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	<title>exercito &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/exercito/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "exercito"</description>
	<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 05:21:35 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[CDD 30.11.2009]]></title>
<link>http://curiosusest.wordpress.com/2009/11/30/cdd-30-11-2009/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 03:00:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kiko</dc:creator>
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<description><![CDATA[A expressão Tio Sam originou-se do nome de Samuel Wilson, fornecedor de provisões do exército norte-]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A expressão Tio Sam originou-se do nome de Samuel Wilson, fornecedor de provisões do exército norte-americano na Guerra de 1812. Os fardos e os caixotes do material traziam a sigla &#8220;US Army&#8221; &#8211; Exército dos Estados Unidos. Os soldados fizeram piada e a sigla teve a interpretação jocosa de &#8220;Uncle Sam Army&#8221;, ou seja, Exército do Tio Sam. </p>
<p style="text-align:center;">. ~ . ~ . ~ . ~ . ~ . ~ . ~ .</p>
<p>El término tío Sam vino a partir del nombre de Samuel Wilson, proveedor de las disposiciones del ejército nortemaericano en la guerra de 1812. Los fardos y las cajas de material tenian las iniciales &#8220;US Army&#8221; &#8211; Ejército de los Estados Unidos. Los soldados bromeaban y las iniciales de interpretación lúdica de &#8220;Uncle Sam Army&#8221;, es decir, Ejército del Tío Sam.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Lula manda fabricar 3 mil veículos blindados ao Exército]]></title>
<link>http://frontbr.wordpress.com/2009/11/28/lula-manda-fabricar-3-mil-veiculos-blindados-ao-exercito/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 00:48:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Barreto</dc:creator>
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<description><![CDATA[RIO DE JANEIRO – Após o anúncio da compra de caças para a Aeronáutica e de submarinos para a Marinha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" title="Ururu III" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/vbpt_a1.jpg" alt="" width="461" height="295" /></p>
<p>RIO DE JANEIRO – Após o anúncio da compra de caças para a Aeronáutica e de submarinos para a Marinha, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou hoje que o presidente Lula autorizou o início da fabricação de 3 mil novos veículos blindados de transporte para o Exército.<strong>“O presidente autorizou o início do projeto inicialmente chamado Urutu III, agora rebatizado Guarani, que vai substituir todo o sistema de mobilidade do Exército”</strong>, disse Jobim, após participar no Rio da troca do Comando de Operações Navais no Porta Aviões São Paulo.</p>
<p><strong>De acordo com o ministro, serão investidos na construção dos Guaranis R$ 6 bilhões ao longo de 20 anos.</strong> Os veículos serão construídos pela fábrica Fiat Iveco, em Sete Lagoas, Minas Gerais. A licitação foi vencida em 2007. Em abril, a fabricante apresentou uma maquete em tamanho real da viatura blindada na Feira Latin America Aero &#38; Defense (LAAD), no Rio. O motor e 60% dos componentes serão nacionais para diminuir o custo de produção.</p>
<p>A previsão da Iveco é que a primeira unidade fique pronta em 2010 e que 16 veículos sejam testados até 2011. Os exames serão realizados no Centro de Avaliações do Exército (CAEx), localizado em Barra de Guaratiba, na zona oeste do Rio. Os testes vão examinar a durabilidade do veículo, ergonomia e a blindagem estrutural para saber se o Guarani suporta explosões de minas terrestres, por exemplo.</p>
<p>Comparado ao EE-11 Urutu, modelo em uso hoje pelo Exército, o Guarani traria vantagens como proteção blindada superior, maior mobilidade, maior capacidade de transposição de trincheiras, maior capacidade de degrau vertical, ar condicionado, sistema de freio com disco duplo e ABS, GPS, sistema automático de extinção de incêndio e de detecção de laser.</p>
<p><strong>FONTE:</strong> Estadão</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[6 bilhões de reais para 2.000 veículos blindados Guarani para o Exército ]]></title>
<link>http://podermil.wordpress.com/2009/11/28/6-bilhoes-de-reais-para-2-000-veiculos-blindados-guarani-para-o-exercito/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 20:35:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>chacal2011</dc:creator>
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<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou anteontem o investimento de R$ 6 bilhões ao longo d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://www.pesquisa.exercito.gov.br/pesquisa/upload/surveys/66235/vbtp_mr.jpg" alt="" /></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou anteontem o investimento de R$ 6 bilhões ao longo de 20 anos na construção de mais de 2.000 blindados para reequipar o Exército, afirmou o ministro Nelson Jobim (Defesa).</p>
<p>Segundo Jobim, o projeto Veículo Blindado Sobre Rodas já tem alocação orçamentária. Os novos blindados, que serão chamados de Guarani, serão construídos na fábrica da Fiat/ Iveco, em Sete Lagoas (MG).</p>
<p><img src="http://3.bp.blogspot.com/_kdcsVoFMTKM/ScI-PLWqOTI/AAAAAAAASzw/HL1Zm078kuU/s400/0px-CH-46_2.jpg" alt="" /></p>
<p>&#8220;Ele vai substituir todo o sistema de mobilidade do Exército&#8221;, disse o ministro, após a troca de comando no 1º Distrito Naval, no Rio. Além da construção dos Guaranis (chamados na fase de projeto de Urutu 3), o ministro disse que os blindados Urutu e Cascavel, considerados obsoletos e que eram produzidos pela falida Engesa (que chegou a exportá-los para cerca de 20 países), serão reformados para compor a frota da Força.</p>
<p>Em abril, o Guarani foi apresentado na feira de material de defesa Laad 2009 (Latin America Aerospace &#38; Defence), no Rio. O custo estimado de cada unidade era de US$ 1,5 milhão (R$ 2,6 milhões). Jobim disse que a verba para os blindados será gasta ao longo de 20 anos com &#8220;entre 2.000 e 3.000 blindados&#8221;. O total, hoje, permite a construção de 2.285 Guaranis.</p>
<p>A declaração do ministro é feita após o governo Lula reequipar a Marinha com novos submarinos franceses e na fase final da compra de novos caças para a Aeronáutica. O Exército ainda não havia sido contemplado por grandes investimentos do governo federal. Queixando-se do abandono, o Exército chegou a suspender o expediente na manhã de segunda e na tarde de sexta, alegando a necessidade de economizar.</p>
<p>A Folha revelou anteontem que técnicos do Exército foram à Rússia para negociar a compra de um novo sistema antiaéreo. O Centro de Comunicação Social do Exército, procurado pela Folha, não forneceu informações adicionais sobre o projeto nem o número de blindados da Força.</p>
<p>Segundo o Instituto Internacional para Estudos Estratégicos, o Brasil tem 803 blindados de transporte de pessoal e 409 Cascavéis.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teste de concentração]]></title>
<link>http://kasadojoao.wordpress.com/2009/11/28/teste-de-concentracao/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 11:15:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Neto</dc:creator>
<guid>http://kasadojoao.wordpress.com/2009/11/28/teste-de-concentracao/</guid>
<description><![CDATA[Eita treinamento &quot;duro&quot;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_4329" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://kasadojoao.wordpress.com/files/2009/11/73_focus___sometimes_its_impossible.jpg"><img class="size-full wp-image-4329" title="73_focus___sometimes_its_impossible" src="http://kasadojoao.wordpress.com/files/2009/11/73_focus___sometimes_its_impossible.jpg" alt="" width="450" height="334" /></a><p class="wp-caption-text">Eita treinamento &#34;duro&#34;</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[high times]]></title>
<link>http://letitblog.wordpress.com/2009/11/26/high-times/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:57:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cadu</dc:creator>
<guid>http://letitblog.wordpress.com/2009/11/26/high-times/</guid>
<description><![CDATA[isto é um vídeo do exército britânico testando lsd como forma de aumentar a resistência dos soldados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/n-rWnQphPdQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/n-rWnQphPdQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">isto é um vídeo do exército britânico testando <strong>lsd</strong> como forma de aumentar a resistência dos soldados no campo de batalha. a parte em que o soldado abandona o posto e sobe numa árvore para <em>&#8220;alimentar os passarinhos&#8221;</em> é hilária.</p>
<p style="text-align:justify;">vale lembrar que medidas proibitivas em relação às drogas, em grande medida, ganharam força apenas depois que perceberam que a maioria delas não poderia ser usada como instrumento bélico. no vietnã, por exemplo, os soldados americanos consumiam <strong>maconha</strong>,<strong> heroína</strong> (nessa parte do globo a oferta era vasta) e <strong>lsd</strong> para entrar em combate.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/se7lljRDNjk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/se7lljRDNjk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span> </p>
<p style="text-align:justify;">mas em plena efervecência dos anos 60 isso apenas causava mais tensões entre os soldados que questionavam a guerra sem propósitos sendo que muitos acabaram <em>&#8220;enlouquecendo&#8221;</em> e até praticando o chamado <em>fogo-amigo</em>. ou seja, soldados americanos atirando em colegas em pleno campo de batalha. sem falar em casos de estupro de civis inocentes, desobediência, abandono de funções e deserções. alguém aí lembrou de <strong>&#8220;apocalipse now&#8221;</strong>,<strong> &#8220;full metal jacket&#8221;</strong>,<strong> &#8220;platoon&#8221;</strong>, etc?</p>
<p style="text-align:justify;">este conjunto de fatores resultou na famosa <em>&#8220;guerra contra as drogas&#8221;</em> instituída pelo presidente <strong>nixon</strong>. que nada mais era do que uma cruzada hipócrita (e racista) visando interesses particulares. aproveito para abrir um parêntese para uma citação ao livro <strong>&#8220;contracultura através dos tempos&#8221;</strong> de <strong>dan joy</strong> e <strong>ken goffman</strong>. livro este que já estou para comentar há muito tempo por aqui mas que a (falta de) memória e/ou a preguiça me impediram. fica para uma outra hora.<br />
mas recomendo com força.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">&#8220;com a posse de <strong>nixon</strong>, no início de 1969, aumentaram as condições para a guerra cultural e o conflito político, assim como cresceu a guerra no vietnã. o novo presidente anunciou a <em>&#8220;guerra às drogas&#8221;</em> (uma herança que permanece até hoje), aprovando a lei <em>&#8220;sem bater&#8221;</em>, que permitia que a polícia invadisse as casas de suspeitos de posse de drogas sem aviso. (hoje nós consideramos isso normal, mas antigamente era comum que os agentes da lei batessem e anunciassem que tinham um mandado de busca).</p>
<p style="text-align:justify;">(&#8230;) embora grande parte da repressão fosse, sem dúvida, uma reação natural de agentes da lei machistas às provocações de esquisitões negros, também estava em ação um grande programa secreto do governo dos <strong>estados unidos</strong> para espionar, enquadrar e, em pelo menos uma ocasião, assassinar radicais e/ou hippies. revelado mais tarde como resultado de uma investigação relacionada ao caso <strong>watergate</strong>, o programa era chamado de <strong>COINTELPRO</strong> e, com o governo <strong>nixon</strong> assumindo o poder, aproximadamente 250 mil novos esquerdistas, líderes hippies e até mesmo democratas liberais, além de astros do rock e outras personalidades, foram sujeitadas a um programa de estrita vigilância pelo <strong>FBI</strong>, que incluía infiltrações. além disso, <strong>nixon</strong> tinha uma <em>&#8220;lista de inimigos&#8221;</em> particular, composta principalmente de liberais e quase todos os seus críticos nos grandes meios de comunicação. a lista seria repassada para o <strong>IRS </strong>que, sem dúvida, sabia o que fazer.</p>
<p style="text-align:justify;">(&#8230;) como foi revelado nas audiências do <strong>church committee</strong> em 1975 e por documentos posteriormente liberados com base na lei de liberdade de informação, a grande opressão de <strong>j. edgar hoover</strong> nos anos 1960 era impedir o crescimento da liderança política negra, e ele se concentrou em acabar com os panteras negras, que tinham se tornado heróis populares dos negros nos guetos. a maior parte do esforço do programa <strong>COINTELPRO</strong> do <strong>FBI</strong> era dirigido contra aquele partido. todos os diretórios tinham sido fortemente infiltrados com agentes que tentavam (com algum sucesso) levá-los a participar de atos de violência ilegais. cartas falsas eram enviadas de um membro do partido para outro, de modo a (com sucesso) provocar lutas internas. dezenas de membros do partido foram enquadrados, e pelo menos dois, <strong>fred hampton</strong> e <strong>mark clark</strong>, foram mortos a sangue-frio pela polícia de chicago enquanto dormiam.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">daí para começar a acreditar nas suspeitas de que <a href="http://usgovinfo.about.com/library/weekly/aaelvisa.htm" target="_blank"><strong>elvis presley</strong></a> (logo quem) fosse um <a href="http://www.archives.gov/historical-docs/document.html?doc=20&#38;title.raw=Elvis%20Presley%26%2339%3Bs%20Letter%20to%20President%20Richard%20Nixon" target="_blank">agente infiltrado do <strong>FBI</strong></a> no <a href="http://www.archives.gov/exhibits/nixon-met-elvis/index.html" target="_blank">combate às drogas</a> (inclusive <a href="http://letitblog.wordpress.com/2009/06/22/o-dia-que-os-beatles-encontraram-elvis/" target="_blank">delatando, primeiro os<strong> beatles</strong> </a>- de modo a tentar reaver, de forma suja, seu reinado nas paradas de sucesso -  e posteriormente <strong>john lennon</strong> e sua ligação com líderes revolucionários, pacifistas e <em>&#8220;gurus das drogas&#8221;</em> tais como <strong>abbie hoffman</strong> e <strong>timothy leary</strong>) não custa, né?</p>
<p style="text-align:justify;">hoje em dia é sabido que, por debaixo do pano, o exército americano (pelo menos durante a gestão de <strong>bush</strong> filho) testou drogas  em seus soldados no iraque e afeganistão de modo a aumentar o rendimento no deserto. sem falar nos soldados que se viciam em anfetaminas e outras substâncias depois que voltam da guerra, seja por causa do trauma ou para evitar a <em>&#8220;cold turkey&#8221;</em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Operação Laçador]]></title>
<link>http://neccint.wordpress.com/2009/11/23/operacao-lacador/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:42:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Laís  Niman</dc:creator>
<guid>http://neccint.wordpress.com/2009/11/23/operacao-lacador/</guid>
<description><![CDATA[  O exercício será a maior simulação de guerra convencional da América Latina. Usina Hidrelétrica de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>  <strong><img src="http://www.defesanet.com.br/imagens/0911/lacador_01.jpg" alt="" width="334" height="238" /></strong></p>
<p><strong>O exercício será a maior simulação de guerra convencional da América Latina. Usina Hidrelétrica de Itá será ocupada por Forças Estratégicas.</strong></p>
<p><span style="color:#800000;">Começa na próxima semana o maior exercício combinado de guerra convencional realizado na América Latina neste ano. A Operação Laçador é conduzida pelo Ministério da Defesa e vai acontecer entre os dias 16 e 27 de novembro nos três Estados da região sul.<br />
</span><br />
Mais de 8 mil homens do Exército, Marinha e Aeronáutica vão simular o emprego de 85 mil militares, efetivo que seria necessário no mesmo cenário numa situação real. A força combinada está sob o comando do General de Exército José Carlos De Nardi, Comandante Militar do Sul.</p>
<p><span style="color:#800000;">Em sua concepção estratégica a operação Laçador simula uma guerra entre duas nações fictícias: a Amarela e a Verde. O País Amarelo está situado na metade ocidental do Rio Grande do Sul. A nação vem enfrentando uma crise energética causada pelo esgotamento de seus campos petrolíferos. Sérias manifestações inflamadas pelos ideais nacionalistas de um governo populista provocaram o recrudescimento nas relações com o País Verde, que vive um clima de prosperidade econômica.<br />
</span><br />
Neste contexto, a Armada Amarela ocupa a zona do campo petrolífero da Bacia de Chuí, no Oceano Atlântico, dentro das águas territoriais do país Verde. O Comando de Defesa Aeroespacial Verde entra em Estado de Alerta nível 3, momento em que as principais unidades de aviação de caça, reconhecimento, transporte e ataque são desdobradas para a Base Aérea de Canoas.</p>
<p><span style="color:#800000;">Por ser o país agressor o Amarelo perde o apoio internacional e o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprova e legitima uma ação militar Verde para defesa do seu território. A Força Tarefa Combinada Rio Grande desloca uma frota de navios à área da Bacia de Chui enquanto a Força de Submarinos segue para o litoral Amarelo com a missão de negar o uso do mar às embarcações que ainda estão nos portos.<br />
</span><br />
Os serviços de Inteligência Verdes informam que forças regulares amarelas planejam ocupar as instalações da Usina Hidrelétrica Binacional, situada na fronteira e controlada pelos dois países. A usina é uma instalação estratégica responsável por abastecer grande parte da nação Verde, principalmente seus centros urbanos e econômicos. Na operação Laçador, esta usina está representada pela Hidrelétrica de Itá, localizada na dividas do Rio Grande do Sul com Santa Catarina.</p>
<p><span style="color:#800000;">Com a autorização do Presidente da República Verde, as Forças Armadas iniciam o contra-ataque. A ofensiva aérea dá início à guerra. A Força Aérea bombardeia as principais pistas de pouso e bases amarelas para garantir a superioridade no céu do inimigo.<br />
</span><br />
Simultaneamente, a Brigada Aeromóvel (12º Brigada de Infantaria Leve) realiza um assalto helitransportado e toma as instalações da Usina Hidrelétrica Binacional, numa ação muito similar à antecipada por Defesanet no ano passado (Ver &#8211; <a href="http://www.defesanet.com.br/missao/est/bil.htm" target="_blank">http://www.defesanet.com.br/missao/est/bil.htm</a>). À retaguarda de Itá, uma parte do território Amarelo é ocupado pelos militares verdes. A ação é rápida e poucos dias depois o país amarelo se rende.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><strong><em>Cenário fictício – Situação real</em></strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><em>Na região sul está localizada a Usina Hidrelétrica Binacional de Itaipu, que produz cerca de 20% de toda energia que é consumida no Brasil. Ficar atento aos revezes políticos e a situação de tensão social no país vizinho é importante para o Brasil não ficar definitivamente às escuras.</p>
<p>“Estamos treinando nossa gente para a dissuasão. Que ninguém ultrapasse nossas fronteiras”, disse o Comandante Militar do Sul, General de Exército José Carlos De Nardi, durante entrevista coletiva de apresentação da Operação Laçador.</p>
<p>No ano passado o Paraguai se sentiu provocado com as manobras realizadas na fronteira comum, e principalmente pelas declarações do General Elito, então comandante do CMS, que disse poder ocupar a usina de Itaipú se Lula ordenasse. Na época, as Forças Armadas do Paraguai chegaram a ser postas em alerta ante a uma hipotética invasão brasileira.</p>
<p>A mensagem passada por nossos militares foi entendida. Os movimentos campesinos paraguaios apoiados pelos MST brasileiro decidiram que a ocupação de Itaipú como forma de manifestação ou para empreender ações terroristas como a realizada em Tucuruí não seria fácil e nem interessante, pois provocaria um imenso problema que o Paraguai não seria capaz de resolver.</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em><span style="color:#808080;">Fonte: </span></em><a href="http://www.defesanet.com.br/09_11/091113_008.htm"><em><span style="color:#808080;">http://www.defesanet.com.br/09_11/091113_008.htm</span></em></a></p>
<p><em><span style="color:#808080;">Postado por Lais Niman</span></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estados Unidos intensifica los planes de guerra en América Latina]]></title>
<link>http://neccint.wordpress.com/2009/11/23/estados-unidos-intensifica-los-planes-de-guerra-en-america-latina/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:12:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Laís  Niman</dc:creator>
<guid>http://neccint.wordpress.com/2009/11/23/estados-unidos-intensifica-los-planes-de-guerra-en-america-latina/</guid>
<description><![CDATA[Desde la implementación del Plan Colombia en 2000 Estados Unidos ha alistado a varios aliados de la ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#800000;"><strong><a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/imperialismo_3.gif"><img class="alignright size-full wp-image-4185" title="imperialismo_3" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/imperialismo_3.gif" alt="" width="260" height="257" /></a></strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Desde la implementación del Plan Colombia en 2000 Estados Unidos ha alistado a varios aliados de la OTAN para la guerra de contrainsurgencia y para propósitos más amplios en la región. Personal de las SAS británicas (Servicios Aéreos Especiales) ha sido destinado al ejército colombiano para funciones de adiestramiento y el ejército español también envió personal</strong></span></p>
<p>El 29 de junio el presidente estadounidense Barack Obama recibió a su homólogo colombiano Alvaro Uribe en la Casa Blanca y semanas más tarde se anunció que el Pentágono planea desplegar tropas en cinco bases aéreas y navales en Colombia, el principal receptor en América Latina de la asistencia militar estadounidense y tercero mayor del mundo ya que ha recibido más de 5.000 millones de dólares del Pentágono desde que hace nueve años se lanzó el Plan Colombia.</p>
<p>Seis meses antes del encuentro Obama-Uribe el presidente saliente estadounidense George W. Bush concedió el mayor honor civil estadounidense, la Medalla de la Libertad, a Uribe, así como al ex-primer ministro británico Tony Blair y al ex-primer ministro australiano John Howard.</p>
<p>Una nota de prensa de aquel momento expresaba tanto conmoción como indignación ante el hecho de que la Casa Blanca honrara a Uribe: &#8220;A pesar de los asesinatos extra-judiciales, de los paramilitares, de los sindicalistas asesinados, el presidente de Colombia Uribe ha obtenido el mayor honor estadounidense por derechos humanos&#8221; [1].</p>
<p>La misma fuente corroboraba su preocupación añadiendo: &#8220;Colombia es el país más peligroso del mundo para los sindicalistas. En 2006 la mitad de todos los asesinatos de sindicalistas del mundo tuvieron lugar ahí. Desde que Uribe llegó al poder en 2002 han sido asesinados casi 500 [sindicalistas]. En respuesta a la preocupación por los asesinatos, Uribe descalificó a las víctimas a las que llamó &#8216;un panda de criminales vestidos de sindicalistas&#8217;. Se están investigando más de 1.000 casos de asesinatos ilegales por parte de los militares. Existen decenas de casos de soldados que capturan a hombres inocentes, los asesinan y los visten como enemigos combatientes. Se cree que cientos de miembros de las fuerzas de seguridad ha participado en estas actividades&#8221; [2].</p>
<p><strong><a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/farcep.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4184" title="farcep" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/farcep.jpg" alt="" width="274" height="211" /></a>Colombia: una guerra de cuarenta años</strong></p>
<p><span style="color:#800000;">Durante más de cuarenta años Colombia, el último de los clientes de Washington &#8220;democracia de escuadrón de la muerte&#8221; que queda en el hemisferio sur, ha emprendido una implacable guerra de contrainsurgencia contra las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) y una guerra igual de despiadada contra sindicalistas, campesinos, indígenas y otras organizaciones con su ejército adiestrado y equipado por Estados Unidos, y con formaciones paramilitares aliadas. Se calcula que a consecuencia de los enfrentamientos han sido asesinadas 40.000 personas y que hay 2 millones de desplazados.</span></p>
<p>En 1985 las FARC depusieron las armas y entraron en un proceso de paz con el gobierno de Belisario Betancur.</p>
<p>Esto ayudó a fundar la Unión Patriótica para participar en procesos electorales y en otras actividades pacíficas, pero al cabo de varios años 5.000 altos cargos electos de la Unión Patriótica, candidatos, sindicalistas, dirigentes comunales y otros activistas fueron asesinados por las fuerzas de seguridad de Colombia y los escuadrones de la muerte de extrema derecha vinculados con el gobierno, especialmente las muy mal reputadas Autodefensas Unidas de Colombia (AUC) y su difunto líder Carlos Castaño. Ocho congresistas, setenta concejales, decenas de diputados y alcaldes, y cientos de sindicalistas y dirigentes campesinos fueron asesinados y en 1989-1990 dos de sus candidatos presidenciales fueron asesinados en el espacio de siete meses.</p>
<p>Enfrentadas con su total exterminio, las FARC se rearmaron y buscaron refugio en el sudeste del país.</p>
<p>En 1998 el presidente colombiano Andrés Pastrana permitió a las FARC tener un refugio seguro de 16.000 millas cuadradas en el departamento de Caqueta.</p>
<p>Entonces Estados Unidos puso la mira en una campaña intensiva de contrainsurgencia para destruir ls infraestructura de las FARC en la región y, a la vez, destruir y arrancar la organización de raíz.</p>
<p>En enero de 2000 STRATFOR, una fuente que no es conocida por oponerse a la guerra, advertía: &#8220;El departamento de Estado estadounidense anunció recientemente un paquete de ayuda de dos años por valor de 1.300 millones de dólares para operaciones contra el narcotráfico en Colombia. El plan también está encaminado a ayudar al presidente Andrés Pastrana a negociar la paz con las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC). Pero el plan tendrá un efecto negativo. Acabará con las negociaciones de paz entre los rebeldes y el gobierno, y reavivará la guerra. En última instancia, el plan no hace sino preparar el camino para una mayor implicación estadounidense&#8221; [3].</p>
<p>Continúa diciendo &#8220;la mayor parte del dinero prometido para la campaña para contrarrestar el narcotráfico irá directamente a luchar contra los rebeldes &#8230;. En detrimento del gobierno de Bogotá esto inclinará la balanza de poder hacia los militares, que siempre se han opuesto a las negociaciones de paz. En última instancia, se abrirán las puertas de par en par a una mayor implicación estadounidense [4].</p>
<p><strong>Plan Colombia: la &#8220;flecha del parto&#8221; de Clinton*</strong></p>
<p><span style="color:#800000;">Para el año 2000 Colombia ya era el mayor receptor de ayuda militar estadounidense en el hemisferio sur, pero la administración Clinton incrementó el papel del Pentágono en esa nación con lo que se llegó a ser el Plan Colombia</span>.</p>
<p><span style="color:#800000;">Tras asumir el poder en enero de 1993 bombardeando Iraq y después matando a cientos, si no miles, de somalíes ese mismo año, Clinton y su equipo de política exterior nunca abandonaron el uso de la agresión militar.</span></p>
<p>En 1995 suministró planificadores y asesores militares para la brutal y etnocida Operación Tormenta de Croacia y dirigió los bombardeos de la OTAN de objetivos serbios bosnios, incluyendo a las tropas que se retiraban y las columnas de refugiados que las seguían, que dejaron lo que ahora es la República Bosnia Serbia repleta de uranio empobrecido y con una epidemia de casos de cáncer.</p>
<p>Tres años después emprendió ataques con misiles de crucero contra Afganistán y Sudán, y el 16 de diciembre de 1998 empezó la Operación Zorro del Desierto, un ataque mortífero de cuatro días a Iraq con 250 ataques aéreos y más de 400 misiles de crucero Tomahawk, la víspera de las mociones de censura contra Clinton en el Congreso estadounidense.</p>
<p>Al año siguiente el uso de la agresión militar por parte de la administración [Clinton] llegó a su punto culminante con los 78 días de ataques de la OTAN dirigida por Estados Unidos contra Yugoslavia, el primer ataque militar contra una nación europea desde los de Hitler y Mussolini en 1939.<a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/eua_colombia.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4186" title="eua_colombia" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/eua_colombia.jpg" alt="" width="235" height="238" /></a></p>
<p>La &#8220;flecha del parto&#8221; de la administración [Clinton] fue el Plan Colombia en 2000.</p>
<p>El año anterior, 1999, el presidente de Colombia, Pastrana, había concebido un proyecto, que la Casa Blanca rediseñó en su propio interés.</p>
<p>Como escribió el ex-embajador estadounidense en El Salvador Robert White (al que la administración Reagan había echado como parte de los preparativos para soltar a sus escuadrones de la muerte y guerras de la contra en América Central) después de que el Congreso estadounidense aprobara en Plan Colombia en junio de 2000: &#8220;Si se lee el Plan Colombia original, no el que se escribió en Washington, sino el Plan Colombia original, no se mencionan ofensivas militares contra los rebeldes de las FARC. Bien al contrario. (El presidente Pastrana) afirma que las FARC son parte de la historia de Colombia y un fenómeno histórico, dice, y que deben ser tratados como colombianos&#8221; [5].</p>
<p>Un teletipo alternativo estadounidense informaba que &#8220;a principios de 1999 el gobierno de Pastrana inició las conversaciones de paz con las FARC, el mayor grupo rebelde.</p>
<p>El presidente también hizo su primer viaje a Washington en busca de ayuda contra el tráfico de droga. Pero cuando llegó allí, &#8216;le cambiaron el libreto&#8217;, según Marco Romero de Iniciativa de Paz Colombia, una coalición creada en septiembre por 60 ONG locales que buscaban una alternativa a al Plan Colombia.</p>
<p>Las conversaciones de Pastrana con líderes del Congreso estadounidense y con el jefe de la oficina de política nacional contra las drogas de la Casa Blanca, Barry McCaffrey, dieron como fruto el Plan Colombia, afirmó Romero&#8221; [6].</p>
<p>McCaffrey es un general del ejército retirado que ganó sus galones en la República Dominicana en 1965, en Vietnam de 1966 a 1969 y en la operación Tormenta del Desierto en 1991. También fue jefe del Comando Sur del Pentágono (SOUTHCOM, en sus siglas en inglés) entre 1994 y 1996, y vice-representante de Estados Unidos en la OTAN.</p>
<p>&#8220;En apoyo a su petición de ayuda a Colombia, la secretaria de Estado estadounidense Madeleine Albright y el zar de la droga McCaffrey dijeron al Congreso estadounidense que los fondos se usarían para &#8216;restaurar el orden el sudeste de Colombia&#8217;&#8221; [7].</p>
<p><span style="color:#800000;">Con la aprobación del Plan Colombia Estados Unidos aumentó la ayuda militar a este país más de veinte veces en sólo dos años, 1998-2000, de 50 millones de dólares en 1998 a más de 1.000 millones de dólares en 2000, lo que situó a Colombia inmediatamente después de Israel y Egipto en esta categoría. En los diez años a partir de 1998 la ayuda militar estadounidense se multiplicó por cien.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">A principios de 2000 una fuente estadounidense de los medios de comunicación dominantes afirmó que &#8220;los 1.600 millones de dólares propuestos por la administración Clinton como ayuda de emergencia a Colombia es cuando menos tanto un paquete contra la insurgencia como una medida anti-droga&#8221; y mencionó que &#8220;un miembro del Congreso se opuso a los esfuerzos de la Casa Blanca por eludir el proceso normal de asignaciones&#8221; [8].</span></p>
<p>Unas semanas después tuvo lugar en El Salado una de las peores masacres recientes de civiles colombianos perpetrada por paramilitares con la complicidad del ejército.</p>
<p>El Plan Colombia estaba empapado en sangre antes incluso de que se formalizara. En enero de 2000 la secretaria de Estado Madeleine Albright visitó Colombia para promocionar la iniciativa y en honor a su llegada el ejército colombiano mató a 50 de sus ciudadanos en un ataque fuera de la capital, Bogotá.</p>
<p>En junio el Congreso y el Senado estadounidenses añadieron a la guerra más de 1.000 millones de dólares, sesenta helicópteros de combate y más fuerzas especiales asesoras en contrainsurgencia. Aproximadamente el 70% de los fondos de 2000 del Plan Colombia se asignaron a financiar, adiestrar y equipar a batallones antinarcóticos del ejército que operaban en el sudeste de Colombia, el antiguo refugio de las FARC.</p>
<p>Progresistas nominales, el difunto Paul Wellstone del Senado y la congresista de Illinois Jan Schakowsky, añadieron un condicionante de derechos humano que ninguna persona seria esperaba que se respetara y sólo dos meses después de que el Congreso autorizara el Plan Colombia Clinton utilizó su derecho presidencial de no aplicación para anular las condiciones referentes a los derechos humanos por razones de &#8220;seguridad nacional&#8221;.</p>
<p><strong>Nueve años después: la farsa de la guerra contra la droga cede el paso a la pura contrainsurgencia </strong></p>
<p><span style="color:#800000;"><a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/drug-war-peace-screen_thumb.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4187" title="drug-war-peace-screen_thumb" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/drug-war-peace-screen_thumb.jpg" alt="" width="309" height="214" /></a>Por supuesto, la escalada de las operaciones de contrainsurgencia se empaquetó bajo la etiqueta de una guerra contra la droga. Nueve años después Colombia sigue siendo el principal suministrador de cocaína y heroína a Estados Unidos.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">En abril de 2000 se vio en lo en serio que se debería haber tomado esta farsa cuando el ex-comandante de las operaciones contra la droga del ejército estadounidense en Colombia, el coronel James C. Hiett, se declaró culpable de no haber entregado las pruebas de que su esposa, Laurie, introducía de contrabando en Estados Unidos cocaína y heroína. En enero su esposa se declaró culpable de planear introducir de contrabando en Estados Unidos vía el correo heroína por valor de 700.000 dólares.</span></p>
<p>Indudablemente, el colonel Hiett cumplió con su deber propagando la historia de que las FARC eran responsables de la mejor parte del cultivo de coca y opio, y del tráfico en el país, y de que el ejército estadounidense era la mejor respuesta a estas supuestas actividades.</p>
<p>Si se tenía alguna duda de la sinceridad de las afirmaciones estadounidenses de que estaban luchando contra el narcotráfico y el terrorismo, a las pocas semanas de aprobarse en Plan Colombia la secretaria de Estado Albright escoltó al jefe del llamado Ejército de Liberación de Kosovo, Hashim Thaci, cuyos colegas y cárteles de la droga aliados controlan la mayoría del tráfico de marihuana, hachís y narcotráficos en Europa, a los lugares que ella solía frecuentar en el cuartel general de Naciones Unidas y en aquella época en el departamento de Estado, preparándolo para convertirse en futuro jefe de Estado (desde el año pasado Hashim Thaci es de hecho el presidente de lo que el ex-presidente serbio Vojislav Kostunica ha llamado acertadamente el primer Estado OTAN del mundo. También es el más reciente narco-Estado).</p>
<p><span style="color:#800000;">Tras los acontecimientos del 11 de septiembre de 2001 en Estados Unidos la casa Blanca elevó a las FARC a la cima de la lista de sus objetivos en la llamada Guerra contra el Terrorismo a pesar de que está más allá de la capacidad de cualquier persona sana para discernir o comprender saber qué papel pudo haber desempeñado las FARC en los ataques de Nueva York y Washington D.C..</span></p>
<p>Para 2002 la administración Bush había desechado la mayoría de las razones de la guerra contra la droga y &#8220;el Congreso aprobó una ley para permitir que la ayuda militar estadounidense a Colombia se utilizara en una &#8216;campaña unificada&#8217; contra las drogas y el terrorismo&#8221; y para 2008 &#8220;seis años y 5.000 millones de dólares después, el ejército colombiano es la fuerza de combate más cualificada de América Latina&#8221; [9].</p>
<p>Las &#8220;operaciones especiales de adiestramiento estadounidenses proporcionaron muchas de las destrezas que mostraron &#8216;el camino para abrir la puerta de esas remotas localizaciones en la jungla que en el pasado eran inaccesibles al gobierno colombiano&#8217;. Se crearon unidades militares, incluyendo la Brigada Comando. Se establecieron ocho unidades de inteligencia regional con aviones de reconocimiento y punteras comunicaciones cielo-aire. Se creó tanto una Escuela de Inteligencia como un Centro de Contrainteligencia&#8221; [10].</p>
<p>Días antes de cesar en su cargo, George W. Bush concedió la Medalla de la Libertad al presidente colombiano Alvaro Uribe, al que los rumores habían vinculado con el antiguo cártel de Medellín y cuyo hermano Santiago está acusado de narcotráfico y de conexiones con los escuadrones de la muerte.</p>
<p>Quizá anticipando este honor y en correspondencia a la persona más responsable del Plan Colombia y a las crecientes operaciones militares tanto en las fronteras de Colombia como dentro del país, Alvaro Uribe anunció que iba a conceder a Bill Clinton el premio &#8220;Colombia es Pasión&#8221; &#8220;en una sesión de gala &#8230;en Nueva York&#8221; por &#8220;creer en nuestro país y animar a otros a hacer lo mismo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Destacados demócratas de la lista de invitados incluyen a los ex-estrategas de Clinton, Dick Morris y Vernon Jordan, a los ex-miembros del gobierno Clinton Lawrence Summers y Madeleine Albright, y a varios congresistas demócratas&#8221;, la mayoría de los cuales tuvieron la habilidad de supervivencia política de no asistir [11].</p>
<p>Poco antes ese mismo año &#8220;la víspera de una visita del presiente estadounidense George W. Bush&#8221; y sin fingir ya una guerra contra la droga &#8220;soldados estadounidenses y colombianos llegaron en helicóptero a la ciudad sureña de Cartagena del Chaira, una plaza fuerte de las FARC &#8230;&#8221; [12].</p>
<p><span style="color:#800000;">Como se ha minimizado la cuestión de los narcóticos, el componente de los derechos humanos ha sido relegado al reino de la efímera manipulación de relaciones públicas.</span></p>
<p>En febrero de 2007 el hermano de la ministra colombiana de Asuntos Exteriores Maria Consuelo Araujo, el senator Alvaro Araujo, fue arrestado por su relación con el grupo paramilitar Autodefensas Unidas de Colombia (AUC).</p>
<p>A Uribe esto no le afectó y afirmó: &#8220;Cuando me preguntan por qué mantengo a la ministra de Exteriores respondo: no está implicada en actividades criminales que estén siendo investigadas&#8221; [13].</p>
<p>El Plan Colombia ha entrado en su décimo año. En los años transcurridos no han disminuido en lo más mínimo las masacres abiertas y encubiertas del gobierno y de los paramilitares (algunas demasiado espeluznantes para contarlas) y si bien el cultivo y exportación de droga se ha visto parcialmente afectado, no se ha visto afectado sustancialmente por lo que cuando conviene se sigue denominando todavía programa de erradicación de la droga.</p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>A pesar de afirmarse que era una guerra contra la droga, las actividades del Plan Colombia tanto dentro como fuera del país se llevaron a cabo con otros propósitos.</strong></span></p>
<p><strong>Colombia: la base del Pentágono en la región andina</strong></p>
<p><span style="color:#800000;">Desde su inicio tenía el objetivo de ser más que una intensificación de una guerra de contrainsurgencia de décadas de duración en Colombia y ser la primera salva de una campaña estadounidense para intensificar la militarización de la región andina. Los planes de la Casa Blanca y el Pentágono de utilizar a Colombia como fuerza militar regional y base operativa para vigilar América de Sur han ganado una nueva urgencia para Washington con las transformaciones políticas en Venezuela, Bolivia, Ecuador, Argentina y Paraguay que presagian el fin de la dominación política, económica y militar estadounidense del continente. </span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong><a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/quarta-frota-eua_kittyhawk-1.jpg"></a></strong></span><a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/geografiamundobasemilitaramericanacolombiamapa1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4189" title="GeografiaMundoBaseMilitarAmericanaColombiaMapa1" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/geografiamundobasemilitaramericanacolombiamapa1.jpg" alt="" width="423" height="505" /></a>En su primer año de existencia, 2001, un avión de la Fuerzas Aéreas Peruanas derribó un avión civil divisado por un avión estadounidense pilotado por contratistas de la CIA que llevaba a bordo a la misionera estadounidense Veronica Bowers y su hija, y murieron ambas además del piloto.</p>
<p>Para 2006 Estados Unidos había duplicado la cantidad de adiestradores y asesores militares estacionados en Colombia y ese mismo año aviones colombianos empezaron violando el espacio aéreo del vecino Ecuador. En apariencia estos aviones, a bordo de los cuales no habría sido raro que hubiera personal estadounidense, llevaban a cabo misiones de fumigación.</p>
<p>El gobierno ecuatoriano denunció estas acciones como &#8220;poco amistosas y hostiles&#8221; y el &#8220;ministro de Defensa Marcelo Delgado afirmó&#8230;que aviones del ejército sobrevolarían sus fronteras para impedir que los aviones colombianos entraran en el espacio aéreo de Ecuador&#8230;.&#8221; [14].</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><strong></strong><strong>Desde el derrocamiento del presiente hondureño Manuel Zelaya el 28 de junio, dirigido por comandantes militares adiestrados en la Escuela de las Americas, se han disparado las alarmas en América Latina y por todo el mundo de que el golpe, lejos de ser una aberración o un anacronismo, pueda establecer un precedente para más [golpes] en un futuro cercano.</strong><strong></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>En diciembre de 2006 no sólo aviones colombianos cruzaron la frontera. A finales del mes &#8220;unos 40 colombianos&#8230;huyeron hacia Ecuador atravesando la frontera después de haber sido atacados por soldados colombianos&#8221;, informó la oficina del Alto Comisionado de Naciones Unidas para los Refugiados (UNHCR, en sus siglas en inglés) en Ecuador [15].</p>
<p>Doce meses antes quince colombianos fueron asesinados y 1.500 desplazados en la provincia de Narilo al sur del país, en la frontera con Ecuador. &#8220;Las autoridades permanecieron en silencio en relación a si esto era una operación militar contra luchadores de la guerrilla o una disputa entre grupos paramilitares&#8221; [16].</p>
<p>A principios de 2007 el general de marines Peter Pace, entonces presidente de la Junta de Jefes del Estado Mayor, viajó a Colombia y pasó dos días reunido con los dirigentes políticos y militares del país. Poco después, el ministro de Defensa colombiano Juan Manuel Santos (sobre el que se hablará más adelante) devolvió el favor y visitó el Pentágono donde se reunió con el secretario de Defensa estadounidense Robert Gates. Un informe de la visita del departamento de Defensa citaba a altos cargos del Pentágono afirmando que &#8220;el apoyo militar estadounidense a Colombia, antes centrado en combatir la droga, se ha ampliado a ayudar al ejército colombiano a enfrentarse a la insurgencia rebelde del país&#8221; y que &#8220;soldados de las fuerzas especiales estadounidenses en Colombia proporcionan adiestramiento militar a las fuerzas de Colombia&#8230;.&#8221;[17]</p>
<p>Cinco meses después Colombia construyó una tercera base militar en su frontera de 2.219 kilómetros con Venezuela e inicialmente estacionó a 1.000 soldados en ella.</p>
<p>Colombia se ha convertido en el puesto de avanzada de Washington para hacer frente y amenazar tanto las fronteras del sudoeste de Ecuador como la del noreste de Venezuela.</p>
<p>También forma parte de una estrategia cuya naturaleza y alcance supera lo regional e incluso lo continental.</p>
<p><strong>América del Sur: el sexto continente de la OTAN</strong></p>
<p><span style="color:#800000;">Desde la implementación del Plan Colombia en 2000 Estados Unidos ha alistado a varios aliados de la OTAN para la guerra de contrainsurgencia y para propósitos más amplios en la región. Personal de las SAS británicas (Servicios Aéreos Especiales) ha sido destinado al ejército colombiano para funciones de adiestramiento y el ejército español también envió personal.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">La OTAN tiene miembros en Europa y América del Norte, y socios en Asia (Afganistán, Japón, Kazajastán, Kurgistán, Mongolia, Pakistán, Singapur, Corea del Sur, Tajikistán, Turkmenistán y<span style="color:#800000;"><strong><a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/nato_logo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4191" title="nato_logo" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/nato_logo.jpg" alt="" width="224" height="237" /></a></strong></span> Uzbekistán) y África (Argelia, Egipto, Mauritania, Marruecos y Túnez) y Australia.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">América del Sur es el único continente habitado en el que todavía no ha penetrado.  </span></p>
<p>En enero de 2007 el jefe colombiano de Defensa Santos viajó a Washington, Londres y Bruselas, &#8220;para mantener conversaciones con la Unión Europea&#8221;en estas última ciudad y, a continuación, a Munich, Alemania, &#8220;para una reunión con los ministros de defensa de la OTAN&#8221; [18]. Por supuesto, Santos hizo esta gira para cosechar más ayuda militar de Estados Unidos y sus aliados de la OTAN. Se ha informado que la Unión Europea ha concedido154 millones anuales desde aquel año.</p>
<p>En septiembre de 2005 el presidente venezolano Hugo Chávez advirtió que &#8220;por medio del trabajo de la inteligencia descubrimos un ejercicio militar de OTAN de una invasión de Venezuela y nos estamos preparando para esta invasión&#8221;.</p>
<p>Detalló que el plan consistía en un &#8220;ejercicio militar &#8230; conocido como Plan Balboa [que] incluye hacer ensayos de ataques simultáneos por aire, mar y tierra en una base militar en España en los que participan soldados estadounidenses y de países de la OTAN&#8221; [19]. También participaban en la operación tropas estadounidenses desplegadas en el enclave holandés de Curacao al noroeste de la costa de Venezuela.</p>
<p>En la primavera del año siguiente se informó de que &#8220;se están llevando a cabo maniobras militares en el Caribe por parte de Estados Unidos, miembros de la OTAN y países del hemisferio, excluyendo a Cuba y Venezuela, que son objetivos potenciales de esta demostración de fuerza&#8221;, y que inmediatamente después &#8220;en futuros ejercicios participarán aproximadamente 4.000 soldados de Estados Unidos, Holanda, Bélgica, Canadá y Francia, que está programado que participen en una maniobra llamada León Conjunto del Caribe, que tendrá lugar entre el 23 de mayo y el 15 de junio en Curacao y Guadalupe&#8221; [20].</p>
<p><strong>La guerra de contrainsurgencia colombiana, un modelo para el sur de Asia y Centro América</strong></p>
<p><span style="color:#800000;">Durante los últimos siete años Estados Unidos también ha reclutado y desplegado a fuerzas de seguridad y militares colombianas para la guerra de Afganistán, supuestamente para reproducir el componente de la guerra contra la droga del Plan Colombia en el sur de Asia.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">En abril de 2007 Washington trasladó a Afganistán a su embajador en Colombia, William Wood, para supervisar la aplicación del modelo colombiano de contrainsurgencia disfrazado de lucha contra el cultivo de droga. Dos años después se calcula que Afganistán representa el 90% de la producción ilegal de opio del mundo.</span></p>
<p>Un analista de Bangladesh observó que &#8220;según cifras de 2003, el tráfico de droga constituye el tercer artículo a nivel mundial en términos de dinero tras el comercio de petróleo y de armas.</p>
<p>Afganistán y Colombia son las principales economías mundiales productoras de droga, que alimenta una floreciente economía criminal. Estos países están fuertemente militarizados y en ellos el tráfico de droga está protegido.</p>
<p><span style="color:#800000;">Está ampliamente documentado que la CIA ha desempeñado un papel fundamental en el desarrollo de los triángulos de la droga tanto de América Latina como de Asia.</span></p>
<p>LA OTAN, como entidad, se ha convertido en cómplice de una importante proliferación de narcóticos y de actividad criminal. Realmente no se está reduciendo el opio: de hecho, todas las cifras demuestran que está aumentando. Como han confirmado varios informes, esto está ocurriendo bajo los ojos de la OTAN&#8221; [21].</p>
<p>Las estaciones intermedias entre Afganistán y Colombia son Kosovo, no sin razón apodado la Colombia de los Balcanes, y, cada vez más, Iraq.</p>
<p>Es imposible ignorar este modelo.</p>
<p><a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/cia-loves-u-760208.jpg"></a>Irónicamente dada la cita anterior, BBC News informó hace dos años que &#8220;Estados Unidos espera que algunas de las lecciones aprendidas en Colombia se puedan aplicar a Afganistán&#8230;.&#8221; [22].</p>
<p><a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/cia-loves-u-7602081.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4193" title="cia-loves-u-760208" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/cia-loves-u-7602081.jpg" alt="" width="334" height="267" /></a>El pasado enero el actual jefe de la Junta de Jefes del Estado Mayor estadounidense, el almirante Michael Mullin, visitó Colombia y declaró: &#8220;Nuestra relación ejército a ejército es extraordinariamente fuerte. Necesitamos estar con ellos. Hemos logrado cosas que son extraordinarias&#8221; [23].</p>
<p>Este mes de marzo Mullin viajó a Colombia, Brasil, Chile, Perú y México. Al volver sus comentarios se resumían en la afirmación de que &#8220;el ejército estadounidense está dispuesto a ayudar a México en su mortífera lucha contra los cárteles de la droga con algunas de las tácticas de contrainsurgencia utilizadas contra redes militantes en Iraq y Afganistán&#8221; [24] y que &#8220;el paquete de ayuda del Plan Colombia podía ser un modelo &#8216;englobante&#8217; para Pakistán y Afganistán&#8230;.&#8221; [25]</p>
<p>Un artículo sobre los planes para las guerras en Iraq, Afganistán y Pakistán del jefe del comando central estadounidense David Petraeus informaba de que &#8220;los oficiales del ejército también están considerando las relaciones estadounidenses con Colombia como un posible modelo para Afganistán y Pakistán, afirmando algo como que la estrategia del Plan Colombia de Washington podría ayudar a ambos países contra los militantes&#8221; [26].</p>
<p>El informe del que se ha extraído la cita anterior, &#8220;Estados Unidos ve en Colombia lecciones para la guerra afgana&#8221;, incluye también lo siguiente: &#8220;La policía afgana ya se ha estado adiestrando con sus homólogos colombianos y Bogotá está estudiando enviar tropas a Afganistán para ayudar con la erradicación [de la droga] y a quitar las minar&#8221; [27].</p>
<p><span style="color:#800000;">Lo que se está exportando a Afganistán se hizo asquerosamente evidente el pasado otoño cuando se anunció que Colombia había destituido a tres generales y 22 soldados de diferentes rangos por el asesinato, al parecer gratuito, de jóvenes habitantes de las barriadas de Bogotá: &#8220;Los jóvenes fueron llevados a Bogotá engañados con la promesa de trabajo; posteriormente sus cuerpos fueron encontrados en fosas comunes cerca de la frontera con Venezuela. Grupos de derechos humanos afirman que los soldados a veces matan a personas indefensas para poder inflar sus afirmaciones de éxito en la batalla y promocionar&#8221; [28].</span></p>
<p>Entre los tres generales a los que se pidió dimitir estaba el general Mario Montoya Uribe, &#8220;el autor de la política de utilizar las cifras de muertos para medir el éxito contra la guerrilla&#8221; [29] que &#8220;supuestamente fomentó promocionar a oficiales cuyas unidades habían matado a más rebeldes de izquierda&#8221; [30].</p>
<p>Un informe posterior proporcionaba detalles horripilantes: &#8220;Se están investigando más de 1.000 casos de asesinatos ilegales por parte de los militares. Hay decenas de casos de soldados que apresan a hombres inocentes, los asesinan y los visten como combatientes enemigos. Se cree que cientos de miembros de las fuerzas de seguridad han participado en estas actividades&#8221; [31].</p>
<p>En referencia a esto recuerden que el informe anterior afirma que los asesinados fueron enterrados en fosas comunes cerca de la frontera venezolana.</p>
<p>Con el ataque de este año del ejército de Sri Lanka contra las plazas fuertes de los Tigres Tamiles que supuestamente ha acabado con la guerra de 33 años, el gobierno colombiano y sus suministradores militares estadounidenses están emprendiendo la única guerra de contrainsurgencia del mundo de décadas de duración, una guerra que entra ahora en su quinta década.</p>
<p>Ha sido y sigue siendo una guerra contra los pobres, los sin tierra, las personas privadas de derecho de representación, contra cualquiera que se oponga a los privilegios y abusos de los terratenientes, de la elite de los negocios, al ejército adiestrado por Estados Unidos y a las más altas esferas de las narcomafias.</p>
<p><span style="color:#800000;">Hace nueve años el Plan Colombia se diseñó para ser la fase terminal de esta guerra.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">El modelo de Colombia es ahora el prototipo que Washington ha identificado abiertamente para ser aplicado en Afganistán, Pakistán y México entre otros lugares.</span></p>
<p><strong>Plan Colombia: frenar a la renaciente América del Sur</strong></p>
<p><span style="color:#800000;">Además, ahora el Plan Colombia se revela cada vez más como una estrategia militar para suprimir una creciente oleada de descontento con las secuelas del neoliberalismo posterior a la Guerra Fría que se está suscitando por toda América del Sur y Central, y el Caribe.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Estados Unidos y Occidente en su conjunto han utilizado al régimen colombiano y su formidable máquina militar para intimidar a sus vecinos Ecuador y Venezuela, y a la región andina en su conjunto. Al hacer frontera con Panamá, Colombia también es una potencial plataforma de lanzamiento de ataques a naciones de América Central como Honduras, Nicaragua y El Salvador.</span></p>
<p>Una breve cronología del pasado año y medio demostrará el destacado papel que sus patrocinadores en Washington han pensado para Colombia.</p>
<p>En enero de 2008 el presidente venezolano Chávez afirmó que Estados Unidos y su cliente colombiano &#8220;no quieren la paz en Colombia porque es la excusa perfecta para tener aquí a miles de soldados, a la CIA, las bases militares, aviones espías y quién sabe qué otras operaciones contra Venezuela&#8221;. Y añadió: &#8220;Acuso al gobierno de Colombia de conspirar, de actuar de títere del imperio estadounidense, de planear una provocación contra Venezuela&#8221; [32].</p>
<p>El 1 de marzo de 2008 Colombia emprendió un ataque dentro de Ecuador y mató a 24 supuestos miembros de las FARC, incluyendo a la segunda persona al mando del grupo Raúl Reyes. <span style="color:#800000;"><strong><a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/colombia.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4194" title="colombia" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/colombia.jpg" alt="" width="266" height="285" /></a></strong></span></p>
<p>Un artículo titulado &#8220;Altos cargos colombianos afirman que la inteligencia estadounidense ayudó en el ataque contra los rebeldes&#8221; informaba de que &#8220;las fuerzas aéreas de Ecuador descubrieron que Colombia utilizó bombas de 500 libras similares a las usadas por el ejército estadounidense en Iraq, que no pueden ser transportadas por aviones colombianos. Las autoridades ecuatorianas también indicaron que horas antes del bombardeo aéreo colombiano había despegado de la base estadounidense de Manta, al sureste de Ecuador, un avión militar HC-130&#8243; [33].</p>
<p>Temiendo que la incursión armada dentro de Ecuador formara parte de una agresión más amplia Venezuela desplegó a unos 9.000 soldados en su frontera con Colombia. El día del ataque el presidente venezolano Chávez advirtió a su homólogo colombiano &#8220;ni piense en hacer eso aquí porque sería muy grave, sería motivo de guerra&#8221; [34].</p>
<p>Después del ataque el presidente ecuatoriano Rafael Correa rompió las relaciones diplomáticas con Colombia y cuando más tarde se descubrió que el bombardeo había matado a un ciudadano ecuatoriano advirtió de mayores consecuencias.</p>
<p>El 6 de marzo Venezuela decretó un estado general de alerta y envió a diez batallones, aviones y tanques a la frontera con Colombia.</p>
<p>El presidente estadounidense Bush declaró a los periodistas que &#8220;Estados Unidos seguirá estando al lado de Colombia&#8221; [35].</p>
<p>Tres semanas después Ecuador anunció que &#8220;instalaría un equipo de vigilancia electrónica y aumentaría su presencia militar en su frontera con Colombia&#8221; y el presidente Correa advirtió que su país &#8220;nunca más&#8221; permitiría un ataque extranjero contra su territorio[36].</p>
<p><strong>Ejército estadounidense: después de Iraq, América Latina</strong></p>
<p><span style="color:#800000;">También en abril de 2008 el director de operaciones de las Fuerzas Aéreas Estadounidenses del Sur, el coronel Jim Russell, defendió que las tropas que se estaban retirando de Iraq fueran redesplegadas en el Comando Sur del Pentágono que comprende América del Sur y Central, y el Caribe. En aquel momento declaró: &#8220;Creemos que mientras avanzamos veremos un mayor giro en la atención a la zona. Estamos viendo problemas a la misma entrada de América Central. Esta es la puerta de entrada a nuestra frontera sur&#8221; [37].</span></p>
<p>El 12 de julio de 2008 la marina estadounidense restableció a la Cuarta Flota, que abarca América del Sur y Central, y el Caribe lo mismo que el Comando Sur del Pentágono, después de que se retirara en 1950 tras la Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>A principios de este año el jefe del Comando Sur, el almirante James Stavridis, se convirtió en Comandante Supremo Aliado de la OTAN y jefe del Comando Europeo del Pentágono. Tres de los últimos cinco altos comandantes militares de la OTAN (Stavridis, su predecesor Bantz John Craddock y Wesley Clark) fueron trasladados a la jefatura del Comando Sur.</p>
<p>Anticipando claramente lo que ha ocurrido esta semana, en mayo de 2008 Venezuela advirtió a Colombia que no permitiría una nueva base militar estadounidense en La Guajira cerca de la frontera con el noroeste de Venezuela. Chávez afirmó: &#8220;No permitiremos que el gobierno colombiano dé La Guajira al imperio. Colombia está lanzando una amenaza de guerra contra nosotros&#8221; [38].</p>
<p>Menos de una semana después un avión de guerra estadounidense penetró en el espacio aéreo de Venezuela en un vuelo desde las Antillas holandesas. El gobierno venezolano acusó a Estados Unidos de espiar en una base militar en la Isla de Orchila y &#8220;afirmó que Estados Unidos está probando la capacidad de Venezuela de detectar intrusos y que las fuerzas aéreas venezolanas estaba preparadas para interceptarlo de no haber vuelto el avión hacia la isla caribeña de Curacao&#8221; [39].</p>
<p>El ministro [venezolano] de Defensa Gustavo Rangel afirmó que &#8220;éste es sólo el último paso de una serie de provocaciones en las que quieren implicar a nuestro país&#8221; [40].</p>
<p>En septiembre una sangrienta emboscada separatista mató a ocho personas en la provincia boliviana de Pando. El gobierno expulsó al embajador estadounidense Philip Goldberg, un veterano en apoyar violentos levantamientos separatistas anteriores en Bosnia y Kosovo. El jefe de las fuerzas armadas de la nación, el general Luis Trigo, advirtió que &#8220;la Fuerzas Armadas Bolivianas advirtieron el viernes que no tolerarán ninguna acción más de grupos radicales o interferencias extranjeras en los asuntos internos del país&#8221; [41].</p>
<p>A finales de 2008 Bolivia expulsó a los agentes de la agencia contra la droga estadounidense, la DEA, y más tarde anunció sus planes de comprar helicópteros rusos para operaciones anti-narcóticos.</p>
<p>El presidente boliviano Evo Morales declaró hoy [23 de julio]: &#8220;Tengo información de primera mano de que el imperio, por medio del Comando Sur estadounidense, realizó el golpe de Estado de Honduras&#8221; [42].</p>
<p>En octubre de 2008 Ecuador acusó a la CIA de infiltrarse en su ejército y reconoció el ataque colombiano a su territorio el mes de marzo anterior. El ministro de Defensa Javier Ponce declaró en los periódicos: &#8220;La CIA conoce perfectamente lo que está pasando en Angostura&#8221; [43].</p>
<p>Al mismo tiempo el ministro colombiano de Defensa Santos amplió la belicosidad de su nación dirigiéndola contra Rusia. Actuando completamente como la criatura de Washington y de su ejército que es, Santos afirmó: &#8220;Con sus 16.000 bombas nucleares Rusia tienen un enorme deseo de ser un actor clave en el mundo. Pero su presencia en la región promoverá una vuelta a la Guerra Fría&#8221; [44].</p>
<p><span style="color:#800000;"><strong><a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/ussouthcom.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4195" title="USSOUTHCOM" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/ussouthcom.jpg" alt="" width="267" height="337" /></a></strong></span>Santos aludía en particular a los recientes ejercicios navales ruso-venezolanos en el Caribe y al hecho de que Rusia ha suministrado a Caracas armas avanzadas, aviones de guerra y submarinos, lo que refleja una tendencia general entre las naciones de América Latina (incluyendo Bolivia, Ecuador, Argentina y Nicaragua) a aumentar sus relaciones militares con Rusia como contrapeso a la tradicional dominación estadounidense de sus fuerzas armadas y para ser capaces de defenderse contra ataques estadounidenses y por medio de intermediarios. Lo que Santos y sus patrocinadores estadounidenses temen es la desaparición real de casi doscientos años de Doctrina Monroe.</p>
<p>El pasado mes de marzo el presidente venezolano Chávez calificó al ministro colombiano de Defensa Santos de ser &#8220;una amenaza para la estabilidad regional&#8221; y &#8220;una amenaza para la estabilidad y soberanía de los países de la región&#8221; que &#8220;vuelve a demostrar su desprecio por el derecho internacional&#8221;, en referencia a la defensa que hizo Santos del ataque dentro de Ecuador del año pasado [45].</p>
<p>Santos reiteró su intención de seguir atacando supuestos emplazamientos rebeldes en los países vecinos, lo que provocó está respuesta de Chavez pocos días después: &#8220;En caso de una provocación de parte de las fuerzas armadas de Colombia o de violaciones de la soberanía de Venezuela, daré orden de atacar con el avión Sukhoi y tanques. No permitiré a nadie ofender a Venezuela y su soberanía&#8221; [46].</p>
<p>En los últimos meses el Pentágono ha estado adiestrando a las fuerzas armadas de Guyana, el vecino del este de Venezuela, tanto dentro de ese país como en Estados Unidos. Ya hemos examinado el uso de posesiones francesas y alemanas en el Caribe para propósitos militares. Con la elección de Ricardo Martinelli como presidente de Panama el pasado mes de mayo, lo que supone la vuelta de este país a las filas de Estados Unidos, el lazo en torno a Venezuela se está estrechando.</p>
<p>Ecuador rechazó renovar un acuerdo con Estados Unidos para el uso de su base militar de Manta con lo que este mes Washington pierde sus derechos a usar la base. Con el correspondiente anuncio la semana pasada del presidente colombiano Uribe de que entregaba cinto bases más al Pentágono (tres campos de aviación y dos bases navales) el presidente Chávez estaba en lo cierto al considerar este paso &#8220;una amenaza contra nosotros&#8221; y advirtió que &#8220;están rodeando Venezuela con bases militares&#8221; [47].</p>
<p>Desde el derrocamiento del presiente hondureño Manuel Zelaya el 28 de junio, dirigido por comandantes militares adiestrados en la Escuela de las Americas, se han disparado las alarmas en América Latina y por todo el mundo de que el golpe, lejos de ser una aberración o un anacronismo, pueda establecer un precedente para más [golpes] en un futuro cercano.</p>
<p><span style="color:#800000;">Y exactamente igual que en los últimos meses de la presidencia de Bush y en los primeros siete meses de la actual presidencia, las operaciones militares en Afganistán, a las que durante cinco años se dio una importancia secundaria en relación a Iraq, se han intensificado hasta convertirse en el principal frente de guerra del mundo, así que puede que se esté planeando reavivar los planes de una agresión directa estadounidense en América Latina, planes latentes desde la invasión de Panamá en 1989.</span></p>
<p><strong>Notas: </strong></p>
<h6>1) Russia Today, 18 enero de 2009</h6>
<h6>2) Ibid</h6>
<h6>3) STRATFOR, 14 enero 2000</h6>
<h6>4) Ibid</h6>
<h6>* N. de la t.: La expresión &#8220;flecha del parto&#8221; (&#8220;the parthian shot&#8221; en inglés) se refiere a una costumbre guerrera de los jinetes partos de la Antigüedad que simulaban huir a galope tendido y en un momento dado disparaban sus flechas hacia atrás y por encima del hombro, con lo que diezmaban a sus confiados perseguidores. La expresión se utiliza para describir ese metafórico disparo final Â–puede ser un gesto, una frase hiriente, una revelación penosaÂ– que quiere lastimar irreparablemente en el momento de cerrarse una puerta que se supone definitiva.</h6>
<h6>5) Ottawa Citizen, 6 de septiembre 2000</h6>
<h6>6) Inter Press Service, 21 diciembre de 2000</h6>
<h6>7) Ibid</h6>
<h6> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> United Press International, 11 de abril de 2000</h6>
<h6>9) Tampa Bay Times, 12 de julio 2008</h6>
<h6>10) Ibid</h6>
<h6>11) Associated Press, 24 de mayo de 2007</h6>
<h6>12) Associated Press, 10 de marzo de 2007</h6>
<h6>13) Xinhua News Agency, 18 febrero de 2007</h6>
<h6>14) Xinhua News Agency, 16 de diciembre de 2006</h6>
<h6>15) Xinhua News Agency, 27 de diciembre de 2006</h6>
<h6>16) Xinhua News Agency, 20 enero de 2006</h6>
<h6>17) U.S. Department of Defense, 1 de febrero de 2007</h6>
<h6>18) Reuters, 29 enero 2007</h6>
<h6>19) Australian Associated Press, 4 de septiembre de 2005</h6>
<h6>20) Prensa Latina, 10 abril de 2006</h6>
<h6>21) The Daily Star, 24 de noviembre de 2007</h6>
<h6>22) BBC News, 8 julio de 2007</h6>
<h6>23) Agence France-Presse, 17 de enero de 2008</h6>
<h6>24) Reuters, 6 de marzo de 2009</h6>
<h6>25) Reuters, 5 de marzo de 2009</h6>
<h6>26) Reuters, 16 de octubre 2008</h6>
<h6>27) Ibid</h6>
<h6>28) Radio Netherlands, 30 de octubre de 2008</h6>
<h6>29) Russia Today, 18 de enero de 2009</h6>
<h6>30) Trend News Agency, 4 de noviembre de 2008</h6>
<h6>31) Russia Today, 18 de enero de 2009</h6>
<h6>32) Reuters, 25 enero de 2008</h6>
<h6>33) Focus News Agency, 24 de marzo de 2008</h6>
<h6>34) Associated Press, 1 de marzo de 2008</h6>
<h6>35) Reuters, March 4 de marzo de 2008</h6>
<h6>36) Associated Press, 22 de abril de 2008</h6>
<h6>37) Stars and Stripes, 27 de abril de 2008</h6>
<h6>38) Associated Press, 15 mayo de 2008</h6>
<h6>39) Bloomberg News, 21 de mayo 2008</h6>
<h6>40) Reuters, 19 mayo de 2008</h6>
<h6>41) Xinhua News Agency, 13 de septiembre de 2008</h6>
<h6>42) Agence France-Presse, 22 de julio de 2009</h6>
<h6>43) Reuters, 30 de octubre de 2008</h6>
<h6>44) Russian Information Agency Novosti, 4 de octubre de 2008</h6>
<h6>45) Trend News Agency, 4 de marzo de 2009</h6>
<h6>46) Russian Information Agency Novosti, 9 de marzo de 2009</h6>
<h6>47) Associated Press, 21 de julio de 2009</h6>
<h6>Enlace con el original: <a href="http://globalresearch.ca/index.php?context=va&#38;aid=14503" target="_blank">http://globalresearch.ca/index.php?context=va&#38;aid=14503</a></h6>
<p><span style="color:#808080;"><em>Fonte: </em></span><a href="http://www.telesurtv.net/noticias/entrev-reportajes/index.php?ckl=339"><span style="color:#808080;"><em>http://www.telesurtv.net/noticias/entrev-reportajes/index.php?ckl=339</em></span></a></p>
<p><span style="color:#808080;"><em>Postado por Lais Niman   </em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Colombia acusa a Venezuela de destruir dos puentes en la frontera]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/11/20/colombia-acusa-a-venezuela-de-destruir-dos-puentes-en-la-frontera/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 12:17:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas S.</dc:creator>
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<description><![CDATA[Bogotá &#8211; El País &#8211; 20/11/09 Colombia ha acusado este jueves al Ejército de Venezuela de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Bogotá &#8211; El País &#8211; 20/11/09 Colombia ha acusado este jueves al Ejército de Venezuela de ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[I Fought the Law. . . And I Won]]></title>
<link>http://ocaipira.wordpress.com/2009/11/19/i-fought-the-law-and-i-won/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 23:57:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>O Caipira</dc:creator>
<guid>http://ocaipira.wordpress.com/2009/11/19/i-fought-the-law-and-i-won/</guid>
<description><![CDATA[Por Steve Bierfeldt We often forget that the power wielded by government exists only because there a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Steve Bierfeldt We often forget that the power wielded by government exists only because there a]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA["Guerra y revolución militar en la Iberia del siglo XVII" - artigo online, pelo Dr. Lorraine White]]></title>
<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/11/19/guerra-y-revolucion-militar-en-la-iberia-del-siglo-xvii-artigo-online-pelo-dr-lorraine-white/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 22:14:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorge P. de Freitas</dc:creator>
<guid>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/11/19/guerra-y-revolucion-militar-en-la-iberia-del-siglo-xvii-artigo-online-pelo-dr-lorraine-white/</guid>
<description><![CDATA[Excelente artigo do Dr. Lorraine White, publicado originalmente em Manuscrits: Revista d&#8217;histò]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://guerradarestauracao.wordpress.com/files/2009/11/badajoz.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1152" title="Badajoz" src="http://guerradarestauracao.wordpress.com/files/2009/11/badajoz.jpg?w=1024" alt="" width="1024" height="705" /></a></p>
<p>Excelente artigo do Dr. Lorraine White, publicado originalmente em <em>Manuscrits: Revista d&#8217;història moderna</em>, Bellaterra, Servei de Publicacions de la Universitat Autònoma de Barcelona, N. 21 (2003).</p>
<p>Pode ser lido online <a href="http://ddd.uab.cat/pub/manuscrits/02132397n21p63.pdf">aqui</a>.</p>
<p>Imagem: Cerco de Badajoz pelo exército português (1658), gravura existente num arquivo francês. Não disponho da referência completa da gravura, que me foi enviada pelo Sr. Carlos Sanchéz. Compare-se com a que foi aqui apresentada, da autoria de <a href="http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/12/16/cerco-de-badajoz-1658/">João Tomás Correia</a>, existente na Biblioteca Nacional de Lisboa.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Criciúma celebra o Dia da bandeira]]></title>
<link>http://jornalismosatc.com.br/2009/11/19/criciuma-celebra-o-dia-da-bandeira/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 18:34:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismosatc</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por César Menezes Maia 19 de novembro - Dia da Bandeira Poucos se lembram da data, mas hoje, 19 de n]]></description>
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</item>
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<title><![CDATA[Missão da paz no Haiti contará com militares de Criciúma]]></title>
<link>http://jornalismosatc.com.br/2009/11/18/missao-da-paz-no-haiti-contara-com-militares-de-criciuma/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:34:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismosatc</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por César Menezes Maia Presidente Lula visita as tropas brasileiras que compõem a Missão de Paz no H]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por César Menezes Maia Presidente Lula visita as tropas brasileiras que compõem a Missão de Paz no H]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EXÉRCITO BRASILEIRO - VOCÊ NÃO TEM ESCOLHA]]></title>
<link>http://letraemmovimento.wordpress.com/2009/11/17/exercito-brasileiro-voce-nao-tem-escolha/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 02:04:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Jevoux</dc:creator>
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<description><![CDATA[     Excelente visão sobre o nosso exército. O engraçado é que, pelo visto, o que mas se faz lá é ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>     Excelente visão sobre o nosso exército. O engraçado é que, pelo visto, o que mas se faz lá é cair no rio.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/u1Et2iAptiY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/u1Et2iAptiY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Voo aos céus com a Força Aérea Brasileira]]></title>
<link>http://penaterra.wordpress.com/2009/11/17/voo-aos-ceus-com-a-forca-aerea-brasileira/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 23:12:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>florbelaespanca</dc:creator>
<guid>http://penaterra.wordpress.com/2009/11/17/voo-aos-ceus-com-a-forca-aerea-brasileira/</guid>
<description><![CDATA[Parece um sonho, mas é realidade. Ele voa mesmo. O helicóptero da Força Aérea Brasileira, com toda a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Parece um sonho, mas é realidade. Ele voa mesmo. O helicóptero da Força Aérea Brasileira, com toda aquele tamanho e pompa, sai do chão. Ele segue pelos céus sob a Academia da Força Aérea, mais conhecida como AFA. Dentro dele, além de dois pilotos e uma tenente? Eu e o cinegrafista. Não é pra me gabar não, mas a sensação de poder é extrema. É como se você fosse imponente, como se ninguém pudesse te dominar ou te alcançar. Incrível! Nunca me senti tão livre e tão liberta no ar. E é claro, tão orgulhosa de estar lá no alto, naquele equipamento todo colorido com as cores do exército.</p>
<p>A princípio, recebemos orientação de segurança.</p>
<blockquote><p>“Se cairmos, não saia do helicoptero em hipótese nenhuma. Aguarde nossa orientação para você não morrer.” – disse o piloto.</p></blockquote>
<p>Bem abaixo de onde estava, um facão. Tudo para prevenção caso caíamos no mato. De um lado, o cinegrafista; do outro, o piloto substituto. No meio, eu. Com um frio na barriga. É claro. O voo era para acompanhar a competição de planadores, aviões sem motor, que planam só com a ajuda das correntes quentes de ar. A vista do alto é deslumbrante. A AFA tem quilômetros e quilômetros de terras, algumas destinadas ao plantio, outras aos hangares e residencias do exército. Uma paisagem MA-RA-VI-LHO-SA&#8230;</p>
<p>Para nos impressionar, o piloto só fez gracinhas. Tombou o helicóptero a quase noventa graus, numa manobra que me impressionou, mas me assustou ainda mais. Nada que tirasse a minha alegria e contentamento.</p>
<p>Eu voei num helicóptero da FAB! Mais uma experiência pro meu livro de “Coisas que eu fiz pela primeira vez, desde que virei repórter”.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dia 65: Bate-e-volta]]></title>
<link>http://lombardi.wordpress.com/2009/11/15/dia-65-bate-e-volta/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 03:54:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thais Lombardi</dc:creator>
<guid>http://lombardi.wordpress.com/2009/11/15/dia-65-bate-e-volta/</guid>
<description><![CDATA[Cumpri hoje o objetivo dessa viagem: assistir à formatura do meu irmão no Tiro de Guerra. Foi bacana]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Cumpri hoje o objetivo dessa viagem: assistir à formatura do meu irmão no Tiro de Guerra.</p>
<p style="text-align:justify;">Foi bacana, apesar dos discursos longuíssimos. O sargento chorou. Muito. Minha mãe, não. Nada. Isso é fato inédito. Acho que ela estava feliz por não ter mais que lavar farda.</p>
<p style="text-align:justify;">Descobri que meu irmão era chamado de Harry Potter. Devo admitir que, de fato, eles eram muito parecidos enquanto ele (meu irmão) tinha cabelo.</p>
<p style="text-align:justify;">Não comi nada lá. Pra variar, filas imensas pra pegar comida, especialmente porque o povo já estava morto de fome quando os discursos acabaram. E sabe como é, né? Ninguém nem toma café-da-manhã em dia de buffet. Deixei pra comer em casa, mesmo. Tinha resto de almoço, refrigerante e picolé. Bom demais.</p>
<p style="text-align:justify;">Amanhã já é dia de tomar rumo de novo. Vou já com saudades, mas meu consolo é que volto daqui a um mês já de férias. Sinto falta de ouvir todo mundo falando poRRRRta. Feels like home.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colombia captura en su territorio a militares venezolanos]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/11/14/colombia-captura-en-su-territorio-a-militares-venezolanos/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 21:39:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nejme Joma</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/11/14/colombia-captura-en-su-territorio-a-militares-venezolanos/</guid>
<description><![CDATA[Colombia &#8211; El Nuevo Herald &#8211; 15/11/2009. Tres integrantes de la Guardia Nacional de Vene]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Colombia &#8211; El Nuevo Herald &#8211; 15/11/2009. Tres integrantes de la Guardia Nacional de Vene]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Mais um caso de racismo doentio e descabelado nos EUA]]></title>
<link>http://antinatoportugal.wordpress.com/2009/11/12/mais-um-caso-de-racismo-doentio-e-descabelado-nos-eua/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 20:58:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>antinatoportugal</dc:creator>
<guid>http://antinatoportugal.wordpress.com/2009/11/12/mais-um-caso-de-racismo-doentio-e-descabelado-nos-eua/</guid>
<description><![CDATA[Infante de marina reservista antiárabe agrede a sacerdote griego En Florida, un reservista infante d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Infante de marina reservista antiárabe agrede a sacerdote griego</p>
<p>En Florida, un reservista infante de marina fue arrestado porque habría atacado a un sacerdote ortodoxo griego creyendo erróneamente que este era de ascendencia árabe. El sacerdote, Alexios Marakis, se había perdido en Tampa luego de preguntar cómo llegar al lugar al que se dirigía. El reservista, Jasen Bruce, habría golpeado a Marakis con una cruceta y luego habría llamado a la policía diciendo que un árabe había intentado robarlo. Más tarde, Bruce dijo a la policía que Marakis era un “terrorista árabe”. La policía dijo que Bruce “se quebró” cuando le dijeron que Marakis era en realidad un sacerdote griego.</p>
<p>Democracy Now 11/11</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Embajador estadounidense se resiste al aumento de soldados en Afganistán]]></title>
<link>http://antinatoportugal.wordpress.com/2009/11/12/embajador-estadounidense-se-resiste-al-aumento-de-soldados-en-afganistan/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 20:30:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>antinatoportugal</dc:creator>
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<description><![CDATA[Embajador estadounidense se resiste al aumento de soldados en Afganistán El embajador de Estados Uni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Embajador estadounidense se resiste al aumento de soldados en Afganistán</p>
<p>El embajador de Estados Unidos en Afganistán formuló advertencias en contra de enviar más soldados a luchar en la guerra de Afganistán. En un disentimiento de último momento, el embajador Karl Eikenberry envió dos cables esta semana expresando sus dudas respecto a un aumento del número de soldados hasta que el gobierno afgano trate el tema de la corrupción y otros problemas internos. Eikenberry también criticó la falta de ayuda monetaria y para el desarrollo asignada a Afganistán. Hasta el momento se hizo caso omiso a su pedido de incrementar los gastos no militares en un 60%. Eikenberry formuló sus advertencias justo antes de que el gabinete de guerra del Presidente Barack Obama llevara a cabo una reunión crucial el miércoles para analizar las propuestas de enviar hasta 40.000 soldados adicionales. Eikenberry fue nombrado este año luego de que se retirara de la carrera militar, durante la cual se desempeñó como comandante de las fuerzas estadounidenses en Afganistán en 2006 y 2007.<br />
DEMOCRACY NOW 12/11</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O outro Jacques Talonneau de la Popelinière, oficial francês de cavalaria ao serviço de Portugal (1646-1658)]]></title>
<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/11/11/o-outro-jacques-talonneau-de-la-popeliniere-oficial-frances-de-cavalaria-ao-servico-de-portugal-1646-1658/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 23:08:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorge P. de Freitas</dc:creator>
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<description><![CDATA[O primeiro Jacques Talonneau de la Popelinière foi um oficial francês que chegou a Portugal em Setem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-1148" title="Aelber" src="http://guerradarestauracao.wordpress.com/files/2009/11/aelber.jpg?w=1023" alt="Aelber" width="818" height="651" /></p>
<p>O primeiro Jacques Talonneau de la Popelinière foi um oficial francês que chegou a Portugal em Setembro de 1641, na armada do Marquês de Brézé, fazendo parte do <a href="http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/02/01/regimentos-franceses-de-1641-cavalaria-e-infantaria-organizacao-teorica/">regimento de cavalaria ligeira do coronel Sebastian de Mahé de la Souche</a>. É indubitável a chegada de Popelinière nesta data, pois o seu nome é referido em diversos documentos, alguns dos quais relações dos oficiais franceses e respectivos regimentos. Quando Mahé de la Souche deixou Portugal em Maio de 1642 e o seu regimento foi dissolvido, Jacques de la Popelinière seguiu com a sua companhia para a Beira, onde logo foi nomeado comissário geral (Conde de Ericeira, <em>História de Portugal Restaurado</em>, vol. I, pg. 387, edição de 1945). Em 1644, aquele oficial é dado como morto em combate &#8211; e é assim que o reporto no meu estudo <em>O Combatente durante a Guerra da Restauração</em>, ainda que referindo que o seu último posto foi o de tenente-general da cavalaria na província de Trás-os-Montes.</p>
<p>Na verdade, documentos que posteriormente consultei sugerem ter havido um outro Jacques Talonneau de la Popelinière (casos de homónimos eram raros, mas não impossíveis: houve o exemplo, também entre cavaleiros franceses ao serviço de Portugal na mesma época, dos primos Henri de la Morlaye, um morto em Outubro de 1642, outro em Maio de 1649, ambos em combate). Este Popelinière é que ocupou, como último posto, o de tenente-general da província de Trás-os-Montes. Chegou a Portugal em 1646, portanto já após a morte do primeiro, e também combateu nos mesmos teatros de operações antes de ser promovido a comissário geral na província de Trás-os-Montes, em Janeiro de 1658.</p>
<p>A necessidade de nomeação de um comissário geral da cavalaria para Trás-os-Montes deveu-se ao facto do posto estar vago, por promoção de <a href="http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/06/27/domingos-da-ponte-o-galego/">Domingos da Ponte, o Galego</a>, a tenente-general naquela mesma província. Na consulta do Conselho de Guerra onde são feitas as propostas de sujeitos para o posto vago pode ler-se a respeito do até então capitão Jacques Talonneau de la Popelinière (texto vertido para português corrente):</p>
<p><span style="color:#008000;"><strong>Jacques Talonneau de la Popelinière, pessoa de qualidade, de nação francês, que serve a Vossa Majestade há quase doze anos, ocupando os postos, depois de soldado, de alferes, tenente, e de capitão de cavalos, que serve em Trás-os-Montes há seis anos, um mês, e quinze dias, e o mais tempo parte dele na Beira, e outro nas fronteiras de Alentejo, achando-se nelas na maior parte das ocasiões que naquele tempo se ofereceram, e particularmente no encontro que houve em vinte seis de Março de seiscentos quarenta e sete, com vinte quatro tropas na passagem de Cantilhana, na escaramuça que depois se teve com outras tropas de Badajoz, ficando prisioneiro entre elas, e tornando de Castela em sua liberdade, se achou na emboscada que se fez junto a Badajoz em Setembro de quarenta e nove; no encontro que houve com sete tropas em Albufeira, indo mais de uma légua no seguimento delas; e se achou na peleja que a nossa cavalaria teve com a que saiu de Montijo, na correria da campanha de Xerês. E sair de Olivença a pelejar com o inimigo, que se veio emboscar junto da muralha da mesma praça, em Maio de seiscentos e cinquenta, desmontando um castelhano lhe deu uma cutilada no rosto. Na oposição que em treze de Fevereiro de seiscentos cinquenta e um se fez ao inimigo vindo com grosso de sua cavalaria a correr a campanha de Olivença, saiu ferido num braço com bala de pistola. E o mesmo ano se achou na entrada de Salvaterra, e o mesmo ano passou a Trás-os-Montes, onde por ordem do Conde de Atouguia, que governava as armas, por não haver cabo, governou a cavalaria que assistia em Chaves, achando-se nas duas entradas que se fizeram em Castela, e na ausência do capitão-mor da cidade de Miranda a ficou governando, acudindo com grande zelo às fortificações dela, e ultimamente se assinalou, matando e ferindo e rendendo a muitos do inimigo. E na entrada que em dois de Maio de seiscentos cinquenta e cinco se fez, pelas terras de Trás-os-Montes com quatrocentos e quarenta cavalos, tendo-se-lhe encarregado investisse o inimigo, como fez com valor indo em seu seguimento, e da mesma maneira obrar nas ocasiões referidas. Depois delas, acompanhou o mestre de campo António Jacques de Paiva, e achando-se em Miranda, nas entradas que fez em Galiza onze léguas pela terra dentro, saqueando-lhe mais de  setenta lugares, e as Vilas de Pino, Távora e Carvalhosa. E pretendendo o inimigo desquitar-se, vindo com quinhentos infantes pagos e outros tantos milicianos, e cento e quarenta cavalos, achando-se o mestre de campo na campanha com duzentos e três infantes e oitenta cavalos à ordem de Jacques Talonneau, investiu o inimigo com tal resolução, que matando-lhe muita gente e aprisionando-lhe duzentos trinta e sete soldados, com vinte e oito cavalos, e ganhando-lhe as munições e bagagem, e finalmente restaurando a presa que levava se recolheram, assinalando-se este capitão com particular valor, pelejando à espada, rendendo, ferindo e matando muitos castelhanos. Em outra ocasião, por ordem do tenente-general Luís de Figueiredo Bandeira, saiu com a sua companhia, e outra mais, governando-as, por haver o inimigo dado rebate à praça de Bragança, e encontrado-se com ele, pelejou com tal resolução que o pôs em fugida, trazendo ainda alguns prisioneiros do inimigo. Foi de socorro com sua companhia e a mais cavalaria de Trás-os-Montes à fronteira do Minho na ocasião que o inimigo a entrou com exército, e em todo o tempo que ali assistiram, se houve com grande valor nas pelejas, emboscadas e encontros que se teve com o inimigo, em que recebeu muito grande perda de gente morta, ferida, prisioneiros, e de cavalos que se lhe tomaram. Acabada a campanha, tornou para Trás-os-Montes. E vindo a esta Corte a tratar de seu requerimento, escreveu a favor deste capitão Joane Mendes de Vasconcelos, governando as armas naquela província, a Vossa Majestade que lhe devia Vossa Majestade de mandar deferir, assim por seu grande valor, como por ser o capitão mais antigo dela. E havendo Vossa Majestade despachado por seus serviços com o hábito de Santiago, foi servido se lhe mudasse ao de Cristo, com uma comenda de lote de duzentos mil réis.</strong></span></p>
<p>O outro nome proposto foi o de <span style="color:#000000;">Manuel da Costa Pessoa, que servia há treze anos, dois meses e vinte dias, tendo começado a servir em Setúbal em Setembro de 1640, na companhia de infantaria do Duque de Aveiro que devia ir à Catalunha; serviu 5 anos no Alentejo como soldado de infantaria e da cavalaria, foi cabo de esquadra e furriel e depois alferes de infantaria; participou na campanha de 1643 e nas duas campanhas de Montijo (como soldado de cavalos). Passou a Trás-os-Montes como alferes reformado, assim permanecendo 5 meses e 17 dias, mas depois, 3 anos e 27 dias de ajudante e como capitão de cavalos 4 anos, 7 meses e 11 dias.</span></p>
<p>O capitão francês acabou por ser provido no posto de comissário geral por decreto de 21 de Janeiro de 1658.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Fonte</span>: ANTT, Conselho de Guerra, Consultas, 1658, mç. 18, consulta de 9 de Janeiro de 1658.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Imagem</span>: Aelbert Cuyp, &#8220;Descanso no acampamento&#8221;, c. 1660, Musée des Beaux Arts, Rennes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[28º Grupo de Artilharia de Campanha realiza tiro real de artilharia em Três Barras-SC]]></title>
<link>http://jornalismosatc.com.br/2009/11/10/28%c2%ba-grupo-de-artilharia-de-campanha-realiza-tiro-real-de-artilharia-em-tres-barras-sc/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 22:40:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismosatc</dc:creator>
<guid>http://jornalismosatc.com.br/2009/11/10/28%c2%ba-grupo-de-artilharia-de-campanha-realiza-tiro-real-de-artilharia-em-tres-barras-sc/</guid>
<description><![CDATA[Por César Menezes Maia Fonte: RP do 28 GAC O 28º Grupo de Artilharia de Campanha realizou o tiro rea]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por César Menezes Maia Fonte: RP do 28 GAC O 28º Grupo de Artilharia de Campanha realizou o tiro rea]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Informe: Obama enviará 34.000 soldados más a Afganistán]]></title>
<link>http://antinatoportugal.wordpress.com/2009/11/09/informe-obama-enviara-34-000-soldados-mas-a-afganistan/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 22:47:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>antinatoportugal</dc:creator>
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<description><![CDATA[Los periódicos de la compañía McClatchy informan que el Presidente Obama está a punto de disponer el]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Los periódicos de la compañía McClatchy informan que el Presidente Obama está a punto de disponer el envío a Afganistán de 34.000 efectivos estadounidenses más el año que viene. Según el plan propuesto, la primera brigada extra de combate estaría llegando a Afganistán en marzo, y las otras tres lo estarían haciendo después, con intervalos de aproximadamente tres meses entre una y otra. El domingo, el jefe del Estado Mayor del Ejército, general George Casey, dijo que se necesitan tropas en Afganistán.</p>
<p>    El general George Casey declaró: &#8220;Creo que necesitamos fuerzas adicionales en Afganistán para dar al general McChrystal la capacidad de apagar los triunfos de los talibanes mientras entrenamos a las fuerzas civiles afganas”.</p>
<p>En otras noticias de Afganistán, en un ataque aéreo de la OTAN habrían muerto el viernes siete miembros de las fuerzas de seguridad afganas. El incidente constituye uno de los peores casos de “fuego amigo” en los ocho años que lleva esta guerra.</p>
<p>Democracy Now 9/11</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ria se puder]]></title>
<link>http://wilsonfabiano.wordpress.com/2009/11/08/ria-se-puder/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 12:28:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Wilson Fabiano</dc:creator>
<guid>http://wilsonfabiano.wordpress.com/2009/11/08/ria-se-puder/</guid>
<description><![CDATA[Uma rádio do Rio fazia uma promoção, onde os ouvintes ligavam e respondiam a uma pergunta; se acerta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="color:#333333;">Uma rádio do Rio fazia uma promoção, onde os ouvintes ligavam e  respondiam a uma pergunta; se acertassem, levavam o CD da rádio.<br />
Então, lá vai:<br />
Locutor: &#8211; &#8220;Quem fala? &#8220;<br />
Ouvinte: &#8211; &#8220;O César. &#8220;<br />
Locutor: &#8211; &#8220;De onde, César? &#8220;<br />
Ouvinte: &#8211; &#8220;De Nilópolis! &#8220;<br />
Locutor: &#8211; &#8220;Olha aí, Seu César de Nilópolis! Valendo dez CD&#8217;s. Preste atenção! Qual é o país que tem duas sílabas e se come a metade? Prestou bem atenção? Há um país com 2 sílabas e 1 delas é muito boa para se comer. Dez segundos para  responder&#8230;&#8221;<br />
Ouvinte, no ato: &#8211; &#8220;CUBA!&#8221;<br />
O locutor ficou mudo por alguns segundos e depois falou:<br />
-&#8221;Tá certo, Seu César de Nilópolis! Vai levar o prêmio pela criatividade&#8230; Mas aqui na minha ficha estava escrito JAPÃO&#8230;&#8221;</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">Os gases da Velhinha</p>
<p>A velhinha foi ao médico:</p>
<p>- Doutor, eu tenho problema com gases, mas realmente isso não me aborrece<br />
muito. Eles nunca cheiram e sempre são silenciosos. Eu vou lhe dar um exemplo concreto: eu peidei 20 vezes, pelo menos desde que entrei em seu consultório.  Aposto que você não sabia que eu estava peidando porque eles não cheiram e são silenciosos.</p>
<p>O medico apenas diz:</p>
<p>- Sei, sei&#8230; leve estas pílulas, tome 4 vezes ao dia e volte a semana que vem.</p>
<p>Na semana seguinte, a senhora regressa.</p>
<p>- Doutor, eu não sei que inferno você me deu, mas agora meus peidos, embora<br />
ainda silenciosos, fedem terrivelmente.</p>
<p>Bom sinal, diz o doutor&#8230;</p>
<p>- Agora que curamos sua sinusite, vamos cuidar do seu ouvido!</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">Um casal dá um passeio pelo campo. Chegando a um local onde já tinham estado tempos atrás, a mulher diz para o marido:<br />
- Querido, vamos fazer o mesmo que fizemos aqui, há vinte anos?<br />
O marido tira as calças, a mulher encosta na cerca e o marido salta em cima com toda a pressa. Fazem amor como nunca tinham feito antes. Ela grita, contorce-se e agita-se descontroladamente, quando terminam, quase desmaiada sem forças. Depois de a levar para o carro e a reanimar, o marido diz:<br />
- Nossa, querida, você não se agitou dessa maneira naquela vez em que fizemos amor aqui há vinte anos!<br />
A mulher, ainda recuperando o fôlego, finalmente consegue falar:<br />
- Há vinte anos atrás, a porra da cerca não era elétrica! </span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦</span></h3>
<h3><span style="color:#333333;">O soldado chegou correndo a uma bifurcação e viu uma freira de pé ali. Sem respiração, ele pediu:</p>
<p>- &#8220;Por favor, madre, posso me esconder sob seus trajes por alguns minutos? Eu explico depois.&#8221;</p>
<p>A freira concordou. Logo em seguida, dois soldados da Polícia Militar chegaram correndo e perguntaram:</p>
<p>- &#8220;Por favor, Irmã, você viu um soldado que passou correndo por aqui?&#8221;</p>
<p>Ela respondeu:</p>
<p>- &#8220;Ele foi por ali.&#8221;</p>
<p>Depois que os policiais sumiram, o soldado engatinhou para fora do hábito da freira e disse:</p>
<p>- &#8220;Eu não sei como lhe agradecer, madre, pois eu não¯ quero ir para o Iraque.&#8221;</p>
<p>A freira respondeu:</p>
<p>- &#8220;Eu posso compreender muito bem o seu medo.&#8221;</p>
<p>O soldado acrescentou:</p>
<p>- &#8220;Peço-lhe para não me considerar rude, ou impertinente, mas você tem um belo par de pernas&#8221;!</p>
<p>A freira respondeu:</p>
<p>- &#8220;Se você tivesse olhado um pouco mais para cima, teria visto um grande par de bolas. Eu também não quero ir para o Iraque!&#8221;<br />
</span></h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gilmar Mendes apoia poder de polícia às Forças Armadas]]></title>
<link>http://blogdenoronha.wordpress.com/2009/11/06/gilmar-mendes-apoia-poder-de-policia-as-forcas-armadas/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 22:34:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo Jorge Loureiro</dc:creator>
<guid>http://blogdenoronha.wordpress.com/2009/11/06/gilmar-mendes-apoia-poder-de-policia-as-forcas-armadas/</guid>
<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, disse considerar uma boa ini]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, disse considerar uma boa iniciativa o projeto de lei complementar 97, que prevê dar mais poder de polícia às Forças Armadas.</p>
<p>&#8220;O Brasil tem que deixar de tratar este tema de forma compartimentada. Há uma crise na área de segurança pública. A droga vem de fora. Há um grande problema nas fronteiras. As Forças Armadas têm condições de monitorá-las. Por que não há algum tipo de integração?&#8221;, destacou.</p>
<p>As declarações foram feitas pouco antes da cerimônia de encerramento do IV Mutirão Carcerário do Rio de Janeiro, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona oeste da cidade.</p>
<p>O projeto de lei &#8211; em fase final de formatação na Casa Civil, após aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do parecer favorável do Ministério da Justiça e da Advocacia-Geral da União (AGU) &#8211; fortalece de maneira explícita o cargo de ministro da Defesa. Ele passa a ter comando operacional sobre as três Forças, que ficam efetivamente subordinadas ao poder civil.</p>
<p>Na prática, o texto acaba com a concentração de poder nos comandos. Em operações de vigilância na fronteira e demais ações ordenadas pelos poderes constituídos, Exército, Marinha e Aeronáutica, podem revistar pessoas, veículos e instalações e fazer prisões em flagrante delito.</p>
<p>Fonte: Veja.com</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Forças paquistanesas entram em importante base do Taliban]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/11/06/forcas-paquistanesas-entram-em-importante-base-do-taliban/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:49:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>gleika</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/11/06/forcas-paquistanesas-entram-em-importante-base-do-taliban/</guid>
<description><![CDATA[Paquistão &#8211; Reuters &#8211; 06/11/2009  Soldados paquistaneses entraram num importante bastião]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Paquistão &#8211; Reuters &#8211; 06/11/2009  Soldados paquistaneses entraram num importante bastião]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Charles Manson - 75 Anos de Pura Vida]]></title>
<link>http://atwabrasil.wordpress.com/2009/11/17/charles-manson-75-anos-de-pura-vida/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 10:22:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>ATWA Brasil</dc:creator>
<guid>http://atwabrasil.wordpress.com/2009/11/17/charles-manson-75-anos-de-pura-vida/</guid>
<description><![CDATA[“É apenas uma questão de vir para a percepção de que tudo é agora. Respirando, e expirando. Eu tenho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://atwabrasil.wordpress.com/files/2009/11/manson_mundo1.png"><img class="size-full wp-image-905  aligncenter" title="manson_mundo" src="http://atwabrasil.wordpress.com/files/2009/11/manson_mundo1.png" alt="" width="289" height="472" /></a></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“É apenas uma questão de vir para a percepção de que tudo é agora. Respirando, e expirando. Eu tenho o mundo inteiro respirando e expirando. E eu estive por cem milhões de anos fazendo isso. Essa é a minha vontade, e eu sou Deus. E não me importa que você não goste disso, ou não acredite nisso. Não importa. Eu poderia deixar cair esse corpo aqui e seguir em frente, e ser mil estrelas.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Charles Milles Manson nasceu em 11 de novembro de 1934, há 75 anos. Filho de Ada Kathleen Maddox e William Manson. Afirma-se freqüentemente que Manson nasceu como “Sem Nome Maddox”. Isso é absolutamente falso, não existe nenhum documento que cite “Sem Nome Maddox”. Charles Manson nasceu com o nome “Charles Milles Maddox”.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><strong>A Família Maddox</strong></span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“Eu sou um hillbilly. Eu vivo nas montanhas. Eu faço moonshine. Eu tenho uma longa espingarda, e eu atiro bem longe. Eu sou Deus nos vales. Eu deixo as mulheres irem para a igreja – dá a elas algo para fazer. Mas eu sei quem Deus é, e eu sei quem Jesus é, e eu sei quem o Diabo é, e eu realmente não preciso de nada na planície porque a montanha mantém a luz. Mas quando as montanhas estão morrendo, então eu tenho que descer para a planície, e eu tenho que balancear a situação – impedir que elas sejam destruídas pela mineração, ou que derrubem as árvores até que nada exista mais. Então é por isso que eu estou pagando pelos últimos 40 anos, onde o meu tio Jess me enviou.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“Eu passei a visitar a minha mãe na prisão quando eu ainda estava começando a andar. Quando ela saiu, ela veio e me pegou em um lar adotivo, e me colocou em uma escola para meninos. Assim, eu fui educado pelos militares.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“Meu avô disse à minha avó que na Primeira Guerra Mundial ele estava em pé sobre um corpo, e ele viu uma Bíblia no bolso do rapaz que ele havia matado. Ele estendeu a mão, pegou e começou a ler a Bíblia. Lá estava uma foto daquele homem com sua esposa e seus filhos, dois, três filhos, você entende? E ele tinha uma corrente com uma cruz. E ele olhou para a cruz, e ele olhou para baixo, e ele viu a si mesmo. Ele disse: ‘O que eu estou fazendo aqui lutando contra o meu irmão?’ Ele voltou e disse à minha avó: ‘Eu estava lutando meus irmãos, e eu nem sei por quê’.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Charles Manson é neto de Charles Milles Maddox, maquinista da B&#38;O Railroad, e Loraine Nancy Ingram Maddox, uma devota cristã Nazarena, ambos de Morehead, em Kentucky. Manson nasceu durante os tempos difíceis da Grande Depressão. Sua mãe foi para a prisão por furto quando ele ainda era uma criança, então boa parte dos seus primeiros anos foi passado com os seus avôs, em Kentucky, e seu tio e tia, na Virgínia Ocidental.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><strong>A Família Manson</strong></span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“Eu não estou entregando a minha alma. Eu não estou rendendo o meu pai. Eu não estou desistindo do meu pai. Meu pai bebe uísque escocês e toca gaita &#8211; faz o que quer fazer, você sabe. Eu não vou entregar isso. E eles me dizem: ‘Seu pai está morto’. Meu pai nunca morre, cara. Não existe tal coisa como a morte.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Manson é um sobrenome escocês de origem viking, a versão inglesa do sobrenome escandinavo Magnusson, que significa filho de Magnus. Magnus era um nome comum entre a aristocracia escandinava. Magnus, que significa “grande” ou “magnífico” em latim, se tornou um nome mais comum durante a Idade Média, quando várias nações européias, e suas casas reais, introduziram-no por terem se convertido ao cristianismo católico, cuja língua oficial é o latim. Esse foi especialmente o caso da realeza e nobreza escandinava. Como um nome próprio escandinavo, ele foi inspirado pelo governante dos francos, Carlos Magno, cujo nome em latim era “Carolus Magnus”, e era entendido em nórdico antigo como “magn-hús”, ou “casa da força”. A palavra “magnus” está enraizada no termo indo-europeu “Mag”, que é de onde palavras como mágica, magia, magos, magnitude, magistrado, entre outras, derivam.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><strong>O Clã Gunn</strong></span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“Tenho crianças na escuridão onde os highlanders caminham, tenho cavaleiros nas batalhas das sombras da minha alma.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">O sangue de Manson é escocês e irlandês. Ele é do clã Gunn, vindos do nordeste da Escócia, das regiões de Caithness, Sutherland e das Ilhas Orkney. As origens do clã Gunn são traçadas na Noruega, descendentes do lendário Sweyn Asleifsson, conhecido como o “Último Viking” e progenitor do clã. Do seu neto, Gunni, é de onde o nome Gunn foi escolhido para batizar o clã.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><strong>No 11º dia do 11º mês</strong></span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“Eu sou um filho dos militares. Todos os aposentados de todas as guerras me criaram. A farda é meu pai. Então, eu acreditava que eu tinha direitos em um tribunal, e que tudo o que eu tinha que fazer era levar os meus problemas ao juiz e ele iria corrigi-los. Porque eu senti que o juiz era a autoridade, era Deus, era o nosso pai, era o militar, era o país.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">O dia 11 de novembro é Dia dos Veteranos nos Estados Unidos (e Dia do Armistício em muitas partes do mundo). Nossos pais, avós e demais antepassados morreram em batalhas para construir e preservar os nossos direitos de hoje. O pai de Charles Manson morreu no campo de batalha para proteger e preservar os direitos dele, que foram roubados quando Manson teve o seu direito da 14ª Emenda Constitucional, de representar a si mesmo em um tribunal, anulado no caso Povo da Califórnia contra Manson, em 1970.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><strong>Os Direitos de Charles Manson</strong></span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">“Você entra em um cemitério e olha para todos os mártires do coração, todos os homens que deram as suas vidas a Deus e ao país, e então você vem e diz: ‘Onde Charlie errou?’ Será que Charlie errou? Ou foi o oceano do movimento espiritual no mundo para trazer mudança para esse planeta? Será que isso começou antes de Charlie nascer, e todo mundo estava errado? </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">O presidente dos Estados Unidos é supostamente o líder de nós [americanos]. Bom, vocês não podem me escolher como líder da sua família e depois dar imunidade a Nixon. Ele matou muito mais gente do que o Charlie.</span></p>
<p>-Charles Manson”</p>
<p>&#160;</p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Charles Manson, que seus antepassados e membros da família estão no registro de combates na Revolução Americana de Independência, na Guerra Civil Americana, Primeira Guerra Mundial, Segunda Guerra Mundial e Guerra da Coréia, foi negado o seu direito constitucional de se defender em um tribunal de justiça e recebeu a pena de morte por crimes que ele não cometeu e nunca foi acusado de ter cometido. A pena de morte no estado da Califórnia foi anulada, e Manson foi condenado à prisão perpétua, com possibilidade de liberdade condicional. </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Charles Manson esteve injustamente preso pelos últimos 40 anos. Antes da sua última libertação da prisão, no Equinócio da Primavera de 1967, Manson já havia cumprido 22 anos trancado atrás das grades desde que ele colocou fogo em sua escola aos 9 anos de idade. Ele foi criado por veteranos da Primeira Guerra Mundial e da Segunda Guerra Mundial. Aos 13 anos de idade, ele foi colocado na escola Gibault para meninos, e continuou a ser colocado em várias instituições do governo ao longo da década de 1940 e início dos anos 1950 por furto e roubo de carros. Ele fugiu da maioria das instituições em que foi colocado. Alguns dos lugares onde Manson viveu durante esses tempos foram o Natural Bridge Honor Camp, National Training School for Boys, em Washington DC, Federal Reformatory, Petersburg Federal Reformatory e Chillicothe Federal Reformatory. Manson foi criado principalmente por veteranos aposentados, que trabalhavam nessas instituições. O presidente Nixon, que declarou Manson culpado “direta ou indiretamente” pelos assassinatos de agosto de 1969, foi um advogado e sabia que o que ele estava fazendo era ilegal – ele condenou Manson antes do julgamento acontecer.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"> </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><strong>Charles Manson no Mundo</strong></span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Manson tem servido um total de mais de 62 anos em prisões e instituições do governo dos Estados Unidos. Mais tempo do que qualquer cidadão americano vivo hoje. Ele passou toda a sua vida com rebeldes, revolucionários, veteranos, guerreiros, juízes e guardas. </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Ele suportou o inferno, teve os seus direitos negados, seus filhos levados, sua música roubada e destruída, seu rancho queimado, suas cartas destruídas, seus amigos proibidos de vê-lo. Manson foi envenenado, queimado com produtos químicos, espancado, teve costelas e dentes quebrados, passou dias amarrado, foi torturado, incendiado, usado pelo sensacionalismo dos meios de comunicação há 40 anos e amaldiçoado pelos astros de Hollywood. Mas Charles Manson sobreviveu, em pé, para o fogo da eternidade. Ele é o irmão universal de todos os homens que deram as suas vidas no serviço à verdade, honra e justiça. </span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Esse mês de novembro, ele completou 75 anos de pura vida. Devemos honrar Charles Willis Milles Maddox Mac Manson pelo seu sacrifício, combate, dedicação, coragem, inspiração e amor.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;">Agradecimentos ao irmão <strong>Hay Hay</strong> pelo artigo original. Esse artigo é fruto da dedicação dele.</span></p>
<p style="line-height:14.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#38;"><strong>Leia sobre. Entenda a verdade. Não deixe o SEU fogo apagar. </strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://atwabrasil.wordpress.com/files/2009/09/logo-final2.png"><img class="size-thumbnail wp-image-392  aligncenter" title="logo final" src="http://atwabrasil.wordpress.com/files/2009/09/logo-final2.png?w=150" alt="logo final" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="line-height:14.25pt;text-align:center;"><span style="font-size:10pt;">© 2009 ATWA Brasil</span></p>
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