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	<title>estudantes-de-medicina &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/estudantes-de-medicina/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "estudantes-de-medicina"</description>
	<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 08:47:49 +0000</pubDate>

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<item>
<title><![CDATA[Médicos e estudantes de medicina podem ser obrigados a prestar serviço militar]]></title>
<link>http://falamedico.wordpress.com/2009/10/06/medicos-e-estudantes-de-medicina-podem-ser-obrigados-a-prestar-servico-militar/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 12:30:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>falamedico</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por: Taciana Giesel e Denise Teixeira / FENAM Equivocada e autoritária. Foi assim que o presidente d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Por: Taciana Giesel e Denise Teixeira / FENAM</strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1236" title="estetorcopio" src="http://falamedico.wordpress.com/files/2009/10/estetorcopio.jpg" alt="estetorcopio" width="300" height="300" /><br />
</strong></p>
<p>Equivocada e autoritária. Foi assim que o presidente da FENAM, Paulo de Argollo Mendes, definiu a proposta do governo federal, que, se for aprovada, tornará obrigatório o serviço militar para médicos e estudantes de medicina. O Projeto de Lei 6078/09, assinado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, foi apresentado à Câmara dos Deputados no dia 19 de setembro e inclui o serviço militar obrigatório também para farmacêuticos, dentistas, veterinários e estudantes dessas áreas. O deputado Eleuses Paiva (DEM/SP), que é médico, diz que imposição não resolve o problema e acredita que o projeto não será aprovado na Câmara.</p>
<p><strong>Ouça a notícia na <a href="http://portal.fenam2.org.br/portal/showData/386938">rádio FENAM.</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Substâncias psicoativas entre estudantes de medicina]]></title>
<link>http://adilsondechico.wordpress.com/2009/05/12/substancias-psicoativas-e-estudantes-de-medicina/</link>
<pubDate>Mon, 11 May 2009 21:58:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>adilson borges</dc:creator>
<guid>http://adilsondechico.wordpress.com/2009/05/12/substancias-psicoativas-e-estudantes-de-medicina/</guid>
<description><![CDATA[Artigo Original   Uso de substâncias psicoativas entre estudantes de Medicina de Salvador (BA) Psych]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><strong><img class="alignright size-full wp-image-613" title="ilus0812_tabagismo" src="http://adilsondechico.wordpress.com/files/2009/05/ilus0812_tabagismo.jpg" alt="ilus0812_tabagismo" width="155" height="125" />Artigo Original</strong></p>
<p align="center"> </p>
<p align="center">Uso de substâncias psicoativas entre estudantes<br />
de Medicina de Salvador (BA)</p>
<p align="center">Psychoactive substance use by medical students from Salvador (BA)</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><em>KLEUBER MOREIRA LEMOS</em><em><sup>1</sup></em><em>, NEDY MARIA BRANCO CERQUEIRA NEVES</em><em><sup>2</sup></em><em>, ANDRÉ YOICHI KUWANO</em><em><sup>1</sup></em><em>, GUSTAVO TEDESQUI</em><em><sup>1</sup></em><em>, ALMIR GALVÃO VIEIRA BITENCOURT</em><em><sup>1</sup></em><em>, FLÁVIA BRANCO CERQUEIRA SERRA NEVES</em><em><sup>3</sup></em><em>, ANDRÉIA NUNES GUIMARÃES</em><em><sup>3</sup></em><em>, ANDREA REBELLO</em><em><sup>3</sup></em><em>, FERNANDA BACELLAR</em><em><sup>3</sup></em><em>, MÔNICA MOTTA LIMA</em><em><sup>3</sup></em></p>
<p align="center"><em><sup>1 </sup></em>Graduandos da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia (Famed-UFBA).<br />
<em><sup>2</sup></em> Médica oftalmologista, professora de Ética Médica e Bioética da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública da Fundação Bahiana para<br />
Desenvolvimento das Ciências (EBMSP-FBDC) e mestra em Educação pela UFBA.<br />
<em><sup>3</sup></em> Graduandos da EBMSP-FBDC.</p>
<p align="center"><strong>Recebido: 05/06/2006 – Aceito: 14/08/2006</strong></p>
<p align="center"><strong>Endereço para correspondência:</strong><br />
Kleuber Moreira Lemos. Rua da Fauna, Cond. Veredas do Sol, casa 86 – 41613-058 – Salvador, BA. E-mail: <a href="mailto:kmlemos@yahoo.com">kmlemos@yahoo.com</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"> </p>
<hr size="1" noshade="noshade" />
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Resumo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Contexto</strong>: Estudos indicam que estudantes de Medicina, apesar do seu dedutível conhecimento sobre os efeitos das substâncias psicoativas, consomem-nas em proporção semelhante à dos jovens de mesma idade na população geral. <strong>Objetivo</strong>: Analisar o padrão local do consumo dessas substâncias entre graduandos de Medicina e contribuir na formulação de atividades preventivas. <strong>Métodos</strong>: Aplicação de questionário semi-estruturado no qual foi avaliada a freqüência de uso das substâncias psicoativas entre os estudantes, assim como as principais razões apontadas para o consumo. Foram analisados 404 questionários obtidos entre alunos dos seis anos de curso das duas maiores escolas médicas de Salvador. <strong>Resultados</strong>: As drogas mais utilizadas no critério uso na vida foram álcool (92,8%) e lança-perfume (46,2%). O uso de álcool apresentou-se constante nos seis anos de curso. Entretanto, o uso de tabaco, lança-perfume e tranqüilizantes aumentou significativamente para os alunos dos últimos anos (p &#60; 0,05). Há um maior consumo de drogas pelo gênero masculino. Diversão foi apontada como razão mais importante para o uso dessas substâncias (58,7% das respostas válidas). <strong>Conclusão</strong>: O consumo de substâncias psicoativas entre estudantes de Medicina de Salvador é considerado alto, em concordância com o que se constatou em outros trabalhos científicos.<em>Lemos, K.M. et al. / Rev. Psiq. Clín. 34 (3); 118-124, 2007</em><strong>Palavras-chave:</strong> Estudantes de Medicina, substâncias psicoativas, drogas.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<hr size="1" noshade="noshade" />
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Abstract</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Background</strong>: Studies have shown that medical students consume psychoactive substances at the same rates as the same age youth on general population, despite their predictable knowledge about drugs effects. <strong>Objective</strong>: To analyze the local pattern of psychoactive substances use among medical students and contribute for the formulation of preventive activities. <strong>Methods</strong>: The frequency of psychoactive substances use was evaluated by a self-administered anonymous questionnaire that also asked the main reasons for that use. Four hundred and four students in the first to sixth year from the two biggest medical schools in Salvador answered the questionnaire. <strong>Results</strong>: The lifetime use was bigger for alcohol (92.8%) and inhalant (46.2%). Alcohol use was constant for the students from first to sixth year of course, but it was not statistically significant (p &#62; 0.05). However, tobacco, inhalants and tranquilizers use had a significant increase at the last two years of course students (p &#60; 0.05). It was verified a bigger drugs use by the male gender. “Fun” was shown as the first main reason for psychoactive substances (58.7% of the valid answers). <strong>Conclusion</strong>: Psychoactive substances consume rates by medical students from Salvador are as high as the ones shown on other scientific researches about this subject.<em>Lemos, K.M. et al. / Rev. Psiq. </em><em>Clín. 34 (3); 118-124, 2007</em><strong>Keywords:</strong> Medical students, psychoactive substances, drugs.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"> </p>
<hr size="1" noshade="noshade" />
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Introdução</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td>Não existe sociedade sem drogas. Ao longo de sua história, a humanidade sempre recorreu ao uso de substâncias psicoativas para os mais diferentes fins (Nery Filho, 2002). Entretanto, o seu abuso tem sido alvo de preocupação da sociedade, em virtude do aumento de seu consumo nas últimas décadas. Esse problema está correlacionado ao crescimento da criminalidade, a acidentes automotivos, a comportamentos anti-sociais e à evasão escolar (Laranjeiras, 2003). O consumo de álcool, tabaco e outras drogas está presente em todos os países do mundo (NIAAA, 1998; WHO, 1999). O uso de drogas ilícitas atinge cerca de 5,0% da população mundial entre 15 e 64 anos (aproximadamente 200 milhões de pessoas). A maconha é a mais consumida (162 milhões de pessoas), seguida pelas anfetaminas (25 milhões), os opiáceos (16 milhões, sendo 11 milhões usuários de heroína), a cocaína (13 milhões) e o ecstasy (10 milhões). (UNODCCP, 2006; McGinnis et al., 1993; WHO, 2000).Diversos estudos epidemiológicos têm sido realizados no Brasil nos últimos 25 anos, com o intuito de verificar a prevalência de uso de drogas entre a população universitária. A maioria deles concorda que o uso de álcool e outras substâncias é maior entre universitários de diversas instituições quando comparado à população geral e a estudantes do Ensino médio (Stempliuk et al., 2005). Em relação aos estudantes de Medicina, observa-se um crescente interesse de estudos nacionais e internacionais sobre o tema nos últimos anos (Mesquita e Laranjeira, 1997). Os dados apontam que tais graduan­dos, apesar do seu dedutível conhecimento sobre os efeitos do álcool e outras drogas, consomem-nas em proporções semelhantes às dos jovens de mesma idade na população geral (Magalhães et al., 1991; Plotnik et al., 1986). Apesar disso, esses estudantes desenvolvem a convicção de que são capazes de controlar os problemas que eventualmente possam surgir do seu uso indevido (Mesquita et al., 1995). Desse modo, os futuros médicos não se encontram imunes ao problema do abuso e dependência de drogas, merecendo atenção diferenciada, já que serão modelos de saúde para a comunidade (Schwartz et al., 1990).Há, por parte do médico, a responsabilidade de diagnosticar e tratar seus pacientes, tarefa esta que pode ser prejudicada pelo efeito indesejado de tais substâncias (Mesquita e Laranjeira, 1997). A dependência química entre médicos altera o raciocínio, o humor e o comportamento, modificando sua aptidão para administrar medicamentos, tomar decisões e executar procedimentos especializados, colocando em risco a vida de pacientes sob seus cuidados. Alguns fatores de risco contribuem para estimular o abuso dessas substâncias, tais como vida estressante, más condições de trabalho, acesso fácil a substâncias psicoativas e autoprescrição (Bou-Habib et al., 1998).A literatura demonstra que a maior parte dos estudantes de Medicina consome substâncias psicoativas esporadicamente, com exceção do álcool e do tabaco cujo uso é mais rotineiro (Andrade et al., 1997). Todavia, o abuso de drogas é geralmente precedido por um uso insignificante ou mínimo (Akvardar et al., 2003). O álcool sobressai como a substância psicoativa de maior prevalência, e, por conseguinte, muitos estudantes são classificados como sérios candidatos a alcoolistas (Borini et al., 1994a).</p>
<p>Diversas pesquisas apontam para um consumo de drogas crescente no decorrer do curso médico, com o pico do consumo nos dois últimos anos. As atividades práticas iniciadas no 5o ano do curso são vivenciadas como geradoras de ansiedade (Mesquita et al., 1995). Este período é considerado de grande dificuldade, obrigando o estudante a dedicar-se quase que exclusivamente à Medicina, além da expectativa de se tornar médico com todos os seus deveres e responsabilidades (Andrade et al., 1995; Arruda et al., 1994; Millan et al., 1991).</p>
<p>A eficácia de programas de prevenção de drogas depende do conhecimento prévio das condições do ambiente, das características sociodemográficas da população-alvo e do seu padrão de consumo, porque são essas informações que irão definir o tipo de intervenção que deve ser realizada (Andrade et al., 1995). Com o objetivo de analisar o padrão local de uso de substâncias psicoativas na população acadêmica de Medicina e contribuir para a formulação de atividades de prevenção, realizou-se um levantamento de dados acerca do perfil de consumo de drogas em duas Faculdades de Medicina de Salvador (BA).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<hr size="1" noshade="noshade" />
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Materiais e métodos</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td>Realizou-se um estudo epidemiológico de corte transversal, em uma amostra aleatória de estudantes de Medicina das escolas médicas de Salvador (BA). O tamanho da amostra foi calculado considerando-se um total de 2.160 alunos, com nível de confiança de 95%, precisão absoluta de 5,0%, proporção esperada para os eventos estudados de 50%, resultando num tamanho amostral de 345. Decidiu-se estudar 432 estudantes (20% do total), para compensar as possíveis perdas e recusas (Matthews et al, 1988; Paes, 1998; Lwanga e Lemeshow, 1991; Armitage et al., 1994).<br />
Para a coleta de dados, utilizou-se um questionário padronizado, de auto-preenchimento, respondido pelos próprios estudantes, não sendo necessário que eles se identificassem. O questionário era composto por nove questões objetivas, baseadas no modelo proposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para estudantes (Smart et al., 1980), já tendo sido utilizado em outros trabalhos sobre o tema (Andrade et al., 1995; Mesquita et al., 1995). O questionário incluía perguntas relativas ao perfil da população (idade, gênero, escola e ano de curso), sobre uso na vida, nos últimos 12 meses e nos últimos 30 dias, bem como idade da primeira vez de uso das seguintes substâncias: álcool, tabaco, maconha, lança-perfume, cocaína e tranqüilizantes. Questionava, também, as razões pelas quais o estudante buscou o uso de tais substâncias.<br />
O questionário foi aplicado por membros da Academética (Athanazio et al., 2004) devidamente treinados, entre os meses de março e abril de 2005, nas salas de aula de duas escolas médicas (EM) de Salvador (BA), sendo uma privada e outra pública. Os alunos do 5o e 6o anos foram abordados pelos pesquisadores durante suas atividades do internato nos diversos campos de prática, de forma consecutiva, até completar a amostra desejada.<br />
Cada pesquisando recebia e assinava um consentimento livre e esclarecido antes de responder ao questionário. Garantia-se a manutenção do anonimato, pois o questionário era colocado em um envelope individual não identificado, separadamente do termo de consentimento. O projeto foi submetido e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Fundação Bahiana para Desenvolvimento das Ciências (Parecer no 56 do CEP-FBDC).<br />
Os dados foram analisados por meio do aplicativo SPSS (Statistical Package for the Social Sciences – Inc. Chicago, Illinois), versão 9.0 para Windows, utilizando-se o Teste do Qui-quadrado, com nível de significância de 5%.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"> </p>
<hr size="1" noshade="noshade" />
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Resultados</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td>Foram analisados 404 questionários. O gênero masculino responde por 52% (n = 210) dos entrevistados e a média geral de idade encontrada foi de aproximadamente 22 anos (Tabela 1).O estudo revelou que as drogas psicoativas mais utilizadas no critério uso na vida foram álcool (92,8%; n = 375) e lança-perfume (46,2%; n = 186). O mesmo pa­drão em freqüência de uso se repete para o critério últimos 12 meses. Entretanto, isto não foi observado quando se analisaram os dados para os últimos 30 dias, em que o álcool foi seguido por tabaco e lança-perfume. A menor média de idade para experimentação foi verificada quanto ao consumo de álcool, de aproximadamente 15 anos (Tabela 2).Não houve aumento na prevalência do uso de drogas durantes os seis anos pesquisados para os critérios últimos 30 dias e últimos 12 meses. Para o critério ao menos uma vez na vida, o uso de álcool apresentou-se constante nos seis anos de curso, não sendo significante estatisticamente (p = 0,40). Já o uso de tabaco, lança-perfume e tranqüilizantes sofreu aumento significante (p &#60; 0,01) do primeiro para o sexto ano (Figura 1). </p>
<p>Os dados revelam que há um maior consumo de drogas por parte dos alunos da EM privada quando comparados aos da pública, contudo apenas álcool e lança-perfume foram estatisticamente significantes. Na EM privada, 94,5% (n = 208) dos estudantes pesquisados haviam experimentado álcool ao menos uma vez na vida, enquanto na pública esse valor foi de 90,8% (n = 167), p = 0,008. Para o lança-perfume, verificou-se 50,7% (n = 111) dos alunos da EM privada contra 40,8% (n = 75) da pública, p = 0,047.</p>
<p>Constatou-se que há maior consumo de drogas pelos indivíduos do gênero masculino. Apenas tranqüilizantes e cocaína não apresentaram resultados estatisticamente significantes. Para a maconha, foram encontrados valores de 27,1% (n = 57) de uso pelo sexo masculino e 12,2% (n = 23) pelo feminino, p &#60; 0,01 (Tabela 3).</p>
<p> </p>
<p>A diversão foi apontada como a razão mais importante para o uso de substâncias psicoativas, com 58,7% (n = 237) das respostas válidas para essa pergunta. Como segunda principal razão, 39,1% (n = 158) responderam para relaxar. Para a terceira razão em ordem de importância, o motivo mais citado foi estresse, opção de 28,7% (n = 116) da população estudada.</p>
<p>A maioria dos entrevistados (70%; n = 283) considera que o modo de vida do estudante de Medicina favorece o uso de substâncias psicoativas.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"> </p>
<hr size="1" noshade="noshade" />
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Discussão</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td>A prevalência de usuários de substâncias psicoativas entre os alunos das EM de Salvador, nos três períodos de tempo analisados, são concordantes com os resultados obtidos por Mesquita e Laranjeira (1997) numa revisão de dados nacionais e internacionais. Nesse estudo, os autores apontaram como principais drogas utilizadas por estudantes brasileiros o álcool (com índices variando de 82% a 89% de uso durante a vida), seguido do tabaco (39% dos estudantes, em todas as amostras analisadas), solventes (23% a 31%) e maconha (19% a 26%). Esses dados confirmam a nossa hipótese inicial de que os índices nas universidades baianas seriam semelhantes aos encontrados em outros estados brasileiros. Por se tratar de um estudo de corte transversal, não podemos afirmar que o aumento na prevalência de usuários ocorre no decorrer da graduação, apesar de ser observado maior percentual de usuários no período algum momento da vida para tabaco, lança-perfume e tranqüilizantes nos últimos anos do curso. Para isso, é necessária a realização de um estudo prospectivo sobre o tema.Quanto à situação internacional, um estudo realizado em 23 escolas médicas nos Estados Unidos verificou prevalências de uso na vida de 98% para o álcool, 66% de maconha, 55% de tabaco, 32% de cocaína, 22% de anfetaminas e 19% de tranqüilizantes, apontando para um quadro bem diferente em relação aos dados nacionais (Baldwin et al., 1991). Na Índia, verificou-se prevalência de uso na vida de 79%, com as drogas mais utilizadas sendo o álcool e os tranqüilizantes, seguidos por sedativos, estimulantes, tabaco e cannabis (Singh e Jindal, 1980). Já numa amostra de estudantes turcos, 54% afirmaram ser não-bebedores, e somente 4% admitiram uso de drogas ilícitas em algum momento na vida (Akvardar et al., 2003).Para todas as substâncias pesquisadas, com exceção do álcool, observa-se tendência ao uso esporádico, apresentando baixas taxas de uso para o período dos últimos 30 dias. Esses resultados são semelhantes aos relatados por Andrade et al. (1997) entre estudantes de Medicina do estado de São Paulo. O primeiro reafirma o uso recreacional de drogas por estudantes de Medicina que, com exceção do álcool, usam menos drogas que os demais estudantes universitários e atribui os seguintes fatores de risco para o uso dessa substância: sexo masculino, ter a percepção de que pacientes alcoolistas e usuários de drogas não melhoram e ter vínculo fraco ou ruim com esses pacientes.O presente estudo revelou que a idade média para o uso de álcool pela primeira vez foi de 14,8 anos. Em São Paulo, Mesquita et al. (1995) constataram que a faixa etária para a experimentação foi de 10 a 14 anos (44% da sua população). No entanto, Borini et al. (1994a) verificaram uma média de idade um pouco acima, 16,5 anos, e o gênero masculino inicia numa idade mais precoce, aos 15,9 anos. Nesse mesmo estudo, os autores observaram que uma minoria dos indivíduos iniciou o uso de bebida alcoólica depois de estar freqüentando o curso de Medicina (Borini et al., 1994a).</p>
<p>A idade média para a experimentação do tabaco em nosso meio foi de 16,5 anos. Mesquita et al. (1995) constataram que a faixa etária do primeiro uso era de 15 a 19 anos (correspondendo a 43% dos estudantes), no entanto uma grande parcela dos estudantes (33%) fumou pela primeira vez entre 10 e 14 anos. No Rio Grande do Sul, observou-se que a idade média (17,7 anos) era superior à encontrada nos demais estudos (Menezes et al., 2004). Nas faculdades baianas, a idade média dos estudantes ao experimentarem maconha foi de 17,9 anos e, em estudo similar em São Paulo, a faixa etária foi de 15 a 19 anos (Mesquita et al., 1995). Quanto aos tranqüilizantes, observamos um uso mais precoce no estudo atual (18,8 anos) em relação ao estudo feito por Mesquita et al. (1995), em que a maior parte dos graduandos experimentou essa droga com mais de 20 anos.</p>
<p>Para o álcool, observa-se, desde o 1o ano, um elevado percentual de usuários nos três períodos de tempo analisados, de forma que é possível sugerir que a maioria dos estudantes de Medicina já ingressa na faculdade tendo utilizado álcool ao menos uma vez na vida.<br />
A freqüência de usuários dessa substância mantém-se aproximadamente constante ao longo dos seis anos da graduação. Newbury-Birch et al. (2000) verificaram relação entre o consumo de álcool por estudantes e comportamentos de risco, como se envolver em brigas ou sexo inseguro.</p>
<p>O uso de lança-perfume para os períodos pesquisados de uso na vida (46,2%) e últimos 12 meses (28,5%) é considerado alto. Um estudo qualitativo realizado por Mesquita et al. (1995) apontou que o uso dessa substância é aceito pelos alunos, sendo atribuídas a essa prática características inofensivas associadas ao lazer, especialmente em competições esportivas, festas e carnaval. Os mesmos autores, em 1997, constataram como fatores de risco associados ao uso desse inalante sexo masculino e história de uso recente de maconha e álcool.</p>
<p>Dados de um estudo multicêntrico sobre tabagismo entre estudantes de Medicina, envolvendo mais de<br />
9 mil estudantes, oriundos de 51 escolas médicas de 42 países, mostram que as prevalências variam nos diferentes países, de 0 a 56,9% para os homens e de 0 a 44,7% para as mulheres (Richmond, 1999). Menezes et al. (2004) verificaram, assim como no presente estudo, maior prevalência de tabagismo conforme o ano cursado, o que parece revelar a pouca influência da faculdade no comportamento dos alunos quanto ao vício de fumar. Entretanto, observamos que um pequeno percentual (5,7%) referiu ter utilizado tabaco no período dos últimos 30 dias, o que indica baixo uso corriqueiro da substância.</p>
<p>Num estudo com 263 estudantes de Medicina americanos, Schwartz et al. (1990) revelaram que 43% dos entrevistados disseram já ter fumado maconha ao menos uma vez na vida e 14% disseram fumar ao menos uma vez por semana. Esse estudo demonstrou que 30% dos estudantes eram favoráveis à legalização da droga para uso pessoal, enquanto 51% eram contrários e 19%, indecisos. Esses dados diferem bastante dos aqui apresentados, em que 20,5% dos alunos disseram ter utilizado maconha ao menos uma vez na vida, enquanto apenas 2,2% a utilizaram nos últimos 30 dias. Schwartz et al. (1990) apontam que futuros médicos têm chance de 15% a 20% maior de experimentar cocaína durante a vida, atribuindo o uso freqüente ao precoce uso regular de cigarros, dependência de nicotina e uso freqüente de álcool e maconha. Na nossa amostra, apenas 2% afirmaram ter utilizado cocaína em algum momento da vida, enquanto zero a utilizou nos últimos 30 dias.</p>
<p>Apesar de os alunos terem perfis aparentemente diferentes, o consumo de substâncias psicoativas entre as instituições pública e privada não variou de maneira significativa. Observa-se apenas uma discreta tendência ao maior uso de álcool e de lança-perfume entre os estudantes da EM privada.</p>
<p>Observou-se que há um consumo estatisticamente significante maior de tabaco, maconha e lança-perfume pelo gênero masculino, dados encontrados também em outros estudos (Mesquita et al., 1995; Zhu et al., 2004). Em contraste com esses resultados, Menezes et al. (2004), em períodos diferentes (1986, 1991 e 1996), não observaram diferença na prevalência de tabagismo de acordo com o gênero.<br />
Muitos trabalhos apontam para um maior consumo de álcool pelos homens, apesar de nem sempre haver uma diferença significante (Menezes e Calabuch, 1990; Borini et al., 1994 a). Em nosso estudo, observamos maior consumo de álcool pelos homens e maior uso de tranqüilizantes pelas mulheres. Andrade et al. (1997) concluíram que à medida que o gênero masculino predispõe-se ao uso de álcool, solventes, maconha e cocaína, o gênero feminino está mais predisposto ao uso de tranqüilizantes.</p>
<p>Diversos autores apontam que as características peculiares do curso de Medicina podem estar contribuindo para o incremento do uso de substâncias psicoativas pelos estudantes. Tais características incluem carga horária elevada, responsabilidade quanto à cura do paciente, questões éticas, a morte de pacientes que estavam sendo acompanhados pelo aluno e o próprio acesso facilitado a certas drogas restritas aos profissionais de saúde (Andrade et al., 1995; Arruda et al., 1994; Millan et al., 1991). Todos esses fatores são considerados ansiogênicos e podem gerar angústia, intranqüilidade e até depressão, permitindo que o jovem estudante busque o caminho das drogas, de acordo com o perfil psicológico e emocional de cada um. O fato de usar drogas não está relacionado apenas com a informação ou ao acesso a estas, mas também com o estilo de vida e as atitudes desses alunos perante o uso dessas substâncias (Andrade et al., 1997).</p>
<p>Estudos anteriores já comprovaram a alta prevalência de estresse, ansiedade e depressão em estudantes de Medicina (Matos et al., 2005; Moro et al., 2005). Os próprios estudantes, neste e em outros estudos, acreditam que o estresse do curso médico é um fator importante para o uso de drogas, em particular o estresse relacionado à competitividade, à carga horária intensa de trabalho, à passagem abrupta das atividades teóricas para a prática e ao exame de residência médica (Mesquita et al., 1995). Os residentes apontam ainda dois outros fatores de estresse, que são o medo de cometer erro médico e a falta de tempo para dedicar-se à família e aos amigos (Martins, 1994). No entanto, diversos autores que tentaram correlacionar níveis de estresse e ansiedade dos estudantes com o uso de substâncias psicoativas não encontraram significância estatística nessa relação (Newbury-Birch et al., 2000; Ashton et al., 1995; Webb et al., 1996).</p>
<p>Demonstramos que a principal razão considerada para os estudantes de Medicina utilizarem substâncias psicoativas foi o prazer, e não o estresse do curso, também evidenciado em outros estudos (Akvardar et al., 2003). O uso de álcool e outras substâncias faz parte da cultura dos jovens atualmente e os estudantes de Medicina não são exceções. No entanto, o uso de substâncias psicoativas entre estudantes de Medicina é particularmente importante em virtude de três razões (Flaherty et al., 1993). Primeiro, porque os estudantes, assim como os médicos, irão tratar de pacientes com problemas relativos ao uso dessas substâncias e suas atitudes em relação a essa prática podem influenciar o seu comportamento profissional. Segundo, porque o consumo dessas substâncias pode influenciar negativamente o desempenho acadêmico do estudante, como se demonstrou que os acadêmicos que não usavam álcool dedicavam mais tempo para estudos extracurriculares (Borini et al., 1994b). Terceiro, porque medidas preventivas instituídas durante a graduação podem contribuir para diminuir a prevalência de problemas como estes entre os médicos.</p>
<p>É consenso por parte dos alunos que o tema é pouco valorizado no currículo de graduação, necessitando de maior aporte assistencial por parte das faculdades (Menezes et al., 2004). Nesse sentido, verifica-se que o curso de Medicina não auxilia na desmistificação do uso de drogas. Diante desse quadro, alguns autores sugerem que as escolas médicas brasileiras, a exemplo do que já faz a Escola Paulista de Medicina (EPM), deveriam incluir em sua grade curricular disciplinas optativas que orientassem e esclarecessem os estudantes sobre o perigo da dependência química (Correia, 2000).</p>
<p>O uso de substâncias psicoativas entre estudantes de Medicina é um fenômeno que não está relacionado apenas a fatores sociais, mas também ao próprio sistema educacional, que não oferece mecanismos de proteção contra esse comportamento (Mesquita et al., 1995). Considerando-se esse aspecto, tem sido apontada a necessidade de criação de centros de atenção nessas instituições, para o atendimento de acadêmicos que necessitem de acompanhamento psicopedagógico e mesmo para a elaboração de estratégias de prevenção ao abuso de drogas, sejam estas lícitas, sejam ilícitas (Borini et al., 1994b; Carlini et al., 1990).</p>
<p>Mesquita et al. (1995) definiram algumas medidas a serem tomadas a fim de diminuir o uso indevido de substâncias psicoativas nessa população. Destacamos as seguintes: aumentar o número de aulas que abordem esse tema; possibilitar a discussão do uso indevido de drogas não apenas do ponto de vista médico, mas também social e psicológico, dando ênfase a uma abordagem multidisciplinar; criar mecanismos institucionais que possam atenuar o estresse vivenciado pelos estudantes; e conscientizar os corpos discente e docente quanto a essa situação em nosso meio.</p>
<p>Os resultados do presente estudo devem ser considerados no contexto de algumas limitações. Não houve sorteio aleatório para a seleção da amostra dos estudantes do 5o e do 6o ano em virtude da dispersão destes, durante o internato, em diversas instituições e pela dificuldade de conseguir localizá-los. Tais estudantes foram selecionados de forma consecutiva pelos pesquisadores que visitavam os campos de prática até completar a amostra desejada. Esta forma de selecionar os participantes, apesar de ter sido a melhor opção encontrada para viabilizar a coleta desses dados, pode ter gerado um viés de seleção na nossa amostra, de forma a comprometer a generalização desses resultados para toda a população estudada. No entanto, este trabalho reveste-se de grande importância pelo fato de ser um dos primeiros a abordar esse tema em uma capital do Nordeste do Brasil. A maioria dos estudos prévios foi realizada nas regiões Sul e Sudeste, que seguramente têm um perfil populacional diferente do nosso, dificultando a extrapolação dos achados nesses trabalhos para a realidade local. A investigação sobre o uso de substâncias psicoativas na população em geral e em subgrupos populacionais, em que tal consumo possa causar maiores danos, como em estudantes de Medicina, deve ser incentivada em diferentes comunidades. A diversidade desses estudos ajudará na tentativa de identificar possíveis fatores regionais influenciadores dessa conduta e contribuirá para a construção de um perfil nacional do uso de drogas no Brasil.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"> </p>
<hr size="1" noshade="noshade" />
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Conclusão</strong></td>
</tr>
</tbody>
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<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td>O consumo de substâncias psicoativas tem produzido problemas sociais e de saúde em todo o mundo, sobretudo pela sua crescente prevalência. Os resultados deste estudo sobre o uso entre estudantes de Medicina seguem na mesma direção e servem de alerta, chamando a atenção da comunidade médica e docente sobre o assunto. A expectativa da sociedade é que cuidadores da saúde, conhecedores dos efeitos nocivos dessas substâncias, não as utilizassem ou as consumissem em menor quantidade quando comparados aos demais grupos sociais. Entretanto, isto não é comprovado neste e em muitos outros trabalhos, o que torna o fato ainda mais grave.Os resultados desta pesquisa reafirmam o uso esporádico e recreacional de drogas pelos estudantes de Medicina, exceto do álcool que é utilizado de forma regular por grande parte dos alunos. As evidências apontam para a necessidade de as escolas formalizarem serviços de apoio psicológico aos graduandos, principalmente quando se observa dependência química. Apesar de muitas escolas já desenvolverem esse tipo de ajuda, seu resultado ainda parece precário. Sugere-se que outros trabalhos sejam empreendidos, para ampliar o arsenal de elementos na tentativa de construir soluções que possibilitem a transformação da realidade atual.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"> </p>
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<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Agradecimentos</strong></td>
</tr>
</tbody>
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<tbody>
<tr>
<td>Ao Cremeb e aos membros da Academética que colaboraram na coleta de dados.</td>
</tr>
</tbody>
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<tbody>
<tr>
<td><strong>Referências</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="700">
<tbody>
<tr>
<td>1. Akvardar, Y. et al. Substance use in a sample of Turkish medical students. Drug Alcohol Depend 72(2):117-21, 2003.<br />
2. Andrade, A.G. et al. Prevalência do uso de drogas entre alunos da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (1991-1993). Rev ABP-APAL 17:41-46, 1995.<br />
3. Andrade, A.G. et al. Fatores de risco associados ao uso de álcool e drogas na vida, entre estudantes de Medicina do Estado de São Paulo. Rev ABP-APAL 19:117-126, 1997.<br />
4. Armitage, P.; Berry, G. Statistical iference. In: Statistical methods in medical research. 3rd ed. Blackwell, Oxford, pp.98-99, 1994.<br />
5. Arruda, P.V. et al. Assistência psicológica ao aluno de medicina: introdução. Documentos do CEDEM 5:1-4, 1994.<br />
6. Ashton CH, Kamali F. Personality, lifestyles, alcohol and drug<br />
consumption in a sample of British medical students. Med Educ 29:<br />
187-192, 1995.<br />
7. Athanazio, R. et al. Academética: um novo método de estudo continuado sobre ética médica e bioética. Rev Bras Educ Med 28(1):73-78, 2004.<br />
8. Baldwin Jr. D.C. et al. Substance use among senior medical students, a survey of 23 medical schools. JAMA 265:2074-2078, 1991.<br />
9. Borini, B. et al. Padrão de uso de bebidas alcoólicas de estudantes de Medicina (Marília, São Paulo) – Parte 1. J Bras Psiquiatr 43:93-103, 1994a.<br />
10. Borini, B. et al. Conceitos, concepções etiológicas e atitudes de estudantes de Medicina sobre o uso e abuso de álcool: correlações com os padrões de uso – Parte 2. J Bras Psiquiatr 43:123-131, 1994b.<br />
11. Bou Habib, J.C.; Dunn, J.; Laranjeiras, R. Dependência química entre os profissionais de saúde. Rev Cons Fed de Med 12(92):18-25, 1998.<br />
12. Carlini, E.A.; Carlini-Cotrim, B.; Silva-Filho, A.R. Sugestões para Programas de Prevenção ao Abuso de Drogas no Brasil. São Paulo: CEBRID-Escola Paulista de Medicina, 1990.<br />
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14. Flaherty JA, Richman JA. Substance use and addiction among medical<br />
students, residents and physicians. Psych Clin North Am 16:189-197,<br />
1993.<br />
15. Laranjeiras, R. Usuários de substâncias psicoativas: abordagem, diagnóstico e tratamento. São Paulo: Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo/Associação Médica Brasileira, 2003.<br />
16. Lwanga, S.K.; Lemeshow, S. Simple size determination in health studies: a pratical manual. Geneva: World Health Organization, 1991.<br />
17. Magalhães, M.P.; Barros, R.S.; Silva, M.T.A. Uso de drogas entre universitários: a experiência com maconha como fator delimitante. Rev ABP-APAL 13:97-104, 1991.<br />
18. Martins, L. A. N. Residência médica: um estudo prospectivo sobre<br />
dificuldades na tarefa assistencial e fontes de estresse. Tese (Doutorado) &#8211; Escola Paulista de Medicina, São Paulo, 1994.<br />
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20. Matthews, D.E.; Farewell, V.T. Using and understanding medical statistics. New York: Karger, 1988.<br />
21. Menezes, A. et al. Evolução temporal do tabagismo em estudantes de Medicina, 1986, 1991, 1996. Rev Saúde Pública 35(2):165-169, 2004.<br />
22. Menezes, R.G.; Calabuch, D.I. El consume de substancias psicoactivas en estudiantes de quinto ano de medicina. Rev Hosp Psiquiatr la Havana 31(2):233-240, 1990.<br />
23. Mesquita, A.M.C. et al. Estudantes da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo: uso de substâncias psicoativas em 1991. Rev ABP-APAL 17:47-54, 1995.<br />
24. Mesquita, A.M.; Laranjeira, R. Psychoative drug use by medical students: a review of the national and international literature. São Paulo Med J 115: 1356-1365, 1997.<br />
25. Millan, L.R. et al. Alguns aspectos psicológicos ligados à formação médica. Revista ABP-APAL 13:137-142, 1991.<br />
26. Moro A, Valle JB, Lima LP. Sintomas depressivos nos estudantes de<br />
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Med 29(2): 97-102, 2005.<br />
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28. Nery Filho, A. Drogas: isso lhe interessa? Confira aqui. Salvador: CETAD/UFBA/PMV, 2002.<br />
29. Newbury-Birch, D.; White, M.; Kamali, F. Factors influencing alcohol and illicit drug use amogst medical students. Drug Alcohol Depend 59:125-130, 2000.<br />
30. Paes, A.T. Itens essenciais em bioestatística. Arquivo Brasileiro de Cardiologia 71(4):575-580, 1998.<br />
31. Plotnik, R. et al. Utilização de psicotrópicos por estudantes universitários. Rev Pesq Med 20:109-113, 1986.<br />
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41. Zhu, T. et al. A comparison of smoking behaviors among medical and other college students in China. Health Promot Int 19(2):189-196, 2004.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
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<title><![CDATA[Associação Médica Brasileira volta a implicar com médicos formados em Cuba]]></title>
<link>http://outroladodanoticia.wordpress.com/2009/03/14/associacao-medica-brasileira-volta-a-implicar-com-medicos-formados-em-cuba/</link>
<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 20:59:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Osvaldo Bertolino</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Associação Médica Brasileira (AMB) condenou, em nota assinada por José Luiz Gomes do Amaral, presi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A Associação Médica Brasileira (AMB) condenou, em nota assinada por José Luiz Gomes do Amaral, presidente do Conselho Deliberativo da entidade, mais nova tentativa do governo federal de facilitar a revalidação de diplomas de médicos do nosso país formados na Escola Latino-Americana de Medicina, em Cuba. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">“A primeira tentativa de revalidação automática dos diplomas de brasileiros formados em Cuba foi sob a forma do Projeto de Decreto Legislativo 346/2007, banido no Legislativo após rejeição das Comissões de Educação e Cultura e de Seguridade Social e Família da Câmara Federal, diz o documento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">“Surpreendentemente, e na contramão da Câmara Federal e das Entidades Médicas, a revalidação especial para estes médicos renasceu no dia 19 de fevereiro, sob forma da Portaria Interministerial nº 383 do Ministério da Saúde e da Educação, instituindo a Subcomissão de Revalidação de Diplomas expedidos por instituições de ensino estrangeiras”, afirma. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A nota informa que inicialmente somente para medicina, a subcomissão desenvolverá um &#8220;projeto piloto&#8221;, exatamente com os alunos brasileiros formados em Cuba.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">“Não estamos aqui discutindo que os bolsistas brasileiros da universidade cubana são selecionados por critérios ideológicos, ou seja, por indicações de partidos políticos e movimentos sociais”, diz o documento, manifestando, tacitamente, o apoio à embolorada tese de que a qualidade dos profissionais em Cuba está “contaminada” pelos ideais socialistas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">“Desejamos, isto sim, que o atual sistema de validação do diploma de brasileiros formados em medicina em instituições estrangeiras comprove, por meio de avaliação de equivalência curricular e mediante exame de conhecimento, se os candidatos têm competência ou não para cuidar da saúde da população brasileira”, diz o texto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">“Em vista desta portaria seletiva, que visa beneficiar 227 estudantes de Cuba , a AMB manifesta apoio irrestrito ao Projeto de Decreto Legislativo nº 1380/2009, protocolado na mesa da Câmara no dia 10 de março, pelos deputados Rafael Guerra (PSDB-MG) e Lelo Coimbra (PMDB-ES), cujo objetivo é sustar a portaria interministerial”, confessa, sem esconder sua opção ideológica. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">“Iremos nos empenhar junto à Câmara Federal contra manobras que nos escandalizam e podem vir a ter consequências irreversíveis no tratamento médico da população brasileira”, prega.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">_________</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Já escrevi sobre este assunto <a href="http://outroladodanoticia.wordpress.com/2008/12/12/gama-de-preconceitos-barra-diploma-cubano-de-medicina/">aqui.</a></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A direita brasileira usa argumentos preconceituosos, elitistas e falsos para impedir que povo tenha acesso a posições sociais destacadas.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A implicância com os médicos formados em Cuba não passa de picuinha, de rancor ideológico e desfaçatez.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong></strong></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudantes portugueses de Medicina]]></title>
<link>http://sergioreis86.wordpress.com/2009/03/07/estudantes-portugueses-de-medicina/</link>
<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 17:00:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>sergioreis86</dc:creator>
<guid>http://sergioreis86.wordpress.com/2009/03/07/estudantes-portugueses-de-medicina/</guid>
<description><![CDATA[         Os estudantes de Medicina, seja em que país for, merecem toda a preocupação por parte da so]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:&#34;">    </span><span style="font-family:&#34;">    </span> Os estudantes de Medicina, seja em que país for, merecem toda a preocupação por parte da sociedade, pois, serão eles no futuro a nossa melhor ajuda para cuidar da nossa saúde. Não são eles que estarão para nos atender quando sentirmos uma dor &#8220;aqui ou ali&#8221;? Não são eles que tentarão curar todas as nossas doenças? Então, parece-me realmente indispensável, que sejam fornecidas as melhores condições possíveis, para a formação dos nossos futuros médicos.</p>
<p><span style="font-family:&#34;">    </span><span style="font-family:&#34;">    </span> É um facto que cada vez é maior o número de estudantes portugueses nesta área em universidades estrangeiras, principalmente em Espanha e na Rep. Checa, sendo que esse facto deve ser analisado profundamente, visto que não vemos muitos espanhóis, por exemplo, a frequentar cursos nas nossas universidades. Após alguma reflexão, acompanhada de pesquisa, cheguei a algumas conclusões que justificam esta situação: as nossas universidades estão lotadas, ou seja, não têm capacidade para receber mais estudantes e as médias para conseguir entrar neste curso em outros países é menor. Decidi deixar de lado as justificações das universidades e ensino serem melhores e o nível de vida nos países ser desnivelado, pois o que me interessa aqui é analisar as condições disponibilizadas neste curso. Será que a média exigida não será um pouco alta? Por a média ser inferior em Espanha quer dizer que ali têm pior formação? Após várias idas ao hospital, é facilmente constatável que não, pois temos uma enorme quantidade de médicos espanhóis a exercer no nosso país, sinal este, de que possuem apetências para tal.</p>
<p>         Encontram-se em análise estas situações pelo nosso Ministério da Saúde, que procura tomar medidas para tentar melhorar o nosso Sistemas Nacional de Saúde (SNS) que, sejamos críticos, apesar de gratos, deixa muito a desejar.</p>
<p>         Uma das medidas a tomar, para combater a reconhecida falta de médicos em Portugal, é fazer com que os alunos que se encontram a frequentar este curso no estrangeiro, possam vir terminar o curso a Portugal, para posteriormente exercerem a sua actividade no nosso país. E então pergunto-me: estes alunos não tinham apetências suficientes para tirar este curso, e agora passado uns anos, e após terem recebido formação em outros países, já são competentes o suficiente? Na minha opinião, e ela vale o que vale, algo está mal nesta situação. É certo que haja uma selecção dos alunos para estes cursos, só não me parece que ela seja a mais correcta.</p>
<p><span style="font-family:&#34;">    </span><span style="font-family:&#34;">    </span> Ana Jorge, a nossa Ministra da Saúde, veio a público transmitir a sua preocupação em aumentar o número de médicos no nosso país, sendo que a medida que referi anteriormente, juntamente com o recrutamento de médicos estrangeiros, são as duas acções em perspectiva para combater a carência nos nossos serviços de saúde. Volto a questionar-me se a solução passa por trazer médicos cubanos, entre outros, para o nosso país em vez de aproveitarmos e ensinarmos os muitos jovens que pretendem seguir esta área, numa altura em que o desemprego possui percentagens deveras assustadoras?</p>
<p><span style="font-family:&#34;">    </span><span style="font-family:&#34;">    </span> É um facto que a privatização nesta área, veio carenciar ainda mais os nossos hospitais, e todas as medidas que possam ajudar a ultrapassar esta situação, terão que ser realmente bem-vindas.</p>
<p><span style="font-family:&#34;">    </span><span style="font-family:&#34;">    </span> A nossa ministra afirmou ainda, que existem 700 estudantes portugueses a estudar no estrangeiro, destes, 200 estão a terminar o curso. Não seria mais aconselhável trazer estes jovens para Portugal ao invés de trazer pessoas de outros continentes? (Não é que eu seja racista, porque realmente não o sou, mas acho mais proveitoso para o país &#8220;dar a mão&#8221; aos nossos, como se costuma dizer por cá)! Mas existe aqui uma situação que prendeu a minha atenção: estes jovens quando procuram regressar ao nosso país para exercer a sua actividade, são desvalorizados e ate discriminados, não só na obtenção de cargos, como nos salários. Parece-me portanto, que não seja muito aliciante para estes jovens prestar um serviço a um país que os obrigou a ir para fora, procurar realizar os seus sonhos, e que ainda por cima os discrimina no seu regresso.</p>
<p><span style="font-family:&#34;">    </span><span style="font-family:&#34;">    </span> Analisando outro aspecto, o reitor da Universidade de Lisboa, José Fernandes e Fernandes, veio afirmar publicamente que a universidade não poderá aumentar o número de vagas, porque não possui as condições necessárias para formar mais médicos, apontando como possível solução, a parceria com clínicas externas, para que estas pudessem fornecer a formação necessária aos alunos. Por isso, a intenção da nossa Ministra da Saúde de procurar trazer para cá alunos de medicina para terminar o curso, fica um pouco comprometida, visto que as nossas universidades não possuem as condições necessárias. Se não temos médicos e não temos capacidade para formar mais, sinceramente vejo muito difícil o melhoramento do país na tão importante área da Saúde.</p>
<p><span style="font-family:&#34;">    </span><span style="font-family:&#34;">    </span> Para concluir, deixo como minha opinião, que a solução passa por criar condições nas nossas universidades e melhorar o Ensino em geral, para que elas possam receber mais jovens alunos, que perseguem o sonho de exercer esta profissão (que tão difícil é!), fornecendo-lhes as condições necessárias para a sua formação não só como profissionais, mas como pessoas. Parece-me ainda, que seria benéfico especializar mais os nossos médicos, e abrir um maior número de vagas nas áreas da saúde que estão mais carenciadas. Evitando assim a aglomeração de médicos em algumas áreas, contrastando com a escassez em outras, também deveras importantes.</p>
<p><span style="font-family:&#34;">    </span><span style="font-family:&#34;">    </span> É urgente começar a pensar em melhorar muitos aspectos no nosso país, começando pela mentalidade, pois está a ocorrer uma fragmentação enorme ultimamente e por muito que me custe, não estou a ver um fim à vista.</p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;">Deixo-vos estas questões para reflectirem, porque ninguém irá melhorar o nosso país por nós!</p>
<p align="center">Até Breve!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enquete: 52% acreditam que moratória de 10 anos na abertura de novos cursos de medicina é melhor solução para resultados do Enade]]></title>
<link>http://falamedico.wordpress.com/2009/01/29/enquete-52-acreditam-moratoria-de-10-anos-na-abertura-de-novos-cursos-de-medicina-e-melhor-solucao-para-resultados-do-enade/</link>
<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 01:34:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>falamedico</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por: Taciana Giesel Em uma das enquetes realizadas no portal da Federação Nacional dos Médicos (FENA]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:x-small;"><strong>Por: Taciana Giesel</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:x-small;">Em uma das enquetes realizadas no portal da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), foi questionado qual seria a melhor solução para resolver o quadro do Exame Nacional de Desenvolvimento dos Estudantes (Enade). No último resultado do exame divulgado pelo Ministério da Educação (MEC), em agosto de 2008, </span><span style="color:black;"><span style="font-size:x-small;">dos 152 cursos de medicina avaliados, 30 receberam nota 1 e 2, que indica que o curso enfrenta muitas deficiências. Outros 49 cursos não receberam conceito por serem cursos novos ou por não apresentarem alunos suficientes para a avaliação.  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:black;"><span style="font-size:x-small;">O resultado da enquete mostrou que 52% acreditam que a melhor solução é criar uma moratória de 10 anos para a abertura de novas escolas de medicina, evitando assim, que novos cursos sem estrutura adequada sejam abertos. </span></span><span style="color:black;"><span style="font-size:x-small;"><br />
</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:black;"><span style="font-size:x-small;">Em segundo lugar, com 17% dos votos, ficou a opção de que a melhor solução seria fechar os cursos reprovados pelo Enade. E 12% disseram que o ideal seria criar um sistema de provas ao final de cada dia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:black;"><span style="font-size:x-small;">E você,  leitor do Blog Fala Médico? Na sua opinião qual seria a melhor solução para resolver ou acabar com as notas baixas obtidas pelos estudantes de medicina no Enade? Dê opinião! </span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Quais as maiores dificuldades dos recém-formados em Medicina?]]></title>
<link>http://falamedico.wordpress.com/2008/11/11/quais-as-maiores-dificuldades-dos-recem-formados-em-medicina/</link>
<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 15:32:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>falamedico</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por: Taciana Giesel Entrevistamos alunos e coordenadores dos cursos de Medicina para saber quais são]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Por: Taciana Giesel</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Entrevistamos alunos e coordenadores dos cursos de Medicina para saber quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelos médicos recém-formados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A coordenadora do curso de medicina da Universidade Católica, em Brasília, Dra. Fábia Lassance, por exemplo, acredita que o recém formado tem uma dificuldade própria: a falta de experiência e de bagagem do exercício do dia-a-dia do profissional. Segundo a doutora, as situações em que o recém formado mais sente dificuldades é atuando nas emergências. “As situações que deixam os estudantes mais inseguros são as situações de pronto-socorro, porque são situações que exigem ações médicas muito imediatas que, às vezes, o estudante ou o recém formado tem mais dificuldades.”<span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Já para o residente do Hospital Universitário de Brasília (HuB), Marcos Barros Melo, a grande demanda das atividades práticas não permite tempo para o estudo. “Deveríamos ter um tempo mais em casa para estudar o que vimos na prática, mas nem sempre possível. Temos que dar muitos plantões e ficar em média 12 horas diárias aqui (no hospital), então quando chego em casa estou muito cansado e tenho que ficar virando a noite para poder estudar,” desabafa Marcos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Bernardo Martins de Oliveira, aluno da Universidade Católica, acha que a maior dificuldade seja a inserção do recém-formado no mercado de trabalho. “Tem muito profissional qualificado no mercado e às vezes o recém-formado não tem o crédito que este profissional já possui,” acredita. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Estas e outras entrevistas estão disponíveis no vídeo abaixo:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/zRefaZD-TBc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/zRefaZD-TBc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudantes analisam a qualidade de ensino das Faculdades de Medicina]]></title>
<link>http://falamedico.wordpress.com/2008/11/05/estudantes-analisam-a-qualidade-de-ensino-das-faculdades-de-medicina/</link>
<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 14:51:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>falamedico</dc:creator>
<guid>http://falamedico.wordpress.com/2008/11/05/estudantes-analisam-a-qualidade-de-ensino-das-faculdades-de-medicina/</guid>
<description><![CDATA[Por: Taciana Giesel   Conversamos com estudantes e residentes de medicina sobre a qualidade de ensin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Por: Taciana Giesel</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Conversamos com estudantes e residentes de medicina sobre a qualidade de ensino das faculdades de medicina no Brasil. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Leandro Correia Machado, estudante de medicina da Universidade de Brasília, por exemplo, disse que a qualidade em geral é boa, mas que com o grande número de novas escolas de medicina existe a precarização do ensino médico. “Existem escolas que têm apenas cunho capitalista, somente para ganhar dinheiro e os estudantes não têm acesso a laboratórios de qualidade, professores de qualidade, ensino e pesquisas.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Para Pablo Kakay, a qualidade deixa a desejar. Segundo Pablo, o maior problema é o distanciamento entre a teoria e a prática. “Agente fica muito desintegrado, ficamos dois anos sem contato com a prática. E, mesmo depois das aulas práticas, não ficamos tão integrado com a realidade do SUS que vamos enfrentar depois que o curso acabar.” </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">As entrevistas completas estão disponíveis no vídeo abaixo: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><strong>E você? Como analisa a qualidade de ensino das Faculdades de Medicina?</strong></span> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/RtVq9RxXuQo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/RtVq9RxXuQo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudantes de medicina prestam serviços à comunidade durante Feira de Saúde]]></title>
<link>http://falamedico.wordpress.com/2008/10/02/estudantes-de-medicina-prestam-servicos-a-comunidade-durante-feira-de-saude/</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 13:43:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>falamedico</dc:creator>
<guid>http://falamedico.wordpress.com/2008/10/02/estudantes-de-medicina-prestam-servicos-a-comunidade-durante-feira-de-saude/</guid>
<description><![CDATA[Por: Taciana Giesel Estudantes de medicina e profissionais da saúde se reuniram durante a Feira de S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Por: Taciana Giesel</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Estudantes de medicina e profissionais da saúde se reuniram durante a Feira de Saúde do Hospital Universitário de Brasília, realizada de 26 a 27 de setembro. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A Feira foi organizada pela Universidade de Brasília e ofereceu serviços gratuitos à Sociedade além de esclarecer dúvidas sobre doenças como diabetes, colesterol e pressão alta. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">De acordo com o estudante Nathan Almeida, a iniciativa da universidade possibilita além da formação científica do médico a humanização do profissional com o paciente. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Confira o vídeo da matéria:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/qWokI8N02Zs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/qWokI8N02Zs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saída de Dantas facilita reforma do curso da Famed, diz diretor ]]></title>
<link>http://dicasparaovestibular.wordpress.com/2008/05/08/saida-de-dantas-facilita-reforma-do-curso-da-famed-diz-diretor/</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 19:42:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye27</dc:creator>
<guid>http://dicasparaovestibular.wordpress.com/2008/05/08/saida-de-dantas-facilita-reforma-do-curso-da-famed-diz-diretor/</guid>
<description><![CDATA[José Tavares Neto afirma que o ex-coordenador do curso &#8217;sempre se posicionava contra as mudanç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">José Tavares Neto afirma que o ex-coordenador do curso &#8217;sempre se posicionava contra as mudanças&#8217;</span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">O diretor da Faculdade de Medicina (Famed) da Universidade Federal da Bahia (Ufba), José Tavares Neto, acredita que o afastamento do coordenador do colegiado da faculdade, Antonio Natalino Manta Dantas, de 69 anos, vai facilitar a implementação da reforma curricular do curso. &#8220;Ele se posicionava contra as mudanças, que estamos tentando implantar desde 2005 e que são necessárias para a melhoria do curso como um todo&#8221;, afirma Tavares Neto. &#8220;A saída dele deve acelerar o processo.&#8221; </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Dantas anunciou, no domingo, 4, que renuncia ao cargo de coordenador, cinco dias depois de afirmar que os estudantes baianos tinham &#8220;déficit de inteligência&#8221; quando comparados com os de outros lugares e que o sistema de cotas exerce &#8220;contaminação&#8221; entre os universitários. As declarações foram dadas pelo coordenador para justificar o mau rendimento dos alunos da Famed no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), o que levou o curso de Medicina a figurar na lista dos 17 sob supervisão do Ministério da Educação (MEC). </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Em nota oficial, Dantas pediu desculpa pelas afirmações &#8211; que atribuiu tanto a &#8220;um estado emocionalmente comprometido e por uma profunda tristeza, uma irritação incomum e um assomo de destempero&#8221; quanto a pressões de jornalistas, que teriam feito perguntas &#8220;para criar polêmica.&#8221; Desde a divulgação da nota, o coordenador não foi mais encontrado. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Na terça-feira, 6, o Conselho do Colegiado da Famed reúne-se para analisar o pedido de afastamento de Dantas. Tavares Neto adianta que a reunião deve confirmar o afastamento do coordenador de seu cargo, mas não do quadro de professores da instituição &#8211; o que deve ocorrer apenas em setembro, quando Dantas completa 70 anos.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">Assembléia </span></strong><strong></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Tavares Neto participou, na manhã desta segunda-feira, 5, de uma assembléia da faculdade, junto com outros professores e alunos da instituição, no auditório da Famed no bairro do Canela, em Salvador. Em pauta, as declarações de Dantas e a baixa nota no Enade. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">No encontro, o Diretório Central dos Estudantes da Ufba cobrou da reitoria uma sindicância interna em todas as faculdades da instituição. &#8220;Queremos encontrar todos os focos de racismo que existem na universidade&#8221;, afirma o diretor do DCE, Emanuel Freire. O pedido foi acatado na assembléia e será oficialmente apresentado nesta terça-feira ao reitor Naomar de Almeida Filho.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">A nota obtida pela Famed no Enade também dominou os debates. &#8220;A situação é crítica&#8221;, resume o diretor do Diretório Acadêmico da Famed, Rafael dos Santos Gonçalves. De acordo com ele, &#8220;muitos estudantes&#8221; confirmaram ter boicotado o Enade, entregando provas em branco ou não totalmente respondidas, mas o fato não deve ser usado para ocultar outros problemas da instituição. &#8220;Temos uma carência muito grande no que se refere à parte prática do curso&#8221;, afirma. &#8220;O Hospital Universitário não tem condições de absorver os alunos.&#8221;</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">O diretor da instituição concorda &#8211; e pleiteia a redução do número de vagas no vestibular da Famed, enquanto os problemas de infra-estrutura não são sanados. Hoje, a faculdade absorve 60 novos alunos por ano. Esta semana, a Câmara de Graduação da Ufba, composta por 15 professores e três alunos, representantes de todas as áreas da universidade, começa uma auditoria acadêmica na Famed, a pedido do reitor. O principal foco da análise é a possível redução de vagas.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">&#8220;A nota do Enade pode ser enganosa, por causa do boicote que os próprios estudantes admitem, mas precisamos fazer nossa lição de casa para conseguirmos a qualidade de ensino que desejamos&#8221;, diz Tavares Neto. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span>Veja também:</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span><a href="http://dicasparaovestibular.wordpress.com/2008/05/02/curso-%e2%80%9cisolado%e2%80%9d-de-medicina-tem-melhores-notas/" target="_blank">Curso isolado de medicina tem melhores notas.</a></span></p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Medicina da UFBA aceita renúncia de coordenador]]></title>
<link>http://universidadeefaculdade.wordpress.com/2008/05/07/medicina-da-ufba-aceita-renuncia-de-coordenador/</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 18:41:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye13</dc:creator>
<guid>http://universidadeefaculdade.wordpress.com/2008/05/07/medicina-da-ufba-aceita-renuncia-de-coordenador/</guid>
<description><![CDATA[Em reunião da Congregação da Faculdade de Medicina (Fameb) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Em reunião da Congregação da Faculdade de Medicina (Fameb) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), realizada hoje, os professores e representantes acadêmicos da instituição resolveram aceitar a renúncia do ex-coordenador do curso Antonio Natalino Manta Dantas e nomearam, por unanimidade, a professora Helenemarie Schaer Barbosa para o posto. Dantas anunciou no domingo a saída.</p>
<p>Ele havia causado polêmica, cinco dias antes, ao tentar justificar os maus resultados da Fameb no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), alegando que os alunos baianos tinham &#8220;déficit de inteligência&#8221; em comparação com os de outros lugares e que sofriam &#8220;contaminação&#8221; por causa do sistema de cotas.</p>
<p>Doutora em anatomia patológica, Helenemarie foi nomeada por ser o mais antigo membro do colegiado &#8211; leciona na faculdade há 32 anos. &#8220;Mais importante, porém, é o fato de ser ela a principal responsável pelo projeto de reforma curricular da instituição&#8221;, disse o diretor da faculdade, José Tavares Neto. &#8220;Dentro da faculdade, a professora era a principal antagonista do professor Dantas. Ela sofreu grandes pressões enquanto ele era o coordenador.&#8221;</p>
<p>De acordo com Tavares Neto, a decisão da congregação foi acertada. &#8220;Dantas era muito apegado a tradições, liderava a resistência contra as reformas, e a diretoria não tem ascendência sobre o colegiado&#8221;, afirmou. &#8220;A nomeação deve facilitar a implementação dos projetos&#8221;. A professora não foi localizada para comentar a nomeação.</p>
<p><strong>Diretoria</strong></p>
<p>Depois do encontro do conselho, a diretoria da escola superior divulgou duas notas oficiais, uma relativa à reunião e outra referente à assembléia realizada ontem, entre professores, estudantes e funcionários. Nas duas, a Fameb repudia e pede desculpas pelas afirmações do ex-coordenador do curso de Medicina da faculdade, cobra medidas administrativas contra ele e requer soluções, ao Conselho Universitário (Consuni), ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) e à administração central da UFBA, para as &#8220;gravíssimas deficiências do curso médico da FMB&#8221;, registradas em &#8220;pretéritas avaliações (&#8230;) de 20 de julho e de 14 de Setembro de 2004, (&#8230;) tempestivamente encaminhadas aos colegiados superiores da UFBA&#8221;.</p>
<p>&#8220;Passados quatro anos daquele pedido desta congregação ao Consepe-UFBA, qualquer auditoria acadêmica é, no mínimo, o reiterado desconhecimento sobre as reais e atuais condições do curso médico na FMB-UFBA&#8221;, diz o comunicado, sobre a convocação, na sexta-feira, por parte do reitor Naomar de Almeida Filho, da Câmara de Graduação da universidade, para realizar a auditoria. </span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-family:&#34;">Veja mais em:</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-family:&#34;"><a href="http://universidadeefaculdade.wordpress.com/2008/05/05/coordenador-da-faculdade-de-medicina-da-ufba-renuncia/" target="_blank">Coordenador da faculdade de medicina da Ufba renuncia</a></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Medicina da UFBA aceita renúncia de coordenador]]></title>
<link>http://professorparticular.wordpress.com/2008/05/07/medicina-da-ufba-aceita-renuncia-de-coordenador/</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 18:24:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye26</dc:creator>
<guid>http://professorparticular.wordpress.com/2008/05/07/medicina-da-ufba-aceita-renuncia-de-coordenador/</guid>
<description><![CDATA[Em reunião da Congregação da Faculdade de Medicina (Fameb) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Em reunião da Congregação da Faculdade de Medicina (Fameb) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), realizada hoje, os professores e representantes acadêmicos da instituição resolveram aceitar a renúncia do ex-coordenador do curso Antonio Natalino Manta Dantas e nomearam, por unanimidade, a professora Helenemarie Schaer Barbosa para o posto. Dantas anunciou no domingo a saída.</p>
<p>Ele havia causado polêmica, cinco dias antes, ao tentar justificar os maus resultados da Fameb no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), alegando que os alunos baianos tinham &#8220;déficit de inteligência&#8221; em comparação com os de outros lugares e que sofriam &#8220;contaminação&#8221; por causa do sistema de cotas.</p>
<p>Doutora em anatomia patológica, Helenemarie foi nomeada por ser o mais antigo membro do colegiado &#8211; leciona na faculdade há 32 anos. &#8220;Mais importante, porém, é o fato de ser ela a principal responsável pelo projeto de reforma curricular da instituição&#8221;, disse o diretor da faculdade, José Tavares Neto. &#8220;Dentro da faculdade, a professora era a principal antagonista do professor Dantas. Ela sofreu grandes pressões enquanto ele era o coordenador.&#8221;</p>
<p>De acordo com Tavares Neto, a decisão da congregação foi acertada. &#8220;Dantas era muito apegado a tradições, liderava a resistência contra as reformas, e a diretoria não tem ascendência sobre o colegiado&#8221;, afirmou. &#8220;A nomeação deve facilitar a implementação dos projetos&#8221;. A professora não foi localizada para comentar a nomeação.</p>
<p><strong>Diretoria</strong></p>
<p>Depois do encontro do conselho, a diretoria da escola superior divulgou duas notas oficiais, uma relativa à reunião e outra referente à assembléia realizada ontem, entre professores, estudantes e funcionários. Nas duas, a Fameb repudia e pede desculpas pelas afirmações do ex-coordenador do curso de Medicina da faculdade, cobra medidas administrativas contra ele e requer soluções, ao Conselho Universitário (Consuni), ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) e à administração central da UFBA, para as &#8220;gravíssimas deficiências do curso médico da FMB&#8221;, registradas em &#8220;pretéritas avaliações (&#8230;) de 20 de julho e de 14 de Setembro de 2004, (&#8230;) tempestivamente encaminhadas aos colegiados superiores da UFBA&#8221;.</p>
<p>&#8220;Passados quatro anos daquele pedido desta congregação ao Consepe-UFBA, qualquer auditoria acadêmica é, no mínimo, o reiterado desconhecimento sobre as reais e atuais condições do curso médico na FMB-UFBA&#8221;, diz o comunicado, sobre a convocação, na sexta-feira, por parte do reitor Naomar de Almeida Filho, da Câmara de Graduação da universidade, para realizar a auditoria. </span></p>
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<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-family:&#34;">Veja mais em:</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-family:&#34;"><a href="http://professorparticular.wordpress.com/2008/05/05/coordenador-da-faculdade-de-medicina-da-ufba-renuncia/" target="_blank">Coordenador da faculdade de medicina da Ufba renuncia</a></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Medicina da UFBA aceita renúncia de coordenador]]></title>
<link>http://passenovestibular.wordpress.com/2008/05/07/medicina-da-ufba-aceita-renuncia-de-coordenador/</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 18:06:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye25</dc:creator>
<guid>http://passenovestibular.wordpress.com/2008/05/07/medicina-da-ufba-aceita-renuncia-de-coordenador/</guid>
<description><![CDATA[Em reunião da Congregação da Faculdade de Medicina (Fameb) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Em reunião da Congregação da Faculdade de Medicina (Fameb) da Universidade Federal da </span><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Bahia (UFBA), realizada hoje, os professores e representantes acadêmicos da instituição resolveram aceitar a renúncia do ex-coordenador do curso Antonio Natalino Manta Dantas e nomearam, por unanimidade, a professora Helenemarie Schaer Barbosa para o posto. Dantas anunciou no domingo a saída.</p>
<p>Ele havia causado polêmica, cinco dias antes, ao tentar justificar os maus resultados da Fameb no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), alegando que os alunos baianos tinham &#8220;déficit de inteligência&#8221; em comparação com os de outros lugares e que sofriam &#8220;contaminação&#8221; por causa do sistema de cotas.</p>
<p>Doutora em anatomia patológica, Helenemarie foi nomeada por ser o mais antigo membro do colegiado &#8211; leciona na faculdade há 32 anos. &#8220;Mais importante, porém, é o fato de ser ela a principal responsável pelo projeto de reforma curricular da instituição&#8221;, disse o diretor da faculdade, José Tavares Neto. &#8220;Dentro da faculdade, a professora era a principal antagonista do professor Dantas. Ela sofreu grandes pressões enquanto ele era o coordenador.&#8221;</p>
<p>De acordo com Tavares Neto, a decisão da congregação foi acertada. &#8220;Dantas era muito apegado a tradições, liderava a resistência contra as reformas, e a diretoria não tem ascendência sobre o colegiado&#8221;, afirmou. &#8220;A nomeação deve facilitar a implementação dos projetos&#8221;. A professora não foi localizada para comentar a nomeação.</p>
<p><strong>Diretoria</strong></p>
<p>Depois do encontro do conselho, a diretoria da escola superior divulgou duas notas oficiais, uma relativa à reunião e outra referente à assembléia realizada ontem, entre professores, estudantes e funcionários. Nas duas, a Fameb repudia e pede desculpas pelas afirmações do ex-coordenador do curso de Medicina da faculdade, cobra medidas administrativas contra ele e requer soluções, ao Conselho Universitário (Consuni), ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) e à administração central da UFBA, para as &#8220;gravíssimas deficiências do curso médico da FMB&#8221;, registradas em &#8220;pretéritas avaliações (&#8230;) de 20 de julho e de 14 de Setembro de 2004, (&#8230;) tempestivamente encaminhadas aos colegiados superiores da UFBA&#8221;.</p>
<p>&#8220;Passados quatro anos daquele pedido desta congregação ao Consepe-UFBA, qualquer auditoria acadêmica é, no mínimo, o reiterado desconhecimento sobre as reais e atuais condições do curso médico na FMB-UFBA&#8221;, diz o comunicado, sobre a convocação, na sexta-feira, por parte do reitor Naomar de Almeida Filho, da Câmara de Graduação da universidade, para realizar a auditoria.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">
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<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-family:&#34;">Veja mais em:</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-family:&#34;"><a href="http://passenovestibular.wordpress.com/2008/05/05/coordenador-da-faculdade-de-medicina-da-ufba-renuncia/" target="_blank">Coordenador da faculdade de medicina da Ufba renuncia</a></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saída de Dantas facilita reforma do curso da Famed, diz diretor ]]></title>
<link>http://dicasvestibular.wordpress.com/2008/05/06/saida-de-dantas-facilita-reforma-do-curso-da-famed-diz-diretor/</link>
<pubDate>Tue, 06 May 2008 14:45:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye7</dc:creator>
<guid>http://dicasvestibular.wordpress.com/2008/05/06/saida-de-dantas-facilita-reforma-do-curso-da-famed-diz-diretor/</guid>
<description><![CDATA[José Tavares Neto afirma que o ex-coordenador do curso &#8217;sempre se posicionava contra as mudanç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">José Tavares Neto afirma que o ex-coordenador do curso &#8217;sempre se posicionava contra as mudanças&#8217;</span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O diretor da Faculdade de Medicina (Famed) da Universidade Federal da Bahia (Ufba), José Tavares Neto, acredita que o afastamento do coordenador do colegiado da faculdade, Antonio Natalino Manta Dantas, de 69 anos, vai facilitar a implementação da reforma curricular do curso. &#8220;Ele se posicionava contra as mudanças, que estamos tentando implantar desde 2005 e que são necessárias para a melhoria do curso como um todo&#8221;, afirma Tavares Neto. &#8220;A saída dele deve acelerar o processo.&#8221; </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Dantas anunciou, no domingo, 4, que renuncia ao cargo de coordenador, cinco dias depois de afirmar que os estudantes baianos tinham &#8220;déficit de inteligência&#8221; quando comparados com os de outros lugares e que o sistema de cotas exerce &#8220;contaminação&#8221; entre os universitários. As declarações foram dadas pelo coordenador para justificar o mau rendimento dos alunos da Famed no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), o que levou o curso de Medicina a figurar na lista dos 17 sob supervisão do Ministério da Educação (MEC). </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Em nota oficial, Dantas pediu desculpa pelas afirmações &#8211; que atribuiu tanto a &#8220;um estado emocionalmente comprometido e por uma profunda tristeza, uma irritação incomum e um assomo de destempero&#8221; quanto a pressões de jornalistas, que teriam feito perguntas &#8220;para criar polêmica.&#8221; Desde a divulgação da nota, o coordenador não foi mais encontrado. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Na terça-feira, 6, o Conselho do Colegiado da Famed reúne-se para analisar o pedido de afastamento de Dantas. Tavares Neto adianta que a reunião deve confirmar o afastamento do coordenador de seu cargo, mas não do quadro de professores da instituição &#8211; o que deve ocorrer apenas em setembro, quando Dantas completa 70 anos.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Assembléia </span></strong><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"></span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Tavares Neto participou, na manhã desta segunda-feira, 5, de uma assembléia da faculdade, junto com outros professores e alunos da instituição, no auditório da Famed no bairro do Canela, em Salvador. Em pauta, as declarações de Dantas e a baixa nota no Enade. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">No encontro, o Diretório Central dos Estudantes da Ufba cobrou da reitoria uma sindicância interna em todas as faculdades da instituição. &#8220;Queremos encontrar todos os focos de racismo que existem na universidade&#8221;, afirma o diretor do DCE, Emanuel Freire. O pedido foi acatado na assembléia e será oficialmente apresentado nesta terça-feira ao reitor Naomar de Almeida Filho.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">A nota obtida pela Famed no Enade também dominou os debates. &#8220;A situação é crítica&#8221;, resume o diretor do Diretório Acadêmico da Famed, Rafael dos Santos Gonçalves. De acordo com ele, &#8220;muitos estudantes&#8221; confirmaram ter boicotado o Enade, entregando provas em branco ou não totalmente respondidas, mas o fato não deve ser usado para ocultar outros problemas da instituição. &#8220;Temos uma carência muito grande no que se refere à parte prática do curso&#8221;, afirma. &#8220;O Hospital Universitário não tem condições de absorver os alunos.&#8221;</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O diretor da instituição concorda &#8211; e pleiteia a redução do número de vagas no vestibular da Famed, enquanto os problemas de infra-estrutura não são sanados. Hoje, a faculdade absorve 60 novos alunos por ano. Esta semana, a Câmara de Graduação da Ufba, composta por 15 professores e três alunos, representantes de todas as áreas da universidade, começa uma auditoria acadêmica na Famed, a pedido do reitor. O principal foco da análise é a possível redução de vagas.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">&#8220;A nota do Enade pode ser enganosa, por causa do boicote que os próprios estudantes admitem, mas precisamos fazer nossa lição de casa para conseguirmos a qualidade de ensino que desejamos&#8221;, diz Tavares Neto. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-family:&#34;">Veja também:</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-family:&#34;"><a href="http://dicasvestibular.wordpress.com/2008/05/02/curso-isolado-de-medicina-tem-melhores-notas/" target="_blank">Curso isolado de medicina tem melhores notas.</a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coordenador da faculdade de medicina da Ufba renuncia]]></title>
<link>http://professorparticular.wordpress.com/2008/05/05/coordenador-da-faculdade-de-medicina-da-ufba-renuncia/</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 15:51:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye26</dc:creator>
<guid>http://professorparticular.wordpress.com/2008/05/05/coordenador-da-faculdade-de-medicina-da-ufba-renuncia/</guid>
<description><![CDATA[Dantas causou polêmica ao afirmar que os estudantes baianos tinham &#8220;déficit de inteligência]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><strong>Dantas causou polêmica ao afirmar que os estudantes baianos tinham &#8220;déficit de inteligência&#8221;</strong></span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O coordenador do colegiado da Faculdade de Medicina (Famed) da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Antonio Natalino Manta Dantas, anunciou, em nota distribuída neste domingo, que renuncia ao cargo. Dantas causou polêmica ao afirmar que os estudantes baianos tinham &#8220;déficit de inteligência&#8221; em comparação com os de outros lugares e que sofriam &#8220;contaminação&#8221; por causa do sistema de cotas. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">As afirmações foram feitas como justificativa para o baixo rendimento da Famed no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e no Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD), do Ministério da Educação (MEC).</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Na nota, ele afirma ter renunciado ao cargo de coordenador no dia 30 e pede desculpas pelas declarações. &#8220;Por força de um estado emocionalmente comprometido e por uma profunda tristeza, uma irritação incomum e um assomo de destempero arrastaram-me a uma manifestação inadequada, da qual expressamente me redimo&#8221;, diz o texto. &#8220;Ela não reflete o que vem do meu íntimo, não traduz o meu pensamento, o que, aliás, vem sendo reconhecido e externado pelas pessoas que me conhecem.&#8221;</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Em alguns trechos da nota, o professor afirma que as declarações foram dadas por pressão de jornalistas &#8211; como quando disse que o berimbau, um dos símbolos da Bahia, é o &#8220;típico instrumento de quem tem poucos neurônios&#8221;. &#8220;Fui incisivamente indagado por jornalistas acerca do meu gosto musical, o que certamente foi feito para criar polêmica&#8221;, justifica.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">As afirmações de Dantas levaram o Ministério Público Federal a instaurar um procedimento administrativo, com o objetivo de apurar se houve conteúdo discriminatório &#8220;racial ou de procedência&#8221; em suas afirmações. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Na manhã desta segunda-feira, estudantes e professores da Famed reúnem-se em assembléia para analisar a situação da faculdade. Na terça, é a vez de o colegiado da instituição se reunir para definir ações que combatam o mau desempenho nas avaliações. Durante a semana, a Câmara de Graduação da Ufba começa uma auditoria acadêmica na Famed, a pedido do reitor Naomar Almeida Filho.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Confira a íntegra da nota enviada pelo professor:</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Com referência ao noticiário veiculado nos meios de comunicação acerca das declarações por mim prestadas sobre o mau desempenho dos estudantes da Faculdade de Medicina da Bahia no ENADE (Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes), esclareço à comunidade que aquelas palavras não refletiram o meu sentimento interior e não condizem com a minha história de vida, notadamente com a minha vida acadêmica. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Pessoas que privam do meu convívio diário conhecem a minha simplicidade, o meu perfil democrático, o meu senso de justiça e o lhano trato que dispenso aos estudantes, professores, funcionários, pacientes, enfim, a todas as pessoas, sem distinção de qualquer natureza. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Não sou racista e não tenho restrições à inteligência da comunidade baiana ou qualquer outra, até mesmo por razões científicas. Na condição de Professor Universitário da área médica, tenho perfeito conhecimento que, haja vista a apresentação tão homogênea do genoma na espécie humana, não se permite precisar ou definir a existência real de raças entre os indivíduos. Em outras palavras: os seres humanos são biologicamente iguais. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Instado por jornalistas para justificar o baixo desempenho dos estudantes de Medicina no ENADE, e insistentemente cobrado a me manifestar sobre um resultado que ainda não era de meu conhecimento, fui colhido de surpresa. Por força de um estado emocionalmente comprometido e por uma profunda tristeza, uma irritação incomum e um assomo de destempero arrastaram-me a uma manifestação inadequada, da qual expressamente me redimo. Ela não reflete o que vem do meu íntimo, não traduz o meu pensamento, o que, aliás, vem sendo reconhecido e externado pelas pessoas que me conhecem. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Além disso, algumas das minhas declarações foram publicadas de forma descontextualizada, o que culminou num sem número de interpretações distorcidas e equivocadas, todas elas distantes do meu propósito e do seu real significado. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Se efetivamente entendesse ter o baiano QI baixo, não teria ressaltado, na mesma ocasião, o bom desempenho alcançado no ENADE pelos estudantes da Faculdade de Medicina de Ilhéus e da Faculdade de Direito da UFBA, que também são baianos. Demais disto, sou baiano, como de resto toda a minha família e os mais longínquos dos meus ancestrais. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Conforme declarei, várias podem ter sido as causas que levaram os estudantes de Medicina ao desempenho insatisfatório. Ante a insistência para que eu apontasse a causa desse resultado, limitei-me a esclarecer que isso certamente decorria da soma de múltiplos fatores. Jamais tive a intenção de apontar o sistema de cotas, tampouco a implantação intempestiva da transformação curricular, como causa direta do resultado. Num universo de possibilidades, não posicionei certezas. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Dos meus quase setenta anos de vida, quarenta e dois foram dedicados ao ensino da medicina, sempre tendo mantido com os estudantes um trato amistoso e sem incidência de problemas. Tenho respeito e admiração pelos mesmos, que são selecionados por um altamente competitivo e qualificado exame vestibular. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Embora isso nada tenha a ver com o ENADE, fui incisivamente indagado por jornalistas acerca do meu gosto musical, o que certamente foi feito para criar polêmica relativamente à cultura afro-brasileira. Esclareço ter minhas preferências musicais, que são ou não coincidentes com as de outras pessoas, e tenho toda a liberdade de expressá-las. Aliás, como bem disse, recentemente, o Ministro Ayres Britto, do STF, a liberdade de expressão é a maior expressão da liberdade. Respeito os gostos alheios e queiram me desculpar aqueles onde o meu desagrado recaiu. Sobre o berimbau, por exemplo, a minha falta de familiaridade com o mesmo me levou a uma noção distorcida. Diante das explicações dadas nos últimos dias pelos experts, contudo, passei a concebê-lo como um instrumento musical complexo e de difícil execução. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Por outro lado, acrescento que esses resultados do ENADE referem-se a período anterior a minha gestão de coordenador do curso de graduação da FAMEB, cargo para o qual fui eleito há tão somente um ano, por unanimidade dos membros presentes na sessão, dentre professores e representantes estudantis. Entretanto, em razão da repercussão e o mal-estar causado pela interpretação dada às minhas declarações, comuniquei a minha renúncia ao Sr. Diretor da Faculdade no último dia 30. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Por fim, que fique evidente: não sou racista ou preconceituoso e acredito em Deus. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Peço desculpas. Não tive a intenção de ofender a quem quer que seja. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">ANTONIO NATALINO MANTA DANTAS&#8221;</span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing"><a href="http://professorparticular.wordpress.com/2008/04/08/educacao-pela-internet/" target="_blank">Educação pela internet.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coordenador da faculdade de medicina da Ufba renuncia]]></title>
<link>http://passenovestibular.wordpress.com/2008/05/05/coordenador-da-faculdade-de-medicina-da-ufba-renuncia/</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 15:37:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye25</dc:creator>
<guid>http://passenovestibular.wordpress.com/2008/05/05/coordenador-da-faculdade-de-medicina-da-ufba-renuncia/</guid>
<description><![CDATA[Dantas causou polêmica ao afirmar que os estudantes baianos tinham &#8220;déficit de inteligência]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Dantas causou polêmica ao afirmar que os estudantes baianos tinham &#8220;déficit de inteligência&#8221;</span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">O coordenador do colegiado da Faculdade de Medicina (Famed) da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Antonio Natalino Manta Dantas, anunciou, em nota distribuída neste domingo, que renuncia ao cargo. Dantas causou polêmica ao afirmar que os estudantes baianos tinham &#8220;déficit de inteligência&#8221; em comparação com os de outros lugares e que sofriam &#8220;contaminação&#8221; por causa do sistema de cotas. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">As afirmações foram feitas como justificativa para o baixo rendimento da Famed no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e no Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD), do Ministério da Educação (MEC).</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Na nota, ele afirma ter renunciado ao cargo de coordenador no dia 30 e pede desculpas pelas declarações. &#8220;Por força de um estado emocionalmente comprometido e por uma profunda tristeza, uma irritação incomum e um assomo de destempero arrastaram-me a uma manifestação inadequada, da qual expressamente me redimo&#8221;, diz o texto. &#8220;Ela não reflete o que vem do meu íntimo, não traduz o meu pensamento, o que, aliás, vem sendo reconhecido e externado pelas pessoas que me conhecem.&#8221;</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Em alguns trechos da nota, o professor afirma que as declarações foram dadas por pressão de jornalistas &#8211; como quando disse que o berimbau, um dos símbolos da Bahia, é o &#8220;típico instrumento de quem tem poucos neurônios&#8221;. &#8220;Fui incisivamente indagado por jornalistas acerca do meu gosto musical, o que certamente foi feito para criar polêmica&#8221;, justifica.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">As afirmações de Dantas levaram o Ministério Público Federal a instaurar um procedimento administrativo, com o objetivo de apurar se houve conteúdo discriminatório &#8220;racial ou de procedência&#8221; em suas afirmações. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Na manhã desta segunda-feira, estudantes e professores da Famed reúnem-se em assembléia para analisar a situação da faculdade. Na terça, é a vez de o colegiado da instituição se reunir para definir ações que combatam o mau desempenho nas avaliações. Durante a semana, a Câmara de Graduação da Ufba começa uma auditoria acadêmica na Famed, a pedido do reitor Naomar Almeida Filho.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">Confira a íntegra da nota enviada pelo professor:</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Com referência ao noticiário veiculado nos meios de comunicação acerca das declarações por mim prestadas sobre o mau desempenho dos estudantes da Faculdade de Medicina da Bahia no ENADE (Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes), esclareço à comunidade que aquelas palavras não refletiram o meu sentimento interior e não condizem com a minha história de vida, notadamente com a minha vida acadêmica. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Pessoas que privam do meu convívio diário conhecem a minha simplicidade, o meu perfil democrático, o meu senso de justiça e o lhano trato que dispenso aos estudantes, professores, funcionários, pacientes, enfim, a todas as pessoas, sem distinção de qualquer natureza. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Não sou racista e não tenho restrições à inteligência da comunidade baiana ou qualquer outra, até mesmo por razões científicas. Na condição de Professor Universitário da área médica, tenho perfeito conhecimento que, haja vista a apresentação tão homogênea do genoma na espécie humana, não se permite precisar ou definir a existência real de raças entre os indivíduos. Em outras palavras: os seres humanos são biologicamente iguais. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Instado por jornalistas para justificar o baixo desempenho dos estudantes de Medicina no ENADE, e insistentemente cobrado a me manifestar sobre um resultado que ainda não era de meu conhecimento, fui colhido de surpresa. Por força de um estado emocionalmente comprometido e por uma profunda tristeza, uma irritação incomum e um assomo de destempero arrastaram-me a uma manifestação inadequada, da qual expressamente me redimo. Ela não reflete o que vem do meu íntimo, não traduz o meu pensamento, o que, aliás, vem sendo reconhecido e externado pelas pessoas que me conhecem. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Além disso, algumas das minhas declarações foram publicadas de forma descontextualizada, o que culminou num sem número de interpretações distorcidas e equivocadas, todas elas distantes do meu propósito e do seu real significado. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Se efetivamente entendesse ter o baiano QI baixo, não teria ressaltado, na mesma ocasião, o bom desempenho alcançado no ENADE pelos estudantes da Faculdade de Medicina de Ilhéus e da Faculdade de Direito da UFBA, que também são baianos. Demais disto, sou baiano, como de resto toda a minha família e os mais longínquos dos meus ancestrais. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Conforme declarei, várias podem ter sido as causas que levaram os estudantes de Medicina ao desempenho insatisfatório. Ante a insistência para que eu apontasse a causa desse resultado, limitei-me a esclarecer que isso certamente decorria da soma de múltiplos fatores. Jamais tive a intenção de apontar o sistema de cotas, tampouco a implantação intempestiva da transformação curricular, como causa direta do resultado. Num universo de possibilidades, não posicionei certezas. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Dos meus quase setenta anos de vida, quarenta e dois foram dedicados ao ensino da medicina, sempre tendo mantido com os estudantes um trato amistoso e sem incidência de problemas. Tenho respeito e admiração pelos mesmos, que são selecionados por um altamente competitivo e qualificado exame vestibular. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Embora isso nada tenha a ver com o ENADE, fui incisivamente indagado por jornalistas acerca do meu gosto musical, o que certamente foi feito para criar polêmica relativamente à cultura afro-brasileira. Esclareço ter minhas preferências musicais, que são ou não coincidentes com as de outras pessoas, e tenho toda a liberdade de expressá-las. Aliás, como bem disse, recentemente, o Ministro Ayres Britto, do STF, a liberdade de expressão é a maior expressão da liberdade. Respeito os gostos alheios e queiram me desculpar aqueles onde o meu desagrado recaiu. Sobre o berimbau, por exemplo, a minha falta de familiaridade com o mesmo me levou a uma noção distorcida. Diante das explicações dadas nos últimos dias pelos experts, contudo, passei a concebê-lo como um instrumento musical complexo e de difícil execução. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Por outro lado, acrescento que esses resultados do ENADE referem-se a período anterior a minha gestão de coordenador do curso de graduação da FAMEB, cargo para o qual fui eleito há tão somente um ano, por unanimidade dos membros presentes na sessão, dentre professores e representantes estudantis. Entretanto, em razão da repercussão e o mal-estar causado pela interpretação dada às minhas declarações, comuniquei a minha renúncia ao Sr. Diretor da Faculdade no último dia 30. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Por fim, que fique evidente: não sou racista ou preconceituoso e acredito em Deus. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Peço desculpas. Não tive a intenção de ofender a quem quer que seja. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">ANTONIO NATALINO MANTA DANTAS&#8221;</span></em></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">Veja também:</p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><a href="http://passenovestibular.wordpress.com/2008/04/29/avaliacao-do-mec-reprova-4-cursos-federais-de-medicina/" target="_blank">Avaliação do MEC reprova 4 cursos federais de medicina.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coordenador da faculdade de medicina da Ufba renuncia]]></title>
<link>http://universidadeefaculdade.wordpress.com/2008/05/05/coordenador-da-faculdade-de-medicina-da-ufba-renuncia/</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 15:06:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye13</dc:creator>
<guid>http://universidadeefaculdade.wordpress.com/2008/05/05/coordenador-da-faculdade-de-medicina-da-ufba-renuncia/</guid>
<description><![CDATA[Dantas causou polêmica ao afirmar que os estudantes baianos tinham &#8220;déficit de inteligência]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Dantas causou polêmica ao afirmar que os estudantes baianos tinham &#8220;déficit de inteligência&#8221;</span></em></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">O coordenador do colegiado da Faculdade de Medicina (Famed) da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Antonio Natalino Manta Dantas, anunciou, em nota distribuída neste domingo, que renuncia ao cargo. Dantas causou polêmica ao afirmar que os estudantes baianos tinham &#8220;déficit de inteligência&#8221; em comparação com os de outros lugares e que sofriam &#8220;contaminação&#8221; por causa do sistema de cotas. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">As afirmações foram feitas como justificativa para o baixo rendimento da Famed no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e no Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD), do Ministério da Educação (MEC).</span></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Na nota, ele afirma ter renunciado ao cargo de coordenador no dia 30 e pede desculpas pelas declarações. &#8220;Por força de um estado emocionalmente comprometido e por uma profunda tristeza, uma irritação incomum e um assomo de destempero arrastaram-me a uma manifestação inadequada, da qual expressamente me redimo&#8221;, diz o texto. &#8220;Ela não reflete o que vem do meu íntimo, não traduz o meu pensamento, o que, aliás, vem sendo reconhecido e externado pelas pessoas que me conhecem.&#8221;</span></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Em alguns trechos da nota, o professor afirma que as declarações foram dadas por pressão de jornalistas &#8211; como quando disse que o berimbau, um dos símbolos da Bahia, é o &#8220;típico instrumento de quem tem poucos neurônios&#8221;. &#8220;Fui incisivamente indagado por jornalistas acerca do meu gosto musical, o que certamente foi feito para criar polêmica&#8221;, justifica.</span></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">As afirmações de Dantas levaram o Ministério Público Federal a instaurar um procedimento administrativo, com o objetivo de apurar se houve conteúdo discriminatório &#8220;racial ou de procedência&#8221; em suas afirmações.</span></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Na manhã desta segunda-feira, estudantes e professores da Famed reúnem-se em assembléia para analisar a situação da faculdade. Na terça, é a vez de o colegiado da instituição se reunir para definir ações que combatam o mau desempenho nas avaliações. Durante a semana, a Câmara de Graduação da Ufba começa uma auditoria acadêmica na Famed, a pedido do reitor Naomar Almeida Filho.</span></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">Confira a íntegra da nota enviada pelo professor:</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Com referência ao noticiário veiculado nos meios de comunicação acerca das declarações por mim prestadas sobre o mau desempenho dos estudantes da Faculdade de Medicina da Bahia no ENADE (Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes), esclareço à comunidade que aquelas palavras não refletiram o meu sentimento interior e não condizem com a minha história de vida, notadamente com a minha vida acadêmica.</span></em></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Pessoas que privam do meu convívio diário conhecem a minha simplicidade, o meu perfil democrático, o meu senso de justiça e o lhano trato que dispenso aos estudantes, professores, funcionários, pacientes, enfim, a todas as pessoas, sem distinção de qualquer natureza.</span></em></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Não sou racista e não tenho restrições à inteligência da comunidade baiana ou qualquer outra, até mesmo por razões científicas. Na condição de Professor Universitário da área médica, tenho perfeito conhecimento que, haja vista a apresentação tão homogênea do genoma na espécie humana, não se permite precisar ou definir a existência real de raças entre os indivíduos. Em outras palavras: os seres humanos são biologicamente iguais.</span></em></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Instado por jornalistas para justificar o baixo desempenho dos estudantes de Medicina no ENADE, e insistentemente cobrado a me manifestar sobre um resultado que ainda não era de meu conhecimento, fui colhido de surpresa. Por força de um estado emocionalmente comprometido e por uma profunda tristeza, uma irritação incomum e um assomo de destempero arrastaram-me a uma manifestação inadequada, da qual expressamente me redimo. Ela não reflete o que vem do meu íntimo, não traduz o meu pensamento, o que, aliás, vem sendo reconhecido e externado pelas pessoas que me conhecem.</span></em></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Além disso, algumas das minhas declarações foram publicadas de forma descontextualizada, o que culminou num sem número de interpretações distorcidas e equivocadas, todas elas distantes do meu propósito e do seu real significado.</span></em></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Se efetivamente entendesse ter o baiano QI baixo, não teria ressaltado, na mesma ocasião, o bom desempenho alcançado no ENADE pelos estudantes da Faculdade de Medicina de Ilhéus e da Faculdade de Direito da UFBA, que também são baianos. Demais disto, sou baiano, como de resto toda a minha família e os mais longínquos dos meus ancestrais.</span></em></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Conforme declarei, várias podem ter sido as causas que levaram os estudantes de Medicina ao desempenho insatisfatório. Ante a insistência para que eu apontasse a causa desse resultado, limitei-me a esclarecer que isso certamente decorria da soma de múltiplos fatores. Jamais tive a intenção de apontar o sistema de cotas, tampouco a implantação intempestiva da transformação curricular, como causa direta do resultado. Num universo de possibilidades, não posicionei certezas.</span></em></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Dos meus quase setenta anos de vida, quarenta e dois foram dedicados ao ensino da medicina, sempre tendo mantido com os estudantes um trato amistoso e sem incidência de problemas. Tenho respeito e admiração pelos mesmos, que são selecionados por um altamente competitivo e qualificado exame vestibular.</span></em></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Embora isso nada tenha a ver com o ENADE, fui incisivamente indagado por jornalistas acerca do meu gosto musical, o que certamente foi feito para criar polêmica relativamente à cultura afro-brasileira. Esclareço ter minhas preferências musicais, que são ou não coincidentes com as de outras pessoas, e tenho toda a liberdade de expressá-las. Aliás, como bem disse, recentemente, o Ministro Ayres Britto, do STF, a liberdade de expressão é a maior expressão da liberdade. Respeito os gostos alheios e queiram me desculpar aqueles onde o meu desagrado recaiu. Sobre o berimbau, por exemplo, a minha falta de familiaridade com o mesmo me levou a uma noção distorcida. Diante das explicações dadas nos últimos dias pelos experts, contudo, passei a concebê-lo como um instrumento musical complexo e de difícil execução.</span></em></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Por outro lado, acrescento que esses resultados do ENADE referem-se a período anterior a minha gestão de coordenador do curso de graduação da FAMEB, cargo para o qual fui eleito há tão somente um ano, por unanimidade dos membros presentes na sessão, dentre professores e representantes estudantis. Entretanto, em razão da repercussão e o mal-estar causado pela interpretação dada às minhas declarações, comuniquei a minha renúncia ao Sr. Diretor da Faculdade no último dia 30. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Por fim, que fique evidente: não sou racista ou preconceituoso e acredito em Deus. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">Peço desculpas. Não tive a intenção de ofender a quem quer que seja. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;">ANTONIO NATALINO MANTA DANTAS&#8221;</span></em></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">Veja mais em:</p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><a href="http://universidadeefaculdade.wordpress.com/2008/05/02/curso-isolado-de-medicina-tem-melhores-notas/" target="_blank">Curso isolado de medicina tem melhores notas.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso “isolado” de medicina tem melhores notas.]]></title>
<link>http://dicasparaovestibular.wordpress.com/2008/05/02/curso-%e2%80%9cisolado%e2%80%9d-de-medicina-tem-melhores-notas/</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 14:05:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye27</dc:creator>
<guid>http://dicasparaovestibular.wordpress.com/2008/05/02/curso-%e2%80%9cisolado%e2%80%9d-de-medicina-tem-melhores-notas/</guid>
<description><![CDATA[Faculdades isoladas de Medicina têm melhores notas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Faculdades isoladas de Medicina têm melhores notas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) do que universidades públicas e particulares. Ou seja, as instituições voltadas apenas para o ensino médico, com complexo hospitalar próprio e rede de atendimento para a população local, se diferenciam das demais. O exame é uma das etapas da avaliação do ensino superior feita pelo Ministério da Educação.</span></p>
<p>A constatação aparece em estudo elaborado a partir dos resultados do Enade 2004, quando ingressantes e concluintes em cursos de Medicina foram avaliados pela primeira vez nesse exame. O trabalho é do Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação. Para elaborar o levantamento, as instituições foram separadas por organização acadêmica, categoria administrativa e tempo de criação do curso.</p>
<p>A presença de um complexo hospitalar próprio ou conveniado, com atendimento ambulatorial que seja referência na região, passou a ser, desde o final do mês passado, uma das exigências do MEC para abertura ou renovação dos cursos de Medicina. Adotadas pouco antes de o ministério divulgar a lista dos 17 cursos da área que serão supervisionados por causa de notas ruins no Enade, as novas regras foram criticadas pelas associações de faculdades particulares, mas defendidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNoSpacing"><span>Veja mais em:</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span><a href="http://dicasparaovestibular.wordpress.com/2008/04/25/mec-quer-melhoria-em-20-dos-cursos-de-medicina/" target="_blank">MEC que melhoria em 20% dos cursos de medicina.</a></span></p>
<p class="MsoNoSpacing">.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso "isolado" de medicina tem melhores notas.]]></title>
<link>http://universidadeefaculdade.wordpress.com/2008/05/02/curso-isolado-de-medicina-tem-melhores-notas/</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 13:55:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye13</dc:creator>
<guid>http://universidadeefaculdade.wordpress.com/2008/05/02/curso-isolado-de-medicina-tem-melhores-notas/</guid>
<description><![CDATA[Faculdades isoladas de Medicina têm melhores notas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Faculdades isoladas de Medicina têm melhores notas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) do que universidades públicas e particulares. Ou seja, as instituições voltadas apenas para o ensino médico, com complexo hospitalar próprio e rede de atendimento para a população local, se diferenciam das demais. O exame é uma das etapas da avaliação do ensino superior feita pelo Ministério da Educação.</p>
<p>A constatação aparece em estudo elaborado a partir dos resultados do Enade 2004, quando ingressantes e concluintes em cursos de Medicina foram avaliados pela primeira vez nesse exame. O trabalho é do Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação. Para elaborar o levantamento, as instituições foram separadas por organização acadêmica, categoria administrativa e tempo de criação do curso.</p>
<p>A presença de um complexo hospitalar próprio ou conveniado, com atendimento ambulatorial que seja referência na região, passou a ser, desde o final do mês passado, uma das exigências do MEC para abertura ou renovação dos cursos de Medicina. Adotadas pouco antes de o ministério divulgar a lista dos 17 cursos da área que serão supervisionados por causa de notas ruins no Enade, as novas regras foram criticadas pelas associações de faculdades particulares, mas defendidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).</span></p>
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<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-family:&#34;">Veja mais em:</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-family:&#34;"><a href="http://universidadeefaculdade.wordpress.com/2008/04/25/mec-quer-melhoria-em-20-dos-cursos-de-medicina/" target="_blank">MEC que melhoria em 20% dos cursos de medicina.</a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso 'isolado' de Medicina tem melhores notas]]></title>
<link>http://dicasvestibular.wordpress.com/2008/05/02/curso-isolado-de-medicina-tem-melhores-notas/</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 13:45:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye7</dc:creator>
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<description><![CDATA[Faculdades isoladas de Medicina têm melhores notas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Faculdades isoladas de Medicina têm melhores notas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) do que universidades públicas e particulares. Ou seja, as instituições voltadas apenas para o ensino médico, com complexo hospitalar próprio e rede de atendimento para a população local, se diferenciam das demais. O exame é uma das etapas da avaliação do ensino superior feita pelo Ministério da Educação.</p>
<p>A constatação aparece em estudo elaborado a partir dos resultados do Enade 2004, quando ingressantes e concluintes em cursos de Medicina foram avaliados pela primeira vez nesse exame. O trabalho é do Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação. Para elaborar o levantamento, as instituições foram separadas por organização acadêmica, categoria administrativa e tempo de criação do curso.</p>
<p>A presença de um complexo hospitalar próprio ou conveniado, com atendimento ambulatorial que seja referência na região, passou a ser, desde o final do mês passado, uma das exigências do MEC para abertura ou renovação dos cursos de Medicina. Adotadas pouco antes de o ministério divulgar a lista dos 17 cursos da área que serão supervisionados por causa de notas ruins no Enade, as novas regras foram criticadas pelas associações de faculdades particulares, mas defendidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).</span></p>
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<p class="MsoNormal">Veja mais em:</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://dicasvestibular.wordpress.com/2008/04/25/mec-quer-melhoria-em-20-dos-cursos-de-medicina/" target="_blank">MEC que melhoria em 20% dos cursos de medicina.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Curso 'isolado' de Medicina tem melhores notas]]></title>
<link>http://cursinhovestibular.wordpress.com/2008/05/02/curso-isolado-de-medicina-tem-melhores-notas/</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 13:39:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye6</dc:creator>
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<description><![CDATA[Faculdades isoladas de Medicina têm melhores notas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Faculdades isoladas de Medicina têm melhores notas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) do que universidades públicas e particulares. Ou seja, as instituições voltadas apenas para o ensino médico, com complexo hospitalar próprio e rede de atendimento para a população local, se diferenciam das demais. O exame é uma das etapas da avaliação do ensino superior feita pelo Ministério da Educação.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"></p>
<p>A constatação aparece em estudo elaborado a partir dos resultados do Enade 2004, quando ingressantes e concluintes em cursos de Medicina foram avaliados pela primeira vez nesse exame. O trabalho é do Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação. Para elaborar o levantamento, as instituições foram separadas por organização acadêmica, categoria administrativa e tempo de criação do curso.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"></p>
<p>A presença de um complexo hospitalar próprio ou conveniado, com atendimento ambulatorial que seja referência na região, passou a ser, desde o final do mês passado, uma das exigências do MEC para abertura ou renovação dos cursos de Medicina. Adotadas pouco antes de o ministério divulgar a lista dos 17 cursos da área que serão supervisionados por causa de notas ruins no Enade, as novas regras foram criticadas pelas associações de faculdades particulares, mas defendidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).</span></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">Veja notícias relacionadas em:</p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><a href="http://cursinhovestibular.wordpress.com/2008/04/25/mec-quer-melhoria-em-20-dos-cursos-de-medicina/" target="_blank">MEC quer melhoria em 20% dos cursos de medicina.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MEC quer melhoria em 20% dos cursos de Medicina]]></title>
<link>http://dicasparaovestibular.wordpress.com/2008/04/25/mec-quer-melhoria-em-20-dos-cursos-de-medicina/</link>
<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 20:45:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye27</dc:creator>
<guid>http://dicasparaovestibular.wordpress.com/2008/04/25/mec-quer-melhoria-em-20-dos-cursos-de-medicina/</guid>
<description><![CDATA[Cerca de 20% dos cursos de Medicina do Brasil terão de passar por um processo de supervisão especial]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Cerca de 20% dos cursos de Medicina do Brasil terão de passar por um processo de supervisão especial do Ministério da Educação (MEC) porque tiveram notas insuficientes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). De acordo com o secretário de Educação Superior do MEC, Ronaldo Mota, as universidades deverão assinar termos de compromisso para melhorias em seus cursos de Medicina, como ocorreu com a área de Direito.</p>
<p>Segundo o governo, a lista com os nomes de aproximadamente 30 cursos será divulgada em breve, quando forem concluídos os resultados da prova, realizada em 2007. A maioria deles é oferecida por universidades privadas, mas há a expectativa de a lista conter dois cursos de instituições federais. O processo de supervisão começará na terça-feira, quando será ouvida uma comissão coordenada pelo ex-ministro Adib Jatene. O médico foi convidado pelo ministério em fevereiro para ajudar na definição de novos critérios para avaliação de cursos da área.</p>
<p>As mudanças nos cursos serão definidas por uma comissão, mas, segundo o MEC, haverá obrigações de melhoria do corpo docente, do projeto pedagógico e nos hospitais universitários. Além disso, o governo informou que poderá determinar a diminuição no número de vagas nos vestibulares dos cursos que não tiveram bom desempenho. O processo na área de Direito culminou também com o fechamento de cerca de 20 mil vagas. O MEC iniciou trabalhos semelhantes com cursos de Pedagogia e Normal Superior.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[MEC quer melhoria em 20% dos cursos de Medicina]]></title>
<link>http://universidadeefaculdade.wordpress.com/2008/04/25/mec-quer-melhoria-em-20-dos-cursos-de-medicina/</link>
<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 20:37:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye13</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cerca de 20% dos cursos de Medicina do Brasil terão de passar por um processo de supervisão especial]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Cerca de 20% dos cursos de Medicina do Brasil terão de passar por um processo de supervisão especial do Ministério da Educação (MEC) porque tiveram notas insuficientes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). De acordo com o secretário de Educação Superior do MEC, Ronaldo Mota, as universidades deverão assinar termos de compromisso para melhorias em seus cursos de Medicina, como ocorreu com a área de Direito.</p>
<p>Segundo o governo, a lista com os nomes de aproximadamente 30 cursos será divulgada em breve, quando forem concluídos os resultados da prova, realizada em 2007. A maioria deles é oferecida por universidades privadas, mas há a expectativa de a lista conter dois cursos de instituições federais. O processo de supervisão começará na terça-feira, quando será ouvida uma comissão coordenada pelo ex-ministro Adib Jatene. O médico foi convidado pelo ministério em fevereiro para ajudar na definição de novos critérios para avaliação de cursos da área.</p>
<p>As mudanças nos cursos serão definidas por uma comissão, mas, segundo o MEC, haverá obrigações de melhoria do corpo docente, do projeto pedagógico e nos hospitais universitários. Além disso, o governo informou que poderá determinar a diminuição no número de vagas nos vestibulares dos cursos que não tiveram bom desempenho. O processo na área de Direito culminou também com o fechamento de cerca de 20 mil vagas. O MEC iniciou trabalhos semelhantes com cursos de Pedagogia e Normal Superior.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[MEC quer melhoria em 20% dos cursos de Medicina]]></title>
<link>http://dicasvestibular.wordpress.com/2008/04/25/mec-quer-melhoria-em-20-dos-cursos-de-medicina/</link>
<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 20:29:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye7</dc:creator>
<guid>http://dicasvestibular.wordpress.com/2008/04/25/mec-quer-melhoria-em-20-dos-cursos-de-medicina/</guid>
<description><![CDATA[Cerca de 20% dos cursos de Medicina do Brasil terão de passar por um processo de supervisão especial]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Cerca de 20% dos cursos de Medicina do Brasil terão de passar por um processo de supervisão especial do Ministério da Educação (MEC) porque tiveram notas insuficientes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). De acordo com o secretário de Educação Superior do MEC, Ronaldo Mota, as universidades deverão assinar termos de compromisso para melhorias em seus cursos de Medicina, como ocorreu com a área de Direito.</p>
<p>Segundo o governo, a lista com os nomes de aproximadamente 30 cursos será divulgada em breve, quando forem concluídos os resultados da prova, realizada em 2007. A maioria deles é oferecida por universidades privadas, mas há a expectativa de a lista conter dois cursos de instituições federais. O processo de supervisão começará na terça-feira, quando será ouvida uma comissão coordenada pelo ex-ministro Adib Jatene. O médico foi convidado pelo ministério em fevereiro para ajudar na definição de novos critérios para avaliação de cursos da área.</p>
<p>As mudanças nos cursos serão definidas por uma comissão, mas, segundo o MEC, haverá obrigações de melhoria do corpo docente, do projeto pedagógico e nos hospitais universitários. Além disso, o governo informou que poderá determinar a diminuição no número de vagas nos vestibulares dos cursos que não tiveram bom desempenho. O processo na área de Direito culminou também com o fechamento de cerca de 20 mil vagas. O MEC iniciou trabalhos semelhantes com cursos de Pedagogia e Normal Superior.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[MEC quer melhoria em 20% dos cursos de Medicina]]></title>
<link>http://cursinhovestibular.wordpress.com/2008/04/25/mec-quer-melhoria-em-20-dos-cursos-de-medicina/</link>
<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 20:26:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye6</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cerca de 20% dos cursos de Medicina do Brasil terão de passar por um processo de supervisão especial]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Cerca de 20% dos cursos de Medicina do Brasil terão de passar por um processo de supervisão especial do Ministério da Educação (MEC) porque tiveram notas insuficientes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). De acordo com o secretário de Educação Superior do MEC, Ronaldo Mota, as universidades deverão assinar termos de compromisso para melhorias em seus cursos de Medicina, como ocorreu com a área de Direito.<br />
</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
Segundo o governo, a lista com os nomes de aproximadamente 30 cursos será divulgada em breve, quando forem concluídos os resultados da prova, realizada em 2007. A maioria deles é oferecida por universidades privadas, mas há a expectativa de a lista conter dois cursos de instituições federais. O processo de supervisão começará na terça-feira, quando será ouvida uma comissão coordenada pelo ex-ministro Adib Jatene. O médico foi convidado pelo ministério em fevereiro para ajudar na definição de novos critérios para avaliação de cursos da área.<br />
</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
As mudanças nos cursos serão definidas por uma comissão, mas, segundo o MEC, haverá obrigações de melhoria do corpo docente, do projeto pedagógico e nos hospitais universitários. Além disso, o governo informou que poderá determinar a diminuição no número de vagas nos vestibulares dos cursos que não tiveram bom desempenho. O processo na área de Direito culminou também com o fechamento de cerca de 20 mil vagas. O MEC iniciou trabalhos semelhantes com cursos de Pedagogia e Normal Superior.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<item>
<title><![CDATA[Medicina - cirurgia]]></title>
<link>http://estudantedemedicina.wordpress.com/2007/11/28/medicina-cirurgia/</link>
<pubDate>Wed, 28 Nov 2007 03:55:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Acompanhe uma cirurgia  ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Acompanhe uma cirurgia</p>
<p> <span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/gZDSdlKkl-E&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/gZDSdlKkl-E&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
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