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	<title>facom &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "facom"</description>
	<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 10:53:38 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Vem chegando o verão...]]></title>
<link>http://juizdeforaonline.wordpress.com/2009/11/30/vem-chegando-o-verao/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:36:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Giselle</dc:creator>
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<description><![CDATA[Com a chegada da estação mais quente do ano, muitas pessoas já começam a se preparar. Dietas, malhaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/onibus.jpg"></a><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/frutas3.jpg"></a>Com a chegada da estação mais quente do ano, muitas pessoas já começam a se preparar. Dietas, malhação, viagens. Neste especial fique sabendo dicas que vão fazer o seu verão deixar boas lembranças</p>
<p style="text-align:right;"><em>Por Giselle Clara e Michele Leite</em></p>
<p style="text-align:justify;">O verão é uma das quatro estações do ano e, no hemisfério sul, tem início no dia 21 de dezembro e dura até o dia 20 de março. No Brasil, esse período também coincide com as férias escolares. A principal característica dessa <a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/verao_11393.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-13299" title="verao_11393" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/verao_11393.jpg?w=300" alt="" width="300" height="227" /></a>estação são os dias longos e o intenso calor. Além disso são muito comuns as chuvas, no final da tarde, mas isso não atrapalha os planos de quem deseja aproveitar o período.</p>
<p style="text-align:justify;">Muitas pessoas afirmam que no verão tem mais disposição para realizar as atividades. É o caso da estudante Thaís de Oliveira Pires. Para ela o verão é a melhor estação do ano por causa das roupas leves, dos dias mais longos e da temperatura. <a title="thaís e o verão" href="http://br.video.yahoo.com/watch/6514533/16891257" target="_blank">Ouça a opinião dela</a> <span style="color:#ff0000;">. </span></p>
<p style="text-align:justify;">Já Jani de Souza, prefere o inverno. A estudante fala que o inverno torna atividades cotidianas mais simples “No inverno é muito mais fácil. É só colocar uma blusa mais quente que você está tranquilo. No verão não. Nem com uma blusinha mais leve você para de sentir calor”. <a title="jani de Souza e o verão" href="http://br.video.yahoo.com/watch/6514542/16891287" target="_blank">Ouça o que ela diz</a> <span style="color:#ff0000;">. </span></p>
<p style="text-align:justify;">Outras pessoas aprendem a “suportar” a estação. Esse é o caso do Vítor Campanha. O estudante de Jornalismo faz estágio em uma rede de televisão de Juiz de Fora e lá, ele deve trabalhar de terno. Segundo ele, a roupa não é a mais recomendada para temperaturas acima de 30º principalmente para pessoas que precisam de ônibus para se locomover. <a title="Vítor e o verão" href="http://br.video.yahoo.com/watch/6514539/16891275">Ouça o que ele acha disso</a><span style="color:#ff0000;">. </span></p>
<p style="text-align:justify;">Por isso preparamos um especial com dicas muito valiosas para quem deseja aproveitar o verão e ter boas lembranças.</p>
<p><strong>Os cuidados com a pele&#8230;</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong>A pele é um órgão de revestimento externo do nosso corpo e sua função principal é a proteção do organismo das ameaças externas físicas. Além disso, protege contra a desidratação por regular o calor e também constitui o sentido do tato e produz <span style="text-decoration:underline;"><a title="thaís" href="http://emedix.uol.com.br/vit/vit003_1f_vitaminad.php" target="_blank">vitamina D</a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/protetor1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-13298" title="protetor" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/protetor1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="246" /></a></strong>A dermatologista Vânia Piccinini  alerta que o uso de um bom filtro solar no verão é indispensável e deve se tornar um hábito. “Uma dica é deixar o filtro solar junto com a escova de dente para a pessoa adquirir o hábito de usar”. Tudo isso aliado a uma alimentação saudável com a ingestão de muito líquido, frutas, verduras e legumes.</p>
<p style="text-align:justify;"><a title="vânia picinini" href="http://br.video.yahoo.com/watch/6515632/16894358" target="_blank">Assista ao vídeo da entrevista com a dermatologista Vânia Picinini.</a></p>
<p style="text-align:justify;">Nessa época do ano, as doenças de pele mais frequentes são as micoses, já que as pessoas transpiram mais e estão mais em contato com roupas úmidas, além de doenças como dermatites, <span style="text-decoration:underline;"><a title="brotoeja" href="http://www.saudeinformacoes.com.br/bebe_brotoeja.asp" target="_blank">brotoejas</a></span> e pequenas assaduras que são bastante comuns no verão. Além disso, as queimaduras solares contribuem para o aparecimento de algumas doenças. “A pessoa que se expõe demais ao sol sem o uso de protetor solar, corre o risco de desenvolver um <a title="saúde" href="http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?122" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;">câncer de pele</span> </a>envelhecimento da pele. E a falta de informação leva a tudo isso”, completa a dermatologista.</p>
<p style="text-align:justify;">A 11<sup>a</sup> Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele é uma realização da <a title="sbd" href="http://www.sbd.org.br" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;">Sociedade Brasileira de Dermatologia</span> </a>e, em Juiz de Fora, acontecerá no dia 5 de dezembro, das 8h às 16h, no Hospital Universitário (unidade Dom Bosco). Na campanha haverá atendimento ambulatorial para verificar uma mancha ou uma pinta, por exemplo, e palestras educativas. Mas, vale ressaltar que é uma triagem e não uma consulta, em que será feita uma avaliação e os devidos encaminhamentos, se necessários.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/vania1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-13346" title="vania" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/vania1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="202" /></a>De acordo com a dermatologista, os cuidados com bebês e crianças devem ser redobrados e, hoje, há um cuidado especial, uma vez que protegendo as crianças, evita-se que no futuro as pessoas desenvolvam o câncer de pele. “O sol é cumulativo na pele, então, até aos 18 anos, nós já tomamos sol suficiente para a vida toda. É inverídico dizer que o uso de filtro solar causa osteoporose, pois o protetor não dá 100% de cobertura”, orienta.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma decisão em pauta pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária <a href="http://www.anvisa.gov.br/" target="_blank">(<span style="text-decoration:underline;">Anvisa</span></a>) no dia 11 de novembro, foi a proibição, em nível nacional, da utilização de equipamentos emissores de radiação ultravioleta (UV) para bronzeamento artificial com finalidade estética. “A radiação UV é muito grande, como se estivesse exposta ao sol do meio-dia, então as pessoas propensas a desencadear câncer de pele, envelhecimento pegam uma radiação muito grande. As pessoas fazem sem orientação e sem controle, então essa proibição foi um ganho”, enfatiza a dermatologista.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, os cuidados vão além da pele. Cabelos e unhas também devem ter um cuidado especial. “O cloro, a praia e o vento estragam o cabelo, e hoje existem shampoos anti-cloro, é importante fazer uso de hidratantes. Tomar cuidado para não entrar areia nas unhas e mantê-las sempre limpas, porque podem pegar micose. A micose se pega com facilidade e o tratamento é muito difícil e longo”, orienta Vânia Piccinini.</p>
<p><strong>Corpos sarados&#8230;</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/malhacao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-13347" title="malhacao" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/malhacao.jpg?w=300" alt="" width="300" height="161" /></a>O verão está muito associado à imagem das praias lotadas com corpos sarados, tonificados e bronzeados. Por isso é que, nessa época, aumenta a procura pelas academias de ginástica. Nesse período as academias chegam a receber , em média, 20% mais pessoas buscando o corpo ideal. Os “malhadores de verão” como são conhecidos, querem recuperar a boa forma, perdida durante todo o ano, em um tempo super rápido.</p>
<p style="text-align:justify;">Denise Rodrigues é um exemplo disso. A secretária é uma malhadora de verão assumida, e confessa que no inverno manter uma rotina de exercícios é mais difícil. O verão acaba estimulando à procura das academias porque deixa o corpo definido.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa prática porém, não é recomendada e esse pensamento é inclusive controverso. O professor de Educação Física Fábio Tagliatti fala que a melhor fase para quem gostaria de queimar gordura rápido seria o inverno. “Não é <a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/academia3.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-13358" title="academia" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/academia3.jpg?w=300" alt="" width="300" height="200" /></a>recomendado fazer exercícios físicos só em alguns momentos. É necessário sair do sedentarismo. Mas quem quer malhar no verão para perder gordura, tem um pensamento errado. A queima da gordura acontece muito mais rápido quando aliamos uma dieta e os exercícios no inverno. Nesse período, o corpo precisa produzir calor, e acaba retirando energia das células de gordura”.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://br.video.yahoo.com/watch/6525351/16936741" target="_blank">clique aqui e veja a matéria em vídeo sobre os malhadores de verão</a></p>
<p style="text-align:justify;">Antes de fazer qualquer tipo de atividade física é imprescindível passar por uma avaliação física completa. As pessoas sedentárias, quando buscam a academia querendo um resultado rápido, acabam exigindo muito do corpo e prejudicando muitas vezes, as articulações como joelhos, tornozelos e punhos. A maioria das academias conta com médicos especializados e, se você vai começar a fazer exercícios sozinho, converse com seu médico antes.</p>
<p>Além dos exercícios físicos, para entrar em forma no verão, muitas pessoas também procuram as dietas milagrosas. Não é porque você quer emagrecer que vai deixar de comer tudo. Isso não existe. A dica é que se mantenha uma alimentação saudável durante todo o ano. Se isso não foi possível, alie a rotina de exercícios aeróbicos com uma dieta balanceada e beba sempre muito líquido.</p>
<p><strong>Em dia com a alimentação&#8230;</strong></p>
<p><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/frutas4.jpg"></a></p>
<p>A busca pelo corpo em forma exige um cuidado especial com a alimentação. Levar uma vida mais saudável é a recomendação de médicos e nutricionistas. “Preferir alimentos mais leves, de fácil digestão, ingerir muito líquido como água e suco, comer bastante verduras, legumes e frutas”, completa o nutricionista Arnaldo Pinheiro.</p>
<p><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/frutas5.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-13357" title="frutas" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/frutas5.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a>Para aqueles que praticam esporte ou atividade física, o nutricionista orienta <a title="arnaldo" href="http://br.video.yahoo.com/watch/6515679/16894428" target="_self">(assista ao vídeo)</a> que a atenção deve ser redobrada no quesito hidratação. “É importante durante a atividade física, ou uma prova de longa duração, molhar o corpo por fora de forma a economizar o suor”, recomenda.</p>
<p>De acordo com o nutricionista, a maior causa de internação de crianças é por conta da desidratação. Portanto, ter uma atenção especial com elas é fundamental, principalmente no verão. “A hidratação não é só na forma de água. A gente pode hidratar com chá gelado, gelatina, sucos, frutas suculentas”, completa. Ele ainda lembra que nessa época é mais comum o aparecimento de viroses intestinais, então, devemos ficar atentos aos casos de vômitos e diarréias. “Hidratar rapidamente e procurar atendimento médico” é a orientação do nutricionista.</p>
<p><strong>De malas prontas&#8230;</strong></p>
<p>O período de férias é reservado, muitas vezes, para os passeios. A procura por pacotes de viagens é intenso nesta época, mas geralmente, quem pretende viajar tem que correr. Os pacotes são vendidos com bastante antecedência.</p>
<p>De acordo com a vendedora Danielle Amaral da empresa <a href="http://www.cvc.com.br/site/_hotSite/visapromocao_1024/default.jsf" target="_blank">CVC</a><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/frutas1.jpg"></a><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/frutas2.jpg"></a>, em Juiz de Fora, os principais destinos de pacotes aéreos são as praias de Porto Seguro, Natal e Fortaleza no nordeste do Brasil. De alguns anos para cá, também tem aumentado também a venda de cruzeiros e viagens para a Europa para quem quer sair do país. Já quem viaja de ônibus, na maioria, prefere a região dos Lagos (Cabo Frio, Arraial do Cabo e Araruama).</p>
<p>Mas não podemos esquecer que essa diversão tem que deixar boas recordações e não prejuízos. Por isso, fique atento às dicas para ter uma viagem segura</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dl></dl>
<dt class="wp-caption-dt">
<table style="height:723px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="4" width="497">
<col span="1" width="312"></col>
<col span="1" width="312"></col>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="312"><strong>Avião:</strong></p>
<ol>
<li>Coloque etiqueta e cadeado nas bagagens</li>
<li>Não leve objetos de valor em malas que serão despachadas</li>
<li>Identifique a sua mala com fitas coloridas, para evitar que se misture com outra parecida.</li>
<li>Fique atento ao peso da bagagem, você sempre deve deixar espaço para trazer as compras que fizer.</li>
<li>Observe as indicações feitas pela aeromoça</li>
</ol>
</td>
<td width="312"><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/aviao.jpg"><img class="size-medium wp-image-13279 alignleft" title="aviao" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/aviao.jpg?w=300" alt="" width="203" height="152" /></a></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="312"><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/navio.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-13281" title="navio" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/navio.jpg?w=300" alt="" width="199" height="116" /></a></td>
<td width="312"><strong>Cruzeiros Marítimos</strong></p>
<ol>
<li>Leve sempre uma blusa de frio. À noite, no mar, os ventos são fortes</li>
<li>Leve compridos para enjoo, de precaução</li>
<li>Os cruzeiros oferecem festas especiais e shows. Portanto leve roupas adequadas para os diversos programas disponíveis</li>
<li>Procure saber em quais locais serão as paradas do navio. Assim você pode levar acessórios que serão úteis.</li>
<li>Leve na bagagem de mão uma troca de roupa, ou pelo menos um biquini. A bagagem normalmente é despachada depois do início da viagem. Assim, enquanto espera, você pode ir se divertindo</li>
</ol>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="312"><strong>Ônibus</strong></p>
<ol>
<li>Chegue mais cedo na rodoviária para não perder o horário de partida</li>
<li>Fique atento à plataforma de embarque</li>
<li>Não deixe bagagens sozinhas no terminal</li>
<li>Escolha um ônibus confortável para a viagem</li>
<li>Exija a identificação da bagagem pela empresa</li>
<li>Fique atento às bagagens de mão nas paradas</li>
</ol>
</td>
<td width="312"><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/onibus1.jpg"><img class="size-medium wp-image-13284 alignleft" title="onibus" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/onibus1.jpg?w=300" alt="" width="210" height="158" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</dt>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"></dt>
</dl>
</div>
<p><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/academia1.jpg"></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista com Luísa Torreão]]></title>
<link>http://teoriasdojornalismoufba.wordpress.com/2009/11/27/luisa-torreao-a-tarde/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 20:20:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>coletivosls</dc:creator>
<guid>http://teoriasdojornalismoufba.wordpress.com/2009/11/27/luisa-torreao-a-tarde/</guid>
<description><![CDATA[feita por Mayara Azevedo, Ruan Melo e Camila Queiroz Entrevista com a jornalista da editoria local d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>feita por Mayara Azevedo, Ruan Melo e Camila Queiroz</em></p>
<p>Entrevista com a jornalista da editoria local do jornal A TARDE:<br />
<a href="http://www.scribd.com/doc/23257220">http://www.scribd.com/doc/23257220</a></p>
<p>&#8220;Escrever é a arte de cortar palavras”</p>
<p> Rpórter a cinco anos do jornal A TARDE, Luísa Torreão fala um pouco sobre sua rotina na redação, como é trabalhar na editoria local e confessa que a concorrência as vezes atrapalha o rendimento do jornal.</p>
<p> O fato de ser a repórter mais jovem a ser entrevistada pela nossa equipe, Luísa Torreão não fica atrás das concorrentes. Demonstrando inteligência e sagacidade, ela fala sobre assuntos polêmicos na redação, concorrência e dificuldades que enfrenta no dia-a-dia, tudo isso trabalhando há cinco anos no jornal A TARDE, sendo três anos como repórter da editoria local. Luísa conta um pouco das suas pautas preferidas e de casos que já enfrentou na rotina de trabalho.</p>
<p><strong> Fale um pouco da sua trajetória enquanto profissional:</strong> </p>
<p>Bem, fiz faculdade na FACOM e me formei em meados de 2006. Eu já estava estagiando no A TARDE há dois anos no on-line, tanto do jornal, quanto pro cine-in-site, antes de me formar. Entrei no A TARDE no quarto semestre da faculdade. Entrei com a ajuda de um colega meu que estava em um semestre mais avançado  e ele trabalhava aqui na época. Passei dois anos estagiando. Fiz minha monografia e quando me formei voltei pra cá. Só que dessa vez voltei pensando no impresso, não mais na internet. Vim e procurei a coordenadora da editoria local, que eu já conhecia porque quando estagiei no online fiz algumas matérias para o impresso. Então estavam precisando de gente porque era um período próximo às eleições. Quando é período de eleições muitos repórteres de Local são deslocados para cobrirem apenas as eleições. Então surgiram vagas, e eu entrei. Já estou há três anos no jornal impresso.</p>
<p> <strong>Você mesma sugere a sua pauta ou sempre recebe uma pauta para cobrir?</strong></p>
<p>Geralmente a gente já encontra uma pauta pronta. Mas, os editores incentivam bastante a gente a sugerir a nossa pauta. Isso não acontece sempre, mas sempre que eu tenho uma pauta eu sugiro.  Se eu tiver interessada, nós planejamos e vemos um dia pra fazer. Em geral já tem pautas prontas, porque vem muita coisa para os editores, sugestões chegam através do e-mail, fax, da central de interatividade. Os editores vão fazendo a triagem e veem o que realmente vale apena. As vezes também, você tá com a coisa pronta e surge algo urgente e você precisa largar tudo pra cobrir a notícia inesperada.</p>
<p><strong>Qual o tipo de pauta mais difícil de cobrir?</strong></p>
<p>O assunto mais delicado e difícil é quando é relacionado a denúncias, que demanda uma maior investigação. Em Local, a gente tem muitas pautas factuais, que são pautas fáceis porque são coisas que estão acontecendo na cidade e você vai lá cobrir, uma passeata, um acidente, assassinato, uma personalidade que está na cidade. Cobrir isso é mais fácil porque é uma coisa definida. A gente vai lá, volta, é mais tranquilo. A pauta investigativa demanda mais tempo e até mesmo inteligência de você ver por onde tem que ir, quais os rumos que você tem que tomar naquela pauta, você tem que ter certeza do que está apurando. Quando é denúncia você corre o risco de colocar no jornal algo que não é verdade e pode comprometer a credibilidade, a pessoa que foi citada. É uma pauta mais delicada.</p>
<p><strong>Pra você, o que deve ser notícia em um jornal?</strong></p>
<p>Tem o básico que a gente aprende na faculdade: O QUE, ONDE, QUANDO, POR QUÊ? Esse básico é o essencial. Se você está cobrindo uma passeata, você tem que saber o que é essa passeada, qual o motivo que trouxe essas pessoas aqui. Você tem que saber o que levou àquele acontecimento. A gente também tem que observar o entorno e as razões que levaram aquilo que está acontecendo. Temos que ouvir pontos de vistas distintos. Nós sempre procuramos ouvir os dois lados. Temos que ter uma observação apurada para saber o que levou àquele acontecimento.</p>
<p><strong>Como é a sua forma de apuração das notícias?</strong></p>
<p>A depender da pauta a gente vai no local ou não. Se acontecer alguma coisa em um determinado lugar da cidade, temos que ir lá pra ver. Uma passeata a gente tem que ir lá porque dá para apurar por telefone. Tem pautas de repercussão  como a minha de hoje, por exemplo, que  é a seguinte: o ILÊAIÊ, que sai todo carnaval com um bloco exclusivamente negro, anunciou que vai sair no próximo carnaval além do bloco negro, com um outro bloco em que todos poderão participar. É uma característica que não faz parte do ILÊAIÊ, é uma inovação, novidade. Então é mais uma matéria de repercussão. Eu vou procurar fontes que possam me dar opiniões diversas sobre isso. Vou procurar ouvir um historiador, um sociólogo, alguém que entenda dessa questão de carnaval, do movimento negro. Porque tem gente que acha que vai quebrar com a tradição. Essa é uma pauta que eu não preciso necessariamente ir no lugar. É claro que eu acho que depende da pauta, porque tem entrevistas que só precisam pegar uma fala da pessoa para completar. Isso você pode fazer por telefone, tranquilamente. Mas têm outras que você tem que fazer ao vivo porque a pessoa vai te explicar muitas coisas, geralmente ela tem documento para te mostrar, além de uma série de outras coisas. Portanto, depende muito de cada pauta.</p>
<p> <strong>Como vocês lidam com a concorrência?</strong></p>
<p>A mim não me afeta tanto a questão da concorrência. A gente procura dar a notícia da melhor maneira possível. Não gostamos de encontrar no outro jornal uma notícia melhor do que a que a gente fez. Em termos do jornal essa coisa existe, é muito forte. Para os editores é mais ”forte”, porque os repórteres vão muito para a rua. Os editores estão sempre olhando os sites, avaliando o que foi notícia nos outros jornais. Na nossa rotina produtiva a concorrência existe “muito forte”. A gente sempre está tentando desbancar o concorrente. Às vezes tem notícias que o jornal daqui não deu por algum motivo, e sai no concorrente. Então no outro dia a gente procura dar a notícia. Damos a notícia baseada no que foi dado na concorrência. Eu acho que isso atrapalha um pouco a nossa rotina produtiva, porque temos que correr atrás porque o concorrente deu. Não temos o “furo” mas temos que noticiar para não passar “em branco”. Às vezes não tem novidade naquele caso e acabamos repetindo um pouco aquela notícia. Eu não gosto de pegar esse tipo de pauta. Mas se pegar eu tento procurar um novo outro ângulo, um novo olhar sobre aquela notícia. Porém, é difícil você ter que procurar uma novidade.</p>
<p><strong>Como você lida com a questão da ética? Você já passou por alguma situação em que alguém lhe deu uma informação em off e você não pode publicar?</strong></p>
<p>Nunca recebi uma informação que não podia ser divulgada e que eu acabei divulgando. Quando uma fonte não quer se identificar usamos a informação sem utilizar o nome da fonte. A gente não pode dar uma notícia como se ela tivesse saído da nossa cabeça. Tentamos sempre preservar as fontes. Quem não quiser divulgar seu nome, não será divulgado e a gente não divulga, senão perdemos a notícia e a fonte. Acabar não divulgando isso não aconteceu comigo.</p>
<p><strong>Você tem alguma pauta preferida?</strong></p>
<p> Meu tipo de pauta preferida é mais uma pauta com um sentido social. Uma pauta que eu sinta que exista uma função naquilo que eu estou ajudando a divulgar. Exemplo da que eu fiz sobre o parto humanizado, a experiência de ter filho em casa etc. Muitos médicos são contra, já outras pessoas acham que o parto feito no hospital parece um procedimento médico&#8230;São pautas que me agradam porque eu acho que estou lançando uma questão positiva e tem uma função social.</p>
<p><strong>Atualmente, um dos assuntos mais discutidos pelos professores na faculdade é sobre o jornalismo on-line. Você acredita que a internet poderá acabar com o jornalismo impresso?</strong></p>
<p> Pelo que eu vejo no jornal A TARDE, o jornalismo online tem tomado uma posição de destaque. Porém, pelo menos no A TARDE, o jornal impresso continua sendo o “carro chefe”e sempre está a frente. Eu acho que podem conviver, jornal impresso, internet, TV. Eu não acho que o jornal impresso vai acabar, pelo menos não por enquanto. Eu prefiro não fazer esse tipo de previsões.  Acredito que vai durar um bom tempo. Não é uma coisa que está em declínio, ele está sempre se renovando. O jornal A TARDE está sempre buscando se renovar.  Não é fácil manter o mesmo padrão de qualidade, a mesma tiragem, a mesma vendagem.  Então o CORREIO se renova, o A TARDE se renova, é sempre um processo continuo. O jornalismo online tem uma característica de dar uma notícia mais instantânea. Nesse sentido o A TARDE online está na frente. Por outro lado, o impresso já aprofunda mais. O online não vai muito para rua, ele tem a urgência de dar logo a notícia. O impresso que tem mais tempo, e por isso a gente vai à rua.  Às vezes passamos um dia inteiro procurando uma notícia. Enfim, eu acho que dá pra conviver cada um no seu papel.</p>
<p><strong> Nos últimos anos o jornal passou por uma grande mudança estrutural, seja ela ligada a design, tablóide etc. O que significou pra você essa mudança?</strong></p>
<p>Eu considero importante. Eu acho que deu uma renovada e modernizada, desde mudanças que a gente pode considerar pequenas, como a fonte usada, a cor que estão em alguns elementos da página. São mudanças que poderiam passar despercebidas, mas que no conjunto aquilo provoca uma mudança no leitor. Eu acho que foram mudanças que deram uma agilidade, tanto na leitura, quanto nas imagens, nos destaques do texto que já chamam atenção para o que está na matéria. Eu acho que ajuda na leitura. Para nós da produção não mudou muito. Mudou um pouco no sistema. Antigamente a gente escrevia uma matéria e a página tinha que ser desenhada pelo jornalista gráfico. Agora temos um programa de computador que dá modelos prontos. Por outro lado isso também ajudou no trabalho dos editores, porque já tem os modelos prontos e só tem que ajustar pequenas coisas.</p>
<p> <strong>Qual foi o maior impacto que você teve ao sair do mundo “teórico” da faculdade e passar pra rotina da redação?</strong></p>
<p> Às vezes a gente vem, se empolga com uma pauta e quer escrever sobre tudo que apurou. Porque achamos que todas as informações são importantes. Mas não dá para colocar tudo. No jornalismo em si, o escrever já é uma edição. Nem tudo que você ouviu de uma fonte você vai colocar no papel. Tem muitas coisas interessantes mas, infelizmente,  não cabem todas. Por si só você tem que fazer uma edição e essa edição, ainda passa pelo editor. Às vezes você escreve muito e seu texto vai ser cortado. É como dizem: “escrever é a arte de cortar palavras”.</p>
<p> <strong>Qual o diferencial do jornal A TARDE?</strong></p>
<p> A começar pela estrutura. É inegável que o jornal A TARDE tem uma estrutura maior, tem um número de repórteres maior. É claro que ele também passa por suas dificuldades. Acontece de a gente ir pra rua e faltar carro. Além da estrutura tem a qualidade dos profissionais que trabalham aqui. Fica quem tem uma maior habilidade. Além disso, eu acho que uma qualidade que diferencia o jornal A TARDE é que ele consegue se manter  um pouco mais neutro, imparcial em termo de interesse político, de quem é que manda, do que você deve ou não dizer. Quando eu pensei em trabalhar em jornal, eu pensei em trabalhar por isso. Eu não gostaria de estar em um lugar que tivesse uma notícia importante e eu não pudesse noticiar por algum motivo pessoal. Possa ser que haja o aconselhamento, falar para tomar cuidado com a forma que vai colocar. Mas não há uma censura e eu acho que é isso que dá uma credibilidade maior ao jornal.</p>
<p> <strong>Muitos pensadores afirmam que impossível para o jornalista manter a imparcialidade na produção de uma matéria. Porém, uma das características, dita universal sobre os jornalistas, é justamente a imparcialidade, o relato puro dos fatos, a neutralidade. O que você tem a dizer sobre isso? É possível produzir matérias sem que seus valores interfiram? Até que ponto o jornalista deve ser parcial ou imparcial?</strong></p>
<p><strong> </strong>Eu acho que a imparcialidade total ela não existe. Todos nós somos seres subjetivos. Nós temos que procurar a objetividade ao máximo na hora de escrever, ser os mais claros e concisos possíveis na hora de passar a informação sem colocar a opinião profissional. A matéria tem que ser baseada apenas no que você apurou. Sempre existe a parcialidade de alguma forma porque eu vou escrever de um jeito, você vai escrever de outro jeito a mesma notícia. Eu tenho um estilo de escrever. Então, um outro jornalista vai escrever de uma outra forma da minha. São visões diferentes de uma mesma notícia. Eu acho que a gente tem que buscar a objetividade ao máximo possível. Temos que buscar dar ao leitor um texto atrativo, mas que não seja abstrato e subjetivo demais.<span id="_marker"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista Valmar Hupsel Filho]]></title>
<link>http://teoriasdojornalismoufba.wordpress.com/2009/11/27/entrevista-valmar-hupsel-filho/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 19:47:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>coletivosls</dc:creator>
<guid>http://teoriasdojornalismoufba.wordpress.com/2009/11/27/entrevista-valmar-hupsel-filho/</guid>
<description><![CDATA[Entrevista com o jornalista Valmar Hupsel Filho do Jornal A Tarde, caderno Local. http://www.scribd.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Entrevista com o jornalista Valmar Hupsel Filho do Jornal A Tarde, caderno Local.</p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/23268860/Entrevista-Valmar">http://www.scribd.com/doc/23268860/Entrevista-Valmar</a></p>
<p>Realizada por Maria Garcia, Paula da Paz e Raisa Andrade.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista de Emanuella Sombra]]></title>
<link>http://teoriasdojornalismoufba.wordpress.com/2009/11/27/entrevista-de-emanuella-sombra/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 13:36:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>coletivosls</dc:creator>
<guid>http://teoriasdojornalismoufba.wordpress.com/2009/11/27/entrevista-de-emanuella-sombra/</guid>
<description><![CDATA[Emanuella Sombra é repórter do jornal A Tarde e trabalha na editoria de local, referente a cidade de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Emanuella Sombra é repórter do jornal <em>A Tarde </em>e trabalha na editoria de local, referente a cidade de Salvador. Graduada em jornalismo pela UFBA ela concedeu a entrevista abaixo aos alunos de jornalismo (2009.2) da mesma universidade: Niassa Jamena, Bruno Brasil e Cíntia Dias, para publicação no trabalho final da matéria Teorias do Jornalismo ministrada pela professora Lia Seixas.</p>
<p style="text-align:left;"> </p>
<p style="text-align:left;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>O primeiro veículo em que você trabalhou foi aqui no <em>A Tarde</em>?</strong></p>
<p style="text-align:left;">Sim.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>Há quanto tempo você trabalha aqui?</strong></p>
<p style="text-align:left;">Desde 2007. Eu fiz dois meses de estágio e logo depois comecei a trabalhar como <em>free lancer</em>, fiquei mais nove meses e depois fui contratada como profissional. Eu acho que ao todo devo ter uns dois anos e meio.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>Qual o seu estilo de escrita jornalística?</strong></p>
<p style="text-align:left;">Agente às vezes tenta fazer uma matéria um pouco diferenciada do que é normalmente publicado na editoria. Quando o tema permite que agente faça isso, agente faz.Pode ser uma narrativa em primeira pessoa, com a opinião do repórter sobre o que ele viu na rua, ou uma crônica sobre aquele fato ou acontecimento, de forma que o texto fique um pouco diferente, mais parecido com o <em>new journalism</em>. Algo que já se faz na <em>Piauí,</em> na <em>Carta Capital </em>e<em> </em>nas <em>Brasilianas</em> também. Agente tenta fazer, mas isso muitas vezes acaba não acontecendo por causa do tempo. É o factual na maioria das vezes.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>Vocês têm que cumprir <em>deadline</em>. Como é que vocês lidam com o tempo?</strong></p>
<p style="text-align:left;">Posso falar da editoria que eu trabalho, que é a editoria de local. Nós trabalhamos sempre com o <em>deadline</em> bem apertado. A gente pode até estar com um especial, que podem te dar três dias para fazer, mas pode chegar um dia e você ter que derrubar esse especial, para fazer um acidente que acabou de acontecer e ter que entregar no mesmo dia. Agente vive muito nessa loucura, de não saber quanto tempo você tem.</p>
<p style="text-align:left;"><strong> </strong><strong>E quando é que esse prazo fica mais apertado?</strong></p>
<p style="text-align:left;">Quando vai se aproximando o final de semana as coisas vão ficando mais apertadas.Sexta feira é o dia mais complicado de todos porque tem as edições de sábado, de domingo e de segunda que tem que ficar mais ou menos prontas. A edição de domingo tem que ficar 90% fechada porque ela vai para gráfica sábado meio dia. Já a edição de segunda pelo menos 50% tem que estar pronta.Então o que acontece sábado de manhã agente apura e bate rápido para poder sair ainda no domingo.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>Tem um horário específico pro deadline?</strong></p>
<p style="text-align:left;">Depende muito da pauta. Se você tem uma pauta que você pegou cedo e que não é uma coisa factual, quente, é recomendável que você entregue até às sete da noite. Mas se de repente você foi pra rua, fazer uma matéria às cinco da tarde, o jornal entende que você não tem condições de entregar às sete. Aí você tem uma tolerância, pode ficar até as nove, nove e meia. O caderno de salvador costuma ser entregue para a gráfica onze horas da noite, as últimas noticias ficam até uma da manhã. Cada editoria tem um horário.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>No dia do blecaute, 10 de agosto, agente viu que o <em>A Tarde</em> publicou a matéria no dia seguinte, na editoria de “Últimas Notícias”, enquanto os outros concorrentes deram como capa. Porque isso ocorreu?</strong></p>
<p style="text-align:left;">Isso depende do editorial mesmo, se o editor entende que aquele material vai pra “últimas” ou que foi uma coisa relevante que aconteceu no país, ele pode puxar das “últimas” para a editoria de cidade ou de Brasil e dar destaque. Foi uma decisão editorial, é uma aposta que você faz, você pode tanto acertar como errar.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>O <em>A Tarde</em> possui uma agência de notícias. A apuração dos fatos, a construção da notícia na redação do jornal, é feita na maior parte por intermédio da agência, pelos repórteres da redação que vão pras ruas, ou há um equilíbrio entre as duas formas de apuração?</strong></p>
<p style="text-align:left;">No meu trabalho pelo menos, eu não vejo tanta influência da agência. Ela participa mais como uma olheira, monitorando as editorias. Algumas matérias ela se apropria e vende para outros jornais. Ela pode sugerir também, mas a regra não é essa.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>Como é feita a pauta diária?</strong></p>
<p style="text-align:left;">As pautas têm várias formas de surgir, às vezes agente sugere, às vezes o acontecimento por si só já é uma pauta. A grande maioria são pautas sugeridas pelo editor, pelo editor chefe ou pelo editor de outro caderno. Normalmente o editor entrega as pautas pra gente, mas agente também pode sugerir e fazer.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>De que forma o jornalista interfere na sua produção? Como essa subjetividade trabalhada na Academia é colocada em prática? </strong></p>
<p style="text-align:left;">Agente tenta levar em conta principalmente o senso crítico. Para apurar um tema que é polêmico você tem que colocar o seu senso crítico à frente. Você tem que dar poder de voz às fontes interessadas e que tem opiniões diversas. Também tem que analisar o tema, você não pode simplesmente colocar as aspas e as informações. Nossa busca o tempo todo aqui é tentar ser imparcial.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>Agente ouve falar muito na linha editorial. Na hora de escrever vocês tem uma preocupação com a política do jornal? De que forma isso se manifesta? </strong></p>
<p style="text-align:left;"> A gente sabe que determinados assuntos ou determinadas fontes podem sofrer uma influência da editoria para que sejam tratadas de uma determinada forma. Isso pelo menos no <em>A Tarde</em> não é tão escrachado como agente vê no <em>Correio*. </em> Eu não sei como está agora, mas, antes existia aquele mito de que você não podia fazer um certo tipo de matéria porque você sabia que ia ser demitido. Aqui você tem liberdade pra elaborar sua pauta, colocar as fontes que você acha que são apropriadas para um determinado assunto. As matérias sofrem influência sim. Agora agente tenta de certa forma dosar essa influência com o nosso poder de liberdade de elaboração da pauta. Eu particularmente nunca passei por problemas assim, ter que mudar pauta ou trocar matéria. Mas a gente sabe que existe. É um pouco de ilusão achar que o veículo “x” ou “y” é imparcial. Interesses da empresa também são colocados em jogo, e você tem que se adequar a eles. Eu acredito que esse tipo de problema ocorra mais na editoria de política e economia, local nem tanto.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>Para você o jornalista escreve para o jornal, para o leitor ou para ele mesmo?</strong></p>
<p style="text-align:left;">Olha, eu não escrevo para o jornal. Acho que todo jornalista pensa da mesma forma. O jornalista também é um pouco narcisista, ele quer escrever porque quer de alguma forma se destacar naquilo que está fazendo. Eu penso sempre no leitor, sobre o que ele está pensando e o que pra mim seria o ideal de matéria. Eu excluo essa alternativa de escrever pra o jornal. É o jornal que acaba se apropriando do nosso trabalho. Quando o repórter faz um bom trabalho a empresa lucra com isso.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>Você publicou uma matéria no dia 13 de novembro, que falava sobre o novo estatuto do carnaval que na época estava para ser sancionado pelo prefeito João Henrique, que visa limitar o tempo que os artistas dedicam à imprensa na folia. </strong><strong>A quem você acha que realmente interessa essa questão? Você acha que existe um interesse público sobre isso, ou é apenas um disputa de poder entre empresas do carnaval, redes de imprensa e blocos maiores e menores?</strong></p>
<p style="text-align:left;">A pauta surgiu já feita para eu executar. Quando eu comecei a cobrir eu procurei ao máximo colocar as forças antagônicas no processo uma na frente da outra. O público de uma forma geral tem que entender como funciona a disputa por poder na festa. Eu acho que colocar os principais envolvidos ali, que eram as empresas, os donos de bloco, para dialogar sobre essa questão do carnaval já é uma forma clara de mostrar às pessoas o que está ocorrendo. E agente tentou incluir o leitor também. É aquele tipo de matéria que tem a função de dar a voz ao público, é uma forma de deixar as coisas claras pra quem está de fora, no caso o folião do carnaval.</p>
<p style="text-align:left;"><strong> </strong><strong>O que você pensa sobre isso? Para você é apenas uma regulamentação justa ou é censura a liberdade de imprensa?</strong></p>
<p style="text-align:left;">Eu comecei a fazer a matéria tendo a opinião de que a decisão era meio arbitrária, e que parecia ser uma censura porque tentava de alguma forma regrar como o artista ia passar pelo circuito e como ele ia interagir com o folião. Eu comecei a mudar de idéia até pelo próprio processo de apuração, ouvindo algumas fontes. Acontece muito isso quando você está apurando, vem uma fonte fala uma coisa e você acaba concordando, mudando de opinião. Eu acho que de alguma forma tem que regulamentar. Só nos resta esperar pra ver se essa é a melhor forma de administrar.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Por falar em público, qual o público que o jornal visa atingir?</strong></p>
<p style="text-align:left;">É meio delicado falar disso. O jornal ele é voltado para o público “A”, isso é muito claro, até pelas coisas que agente ouve. Isso é colocado para gente na forma como a pauta é elaborada, na forma como a gente aborda os assuntos e nos tipos de matéria que são publicadas. É uma coisa meio implícita, você não tem esse diálogo tão claro com os editores. Com o tempo você vai aprendendo a dançar conforme a música. Em alguns momentos eu como jornalista, apesar de isso não ser uma causa política nem ideológica, tento fazer um trabalho que às vezes choca com isso. Uma vez, por exemplo, eu fui fazer uma matéria sobre gravidez na adolescência e a foto que eu ia usar na matéria era de uma menina pobre, negra que tava recém parida no <em>Iperba </em>com o filho nos braços. Essa era a foto principal que agente tinha, ela era a minha personagem. Aí houve uma discussão editorial porque disseram que aquela foto não correspondia ao público do jornal. Isso acontece, mas, às vezes você pode com seu poder de argumentação segurar a foto. Você pode com pequenas coisas, com pequenos detalhes de operação de escrita subverter um pouco. Mas a orientação existe.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>Você falou da foto. O que faz uma boa capa?</strong></p>
<p style="text-align:left;">Sinceramente eu não sei. (risos).</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>Existe algum tipo de acontecimento que você possa dizer: “isso aqui daria uma boa capa”?</strong></p>
<p style="text-align:left;">A gente tem muito a situação de informação exclusiva sobre alguma coisa e que agente sente que aquilo é capa. Por exemplo, uma situação hipotética: um juiz que violentava sexualmente a secretária dele e ninguém sabe, e a gente tem essa informação na mão nós podemos abordar esse tema de uma forma mais ampla e aquilo virar manchete. Mas o processo como isso vai se desenrolando, eu não sei. Não sei até que ponto essa manchete seria uma boa capa. De que ponto de vista?  Do ponto de vista comercial, da venda, que vai fazer muito leitor comprar? Do ponto de vista crítico? É uma linha muito tênue, e eu acho que eu não tenho experiência profissional suficiente para fazer essa avaliação. Eu acho que pra mim ainda falta muita experiência para ter esse discernimento do que é uma boa manchete e do que é apenas sensacionalismo.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Falando em sensacionalismo&#8230; você também produziu uma matéria sobre a morte da aluna do Colégio Militar Jéssica Silva de Araújo. Reportagens que tratam de temas polêmicos e delicados como esse, a linha entre a retratação verdadeira dos fatos e o sensacionalismo em busca de audiência é muito tênue. Até que ponto o jornalista deve ir em busca da verdade, mesmo que ela mostre o que há de mais sórdido no ser humano? Como é que você lida com isso?</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong> </strong>Olha a gente tem determinadas ideologias que a gente também traz para empresa. Mas muitas vezes agente tem uma determinação do editor que é: “vá cobrir a reconstituição e traga o material.” E você tem que ir mesmo. Como repórter você deixa de pensar ideologicamente quando você tem uma pauta na mão e precisa ir cobrir na rua para trazer para o jornal. Acho que a gente acaba ficando um pouco refém desse sensacionalismo que você fala. Tem casos que você está cumprindo uma demanda, te mandaram fazer isso você vai e faz. É sensacionalista? Eu acho que sim, mas você está no jogo um pouco pra jogar sabe? Você está na empresa e sente que às vezes é difícil lidar com suas ideologias.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>Mas existe também o mecanismo de controle do próprio jornalista não é? A forma como ele escreve, a forma como ele apura&#8230;</strong></p>
<p style="text-align:left;">Claro, eu tento em casos como esse fazer aquele texto bem <em>lead,</em> <em>sublead</em> e fontes. Uma coisa bem descritiva mesmo, no sentido reconstituição. O leitor também quer informação, a gente tem um sentimento mórbido de querer saber o que aconteceu. No <em>Correio*</em>, por exemplo, saiu uma manchete em que a foto de chamada eram várias facas, outro dia saiu a notícia do apresentador que foi assassinado em que o lead começava assim: “ era pra ser apenas mais uma noite de festa”. Entendeu? Por mais que esses temas gerem sensacionalismo, às vezes é uma imposição e você tem que fazer, mas a forma como você escreve é sua é você que ta escrevendo ali. Eu acho que existe esse controle do repórter de participar o mínimo possível desse jogo de interesse entre o leitor mórbido e o jornal que quer vender. Você pode fazer só o texto ou pode jogar com o emocional, partir para o apelo, porque tem o público que gosta disso. Eu não gosto e prefiro não fazer.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>Na reforma gráfica o <em>A Tarde</em> implantou o sistema de layout. De que forma isso contribui ou atrapalha na construção da matéria? Você acha que isso delimita a notícia, pelo fato de a página já ter um formato pronto?</strong></p>
<p style="text-align:left;">Acho que as reformas acabam sendo fundamentais mesmo porque o modelo ele acaba envelhecendo mesmo, de qualquer jornal. Agora essa coisa do <em>template </em>eu acho que é uma decisão mais política sabe, empresarial, de você enxugar o corpo de diagramadores. É minha opinião, eu vejo que tem esse interesse. Você tendo um álbum digital de <em>templates</em>, você precisa de menos mão de obra para trabalhar. Tem também o apelo das tendências não é? Existem tendências que os gestores da empresa trazem de fora. Eles participam de seminários, observam como os jornais no restante do mundo funcionam e tentam trazer isso pra cá. Sempre tem um teórico da comunicação que diz que agora a tendência é ter mais foto do que texto. Tentando de certa forma se adequar ao leitor modelo que agente tem no Brasil. Eu particularmente acho que para o bom jornalismo isso é muito variável. O <em>New York Times</em>, o <em>El País</em> que apostam cada vez mais em textos grandes, textos massudos como chamam. Mas isso tem uma função e uma razão de ser, porque o leitor americano, o leitor europeu em geral, tem um hábito maior com a leitura diferentemente daqui. As leis de mercado estão aí e a empresa visa aumentar as vendas. Ela percebe que o leitor padrão brasileiro não gosta de ler, que muitas vezes ele quer entretenimento, uma notícia rápida, uma foto atrativa, e aí as coisas vão funcionando dessa forma. Vários elementos influenciam e eu vejo esses como os principais. Na internet você pode escrever lá, cinco páginas se você quiser, dependendo do texto que tenha, só que agora ficou muito mais difícil porque com os templates já definidos, a gente tem que se adequar a ele. Isso eu acho que é uma inversão, a gente está vivendo isso aqui na empresa, e eu me sinto em um conflito porque às vezes eu tenho uma matéria que é melhor contada em 50cm e o template só cabe 30 cm. Para as pessoas que elaboraram os templates aquilo, graficamente fica melhor, então é uma inversão. O que está importando aqui realmente, é a noticia ou é a estética?</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Muitos jornais impressos têm esse problema de espaço, ou seja, muitas vezes há notícias que não entram ou precisam ser resumidas. Entretanto, nem todos os dias acontecem fatos noticiáveis. Qual o procedimento realizado quando o jornal precisa sair e ainda não existem fatos relevantes?</strong></p>
<p style="text-align:left;">É muito difícil porque sempre tem! Se no dia não acontecer nada, você vai ter, por exemplo, aquele assessor da secretaria de desenvolvimento social que mandou um material para você falando de negros na sociedade, uma palestra, aí você vai lá e cobre, aquilo rende uma entrevista e isso pode servir de tapa buracos. Às vezes você tem realmente que escrever, encher lingüiça para cobrir a página porque não tem material suficiente. No jornalismo diário você não sabe o que vai acontecer no dia, você às vezes não tem planejamento e tem que lidar com essas coisas, ter que escrever mais. Acontece também que, de repente, derrubam uma matéria, porque estava ruim, tinha erro, ou porque não deu mesmo para fazer. Aí colocam o que a gente chama de “calhal”, que é um anúncio do próprio jornal. É um jogo de cintura que o editor tem que ter todo dia, ele tem que ter um tempo administrativo muito bom para pegar os temas que tem e dividir durante a semana. Se tudo der errado, se o avião cair ali do lado, ele muda, mas ele tem que ter uma organização cronológica do que ele vai dar na segunda, na terça, na quarta, na quinta para justamente não acontecer isso, além das matérias de gaveta que também servem para preencher espaços.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>Hoje em dia os jornalistas encaram a notícia como um produto a ser vendido ou ainda se possui a cultura jornalística de se revelar toda e qualquer verdade?</strong></p>
<p style="text-align:left;">Olhe, eu acho que aqui, eu e meus colegas temos um pouco dessa coisa lúdica ainda. Tem porque são as suas referencia literárias, os jornalistas que você já leu. Aquilo que você traz como bagagem te influencia muito, eu acho que se a empresa te traz a oportunidade de colocar em pratica esses ideais, por mais que sejam clichês, mas tenham um significado, você faz.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Qual é a responsabilidade do repórter na produção da matéria?</strong></p>
<p style="text-align:left;">O repórter está numa posição muito vulnerável, porque é ele quem assina a matéria. E a gente comete erros de português, é raro, mas isso acontece. E às vezes o editor corrige erradamente, coloca vírgula onde não tem. Então pequenos ruídos de trabalho acabam expondo o repórter. Então existe todo um processo por trás que o leitor não entende. Ele pensa: “Que Emanuella burra, que colocou aquilo”, entende? O mecanismo de funcionamento é muito mais complexo. Às vezes você tem que fazer uma matéria correndo, ouvindo a fonte mais fácil que for, você tem que confiar, aí “ah Emanuella, você entrevistou Albergaria pela décima vez&#8230;” A gente tenta lutar contra isso mas questões de erros, problemas de falhas que a gente encontra diariamente no jornal, diz mais respeito à equipe como um todo do que ao repórter.</p>
<p style="text-align:left;"><strong> </strong><strong>Você é formada pela UFBA em jornalismo. Sendo uma pessoa que trabalha diretamente na área na qual você se formou você pensa que qualquer um pode exercer a profissão ou a Academia realmente traz um diferencial?</strong></p>
<p style="text-align:left;">A Academia tem um ranço muito difícil de combater que é a critica ao produto sem levar em conta diversos fatores de funcionamento, da noticia aos bastidores, que são fundamentais pra entender porque aquilo é assim. Eu sei porque eu já fiz grupos de pesquisa com Geovandro, análise de discurso um bom tempo. Muitas vezes a equipe trabalha com pouquíssima gente, os diagramadores, por exemplo. Aí fica impossível fazer das cinquenta paginas do jornal, cinquenta páginas maravilhosas, não tem como porque às vezes você tem uma equipe de cinco pessoas. Então muitas coisas nos bastidores dizem sobre o próprio jornal e aquilo não é interpretado como deveria ser pelo teórico da comunicação que está na Academia. Eu fiz o percurso inverso, fiz grupo de pesquisa e vim para cá. O que faz um bom jornal não é apenas um bom repórter, é uma equipe boa, desde o editor, ao pauteiro, ao cara que vai fazer a página. O jornal como um todo tem que ser analisado, não adianta ter uma balança desequilibrada, tem o cara que é muito bom, faz cinquenta fotos e, às vezes, até por falta de referências culturais, jornalísticas mesmos, o cara que escolhe a foto não vai escolher a melhor porque ele acha que não é a ideal e aí você subverte, você não aproveita o profissional.</p>
<p style="text-align:left;"> <strong>E sobre a obrigatoriedade do diploma? Qual é a sua opinião como uma profissional da área?</strong></p>
<p style="text-align:left;">Eu acho assim, que citando Gilmar Mendes, você tem que entender também que existem excelentes profissionais que passaram pela faculdade e outros tão bons quantos, que nunca estiveram na Academia. Eu acho que jornalismo é assim, eu não sou favorável à obrigatoriedade do diploma. Acho que primeiro, não ser obrigado a ter diploma faz com que somente as faculdades boas permaneçam, aí você vai ter as instituições de referencia. E eu tenho exemplos aqui no jornal, o próprio Fernando Vivas, Mônica Rodrigues que era editora do “A Tardinha”. Jornalismo depende muito de <em>feeling</em>, tem que ter vocação.</p>
<p style="text-align:left;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[2012 – Um filme de fim do mundo que não é como todos os outros]]></title>
<link>http://juizdeforaonline.wordpress.com/2009/11/18/2012-%e2%80%93-um-filme-de-fim-do-mundo-que-nao-e-como-todos-os-outros/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 12:45:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Giselle</dc:creator>
<guid>http://juizdeforaonline.wordpress.com/2009/11/18/2012-%e2%80%93-um-filme-de-fim-do-mundo-que-nao-e-como-todos-os-outros/</guid>
<description><![CDATA[As características básicas são as mesmas, corrida pela salvação, evitar o pânico a todo custo, se sa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->As características básicas são as mesmas, corrida pela salvação, evitar o pânico a todo custo, se salvar. Mas a narrativa é bem construída e os efeitos especiais são bem feitos</p>
<p style="text-align:right;"><em>Por Giselle Clara<br />
</em></p>
<div id="attachment_13033" class="wp-caption aligncenter" style="width: 509px"><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/filme-2012-cartaz.jpg"><img class="size-full wp-image-13033" title="filme-2012-cartaz" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/filme-2012-cartaz.jpg" alt="" width="499" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">O apocalipse anunciado, tema recurssivo em filmes de ação, novamente é recorde de bilheteria</p></div>
<p style="text-align:justify;">Na última sexta-feira (13) estreou nos cinemas de todo o mundo o <a title="filme 2012" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2012_(filme)" target="_blank">filme 2012</a>. A história tem um tema bem conhecido dos grandes sucessos de bilheteria: Fala do apocalipse anunciado. De acordo com a distribuidora Columbia, só no primeiro fim de semana, o longa arrecadou 225 milhões de dólares e foi considerado uma das melhores estreias do ano. Em Juiz de Fora não foi diferente. Todas as sessões do filme em uma rede de cinemas da cidade ficou esgotada. A procura continuou mesmo depois do domingo. Na segunda-feira (16), quem procurou ingresso para as sessões teve que chegar cedo. Todas as sessões se esgotaram inclusive a de 22h45.</p>
<p><strong>A história</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_13030" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/2012.jpg"><img class="size-medium wp-image-13030" title="2012" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/2012.jpg?w=200" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">O poster oficial de lançamento no Brasil, traz a imagem do desastre no país</p></div>
<p>A direção de 2012 é de Roland Emerich, o mesmo diretor de Independency Day. Nesta versão, o mundo teria seu fim no dia 21 de novembro de 2012. Essa data representa o fim do calendário da civilização Maia. O filme começa no ano de 2009, quando pesquisadores encontram indícios de catástrofe observando uma explosão no sol e seus efeitos na superfície da terra.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma Organização descobre os efeitos que poderão ser causados com a ameaça do fim dos tempos e começa a salvar os patrimônios da humanidade, evitando que eles sejam destruídos por fanáticos. Já em 2012 o núcleo da trama se volta para a família do escritor Jackson Curtis (interpretado por Jonh Cusack) e na tentativa de se salvarem dos desastres que começaram a acontecer. O filme mostra a destruição da Califórnia, do Rio de Janeiro e ainda focaliza a interrupção dos Jogos Olímpicos de Londres, programados para 2012.</p>
<p style="text-align:justify;">E assim a trama se desenrola, na tentativa de salvar a humanidade, são construídas arcas que seriam capazes de resistir a uma inundação. Até aí o filme parece não trazer nada de novo.</p>
<p><strong>O que esperar</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O longa traz os componentes básicos de um filme que fala de destruição em massa. Uma equipe de geólogos descobre movimentos anormais nas profundezas da terra, as autoridades tentam esconder da população o que</p>
<div id="attachment_13035" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/2012_17.jpg"><img class="size-medium wp-image-13035" title="2012_17" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/2012_17.jpg?w=300" alt="" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Os efeitos especiais são um diferencial do filme, são bem feitos e impactantes</p></div>
<p>está acontecendo para evitar pânico e um grupo de pessoas fica responsável pela busca de soluções para salvar o mundo. Mas o desenrolar destes fatores é que torna o filme um representante à altura do gênero.</p>
<p style="text-align:justify;">Na parte técnica os efeitos especiais são um destaque à parte. Muito bem feitos não deixam, em momento algum, o espectador perceber como foram feitos. São movimentos terrestres que se assemelham a ondas, prédios que são derrubados como se estivessem sendo implodidos. Vidros estourando, fendas se abrindo no chão, fogo caindo do céu. Muito Interessante. Em alguns momentos, as ondas me lembravam o <a title="Titanic" href="http://www.adorocinema.com/filmes/titanic" target="_blank">Titanic</a> – Não que o filme estrelado por Leonardo de Caprio fosse o melhor dos clássicos, mas os efeitos especiais merecem reconhecimento. A edição de áudio, também impecável, envolve o espectador na trama e é mais um diferencial.</p>
<p style="text-align:justify;">Os personagens também são muito ricos. Cada um com sua história particular que renderia um personagem principal. Um dos destaques é Charlie Frost um “eremita” que faz transmissões de rádio falando sobre o fim dos tempos. O personagem é dramático mas tem com um toque de humor.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse é um dos pontos fortes do longa. A narrativa não é apenas catastrófica e desesperadora. As situações de perigo são intercaladas com nuances de humor e a busca não é apenas pela salvação, é pela reorganização de uma estrutura, seja do<strong> </strong>mundo, do país ou simplesmente, da família.</p>
<p style="text-align:justify;">Há de se convir que muitos personagens revelam estereótipos. O presidente dos Estados Unidos é o herói que abre mão de ser salvo para que a população tenha vida. O Russo é o rico, soberbo e pretencioso. Com certeza, o filme poderia ser um pouquinho menos nacionalista. Um dos pontos que pareceu um tanto desnecessário foi o alongamento das cenas de tentativa de salvação no fim do longa. Em algum momento, elas ficavam um pouco enjoativas.</p>
<p style="text-align:justify;">A trama traz ainda mensagens indiretas que fazem com que cada um repense em suas atitudes diante da realidade. Em vários momentos os personagens se sentem culpados por suas ações e essa parece ser uma tentativa de atinar a responsabilidade de cada um com o planeta.</p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->A estudante Raphaela Benetello assistiu ao longa e tem uma opinião muito próxima a minha.<a title="Opinião 2012" href="http://br.video.yahoo.com/watch/6443691/16706573" target="_blank"> Ouça </a>o que ela achou de 2012.</p>
<p><strong>Resumindo:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Vale à pena voltar para casa à 1h30 da manhã depois de assistir ao filme. Ele retrata de forma interessante e sem ser repetitivo um tema que já foi abordado em todos os outros. A busca pela salvação mescla a aventura, pensamento lógico e causa uma reflexão. Tudo isso acoplado a uma tecnologia de ponta na edição de vídeo e áudio. Com certeza o filme merece o sucesso de bilheteria que está tendo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tupi já começa a pensar em 2010]]></title>
<link>http://juizdeforaonline.wordpress.com/2009/11/11/tupi-ja-comeca-a-pensar-em-2010/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 12:34:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Giselle</dc:creator>
<guid>http://juizdeforaonline.wordpress.com/2009/11/11/tupi-ja-comeca-a-pensar-em-2010/</guid>
<description><![CDATA[Depois da derrota na Taça Minas, o Galo Carijó levanta a cabeça e começa a se preparar para as compe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Depois da derrota na Taça Minas, o Galo Carijó levanta a cabeça e começa a se preparar para as competições do próximo ano</p>
<p style="text-align:right;"><em>Por Giselle Clara</em></p>
<div id="attachment_12727" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-12727" title="fachada tupi" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/imagens-013.jpg?w=300" alt="fachada tupi" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">O Galo Carijó perdeu em competições importantes em 2009. Nenhum título foi conquistado.</p></div>
<p style="text-align:justify;">Nadou, nadou e morreu na praia. É essa a sensação de muitos torcedores do time de Juiz de Fora. O Galo Carijó, que se preparava para a terceira participação consecutiva na final da Taça Minas viu o sonho se perder. O empate em 1 a 1 contra o Uberaba, no dia 31 de outubro, afastou a Taça da equipe e da torcida.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o clima no time não é de derrota. O Tupi já está se preparando para o campeonato Mineiro de 2010, com algumas modificações na equipe atual. Léo Conde está confirmado na direção técnica do time no próximo ano.</p>
<p><strong>Balanço de 2009</strong></p>
<div id="attachment_12729" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-12729" title="imagens 015" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/imagens-015.jpg?w=300" alt="imagens 015" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">A montagem da equipe para 2010 será decidida depois das férias coletivas dos jogadores.</p></div>
<p style="text-align:justify;">É necessário observar os avanços e os erros do Tupi no ano de 2009. Se observarmos o desempenho do time, comparando o número de derrotas, vitórias e empates, ele se manteve regular. O número de derrotas não foi o problema. Um exemplo é que o Tupi ficou invicto até a semifinal da Taça Minas quando perdeu em Uberaba. O que levou à saída do time foram as derrotas em partidas que eram consideradas cruciais na competição.</p>
<p style="text-align:justify;">Na série D do Campeonato Brasileiro foi por pouco. O alvinegro terminou em quinto lugar, sendo que os quatro primeiros colocados iriam para a série C. No Campeonato Mineiro, o Tupi também não decepcionou tanto. Terminou a disputa em sétimo lugar.</p>
<p style="text-align:justify;">O comentarista da Rádio Globo AM, Henrique Fernandes <a href="http://br.video.yahoo.com/watch/6443600/16706497" target="_blank">fez um balanço</a> sobre a atuação do Tupi. Na sua opinião o time começou o Campeonato Mineiro desacreditado, mas durante as partidas foi mostrando que tinha uma boa defesa mas um ataque que não funcionava muito bem. Durante todo o campeonato abusou dos empates e chegou com o apoio da torcida à uma situação de classificação.</p>
<p style="text-align:justify;">“O saldo do ano é que o Tupi podia ter dado um gás a mais nas finais das competições, foi praticamente semifinalista pra uma vaga na série C do campeonato e perdeu no jogo decisivo, foi semifinalista da Taça Minas e perdeu no jogo decisivo. Eu acho que na hora H faltou um pouquinho de pulso e experiência pra esse time do Tupi que é muito jovem.”afirma Henrique.</p>
<p><strong>Quem fica e quem sai da equipe</strong></p>
<p>O time se apresentou no último dia 3 para fazer os últimos acertos da equipe que defenderá o alvinegro no ano de 2010. Neste dia ficou decidido por férias para os atletas do Galo. Neste período a diretoria aproveita para fazer contatos com os patrocinadores e garantir o orçamento do ano que vem. O técnico Léo Conde continua no comando da equipe e isso representa um</p>
<div id="attachment_12730" class="wp-caption alignleft" style="width: 305px"><img class="size-medium wp-image-12730" title="imagens 019" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/imagens-019.jpg?w=295" alt="imagens 019" width="295" height="300" /><p class="wp-caption-text">Com as férias coletivas dos jogadores, o Centro de Treinamento da equipe em Santa Terezinha está vazio</p></div>
<p style="text-align:justify;">ponto positivo, pois será uma continuidade ao trabalho. Henrique Fernandes considera que <a href="http://br.video.yahoo.com/watch/6443616/16706511" target="_blank">(OUÇA O COMENTÁRIO DELE)</a>os jogadores do Time desejam ficar no Tupi, e são leais ao treinador do Leonardo Condé mas a questão salarial é um problema.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda não há nada confirmado sobre quem sai ou quem fica na equipe. As decisões serão tomadas depois das férias dos jogadores, porém, Léo Condé afirmou que pretende manter a base do elenco, que nos últimos jogos. O Tupi era composto basicamente por o Gonçalves no gol, no lado direito Serginho e no esquerdo Rafael e o Michel. Os volantes eram Darlan, Marcel e Marcelinho. Na zaga estava o capitão do time Fabrício Soares e João Júnior. O meio campo era de Felipe Canavan e o ataque de Rafael Aguiar, Hugo, Bigú e Ademilson (que sofreu muitas contusões e não participou das últimas partidas).</p>
<p><strong>O que fazer em 2010</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_12731" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-12731" title="imagens 014" src="http://juizdeforaonline.wordpress.com/files/2009/11/imagens-014.jpg?w=300" alt="imagens 014" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Em 2010 o Tupi precisa melhorar a qualidade técnica. E a torcida continuará indo aos estádios</p></div>
<p style="text-align:justify;">Agora é necessário que o Time se fortaleça para o Campeonato de 2010. Deve formar uma equipe de qualidade para ganhar a competição e não somente participar para não cair para outra divisão.</p>
<p style="text-align:justify;">Para o presidente da Liga de Futebol de Juiz de Fora,  Ricardo Vagner, o Tupi tem hoje muitos jogadores “bonzinhos” e precisa de jogadores experientes para garantir o bom desempenho nos jogos com os grandes times. <a href="http://br.video.yahoo.com/watch/6443822/16706741">Ouça a opinião dele</a>.</p>
<p><strong>A torcida</strong></p>
<p style="text-align:justify;">E a torcida não desanima. Promete continuar acompanhando o time sempre. É o caso de Bruno Ribeiro. Ele afirma que ano que vem continuará presente nos jogos do Tupi torcendo sempre pela vitória.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Solução seu Valera, meu mestrado na Facom e a cachaça]]></title>
<link>http://licuri.wordpress.com/2009/11/07/solucao-seu-valera-meu-mestrado-na-facom-e-a-cachaca/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 10:51:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcus</dc:creator>
<guid>http://licuri.wordpress.com/2009/11/07/solucao-seu-valera-meu-mestrado-na-facom-e-a-cachaca/</guid>
<description><![CDATA[Não é que funcionou?  No último final de semana fui com André e Maria ao Parque da Cidade de Feira d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><a href="http://correio24horas.globo.com/noticias/noticia.asp?codigo=34612&#38;mdl=49#comentarios"><img class="aligncenter size-full wp-image-5856" title="{C9F00A37-6380-46BF-AA08-12BBFE795754}_janis%202[1]" src="http://licuri.wordpress.com/files/2009/11/c9f00a37-6380-46bf-aa08-12bbfe795754_janis2021.jpg" alt="{C9F00A37-6380-46BF-AA08-12BBFE795754}_janis%202[1]" width="290" height="449" /></a></p>
<p>Não é que funcionou?  No último final de semana fui com André e Maria ao Parque da Cidade de Feira de Santana e tive de amargar a culpa por levar o pequeno pra casa com a perna arranhada. O parquinho público absolutamente abandonado – pelos administradores, não pelas crianças – exibia uma armadilha fatal em cada brinquedo. Pontas de madeira lascada e metal enferrujado eram o mínimo do risco.</p>
<p>A culpa me levou a buscar providências e usei como emissário o Blog da Feira. Bingo! Na próxima viagem,  <a href="http://blogdafeira.com.br/noticia.asp?id=2024">São Tomé vai conferir se o trabalho foi feito apenas pela assessoria de imprensa da prefeitura</a>.  E como tomei gosto, vou mandar outra reclamação sobre o abandono das praças.</p>
<p>Falar em solução seu Valera / Bocão, aproveito pra  contar outra recente.  A irmã da moça que trabalhava  conosco teve diagnóstico confirmado de câncer de mama.  O médico pediu então uma cintilografia, exame imprescindível para definir o tratamento.</p>
<p>Exame marcado pelo SUS, aquele sistema cuja qualidade é universal, <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1365334-5601,00-LULA+DISSE+QUE+VAI+SUGERIR+UM+SUS+PARA+OBAMA+ENFRENTAR+CRISE+DA+SAUDE+NOS+E.html">segundo nosso  presidente</a>. Um mês depois, isso mesmo, um mês depois, a clínica informou que ainda não havia previsão.</p>
<p>Ligamos  então para o repórter de plantão de A Tarde. Por coincidência, o cara tinha conhecimento de causa acima da média das redações. A mãe dele teve câncer.</p>
<p>Menos de meia hora,isso mesmo, menos de meia hora  depois recebemos uma ligação da clínica com a informação de que havia uma desistência e o exame poderia ser marcado para o dia seguinte, no primeiro horário.</p>
<p>Se eu fosse estudante e tivesse paciência para o dialeto dos caras, perdão, para o discurso acadêmico, já teria meu projeto de mestrado na<a href="http://www.poscom.ufba.br/producaoCientifica.php?tipo=teses"> pós  da Facom</a>:</p>
<p>O paradigma  Varela /Bocão sob uma perspectiva da análise do discurso midiático num estudo de caso com  análise textual sobre os modelos e mecanismos que revelam a  necessidade do sujeito versus a temporalidade no atendimento das reivindicações básicas do cidadão na construção do sentido de atualidade da prestação dos serviços públicos.  </p>
<p>Tradução: pra resolver esta porra, tem que ligar pra Seu Valera.</p>
<p>P.S: </p>
<p>E o que tem  a ver a <a href="http://correio24horas.globo.com/noticias/noticia.asp?codigo=34612&#38;mdl=49#comentarios">garota com garrafa de cachaça</a>, na praia do Rio Vermelho? É só para lembrar que na próxima terça, ali perto, quase 40 anos depois, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=MxdCWdaUv18">a garota  &#8211; a mesma da foto abaixo - </a>vai estar presente nos versos de <a href="http://mmeka.wordpress.com/2009/11/03/aparecam/">Kátia Borges</a>. Leia mais <a href="http://www.poesiahoje.com/2009/11/cartas-bahianas-lanca-novo-livro-de.html">sobre o livro  aqui</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que estudantes da Facom andam fazendo na internet?]]></title>
<link>http://newclick.wordpress.com/2009/10/22/o-que-estudantes-da-facom-andam-fazendo-na-internet/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 04:25:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexandro Mota</dc:creator>
<guid>http://newclick.wordpress.com/2009/10/22/o-que-estudantes-da-facom-andam-fazendo-na-internet/</guid>
<description><![CDATA[Não fique pensando que o Diretor da Faculdade resolveu monitorar os acessos do Laborkut* .  Na verda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Não fique pensando que o Diretor da Faculdade resolveu monitorar os acessos do Laborkut<strong>*</strong> .  Na verdade, trata-se de  uma pesquisa realizada entre os dias 13 e 20 de setembro, promovida pela Agência   <a href="http://www.papercliq.com.br/">PaperCliq</a> que investigou o perfil de utilização da internet pelos estudantes de Jornalismo e de Produção cultural da Facom, Quase um Lead da internet faconiana: o que acessam, motivações, média diária de utilização, relação com o comércio Online.</p>
<p>VEJA PESQUISA COMPLETA:</p>
<div id="__ss_2036393" style="width:425px;text-align:left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;text-decoration:underline;margin:12px 0 3px;" title="O Uso da Internet por Alunos de Graduação da Faculdade de Comunicação da UFBA" href="http://www.slideshare.net/papercliq/uso-da-internet-por-alunos-de-graduacao-da-faculdade-de-comunicacao-da-ufba">O Uso da Internet por Alunos de Graduação da Faculdade de Comunicação da UFBA</a><br /> 
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/papercliq">PaperCliQ Comunicação</a>.</div>
</div>
<p><strong>*</strong>(laboratório de informática de livre acesso para os estudantes da Faculdade de Comunicação, que como o sugestivo percebe-se que o acesso ao Orkut é livre, e de grande utilização.)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mosaico Santa Tereza]]></title>
<link>http://mariobraga.wordpress.com/2009/10/09/mosaico-santa-tereza/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 01:20:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mário Braga</dc:creator>
<guid>http://mariobraga.wordpress.com/2009/10/09/mosaico-santa-tereza/</guid>
<description><![CDATA[Após duas semanas de trabalho, hoje o Mosaico Santa Tereza foi fechado. O programa Mosaico tem o obj]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-129" title="logomosaico" src="http://mariobraga.wordpress.com/files/2009/10/art_mosaico1.jpg?w=150" alt="logomosaico" width="150" height="100" /></p>
<p>Após duas semanas de trabalho, hoje o Mosaico Santa Tereza foi fechado. O programa Mosaico tem o objetivo de mostrar os bairros de Juiz de Fora, seus moradores e as histórias interessantes de cada lugar. Para tanto, visitamos o bairro para conhecer os moradores antigos, saber do comércio e descobrir fatos que marcaram o local.</p>
<p>Nesse Mosaico, decidimos dividir o programa em blocos temáticos. O primeiro traz moradores falando de como o bairro era antigamente e das lendas que contam sobre o lugar. Conversamos com o Sidnilsom, que é diretor da Associação de Moradores, com a D. Laura, que mora há 47 anos por lá, com o Sr. Manuel que tem um poço artesiano em casa e com a D. Ruth, que costuma comprar com o padeiro que vai de bicicleta ao bairro.</p>
<p>Esse detalhe é muito interessante. Aqui, em Juiz de Fora, uma cidade com mais de 500 mil habitantes, ainda há lugares em que o comércio é assim. Bicicletas levando cesta de  pães, carroças cheias de laranjas e moradores que criam galinhas em casa e vendem os ovos aos vizinhos. Essa é a história da D. Rita, nossa primeira entrevistada do segundo bloco.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-123 alignleft" src="http://mariobraga.wordpress.com/files/2009/10/mosaicoprimeirobloco.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Além do comércio, também destacamos os projetos sociais que são desenvolvidos no Santa Tereza. A D. Glorita é presidente do Grupo Espírita Eurípedes Barsanulfo, que existe há 15 anos. Além das atividades religosas, o grupo dá assistência a 40 famílias por ano. Lá, as mães podem fazer aulas de alfabetização, cursos de corte e costura e artesanato e as crianças têm aulas de informática e reforço escolar. Além disso, o grupo também oferece tratamento odontológico e refeições aos sábados para as famílias assistidas.</p>
<p>O segundo projeto que visitamos é o &#8220;Craque do Futuro&#8221;. Num campo de várzea, jovens são levados a ocupar o tempo com o esporte e aprendem a ter disciplina dentro e fora de campo.</p>
<p>Na parte final do programa, conversamos com o Dr. Victor para conhecermos a história do Hospital Albert Sabin. Ele é um dos fundadores do hospital e conta como foi a escolha do nome e o convite ao pesquisador europeu para vir à inauguração. Uma das principais mudanças no bairro relatadas pelos moradores é o movimento. O Igor mora há 15 anos no bairro e há pouco tempo decidiu abrir uma lanchonete em frente ao hospital.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-124 alignleft" src="http://mariobraga.wordpress.com/files/2009/10/mosaicostaterezabloco2.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>O Santa Tereza cresceu bastante nos últimos 20 anos. Mostrar a história e as histórias de cada canto do bairro em 30 minutos é um desafio e tanto. Além da equipe de 3 produtores e 3 cinegrafistas diretamente envolvida no programa, outros tantos voluntários são responsáveis por editar e regular o áudio,  além de acompanhar o resultado junto aos moradores e promover  a divulgação do trabalho final.</p>
<p>Neste álbum estão algumas  <a href="http://www.facebook.com/album.php?aid=149373&#38;id=654512493&#38;l=76fd0fb9e8" target="_blank">fotos</a> das gravações.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tarde em Quadrinhos com Aleco e Betonnasi]]></title>
<link>http://roteirizandohq.wordpress.com/2009/09/20/tarde-em-quadrinhos-com-aleco-e-betonnasi/</link>
<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 18:46:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo Oliveira</dc:creator>
<guid>http://roteirizandohq.wordpress.com/2009/09/20/tarde-em-quadrinhos-com-aleco-e-betonnasi/</guid>
<description><![CDATA[Tarde em Quadrinhos Acontece na sexta-feira, dia 25 de setembro, das 14 às 18 horas, uma conferência]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><strong></p>
<div><img title="cartaz_quadrinhos_virtual.jpg" src="http://mail.google.com/mail/?ui=2&#38;ik=92719d38b0&#38;view=att&#38;th=123c95da8841baa7&#38;attid=0.1&#38;disp=emb&#38;realattid=ii_123c93f7175c07f3&#38;zw" alt="cartaz_quadrinhos_virtual.jpg" /></div>
<p></strong></p>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div style="text-align:justify;"><strong>Tarde em Quadrinhos</strong></p>
<p>Acontece na sexta-feira, dia 25 de setembro, das 14 às 18 horas, uma conferência sobre Quadrinhos, Mangá e Humor Gráfico com Aleco e André Betonnasi. Aleco é formado em Desenho e Plástica (licenciatura) pela Escola de Belas Artes da UFBA, já foi selecionado em diversos salões de humor no país e no exterior e ilustrou vários periódicos como o Jornal Tribuna da Bahia, os jornais laboratórios da Facom-UFBA e da FIB e a Revista Lupa. Já Betonnasi é doutorando em Comunicação e Cultura Contemporânea pela UFBA, membro pesquisador do GRAFO &#8211; Grupo de Análise em Fotografia, tem experiência de pesquisa em histórias em quadrinhos, narrativas visuais (fotografia e quadrinhos), texto/imagem, mangá, tipicidade do herói e mito.</p>
<p>As inscrições <span style="background-color:#ffff33;"><span style="background-color:#ffff33;"> </span></span> podem ser feitas através do e-mail <a href="mailto:tardeemquadrinhos@gmail.com" target="_blank">tardeemquadrinhos@gmail.com</a> (enviando nome completo, RG e curso) ou presencialmente, no caso de sobra de vagas.</p>
<div>
O evento será dividido em dois momentos, <span style="background-color:#ffffff;">um primeiro com Aleco sobre Humor Gráfico, especialmente em periódicos, e um segundo </span>com <span style="background-color:#ffffff;">André Betonnasi</span> sobre Mangá, tema de seu doutoramento. Ao final, haverá ainda espaço para perguntas.</p>
<p>Trata-se, também, de um aperitivo pré-lançamento do número 7 da Revista Fraude, que mais uma vez trará uma história em quadrinhos na editoria <em>Imaginando</em>. Tanto a Fraude quanto o Tarde em Quadrinhos são trazidos a você pelo grupo PET da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (PETCOM-UFBA).</div>
<div style="text-align:justify;">
<strong>O quê:</strong> Conferência sobre Quadrinhos e Humor Gráfico</p>
<p><strong>Quando:</strong> 25/09 (sexta-feira), das 14 às 18h.</p>
<p><strong>Onde:</strong> Auditório da Facom &#8211; UFBA</div>
</div>
</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:1088px;width:1px;height:1px;">
<div class="gmail_quote"><strong></p>
<div><img title="cartaz_quadrinhos_virtual.jpg" src="http://mail.google.com/mail/?ui=2&#38;ik=92719d38b0&#38;view=att&#38;th=123c95da8841baa7&#38;attid=0.1&#38;disp=emb&#38;realattid=ii_123c93f7175c07f3&#38;zw" alt="cartaz_quadrinhos_virtual.jpg" /></div>
<p></strong></p>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><strong><span class="il">Tarde</span> <span class="il">em</span> <span class="il">Quadrinhos</span></strong></p>
<p>Acontece na sexta-feira, dia 25 de setembro, das 14 às 18 horas, uma conferência sobre <span class="il">Quadrinhos</span>, Mangá e Humor Gráfico com Aleco e André Betonnasi. Aleco é formado <span class="il">em</span> Desenho e Plástica (licenciatura) pela Escola de Belas Artes da UFBA, já foi selecionado <span class="il">em</span> diversos salões de humor no país e no exterior e ilustrou vários periódicos como o Jornal Tribuna da Bahia, os jornais laboratórios da Facom-UFBA e da FIB e a Revista Lupa. Já Betonnasi é doutorando <span class="il">em</span> Comunicação e Cultura Contemporânea pela UFBA, membro pesquisador do GRAFO &#8211; Grupo de Análise <span class="il">em</span> Fotografia, tem experiência de pesquisa <span class="il">em</span> histórias <span class="il">em</span> <span class="il">quadrinhos</span>, narrativas visuais (fotografia e <span class="il">quadrinhos</span>), texto/imagem, mangá, tipicidade do herói e mito.</p>
<p>As inscrições <span style="background-color:#ffff33;"><span style="background-color:#ffff33;"> </span></span> podem ser feitas <span style="background-color:#ffff33;"> </span>através do e-mail <a href="mailto:tardeemquadrinhos@gmail.com" target="_blank">tardeemquadrinhos@gmail.com</a> (enviando nome completo, RG e curso) ou presencialmente, no caso de sobra de vagas.</p>
<div>
O evento será dividido <span class="il">em</span> dois momentos, <span style="background-color:#ffffff;">um primeiro com Aleco sobre Humor Gráfico, especialmente <span class="il">em</span> periódicos, e um segundo </span>com <span style="background-color:#ffffff;">André Betonnasi</span> sobre Mangá, tema de seu doutoramento. Ao final, haverá ainda espaço para perguntas.</p>
<p>Trata-se, também, de um aperitivo pré-lançamento do número 7 da Revista Fraude, que mais uma vez trará uma história <span class="il">em</span> <span class="il">quadrinhos</span> na editoria <em>Imaginando</em>. Tanto a Fraude quanto o <span class="il">Tarde</span> <span class="il">em</span> <span class="il">Quadrinhos</span> são trazidos a você pelo grupo PET da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (PETCOM-UFBA).</div>
<div>
O quê: Conferência sobre <span class="il">Quadrinhos</span> e Humor Gráfico</p>
<p>Quando: 25/09 (sexta-feira), das 14 às 18h.</p>
<p>Onde: Auditório da Facom &#8211; UFBA</p></div>
</div>
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</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Tarde em Quadrinhos]]></title>
<link>http://petcom.wordpress.com/2009/09/17/tarde-em-quadrinhos/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 18:22:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonardo Pastor</dc:creator>
<guid>http://petcom.wordpress.com/2009/09/17/tarde-em-quadrinhos/</guid>
<description><![CDATA[Acontece na sexta-feira, dia 25 de setembro, das 14 às 18 horas, uma conferência sobre Quadrinhos, M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-876" title="cartaz_quadrinhos_virtual" src="http://petcom.wordpress.com/files/2009/09/cartaz_quadrinhos_virtual.jpg" alt="cartaz_quadrinhos_virtual" width="270" height="382" /><br />
Acontece na sexta-feira, dia 25 de setembro, das 14 às 18 horas, uma conferência sobre Quadrinhos, Mangá e Humor Gráfico com Aleco e André Betonnasi. Aleco é formado em Desenho e Plástica (licenciatura) pela Escola de Belas Artes da UFBA, já foi selecionado em diversos salões de humor no país e no exterior e ilustrou vários periódicos como o Jornal Tribuna da Bahia, os jornais laboratórios da Facom-UFBA e da FIB e a Revista Lupa. Já Betonnasi é doutorando em Comunicação e Cultura Contemporânea pela UFBA, membro pesquisador do GRAFO &#8211; Grupo de Análise em Fotografia, tem experiência de pesquisa em histórias em quadrinhos, narrativas visuais (fotografia e quadrinhos), texto/imagem, mangá, tipicidade do herói e mito.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas através do e-mail tardeemquadrinhos@gmail.com (enviando nome completo, RG e curso) ou presencialmente, no caso de sobra de vagas.</p>
<div>
O evento será dividido em dois momentos, <span style="background-color:#ffffff;">um primeiro com Aleco sobre Humor Gráfico, especialmente em periódicos, e um segundo </span>com <span style="background-color:#ffffff;">André Betonnasi</span> sobre Mangá, tema de seu doutoramento. Ao final, haverá ainda espaço para perguntas.</p>
<p>Trata-se, também, de um aperitivo pré-lançamento do número 7 da Revista Fraude, que mais uma vez trará uma história em quadrinhos na editoria <em>Imaginando</em>. Tanto a Fraude quanto o Tarde em Quadrinhos são trazidos a você pelo grupo PET da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (PETCOM-UFBA).</p>
<p>O quê: Conferência sobre Quadrinhos e Humor Gráfico</p>
<p>Quando: 25/09 (sexta-feira), das 14 às 18h.</p>
<p>Onde: Auditório da Facom &#8211; UFBA</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[D.A. organiza palestra com repórter da "Caros Amigos"]]></title>
<link>http://petfacomufjfnoticias.wordpress.com/2009/09/16/197/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 01:01:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>PET FACOM UFJF</dc:creator>
<guid>http://petfacomufjfnoticias.wordpress.com/2009/09/16/197/</guid>
<description><![CDATA[Nesta sexta-feira, dia 18 de setembro, Marco Antônio Zibordi ministra uma palestra no auditório da f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Nesta sexta-feira, dia 18 de setembro, Marco Antônio Zibordi ministra uma palestra no auditório da f]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nova vaga para o PET FACOM]]></title>
<link>http://petfacomufjfnoticias.wordpress.com/2009/08/19/nova-vaga-para-o-pet-facom/</link>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 19:58:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>PET FACOM UFJF</dc:creator>
<guid>http://petfacomufjfnoticias.wordpress.com/2009/08/19/nova-vaga-para-o-pet-facom/</guid>
<description><![CDATA[Está aberto o processo seletivo para o preenchimento de 01 (uma) vaga no Programa de Educação Tutori]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Está aberto o processo seletivo para o preenchimento de 01 (uma) vaga no Programa de Educação Tutori]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FACOM]]></title>
<link>http://daniellepe1.wordpress.com/2009/08/15/25/</link>
<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 22:08:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>daniellepe1</dc:creator>
<guid>http://daniellepe1.wordpress.com/2009/08/15/25/</guid>
<description><![CDATA[    Creo que se preguntaran que es eso? es la facultad de Ciencias de la Comunicaciòn  de la Univers]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong> <img class="aligncenter size-full wp-image-31" title="gali" src="http://daniellepe1.wordpress.com/files/2009/08/gali2.jpg" alt="gali" width="240" height="144" /><br />
</strong></p>
<p><strong>  Creo que se preguntaran que es eso? es la facultad de Ciencias de la Comunicaciòn  de la Universidad Galileo la cual se divide en esta forma:          </strong></p>
<p><strong> Lic. en comunicación social, Lic. en comunicación y diseño, Lic. realización cinematográfica, Lic. Producción Digital.</strong></p>
<p><strong>Yo soy un estudiante del 3 trimestre de comunicación y diseño, creo que es un carrera que  nos abre muchas puertas en los negocio de la publicidad, ya que es inpartida por lic. muy capaces y profecionales, que  se esfuerzan para enseñar y crear personas productivas y competitivas.Si quieres entrar a estudiar a FACOM estos son los datos:</strong></p>
<p><strong>Duracion     4 Años.</strong><strong>   </strong></p>
<p><strong>Fecha de Creación     2004.</strong><strong></strong></p>
<p><strong>Nivel Académico   Licenciatura.</strong><strong></strong></p>
<p><strong>Jornadas:</strong></p>
<p><strong>Matutina</strong></p>
<p><strong> Otra jornada </strong></p>
<p><strong>Vespertina</strong><strong></strong></p>
<p><strong>Deveras aprobar tus cursos con promedio de 70 puntos.</strong></p>
<p><strong>Al concluir 2 años de estudios obtendrás diploma de Técnico en Comunicación y Diseño. </strong></p>
<p><strong>Nuestras Autoridades son:</strong></p>
<p><strong>Decano: </strong></p>
<p><strong>Lic. Leizer Kachler </strong></p>
<p><strong>Director de Diseño</strong></p>
<p><strong>Vice Decano: </strong></p>
<p><strong>Lic. Rualdo Anzueto </strong><strong></strong></p>
<p><strong>Director de Comunicación</strong><strong></strong></p>
<p><strong>Dra. Lilly Soto </strong><strong></strong></p>
<p><strong>Directora de Postgrado y Maestría.</strong><strong></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Diploma de Jornalismo, etimologia e sociedade ]]></title>
<link>http://pmoraes.wordpress.com/2009/07/17/diploma-de-jornalismo-etimologia-e-sociedade/</link>
<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 17:09:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>peumoraes</dc:creator>
<guid>http://pmoraes.wordpress.com/2009/07/17/diploma-de-jornalismo-etimologia-e-sociedade/</guid>
<description><![CDATA[Texto do Dr. Marcos Silva Palácios, professor da UFBA, em defesa do diploma para o exercício do jorn]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Texto do Dr. Marcos Silva Palácios, professor da UFBA, em defesa do diploma para o exercício do jornalismo.</p>
<p><a href="http://www.sbpjor.org.br/sbpjor/?p=1274" target="_blank">http://www.sbpjor.org.br/sbpjor/?p=1274</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Facom debate não-brigatoriedade do diploma]]></title>
<link>http://petfacomufjfnoticias.wordpress.com/2009/06/30/facom-debate-nao-brigatoriedade-do-diploma/</link>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 23:33:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>PET FACOM UFJF</dc:creator>
<guid>http://petfacomufjfnoticias.wordpress.com/2009/06/30/facom-debate-nao-brigatoriedade-do-diploma/</guid>
<description><![CDATA[Na manhã da última quinta-feira, 25, foi realizado um debate na Faculdade de Comunicação  da UFJF ac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Na manhã da última quinta-feira, 25, foi realizado um debate na Faculdade de Comunicação  da UFJF ac]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Faculdade de Comunicação UFJF]]></title>
<link>http://petfacomufjflinks.wordpress.com/2009/06/16/faculdade-de-comunicacao-ufjf/</link>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 06:03:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>PET FACOM UFJF</dc:creator>
<guid>http://petfacomufjflinks.wordpress.com/2009/06/16/faculdade-de-comunicacao-ufjf/</guid>
<description><![CDATA[http://www.facom.ufjf.br/]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span><a href="http://www.facom.ufjf.br/" target="_blank">http://www.facom.ufjf.br/</a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mestrado Facom]]></title>
<link>http://petfacomufjflinks.wordpress.com/2009/06/16/mestrado-facom/</link>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 06:03:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>PET FACOM UFJF</dc:creator>
<guid>http://petfacomufjflinks.wordpress.com/2009/06/16/mestrado-facom/</guid>
<description><![CDATA[http://www.mestradofacom.ufjf.br/]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span><a href="http://www.mestradofacom.ufjf.br/" target="_blank">http://www.mestradofacom.ufjf.br/</a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mediocridade se aprende na FACOM?]]></title>
<link>http://coletivodasartes.wordpress.com/2009/06/10/mediocridade-se-aprende-na-facom/</link>
<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 04:58:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rico Soares</dc:creator>
<guid>http://coletivodasartes.wordpress.com/2009/06/10/mediocridade-se-aprende-na-facom/</guid>
<description><![CDATA[Medíocre: Essa é a palavra que melhor define a matéria “Desafios da UFBA Nova”, publicada na edição ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Medíocre: Essa é a palavra que melhor define a matéria “Desafios da UFBA Nova”, publicada na edição de maio do Jornal da Facom (JF). Tudo bem que a matéria foi desenvolvida por amadores, com todo o respeito à Malu Fontes, a comunidade UFBA espera que a tradicional Faculdade de Comunicação (Facom) despeje no “mercado” profissionais que possam honrar o diploma e principalmente o nome desta Instituição.</p>
<p style="text-align:justify;">Em uma realidade em que há jornalistas trabalhando em <em>Call</em> <em>Centers</em> e outros tantos profissionais atuando fora de suas áreas de formação acadêmica, questionamentos como o do professor Telésforo Martinez (Instituto de Geofísica) e do professor Tavares Neto (Faculdade de Medicina) citados, beiram à mediocridade ao considerar o diploma dos cursos do Bacharelado Interdisciplinar (BI) como “um diploma que não serve para nada”, insistentemente salientado no texto apontando a matéria a um viés negativo.</p>
<p style="text-align:justify;">Para que serve um diploma de jornalista, por exemplo, quando “também” é possível dizer que não há mercado de trabalho para esse profissional? Não havendo mercado de trabalho tanto para os profissionais dos cursos tradicionais de progressão linear (PL) e, muito menos, como “profeticamente” apontado, tendenciosamente, na matéria aos cursos do BI, claramente qualquer pessoa menos escolarizada percebe que há, de fato, um problema social. O desemprego, este sim, precisa ser reduzido no país, ao contrário das vagas nas universidades.</p>
<p style="text-align:justify;">A proposta do BI é atender a uma demanda social. A necessidade de emprego é factual. Se não há empregos suficientes, deve-se privar também uma formação superior a todos? Tenta-se criar um preconceito desnecessário contra o BI, taxando-o de “supletivo” em desrespeito aos graduandos, tenta-se impor o medo ao afirmar impropérios como o “diploma não serve para nada”.  A UFBA não é uma instituição particular com a necessidade estritamente mercadológica de lançar profissionais ao “mercado de trabalho”. Essa é uma visão demasiadamente limitada para uma instituição que tem, acima de tudo, compromissos com a sociedade.</p>
<p style="text-align:justify;">Conforme desdenhosamente inicia a referida matéria, “com Iluminação néon, clima <em>lounge</em>, música e performances feitas por professores e alunos (&#8230;) a nova coqueluche da UFBA” ao invés de “tinta, farinha e ovos”, sabe que mediocridade não combina com os alunos do BI que saberão honrar o diploma. Mesmo que “não sirva para nada”, certamente servirá para dizer com todo o orgulho que sentem pelo novo curso: “ao menos, eu não sou medíocre”.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mesa-coordenada Telenovelas e universo LGBT]]></title>
<link>http://enecult.wordpress.com/2009/06/02/telenovelas-universo-lgbt/</link>
<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 11:40:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maycon Lopes</dc:creator>
<guid>http://enecult.wordpress.com/2009/06/02/telenovelas-universo-lgbt/</guid>
<description><![CDATA[por Maycon Lopes Para quem não teve oportunidade de acompanhar, ou mesmo para quem deseja rever, seg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[por Maycon Lopes Para quem não teve oportunidade de acompanhar, ou mesmo para quem deseja rever, seg]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ser queer é uma posição política?]]></title>
<link>http://enecult.wordpress.com/2009/05/29/ser-queer-e-uma-posicao-politica/</link>
<pubDate>Fri, 29 May 2009 04:09:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Rebouças</dc:creator>
<guid>http://enecult.wordpress.com/2009/05/29/ser-queer-e-uma-posicao-politica/</guid>
<description><![CDATA[Por Maycon Lopes e Rafael Rebouças A representação social da homossexualidade nas telenovelas da Red]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Maycon Lopes e Rafael Rebouças A representação social da homossexualidade nas telenovelas da Red]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cinema e Mercado]]></title>
<link>http://enecult.wordpress.com/2009/05/28/cinema-e-mercado/</link>
<pubDate>Thu, 28 May 2009 20:20:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>windson1</dc:creator>
<guid>http://enecult.wordpress.com/2009/05/28/cinema-e-mercado/</guid>
<description><![CDATA[Por Ana Paula Pereira e Windson Souza (da esq. pra dir.) Carmen Lúcia, Thiago Barboza e Maria Tereza]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Ana Paula Pereira e Windson Souza (da esq. pra dir.) Carmen Lúcia, Thiago Barboza e Maria Tereza]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cultura nas festas populares]]></title>
<link>http://enecult.wordpress.com/2009/05/28/cultura-nas-festas-populares/</link>
<pubDate>Thu, 28 May 2009 19:53:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>ivnapires</dc:creator>
<guid>http://enecult.wordpress.com/2009/05/28/cultura-nas-festas-populares/</guid>
<description><![CDATA[Por Geise Oliveira e Ivna Pires No dia 28 de maio, aconteceu as 14:30 na sala 7 da Facom  a sessão d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Geise Oliveira e Ivna Pires No dia 28 de maio, aconteceu as 14:30 na sala 7 da Facom  a sessão d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revista Fraude ]]></title>
<link>http://poparte.wordpress.com/2009/05/28/revista-fraude/</link>
<pubDate>Thu, 28 May 2009 10:30:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcel Ayres</dc:creator>
<guid>http://poparte.wordpress.com/2009/05/28/revista-fraude/</guid>
<description><![CDATA[A Revista Fraude surgiu em 2004 como um produto editorial desenvolvido pelos integrantes do Petcom, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A Revista Fraude surgiu em 2004 como um produto editorial desenvolvido pelos integrantes do Petcom, ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista com Karina Baracho]]></title>
<link>http://teoriasdojornalismoufba.wordpress.com/2009/11/27/karinabarachotribuna/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 19:19:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>coletivosls</dc:creator>
<guid>http://teoriasdojornalismoufba.wordpress.com/2009/11/27/karinabarachotribuna/</guid>
<description><![CDATA[feita por Mayara Azevedo, Ruan Melo e Camila Queiroz Entrevista com a repórter da editoria local do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>feita por Mayara Azevedo, Ruan Melo e Camila Queiroz</em></p>
<p>Entrevista com a repórter da editoria local do jornal Tribuna da Bahia:  <a href="http://www.scribd.com/doc/23254960/entrevistakarina">http://www.scribd.com/doc/23254960/entrevistakarina</a></p>
<p>&#8220;Eu queria mudar o mundo&#8221;</p>
<p>Nascida em Itabuna a jornalista Karina Baracho, hoje repórter da editora local do jornal Tribuna da Bahia, fala sobre sua rotina na redação, questões éticas, problemas do dia-a-dia e dos critérios que utiliza ao cobrir uma pauta.</p>
<p>Foi fazendo faculdade de Administração de Empresas em Brasília, que Karina Baracho descobriu sua paixão pelo Jornalismo. Se mudou em 2004 para Salvador, concluiu o curso de Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e desde então, trabalha como repórter no Jornal Tribuna da Bahia na editoria local. Karina fala sobre o sensacionalismo presente no seu jornal, a diferença de diagramação e diz considerar a mudança visual do jornal muito válida já que o mesmo ficou mais leve, mais colorido e mais agradável para o leitor.<br />
Você mesma sugere a sua pauta ou sempre recebe uma pauta para cobrir?</p>
<p>Normalmente a gente recebe a pauta. Quando chegamos ao jornal, a pauta já está pronta. Ela é feita pela pauteira e entregue pela manhã. Após receber a pauta nós vamos ensaiar. Raramente a gente sugere alguma pauta, não é o normal. A gente pode sugerir, mas não é normal. Só existem situações como a de hoje. Eu fui cobrir uma passeata que aconteceria agora a tarde por causa dos meninos morreram de Meningite. Mas quando cheguei lá não houve a passeata. Então tive que construir alguma coisa em cima desse tema. Fomos ao colégio recolher depoimentos para fazer a matéria só que focando outra coisa.</p>
<p>Quais os critérios que você usa para cobrir uma determinada matéria?</p>
<p>Sempre o diferente. A gente tem que ter o fillen de pegar algo que normalmente não acontece e que tem credibilidade. A gente tem que pegar o que chama mais atenção nas pessoas. Por exemplo, na matéria de hoje a gente focou muito que não tem vacina para Meningite e que se você quiser vacinar, tem que ser em hospital particular. Então isso tem credibilidade porque é um assunto importante. Tem que pegar o que você percebe que vai chamar mais a atenção do</p>
<p>leitor.  A partir daí você faz um lead legal para que as pessoas leiam o resto da matéria. Porque se você fizer um bom lead, as pessoas leem o todo o conteúdo da matéria.</p>
<p>Qual o tipo de pauta mais difícil de cobrir?</p>
<p>Enterro. É quando as pessoas estão muito tristes, abaladas com alguma situação, geralmente a morte de um ente querido. Porque você tem que chegar pra falar com as pessoas e elas estão tristes e comovidas.  É difícil. Nessa situação não é interessante você chegar para um pai, para um filho e entrevistar. É muito complicado. Eu não suporto fazer.</p>
<p>Qual foi o maior impacto que você teve ao sair do mundo “teórico” da faculdade e passar pra rotina da redação?</p>
<p>Saber que eu não ia mudar o mundo. Quando eu saí faculdade eu queria mudar o mundo. Pensava que iria poder escrever o que queria e o que realmente está acontecendo. Em qualquer veículo de comunicação a gente vê que não é assim porque existe o interesse do próprio veiculo e o das pessoas que anunciam nos veículos. Não só é aqui, mas em qualquer jornal impresso de salvador, nas TVs etc. A gente tem que saber se podar, se moldar e aprender a escrever nas entrelinhas se quer que uma determinada informação saia. O maior impacto que a gente tem é que não podemos mudar o mundo. Eu comecei a estagiar aqui antes de terminar a faculdade. Foi bom e foi complicado, porque quando eu via na faculdade a professora falando aquelas coisas mirabolantes sobre o dia-a-dia na redação, eu sabia que não era nada aquilo. A realidade era outra.</p>
<p>O que deve ser notícia no jornal?</p>
<p>Tudo é notícia. Para todos os temas tem gente que quer cobrir A gente só tem que verificar as informações bem e sair um pouco do sensacionalismo. Portanto, <span style="font-family:ArialMT;">que sair um pouco disso. A gente tenta ao máximo fazer isso, mas tudo é notícia. Tudo a galera quer saber, e tem que saber mesmo.<font face="ArialMT">
<p>&#160;</p>
<p></font></span></p>
<p><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Como vocês lidam com a concorrência?</strong></p>
<p></span><span style="font-family:ArialMT;">Local é muito tranqüila. Não tem muito disso. Agora no de Polícia, tem. A gente se dá muito bem né? O pessoal dos outros veículos, a gente se conhece, se fala na rua mas em questão de furo, ninguém passa para o outro. Se eu sei de uma coisa&#8230;a gente fala de Polícia porque as coisas são muito imediatas. Se eu soube de uma morte que teve em tal lugar, e se eu perceber que a coisa é “pesada” eu não aviso para os meus colegas e nem eles me avisariam se tivessem. A gente pode se encontrar, mas não avisa não.</p>
<p></span><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Como é seu relacionamento </strong><strong>c om  s e u s  c o l e g a s  n a </strong><strong>redação?</strong></p>
<p></span><span style="font-family:ArialMT;">É tranqüilo, ótimo. Aqui na TRIBUNA, tem um diferencial entre os outros dois jornais baianos, por ser um jornal menor, então a gente se dá muito bem. Os outros são um pouco maiores, as pessoas têm o ego muito elevado. Eu gosto muito daqui.<strong> </strong></p>
<p><font face="ArialMT">
<p>&#160;</p>
<p></font></span><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Você acredita que para </strong><strong>conquistar um leitor, um </strong><strong>jornal tenha que usar do </strong><strong>sensacionalismo?</strong></span></p>
<p><span style="font-family:ArialMT;">Não, muito pelo contrário. O sensacionalismo não prende a maioria dos leitores. Quer dizer, prende, mas não é a maioria. Também eu acho que as pessoas que são atraídas pelo sensacionalismo são menos seletivas. Elas estão muito preocupadas na desgraça dos <span style="font-family:ArialMT;">outros, para filmar, vender pra TV, fotografar, vender pra jornal impresso. Eu acho que esse tipo de jornalismo não dura muito porque é uma coisa que cansa, que desgasta, além de ser uma coisa horrível. É uma coisa feia. Você abrir um jornal e ver uma  m a t é r i a  e x t r e m a m e n t e sensacionalista. Eu não gosto. Conheço os outros meninos que fazem os programas desse tipo mas, eu não assisto. Se você me perguntar o horário que passa, eu não sei.</span></p>
<p><span style="font-family:ArialMT;"><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Como você lida com a questão ética? Você já passou por alguma situação em que alguém lhe deu uma informação em “off&#8221; e você não pode publicar?</strong></p>
<p><span style="font-family:ArialMT;">Ás vezes quando a gente recebe a informação em “off”, a gente publica mas não tem o nome da fonte. Quando eu fazia Polícia eu recebia muita informação assim, e não publicava. Inclusive uma vez, eu entreguei um cara que estava sendo procurado, ai o pai desse cara veio aqui, fazendo e acontecendo, liguei pra minha fonte, ele passou todo o histórico do cara, etc. Ai ele disse que ia entrar com uma ação, mas tudo tava na minha mão. Polícia é complicado (risos)</p>
<p><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Atualmente, um dos assuntos ma i s  d i s c u t i d o s  p e l o s professores na faculdade é sobre o jornalismo on-line. Você acredita que a internet  p o d e r á  a c a b a r  c om o jornalismo impresso?</strong></p>
<p><span style="font-family:ArialMT;">Ainda não. Na minha época já falavam sobre o fim do jornalismo impresso e ele não acabou. Eu sempre quis trabalhar no jornalismo impresso. Eu acredito que tem o seu espaço, o online também. Eles podem coexistir. Eles têm suas formas distintas de abordar a notícia. Na TV não saem tanto os detalhes que saem no impresso ou em um site. A gente do impresso tem que enxugar a notícia, mas de uma forma que tenha mais detalhes<strong>.</strong></p>
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<p></font></span><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Como é que você lida quando o jornal te delimita um espaço para a sua matéria?</strong><font face="ArialMT,Bold">
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<p><span style="font-family:ArialMT;">Quando a gente sabe que tem que escrever aquilo é mais fácil porque você mesmo faz a sua seleção e coloca só o que é importante. Hoje mesmo, minha matéria ficou com duas fontes de fora porque já tava grande demais. Com o tempo você vai aprendendo, articulando as palavras. Uma frase que é grande você reescreve de outra forma sem reduzir o impacto que ela causaria. Quando a gente não sabe a quantidade de linhas é complicado porque às vezes escrevemos uma grande matéria e ela é cortada. Mas tem vezes que você termina de fazer a matéria e o editor pede pra você reduzir. É um problema porque você já está com tudo pronto e tem que mudar muitas coisas ou refazer. Mas é pior quando eles mesmos cortam. Quando você abre o jornal e tá lá sua matéria decepada. A gente sempre pergunta quantas linhas e eles dão mais ou menos uma média. E <span style="font-family:ArialMT;">também do peso, tem matéria que não rende muita coisa. Você faz as vezes, um esforço pra fazer 25 linhas de alguma coisa. </span></p>
<p><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Vo c ê  f e z  o  c u r s o  d e Administração antes de Jornalismo. O que te fez desistir desse curso e seguir a carreira com comunicação?</strong><font face="ArialMT,Bold">
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<p><span style="font-family:ArialMT;">Você leu o que meu? (risos) Meu deus! Números, números. Na real idade eu t inha feito comunicação e coloquei como Segunda opção o curso de Administração. Ai não passei em comunicação e pensei: “Vou tentar. Vai que eu gosto e tô falando que não gosto”. Mas eu não conseguia ir pra faculdade. Morava do lado e não ia. Era muito chato. Sou muito ruim de número, você não sabe como sou péssima. Até na hora de receber o troco eu tenho vergonha de contar. Se o cara for me roubar, ele vai me roubar, porque se eu contar e não contar, vai dar no mesmo. Quando eu chego em casa, eu vou fazer as contas na calculadora, mas ai, ele já vai ter me roubado. E não é minha praia. Eu adoro escrever, gosto do contato com as pessoas quando eu fico três dias trancada na redação eu fico desesperada. Peço pelo amor de deus, pra me darem uma pauta pra cobrir na rua, pra eu sair. Então, não ia conseguir f a z e r  n a d a  d i s s o  e m administração.</p>
<p></span><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Como é que você definiria a linha editorial do seu jornal? Qual é o diferencial dele para os outros?</strong></p>
<p></span><span style="font-family:ArialMT;">O jornal mudou. Teve uma mudança bem legal. O formato do jornal mudou. Você abria o jornal e ele tinha um peso. Agora tá mais leve, mais colorido e <span style="font-family:ArialMT;">chama atenção. Empolga o leitor  para ler<strong>.</strong> </span></p>
<p><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>O que significou pra você a mudança no visual do jornal?</strong><font face="ArialMT,Bold">
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<p><span style="font-family:ArialMT;">Ai eu amei. Ficou mais bonito, mais atraente, a tarja de cima muda. Hoje é azul, ontem foi vermelho. Você leu a edição de aniversário? Dava pra ver bem a mudança. Mostrava como era o jornal, tinha até uma exposição no shopping. Antes era muito preto, muito texto&#8230;agora tem muita foto, a gente tá valorizando muito a imagem já que o texto casa com a imagem. Eu, o fotógrafo e o motorista, somos uma equipe. Se o texto não tá legal, desvaloriza a foto. Assim como se a foto não estiver boa, o texto vai ser desvalorizado também. A gente usa muito isso agora, pra ficar harmonioso.</p>
<p></span><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Já que você viveu em Brasília por um tempo, qual a diferença do jornal de lá para o daqui? </strong></p>
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<p></font></span><span style="font-family:ArialMT;">Lá os jornais são mais voltados para política. A política sempre pesa mais. O correio brasiliense é muito parecido com a TRIBUNA na forma de lidar com as matérias. </span></p>
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