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	<title>eu-teria-te-amado-pra-sempre &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "eu-teria-te-amado-pra-sempre"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 00:55:09 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Closer - Perto Demais (Closer)]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/03/23/closer-perto-demais-closer/</link>
<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 02:45:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[Gostei do filme! Se sentimentos viraram clichês para uns, para mim não. Emocionar, chorar, sorrir, e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a title="closer5.jpg" href="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/closer5.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/closer5.jpg" alt="closer5.jpg" width="485" height="291" /></a></p>
<p><span style="color:#333300;">Gostei do filme! Se sentimentos viraram clichês para uns, para mim não. Emocionar, chorar, sorrir, encantar-se, &#8220;rodar a baiana&#8221;, errar, reconhecer que errou, está pronta para aprender todos os dias&#8230; Enfim, se tudo isso está dentro de nós, por que não vivenciar? Por que ocultar? Por que envergonhar-se? Ou ainda, por que discriminar?</span></p>
<p><span style="color:#333300;">É um dos filmes que com certeza entrou para minha lista: &#8220;valer a pena rever&#8221;. Há filmes que mexem mais, outros menos. O principal é durante aquele momento nos transportermos para a história em busca de distração. (Com exceção, de alguém ser forçado a assistir como matéria de prova, por ex.). Refiro-me a não olhar o filme como um &#8220;manual de auto-ajuda&#8221;. Não é papel do filme.</span></p>
<p><span style="color:#333300;">Closer, prende a atenção e num crescente. Segue assim até o final. Nossa! Aquele final, é emocionante! Aqueles olhinhos abertos da personagem da Júlia Roberts é um presente! O que extrairmos dali?</span></p>
<p><span style="color:#333300;">-&#62; Que não há &#8220;príncipes encantados&#8221; (Basta ver o panacão dormindo ao lado dela. Não que ache errado alguém dormir de cansaço, ainda mais após uma transa. É que ao longo do filme, o personagem não me agradou. Conto daqui a pouco o porque; ou um deles.).</span></p>
<p><span style="color:#333300;">-&#62; Que não há o &#8220;e foram felizes para sempre&#8221;. Porque o relacionamento é construído a cada dia. Ninguém pega um &#8220;pacote fechado&#8221;. Vai-se conhecendo um pouquinho em cada momento. Por vezes, num belo dia, parece que se conviveu com um estranho. Se foi apenas um pequeno &#8220;susto&#8221;, que ele sirva de alerta e com isso, haja um entendimento; o tal do &#8220;vamos discutir a relação&#8221;. Do contrário, é cada um seguir em separado.</span></p>
<p><span style="color:#333300;">E é nisso que, para mim, o filme se baseia &#8211; em relacionamentos. Mas não em &#8220;amores impossíveis&#8221;, nem em &#8220;romances água-com-açúcar&#8221;.</span></p>
<p><span style="color:#333300;">São quatro visões, duas femininas e duas masculinas. E que não trazem a inscrição: &#8220;essa é a atitude mais acertada&#8221;. As atitudes diferem. Porém, com os personagens masculinos houve quase que uma disputa de quem era o melhor na cama; a partir de um ponto não mais se preocuparam com a parceira do momento. Pois, perdidos nesses desvarios, houve um vai-e-vem nas relações.</span></p>
<p><span style="color:#333300;">A personagem da Natalie Portman diz algo que toca fundo num relacionamento: &#8220;Eu teria te amado pra sempre&#8230;&#8221; Talvez, por ser a mais jovem, foi a que realmente fechou um capítulo. Dando fim na relação. O filme &#8220;Magnólia&#8221; retrata esse lance de não ter encerrado bem o capítulo. De mostrar que os ressentimentos ficam ali, em algum ponto, esperando para vir à tona. E se ao virem, continuam sendo não bem trabalhado&#8230; Continuarão a assombrar&#8230;</span></p>
<h3 class="smller"></h3>
<p>Para mim, a personagem da Natalie escolheu naquele memorial, o nome, no caso Alice, numa de:<br />
- dizer que é simples &#8216;construir&#8217; uma história &#8211; em fantasiar. O difícil é construir uma história real numa relação. Precisa ser construída no dia-a-dia.<br />
- também, em mostrar que há quem se apegue ao passado, fazendo até comparações. Quando deveria &#8216;enterrar&#8217; o passado. Começar do zero.</p>
<p><span style="color:#333300;">Se alguém quer tirar lições do ou no filme, vai estar equivocado. Muito embora esse filme põe o dedo na ferida. E para quem quiser assistir um bom filme, eu recomendo. Nota: 10.</span></p>
<p><span style="color:#333300;">Por: Valéria Miguez.</span></p>
<p><span style="color:#333300;"><strong>Closer &#8211; Perto Demais (Closer)</strong>. 2004. EUA. Direção: Mike Nichols. Elenco: Natalie Portman, Jude Law, Julia Roberts, Clive Owen. Gênero Drama, Romance. Duração: 100 minutos.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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