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	<title>estrutura-escolar &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/estrutura-escolar/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "estrutura-escolar"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 07:41:33 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Projetos na escola, sem a escola.]]></title>
<link>http://educadoresurbanos.wordpress.com/2009/09/07/projetos-na-escola-sem-a-escola/</link>
<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 14:17:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>educadoresurbanos</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pesquisa interessante do Instituto Desiderata merece ser lida pelas escolas, tanto gestores quanto e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pesquisa interessante do Instituto Desiderata merece ser lida pelas escolas, tanto gestores quanto educadores. Entre vários itens, está o fato de que 75% das chamadas parcerias com as escolas efetivamente desenvolvem projetos na escola e &#8220;mais da metade refere-se a ações com apenas parte dos alunos&#8221;. Mas a escola não é um todo, orgânico?</p>
<p>O que mais estimula reflexão é que &#8220;poucos projetos iniciam com um diagnóstico da rede de ensino ou da escola; em 60% dos casos, a escola não teve participação na elaboração do projeto&#8221;.</p>
<p>Admite-se que a escola educa e forma cidadãos autônomos e com visão crítica da realidade. Como é isso possível se não desenvolvem esta mesma capacidade nelas mesmas?</p>
<p>Gestores escolares deveriam discutir a pesquisa com os educadores e mesmo com os pais para definirem uma posição da escola sobre estas parcerias. Para quem deseja ler a pesquisa completa, acesse aqui:</p>
<p><em>http://www.gife.org.br/redegifeonline_noticias.php?codigo=8644&#38;tamanhodetela=3&#38;tipo=ns</em></p>
<p>ou aqui:</p>
<p>http://www.gife.org.br/conexao/PESQUISA_DESIDERATA.pdf</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Fim de disciplinas no Ensino Médio.]]></title>
<link>http://educadoresurbanos.wordpress.com/2009/07/23/fim-de-disciplinas-no-ensino-medio/</link>
<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 00:57:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>educadoresurbanos</dc:creator>
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<description><![CDATA[Foi aprovado nesta terça-feira (30), pelo CNE (Conselho Nacional de Educação) em Brasília, a propost]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;">Foi aprovado                  nesta terça-feira (30), pelo CNE (Conselho Nacional de Educação)                  em Brasília, a proposta do MEC (Ministério da Educação) de                  apoiar currículos inovadores para o ensino médio. Pelo projeto,                  será possível lecionar os conteúdos de maneira interdisciplinar,                  sem que sejam divididos nas tradicionais disciplinas como                  história, matemática ou química. O aluno também terá condições                  de escolher parte de sua grade de estudos.<br />
A partir de 2010, cerca de cem escolas deverão receber                  financiamento da pasta para implantar mudanças curriculares com                  o objetivo de tornar a etapa de estudos mais atraente.<br />
De acordo com a secretária de educação básica do MEC, Maria do                  Pilar Lacerda, é que a intenção do programa é estender a todas as                  escolas que oferecem ensino médio para que possam adotar as                  mudanças curriculares.</span></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;">Fonte: www.ipae.com.br &#8211; 2 julho 2009<br />
</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Educação, trabalho ou missão?]]></title>
<link>http://educadoresurbanos.wordpress.com/2009/05/01/educacao-trabalho-ou-missao/</link>
<pubDate>Fri, 01 May 2009 18:06:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>educaric</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje, Dia do Trabalho, que tal pensarmos sobre a profissão de professor? A sociedade brasileira, inf]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje, Dia do Trabalho, que tal pensarmos sobre a profissão de professor?</p>
<p>A sociedade brasileira, influenciada pela mídia e também por um legado cultural , enxerga os professores como pessoas idealistas que escolheram sua profissão por &#8220;dom&#8221;. Este aspecto missionário do professor é algo que confunde pais, alunos e os próprios professores sobre o que se espera do ofício de ensinar.</p>
<p>Ter aptidão para exercer bem uma determinada profissão é uma coisa, mas o romantismo midiático que exibe na TV pessoas abnegadas  que por amor executam trabalhos impressionantes com quase nenhum recurso, não contribui com a Educação Brasileira. Ao contrário, exime o poder público de assumir suas falhas estruturais  e traz no subtexto a idéia de que o trabalho escolar é uma missão e não um ofício.</p>
<p>Mas se os professores são missionários, por que exigir deles nível superior, cursos, etc.? Há uma incoerência substancial nesta forma de pensar. Queremos missionários com diploma? Missões são escolhas íntimas que desenham um modo de vida, profissões são ofícios que dão conta de uma determinada demanda social.</p>
<p>No Brasil, os professores fazem parte de uma categoria profissional que passa por um momento muito complexo e difícil. O baixo investimento na formação de docentes, a desvalorização da carreira do magistério, a degradação das escolas públicas e a cobrança que se faz através da divulgação das avaliações  como SARESP, Prova Brasil, ENEM, entre outras, coloca o professor numa situação muito desconfortável.</p>
<p>O trabalho do professor, especialmente na escola pública, sofre interferências governamentais que impedem este profissional de  aplicar seus conhecimentos. Aqui no Brasil, não é raro as escolas públicas não disponibilizarem aos professores recursos adequados para trabalharem. Muitas unidades educacionais, em pleno ano de 2009, ainda não possuem condições de providenciar material impresso para as aulas. Isto quer dizer que se o professor quiser utilizar um texto interessante sobre o conteúdo abordado com a turma, terá que escrevê-lo na lousa, e isto pode demorar algumas aulas, principalmente se for um texto longo. Os alunos passam boa parte das aulas como copistas, para depois ser realizado o principal: o trabalho intelectual, de análise, de discussão e  conclusão.</p>
<p>Como conseguir a tão almejada &#8220;qualidade da educação&#8221;, cujos indicadores estão expressos em todos os jornais? Estas avaliações externas estão confundindo a opinião pública sobre a eficácia dos processos de ensino e aprendizagem e centralizando a problemática social e educacional na figura do professor. Este profissional está sendo avaliado indiscriminadamente e as instituições recebendo os rótulos decorrentes.</p>
<p>A profissão de professor deve ser encarada como qualquer outra, um ofício que exige determinadas ações, necessitando de determinados recursos (humanos e materiais) e, a posteriori, ser avaliada de acordo com os resultados apresentados. Mas avaliar o professor antes de lhe dar condições de exercer seu ofício, é um absurdo. E as premiações para as escolas que vão bem? Este tipo de ação só faz reproduzir o modelo já existente: algumas poucas escolas com excelentes resultados e as demais abandonadas pelo poder público.</p>
<p>Missionários não precisam nada para conseguir seus objetivos, somente a força interior que move suas ações. Trabalhadores necessitam de ferramentais para exercerem sua função.</p>
<p>Como imaginar que, num país com a extensão territorial do Brasil, com a carência educacional atual, possamos montar redes de escolas apenas com missionários? Precisamos de professores. Muitos professores! Mas para isso há que se mudar drasticamente o ofício de mestre, pois o número de jovens interessados em se tornarem professores é cada vez menor. Isso nos mostra que os jovens estão deixando de escolher uma profissão, pois se fossem mssionários não precisariam fazer escolhas. Eles se sentiriam vocacionados, &#8220;chamados&#8221;.</p>
<p>Tudo isso parece tão claro. Por que será que esta discussão nunca vem à tona?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O eterno problema da avaliação simplificadora]]></title>
<link>http://educadoresurbanos.wordpress.com/2009/01/19/o-eterno-problema-da-avaliacao-simplificadora/</link>
<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 14:09:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>educadoresurbanos</dc:creator>
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<description><![CDATA[Muito se fala de como avaliar os alunos. Educadores discutem se as “provas”, criando tensões em mome]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><img class="alignleft size-full wp-image-109" title="avaliacao" src="http://educadoresurbanos.wordpress.com/files/2009/01/avaliacao.jpg" alt="avaliacao" width="135" height="90" />Muito se fala de como avaliar os alunos. Educadores discutem se as “provas”, criando tensões em momentos específicos, ou as atividades, desenvolvidas ao longo de um período, são mais eficazes. Professores por sua vez, assim como escolas, são avaliados continuamente. O Governo, quando cria programas, condiciona agora a atingimento de metas. Como se não faltassem avaliações, o movimento de empresários, chamado Todos Pela Educação, faz agora a sua avaliação, com o apoio do Ministério da Educação e dos secretários estaduais. Eles definiram metas para 2022 e metas intermediárias e o seu primeiro relatório, divulgado no início de dezembro de 2008, divulga resultados foram insatisfatórios para o aprendizado de português.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Segundo o presidente-executivo do Todos Pela Educação, Mozart Neves, os resultados &#8220;são muito preocupantes&#8221;, considerando o desempenho em língua portuguesa. O relatório não explica o porquê da diferença de rendimento dos alunos em língua portuguesa e matemática. A recomendação do grupo para melhorar o quadro é que haja <strong>uso de programas adequados para formação de professores e melhoria nas condições de trabalho</strong> dos educadores. (FSP, 12/12/2008).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar, disse que o Proletramento, programa criado em 2005 pelo governo federal que foca a formação dos professores em matemática e português, é uma das explicações para a melhora em matemática. Sobre o desempenho insatisfatório de português, &#8220;o próprio debate sobre alfabetização na década passada, muito centrado na disputa entre teorias, acabou atrapalhando&#8221;. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Tem mérito a iniciativa do Movimento, pois quem sofre o efeito de uma educação deficiente são os empresários e a sociedade como um todo. No entanto, engraçados estes relatórios. O tal do relatório foi baseado nos resultados dos exames federais Prova Brasil e Saeb. Ou seja, estamos usando as mesmas ferramentas de sempre.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Pensamos que a entrada de empreendedores trouxesse uma visão mais aberta sobre o que é educação. Tudo bem medir para ficar dentro dos parâmetros usados internacionalmente. Mas se queremos mesmo que nossas crianças e jovens cresçam como adultos plenos, conscientes, será que não deveríamos partir de uma análise mais ampla? Por que a conclusão final é sempre a mesma: formar os professores? A televisão não tem nada a ver com isso tudo? A internet também? O inchaço da rede pública, pela inclusão feita nas últimas décadas, sem que fosse aumentado o orçamento proporcionalmente, não tem nada a ver com estes resultados? E o papel das famílias, com problemas financeiros, dissociadas, com pai e mãe voltados para o trabalho como centro de suas vidas? E os ganhos dos professores e sua dupla ou tripla jornada? E o mundo interessantíssimo que se desvela aí fora das escolas, tornando-as ambientes chatos? Outro dia, em um filme, alunos olhavam um incêndio ao longe e um deles disse: “tomara que tenha pegado fogo na escola”. Ué, por que será?</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Herança portuguesa, com certeza.]]></title>
<link>http://educadoresurbanos.wordpress.com/2008/02/23/heranca-portuguesa-com-certeza/</link>
<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 17:27:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>educaric</dc:creator>
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<description><![CDATA[O conhecimento da História da Educação pode trazer à sociedade brasileira a discussão sobre os valor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a title="Inspiração cubista em aquarela" href="http://educadoresurbanos.wordpress.com/files/2008/02/figura3.jpg"><img class="alignleft" src="http://educadoresurbanos.wordpress.com/files/2008/02/figura3.thumbnail.jpg" alt="Inspiração cubista em aquarela" width="128" height="96" /></a>O conhecimento da História da Educação pode trazer à sociedade brasileira a discussão sobre os valores humanos, as políticas públicas em Educação e os comportamentos e práticas pedagógicas utilizadas ao longo dos tempos.  O livro <strong>&#8220;Evidentemente. Histórias da Educação&#8221;</strong> de António Nóvoa, (Edição portuguesa de 2005) traz 50 textos sobre a evolução da educação portuguesa nos séculos XVIII, XIX e XX escritos brilhantemente. São considerações a respeito da estrutura escolar em seus aspectos arquitetônico, organizacional, pedagógico e cultural. São textos curtos e ilustrados com fotos da época. Um verdadeiro resgate histórico de leitura fluida e esclarecedora.</p>
<p>O Brasil carrega até os dias de hoje esta herança cultural. Muitos textos apresentados neste livro nos remetem ao passado, mas é impressionante o número de textos que nos alertam para os erros praticados pelos gestores públicos nos dias de hoje. Em muitos casos, os relatos dos anos de 1800 soam como manchetes do jornal da semana passada.</p>
<p><strong>&#8220;Transbordamento?&#8221;,</strong> por exemplo, é um texto apresentado logo na introdução do livro em que o autor  traz em forma de recordação um excerto escrito pelo filósofo francês Daniel Hameline há um quarto de século atrás que diz: &#8221; Investida de todas as missões possíveis e imagináveis, a escola, vítima de um verdadeiro delírio inflacionista, via-se despojada da especificidade de uma educação escolar. E foi  este facto que criou um grande mal-estar no seio dos professores, e também entre os pais e os alunos&#8221;. Repare que o  passado ainda é atual! Retrata uma questão que não tem um equacionamento solúvel do ponto de vista das políticas públicas atuais.</p>
<p>Educação é artesanato! Educação é trabalho meticuloso, é o mesmo que talhar esculturas na madeira. É arte! A Educação não pode ser gerida com processos idênticos aos aplicados na indústria. A produção educacional não se dá em escala pois é impossível educar da mesma forma todos os humanos. E ainda bem que é assim!</p>
</div>]]></content:encoded>
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