<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>estereotipos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/estereotipos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "estereotipos"</description>
	<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 15:02:30 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Ouvi dizer que...]]></title>
<link>http://blogtasaver.wordpress.com/2009/12/01/ouvi-dizer-que/</link>
<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 10:46:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>juborges</dc:creator>
<guid>http://blogtasaver.wordpress.com/2009/12/01/ouvi-dizer-que/</guid>
<description><![CDATA[&#8230;. Outro dia, uma pessoa que esteve em Luanda por um período curtíssimo de tempo (talvez isso ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8230;.</p>
<p>Outro dia, uma pessoa que esteve em Luanda por um período curtíssimo de tempo (talvez isso nem seja ir &#8212; passar um dia e uma noite é estar num lugar?) disse para uma outra pessoa que ficou horrorizada com a pobreza lá. Disse que ouviu dizer que não há cachorros nas ruas porque as pessoas são tão pobres que comem os cachorros.</p>
<p>Será que dá para ver cachorros na rua em um dia e uma noite? Será que dá para acreditar em tudo o que dizem? Será que não dá para desconfiar nem um pouco da palavra dos outros?</p>
<p>Essa gente é engraçada mesmo. Que história mais absurda, viu?</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estereótipos e música: cotidiano]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/29/estereotipos-e-musica-cotidiano-2/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 02:03:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/29/estereotipos-e-musica-cotidiano-2/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/zyp5-5lXZE8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/zyp5-5lXZE8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ação do dia 4 - Desafie os estereótipos, faça um avatar]]></title>
<link>http://retomeatecnologia.wordpress.com/2009/11/28/acao-do-dia-4-desafie-os-estereotipos-faca-um-avatar/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 20:41:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>retome</dc:creator>
<guid>http://retomeatecnologia.wordpress.com/2009/11/28/acao-do-dia-4-desafie-os-estereotipos-faca-um-avatar/</guid>
<description><![CDATA[tradução rápida e livre de texto publicado originalmente em http://www.takebackthetech.net/take-acti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>tradução rápida e livre de texto publicado originalmente em</p>
<p><a href="http://www.takebackthetech.net/take-action/2009/11/27-2">http://www.takebackthetech.net/take-action/2009/11/27-2</a></p>
<p>&#160;</p>
<blockquote><p>Dia 4 &#124; Desafie os estereótipos &#124; Faça um avatar</p>
<p>Muitas vezes somos julgadas pela nossa apariência. Às vezes a roupa que usamos, a forma como agimos ou até o comprimento do nosso cabelo ou o fato dele estar visível quando transitamos por espaços públicos servem para apagar a nossa individualidade. Viramos estereótipos que correspondem a idéias específicas sobre como devem ser as mulheres e os homens. No lugar de pessoas com diferentes pensamentos, opiniões, experiências e vidas, viramos figuras convenientes que pedem certos tipos de respostas.</p>
<p>Estes marcadores visuais não funcionam somente conforme as linhas de gênero, também cortam categorias como etnicidade, sexualidade, capacidade física, idade e mais, que também mudam dependendo dos contextos. Uma mulher com cabelo comprido sentada sozinha num bar vestindo uma mini-saia é vista como sexualmente disponível. Quando ela é estuprada, pensamos que talvez ela merecia. Uma mulher com lenço no cabelo caminhando ao lado de um homem na rua é interpretada como oprimida. Quando ela tira o lenço, imaginamos que ela deve ser progressiva.</p>
<p>Vamos desafiar os nossos próprios estereótipos e as imagens que os perpetuam. Faça um avatar!<!--more--></p>
<p>1. Pense em estereótipos</p>
<p>* Quais são os nossos estereótipos sobre mulheres e homens?</p>
<p>* Quais são os marcadores que xs transformam de pessoas reais em meros objetos? Gênero? Roupa? Idade? Localização?<br />
* Faça uma lista.<br />
* Talvez seja mais fácil escrever pensando numa situação específica, especialmente se for algo que realmente aconteceu. Talvez foi quando alguém te tratou conforme um estereótipo, ou quando você respondeu a alguém conforme um estereótipo.</p>
<p>2. Faça um avatar</p>
<p>* Na computação, um avatar é um termo usado para a representação visual de si mesmx, normalmente na forma de um ícone, uma imagem, um texto ou um modelo em três dimensões. O termo vem do sânscrito para &#8220;forma de si mesmx&#8221;, usado em muitos idiomas indianos.<br />
* Faça um avatar que desafia o estereótipo que você identificou.<br />
* Mude o gênero, a roupa, o corpo, e mais.<br />
* Existem várias ferramentas na internet onde você pode criar um avatar de graça. Aqui vão algumas sugestões que testamos.</p>
<p>a) Minidolls</p>
<p>* Vá em Minidolls [<a href="http://elouai.com/webkins/minidolls.php">http://elouai.com/webkins/minidolls.php</a>] &#8211; um serviço online para criar e salvar avatares.<br />
* Clique em cada uma das categorias para mudá-las. Este aplicativo permite que você mude o fundo, o corpo, a roupa do avatar, e acrescente uma outra pessoa ou até um animal. Clique nas diferentes abas para mudar o gênero.<br />
* Quando tiver terminado, clique no botão que diz &#8220;GIF&#8221; e depois &#8220;save&#8221; (salvar). Salve a imagem no seu computador.</p>
<p>b) Doppelme</p>
<p>* Se você prefere, você pode também usar Doppelme [<a href="http://www.doppelme.com/create/">http://www.doppelme.com/create/</a>], que é um outro serviço que te permite criar e salvar avatares.<br />
* Você tem que fazer um cadastro para usar este serviço. Criamos uma conta no nome de takebackthetech para todxs xs ativistas caso você prefira não abrir uma conta. Mande um email para ideas@takebackthetech.net se você quer usar esta conta conjunta.<br />
* Faça o login e comece a construir o avatar clicando nas diferentes opções. Você pode modificar o gênero do avatar, a cor da pele, a expressão, o cabelo, a roupa, o fundo e mais.<br />
* Quando tiver terminado, clique em &#8220;I&#8217;m done&#8221; (terminei). Você será levado para a sua página de perfil onde encontrará o seu avatar.<br />
* Clique em &#8220;Quick code&#8221; (código rápido) para ter acesso ao link em html para o seu avatar.</p>
<p>c) Faça você mesma</p>
<p>* Se você não quer ser limitada pelas opções disponíveis, você pode simplesmente desenhar o seu avatar usando papel, lápis e algumas cores.<br />
* Quando estiver pronto, tire uma foto do seu avatar com a sua máquina fotográfica ou seu celular, ou escanéia.<br />
* Salve no computador.</p>
<p>3. Acrescente balões de fala</p>
<p>* Você pode também usar palavras para interromper ainda mais o estereótipo. Dê voz e opiniões a seu avatar.<br />
* Vá na ferramenta Kyolo [<a href="http://www.kyolo.com/">http://www.kyolo.com/</a>] e acrescente um balão de fala!<br />
* Faça o upload da sua imagem localizando-a no seu computador ou colocando endereço (no link de html, é o endereço que aparece depois de &#8220;img src&#8221;, mais ou menos assim: &#8220;http://www.doppelme&#8230;&#8230;/Avatar.gif&#8221;)<br />
* Faça o upload da imagem e acrescente um balão de fala. Você pode modificar o tamanho do balão e a fonte clicando nas diferente opções.<br />
* Para salvar a imagem, você precisa ter uma conta no Kyolo.<br />
* De novo, você pode se cadastrar no site, ou se preferir, usar a conta coletiva do Take Back the Tech! Os dados são os mesmos do Doppelme.<br />
* Você pode também fazer uma captura de tela para salvar a imagem (sem fazer o login). Salve a imagem no seu computador, e depois faça um recorte para que só apareça o avatar, usando um programa como Gimp [<a href="http://www.gimp.org/">http://www.gimp.org/</a>] ou até o Microsoft Word.</p>
<p>Veja aqui um avatar que fizemos usando Kyolo: [<a href="http://www.kyolo.com/large/E74Q6x.gif">http://www.kyolo.com/large/E74Q6x.gif</a>].</p>
<p>4. Compartilhe</p>
<p>* Como vamos em relação a interromper estereótipos? Compartilhe o seu avatar!<br />
* Crie uma conta no site do Take Back the Tech! ou faça o login se você já tiver uma conta.<br />
* Se você salvou a imagem no seu computador, selecione &#8220;create content&#8221; (criar conteúdo) e depois &#8220;image&#8221; (imagem) para fazer o upload.<br />
* Se você abriu uma conta no Kyolo, copie o link que diz &#8220;Code 2 for blogs/forums&#8221; (código 2 para blogs/fóruns) e cole o código na seção de comentários da página da ação [<a href="http://www.takebackthetech.net/take-action/2009/11/27-2">http://www.takebackthetech.net/take-action/2009/11/27-2</a>].</p>
<p>Divirta-se, faça experiências : )</p>
<p>Retome a tecnologia e acabe com os estereótipos!</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
</blockquote>
<p>&#62;&#62;&#62;Segue a chamada inteira em inglês&#8230;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>http://www.takebackthetech.net/take-action/2009/11/27-2</p>
<p>&#160;</p>
<blockquote><p>Day 4 &#124; Challenge stereotypes &#124; Make an avatar</p>
<p>&#160;</p>
<p>We are often judged by our appearances. Sometimes what we wear, the way we carry ourselves and even the length or visibility of our hair in particular spaces erases who we are as individuals. We become instead, stereotypes that fit into particular ideas of how women and men should be. Instead of people with different thoughts, opinions, experiences and lives, we become convenient paper dolls that call for certain types of responses.</p>
<p>&#160;</p>
<p>These visual markers do not just run on the lines of gender, they also cut across categories such as ethnicity, sexuality, able-bodiedness, age and more, which is turn shifts according to contexts. A woman with long hair sitting by herself in a bar wearing a short skirt is assumed to be sexually available. When she is raped, we think to ourselves, maybe she deserved it. A woman in a head scarf walking next to a man on the street is assumed to be oppressed. When she takes off her scarf, we think to ourselves, she must be progressive.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Challenge our own stereotypes and the images that perpetuate them. Make an avatar!</p>
<p>&#160;</p>
<p>1. Think of stereotypes</p>
<p>&#160;</p>
<p>* What are our own stereotypes about women and men?</p>
<p>* What are the markers which turns them from actual people into mere objects? Gender? Clothes? Age? Place?</p>
<p>* List them down.</p>
<p>* It might be easier to write it up as a situation you are in, especially if it actually happened. Maybe it&#8217;s when someone treated you according to a stereotype, or when you responded to someone as a stereotype.</p>
<p>* E.g. Being called &#8220;girlie&#8221; by an elderly stranger. Walking past a police officer in uniform down the street and giving him a face because you assumed he was abusive of his power.</p>
<p>&#160;</p>
<p>2. Make an avatar</p>
<p>&#160;</p>
<p>* In computing terms, an avatar is commonly used to refer to the visual representation of the self, usually in the form of an icon, image, text or 3D model. The term is borrowed from the Sanskrit word for &#8220;form of self&#8221;, used in many Indian languages.</p>
<p>*  Make an avatar that challenges the stereotype you identified.</p>
<p>* Change their gender, clothes, bodies and more.</p>
<p>* There are many free avatar creators online. These are just some we&#8217;ve tried out.</p>
<p>&#160;</p>
<p>a) Minidolls</p>
<p>&#160;</p>
<p>* Go to Minidolls [http://elouai.com/webkins/minidolls.php] &#8211; an online service that lets you create and save avatars</p>
<p>* Click on each of the category to change them. This application allows you to change the background, your body and clothes, and add another person or even a pet. Click on different tabs to change her/his gender.</p>
<p>* When you&#8217;re done, click on the button that says &#8220;GIF&#8221;, and then &#8220;save&#8221;. Save the image on your computer.</p>
<p>&#160;</p>
<p>b) Doppelme</p>
<p>&#160;</p>
<p>* Or if you prefer, you can also go to Doppelme [http://www.doppelme.com/create/], which is another online service that lets you create avatars and stores it for you.</p>
<p>* You have to register to use this service. We&#8217;ve created a takebackthetech account for all campaigners in case you don&#8217;t want to register for an account. Send us an email [ideas@takebackthetech.net] if you&#8217;d like to use the shared account.</p>
<p>* Sign in and start making your avatar by clicking the options. You can change the avatar&#8217;s gender, skin colour, expression, hair, clothes, background and more.</p>
<p>* Once you&#8217;re done, click &#8220;I&#8217;m done&#8221;. You&#8217;ll be taken to your profile page where your avatar is.</p>
<p>* Click on &#8220;Quick code&#8221; to get the html link to your avatar</p>
<p>&#160;</p>
<p>c) Draw it</p>
<p>&#160;</p>
<p>* If you don&#8217;t want to be limited by the options given, simply draw your avatar using paper, pencil and some colour.</p>
<p>* Once you&#8217;re done, take a picture of it with your camera or mobile phone, or scan it if you have a scanner.</p>
<p>* Save that on your computer.</p>
<p>&#160;</p>
<p>3. Add word bubbles</p>
<p>&#160;</p>
<p>* You can also use words to further disrupt the stereotype. Give your avatar a voice and opinion.</p>
<p>* Go to Kyolo [http://www.kyolo.com/] and add a speech bubble!</p>
<p>* Upload your picture by locating it on your computer, or adding the URL (in the html link, it&#8217;s the one that appears after &#8220;img src&#8221; and looks like this &#8220;http://www.doppelme&#8230;&#8230;/Avatar.gif&#8221;</p>
<p>* Upload the image and add a speech bubble. You can change the size of the bubble and the font by clicking on the options.</p>
<p>* To save the image, you have to sign up an account with Kyolo.</p>
<p>* Again, you can sign up an account with them, or opt to use our shared account. The username and password is the same as the one we used for Doppelme.</p>
<p>* You can also use print screen to save the picture (without signing in). Save the image on your computer, and crop it so it&#8217;s just showing the avatar. Then crop the image using an image editor like GIMP [http://www.gimp.org/], or even on Microsoft word.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Here&#8217;s an avatar we made over at Kyolo [http://www.kyolo.com/large/E74Q6x.gif].</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>4. Share it</p>
<p>&#160;</p>
<p>* How are we shaking up stereotypes? Share your avatar!</p>
<p>* Create an account on this site, or login if you already have an account.</p>
<p>* If you saved your image on your computer, login to this site, click on &#8220;create content&#8221;, then &#8220;image&#8221; to upload it.</p>
<p>* If you set up an account on Kyolo, copy the link that says &#8220;Code 2 for blogs/forums&#8221;, and paste the code on the comment section of this page.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Have fun experimenting : )</p>
<p>&#160;</p>
<p>Take Back The Tech &#38; shatter stereotypes!</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Perpetuación de estereotipos nocivos]]></title>
<link>http://eticauoc.wordpress.com/2009/11/27/perpetuacion-de-estereotipos-nocivos/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 19:27:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ètica UOC</dc:creator>
<guid>http://eticauoc.wordpress.com/2009/11/27/perpetuacion-de-estereotipos-nocivos/</guid>
<description><![CDATA[José Manuel Vázquez Giráldez El programa Escuela de Reporteros del 14 de Noviembre contó con los sei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>José Manuel Vázquez Giráldez</p>
<p>El programa <em>Escuela de Reporteros </em>del 14 de Noviembre contó con los seis reportajes que se emiten habitualmente.</p>
<p>El primero trató el tema de los mares interiores que hay en España, haciendo una comparación entre la forma de disfrutarlo que pone a la gente más en contacto con la naturaleza, usando piraguas y viendo las ruinas arqueológicas desde una zona poco común, y la forma de disfrutarlo con todo lujo en playas privadas con barcos a motor con todas las comodidades.</p>
<p>Este documento no tomaba partido por ninguna de las dos opciones, se mostró bastante objetivo, buscando que el público se identificara más con una u otra opción.</p>
<p>El segundo mostraba el negocio de los coches de segunda mano, señalando que estaba al alza por la crisis actual.</p>
<p>Las muestras de las distintas técnicas de venta, con comentarios poco afortunados como <em>¿Quién no puede permitirse un Porsche?, </em>cuando sabemos que en estos momentos mucha gente ha de prescindir de utilitarios más sencillos para poder comer. Nuevamente la trivialización de las noticias está presente en estos documentos, como suele ser habitual.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/4zy01T2aSag&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/4zy01T2aSag&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>El tercero puede decirse que es sobre el culto al cuerpo, mostrando las distintas alternativas, que incluían los gimnasios, la cirugía estética y el uso de cabinas de masaje y solarium.</p>
<p>Queda claro que de esta forma se perpetúa el estereotipo de que hay que tener una cierta talla para encajar en la sociedad, usando rótulos en los que se decía mientras se hablaba de la cirugía plástica que el gasto sanitario debido a la obesidad era muy grande en España. De esta forma se relaciona que la forma de tratar la obesidad es la intervención quirúrgica y este es un problema con el que se trata de luchar por lo que debería evitarse.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/C2tgElil6zQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/C2tgElil6zQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>El cuatro reportaje es meramente informativo sobre el Parkour, que es una técnica en la que se salvan obstáculos de la vía pública mediante saltos, y se nos dice que es una técnica que ayuda a la coordinación psicomotora y la concentración.</p>
<p>El quinto trató la gente de la calle, tanto indigentes como inmigrantes, poniendo la parte de la gente que se divertía con este estilo de vida, y que no era resultado de un problema si no que era por gusto. Así se crea una imagen de que la gente no trabaja por que no quiere, sólo por algún caso aislado, y se pueden generar prejuicios en los espectadores.</p>
<p>En el último se habló sobre la tradicción de las cuevas de Sacromonte, en la que los habitantes de la zona parecen tener una especial predisposición por el baile y el cante.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estereotipados]]></title>
<link>http://siemprecomunicando.wordpress.com/2009/11/26/estereotipados/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 22:21:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>siemprecomunicando</dc:creator>
<guid>http://siemprecomunicando.wordpress.com/2009/11/26/estereotipados/</guid>
<description><![CDATA[Un estereotipo según un diccionario: es una imagen mental muy simplificada y con pocos detalles acer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Un estereotipo según un diccionario: es una imagen mental muy simplificada y con pocos detalles acerca de un grupo de gente que comparte ciertas cualidades características y habilidades. Por lo general, ya fue aceptada por la mayoría como patrón o modelo de cualidades o de conducta. El término se usa a menudo en un sentido negativo, considerándose que los estereotipos son creencias ilógicas que limitan la creatividad y que sólo se pueden cambiar mediante la educación.</p>
<p>Un estereotipo puede ser una idea colectiva que se tenga respecto de cualquier cosa, como podría ser una característica, entonces no siempre es algo masivo, pero son los otros, los que sí tienen que ver con los medios de comunicación, los que afectan la psiquis de las personas y que pueden alterar, como consecuencia, el curso de la sociedad.</p>
<p>Los estereotipos también tienden a identificarse con los prejuicios sociales que nacen de una falsa generalización de algún hecho en particular, y que derivan, más que de una conclusión intelectual, de una profunda participación afectiva que rechaza las indicaciones que señala la experiencia (prejuicios).</p>
<p>En la actualidad existen muchos estereotipos que pueden deberse a diferentes características como clase social, edad, religión, etnia, sexo, y la lista podría llenar esta página y los medios de comunicación son uno de los principales culpables ya que a través de muchas estrategias comerciales logran establecer modelos de conducta o apariencia que la mayoría de las personas tratará de adquirir.</p>
<p>Los estereotipos se transmiten y promueven por diversas vías, tales como la educación formal y la educación informal, principalmente en el núcleo familiar y a través de los medios masivos de comunicación.</p>
<p>Destaco en este apartado el estereotipo de mujer del que hablamos en el chat del 24 de noviembre, además incluyo el enlace a un video que me pareció interesante sobre estereotipos de la mujer en el cine.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;">Estereotipos de la mujer</span></p>
<p style="text-align:center;">En nuestros tiempos la televisión juega un papel importantísimo en el establecimiento de estereotipos, especialmente de género (o sexo), ya que tiene el potencial de crear valores sociales y ejercer influencia en las personas porque ofrece definiciones, presenta modelos, y puede ser un exponente de cambios. Dentro de los múltiples estereotipos que nos ofrece está el de la mujer ideal que, a través de los anuncios comerciales, muestra a una mujer feliz, espontánea, inteligente, respetable, socialmente aceptable, deseable e influyente. No contradicen lo que se les dice, es complaciente, servicial, atenta, etc. Físicamente es delgada, con el cuerpo perfecto y facciones clásicas, bella.</p>
<p style="text-align:center;">Las mujeres más jóvenes aparecen como objeto sexual en el que aplica todo lo mencionado en el párrafo anterior.  Las mujeres adultas aparecen en los anuncios como ama de casa, madre, trabajadora, sabia (con respecto a los asuntos del hogar), paciente, bonita, etc. De esta forma los estereotipos que existen sobre la mujer son trasmitidos día a día por televisión y se encargan de acentuar unos rasgos negativos que no representan lo que es el género femenino, excepto en la mente de los varones que perpetúan como algo natural esos estereotipos.</p>
<p style="text-align:center;">El enlace al video es el siguiente:</p>
<p style="text-align:center;">http://www.youtube.com/watch?v=vEc4YWICeXk</p>
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Placas e cartazes: O homem do planeta X]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/24/placas-e-cartazes-o-homem-do-planeta-x/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:29:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/24/placas-e-cartazes-o-homem-do-planeta-x/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://www.moviegoods.com/Assets/product_images/1020/143827.1020.A.jpg" alt="" width="464" height="729" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chimamanda Adichie: o perigo de uma única história]]></title>
<link>http://ntozei.wordpress.com/2009/11/23/chimamanda-adichie-o-perigo-de-uma-unica-historia/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 22:50:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>ntozei</dc:creator>
<guid>http://ntozei.wordpress.com/2009/11/23/chimamanda-adichie-o-perigo-de-uma-unica-historia/</guid>
<description><![CDATA[Uma escritora nigeriana vem falar, em 19minutos, sobre o perigo de termos apenas uma visão das coisa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma escritora nigeriana vem falar, em <a title="O perigo de uma única história" href="http://www.ted.com/talks/chimamanda_adichie_the_danger_of_a_single_story.html" target="_blank">19minutos</a>, sobre o perigo de termos apenas uma visão das coisas.  Ao ler apenas livros britânicos, todos os personagens das histórias que ela escrevia também eram como os daqueles livros: brancos, falando sobre o tempo, brincando na neve e bebendo cervejas de gengibre. Ao ouvir constantemente sobre pessoas pobres que não tinham nada, ela não conseguia ver além disso&#8230;</p>
<p>E depois ela conta quando morou com uma americana.  E ela fala sobre a visão que as pessoas normalmente têm da África. Aquilo que já ouvimos de alguém em algum momento: africanos são famintos, em constantes guerras tribais, morando em um país(!) cheio de animais bonitos. E ela começa a falar da visão que ela tinha sobre os mexicanos. E por aí vai.</p>
<p>A maneira como ela conta a história é precisa, direto ao ponto. O vídeo deve ser bem divulgado, para fazer as pessoas enxergarem as concepções equivocadas que existem por todos os lados.</p>
<p>É importante rejeitar a história única, procurar novas descrições, explicações, visões de mundo. É importante descontruir, perceber criticamente as histórias que nos contam. É importante entender o contexto e o interesse por trás de cada uma, para poder analisar e reconstruir. Destacando uma fala no vídeo:</p>
<blockquote><p>Como [as histórias] são contadas, quem as conta, quando e quantas histórias são contadas dependem do poder.</p></blockquote>
<p>&#160;</p>
<p>PS: o vídeo tem opção para legenda em português</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O povo fala: você sabe o que é veganismo?]]></title>
<link>http://ntozei.wordpress.com/2009/11/22/o-povo-fala-voce-sabe-o-que-e-veganismo/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 00:49:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>ntozei</dc:creator>
<guid>http://ntozei.wordpress.com/2009/11/22/o-povo-fala-voce-sabe-o-que-e-veganismo/</guid>
<description><![CDATA[Recebi o link via twitter do @guiavegano. É um vídeo bem curtinho que indica o que as pessoas acham ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Recebi o link via twitter do @<a href="http://twitter.com/guiavegano" target="_blank">guiavegano</a>. É um vídeo bem curtinho que indica o que as pessoas acham que é veganismo, vegetarianismo ou direitos de animais. Aparentemente, é parte de um documentário maior. Ficaremos aguardando.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/_2lLJHFxuec&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/_2lLJHFxuec&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cadê o certificado?]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/22/cade-o-certificado/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 23:57:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/22/cade-o-certificado/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: Chatahbox.com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://chattahbox.com/images/2009/11/obama-billboard.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:right;">Fonte: <a href="http://chattahbox.com/us/2009/11/21/auto-dealer-billboard-blames-turbaned-obama-jihad-for-ft-hood-shooting/">Chatahbox.com</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Estereótipos e publicidade: Lego]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/22/estereotipos-e-publicidade-lego/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 15:15:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/22/estereotipos-e-publicidade-lego/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: Lá Fora]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://lafora.com.br/wp-content/uploads/2008/11/maislego2.jpg" alt="" width="450" height="317" /></p>
<p style="text-align:right;">Fonte: <a href="http://lafora.com.br">Lá Fora</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Microdiscriminaciones laborales ]]></title>
<link>http://diversidadcorporativa.wordpress.com/2009/11/22/microdiscriminaciones-laborales/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 09:49:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Uxío Malvido</dc:creator>
<guid>http://diversidadcorporativa.wordpress.com/2009/11/22/microdiscriminaciones-laborales/</guid>
<description><![CDATA[Sentirse excluido en el trabajo no requiere pertenecer a ninguna gran categoría de diversidad. No es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Sentirse excluido en el trabajo no requiere pertenecer a ninguna gran categoría de diversidad. No es necesario ser mujer, negro o gay. En realidad, cualquier persona puede recuperar fácilmente algún momento laboral en el que se ha sentido excluido injustamente de una conversación,  reunión o simplemente de un correo electrónico. No son abiertas discriminaciones sino pequeños detalles:  un mirar para otro lado, un no prestar atención cuando alguien comienza a hablar&#8230;  Micromensajes  que sin embargo pueden tener un gran impacto en el estado de ánimo y la productividad.  Se transmiten a través de las <span style="color:#3366ff;">expresiones faciales</span>, los <span style="color:#3366ff;">gestos</span>, el <span style="color:#3366ff;">contacto visual</span> o la elección de <span style="color:#3366ff;">ciertas palabras</span>, y pueden ocurrir en muy diferentes contextos: cuando te saludan,  al presentarte a otras personas, en una reunión&#8230; </p>
<p style="text-align:justify;">La primera investigación sobre el poder de estas pequeñas discriminaciones cotidianas es de hace más de 20 años y fue publicada por el MIT: <a href="http://web.mit.edu/ombud/publications/barriers.pdf" target="_blank">Barriers to Equality: The power of subtle discrimination to mantain unequal opportunity</a>. En esta publicación se acuñó por primera vez el término <span style="color:#ff0000;"><strong>microinequities</strong> </span>que tiene su propia <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Microinequity" target="_blank">entrada en la wikipedia</a>. Hoy el término ha ganado cierta popularidad, dispone de sus <a href="http://www.insighteducationsystems.com/faqs.htm" target="_blank">consultores especializados</a>, ha sido objeto de un <a href="http://www.the-next-level.com/pdf/conf_brd_art.pdf.pdf" target="_blank">resumen ejecutivo del Conference Board</a> y ha atraído la atención de distintas publicaciones como <a href="http://www.magazine.org/content/files/Microinequities.pdf" target="_blank">DiversityInc</a> o <a href="http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,1172212,00.html" target="_blank">Time</a>.  </p>
<p style="text-align:justify;">Estas micro-discriminaciones son muy frecuentes. Una breve conversación puede acumular decenas de micromensajes, tanto verbales como no verbales, que lleven ímplicitamente una señal de desaprobación o minusvaloración.  Pensemos por ejemplo en qué transmitimos cuando alguien nos habla y nosotros estamos pendientes de la blackberry o el móvil. Supuestamente estamos siendo productivos y la quintaesencia del &#8220;multitasking&#8221; pero también lanzamos un mensaje de la importancia relativa del interlocutor para nosotros:  es un comportamiento que nunca haríamos delante de nuestro jefe o un alto ejecutivo de la compañía.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Qué puede hacer una persona que se siente objeto de una microdiscriminación? No se trata de sobrereaccionar sino manejar la situación con cierta asertividad. Si te interrumpen al hablar siempre puedes dejar claro que no has terminado todavía. Si te han excluido de un email , puedes pedir que te incluyan la próxima vez.  Muchas microdiscriminaciones no son intencionadas así que a priori es preferible asumir que la otra persona no lo ha hecho a propósito.  Si realmente fue inintencionado, el comportamiento parará cuando lo hagas notar. También tiene mucha importancia el papel que adoptan los observadores de la situación. No sólo el  jefe, que marca si las microdiscriminaciones son aceptadas o no en su presencia, sino que cualquier otro observador puede influir en gran medida en la situación.</p>
<p style="text-align:justify;">El concepto de &#8220;microinequities&#8221; supone un complemento muy interesante a todos los programas de formación en temas de diversidad centrados en una dimensión específica (género, raza, discapacidad&#8230;). Sin meterse en grandes charcos de estereotipos y  sin usar gruesas palabras del estilo sexismo o racismo, consigue poner la atención en comportamientos, a menudo inconscientes, que todos podemos emitir o recibir.  Dar un nombre a estos pequeños comportamientos de exclusión, facilita que puedas decir con una sonrisa que te están &#8220;microdiscriminando&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[II Seminários abertos sobre Estereótipos, Preconceitos e Exclusão Social: fumantes, estereótipos e leis]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/20/ii-seminarios-abertos-sobre-estereotipos-preconceitos-e-exclusao-social-fumantes-estereotipos-e-leis/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 21:01:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/20/ii-seminarios-abertos-sobre-estereotipos-preconceitos-e-exclusao-social-fumantes-estereotipos-e-leis/</guid>
<description><![CDATA[II Seminários abertos sobre Estereótipos, Preconceitos e Exclusão Social Fumantes: estereótipos e pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><br />
<object type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" data="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7701727&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=01AAEA"><param name="quality" value="best" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="scale" value="showAll" /><param name="movie" value="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7701727&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=01AAEA" /></object><br />
</span></p>
<p>II Seminários abertos sobre Estereótipos, Preconceitos e Exclusão Social<br />
Fumantes: estereótipos e preconceitos<br />
Rodolfo Leal<br />
Acadêmico de Direito, UFBa<br />
05 de novembro de 2010<br />
Universidade Federal da Bahia<br />
LEPPS</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[II Seminários abertos sobre Estereótipos, Preconceitos e Exclusão Social: fumantes, estereótipos e preconceitos]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/19/ii-seminarios-abertos-sobre-estereotipos-preconceitos-e-exclusao-social-fumantes-estereotipos-e-preconceitos/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 10:27:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/19/ii-seminarios-abertos-sobre-estereotipos-preconceitos-e-exclusao-social-fumantes-estereotipos-e-preconceitos/</guid>
<description><![CDATA[II Seminários abertos sobre Estereótipos, Preconceitos e Exclusão Social Fumantes: estereótipos e pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><br />
<object type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" data="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7572079&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=01AAEA"><param name="quality" value="best" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="scale" value="showAll" /><param name="movie" value="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7572079&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=01AAEA" /></object><br />
</span></p>
<p>II Seminários abertos sobre Estereótipos, Preconceitos e Exclusão Social<br />
Fumantes: estereótipos e preconceitos<br />
Gessé Souza Silva<br />
Nead (Núcleo de Estudos e Atenção às Drogas)<br />
05 de novembro de 2010<br />
Universidade Federal da Bahia<br />
LEPPS</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estereótipos e publicidade: beber e dirigir]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/18/estereotipos-e-publicidade-beber-e-dirigir/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:15:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/18/estereotipos-e-publicidade-beber-e-dirigir/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: Lá Fora]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://lafora.com.br/wp-content/uploads/2008/11/pontofinal.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:right;">Fonte: <a href="http://lafora.com.br">Lá Fora</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estereótipos e publicidade: vantagem de uma grande angular]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/15/estereotipos-e-publicidade-vantagem-de-uma-grande-angular/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 15:14:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/15/estereotipos-e-publicidade-vantagem-de-uma-grande-angular/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: Lá Fora]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://lafora.com.br/wp-content/uploads/2008/11/olhodepeixe.jpg" alt="" width="450" height="311" /></p>
<p style="text-align:right;">Fonte: <a href="http://lafora.com.br">Lá Fora</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como usted lo sospechaba: son más inteligentes]]></title>
<link>http://seriousmoe.wordpress.com/2009/11/13/como-usted-lo-sospechaba-son-mas-inteligentes/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 12:43:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>seriousman</dc:creator>
<guid>http://seriousmoe.wordpress.com/2009/11/13/como-usted-lo-sospechaba-son-mas-inteligentes/</guid>
<description><![CDATA[Me había percatado de ciertas circunstancias durantes mis últimos años universitarios que tendían ha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://seriousmoe.wordpress.com/files/2009/11/clannad-scans_378545.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3513" title="Clannad.Scans_378545" src="http://seriousmoe.wordpress.com/files/2009/11/clannad-scans_378545.jpg" alt="Clannad.Scans_378545" width="500" height="280" /></a></p>
<p>Me había percatado de ciertas circunstancias durantes mis últimos años universitarios que tendían hacia esta conclusión, pero nunca asumí que existiera una base científica para afirmarlo: las mujeres con senos grandes son más inteligentes que las menos dotadas (desde luego, me refiero a aquellas cuyas dimensiones son naturales, no procuradas de forma artificial como la mayoría de nuestras calabacitas), según informa una noticia rebotada por <a href="http://www.sankakucomplex.com/2009/11/12/big-breasted-women-more-intelligent/">Sankaku Complex</a> que seguro remecerá vuestros prejuicios hacia las chicas de busto prominente. De inmediato, mi primera reacción fue sospechar que, después de tanta disputa entre 2D y 3D, de tanta discusión acerca de la verosimilitud de ciertos ideales estéticos, de tantas críticas de sexismo o machismo, quizá los modelos del animé no parezcan ahora tan inverosímiles. De acuerdo a la nota,</p>
<blockquote><p><a href="http://seriousmoe.wordpress.com/files/2009/11/kotomibaseball.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3514" title="kotomibaseball" src="http://seriousmoe.wordpress.com/files/2009/11/kotomibaseball.jpg" alt="kotomibaseball" width="277" height="207" /></a>The Chicago researcher (who confessed to herself being an A-cup), conducted <a href="http://www.sankakucomplex.com/goto/http://beyondjane.com/women/are-big-breasted-women-more-intelligent/" target="_blank">a sociological study</a> in which she took a sample of 1,200 women, divided by breast size into five categories: extra-large, large, medium, small, and extra-small.She then administered an I.Q. test to the participants, finding that women in the large and extra-large categories scored an average of 10 points more than the women in the smaller categories, also beating medium sized women.&#8221;</p></blockquote>
<p>Antes de apresurarnos a cuestionar nuestra noción del mundo, debemos advertirles que el estudio no establece una <em>causación</em> (relación causa-efecto, es decir, &#8220;a mayor medida de busto, más inteligencia&#8221; o viceversa), sino una <em>correlación</em> (frecuente presencia simultánea de dos fenómenos, es decir, &#8220;se observa que senos grandes y altos IQ suelen coincidir en promedio&#8221;). Según el blogger, una explicación para esta coincidencia se debería a otros factores, vinculados al desarrollo físico e intelectual, como la alimentación. Ciertas estadísticas habrían demostrado un incremento de las medidas de pecho en sociedades desarrolladas, con altos niveles de nutrición (cuantitativa y cualitativa). Para nadie es un secreto que tanto la salud corporal como la inteligencia dependen mucho de la <a href="http://seriousmoe.wordpress.com/files/2009/11/clannad-scans_352021.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3515" title="Clannad.Scans_352021" src="http://seriousmoe.wordpress.com/files/2009/11/clannad-scans_352021.jpg" alt="Clannad.Scans_352021" width="278" height="390" /></a>alimentación, de manera que la ecuación podría explicar este dato sorprendente para quienes (todavía) creíamos en la proporcionalidad inversa (más oppai, menos neuronas). Había notado este caso en la universidad, aunque le sumaría una variante generacional: desde finales de siglo XX la calidad de vida en los sectores urbanos occidentales se ha disparado como nunca en su historia. No sería ilógico que las chicas mejor alimentadas (y algunas, más voluptuosas) tengan mejores notas, pero solo para las generaciones más recientes. Y vuelvo a preguntarme si durante estos años el anime no anduvo dándonos pistas.</p>
<p>Fíjense en Kotomi Ichinose, la chica con mayores atributos del elenco de CLANNAD (es un estimado extraoficial, porque Key nunca reveló las mediadas de ninguna, aunque el tamaño de sus senos es resaltado con especial énfasis durante una escena cómica): desde pequeña, fue considerada una niña superdotada, una genio que no necesita asistir a clases regulares y puede quedarse en la biblioteca cual doctoranda leyendo los libros que le antojen. Kotomi es políglota: habla inglés, francés y chaporrea algo de latín. Quizá no respete demasiado la integridad de los libros pero su ambición de conocimiento es ilimitada y suele concentrarse tanto en sus lecturas que se abstrae de la realidad. Es amante de la música clásica aunque sea desastrosa tocando el violín. Y para mayor humillación de las pettanko, es una excelente cocinera. Al final, obtiene una beca para estudiar en Estados Unidos y debemos suponer que encontró una manera eficaz de hacer negocios o consiguió una cátedra jugosa en alguna universidad como Harvard o Yale porque se compró un convertible rojo que conduce con unos irreconocibles aires de badass. Medium, large o extralarge, sin dudas, necesitamos más profesoras universitarias como Kotomi Ichinose.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[II Seminários abertos sobre Estereótipos, Preconceitos e Exclusão Social: secretárias]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/12/ii-seminarios-abertos-sobre-estereotipos-preconceitos-e-exclusao-social-secretarias/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 14:54:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/12/ii-seminarios-abertos-sobre-estereotipos-preconceitos-e-exclusao-social-secretarias/</guid>
<description><![CDATA[II Seminários abertos sobre Estereótipos, Preconceitos e Exclusão Social Secretárias: estereótipos e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><br />
<object type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" data="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7571044&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=01AAEA"><param name="quality" value="best" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="scale" value="showAll" /><param name="movie" value="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7571044&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=01AAEA" /></object><br />
</span></p>
<p>II Seminários abertos sobre Estereótipos, Preconceitos e Exclusão Social<br />
Secretárias: estereótipos e preconceitos<br />
Ana Cristina Muniz Décia<br />
Bacharel em Secretariado e Professora da Universidade Federal da Bahia<br />
29 de outubro de 2010<br />
Universidade Federal da Bahia<br />
LEPPS</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estereótipos nacionais: maldade]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/11/estereotipos-nacionais-maldade/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:36:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/11/estereotipos-nacionais-maldade/</guid>
<description><![CDATA[Contribuição: Benvindo Maloa Isto sim é política! Da esquerda para a direita: - O Canadense&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h4 style="text-align:right;">Contribuição: Benvindo Maloa</h4>
<p>Isto sim é política!<br />
Da esquerda para a direita:<br />
- O Canadense&#8230;&#8230;&#8230;, típico distraído e inocente.<br />
- O Norte Americano&#8230;&#8230;, empreendedor a olhar para o horizonte, sem se distrair.<br />
- O Francês e o Italiano, a galar a mulher com cara de esfomeados.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4986" title="image001" src="http://estereotipos.wordpress.com/files/2009/11/image001.jpg" alt="image001" width="450" height="400" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Drogas e Prazer]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/10/drogas-e-prazer/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 18:44:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/10/drogas-e-prazer/</guid>
<description><![CDATA[II Seminários abertos sobre Estereótipos, Preconceitos e Exclusão Social 12 de novembro (Quinta-feir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">II Seminários abertos sobre Estereótipos, Preconceitos e Exclusão Social</p>
<p style="text-align:center;">12 de novembro (Quinta-feira), 18h</p>
<p style="text-align:center;">Tema<br />
<strong>Drogas e Prazer</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Convidados</strong><br />
João Martins<br />
(Psicólogo, coordenador do GT Psicologia e Uso de Substâncias Psicoativas &#8211; CRP)</p>
<p style="text-align:center;">Ricardo L.<br />
(Narcóticos Anônimos)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Local</strong><br />
Faculdade de Educação (FACED) &#8211; Canela.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>contato</strong><br />
lepps.ufba@gmail.com</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La red de élite: The Beautiful People]]></title>
<link>http://femalegeek.wordpress.com/2009/11/10/la-red-de-elite-the-beautiful-people/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 16:46:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>The Female Geek</dc:creator>
<guid>http://femalegeek.wordpress.com/2009/11/10/la-red-de-elite-the-beautiful-people/</guid>
<description><![CDATA[¿Recuerdan que hace poco hablamos de las tendencias de las redes sociales? Bueno, pues una de ellas,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>¿Recuerdan que hace poco hablamos de las tendencias de las redes sociales? Bueno, pues una de ellas, la de crear redes exclusivas para cierto grupo de personas comienza a hacerse realidad.</p>
<p>La red social <strong><em>Beautiful People </em></strong>es una de las primeras y más fuertes en esta nueva corriente pues hace uso de una de las formas de &#8220;discriminación&#8221; más comunes entre los seres humanos: a través del concepto de belleza. Evidentemente sólo aquellos que cumplen con el estereotipo de lo que actualmente significa ser atractivo son aceptados en esta comunidad.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.beautifulpeople.com/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-59" title="beautifulpeople" src="http://femalegeek.wordpress.com/files/2009/11/beautifulpeople.jpg?w=300" alt="www.beautifulpeople.com" width="300" height="99" /></a></p>
<p>Este grupo funciona de manera muy simple: sólo tienes que enviar una foto tuya, escribir un perfil y registrar un nombre y contraseña. Pero aunque parece sólo un sitio destinado a juntar a los seres más bellos de la tierra en Internet, en realidad se perfila como otro lugar donde chavos y chavas narcisistas, que buscan tener a su lado siempre a alguien &#8220;tan bello como ellos&#8221;.</p>
<p>Esta es la lista de, según Beautiful People, la gente más bella del mundo  (con base en la gente admitida al sitio):</p>
<p>Noruega 76%<br />
Brasil 68%<br />
Dinamarca66%<br />
Suecia 65%<br />
Italia 45%<br />
Argentina 37%<br />
Estados Unidos 28%<br />
Francia 25%<br />
España 20%<br />
<span style="color:#ff0000;">México 17%</span><br />
Alemania 15% Rusia 15%</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estereótipos e publicidade: creme para os pés]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/10/estereotipos-e-publicidade-creme-para-os-pes/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 15:14:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/10/estereotipos-e-publicidade-creme-para-os-pes/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: Lá Fora]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.lafora.com.br/calcanharesa.gif" alt="" width="450" height="406" /></p>
<p style="text-align:center;">Fonte: <a href="http://lafora.com.br">Lá Fora</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estereótipos e publicidade: aids is a mass murderer III]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/09/estereotipos-e-publicidade-aids-is-a-mass-murderer-iii/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:13:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/09/estereotipos-e-publicidade-aids-is-a-mass-murderer-iii/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: Lá Fora]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://lafora.com.br/wp-content/uploads/2008/11/estigmatizando3.jpg" alt="" width="449" height="588" /></p>
<p style="text-align:center;">Fonte: <a href="http://lafora.com.br">Lá Fora</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recuerdos de T. ENAMI (1859-1929)]]></title>
<link>http://uncagedarts.wordpress.com/2009/11/07/recuerdos-de-t-enami-1859-1929/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 20:46:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcuz Dizelist</dc:creator>
<guid>http://uncagedarts.wordpress.com/2009/11/07/recuerdos-de-t-enami-1859-1929/</guid>
<description><![CDATA[El fotografo japonés T. Enami logró el aprecio y el reconocimiento en la fotografía mundial al plasm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">El fotografo japonés T. Enami logró el aprecio y el reconocimiento en la fotografía mundial al plasmar la cultura de Japón de finales del siglo XVIII y principios del XIX  en Stereographs, &#8220;o imagenes compuestas&#8221; y ahora, gracias a la tecnología de alguien decidieron convertirlas en gifs y he aquí el resultado.</p>
<p style="text-align:center;"><a id="zoomedLink" class="menuTrigger hover" title="Click to zoom out." href="void(0);"> <img src="http://i209.photobucket.com/albums/bb120/Kanti-kun/stereoview_1.gif?t=1257531374" alt="stereoview_1.gif picture by Kanti-kun" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a id="zoomedLink" class="menuTrigger hover" title="Click to zoom out." href="void(0);"> <img src="http://i209.photobucket.com/albums/bb120/Kanti-kun/stereoview_10.gif?t=1257531426" alt="stereoview_10.gif picture by Kanti-kun" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a id="zoomedLink" class="menuTrigger hover" title="Click to zoom out." href="void(0);"> <img src="http://i209.photobucket.com/albums/bb120/Kanti-kun/stereoview_14.gif?t=1257531570" alt="stereoview_14.gif picture by Kanti-kun" /><span class="outline"> </span></a></p>
<p style="text-align:center;"><a id="zoomedLink" class="menuTrigger hover" title="Click to zoom out." href="void(0);"> <img src="http://i209.photobucket.com/albums/bb120/Kanti-kun/stereoview_11.gif?t=1257555209" alt="stereoview_11.gif picture by Kanti-kun" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a id="zoomedLink" class="menuTrigger hover" title="Click to zoom out." href="void(0);"> <img src="http://i209.photobucket.com/albums/bb120/Kanti-kun/stereoview_13.gif?t=1257556176" alt="stereoview_13.gif picture by Kanti-kun" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a id="zoomedLink" class="menuTrigger hover" title="Click to zoom out." href="void(0);"> <img src="http://i209.photobucket.com/albums/bb120/Kanti-kun/stereoview_16.gif?t=1257557442" alt="stereoview_16.gif picture by Kanti-kun" /></a><a id="zoomedLink" class="menuTrigger hover" title="Click to zoom out." href="void(0);"> </a></p>
<p style="text-align:center;"><a id="zoomedLink" class="menuTrigger hover" title="Click to zoom out." href="void(0);"> </a><a id="zoomedLink" class="menuTrigger hover" title="Click to zoom out." href="void(0);"> <img src="http://i209.photobucket.com/albums/bb120/Kanti-kun/stereoview_4.gif?t=1257557563" alt="stereoview_4.gif picture by Kanti-kun" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a id="zoomedLink" class="menuTrigger hover" title="Click to zoom out." href="void(0);"> <img src="http://i209.photobucket.com/albums/bb120/Kanti-kun/stereoview_8.gif?t=1257557662" alt="stereoview_8.gif picture by Kanti-kun" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a id="zoomedLink" class="menuTrigger hover" title="Click to zoom out." href="void(0);"> </a></p>
<p style="text-align:center;">Cabe destacar que algunos de estos Estereografos o Estereotipos fueron pintados a mano por esta &#8220;compañía&#8221; ya que en verdad el Acrónimo refiere tanto padre como al hijo Enima.</p>
<p style="text-align:center;">HAve a Nice Weekend</p>
<p><img src="/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estereótipos e publicidade: aids is a mass murderer II]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/06/estereotipos-e-publicidade-aids-is-a-mass-murderer-ii/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 15:12:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/06/estereotipos-e-publicidade-aids-is-a-mass-murderer-ii/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: Lá Fora]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://lafora.com.br/wp-content/uploads/2008/11/estigmatizando2.jpg" alt="" width="449" height="588" /></p>
<p style="text-align:center;">Fonte: <a href="http://lafora.com.br">Lá Fora</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estereotipos sobre la inmigración en España]]></title>
<link>http://mmcceinmigracion.wordpress.com/2009/11/06/estereotipos-sobre-la-inmigracion-en-espana/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:33:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>mmcceinmigracion</dc:creator>
<guid>http://mmcceinmigracion.wordpress.com/2009/11/06/estereotipos-sobre-la-inmigracion-en-espana/</guid>
<description><![CDATA[Navegando por la red he encontrado el siguiente articulo que nos puede ser de mucha utilidad para el]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Navegando por la red he encontrado el siguiente articulo que nos puede ser de mucha utilidad para el tema que estamos tratando aunque sea del año 2006, los estereotipos no han cambiado nada.</p>
<p>El debate sobre la inmigración, lleno de matices, se presta al simplismo y la demagogia. Éstas parecen que son efectivamente las monedas de uso más corriente. Así, cuando en España se saca a relucir el tema de la inmigración, ya sea en una conversación privada o en un debate público, aparecen una y otra vez y de manera casi inevitable los mismos mitos, estereotipos y falacias. Da igual que los trabajos de investigación realizados los desmientan con datos. Parece como si el trabajo realizado por sociólogos, antropólogos y otros científicos sociales dedicados al estudio de la inmigración en España se lo tragara la tierra. Pese a toda esa labor realizada por un montón de profesionales, el &#8220;encuadre negativo&#8221; de los medios de comunicación respecto a la inmigración ha influido en una percepción ciudadana del fenómeno que reveló un racismo simbólico creciente hacia los inmigrantes, alimentando tópicos negativos en el imaginario colectivo de la sociedad española.</p>
<p>He aquí algunos de los clichés más recurrentes:</p>
<p>1. Los inmigrantes llegan a España de forma irregular, clandestina, ilegal.</p>
<p>2. Los inmigrantes llegan a España mayoritariamente en pateras.</p>
<p>3. Las medidas &#8220;abiertas&#8221; en materia de inmigración provocan un &#8220;efecto llamada&#8221;.</p>
<p>4. La inmigración irregular es fuente de marginación y delincuencia.</p>
<p>5. Los inmigrantes poseen un nivel educativo bajo.</p>
<p>6. Existen unos inmigrantes más integrables que otros.</p>
<p>¿Tienen estos tópicos tienen algún fundamento objetivo o son más bien el reflejo de una mentalidad xenófoba?</p>
<p>(Articulo extraído del siguiente blog: <a href="http://weblogs.madrimasd.org/migraciones/archive/2006/01/18/12249.aspx">http://weblogs.madrimasd.org/migraciones/archive/2006/01/18/12249.aspx</a>)</p>
<p style="text-align:right;">Sandra</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
