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	<title>estereotipo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/estereotipo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "estereotipo"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 08:10:54 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[O morro, as favelas e os estereótipos]]></title>
<link>http://myhistories.wordpress.com/2009/11/30/o-morro-as-favelas-e-os-estereotipos/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 18:10:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Samira Moratti</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estava conversando com uma amiga sobre estereótipos. E um dos mais significativos então criados é o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://myhistories.wordpress.com/files/2009/11/morro_favela.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-133" title="Fonte: http://cantojovem.wordpress.com/" src="http://myhistories.wordpress.com/files/2009/11/morro_favela.jpg?w=300" alt="" width="240" height="204" /></a>Estava conversando com uma amiga sobre estereótipos. E um dos mais significativos então criados é o que rotula o morador de morro como “favelado”. Se tem casa humilde em morro, é favela. Mas se são mansões, ai a coisa muda.</p>
<p>O fato merece atenção ao passo que, quando bairros de classe abastada são instalados nas zonas geográficas mais altas das cidades (ressalta-se a figura do “morro”), geralmente os quesitos básicos de infraestrutura são atendidos. Ruas são calçadas, coleta de lixo é feita regularmente, garis limpam a área sazonalmente. Enfim, pode-se viver de forma, digamos, agradável.</p>
<p><!--more--></p>
<p>No entanto, quando no lugar de casarões de alto luxo se vê um amontoado de casas, feitas de alvenaria sem reboco ou de pedaços de metais, papelão ou qualquer material que possa proteger do sol, vento, frio ou chuva, a impressão muda. E o trato também.</p>
<p>Coleta de lixo é feita, mas irregularmente ou em quantidade de vezes menores. Calçamento, quando tem, maravilha! A realidade de muitos morros, entretanto, é de ruas enlameadas ou cheia de pedregulhos, propondo inúmeros acidentes aos moradores.</p>
<p>Ainda assim, a pior característica de quem é marginalizado e rotulado como sendo da favela é a sombra do preconceito. Se tornou senso comum ouvir um ou outro dizer: “Olha lá o morro, uma baita favela!”. Ou, no pior dos casos: “Olha a favela&#8230; Que medo que dá, só tem marginal!”.</p>
<p>Só quem vive em um bairro dito “favela” (seja em morro ou terreno plano) para saber a dura realidade em que vivem. Como se não bastasse a falta de infraestrutura, o preconceito pesa sobre os residentes inclusive na hora de conseguir um emprego ou ir para a faculdade, por exemplo. Para uns, infelizmente, o crime vem como opção para quando não encontram oportunidades de empregos. Quanto à violência, esta nada <em>persona non grata</em> existe em toda a parte. Excetuando os casos de condomínios fechados com segurança 24 horas, qualquer bairro considerado “chique” pode ser alvo da violência, o que não significa que em toda favela há selvageria do raiar ao pôr do sol.</p>
<p>Acostumados a consumir os modelos e mensagens propagados nas redes de relacionamento em que se está inserido, além daquilo que é repassado pelos meios de comunicação, os indivíduos aderem aos estereótipos sem antes refletir se tais crenças compartilhadas, muitas vezes baseadas em suposições, condizem com a verdade. Automaticamente, com elas também são criados os incontáveis preconceitos (de cor, classe social, nível educacional e até regional) existentes em um país que se diz livre desta mazela, seja nas campanhas governamentais, seja pelos órgãos representativos.</p>
<p>Gente simples, humilde, mas com garra, disposição, coragem e, muitas vezes, honestidade. É nesses redutos à margem da sociedade onde se vê quem de fato sofre com as agruras do cotidiano. Pessoas que lutam pela sobrevivência, trabalhando, estudando e buscando um lugar ao sol, nem que seja em sonho, mas partir para outro lugar no qual não seja colocado de lado por morar em morro, em “favela”.</p>
<p>Um ponto de reflexão fugaz em um país onde todos querem partir para as cidades, em um eterno êxodo rural para buscar, quem sabe, uma grande oportunidade. Aquela que lhe garantirá além de sustento, um status melhor. Mas que, corriqueiramente, o transforma em mais um índice: o daqueles que, sem saída nas metrópoles, parte para as favelas em busca de mais do que um lugar para morar. Em busca de um lar. Que possam saber respeitar essa realidade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E AINDA DIZ QUE "NÃO SOMOS RACISTAS"]]></title>
<link>http://liberdadeaqui.wordpress.com/2009/11/25/e-a-diz-nao-somos-racistas/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 11:03:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Prof. Leandro</dc:creator>
<guid>http://liberdadeaqui.wordpress.com/2009/11/25/e-a-diz-nao-somos-racistas/</guid>
<description><![CDATA[Texto indicado pelo Prof. Bertô Novela da Globo humilha negros no mês da consciência negra Quando a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><em><span style="color:#ff6600;">Texto indicado pelo Prof. Bertô</span></em></strong></p>
<h1 style="text-align:center;">Novela da Globo humilha negros no mês da consciência negra</h1>
<blockquote>
<h3 style="text-align:center;"><img src="http://www.cabecadecuia.com/imagem/materias/terezabatehelena450_a2fdde9c3866ef28a5f3145e897fb791.jpg" alt="" width="450" height="240" /></h3>
<h3>Quando a novela <em>Viver a Vida </em>estreou na Rede Globo, muitos de nós — ativistas da luta contra a discriminação racial — ficamos contentes. O fato de ter como protagonista uma mulher negra, bonita, inteligente e bemsucedida profissionalmente parecia-nos um importante passo da televisão brasileira.</h3>
</blockquote>
<h4>Por Maria Júlia Nogueira, no <em>Portal do Mundo do Trabalho</em></h4>
<p>A personagem de Taís Araújo poderia estar colocando um ponto final nos quase 50 anos de estereótipos depreciativos na mídia brasileira, em especial quanto às mulheres negras, condenadas a representarem papéis em que eram estigmatizadas como profissionais da cozinha ou da cama.</p>
<p>Relevamos o fato de que, nas raras vezes em que homens ou mulheres negros aparecem com algum destaque, necessariamente têm um parceiro, ou parceira, branco, como se a ascensão social de negros no mundo ficcional global necessitasse de um &#8220;fiador&#8221; para se consumar. Ingenuamente acreditamos que, finalmente, a maior rede de televisão do Brasil, percebera que somos um país com enorme pluralidade étnica e, portanto, não seria mais aceitável que nas telas dos lares brasileiros aparecessem apenas brancos em papéis importantes.</p>
<p>Supomos, inclusive, que a Globo tinha feito autocrítica e mudado de rumos após o vexame de ter colocado a primeira e única família rica da história da televisão, na novela A Favorita, de maneira tão negativa que chegava a assustar. Naquela novela, o pai era um deputado corrupto, envolvido com o tráfico de armas, a filha (a mesma Tais Araújo), uma desajustada e devassa e o filho um alcoólatra que só se &#8220;encontrou&#8221; quando foi trabalhar como porteiro num hotel.</p>
<p>Para nossa surpresa e decepção, presenciamos uma cena num capítulo recente de <em>Viver a Vida </em>que nos remete a clássicos da dramaturgia brasileira no reforço da humilhação das personagens negras. Helena, interpretada por Taís Araújo, sentindo-se culpada pelo acidente que sofreu Luciana, personagem de Aline Moraes vai desculpar-se com a mãe desta, Tereza, representada por Lília Cabral.</p>
<p>Na cena, de joelhos, Helena pede perdão pelas consequências de um acidente pelo qual não era responsável. Tereza, a quem o desespero por ver a filha paralisada somava-se à raiva por seu marido tê-la trocado por Helena, não a perdoa e desfere-lhe um tapa no rosto.</p>
<p>O reforço da ideia da mulher negra como permissiva e disponível, que levaria os homens (brancos) a cometerem loucuras e a extrema humilhação de Helena na cena, faz acreditar que o autor e a Globo resolveram punir a personagem, colocando-a no &#8220;seu lugar&#8221;, ou seja, de uma pessoa inferior que merece ser surrada a critério daqueles que, efetivamente, são cidadãos plenos de direitos.</p>
<p>Todo o bem que a personagem de Tais Araújo pode ter feito para a autoestima dos nossos meninos e meninas negros das periferias das grandes cidades e dos sertões deste Brasil afora, onde mais de 80 milhões de pessoas assistem a TV Globo, foi enterrado naquela cena. Mais uma vez a personagem negra sofre humilhação, não reage e aceita a violência, acreditando ser merecedora dela.</p>
<p>É sintomático que a mesma rede de televisão que nos seus telejornais faz campanha contra as cotas e o Estatuto da Igualdade Racial, coloque no ar uma cena tão repulsiva e humilhante para homens e mulheres negras.</p>
<p>O Brasil, nos últimos sete anos teve avanços significativos na promoção da igualdade racial. Pela primeira vez na história tivemos quatro ministros de Estado e um ministro do Supremo Tribunal Federal negros. A Lei 10.639 inclui a história da África e dos negros no Brasil nos currículos escolares, o 20 de novembro está oficializado como o Dia Nacional da Consciência Negra e em várias cidades é feriado.</p>
<p>Vemos em propagandas homens, mulheres e crianças negras vendendo cartões de crédito, roupas, veículos, cosméticos, eletrodomésticos móveis e imóveis. Neste 20 de novembro, o presidente Lula vai dar título de posse a 3.600 famílias de quilombolas.</p>
<p>Esse avanço, entretanto, parece que não atingiu certos setores da mídia, ou o que é pior, atingiu e contribuiu para que radicalizassem concepções racistas e manifestassem esse pensamento na sua dramaturgia. O fim dos castigos corporais a negros (resquício de três séculos e meio de escravidão) só foi possível graças a uma rebelião de marinheiros em novembro de 1910. Quase cem anos depois, autores e direção da Rede Globo continuam achando legítimo o espancamento de negros.</p>
<p>A Conferência Nacional de Comunicação, que está sendo organizada pelo governo federal e a sociedade civil organizada, debaterá a linha editorial dos jornais escritos, falados e televisionados, a independência e neutralidade da imprensa, a questão do direito de resposta e diversos outros temas relevantes. Acredito, porém, que nada é mais importante para se debater do que o conjunto de valores que a mídia tem passado para nossa juventude, a concepção de certo e errado, a valorização ou desvalorização de segmentos da nossa sociedade.</p>
<p>Rever a maneira como a população negra, nos seus aspectos econômicos, sociais, políticos e culturais, tem sido apresentada na mídia brasileira me parece ser um resultado importante a ser esperado desta Conferência. Para que, às portas do 20 de novembro de 2010, não tenhamos que nos indignar novamente diante da tela da televisão que apresenta como natural que uma mulher negra seja esbofeteada em horário nobre.</p>
<p><em>* Maria Júlia Nogueira é secretária nacional de Combate ao Racismo</em></p>
<h2 style="padding-left:30px;"><em><span style="color:#ff0000;">PARA SABER MAIS SOBRE O NEGRO NA TELEDRAMATURGIA BRASILEIRA:</span></em></h2>
<p style="padding-left:30px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;"><strong>A NEGAÇÃO DO BRASIL</strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Documentário e livro discutem a presença do negro nas novelas</span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">O livro e o filme &#8220;A Negação do Brasil – O Negro na Telenovela Brasileira&#8221; foram lançados em dezembro de 2000.</span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">A obra escrita por Joel Zito Araújo é o resultado de anos de pesquisa em dezenas de novelas, formando um inventário da participação e importância de atores negros em produções que vão de 1.963 a 1.997. O livro é farto em fotos e de fácil leitura, além de apresentar uma valiosa relação com nomes de novelas, seus personagens e intérpretes.</span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">O &#8220;pacote&#8221; se completa com um documentário em 135mm, também dirigido por Joel Zito, com trechos de novelas e depoimentos de atores negros e diretores. Alguns destes testemunhos são surpreendentes, como o de Toni Tornado, cujo personagem em &#8220;Roque Santeiro&#8221; ao final da novela seria o par romântico da Viúva Porcina, não fosse a interferência da &#8220;censura&#8221;; Ou ainda o diretor Walter Avancini que afirma, com perturbadora naturalidade, inexistir na época uma atriz negra capaz de viver &#8220;Gabriela&#8221;, na novela de mesmo nome.</span></p>
<p style="padding-left:30px;">
<p style="padding-left:30px;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;"><strong>Abaixo uma resenha do livro &#8220;A negação do Brasil&#8221; publicada no <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/al210320011.htm">Observatório da Imprensa</a>:</strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong><span style="color:#ff0000;font-size:x-small;">RESENHA<br />
</span><span style="font-size:medium;">Negros e mulatos fora das novelas</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Leneide Duarte</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-size:xx-small;"><em>A negação do Brasil: o negro na telenovela brasileira</em>, de Joel Zito Araújo. Editora Senac, São Paulo, 323 páginas, R$ 28</span></p>
<p style="padding-left:30px;">Uma brasileira moradora de uma cidade dinamarquesa enviou, em 1993, a Roberto Pompeu de Toledo – a propósito de uma artigo seu da revista <em>Veja</em> sobre a predominância de louras nos anúncios da TV brasileira – vários recortes de anúncios que refletiam a propaganda e os programas de TV na Dinamarca, para provar que existem mais negros, mulatos e japoneses na TV daquele país do que na brasileira.</p>
<p style="padding-left:30px;">Esse episódio é narrado por Joel Zito Araújo em seu livro <em>A negação do Brasil: o negro na telenovela brasileira</em>,<em> </em>no qual pretende mostrar que o enfoque da televisão brasileira em relação aos negros é resultado da incorporação do mito da democracia racial brasileira, da ideologia do branqueamento e do desejo de euro-norte-americanização de nossas elites.</p>
<p style="padding-left:30px;">Mas a TV é apenas o espelho do preconceito e do que Joel chama &#8220;a negação do Brasil&#8221;, um país que nega sua própria realidade. A ausência do negro na TV ou sua imagem subalterna, quando aparece, são conseqüências de um preconceito racial gerado pela exclusão social das populações negras do país, as mais marginalizadas e que apresentam os indicadores sociais mais desfavoráveis – apesar de o Brasil ser um país miscigenado, com predominância negra. Joel afirma que tal como se apresenta atualmente a sociedade brasileira no início do século 21, negros e índios &#8220;continuam vivendo as mesmas compulsões desagregadoras de uma auto-imagem depreciativa, gerada por uma identidade racial negativa e reforçada pela indústria cultural brasileira, a qual insiste simbolicamente no ideal de branqueamento&#8221;.</p>
<p style="padding-left:30px;">O trabalho de Joel Zito Araújo – cineasta e doutor em Ciências da Comunicação pela ECA/USP, onde participa do Núcleo de Pesquisas sobre Telenovelas – foi originalmente sua tese de doutoramento na ECA. Sua obra visa fundamentalmente a mostrar que apesar de representar parcela expressiva da população e da cultura brasileiras, os negros têm sido ignorados na ficção ou vêm sendo retratados de modo negativo ou estereotipado, quase sempre como pessoas subalternas. Apesar de ter constatado que a memória das telenovelas produzidas nos anos 60 estava irremediavelmente prejudicada, o autor resolveu estudar o período que vai de 1963 a 1997. Entremeando depoimentos de atores negros, dados de pesquisas e levantamentos feitos em livros e arquivos das televisões brasileiras, o autor traça um dos mais completos retratos da presença do negro na ficção seriada brasileira.</p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="font-size:xx-small;"><strong>Dados irrefutáveis</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="padding-left:30px;">O fato mais eloqüente entre os muitos narrados pelo autor para mostrar o preconceito que ainda havia em relação ao trabalho do negro, na TV brasileira, na década de 60, diz respeito à escolha do ator que fez o papel principal na novela da Rede Globo <em>A cabana do Pai Tomás</em>. O ano era 1969 e o ator escolhido foi Sérgio Cardoso, branco de lábios finos e nariz afilado. Para poder interpretar o negro Pai Tomás, Sérgio foi pintado de preto e usava rolhas no nariz e atrás dos lábios. Em depoimento de 1995, a atriz Ruth de Souza, que trabalhou naquela novela, dizia: &#8220;Os autores vêem o negro como serviçal. (&#8230;) As histórias se desenvolvem em cima dos personagens brancos e o negro não tem vez. (&#8230;) O ator negro tem que se impor, senão ele fica fazendo eternamente o serviçal&#8221;.</p>
<p style="padding-left:30px;">Segundo o livro, a primeira família de classe média negra na TV brasileira foi retratada, em 1969, na novela <em>Vidas em conflito</em>, de Teixeira Filho, na TV Excelsior, tendo no elenco Leila Diniz, Natália Thimberg e Zózimo Bulbul. Mas nem tudo foram flores: o enredo foi alterado para eliminar, aos poucos, os personagens negros. Somente em 1975, na novela <em>Pecado Capital</em>, de Janete Clair, um negro voltou a ter destaque. O ator Milton Gonçalves ganhou de presente da autora, de quem se tornara amigo, o papel de um psiquiatra formado em Harvard. Segundo Joel Araújo, esse foi o primeiro sucesso de crítica e de público para um personagem negro de classe média.</p>
<p style="padding-left:30px;">Mas o negro não é o único discriminado na televisão brasileira. Araújo lembra que em <em>Aritana</em>, de 1979, o personagem principal, um índio, foi interpretado pelo ator Carlos Alberto Ricelli. Da mesma forma, acrescenta, as personagens mulatas dos romances de Jorge Amado, quando protagonistas, são sistematicamente representadas por atrizes brancas.</p>
<p style="padding-left:30px;">Nas décadas de 80 e 90 a situação mudou, o espaço para atores negros e mulatos (afro-brasileiros e afro-descendentes no vocabulário politicamente correto) aumentou mas ainda está longe do ideal. Nesse período, de 98 novelas produzidas pela Rede Globo (excluindo as que tiveram como temática a escravidão) não foi encontrado nenhum personagem afro-brasileiro ou afro-descendente em 28 delas. E em apenas 29 produções o número de atores negros ultrapassava 10% do total do elenco.</p>
<p style="padding-left:30px;">Os dados apresentados no livro são irrefutáveis. Gráficos, quadros e dados estatísticos provam que a telenovela brasileira ainda não dá visibilidade à composição racial do país, praticando, assim, uma negação da diversidade racial brasileira. E, para concluir, Joel Zito Araújo pergunta: &#8220;Será que nos próximos anos a telenovela brasileira estará assimilando, com mais naturalidade e regularidade, o talento, a personalidade e a aparência física do ator negro, assegurando para as estrelas afro-brasileiras um lugar semelhante ao que Denzel Washington, Angela Bassett, Morgan Freeman e Whoopi Goldberg já conquistaram na indústria cinematográfica norte-americana?&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Quién se indigna por los negritos?]]></title>
<link>http://elcuarenta.wordpress.com/2009/11/23/%c2%bfquien-se-indigna-por-los-negritos/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 21:47:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cassidy</dc:creator>
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<description><![CDATA[En Sudáfrica todas las personas deben usar taparrabos y cargar lanzas y escudos. En Sudafrica se la ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">En Sudáfrica todas las personas deben usar taparrabos y cargar lanzas y escudos. En Sudafrica se la pasan bailando <em>The Lion Sleeps Tonight. </em>Aparentemente, ahí<em> </em>nadie sabe lo que es un televisor.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/WjutYy_194Y&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/WjutYy_194Y&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ASPYNvw0JG8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/ASPYNvw0JG8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>reirse de los estereotipos está perfecto&#8230;</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/CwpNQWrD8PY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/CwpNQWrD8PY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>siempre y cuando <span style="text-decoration:underline;">NO</span><em> </em>sea<em> nuestro </em>estereotipo..</p>
<h2><strong>Que poca madre y que poca memoria.</strong></h2>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Penso, logo sou chato.]]></title>
<link>http://supertoin.wordpress.com/2009/11/16/penso-logo-sou-chato/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 02:00:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tóin</dc:creator>
<guid>http://supertoin.wordpress.com/2009/11/16/penso-logo-sou-chato/</guid>
<description><![CDATA[Estava eu assistindo ao Programa do Jô. No intervalo, &#8220;o 4&#215;4 esportivo de luxo da Mitsubi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Estava eu assistindo ao Programa do Jô. No intervalo, &#8220;o 4&#215;4 esportivo de luxo da Mitsubi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mujer objeto contra damisela en desgracia]]></title>
<link>http://cinecinecine.com/2009/11/12/mujer-objeto-contra-damisela-en-desgracia/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 16:35:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>HGarza</dc:creator>
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<description><![CDATA[Olga Kurylenko A últimas fehcas, Hollywood en particular, y los medios en general, han mostrado una ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_31648" class="wp-caption alignnone" style="width: 403px"><a href="http://cineyvideo.wordpress.com/files/2009/11/olga-kurylenko-11.jpg"><img class="size-full wp-image-31648" title="olga-kurylenko-11" src="http://cineyvideo.wordpress.com/files/2009/11/olga-kurylenko-11.jpg" alt="olga-kurylenko-11" width="393" height="488" /></a><p class="wp-caption-text">Olga Kurylenko</p></div>
<p>A últimas fehcas, Hollywood en particular, y los medios en general, han mostrado una muy singular dicotomia. De buenas a primeras, todas las actrices, e incluso comentaristas y otras celebridades, están dispuestas a posar con la menor ropa posible, e incluso ya dejaron atrás el pretexto de las fotos o imágenes artísticas: Buscan ser atractivas y deseadas, o cuando menos así lo declaran. Es como si, de buenas a primeras, el miedo a ser vista como objeto hubiera desaparecido.</p>
<p>Sin embargo, por otro lado, tratemos de ofrecerle a una actriz el papel de la dama en desgracia, la chica asustada que no puede hacer nada hasta que el hombre venga a rescatarla. Esas sólo son aceptadas por las novatas, que necesitan tomar cualquier rol para entrar al medio. Por algún motivo, las féminas están peleando porque se les deje de ver comi inútiles, dependientes y sumisas; Pero al mismo tiempo, están dispuestas a aceptar ser simples objetos sin ni siquiera parpadear. Aquí la pregunta sería: ¿No hay ahí una clara contradicción?.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La docencia es cosa seria, pero no solemne]]></title>
<link>http://educacionfisicasupervision09tlaxcala.wordpress.com/2009/11/04/la-docencia-es-cosa-seria-pero-no-solemne/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 20:12:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>educacionfisicasupervision09tlaxcala</dc:creator>
<guid>http://educacionfisicasupervision09tlaxcala.wordpress.com/2009/11/04/la-docencia-es-cosa-seria-pero-no-solemne/</guid>
<description><![CDATA[Aparentemente en la sociedad actual el rol de maestros se centra en la calidad de un producto: “SER ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Aparentemente en la sociedad actual el rol de maestros se centra en la calidad de un producto: “<strong>SER EL O LA MEJOR MAESTR@”.</strong> <strong>¿Que es ser los mejores maestros</strong>? Pareciera, que ser los “mejores maestros” es tener la capacidad dar el mayor nivel académico, y sólo a ese nivel, dejando de lado el contacto humano.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Al vivir en una sociedad de consumo empezamos la carrera sin fin de ir adquiriendo bienes materiales</strong>, o sea el éxito. Y no es que esté mal preocuparse y ocuparse por la competitividad de los alumnos y alumnas,  que en muchos casos son las necesidades competitivas de los docentes, sólo que no puede ser solamente en este aspecto, ya que existen otros aspectos que también son esenciales y que se han ido descuidando en el transcurrir del tiempo y en el ejercicio de este rol.</p>
<p style="text-align:left;">Tiempo, testimonio de vida, disposición, cercanía; son algunos ejemplos de los aspectos que se han descuidado, en este devenir de la vida cotidiana profesional, y un aspecto muy importante que ha sido descuidado es el de ofrecer testimonio de vida de docente.</p>
<p style="text-align:left;">Bien podríamos preguntarnos: ¿Qué tiene que ver el dar testimonio de vida con el rol del docente? Es muy simple, al dar testimonio, <strong>se transmite la pasión, la entrega, el amor y el esfuerzo.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-105" title="Aprender es divertido" src="http://educacionfisicasupervision09tlaxcala.wordpress.com/files/2009/11/aprender-es-divertido.jpg?w=300" alt="Aprender es divertido" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Actualmente existe una gran dificultad para poder saber que está bien y que está mal en lo que es la docencia</strong> y más en nuestra función como docentes, y esta dificultad nace fundamentalmente de los cambios que se han venido dando en la concepción de lo serio y de lo solemne, los cuales son el resultado de las exigencias a las necesidades de la vida actual, dando por sentado que estas variaciones en los roles a jugar dentro de la docencia son indispensables para el desarrollo individual de cada un@ de las y los  miembros de la familia educativa.</p>
<p style="text-align:left;">Estos cambios en los roles probablemente han causado confusión en las distintas funciones que tiene el ser humano, y es que, el rol de ser docentes es el que no debe de sufrir cambios en su esencia, sino tal vez en la forma de llevarlo, <strong>porque el ser maestros es la esencia del rol y no necesariamente el rol es la esencia</strong>, ya que las distintas formas de ejercer este rol es lo que nos da la diferencia entre el ser maestros y ser solamente rol.</p>
<p style="text-align:left;">Y no solo esa exigencia, sin divertimento, que en ocasiones genera que la educación física se convierta en una clase solemne y estereotipada, esa que<strong> en ocasiones sólo se espera para salir del salón y hacer repelar a ese maestro que vemos con cachucha y silbato.</strong></p>
<p style="text-align:left;">Si quieres saber más tema da clic en la siguiente frase:</p>
<p style="text-align:left;"><em><a href="http://educacionfisicasupervision09tlaxcala.wordpress.com/files/2009/11/la_docencia_algo_serio_pero_no_solemne_tlaxcala_09.pdf" target="_blank">La docencia es cosa seria pero no solemne</a></em></p>
<p style="text-align:left;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Barbie - Divas anos 80]]></title>
<link>http://decote.wordpress.com/2009/10/28/barbie-divas-anos-80/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 00:49:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>agatashir</dc:creator>
<guid>http://decote.wordpress.com/2009/10/28/barbie-divas-anos-80/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;A Mattel, empresa responsável pelas bonecas Barbie, anunciou que lançará uma coleção inspirad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://decote.wordpress.com/files/2009/10/093011791.jpg" alt="09301179" title="09301179" width="450" height="307" class="alignnone size-full wp-image-574" /></p>
<p>&#8220;A Mattel, empresa responsável pelas bonecas Barbie, anunciou que lançará uma coleção inspirada nas divas da música dos anos 80. Debbie Harry, Joan Jett e Cyndi Lauper serão as cantoras retratadas e ganharão versões em brinquedo. As bonecas devem chegar às lojas perto do Natal.&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Miss Durazno]]></title>
<link>http://mobtomas.wordpress.com/2009/10/28/miss-durazno/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 00:16:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>mobtomas</dc:creator>
<guid>http://mobtomas.wordpress.com/2009/10/28/miss-durazno/</guid>
<description><![CDATA[Miss Durazno (o la señorita Peach) sonreía orgullosa debido a su famélica estampa. Había logrado lo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Miss Durazno (o la señorita Peach) sonreía orgullosa debido a su famélica estampa. Había logrado lo que la ma’ tormenta le impuso como meta en la vida desde el día en que nació (tres meses y medio después de ser concebida, según ma’). Miss Durazno era la reina de la belleza mundial por 365 días terrestres (los plutonianos no saben a cuánto equivale ese tiempo en Mercurio). Todo un año de sonrisas y eventos, ninguno de los cuales le exige a Miss Durazno el uso de sus dos flamantes neuronas (19 años y aún tenían olor a nuevo). Besos de mariposas que se posan en ninguna mejilla. El peso del pesimismo me agobia, pero como cualquier pesimista prefiero llamarme realista. Ma’ tormenta va de salida y Miss Durazno tiene, en teoría, de frente toda su vida. ¿Qué hará en el futuro cuando termine su reinado? No siempre se tienen 19 años.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enquanto isso, na planície padana…]]></title>
<link>http://sexologando.wordpress.com/2009/10/27/enquanto-isso-na-planicie-padana%e2%80%a6/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 15:29:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>millakaufmann</dc:creator>
<guid>http://sexologando.wordpress.com/2009/10/27/enquanto-isso-na-planicie-padana%e2%80%a6/</guid>
<description><![CDATA[Esse blog anda meio parado, assim como a vida sexual e sentimental de quem vos escreve e de suas ami]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Esse blog anda meio parado, assim como a vida sexual e sentimental de quem vos escreve e de suas amigas que não servem nem para objeto de estudo. Eis a vida sexual de uma mulher solteira que vive em Milão. Parada, sem graça, inexistente. O exemplar de macho milanês deixa muito a desejar, infelizmente não confirma o estereótipo tão idealizado pelas mulheres brasileiras. Enfim, dorme em serviço. Não se pode nunca generalizar, é claro, mas, na planície padana, mulheres sozinhas com pererecas abandonadas, cheias de pó e teias de aranha representam a regra, não a exceção. Estamos nos revirginando involuntariamente. Somente um louco carnaval no Rio de Janeiro pode nos salvar do desespero e da loucura causada pela longa abstinência sexual forçada.</p>
<p>Quem souber onde se econdem esses homens italianos fogosos e românticos está destinado a se tornar meu melhor amigo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Janice Dickinson - The 1st SuperModel]]></title>
<link>http://decote.wordpress.com/2009/10/23/janice-dickinson-the-1st-supermodel/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 13:33:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>agatashir</dc:creator>
<guid>http://decote.wordpress.com/2009/10/23/janice-dickinson-the-1st-supermodel/</guid>
<description><![CDATA[Vogue - 1979 Ela se auto-intitula a primeira Supermodel do mundo. Segundo ela, foi a primeira modelo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_567" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><img src="http://decote.wordpress.com/files/2009/10/vogue-may-1979-janice-dickinson-215909_637_8251.jpg" alt="Vogue - 1979" title="Vogue--May-1979-janice-dickinson-215909_637_825" width="450" height="582" class="size-full wp-image-567" /><p class="wp-caption-text">Vogue - 1979</p></div>
<p>Ela se auto-intitula a primeira Supermodel do mundo.<br />
Segundo ela, foi a primeira modelo a desfilar em todas as semanas de moda do mundo, dai o superlativo.<br />
Se é verdade, não sei&#8230; o fato é que ela começou cedo nas passarelas e sabe como ninguém se manter na mídia americana com a histórias mais malucas do mundo, que vão desde fumar maconha e perder a virgindade pro Jim Morrison à dar o golpe da barriga no Stalone à ser a rainha máxima da pista do CBGB.<br />
Claro que ela tem uma auto-biografia, que recomendo&#8230; embora tenha ficado com a sensação que se trata mais de uma obra de auto-ficção.</p>
<p><img src="http://decote.wordpress.com/files/2009/10/janice-book.jpg" alt="janice-book" title="janice-book" width="223" height="338" class="alignnone size-full wp-image-565" /></p>
<p>Não sei se ela é louca, se as drogas comeram o juízo dela ou se ela nunca parou de usar. O fato é que ela está cada vez mais sem noção, pra minha diversão. Vide:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/y9ZajVitk2w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/y9ZajVitk2w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crazy Night Songs]]></title>
<link>http://decote.wordpress.com/2009/10/22/crazy-night-songs/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 15:15:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>agatashir</dc:creator>
<guid>http://decote.wordpress.com/2009/10/22/crazy-night-songs/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/F2NQByp791c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/F2NQByp791c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BEST BUY - Sun Glasses]]></title>
<link>http://decote.wordpress.com/2009/10/22/best-buy-sun-glasses/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 14:52:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>agatashir</dc:creator>
<guid>http://decote.wordpress.com/2009/10/22/best-buy-sun-glasses/</guid>
<description><![CDATA[LooK Óculos! Sucesso Garantido!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.lookoculos.com.br/produtos/oculos/retro?lancamento=&#38;promocao=">LooK Óculos!<br />
Sucesso Garantido!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lo chacal]]></title>
<link>http://chacalcore.wordpress.com/2009/10/12/lo-chacal/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 21:02:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tonalli Melo Rozas</dc:creator>
<guid>http://chacalcore.wordpress.com/2009/10/12/lo-chacal/</guid>
<description><![CDATA[Porque dentro de los movimientos de resistencia también existen disidentes, decidí crear un espacio ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>Porque dentro de los movimientos de resistencia también existen disidentes, decidí crear un espacio para esa peculiar etiqueta &#8220;chacal&#8221;.</div>
<div><img style="width:200px;float:left;height:150px;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fvHTYE_5qnc/StAW0BPQORI/AAAAAAAAAAU/bw8NHym0sGU/s200/dvzkxb0w60ndp1dywji77cnhccbdl7d%249t2flecokbqj2ookvi7j99e9l4okmbh.gif" border="0" alt="" />Definir a un chacal es caer en conflictos y largos debates no fundamentados. Sin embargo, se ha intentado establecer los parametros de lo que debe ser un chacal. Monsivais menciona: &#8220;El chacal es el joven proletario de aspecto indígena o recién mestizo, ya descrito históricamente como Raza de Bronce (osea morenazo). El chacal es la sensualidad proletaria, el cuerpo que proviene del gimnasio de la vida, del trabajo duro. Es la friega cotidiana y no el afán estético que decide esbeltez. El chacal tiene por hábito sentirse ampliado, deseado así nadie lo contemple. El chacal no mira para no regalar su mirada, pero se deja mirar para ascender en su autoestima. Las camisetas entalladas, los jeans ajustados y convenientemente rotos, las gorras de béisbol, el perfeccionameinto de la mirada hostil o indiferente que sin embargo invita, de ningún modo el prostituido, en modo alguno el inaccesible&#8230;”</div>
<div>Y porque no?? Si lo chacal es un movimiento en germinación, podemos aportar y nutrir la contracultura aún no comercializada de lo Chacal.</div>
<div>Un chacal puede desempeñar ambos roles (pasivo o activo). El chacal puede o no ser moreno, puede provenir de cualquier estrato social. Puede asumir actitudes afeminadas o masculinas. Sin embargo es en la actitud donde radica el espíritu chacal. Lo chacal es un modo de ser, una manera de andar en el camino fastuoso de la vida.</div>
<div>El más famoso de todos los chacales mexicanos es el personaje ficticio Adonis García, majuestuosamente desarrollado en &#8220;El vampiro de la colonia Roma&#8221;. En donde en<a href="http://2.bp.blogspot.com/_fvHTYE_5qnc/StAWlX9W56I/AAAAAAAAAAM/sSNeP221wrE/s1600-h/banana-1967%5B1%5D.jpg"><img style="width:320px;float:left;height:320px;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fvHTYE_5qnc/StAWlX9W56I/AAAAAAAAAAM/sSNeP221wrE/s320/banana-1967%5B1%5D.jpg" border="0" alt="" /></a>contramos elementos populares propiamente extraídos de una vida desenfrenada de vicios y desmadre. ¿Chacal?</div>
<div>El término Gay nació en Estados Unidos, y describe un estilo de vida. No necesariamente un hombre homosexual debería asumirse Gay desde que descubre su sexualidad. Podría llegar a asumirse Gay cuando sigue los lineamientos y regímenes del &#8220;lifestyle usa-y-tira&#8221;.</div>
<div>Lo Gay es una marca, una tendencia. El padre de lo Gay es el arte pop, y más específicamente Andy Warhol. Podríamos analizar en dos líneas paralelas el desarrollo a lo largo de las últimas décadas de lo Gay y el Pop.</div>
<div>Con esto no quiero hacer evidente mi rechazo hacia el término Gay, quiero explicar uns perspectiva diferente que comparten varios colectivos mexicanos.<br />
Los &#8220;Gayos Rojos&#8221; surgieron como un movimiento de neo-resistencia (o quiza reticencia) hacia la comercialización de lo Gay. Creían que no todos los homosexuales debían autoasumirse Gays, entre otras propuestas:__Desarrollar y reinventar el concepto que se tiene de gay en la sociedad actual, abriendo nuevas fronteras y destrozando modelos arcaicos. __Promover la salud sexual y el uso del condón, así como la libertad sexual moderada y responsable. __Como alguna vez mencionó Morelos, hacer ver a la gente que: Lo único que debe distinguir a un hombre de otro sean sus virtudes y vicios. __Exigir respeto, pero empezar respetando. Exigir tolerancia, pero empezar tolerando. __Prevenir la masificación de lo gay y hacer valer nuestra individualidad. __No contribuir a que el movimiento gay se siga volviendo un movimiento elitista que excluya. Piensa en esto: Pedimos no a la discriminación, pero aún entre nosotros nos discriminamos.</div>
<div>Y en verdad nos discriminamos entre nosotros, si los bugas nos decían putos a modo de insulto. Nosotros nos insultamos con la palabra pasiva. Desprestigiamos a nuestros propios compañeros, y ¡caray!, si dentro de un grupo discriminado estamos jodidos todos, porque nos jodemos aún más.</div>
<div><a href="http://2.bp.blogspot.com/_fvHTYE_5qnc/StAcTjTdCpI/AAAAAAAAAAk/0McqdgWiTs0/s1600-h/012jjj.jpg"><img style="width:214px;float:left;height:320px;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fvHTYE_5qnc/StAcTjTdCpI/AAAAAAAAAAk/0McqdgWiTs0/s320/012jjj.jpg" border="0" alt="" /></a>Colectivos alternativos como los gayos rojos le han demostrado a la sociedad mexicana que los homosexuales son frijolitos de todos los colores. Como existen homosexuales afeminados, tambien los hay con muy buen cuerpo, o muy inteligentes, o muy estúpidos, o aquellos que no le dan importancia al aspecto fisico, o muy parranderos, o agresivos, o metaleros, o supermodelos, etc etc etc&#8230; la lista es inmensa, y porque?? Porque dentro de la diversidad tambien hay diversidad. Entonces porque todos luchamos bajo una misma bandera? De verdad todos los homosexuales somos Gays?</div>
<div>Sin embargo sería bueno el uso de la bandera como coalisión, en caso de que todos de verdad nos consideraramos hermanos, y lucharamos por fines comunes. Pero nos jodemos entre nosotros!&#8230; que más da, somos humanos.</div>
<div>A lo que voy, es que dentro de esa bandera común, hay muchos subgéneros, por así llamarlos. De entre esos subgéneros encontramos a nuestros bienamados Chacales. Los reyes de la casa, o por lo menos de este blog.</div>
<div>Y yo quisiera que todos ustedes por medio de comentarios nutrieran el término chacal, para expandirlo y no dejarlo como una palabra pequeñita.</div>
<div>Mi intención no es comercializar lo chacal, ni defenderlo. Solamente, abrir un espacio de expresión a lo chacal.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Música do Dia]]></title>
<link>http://decote.wordpress.com/2009/10/07/musica-do-dia-4/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 14:10:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>agatashir</dc:creator>
<guid>http://decote.wordpress.com/2009/10/07/musica-do-dia-4/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/cN7H4BzaoSM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/cN7H4BzaoSM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Drácula, de Bram Stoker (1897)]]></title>
<link>http://fichabibliografica.wordpress.com/2009/10/06/dracula-de-bram-stoker-1897/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 04:28:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marisol Zimbrón</dc:creator>
<guid>http://fichabibliografica.wordpress.com/2009/10/06/dracula-de-bram-stoker-1897/</guid>
<description><![CDATA[Hoy, en plena ola de renacimiento del género literario que coloca al vampiro en el centro del protag]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.gandhi.com.mx/index.cfm/id/Producto/dept/libros/pid/352768"><img class="alignleft" title="Drácula de Bram Stoker" src="http://desdeeldivan.wordpress.com/files/2009/10/dracula.jpg?w=206" alt="Drácula de Bram Stoker" width="206" height="300" /></a>Hoy, en plena ola de renacimiento del género literario que coloca al <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Vampiro" target="_blank">vampiro</a> en el centro del protagonismo, reseño un libro que si bien no es el origen del género –que data de la Grecia antigua-, si marca un parteaguas en los cuentos y novelas de vampiros proponiendo un estereotipo de esta figura que seguirá reflejándose, aunque sea en sombras, en los escritos que le han precedido.</p>
<p>La silueta del conde Drácula –de <a href="http://www.epdlp.com/escritor.php?id=2335" target="_blank">Bram Stoker</a>- sigue viva en la literatura, desde <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Montague_Rhodes_James" target="_blank">Montague Rhodes James</a> (“<a href="http://elespejogotico.blogspot.com/2009/06/el-conde-magnus-mr-james.html" target="_blank">El Conde Magnus</a>” -1904-) hasta la infinidad de autores actuales, encabezados por <a href="http://www.annerice.com/" target="_blank">Anne Rice</a> (“<a href="http://www.gandhi.com.mx/index.cfm/id/Producto/dept/libros/pid/181322" target="_blank">Entrevista con el Vampiro</a>” -1976-, entre muchos otros), <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Elizabeth_Kostova" target="_blank">Elizabeth Kostova</a> (“<a href="http://www.gandhi.com.mx/index.cfm/id/Producto/dept/libros/pid/254501" target="_blank">La Historiadora</a>” -2005-) y más en boga en estos días: <a href="http://www.stepheniemeyer.com/" target="_blank">Stephanie Meyer</a> con su saga de “<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Crep%C3%BAsculo_%28serie%29" target="_blank">Crepúsculo</a>” (2005) quien es en realidad a quien considero hoy la responsable de despertar, una vez más, la curiosidad y pasión del ser humano por el género vampírico, que al igual que sus personajes y antecesores, parece ser inmortal.</p>
<p>Drácula, de Bram Stoker, es una novela al puro <a href="http://www.portaleureka.com/accesible/literatura/70-literatura/222-literatura-gotica-oscuro-literatura" target="_blank">estilo gótico</a>, en donde la esencia del personaje principal (el <a href="http://www.portalplanetasedna.com.ar/dracula.htm" target="_blank">Conde Drácula</a>) parece infiltrarse en el resto de los personajes, parajes y lugares que conforman la novela en la que el autor pretende basar su relato en documentos reales de personas reales: cartas, diarios, periódicos, etc.</p>
<p>El pasado atormentado, la condición de “maldito”, lo erótico y atractivo, lo mágico y sobrehumano, el refinamiento, la cultura, la experiencia… Son algunas de las características de las que Bram Stoker dota a su personaje y que servirán como referente a las generaciones de vampirofílicos por seguir.</p>
<p>La pasión, el romance, el drama, el terror, el erotismo y un poco de historia también, son componentes de este <a href="http://www.javeriana.edu.co/Facultades/C_Sociales/Facultad/sociales_virtual/publicaciones/nolineal.pdf" target="_blank">relato no lineal </a>(pues va del presente al pasado, del punto de vista de un personaje al de otros, etc. y no de manera estrictamente cronológica) en donde Jonathan  Harker, Mina Murray (después Mina Murray de Harker), <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Abraham_Van_Helsing" target="_blank">Abraham Van Helsing</a> (icono del cazador de vampiros y posteriormente también de  <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltConsulta?TIPO_BUS=3&#38;LEMA=lic%C3%A1ntropo" target="_blank">licántropos</a>), Lucy Westenra, entre otros, comparten el escenario literario con el sangriento conde de <a href="http://www.ociototal.com/recopila2/r_viajes/transilvania.html" target="_blank">Transilvania</a>, cuya figura se cree originada en los mitos alrededor de un personaje real: <a href="http://www.vidasdefuego.com/biografia-vlad-tepes.htm" target="_blank">Vlad Tepes</a> “el empalador”.</p>
<p>Esta obra ya clásica, es altamente recomendable para todo aquel que gusta de los relatos de vampiros y misterio aterrador. Además es, a mi juicio, la obra cumbre de Abraham Stoker cuyos <a href="http://www.gandhi.com.mx/index.cfm/id/Producto/dept/libros/pid/26513" target="_blank">relatos de espíritus</a> y otros temas aterradores suelen no tener la consistencia y redondez de su popular novela, reeditada miles de veces, representada en <a href="http://www.imdb.com/find?s=all&#38;q=Dracula" target="_blank">cine</a> en más de 100 versiones distintas, sin contar sus representaciones teatrales y que este mes (octubre 2009) contará con una secuela, titulada <a href="http://www.europapress.es/chance/ocioycultura/noticia-dracula-no-muerto-20091005121323.html" target="_blank">“Drácula, el no muerto”</a> escrita por <a href="http://www.fantasticfiction.co.uk/s/dacre-stoker/" target="_blank">Dacre Stoker</a>, bisnieto de Bram Stoker. Me pregunto si llegará a la calidad de la novela original, o la superará, y no únicamente me lo cuestiono por el autor, sino porque las segundas partes nunca han sido buenas, como versa el dicho popular… Aunque siempre ha habido excepciones.</p>
<p>En mi opinión, es un libro para ser leído a partir de los 17 o 18 años por el contenido erótico y sangriento explícito en sus páginas.</p>
<p><strong><em>Título original: Dracula</em></strong></p>
<p><strong><em>Título en español: Drácula</em></strong></p>
<p><strong><em>Autor: Bram Stoker (Abraham Stoker)</em></strong></p>
<p><strong><em>1ª edición: 1897</em></strong></p>
<p><strong><em>ISBN: 970-04-0144-8</em></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Segunda-feira: O Dia Mundial da Dieta]]></title>
<link>http://decote.wordpress.com/2009/10/05/segunda-feira-o-dia-mundial-da-dieta/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 17:55:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>agatashir</dc:creator>
<guid>http://decote.wordpress.com/2009/10/05/segunda-feira-o-dia-mundial-da-dieta/</guid>
<description><![CDATA[The Paleo Diet: Também conhecida como a Dieta do Peleolítico, ou Dieta dos Homens das Cavernas, a Di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><em>The Paleo Diet:</strong></p>
<p>Também conhecida como a Dieta do Peleolítico, ou Dieta dos Homens das Cavernas, a Dieta Paleo é baseada na alimentação dos nossos ancestrais. </p>
<p>Há cerca de 2.000.000 de anos, a alimentação ancestral era composta por carnes magras, frutos do mar, oleaginosas, raízes, frutas e verduras. Esse modelo alimentar durou até ao início das técnicas agrícolas, a 10.000 anos atrás.</p>
<p>Os alimentos que os nosso ancestrais consumiam são ótimas fontes de fibras solúvies, vitaminas antioxidantes, fitoquímicos, ômega-3, gorduras monoinsaturadas e carboidratos de baixo índice glicêmico. Todos sabemos que estes componentes promovem a boa saúde, ao contrário dos alimentos consumidos pela população atual (açúcares refinados, gorduras saturadas e gorduras trans, sal e carboidratos de alto índice glicêmico), que podem causar ganho de peso, doenças cardiovasculares, diabetes e inúmeros outros problemas à saúde.</p>
<p>Nossos ancestrais viveram séculos sem ingerir cereais, produtos lácteos e açúcar refinado, que foram introduzidos pelas técnicas agrícolas. Alguns cientistas relatam que o nosso organismo está muito bem adaptado a seguir a alimentação antiga, sem laticínios e cereais. </p>
<p>A Dieta Paleo é baseada na simples compreensão de que a melhor dieta humana é a que estamos geneticamente adaptadas. </p>
<p>O consumo de carne, peixe, legumes, raízes, frutos e nozes, ao invés de produtos de animais domesticados e culturas industrializadas como laticínios, cereais, açúcar refinado e carboidratos processados podem trazer benefícios a saúde, principalmente ao coração, mas vale lembrar que a falta de cálcio, obtido através de produtos lácteos, pode ser um grande fator de risco para a osteoporose.</em></p>
<p>Sugestão de Paleo-Receita:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/e1E9GIJ5pto&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/e1E9GIJ5pto&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De quem é esse Louboutin?]]></title>
<link>http://decote.wordpress.com/2009/10/05/de-quem-e-esse-louboutin/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 13:34:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>agatashir</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quer uma dica?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://decote.wordpress.com/files/2009/10/rihanna-martin-margiela-paris-fashion-week-04.jpg" alt="FP_IMAGE_3726318/FP_SET_3726262" title="FP_IMAGE_3726318/FP_SET_3726262" width="450" height="681" class="alignnone size-full wp-image-512" /></p>
<p><a href="http://www.imagehaven.net/gallery/J2BDTYQ3X6R8PF6GZGB597K6QXN05T"> Quer uma dica?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Filosofia Burra: A defesa do Traidor]]></title>
<link>http://decote.wordpress.com/2009/09/30/filosofia-burra-a-defesa-do-traidor/</link>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 17:37:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Decote</dc:creator>
<guid>http://decote.wordpress.com/2009/09/30/filosofia-burra-a-defesa-do-traidor/</guid>
<description><![CDATA[.:Uma série de conclusões absolutamente inóspitas tem feito parte de mim. Abaixo também em absoluto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://decote.wordpress.com/files/2009/09/970335_2f13_625x1000.jpg" alt="970335_2f13_625x1000" title="970335_2f13_625x1000" width="450" height="585" class="alignnone size-full wp-image-486" /></p>
<p><em>.:Uma série de conclusões absolutamente inóspitas tem feito parte de mim. Abaixo também em absoluto os julgamentos morais sobre a traição. Não há como julgar tal fato se não for considerado cada caso como único. E por mais que ainda me mantenha contra a traição, preciso de alguns tópicos para então chegar ao ponto que pretende este post.</p>
<p>Não vim aqui defender ninguém, mas do lado do “amante” vale dizer que acho patético que ele seja responsabilizado. A menos que o amante seja o melhor amigo da pessoa, o que ele/ela possuem de vagabundo ou outros termos como recentemente vi numa novela? Não. O único responsável é o traidor que permite e vai. E somente a ele cabe a culpa e delírios do seu ato.</p>
<p>É exatamente para falar de quem trai que esse texto ganha forma, e ponto.</p>
<p>A parte os legítimos cafajestes, os mulherengos, garanhões e outros termos comumente usados para aqueles que já nascem com a predileção. Quero falar de quem trai mesmo amando o outro, de quem se culpa pela traição, e de quem enfim, não sabe por que trai. Muito se fala do amante, mas alguém já parou para pensar na difícil situação do traidor?</p>
<p>Não falo apenas de mentiras. Mas se essa pessoa, tão boa e sincera começou a trair, porque o fez? Vou contar apenas uma história. E nessa peça de ficção vai um pouco da minha visão.</p>
<p>André ama piamente Joana. Mas o que acontece com o amor pós algum tempo? Depois de mais de um ano de namoro, André ajuda Joana, não sabe como viver sem ela e também se sente o pai do Joana, o tio de Joana. Não, ele não é mulherengo, há tempos se culpa por não conseguir tanto, mas conheceu outra garota, se encantou com ela. Ainda não fez nada porque entrou em crise, como ele está pensando em trair? Como pode ousar a isso?</p>
<p>A crise é sentida, mas ele não consegue agir. Depois de muito protelar, ele conhece a outra, Amanda. Toma chá, ouve música, visita museus. Com Amanda revive um mundo de independência que desconhecia. Descobre que adora falar de outros assuntos. Se sente limitado com Joana. Apaixona-se por Amanda mesmo que não confesse nem pra si numa história quase literária por um mês.</p>
<p>Mas os amantes são engraçados. Fogem sem perceber nada. Não querem problemas. Logo Amanda conhece outro rapaz, não fecha a porta, mas diz que precisa se manter afastada. Afinal, ela é a amante, ela dá as cartas. A crise de André piora, a indiferença é pior que o não. Quando conseguem falar André decide que é melhor pra ele se afastar.</p>
<p>Dizem que amantes são encostos. Mas o que aconteceu com André? Ele sentiu-se vivo num relacionamento morno. Jogaria tudo para o alto para ficar com Amanda, mas Amanda insistiu em tratá-lo como o traidor, que nunca faria nada para ficar com ela. Pelo simples fato de que amantes às vezes não dão a possibilidade do outro prosseguir.</p>
<p>Não digo que amantes são melhores e não sofrem. Mas o que aconteceu com André? Se apegou ainda mais a Joanna e continua na crise do relacionamento que não consegue acabar mesmo sabendo não ser o melhor. E tudo por quê? Porque amantes e Amandas preferem não perceber que está tudo nas mãos deles, que às vezes eles surgem para mudar tudo. Pode até não dar certo essa história, mas porque eles insistem em fechar os olhos? A justificativa comum é que eles não querem que o outro simplesmente o troque por uma paixão. Alguns se estapeiam, outros têm medo. É o caso de Amanda, que fechou os olhos. E não percebeu outra coisa.</p>
<p>André continua na mesma, ainda mais ferido, sem forças e com a auto estima ainda mais baixa. Nem sempre enfim o lado do traidor é o melhor. E ponto.</p>
<p>Mas qual é a outra coisa implícita nesse texto todo? É que André ia terminar o namoro com ou sem Amanda. O fato é que quando Amanda apareceu tudo mudou, e André já não tinha mais forças pra curar sua dor, e foi curá-la na antiga paixão dessa forma sem querer usando o outro para não se sentir ainda mais carente. O amante, ele pode sim, prolongar a relação do outro porque fica no pensamento incompetente de que nada pode quando tudo pode.</p>
<p>Mas essa, é claro, é só uma ficção particular. E cada caso, por maior que seja o jargão, é um caso:.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ser Gaúcho É...]]></title>
<link>http://eduardofyl.wordpress.com/2009/09/28/ser-gaucho-e/</link>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 20:55:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Fyl</dc:creator>
<guid>http://eduardofyl.wordpress.com/2009/09/28/ser-gaucho-e/</guid>
<description><![CDATA[Ser gaúcho é&#8230; Levar um balaço de 38 e gritar: - Quase me acertaram, tchê!! Levar um coisa de m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ser gaúcho é&#8230;</p>
<p>Levar um balaço de 38 e gritar:<br />
- Quase me acertaram, tchê!!</p>
<p>Levar um coisa de mula na fuça e dizer:<br />
- Mosquito filho da puta!!!</p>
<p>Beber chimarrão pelando de quente e quando escorrer uma lágrima dizer:<br />
- É saudade do Rio Grande!!</p>
<p>Montar um cavalo chucro e só apear depois de manso.</p>
<p>Tirar espinho do &#8220;garrão&#8221; com a ponta do facão!</p>
<p>Dormir na geada e acordar suando!</p>
<p>Achar charque de pescoço&#8230; bem bom!</p>
<p>Usar azeite de comotó no cabelo</p>
<p>E lavar com sabão de soda cáustica!</p>
<p>Comparar o mar com o campo, com a desvantagem de que afunda.</p>
<p>Discordar que o umbigo é o centro do mundo, pois todo mundo sabe que é o Rio Grande!</p>
<p>Fazer divisa com 3 paises: Argentina, Uruguai e Brasil. (Mas ah, porquera! )</p>
<p>Palitar os dentes com o espeto</p>
<p>Matar a sede com vinagre .</p>
<p>Fazer a barba com facão e passar querosene.</p>
<p>Passar a lua-de-Mel em São José dos Ausentes&#8230; No inverno! E NÂO ENCOLHER O PINTO!</p>
<p>Não usar esponja no banho&#8230; Mas um pedaço de telha.</p>
<p>Dizer que não é orgulho&#8230; Apenas nao cabresteia para qualquer um!</p>
<p>Não se deprimir, mas ficar de orelha murcha!</p>
<p>Nunca ficar em apuros, mas no mato sem cachorros!</p>
<p>Cobrir a prenda e soltar um relincho de bagual&#8230; Bem na hora do orgasmo!</p>
<p>Defender o principio de que: toda mulher deve lutar pela sua igualdade!! (Desde que não atrapalhe no serviço de casa!)</p>
<p>Sou gaúcho, tchê, e isso me basta</p>
<p>___</p>
<p>__</p>
<p>_</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Estereotipo? No, gracias]]></title>
<link>http://misideascotidianas.wordpress.com/2009/09/27/%c2%bfestereotipo-no-gracias/</link>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 13:05:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luisa</dc:creator>
<guid>http://misideascotidianas.wordpress.com/2009/09/27/%c2%bfestereotipo-no-gracias/</guid>
<description><![CDATA[Ciertamente no me gusta la rigidez ni el encorsetamiento. Me niego a formar parte de un estereotipo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://i999.photobucket.com/albums/af117/misideascotidianas/camisadefuerzat.jpg" alt="" width="427" height="323" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Ciertamente no me gusta la rigidez ni el encorsetamiento.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Me niego a formar parte de un estereotipo y actuar como está establecido.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Por Dios ¡qué aburrimiento!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">En la misma medida, entiendo muy bien que haya personas variopintas, en su lenguaje verbal o corporal.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Nunca desayuno lo mismo, no me gusta sentarme dos veces en el mismo sitio, no tengo rutinas-<span style="color:#333333;">salvo ducharme en café por las mañanas  y esto sólo porque necesito encontrar el día</span>-</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Me parece genial y divertido que seamos distintos, que hablemos distinto, que vistamos distinto, que recemos distinto&#8230;porque entre &#8220;estereotipo&#8221; o &#8220;diversidad&#8221;, me quedo con esto último de todas, todas.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fantasia...]]></title>
<link>http://blogdamafia.wordpress.com/2009/09/25/fantasia/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 01:06:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>funbrothers</dc:creator>
<guid>http://blogdamafia.wordpress.com/2009/09/25/fantasia/</guid>
<description><![CDATA[Mais um cara freesurfer de verdade&#8230; Texto Original: Fantasia é o nome do primeiro vídeo criado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mais um cara freesurfer de verdade&#8230;</p>
<p>Texto Original:</p>
<p>Fantasia é o nome do primeiro vídeo criado, desenvolvido e estrelado pelo atleta Fernando Fanta, com apoio da MCD. O projeto foi idealizado sem pretensões mais sérias, mas com o objetivo de mostrar um universo à parte, fugindo dos conceitos e do estereótipo de sempre.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/1-_Zr30gi3c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/1-_Zr30gi3c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>As idéias tomaram forma e foram dirigidas pelo videomaker Bruno Bez, amigo do atleta.</p>
<p>O que era despretensioso transformou-se em imagens cheias de referências de arte agregando sessões de surf inéditas ao redor do mundo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exposição]]></title>
<link>http://eubrasileira.wordpress.com/2009/09/24/benvinda/</link>
<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 17:10:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>eubrasileira</dc:creator>
<guid>http://eubrasileira.wordpress.com/2009/09/24/benvinda/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://eubrasileira.wordpress.com/files/2009/09/imp_dina4.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-123" title="imp_dina4" src="http://eubrasileira.wordpress.com/files/2009/09/imp_dina4.jpg" alt="imp_dina4" width="510" height="769" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
