<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>estatutos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/estatutos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "estatutos"</description>
	<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 10:11:57 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[La editorial Atrapasueños comienza nueva etapa y celebra su Asamblea Constituyente]]></title>
<link>http://atrapasuenos.wordpress.com/2009/11/24/atrapasuenos-asamblea-constituyente/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 12:29:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>atrapasueños</dc:creator>
<guid>http://atrapasuenos.wordpress.com/2009/11/24/atrapasuenos-asamblea-constituyente/</guid>
<description><![CDATA[Tras 9 años de trabajo ininterrumpido como colectivo editorial, Atrapasueños se formalizó como Socie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Tras 9 años de trabajo ininterrumpido como colectivo editorial, Atrapasueños se formalizó como Socie]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ESTATUTOS DE COOPFEAR]]></title>
<link>http://coopfear.wordpress.com/2009/11/23/estatutos-de-coopfear/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 22:41:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>coopfear</dc:creator>
<guid>http://coopfear.wordpress.com/2009/11/23/estatutos-de-coopfear/</guid>
<description><![CDATA[En el siguiente enlace puedes descargarte los Estatutos de nuestra cooperativa. ESTATUTOS DE COOPFEA]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En el siguiente enlace puedes descargarte los Estatutos de nuestra cooperativa.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#0000ff;"><a href="http://coopfear.wordpress.com/files/2009/11/estatutos-de-coopfear1.pdf">ESTATUTOS DE COOPFEAR</a></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Professores, Estatuto e Sindicatos]]></title>
<link>http://fjsantos.wordpress.com/2009/11/23/professores-estatuto-e-sindicatos/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 10:59:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>fjsantos</dc:creator>
<guid>http://fjsantos.wordpress.com/2009/11/23/professores-estatuto-e-sindicatos/</guid>
<description><![CDATA[Numa altura em que a mobilização dos professores nas escolas tem que ser a palavra de ordem de dirig]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Numa altura em que a mobilização dos professores nas escolas tem que ser a palavra de ordem de dirigentes, delegados e activistas sindicais, em especial no caso de um sindicato tão representativo como o SPGL, faz pouco sentido estar a discutir uma revisão estatutária do sindicato, ou a sua permanência numa confederação, quando o que está em jogo é acabar com a divisão da carreira, um modelo de avaliação formativo e justo e, acima de tudo, a devolução da democracia e da autonomia à gestão das escolas.</p>
<p>Por tudo isso é preciso dizer a quem dirige que:</p>
<p><a href="http://www.petitiononline.com/ver45gon/petition.html">ASSIM NÃO, DIRECÇÃO DO SPGL!<br />
SIM A UM SINDICATO MAIS FORTE, COMBATIVO E SOLIDÁRIO<br />
SIM A UM SINDICATO MAIS PRESENTE NAS ESCOLAS</a></p>
<p>Assina a petição:</p>
<p><a href="http://www.petitiononline.com/ver45gon/petition.html">http://www.petitiononline.com/ver45gon/petition.html</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Estatutos do Homem]]></title>
<link>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/23/os-estatutos-do-homem/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 05:41:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joe</dc:creator>
<guid>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/23/os-estatutos-do-homem/</guid>
<description><![CDATA[Os Estatutos do Homem (Ato Institucional Permanente) A Carlos Heitor Cony Artigo I Fica decretado qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a rel="attachment wp-att-2278" href="http://demodelando.wordpress.com/2009/11/23/os-estatutos-do-homem/liberdade-3/"><img class="alignleft size-full wp-image-2278" title="Liberdade" src="http://demodelando.wordpress.com/files/2009/11/liberdade.jpg" alt="" width="150" height="112" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Os Estatutos do Homem</p>
<p style="text-align:justify;">(Ato Institucional Permanente)</p>
<p style="text-align:justify;">A Carlos Heitor Cony</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo I</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Fica decretado que agora vale a verdade, agora vale a vida e, de mãos dadas, marcharemos todos pela vida verdadeira.<br />
 <br />
<strong>Artigo II</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive as terças-feiras mais cinzentas, têm direito a converter-se em manhãs de domingo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo III</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Fica decretado que, a partir deste instante, haverá girassóis em todas as janelas; que girassóis terão direito a abrir-se dentro da sombra; e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro, abertas para o verde onde cresce a esperança.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo IV<br />
</strong>  <br />
Fica decretado que o homem não precisará nunca mais duvidar do homem.<br />
Que o homem confiará no homem como a palmeira confia no vento, como o vento confia no ar, como o ar confia no campo azul do céu.</p>
<p style="text-align:justify;">        <strong>Parágrafo único</strong>:</p>
<p style="text-align:justify;">       O homem, confiará no homem como um menino confia em outro menino.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo V<br />
</strong> <br />
Fica decretado que os homens estão livres do jugo da mentira.<br />
Nunca mais será preciso usar a couraça do silêncio nem a armadura de palavras.<br />
O homem se sentará à mesa com seu olhar limpo porque a verdade passará a ser servida antes da sobremesa.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo VI</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Fica estabelecida, durante dez séculos, a prática sonhada pelo profeta Isaías, e o lobo e o cordeiro pastarão juntos e a comida de ambos terá o mesmo gosto de aurora.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo VII</strong><br />
 <br />
Por decreto irrevogável fica estabelecido o reinado permanente da justiça e da claridade, e a alegria será uma bandeira generosa para sempre desfraldada na alma do povo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo VIII</strong><br />
 <br />
Fica decretado que a maior dor sempre foi e será sempre não poder dar-se amor a quem se ama e saber que é a água que dá à planta o milagre da flor.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo IX</strong><br />
 <br />
Fica permitido que o pão de cada dia tenha no homem o sinal de seu suor.  <br />
Mas que, sobretudo, tenha sempre o quente sabor da ternura.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo X</strong><br />
 <br />
Fica permitido a qualquer  pessoa, a qualquer hora da vida, o uso do traje branco.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo XI<br />
</strong>  <br />
Fica decretado, por definição, que o homem é um animal que ama e que por isso é belo, muito mais belo que a estrela da manhã.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo XII</strong><br />
 <br />
Decreta-se que nada será obrigado nem proibido, tudo será permitido, inclusive brincar com os rinocerontes e caminhar pelas tardes com uma imensa begônia na lapela.</p>
<p style="text-align:justify;">        <strong>Parágrafo único</strong>:<br />
 <br />
        Só uma coisa fica proibida: amar sem amor.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo XIII</strong><br />
  <br />
Fica decretado que o dinheiro não poderá nunca mais comprar o sol das manhãs vindouras.<br />
Expulso do grande baú do medo, o dinheiro se transformará em uma espada fraternal para defender o direito de cantar e a festa do dia que chegou.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo Final</strong> </p>
<p style="text-align:justify;">Fica proibido o uso da palavra liberdade,  a qual será suprimida dos dicionários e do pântano enganoso das bocas.<br />
A partir deste instante a liberdade será algo vivo e transparente como um fogo ou um rio, e a sua morada será sempre o coração do homem.</p>
<p style="text-align:justify;">By Thiago de Mello.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La palabra de hoy 21 de noviembre de 2009]]></title>
<link>http://palabradevida.wordpress.com/2009/11/20/la-palabra-de-hoy-21-de-noviembre-de-2009/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 00:50:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>pacifista</dc:creator>
<guid>http://palabradevida.wordpress.com/2009/11/20/la-palabra-de-hoy-21-de-noviembre-de-2009/</guid>
<description><![CDATA[Moisés y Aarón se contaban entre sus sacerdotes, y Samuel, entre los que invocaron su nombre. Invoca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong><em><a href="http://palabradevida.wordpress.com/files/2009/11/pillar_fire_cloud.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2084" title="Pillar_Fire_Cloud" src="http://palabradevida.wordpress.com/files/2009/11/pillar_fire_cloud.jpg" alt="" width="480" height="435" /></a></em></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Moisés y Aarón se contaban entre sus sacerdotes,<br />
y Samuel, entre los que invocaron su nombre.<br />
Invocaron al Señor, y él les respondió;<br />
les habló desde la columna de nube.</em></strong><strong><em><br />
Cumplieron con sus estatutos,<br />
con los decretos que él les entregó.<br />
</em></strong>Salmos 99:6-7</p>
<p style="text-align:justify;">La característica que distingue a los verdaderos hombres de Dios y los separa de lo común y lo corriente es la obediencia a Dios. A muchos de ellos les tocó realizar acciones que se reñían con las buenas costumbres y con los preceptos de limpieza y santidad, tal como es el caso de Isaías, que le tocó andar desnudo y descalzo;  Ezequiel, que le tocó cocinar sus alimentos sobre una hoguera de excremento vacuno y Oseas, que le tocó casarse con una prostituta. A Abraham, el padre de la fe, se le exigió sacrificar a su propio hijo. A todos, sin excepción, se les requirió llevar a cabo actos para los cuales se necesitaba tener una extraordinaria dosis de valor e integridad.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Y a ti que te ha tocado llevar a cabo para cumplir con lo ordenado por Dios?</p>
<p style="text-align:justify;">Estoy seguro que no ha de ser algo mucho más especial que lo que Dios les exigió a estos grandes héroes de la fe. Aún así nos encontramos paralizados por una especie de terror o ignorancia que no nos permite poner en práctica lo que Dios nos ha estipulado. ¿Quieres ser un héroe de la fe? Pues hay que creer pero también hay que obedecer. De lo contrario nunca lograremos superar el cómodo nivel de la mediocridad. ¡Manos a la obra!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estatutos]]></title>
<link>http://gbgdocentes.wordpress.com/2009/11/14/estatutos/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 08:51:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>MCarmen</dc:creator>
<guid>http://gbgdocentes.wordpress.com/2009/11/14/estatutos/</guid>
<description><![CDATA[ ESTATUTOS GRUPO DOCENTES EVANGÉLICOS (GDE) Capítulo 1: DENOMINACIÓN, DOMICILIO Artículo 1 La Secció]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:center;"> <span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">ESTATUTOS</span></span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">GRUPO</span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">DOCENTES</span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">EVANGÉLICOS</span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">(GDE)</span></h2>
<p><strong>Capítulo 1: DENOMINACIÓN, DOMICILIO</strong></p>
<hr size="2" /><span style="text-decoration:underline;">Artículo 1</span></p>
<p>La Sección Profesional de maestros y profesores, en lo sucesivo se denominará Grupo de Docentes Evangélicos (G.D.E) y tendrá una duración indefinida; carece de ánimo de lucro y desarrollará sus actividades en  todo el territorio del Estado Español.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 2</span></p>
<p>La Sección Profesional establece su domicilio social en la ciudad de Barcelona, C/Alts Forns nº 68, Sótano 1ª. Podrán ser creados locales sociales en ésta y otras ciudades mediante el acuerdo de la Asamblea General, la cual tendrá atribuciones para cambiar tanto el domicilio como los locales.</p>
<p><strong>Capítulo 2: FINES</strong></p>
<hr size="2" /><span style="text-decoration:underline;">Artículo 3</span></p>
<p>La existencia de esta Sección Profesional tiene como fines:</p>
<ol>
<li>Estimular a los maestros y profesores a buscar los más altos niveles de conducta  cristiana en su ejercicio profesional y comunicar la fe en Cristo a sus compañeros de trabajo, a sus alumnos y a las familias de éstos.</li>
<li>Promover en los maestros y profesores  un compromiso profundo de sus capacidades y formación en el servicio de Dios (participación en debates, conferencias, estudios, asesoramiento y orientación, en los ámbitos estudiantil, eclesial, etc.)</li>
<li>Fomentar el pensamiento cristiano constructivo sobre la base de las doctrinas bíblicas fundamentales y ayudar en la producción de literatura evangélica en especial en los temas relacionados con la Educación.</li>
<li>Promover la amistad, comunión, y cooperación entre los docentes evangélicos de todo el Estado.</li>
</ol>
<p>Todo ello complementa como meta última el extender el conocimiento de Cristo, en particular en aquellos ámbitos relacionados con el mundo profesional de la Docencia.</p>
<p><strong>Capítulo 3: BASES DOCTRINALES</strong></p>
<hr size="2" /><span style="text-decoration:underline;">Artículo 4</span></p>
<p>Confesamos la inspiración divina de las SAGRADAS ESCRITURAS según fueron dadas por Dios en sus documentos originales y, su única y suprema autoridad en todo lo concerniente a la fe y la conducta.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 5</span></p>
<p>Confesamos la UNIDAD DE DIOS en tres Personas: Padre, Hijo y Espíritu Santo.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 6</span></p>
<p>Confesamos la Persona de nuestro SEÑOR JESUCRISTO, quien es el verdadero Dios, manifestado en carne; confesamos su nacimiento virginal por la generación del Espíritu Santo, su vida humana sin pecado, sus milagros divinos, su muerte, su resurrección redentora como representante y sustituto nuestro, su resurrección corporal, su ascensión a la diestra del Padre y su regreso corporal a la tierra para juzgar a los vivos y a los muertos.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 7</span></p>
<p>Confesamos la CULPABILIDAD UNIVERSAL DEL HOMBRE por su caída en el pecado, y la depravación de su naturaleza, encontrándose bajo la tiranía de Satanás.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 8</span></p>
<p>Confesamos la REDENCIÓN DEL PECADO y la justificación del pecador sólo mediante el arrepentimiento y la fe en nuestro Señor Jesucristo, de las cuales es consecuencia una vida de buenas obras y testimonio.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 9</span></p>
<p>Confesamos la necesidad del NUEVO NACIMIENTO por la acción del Espíritu Santo, el cual mora en el creyente para santificarle, guiarle y fortalecerle.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 10</span></p>
<p>Confesamos la IGLESIA UNIVERSAL, que es el cuerpo de Cristo, a la cual pertenecen todos los verdaderos creyentes.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 11</span></p>
<p>Confesamos la RESURRECCIÓN corporal de todos los hombres, los salvados en Cristo para vida eterna y los perdidos para condenación eterna.</p>
<p><strong>Capítulo 4: ASAMBLEA GENERAL</strong></p>
<hr size="2" /><span style="text-decoration:underline;">Artículo 12</span></p>
<p>La Asamblea General es el órgano supremo de la Sección Profesional y estará compuesta por todos los miembros activos y los miembros asociados.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 13</span></p>
<p>Las reuniones de la Asamblea General serán ordinarias y extraordinarias. La ordinaria se celebrará una vez al año para tratar, como mínimo, los asuntos relacionados con las letras B, C, y D del artículo 16. Las extraordinarias se celebrarán cuando las circunstancias lo aconsejen, a juicio de la Junta Directiva o cuando lo proponga por escrito una cuarta parte de los miembros activos, con expresión concreta de los asuntos a tratar.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 14</span></p>
<p>Las convocatorias de las Asambleas Generales, tanto ordinarias como extraordinarias, serán hechas por escrito por el Presidente, expresando el lugar, día y hora de la reunión, en primera y segunda convocatoria, así como el orden del día. Entre la convocatoria y la fecha señalada para la celebración de la Asamblea en primera convocatoria habrán de mediar, al menos, 20 días.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 15</span></p>
<p>Las Asambleas Generales, tanto ordinarias como extraordinarias, quedarán válidamente constituidas en primera convocatoria cuando concurran a ella la mayoría de los miembros asociados y en segunda convocatoria cualquiera que sea el número de estos miembros. Los acuerdos se tomarán, siempre que no se disponga otra cosa en los estatutos, por mayoría de votos.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 16</span></p>
<p>Son facultades de la Asamblea General:</p>
<ol>
<li>Decidir las acciones propias de la Sección Profesional citando las medidas que crea más convenientes, encaminadas al cumplimiento de sus fines.</li>
<li>Examinar y aprobar, si procediera, la gestión de la Junta Directiva.</li>
<li>Examinar y aprobar, si procediera, el balance y el estado de cuentas de la Sección Profesional.</li>
<li>Examinar y aprobar, si procediera, total o parcialmente, el plan general de actividades propuesto por la Junta Directiva.</li>
<li>Fijar las cuotas ordinarias o extraordinarias</li>
<li>Nombramiento y cese de los miembros de la Junta Directiva y de otros cargos de la Sección Profesional</li>
<li>Modificación de los estatutos.</li>
</ol>
<p><strong>Capítulo 5: JUNTA DIRECTIVA</strong></p>
<hr size="2" /><span style="text-decoration:underline;">Artículo 17</span></p>
<p>La Sección Profesional será dirigida y administrada por una Junta Directiva compuesta por cuatro personas como mínimo, debiendo existir los cargos de: Presidente, Tesorero, Secretario y Vocal; el resto, si lo hubiera, tendrán la consideración de Vocales, desempeñando las funciones que se les encomienden.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 18</span></p>
<p>Para el nombramiento de los componentes de la Junta se requiere la aprobación de la mayoría absoluta de los miembros presentes en la Asamblea General. Una vez designados los integrantes de la Junta, éstos distribuirán entre sí los cargos de la misma, teniendo en cuenta lo previsto en el artículo siguiente.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 19</span></p>
<p>Los cargos que componen la Junta Directiva son no retribuidos y recaerán en miembros activos.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 20</span></p>
<p>Los componentes de la Junta Directiva se renovarán  por mitades; ejercerán sus funciones durante dos años y podrán ser reelegidos.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 21</span></p>
<p>La Junta Directiva se reunirá cuantas veces lo determine su presidente, por propia iniciativa o a petición de sus miembros. Quedará válidamente constituida cuando asistan la mitad más uno de sus componentes. Serán válidos los acuerdos adoptados por mayoría de votos.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 22</span></p>
<p>Son facultades de la Junta Directiva:</p>
<ol>
<li>Dirigir las actividades sociales y llevar la gestión económica y administrativa de la Sección Profesional de acuerdo con las directrices marcadas por la Asamblea General.</li>
<li>Ejecutar los acuerdos de la Asamblea General.</li>
<li>Elaborar y someter a la aprobación de la Asamblea general los presupuestos anuales, el balance y estado de cuentas, la memoria de gestión relativa al año anterior y el Plan Anual de Actividades.</li>
<li>Abrir cuentas corrientes y disponer de los fondos con la firma mancomunada de dos de sus miembros.</li>
<li>Resolver sobre la solicitud de sus nuevos miembros en los términos del artículo 28.</li>
<li>Nombrar y cesar comisiones para alguna determinada actividad de la Sección Profesional.</li>
<li>Fijar la fecha de reunión y elaborar el orden del día de las Asambleas Generales.</li>
<li>Cualquier otra facultad que no sea de la exclusiva competencia de la Asamblea General.</li>
</ol>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 23</span></p>
<p>El Presidente tendrá las siguientes atribuciones:</p>
<ol>
<li>Convocar, presidir y levantar las sesiones que celebre la Asamblea General y la Junta Directiva. Dirigir las deliberaciones de una y de otra.</li>
<li>De forma mancomunada con el Tesorero o Secretario en su caso, ordenar pagos y autorizar con su firma los documentos, actas y correspondencia oficial.</li>
<li>Adoptar, con la aprobación de otro miembro de la Junta, cualquier medida urgente que la buena marcha de la Sección Profesional aconseje, o que el desarrollo de sus actividades resulte necesaria o conveniente, sin perjuicio de dar cuenta posteriormente a la Junta Directiva.</li>
</ol>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 24</span></p>
<p>El Secretario tendrá a su cargo la dirección de los trabajos puramente administrativos de la Asociación, expedirá certificaciones, con el visto bueno del Presidente, llevará y custodiará los ficheros, registros, libros de acta y el resto de la documentación de la Sección Profesional.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 25</span></p>
<p>El Tesorero recaudará y custodiará los fondos pertenecientes a la Sección Profesional, preparará los presupuestos y balances y dará cuenta del estado económico y contable de la Sección Profesional. También efectuará los oportunos cobros y pagos, en forma mancomunada con el Presidente.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 26</span></p>
<p>Los Vocales tendrán las obligaciones propias de su cargo como miembros de la Junta Directiva desempeñando las funciones que ésta les encomiende.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 27</span></p>
<p>Las vacantes que se pudieran producir durante el mandato de los miembros de la Junta Directiva, serán cubiertas provisionalmente entre dichos miembros hasta la elección definitiva por la Asamblea General. El mismo criterio se seguirá en el caso de ausencia motivada por enfermedad o cualquier otro motivo, eligiendo los miembros de la Junta entre sus componentes a la persona que le sustituirá en todas sus atribuciones.</p>
<p><strong>Capítulo 6: MEMBRESÍA</strong></p>
<hr size="2" /><span style="text-decoration:underline;">Artículo 28</span></p>
<p>Podrán pertenecer a la Sección Profesional aquellas personas mayores de edad que tengan interés en e desarrollo de los fines de la misma.</p>
<p>Para ser “miembro activo” se esta Sección Profesional con derecho a voz y voto, se requerirá:</p>
<ol>
<li>Ser titulado universitario (graduado, diplomado o licenciado) y ejercer la docencia en los niveles de Infantil, Primaria, Secundaria o Ciclos formativos.</li>
<li>Ser cristiano evangélico, miembro de una iglesia Evangélica y suscribir las Bases de Fe y los estatutos de la presente Sección Profesional.</li>
<li>Ser aceptado por la Asamblea General.</li>
</ol>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 29</span></p>
<p>Los estudiantes de carreras relacionadas con la docencia podrán participar en las actividades organizadas por la Sección. Si así lo desean, podrán asociarse a la Sección en calidad de “miembros asociados”, pero carecerán de voto en la Asamblea General y no podrán formar parte de la Junta Directiva.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 30</span></p>
<p>También podrán ser “miembros asociados” otros profesionales que desarrollen su actividad profesional en el campo educación, careciendo igualmente de voto y no pudiendo formar parte de la Junta Directiva.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 31</span></p>
<p>Los que deseen pertenecer a esta Sección Profesional lo solicitarán por escrito a la Junta Directiva, quien verificará el cumplimiento de los requisitos del artículo anterior y resolverá sobre la admisión o inadmisión de la solicitud.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 32</span></p>
<p>Los  miembros activos tendrán los siguientes derechos:</p>
<ol>
<li>Tomar parte en cuantas actividades organice la Sección Profesional en cumplimiento de sus fines.</li>
<li>Disfrutar en la forma establecida para ello de todas las ventajas y beneficios que la Sección Profesional pueda obtener.</li>
<li>Participar en las Asambleas Generales con voz y voto.</li>
<li>Ser electores y elegidos para formar parte de la Junta Directiva y otros cargos de la Sección Profesional sin perjuicio de lo establecido en el artículo 12.</li>
<li>Poseer un ejemplar de los estatutos y recibir información sobre los acuerdos adoptados por la Sección Profesional</li>
<li>Hacer sugerencias a los miembros de la Junta Directiva en orden al mejor cumplimiento de los fines de la Sección Profesional.</li>
</ol>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 33</span></p>
<p>Los miembros activos tendrán las siguientes obligaciones:</p>
<ol>
<li>Cumplir los presentes estatutos, el reglamento interno y los acuerdos válidos de las Asambleas y la Junta Directiva.</li>
<li>Abonar las cuotas que se fijen.</li>
<li>Asistir a las Asambleas y demás actos que se organicen.</li>
<li>Desempeñar, en su caso, las obligaciones inherentes al cargo que ocupen.</li>
</ol>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 34</span></p>
<p>Los miembros asociados tendrán estos derechos:</p>
<ol>
<li>Tomar parte en cuantas actividades organice la Sección Profesional en cumplimiento de sus fines.</li>
<li>Disfrutar en la forma establecida para ello de todas las ventajas y beneficios que la Sección Profesional pueda obtener.</li>
<li>Participar en las Asambleas Generales con voz, pero sin voto.</li>
<li>Poseer un ejemplar de los estatutos y recibir información sobre los acuerdos adoptados por los órganos de la Sección Profesional.</li>
<li>Hacer sugerencias a los miembros de la Junta Directiva en orden al mejor cumplimiento de los fines de la Sección Profesional.</li>
</ol>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 35</span></p>
<p>Los miembros asociados tendrán las siguientes obligaciones:</p>
<ol>
<li>Cumplir los presentes estatutos, el reglamento interno y los acuerdos válidos de las Asambleas Generales y la Junta Directiva.</li>
<li>Abonar las cuotas que se fijen.</li>
<li>Asistir a las Asambleas y demás actos que se organicen.</li>
<li>Suscribir y mantener las Bases de fe, contenida en el capítulo 3 de estos estatutos observando una conducta acorde con la misma, contribuyendo con su comportamiento al buen nombre y prestigio de la Sección Profesional.</li>
</ol>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 36</span></p>
<p>Los miembros causarán baja por alguna de las causas siguientes:</p>
<ol>
<li>Por renuncia voluntaria, comunicada por escrito a la Junta Directiva.</li>
<li>Por incumplimiento de sus obligaciones como miembro.</li>
<li>Por decisión de la Asamblea General.</li>
<li>Por fallecimiento.</li>
</ol>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 37</span></p>
<p>La Asamblea General podrá nombrar a petición de la Junta Directiva, “miembros de honor” a aquellas personas que por haber contribuido de modo relevante a la dignificación y desarrollo de la Sección Profesional, haciéndose acreedores de tal distinción.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 38</span></p>
<p>Los miembros de honor tendrán  las mismas obligaciones y derechos que los demás miembros asociados, a excepción de los previstos en el apartado B del artículo 35.</p>
<p><strong>Capítulo 7: PATRIMONIO Y RECURSOS ECONÓMICOS</strong></p>
<hr size="2" /><span style="text-decoration:underline;">Artículo 39</span></p>
<p>Esta Sección Profesional carece de patrimonio al constituirse. Los recursos económicos para el desarrollo de los fines y actividades de la Sección Profesional serán los siguientes:</p>
<ol>
<li>Las cuotas de entrada, periódicas o extraordinarias.</li>
<li>Las subvenciones, legados o herencias, donaciones o liberalidades que pudiera recibir de cualquier entidad o persona, que sea física o jurídica, tanto de España como del extranjero.</li>
<li>Cualquier otro recurso lícito.</li>
</ol>
<p><strong>Capítulo 8: DISOLUCIÓN</strong></p>
<hr size="2" /><span style="text-decoration:underline;">Artículo 40</span></p>
<p>Son causas de disolución de esta Sección Profesional:</p>
<ol>
<li>La reducción de los miembros por debajo de un número de 5.</li>
<li>El acuerdo unánime de la Junta Directiva con la aprobación de las tres cuartas partes de la Asamblea General.</li>
</ol>
<p><span style="text-decoration:underline;">Artículo 41</span></p>
<p>Acordada la disolución por la Asamblea General, la Junta Directiva solicitará al Consejo de otra Asociación Confesional Cristiana Evangélica que nombre una Junta Liquidadora del patrimonio existente la cual, después de satisfacer las obligaciones pendientes, aplicará el saldo restante y el patrimonio a aquel organismo u organismos cristianos evangélicos que, según el criterio de la Junta Liquidadora, más se aproxime a la base doctrinal (Capítulo 3) de estos estatutos.</p>
<p><strong>Capítulo 9: CAMBIO DE ESTATUTOS</strong></p>
<hr size="2" /><span style="text-decoration:underline;">Artículo 42</span></p>
<p>ENMIENDAS: Estos estatutos pueden ser enmendados por dos tercios de los miembros activos en reunión extraordinaria y convocada con dos semanas de antelación, dándose a conocer a la vez el texto de las enmiendas propuestas.</p>
<p>GDE</p>
<p>C/Alts Forns, nº 68, Sót. 1ª</p>
<p>08038 – Barcelona</p>
<p>Tel. y Fax: 93-432 25 23</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Asamblea Constituyente de Atrapasueños]]></title>
<link>http://atrapasuenos.wordpress.com/2009/11/12/asamblea-constituyente-atrapasuenos/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 15:53:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>atrapasueños</dc:creator>
<guid>http://atrapasuenos.wordpress.com/2009/11/12/asamblea-constituyente-atrapasuenos/</guid>
<description><![CDATA[Con la presente carta os convocamos a la Asamblea Constituyente de  Atrapasueños Sociedad Cooperativ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Con la presente carta os convocamos a la Asamblea Constituyente de  Atrapasueños Sociedad Cooperativ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estatutos Asociación Panteras Negras]]></title>
<link>http://asociacionpanterasnegras.wordpress.com/2009/11/07/estatutos-asociacion-panteras-negras/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 10:01:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>afrofestival1</dc:creator>
<guid>http://asociacionpanterasnegras.wordpress.com/2009/11/07/estatutos-asociacion-panteras-negras/</guid>
<description><![CDATA[ESTATUTOS DE LA ASOCIACIÓN JUVENIL ASOCIACIÓN PANTERAS NEGRAS Capitulo 1° Art. 1.- con la denominaci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:x-small;font-family:Courier New;">ESTATUTOS DE LA ASOCIACIÓN JUVENIL<br />
ASOCIACIÓN PANTERAS NEGRAS<br />
Capitulo 1°<br />
Art. 1.- con la denominación de Asociación Panteras Negras, se constituye en Lavapies una asociación juvenil afroespañola de ámbito regional (Comunidad de Madrid), de acuerdo con lo establecido en el Real Decreto 397/88, de 22 de Abril por el que<!--more--> se regula la inscripción del registro de asociaciones juveniles. Y sin interés lucrativo alguno.</span></p>
<p>Art. 2.- Los fines de ésta asociación serán.</p>
<p>Promover y desarrollar:<br />
La cultura Afroespañola,<br />
La comunidad Afroespañola<br />
Los Conceptos de auto-Integración socioculturales, mediante las siguientes actividades:</p>
<p>Socio Culturales<br />
Desde &#8211; Artistas africanos residentes en la comunidad como de Artistas afroespañol@s y Artistas miembros y socios de la APN, como artistas implicados en la cultura Afro, en la comunidad Afro, artistas que emplean los conceptos de auto integración socioculturales.</p>
<p>Todo tipo de Deporte,<br />
Artes Plásticas y Diseño gráfico,<br />
Literatura y Música,<br />
Teatro y cuenta cuentos<br />
Vídeo y Fotografía,<br />
Expresión Corporal,<br />
Body art,<br />
Mímica y cualquier forma de Performance, etc.<br />
Socio Legislativas<br />
Fomentar los mecanismos sociales y legislativos que constitucionalmente enfatizan sobre los derechos del OTR@, las minorías étnicas del Estado Español y la unión Europea.<br />
En lo referente a todas las materias y en especial las siguientes.</p>
<p>Juventud<br />
Apostamos por la juventud Porque como en muchas otras agrupaciones humanas, ella es la última en la que se piensa dotar de autonomía propia para definir su actual situación acorde con lo establecido en las Leyes (Estado Español) y en las Tradiciones que nos rigen (AFRICANAS).</p>
<p>Por el Futuro apostamos, pues mañana hoy es nuestro feto, la juventud no solo debe ser preciada, también debe ser apreciada, entendida autónoma, y ser tratada como cualquier otro ser social.</p>
<p>APN en lugar de buscar empoderar a la juventud, por lo que apuesta es en encontrar mecanismos que fertilicen el AUTO Empoderamiento de la Juventud.<br />
Ésta es una organización creada por jóvenes, para jóvenes con todo el mundo. Así pues, toda persona cuya edad esté comprendida entre 14 y 30 es elegible para formar parte de la junta directiva de la Asociación<br />
Crear un colectivo de jóvenes<br />
SER útil EN UNA sociedad QUE TAMBÍEN ES útil.</p>
<p>La mujer<br />
Apostamos por la AUTO integración de la mujer en todos los ámbitos socioculturales y socio legislativos como ser de naturaleza responsable y ser de responsabilidad decisiva.<br />
Las mujeres menores de 30 y mayores de 14 serán el único perfil elegible para presidir la Asociación Panteras Negras<br />
Presidid@s por mujeres jóvenes, como organización matricial que es. Y cómo punto de partida para que desde nuestros estatutos quede registrado el derecho a gozar de la “discriminación Positiva” como apuesta en nuestra organización interna en el plan de lucha contra la discriminación sexual institucionalizada, cultural y social.</p>
<p>Educativo<br />
Apostamos por la participación en mecanismos educativos desde la estructura social de las familias de las minorías étnicas, Africanos residentes en la comunidad, y obviamente a todo ser que ASÍ LO NECESITE</p>
<p>Apostamos por educar tanto desde las lenguas de los pueblos Afro descendientes como la implementación de los mecanismos de alfabetización y estudios socio culturales de los pueblos occidentales.</p>
<p>La difusión multicultural de cada individuo es un elemento fundamental para la auto integración de cualquier otro. ciudadan@.</p>
<p>La cultura es libre y la calle es su hogar, maestr@s a ellas concurren y el intercambio de conocimiento nos permite ver el mundo en el que realmente vivimos.<br />
Aprendiendo la historia de nuestros pueblos</p>
<p>Sanitaria<br />
Creemos que muchas jóvenes de familias de minorías étnicas desconocen sus centros de salud y su utilidad, muchos jóvenes de familias de personas de otros pueblos carentes de condiciones legales también carecen de asistencia sanitaria.</p>
<p>Seguridad Laboral<br />
Apostamos por Gozar de las mismas oportunidades laborales que los demás ciudadanos, poder hacer frente a los mecanismos de prejuicios sociales que crean abismos laborales partiendo desde contextos raciales.</p>
<p>Seguridad Ciudadana<br />
Encontrar mecanismos para defender nuestra libertad contra agresiones racistas y xenófobas originadas o bien por nuestros rasgos físicos o espirituales o cualquier otro.</p>
<p>Encontrar mecanismos para defender nuestra libertad contra las agresiones originadas de racismo institucional y otras formas de racismos y exclusiones sociales tanto personales como colectivas.</p>
<p>Legislación de los derechos Constitucional de los ciudadan@s de las Minorías étnicas de España.</p>
<p>Fomentar la diversidad social y multicultural en muchos sectores de la comunidad de Madrid, de España y Europa, con fórmulas conceptuales que tienen como finalidad;<br />
El acercamiento de todas las comunidades, con la voluntad de rediseñar juntos la comunidad plural de éste nuevo milenio. Sin ninguna distinción por cuestiones culturales, sociales, sexuales, generacionales, espirituales, políticas, morales, o cualquier otra.<br />
Potenciar la participación social y cultural de juventud de la comunidad Afroespañola y la de otros pueblos residentes en la comunidad.</p>
<p>Centros Especializados de Información en Orientación social, legislativa y judicial para minorías étnicas y juventudes de otros pueblos residentes en la comunidad.<br />
Fomentar y promocionar proyectos sociales de carácter multicultural sin paternalismos frente a otras comunidades, muestran respeto, cooperación, entendimiento, y todos esos ingredientes que sabemos son necesarios para una justa cohabitación humana.</p>
<p>Art. 3.- Para el cumplimiento de los fines del artículo anterior, la asociación organizará las siguientes actividades:</p>
<p>Organización de exposiciones de arte<br />
Organización de recitales de poesía</p>
<p>Organización de conciertos<br />
Organización de espectáculos teatrales</p>
<p>Organización de torneos deportivos<br />
Organización de debates y coloquios</p>
<p>Organización y creación de seminarios y cursillos especiales<br />
Organización y creación de conferencias y ponencias</p>
<p>Organización y creación de grupos de trabajo como puntos de referencia en la orientación de asuntos administrativos y judiciales<br />
Organización y creación de fiestas y campañas de sensibilización contra todas las formas de discriminación racial, sexual, generacional, capacitación y moral.</p>
<p>Organización y creación de un espacio de auto difusión mediática (revistas, fancines, periódicos, comics, libros)<br />
Organización y creación de un espacio para la promoción de proyectos multiculturales con todos los medios disponibles a nuestro alcance.</p>
<p>Art. 4.- La duración de ésta Asociación será por tiempo ilimitado, pudiendo ingresar en ella nuevos socios o causar baja los antiguos sin ninguna necesidad de una nueva constitución.</p>
<p>Art. 5.- El domicilio social radicará en C/ Jesús y Maria 34, bajo 3. lavapies-Madrid, no poseyendo momentáneamente la Asociación otros locales (en caso de tenerlos reseñaremos los mismos)</p>
<p>Art. 6.- La Asociación quedará legalizada a efectos de sus propios fines una vez sea practicada su inscripción en el registro provincial.</p>
<p>Capitulo 2°<br />
Art. 7.- Los socios podrán ser: Fundador@s, Honorarios, Numerarios e Infantiles.<br />
Son socios fundador@s aquell@s que suscribimos éste acta fundacional.<br />
Son socios honorarios todas aquellas personas que a juicio de la asamblea<br />
general coadyuven de forma notable al desarrollo de los fines de la Asociación.<br />
Se consideran numerarios a los ingreasados con posterioridad a la suscripción del acta fundacional.<br />
Los socios fundador@s y numerarios serán los que deseando pertenecer a la asociación sean mayores de 14 y menores de 30 años.<br />
Y serán socios infantiles los menores de 14.</p>
<p>Art. 8.- Los socios fundador@s y numerarios tienen los derechos siguientes:<br />
1. Tomar parte en las asambleas generales con voz y voto.<br />
2. Poder ser elegidos para cargos directivos<br />
3. Disfrutar de todos los beneficios de la Asociación según las normas y disposiciones reglamentarias de la misma o cuantas otras sean concedidas aquella por Entidades privadas, estatales o paraestatales.<br />
4. Disfrutar de todos los derechos que como miembro de tal Asociación Juvenil les corresponde a tenor de las normas dadas por los organismos competentes.</p>
<p>Art. 9.- Son obligaciones de los socios:</p>
<p>Prestar cuantos servicios determinen los estatutos, el reglamento de régimen interior y los acuerdos de las Asambleas Generales.<br />
Poder ser elegidos para cargos directivos<br />
Asistir a las Asambleas Generales<br />
Satisfacer las cuotas que se establezcan<br />
Observar una buena conducta individual y cívica<br />
respetar lo previsto en los estatutos</p>
<p>Art. 10.- Los socios honorarios e Infantiles no intervendrán en la dirección de la Asociación ni en los órganos de representación de la misma, ni podrán investigar en los empleos de sus fondos, pero si están facultados para asistir a las Asambleas Generales con voz pero sin voto. Así mismo, podrán hacer cuantas sugerencias estimen oportuna a la junta directiva o elevar escritos a las Asambleas Generales.</p>
<p>Art. 11.- La condición de socio se pierde:</p>
<p>Por alcanzar la edad de treinta años, pudiendo pasar a la situación de socio honorario.<br />
Por observar mala conducta o perjudicar gravemente los intereses de la Asociación Juvenil.<br />
por propia voluntad.<br />
por falta de pago de las cuotas.<br />
Art. 12.- Los acuerdos de Admisión se tomarán por la junta directiva, y podrán ser recurridos en reposición ante la Asamblea General Extraordinaria, en el plazo de diez días hábiles y contra su resolución, podrán interponerse recurso ante la jurisdicción ordinaria, en el plazo de cuarenta días.</p>
<p>Art. 13.- La Expulsión de socios será acordada por la junta directiva, previo audiencia del interesado. El acuerdo de expulsión, deberá ser ratificado por la Asamblea General Extraordinaria y contra su resolución se podrá recurrir ante la jurisdicción ordinaria en el plazo de cuarenta días.</p>
<p>Capitulo 3°<br />
Órganos Directivos y de Representación, la Asamblea General, la Junta Directiva y el Comité Ejecutivo<br />
Art. 14.- Son órganos de la Asociación:<br />
a) La Asamblea General de Socios.<br />
b) La Junta Directiva.<br />
c) El comité Ejecutivo.</p>
<p>A. La Asamblea General<br />
Art. 15.- La Asamblea General de socios es el órgano de expresión de la voluntad de la Asociación y estará formada por todos los miembros de la misma. Las Asambleas podrán ser Ordinarias y Extraordinarias.</p>
<p>Art. 16.- Serán competencias de Asamblea General Ordinaria:</p>
<p>El examen y aprobación de las cuentas y balances del ejercicio<br />
decidir sobre la aplicación concreta de los fondos disponibles<br />
aprobar los presupuestos de ingresos y gastos para cada ejercicio<br />
aprobar el reglamento del régimen interno de la Asociación<br />
las demás que resulten de los estatutos y no estén expresamente atribuidos a la Asamblea General Extraordinaria, o la Junta Directiva.<br />
Art. 17.- Serán competencias de Asamblea General Extraordinaria:</p>
<p>Modificar los Estatutos de la Asociación<br />
elección de los miembros de la Junta Directiva<br />
federación con otras Asociaciones<br />
autorizar la enajenación, gravamen o hipoteca de los bienes sociales.<br />
acordar la disolución de la Asociación.<br />
designar a l2s liquidador@s.<br />
ratificar la expulsión de socios propuesta por la Junta Directiva.<br />
solicitar la declaración de la Asociación de utilidad pública.<br />
las que siendo competencias de la Asamblea Ordinaria, por razones de urgencia o necesidad, no puedan esperar a su convocatoria sin grave perjuicio para la Asociación.<br />
todas las no conferidas expresamente a la Asamblea General Ordinaria o la Junta Directiva.<br />
Art. 18.- Las Asambleas tanto ordinarias como extraordinarias, se integraran por los socios asistentes, siempre que concurran la mitad mas uno del total en la primera convocatoria, o transcurridos 24h en segunda convocatoria, con cualquier número de asistentes.</p>
<p>Art. 19.- La Asamblea General Ordinaria se reunirá necesariamente dentro del mes siguiente al cierre del ejercicio de cada año y será convocada con quince días de antelación por la presidenta de la Junta Directiva, mediante anuncio colocado en el domicilio social, o citación personal. Que expresará además el orden del día.</p>
<p>Art. 20.- La Asamblea General Extraordinaria se reunirá en convocatoria especial a petición de la Junta Directiva o diez socios, con los mismos requisitos que lo de los dos artículos anteriores.</p>
<p>Art. 21.- La presidenta y el secretario de las Asambleas Generales serán los de la Junta Directiva.</p>
<p>Art. 22.- Los acuerdos adoptados deberán serlo por el voto afirmativo de la mayoría simple de los asistentes o representados, excepto los relativos a los apartados 1 al 9 del Art. 17 que requerirá mayoría de dos tercios. A continuación se llevará un libro de actas que confirmara la presidenta y el secretario y dos socios como mínimo de los asistentes<br />
Art. 23.- Los acuerdos adoptados conforme a los preceptos anteriores obligaran a todos los socios incluso a los no asistentes.</p>
<p>Art. 24.- Los acuerdos que vayan contra los Estatutos o infrinjan los fines de la Asociación podrán ser recurridos en reposición ante la Asamblea General, en el plazo de diez días hábiles. A partir de la resolución del recurso de reposición quedara expeditada la vía para recurrir ante la Jurisdicción Ordinaria, en el plazo de cuarenta días<br />
B) La Junta Directiva</p>
<p>Art. 25.- La Junta Directiva estará Integrada por una Presidenta, el/la vicepresidente/a, el secretario, el tesorero y cuatro cola4es.</p>
<p>Art. 26.- Los cargos de la Junta Directiva tendrán una duración de dos años pudiendo ser reelegidos sus miembros al finalizar el mandato.</p>
<p>Art. 27.- las vacantes que pudieran producirse en la Junta Directiva, se cubrirán mediante covocatoria an Asamblea General Extraordinaria, en el plazo máximo de treinta días</p>
<p>Art. 28.- Se reunirán una vez al mes o cuando así lo solicite la presidenta, o tres miembros de la misma</p>
<p>Art. 29.- Los acuerdos se tomarán por mayoria simple, y para ser válido requerirán la presencia de la mitad mas uno de los c omponentes . en caso de empate decidirá el voto de la presidenta.</p>
<p>Art. 30.- Serán competencias de la Presidenta.</p>
<p>Acordar con la Junta Directiva la admisión de nuevos socios y poner a la Asamblea General la expulsión de aquellos que dieran lugar a la misma.<br />
ostentar la dirección de la Asociación<br />
presidir y convocar las reunioes de la Asamblea General.<br />
velar por el cumplimiento de los fines de la Asociación<br />
Art. 31.- Habrá un vicepresidente de igual forma que la presidenta, en quien ésta delegará las funciones que estime necesarias, sustituyéndolo en los casos de vacante, ausencia o enfermedad.</p>
<p>Art. 32.- Serán competencias del secretario:</p>
<p>Custodiar y llevar los libros de actads y de socios, documentos y sellos de la Asociación.<br />
extender las actas de las reuniones y expedir certificaciones de las mismas con el visto bueno de la presidenta<br />
Art. 33.- Corresponden la Tesorero:</p>
<p>Custodiar los fondos de la Asociación y llevar en orden los libros de contabilidad.<br />
preparar los balances y presupuestos de la Asociación para su aprobación para la Asamblea General.<br />
autorizar junto con la presidenta y un miembro de la Junta Directiva la disposición de fondos.</p>
<p>Capitulo 4°<br />
Patrimonio Fundacional, Recursos Económicos Previstos, Formas de Administración y Límites del Presupuesto Anual.</p>
<p>Art. 34.- La Asociación que al inicia sus actividades carece de patrimonio utilizará en cumplimiento de sus fines los siguientes medios económicos.</p>
<p>Las cuotas obligatorias de los socios<br />
Las aportaciones de voluntari@s<br />
Los donativos o subvenciones que reciban.<br />
Art. 35.- Las cuotas obligatorias se establecerán por la Asamblea General, propuestas de la junta directiva, no siendo reintegrables en caso alguno y dedicándose a atender las necesidades de la Asociación.</p>
<p>Art. 36.- Las aportaciones voluntarias se considerarán como préstamo sin interés, reintegrables en las condiciones que se parten.</p>
<p>Art. 37.- Para la admisión de nuevos socios, podrá ser fijada por la Junta Directiva como aportación inicial, no reintegrable, una cantidad discrecional.</p>
<p>Art. 38.- anualmente y con referencia al último ejercicio económico de cada año, se practicará el inventario y balance la situación, que se formalizará en una memoria y será puesta en disposición de los socios, durante un plazo no inferior a los quince días señalados para la celebración de la Asamblea General Extraordinaria, que deberá aprobarlo o censurarlo.</p>
<p>Art. 39.-Anualmente y en el tiempo que establece rtículo 19 será aprobado el presupuesto por la Asamblea General.<br />
El límite del presupuesto se centra en 60.000.000.ptas.</p>
<p>Capitulo 5° Disolución de la Asociación y Liquidación del Patrimonio<br />
Art. 40.- La Asociación se disolverá por la s causas siguientes:<br />
1.- Por voluntad de socios, acordada por las dos terceras partes de los mismos<br />
2.- Por otras causas determinadas legalmente<br />
3.- Por sentencia Judicial</p>
<p>Art. 41.- Disuelta la Asociación, La Asamblea General Extraordinaria designará dos socios liquidadores que junto a la presidenta y el tesorero procederán a efectuar la liquidación, pagando sus deudas, cobrando sus créditos y fijando el haber líquido resultante.</p>
<p>Art. 42.- El haber resultante una vez efectuada la liquidación, se donará a una entidad de carácter benéfico o a otra Asociación Juvenil de la Provincia.</p>
<p>Madrid, 07 de Febrero del 2000<br />
Realizado los primeros Estatutos<br />
Madrid, 12 Junio del 2005 revisados</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Servicio de Inspección de la ULL. Entrevista a Omaira Darias (AMEC) por www.canariasaldia.com]]></title>
<link>http://amec.wordpress.com/2009/11/06/el-servicio-de-inspeccion-de-la-ull-entrevista-a-omaira-darias-amec-por-www-canariasaldia-com/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 02:27:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>AMEC</dc:creator>
<guid>http://amec.wordpress.com/2009/11/06/el-servicio-de-inspeccion-de-la-ull-entrevista-a-omaira-darias-amec-por-www-canariasaldia-com/</guid>
<description><![CDATA[Kafka en la ULL N.Alonso / H.Fajardo La Asamblea del Movimiento Estudiantil Canario (AMEC) denuncia ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:justify;">Kafka en la ULL</h2>
<p style="text-align:justify;">N.Alonso / H.Fajardo</p>
<p style="text-align:justify;">La Asamblea del Movimiento Estudiantil Canario (AMEC) denuncia que la Universidad de la La Laguna (ULL) se rige por el <strong>reglamento disciplinario de 1954</strong> para aplicar sanciones administrativas a su alumnado.</p>
<p style="text-align:justify;">Así lo afirmó Omaira Darias Reyes, miembro del Consejo de la ULL y representante de AMEC. <em>&#8220;Estamos ante una situación que vulnera nuestros derechos democráticos ya que se no sigue aplicando un reglamento franquista&#8221;</em>, denunció la estudiante, que <strong>exige<em> </em>la modificación de dicho documento y aboga por la adaptación</strong> del mismo a la situación actual de la vida universitaria.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more-->El uso de dicho reglamento sancionador supone para los estudiantes, tal y como manifestó la representante de AMEC, un <strong>claro abuso de poder por parte de la administración educativa</strong>. <em>&#8220;Nos encontramos por ejemplo, con el caso de un compañero que fue sometido a un juicio interno por asistir a una manifestación&#8221;</em>, explicó Darias.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Se le acusó de agredir un guarda de seguridad y a pesar de que podía aportar testigos que aseguraban que esto no fue así, <strong>desde la administración jamás se les llamó para testificar a su favor</strong>. El caso se prologó un año y casi le cuesta la licenciatura&#8221;</em>, agregó después de describir esta situación que podría tacharse de kafkiana.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Servicio de Inspección</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A dicha situación se une ahora la creación del denominado <strong>Servicio de Inspección</strong> cuyo objetivo será <em>&#8220;vigilar a los estudiantes y al profesorado&#8221;</em> de la ULL. <em>&#8220;Lo más llamativo de todo esto es que sabemos que ya existe esta persona y que ya está ejerciendo como tal, sin embargo todavía no se ha aprobado la partida presupuestaria destinada a cubrir los gastos que implica su funcionamiento&#8221;</em>, destacó la representante de AMEC. Asimismo, Darias señaló <em>&#8220;que no entendemos por qué <strong>la persona que ocupa este cargo se elige a dedo</strong>, sin convocarse plaza o decidirse en el Consejo de Gobierno&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">La Asamblea del Movimiento Estudiantil Canario no se opone a la creación de dicha figura <em>&#8220;siempre y cuando exista una serie de limitaciones en las funciones del inspector&#8221;</em>. Así lo reconoce su representante: <em>&#8220;Desde el Consejo creemos que no es negativo que exista una persona con este perfil dentro de la Universidad, pero creemos que no puede tener licencia para todo. Además, a esto se une que <strong>el inspector sólo debe rendir cuentas ante el Rector, ya que el Consejo de Gobierno y el Claustro se convierten en meros oyentes</strong> de sus informes pero carecen de voz para modificar cualquier sanción que se aplique&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">El jueves de la semana pasada AMEC se reunía con la Vicerrectora del Alumnado de la ULL para presentar las alegaciones oportunas al <strong>Reglamento de Servicio de Inspección </strong>donde se recoge la figura del inspector. Documento en el cual se plantea la posibilidad de darle mayor margen de acción al Claustro. <em>&#8220;Hemos conseguido que este órgano tenga mayor peso pero sigue sin poder decidir en cuanto a las sanciones que el inspector aplique usando el reglamento de 1954&#8243;</em>, señaló Darías.</p>
<p style="text-align:justify;">Asimismo, entre los logros de la Asamblea destaca también que el inspector tenga la obligación de identificarse como tal ante los estudiantes. <em>&#8220;Éste era otro de los puntos que más nos preocupaba&#8221;</em>, señaló la representante estudiantil, <em>&#8220;ya que <strong>antes el inspector podía iniciar las acciones que creyera oportunas sin necesidad de decirle al estudiante quién era</strong> y qué hacía&#8221;</em>, agregó.</p>
<p style="text-align:justify;">Ya el pasado viernes se cerraba el plazo de alegaciones abierto por la ULL y queda pendiente para el próximo consejo la aprobación definitiva del Servicio de Inspección. <em>&#8220;Ahora toca esperar hasta noviembre y <strong>ver en qué queda todo esto</strong>&#8220;</em>, sentenció Omaira Darias Reyes.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Plan de Apoyo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Amec denuncia además la creación de tres nuevos vicerrectorados y cuatro secretarias de departamentos bajo el amparo del <strong>Plan de Apoyo</strong> para la adaptación al sistema europeo. <em>&#8220;Lo que no entendemos es que se creen nuevos vicerrectorados cuyas funciones se solapan con las que ya realizan desde otros vicerrectorados&#8221;</em>, señaló Omaira Reyes Darias.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre los casos más <em>&#8220;llamativos&#8221;</em> la representante de Amec señaló la creación de un vicerrectorado con funciones de carácter económico. <em>&#8220;La administración del dinero se lleva desde la Gerencia por lo tanto es <strong>absurdo destinar fondos a la puesta en marcha de un nuevo departamento</strong> con esta misma función&#8221;</em>, señaló.</p>
<p style="text-align:justify;">Se une además la circunstancia de que el profesorado verá reducidas sus horas lectivas para poder volcarse en la puesta en marcha del Plan de Apoyo. <em>&#8220;Esto afectará directamente al alumnado y a las arcas de la institución porque <strong>no sabemos si se tendrá que contratar nuevo personal docente</strong> que cubra esas horas&#8221;</em>, concluyó Darias.</p>
<p>Enlace de la entrevista <a href="http://www.canariasaldia.com/noticia.php?noticia_id=155116">http://www.canariasaldia.com/noticia.php?noticia_id=155116</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ESTATUTO GERAL DE LIGAS ACADÊMICAS E PROJETOS DE EXTENSÃO-]]></title>
<link>http://camedxiiideabril.wordpress.com/2009/11/04/estatuto-geral-de-ligas-academicas-e-projetos-de-extensao/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 02:34:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>camedxiiideabril</dc:creator>
<guid>http://camedxiiideabril.wordpress.com/2009/11/04/estatuto-geral-de-ligas-academicas-e-projetos-de-extensao/</guid>
<description><![CDATA[Capítulo I – DA CONSTITUIÇÃO E OBJETIVOS Artigo 1º &#8211; As ligas estudantis da Faculdade de Ciênc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Capítulo I – DA CONSTITUIÇÃO E OBJETIVOS</p>
<p>Artigo 1º &#8211; As ligas estudantis da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) – UFMT deverão ser organizadas por membros do Centro Acadêmico XIII de Abril – Coordenação de Ligas e Extensão e serão constituídas por grupos discentes da FCM, sendo que estas ligas não poderão ter fins lucrativos.</p>
<p>Parágrafo 1 – As ligas devem contar com a orientação de um docente responsável vinculada a UFMT.</p>
<p>Artigo 2º &#8211; O objetivo das ligas estudantis consiste na difusão de conhecimentos que possam contribuir formação acadêmica do aluno no curso de Medicina da FCM – UFMT, em especial na área de conhecimento escolhido para ser o centro de atenção da liga.</p>
<p>Parágrafo 1 – As ligas estudantis da FCM – UFMT, possuem caráter informativo e não-formativo.</p>
<p>Parágrafo 2 – O tema escolhido pela liga como foco de sua atenção deve ser abrangente.</p>
<p>Artigo 3º &#8211; Os objetivos específicos de cada liga devem servir como complementação das três bases da universidade, ou seja, suas atividades devem ter sentido educacional, científico e assistencial.</p>
<p>Parágrafo 1 – São objetivos educacionais:</p>
<ol>
<li> I.            Reunião entre membros para estudos e discussão;</li>
<li> II.            Aulas ministradas pelos membros;</li>
<li> III.            Palestras com professores;</li>
<li> IV.            Estágios departamentais;</li>
</ol>
<p>Parágrafo 2 – São objetivos científicos:</p>
<ol>
<li> I.            Intercâmbio científico em grupos, sociedades ou serviços relacionados ao tema da liga;</li>
<li> II.            Incentivo á participação dos membros em equipes de pesquisa que atuem no tema da liga, objetivando a iniciação ao método científico;</li>
</ol>
<p>Parágrafo 3 – São objetivos assistenciais:</p>
<ol>
<li> I.            Promoção de projetos de orientação e campanhas para a comunidade;</li>
</ol>
<p>Capítulo II – DOS MEMBROS, DA SELEÇÃO E FUNCIONAMENTO</p>
<p>Artigo 4º &#8211; Poderá constituir-se membro das ligas todos os alunos do curso de Medicina da FCM – UFMT.</p>
<p>Parágrafo 1 – Na Liga do Trauma as vagas serão destinadas a alunos que já cursaram ou estão cursando as matérias de Clínica Médica e Clínica Cirúrgica, dando prioridade à seguinte ordem: 6º, 5º, 4º e 3</p>
<p>º ano, por ordem de chegada. As vagas remanescentes ficarão a disposição dos alunos do Ciclo Básico da FCM – UFMT e também serão preenchidas por ordem de chegada.</p>
<p>Parágrafo 2 – Nas ligas de Oncologia e Neuroanatomia e Anatomia as vagas serão preenchidas por ordem de chegada no ato da matrícula.</p>
<p>Artigo 5º &#8211; AS atividades de cada liga devem ser esclarecidas para seus membros, bem como as obrigatoriedades e condições.</p>
<p>Parágrafo 1 – AS atividades das ligas devem ter ampla divulgação entre a comunidade acadêmica.</p>
<p>Parágrafo 2 – Os pedidos de materiais, oriundos do almoxarifado do Centro Acadêmico XIII de Abril, só poderão ser feitos pelos professores preceptores das ligas, sendo que esses pedidos devem ser feitos por escrito pelo líder da liga.</p>
<p>Parágrafo 3 – As ligas deverão se adequar de acordo com a procura e o interesse dos alunos, na medida do possível, sendo que as vagas deverão ser aumentadas somente se a estrutura composta aumente sem também diminuir a qualidade e o aproveitamento das ligas.</p>
<p>Parágrafo 4 – As ligas poderão escolher seu cronograma, perante os professores e convênios, seguindo determinação dos participantes os quais usarão do artifício de votação (maioria simples, 50% mais um dos presentes).</p>
<p>Parágrafo 6 – As ligas deverão ao final de cada semestre de realização, promover projetos ou trabalhos perante a comunidade, tendo a diretoria que discriminar tal projeto na forma de relatório a ser apresentado à Coordenação de Ligas e Extensão.</p>
<p>Artigo 6º &#8211; Deve haver reconhecimento da participação do membro nas atividades da liga através da emissão de certificados reconhecidos pela UFMT.</p>
<p>Parágrafo 1 – O direito ao certificado se faz por participação mínima de 80% das atividades da liga num período de um semestre.</p>
<p>Parágrafo 2 – Para ingressar em cada liga cobrar-se-á uma taxa de cinco reais por mês, totalizando vinte reais na mensalidade, montante este que dará direito ao certificado.</p>
<p>Parágrafo 3 – O aluno inadimplente com a mensalidade da(s) liga(s) em que está escrito, não terá direito ao(s) certificado(s) ao final do semestre.</p>
<p>Parágrafo 4 – O montante do dinheiro recebido, oriundo do período de seis meses das ligas, deverá ser depositado na conta do Centro Acadêmico XIII de Abril tendo este o direito de movimentar apenas a metade da quantia depositada, sendo que a outra metade da quantia deverá ficar à disposição para o uso das ligas.</p>
<p>Parágrafo 5 – AS ligas poderão gastar o equivalente ao montante arrecadado com as inscrições feitas para cada liga, já descontadas a porcentagem de 50% destinada ao Centro Acadêmico XIII de Abril.</p>
<p>Capítulo III – DA DIRETORIA E DO ORIENTADOR</p>
<p>Artigo 7º &#8211; Cada liga deve possuir uma diretoria, formada por um líder e seu auxiliar, a qual será responsável pela programação, realização e bom andamento das atividades.</p>
<p>Parágrafo 1 – A diretoria de cada liga (líder e ajudante) deverá ser constituída por participantes das próprias ligas que deverão se candidatar voluntariamente ao cargo. Os candidatos à diretoria deverão ser votados pelos outros participantes da liga (maioria simples, 50% mais um dos presentes). O mandato dessa diretoria valerá pelo período do semestre vigente. Caso não haja voluntariado para a diretoria, a mesma deverá ser ocupada por membros da liga escolhidos por sorteio.</p>
<p>Artigo 8º &#8211; É de responsabilidade dos orientadores da liga assessorá-la cientificamente, certificando-se da qualidade dos trabalhos desenvolvidos.</p>
<p>Parágrafo 1 – Na possível e futura ausência do professor preceptor, este deverá avisar antecipadamente o líder da liga e também promover a substituição ou determinar tarefas que substituirão sua presença.</p>
<p>Parágrafo 2 – Tendo o orientador infligido a norma do parágrafo 1 do artigo 8º, este deverá disponibilizar outro dia e horário para repor o dia perdido.</p>
<p>Capítulo IV – DO CÓDIGO DISCIPLINAR</p>
<p>Artigo 9º &#8211; As disposições do estatuto das ligas devem ser conhecidas por seus membros e cumpridas.</p>
<p>Artigo 10º &#8211; Todo serviço desenvolvido por membros das ligas será voluntário, não havendo remuneração no âmbito de seu funcionamento.</p>
<p>Artigo 11º &#8211; Quaisquer disposições omissas ao estabelecimento acima, serão resolvidas através de deliberações do Centro Acadêmico XIII de Abril.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estatutos]]></title>
<link>http://cooperasfera09.wordpress.com/2009/11/02/estatutos/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 16:31:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>cooperasfera09</dc:creator>
<guid>http://cooperasfera09.wordpress.com/2009/11/02/estatutos/</guid>
<description><![CDATA[Estatutos, sociedad cooperativa escolar “L´altta Sfera” Articulo 1. Denominación y régimen legal Con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Estatutos, sociedad cooperativa escolar “L´altta Sfera”</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Articulo 1. Denominación y régimen legal</strong></span></p>
<p><strong> Con la denominación de “L´altta Sfera”, se constituye una Sociedad Cooperativa de Trabajo Asociado de cooperativas de Madrid.</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span><span style="text-decoration:underline;">Articulo 2. Domicilio social.</span></strong></p>
<ol>
<li><strong>El domicilio social de la Cooperativa se establece en C/ Ronda Zaragoza SN</strong></li>
</ol>
<p><strong> 1     El domicilio social podrá ser trasladado dentro del mismo término municipal por acuerdo del Consejo Rector. Se formalizará conforme a lo establecido en la Ley Cooperativas de Madrid y deberá presentarse para su inscripción en el Registro de Cooperativas en el plazo de treinta días hábiles contados a partir del siguiente al que se adoptó el acuerdo</strong></p>
<p><strong> 2     <span style="font-weight:normal;"><span style="font:7pt &#38;"> </span></span><span style="font-weight:normal;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Arial;">El domicilio social de la Cooperativa se establece en C/ Ronda Zaragoza SN</span></span></span></strong></p>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:12pt;"><strong>El domicilio social podrá ser trasladado dentro del mismo término municipal por acuerdo del Consejo Rector. Se formalizará conforme a lo establecido en la Ley Cooperativas de Madrid y deberá presentarse para su inscripción en el Registro de Cooperativas en el plazo de treinta días hábiles contados a partir del siguiente al que se adoptó el acuerdo.</strong></span></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Articulo 3. Ámbito territorial</span><span style="text-decoration:underline;">.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> El ámbito territorial, dentro del cual han de estar situados los centros de trabajo en los que los socios prestan habitualmente su trabajo cooperativizado, es el correspondiente a la provincia de Madrid, sin perjuicio de que para completar y mejorar sus fines, puedan realizar actividades instrumentales y tener relaciones con terceros fuera de la provincia.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Articulo 4. Actividad económica.</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> Las actividades económicas que, para el cumplimiento de su objeto social, desarrollará la Cooperativa son: importación y exportación de productos, para venta al público.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Articulo 5. Duración.</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> La sociedad se constituye por tiempo limitado (Junio 2010)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Articulo 6. Personas que pueden ser socios</span><span style="text-decoration:underline;">.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> Pueden ser socios los alumnos que cursan 4 ESO en el colegio “El Catón”, matriculado en la asignatura de Iniciativa Emprendedora.</strong></p>
<p><strong>No pueden ser socios alumnos mayores de 18 años.</strong></p>
<p><strong>Podrán existir socios excedentes, que serán aquellos que, habiendo cesado su actividad cooperativizada y con una antigüedad mínima de 1 mes sean autorizados a permanecer en la sociedad, sujetos a las siguientes condiciones y limitaciones: enfermedad o problemas personales a estudiar en cada caso por la junta rectora.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Articulo 7. Adquisición de la condición de socio trabajador.</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Para adquirir la condición de socio, en el momento de la constitución de la Cooperativa, será necesario:</strong></li>
</ol>
<p><strong> a.  Estar incluido en la relación de promotores, que se expresa en la escritura de constitución de la sociedad.</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.8.- Procedimiento de admisión</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- El interesado formulará la solicitud de admisión, por escrito, al Consejo Rector, el cual deberá resolver en el plazo de un mes desde su recepción. El acuerdo de éste desfavorable a la admisión será motivado, no pudiendo ser discriminatorio ni fundamentarse en causas distintas a las señaladas en la Ley o en estos Estatutos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> Transcurrido dicho plazo sin que el Consejo Rector haya resuelto, se entenderá denegada la admisión.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- Denegada la admisión, el solicitante podrá recurrir ante la asamblea, en el plazo de una semana desde la notificación del acuerdo del Consejo Rector o, en su caso, desde la terminación del plazo que éste tenía para resolver la solicitud de admisión.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>El recurso deberá ser resuelto por la asamblea. Será Preceptiva la audiencia previa del interesado. La resolución será recurrible ante la Jurisdicción ordinaria.</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ARTICULO 9.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Los asociados tendrán además de los derechos consagrados en las disposiciones legales y las normas concordantes de los presentes estatutos, los siguientes derechos fundamentales:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Cumplir con dedicación, interés, eficiencia, ética, honestidad, responsabilidad y lealtad en el trabajo que se le asigne y someterse a las disposiciones reglamentarias del mismo.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Participar en la administración de la cooperativa mediante el desempeño de cargos sociales.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Gozar de los beneficios y prerrogativas de la cooperativa.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Beneficiarse de los programas educativos y de capacitación profesional que se realicen.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Abstenerse de efectuar actos o incurrir en omisiones que afecten la estabilidad económica o el prestigio social de la Cooperativa.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Comportarse solidariamente en sus relaciones con la cooperativa y los asociados de la misma.</strong></li>
</ol>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ARTICULO  10</span><span style="text-decoration:underline;">.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Los derechos consagrados en la Ley y en los Estatutos solo serán ejercidos por los asociados que estén al día en el cumplimiento de sus deberes.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ARTICULO 11.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Los asociados tendrán además de los deberes consagrados en las disposiciones legales y en las normas concordantes de los presentes estatutos, los siguientes deberes especiales:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Comportarse siempre con espíritu cooperativo tanto en sus relaciones con la cooperativa como con los miembros de la misma.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Abstenerse de ejecutar hechos e incurrir en omisiones que afecten o puedan afectar la estabilidad económica o el prestigio social de la Cooperativa.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Cumplir fielmente los compromisos adquiridos con la Cooperativa.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Aceptar y cumplir las determinaciones que las directivas adoptan conforme a los Estatutos.</strong></li>
</ol>
<h1><span style="text-decoration:underline;">CAPITULO IV</span></h1>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>CONDICIONES PARA LA ADMISION Y EXCLUSIÓN DE LOS ASOCIADOS.</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ARTICULO 12.</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> Para ser admitido como asociado de la cooperativa por el consejo de Administración, se requiere solicitud del interesado y la expresa demostración de que cumple en artículo anterior.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ARTICULO 13.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> La calidad de asociado de la cooperativa se pierde por:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Exclusión.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Retiro forzoso.</strong></li>
</ol>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ARTICULO 14</span><span style="text-decoration:underline;">.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> El Consejo de Administración de la Cooperativa no aceptará el retiro voluntario de un asociado. En caso de existir deuda a favor de la cooperativa y el asociado con sus aportes cubra la misma se efectuara el cruce de cuentas de compensación.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ARTICULO 15.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> El Consejo de Administración tendrá un plazo máximo de una semana para resolver la solicitud de retiro del asociado en forma afirmativa o negativa.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ARTICULO 16</span><span style="text-decoration:underline;">.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>El Consejo de Administración no concederá el retiro de los asociados en los siguientes casos:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Cuando se reduzca el número mínimo de asociados que exige la ley para la constitución de la cooperativa o se afecte el patrimonio mínimo social requerido para la existencia de ella.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Cuando el retiro proceda con la confabulación e indisciplina o tenga estos propósitos.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Cuando el asociado haya incumplido en causales de exclusión o suspensión.</strong></li>
</ol>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ARTICULO 17.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>El consejo de Administración de la cooperativa excluirá a los asociados por los siguientes casos:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Por infracciones graves a la disciplina social que pueda desviar los fines de la cooperativa.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Por ejercer dentro de la cooperativa actividades de carácter político, religioso o racial.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Por actividades desleales contrarias a los ideales del cooperativismo.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Por servirse de la cooperativa en provecho de terceros.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Por falsedad o reticencia en los informes o documentos que la cooperativa requiera.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Por descontar vales, libranzas, pagarés y otros documentos a favor de terceros.</strong></li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Por mora mayor de (7) días en el cumplimiento de las obligaciones peculiares con la cooperativa.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Por efectuar operaciones ficticias en el perjuicio de la cooperativa, de los asociados o de terceros.</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Por negarse, sin causa justificada a cumplir las comisiones o encargos de utilidad general conferidos por la cooperativa.</strong></li>
</ol>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ARTICULO 18.</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> Para que la exclusión sea procedente es esencial una información sumaria previa, adelantada por el consejo de Administración que constara en actas suscritas por el Presidente y el Secretario del Consejo y mediante la cual se le formule por escrito al asociado implicado, los cargos a que hubiere lugar, para luego también darle la oportunidad de que presente los respectivos descargos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.19.- Expulsión</strong></span></p>
<p><strong> En todos los supuestos en que la sanción sea la de expulsión del socio trabajador, ésta sólo podrá ser acordada por el Consejo Rector por falta muy grave, previo expediente instruido al efecto con audiencia del interesado, que habrá de resolverse en el plazo máximo de 2 meses desde su iniciación.</strong></p>
<p><strong> Contra dicho acuerdo el socio trabajador podrá recurrir, en el plazo de siete días . Dicho acuerdo de expulsión, sólo será ejecutivo desde su ratificación o desde que haya transcurrido el plazo para recurrir. No obstante, el Consejo Rector podrá suspender al socio trabajador en su empleo, conservando  todos sus derechos económicos.</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART. 20.- Cuestiones contenciosas.</strong></span></p>
<p><strong> Las cuestiones contenciosas que se susciten entre la Cooperativa y sus socios trabajadores derivadas de la prestación del trabajo, se resolverán aplicando con carácter preferente la Ley de Cooperativas de Aragón, en segundo lugar estos Estatutos, a continuación el Reglamento de Régimen Interno si existiese y por último los acuerdos válidamente adoptados por sus órganos sociales. Para conocer de las citadas cuestiones, una vez agotada la vía interna establecida, será competente la Jurisdicción de lo Social.</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.21.- Régimen de trabajo, suspensión y excedencias.</strong></span></p>
<p><strong> 1.- La duración de la jornada de trabajo, el descanso mínimo semanal, las fiestas, las vacaciones anuales y los permisos, se regularán por la Asamblea General</strong></p>
<p><strong> 2.- Se suspenderá temporalmente la obligación y el derecho del socio trabajador a prestar su trabajo en la Cooperativa, con pérdida de los derechos y obligaciones económicas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.22.- Modificación, suspensión o extinción por causas económicas, técnicas, organizativas, de producción o derivadas de fuerza mayor.</strong></span></p>
<p><strong> 1.- Cuando por causas económicas, técnicas, organizativas, de producción o derivadas de fuerza mayor, para mantener la viabilidad empresarial de la Cooperativa, sea preciso, a criterio de la Asamblea General</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- La baja de los socios trabajadores que lo sea conforme a lo establecido en el número anterior del presente artículo, tendrá la calificación de baja obligatoria justificada. Los afectados tendrán derecho a la devolución inmediata de sus aportaciones  voluntarias al capital social</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 3.- Los socios trabajadores afectados por la suspensión temporal de la prestación de su trabajo perderán proporcionalmente, mientras dure la suspensión, los derechos y obligaciones económicos de dicha prestación, conservando los restantes derechos y obligaciones</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.24.- Composición y clases</strong></span></p>
<p><strong> 1.- La Asamblea General, constituida válidamente, es la reunión de los socios trabajadores para deliberar y tomar acuerdos, como órgano supremo de expresión de la voluntad social.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- Los acuerdos de la Asamblea General, adoptados conforme a las Leyes y a estos Estatutos, obligan a todos los socios trabajadores, incluso a los disidentes y a los que no hayan participado en la reunión.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 3.- Las Asambleas Generales podrán ser ordinarias o extraordinarias.</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.25.- Competencia</strong></span></p>
<p><strong> 1.- La Asamblea general puede debatir sobre cualquier asunto de interés de la cooperativa, pero solo podrá decidir sobre cualquier materia </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>incluida en el orden el día que no sea competencia exclusiva de otro órgano social.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>2.- En todo caso, su acuerdo será necesario en las siguientes ocasiones:</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> a) Nombramiento y revocación de los miembros del Consejo Rector, de los Interventores y Liquidadores. </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> b) Examen de la gestión social, aprobación de las cuentas anuales y de la distribución de excedentes o imputación de pérdidas.</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> c) Establecimiento de nuevas aportaciones obligatorias y actualización de su valor.</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> d) Emisión de obligaciones y otras formas de financiación.</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> e) Modificación de los Estatutos sociales.</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> f) Fusión, escisión, transformación y disolución de la Sociedad.</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> g) Transmisión, por cualquier título, de la Cooperativa o parte de sus bienes que, por su importancia para los fines sociales, pueda modificar sustancialmente la estructura económica, organizativa o funcional de la misma.</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> h) Creación de una Cooperativa de segundo o ulterior grado, de un consorcio y entidades similares, así como la adhesión y separación de los mismos.</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> i) Aprobación o modificación del Reglamento interno de la Cooperativa.</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> j) Ejercicio de la acción de responsabilidad, en la forma legalmente establecida, contra los miembros del Consejo Rector, Interventores, Liquidadores y otros órganos con funciones delegadas que pudieran existir.</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> k) Cualquier otra que con tal carácter esté prevista legal o estatutariamente</strong><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong> </strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.26.- Convocatoria de la Asamblea General</strong></span><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- La Asamblea General ordinaria será convocada por el Consejo Rector, al menos dentro de los seis meses siguientes a la fecha del cierre del ejercicio económico para examinar la gestión social, aprobar, si procede, las cuentas anuales y decidir sobre la distribución de excedentes o imputación de pérdidas en su caso, así como sobre cualquier otro asunto incluido en el Orden del Día.</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- La Asamblea General Extraordinaria se convocará a iniciativa del Consejo Rector o a petición del 20% de los socios trabajadores, o a solicitud de los Interventores. </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.27.- Forma de la convocatoria</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- La convocatoria de la Asamblea General deberá efectuarse mediante publicación en el tablón de anuncios del domicilio social de la Cooperativa. Todos los socios han de poder tener noticia de la convocatoria con una antelación mínima de 2 días naturales y máxima de 4 a la fecha prevista para su celebración.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- El Orden del Día será fijado por el Consejo Rector. Cualquier petición hecha por el 10% de los socios durante el día siguiente a la publicación de la convocatoria, deberá ser incluida en el Orden del Día. En este caso, el Consejo Rector tendrá que hacer público el nuevo Orden del Día en los 2 días siguientes a la finalización de este plazo.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 3.- No obstante lo anterior, la Asamblea se entenderá validamente constituida, con carácter de universal, siempre que estén presentes o representados la totalidad de los socios y acepten unánimemente su celebración y los asuntos a tratar, firmando todos ellos el acta.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.28.- Funcionamiento de la Asamblea</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- La Asamblea General se celebrará en la localidad del domicilio social de la Cooperativa o en cualquier otra que se hubiera señalado en la Asamblea  General anterior.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2- Quedará válidamente constituida en primera convocatoria si estén presentes o representados más de la mitad de los socios, y en segunda convocatoria, cuando estén presentes o representados al menos el 10% de los votos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 3.- Presidirá la Asamblea el Presidente del Consejo Rector. Actuara de Secretario el que lo sea del Consejo Rector. Cuando en el Orden del Día exista algún asunto que se refiera personalmente al Presidente o al Secretario, serán sustituidos por quien elija la Asamblea.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.29.- Derecho de voto. Voto por representante</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- Cada socio trabajador tiene derecho a un voto. En ningún supuesto podrá ser el voto dirimente o de calidad.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> El socio deberá abstenerse de votar cuando el acuerdo que se somete a la Asamblea tenga por objeto la resolución de los recursos interpuestos por el socio contra sanciones que le fuesen impuestas por el Consejo Rector, así como en los casos en los que el acuerdo verse sobre una situación de conflicto de intereses entre el socio trabajador y la Cooperativa.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- El derecho de voto se podrá ejercitar por medio de otro socio, que no podrá representar a más de dos. La delegación de voto, que sólo podrá hacerse para una Asamblea concreta, deberá efectuarse por escrito. Corresponderá al Secretario de la Asamblea decidir sobre la idoneidad del escrito que acredite la representación.</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.30.- Adopción de acuerdos</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- Excepto en los supuestos previstos en estos Estatutos o por la Ley de Cooperativas de Aragón, la Asamblea General adoptará los acuerdos por mayoría simple de los votos válidamente emitidos. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- Será necesaria la mayoría de los dos tercios de los votos presentes y representados, para adoptar acuerdos de transformación, Emisión de Obligaciones, transmisión por cualquier título, modificación de Estatutos, fusión, escisión y disolución  de la Ley de Cooperativas de Madrid, así como en los demás supuestos en los que lo establezca la Ley.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 3.- Las votaciones serán secretas, si así lo solicitan el 10% de los votos presentes y representados, así como en los demás casos previstos en el artículo 34.5 de la Ley de Cooperativas de Madrid.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ART.31.- Acta de la Asamblea</span> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- El acta de la Asamblea, que deberá redactar el Secretario de la misma, expresará al menos de modo sucinto, el lugar y la fecha de las deliberaciones, el número de socios asistentes, si se celebra en primera o en segunda convocatoria, un resumen de los asuntos debatidos, las intervenciones de las que se haya solicitado constancia en el acta, los acuerdos adoptados y los resultados de las votaciones.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- El acta de la sesión podrá ser aprobada por la propia Asamblea General y, en su defecto, habrá de serlo dentro del plazo de quince días, por el Presidente de la Asamblea General y dos socios designados en la misma Asamblea.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> En todo caso, el acta se pasará al correspondiente Libro de Actas de la Asamblea General, por el Secretario de la misma. Cualquier socio podrá solicitar certificación de la misma, que será expedida por el Secretario con el Vº Bº del Presidente.</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.32.- Impugnación de acuerdos de la Asamblea General</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> Los acuerdos de la Asamblea General que sean nulos por ser contrarios a la Ley, o anulables por oponerse a estos Estatutos o lesionar, en beneficio de uno o varios socios o terceros, los intereses de la Cooperativa, podrán ser impugnados según las normas y dentro de los plazos establecidos para las Sociedades Anónimas.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> Están legitimados para impugnar los acuerdos anulables los socios cuya disidencia conste en acta, los ausentes y los que hubiesen sido privados ilegítimamente de emitir su voto. Los acuerdos nulos podrán ser impugnados por cualquier socio. Los miembros del Consejo Rector y los Interventores deberán ejercitar las acciones de impugnación contra los acuerdos sociales, cuando sean contrarios a la Ley o se opongan a estos Estatutos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Sección Segunda.- El Consejo Rector</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.33.- Concepto y competencia</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> El Consejo Rector es el órgano de representación, gobierno y gestión de la Sociedad Cooperativa, con sujeción a la política fijada por la Asamblea General.</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.34.- Ejercicio de la representación</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- El Presidente del Consejo Rector, que lo es también de la Cooperativa, tiene la representación legal de la Sociedad, sin perjuicio de incurrir en responsabilidad si su actuación no se ajusta a los acuerdos de la Asamblea General y del Consejo Rector.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- Dentro de los límites previstos en la Ley Madrileña, el Consejo Rector podrá delegar sus facultades de forma permanente o por un periodo determinado en uno de sus miembros como Consejero Delegado, o en una Comisión ejecutiva, mediante el voto favorable de los dos tercios de sus componentes. Así mismo, podrá conferir apoderamientos a cualquier persona, cuyas facultades representativas se establecerán en la escritura de poder. Dichos acuerdos se inscribirán en el Registro de Cooperativas.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.35.- Composición</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- El Consejo Rector se compondrá de miembros titulares, es decir, tiene que estar compuesto de un presidente, vicepresidente, secretario y demás componentes que forman la cooperativa de trabajo asociado.</strong></p>
<p><strong> Aparte de estos tres cargos hay otros como hemos dicho que van a ser tesorero, vocal 1, vocal 2… como jefe de comunicación y muchos mas componentes de la cooperativa.</strong></p>
<p><strong> También si la cooperativa lo desea pueden tener miembros suplentes que deberán añadirse a la lista.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> NOTA 1. Según los miembros de la cooperativa va a haber un puesto para todos de la cooperativa.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> NOTA 2. Funciones del presidente, vicepresidente, secretario y tesorero.</strong></p>
<p><strong> Todos tienen que cumplir las funciones que detallen los  estatutos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> El presidente de la cooperativa: Tiene atribuida la presencia del Consejo Rector y de la Asamblea General así como la representación legal de la Cooperativa, la cual se ajustara los acuerdos adoptados por dichos Órganos  Sociales del consejo que corresponde al presidente:</strong></p>
<p><strong> -  Representar a la cooperativa, judicial y extrajudicialmente y en todas clases de actos.</strong></p>
<p><strong>- Convocar y presidir las reuniones.</strong></p>
<p><strong>-  Vigilar y procurar el cumplimiento de los acuerdos de los órganos sociales.</strong></p>
<p><strong>- Firmar las actas con el secretario las actas de sesiones.</strong></p>
<p><strong>- En caso de gravedad tomar medidas urgentes.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>El vicepresidente le corresponde sustituir al presidente en caso de ausencia del mismo.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>El secretario le corresponde llevar la documentación y las cuentas de la cooperativa. Efectuar los acuerdos del consejo rector y la asamblea.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>El tesorero llevara a cabo las cuentas de la cooperativa.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.36.-Elección </strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong> </strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Solo pueden ser elegidos los miembros del Consejo Rector que forman la cooperativa.</strong></p>
<p><strong>Los miembros del Consejo Rector deberán ser elegidos por el resto de la Asamblea General que elegirán a un presidente, vicepresidente, secretario y tesorero.</strong></p>
<p><strong>Los miembros que hayan salido votados, es decir, presidente, vicepresidente, secretario y tesorero tendrán que ser inscriptos en el Registro de Cooperativas.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ART.37.-Duración, ceses, vacantes y retribución</span><span style="text-decoration:underline;">.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1. Los miembros del consejo rector deberán ser elegidos en un  periodo de un año, renovándose simultáneamente.</strong></p>
<p><strong> 2. En cuanto a la renuncia del Consejo Rector ostentando sus cargos hasta el momento.</strong></p>
<p><strong> 3. Los miembros del Consejo Rector podrán ser destituidos de su cargo en cualquier momento.</strong></p>
<p><strong> 4. En caso de vacantes en el Consejo Rector será establecido por el articulo 38.8 de la ley de cooperativas de la Comunidad de Madrid.</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong> ART.38.Funcionamiento del Consejo Rector.</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1. El consejo Rector deberá ser convocado por su presidente o el que  haga sus veces a iniciativa propia o a petición de cualquier consejero. Si la solicitud no fuese atendida en un plazo de diez días podrá ser convocado por el consejero que hubiese echo la petición.</strong></p>
<p><strong>2. El consejero quedará válidamente constituido cuando concurran personalmente a la mitad de sus componentes.</strong></p>
<p><strong> 3. Los acuerdos se adoptaran, excepto a los supuestos en que la ley establezca por mas de la mitad de los votos brillantes.</strong></p>
<p><strong> 4. Los actas deberán ser firmados por el presidentes y el secretarios.</strong></p>
<p><strong>5. Los consejeros serán compensados de los gastos que les origine su función</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.39.Responsabilidad del Consejo Rector</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong> </strong></span></p>
<p><strong>1. Los cargos de los miembros del Consejo Rector desempeñara su cargo con   la diligencia  y buena fe que corresponde a un representante leal y ordenado gestor.</strong></p>
<p><strong>Deben guardar secreto sobre loa datos que tengan carácter confidencial, aún después de cesar en sus funciones.</strong></p>
<p><strong>2. Responderán solidariamente frente a la Cooperativa, frente a los socios y frente a terceros, del daño causado frente a maliciosa, abuso de facultades negligencia grave.</strong></p>
<p><strong>3. La aprobación, por la Asamblea General, del Balance, la Cuenta de Pérdidas y ganancias la propuesta sobre distribución de los resultados del ejercicio económico y la memoria explicativa no significa el descargo de los miembros del Consejo Rector de la responsabilidad en que pudieran haber incurrido.</strong></p>
<p><strong>4. En cuanto a la acción de responsabilidad contra los miembros del Consejo Rector, se estará a lo establecido en el punto 2 del citado artículo 42, de la cooperativa de la Comunidad de Madrid.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.40.- Dirección o gerencia</strong></span></p>
<p><strong>El Consejo Rector podrá acordar la existencia en la Cooperativa de una Dirección o Gerencia, unipersonal o colegiada, cuya competencia se extenderá a los asuntos concernientes al giro o tráfico normal de la Cooperativa, de acuerdo con las normas establecidas en Madrid.</strong></p>
<p><strong>Se pueden regular con más detalle las características de este órgano.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Sección Tercera.- De los Interventores y Auditoria Externa</strong></span></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ART.41.- Nombramiento de los interventores.</span> </strong></p>
<p><strong>1.- Sólo pueden ser elegidos Interventores los socios trabajadores y alumnos que cursen la asignatura de iniciativa emprendedora de 4º de la ESO en el colegio el catón.</strong></p>
<p><strong>El cargo de Interventor es incompatible con el de miembro del Consejo Rector y con el de miembro de la dirección o gerencia.</strong></p>
<p><strong>2.- El número de Interventores titulares será de 1.</strong></p>
<p><strong>Los Interventores titulares (3) serán elegidos por la Asamblea General, en votación secreta, por el mayor número de votos, por un periodo de &#8230;&#8230; (4), pudiendo ser reelegidos.</strong></p>
<p><strong>3.- Será de aplicación a los interventores lo establecido de la ley de cooperativa de Madrid.</strong></p>
<p><strong>4.- Será de aplicación a los Interventores lo establecido, sobre proceso electoral y nombramiento, en el número 3 del artículo 36 de estos estatutos, y sobre renuncia y destitución, en los números 2 y 3 del artículo 37 de los mismos, así como lo regulado sobre responsabilidad en el artículo 42 de la Ley de Cooperativas de Aragón.</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.42.- Funciones. Informe de las cuentas anuales</strong></span></p>
<p><strong>1.- Los Interventores, además de la censura de las cuentas anuales, tienen todas las demás funciones que expresamente les encomienda la Ley de Cooperativas.</strong></p>
<p><strong>2.- Las cuentas anuales, constituidas por el Balance, la Cuenta de Pérdidas y Ganancias y la Memoria explicativa, antes de ser presentadas para su aprobación a la Asamblea General, deberán ser censuradas por los Interventores.</strong></p>
<p><strong>La aprobación de las cuentas anuales por la Asamblea General sin el previo informe de los Interventores, será impugnable por cualquier socio que podrá instar su nulidad.</strong></p>
<p><strong>3.- EL Interventor dispondrán de un plazo de una semana desde que las cuentas anuales les fueren entregadas por el Consejo Rector, para formular su informe por escrito, proponiendo su aprobación o formulando los reparos que estimen convenientes. Si como consecuencia del informe, el Consejo Rector se viera obligado a modificar o alterar las cuentas anuales, el Interventor tendrá que ampliar su informe sobre los cambios introducidos.</strong></p>
<p><strong>4.- El Interventor tiene derecho a consultar y comprobar, en cualquier momento, toda la documentación de la Cooperativa y proceder a las verificaciones que estimen necesarias, no pudiendo revelar particularmente a los demás socios trabajadores o a terceros el resultado de sus investigaciones.</strong></p>
<p><strong>5.- El Interventor podrá emitir informe por separado, en caso de disconformidad.</strong></p>
<p><strong>6.- El informe del Interventor se recogerá en el Libro de Informes de la censura de cuentas.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.43.- Auditoria externa</strong></span></p>
<p><strong>1.- Las cuentas anuales deberán ser verificadas por la profesora de la asignaturas ajenas a la cooperativa, conforme a las normas establecidas en la Ley de Cooperativas, en los siguientes casos:</strong></p>
<p><strong>a) Cuando así lo acuerde la Asamblea General, que podrá adoptar dicho acuerdo aunque el asunto no conste en el Orden del Día. Los gastos de la auditoría externa serán por cuenta de la Cooperativa.</strong></p>
<p><strong>b) Cuando lo soliciten, por escrito, al Consejo Rector, el 15 por ciento de los socios de la Cooperativa. En este supuesto, los gastos de la auditoría externa serán por cuenta de los solicitantes, excepto cuando resulten vicios o irregularidades esenciales de la contabilidad aprobada.</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Sección cuarta.- Comité de Recursos</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.43.- Funciones y composición</strong></span></p>
<p><strong>1.- El Comité de Recursos tramitará y resolverá los recursos contra las sanciones a los socios trabajadores acordadas por el Consejo Rector, así como los demás recursos en que así lo prevean la Ley de Cooperativas de Madrid.</strong></p>
<p><strong>2.- El Comité de Recursos se compone de  miembros, que serán elegidos, de entre los socios trabajadores, por la Asamblea General, en votación secreta. La duración de su mandato será de 6 meses, pudiendo ser reelegidos. Los miembros elegidos designarán, de entre ellos, a un Presidente y a un Secretario.</strong></p>
<p><strong>Los miembros del Comité de Recursos continuarán ostentando sus cargos hasta el momento en que se produzca la renovación de los mismos, aunque haya concluido el periodo para el que fueron elegidos.</strong></p>
<p><strong>3.- El Comité de Recursos deliberará válidamente con la asistencia de la mitad más uno de sus componentes.</strong></p>
<p><strong>Los acuerdos del Comité se adoptarán por mayoría simple de miembros asistentes, no siendo posible la delegación de voto. El voto del Presidente dirimirá los empates.</strong></p>
<p><strong>El acta de la reunión del Comité, firmada por el Secretario y el Presidente, recogerá el texto del acuerdo.</strong></p>
<p><strong>4.- Los acuerdos del Comité de Recursos, serán inmediatamente ejecutivos y definitivos como expresión de la voluntad social y podrán recurrirse como si hubieran sido dictados por la Asamblea General.</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>CAPITULO IV</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>RÉGIMEN ECONÓMICO</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.44.- Responsabilidad</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong> </strong></span></p>
<p><strong> Los socios trabajadores no responderán personalmente de las deudas sociales.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> No obstante, el socio trabajador que cause baja en la Cooperativa responderá personalmente por las deudas sociales, previa excusión del haber social, hasta el importe reembolsado o pendiente de reembolsar  de sus aportaciones al capital social.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.45.- Capital Social</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- El capital social estará constituido por las aportaciones obligatorias y voluntarias de los socios.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- Las aportaciones obligatorias al capital social se acreditarán mediante inscripción en el Libro de aportaciones al capital Social, en el que se reflejarán las cuantías de las aportaciones suscritas y de las desembolsadas y fechas de las mismas, las actualizaciones de las aportaciones, así como las deducciones de éstas en satisfacción de las pérdidas imputadas al socio. Las aportaciones voluntarias al capital social deberán estar debidamente diferenciadas, haciéndose constar, además de los datos establecidos para las anteriores, la fecha del acuerdo de emisión y el tipo de interés fijado.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>de los elementos del activo inmovilizado.</p>
<p>e) Las derivados de inversiones o participaciones en socieda<strong> 3.- Para determinar la cifra de capital social desembolsado, se restarán las deducciones realizadas sobre las aportaciones en satisfacción de las pérdidas imputadas a los socios trabajadores.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 4.- El importe total de las aportaciones de cada socio trabajador no podrá exceder de un tercio del capital social.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 5.- Las aportaciones se realizarán en moneda nacional. No obstante, El Consejo Rector o la Asamblea General podrán admitir aportaciones de bienes o derechos, que serán valorados por el Consejo Rector bajo su responsabilidad. Dicha valoración podrá ser revisada por acuerdo de la Asamblea General, a petición de cualquier socio, en el plazo de una semana desde que se conociese.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.46.- Capital social mínimo</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> El capital social mínimo con el que puede funcionar la Cooperativa y que deberá estar totalmente desembolsado se fija en 150 € (ciento cincuenta Euros)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(1) Es aconsejable poner la cantidad en letra.</strong></p>
<p><strong>Así mismo, tanto en este como en otros artículos donde se haga referencia a unidades monetarias, la cantidad puede ponerse en Euros, pero en este caso habrá que tener en cuenta las posibles repercusiones a la hora de llevar la contabilidad en una u otra moneda.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.47.- Aportaciones obligatorias</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- La aportación obligatoria mínima para ser socio será de 10 € (diez Euros)de cuya cantidad deberá desembolsarse, para adquirir la condición de socio trabajador.</strong></p>
<p><strong> 2.- La Asamblea General, podrá exigir nuevas aportaciones obligatorias, fijando la cuantía, plazos y condiciones del desembolso. El socio que tuviera desembolsadas aportaciones voluntarias, podrá aplicarlas a cubrir, en todo o en parte, estas nuevas aportaciones obligatorias.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 3.- El socio que no desembolse las aportaciones en los plazos previstos incurrirá en mora por el solo vencimiento del plazo y deberá abonar a la Cooperativa el interés legal y resarcirla de los daños y perjuicios causados por la morosidad.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> El socio que incurra en mora podrá ser suspendido de sus derechos políticos y económicos hasta que normalice su situación, y si no realiza el desembolso en el plazo de sesenta días desde que fuera requerido, podrá ser dado de baja obligatoria, si se trata de la aportación obligatoria mínima para ser socio, o expulsado de la Sociedad, en los demás supuestos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> En todo caso, la Cooperativa podrá proceder judicialmente contra el socio moroso.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.48.- Aportaciones de los nuevos socios trabajadores</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- La Asamblea General fijará la cuantía de las aportaciones obligatorias de los nuevos socios y las condiciones y plazos para su desembolso, armonizando las necesidades económicas de la Cooperativa y el principio de facilitar su incorporación.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- Su importe no podrá ser inferior a la cantidad establecida en el número 1 del artículo 47 de estos Estatutos como aportación obligatoria para ser socio, ni superior al total de las aportaciones obligatorias efectuadas por los socios existentes, actualizadas en la cuantía que resulte de aplicar el Índice General de Precios al Consumo (1).</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 3.- Se deberá desembolsar la cantidad que establezca la Asamblea General, cuya cuantía no podrá ser inferior a la establecida en el número 1 del citado artículo 47 para adquirir la condición de socio. (2)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 4.- A los nuevos socios trabajadores les será de aplicación lo establecido en el artículo 47.3 de estos Estatutos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(1) Puede establecerse en los Estatutos que para el cálculo de dicha actualización, y por tanto para fijar la cuantía de las aportaciones obligatorias de los nuevos socios, se tenga en cuenta, como máximo, el neto patrimonial de la Cooperativa, o bien sus fondos propios según el último balance aprobado.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(2) Al objeto de facilitar la entrada de nuevos socios, puede limitarse el tope máximo de las aportaciones de éstos añadiendo aquí: “…, ni superior al total de las aportaciones desembolsadas por los socios actuales.”</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.49.- Aportaciones Voluntarias</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- La Asamblea General (1) podrá acordar la admisión de aportaciones voluntarias al capital social.  Serán desembolsadas al menos en un veinticinco por ciento en el momento de la suscripción, que se efectuará en el plazo máximo de un año, y el resto se desembolsará en el plazo fijado en el acuerdo de emisión. (2)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- El acuerdo de admisión de las aportaciones voluntarias deberá establecer si el importe desembolsado por el socio podrá aplicarse a futuras aportaciones obligatorias.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(1) El párrafo puede comenzar diciendo: “El Consejo Rector podrá acordar la &#8230;&#8230;”. (art. 50.1 Ley Aragonesa).</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(2) Dentro de los límites citados, pueden establecerse porcentajes de desembolso o plazos distintos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ART.50.- Intereses</span> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1.-Las aportaciones obligatorias desembolsadas pagarán el tipo de interés que quiera la Asamblea.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>2.-Las aportaciones obligatorias desembolsadas pagarán el tipo de interés que quiera la Asamblea.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ART.51.- Actualización de las aportaciones</span> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1.-En el ejercicio económico podrá actualizarse las aportaciones dentro del cierre de ejercicio con  acuerdo de la Asamblea General.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.52.- Transmisión de las aportaciones de los socios trabajadores</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1.-Aportaciones:</strong></p>
<p><strong> Las aportaciones se tratan por las cooperativas entando dentro de la cooperativa</strong></p>
<p><strong>2.-Por sucesión</strong></p>
<p><strong> Si es por sucesión los nuevos alumnos pueden re clamar la parte del expulsado si la participación obligatoria es menor se debe de realizar un nuevo socio y debe de ser admitido como tal.</strong></p>
<p><strong> 3.-El nuevo socio heredero no está obligado a desembolsar cuotas de ingresar por las aportaciones recibidas del antiguo socio.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.53.- Cuotas de ingreso</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- La cooperativa podrá determinar la cuota de ingreso de los nuevos socios. Su cuantía máxima no podrá ser superior a la establecida en el art. 55.1 de la Ley de Cooperativas de Madrid.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- Las cuotas de ingreso no integrarán el capital social ni serán reintegrables, y se destinarán a nutrir el Fondo de Reserva Obligatorio.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.54.- Financiaciones que no integran el Capital Social</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- La cooperativa podrá acordar la admisión de financiación voluntaria por los socios trabajadores, con el plazo y condiciones que se establezcan en el propio acuerdo. En ningún caso integrarán el capital social.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- La cooperativa, previo acuerdo de la Cooperativa, podrá emitir obligaciones, cuyo régimen de emisión se ajustará a lo dispuesto en la legislación vigente, debiendo practicarse las oportunas inscripciones en el Registro de Cooperativas, así como títulos participativos, de acuerdo a lo dispuesto en la Ley de Cooperativas de El CATON</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 3.- Las subvenciones en capital recibidas por la cooperativa serán irrepartibles y se imputarán al ejercicio conforme a lo establecido en la normativa contable, destinándose anualmente al Fondo de Reserva Obligatorio, en una subcuenta que llevará por denominación “Fondo de Reserva Obligatorio por Subvenciones.”</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.55.- Reembolso de las aportaciones</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- En caso de baja del socio trabajador, éste o sus derechohabientes están facultados para exigir el reembolso de las aportaciones al capital social que tuviese el socio, de acuerdo con las normas que se establecen en los números siguientes.</strong></p>
<p><strong> 2.- Del importe de las aportaciones en el momento de la baja, se restarán las pérdidas imputadas al socio, correspondientes al ejercicio económico en que se haya producido la baja y/o a otros ejercicios anteriores y que no hubiesen sido compensadas o satisfechas por el socio trabajador.</strong></p>
<p><strong> 3.- Del importe que resulte de la aplicación del número 2, el Consejo Rector podrá acordar deducciones sobre las aportaciones obligatorias, computando tanto las desembolsadas como las que el socio trabajador tuviera pendiente de desembolsar.</strong></p>
<p><strong> 4.- Si el socio trabajador estuviese disconforme con el acuerdo  sobre los efectos económicos de su baja, podrá impugnarlo de conformidad con lo establecido en los artículos 13 y 14 de estos Estatutos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 5.- El plazo de reembolso no podrá exceder a partir de la fecha de la baja, con derecho a percibir el interés básico del banco de España, o el fijado para los socios en activo si fuera mayor. Las cantidades pendientes de reembolso no serán susceptibles de actualización.</strong></p>
<p><strong>Si la baja se hubiese producido por voluntad del socio con incumplimiento del plazo de preaviso, se entenderá producida dicha baja, a efectos del reembolso de las aportaciones.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.56.- Gastos del ejercicio económico:</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- A efectos de la determinación de los resultados netos del ejercicio, tendrán la consideración de gastos:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> a) El importe de los bienes entregados por los socios para la gestión Cooperativa, valorados a los precios de mercado, así como el importe de los anticipos de los socios trabajadores.</strong></p>
<p><strong> b) Los gastos necesarios para el funcionamiento de la Cooperativa.</strong></p>
<p><strong> c) Los intereses debidos a los socios, obligacionistas y otros acreedores</strong></p>
<p><strong> d) Las cantidades destinadas a amortizaciones.</strong></p>
<p><strong> e) Cuales quiera otros gastos deducibles autorizados por la legislación fiscal a estos efectos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.57.- Imputación de los excedentes del ejercicio económico</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1.- Se considerarán extracooperativos y se considerarán separadamente, destinándose como mínimo un 50% (1) al Fondo de Reserva obligatorio, una vez deducidos los impuestos, los beneficios que tengan alguno de los siguientes orígenes:</strong></p>
<p><strong>) De las operaciones con terceros.</strong></p>
<p><strong> b) De actividades y fuentes extracooperativas, ajenas a los fines específicos de la Cooperativa</strong></p>
<p><strong> c) Los derivados de inversiones o participaciones en sociedades de naturaleza no cooperativa, salvo las que realicen actividades preparatorias, complementarias o subordinadas a la propia actividad de la Cooperativa</strong></p>
<p><strong> d) Los procedentes de plusvalías derivadas de la enajenación del activo inmovilizado no reinvertidas en su totalidad en activos de idéntico destino en un plazo no superior a tres años.</strong></p>
<p><strong> e) En la actividad derivada de la utilización por la Cooperativa de trabajadores asalariados. Su rendimiento se calculará aplicando la misma proporcionalidad que resulte entre los salarios satisfechos a éstos y los anticipos laborales abonados a los socios trabajadores.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- Del resto de los excedentes netos del ejercicio económico, una vez deducidos los impuestos, se destinará en primer lugar un 30% del resultado, como mínimo, a dotar los fondos obligatorios, con la distribución que entre los mismos acuerde la cooperativa. No obstante, se tendrá en cuenta que cuando el Fondo de Reserva Obligatorio alcance un importe igual o mayor al 50% del capital Social, al menos un 5% se destinará al fondo de Educación y Promoción Cooperativa, y un 10% como mínimo cuando el Fondo de Reserva Obligatorio alcance un importe superior al doble del capital social. (2) (3)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 3.- Los excedentes disponibles que resulten serán distribuidos conforme acuerde la cooperativa en cada ejercicio económico, pudiendo aplicarlos discrecionalmente a los siguientes fines:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> a) a retorno cooperativo.</strong></p>
<p><strong> b) a incrementar el Fondo de Reserva obligatorio.</strong></p>
<p><strong> c) a incrementar el Fondo de Educación y Promoción.</strong></p>
<p><strong>d) A la participación de los Trabajadores asalariados en la Cooperativa</strong></p>
<p><strong> e) a incrementar el Fondo de Reserva voluntario, a que se refiere el artículo 60 de la Ley de Cooperativas y 60 de estos Estatutos</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.58.- El retorno cooperativo</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- El retorno cooperativo se acreditará a los socios trabajadores en proporción al trabajo realizado por cada uno de ellos para la Cooperativa.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> En ningún caso se podrá acreditar el retorno cooperativo en función de las aportaciones del socio trabajador al capital social.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- La cooperativa, por más de la mitad de los votos válidamente expresados, fijará la forma de hacer efectivo el retorno cooperativo acreditado a cada socio trabajador, de acuerdo con las siguientes modalidades:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> a) Que se satisfaga a los socios en el plazo que acuerde la Asamblea General.</strong></p>
<p><strong> b) Que se incorpore al capital social, como incremento de las aportaciones obligatorias de los socios, en la parte que les corresponda.</strong></p>
<p><strong> c) Que se incorpore a un Fondo, regulado por la Asamblea General, con límite de disponibilidad por la Cooperativa a un plazo de cinco años y garantía de distribución posterior al socio titular en la siguiente forma:……….. Su remuneración no podrá exceder a la prevista en el artículo 50 de estos Estatutos. (1).</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.59.- Imputación de pérdidas</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- Se imputarán previamente y en su totalidad al Fondo de Reserva Obligatorio, las pérdidas que tengan su origen en los siguientes hechos:</strong></p>
<p><strong>a) De las operaciones con terceros.</strong></p>
<p><strong> b) De actividades y fuentes extracooperativas, ajenas a los fines específicos de la Cooperativa</strong></p>
<p><strong> d) Las procedentes de la enajenación</strong> <strong>des de naturaleza no cooperativa, salvo las que realicen actividades preparatorias, complementarias o subordinadas a la propia actividad de la Cooperativa</strong></p>
<p><strong> e) En la actividad derivada de la utilización por la Cooperativa de trabajadores asalariados. Su cuantía se calculará aplicando la misma proporcionalidad que resulte entre los salarios satisfechos a éstos y los anticipos laborales abonados a los socios trabajadores.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- Si el importe del Fondo de Reserva obligatorio fuese insuficiente para compensar las pérdidas a que se refiere el número 1 de este artículo, la diferencia se recogerá en una cuenta especial, para su amortización con cargo a futuros ingresos del Fondo de Reserva obligatorio.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 3.- Las pérdidas del ejercicio cuya imputación no corresponda realizar conforme a lo establecido en el número 1 de este artículo, se imputarán de acuerdo con las siguientes normas:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> a) Se imputará al Fondo de Reserva obligatorio el &#8230;&#8230; (1) por ciento de dichas pérdidas, si la cuantía existente en el mismo fuese suficiente para compensarlas, debiendo respetarse además lo establecido en el artículo 58.5 a) de la Ley de Cooperativas de Aragón.</strong></p>
<p><strong> b) Se imputará, además, al Fondo de Reserva voluntario, el porcentaje sobre dichas pérdidas que fije la Asamblea General, sin más limitaciones que la cuantía existente en dicho Fondo. (2)</strong></p>
<p><strong> c) La diferencia de pérdidas que resulte, se imputará a los socios trabajadores en proporción al trabajo realizado por cada uno de ellos, siendo también de aplicación, en su caso, lo establecido en el artículo 58 de la Ley de Cooperativas de Aragón.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 4.- Las pérdidas imputadas a cada socio trabajador se satisfarán por éste de alguna de las siguientes formas:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> a) En metálico, dentro del ejercicio económico en que se hubiera aprobado el Balance en que se acusen las pérdidas.</strong></p>
<p><strong> b) Mediante deducciones en sus aportaciones al capital social</strong></p>
<p><strong> c) Mediante deducciones en cualquier inversión financiera del socio en la cooperativa que permita esta imputación.</strong></p>
<p><strong> e) Con cargo a los retornos que puedan corresponder al socio trabajador en los siete ejercicios siguientes a aquel en que se hubiese aprobado el Balance en que se acusen las pérdidas; si transcurrido dicho plazo quedasen pérdidas sin compensar, deberán ser satisfechas en metálico por el socio en el plazo de un mes a partir del último balance de la Asamblea General.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>ART.60.- Fondo de Reserva obligatorio</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1.- El Fondo de Reserva obligatorio, destinado a la consolidación, desarrollo y garantía de la Cooperativa, es irrepartible entre los socios trabajadores, incluso en caso de disolución de la Sociedad.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2.- Necesariamente se destinará a este Fondo:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> a) El porcentaje sobre los excedentes netos que se destine, de acuerdo a lo dispuesto en el art. 57 de estos Estatutos.</strong></p>
<p><strong> b) Las deducciones sobre las aportaciones obligatorias en los supuestos de baja del socio.</strong></p>
<p><strong> c) Las cuotas de ingreso.(1)</strong></p>
<p><strong> e) El porcentaje sobre el resultado de la actualización de aportaciones, que corresponde de acuerdo con lo establecido en el artículo 52.2 de la Ley de Cooperativas de Aragón.</strong></p>
<p><strong> f) Con las partidas destinadas al Fondo de Reserva por Subvenciones, previsto en el artículo 55.6 de dicha Ley.</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Artículo 61.- Procedimiento de liquidación.</span></strong></p>
<p><strong> 1. La Asamblea General que hubiera decidido la disolución o, en otro caso, la que deberá convocar sin demora el órgano de administración, elegirá de entre los/as socios/as, en votación secreta, y por el mayor número de votos tres Liquidadores/as, los/as cuales aceptarán el cargo en la misma Asamblea y, asimismo, manifestará/n no estar afectado/s por ninguna de las incapacidades y prohibiciones para el ejercicio del mismo, contenidas en el artículo 56 de estos Estatutos; en cuanto a las incompatibilidades, el cargo de Liquidador será incompatible con cualquier cargo social, vigente en el momento de la aceptación del Liquidador, y con los parientes de los mismos hasta el segundo grado de consanguinidad o de afinidad.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2. Si transcurriera un mes desde la disolución de la Cooperativa sin que se hubiera efectuado la elección y aceptación de los/as Liquidadores/as, el órgano de administración deberá solicitar del/de la Juez/a competente el nombramiento de los/as mismos/as, que podrá recaer en personas no socias. Si el órgano de administración no solicitara dicho nombramiento, cualquier socio/a podrá solicitarlo del/de la Juez/a.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 3. En todo caso, el nombramiento de los/as Liquidadores/as no surtirá efectos jurídicos hasta que se produzca la aceptación de los/as mismos/as, en cuyo momento, el órgano de administración cesará en sus funciones de gobierno, gestión y representación de la entidad, que se transmitirán a aquéllos, aunque deberá prestar su concurso para la práctica de las operaciones de liquidación, si fuera requerido para ello, suscribiendo en todo caso con los mismos el inventario y balance de la Cooperativa, con referencia al día en que fue disuelta, y antes de que los/as Liquidadores/as comiencen sus operaciones.</strong></p>
<p><strong>El nombramiento de los/as Liquidadores/as deberá inscribirse en el Registro de Cooperativas.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 4. A los/as Liquidadores/as se les podrá señalar una retribución compensatoria por su función, si así lo determina la Asamblea General, acreditándose, en todo caso, los gastos que se originen.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 5. Durante el período de liquidación se observarán las disposiciones legales y estatutarias en cuanto a la convocatoria y reunión de Asambleas Generales, que se convocarán por los Liquidadores, los cuales las presidirán y darán cuenta de la marcha de la liquidación. La Asamblea General podrá acordar lo que convenga al interés común.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 6. Los/as socios/as que representen el diez por ciento de los votos sociales podrán solicitar del/de la Juez/a competente la designación de uno/a o varios/as Interventores/as que fiscalicen las operaciones de la liquidación. En este caso, no tendrán validez las operaciones efectuadas sin participación de estos/as Interventores/as.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 7. Los/as Liquidadores/as harán llegar a los/as socios/as cada cuatro meses, mediante su publicación en el tablón de anuncios del domicilio social de la Cooperativa y dirigiéndose a cada uno/a de ellos/as por carta certificada y con acuse de recibo, el estado de la liquidación. Además, si ésta se prolongara más de un año, los/as Liquidadores/as deberán publicar en el Boletín Oficial de la Comunidad de Madrid un estado de cuentas que permita apreciar con exactitud la situación de la sociedad y la marcha de la liquidación, el cumplimiento de esa obligación será comunicado al Registro de Cooperativas, y por carta a los/as socios/as, dentro de los quince días siguientes a aquél en que se produzca la referida publicación.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>8. Los/as Liquidadores/as de la Cooperativa cesarán en su función, cuando concurran las causas equivalentes a las previstas en el Texto Refundido de la Ley de Sociedades Anónimas, para el cese de los/as Liquidadores/as de estas últimas.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Artículo 62.- Funciones de los/as Liquidadores/as.</strong></span></p>
<p><strong>Corresponde a los/as Liquidadores/as de la Cooperativa:</strong></p>
<p><strong>a)   Velar por la integridad del patrimonio social y llevar la contabilidad de la Cooperativa, así como custodiar los libros y la correspondencia de la sociedad.</strong></p>
<p><strong>b)   Concluir las operaciones pendientes y realizar las nuevas que sean necesarias para la liquidación de la Cooperativa.</strong></p>
<p><strong>c)    Percibir los créditos y pagar las deudas sociales.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> d)   Enajenar los bienes sociales. Siempre que sea posible intentarán la venta en bloque de la empresa o unidades independientemente organizadas. La venta de bienes inmuebles se hará en pública subasta, salvo que la Asamblea General apruebe expresamente otro sistema.</strong></p>
<p><strong>e)   Comparecer en juicio y concertar transacciones cuando convenga al interés social.</strong></p>
<p><strong>f)     Adjudicar el haber social a quien corresponda.</strong></p>
<p><strong>g)   En caso de insolvencia de la Cooperativa, deberán solicitar en el término de diez días, a partir de aquél en que se haga patente esta situación, la declaración de suspensión de pagos o la de quiebra, según proceda.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Artículo 63.- Balance final de liquidación.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1. Concluidas las operaciones de liquidación, los/as Liquidadores/as someterán a la aprobación de la Asamblea General un balance final, un informe completo sobre dichas operaciones y un proyecto de adjudicación del haber social. Tales documentos serán informados siempre por los/as Interventores/as de la Cooperativa, y, en su caso, por los/as Interventores/as de liquidación a que se refiere el número 6 del artículo 64 de estos Estatutos y por los/as auditores/as de cuentas.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2. Tras su aprobación por la Asamblea, el balance final y el proyecto de distribución del haber social serán publicados en el Boletín Oficial de la Comunidad de Madrid y en uno de los diarios de mayor circulación de la Región.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 3. El acuerdo aprobatorio podrá ser impugnado en el plazo de dos meses tras su aprobación, por los/as socios/as, que, no habiendo votado a su favor, se sientan agraviados/as por el mismo y, también, por los/as acreedores/as cuyos créditos no hubieran sido satisfechos o garantizados.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 4. En tanto no haya transcurrido el plazo para su impugnación o resuelto por sentencia firme las reclamaciones interpuestas, no podrá procederse al reparto o adjudicación del activo resultante.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Artículo 64.- Adjudicación del haber social.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 1. No se podrá adjudicar ni repartir el haber social hasta que no se hayan satisfecho íntegramente las deudas sociales, se haya consignado su importe en una entidad de crédito del término municipal en que radique el domicilio social, o se haya asegurado el pago de los créditos no vencidos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2. Una vez satisfechas o garantizadas las deudas anteriores, el resto del haber social se adjudicará según el siguiente orden:</strong></p>
<p><strong>a)   El importe correspondiente a la Reserva de educación y promoción cooperativa se pondrá a disposición de la entidad pública o privada elegida por acuerdo de la Asamblea General para la realización de los fines previstos en estos Estatutos. Si no se designase ninguna entidad en particular, se destinará a la Unión o Federación de Cooperativas a la que pertenezca la entidad en liquidación, y, en su defecto, al Consejo de Cooperativismo de la Comunidad de Madrid para la realización de los mismos fines.</strong></p>
<p><strong>b)   Se reintegrarán a los/as socios/as sus aportaciones al capital una vez liquidadas y actualizadas, comenzando por las aportaciones voluntarias y a continuación las obligatorias.</strong></p>
<p><strong>c)    La Reserva voluntaria repartible, si la hubiera, se distribuirá entre los/as socios/as, de conformidad con lo previsto en estos Estatutos.</strong></p>
<p><strong>d)   El activo sobrante, si lo hubiere, se destinará a los mismos fines que la Reserva de educación y promoción cooperativa, y se pondrá a disposición de la misma entidad pública o privada encargada de su realización, y, en su defecto, del Consejo de Cooperativismo de la Comunidad de Madrid.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 3. Si un/a socio/a de la Cooperativa en liquidación tiene que incorporarse a otra Cooperativa donde le exigen una cuota de ingreso, podrá requerir del haber líquido sobrante, y para el pago de dicha cuota, la parte proporcional que le correspondería en relación al total de socios/as de la Cooperativa en liquidación.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Artículo 65.- Extinción</span><em>.</em></strong></p>
<p><strong> 1. Finalizada la liquidación, y adjudicado el haber social, los liquidadores otorgarán escritura pública de extinción de la Cooperativa que contendrá:</strong></p>
<p><strong>a)   La manifestación de que el balance final y el proyecto de distribución del haber social han sido aprobados por la Asamblea General y publicados en el Boletín Oficial de la Comunidad de Madrid y en uno de los diarios de mayor circulación de la Región.</strong></p>
<p><strong>b)   La manifestación de los/as liquidadores/as de que ha transcurrido el plazo para la impugnación del acuerdo sin que se hayan formulado impugnaciones, o que ha alcanzado firmeza la sentencia que las hubiera resuelto.</strong></p>
<p><strong> c)   La manifestación de que se ha procedido al pago de los acreedores o a la consignación de sus créditos, y a la adjudicación del haber social de conformidad con lo previsto en el artículo anterior.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A la escritura pública se incorporará el balance final de liquidación y la relación de los/as socios/as, haciendo constar su identidad e importe de la cuota de liquidación que le hubiere correspondido a cada uno/a.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>La escritura pública de extinción se inscribirá en el Registro de Cooperativas, y en ella los/as Liquidadores/as deberán solicitar del mismo la cancelación de los asientos referentes a la Sociedad extinguida, depositando, asimismo, en dicha dependencia los Libros y documentación social, que se conservarán durante un período de seis años.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>2. En caso de deudas sobrevenidas una vez cancelada la inscripción de la Cooperativa, los/as antiguos/as socios/as responderán solidariamente de las deudas sociales no satisfechas hasta el límite de lo que hubieran recibido como cuota de liquidación, si su responsabilidad por las deudas sociales era limitada; y ello sin perjuicio de la responsabilidad de los/las liquidadores/as en caso de dolo o culpa.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong> </strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estatutos]]></title>
<link>http://heladodepepino.wordpress.com/2009/11/02/estatutos/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 15:48:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>heladodepepino</dc:creator>
<guid>http://heladodepepino.wordpress.com/2009/11/02/estatutos/</guid>
<description><![CDATA[Pinchar para ver estatutos : Estatutos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pinchar para ver estatutos : <a href="http://heladodepepino.wordpress.com/files/2009/11/estatutos.doc">Estatutos</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ESTATUTOS DE LA COOPERATIVA]]></title>
<link>http://cooperascne.wordpress.com/2009/11/02/estatutos-de-la-cooperativa/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 15:44:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>cooperascne</dc:creator>
<guid>http://cooperascne.wordpress.com/2009/11/02/estatutos-de-la-cooperativa/</guid>
<description><![CDATA[Estos son los estatutos de la cooperativa :Estatutos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estos son los estatutos de la cooperativa :<a href="http://cooperascne.wordpress.com/files/2009/11/estatutos.doc">Estatutos</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Gobierno anuncia a las universidades que no cumplirá con su financiación (El Día)]]></title>
<link>http://amec.wordpress.com/2009/10/30/el-gobierno-anuncia-a-las-universidades-que-no-cumplira-con-su-financiacion-el-dia/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:08:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>AMEC</dc:creator>
<guid>http://amec.wordpress.com/2009/10/30/el-gobierno-anuncia-a-las-universidades-que-no-cumplira-con-su-financiacion-el-dia/</guid>
<description><![CDATA[La ULL no ha recibido aún una comunicación oficial, pero el Gobierno le ha transmitido la dificultad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">La ULL no ha recibido aún una comunicación oficial, pero el Gobierno le ha transmitido la dificultad de afrontar lo que establece el contrato programa para 2010. Educación ya ha propuesto a la ULPGC que las previsiones presupuestarias del acuerdo de financiación hasta 2013 &#8220;no sean de aplicación inmediata&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><!--more-->M.G., La Laguna</strong></p>
<p style="text-align:justify;">La disminución del presupuesto de la Comunidad Autónoma para el próximo año, que afectará especialmente a las áreas de Educación y Sanidad -las que cuentan con partidas más cuantiosas-, también se dejará sentir en las universidades canarias, a tenor de la información que el Gobierno regional ha comunicado a la Universidad de Las Palmas de Gran Canaria (ULPGC) y que es conocida de forma no oficial por la de La Laguna (ULL).</p>
<p style="text-align:justify;">La institución grancanaria celebró el pasado martes un Consejo de Gobierno al que el rector, José Regidor, trasladó la propuesta de la Consejería de que las previsiones presupuestarias del contrato programa -que establece la financiación de las universidades del Archipiélago en el periodo 2009-2013- no sea de aplicación inmediata, sino que se ejecute paulatinamente en años posteriores, según consta en un comunicado emitido por la propia ULPGC.</p>
<p style="text-align:justify;">En todas las áreas</p>
<p style="text-align:justify;">En cuanto a la ULL, su rector, Eduardo Doménech, aseguró ayer que no ha recibido ninguna comunicación oficial por parte de la Administración educativa. No obstante, aclaró que la consejera, Milagros Luis Brito, ha advertido a los rectores de que habrá recortes presupuestarios en todas las consejerías y que &#8220;veía difícil afrontar lo que establece el contrato programa&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Según Doménech, tanto él como su homólogo en la ULPGC insistieron en el &#8220;perjuicio que supondrá para las universidades un recorte de este tipo, en un momento en que se está desarrollando la adaptación al Espacio Europeo de Educación Superior&#8221;. Luis Brito se comprometió, continúa Doménech, a estudiar fórmulas para que &#8220;el recorte no se produzca o, al menos, para que éste tenga una mínima incidencia en las universidades&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">No obstante, según el rector del centro tinerfeño, la consejera les garantizó que &#8220;lo que está firmado se acabará cumpliendo, aunque quizás con un cambio temporal&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">La forma que adoptará esta modificación aún no ha sido trasladada a la Universidad de La Laguna y sí a la de Las Palmas, supone Eduardo Doménech, porque esta última ya está preparando sus presupuestos para el próximo año y, para ello, necesita conocer las previsiones presupuestarias del Gobierno canario.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;El contrato programa está firmado y hay que cumplirlo&#8221;, recalca el rector de la ULL, quien advierte de que la institución sólo aceptará la fórmula que proponga la Consejería si la cuantía total del recorte no resulta excesiva. Eso sí, avisa de que las partidas para las plantillas &#8220;tienen que subir&#8221;, dado que en los Presupuestos Generales del Estado se contempla un incremento del 0,3%. &#8220;Ahí no puede haber ningún tipo de recorte, sino el mayor incremento posible&#8221;, insiste Eduardo Doménech.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Foro de debate ULL]]></title>
<link>http://amec.wordpress.com/2009/10/30/foro-de-debate-ull/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 12:31:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>AMEC</dc:creator>
<guid>http://amec.wordpress.com/2009/10/30/foro-de-debate-ull/</guid>
<description><![CDATA[La ULL nos invita a debatir en su web el Plan Canario de Educación Superior. Concretamente  se  disc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La ULL nos invita a debatir en su web el Plan Canario de Educación Superior. Concretamente  se  discute el documento: “<a href="http://foroull.osl.ull.es/?p=173">Estrategia para la definición de prioridades en la oferta de Educación Superior de Canarias</a>”. Enlace del foro: <a href="http://foroull.osl.ull.es/">http://foroull.osl.ull.es/</a></p>
<p>Documento en PDF: <a href="http://amec.wordpress.com/files/2009/10/plan-canario-de-educacion-superior.pdf">Plan-Canario-de-Educación-Superior</a></p>
<p>Entradas anteriores relacionadas: <a href="http://wp.me/p43VV-rZ">http://wp.me/p43VV-rZ</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¡Yo voy al 7-N!]]></title>
<link>http://sevillistasderenault.wordpress.com/2009/10/29/%c2%a1yo-voy-al-7-n/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 17:31:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>sevillistasderenault</dc:creator>
<guid>http://sevillistasderenault.wordpress.com/2009/10/29/%c2%a1yo-voy-al-7-n/</guid>
<description><![CDATA[El próximo sábado 7 de noviembre se celebrará en la sede de la Peña Sevillista Pepe Castro de Sevill]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">El próximo sábado 7 de noviembre se celebrará en la sede de la Peña Sevillista Pepe Castro de Sevilla Este, la asamblea de constitución de la &#8220;Asociación de sevillistas en la red Pepe Brand&#8221;. Allí estaremos todos los blogueros que desde el primer día secundamos esta iniciativa. Si eres bloguero sevillista y quieres formar parte, no dudes en inscribirte en el <a href="http://sevillistasenlared.blogspot.com" target="_blank">blog oficial de la Asociación</a>. El acto se cerrará con un magnífico almuerzo.</p>
<p style="text-align:left;">No lo dudes.</p>
<p style="text-align:left;">¡Yo voy al 7-N!<img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_sU2sJ88eiCs/SumexSKNC3I/AAAAAAAAGX8/wQknOOhmQAY/s1600/7-N(1)%5B1%5D.JPG" alt="" width="720" height="540" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ESTATUTO DO CAMED XIII DE ABRIL]]></title>
<link>http://camedxiiideabril.wordpress.com/2009/10/13/estatudo-do-camed-xiii-de-abril/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 23:33:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>camedxiiideabril</dc:creator>
<guid>http://camedxiiideabril.wordpress.com/2009/10/13/estatudo-do-camed-xiii-de-abril/</guid>
<description><![CDATA[CAPÍTULO I DA FUNDAÇÃO, NATUREZA E FINALIDADES ARTIGO 1º O Centro Acadêmico de Medicina XIII de Abri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>CAPÍTULO I</p>
<p>DA FUNDAÇÃO, NATUREZA E FINALIDADES</p>
<p>ARTIGO 1º</p>
<p>O Centro Acadêmico de Medicina XIII de Abril, também designado pela sigla, CAMED XIII DE ABRIL, fundado em 10 de outubro de 1992, é uma associação, entidade estudantil representativa dos acadêmicos da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Federal de Mato Grosso, livre e independente de filiação político-partidária, sem fins econômicos, que terá duração por tempo indeterminado, com sede e foro em Cuiabá, capital do estado de Mato Grosso, na Avenida Fernando Corrêa da Costa s/n, Cidade Universitária Campus UFMT, Coxipó.</p>
<p>Parágrafo Único – Considera-se filiado ao CAMED XIII DE ABRIL todo aluno regularmente matriculado da Faculdade de Ciências Médicas.</p>
<p>ARTIGO 2º</p>
<p>O CAMED XIII DE ABRIL tem por finalidade:</p>
<p>A) – Apoiar e tomar iniciativas práticas dos problemas educacionais;</p>
<p>B) – Defender os interesses gerais dos estudantes da Faculdade de Ciências Médicas a ele filiados;</p>
<p>C) – Contribuir para aproximação e solidariedade entre os corpos discente, docente e administrativo da Faculdade de Ciências Médicas;</p>
<p>D) – Promover a divulgação de matérias de interesses médicos;</p>
<p>E) – Promover campanhas de caráter beneficente;</p>
<p>F) –Promover e organizar reuniões, debates, palestras, conferências, simpósios, mostras de caráter social, cultural, científico, político, artístico, visando a complementação e o aprimoramento da formação universitária;</p>
<p>G) – Orientar acerca dos serviços de assistência aos estudantes carentes de recursos;</p>
<p>H) – Realizar intercâmbio, vivências e colaboração com entidades congêneres;</p>
<p>I) – Promover, facilitar e divulgar estágios e residência médica;</p>
<p>J) – Procurar ,por todos os caminhos legais e possíveis, angariar fundos para a posse de materiais necessários e para melhor desempenhar as finalidades para as quais foi criado.</p>
<p>ARTIGO 3º</p>
<p>O CAMED XIII DE ABRIL primar-se-á:</p>
<p>A) – Pelo ensino médico voltado aos reais interesses da população em geral;</p>
<p>B) – Pelo Estado de Direito;</p>
<p>C) – Por uma sociedade com justiça social;</p>
<p>D) – Por uma Universidade livre e soberana;</p>
<p>E) – Pelo ensino público, gratuito, e de qualidade para todos;</p>
<p>F) – Pela independência em relação a movimentos de cunho político-partidário.</p>
<p>CAPÍTULO II</p>
<p>DA ORGANIZAÇÃO E COMPETÊNCIAS</p>
<p>ARTIGO 4º</p>
<p>São instâncias deliberativas do CAMED XIII DE ABRIL, por ordem de representatividade:</p>
<p>I – Assembléia Geral;</p>
<p>II &#8211; Conselho de Alunos;</p>
<p>III – Diretoria.</p>
<p>ARTIGO 5º</p>
<p>As Assembléias Gerais serão:</p>
<p>I – Ordinárias;</p>
<p>II – Extraordinárias.</p>
<p>Parágrafo Único – As Assembléias Gerais serão convocadas:</p>
<p>A) – Extraordinariamente, pela diretoria, ou por requerimento assinado por 10% dos alunos filiados e entregue à Diretoria, ou pelo Conselho de Alunos;</p>
<p>B) – Ordinariamente, pela Diretoria, uma vez ao ano.</p>
<p>ARTIGO 6º</p>
<p>Em qualquer caso, a ordem do dia, deverá constar da convocação, cabendo a quem tenha tido a iniciativa em questão, a divulgação através de fixação em mural com antecedência de no mínimo 48 horas, contendo data, local, hora e pauta da Assembléia.</p>
<p>ARTIGO 7º</p>
<p>A Assembléia Geral estará constituída em primeira convocação com a presença de metade mais um dos alunos do curso de Medicina filiados. Em segunda convocação, e última, com 15% dos alunos filiados.</p>
<p>Parágrafo Único – O intervalo entre a primeira e segunda convocação será de trinta minutos.</p>
<p>ARTIGO 8º</p>
<p>É função da Assembléia Geral Ordinária:</p>
<p>I – Dar posse à nova Diretoria e ao Conselho de Alunos eleitos</p>
<p>ARTIGO 9º</p>
<p>São funções da Assembléia Geral Extraordinária:</p>
<p>I – Discutir e votar reformas deste estatuto;</p>
<p>II – Discutir e votar assuntos fora da competência da Diretoria e do Conselho de Alunos;</p>
<p>III – Resolver, em última instância os casos em que recorra da decisão da Diretoria e do Conselho de Alunos;</p>
<p>IV – Promover a destituição da Diretoria.</p>
<p>ARTIGO 10º</p>
<p>As Assembléias Gerais serão presididas por um membro da diretoria.</p>
<p>Parágrafo Único – Para o caso previsto no Inciso IV do Artigo 9º, a Assembléia Geral especificamente convocada para este fim elegerá por aclamação uma Comissão Eleitoral, que assumirá o encaminhamento de uma nova eleição, com data determinada desta Assembléia.</p>
<p>ARTIGO 11º</p>
<p>A Diretoria do CAMED XIII DE ABRIL será composta por um colegiado de oito coordenações eleitas pelo Sufrágio Universal em escrutínio direto e secreto, do qual podem participar todos os alunos matriculados na Faculdade de Ciências Médicas.</p>
<p>ARTIGO 12º</p>
<p>O mandato da Diretoria será de 01 (um) ano.</p>
<p>Parágrafo Primeiro – O mandato da Diretoria poderá ser extinto por decisão de pelo menos metade mais um dos alunos matriculados, presentes de Assembléia Geral especificamente convocada para esse fim.</p>
<p>Parágrafo Segundo – Neste caso, assume a função da Diretoria, uma Comissão Eleitoral eleita em Assembléia Geral com o encargo de realizar eleição direta para a Diretoria Provisória, que completará o mandato em questão. Esta eleição deverá ser realizada de acordo com esse Estatuto no prazo de 15 (quinze) dias, a contar da data da constituição da Comissão Eleitoral.</p>
<p>ARTIGO 13º</p>
<p>As resoluções da Diretoria serão determinadas através de votação de seus componentes.</p>
<p>Parágrafo Único – Para a validade das resoluções tomadas em reunião da Diretoria, deverão estar presentes, obrigatoriamente, pelo menos a metade mais um dos componentes da mesma.</p>
<p>ARTIGO 14º</p>
<p>Os membros da Diretoria devem comparecer perante o Conselho de Alunos sempre que solicitados.</p>
<p>ARTIGO 15º</p>
<p>Compete à Diretoria:</p>
<p>I – Desenvolver as atividades do CAMED XIII DE ABRIL de acordo com este Estatuto e conforme resoluções do Conselho de Alunos e de Assembléia Geral;</p>
<p>II – Zelar pelo respeito e conservação do patrimônio do CAMED XIII DE ABRIL;</p>
<p>III – Destituir qualquer membro da Diretoria que faltar a 03 (três) reuniões consecutivas ou a 05 (cinco) alternadas, sem prévia justificativa aceita pela diretoria;</p>
<p>IV – Convocar, ordinariamente, a Assembléia Geral no final de cada ano letivo, e extraordinariamente, quantas vezes se fizer necessário;</p>
<p>V – Manter livros de Ata próprios para as suas atividades;</p>
<p>VI – Apresentar ao Conselho de Alunos o balanço das atividades ao final de cada semestre letivo;</p>
<p>VII – Propor à Assembléia Geral a extinção ou criação de tantas Coordenações quantas se julgarem necessárias;</p>
<p>VIII – Cumprir e fazer cumprir esse Estatuto;</p>
<p>IX – Acatar todas e quaisquer resoluções da Assembléia Geral;</p>
<p>X – Participar de reuniões com o Coordenador do curso de medicina, ordinariamente, uma vez ao mês, para esclarecimentos a respeito do andamento do curso ou, extraordinariamente, quantas vezes se julgarem necessárias.</p>
<p>ARTIGO 16º</p>
<p>O Conselho de Alunos será constituído por até 02 (dois) representantes eleitos de cada Unidade Curricular, filiados ao CAMED XIII DE ABRIL.</p>
<p>ARTIGO 17º</p>
<p>O Conselho de Alunos, por sua natureza colegiada, será imparcial. Como órgão de consulta e julgamento, baixará normas, regulamentos e resoluções. Seus atos jamais deverão contrariar os dispositivos deste Estatuto.</p>
<p>ARTIGO 18º</p>
<p>O Conselho de Alunos será presidido por um representante indicado pela Diretoria do CAMED XIII DE ABRIL.</p>
<p>Parágrafo Único – Este representante deve ser, obrigatoriamente, membro da Diretoria do CAMED XIII DE ABRIL.</p>
<p>ARTIGO 19º</p>
<p>Os membros do Conselho de Alunos deverão assistir a todas as reuniões para as quais forem convocados, levando então às respectivas Unidade Curriculares uma súmula dos assuntos ali discutidos, bem como trazer às reuniões propostas, reclamações e opiniões.</p>
<p>ARTIGO 20º</p>
<p>As reuniões do Conselho de Alunos serão convocadas:</p>
<p>I – Pelo Presidente do Conselho;</p>
<p>II – Pela Diretoria do CAMED XIII DE ABRIL;</p>
<p>III – Pela solicitação de 2/3 (dois terços) de seus membros.</p>
<p>Parágrafo Primeiro – Será obrigatória uma reunião bimestral, a ser convocada pelo Presidente do Conselho.</p>
<p>Parágrafo Segundo – A reunião deverá constar em Ata, retratando esta, fielmente todas as ocorrências.</p>
<p>Parágrafo Terceiro – As reuniões do Conselho de Alunos serão públicas.</p>
<p>ARTIGO 21º</p>
<p>Compete ao Conselho de Alunos:</p>
<p>I – Julgar os atos dos conselheiros que infringirem os dispositivos deste Estatuto;</p>
<p>II – Prestar informações de suas deliberações à Diretoria do CAMED XIII DE ABRIL;</p>
<p>III – Julgar e legislar sobre os casos omissos neste Estatuto;</p>
<p>IV – Aprovar ou rejeitar a prestação de contas feita pela Diretoria do CAMED XIII DE ABRIL ao término de sua gestão;</p>
<p>V – Convocar a Assembléia Geral, quando necessário.</p>
<p>CAPÍTULO III</p>
<p>DOS ÓRGAOS AUXILIARES</p>
<p>ARTIGO 22º</p>
<p>A Diretoria do CAMED XIII DE ABRIL constituir-se-á das seguintes coordenações:</p>
<p>I – Coordenação Geral;</p>
<p>II – Coordenação de finanças;</p>
<p>III &#8211; Coordenação de Administração e Patrimônio;</p>
<p>IV &#8211; Coordenação de Comunicação;</p>
<p>V &#8211; Coordenação de Eventos;</p>
<p>VI &#8211; Coordenação de Estágios e Vivências;</p>
<p>VII &#8211; Coordenação de Assuntos Acadêmicos;</p>
<p>VIII &#8211; Coordenação de Extensão e Ligas Acadêmicas.</p>
<p>ARTIGOS 23º</p>
<p>Compete à Coordenação Geral:</p>
<p>I – Promover a orientação acadêmica aos alunos filiados ao CAMED XIII de Abril;</p>
<p>II – Viabilizar soluções para os problemas apresentados pelos filiados;</p>
<p>III – Convocar, organizar e presidir as reuniões da Diretoria do CAMED XII de Abril;</p>
<p>IV – Supervisionar as demais coordenações da Diretoria do CAMED XIII de Abril, zelando para que sejam cumpridas suas respectivas funções.</p>
<p>ARTIGO 24º</p>
<p>Compete à Coordenação de Finanças:</p>
<p>I – Gerenciar as finanças de acordo com as decisões da Diretoria do CAMED XIII de Abril e prestar contas a essa diretoria.</p>
<p>ARTIGO 25º</p>
<p>Compete à Coordenação de Administração e Patrimônio:</p>
<p>I – Zelar pela manutenção e divulgação do material histórico do CAMED XIII de Abril;</p>
<p>II – Zelar, guardar e manter em ordem os documentos do CAMED XIII de Abril;</p>
<p>III – Zelar pela manutenção e reposição do patrimônio e material de consumo do CAMED XIII de Abril.</p>
<p>ARTIGO 26º</p>
<p>Compete à Coordenação de Comunicação:</p>
<p>I – Promover divulgação das atividades do CAMED XIII de Abril;</p>
<p>II – Servir de Relações Públicas junto à imprensa falada, escrita e televisão;</p>
<p>III – Organizar e distribuir bimensalmente o Boletim Informativo do CAMED XIII de Abril;</p>
<p>IV – Organizar e manter um mural onde serão afixadas informações diversas;</p>
<p>V – Organizar e manter atualizado o site do CAMED XIII de Abril.</p>
<p>ARTIGO 27º</p>
<p>Compete à Coordenação de Eventos:</p>
<p>I – Promover atividades culturais junto aos filiados;</p>
<p>II – Promover atividades recreativas entre os filiados;</p>
<p>III – Promover eventos sociais que visem angariar recursos às finanças do CAMED XIII de Abril;</p>
<p>IV – Promover cursos, conferências, simpósios e seminários para os seus filiados.</p>
<p>ARTIGO 28º</p>
<p>Compete à Coordenação de Estágios e Vivências:</p>
<p>I – Possibilitar a todos os estudantes de medicina devidamente matriculados na UFMT a oportunidade de participar de projetos de intercâmbios, estágios e vivências, nacionais e internacionais, por meio da DENEM.</p>
<p>II – Orientar os alunos interessados com relação a parte administrativa e burocrática.</p>
<p>III – Estabelecer quais serão as condições de intercâmbio, estágios e vivências pelo CAMED da UFMT.</p>
<p>IV – Impetrar os projetos que irão oferecer as oportunidades de intercâmbio.</p>
<p>V – Divulgar os programas de intercâmbio, estágio e vivências para os alunos da faculdade.</p>
<p>ARTIGO 29º</p>
<p>Compete à Coordenação de Assuntos Acadêmicos:</p>
<p>I – Participar das reuniões de Colegiado de Departamentos;</p>
<p>II – Participar das reuniões de Colegiado de Curso;</p>
<p>III – Participar das reuniões da Congregação;</p>
<p>IV – Promover reuniões periódicas com os representantes das Unidades Curriculares;</p>
<p>V – Participar das reuniões com o Coordenador de Curso para esclarecimentos a respeito do andamento do curso.</p>
<p>ARTIGO 30º</p>
<p>Compete à Coordenação de Extensão e Ligas Acadêmicas:</p>
<p>I – Analisar a viabilidade dos projetos de criação de Ligas, de acordo com as diretrizes do estatuto geral das ligas acadêmicas;</p>
<p>II – Avaliar se as atividades das Ligas têm evoluído nos três níveis: ensino, pesquisa e extensão.</p>
<p>III – Receber e avaliar, junto aos outros integrantes da Diretoria do CAMED XIII de Abril, a prestação de contas das Ligas Acadêmicas.</p>
<p>IV – Orientar a Coordenação de Comunicação no sentido de divulgar as atividades das ligas e dos projetos de extensão;</p>
<p>V – Propor o cancelamento da liga para apreciação dos outros integrantes do CAMED XIII de Abril, caso não esteja funcionando de acordo com as normas do estatuto geral das ligas ou caso não seja aprovada sua prestação de contas.</p>
<p>CAPÍTULO IV</p>
<p>DOS DIREITOS E DEVERES DOS FILIADOS</p>
<p>ARTIGO 31º</p>
<p>São direitos dos Filiados:</p>
<p>I – Frequentar as dependências do CAMED XIII de Abril;</p>
<p>II – Participar das atividades desenvolvidas pelo CAMED XIII de Abril;</p>
<p>III – Usufruir de todas as prerrogativas regimentais que lhe sejam pertinentes;</p>
<p>IV – Votar e ser votado para qualquer cargo eletivo, participar de comissões e demais funções que lhe forem atribuídas nos termos deste Estatuto.</p>
<p>ARTIGO 32º</p>
<p>São deveres dos filiados:</p>
<p>I – Cumprir os dispositivos do presente Estatuto e zelar pela sua fiel execução;</p>
<p>II – Auxiliar a Diretoria do CAMED XIII de Abril todas as vezes em que lhe for solicitado o concurso;</p>
<p>III – Observar as resoluções do CAMED XIII de Abril;</p>
<p>IV – Enaltecer e difundir as finalidades do CAMED XIII de Abril;</p>
<p>V – Pagar uma quota, quando estipulada pelo CAMED XIII de Abril.</p>
<p>CAPÍTULO V</p>
<p>DO PATRIMÔNIO</p>
<p>ARTIGO 33º</p>
<p>O Patrimônio do CAMED XIII de Abril será constituído de:</p>
<p>I – Bens móveis e imóveis, títulos e direitos;</p>
<p>II – Saldo financeiro de atividades diversas;</p>
<p>III – Bens e direitos que lhe forem incorporados em virtude da lei, os que forem aceitos por doação ou legados, na forma deste Estatuto.</p>
<p>ARTIGO 34º</p>
<p>Em caso de dissolução do CAMED XIII de Abril, seu patrimônio será destinado, por Assembléia Geral especialmente convocada para este fim, a órgãos de representação estudantil ou entidades reconhecidamente de caráter filantrópico.</p>
<p>Parágrafo Único – O Patrimônio do CAMED XIII de Abril é inalienável, a não ser o caso de que trata o presente artigo.</p>
<p>CAPÍTULO VI</p>
<p>DO PROCESSO ELEITORAL</p>
<p>ARTIGO 35º</p>
<p>Todo processo eleitoral será regulamentado pelo regimento eleitoral, elaborado pela Diretoria do CAMED XIII de Abril e aprovado em Assembléia Geral.</p>
<p>CAPÍTULO VII</p>
<p>DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS</p>
<p>ARTIGO 36º</p>
<p>A reforma do presente Estatuto só poderá ser realizada com a aprovação da Assembléia Geral especialmente convocada para este fim.</p>
<p><em>Para fazer o download do Estatuto em PDF clique <a href="http://rapidshare.com/files/292733789/Estatuto_do_CAMED_XIII_de_Abril_PDF.pdf.html">http://rapidshare.com/files/292733789/Estatuto_do_CAMED_XIII_de_Abril_PDF.pdf.html</a></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estatuto consolidado]]></title>
<link>http://concidadam.wordpress.com/2009/10/07/estatuto-consolidado/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 19:04:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>concidadam</dc:creator>
<guid>http://concidadam.wordpress.com/2009/10/07/estatuto-consolidado/</guid>
<description><![CDATA[ESTATUTO DO CONSELHO DE CIDADÃOS DE HAMBURGO PREÂMBULO Considerando que os cidadãos brasileiros fund]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>ESTATUTO DO CONSELHO DE CIDADÃOS DE HAMBURGO<br />
PREÂMBULO<br />
Considerando que os cidadãos brasileiros fundadores do Conselho de Cidadãos<br />
Brasileiros de Hamburgo entendem que este órgão deve ter os seus pilares na liberdade,<br />
humanidade e respeito ao próximo, o Conselho dos Cidadãos Brasileiros de Hamburgo<br />
espera que os seus membros respeitem a dignidade da pessoa humana, sejam tolerantes e<br />
tenham coragem de mostrar os seus pontos de vista, assumindo assim a responsabilidade<br />
pela evolução da sociedade brasileira na Alemanha;<br />
Considerando que os membros do Conselho devem reunir-se em uma discussão aberta e<br />
partilhar experiências, a composição de seus membros deve refletir a diversidade dos<br />
cidadãos brasileiros residentes em Hamburgo;<br />
Os membros do Conselheiros, presentes na reunião do dia 25.06.09, resolvem aprovar o<br />
seguinte estatuto:<a href='http://concidadam.wordpress.com/2009/10/07/estatuto-consolidado/estatuto/' rel='attachment wp-att-272'>estatuto</a> </p>
<blockquote><p>mais</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Junta de fiscales o de cómo hacer lo que nos de la gana]]></title>
<link>http://losvanguardistas.wordpress.com/2009/10/06/junta-de-fiscales-o-de-como-hacer-lo-que-nos-de-la-gana/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 04:15:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>martín soto florián</dc:creator>
<guid>http://losvanguardistas.wordpress.com/2009/10/06/junta-de-fiscales-o-de-como-hacer-lo-que-nos-de-la-gana/</guid>
<description><![CDATA[Estamos viejos y la distancia nos permite decir algunas cosas. Un amigo me comenta una errata o lo q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Estamos viejos y la distancia nos permite decir algunas cosas. Un amigo me comenta una errata o lo q]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Asociación de sevillistas en la red "Pepe Brand" ha sentado sus bases]]></title>
<link>http://sevillistasderenault.wordpress.com/2009/10/03/la-asociacion-de-sevillistas-en-la-red-ha-sentado-sus-bases/</link>
<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 13:24:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>sevillistasderenault</dc:creator>
<guid>http://sevillistasderenault.wordpress.com/2009/10/03/la-asociacion-de-sevillistas-en-la-red-ha-sentado-sus-bases/</guid>
<description><![CDATA[Después de tres mesecitos dándole vueltas, el colectivo de blogueros e internautas sevillistas en ge]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://1.bp.blogspot.com/_-Uyv0ESL-hI/SsdfBydwxYI/AAAAAAAAAyc/8suc_Iay060/s400/" alt="" width="400" height="300" />Después de tres mesecitos dándole vueltas, el colectivo de blogueros e internautas sevillistas en general, reunido este mediodía en la localidad de Camas, ha sentado las bases de una agrupación de páginas web que se denominará &#8220;Asociación de sevillistas en la red Pepe Brand&#8221;. Por votación popular se ha decidido que de momento permanecerá al margen de la Federación de Peñas Sevillistas &#8220;San Fernando&#8221;, sin perjuicio de que lo haga en un futuro a medio o largo plazo. Además, seremos una asociación registrada cuyos estatutos y junta directiva se decidirá el próximo 7 de noviembre en una asamblea que tendrá lugar en la sede de la Peña Sevillista Pepe Castro.</p>
<p style="text-align:justify;">Otra de las novedades que salen de esta reunión es que habrá un blog específico de la asociación y que se habilitará hoy mismo una lista de correo para que todos los miembros estemos convenientemente informados. Lógicamente, habrá que elegir un logotipo entre todas las propuestas que lleguen, y desde aquí adelantamos que pondremos nuestro granito de arena en ese sentido.</p>
<p style="text-align:justify;">Por fin, después de mucho esperar, estamos a las puertas de constituir la primera asociación de sitios web referentes a un club de fútbol en toda España. Una vez más, el sevillismo será pionero. Y van&#8230;&#8230;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La palabra de hoy 25 de septiembre de 2009]]></title>
<link>http://palabradevida.wordpress.com/2009/09/24/la-palabra-de-hoy-25-de-septiembre-de-2009/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 00:20:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>pacifista</dc:creator>
<guid>http://palabradevida.wordpress.com/2009/09/24/la-palabra-de-hoy-25-de-septiembre-de-2009/</guid>
<description><![CDATA[Tus estatutos son maravillosos; por eso los obedezco. La exposición de tus palabras nos da luz, y da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong><em><a href="http://palabradevida.wordpress.com/files/2009/09/word.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1858" title="word" src="http://palabradevida.wordpress.com/files/2009/09/word.jpg" alt="word" width="500" height="354" /></a></em></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Tus estatutos son maravillosos;<br />
por eso los obedezco.<br />
La exposición de tus palabras nos da luz,<br />
y da entendimiento al sencillo.<br />
</em></strong>Salmos 119:129-130</p>
<p style="text-align:justify;">¿A alguien se le puede ocurrir tratar de  jugar ajedrez sin conocer las reglas del juego o intentar entender el juego de cricket sin que alguien se lo explique? Sería algo totalmente descabellado. Asombrosamente, la gran mayoría de la gente vive sus vidas sin conocer el manual del fabricante o las reglas de operación y mantenimiento de sus seres. Algunos tratan de echar un rápido vistazo al manual del fabricante tratando de extraer algunos puntos importantes pero obviando más del 80% del contenido e instrucciones del manual. Obviamente que lo que se produce es el fracaso.</p>
<p style="text-align:justify;">Por esto es muy importante la lectura diaria y el estudio de la palabra de Dios.</p>
<p style="text-align:justify;">No podemos andar por este mundo sin conocer las valiosas instrucciones que Dios nos da para vivir una vida mejor. Seguir al pie de la letra sus instrucciones es una de las claves del éxito para cualquier ser humano, independientemente de su nivel académico. Esto no significa que hemos de abandonar los estudios seculares. Ellos son parte importante de nuestra formación académica y nos preparan para una vida exitosa desde el punto de vista profesional. Pero ellos no son substituto del estudio de las profundas verdades de la palabra de Dios. En ella encontraremos, entendimiento, conocimiento y sabiduría.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ChampionsLIGA - Estatutos]]></title>
<link>http://ligamesad.wordpress.com/2009/09/20/championsliga-estatutos/</link>
<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 10:07:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>ligamesad</dc:creator>
<guid>http://ligamesad.wordpress.com/2009/09/20/championsliga-estatutos/</guid>
<description><![CDATA[Considerando que os alinhados desta liga são todos maiores de idade e com as vacinas em dia, conside]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Considerando que os alinhados desta liga são todos maiores de idade e com as vacinas em dia, considerando em paralelo que existem alguns artistas que passam a vida a complicar, o presente documento pretende definir as linhas mestras para um ordeiro desenrolar da já famosa ChampionsLIGA.</p>
<p><strong>Artigo 1º</strong> &#8211; Cada <strong>kromo</strong> jogará exclusivamente com uma equipa devidamente inscrita na LigaRecord. É sua obrigação neste domínio facultar aos restantes kromos participantes o respectivo número de inscrição na mesma e o seu respectivo plantel com o código, nome, clube, posição e valor dos seus 23 jogadores.</p>
<p><strong>Artigo 2º</strong> &#8211; Esta competição comporta duas fases de grupos, uma meia-final e a final.</p>
<p><strong>Artigo 3º</strong> &#8211; 1ª Fase de Grupos: os 22 kromos serão distribuídos, mediante a realização prévia de um sorteio, sem cabeças de série, por dois grupos de 11 kromos cada. Em cada serão realizadas 22 jornadas (da Jornada 4 a 25 da LIGA SAGRES) com base num modelo idêntico ao da LIGA SAGRES, ou seja, cada kromo irá disputar duas partidas com os restantes 10 kromos do mesmo grupo, correspondendo os pontos da LigaRecord obtidos por cada kromo na semana em questão ao seu respectivo score, sendo posteriormente confrontado com o score obtido pelo kromo oponente. A vitória dará origem<br />
à atribuição de 3 pts, o empate a 1 ponto e a derrota 0 pontos.</p>
<p>O critério da ordenação dos kromos em cada grupo é o seguinte:</p>
<p>- maior número de pontos acumulados ao longo dos 20 encontros disputados (3pts por Vitória e 1 por Empate);</p>
<p>- em caso de empate, o critério de ordenação corresponde à maior diferença positiva entre pts LigaRecord marcados e sofridos no computo das 20 partidas disputadas;</p>
<p>- persistindo a igualdade a ordenação é remetida para o melhor desempenho no confronto directo entre os kromos em questão &#8211; (3V,1E), caso estejamos perante nova igualdade o critério de desempate corresponderá à maior diferença positiva entre pts LigaRecord marcados e sofridos no computo dos jogos entre os oponentes.</p>
<p> </p>
<p>De cada grupo serão apurados os 4 kromos com melhores pontuações, os quais, após a realização de novo sorteio sem cabeças de série, serão agrupados em 2 grupos de 4 kromos.</p>
<p><strong>Artigo 4º</strong> &#8211; 2ª Fase de Grupos: Cada grupo disputará uma mini-ronda entre si num total de 3 jornadas (Jornada 26 à 28 da Liga Sagres) sendo apurados os dois kromos com melhor pontuação.</p>
<p>O critério da ordenação dos kromos em cada grupo é o seguinte:</p>
<p>- maior número de pontos acumulados ao longo dos 3 encontros disputados (3pts por Vitória e 1 por Empate);</p>
<p>- em caso de empate, o critério de ordenação corresponde à maior diferença positiva entre pts LIGARECORD marcados e sofridos no computo das 3 partidas disputadas;</p>
<p>- persistindo a igualdade a ordenação é remetida para o melhor desempenho no confronto directo entre os kromos em questão &#8211; (3V,1E), caso estejamos perante nova igualdade o critério de desempate corresponderá à maior diferença positiva entre pts LigaRecord marcados e sofridos no computo dos jogos entre os oponentes.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Artigo 5º</strong> &#8211; ½ Final será disputada em 1 jogo (Jornada 29 da Liga Sagres) entre:</p>
<p>- 1º do Grupo 1 &#8211; 2º do Grupo 2</p>
<p>- 1º do Grupo 2 &#8211; 2º do Grupo 1</p>
<p>sendo que em caso de empate, passa à final aquele apresentar menor orçamento no 11 escolhido. Persistindo o empate terá que se realizar um sorteio para saber quem passa à final.</p>
<p><strong>Artigo 6º</strong> &#8211; Final: será disputada em 1 jogo (Jornada 30 da Liga Sagres)</p>
<p>O Vencedor corresponderá ao kromo que obter mais pontos LigaRecord no confronto directo. Em caso de empate a vitória será atribuída ao kromo que tenha apresentado o 11 escolhido com menor orçamento. Persistindo o empate terá que se realizar um sorteio para saber quem é o vencedor.</p>
<p><strong>Artigo 7º</strong> &#8211; Esta competição comporta os seguintes troféus:</p>
<p>- Taça para o vencedor da competição;</p>
<p>- Medalha para o finalista vencido;</p>
<p>sendo que estes prémios serão custeados entre todos os kromos participantes na LIGAMESAD do ano em questão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LIGAME - Estatutos]]></title>
<link>http://ligamesad.wordpress.com/2009/09/20/ligame-estatutos/</link>
<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 09:35:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>ligamesad</dc:creator>
<guid>http://ligamesad.wordpress.com/2009/09/20/ligame-estatutos/</guid>
<description><![CDATA[Considerando que os alinhados desta liga são todos maiores de idade e com as vacinas em dia, conside]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Considerando que os alinhados desta liga são todos maiores de idade e com as vacinas em dia, considerando, em paralelo, que existem alguns artistas que passam a vida a complicar, o presente documento pretende definir as linhas mestras para um ordeiro desenrolar da já famosa LigaME (desde 2001/02)</p>
<p align="center"><strong>PARTE I<br />
</strong>Geral</p>
<p> <strong>Artigo 1º</strong> &#8211; Cada <strong>kromo</strong> jogará exclusivamente com uma equipa devidamente inscrita na LigaRecord. É sua obrigação neste domínio facultar aos restantes kromos participantes o respectivo número de inscrição na mesma e o seu respectivo plantel com o código, nome, clube, posição e valor dos seus 23 jogadores.</p>
<p><strong>Artigo 2º</strong> &#8211; Os resultados referentes a cada jornada, com os pontos oficiais a serem fornecidos pela LigaRecord, originarão uma ordenação dos Kromos inscritos na LigaME SAD, sendo a obrigação do Kromo com menor pontuação em cada jornada comprar um “mini-troféu” para o vencedor da jornada em questão. Esse “mini-troféu” deve necessariamente ter como valor mínimo garantido 2,5  “patacas”. A entrega dos respectivos “mini-troféus”  far-se-á em dois momentos célebres da LigaME, o almoço do Campeão da 1ª volta e o almoço de consagração do campeão da LigaME, aquando do final da LigaRecord.</p>
<p><strong>Artigo 3º</strong> &#8211; O Kromo que no final da 1ª volta dos planteis da Liga Record e  no final da respectiva competição da LigaRecord se encontrarem com maior pontuação acumulada terá direito, sem qualquer encargo, a um almoço cujas despesas do mesmo deverão ser repartidas igualmente pelos restantes Kromos em concurso na LigaME SAD.</p>
<p><strong>Artigo 4º</strong> - Para que seja possível, ano após ano, a compra de dos seguintes troféus:</p>
<p>- Taça para o Campeão da Liga;</p>
<p>- Medalhas para os 2º e 3º lugares;</p>
<p>- Taças para o Bota D’Ouro – kromo com a a maior pontuação numa jornada</p>
<p>(critério de desempate: o menor orçamento dos 11 jogadores apresentados)</p>
<p>- Taça para o Jornada D’Ouro – kromo que no final da competição obtenha o maior número de vitórias em jornadas</p>
<p>(critério de desempate: kromo que atingir mais pontos no somatório das vitórias em jornadas. Mantendo-se o empate, o critério de desempate remete para o kromo que tenha atingido a vitória com mais pts Record);</p>
<p>os kromos terão que custear o preço das mesmas, num montante a dividir pelos kromos participantes.</p>
<p align="center"><strong>PARTE II<br />
</strong>Pontuações</p>
<p><strong>Artigo 5º</strong> &#8211; Em cada jornada as pontuações das equipas da LigaME  correspondem ao definido pela LigaRecord, para o respectivo kromo.</p>
<p><strong>Artigo 6º</strong> &#8211; Em caso de igualdade pontual na jornada, o vencedor da mesma corresponde ao kromo que apresentar a equipa com menor orçamento. Deste ponto ressalta a necessidade de todos os Kromos disponibilizarem atempadamente o seu 11 escolhido com o respectivo orçamento, sempre que possível em formato que possa ser copiado para o ficheiro da jornada. Em caso de empate de pontos e empate no orçamento, a ordenação dos kromos em questão é formulada respeitando a menor bonificação obtida pelo capitão da equipa.</p>
<p><strong>Artigo 7º</strong> &#8211; Em caso de igualdade pontual no acumulado, independentemente da jornada em que decorre a LigaME, surgirá como critério de ordenação dos kromos o maior número de vitórias na LigaME obtidas até ao momento no ano em questão. Mantendo-se a igualdade, o critério de ordenação é remetido para o maior número de 2ºs lugares em jornadas. Caso persista a igualdade a ordenação é remetida para o maior número de 3ºs lugares em jornadas. No caso de persistir a igualdade a ordenação dos kromos será formulada pelo menor ranking posicional nas jornadas até ao momento. Caso persista, respeita-se a ordenação geral da LIGARecord.</p>
<p><strong>Artigo 8º</strong> &#8211; Os resultados oficiais, após a sua publicação no site da Liga Record, serão publicados no  site oficial da LIGAMESAD criado para o efeito – <a href="http://www.ligamesad.wordpress.com/">www.ligamesad.wordpress.com</a></p>
<p align="center"><strong>PARTE III<br />
</strong>Concordata</p>
<p><strong>Artigo 9º</strong> &#8211; Nenhum Kromo pode alegar desconhecimento deste regulamento bem como a sua discordância a partir do momento em que for publicado no site oficial e aprovado por todos os kromos veteranos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
