> A fruta contém altos níveis de ácido fólico, que ajuda a dar um &#8220;up&#8221; no desânimo. Os astecas o chamavam de ahuacuatl, ou árvore dos testículos.</p>
<p><strong>2- ROUPA ESCURA PROTEGE MAIS DO SOL </strong></p>
<p><strong>Tecidos amarelos oferecem a pior defesa</strong></p>
<p><strong>Cientistas afirmam que vestimentas são indicadas para defender a pele dos raios nocivos do astro</strong></p>
<p>Cientistas da Universidade Cataluña, na Espanha, afirmam que roupas escuras oferecem mais proteção contra os nocivos raios UV.</p>
<p>“A cor do tecido tem extraordinária influência quando o assunto é proteção contra os raios ultravioleta do Sol”, afirma Ascension Riva, autora do estudo. Cores como o branco e o amarelo, entretanto, aumentariam as chances de um câncer de pele.</p>
<p>A pesquisa, publicada na revista Industrial and Engineering Chemistry, constatou que tecidos escuros ou de cores mais intensas são muito mais eficazes em absorver os raios solares e que o azul marinho oferece a maior defesa, enquanto o amarelo, a pior.</p>
<p>A pesquisadora pede às empresas de vestimentas que levem os seus resultados em consideração.</p>
<p><strong>3- BOLACHA ÁGUA E SAL ENGORDA MAIS QUE PÃO</strong></p>
<p><strong>Segundo pesquisa, pão francês é mais saudável que os biscoitos</strong></p>
<p><strong>Teste feito pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (ProTeste) mostrou que, apesar de mais calórico, um pão francês é mais saudável e engorda menos do que cinco biscoitos. </strong></p>
<p>A pesquisa verificou que não há quase nenhuma diferença na composição e na quantidade de calorias dos biscoitos água e sal e cream cracker. E mais, a crença popular de que o primeiro tipo é mais saudável não procede. Um exemplo é o fato de que há mais produtos água e sal com gordura trans do que cream cracker.</p>
<p>Esses biscoitos também não são mais saudáveis que o pão. Além de proporcionar uma sensação de saciedade maior, o pãozinho tem menos gorduras e mais benefícios. Enquanto a economia de calorias com essa troca não ultrapassa 15%, a quantidade de gordura ingerida no biscoito é 150% maior e a de fibras é pelo menos 45% inferior.</p>
<p>Segundo a nutricionista Gisele Magalhães, esses fatores contam para o ganho de peso. &#8220;Além de importantes para o funcionamento do intestino, as fibras diminuem a absorção de gordura.&#8221;</p>
<p><strong>4- CHÁ VERDE VERDE CONTRA A PNEUMONIA</strong></p>
<p>Segundo estudo japonês, bebida reduz riscos das mulheres contraírem a doença</p>
<p>A cada dia os cientistas descobrem mais benefícios do chá verde para a saúde, principalmente em relação à mulher. Um novo estudo japonês, por exemplo, indica que beber cinco ou mais xícaras por dia reduz em 47% os riscos de pneumonia em mulheres. E mesmo menores quantidades da bebida teriam efeitos significativos contra os riscos de morte pela doença.</p>
<p>O estudo incluiu mais de 19 mil homens e 21,5 mil mulheres com idades entre 40 e 79 anos e que não apresentavam histórico de câncer, infarto e derrame no início da pesquisa. E, com um acompanhamento de 12 anos a 85% desse grupo, os pesquisadores observaram que os efeitos do chá contra a pneumonia “funcionavam” apenas para as mulheres.</p>
<p>De acordo com os autores, é possível que os efeitos sejam os mesmos em mulheres de outros países. Porém, mais estudos são necessários para entender os mecanismos implicados nessa relação e quais compostos do chá podem ser os responsáveis pela proteção das mulheres contra pneumonia.</p>
<p><strong>5- CONSUMO DE SOJA PODE EVITAR FRATURAS NAS MULHERES</strong></p>
<p>Mulheres que estão na pós-menopausa podem reduzir suas chances de fraturar o quadril adicionando alimentos à base de soja à sua dieta, segundo estudo da Universidade Nacional de Cingapura publicado no American Journal of Epidemiology. De acordo com os autores, as isoflavonas – compostos orgânicos presentes na soja – podem cumprir um papel importante na saúde óssea da mulher nesse período da vida.</p>
<p>Avaliando a ingestão de soja de mais de 63 mil chineses com idades entre 45 e 74 anos, os pesquisadores descobriram que as mulheres que consumiam quantidades moderadas de soja – pelo menos 2,7g de proteína de soja ou 5,8mg de isoflavonas por mil calorias diariamente – tinham de 21% a 36% menor chance de ter fraturas no quadril. Entre os homens, por outro lado, não foram observados os mesmos efeitos.</p>
<p>Os pesquisadores acreditam que a diferença entre homens e mulheres nesse sentido possa ser atribuída ao efeito das isoflavonas nos hormônios femininos. Porém, mais estudos são necessários para confirmar a associação entre a ingestão de soja e o menor risco de fraturas entre as mulheres na pós-menopausa e para desvendar os mecanismos responsáveis por essa proteção.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como Correr Certo (Esporte e Saúde)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/13/como-correr-certo-esporte-e-saude/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 17:19:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Amigos leitores, Mais um interessante artigo pra quem tem apego ao tema. Um grande abraço e boa leit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Amigos leitores,</p>
<p>Mais um interessante artigo pra quem tem apego ao tema.</p>
<p>Um grande abraço e boa leitura,</p>
<p>Raul Avelino</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>Corra certo</strong></p>
<p>Especialistas apontam quais são os erros mais comuns dos corredores, e dão dicas de como melhorar suas passadas.</p>
<p>Por Maurício Belfante</p>
<p>Erros existem em qualquer lugar, inclusive durante a corrida. Para qualquer atleta, seja ele iniciante ou profissional, procurá-los é o ideal para que o treino seja produtivo e que lesões e o mal-estar não cheguem de surpresa.</p>
<p>Para te ajudar a encontrar mais facilmente as pequenas falhas existentes, aqui vai a lista dos erros mais comuns durante suas passadas.</p>
<p><strong>Ingestão de alimentos e líquidos</strong></p>
<p>A hidratação e a alimentação são elementos básicos para um bom treino. Com a ausência deles, os riscos de prejudicar sua prova sobem consideravelmente. Luis Eduardo Tavares, diretor técnico da Equipe de Corredores Tavares, fala sobre a forma correta da ingestão.</p>
<p>Muitos corredores começam a treinar sem se alimentar direito, muitas vezes não ingerindo nada antes de começar a correr. Já com os líquidos a situação é ainda pior. Correr sem ingerir nenhuma quantidade de água ou Isotônico são mais comum do que se pensa, diz Tavares.</p>
<p>Para acabar com esse tipo de costume, que prejudica a saúde dos corredores, Tavares dá a dica para o dia de treino. Antes de correr, sempre comer alguma banana ou uma maçã. Pode-se substituir a fruta por uma barrinha de cereal. Durante a corrida, é essencial a presença de uma garrafa de água, que deve ser tomada mesmo sem estar com sede, completa Tavares.</p>
<p><strong>Esforço demasiado</strong></p>
<p>Alguns corredores, sobretudo os que estão começando no esporte, não conhecem seu real preparo. Assim sendo, ao iniciarem uma corrida, forçam demais nos quilometros iniciais e têm a competição prejudicada. É importante o atleta sempre manter um ritmo. Não se esforçando demais, nem relaxando muito. A frequência deve ser sempre a mesma. Já num dia de prova, o corredor pode se soltar mais, correndo um pouco mais rápido, pois o corpo já está acostumado, diz Tavares, que ainda completa.</p>
<p>É sempre bom que o alongamento e o aquecimento sejam bem feitos. E ter uma roupa adequada para a prática do esporte, sem ser aquela usada no dia-a-dia, é também essencial.</p>
<p><strong>Postura</strong></p>
<p>O posicionamento durante a corrida é um dos principais alvos de dúvidas dos atletas. A postura dos braços, cabeça e pés podem estar com uma forma incorreta, o que pode gerar impactos negativos. Paulo Roberto Nascimento Rennê, diretor técnico do Paulo Rennê Assessoria Esportiva, aponta os erros mais comuns de postura na hora das passadas. Ficar de cabeça baixa, cruzar os braços frente ao corpo, correr nas pontas dos pés, fechar os punhos com força e ter os ombros tensionados durante o treino são os erros mais comuns na hora da corrida, afirma Rennê, que completa com a maneira de corrigir esses erros posturais. Fazer exercícios educativos, que corrijam a postura, a cada quinze dias, é importante. Se esses treinamentos forem efetivos, as passadas, a posição dos braços e da cabeça serão bastante beneficiadas, melhorando em muito a performance e ajudando na diminuição de lesões. Para aproveitar ao máximo o treinamento, sem deixar os erros tomarem conta, Renné da algumas dicas essenciais. O respeito ao corpo é tudo. Se no dia o cansaço é grande, o treino tem que ser leve, para não acabar lesionado ou ferido. Treinar subidas, correr em ambientes intercalados e ajustar a velocidade ideal é de extrema importância.</p>
<p><strong>Regularidade</strong></p>
<p>A regularidade é muitas vezes deixada de lado por alguns corredores, mas é de grande importância para o desenvolvimento do corpo, na melhora de um tempo e na preparação para uma prova mais longa. Não adianta você correr em uma semana quatro vezes, se na próxima você nem esboçar uma caminhada. A regularidade é importante e é através dela que o desenvolvimento aparece, finaliza Rennê.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hidratação (Esporte e Saúde)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/13/hidratacao-esporte-e-saude/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 17:05:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/13/hidratacao-esporte-e-saude/</guid>
<description><![CDATA[Amigos Leitores, Pra manter atualizado nosso espaço Esporte &amp; Saúde, segue uma dica bastante úti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Amigos Leitores,</p>
<p>Pra manter atualizado nosso espaço Esporte &#38; Saúde, segue uma dica bastante útil a todos os &#8220;debatepronteiros&#8221; atletas, ainda que só de fim de semana.</p>
<p>Um grande abraço e boa leitura,</p>
<p>Raul Avelino</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>Estratégias de hidratação</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Confira as dicas de como fazer uma reposição de líquidos adequada antes, durante e depois do exercício físico </strong></p>
<p><strong>Por GSSI Brasil*</strong></p>
<p>Uma hidratação adequada contribui para o melhor rendimento na atividade física e também para a boa saúde. Conhecer o seu corpo é o primeiro passo para permanecer bem hidratado e um plano de reposição de líquidos inteligente inclui dois aspectos importantes:</p>
<p>1° Quanto suamos?</p>
<p>2° Quanto precisamos beber para repor o que perdemos com o suor?</p>
<p>Quem sabe o quanto sua durante o exercício físico consegue entender melhor quanto de líquido precisa para repor o que foi perdido. As taxas de suor podem variar dependendo do clima ou da intensidade do exercício.</p>
<p>Uma boa maneira de se medir o índice do suor por hora é a seguinte:</p>
<p><strong>Peso perdido durante o exercício (em gramas)</strong> + <strong>A quantidade de líquidos consumidos durante o exercício (em ml)</strong> = <strong>Quanto deveria beber (em ml)</strong></p>
<p>Por exemplo, se um indivíduo perde 700g (700ml) durante uma hora de exercício e consome 300ml, deveria beber 700ml + 300ml, ou seja, 1000ml por hora de exercício. De acordo com este exemplo, a próxima vez que fizer um exercício similar a ingestão de líquidos deve ser de 200ml a cada 15 minutos.</p>
<p><strong>Hidratação antes, durante e depois da atividade física</strong></p>
<p><strong>Antes do exercício:</strong></p>
<p>4 horas antes: 5 a 7 ml / Kg peso;</p>
<p>2 horas antes: aprox. a 5 ml / Kg peso;</p>
<p><strong>Durante o exercício:</strong></p>
<p>Utilize sua alteração de peso e ingestão de líquidos durante a atividade física e planeje seu programa de reposição de líquidos;</p>
<p><strong>Após o exercício:</strong></p>
<p>1,5 L / kg de peso perdido durante o exercício</p>
<p><strong>Fonte:</strong> ACSM, 2007 e GSSI – Gatorade Sports Science Institute</p>
<p>﻿</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diabetes (Saúde)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/11/diabetes-saude/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 13:04:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/11/diabetes-saude/</guid>
<description><![CDATA[Só digo uma coisa: se cuidem. Muita porcaria disponível pelo mundo. Praticar esporte é uma boa, a es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Só digo uma coisa: se cuidem. Muita porcaria disponível pelo mundo. Praticar esporte é uma boa, a essa altura.</p>
<p><em>Veja a reportagem com imagens e gráficos em:</em></p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u650720.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u650720.shtml</a></p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>11% dos brasileiros têm diabetes, mostra pesquisa </strong></p>
<p><strong>FERNANDA BASSETTE</strong></p>
<p><strong>GABRIELA CUPANI</strong></p>
<p>da <strong>Folha de S.Paulo</strong></p>
<p>O diabetes atinge 11% dos brasileiros, mostra um estudo que traçou o perfil da doença no país e será apresentado hoje no congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, em São Paulo.</p>
<p>Este é o levantamento mais recente sobre a prevalência da doença no Brasil &#8211;o último foi realizado pela Sociedade Brasileira de Diabetes em 1988 e a prevalência era de 7,6%.</p>
<p>A pesquisa ouviu 1.275 diabéticos, entre 18 e 75 anos, em 11.528 domicílios do país.</p>
<p>&#8220;Há outros dados sobre a doença, mas é a primeira pesquisa que traçou um perfil completo do diabético mostrando quem é ele, como ele se trata, do que precisa&#8221;, diz o cirurgião Luiz Vicente Berti, presidente do congresso e um dos coordenadores do estudo.</p>
<p>Ele diz que o número encontrado está dentro do esperado, mas pode ser até maior, pois muitos podem ter a doença sem saber. &#8220;Não sabemos se há um crescimento dos casos devido ao aumento da obesidade ou se sempre foi assim e o diagnóstico está melhor&#8221;, avalia.</p>
<p>&#8220;Na pesquisa feita na década de 80, metade não sabia do diagnóstico de diabetes. Isso porque é uma doença silenciosa, não dói, não sangra e por isso é subavaliada&#8221;, lembra o endocrinologista Carlos Eduardo Couri, da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto.</p>
<p>O estudo mostra que só 20% dos doentes têm plano de saúde. Esses costumam ir ao médico apenas quatro vezes ao ano &#8211;o ideal seria controlar a doença a cada dois meses. Os que não possuem seguro vão ao médico, em média, 1,7 vez ao ano.</p>
<p>Um dos dados que chamaram a atenção foi o fato de que a maioria dos diabéticos não são obesos &#8211;67,6% dos entrevistados têm peso normal ou sobrepeso. Como era esperado, grande parte deles, 79,6%, são portadores do tipo 2 da doença.</p>
<p>Esses dados coincidem com os de outro estudo brasileiro, realizado pela SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), apresentado no Congresso Internacional de Diabetes, no Canadá, e publicado na revista &#8220;Diabetology &#38; Metabolic Syndrome&#8221;.</p>
<p>A endocrinologista Marília de Brito Gomes, presidente da SBD e autora do estudo, analisou dados de 1.382 pacientes com diabetes tipo 2, que estavam em tratamento havia mais de seis meses em 13 hospitais públicos de oito cidades.</p>
<p>Entre os pacientes avaliados, 35,4% eram obesos, 42% estavam com sobrepeso e 22,6% tinham o peso adequado.</p>
<p><strong>Fatores de risco</strong></p>
<p>Gomes avaliou ainda o controle glicêmico, reuniu os fatores de risco (colesterol elevado, tabagismo, sedentarismo, pressão, idade) e calculou a probabilidade de desenvolvimento de doença cardiovascular.</p>
<p>Quase 30% dos voluntários reúnem ao menos três fatores de risco para problemas cardiovasculares &#8211;uma das principais complicações da doença. O fator mais presente foi o colesterol alto (encontrado em 80,8% da amostra). Só 4% não tinham nenhum fator de risco.</p>
<p>Para Gomes, os resultados desse perfil mostram que mudanças simples de hábito &#8211;como parar de fumar, perder peso, praticar atividades físicas- podem prevenir o aparecimento do diabetes e das complicações associadas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Correndo atras - Transformando uma meta num projeto e aumentando as chances de sucesso]]></title>
<link>http://icekilmer.wordpress.com/2009/11/05/correndo-atras-transformando-uma-meta-num-projeto-e-aumentando-as-chances-de-sucesso/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 13:00:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>icekilmer</dc:creator>
<guid>http://icekilmer.wordpress.com/2009/11/05/correndo-atras-transformando-uma-meta-num-projeto-e-aumentando-as-chances-de-sucesso/</guid>
<description><![CDATA[Você conhece o Mário (calma essa não é aquela piadinha infame)? Se não conhece deveria conhecer e vo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><a href="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/10/correndo-atras.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-502" title="correndo-atras" src="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/10/correndo-atras.png" alt="correndo-atras" width="571" height="140" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Você conhece o Mário (calma essa não é aquela piadinha infame)? Se não conhece deveria conhecer e vou dizer o porquê a seguir.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mário Guilherme</strong> compõe a equipe de jornalismo do Globo Esporte e é ele quem estrela a coluna do programa intitulada <a href="http://colunas.globoesporte.com/correndoatras" target="_blank"><strong>Correndo Atrás</strong></a> e devido ao sucesso também faz parte do <strong>Bom dia Brasil</strong> exibido todos os dias pela rede Globo.</p>
<p style="text-align:justify;">Mário é uma pessoa como tantas outras que estão acima do peso e que engordaram muito num curto espaço de tempo, tudo isso como reflexo de uma baixa qualidade de vida (trabalho excessivo, noites mal dormidas, cansaço demais, etc). E como tantas outras pessoas em algum momento ele resolveu reverter essa situação e estabeleceu uma meta a ser atingida, decidiu perder 30 kg e correr uma prova de 10 km até dezembro.</p>
<p style="text-align:justify;">Daí veio à ideia do blog e coluna Correndo Atrás, no blog você acompanha todo o andamento do projeto do Mário (SIM! PROJETO!), como ele mesmo diz abrindo a possibilidade de comentar seus avanços quando eles estiverem acontecendo e poder dar um puxão de orelha nele quando as coisas não estiverem indo como o planejado.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/mezS4P7Js9g&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/mezS4P7Js9g&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">Analisando com calma as metas do Mário e o que ele se propôs a fazer fica fácil perceber que as chances dele conseguir atingir seus objetivos aumentaram muito porque ele pôde transformar o que era uma simples meta num projeto.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma meta pode ser simplesmente um número ou um objetivo a ser alcançado, mas enquanto não nos planejamos pra tornar essa meta concreta ela é só um sonho, é só uma grandeza qualquer. A partir do momento que ele estabeleceu um período para o cumprimento dessa meta podemos dizer que o Mário começou um projeto. Pela definição do PMI um projeto é “um esforço temporário empreendido para criar um produto, um serviço ou um resultado exclusivo”, ou seja, temporário quer dizer que o projeto do Mário tem um começo e já tem definido uma data para o termino (dezembro de 2009) e é nesse período que o Mário irá reunir seus esforços para atingir um resultado esperado que é perder 30 kg e correr uma prova de 10 km.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/10/euvoucorrer10km.png"><img class="alignleft size-full wp-image-563" title="euvoucorrer10km" src="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/10/euvoucorrer10km.png" alt="euvoucorrer10km" width="301" height="149" /></a>Quem estuda ou trabalha com gerenciamento de projetos tende a considerar algo como  um projeto quando apresenta três variáveis distintas que são escopo (objetivos do projeto), tempo e custo. Esses três elementos são a base para qualquer projeto e são perceptíveis no projeto do Mário que tem um objetivo a ser atingido num determinado espaço de tempo e com certeza tudo isso possui um custo de operação que merece atenção, pois embora não seja o elemento mais importante nesse exemplo um mal gerenciamento pode comprometer todo o projeto.</p>
<p style="text-align:justify;">Para quem ainda pode resistir à ideia de encarar o desafio do Mário como um projeto nós podemos perceber outros elementos que também estão presentes em qualquer projeto, da construção de uma casa até uma viagem tripulada a marte, é lógico que cada um desses elementos sendo empregados com os rigores e complexidades compatíveis a cada projeto.</p>
<p style="text-align:justify;">Vendo o projeto do Mário percebemos que ele não está fazendo nada sozinho, ele tem um time que envolve sua <em>personal trainer</em>, nutricionista, fisioterapeuta, etc (gerenciamento de recursos humanos). Percebemos também que existe vários interessados e envolvidos direta ou indiretamente ao longo de todo esse processo como familiares, amigos, o próprio time, a equipe de jornalismo do Bom dia Brasil como a do Globo Esporte, etc (Stakeholders). Para poder colocar em ação seu planejamento para atingir seus objetivos o Mário teve que considerar nessa mudança de hábitos a contratação de profissionais que compõe seu time, roupas adequadas, academia (gerenciamento de custos). Assim como também teve que pensar em estabelecer, junto com seu time é claro, um planejamento gradual das atividades e seu sequenciamento (gerenciamento de tempo) e assumir métricas quantificáveis e mensuráveis que permitissem monitorar e controlar seu avanço, necessário para que ele possa tirar um pouco o pé se estiver indo rápido demais ou apertar um pouco se começar a sair dos trilhos (gerenciamento da qualidade). E o Mário bolou um excelente meio de divulgar seu andamento para os principais interessados e envolvidos nesse projeto através de seu blog e da coluna no Bom dia Brasil, Twitter e Youtube (gerenciamento da comunicação).</p>
<p style="text-align:justify;">Isso foi só como um exemplo, poderíamos continuar estendendo esse assunto até distribuir o projeto do Mário em todas as áreas de conhecimento que fazem parte dos principais modelos e técnicas de gerenciamento de projetos.</p>
<p style="text-align:justify;">O Mário até aqui já pode fazer vários avanços, não só referente a seu peso como também a qualidade de vida, ou seja, ele não está só mais magro está também mais saudável e isso ficou visível em sua última avaliação física.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/cGC2RtGF04Y&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/cGC2RtGF04Y&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">Existe ainda um árduo caminho para o Mário agora que ele está chegando a sua reta final e se até aqui ele conseguiu muita coisa é porque ele não se preocupou apenas em estabelecer uma meta, mas em desenvolver um plano para atingir essa meta num determinado espaço de tempo.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma abordagem por projeto não é garantia de sucesso, assim como também não é garantia de sucesso utilizar qualquer conjunto de melhores práticas (como os do PMI ou IPMA). Certezas não existem nessa área, mas o que pode ser dito sem sombra de dúvida é que a utilização de uma abordagem por projeto, como também a utilização de um conjunto de melhores práticas, contribuem para aumentar e muito as chances de se alcançar os objetivos com o menor impacto possível.</p>
<p style="text-align:justify;">Fica então a dica, espelhem-se no exemplo do Mário e independente dos seus objetivos procurem planejar uma forma de tornar esses objetivos em algo concreto, possível e nunca se esqueça de correr atrás daquilo que você almeja.</p>
<p style="text-align:justify;">Para acompanhar a evolução do Mário acessem os endereços abaixo:</p>
<ul>
<li><strong>Blog:</strong> <a href="http://globoesporte.com/correntoatras" target="_blank">http://globoesporte.com/correntoatras</a></li>
<li><strong>Twitter:</strong><span style="text-decoration:underline;"> </span><a href="http://twitter.com/correndoatras" target="_blank">http://twitter.com/correndoatras</a></li>
<li><strong>No site do Bom dia Brasil:</strong> Vá ao endereço <a href="http://g1.com.br/bomdiabrasil" target="_blank">http://g1.com.br/bomdiabrasil</a> vá á coluna a esqueda em &#8220;Especiais&#8221; e clique sobre a coluna <a href="http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,LS0-16026-72448,00.html" target="_blank">&#8220;Correndo Atrás&#8221;</a>.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">PS: Não deixem de acessar o blog do Mário e deixar um recado pra ele, isso é muito importante agora que ele está chegando a reta final.</p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Bom Ritmo (Esporte e Saúde)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/09/24/um-bom-ritmo-esporte-e-saude/</link>
<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 12:37:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/09/24/um-bom-ritmo-esporte-e-saude/</guid>
<description><![CDATA[Amigos Leitores, Como tentativa de encorajar novos adeptos das corridas segue aí mais uma reportagem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Amigos Leitores,</p>
<p>Como tentativa de encorajar novos adeptos das corridas segue aí mais uma reportagem que pode ajudar nos seus primeiros passos.</p>
<p>Um grande abraço e boa leitura.</p>
<p>Raul Avelino</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>Seu ritmo perfeito</strong></p>
<p><em>Toda corrida fica melhor quando você sabe em que velocidade correr</em></p>
<p>Por Jeff Galloway &#124;</p>
<p>Quando você corre dentro dos seus limites, todo treino pode ser uma atividade prazerosa. Mas experimente começar rápido demais, mesmo que sejam alguns segundos por quilômetro, e o exercício pode virar um suplício: cansaço excessivo, perda da motivação e até mesmo lesões. Por isso é fundamental saber qual é o ritmo certo para você. Com um teste de tempo simples, o teste do “quilômetro mágico”, você pode descobrir a melhor velocidade para as corridas e, a partir daí, definir metas realistas e curtir o treino, sempre.</p>
<p><strong>Corra um bom quilômetro</strong></p>
<p>Aqueça com 10 minutos de trote ou caminhada. Então, descubra um local plano e com 1 km. Marque o tempo que leva para completar esse quilômetro. Não corra para esgotar sua energia, apenas acelere um pouco mais que o normal. Marque seu tempo. Nas corridas diárias, você pode usar essa marcação como ponto de referência para determinar que ritmo é adequado para seu nível de preparo físico atual. Ele será seu “quilômetro mágico”. Faça o teste de tempo a cada duas semanas, tente superar o tempo obtido anteriormente e observe seu progresso.</p>
<p><strong>Desacelere todos os dias</strong></p>
<p>Nas corridas diárias, estabeleça como objetivo fazer uma corrida em ritmo 1 e 2 min/km mais lento que o do quilômetro mágico. Isso significa que, se você completa um quilômetro mágico em cerca de 6 minutos, você deverá manter o ritmo de aproximadamente 7 a 8 min/km nas suas corridas diárias. No seu ritmo perfeito, você deve se sentir confortável e relaxado. Deve conseguir terminar uma frase inteira sem ter de parar para recuperar o fôlego. Se você estiver ofegante, reduza a velocidade. Não se preocupe se estiver correndo muito devagar.</p>
<p><strong>Defina as metas da competição</strong></p>
<p>Você se inscreveu em uma competição? Use o quilômetro mágico para definir metas realistas para diferentes distâncias. Aumente 20 segundos no tempo que você leva para percorrer 1 km para determinar o ritmo de 5 km. Quer correr agora os 10 km? Acrescente mais 20 segundos por quilômetro para prever seu tempo de prova. Para a meia maratona, o degrau é um pouco maior. Você acrescentará mais 30 segundos por quilômetro em relação ao pace dos 10 km. E, para quem se aventurar na maratona, a conta é acrescer mais 20 segundos por quilômetro em relação ao tempo da meia (veja &#8220;Teste de tempo&#8221;, no Box lateral).</p>
<p><strong>Acostume-se</strong></p>
<p>Em uma competição, você conseguirá melhores resultados se tentar manter um ritmo constante, do início ao fim da prova. Para isso, treine. Tente correr no ritmo-alvo da competição uma vez por semana, em um trecho de aproximadamente 1 km. A cada meio quilômetro, verifique seu ritmo e faça ajustes, se necessário. Percorra um trecho maior em seu ritmo-alvo toda semana, até alcançar o equivalente a um terço ou metade da distância a ser percorrida na competição.</p>
<p><strong>Pergunta + Resposta</strong></p>
<p><strong>P:</strong> Por que é tão difícil retomar a corrida depois de um intervalo de caminhada?</p>
<p><strong>R:</strong> Se você não fizer esses intervalos no tempo certo ou com a frequência adequada, você pode não ter energia para retomar a corrida depois de uma pausa. Se isso acontecer, substitua o intervalo de caminhada por uma “passada mais arrastada”: diminua o ritmo e procure manter os pés próximos ao solo. É mais fácil que correr, seus músculos poderão se recuperar e você terá uma transição mais suave na retomada da corrida. E, no próximo treino, faça esses intervalos mais cedo. Desde o começo, caminhe por 1 minuto após 2  a 3 minutos de corrida. Assim, você diminui a fadiga, promove a recuperação e ajuda a reter a força muscular.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enquanto descansa, carregue pedra!]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/09/21/enquanto-descansa-carregue-pedra/</link>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 14:27:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/09/21/enquanto-descansa-carregue-pedra/</guid>
<description><![CDATA[Amigos Leitores, Segue aí mais uma dica interessante pra quem já pratica ou pretende iniciar a práti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Amigos Leitores,</p>
<p>Segue aí mais uma dica interessante pra quem já pratica ou pretende iniciar a prática de algum esporte.</p>
<p>Um grande abraço e boa leitura,</p>
<p>Raul Avelino.</p>
<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</strong></p>
<p><strong>Treino regenerativo</strong></p>
<p><em>Veja como este repouso ativo pode ajudar na recuperação da musculatura e evitar lesões decorrentes de uma prova ou de um treinamento puxado </em></p>
<p><strong>Por Fausto Fagioli Fonseca</strong></p>
<p>Muito se fala sobre a importância do descanso para quem pratica um esporte como a corrida. Porém, não pense que o repouso só é válido quando o atleta deixa de fazer qualquer esforço físico.</p>
<p>O treinamento regenerativo, considerado um repouso ativo, consiste em uma atividade de baixa intensidade, como uma caminhada ou corrida leve, que ajuda na recuperação do corpo do atleta após um desempenho de exigência alta.</p>
<p>“Este tipo de treinamento é mais indicado para o período que vem depois de um exercício mais intenso, como no dia seguinte de uma prova ou de um trabalho mais puxado. Deve ser praticado com uma frequência cardíaca muito baixa, e todo corredor pode incluí-lo em seu exercício, independente do seu nível”, explica Nelson Evêncio, diretor técnico da Nelson Evêncio Assessoria Esportiva.</p>
<p><strong>As vantagens</strong></p>
<p>Incluir o trabalho regenerativo na sua planilha de treinamento pode trazer uma série de vantagens, como fala Luís Eduardo Tavares, diretor técnico da Equipe de Corredores Tavares.</p>
<p>“Esse tipo de treino auxilia na recuperação da musculatura. Após um exercício físico, principalmente os mais intensos, surgem as microlesões, que podem ser curadas com mais facilidade se o corredor usar essa atividade, considerada como parte do descanso, em seu dia-a-dia”, diz o treinador, que completa. “Além disso, se houver exagero na intensidade, o atleta pode vir a sofrer lesões mais graves ou até atingir o overtraining”.</p>
<p>Além de ajudar na reestruturação e firmação do organismo, o treino regenerativo mantém um ritmo de treinamento, como acrescenta Evêncio. “Se optar pelo trabalho regenerativo, em vez da pausa total, o corredor mantém um certo nível de treino e deixa seu organismo mais preparado para os próximos treinamentos”, afirma o treinador, que comenta sobre o ácido láctico.</p>
<p>“Há um mito que sugere que o treinamento regenerativo pode ajudar a remover o ácido láctico, mas isso é lenda, já que o corpo consegue se livrar dessas substâncias em um período de duas horas após o exercício”, completa.</p>
<p><strong>Como fazer</strong></p>
<p>“Todo corredor pode e deve incluir o treinamento regenerativo nos seus trabalhos de corrida, porém, é claro que a maneira como esse treino vai ser feito varia de acordo com o nível do atleta”, explica Tavares, que completa.</p>
<p>“Se o corredor é mais experiente, e acabou de correr uma maratona, por exemplo, pode fazer uns trotes mais leves, durante uma semana ou duas, para que se recupere bem. Já um iniciante pode optar pela caminhada em alguns dias da semana”.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Xô Barriga (Esporte e Saúde)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/09/21/xo-barriga-esporte-e-saude/</link>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 13:13:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/09/21/xo-barriga-esporte-e-saude/</guid>
<description><![CDATA[Emagrecer com saúde e pra sempre? Sim, isso é possível! Amigos Leitores, Atualizando nossa &#8220;co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Emagrecer com saúde e pra sempre? Sim, isso é possível!</p>
<p>Amigos Leitores,</p>
<p>Atualizando nossa &#8220;coluna&#8221; esporte &#38; saúde segue uma matéria que é de interesse geral e não apenas de atletas ou de quem pretende perder os indesejáveis quilinhos a mais, afinal comer bem e direito é sinônimo de boa saúde e isso interessa a todos.</p>
<p>Um grande abraço e boa leitura.</p>
<p>Raul Avelino.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
<strong>Operação xô barriga</strong><br />
<em>Estabeleça objetivos viáveis para eliminar (de vez) aqueles quilinhos a mais</em><br />
Por Leslie Goldman &#124; Ilustração Ryan Snook</p>
<p>Fonte: Runner’s World</p>
<p>Você decidiu perder peso e agora é pra valer! Mas, se não tiver um plano de ação, a dieta que começou na segunda seguirá até o almoço de terça, em que você abrirá uma pequena exceção — e, já que matou aquela feijoada, de que adianta encarar um grelhado com salada no jantar? Se a ideia é emagrecer com saúde e não voltar a engordar, você precisa estabelecer metas específicas e praticáveis. No lugar de uma ideia vaga — “perder peso” —, foque nestas cinco resoluções alimentares menores, mais saudáveis e viáveis. Assim, você não reencontra os quilos que perder pelo caminho.</p>
<p>Resolução:<strong> Tomar café da manhã todos os dias</strong></p>
<p>“Um erro cometido pela maioria das pessoas, especialmente os corredores, é pular o café da manhã para economizar calorias”, diz Madelyn Fernstrom, autora do livro The Runner’s Diet (“A dieta do corredor”). Mesmo que você não sinta fome cedo, comer pela manhã acelera o metabolismo, provocando a queima de calorias. O desjejum também reduz seu apetite e “aciona” seu compromisso diário com uma alimentação mais saudável. De acordo com o centro de estudos americano National Weight Control Registry, que monitora cerca de 4500 adultos que mantiveram uma perda de peso de 14 kg por pelo menos um ano, 78% deles tomam café da manhã regularmente. Tente comer entre 150 e 300 calorias na primeira refeição e misture carboidratos e proteínas (por exemplo, uma omelete de clara com torrada). Assim você ganha energia rapidamente e tem uma sensação de saciedade duradoura.</p>
<p>Resolução:<strong> Planejar sua alimentação</strong></p>
<p>“A vida real requer planejamento”, diz Madelyn. Isto é, antecipar o que você vai comer nas refeições e nos lanches, durante a semana e nos fins de semana, para que tenha sempre ingredientes saudáveis à mão. Assim, você evita ter que pedir no “delivery” ou comer fora quando estiver cansado e faminto. Um estudo da Universidade de Arkansas descobriu que em geral, quando vão comer em restaurantes, as pessoas subestimam o valor calórico da refeição em até 93%. Portanto, comer refeições saudáveis em casa pode ajudá-lo a manter o peso. Nos fins de semana, prepare uma quantidade maior de sopa (de preferência de legumes) que dure alguns dias, ou um frango grelhado com vegetais suficiente para várias refeições. Armazene em seu freezer refeições pré-cozidas e legumes já picados para jantares práticos e saudáveis durante a semana.</p>
<p>Resolução:<strong> Fazer anotações</strong></p>
<p>Um estudo feito pelo Kaiser Permanente Center for Health Research, em Oregon (EUA) com quase 1700 participantes revelou que pessoas com o hábito de manter diários alimentares perdem o dobro de peso das que não registram suas refeições. Apenas o fato de anotar “atum empanado integral” ou “cheeseburger duplo” o ajudará a refletir sobre sua alimentação e a identificar seus pontos fracos. Mesmo que você ache que não vai conseguir manter esse diário por muito tempo, ele ainda poderá ser útil se feito por uns três dias (inclua pelo menos um dia de fim de semana). Você encontrará as tais calorias ocultas (beliscar o que sobrou do prato de seus filhos; comer queijo e bolacha antes do jantar) e descobrirá descuidos em seus hábitos alimentares (como sempre comer salgadinhos enquanto assiste à novela) que contribuem para o ganho de peso.</p>
<p>Resolução:<strong> Não assaltar a geladeira tarde da noite</strong></p>
<p>Você come direitinho durante o dia, mas ataca o pote de sorvete e o pacote de biscoitos às noite? Então provavelmente não está se abastecendo o suficiente. Atletas que estão sempre de olho na balança costumam regular as calorias que ingerem ao longo do dia, só para acabar se empanturrando de alimentos altamente calóricos tarde da noite. Barbara Lewin, nutricionista esportiva da Flórida, recomenda que os atletas distribuam seu consumo total de calorias em partes iguais ao longo do dia. “As pessoas são mais ativas no começo do dia, mas, em vez de comer mais nesse período, deixam para abusar das calorias no jantar. Isso afeta os níveis de energia e a prática de exercícios e, no fim do dia, a pessoa estará faminta”, diz Barbara. Comer o suficiente nas refeições e nos lanches o dia todo estabiliza o apetite e evita desejos incontroláveis por comida à noite.</p>
<p>Resolução:<strong> Pensar como atleta, não como quem faz dieta</strong></p>
<p>Seu colega que aparece na academia duas vezes por semana pode consumir 1200 calorias por dia; você, que é corredor, não. Privar-se de calorias desacelera o metabolismo e esgota sua energia, prejudicando a perda de peso e o empenho nas corridas. Além do mais, dietas não funcionam: um estudo do New England Journal of Medicine de julho de 2008 começou a averiguar qual dieta funcionava melhor (baixa em carboidratos, baixa em gorduras ou a dieta do Mediterrâneo) e concluiu que nenhuma era realmente eficaz. Aqueles que seguem dietas tendem a perder peso rápido e logo engordam novamente. Já os atletas precisam focar na perda de peso lenta e estável. Assim você tem mais energia para os treinos e aumenta as chances de manter o peso reduzido para sempre. E não tente se livrar dos carboidratos pensando em ficar magro: essa atitude acaba com sua reserva de glicogênio (a energia muscular que vem dos carboidratos) e como resultado você fica sem combustível para correr como gostaria. Para uma cliente que queria perder peso, Lewin incluiu carboidratos de absorção lenta nas refeições (como grãos integrais e legumes) e rápida, nos lanches antes dos treinos (como batatas e cereais não integrais). A energia dela subiu, o desempenho nos treinos melhorou e ela emagreceu.</p>
<p><strong>Coma melhor</strong></p>
<p>Não resista a um milk shake de vez em quando. Estudos indicam que cerca de 70% dos bem-sucedidos em manutenção de peso se permitem um “deslize” esporádico, que os fortalece para que mantenham suas metas.</p>
<p><strong>Peso Leve -</strong> O treinador Aulus Sellmer, da assessoria 4any1indica <strong><em>quatro produtos</em></strong> que podem ajudá-lo na luta contra a balança.</p>
<p><strong>1. Levittá Frutas -</strong> Barra de cereais com banana passa, mação desidratada, damasco, uva passa, manga e abacaxi. Cada porção tem 58 calorias e 13,6 g de carboidratos.</p>
<p><strong>Opinião do testador:</strong> “É muito gostosa e serve como lanche para depois da corrida já que contém fibras”. <a href="http://www.bananabrasil.com.br/" target="_blank">www.bananabrasil.com.br</a></p>
<p><strong>2. Forze GPS -</strong> Barra com proteínas da soja, caseína e cálcio que, segundo o fabricante, estimulam a sensação de saciedade. 8 g de proteína e 160 calorias por barra.</p>
<p><strong>Opinião do testador:</strong> “Tem muita proteína e um sabor de chocolate muito bom: você come com vontade e fica satisfeito. Ótimo para antes do treino”. <a href="http://www.qualitynutrition.com.br/" target="_blank">www.qualitynutrition.com.br</a></p>
<p><strong>3. Polenguinho Light -</strong> Queijo processado na versão light: com baixo teor de gordura. Apenas 34 calorias por porção e 2,6 g de proteínas.</p>
<p><strong>Opinião do testador:</strong> “O gosto é muito parecido com a versão original. Dá para usar em um lanche rápido antes do treino”. <a href="http://www.polenghi.com.br/" target="_blank">www.polenghi.com.br</a></p>
<p><strong>4. Geléia Diet Taeq -</strong> Com 65% de fruta e rica em carboidratos (7,4  g por colher de sopa) fibras solúveis. Entre as opções de sabores: laranja (foto), morango e framboesa. <strong>Opinião do testador:</strong> “Saborosa, é de fácil adaptação para quem não se acostumou com produtos sem adição de açúcar”. <a href="http://www.taeq.com.br/" target="_blank">www.taeq.com.br</a></p>
<p><strong>Colaboração:</strong> Murilo Dátilo, nutricionista do centro de Estudos em Psicobiologia e Exercícios da Unifesp.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Boa e Velha Pelada (Esporte e Saúde)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/09/03/a-boa-e-velha-pelada-esporte-e-saude/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 17:03:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/09/03/a-boa-e-velha-pelada-esporte-e-saude/</guid>
<description><![CDATA[Amigos Leitores, O texto abaixo de autoria do Mauricio Barros foi publicado na revista VIP e me foi ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Amigos Leitores,</p>
<p>O texto abaixo de autoria do Mauricio Barros foi publicado na revista VIP e me foi enviado por e-mail pelo amigo Nunes da PUC que por sua vez recebeu de seu amigo Gustavo que recebeu de um outro amigo e por aí vai. E vai longe essa coisa de repassar e-mail, mas isso não vem ao caso. A idéia de publicá-lo aqui tem dois propósitos, um o de alimentar a sessão Esporte &#38; Saúde com algo a mais além de corridas e outro que é a intenção de compartilhar com os amigos o interessante paralelo que o autor traça comparando o comportamento do indivíduo numa inocente pelada e o quanto isso é reflexo da sua própria personalidade. Esse comparativo me fez pensar justamente nas pequenas atitudes desleais e desonestas de toda sorte de indivíduos e que dia-a-dia acabam por construir uma sociedade de picaretas que depois reclama do Congresso que tem. É aí que eu lhes pergunto, ora, os pilantras que lá nos representam, são ou não são fruto do meio? João Ubaldo Ribeiro já escreveu uma crônica interessantíssima a esse respeito, eu devo ter isso guardado, se eu achar vou colocar aqui também.</p>
<p>Um grande abraço e boa leitura.</p>
<p>Raul Avelino</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>Você é homem ou rato?</strong></p>
<p>Por: Maurício Barros</p>
<p>No futebol com os amigos, a gente vê quem tem caráter. O escritor Albert Camus, que era goleiro, já dizia que tudo o que aprendera sobre os homens vinha dos campos de futebol. Pura verdade. Tinha um cara na minha pelada semanal que cavava faltas. Acredita? Pode um sujeito simular falta onde o que vale é a palavra de cada um, a lei do “pediu, parou”? Justamente porque não tem juiz e o árbitro é a consciência? Pois é, o dito fazia isso. Um pária.</p>
<p>Se quisermos ter uma vida decente, há certas coisas que não devemos fazer no nosso sagrado jogo semanal. Dizer que vai e não aparecer, por exemplo. Só pode em caso de morte – própria ou de parente coladinho (tio já é muito longe, e sogra vai de você se vale ausência ou churrasco). Porque a diversão de todos depende da presença de cada um. Jogar com um a menos, pegar um cara emprestado da outra quadra, fazer goleiro-linha avacalham qualquer partida.</p>
<p>Outra coisa inadmissível em pelada é não querer revezar no gol. Tem que ir e pronto. Tem muito gaiato também que, aos primeiros chuviscos durante a tarde, se vê no direito de faltar porque “como tava chovendo pensei que não ia ter jogo”. Esse tipo deve ser defenestrado, nunca mais chamado pra nada. Intempéries não é motivo de cancelamento de jogo. Nunca.</p>
<p>E tem também o que se finge de morto na hora de revezar quando tem um a mais no quórum. “Quem sai agora?”, e o cara quieto, esperando alguém que já saiu se candidatar de novo. Sem falar no imbecil que fica reclamando do goleiro. Goleiro de pelada é um ser à parte. Superior. Abnegado, uma espécie de santo que topa ficar levando bolada enquanto os outros correm. Não se reclama dele nunca. Na nossa pelada, os goleiros não pagam o aluguel da quadra. É nossa forma de agradecer por eles existirem</p>
<p>Verdade é que qualquer um desses deslizes de caráter é muito mais grave do que uma entrada mais dura. Um xingamento aos berros ou cara feia depois de um gol perdido – tropeços assim são esquecidos já no vestiário ou na mesa da cerveja. Aqueles outros, não. Quando o cara dá o cano sem motivo, reclama ao ir para o gol, se omite na hora de revezar. Fica botando a mão na bola, está no fundo sinalizando que não merece estar ali com a gente toda semana, compartilhando risadas, raivas, botando pra fora nossos monstros. Deve ser demitido da turma, exatamente como fizemos com o rato que cavava falta…</p>
<p>5 COISAS QUE APRENDI COM O FUTEBOL</p>
<p>1- Respeitar os códigos de conduta. Valem mais que lei</p>
<p>2-Jamais tripudiar (gritar “Chupa!”, por exemplo) do adversário após marcar um gol. Ele ganhara o direito de te partir ao meio.</p>
<p>3-Todo goleiro é um santo. Reclamar com ele é pecado.</p>
<p>4-A gente não vai ganhar sempre.</p>
<p>5-É melhor ter dois times parelhos do que um mais forte e outro mais fraco – mesmo que você esteja no mais forte.</p>
<p>E… A roupa também diz muito sobre o caráter do peladeiro. Jogar de bermuda de surfista, regata e tênis iate é coisa de moleque.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1969 - O ano em que tudo aconteceu]]></title>
<link>http://icekilmer.wordpress.com/2009/08/23/1969-o-ano-em-que-tudo-aconteceu/</link>
<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 17:05:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>icekilmer</dc:creator>
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<description><![CDATA[Definitivamente o ano de 1969 foi um ano que entrou para a história do Brasil e do mundo, era um ano]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Definitivamente o ano de 1969 foi um ano que entrou para a história do Brasil e do mundo, era um ano no qual a guerra fria ainda imperava e que um dos seus principais símbolos estava no auge, à guerra do Vietnã; a sociedade norte-americana ainda vivia um intenso período de conflitos raciais enquanto assistia ao crescimento de um forte movimento de contracultura, os hippies, que encontrou seu momento máximo ao final dos ano 60 nos EUA e começou a se espalhar pelo mundo ao longo dos anos 70. Enquanto isso o Brasil que vivia entre a Jovem Guarda e o Tropicalismo entrava em seu mais sombrio capítulo da história que ficou conhecido como &#8220;os anos de chumbo&#8221; o período mais repressivo da ditadura militar que teve início com o AI-5 em dezembro de 1968.</p>
<p style="text-align:justify;">E foi nesse período conturbado que aconteceram vários eventos que acabaram entrando para história e que de alguma forma se repercutem até os dias de hoje. Perceber isso não é difícil basta ligarmos o rádio, acessarmos uma página na internet ou vermos a TV que nos damos conta que alguma coisa esta comemorando 40 anos, são 40 anos do homem na lua, 40 anos de Woodstock, do funk (o funk de verdade não aquela coisa carioca que é bem mais recente), da GAVIÕES DA FIEL (Timão EO!), etc. Pensando nisso eu resolvi pesquisar um pouco e encontrei vários acontecimentos datados de 1969, existe inclusive um filme chamado &#8220;1969 O ano que mudou as nossas vidas&#8221; estrelado pela Winona Rider, Kiefer Sutherland, Robert Downey Jr, entre outros.</p>
<p style="text-align:justify;">A seguir uma breve lista com alguns desses acontecimentos que marcaram época.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><!--more Leia mais--></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Homem na Lua</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/08/armstrong.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-375" title="Armstrong" src="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/08/armstrong.png" alt="Armstrong" width="600" height="144" /></a><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Acho que não existe nada mais icônico que aconteceu em 69 que a chegada do homem a Lua. Embora tenha sido uma conquista (contestada por uma galerinha) que foi resultado da guerra fria, produto da corrida espacial, etc, etc, etc foi bem como Neil Armstrong disse &#8220;Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade&#8221;. Acima de toda aquela bobagem de supremacia entre as nações havia as pessoas que estavam comprometidas com aquele projeto e quebrar uma barreira tão grande como chegar à lua mostrou ao mundo todo que o impossível só era impossível se não fosse tentado (acho que isso é uma frase de matrix). Um exemplo bobo, vocês podem até não saber, mas o dia do amigo foi criado inspirado na viagem do homem à lua.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Festival de Woodstock</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/08/woodstock.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-376" title="Woodstock" src="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/08/woodstock.png?w=150" alt="Woodstock" width="150" height="118" /></a>Acho que nunca a expressão &#8220;sexo, drogas e rock n&#8217; roll&#8221; teve tanto sentido como nos 3 dias do Woodstock. Um dos maiores eventos populares da história da música, contou com 32 dos principais nomes da música da época e embora tenha sido projetado (se é que se pode dizer que foi projetado) para reunir no máximo 20000 pessoas o evento acabou reunindo mais de 500000 e isso em 1969 era gente pra caramba (mesmo hoje ainda é). Recentemente foi lançado um novo Box comemorativo com algumas apresentações inéditas do Woodstock, bem como um filme que conta a história do Elliot Tiber um decorador de interiores que foi determinante para a realização do festival. Pra mim a imagem marcante do festival foi o Joe Cocker cantanto a música dos Beatles &#8220;A Little Help From My Friends&#8221; que aqui durante os anos 90 ficou conhecida como a música de abertura do seriado Anos Incriveis.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/uQYDvQ1HH-E&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/uQYDvQ1HH-E&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Lançamento de 3 dos maiores discos da história do Rock</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Nesse ano foi lançado o primeiro álbum do Led Zeppelin sendo reconhecidos por alguns como o primeiro álbum de Heavy Metal da história, a ópera rock Tommy do grupo The Who e um dos maiores sucessos de toda a carreira dos Beatles o Abbey Road. Com relação ao disco de estréia do Led Zeppelin ele pode até não ser mesmo de Heavy Metal, mas que esse disco foi decisivo pra muito metaleiro a isso foi, o Led Zeppelin junto com o Black Sabbath e o Deep Purple acabam formando a santíssima trindade do metal e o Led já em seu primeiro trabalho já mostrou pra que veio que foi pra fazer história! A ópera rock &#8220;Tommy&#8221; entrou pra história porque foi uma idéia pioneira de Pete Townshend e o primeiro trabalho a ser decididamente definido como uma ópera rock e que conta a história de um menino cego, surdo e mudo que se livra de suas limitações através do fliperama. O Abbey Road foi o penúltimo disco dos Beatles, mas foi o último disco gravado do grupo, foi o disco mais vendido da história do grupo, foi o primeiro álbum gravado com oito canais de áudio além de outros recursos tecnológicos pioneiros para época e é um dos álbuns mais emblemáticos pra quem sustenta a lenda que Paul MacCartney estava morto e que esse disco traz dicas sobre esse acontecimento. Os motivos pelos quais esse disco se tornou célebre foram vários, ele influenciou o trabalho de muitos e entrou pra história por ser o maior trabalho da maior banda de toda a história da música.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/08/3albuns1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-378" title="3Albuns" src="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/08/3albuns1.png" alt="3Albuns" width="480" height="173" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Primeira exibição do grupo Monty Python</strong></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">Se você não conhece o trabalho do grupo humorístico Monty Python definitivamente você deveria dedicar um momento pra conhecer o trabalho do grupo inglês que influenciou e ainda influencia o trabalho de humoristas no mundo todo. Ao todo foram 4 temporadas na TV britânica, mas além do programa de TV o grupo tinha programas de rádio, faziam shows, publicavam livros e também foram responsáveis por algumas das melhores comédias da história do cinema como &#8220;O sentido da vida&#8221;, &#8220;A vida de Brian&#8221; e &#8220;Em busca do cálice sagrado&#8221;, todos são verdadeiros clássicos. No Brasil percebemos uma clara influência do grupo em alguns humoristas e em minha opinião no melhor programa de humor de todos os tempos da TV brasileira o TV Pirata (Barbosa =P).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sequestro do embaixador norte-americano no Brasil</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Como dito anteriormente o Brasil vivia o seu pior momento da história, enquanto a história imortalizava o passo a frente da humanidade através de Neil Armstrong nós dávamos um enorme passo atrás com o pior momento da ditadura militar no país. Tortura, censura, terror, medo, caos, de um lado o governo militar que tudo podia do outro uma esquerda radical armada, tudo isso culminou no primeiro caso de sequestro de um embaixador no mundo, o sequestro do embaixador norte-americano Charles Burke Elbrick. Sem dúvida nenhuma esse foi o maior ato de guerrilha, por assim dizer, realizado durante a ditadura militar e esse sequestro tinha como objetivo a libertação de 15 presos políticos que no final das contas foram libertados visto que depois de muita história o governo cedeu às exigências do grupo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Lançamento do jornal O Pasquim</strong></p>
<p><a href="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/08/pasquim.png"><img class="size-full wp-image-392 alignleft" title="Pasquim" src="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/08/pasquim.png" alt="Pasquim" width="271" height="94" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Não esse não é o jornaleco que faz parte da série Harry Potter, mas sim a maior publicação opositora ao governo militar lançada no país que sobreviveu até, mais ou menos, início dos anos 80. O Pasquim tinha pretensões bem modestas inicialmente, surgiu como uma publicação bem humorada de frequência semanal e de temática comportamental, mas à medida que o rigor do regime militar crescia aumentava também as criticas recheadas de ironia do Pasquim. Formado por um verdadeiro grupo de elite que foi composta por nomes famosos como Leila Diniz, Henfil, Jaguar, Paulo Francis, Millôr, Ziraldo, entre outros viu sua publicação saltar de 20000 para 200000 exemplares. Mesmo após toda a redação do Pasquim ter sido presa em 1970, suas publicações continuaram e o jornal só perdeu sua força após um atentado a bomba numa das bancas de jornal que o vendia, esse evento desestimulou outras bancas a continuar vendendo o jornal. Nesse ano foi publicado um livro com todas as capas do jornal celebrando os 40 anos de seus surgimento.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Exílio de Caetano Veloso e Gilberto Gil</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Um dos motes do governo nessa época era o &#8220;Ame-o ou deixe-o&#8221; e o &#8220;ninguém segura esse país&#8221;, então é de se imaginar que você tinha um pouco de tudo. Gilberto Gil e Caetano Veloso eram vistos como subversivos e após terem sido presos acabam sendo exilados no mesmo ano voltando ao Brasil apenas em 72.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/08/caetano-e-gil.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-382" title="Caetano-e-Gil" src="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/08/caetano-e-gil.png?w=300" alt="Caetano-e-Gil" width="300" height="224" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Milésimo gol de Pelé</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Nesse mesmo ano Pelé entra mais uma vez para a história do futebol por realizar o seu gol número 1000 numa partida contra o Vasco da Gama no Maracanã, um gol de pênalti aos 33 minutos do primeiro tempo. Essa marca não foi qualquer marca, isso acabou se tornando uma meta a ser batida para muitos jogadores, principalmente os brasileiros, e esse feito só foi alcançado novamente em 2007 pelo Romário (devidamente reconhecido pela FIFA), ou seja 38 anos depois.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Surgimento da Gaviões da Fiel</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Já disso isso antes, mas foi só pra reiterar mesmo <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> .</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Primeira exibição do Jornal Nacional e surgimento da TV Cultura</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/08/tvcultura_40anos.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-383" title="tvcultura_40anos" src="http://icekilmer.wordpress.com/files/2009/08/tvcultura_40anos.jpg?w=150" alt="tvcultura_40anos" width="150" height="69" /></a>Independente do que cada um pensa sobre a Rede Globo algo que é inegável é a importância que o Jornal Nacional teve para as telecomunicações no Brasil. O Jornal Nacional foi ao ar em 1º de setembro de 1969 com apresentação de Cid Moreira e Hilton Gomes e foi o primeiro noticiário a ser transmitido ao vivo em todo o Brasil. Hoje 40 anos depois o Jornal Nacional continua atual e acabou gerando um padrão jornalístico no país e copiado pelas outras emissoras, porém nem tudo são flores e o jornal já teve sua credibilidade abalada em alguns momentos como no caso das diretas já, da escola de base, etc. Quanto a TV Cultura eu não sei qual papel ela desempenhava no momento de sua inauguração, mas sem sombra de dúvida ela é hoje um dos melhores exemplos de como é possível fazer TV com qualidade, conteúdo e público sem ser refém de métricas de popularidade ultrapassadas e irreais como o Ibope.</p>
<p style="text-align:justify;">Esses são só alguns exemplos de acontecimentos que marcaram o ano de 1969 e que, de alguma forma, se refletem nos dias de hoje.</p>
<p style="text-align:justify;">Se você lembrar ou souber de mais algum evento importante em 1969 coloque aqui também.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por um Novo Coritiba (Esporte)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/08/18/por-um-novo-coritiba-esporte/</link>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 14:52:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/08/18/por-um-novo-coritiba-esporte/</guid>
<description><![CDATA[POR UM NOVO CORITIBA Por: Paulo Rink* PUBLICADO TAMBÉM EM http://colunas.globoesporte.com/luizcarlos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>POR UM NOVO CORITIBA</strong></p>
<p>Por: Paulo Rink*</p>
<p>PUBLICADO TAMBÉM EM <a href="http://colunas.globoesporte.com/luizcarlos/">http://colunas.globoesporte.com/luizcarlos/</a></p>
<p>Recentemente, respondendo a indagações de representantes da torcida coxa, o conselheiro <strong>Flávio Kitzig, respondeu de modo peculiar. Primeiro relaciona o fracasso financeiro do clube à torcida, em nenhum momento, o conselheiro relaciona as ações inexistente do marketing coxa, como a captação de recursos, função maior do departamento no clube, ao mesmo fracasso. </strong><em>Chama atenção a parte final da resposta do conselheiro.</em></p>
<p><em>“Desde que assumiu, a atual administração tem se empenhado na regularização e consolidação das obrigações do clube; com isso, um pouco de alivio nas pressões, mas com conseqüente maior comprometimento do fluxo de caixa. Daí não restarem alternativas senão buscar recursos do modo mais&#8221;saudável&#8221; possível, mas também junto a instituições financeiras e investidores, sem, todavia, qualquer comprometimento patrimonial (aliás, só factível com o aval do Conselho Deliberativo).”</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Engana-se o conselheiro e comete um contraditório. Há anos, o patrimônio coxa branca vêem sendo comprometido. Sua torcida! Ou existe patrimônio maior num clube?  Não seria a torcida a razão maior da existência deste?</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Se não há comprometimento do patrimônio, como se explica as recentes fugas e perdas de jogadores para empresários? Ou seus direitos econômicos não fazem parte do patrimônio do clube?   Fazem! Portanto são perdas sim. Ou ainda, os recentes rumores de negociações de partes dos direitos econômicos de jogadores, com um empresário à qual se deu o sugestivo nome de “fundo de investimentos”.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Com administrações rudimentares, o grande clube, há anos agoniza. Fazem parte num processo administrativo, seja numa empresa ou na vida particular de cada um, o planejamento, a organização, a liderança e a avaliação dos processos, coisas simples que o clube não têm.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Estão no conselho do clube influentes empresários, pessoas bem sucedidas em seus negócios particulares e, supostamente, conhecedores dos conceitos administrativos, porém, no grande clube&#8230;</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Viktor E. Frankl, psicólogo e fundador do conceito de logoterapia, em seu livro “Em busca de Sentido</em><em>: um psicólogo no campo de concentração</em><em>” relata como sobreviveu três anos em Auschwitz, campo de concentração nazista na Polônia e conclui: “o homem é do tamanho de seu pensamento”</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>A expressão de Viktor aplica-se conceitualmente a todas as recentes diretorias coxa branca. O pensamento míope, pequeno e completamente distorcido de uma realidade administrativa transformou o gigante, posto em nível administrativo e, somente neste nível, num nanico moribundo. </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>A visão empreendedora destes senhores não consegue suplantar o primeiro planalto paranaense e, suas ações para engrandecimento do clube correspondem ao mesmo tamanho de suas atitudes. Pequenas! Assim, a inércia de diretorias reativas colocou o clube em profundo sono. Desta letargia os sonhos mais constantes são pesadelos para a apaixonada torcida.</em></p>
<p><em>Como exemplo maior do descaso e da incapacidade administrativa pode-se citar o marketing coxa. A palavra marketing provém do inglês e trás em seu significado o conceito de mercado em ação ( Market = Mercado; Ing; verbo gerúndio = Ação). Diante disso cabe a pergunta.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Qual a grande ação desse departamento? Lojas mambembes pelo interior? Outdoors</em><em> provocativos pela cidade? Anúncios de dupla caipira nos uniformes? Essas são as grandes idéias que os responsáveis aprenderam nas universidades? No mundo moderno marketing é uma filosofia estratégica para qualquer organização e um dos responsáveis por alavancar (sic) recursos para a organização. </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Um dos conceitos de marketing se relaciona a benchmarking</em><em>. Essa técnica defende que ninguém é melhor em tudo, sendo assim tudo é “copiável”. O benchmarking</em><em> pode ser interno e externo. Que tal os senhores do marketing coritibano fazer um cursinho intensivo no Internacional? Principalmente no plano de sócios.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>O clube, em Outubro comemora seu centenário. Dar-se-á a impressão que assim como o clube os processos de administração e gerenciamento do mesmo, também completam a mesma idade. </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Amparados por um estatuto arcaico, que limita o surgimento de novas lideranças e novos modelos administrativos, como a contratação de executivos para um gerenciamento profissional, tornam o clube refém de uma elite ultrapassada e projetam sombras sobre o futuro.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Os pilares fundamentais para a reestruturação do clube passam necessariamente por: </em></p>
<p><em><strong>Primeiro</strong></em><em>: Um novo, moderno e flexível estatuto, principalmente proporcionando direito a voto de todos os associados, afinal o clube é da torcida e a ela cabe escolher seus representantes e não a um clube fechado de senhores fidalgos com polpudas contas bancárias e sobrenome famoso, esse estatuto ter-se-á que libertar o clube das amarras do passado e possibilitando a contratação de executivos para gerenciamento.</em></p>
<p><em><strong>Segundo: </strong></em><em>Uma análise<strong> </strong>da real possibilidade do estádio Couto Pereira, estrutural e sua viabilidade econômica. </em></p>
<p><em><strong>Terceiro: </strong></em><em>O CT. Como fonte perene de renda do clube. A revisão metodológica na formação e principalmente nos contratos com atletas da base.</em></p>
<p><em><strong>Quarto: </strong></em><em>A exploração e fortalecimento da marca “Coritiba” através de licenciamentos de produtos.</em></p>
<p><em><strong>Quinto:</strong></em><em> A torcida. Com estruturados planos de sócios, dando acesso as decisões políticas, e possibilitando uma contra partida ao torcedor.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>A renovação do estatuto, de idéias e de conceitos gerenciais e morais tornar-se-á salutar para o clube e, assim como a Fênix renasce das cinzas o grande Coritiba também ressurgirá. Com a palavra os senhores do conselho.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p>*Paulo Cesar Rink é Administrador e ministra Cursos e Palestras na área de Marketing. Sócio proprietário da MM consultoria e pesquisa de marketing.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um divertido jamaicano: Usain Bolt (por Amarildo Esteves)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/08/17/um-divertido-jamaicano-usain-bolt-por-amarildo-esteves/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 15:02:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/08/17/um-divertido-jamaicano-usain-bolt-por-amarildo-esteves/</guid>
<description><![CDATA[Neste domingo, 16/08/09, o mundo viu, mais uma vez, o homem superar seus próprios limites. O jamaica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Neste domingo, 16/08/09, o mundo viu, mais uma vez, o homem superar seus próprios limites. O jamaicano Usain Bolt “voou” no estádio olímpico de Berlim, na Alemanha, ao cravar 9s58, diga-se de passagem, com sobras.</p>
<p>A vitória de Bolt nos devolve a um fato que transformou para sempre a história deste estádio e as relações inter-raciais tão conflituosas naqueles tempos e tão veladas atualmente. O estádio Olímpico de Berlim foi construído para que Hitler pudesse demonstrar com o esporte a superioridade ariana como ele proclamava, quando a Alemanha organizou os Jogos Olímpicos no distante ano de 1936. Só que, na oportunidade, não combinaram com Jesse Owens, um americano negro que “ousou” vencer a mais nobre das provas do atletismo, diante de um Hitler, e seus seguidores, estupefatos com o desempenho de um atleta “de raça inferior” superando a até então imbatível – ao menos na cabeça do ditador – raça ariana.</p>
<p>Bolt é atualmente, o homem mais veloz do mundo e sem dúvida,  o mais carismático dos atletas mundiais. Sempre com um sorriso, mesmo depois do grande esforço despendido durante uma corrida, o jamaicano perguntado sobre seu desempenho, respondeu que dá duro nos treinos para se divertir nas corridas oficiais. Confesso que fiquei arrepiado ao ver  Usain Bolt  “se divertindo” no estádio de Berlim. Veio-me à mente os feitos de Jesse Owens, que contrariou uma mentira que por pouco não virou verdade de tantas vezes que foi repetida. Essa mentira se chama superioridade de raças.</p>
<p>Há isso sim, nos quatro cantos do mundo, pessoas com biótipos diferentes e que, além de sua capacidade técnica, física, e muita força de vontade superam seus concorrentes. Superioridade física sim. Superioridade racial nunca.  Jesse Owens e Usain Bolt são exemplos de superioridade no esporte e também, exemplos de quão ilimitado é o corpo humano quando usado de forma a promover a quebra de recordes e de preconceitos.</p>
<p>Amarildo Esteves</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Corrida: Esporte Lucrativo? (esporte e saúde)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/08/17/corrida-esporte-lucrativo-esporte-e-saude/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 13:11:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/08/17/corrida-esporte-lucrativo-esporte-e-saude/</guid>
<description><![CDATA[Era só para fazer uma visita no site da Gazeta do Povo e ver o Nono &#8211; Glauber Fujita, irmão do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Era só para fazer uma visita no site da Gazeta do Povo e ver o Nono &#8211; Glauber Fujita, irmão do Japa, na foto da matéria. Aí, vi que o Raul ia adorar este texto. Lá vai!</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>Grandes lucros com as corridas</strong></p>
<p>Difusão do esporte colocou em evidência um filão pouco explorado no país. Hoje, empresas movimentam R$ 3 bilhões por ano só com provas, sem contar assessorias, produtos e turismo ligados à atividade física</p>
<p>Gazeta do Povo OnLine: Publicado em 16/08/2009 &#124; <em>Cinthia Scheffer</em></p>
<p>O movimento na pista que contorna o Parque Barigui dá uma ideia de como a corrida de rua ganhou adeptos em Curitiba ao longo dos últimos anos. Mas é no gramado, especialmente nos sábados de sol, que se percebe como o segundo esporte mais praticado no país, atrás apenas do futebol, também criou muitos negócios rentáveis. É nele que se multiplicam os guarda-sóis das assessorias esportivas – parte de um mercado cuja receita estimada só com provas é de R$ 3 bilhões anuais.</p>
<p>A estimativa é da Corpore, entidade paulistana sem fins lucrativos com mais de 245 mil atletas cadastrados. Somam-se ainda a este número outros bilhões de reais referentes às assessorias, à venda de artigos esportivos, suplementos alimentares e até ao turismo (para participar das provas). Pelos cálculos da Corpore, o Brasil tem hoje 4 milhões de corredores e a receita gerada pelo esporte vem crescendo entre 20% e 30% ao longo dos últimos anos.</p>
<p>O número de corredores cadastrados na prefeitura de Curitiba para as provas, hoje cerca de 10 mil pessoas, mostra que o fenômeno também corre a passos largos por aqui. A primeira prova do Parque Tingui, organizada pela Associação Procorrer há 14 anos, teve 192 pessoas inscritas. Na do ano passado, foram 2 mil corredores. “Há seis anos, uma prova não tinha mais que 800 pessoas. Hoje chega, em alguns casos, a 3 mil”, conta o corredor e professor de educação física Leandro Hadlich, dono da assessoria esportiva HP Sports.</p>
<p><strong>Assessorias</strong></p>
<p>A empresa foi criada no início do ano passado com 10 alunos. Hoje são 75. Cada um deles paga R$ 90 por mês e recebe semanalmente, por e-mail, seu cronograma de treinos. A partir daí, escolhe fazer seus próprios horários ou participar dos treinos coletivos, quando a assessoria está no parque.</p>
<p>Além da HP, outras dez assessorias fazem parte da Associação dos Treinadores de Corrida de Curitiba (ATCC), entidade fundada no início deste ano. A proposta, conta o presidente, o professor de educação física Fabio Morales Alonso, é justamente “organizar” o crescimento desse mercado.</p>
<p>“Tchê”, como é conhecido entre os corredores, é fundador da Trainer, maior assessoria da cidade. Ele começou a oferecer treinamento em 2002, para um grupo pequeno de pessoas, inspirado em um modelo de assessoria esportiva que, na época, ganhava espaço no mercado paulistano. A empresa foi criada oficialmente em 2005 e hoje tem 250 alunos, 4 técnicos e 5 estagiários. “Na época, foi um tiro no escuro. A corrida estava crescendo no mundo inteiro, mas eu não sabia se teria mercado aqui. As pessoas colocavam o tênis e saiam correndo. Ninguém, até então, ‘comprava’ a corrida.”</p>
<p>O grande impulso do negócio, con­­ta Tchê, foi a parceria com a Asics, uma das maiores fabricantes de produtos para corredores do mundo. Na época, a marca buscava treinadores e assessorias iniciantes para apoiar, em troca da ex­­posição de sua marca. Os 10 guarda-sóis que ele ganhou na época se multiplicaram, a empresa cresceu e ganhou um escritório – que até o fim do ano deve mudar de endereço, para um espaço maior.</p>
<p>Hoje, a Trainer tem contrato tam­­bém com outras duas grandes empresas e a HP treina 56 funcionários de outra companhia. Não só para elas, o interesse das empresas em oferecer o treinamento para os funcionários, dizem os treinadores, foi fundamental para fazer a pro­cura pelo esporte crescer – e, as­­sim, os mercados relacionados a ele.</p>
<p><strong>Patrocínios</strong></p>
<p>Para o presidente da Corpore, a prática da corrida é hoje ligada a um “estilo de vida” e, por isso, atrai também investimentos de muitas empresas que não estariam ligadas naturalmente ao esporte. “Uma coisa puxa a outra. As empresas percebem que as provas de corrida estão atraindo muito público e querem colocar seu nome. E isso faz com que o mercado cresça”, diz. “Há 15 anos, as pessoas começavam a correr por orientação médica. Depois, fazer esporte passou a ser uma questão preventiva, de qualidade de vida. Agora estamos em um terceiro estágio.”</p>
<p>O desempenho do programa Vamos Correr, do canal ESPN, também releva esse interesse. Ele foi criado em abril deste ano, com cotas de patrocínios de cerca de R$ 1,2 milhão anuais (que incluem também os espaços no seu portal) – vendidas sem grandes esforços. “Existia uma demanda dos telespectadores e dos nossos parceiros comerciais por um programa voltado para corrida”, diz o diretor comercial do canal, Marcelo Pacheco. “O esporte é uma febre em todos os lugares do mundo. O programa nasceu muito baseado nessa tendência é já é um sucesso.”</p>
<p><strong>Para começar</strong></p>
<p>Essencial mesmo para começar a correr, dizem os treinadores, é um bom tênis. Mas as lojas especializadas oferecem uma infinidade de acessórios e equipamentos de encher os olhos dos corredores. A variação de preços também é grande. Na maioria dos casos, há opções para todos os bolsos.</p>
<p><strong>Boné </strong>- de R$ 39,90 a R$ 74,90</p>
<p><strong>Óculos</strong> &#8211; de R$ 149,90 a R$ 719,90</p>
<p><strong>Camisetas com tecidos adequado</strong> &#8211; de R$ 49,90 a R$ 169,90</p>
<p><strong>Monitor cardíaco</strong> &#8211; de R$ 269,90 a R$ 3.799,90</p>
<p><strong>Shorts</strong> &#8211; de R$ 56,90 a R$ 119,90</p>
<p><strong>Gel repositor de energia</strong> (para treinos mais longos) &#8211; de R$ 1,50 a R$ 5,00</p>
<p><strong>Meia</strong> &#8211; de R$ 11,90 a R$ 34,90</p>
<p><strong>Tênis</strong> &#8211; R$ 199,90 ate R$ 800,00</p>
<p><strong>Corredor gasta até R$ 1 mil por mês</strong></p>
<p>Há quase quatro anos, o analista financeiro Glauber Fujita trocou as chuteiras pelo tênis de corrida. De lá pra cá já percorreu centenas, ou milhares, de quilômetros em treinos e provas – entre elas, duas maratonas de Curitiba e quatro São Silvestre.</p>
<p><a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/economia/conteudo.phtml?tl=1&#38;id=915164&#38;tit=Corredor-gasta-ate-R-1-mil-por-mes">Leia a matéria completa</a></p>
<p><strong>Número de provas dá ideia da expansão</strong></p>
<p>O número de provas que acontecem no país, de trechos de cinco quilômetros a maratonas de 42 mil metros, dão uma boa noção de como o mercado cresceu e, principalmente, evoluiu. Só em São Paulo, são realizadas três provas regulamentadas, em média, por fim de semana, segundo estimativa da Latin Sports Marketing Es­­portivo, uma das maiores organizadoras deste tipo de evento no país.</p>
<p><a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/economia/conteudo.phtml?tl=1&#38;id=915163&#38;tit=Numero-de-provas-da-ideia-da-expansao" target="_blank">Leia a matéria completa</a></p>
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<title><![CDATA[Shake Shake Shake...]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/08/13/shake-shake-shake/</link>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 18:09:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Amigos leitores, Justiça seja feita, quem garimpou essa notícia foi o Daniel que gentilmente me pedi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Amigos leitores,</p>
<p>Justiça seja feita, quem garimpou essa notícia foi o Daniel que  gentilmente me pediu para abrir o comentário dado o meu envolvimento com o  esporte através das corridas que tenho feito.</p>
<p>Já há algum tempo eu venho manifestando minha simpatia pela prática de  atividades físicas e combate ao sedentarismo, como forma de tentar alertar o  maior numero de pessoas sobre os riscos desse péssimo hábito e ao mesmo  tempo convencê-los à prática de algum tipo de esporte, sempre faço &#8221;campanha&#8221; a  favor da corrida porque é simples de se praticar, fácil de começar, serve à  priore pra todo mundo, não requer maiores investimentos além de uma consulta  prévia ao médico e a aquisição de um par de tenis adequado, portanto, não requer  prática nem tampouco habilidade, qualquer criança brinca e se diverte.</p>
<p>E o papo é sério mesmo, a obesidade, um dos principais efeitos colaterais do sedentarismo  e de sua irmã gêmea a má alimentação, já desponta como uma das principais  enfermidades do mundo, daí a preocupação das nossas autoridades municipais.  Parabéns, muito legal a idéia do &#8220;IPPUC do esporte&#8221;.</p>
<p>Um grande abraço e boa leitura.</p>
<p>Raul Avelino.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>“Ippuc do esporte” vai prevenir  sedentarismo</strong></p>
<p>Prefeitura inaugura quinta-feira um instituto de  pesquisa e desenvolvimento de projetos de esporte e lazer para combater  obesidade e doenças cardiovasculares</p>
<p>Publicado em 11/08/2009 &#124; <em>Luciana Romagnolli</em></p>
<p>Fonte: Gazeta do Povo</p>
<p>Um em cada quatro curitibanos não pratica nenhum  exercício físico e mais da metade da população da cidade está acima do peso  ideal. Preocupada em prevenir as consequências desse estilo de vida sedentário,  associado à obesidade e a doenças cardiovasculares, a Secretaria de Esporte e  Lazer criou um instituto para reunir os pesquisadores da área e planejar as  ações de incentivo a atividades esportivas que serão postas em prática na  capital nos próximos anos. O Centro de Referência Qualidade de Vida e Movimento  entra em funcionamento nesta quinta-feira, tendo como meta propagar hábitos mais  saudáveis.</p>
<p>Atualmente, as nove regionais da prefeitura oferecem  opções de lazer gratuitas, que incluem avaliação física, aulas de dança,  caminhadas e acesso a piscinas. O Centro de Referência – instalado na Rua  Augusto de Mari, ao lado do Paraná Clube – ampliará esse serviço. A intenção é  que represente para a qualidade de vida dos curitibanos o mesmo que o Ippuc  significa para o urbanismo da cidade, diz o coordenador Dalton Grande,  responsável pelo programa CuritibAtiva.</p>
<p>O órgão deve travar parcerias com universidades, como a  UFPR e a PUCPR, para desenvolverem projetos juntos, e será responsável por gerir  os outros 28 centros espalhados pela cidade. Atuará em três frentes. A primeira  é a capacitação dos 245 professores de Educação Física que trabalham nas  regionais e a criação de metodologias específicas para áreas como ginástica e  natação.</p>
<p>A programação direcionada a esses profissionais  começaria com um ciclo de palestras esta semana, mas teve de ser adiada em  decorrência da prevenção à gripe A (H1N1). Segundo o coordenador, a atividade  será reagendada para setembro ou outubro.</p>
<p><strong>Estudos</strong></p>
<p>Outro campo de atuação serão os estudos do perfil da  população, feitos a partir de dados coletados nas avaliações físicas. Essas  informações servirão para traçar um comparativo entre as situações nos  diferentes bairros, por exemplo. Até agora, uma das pesquisas realizadas aponta  Santa Felicidade, Bairro Novo e Pinheirinho como as três regionais onde há mais  crianças com índice de gordura corporal acima do ideal. Um segundo estudo deve  ser feito em busca de uma explicação para esse resultado. Pesquisas como essa  vão embasar ações futuras, indicando os grupos sociais ou as localidades que  mais precisam de atenção.</p>
<p>O Centro de Referência também conduzirá projetos e ações  desenvolvidos diretamente com a população. O principal é a campanha  “Sedentarismo Não”. Um grupo multidisciplinar formado pelas secretarias de  Saúde, Urbanismo, Meio Ambiente, Educação, Abas­tecimento, Comunicação e  De­­fesa Social vai se reunir quinzenalmente para cuidar das estratégias de  prevenção a consequências relacionadas à vida sedentária.</p>
<p>Embora comece a funcionar já esta semana, atendendo à  população com avaliações físicas e prescrição de atividades, o instituto  programa suas principais ações para os meses seguintes. Entre os primeiros  projetos previstos, o secretário do Esporte e Lazer, Rudimar Fedrigo, anuncia a  abertura de dez academias até o fim do ano. “São academias autoexplicativas, com  aparelhos simples que usam o peso do corpo”, diz. A construção de duas piscinas  aquecidas na CIC e a campanha Prepare-se para a Maratona estão nos planos para o  ano que vem.</p>
<p>Serviço:</p>
<p>Mais informações: (41)  3350-3734.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Petraglia Solta o Verbo]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/08/13/petraglia-solta-o-verbo/</link>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 12:21:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/08/13/petraglia-solta-o-verbo/</guid>
<description><![CDATA[Não é muito o estilo do blog, segundo o Paulo Rink, que enviou o post. Eu já acho que é. Sempre polê]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Não é muito o estilo do blog, segundo o Paulo Rink, que enviou o post. Eu já acho que é. Sempre polêmico.</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>Mário Celso Petraglia rompe o silêncio </strong></p>
<p>POR DENISE MELO</p>
<p>Fonte: Site do Fabio Campana (http://www.fabiocampana.com.br)</p>
<p>Em uma mesa de bar, solte o nome Mário Celso Petraglia e a discussão está armada. Há quem o defenda incondicionalmente como um dos presidentes mais importantes da história do Atlético, senão o mais importante. Para esses, ele é “São Petraglia”. Na mesma mesa, o mesmo homem é odiado por outros e apontado como arrogante que se achava o dono do clube. Mas mesmo os que não simpatizam com Mário Celso Petraglia têm que tirar o chapéu para este homem. Assumiu a gestão do clube em 1995 e em menos de dez anos obteve feitos que não podem ser desprezados por nenhum torcedor. Com Petraglia no comando, o Atlético conquistou títulos brasileiros das Séries A e B, quatro títulos estaduais, classificação para duas Libertadores, incluindo o vice-campeonato, e o clube, finalmente, viu a Arena da Baixada e o Centro de Treinamento (CT) do Caju se transformarem em realidade. Petraglia também foi o primeiro a levantar a bandeira de trazer a Copa do Mundo para Curitiba e quando o fez chegou a ouvir o que os incréus costumam dizer de quem enxerga mais longe do que a maioria dos políticos.</p>
<p>Petraglia não é mais dirigente do Atlético, mas, nesta entrevista, não esconde os sonhos que tem para o clube do coração. Fala sobre os rumos do futebol brasileiro, as dificuldades dos dirigentes e os salários milionários. “O melhor legado de um clube seria fazer o torcedor responsável pela sua paixão”, defende ele. No bate-papo com Fábio Campana, Nêgo Pessôa e Denise Mello, o ex-presidente do Atlético alerta ainda sobre os riscos de não haver dinheiro para a conclusão da Arena dentro das rigorosas normas da Fifa. Petraglia aponta o problema e traz uma polêmica solução: “Uma só Arena para Atlético e Coritiba”. Acha loucura ou uma ideia brilhante?</p>
<p>Leia a entrevista a seguir e entenda como pensa Mário Celso Petraglia.</p>
<p><strong>Qual o maior entrave para que o futebol no Brasil seja um negócio lucrativo, sem perder o ingrediente da paixão que motiva o torcedor?</strong></p>
<p>Há um conflito grande, porque futebol é um entretenimento, uma paixão, que no Brasil abrange quase 90% da população. Dificilmente a reforma feita na Europa, que transformou a maioria dos clubes em empresas conduzidas de forma profissional, acontecerá no Brasil, em função de uma cultura que o torcedor se sente dono da marca. O torcedor corintiano se sente dono do Corinthians.<br />
As tentativas no Brasil, como as do Bahia, Corinthians e Vitória foram todas frustradas. O modelo brasileiro deve seguir com essa situação jurídica, dos clubes de futebol sem uma finalidade lucrativa e consequentemente isento de impostos. É um negócio privado na legislação, mas é público na cultura. Aí está uma das incoerências. Por ser uma atividade protegida e isenta de impostos, o Estado se sente no poder de legislar sobre ela.</p>
<p><strong>Na época em que você estava no comando do Atlético, de que forma essa mistura de público e privado acabou provocando problemas?</strong></p>
<p>Provoca alguns problemas, mas eu acho que há mais benefícios que prejuízos. A carga tributária no nosso país é altíssima, os clubes sendo isentos é uma grande ajuda. Por outro lado, temos o estado legislando sobre meia-entrada para estudantes, professores, etc. Eu não acredito que o Brasil caminhe para um modelo de clubes-empresas que paguem todos os impostos e tenham a liberdade de amanhã abrir o capital, ir para a Bolsa, pegar investidor. Porque também tem o conflito dos objetivos da satisfação do seu acionista.</p>
<p>Em uma atividade econômica a satisfação do seu acionista é o lucro, o desenvolvimento para trazer aquele resultado econômico. Na atividade recreativa e de entretenimento a satisfação do nosso sócio é a vitória, o título. Você vender um jogador faltando algumas partidas por um grande valor econômico, ou perder o negócio e ele permanecer para você ganhar o título é uma situação extremamente conflitante. É possível conciliar, mas em uma estrutura que o Brasil precisa alcançar, que permita você ter as clássicas receitas de bilheteria, merchandising e televisão dos custos do futebol. Você tem que vender o espetáculo e não seus palhaços, e essa frase não é minha, acho que é do Sócrates, o jogador. Somos obrigados a vender o nosso artista, porque a venda do espetáculo não está organizada ainda no Brasil.</p>
<p><strong>Mas para quem é este espetáculo? Existiria aí um conflito do governo entender que esse é um espetáculo para o povão? </strong></p>
<p>É um espetáculo para o povão, não muda. Veja, temos um país de 190 milhões de habitantes, vinte clubes na primeira divisão e vinte na segunda. Como é que você vai dar esse espetáculo ao vivo para a população como um todo? Não dará nunca. A oferta será sempre para uma camada privilegiada. Não há outro jeito. Se for para oferecer de forma massificada, você usa a televisão. Eu fui ver os três tenores nas Termas de Caracala, em 1990, o preço era absurdo. O povão não pode pagar, mas vê no pay per view. O Cirque du Soleil, ao vivo é para privilegiados. Agora, não é por isso que o povo não vai ver na televisão.</p>
<p>Por mais que você massifique, você vai estar sempre injustiçando alguém, porque não cabem todos. Mas o conflito a meu ver não está aí, mas no custo deste espetáculo. Um treinador se acha no direito de ganhar R$ 600 mil/mês. Como é que você tem receita para pagar esse custo? O modelo econométrico da atividade lúdica, mágica do entretenimento futebol está falido. As receitas são insuficientes para os custos de mercado. Os que sobrevivem é porque venderam seus palhaços.</p>
<p><strong>E como elevar a receita dos clubes para bancar o espetáculo?</strong></p>
<p>Faltam ainda duas vertentes no Brasil: bilheteria, a preços compatíveis, e merchandising, pouco explorado pela falta de credibilidade. As marcas não se vinculam aos clubes mal dirigidos, falidos. O futebol é uma atividade extremamente elitizada, com fundamento econômico, ou seja, quem tiver dinheiro, estrutura, faturamento, faz um espetáculo de alto nível porque contrata os melhores artistas. Mas eu tenho certeza de que o futebol vai se manter cada vez mais forte no mundo e no Brasil. E agora com a vinda da Copa do Mundo de 2014 vai ser possível uma revitalização no modelo brasileiro.</p>
<p><strong>E o futebol paranaense terá espaço nessa revitalização?</strong></p>
<p>Temos 12 clubes considerados grandes, respeitados no Brasil. Temos quatro do Rio de Janeiro, quatro de São Paulo, dois de Minas Gerais e dois do Rio Grande do Sul, que se desenvolveram graças à economia e política desses estados. O resto não existe.<br />
Eu vejo o futebol paranaense com viabilidade, principalmente o da capital. O resto esqueça. Não acredito mais nessas competições estaduais, estão falidas. Alguns clubes já participam da terceira e quarta divisão, e porque não criar a quinta e a sexta? Esse é o caminho. Com a disputa de torneios regionalizados, restritos ao território próximo, ligados a um todo.</p>
<p><strong>O que você acha da interferência de empresas públicas como a Petrobras que colocou dinheiro no Flamengo ou a Eletrobrás que patrocinou o Vasco?</strong></p>
<p>Vou falar do Vasco. Um time que, pela gestão que teve, caiu para a segunda divisão, com sérios problemas financeiros, sem infraestrutura, o São Januário necessitando reformas, uma readequação. Mas tem uma função social determinante e fundamental. Então o governador ligou para o presidente da Eletrobrás e conseguiu um patrocínio para a camisa do Vasco, de vários milhões de reais por ano, fala-se em duas dezenas. E eu acho que está certo. Não podemos deixar o Vasco quebrar, uma coisa é a instituição outra coisa é a competição no campo. São cem anos. Não se cria outro Vasco da noite para o dia. Mas não dá para esquecer que esse dinheiro de estatais é a eterna solução paliativa. O Estado tem que intervir e obrigar que os clubes se organizem. Não é possível apenas aplicar dinheiro público para salvar os times em alguns momentos. Tem que cobrar e punir os dirigentes incompetentes.</p>
<p><strong>Enquanto isso, os salários de jogadores e técnicos estão nas alturas. Esse descompasso financeiro não prejudica a gestão dos times no Brasil?</strong></p>
<p>Você encontra técnicos ganhando salários absurdos. Eu nunca aceitei isso. O grande problema é você contratar um técnico não qualificado pagando o que o qualificado ganha. Pagar R$ 200 mil para o Geninho, por exemplo, é um grande erro. Mas é o mercado… Então eu prefiro não ter, do que pagar para quem não merece. Felizmente, conseguimos nesses anos conduzir o Atlético Paranaense de maneira que o nível de endividamento foi decrescente, praticamente zerou. Agora nos outros clubes que continuaram as suas loucuras essa curva foi absurda, com crescimento das dívidas, fiscais, trabalhistas… E eu não vejo solução, nem com Timemanias, que resolva isso aí. O caminho será uma falência, um trambique geral, uma anistia irrestrita imposta pelos credores e esta marca será conduzida por outro grupo, criando um novo clube utilizando aquela paixão da torcida, então cria-se um novo Botafogo. Começa tudo de novo, com a mesma marca. A razão social não importa, o que o torcedor quer são as cores, o nome e o escudo. E começar um novo ciclo, daí de uma forma mais responsável. Então quebra, acaba e começa uma coisa nova dentro de uma outra regra. É assim que vejo.</p>
<p>Mas daqui para frente meu amigo, vai ter que ser aprovado orçamento pela Liga, você não pode contratar nem prometer aquilo que você não tem dinheiro para pagar. Um clube como o Atlético é isento de todos os impostos, então o Estado está no seu direito de intervir, determinando regras. Ou a própria Liga, como acontece na Europa. Se você chega ao final do ano e está insolvente, cai de divisão.</p>
<p><strong>Para transformar o futebol paranaense em um negócio viável, você chegou a defender, lá atrás, uma possível fusão entre os rivais Atlético e Coritiba. Essa ideia ainda lhe parece viável?</strong></p>
<p>A ideia da fusão não, ficou para trás. Mas temos que ter a sensibilidade, a visão, a consciência e a clareza do nosso tamanho. Curitiba, Paraná, em nível nacional, na atividade futebol, não existe. Não temos torcida, não temos marca, não temos mercado, absolutamente nada. Ou a gente continua crescendo nesse mesmo ritmo, de 15% a 20% ao ano, ou amargaremos o ostracismo para o resto da vida. Mais cem anos pelo menos. Temos, portanto, que fazer algumas coisas que nos tire do atraso, como qualquer outra atividade econômica.</p>
<p>Se, no Paraná, eliminarmos os campeonatos estaduais, fizermos uma grande campanha do paranismo para que os filhos desse estado torçam para clubes daqui, eliminarmos absurdos como esse do Corinthians Paranaense, que é a entrega do nosso mercado para marcas paulistas, e unirmos as forças maiores do estado, teremos melhores condições de buscar esse crescimento e desenvolvimento. Se continuar a autofagia, autodestruição, e um querendo trucidar o outro, continuaremos pequenos.</p>
<p><strong>De que forma a inclusão de Curitiba como uma das 12 sedes da Copa do Mundo de 2014, poderá beneficiar a cidade e o futebol paranaense?</strong></p>
<p>Todos sabem as dificuldades, a briga com a Federação, com o Pinheirão, tudo isso para que a Copa do Mundo viesse para Curitiba. O envolvimento do poder político para trazer a Copa foi muito pequeno, não foi no mesmo nível que em outros estados. O trabalho e a existência da Arena, do Atlético Paranaense, possibilitaram a vinda da Copa para Curitiba.</p>
<p>Agora começa para valer. Em agosto, as cidades escolhidas terão que apresentar ao governo e à Fifa as suas viabilidades econômicas. Fontes e origens dos recursos, garantias, tomadores, investidores, quem vai pagar a conta. Ou seja, até agora, passamos no vestibular, estamos na universidade, mas precisamos comprar os livros, pagar a matrícula, precisamos fazer a lição de casa do segundo momento.</p>
<p>Adequar Curitiba em alguns pontos, como a ampliação do aeroporto, uma rodoferroviária nova, a logística da cidade, melhor segurança, melhorias na parte hoteleira… e a conclusão da Arena. O que nos possibilitou ser escolhidos é que a Arena é uma iniciativa privada, que é o que a Fifa prega. A grande preocupação da Fifa é o legado, é o depois que a Fifa for embora, em julho de 2014, terminada a Copa, o que sobrou? Manaus ficou com um estádio de 60 mil pessoas, fará o que com aquilo? Virou elefante branco. Na Coreia, temos estádios construídos para 2002 que já foram demolidos, porque não serviam para nada. Quando é privado o dono tem o compromisso da solução e como é de um clube de primeira, terminada a Copa o Atlético continuará jogando e a população se servindo, ou seja, tem o depois.</p>
<p><strong>E você acha que haverá dinheiro para a conclusão da Arena, dentro das exigências da Fifa?</strong></p>
<p>Ninguém sabe. O Atlético Paranaense não tem condições nem o direito de que nenhum dirigente proponha terminar a Arena ao seu prejuízo, ao seu sacrifício. O nível de exigência do caderno de encargos da Fifa é leonino. Tínhamos um caderno de 1995, em que o Atlético Paranaense se baseou para fazer o projeto em 1997, que teve a primeira fase inaugurada em 1999. Estávamos dentro do caderno de exigências. Em 2000, na visita da Fifa, o Brasil postulou ser sede da Copa de 2006, depois acabamos perdendo para a Alemanha. Naquele momento, estávamos plenamente adequados, prontos. Era concluir aquele lado do colégio e fim de papo. Então tivemos a Copa de 2002 na Ásia que já foi um desbunde. Construíram 20 novos estádios. Depois tivemos a Copa de 2006 na Alemanha que foi a Copa das Copas. Em setembro de 2007, depois de todas as brigas para que Curitiba participasse, defendemos que a sede fosse a Arena e não o Pinheirão. Nosso estádio estava quase pronto e não precisaríamos de dinheiro público – e isso tem que ficar muito claro, porque esse é o meu grande argumento. Eu não tinha conhecimento que em setembro de 2007 a Fifa viria com um caderno novo, o que surpreendeu a todos. O nosso projeto e as nossas afirmações eram baseadas no caderno de 1995.</p>
<p>Eu tenho feito a seguinte analogia, é um Stock Car e uma Fórmula 1. O campeonato do mundo e os estádios eram uma corrida de carros reformados, velhos, adequados e hoje, com as novas exigências da Fifa, são uma Fórmula 1, uma Ferrari. Quem vai pagar essa Ferrari? Quem é o beneficiado deste espetáculo? É o estado, é a cidade, não é o clube. Porque o Atlético não precisa de uma Ferrari para depois da Copa disputar o campeonato estadual. Dentro dessa comparação, nossa realidade é a Stock Car. E aí? O que fazemos com a Ferrari? O Atlético já decidiu: não põe um tostão para a satisfação das exigências da Fifa. Para quê? Não tem nem razão, nem motivo.<br />
<strong><br />
E como resolver isso se a Copa de 2014 será no Brasil e é preciso atender às exigências da Fifa?</strong></p>
<p>Temos defendido que Minas Gerais tenha um estádio para Atlético e Cruzeiro. São Paulo deveria ser uma só arena para os três, e assim por diante. Uma só Arena para Atlético e Coritiba.<br />
Por um lado, a adequação para os jogos da Copa, na Arena do Atlético, está estimada em mais ou menos R$ 100 milhões. Por outro, o Coritiba precisa revitalizar a praça dele, tentou algumas alternativas, mas não se viabilizou. <strong>Porque não unirmos os interesses dos dois em uma só praça esportiva? Cada um fica com seu centro de treinamento, com a sua administração do futebol, e o nome seria Arena Atletiba</strong>. Eles vendem o Couto Pereira, pegam esse dinheiro e a gente termina a arena. Aí o estádio fica exclusivamente privado. Quando um joga fora o outro joga dentro, quando um joga sábado o outro joga domingo. Teremos 70 datas por ano para viabilizar. É uma equação geométrica, dois mais dois nesse caso serão cinco ou seis. Quando você tem massa, quantidade, você tem 70 jogos por ano, se tivermos os dois clubes. Senão teremos 35 no nosso e 35 no deles. Terão dois investimentos para serem amortizados e para dividir o uso pela metade.<br />
Lá em Munique eles construíram a Allianz Arena, a mais bela de toda Copa do Mundo da Alemanha. É o estádio oficial dos times TSV 1860 Munique e Bayern de Munique. Com uma cobertura de resina inflável, que recebe luz por dentro, ela fica ela fica azul quando joga o TSV 1860, e vermelha quando joga o Bayern.</p>
<p><strong><br />
A proposta de uma Arena Atletiba é bastante polêmica. A rivalidade entre os times não poderia inviabilizar esta ideia?</strong></p>
<p>Precisamos jogar fora a pobreza da aldeia e deixarmos de lado a emoção e a paixão, o fanatismo e a inveja. É preciso trabalhar o futebol, neste momento, como negócio, até para depois aumentarmos tanto o faturamento quanto a paixão.</p>
<p><strong>Você deixou de ser dirigente do Atlético no ano passado. Como torcedor você está sofrendo diante da péssima campanha na Série A?</strong></p>
<p>Muito. Porque com o sacrifício para deixar uma estrutura sem dívidas não era para estarmos sofrendo tanto. O futebol mudou muito nestes últimos cinco anos, tem uma podridão. E as pessoas não estão se dando conta. É diferente você ser dirigente, você tem sobre a cabeça uma pressão. Eu já não me lembrava mais como não era ser dirigente, depois de 14 anos no comando do Atlético. É muito bom não ser dirigente.</p>
<p><strong>E o que você responderia para os torcedores que pedem: “Volta Petraglia”?</strong></p>
<p>Isso não existe, não tem a menor possibilidade.</p>
<p><strong><br />
Por quê?</strong></p>
<p>Porque eu não quero. Eu acho que já passou, já virou a página. O que eu tinha que contribuir já contribuí. Já está aí o legado, nos 14 anos de trabalho: a vinda da Copa, a construção e conclusão da Arena, o campeonato brasileiro, o vice-campeonato da Libertadores, um clube sem dívidas, uma marca reconhecida, um case nacional e mundial. Já fiz a minha parte.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Corrida Quente (Esporte e Saúde)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/08/06/corrida-quente-esporte-e-saude/</link>
<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 12:54:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Indicada pelo Raul. Fui lá, e trouxe para cá. A notícia, porque, correr que é bom&#8230;nada! (piadi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Indicada pelo Raul. Fui lá, e trouxe para cá. A notícia, porque, correr que é bom&#8230;nada! (piadinha infame de ex-nadador)</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>A corrida mais quente da terra</strong></p>
<p><strong>Acompanhe a saga dos 5 brasileiros que disputaram a Badwater, uma das ultramaratons mais difíceis do mundo. O sexto brasileiro foi o vencedor Marcos Farinazzo, sua história está na matéria da Revista A+ deste mês.</strong></p>
<p>Desde a antiga Grécia, há 2.500 anos atrás, quando os mensageiros cruzavam montanhas para entregar mensagens importantes – os hemerodromoi que em grego significa aquele que corre durante todo o dia – acompanhamos a evolução desses corredores mundo afora.</p>
<p>No dia 13 de julho de 2009 foi disputada a AdventureCorps Badwater Ultramarathon, no deserto do Vale da Morte, Califórnia, EUA. A prova reúne a elite da ultramaratona mundial (80 corredores) para atravessar em menos de 60 horas a distância de 217km, que liga o ponto mais baixo e o mais alto dos Estados Unidos.</p>
<p>A prova foi um marco na história da ultramaratona brasileira, já que o subtenente do exército brasileiro Marcos Farinazzo foi o vencedor. Além de Farinazzo, outros 5 brasileiros foram selecionados: Sebastião Daguia – Suboficial da Marinha Brasileira, Ariovaldo Branco &#8211; empresário mineiro, Raphael Bonatto &#8211; atleta curitibano, Marco Chasilew &#8211; empresário carioca e Cas Camara – advogado atualmente vivendo na Flórida, conseguiram seu passaporte para a Badwater. Confira a seguir, os relatos e as façanhas de cada um desses verdadeiros  hemerodromoi brasileros. Suas dificuldades para vencer a natureza implacável de um dos lugares mais quentes do planeta Terra.</p>
<p><strong>Sebastião Daguia, grupo das 06h00.</strong></p>
<p>Quando foi dada a largada do primeiro grupo da Badwater, o sol ainda não havia ultrapassado as montanhas que encerram o Vale da Morte. Daguia partiu com a obstinação que os anos como militar lhe imprimiram. As passadas apressadas em ganhar metros, quilômetros, logo o fizeram chegaram em 2o lugar à Furnace Creek, primeiro Ponto de Controle (PC), no km 27, em 2h33min. O único atleta em sua frente era o jovem de 19 anos Nikademus Hollon. Daguia seguiu sem hesitação para o próximo PC, Stove Pipewells, no km 66.</p>
<p>Foi o primeiro a chegar até lá, com o tempo de 6h36min. Para chegar ao terceiro PC, Daguia teria que enfrentar uma súbita elevação (mais de 1600m) e um abrupto declive (mais de 900m) em menos de 50 km. Chegando em primeiro lugar à Panamint Springs com o tempo de 13h36min, Daguia estava começando a sentir os efeitos do extremo calor do deserto do Mojave. Os 115 km percorridos durante o dia cobraram seu preço durante a noite. Daguia viu sua chance de vitória esvanecer durante a madrugada, pouco antes de Darwin (4o PC), quando foi ultrapassado primeiramente por Zach Gingerich e depois por Farinazzo, que travavam uma batalha épica rumo à linha de chegada. Daguia exausto, deixava suas pernas se movimentarem quase que automaticamente, enquanto a noite terminava devagar.</p>
<p>Mais de 27 horas após o início da prova, Daguia finalmente chega a Lone Pine, no km 195 e inicia sua subida ao Mount Whitney, distante 22km porém com um ganho de mais de 1500m de elevação. Caminho lado a lado com Daguia nos últimos quilômetros da prova, onde ele conta emocionado toda sua trajetória até chegar à Badwater. Os mais de 6 anos em que ele sonhava ter a oportunidade de competir ali, das dificuldades com os treinos, do apoio dos amigos e da Marinha, da família que lhe dava o suporte emocional necessário pra finalizar uma das provas de resistência mais difíceis do mundo em 32h23min59seg.</p>
<p><strong>Ariovaldo Branco, grupo das 06h00</strong></p>
<p>Nos minutos que antecederam a largada, Daguia e Ariovaldo trocaram idéias sobre a estratégia da prova. Qual ritmo correr, quanto poupar, em quais pontos prestar atenção. Mas para Ariovaldo só uma coisa importava nesse momento: dar tudo de si pra atravessar os dois primeiros CPs e iniciar a subida para Townes Pass ( ainda durante o dia. E foi assim que Ari passou por Furnace Creek, em 2h38min.</p>
<p>Rumando para o 2o CP Ari parava às vezes pra se refrescar no carro de apoio. A essa altura, com a temperatura ambiente ultrapassando os 50º C e o sol castigando cada parte exposta do seu corpo, uma câimbra ensaiava atrapalhar sua corrida. A chegada a Stove Pipewells (2o CP) em 7h31min foi mais dura do que Ari havia imaginado. Treinando em média 180 km semanais para se preparar para a Badwater, estes 65 km castigaram principalmente seus pés. Uma bolha abaixo de uma calosidade no pé, começava a incomodar. Na subida para Townes Pass e na sequência a interminável descida para Panamint Springs (3º CP) seguiram sem muita surpresa. Ari sempre observando e perguntando quais eram os corredores que seguiam atrás dele, a quantos minutos estavam e qual era sua situação, subia muitas vezes correndo a parede em sua frente. Com o tempo de 15h51min Ari chega a Panamint, agora já sentindo fortes dores nos pés. O trecho seguinte foi o mais difícil da vida de Ari.  Por volta do km 127, Ari teve de fazer uma escolha: trocar o tênis por um par de Crocs ou abandonar a prova. Ari calçou as sandálias e foi vencendo passo a passo o deserto, até chegar em Darwin, no km 144.</p>
<p>Enfrentando seu pior medo, o de não completar a prova, Ari encontra um freira em pleno Vale Da Morte. Ela estava na equipe de apoio da atleta Lisa Smith e pôs uma toalha gelada sobre a cabeça de Ari. Disse pra ele ter forças que ele iria conseguir terminar a prova e lhe presenteou com um terço. Desse  momento em diante Ari, recuperado mentalmente volta a correr, descendo para o 5º CP em Lone Pine. A madrugada castiga um pouco mais os pés de Ari, mas a determinação para terminar  a prova o faria subir a montanha em 6h36min e cruzar a linha de chegada com o tempo de 38h47min03seg, com o terço nas mãos e os Crocs nos pés.</p>
<p><strong>Mauro Chasilew, grupo das 06h00</strong></p>
<p>Em 2007, Mauro correu sua primeira ultramaratona, a Brazil135. Experiente em corridas de aventura, ele terminou a prova com uma lesão nos dois tornozelos, que o fazia descer as montanhas da Serra da Mantiqueira de costas, tamanha era a dor e o desconforto. Porém nunca me esqueço do sorriso e da satisfação do Mauro, aproveitando a natureza e cada passo da dura jornada que ele havia percorrido. Em Badwater não seria diferente. Mauro trouxe os amigos para participarem da Badwater como equipe de apoio.</p>
<p>Mauro correu os primeiros 2 CPs com parcimônia. Teve a paciência suficiente pra cobrir quase 70km no deserto em 8h22min. Parava pra se refrescar no carro de apoio e quando se sentia mal, vomitava. Mas tudo parecia normal, até eu ver o Mauro com uma garrafa de água Perrier em pleno Vale da Morte. Confesso que fiquei com uma vontade imensa de tomá-la de sua mão, mas entendi que ela também era parte da grande festa que o Mauro estava pronto pra fazer no deserto.</p>
<p>Quando a primeira noite estava prestes a chegar, Mauro se sentia cansado, vendo sua saúde sendo debilitada por cada montanha cruzada, cada minuto no sol implacável dessa natureza incrível.  Mas nem isso o impediu de ver o por do sol, sentado na beira da estrada com sua equipe antes de Townes Pass. Admirar e respeitar a natureza desse lugar é obrigatório para qualquer aspirante a Badwater. Se sentindo fraco por causa do enjôo constante, Mauro não se alimentava normalmente. Teve seus momentos de baixa, vendo a previsão de terminar a prova com um tempo melhor sumir. Mas nada tirava o sorriso do seu rosto ao ponto de incomodar outras equipes que também participavam da prova: &#8221; &#8230; do que é que vocês estão rindo após correr 180km nesse inferno?&#8221;.</p>
<p>Mauro seguia num ritmo seguro, parava pra descansar e garantir que nada o tiraria da competição. Nem o incêndio que castigou o Mount Whitney e fez a organização da prova encurtar a distância final em 6 km. Mauro a apenas 2km da chegada teve de voltar até o último CP e lá receber a medalha de finalista, junto com a Buckle* (um prêmio para quem consegue completar a prova em menos de 48horas), com o tempo de 39h57min. O sorriso no rosto, inesquecível.</p>
<p><strong>Cas Camara, grupo das 06h00</strong></p>
<p>Cas tem uma história de vida com o Vale da Morte. Em 1992 sofreu um grave acidente de carro, quebrando as 2 pernas, ombro e costelas. Desde então volta todos os anos ao deserto para agradecer a Deus a sorte de estar vivo. Neste ano porém, após ter se classificado para a prova através da Brazil135, volta para tentar completar a prova dentro do tempo de 60 horas.</p>
<p>Cas tinha como equipe de suporte sua esposa, uma amiga e ninguém menos do que Valmir Nunes. Valmir preparou sua aclimatação, fazendo-o correr durante horas sob o forte sol de Badwater. Quando foi dada a largada, Cas estava confiante. Sabia que toda a estrutura que possuia lhe dava a segurança que necessitava pra pensar somente em correr. Chegou a Furnace Creek em 3h41min, seguindo com muito cuidado até Stovepipe Wells. Durante os quase 40km que separam os dois checkpoints, Cas viu sua preparação e treino desmoronarem. Vomitou algumas vezes, parou várias vezes para abaixar a temperatura corporal e descansar, chegando a Stovepipe em 11h40min.</p>
<p>Cas aproveitou o cair da noite pra dormir ali mesmo, no hotel localizado no 2º  checkpoint e após 8 horas de descanso, seguiu para Panamint Springs, distante quase 50km, chegando lá com o tempo de 30h11min. Ali Cas já imaginava ser o último corredor da prova, mas Jarom Thurston, americano veterano da Badwater e da Brazil135, também descansava no hotel em Panamint, se recuperando da insolação, desidratação e enjoo provocados pelo forte calor associado ao ganho de altitude (mais de 1700m de elevação vertical). Cas descansou novamente em Panamint e seguiu para Darwin. A nova subida para o 4o checkpoint foi mais do que brutal. Cas parava  no carro de apoio, vomitava, andava, trotava e descansava novamente. A luta contra os elementos, empurrando seu corpo a extremos o levou até a exaustão, diversas vezes.</p>
<p>Após 48h50min ele chega a Darwin e segue para Lone Pine. Incrivelmente recuperado percorre 51km em menos de 8 horas, chegando em Lone Pine com o tempo de 56h27min. Começa aí seu maior pesadelo. Ele tinha aproximadamente 3 horas e meia para completar a subida para Mount Whitney, ou seja, subir em 21 km mais de 1500m de elevação vertical. Emocionados com o drama de Cas e sua luta contra o tempo, os brasileiros que já haviam terminado a prova seguiram com ele o percurso, numa tentativa desesperada de lhe dar forças pra completar seu sonho pessoal. Não havia mais energia dentro dele pra dar sequer um passo. Cas deitava no chão, na vã esperança do tempo parar, enquanto ele fechasse os olhos por alguns minutos. Com o apoio da equipe e de amigos, Cas consegue cruzar a linha de chegada mas ultrapassa o tempo de 60 horas por apenas 45 minutos. Todos muito emocionados, o abraçam e comemoram sua vitória contra a morte que ele viu de perto no vale.</p>
<p><strong>Raphael Bonatto, grupo das 08h00</strong></p>
<p>Quando começou a praticar corridas, ainda com 7 anos de idade, Bonatto nunca imaginou que um dia, suas pernas o levariam para os lugares mais inóspitos da Terra. Tendo participado de diversas provas de 100km, 24horas e 100 milhas, foi na Brazil135 2009  que Bonatto finalmente obteve sua classificação pra Badwater. Único brasileiro a largar no grupo das 08h00, Bonatto estava confiante. Com treinos que incluíam rodagens superiores a 100 km por semana, treinos em sauna pra simular o calor do deserto e musculação, ele esperava ter se preparado de maneira adequada para o desafio. Porém o deserto é cheio de surpresas.</p>
<p>Bonatto passou forte por Furnace Creek, com o tempo de 2h34min. Quem larga mais tarde já parte com um sol a pino, e um calor de mais de 50º C. No caminho para Stovepipe Wells, Bonatto ia lentamente e sem perceber, entrando num estado de insolação, o que para a maioria dos corredores significa o início do fim da corrida.</p>
<p>Chegando a Stovepipe em 7h22min, Bonatto parou para descansar um pouco e sair do sol fustigante. Foi então que sentiu os primeiros sinais da degradação provocada pela exposição ao sol e somada à baixa umidade. Fraqueza, mal-estar e uma temperatura corporal ultrapassando os 39º C. Lutando contra seus instintos, ele tenta prosseguir mas é convencido a descansar um pouco antes de continuar.</p>
<p>Após 4 horas de descanso, mas ainda se sentindo muito mal, Bonatto deixa Stovepipe e ruma para Townes Pass (ponto mais alto dessa primeira parte da prova), distante 18 milhas. Ali usa um último recurso para tentar se recuperar: finca uma estaca no chão para marcar o lugar onde parou (estaca cedida pela organização da prova) e volta para Stovepipe para mais 6 horas de descanso. Após algumas horas de sono profundo, Bonatto retorna para Townes Pass, retira a estaca do chão e segue recuperado para Panamint, onde passa com o tempo de 25h45min. No restante da subida para Darwin, Bonatto só pensava que não conseguiria terminar a prova no tempo desejado nem traria pra casa um prêmio extra, o Buckle, uma fivela representando que o corredor terminou a Badwater em menos de 48 horas.</p>
<p>Mas foi em Darwin que tudo mudou. Não sei se foi o voo rasante de 2 caças F-22, que passaram a menos de 30 metros de nossas cabeças (o Mojave é area de exercícios militares) ou a vista maravilhosa do final do Vale da Morte ou ainda a roupa especial pra corrida no deserto que Bonatto havia comprado, mas até então não tinha testado; mas o fato é que ele voltou a correr com velocidade e só parou porque a umidade baixa havia comprometido os microvasos do seu nariz, que romperam numa torrente de sangue. Parando por alguns minutos para estancar o sangue, Bonatto tem uma outra surpresa: Jarom Thurston, o veterano, o alcança e eles resolvem terminar a prova juntos, um atleta auxiliando o outro, duas equipes juntas em prol de uma meta em comum. E foi assim que eles cruzaram a linha de chegada. Raphael com o tempo de 45h23min49seg e Jarom Thurston com 47h23min49seg (grupo das 06h00). Raphael  com a foto da filha na mão, emocionado, abraça sua equipe e comemora esta vitória que ficará pra sempre impressa em sua vida.</p>
<p><strong>Como ganhar a Badwater em 5 passos:</strong></p>
<p>1.Aprenda a comer pouco (o Farinazzo comeu 250g de carne enlatada, 250g de ravióli enlatado, 20 pacotinhos de m&#38;m, 3 coca-colas, 5 pacotes de batata frita e 10 carbogel)</p>
<p>2.Beba o suficiente para não desidratar, mas não muito para não ter hiponatremia (aproximadamente 4 litros de água por hora)</p>
<p>3.Tenha pelo menos 40 anos (nos últimos 10 anos, somente 2 corredores tinham menos do que 40 anos)</p>
<p>4.Corra pelo menos 100 milhas por semana (alguns corredores chegam a 150  milhas).</p>
<p>5.Se classifique (provas como a Badwater exigem o corredor ter no currículum outras provas de ultra. Uma boa dica é começar pela brasileira Brazil135, que acontece em janeiro.)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Péssimo Hábito, Um Novo Vício (Esporte e Saúde)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/07/15/um-pessimo-habito-um-novo-vicio-esporte-e-saude/</link>
<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 14:09:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sim, considero uma doença. E sem dúvida, uma das piores. O vício por computadores, pelo virtual, tra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sim, considero uma doença. E sem dúvida, uma das piores. O vício por computadores, pelo virtual, traz comportamentos terríveis. Conheço, infelizmente, pessoas que não vivem sem Orkut, sem MSN, ou e-mail. Podem ser úteis, e até necessários. Mas não um fim em si. Uma pena, pois a fuga do mundo real nos torna cada vez mais solitários, isolados, egoístas e, porque não, nos torna cada vez pessoas piores.</p>
<p>Esta é para quem também pensa que &#8220;tudo demais é muito!&#8221;</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>Dependência em games e web cresce e já tem tratamento em vários países </strong></p>
<p><strong>ALMUDENA SERPIS</strong></p>
<p>da <strong>Efe</strong></p>
<p> </p>
<p>Enquanto a crise se estende pelo mundo, alguns se refugiam em um espaço virtual que acaba levando à &#8220;ciberdependência&#8221;, um problema que em países como China, Coreia do Sul e Holanda já é tratado como uma patologia social em centros de reabilitação para viciados em videogames e internet.</p>
<p>A fundadora da organização americana de ajuda a ciberdependentes &#8220;Online Gamers Anonymous&#8221;, Elizabeth Woolley, explicou que a tendência é a de que a situação piore.</p>
<p>“Cada vez mais há gente presa. Daqui a um ano haverá até um aumento maior daqueles que queiram deixar o vício: serão os que começaram a jogar compulsivamente em tempos de crise, se escondendo no mundo virtual&#8221;, afirmou Wolley.</p>
<p>O crescimento na venda de videogames está garantida. O setor deverá faturar US$ 90 bilhões mundialmente em 2015, segundo anunciou em julho passado o fundador da Games Workshop, Ian Livingstone, na Feira Internacional de Lazer Interativo Gamelab 2009, na Espanha.</p>
<p>A dependência dos videogames afeta pessoas de todas as idades, que jogam sem intervalo até 16 horas diárias, e que acabam perdendo o contato com amigos e parentes, descuidando da mente e do corpo, como conta Wolley.</p>
<p>&#8220;World of Warcraft&#8221;, &#8220;StarCraft&#8221; e &#8220;Counter Strike&#8221; são alguns dos mais viciantes, já que colocam os jogadores em um mundo de seres virtuais com poderes sobrenaturais.</p>
<p><strong>Clínicas</strong></p>
<p>Coreia do Sul, Japão e China contam com o maior número de centros de reabilitação para os que sofrem de síndrome de abstinência cibernética.</p>
<p>No Japão, os viciados em videogames têm nome próprio: são os viciados em tecnologia, os chamados hikikomori, palavra que em japonês significa &#8220;reclusão&#8221; ou &#8220;isolamento&#8221;.</p>
<p>O Vietnã abriu seu primeiro centro em novembro de 2008.</p>
<p>A Europa teve seu primeiro em Amsterdã, o &#8220;Smith and Jones&#8221;, cujo departamento dedicado a viciados em internet completa dois anos neste mês.</p>
<p>Os sintomas de abstinência são os típicos da privação de qualquer droga: depressão, ansiedade, náuseas, medo, irritabilidade e até comportamento violento.</p>
<p>Um estudo do professor Gert-Jan Meerkerk, publicado pela agência holandesa de estudo do comportamento humano IVO, explica que &#8220;além de criar dependência, o uso (compulsivo) da internet também foi associado com isolamento social, solidão, depressão e com a perda de bem-estar psicológico em geral&#8221;.</p>
<p>Segundo Woolley, o tempo de recuperação médio é de 90 dias, mas a maioria volta a recair assim que surge algum problema em sua vida.</p>
<p>Esse tipo de dependência também produz lesões físicas como inflamação na pele, problemas musculares e dores nas costas. &#8220;A saúde geral desses viciados também piora pela falta de exercício, luz solar e ar fresco, o que fragiliza o sistema imunológico&#8217;, explicou.</p>
<p>No verão de 2005, as autoridades da Coreia do Sul anunciaram que um homem morreu após jogar durante 50 horas, só parando brevemente para dormir algumas vezes.</p>
<p>Por isso, esses centros especializados em tratar ciberdependentes seguem recebendo mais e mais visitantes, que escolhem se internar ou que procuram ajudar parentes ou amigos.</p>
<p>Alguns videogames são tidos como auxiliares em exercícios físicos, na cozinha, no desenvolvimento da memória &#8211;e outros muitos têm fins didáticos para as crianças.</p>
<p>Mas, como afirma Woolley, &#8220;aqueles que abusam dos videogames se transformam em autênticos robôs, em pessoas que já não vivem neste mundo, mas em um que está do outro lado da tela&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jovens Obesos (Esporte e Saúde)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/07/02/jovens-obesos-esporte-e-saude/</link>
<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 19:44:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/07/02/jovens-obesos-esporte-e-saude/</guid>
<description><![CDATA[É um assunto muito delicado, e que merece toda a nossa atenção, especialmente para aqueles que são/s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É um assunto muito delicado, e que merece toda a nossa atenção, especialmente para aqueles que são/serão pais em breve. Em uma sociedade consumista, é difícil segurar determinados tipos de agressões.</p>
<p>Parabéns a RETS (Revista do Terceiro Setor)</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>&#8216;Obesidade atinge seis milhões de jovens brasileiros&#8217; </strong></p>
<p><em>Vera Lúcia Perino Barbosa é especialista em nutrição materno-infantil pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo [UNIFESP/EPM], mestre em Ciência na Saúde pela mesma universidade e autora do livro Obesidade na Infância e na Adolescência &#8211; Exercício, Nutrição e Psicologia. Vera Lúcia é também idealizadora e presidente do Instituto Movere, criado em 2004 com o objetivo de prevenir e tratar crianças e adolescentes de baixa-renda, de 6 a 17 anos, com obesidade ou sobrepeso. </em></p>
<p><em>De acordo com pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, em abril de 2009 (veja enlace ao lado), 43,3% dos brasileiros adultos estão com excesso de peso. Desses, 13% são obesos. Os dados são referentes a 2008 e revelam o crescimento da obesidade no Brasil. Em 2007, o índice era de 12,9% e, em 2006, 11,4%. </em></p>
<p><em>A obesidade atinge seis milhões de crianças e jovens brasileiros. Para Vera Lúcia é preciso encarar a obesidade como um problema grave de saúde pública que exige um trabalho estratégico elaborado por instituições públicas, escolas, profissionais de saúde e sociedade. </em></p>
<p><em>Nessa entrevista, a especialista explica o trabalho do instituto, fala sobre causas e conseqüências da obesidade e destaca a importância do envolvimento familiar no tratamento da obesidade infantil. &#8220;Para ajudar seu filho a vencer o desafio do controle de peso, busque orientação e apoio, mas além disso, seja um modelo positivo nas suas atitudes, nos seus hábitos alimentares e nas suas atividades físicas.&#8221;</em></p>
<p><strong>Rets &#8211; </strong>Qual foi a motivação para se criar uma entidade que atua na prevenção e no combate à obesidade infantil?</p>
<p><strong>Vera Lúcia Perino Barbosa &#8211; </strong>Certamente, foi contribuir para melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes com obesidade. Quando fiz minha especialização na UNIFESP atuei no ambulatório, trabalhando como agente estimulador, orientando os pacientes obesos a vivenciarem atividades motoras &#8211; até então desprezadas &#8211; e criando oportunidades de adoção de um novo modo de vida para eles. Lá, percebi que crianças e adolescentes com sobrepeso enfrentam sérias conseqüências orgânicas, sociais e emocionais. Já no instituto, tenho a felicidade de ver o progresso das crianças que fazem parte desse projeto. Todos aqui se emocionam quando recebemos relatos que contam como essas crianças conseguiram melhorar seu relacionamento na escola, na família e na vizinhança. Saber que o instituto contribuiu para a melhora da saúde física e mental delas é o que nos motivou e nos motiva a continuar esse trabalho.</p>
<p><strong>Rets &#8211; </strong>Qual é a importância do tratamento da obesidade infantil?</p>
<p><strong>Vera Lúcia Perino Barbosa &#8211; </strong>Atualmente em todo o mundo, mais de dois milhões de mortes estão associadas à inatividade física e à obesidade &#8211; uma vez que esses dois fatores contribuem com a incidência de doenças crônicas não-transmissíveis [DCNTs], tais como doenças cardiovasculares, cânceres e diabetes. Só essas doenças contribuem com quase 60% dessas mortes e a previsão é que em 2020 o índice suba para 73%.</p>
<p>No Brasil, nos últimos 30 anos, observamos o rápido aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade. Dados do IBGE de 2004 mostram que nesse período o número de adolescentes do sexo masculino acima do peso subiu de 4% para 18% e, em adolescentes do sexo feminino, subiu de 7,5% para 15,5%. Hoje, a obesidade atinge seis milhões de jovens brasileiros.</p>
<p><strong>Rets &#8211; </strong>É extremamente preocupante.</p>
<p><strong>Vera Lúcia Perino Barbosa &#8211; </strong>É sim. Esse aumento da prevalência de obesidade e sobrepeso na infância é preocupante porque crianças obesas apresentam maiores riscos de se tornarem adultos obesos, além de sofrerem com diversas condições mórbidas associadas, tais como: aumento da pressão arterial, doenças cardiovasculares, alterações ortopédicas e de mobilidade.</p>
<p><strong>Rets &#8211; </strong>Mas o que causa a obesidade?</p>
<p><strong>Vera Lúcia Perino Barbosa &#8211; </strong>Vários fatores são importantes na origem do acúmulo excessivo de gordura corporal. Basicamente, podemos separar em dois grandes grupos: internos (genéticos, fisiológicos e metabólicos) e externos (alimentares, psicológicos e os relacionados à prática de atividade física).</p>
<p><strong>Rets &#8211; </strong>Você poderia explicar melhor esses fatores?</p>
<p><strong>Vera Lúcia Perino Barbosa &#8211; </strong>Claro. Os genéticos se apresentam quando a criança possui uma predisposição genética à obesidade. Se numa família, os pais ou parentes apresentam obesidade, a chance da criança nascer com tendência a ser obesa é maior. Quando o peso dos pais é normal, há 7% de probabilidade dos filhos apresentarem obesidade; quando um dos pais é obeso, 40%; e quando ambos forem obesos é de 80%.</p>
<p>Nos aspectos fisiológicos, temos o hipotireoidismo (quando a tireóide produz pouco hormônio e faz com que o corpo funcione lentamente e a conseqüência disso pode ser o sobrepeso) e a baixa produção do hormônio HGH (produzido pela hipófise, glândula localizada na base do cérebro; a baixa produção desse hormônio causa acúmulo de gordura no tronco e na barriga).</p>
<p>Já os metabólicos estão relacionados à forma como o organismo de cada pessoa funciona. Por exemplo: há crianças que possuem um metabolismo que facilita o aumento de peso mesmo que ela coma pouco, e há outras que comem muito e não ganham peso. É importante lembrar que quando falamos de metabolismo, estamos nos referindo ao gasto energético, ou seja, à energia gasta pelo organismo para realizar todo tipo de atividade. Esse gasto é composto por: metabolismo basal, termogênese e atividade física. Desses componentes, o único que pode ser modificado é a atividade física. Assim, o objetivo aqui é aumentar o gasto energético.</p>
<p><strong>Rets &#8211; </strong>Mas não são apenas esses fatores que influenciam na obesidade, certo?</p>
<p><strong>Vera Lúcia Perino Barbosa &#8211; </strong>Certo. É fato que os fatores internos incidem seriamente na ocorrência da obesidade, mas estudos comprovam que mudanças nos padrões nutricionais e comportamentais relacionados a mudanças demográficas, socioeconômicas e epidemiológicas, ao longo do tempo, estão refletindo na redução progressiva da desnutrição e no aumento da obesidade.</p>
<p><strong>Rets &#8211; </strong>Esses são os fatores externos?</p>
<p><strong>Vera Lúcia Perino Barbosa &#8211; </strong>Sim. Nos alimentares, os tipos de alimentos, a forma de preparo, as preferências alimentares e a quantidade ingerida incidem no excesso de peso. Nos psicológicos, problemas emocionais podem levar a criança ou o adolescente a comer mais, usando o alimento como mecanismo de compensação ou defesa. Sobre atividade física, o estilo de vida sedentário leva à diminuição do gasto energético e como resultado temos o acúmulo de gordura corporal.</p>
<p><strong>Rets &#8211; </strong>Com tantos aspectos a serem analisados, como a criança começa suas atividades no Instituto Movere?</p>
<p><strong>Vera Lúcia Perino Barbosa &#8211; </strong>As crianças e os adolescentes chegam ao instituto por vários caminhos. Elas podem ser encaminhadas pelo conselho tutelar, por assistentes sociais, postos de saúde, escolas, hospitais etc. Há também casos de pais que não chegam de um encaminhamento, mas ligam para o instituto e marcam uma entrevista.</p>
<p>Nessa entrevista, uma equipe multidisciplinar faz uma triagem e encaminha as crianças e os adolescentes para a Santa Casa para fazer os exames médicos. Depois, essa equipe &#8211; composta por profissionais de nutrição, psicologia e educação física &#8211; inicia, de fato, as atividades da criança no instituto.</p>
<p><strong>Rets &#8211; </strong>Que atividades são oferecidas?</p>
<p><strong>Vera Lúcia Perino Barbosa &#8211; </strong>A equipe constrói um programa de atividades, que respeita as características psicofísicas da criança, e um programa de exercícios, composto por práticas aeróbicas, exercícios resistidos, alongamentos e atividades lúdicas. Definimos a orientação nutricional, que envolve até aulas teóricas e práticas na cozinha experimental e, fechando o ciclo, são realizadas dinâmicas de grupo com uma psicóloga, uma vez por semana. Vale destacar que os pais também são atendidos pelo programa.</p>
<p><strong>Rets &#8211; </strong>E quais são os resultados obtidos?</p>
<p><strong>Vera Lúcia Perino Barbosa &#8211; </strong>Com essas atividades, em curto tempo, já observamos melhoras importantes nos riscos para a saúde dessas crianças e adolescentes. Percebemos melhoras nas taxas de colesterol, hipertensão, na composição corporal (com diminuição de gordura e aumento da massa magra), além de mudanças significativas no padrão de qualidade da alimentação tanto das crianças quanto de seus familiares e principalmente melhora da auto-estima.</p>
<p><strong>Rets &#8211; </strong>Quais são os principais programas do instituto?</p>
<p><strong>Vera Lúcia Perino Barbosa &#8211; </strong>O projeto Qualidade de Vida (Prevenção de Comorbidades e Melhoria da Qualidade de Vida em Crianças e Adolescentes Obesos de Baixa Renda) é o nosso carro-chefe. Ele vem sendo realizado há cinco anos, atendendo diretamente 220 crianças e adolescentes e suas famílias. Outro projeto importante é o Capacitação, voltado para a formação de profissionais da área de saúde e educação Estes profissionais são sensibilizados a mobilizar e conscientizar a comunidade sobre a importância da prevenção e do tratamento da obesidade infanto-juvenil por meio de diagnóstico precoce e com informações sobre as conseqüências da obesidade na saúde e na expectativa de vida das crianças.</p>
<p>Temos também o projeto Personagens, que foi idealizado para facilitar a compreensão dos recursos disponíveis na elaboração de uma dieta saudável. Os bonecos Moverita e Moverito são feitos de pano e trazem uma pirâmide nutricional impressa nas costas &#8211; o que facilita a escolha dos alimentos que vão compor a dieta da criança.</p>
<p><strong>Rets &#8211; </strong>Sabemos que há outros projetos previstos para serem realizados este ano. Você pode falar sobre eles?</p>
<p><strong>Vera Lúcia Perino Barbosa &#8211; </strong>Claro. Conseguimos uma parceria com a Berkeley University, da Califórnia, que nos cedeu os direitos de reprodução de uma cartilha educativa, desenvolvida pela Dra. Joanne Ikeda, voltada para orientação dos pais sobre a obesidade. Contamos com o trabalho voluntário de diversos profissionais para traduzir, diagramar e ilustrar o material. Agora estamos buscando patrocínio para a impressão dessas cartilhas.</p>
<p>Numa outra ponta, queremos reaplicar o projeto em comunidades de baixa renda e fazer mais campanhas de alerta contra a obesidade infantil. Primeiramente, pensamos em atingir a Zona Leste de São Paulo, por se tratar de uma região com bolsões de pobreza e com grande vulnerabilidade social, ampliando o acesso aos programas já consolidados a todas as pessoas que, direta ou indiretamente, possam vir a ser beneficiados.</p>
<p>Com a campanha &#8220;Obesidade infantil é um peso que se leva para toda a vida&#8221;, queremos sensibilizar as pessoas sobre os riscos inerentes a esta doença e mostrar como ela pode marcar uma pessoa desde a infância até a vida adulta. Essa campanha foi desenvolvida porque no dia a dia do instituto o que vemos são pais totalmente desinformados sobre a obesidade infantil, sem saber lidar com crianças que não querem ir para a escola devido ao excesso de peso, sem entender crianças com depressão, com baixa auto-estima e com problemas de saúde. Então, organizamos a campanha &#8211; elaborada e discutida exaustivamente com toda nossa equipe, com pais e profissionais de saúde e comunicação &#8211; totalmente voltada para os pais e cuidadores das crianças, destacando seu papel na criação da criança e do adolescente com obesidade ou sobrepeso.</p>
<p><strong>Rets &#8211; </strong>Além disso, o que se pode fazer para reverter esse panorama do crescimento das taxas de obesidade?</p>
<p><strong>Vera Lúcia Perino Barbosa &#8211; </strong>Antes de tudo, é preciso saber que a obesidade é um problema grave de saúde pública e que exige urgentemente um trabalho realmente estratégico, com ações pensadas pelo poder público, escolas, profissionais de saúde e sociedade.</p>
<p>Quero acrescentar que crianças e famílias lidam com essa situação de formas diferentes: algumas fazem dela o foco de sua vida familiar e outras fingem que o problema não existe. Mas há duas verdades básicas para todas as famílias. Em primeiro lugar, os pais influenciam constantemente o relacionamento de seus filhos com os alimentos, com atividades físicas e com eles próprios. Em segundo lugar, o controle de peso é um problema familiar, que exige uma solução familiar. Para ajudar seu filho a vencer o desafio do controle de peso, busque orientação e apoio, mas além disso, seja um modelo positivo nas suas atitudes, nos seus hábitos alimentares e nas suas atividades físicas.</p>
<p>Por: <a href="mailto:viviane@rits.org.br">Viviane Gomes</a></p>
<p><strong>Acesse também: <a href="http://www.rets.org.br/rets/servlet/newstorm.notitia.apresentacao.ServletDeSecao?codigoDaSecao=20&#38;dataDoJornal=atual">Obesidade e consumo</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Heart Attack (Esporte e Saúde)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/06/30/heart-attack-esporte-e-saude/</link>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 14:16:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Alguns podem perguntar porque eu coloquei na categoria Esporte e Saúde. Leiam e vão saber não apenas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Alguns podem perguntar porque eu coloquei na categoria Esporte e Saúde. Leiam e vão saber não apenas o motivo, mas irão imaginar até o horror de quem for a um lugar desses.</p>
<p>Tenho dito. Culpa desse maldito consumismo. Já chega por aqui. Aliás, hoje inaugura o Outback do Shopping Curitiba. Vai lá comer uma &#8220;carninha&#8221;???</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>Lanchonete promove &#8216;menu do ataque cardíaco&#8217; com hambúrguer de 8 mil calorias</strong></p>
<p><em>Restaurante do Arizona, EUA, decorado como hospital e garçonetes &#8216;enfermeiras&#8217; causa polêmica.</em></p>
<p>Da BBC. Fonte: G1</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Uma lanchonete temática dos Estados Unidos está usando um menu insalubre, rico em gordura e calorias, e garçonetes &#8216;enfermeiras&#8217; como forma de atrair fregueses. No Heart Attack Grill (&#8220;Grill do Ataque Cardíaco&#8221;, em tradução livre), em Chandler, no Arizona, a decoração lembra um hospital, as garçonetes se vestem como sensuais enfermeiras e os clientes são chamados de &#8220;pacientes&#8221;.</p>
<p>A estrela do cardápio é o Quadruple Bypass Burger (&#8220;Hambúrguer da Ponte de Safena Quádrupla&#8221;, em tradução livre), uma iguaria de cerca de 8 mil calorias. Mas também é possível escolher outras variedades de sanduíche, batatas fritas em banha de porco, refrigerantes, bebidas alcoólicas e até cigarros sem filtro.</p>
<p><strong>Críticas </strong></p>
<p>Inaugurada em 2005 por um homem que se apresenta como Dr. Jon e se diz um médico não reconhecido pela Associação Americana de Medicina, a lanchonete passou a ser alvo de críticas por parte de associações de enfermagem, que reclamaram do que chamaram de &#8220;degradação&#8221; da imagem das enfermeiras. O local chegou a ser ameaçado de ser fechado pela promotoria-geral do Arizona, em 2006.</p>
<p>Governo, entidades profissionais e a administração da lanchonete chegaram finalmente a um acordo, pelo qual o site do restaurante foi obrigado a colocar uma mensagem dizendo que &#8220;o uso da palavra &#8216;enfermeira&#8217; tem apenas a intenção de ser uma paródia&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nenhuma das mulheres fotografadas em nosso site têm formação médica, nem tentam oferecer serviços médicos&#8221;, informa a página do Heart Attack Grill. &#8220;Se você tiver uma emergência médica, ligue para o (serviço de emergências americano) 911&#8243;.</p>
<p>Ainda no site, &#8220;Dr. Jon&#8221; informa que pretende tornar a lanchonete em um centro de dietas, para competir com programas conhecidos como o dos Vigilantes do Peso. &#8220;Nossos centros vão oferecer aos americanos algo que nenhum outro programa de regimes jamais conseguiu fazer: uma dieta da qual você pode verdadeiramente gostar e manter pelo resto da vida&#8221;, afirma o dono da lanchonete.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Água vs. Isotônico (Especial Esporte e Saúde)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/06/19/agua-vs-isotonico-especial-esporte-e-saude/</link>
<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 21:05:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Amigos frequentadores do DEBATEPRONTO, Estou trazendo essa matéria por julgar elucidativa, uma vez q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Amigos frequentadores do DEBATEPRONTO,</p>
<p>Estou trazendo essa matéria por julgar elucidativa, uma vez que é cada vez mais comum entre jovens e adolescentes o consumo de bebidas isotônicas como sendo um mero refresco, daí que é importante o alerta de que esta é uma bebida que tem a função de reposição de nutrientes perdidos durante atividades físicas de forma que não é prudente o seu consumo indiscriminado. A matéria a seguir não aborda diretamente esse ponto, mas nos dá um claro entendimento de que o uso de isotônicos é ainda questionado até mesmo entre atletas e profissionais do esporte, o que endossa o alerta.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Raul Avelino.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>ÁGUA X ISOTÔNICO &#8211; Saiba qual a melhor opção de hidratação para cada momento do seu treinamento</strong></p>
<p><strong><em>Por Odara Gallo</em></strong><em></em></p>
<p>Fonte: Revista O2 – Sexta-feira, 19 de junho de 2009.</p>
<p>Seja entre os atletas amadores, profissionais ou corredores de fim de semana, existe um assunto que é preocupa a todos: a hidratação. É comum ouvirmos dizer que só a água é suficiente para manter um atleta hidratado por determinado período de treinamento, ou mesmo que beber isotônico pode fazer mal para a saúde. Mas será que existe uma regra para saber qual é a melhor opção para cada tipo de rotina de treino?</p>
<p>A nutricionista Mariana Escobar, da PUC de Porto Alegre, explica que a hidratação do exercício depende de fatores como a duração do exercício, intensidade, modalidade, temperatura, ambiente, entre outras variantes. “Mas, de maneira geral, em exercícios de até 45 minutos de duração a hidratação somente com água é o suficiente”, afirmou Mariana.</p>
<p><strong>Poder do isotônico</strong></p>
<p>Apesar da água cumprir bem o papel de manter o corpo do atleta hidratado em treinos relativamente curtos, a hidratação com isotônico logo no início da atividade não tem contra-indicações. “Normalmente, as bebidas esportivas possuem, além de eletrólitos, o carboidrato, que pode ser uma boa opção para os corredores que não toleram o carboidrato sólido ou em gel, trazendo assim um benefício”, disse a nutricionista.</p>
<p>Além disso, o isotônico possui a composição aproximada às perdas por meio do suor, ou seja, mantém o equilíbrio entre água e sais minerais. “Não acredito que haja desvantagens em consumir bebida esportiva nos primeiros minutos da atividade, pelo contrário, é uma ótima opção para começar o exercício já hidratado e com energia, pois o sódio e o potássio encontrados na bebida otimizam a hidratação”, completou.</p>
<p><strong>Moderação na ingestão</strong></p>
<p>É importante o atleta ter em mente que o isotônico deve ser usado com moderação. “A cada 60 minutos de corrida, o corredor deve repor cerca de 50g de carboidratos. Como cada copo de bebida esportiva (200ml) possui 12g de carboidrato, o indicado é consumir no máximo cinco copos. Se houver necessidade de uma maior hidratação, devemos intercalar a bebida esportiva com água”, explicou Mariana Escobar.</p>
<p>Mesmo com todas as vantagens que as bebidas esportivas proporcionam para os atletas, existem aqueles que não se adaptam ao consumo da bebida. O que fazer nesse caso? O corredor Antônio Sérgio Silva, 45 anos, analista tributário, pratica o esporte há quatro anos e, apesar de gostar de provas que tenham postos de hidratação com isotônico, costuma utilizar uma alternativa durante os treinos. “Utilizo água com maior freqüência do que o isotônico, que são substituídos por frutas”, conta. Outra boa opção para repor os sais minerais é beber água de coco, que funciona como um isotônico natural.</p>
<p><strong>Acerte a medida</strong></p>
<p>Para planejar bem a sua hidratação durante treinos e provas, a nutricionista indica o método de pesagem. O atleta deve se pesar antes e depois de cada treino e somar o peso perdido com a quantidade de líquido ingerida. Essa será a perda total ocorrida durante o exercício. Com o resultado em mãos, o corredor fica sabendo a quantidade ideal de líquidos que deve ingerir. “Caso seja muito complicado para o atleta se pesar antes e depois dos treinos, existe uma regra básica geral, que é beber de 150 a 200ml a cada 20 minutos de treino”, sugeriu a nutricionista.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[bikest]]></title>
<link>http://matheusml.wordpress.com/2009/04/30/bikest/</link>
<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 22:36:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>matheusml</dc:creator>
<guid>http://matheusml.wordpress.com/2009/04/30/bikest/</guid>
<description><![CDATA[Mountain Bike, traduzido literalmente como Bicicleta de Montanha, é um tipo de bicicleta usado no Mo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://matheusml.wordpress.com/files/2009/04/9146bicicleta.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-14" title="9146bicicleta" src="http://matheusml.wordpress.com/files/2009/04/9146bicicleta.jpg" alt="9146bicicleta" width="450" height="337" /></a>Mountain Bike</strong>, traduzido literalmente como Bicicleta de Montanha, é um tipo de bicicleta usado no <strong>Mountain Biking</strong>, uma modalidade de <a title="Ciclismo" href="http://matheusml.wordpress.com/wiki/Ciclismo">ciclismo</a> na qual o objetivo é transpor percursos com diversas irregularidades e obstáculos. Em alguns países de lingua latina o esporte é chamado de <strong>Bicicleta todo terreno</strong> ou <strong>BTT</strong> (Bicicleta Todo o Terreno). No Brasil é chamado popularmente de <strong>Mountain Bike</strong>, eventualmente de <strong>Ciclismo de Montanha</strong> ou <strong>Mountain Biking</strong> e comumente abreviado como <strong>MTB</strong> ou esporadicamente como <strong>BTT</strong>.</p>
<p><!--more--><a href="http://matheusml.wordpress.com/files/2009/04/mountain-bike-sul-lago-di-garda.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-11" title="mountain-bike-sul-lago-di-garda" src="http://matheusml.wordpress.com/files/2009/04/mountain-bike-sul-lago-di-garda.jpg" alt="mountain-bike-sul-lago-di-garda" width="400" height="300" /></a></p>
<p>O Mountain Bike é praticado em estradas de terra, trilhas de fazendas, trilhas em montanhas e dentro de parques e até na Cidade.</p>
<p>Mountain Bike é um esporte que envolve resistência, destreza e auto-suficiência. Como é comum a prática do esporte em locais isolados, o aspecto de auto-suficiência é importante para que o ciclista consiga realizar pequenos reparos em sua bicicleta.</p>
</div>]]></content:encoded>
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