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	<title>estupro &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/estupro/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "estupro"</description>
	<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 19:30:42 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[A vida sexual do operário Lula]]></title>
<link>http://ghiraldelli.wordpress.com/2009/11/30/a-vida-sexual-do-operario-lula/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 07:37:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Ghiraldelli Jr.</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma determinada tradição em filosofia começa com o “conhece a ti mesmo”. Antes de Sócrates trazê-la ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Uma determinada tradição em filosofia começa com o “conhece a ti mesmo”. Antes de Sócrates trazê-la ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Só idiotas repassam acusação de estupro contra Lula]]></title>
<link>http://cachacaaraci.wordpress.com/2009/11/28/so-idiotas-repassam-acusacao-de-estupro-contra-lula/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 22:28:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nivia de Oliveira Castro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Trolls, na mitologia escandinava &#8211; que é de onde eles vêm &#8211; têm uma característica pecul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Trolls, na mitologia escandinava &#8211; que é de onde eles vêm &#8211; têm uma característica pecul]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O poço]]></title>
<link>http://quantotempodura.wordpress.com/2009/11/28/o-poco/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 16:03:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>quantotempodura</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://quantotempodura.wordpress.com/files/2009/11/o_poco_da_folha1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-896" title="o_poco_da_folha1" src="http://quantotempodura.wordpress.com/files/2009/11/o_poco_da_folha1.jpg" alt="" width="378" height="21772" /></a><a href="http://quantotempodura.wordpress.com/files/2009/11/o_poco_da_folha2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-897" title="o_poco_da_folha2" src="http://quantotempodura.wordpress.com/files/2009/11/o_poco_da_folha2.jpg" alt="" width="378" height="22423" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Lula, o Violador]]></title>
<link>http://nolandman.wordpress.com/2009/11/28/lula-o-violador/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 14:49:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcuscarvalho</dc:creator>
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<description><![CDATA[Era só que faltava na biografia do Primeiro-Mulambo. Com isso a popularidade dele vai chegar a 100% ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Era só que faltava na biografia do Primeiro-Mulambo. Com isso a popularidade dele vai chegar a 100% entre a mulambada. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Menino do MEP: a Folha de S.Paulo "estupra" o seu Manual de Redação]]></title>
<link>http://ocronista.com/2009/11/28/menino-do-mep-a-folha-de-s-paulo-estupra-o-seu-manual-de-redacao/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 03:20:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gilson Jorge</dc:creator>
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<description><![CDATA[Independente do que aconteceu ou deixou de acontecer na cela em que o atual presidente da República ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Independente do que aconteceu ou deixou de acontecer na cela em que o atual presidente da República ficou preso por 31 dias, durante a ditadura militar, quando ainda era um líder dos metalúrgicos do ABC, e independente das razões que levaram o cientista político e ex-fundador do PT, Cesar Benjamin, a acusá-lo, em 2009,  de haver tentado estuprar um companheiro de cela em 1980, (sendo que ele declarou ter conhecimento do suposto crime em 1994) chama a atenção a irresponsabilidade da Folha de São Paulo de lançar uma acusação desse porte contra a principal autoridade do País em meio a um artigo de um colunista, como se fosse uma informação qualquer.</p>
<p>Já surgiram vozes afirmando que cabe agora ao presidente se defender na justiça, pois o seu eventual silêncio apontaria para uma confissão de culpa. Não foi esse o padrão de jornalismo que eu captei na leitura do Manual de Redação da Folha de S.Paulo, que, em tese, exige dos seus repórteres objetividade, isenção e o maior número de pontos de vista possível sobre um assunto.</p>
<p>Tudo bem, não era uma reportagem, mas um artigo assinado. Mas a decisão de publicar uma acusação de estupro (naquele tempo seria abuso sexual copular, pois até a recente mudança da legislação homens não eram estuprados) cabe ao jornal, que já rejeitou contribuições de articulistas por linguagem supostamente chula. E agora publica um palavrão.  por algum motivo, a Folha está &#8220;estuprando&#8221; a sua história no jornalismo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O penúltimo degrau: sexo com mulheres bêbadas]]></title>
<link>http://tamarafreire.wordpress.com/2009/11/24/o-penultimo-degrau-sexo-com-mulheres-bebadas/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:56:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>tamarafreire</dc:creator>
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<description><![CDATA[A história é comum. A mulher vai para uma festa, bebe, transa (?) e se arrepende no outro dia. E daí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">A história é comum. A mulher vai para uma festa, bebe, transa (?) e se arrepende no outro dia. E daí, de sopetão, a gente pensa: a bebida passou, o moralismo bateu. Mas quanto desse sentimento de culpa é mesmo moralismo tardio, quanto é a consciência do abuso?</p>
<p style="text-align:justify;">Por que para mim, que bebo, é bem fácil preconizar: há momentos numa bebedeira em que absolutamente não temos controle sobre o nosso corpo. E nesses momentos, por mais que uma mulher aceite um convite para o sexo, pode-se dizer que ela tem condições de aceitar?</p>
<p style="text-align:justify;">Porque, como na maioria dos casos, a maioria dos homens enxerga simplesmente o próprio lado: a mulher bêbada é mais “fácil”. Quantas não são as vezes em que ouvimos brincadeirinhas e histórias de homens que estimulam mulheres a beberem para levá-las para cama? Pode não ser o mesmo caminho do estupro clássico, mas se uma mulher precisa estar bêbada para transar, podemos dizer que o sexo não aconteceu contra a vontade dela?</p>
<p style="text-align:justify;">Duas coisas me indignam especialmente nesses casos: a normalidade com a qual eles são encarados e a tradicional inversão de culpa. Percebam que sempre que alguma mulher denuncia alguma agressão sofrida em um momento de bebedeira, já aparece a “patrulha da mulher no banco dos reús” pra dizer: “- A culpa foi dela! Quem mandou beber desse jeito? Quem mandou ir a uma festa cheia de homens? Quem mandou não ficar trancada em casa lendo a bíblia?” &#8211; Insira depois do “Quem mandou” a sua frase absurda favorita. -</p>
<p style="text-align:justify;">Me indigna ainda mais porque poucos são os que pensam que há algo errado no comportamento dos homens. Se você se aproveita de uma pessoa bêbada para pegar-lhe o dinheiro, por exemplo, você comete uma falha grave de caráter. Porque não é interpretado da mesma forma quando um homem se aproveita de uma mulher bêbada pra fazer sexo com ela?</p>
<p style="text-align:justify;">Ah sim, porque bêbados com dinheiro também podem ser homens, né. Já as mulheres&#8230; Ah, as mulheres que virem pessoas direitas e parem de sair por aí ingerindo alcool e interagindo socialmente. Como sempre, o perigo não são os outros. Somos nós mesmas, que não sabemos nos cuidar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pensei que um dia eu ia te deixar, te deixar pra trás – Parte 1]]></title>
<link>http://cafasorridente.wordpress.com/2009/11/23/pensei-que-um-dia-eu-ia-te-deixar-te-deixar-pra-tras-%e2%80%93-parte-1/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:36:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>cafasorridente</dc:creator>
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<description><![CDATA[ESTA NA HORÁ DE DESENHAR UMA CURVA RUMO A ANTIMELANCOLIA. Trabalhavam frente á frente. O rapaz no es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/kafka-by-crumb.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1379" title="kafka-by-crumb" src="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/kafka-by-crumb.jpg" alt="" width="275" height="287" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffffff;"><span style="text-decoration:underline;">ESTA NA HORÁ DE DESENHAR UMA CURVA RUMO A ANTIMELANCOLIA.</span></span></p>
<p>Trabalhavam frente á frente. O rapaz no escritório, a velhinha na banca de jornal. Ele, um latagão &#8211; com peitoral de havaiano de filme, bronzeado como um surfista carioca. De uma saúde e opulência ofensiva aos franzinos do mundo. Ela, uma senhora com seus sessenta e tantos. Com a antipatia gerada pelas décadas de decepção e desamor.</p>
<p>E não sei por que razão, aquele homem (que chamava Astolfo) que poderia escolher a mulher que quisesse, encantou-se pela muchibenta vovó. Nem para dizer, <span style="color:#003366;"><em>‘é uma senhorinha ajeitada’</em></span> ou <span style="color:#003366;"><em>‘ela é inteligente e simpática’</em> </span>ou ainda <span style="color:#003366;"><em>‘lembra um carinho de Vó Benta’</em></span>. Nada disso – a velhota era uma bruxa.  Nata e hereditária.</p>
<p>E Adélia (chamava Adélia, nome de irmã ou de antepassada) começou a estranhar a presença sempre presente de Astolfo. Comprava paçoca, debatia o conteúdo dos jornais diários, se interessava por livros de bolso do Kardecismo&#8230; Como última alternativa a febril necessidade de estar perto de Adélia, deu pra fumar – simplesmente para ir buscar um ‘picado’ na banca. Ia dez vezes por dia, falava<span style="color:#99cc00;"> <em>‘Dona Adélia, vê um Hollywood?’</em></span> E ela:<em> <span style="color:#ff00ff;">‘Compra um maço na padaria, porra! Deixa de amolar!’</span></em></p>
<p><a href="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/milomanara1.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-1380" title="milomanara1" src="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/milomanara1.gif" alt="" width="497" height="729" /></a></p>
<p>Confidenciava com os amigos:<span style="color:#99cc00;"> <em>‘Essa mulher me mata! Essa ainda me enlouquece! Me trata feito merda. Me ignora sistematicamente! Eu sou homem e não admito. Ainda meto uma bala nessa cara!’ </em></span>Perguntavam: &#8211; <span style="color:#003366;">‘<em>de quem você tá falando Astolfo? É da gostosinha do 803? É da boqueteira que faz Fisioterapia? É aquela ex-namorada que te trocou por aquele truta espanhol?’</em></span></p>
<p>Morto de vergonha, Astolfo admitia:</p>
<p><span style="color:#99cc00;"><em>- É da velhinha que tem uma banca de jornal. Na porta do meu serviço. Merda de vida.</em></span></p>
<p>O mundo irrompia em risadas. E aquilo, que começou como um capricho, uma vontade sem vinculo com a realidade, passou a tomar a vida de Astolfo de assalto. Uma obsessão que dominava sua cabeça, noite e dia. Guardava os pequenos gestos, os pequenos olhares de Adélia durante o longo intervalo que era sua noite mal dormida. Acordava ressaqueado. Deu pra chegar tarde em casa, fedendo a uísque barato e perfume de damas da noite.</p>
<p>Sua mãe, pobre viúva, cardíaca e solitária, entrava em pânico diante da auto-destruição daquele filho único, tão amado e mimado.</p>
<p><a href="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/sombra.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1381" title="sombra" src="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/sombra.jpg" alt="" width="310" height="360" /></a></p>
<p><span style="color:#cc99ff;"><em>- Quem é a sirigaita filho? Quem é essa vaca que ta fodendo com sua vida? Mulher é mato meu filho. Mulher é mato!</em></span></p>
<p><em> </em></p>
<p><span style="color:#99cc00;"><em>- Me deixa mãe. Me deixa! Mulher chata!</em></span></p>
<p>Estava decidido a declarar-se naquela manhã para Adélia. Qualquer que fosse o resultado, pelo menos iria se livrar daquela loucura inefável que lhe dominava. Vestiu seu melhor sorriso, penteou o bigode, se perfumou de loção pós-barba e foi.</p>
<p>A propósito de puxar assunto, ia pedir o isqueiro para Adélia (que ficava em cima do Jornal Super). Encontrou-a de vestido lilás, óculos preso com cordinha na orelha, e uma cara de mau-humor que até hoje não foi superada na história da raça humana.</p>
<p><span style="color:#99cc00;"><em>-Adélia, te amo, não posso viver sem ti. To pirando. Pirando. Preciso de você pra ontem. Não me repudia, por que não posso conviver com essa repulsa. Posso te fazer feliz mais do que você pode sonhar.</em></span></p>
<p>E falou assim mesmo, de supetão. Pensou que o susto ia ser a melhor forma de conquistar a idosa comerciante de jornais. Essa, porém, arqueia a sobrancelha, e devota o seu melhor desprezo, que vinha acalentando há décadas (ou posso dizer, séculos?)</p>
<p><span style="color:#ff00ff;"><em>- Vá pra puta que pariu, muleque nojento.</em></span></p>
<p>Indo embora, lágrimas escorrendo, derramando, berrando&#8230; Astolfo se decide:</p>
<p><span style="color:#99cc00;"><em>- Se não é para ser minha, essa vacona não vai ser de ninguém. Acabar com a vida dessa mulher. Vou acabar com a vida dela.</em></span></p>
<p>E mordendo as palavras, como se elas pudesse escapar, morde os próprios beiços, com apaixonada violência.</p>
<p><em> </em></p>
<p><span style="color:#99cc00;"><em>- Essa velha merece um crime sexual!</em></span></p>
<p><em><a href="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/pasiphae-embracing-an-olive-tree-henri-matisse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1382" title="Pasiphae-Embracing-an-Olive-Tree-Henri Matisse" src="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/pasiphae-embracing-an-olive-tree-henri-matisse.jpg" alt="" width="248" height="320" /></a><br />
</em></p>
<p style="text-align:right;">(continua&#8230;&#8230;)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Polícia de costumes na universidade]]></title>
<link>http://staffjuris.wordpress.com/2009/11/17/policia-de-costumes/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 02:09:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Felipe G Camargo</dc:creator>
<guid>http://staffjuris.wordpress.com/2009/11/17/policia-de-costumes/</guid>
<description><![CDATA[Ethan, o garoto de nove anos que aparece discursando no vídeo, teve a ideia de organizar um protesto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/4re0V83RlAw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/4re0V83RlAw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Ethan, o garoto de nove anos que aparece discursando no vídeo, teve a ideia de organizar um protesto na cidade de Denver contra a proibição do casamento entre pessoas do mesmo sexo no estado do Colorado, EUA.</p>
<p>Já num campus de uma universidade no Grande ABC (São Paulo, Brasil), alguns arruaceiros que se dizem universitários arrogaram-se o direito de hostilizar uma estudante que usava um vestido alegadamente curto no ambiente dito acadêmico. Não fosse a intervenção da Polícia Militar, a moça do vestido não muito longo possivelmente seria violentada, a julgar pelas ameaças de estupro proferidas aos gritos pela turba.</p>
<p>Os estúpidos acreditam que a moça violou o &#8220;decoro acadêmico&#8221;. Alguns até admitem que houve um certo &#8220;excesso&#8221; na baderna, mas atribuem toda a culpa à vítima. Há também quem culpe a imprensa pelo que se considera sensacionalismo na exposição do caso.</p>
<p>Os doutores da universidade fizeram uma gracinha: expulsaram a estudante e, diante da repercussão até internacional do absurdo, resolveu-se revogar o ato de expulsão.</p>
<p>Conservadorismo sexual, preconceito e desrespeito à mulher. Alguém aqui precisa assistir ao discurso de Ethan, e com legendas bem explicativas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ESTUPRO. RETROATIVIDADE. LEI.]]></title>
<link>http://divisaoinformativos.wordpress.com/2009/11/15/estupro-retroatividade-lei/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 02:13:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo Bertasso</dc:creator>
<guid>http://divisaoinformativos.wordpress.com/2009/11/15/estupro-retroatividade-lei/</guid>
<description><![CDATA[Este Superior Tribunal firmou a orientação de que a majorante inserta no art. 9º da Lei n. 8.072/199]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:Arial;font-size:small;">Este Superior Tribunal firmou a orientação de que a majorante inserta no art. 9º da Lei n. 8.072/1990, nos casos de presunção de violência, consistiria em afronta ao princípio <em>ne bis in idem</em>. Entretanto, tratando-se de hipótese de violência real ou grave ameaça perpetrada contra criança, seria aplicável a referida causa de aumento. Com a superveniência da Lei n. 12.015/2009, foi revogada a majorante prevista no art. 9º da Lei dos Crimes Hediondos, não sendo mais admissível sua aplicação para fatos posteriores à sua edição. Não obstante, remanesce a maior reprovabilidade da conduta, pois a matéria passou a ser regulada no art. 217-A do CP, que trata do estupro de vulnerável, no qual a reprimenda prevista revela-se mais rigorosa do que a do crime de estupro (art. 213 do CP). Tratando-se de fato anterior, cometido contra menor de 14 anos e com emprego de violência ou grave ameaça, deve retroagir o novo comando normativo (art. 217-A) por se mostrar mais benéfico ao acusado, <em>ex vi</em> do art. 2º, parágrafo único, do CP. <strong><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&#38;valor=REsp+1102005" target="_blank">REsp 1.102.005-SC</a>, Rel. </strong><strong>Min. Felix Fischer, julgado em 29/9/2009.</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Delitos Sexuales según el Ministerio de Educación]]></title>
<link>http://totalseguridad.wordpress.com/2009/11/15/delitos-sexuales-segun-el-ministerio-de-educacion/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 00:37:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>cronicaorellana</dc:creator>
<guid>http://totalseguridad.wordpress.com/2009/11/15/delitos-sexuales-segun-el-ministerio-de-educacion/</guid>
<description><![CDATA[Extracto de documento elaborado por el abogado de la Oficina de Atención Ciudadana, 600 MINEDUC, Niv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Extracto de documento elaborado por el abogado de la Oficina de Atención Ciudadana, 600 MINEDUC, Nivel Central,</p>
<p><strong>Introducción</strong> El 14 de Enero de 2004 comenzó a regir la ley 19.927, que modificó los delitos de connotación sexual, elevó las penas para este tipo de ilícitos y además incorporó nuevas figuras penales.</p>
<p><strong>Delitos Sexuales:</strong> Los delitos, en general, son actos que lesionan algún bien jurídico determinado, y existiendo una sanción a imponer a quién los efectúa. En los delitos de carácter sexual, los bienes jurídicos lesionados son La Libertad Sexual y La Indemnidad Sexual.</p>
<p>La <strong>libertad sexual </strong>es la facultad de la persona de autodeterminarse en materia sexual, sin ser compelido o abusado por otro. Por lo tanto, el delito de violación castiga el uso de la fuerza o el hecho que el autor del delito se vale de alguna circunstancia desfavorable en que se encuentra la víctima, para abusar sexualmente de ella.</p>
<p>La <strong>indemnidad sexual</strong> es el otro bien protegido. Esta consiste en el libre desarrollo de la sexualidad, es la seguridad que deben tener todos en el ámbito sexual para poder desarrollarse, por eso la leyes penales se preocupan en especial de proteger la indemnidad sexual de los menores de edad, los más vulnerables en este aspecto.  Los delitos de corrupción de menores buscan proteger, principalmente, este bien jurídico.</p>
<p>Los tipos penales en materia sexual son: Violación, Estupro, Abusos Sexuales, Favorecimiento de La Prostitución, Corrupción De Menores, Sodomía, Producción Y Distribución De Material Pornográfico.</p>
<p>A continuación revisaremos las circunstancias que califican una conducta en delictual y los aspectos más relevantes de cada una de estas figuras.</p>
<p><strong>Violación: </strong>La violación es el delito más grave en esta categoría de ilícitos. La última modificación aumentó la penalidad de 5 años como máximo a 15 años, esto en abstracto, ya que de acuerdo las circunstancias modificatorias de la responsabilidad la pena judicial podría ser aún superior.</p>
<p>¿Cuando se entiende que existe una VIOLACIÓN?</p>
<p>La violación es el acceso carnal por vía vaginal, anal o bucal, mediando alguna de las siguientes circunstancias:</p>
<ul>
<li>Que haya fuerza o intimidación por parte del que accede carnalmente</li>
<li>Que lo haga cuando la víctima se encuentra privada de sentido(ebria, intoxicada, estado de coma, dormida profundamente, etc.).</li>
<li>Aprovechándose que la víctima no puede oponer resistencia (paralítica, maniatada, etc.).</li>
<li>Cuando se abusa del trastorno mental o enajenación mental de la víctima.</li>
</ul>
<p>El acceso carnal es, en definitiva, el acto de penetración, el que solo puede ejecutar un hombre. La mujer no accede carnalmente, de manera que cualquier ilícito de carácter sexual que comete una mujer no cabe dentro de la figura de violación si no que habría que encuadrarla como un abuso sexual, delito castigado con penas inferiores.</p>
<p>El delito de violación admite una subdivisión académica en violación impropia y la violación propia, las que se determinan por la edad de la víctima.</p>
<p><strong>Violación propia</strong> comete el que accede carnalmente en las circunstancias antes señaladas a una persona mayor de 14 años. En estos casos, sea hombre o mujer, si la víctima es mayor de 14 años se trata de violación propia y su penas van de 5 años 1 día a 15 años de prisión, además de la pena de inhabilitación perpetua para ejercer cargo u oficio público o profesión titular y la inhabilitación absoluta por el tiempo de la condena para ejercer todo tipo de cargo en ámbitos educacionales o que tengan relación con menores de edad.</p>
<p>La <strong>Violación impropia</strong>, consagrada en otro artículo, se incorporó en la reforma de 1999, y endureció las penas para aquellos que accedieren carnalmente a menores de 14, aún si no concurren ninguna de las circunstancias de fuerza o intimidación, aprovechamiento de inconciencia o abuso de la incapacidad de oponer resistencia.</p>
<p>El hombre que tiene relaciones con una persona menor de 14 años comete violación Siempre. La pena para este delito va desde los 5 años 1 día y puede llegar al presidio perpetuo.</p>
<p><strong>Estupro</strong>:  El estupro, delito cuya conducta consiste en el acceder carnalmente a una persona entre 14 y 18 años. La diferencia del estupro con la violación es que la víctima conciente en la relación, pero dicho consentimiento esta “viciado” porque la víctima carece de la madurez o del conocimiento para entender la significación del acto sexual. En el fondo se trata de un “engaño” del que es objeto la víctima por su ignorancia o inexperiencia.</p>
<p>Se entiende que comete estupro un hombre que accede carnalmente a un mayor de 14 pero menor de 18, en alguna de las siguientes circunstancias:</p>
<ul>
<li>Abusando de una anomalía o perturbación mental (retardo leve, por ejemplo)</li>
<li>Abusando de su relación de dependencia ya sea afectiva o laboral (el empleador que mantiene relaciones con empleadas);</li>
<li>Aprovechándose del desamparo en que se encuentra la víctima(niños de la calle abusados) Si lo hace mediante engaño.</li>
</ul>
<p>Este delito también aumentó en su penalidad con la reforma, y de los 541 días a 5 años la pena se elevó partiendo en 3 años 1 día y pudiendo llegar hasta los 10 años. Usualmente nos informamos que este tipo de delitos se presenta con frecuencia en los colegios, donde funcionarios que trabajan con menores (docentes, auxiliares, choferes de transportes escolares, sacerdotes, etc.) los engañan o bien se aprovechan de su inexperiencia sexual para tener relaciones íntimas.</p>
<p>En este tipo de delitos el tema de prevención y formación de los padres unidad en general adquiere relevancia, desde el momento que, cómo la gran mayoría de los delitos sexuales, son cometidos por conocidos.</p>
<p><strong>Abusos Sexuales </strong>Otro delito contemplado en la ley es el de Abusos Sexuales del art. 366. Esta figura penal castiga al que abusivamente realizare una acción distinta al acceso carnal, entendiéndose que lo es cualquier acto de significación y relevancia sexual realizado mediante el contacto con la víctima o que haya afectado los genitales o boca de la víctima, aún cuando no hay contacto corporal con ella.</p>
<p>Este delito está castigado con la pena de 3 años y un día a 5 años de prisión. Cuando se comete este delito contra un menor de 14 años, hablamos de Abuso Sexual Impropio y en este caso la pena va desde los 3 años pudiendo llegar a 10 años de presidio.</p>
<p><strong>Sodomía </strong>La sodomía se considera como delito cuando se accede carnalmente a un varón menor de 18 años sin que medien las circunstancias de la violación o del estupro. Además se incorporó un nuevo artículo el que castiga el acto sexual de introducir objetos de cualquier índole vía vaginal, anal o bucal, y la zoofilia, con penas especialmente fuertes en el caso de mediar las circunstancias del estupro o la violación.</p>
<p><strong>Delitos de Corrupción de Menores</strong> Bajo el concepto de Corrupción De Menores se enmarcan los tipos penales de Exposición de Menores a Actos de Significación Sexual, Favorecimiento de la Prostitución y los Nuevos Delitos de Producción y Distribución de Material Pornográfico y el Almacenamiento de Material Pornográfico, obviamente lo que se penaliza es la utilización de menores de 18 años en este tipo de materiales.</p>
<p><strong>Exposición de menores a actos de significación sexual</strong> La Exposición de menores a actos de significación sexual del art.366 quater castiga con pena de 541 días a 5 años de presidio a aquella persona que para excitarse o excitar a otros realizare acciones de significación sexual delante de un menor de 14 años (cómo tocamientos en lugares impúdicos, por e.) o lo hiciera ver o escuchar material pornográfico o presenciar espectáculos del mismo carácter.</p>
<p>Además se castiga con penas de 3 a 5 años a quién con el mismo fin, de procurar excitarse o excitar a otro, determinare a una persona menor de 14 años a realizar acciones de significación sexual. Cuando se realiza alguna de las conductas antes señaladas con un mayor de 14 años mediando las circunstancias propias de la violación (fuerza, aprovechamiento de incapacidad para defenderse o de trastorno de la víctima), o el estupro (abuso de anomalía, de relación de dependencia o desamparo y engaño) el sujeto activo puede ser castigado con penas de 3 a 5 años.</p>
<p><strong>Favorecimiento de la prostitución </strong>El favorecimiento de la prostitución es promover o facilitar la prostitución de menores de edad, y la sanción para el autor de este ilícito, llamados Proxenetas, va de los 15 a 20 años, además que si existe habitualidad, abuso de confianza o engaño se pueden imponer también multas que van des las 31 a 35 UTM.</p>
<p>Lo que se castiga es incitar a un menor a prostituirse o mantener, por cualquier medio, el ejercicio de la prostitución ya iniciada con el fin de satisfacer el apetito sexual de otros. El delito se consuma igual independiente si el menor conciente en prostituirse y aún cuando ya esté pervertido.   Asimismo aquel que a cambio de dinero u otras prestaciones de cualquier naturaleza obtuviere servicios sexuales por parte de personas mayores de 14 pero menores 18, sin que medien las circunstancias de la violación o el estupro puede ser castigado hasta con 5 años de presidio.</p>
<p><strong>Producción de material pornográfico con menores </strong>La Producción de material pornográfico con menores también está penado por la ley. Se entiende como material pornográfico toda representación dedicada a actividades sexuales explícitas, reales o simuladas, o toda representación de sus partes genitales con fines primordialmente sexuales.</p>
<p>La producción de material pornográfico prohibido es aquella donde participan menores de 18 años. En la última modificación se incorporaron como delitos la Comercialización, Importación, Exportación, Distribución e incluso la Exhibición y Almacenamiento Malicioso De Material Pornográfico donde hubieran menores, siendo penada dicha conducta con 541 días a 5 años de presidio.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ahhhhh, se fosse hoje...]]></title>
<link>http://blogdorochinha.wordpress.com/2009/11/13/ahhhhh-se-fosse-hoje/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 00:01:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rochinha</dc:creator>
<guid>http://blogdorochinha.wordpress.com/2009/11/13/ahhhhh-se-fosse-hoje/</guid>
<description><![CDATA[Amigos, olha só como era a pena para crimes sexuais em mil e lá vai cassetada&#8230; Ah&#8230;. se f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Amigos, olha só como era a pena para crimes sexuais em mil e lá vai cassetada&#8230;</p>
<p>Ah&#8230;. se fosse hoje&#8230;..</p>
<div id="attachment_75" class="wp-caption aligncenter" style="width: 477px"><img class="size-medium wp-image-75" title="Estupro no Brasil" src="http://blogdorochinha.wordpress.com/files/2009/11/lei-estupro.jpg?w=208" alt="Estupro no Brasil" width="467" height="541" /><p class="wp-caption-text">Ah, se fosse hoje em dia....</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Crime de Estupro (Universo Jurídico)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/13/o-crime-de-estupro-universo-juridico/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 17:38:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/13/o-crime-de-estupro-universo-juridico/</guid>
<description><![CDATA[Amigos leitores, Esse nosso espaço andava meio abandonado, mas eu li esse artigo e achei bem interes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Amigos leitores,</p>
<p>Esse nosso espaço andava meio abandonado, mas eu li esse artigo e achei bem interessante pra retomar a utilização dessa sessão.</p>
<p>Um grande abraço e boa leitura,</p>
<p>Raul Avelino.</p>
<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</strong></p>
<p><strong>O crime de estupro e a lei nº 12.015/09: um debate desenfocado</strong></p>
<p>Vinicius de Toledo Piza Peluso</p>
<p><em>Juiz de Direito/SP;</em></p>
<p><em>Professor de Direito Penal da Universidade Católica de Santos e da Escola Paulista da Magistratura; Mestrando em Direito Penal na PUC/SP; Membro do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (<strong>IBCCRIM</strong>); Membro da Associação Internacional de Direito Penal (AIDP).</em></p>
<p>PELUSO, Vinicius de Toledo Piza. O crime de estupro e a Lei. nº. 12.015/09: um debate desenfocado. <strong>Boletim IBCCRIM</strong> : São Paulo, ano 17, n. 203, p. 02-03, out., 2009.</p>
<p>A recente Lei nº 12.015/09 modificou profunda e sensivelmente os crimes definidos no Título VI do Código Penal e, em especial, o crime de estupro, ao revogar expressamente o art. 214, que tratava do crime de atentado violento ao pudor, englobando seu conteúdo típico no art. 213 que, agora, define o novo crime de estupro, com a seguinte redação: <em>“Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”</em>.</p>
<p>Diante de tal novidade legislativa, inúmeros comentários e interpretações tornaram-se públicos e, como não podia deixar de ser, apresentando significativas divergências.</p>
<p>Dentre tais divergências, a que vem suscitando maior atenção é se o novo art. 213 do CP  (Código Penal)  é um tipo penal misto alternativo ou cumulativo.</p>
<p>Os que defendem tratar-se de tipo penal <strong>misto alternativo</strong> afirmam que o mesmo apresenta várias condutas – no caso, duas (constranger à conjunção carnal e constranger a outros atos libidinosos) – e que a prática de uma ou outra conduta será suficiente para a caracterização do delito, mas que, entretanto, a prática de ambas as condutas descritas no tipo, em um mesmo contexto fático, caracteriza o crime único(1).</p>
<p>Já os que sustentam tratar-se de tipo penal <strong>misto cumulativo</strong> também asseveram que o novo art. 213 do CP possui duas condutas, que, por sua vez, caracterizam crimes distintos e autônomos; assim, ainda que em um mesmo contexto fático, cada violação conforma a aplicação de uma pena, gerando o concurso de crimes(2).</p>
<p>A discussão parte da premissa de que o novo tipo penal é um <strong>tipo misto</strong>, ou seja, estaríamos diante de um tipo que apresenta uma pluralidade de condutas, ora alternativas, ora cumulativas.</p>
<p>Todavia, após uma análise mais detida sobre a recente redação do art. 213 do CP, <em>s.m.j.</em>, chega-se à conclusão de que tal controvérsia está desenfocada.</p>
<p>Inicialmente é preciso internalizar que a modificação introduzida pela Lei nº 12.015/09 criou um novo e inédito crime, totalmente diverso das anteriores figuras típicas dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor, ainda que aproveitando parte de seus elementos constitutivos; portanto, na apreciação dessa nova figura penal, é preciso soltar as amarras das antigas definições típicas que, inegavelmente, encontram-se enraizadas em nossa cultura jurídico-penal.</p>
<p>Propõem-se, assim, uma nova leitura do tipo penal do art. 213 do CP.</p>
<p>Da observação dos elementos objetivos do tipo(3), verifica-se que o mesmo apresenta um <strong>único</strong> verbo nuclear de ação, qual seja, “constranger<em>”</em>, que significa obrigar, forçar, coagir, compelir a fazer ou não fazer algo. O núcleo é a ação, representada por um verbo, “<em>que puede venir determinada por circunstancias de la más diversa índole, como sua relación con personas o cosas, su vin­cu­lación con el tiempo y el espacio, la forma y modo de su ejecución, y sus nexos con otras acciones”</em> (4).</p>
<p>Por sua vez, o verbo nuclear “constranger<em>”</em> está ligado à forma de execução “<em>mediante</em> <em>vio­­­lência ou grave ameaça”</em> e é completado pelo seu objeto, qual seja, “alguém<em>”</em> que venha a ter conjunção carnal ou venha a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso.</p>
<p>Diante de tais elementos objetivos, pode-se afirmar que o novo art. 213 do CP descreve e estabelece <strong>uma única ação ou conduta</strong> do sujeito ativo, ainda que mediante uma pluralidade de movimentos. Há somente a conduta do agente de constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, e tal conduta de constrangimento tem como <strong>objeto material</strong> uma pessoa (alguém), que, por sua vez, deve ter conjunção carnal ou praticar ou permitir que com ela se pratique outro ato libidinoso.</p>
<p>Assim, quem deve ter conjunção carnal ou praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso é o “alguém”, objeto material da conduta, que, no caso, se confunde com o próprio sujeito passivo. Portanto, após o constrangimento a que foi submetido, este <em>“</em>alguém<em>”</em> deve praticar os atos libidinosos (postura ativa) ou deixar que com ele se pratique (postura passiva); e, nesses termos, sequer é necessário que a prática, ou a sua aceitação, esteja diretamente relacionada com o sujeito ativo, pois tais atos podem ser concretizados com terceiros.</p>
<p>Anteriormente, o art. 213 do CP definia como estupro o ato de constranger mulher <strong>à</strong>conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça, daí se afirmava corretamente tratar-se de crime de mão própria; mas, agora, a nova redação foi sensivelmente modificada ao prever a conduta de constranger alguém <strong>a ter</strong> conjunção carnal, indicando que a conjunção carnal não precisa ser efetivada com o próprio agente, como ocorria na anterior redação.</p>
<p>Pode-se concluir que a <strong>única conduta</strong> do agente é a de constranger alguém para a prática ativa ou passiva de atos com fins libidinosos, esse é o fator final que dá sentido aos atos do sujeito ativo e que os abarca em um sentido unitário, para os efeitos da proibição (fator normativo), dado pelo tipo penal(5).</p>
<p>Aliás, é de vital importância observar que o constrangimento é dirigido a que a vítima pratique ou deixe que com ela se pratique <strong>atos libidinosos</strong>, sejam eles de qualquer espécie, seja através de conjunção carnal, seja através de coito anal, seja através de felação etc., já que tais modalidades nada mais são do que espécies do gênero <strong>ato libidinoso</strong>, e, tanto isso é verdade, que o tipo penal em questão é explícito ao mencionar conjunção carnal ou <strong>outro</strong> ato libidinoso, a confirmar, pois, tal afirmação.</p>
<p>Ademais, se a expressão “conjunção carnal” for mentalmente excluída do tipo penal, não há qualquer modificação típica, a demonstrar que não se trata de verdadeira elementar do tipo ou descrição de outra conduta, mas, apenas, significar a expressão da técnica legislativa de exemplificação dos atos libidinosos, como ocorre em outros tipos penais.</p>
<p>E nem poderia ser de outra maneira, pois a alteração legislativa teve como finalidade tutelar penalmente a dignidade e a liberdade sexual de <strong>todos</strong>os indivíduos, sejam eles do sexo masculino ou feminino, ante a inexistência de hierarquia valorativa entre a dignidade e a liberdade sexual da mulher ou do homem, nos termos do art. 5º, <em>caput</em>, e inciso I, da CF.</p>
<p>Uma não vale mais que a outra, pois ambas possuem exatamente o mesmo direito de proteção penal e sofrem o mesmo dano decorrente das condutas sexuais criminosas, através da prática forçada de todo e qualquer ato libidinoso, cuja conjunção carnal é espécie; e, portanto, nem se alegue que a dignidade sexual feminina seria mais valiosa do que a masculina – o que aparentemente está por trás da fundamentação dos que defendem a existência de duas condutas típicas –, ante a real possibilidade de a mulher engravidar como resultado de um crime sexual, até porque tal situação já foi penal e diferentemente protegida com a causa de aumento de pena do novo art. 234-A, III, do CP.</p>
<p>Assim, diante de tal igualdade, patente que o novo crime de estupro não faz mais a antiga desvaloração diferenciada entre conjunção carnal e os demais atos libidinosos, tratando-os em tipos autônomos. Agora, todo e qualquer constrangimento à prática ativa ou passiva de ato libidinoso contra homem ou mulher tem a mesma desaprovação penal no art. 213 do CP.</p>
<p>Está-se diante de uma nova figura típica que não se confunde com os antigos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. E mais, está-se diante de um tipo penal com uma <em>única</em> conduta e não diante de um tipo misto (alternativo ou cumulativo), pois, como visto, não há descrição de uma conduta constrangedora para a prática de conjunção carnal e outra para a prática de atos libidinosos, mas unicamente há a descrição da conduta constrangedora para a prática de todo e qualquer ato libidinoso; consequentemente, a prática de vários atos libidinosos (p. ex. conjunção carnal + coito anal) em um mesmo contexto fático importa na prática de apenas um crime, por corresponder aos exatos termos da <strong>única </strong>conduta descrita no tipo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amargo Pesadelo]]></title>
<link>http://incomunicavel.wordpress.com/2009/11/12/amargo-pesadelo-2/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 17:05:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Fernando</dc:creator>
<guid>http://incomunicavel.wordpress.com/2009/11/12/amargo-pesadelo-2/</guid>
<description><![CDATA[Deliverance, 1972 &#8211; Direção: John Boorman &#8211; Elenco: Jon Voight, Burt Reynolds, Ronny Cox]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-491" src="http://incomunicavel.wordpress.com/files/2009/11/amargo-pesadelo.jpg" alt="" width="460" height="349" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Deliverance, 1972 &#8211; Direção: John Boorman &#8211; Elenco: Jon Voight, Burt Reynolds, Ronny Cox </strong></p>
<p>John Boorman dirige esta obra-prima como um filho da puta que não tem nada a perder: joga a violência na tela do modo mais explosivo, poético, bizarro, psicológico, doentio e delicioso. A esquematização do diretor em compôr cada situação é algo tão soberbo que fica díficil enxergar o filme como uma mera peça de aventura.</p>
<p>Sabendo que as perigosas corredeiras do Cahulawassee River estão prestes a serem inundadas e transformadas em represas, quatro amigos decidem descer o rio, em busca de aventuras e um lado mais próximo/ligado à natureza. Porém, no que começam sua viagem por canoas, eis que surge problemas nos quais os protagonistas lembrarão para sempre em seus pesadelos.</p>
<p>O filme começa com um duelo de banjos magnífico, entre um dos amigos e o &#8220;garoto&#8221; mais sinistro que já vi na minha vida. É tão genial que nós, espectadores, não sabemos se devemos rir da situação extrovertida, ou termos medo da lugubridade do menino. A seguir, segue-se a tão esperada viagem &#8211; inundada de água e dos mais amargos acontecimentos. Boorman estoura a mente quando dois homens rendem dois dos amigos, e um deles estupra o gordinho. É o ápice da violência psicológica &#8211; ao lado de <strong>Straw Dogs,</strong> do Peckinpah, este é o melhor filme sobre isso.</p>
<p>Aquilo que poderia ser apenas mais um filme sobre a amizade, ou somente um &#8220;<strong>Stand By Me</strong>&#8221; adulto, torna-se algo muito perturbador e radical nas mãos de Boorman, que emprega um ritmo delicioso à narrativa sobreposta às relações de heroísmo e confrontos entre os amigos &#8211; intricados num jogo selvagem de vida ou morte.</p>
<p>Nesse contexto sobre a violência, Boorman &#8211; que alguns anos antes havia dirigido o famoso <strong>Point Blank</strong> &#8211; escala um elenco composto principalmente por Jon Voight (eterno Joe Buck!) e Burt Reynolds. Ambos, perfeitos demais, participam de toda a perversidade proposta por Boorman para tornar seu filme mais arrebatador e sombrio. E, sempre humanos, os atores redigem atuações fantásticas; a mescla perfeita do lado psicológico com o lado explosivo de cada personagem.</p>
<p>O final é a coisa mais genial do mundo. É a lembrança de tudo o que passou, a aterradora verdade, que os personagens levarão para sempre. Assim como nós, que levaremos o filme conosco por toda vida; e agradeceremos eternamente a Boorman pelo presente cinematográfico.</p>
<p><strong>5/5</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aniversário Macabro (Wes Craven, 1972)]]></title>
<link>http://cinecafe.wordpress.com/2009/11/12/aniversario-macabro-wes-craven-1972/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 03:12:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bernardo Brum</dc:creator>
<guid>http://cinecafe.wordpress.com/2009/11/12/aniversario-macabro-wes-craven-1972/</guid>
<description><![CDATA[- por Bernardo Brum Quando se distanciou do mundo do cinema e passou a dirigir séries de televisão e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-1634" title="last house on the left" src="http://cinecafe.wordpress.com/files/2009/11/last-house-on-the-left.jpg" alt="last house on the left" width="500" height="273" /></p>
<p><em>- por Bernardo Brum</em></p>
<p>Quando se distanciou do mundo do cinema e passou a dirigir séries de televisão e peças de teatro,  a desculpa dada por Bergman era que estava horrorizado com a baixeza atual do cinema. Sempre me pergunto se um dos motivos principais foi ter visto o que um certo cineasta americano fez usando a história que o sueco havia criado para o filme <em>A Fonte da Donzela</em>&#8230;</p>
<p>Pois é, <em>Aniversário Macabro</em> transforma uma clássica história de sofrimento, dor e tristeza em um autêntico exploitation sujo, brutal e doentio. Na cadeira de direção, Wes Caven, um dos mais malucos cineastas do gênero e que, com o passar dos anos, iria progressivamente amolecer e passar a dirigir filmes mais levinhos como a trilogia de terror teen Pânico e o draminha água-com-açúcar <em>Música do Coração</em>, e é claro, o criador do vilão Freddy Krueger e diretor do primeiro <em>A Hora do Pesadelo</em>.</p>
<p>Mas lá pelos idos do começo dos anos 70, o papo era bem diferente. Junto ao produtor Sean S. Cunningham (que, anos mais tarde, criaria a mais rentável cópia de<em> Halloween</em>, <em>Sexta-Feira 13</em>) e egresso da pornografia (como tantos outros cineastas do seu período que passariam a ser mais cohecidos como grandes potências do cinema americano &#8211; como Abel Ferrara, só para citar um exemplo), Craven acabou sendo reconhecido como um dos cineastas mais extremos da época. Outros filmes que iria dirigir, como <em>Quadrilha de Sádicos</em> e declarações que ele próprio não aguentava assistir seu debut no cinema de horror só serviram perpetuar a lenda.</p>
<p>A história de Bergman é subvertida logo nos primeiros cinco minutos, aonde a inocente protagonista de seu filme é transformada numa libidinosa moça típica do estereótipo daquele década. Ao invés de ir levar velas para a igreja, ela sai com uma amiga no seu aniversário para ir num show de rock e comprar maconha. Ao invés de encontrar pastores pagãos, ela é estuprada e assassinada por uma gangue clichê de psicopatas lideradas pelo amedrontador Krug Stillo (interpretado pelo ator David Hess, dono de uma expressão de psicótico-demente poucas vezes igualada).</p>
<p>Essas são as premissas básicas para um filme nem um pouco sutil e praticamente sem concessões. Não adianta desviar os olhos da violência para outra coisa, já que aqui, a violência é a mola-mestra da película. Ela que dita a estética suja e doente, a edição meio Peckinpah e a história, que se não é muito original, deixa pra lá a história de vingança, culpa e redenção do filme original e pega os pais da protagonista para revidarem de forma igualmente animalesca.</p>
<p><em>Aniversário Macabro</em> é um exploitation por excelência, e as próprias aliviadas que o cineasta dá só acabam atrapalhando tudo &#8211; tipo a inserção de uma dupla de policiais palermas que passam grande parte do filme em trapalhadas à lá <em>Os Três Patetas</em> enquanto o pau come solto e rolam estupros, desmembramentos , assassinatos  e humilhações mil. Assim como a apresentação dos antagonistas &#8211; caricata demais para se levar a sério e óbvia sacanagem do diretor para com o espectador &#8211; que acabam deixando o filme, no final das contas,  sem todo o impacto que poderia causar.</p>
<p>Mas mesmo com o pézinho na auto-esculhambação desnecessária, não se deixe enganar &#8211; o filme é pauleira pura que compete de igual para igual com qualquer um dos clássicos hiperviolentos da época. O ato final é um dos mais malucos e alucinados que o filão poderia oferecer &#8211; inclusive inaugurando o uso de uma motoserra no cinema de horror  antes de Leatheface e Tobe Hooper a popularizarem de forma definitiva.</p>
<p>Histórico-socialmente falando, o filme é um reflexo da sua época &#8211; uma época desiludida, onde os Estados Unidos voltavam desiludidos da guerra do Vietnã, o tráfico de heroína subia de forma vertiginosa, ocorriam o escândalo de Watergate, a era hippie chegava ao final com Altamont e os brutais assassinatos da Família Manson e o mundo se via numa época que, a qualquer minuto, poderia acabar nas cinzas de uma fogueira nuclear. Com isso, nem dava para fazer algo mais elaborado &#8211; a urgência e o sensacionalismo eram o que ditava os filmes. Com isso tudo, o grito de Craven foi mais do que válido. Tanto que, até hoje, continua sendo impressionante.</p>
<p>3/5</p>
<p><em>Ficha técnica: Aniversário Macabro (Last House on The Left) &#8211; 1972, EUA. Dir.: Wes Craven. Elenco: Sandra Peabody, Lucy Grantham, David Hess.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Geyse Arruda - Aluna hostilizada na UNIBAN é Expulsa por quebra do decoro, ética, moralidade e Dignidade. De vítima à Ré. Advogado da Uniban afirmou que a Aluna teria levantado o vestido e provocado o tumulto. Ministério da Educação cobrará explicação da Universidade, que no dia 09/11/09 revogou a expulsão.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/09/aluna-hostilizada-na-uniban-e-expulsa-por-quebra-do-decoro-e-etica-de-vitima-a-re-ministerio-da-educacao-cobrara-explicacao-da-universidade/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:32:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/09/aluna-hostilizada-na-uniban-e-expulsa-por-quebra-do-decoro-e-etica-de-vitima-a-re-ministerio-da-educacao-cobrara-explicacao-da-universidade/</guid>
<description><![CDATA[A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres condenou a Uniban por expulsar estudante hostili]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres condenou a Uniban por expulsar estudante hostili]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A UNIBAN é Suazilândia?]]></title>
<link>http://apoiadores.wordpress.com/2009/11/09/a-uniban-e-suazilandia/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 11:26:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>D.</dc:creator>
<guid>http://apoiadores.wordpress.com/2009/11/09/a-uniban-e-suazilandia/</guid>
<description><![CDATA[Muita gente diz que é errado comparar o caso de Geyse com casos de estupro, mas será que é mesmo? Po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="_mcePaste"><img class="alignleft size-full wp-image-57" title="estupro" src="http://apoiadores.wordpress.com/files/2009/11/estupro1.jpg" alt="estupro" width="189" height="135" />Muita gente diz que é errado comparar o caso de Geyse com casos de estupro, mas será que é mesmo? Porque a justificativa é a mesma dos estupradores, a estratégia de por a culpa na vítima é a mesma: ela provocou, ela pediu, ela não se deu o respeito, ela usou saia curta, etc. A estratégia é sempre a mesma: investigar a pessoa para avaliar seu caráter. Se ficar provado que a pessoa não era &#8220;digna&#8221;, não se &#8220;respeitava&#8221;, então está aí a justificativa para as atrocidades.</div>
<div>.</div>
<div id="_mcePaste">Como bem diz Reinaldo Azevedo no seu <a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/geisy-expulsa-da-uniban-barbarie-fascistoide-mulheres-do-brasil-unam-se-contra-o-%E2%80%9Cdireito-ao-estupro%E2%80%9D/" target="_blank">blog</a>, o título do post é &#8220;GEISY É EXPULSA DA UNIBAN. BARBÁRIE FASCISTÓIDE! MULHERES DO BRASIL, UNAM-SE CONTRA O “DIREITO AO ESTUPRO”:</div>
<div id="_mcePaste">.</div>
<blockquote>
<div><em>Estamos de volta ao país de Ângela Diniz, que os mais jovens nem devem saber quem é. Vale uma pequena pesquisa sobre a “Pantera de Minas”, assassinada por seu namorado, que foi absolvido (o julgamento depois foi revisto). Acusação: Ângela se comportava como “puta”. Ficou famosa uma frase dita pelo advogado de Doca Street, o assassino: <strong>“Ela vivia mais na horizontal do que na vertical”</strong>. Esmagava-se a reputação da vítima para poder inocentar o seu algoz. É o que faz o tal advogado da Uniban — que, Santo Deus!, também ministra um curso de Direito.</em></div>
<div id="_mcePaste"><em>A um passo do estupro: pessoas (sic) que já não respeitam mais outro ser humano, autoridades (seguranças, professores, policiais &#8211; nada nem ninguém serviu para frear a turba! seguiram xingando e considerando o absurdo que fizeram correto!) estão a um pequeno passo de fazer o que há de pior.</em></div>
</blockquote>
<div>.</div>
<div id="_mcePaste">Cito <a href="http://www.sistemas.aids.gov.br/imprensa/Noticias.asp?NOTCod=59649" target="_blank">matéria</a> do site do governo de combate à AIDS (reparem e notem se as justificativas não são as mesmas), 28 de setembro de 2004:</div>
<div>.</div>
<blockquote>
<div id="_mcePaste">(&#8230;) O caso é polêmico. Na semana passada, dois motoristas foram detidos pela polícia na cidade de Manzini depois de terem violentado uma estudante de 18 anos que usava minissaia. Segundo testemunhas, os motoristas rasgaram a roupa da jovem para conseguir estuprá-la.</div>
<div id="_mcePaste">Ontem, cerca de mil mulheres fizeram um protesto contra o ataque. Na manifestação, elas encontraram um grupo de motoristas que prometia abusar sexualmente das passageiras, caso elas se vestissem “de forma inadequada”.</div>
<div id="_mcePaste">“Vamos ensiná-las o que é respeito”, afirmou Simon Ndwandwe, um motorista de Manzini. Outro condutor, identificado apenas como Lizandza, foi contundente: “<strong><em>As mulheres que usam minissaias dentro de um ônibus querem ser violadas. E nós lhe daremos o que elas querem</em></strong>”.</div>
<div id="_mcePaste">No início do ano, os motoristas de ônibus da Suazilândia proibiram as mulheres de usarem minissaias, alegando que a roupa os distraia e os incitava a ter pensamentos lascivos. (&#8230;)</div>
</blockquote>
<div>.</div>
<div id="_mcePaste">Sobre assunto também é interessante a leitura deste texto, que mostra bem a conduta de juízes em casos de estupro. Como nesses casos o depoimento da vítima é muito importante, então o juiz muitas vezes se acha no direito de investigar sobre a vida particular da vítima para descobrir se ela está mentindo ou não, se é uma pessoa íntegra ou não, etc. Aí vai o resumo:</div>
<div>.</div>
<div id="_mcePaste"><strong>Crime de estupro e sua vítima: a discriminação da mulher na aplicação da pena.</strong></div>
<div id="_mcePaste">.</div>
<div><em>Neste trabalho pretendemos abordar sentenças penais prolatadas em casos de crimes de estupro o crime de estupro, por ser de difícil comprovação, deveria ter como meio de prova principal a palavra da vítima. Todavia, de acordo com nossa pesquisa de ampo analisando 15 sentenças criminais prolatadas por juízes de 1˚ instância da comarca de Maceió-AL, a vítima mulher somente é merecedora de confiança quando tem um comportamento social dito como aceitável, observando-se com maior frequência as características pessoais dos envolvidos do que as próprias circunstâncias nas quais o delito foi cometido. Desta forma, o processo penal reproduz a violência de gênero. <strong>A análise de comportamento que é feita pelos operadores jurídicos, sobretudo o juiz, instaura no processo criminal um processo de classificação de vítimas, onde algumas são merecedoras de respeito e outras deram motivo a violência, e por isso mereceram sofrer a agressão</strong></em><em>. Fomenta-se então a discriminação, principalmente da mulher, que deveria ter agido de acordo com o seu papel social esperado, nem sempre desejado, ou seja, deveria ter ficado restrita ao privado, ao invés de se aventurar no meio público, que à ela nao pertence, e propaga-se a errônea concepção de um mundo justo, onde recebemos aquilo que merecemos.</em></div>
<div id="_mcePaste">.</div>
<div>Texto completo <a href="http://www.mulherecidadania.al.gov.br/cavcrime/artigos/Livia%20e%20aline.pdf" target="_blank">aqui</a>.</div>
<div id="_mcePaste">.</div>
<div id="_mcePaste">Nada adiantou para conter o linchamento moral tanto por parte da turba quanto por parte do conselho superior da UNIBAN, que por meio desta <a href="http://f.i.uol.com.br/folha/educacao/images/0931271.gif" target="_blank">nota</a> divulgada em diversos jornais de grande circulação do país mostrou seus &#8220;motivos&#8221; publicamente.</div>
<div id="_mcePaste">.</div>
<div id="_mcePaste">A universidade UNIBAN não se contentou de colocar a nota em seu site. Preferiu pagar para exibir seu fiasco nos principais jornais. E a peça que levam à público é um verdadeiro fiasco, uma palhaçada sem limites. A parte que trata dos &#8220;fatos&#8221; é uma vergonha!</div>
<div>.</div>
<div id="_mcePaste">A aluna fez percurso maior ao se dirigir ao toalete, a aluna posou para fotos, a aluna se recusou a usar short, a aluna na sindicância demonstrou oscilação entre euforia e desinteresse&#8230; Que isso? Alguém vai para um jornal divulgar ISSO? Tem a cara de pau de cometer essa vergonha pública? E ainda paga por isso? Interessante notar é &#8220;depoimento de colegas indicam que&#8230;&#8221;. Colegas aí refere-se aos bichos que a humilharam. Os bichos procurando dar suas justificativas para o seu crime e a universidade acatando.</div>
<div id="_mcePaste">.</div>
<div>Faltou avisar ao conselho superior da UNIBAN que ele não pode expulsar uma aluna com uma simples sindicância, como bem disse um advogado constitucionalista ontem no <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1156218-7823-EXPULSAO+DE+ALUNA+DA+UNIBAN+CAUSA+POLEMICA,00.html" target="_blank">Fantástico</a> e <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1156289-7823-UNIBAN+EXPULSA+MENINA+QUE+FOI+VAIADA+AO+USAR+VESTIDO+CURTO,00.html" target="_blank">hoje no Bom dia Brasil</a>, Pedro Estevam Serrano. As regras internas da UNIBAN não podem se sobrepor às leis vigentes do país. Leis essas que lhe garantem o direito ao contraditório, a ampla defesa, etc.</div>
<div id="_mcePaste">.</div>
<div>Qual o resultado de todo o fiasco cometido pela UNIBAN? Mais manifestações de indignação. O caso chegou a ter repercussão fora do país em jornais como <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2009/nov/08/geisy-arruda-expelled-brazil-mini-skirt" target="_blank">Guardian</a> e <a href="http://www.nytimes.com/aponline/2009/11/08/world/AP-LT-Brazil-Short-Dress.html?_r=1&#38;scp=1&#38;sq=geisy%20arruda&#38;st=cse" target="_blank">New York Times</a> versão online.</div>
<div>.</div>
<div id="_mcePaste">A UNE (União Nacional dos Estudantes) por meio do seu presidente bateu na mesma tecla em <a href="http://www.une.org.br/home3/movimento_estudantil/movimento_estudantil_2008/m_15610.html" target="_blank">nova nota</a> de repúdio (além de prometer <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u649550.shtml" target="_blank">manifestação</a>!):</div>
<div>.</div>
<blockquote>
<div id="_mcePaste"><em>“É como nos casos em que se responsabiliza a vítima de um assalto por estar segurando a carteira, ou se diz que uma mulher é culpada quando sofre um assédio ou abuso por causa da sua roupa. Isso nos parece lamentável”</em></div>
</blockquote>
<div>.</div>
<div id="_mcePaste">A ministra Nilcea Freire novamente, completamente ignorada no seu <a href="http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/noticias/ultimas_noticias/nota_caso_geyse/" target="_blank">pedido do dia 04 de novembro</a> voltou a se manifestar dizendo:</div>
<div>.</div>
<blockquote>
<div id="_mcePaste"><em>Nilcéa condenou a decisão de expulsar a universitária e disse que a atitude da escola demonstra “absoluta intolerância e discriminação”. “Isso é um absurdo. A estudante passou de vítima a ré. Se a universidade acha que deve estabelecer padrões de vestimenta adequados, deve avisar a seus alunos claramente quais são esses padrões”, disse a ministra à Agência Brasil, ao chegar para participar do seminário A Mulher e a Mídia.</em></div>
<div id="_mcePaste"><em>Segundo a ministra, a ouvidoria da SPM já havia solicitado à Uniban explicações sobre o caso, inclusive perguntando quais medidas teriam sido tomadas contra os estudantes que hostilizaram a moça. Amanhã (9), a SPM deve publicar nova nota condenando a medida e provocando outros órgãos de governo como o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério da Educação (MEC) a se posicionarem.</em></div>
</blockquote>
<div id="_mcePaste">.</div>
<div><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/11/08/materia.2009-11-08.0104950388/view" target="_blank">http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/11/08/materia.2009-11-08.0104950388/view</a></div>
<div>.</div>
<div><strong>Assine aqui a Petição de Repúdio à decisão da UNIBAN:</strong></div>
<div>.</div>
<div><a href="http://www.petitiononline.com/unitalib/petition.html" target="_blank">http://www.petitiononline.com/unitalib/petition.html</a></div>
<div>.</div>
<div>Vamos continuar acompanhando jornais, revistas, rádios, blogs, twitter, orkut para ver o desfecho final do caso.</div>
<div><span style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;"><span style="line-height:normal;font-size:small;"><span style="font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><span style="line-height:19px;"><br />
</span></span></span></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rio de janeiro pra quê?]]></title>
<link>http://minivaca.wordpress.com/2009/11/07/rio-de-janeiro-pra-que/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 03:46:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>minivaca</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quando a gente pode ser assaltado no Higienópolis mesmo? Estava saindo feliz e contente da minha fac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quando a gente pode ser assaltado no Higienópolis mesmo?</p>
<p>Estava saindo feliz e contente da minha faculdade linda quando um léééndo moço de gorro preto e empunhando uma faca da Tramontina avançou sobre o vééédro do meu carro - que eu super vou mandar blindar depois dessa - e disparou: &#8220;Me vê cinco centavos!&#8221; Eu, bobo e inocente, retruquei dizendo que eu não tinha 5 centavos. Pensei comigo mesmo que não ia ajudar aquele vagabundo mal vestido. O quê o póóóto fez? &#8220;ME PASSA TUDO ENTÃO!&#8221; E ainda me enfia a faca Tramontina de loja de 1,99 contra meu pescocinho lindo! Ainda se fosse a prataria da minha casa! Mas nãooooo, tinha que ser aquela faca vagabunda e enferrujada! Sujou meu pescoço! Aquééla béééecha mal encarada méé PAGA!</p>
<p>E a moral da história? Fiquei sem dignidade e desprovida de comunicação cas amééga! Sim, o viado roubou minha celular! UM HORROR. Por isso que eu falo: Rio de janeiro pra quê? Quando agente pode ser assaltado no Higienópolis por uma béécha mal vestida e truqueira! Queria padê, certeza!</p>
<p>Ei, liguem em casa ou no cel da namorada tá, colégas?</p>
<p>Beijos traumatizados do amigo Lucas!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Homem é condenado à decapitação e à crucificação por 5 estupros.]]></title>
<link>http://marioequitanda.wordpress.com/2009/11/03/homem-e-condenado-a-decaptacao-e-a-crucificacao-por-5-estupros/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 17:02:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mário</dc:creator>
<guid>http://marioequitanda.wordpress.com/2009/11/03/homem-e-condenado-a-decaptacao-e-a-crucificacao-por-5-estupros/</guid>
<description><![CDATA[Quem leu esse título com certeza pensou: desde quando esse tipo de pena é dada no Brasil? Mas é exat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quem leu esse título com certeza pensou: desde quando esse tipo de pena é dada no Brasil? Mas é exatamente essa a questão. Ela não é.</p>
<p>Esse fato aconteceu na Arábia Saudita, onde um homem (se é que podemos chamar assim um covarde que estupra crianças inocentes) de 22 anos foi acusado e condenado à morte pelo sequestro e estupro de 5 crianças. Segundo um jornal saudita, o jovem sequestrava as crianças em bairros residenciais, oferecendo-se para levá-las à escola. ele fopi preso segundo o testemunho de uma criança de 7 anos que ele havia tentado violentar. Entre suas vítimas está uma criança de 3 anos cujo corpo fora abandonado no deserto de Hael. Na Arábia Saudita, sequestro, estupro, assalto à mão armada, assasinato, entre outros crimes, são passíveis de pena de morte, onde em alguns casos o corpo é crucificado após a execução.</p>
<p>Não que eu seja a favor da pena de morte (muito menos contra), mas eu tenho certeza que o número de delinquentes é muito menor lá do que em países <span style="text-decoration:line-through;">incompententes</span> menos rígidos como o Brasil. Se essa política fosse aplicada aqui, eu aposto que pelo menos 60% das pessoas iria pensar duas vezes antes de cometer qualquer tipo de crime.</p>
<p>Só que não, não pode ser assim porque existe <span style="text-decoration:line-through;">aquela merda dos</span> direitos humanos. Quer dizer, se um filho da puta vai lá e come sua filha ou filho, minha filha, filhos de quem quer que seja, ele passa no máximo uns 10 anos na cadeia (e olhe lá ainda) e depois sai, podendo cometer o mesmo ou até piores crimes. Porém a coitada que rouba um pote de manteiga para dar de comer aos filhos (é, eu não esqueci essa história ainda) é condenada a QUATRO anos de prisão no regime semi-aberto. Esse país é uma palhaçada mesmo. Se &#8220;olho por olho, dente por dente&#8221; ainda valesse, você ia ver como neguinho ia parar de fazer esse tipo de coisa.</p>
<p>Me revolto mesmo, e daí? shauhsuahsua</p>
<p style="text-align:right;">Por <strong>Mário</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coisas fora do lugar...]]></title>
<link>http://deunaminhatelha.wordpress.com/2009/11/01/coisas-fora-do-lugar/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 20:18:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>mmurtas</dc:creator>
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<description><![CDATA[A idéia do Post de hoje é refletir um pouco sobre o que aconteceu com a estudante da Universidade Ba]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A idéia do Post de hoje é refletir um pouco sobre o que aconteceu com a estudante da Universidade Bandeirante, Michele Vedras, na quinta-feira dia 22 de outubro, e exibir alguns pensamentos sobre o ocorrido. A situação é interessante para mostrar para aqueles que possuem a capacidade de refletir &#8211; porque afinal, quem não reflete vai achar a situação engraçada &#8211; como as coisas estão fora do lugar na nossa sociedade.</p>
<p>Michelle Vedras (nome fictício) teve que sair da faculdade em que cursa turismo escoltada por PM&#8217;s, após parar as  aulas por conta do vestido que usava, que chamou a atenção dos alunos. Segundo a <em>Folha de São Paulo</em>, cerca de 700 pessoas entre estudantes e funcionários  se reuniram ao redor da sala aonde a garota de 20 anos se refugiu.</p>
<p>Diante da situação, dá vontade de começar um Post como esse dizendo &#8220;O mundo está perdido&#8221;. Exageiro?  Talvez. Mas vamos aos fatos: Se alunos de uma faculdade, que são pessoas que deveriam ter o mínimo de noções de seus atos e de cidadania, conseguem literalmente perder o controle de seu comportamento por estarem em grupo, o que podem fazer pessoas não instruídas?</p>
<p>É curioso ver como a união entre um belo par de pernas, maquiagem bem feita, um vestido curto e a falta de bom senso (de todos os lados) podem mobilizar centenas de pessoas e seus desejos sexuais reprimidos (Freud) .  Tem muita coisa &#8220;fora do lugar&#8221;, tanto dos &#8220;homens e mulheres da caverna&#8221; que se reuniram para ver a estudante em seu vestido cor de rosa, quando na prória &#8220;Michele&#8221;, que se recusou a trocar de roupa. Ou ela gozava de um certo prazer mórbido em atrair tal multidão, ou ela é realmente sem noção em não avaliar a necessidade de se proteger. Particularmente, acredito o tempo de inocência passou.  Acredito mais na 1ª possibilidade.</p>
<p>Não estou de forma alguma defendendo a ação dos trogloditas que se aglomeravam para ver a menina. No limite, não duvido que toda aquela multidão estuprasse aquela que chamavam de puta. Qual é? É desejo ou e repúdio de uma puta?</p>
<p>Complicado é que não há um exemplo sequer de educação ou punição pra tais pessoas. Não há noção de limite, não há a noção de certo e errado. Não há educação. E como já disse em crítica à sociedade em um Post anterior <a href="http://deunaminhatelha.wordpress.com/2009/08/05/leve-sociopatia-ou-seria-sociofobia/" target="_self">(Leve Sociopatia&#8230; Ou Seria Sociofobia?</a>), é preocupante imaginar que essas pessoas vão se tornar, futuramente, pais. Que educação essas crianças vão receber? Putz&#8230; Acho que o mundo está perdido&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PLURALIDADE. ESTUPRO. CONTINUIDADE DELITIVA.]]></title>
<link>http://divisaoinformativos.wordpress.com/2009/11/01/pluralidade-estupro-continuidade-delitiva/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 03:13:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo Bertasso</dc:creator>
<guid>http://divisaoinformativos.wordpress.com/2009/11/01/pluralidade-estupro-continuidade-delitiva/</guid>
<description><![CDATA[A Turma conheceu do recurso e lhe deu provimento para reconhecer a hediondez do delito capitulado no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:Arial;font-size:small;">A Turma conheceu do recurso e lhe deu provimento para reconhecer a hediondez do delito capitulado no <em>caput</em> do art. 213 do CP, bem como afastar a continuidade delitiva, restando fixada a pena privativa de liberdade, em razão do concurso material, em quinze anos e dois meses de reclusão, mantidos os demais consectários da condenação. Na espécie, para a caracterização da continuidade delitiva, é necessário o preenchimento de requisitos de ordem objetiva e subjetiva. Cometidos vários crimes de estupro contra vítimas diferentes, sem unidade de desígnios por parte do réu e em momentos e circunstâncias diferentes, não há que se falar em delito continuado. Precedentes citados do STF: RE 102.351-SP, DJ 28/9/1984; HC 87.281-MG, DJ 4/8/2006; do STJ: HC 94.140-SP, DJ 5/5/2008; REsp 935.533-RS, DJ 8/10/2007, e HC 38.531-MS, DJ 11/4/2005. <strong><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&#38;valor=REsp+1102415" target="_blank">REsp 1.102.415-RS</a>, Rel. </strong><strong>Min. Jorge Mussi, julgado em 18/8/2009.</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Barack Obama Abrirá as Portas para o Anticristo com seu anúncio de vida Extra-terrestre.]]></title>
<link>http://salvacao.wordpress.com/2009/11/01/barack-obama-abrira-as-portas-para-o-anticristo-com-seu-anuncio-de-vida-extra-terrestres/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 00:08:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos</dc:creator>
<guid>http://salvacao.wordpress.com/2009/11/01/barack-obama-abrira-as-portas-para-o-anticristo-com-seu-anuncio-de-vida-extra-terrestres/</guid>
<description><![CDATA[Nós já sabemos que a atividade ufológica e uma atividade demoníaca e essa atividade abrirá as portas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Nós já sabemos que a atividade ufológica e uma atividade demoníaca e essa atividade abrirá as portas]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Machismo mata!]]></title>
<link>http://virusplanetario.wordpress.com/2009/10/31/machismo-mata/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 19:26:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>virusplanetario</dc:creator>
<guid>http://virusplanetario.wordpress.com/2009/10/31/machismo-mata/</guid>
<description><![CDATA[Rafael Cortez, repórter do CQC faz esta ótima análise sobre o caso da aluna da Uniban hostilizada po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1207" title="600--Rafael_Cortez" src="http://virusplanetario.wordpress.com/files/2009/10/600-rafael_cortez.jpg" alt="600--Rafael_Cortez" width="287" height="423" />Rafael Cortez, repórter do CQC faz esta ótima análise sobre o caso da aluna da Uniban hostilizada por alunos:</em></p>
<h3>Breve tratado sobre a covardia e a mulher</h3>
<p><span style="font-size:small;">Vi agora o polêmico vídeo da aluna da UNIBAN – o que mostra uma centena de estudantes acuando e hostilizando uma jovem que foi assistir a uma aula em um campus da Universidade&#8230; vestindo uma roupa vermelha e curta. </span></p>
<p><span style="font-size:small;"><em>(para quem ainda não viu, as lamentáveis cenas, aí segue&#8230;)</em><br />
</span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-PpOKKakQ_s&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/-PpOKKakQ_s&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>A histeria coletiva, a que tomou conta de tudo, como se bem vê nas imagens, falou mais alto. Começou motivada por um ou outro covarde preconceituoso e, como era de se esperar em atos covardes, encontrou na comodidade do anonimato de quem só tem força no meio da multidão, uma forma de se propagar estupidamente.</p>
<p>As massas são cegas, já sabemos. É no meio da galera que se esconde o cara que joga uma pedra no outro dentro de um estádio de futebol lotado. Camuflados entre os comparsas, agem os mais fracos &#8211; os que intimidam só pq se apegam ao bando para serem homens de verdade. É na comodidade das milhares de pessoas virtuais anônimas, e acobertadas por outras do mesmo tipo, que molestam os pedófilos, atacam os inquisitores e “cagam-regra” os mais fracos; os bundões de verdade. Que as massas são cegas, nós já sabemos. A discussão agora é: até que ponto elas podem ser tão cruéis?</p>
<p>O que mais me chamou a atenção no episódio da “aluna-puta” (como o caso já se tornou maldosamente conhecido &#8211; e só essa definição já dá pano pra manga!), foi o fato de tudo ter se passado no campus de uma Universidade que me recebeu tão bem, e com tanta alegria e carinho, ainda esse ano numa palestra. Fiquei impressionado ao perceber como uma mesma turma boa e receptiva pode ser agressiva e cruel. Como lógicas preconceituosas e machistas imperam nesse mundo, nesse país!</p>
<p>Um ponto importante. Já chegaram a me questionar no Twitter hj, inclusive. Puxa, que coisa, não? Mas ela estava vestindo uma roupa vermelha curtinha; parecia uma puta. Bem, ela mereceu, não?</p>
<p>O que é isso agora? As pessoas vão ser julgadas até qdo pelo que vestem? E, no mais, se essa garota – que nem conheço e jamais poderia julgar – for isso ou aquilo da vida, quem está em condições de ser juiz e dar um veredicto de intimidação e violência como aquele, compartilhado com todos no Youtube?</p>
<p><a href="http://rafael.cortez.zip.net/" target="_blank">Continua &#8230; Leia mais clicando aqui</a></p>
<p>____________________________</p>
<p><em>O desenhista <a href="http://diegonovaes.blogspot.com/2009/10/dia-das-bruxas-e-dos-buxas.html" target="_blank">Diego Novaes</a> &#8211; que entre outros veículos, desenha pra Vírus &#8211; também faz uma ótima análise e charge:</em></p>
<p><em><img class="aligncenter size-full wp-image-1208" title="chargeunibam" src="http://virusplanetario.wordpress.com/files/2009/10/chargeunibam.jpg" alt="chargeunibam" width="510" height="644" /><br />
</em></p>
<p>Bom, todos já sabem que há cerca de uma semana atrás, a jovem estudante Geyse dos Santos quase foi linchada na Uniban, (uma escolãozinho particular desses aí que oferecem cursos de dois anos por R$ 199,00 ao mês).</p>
<p>A onda de animosidade ao redor da garota, centenas de homens e mulheres gritando &#8220;PUTA, PUTA, PUTAAAAAAAAA!!!&#8221;, a intervenção da PM para escoltá-la numa espécie de corredor polonês para que não fosse agredida fisicamente, além de ser revoltante, expões as vísceras podres da barbárie a que estamos lobotomizados a acreditar como sendo &#8220;normal&#8221;.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1210" title="CAPA_CARTILHA_MARIA_DA_PENHA" src="http://virusplanetario.wordpress.com/files/2009/10/capa_cartilha_maria_da_penha.jpg" alt="CAPA_CARTILHA_MARIA_DA_PENHA" width="320" height="320" />Teria ela agredido, difamado, roubado, violentado, torturado ou matado alguém? Não não! Como você bem sabe, caro leitor, a Geyse cometeu o crime hediondo de ir para a faculdade de saia curta.</p>
<p>Realmente talvez não seja o lugar mais propício par se usar esse tipo de roupa, é consenso. Porém, alunos foram entrevistados para que a opinião pública pudesse entender o motivo de tanta selvageria.</p>
<p>A resposta de todos, homens e mulheres, foi mais ou menos a mesma: &#8220;ela é uma vadia e tem que aprender&#8221;, &#8220;não se anda vestida assim tão indecente na faculdade&#8221; e mais todo tipo de baboseiras conservadoras e reacionárias que se pode imaginar.</p>
<p>A questão aqui é hipocrisia. Hipocrisia pura. Pode apostar, caro leitor, dentre os que lá estavam certamente tinham três categorias de seres humanos:</p>
<p>1- Moças um pouco frustradas com a própria falta de ousadia (ou quem sabe frustradas por não serem tão bonitas ou atraentes ou carismáticas quanto sua vítima, talvez), enlouqueidas com a saia curta da garota.</p>
<p>2 &#8211; Rapazes não muito certos de sua masculinidade e querendo dar uma de machões, descontando na pobre moça pois em grupo a testosterona masculina entra em ebulição (e é uma ótima oportunidade para gritar em voz grossa, acima de qualquer suspeita).</p>
<p>3 &#8211; Pessoas embriagadas e/ou as marias-vais-com-as-outras, que não souberam jamais cultivar o menor grau de personalidade e gritaram irracionalmente (se um se jogar num abismo acho que todos se jogam juntos).</p>
<p>Quer dizer, na hora de partir pra cima de uma moça indefesa chamando-a de puta (e SE ela fosse puta realmente, o que é que você ou eu ou eles tem a ver com isso???), todo mundo é valente. E não só os que protagonizaram aquela cena deprimente, mas MUITA gente que viu e soube a apóia esse tipo de comportamento!</p>
<div id="attachment_1209" class="wp-caption alignright" style="width: 307px"><img class="size-full wp-image-1209" title="machismo" src="http://virusplanetario.wordpress.com/files/2009/10/machismo.png" alt="machismo" width="297" height="400" /><p class="wp-caption-text">Nossa sociedade é extremamente machista. Milhares de mulheres ainda sofrem opressões.</p></div>
<p>Se você é um desses que pensam assim, queria te perguntar o seguinte: A saúde pública tá boa? Tem leito e tratamento pra todos? A educação no País vai bem? As escolas públicas são um ótimo lugar para se estudar? A política de enfrentamento em todo o País tá legal?</p>
<p>Tem ninguém inocente morrendo pela bala do Estado né? O contribuinte não está pagando as regalias da classe política não, né? A União não vai gastar 36 bilhões em sucata militar nem sei mais quantos milhões com mais 7 mil vereadores inúteis não, né?</p>
<p>Quem dera que tivéssemos o mesmo grau de revolta e de ódio contra os governantes e políticos que todos os dias nos roubam e prejudicam tanto.</p>
<p>Quem dera que numa mesma reação violenta pudéssemos nos revoltar contra tanto descaso, roubalheira e corrupção que está a sendo jogada na nossa cara todos os dias e não fazemos mais do que nos conformar.</p>
<p>Talvez seja verdade o velho ditado de que cada povo tem os governantes que merece.</p>
<p>Eu gostaria de acreditar que não.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Que Horror!&gt;&gt; Aluna da Uniban ameaçada de estupro no campus por usar minissaia]]></title>
<link>http://qhorror.wordpress.com/2009/10/31/que-horror-aluna-da-uniban-ameacada-de-estupro-no-campus-por-usar-minissaia/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 14:08:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcionaweb</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma estudante do curso de Turismo da Faculdade Uniban, unidade de São Bernardo do Campo (SP), teria ]]></description>
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<p><img class="alignleft" title="Foto: Divulgação" src="http://blogdenoronha.files.wordpress.com/2009/10/uniban.jpg?w=300&#038;h=244#38;h=244" alt="Aluna sai escoltada pela polícia da universidade." width="300" height="244" />Uma estudante do curso de Turismo da Faculdade Uniban, unidade de São Bernardo do Campo (SP), teria sofrido ameaça de estupro de outros alunos por estar usando minissaia e se portando de modo “provocativo”. A denúncia foi divulgada no blog Boteco Sujo e teria acontecido no dia 22 de outubro passado.</p>
<p>O fato ocorreu durante o horário de aula e causou tanto tumulto na faculdade que as aulas foram interrompidas e centenas de alunos saíram das classes para acompanhar a movimentação. A moça teria se refugiado dos agressores em uma sala, só conseguindo sair de lá acompanhada de escolta policial.</p>
<p>Dois vídeos circulam na internet com cenas do acontecimento. Um dos vídeos mostra inicialmente o intenso movimento dos estudantes no pátio central da faculdade e, mais para a frente, a estudante saindo escoltada pela polícia aos gritos de “puta! puta!”.</p>
<p>O Virgula entrou em contato com o secretário-geral da unidade, que se identificou apenas como Tiba. Ele confirmou o acontecido e garantiu que uma sindicância foi instaurada para se apurar os responsáveis.</p>
<p>“A aluna veio trajada de uma determinada forma e isso provocou os alunos”, declarou o secretário ao Virgula. Perguntado se a Uniban acha que isso justifica a agressão à aluna, o secretário foi contraditório. Inicialmente disse que “ela deu causa, ela deu motivos”, mas logo em seguida amenizou: “Também não era motivo para tanto alvoroço”.</p>
<p>Fonte: Vírgula.com.br</p>
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