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	<title>falsas-verdades-absolutas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/falsas-verdades-absolutas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "falsas-verdades-absolutas"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 10:57:34 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Inspiração, harmonia e gayzisse.]]></title>
<link>http://dramin.wordpress.com/2008/12/20/inspiracao-harmonia-e-gayzisse/</link>
<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 12:20:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ninguém</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fazia tempo. Voltei porque o Cass me deixou inspirado. Nesse tempo, pensei em umonte de coisas. Cois]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fazia tempo. Voltei porque o <a href="http://www.marsmorreu.wordpress.com" target="_blank">Cass</a> me deixou inspirado. Nesse tempo, pensei em umonte de coisas. Coisas boas, que me fizeram mais feliz, o troço todo foi bem legal, mas o tipo de coisa que é mais legal de sentir do que de contar para os outros.</p>
<p>Recentemente, eu tive uma luz, sobre a música, que me ajudou a ver varias outras coisas, como a literatura e as artes gráficas. Continuo não entendendo a dança, nunca me importou muito, mesmo&#8230;<br />
Sabe, sobre essa historia de música, eu não sei ao certo o que é a musica, mas música é praticamente uma forma de pensar/sentir. Como se você juntasse a coisa toda, o sentir com a melodia dos sons, o pensar com o contexto da letra, ou coisa que o valha. De qualquer modo, essa não é a parte legal do meu pensamento. A parte legal, é que com isso, eu chego na conclusão de que agente devia compor musicas o tempo todo. <em>Quem sabe sentiriamos o mundo melhor se pensassemos música?</em> </p>
<p>As vezes, eu re-leio meus textos e parece que foi uma dona de casa entediada, com acesso a iternet, quem os escreveu. Tanto faz. Isso sou eu. Isso é como eu sinto as coisas. E esses erros todos, essa bobeira toda, faz parte profundamente de mim&#8230; me odeie por isso, se for o caso. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[segundos de verdade.]]></title>
<link>http://dramin.wordpress.com/2008/06/28/segundos-de-verdade/</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 12:38:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ninguém</dc:creator>
<guid>http://dramin.wordpress.com/2008/06/28/segundos-de-verdade/</guid>
<description><![CDATA[Eu sou uma pessoa boba, que escreve coisas bobas, que devem ser ignoradas, frizo isso agora, pois an]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu sou uma pessoa boba, que escreve coisas bobas, que devem ser ignoradas, frizo isso agora, pois andam cada vez piores as bobeiras que essa pessoa boba escreve. Tem-se dito por ai, que isso virou pura babaquice, e eu retruco: <em>é verdade</em>.</p>
<p> </p>
<p>eca.</p>
<p>&#8230;assim que meu sono passar, tento escrever algo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ao menos.]]></title>
<link>http://dramin.wordpress.com/2008/04/25/ao-menos/</link>
<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 19:57:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ninguém</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sempre o mesmo pensamento, ele pensou. colocou o cigarro na boca, sentou com as pernas flexionadas, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sempre o mesmo pensamento, ele pensou.</p>
<p>colocou o cigarro na boca, sentou com as pernas flexionadas, apoiou o cotovelo no joelho e acendeu o cigarro.<br />
Ficava se perguntando quando ia ter uma resposta para aquilo, sabia que em algum lugar do seu cérebro os nêuronios trabalhavam na questão, o tempo todo.<br />
Existem varios sentimentos terriveis que podem atormentar as pessoas que tem as vidas que desejaram, como por exemplo aquela pergunta &#8220;agora que eu ja consegui tudo o que queria, o que faço?&#8221;, &#8221;será que foi tudo em vão?&#8221;, ou qualquer outra pergunta estúpida e clichê.<br />
A pergunta estupida e clichê que afligia ele era umpouco menos clichê, mas ao menos era bem mais estúpida. Ele não perdera tempo formulando uma pergunta real, palavra por palavra, mas se o tivesse feito, sairia algo assim &#8220;por que eu sempre estou querendo conhecer pessoas e ter relacionamentos, se no fim, é sempre igual, num ciclo vicioso de conhecer e perder pessoas que não mudam em nada?&#8221;&#8230; ou talvez ele tivesse usado outras palavras. Não importa, ele só pensava sobre o assunto, com a parte do cérebro dele que pensava coisas &#8216;úteis&#8217;. com o resto do cárebro, ele aproveitava a brisa, e a cena das flores nos vasos balançando, ao fundo da fumaça disperçando. Sei lá, o que ele quer com isso, e talvez nem importe, mas é o que ele faz. É o que ele insiste em fazer.</p>
<p>Se vocês querem saber, eu formularia a pergunta da seguinte forma, se fosse faze-la a outra pessoa: &#8220;o que você espera dos relacionamentos humanos?&#8221;, e além das pessoas que sempre me mandam calar a boca quando faço esse tipo de pergunta, alguns me responderiam coisas como &#8220;só me divertir e passar o tempo, oras!&#8221; ou &#8220;sei lá&#8230; faz diferença?&#8221;. Se ao menos eu conhecesse uma pessoa capás de responder essa pergunta, ela já estaria por si só respondida, antes mesmo da pergunta.<br />
Se ao menos&#8230;<br />
quem sabe?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[sobre o gosto de saltenha que fica na lingua.]]></title>
<link>http://dramin.wordpress.com/2008/03/27/sobre-o-gosto-de-saltenha-que-fica-na-lingua/</link>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 20:54:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ninguém</dc:creator>
<guid>http://dramin.wordpress.com/2008/03/27/sobre-o-gosto-de-saltenha-que-fica-na-lingua/</guid>
<description><![CDATA[Sempre gostei do que os mais velhos tinham a me dizer. Impossivel alguém passar 60 anos sem aprender]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sempre gostei do que os mais velhos tinham a me dizer. Impossivel alguém passar 60 anos sem aprender algo que realmente valha a pena ser dito.<br />
O ultimo foi o <em>Tio da Saltenha</em>*.  As vezes [a maioria das vezes] os conselhos são grandes clichês, como &#8216;aproveite a vida ao maximo&#8217;, &#8216;fique perto de quem você ama&#8217;, ou &#8216;cuidado com friagens&#8217;; ou seja, nada que você não pudesse ler numa corrente ou coisa do tipo. O conselho do Tio da Saltenha foi: &#8216;a única coisa que realmente importa nessa vida são os amigos e as pessoas que você ama&#8217;. Um clichê na voz da pessoa certa ganha significado de um livro inteiro.<br />
Pra ser sincero, eu não levei tão à sério assim esse conselho a princípio. Então, em casa, um ou dois dias depois eu estava no beiral da minha lagem e bateu aquela vontade de me jogar. Fiquei lá pensando &#8220;como teria sido se eu tivesse me matado da primeira vez que eu pensei sobre o assunto, o que teria mudado afinal?&#8221;&#8230; Na hora me pareceu que nada. Na hora seguinte eu sai do beiral antes que eu me jogasse de uma altura que só serviria pra quebrar alguns ossos. No instante seguinte, enquanto eu peasseava pelos comodos da minha casa, eu pensei na vida que eu teria perdido, e, se você faz uma idéia de morte como a que eu faço, não parece muita coisa. Tentei procurar <em>momentos</em> que me fizessem ter vontade de continuar, aqueles que fazem as coisas valerem à pena. Nenhum servia. Tentei lembrar de tardes em parques, noites de bebedeira, musicas no ultimo volume, leituras sentado no chão, ou qualquer outra visão agradavel. NADA. Então, pensei, por algum motivo em como seria não ter conhecido ninguém que eu conheci. Não ter cabulado tardes falando bobeiras com o mudo, o renan e a thais, não ter tantas das conversas que eu tive em lugares mais absurdos, não ter conhecido as pessoas que eu mais estimo, a idéia de uma vida que acabou antes das conversas de madrugadas, dos beijos roubados, dos olhares nos onibus, dos desejos de ficar junto, dos momentos em familia, e das pessoas que ficaram lá me ouvindo enquanto eu estava totalmente insuportavel de tédio e depressão. Pensei em como seriam a vida de varias pessoas se não tivessem me conhecido, e esses pensamentos me pareceram ser motivo suficiente por hora pra uma longa e longa existencia. Então pensei &#8220;&#8230; é, o tio tava certo.&#8221; e dei um sorriso bobo que nunca foi visto.<br />
dizer que não vale à pena seria uma loucura. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em>* Saltenha parece um pastel em forma de fogazza. A massa tem um sabor diferente do pastel, e vem mais recheio. Ah sim, e ela deixa um gostinho azedo na lingua. Sinceramente, não conheço ninguém que saiba dizer por que gosta de saltenha, mas talvez seja só pelo nome e pela conversa do tiozinho da saltenha.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não sei, nem você.]]></title>
<link>http://dramin.wordpress.com/2008/03/02/nao-sei-nem-voce/</link>
<pubDate>Sun, 02 Mar 2008 21:24:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ninguém</dc:creator>
<guid>http://dramin.wordpress.com/2008/03/02/nao-sei-nem-voce/</guid>
<description><![CDATA[vitor diz:  são essas, as relações humanas? Nunca soube o que esperar dos humanos e dos relacionamen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><font size="2" color="#545454"><font size="2" color="#545454">vitor diz:<br />
<font size="2" color="#808080" face="Microsoft Sans Serif"> são essas, as relações humanas?</font></p>
<p></font><font size="2" color="#808080" face="Microsoft Sans Serif"></font></p>
<p><font size="2" color="#808080" face="Microsoft Sans Serif"><font color="#000000">Nunca soube o que esperar dos humanos e dos relacionamentos que eu tenho com eles&#8230; Mas talvez, ao se aproximar muito de uma pessoa, mas muito mesmo, ou você se torna igual ou o oposto. Caso se torne igual, você vai facilmente enjoar. Caso se torne muito diferente, vocês vão se afastar. O que era legal fica entediante e monotono, uma conversa simples vira uma discussão, o tempo todo as pessoas ficam se perguntando por que tudo foi começar, e o que tinha de tão bom no começo. E é quando elas, ambas partes dessa convivência percebem que tudo isso fez elas mudarem, agora, outras coisas as atraem, e as coisas que não foram assimiladas já são totalmente desinteressantes, essa é a hora que dói; uma dor que começa na garganta, passa pelo peito e sobe até os olhos.<br />
Talvez essa não seja a verdade sobre os relacionamentos humanos, mas foi isso que a vida me ensinou até hoje.</font></font></p>
<p></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Outro texto daqueles...]]></title>
<link>http://dramin.wordpress.com/2008/01/26/outro-texto-daqueles/</link>
<pubDate>Sat, 26 Jan 2008 08:45:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ninguém</dc:creator>
<guid>http://dramin.wordpress.com/2008/01/26/outro-texto-daqueles/</guid>
<description><![CDATA[Eu pedi mais uma vez pra ela me dizer pelo que ainda valia a pena viver, mas dessa vez ela só me dis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu pedi mais uma vez pra ela me dizer pelo que ainda valia a pena viver, mas dessa vez ela só me disse um &#8216;não&#8230;&#8217; e foi embora.<br />
Agora, estou aqui, depois de incontaveis dias nublados, ignorando um por-do-sol, com a janela fechada, usando como unico consolo o fato de ainda ter o direito de não fazer absolutamente nada além de ficar jogado nessa cama, tentando lembrar de algo bom que eu pensei à muito tempo, algo bom que eu sentia em relação à vida, antes de todos esses dias nublados.</p>
<p>Talvez agora a pior parte disso tudo seja saber que vai melhorar.<br />
Saber que daqui à alguns dias de sol, saindo com amigos, conversando por MSN, fumando maços e mais maços, eu vou recuperar aquilo que me fazia sorrir o tempo todo, depois de alguns dias assim, eu vou entrar no meu blog e pensar algo do tipo: &#8216;nossa, onde eu estava com a cabeça quando escrevi isso?&#8217; ou qualquer coisa que o valha. Isso devia fazer eu me sentir melhor, ou ao menos ter alguma esperança no futuro, mas eu sei que o futuro que eu conheço será esse cíclo vicioso de dias nublados e dias azuis, como sempre é, a bipolaridade do acaso sempre destruindo tudo que agente criou com tanto carinho, e reconstruindo tudo quando nada mais tem importância.</p>
<p>Agora, tudo que eu quero, é que a horas passem, pra que eu possa tomar um outro dramin e esquecer que eu preciso existir, esquecer a vontade de morrer.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu sempre fui simpático.]]></title>
<link>http://dramin.wordpress.com/2008/01/14/eu-sempre-fui-simpatico/</link>
<pubDate>Mon, 14 Jan 2008 13:55:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ninguém</dc:creator>
<guid>http://dramin.wordpress.com/2008/01/14/eu-sempre-fui-simpatico/</guid>
<description><![CDATA[Em compensação, nunca fiz bons titulos. Eu gosto de escrever sobre coisas felizes. Acho que a felici]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em compensação, nunca fiz bons titulos.</p>
<p>Eu gosto de escrever sobre coisas felizes. Acho que a felicidade exige um esforço maior, e pra fazer sua felicidade parecer feliz, exige um esforço absurdo. Algo nisso me atrái.<br />
Então eu pensei: &#8220;algo feliz. sobre qual algo feliz eu posso escrever sem ser repetitivo?&#8221; Então olhei a cortina e vi que ela brilhava com a luz do sol, pensei: &#8220;vou lá dar uma olhadinha no dia, então volto e escrevo algo sobre esse maravilhoso dia azu&#8230;&#8221; e foi quando eu vi que o dia estava nublado de doer, só com uma brecha nas nuvens suficiente pro sol aparecer e me cegar. Uma <em>pessoa normal</em>* se deprimiria com isso. Eu fiquei como estava antes. Eu sou uma pessoa estranha, que é feliz pela realidade que cria. Acho que também sou feliz pelo que eu sou, mas sou muito mais feliz com a minha capacidade de distorcer a realidade de modo que ela sempre me agrade, sou uma mistura absurda dos dois tipos de pessoa.</p>
<p>Pessoa normal*<br />
Pessoas na minha cabeça se dividem em dois grupos [mentira.]:<br />
Existem as pessoas que são felizes ou tristes pelo que cerca elas, são uma grande maioria.</p>
<p>E existem pessoas que são tristes ou felizes pelo que são, ou pensam. Nesse grupo, pessoas felizes são a grande minoria.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meu dicionário de verdades absolutas e teorias mirabolantes.]]></title>
<link>http://dramin.wordpress.com/2008/01/12/meu-dicionario-de-verdades-absolutas-e-teorias-mirabolantes/</link>
<pubDate>Sat, 12 Jan 2008 12:10:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ninguém</dc:creator>
<guid>http://dramin.wordpress.com/2008/01/12/meu-dicionario-de-verdades-absolutas-e-teorias-mirabolantes/</guid>
<description><![CDATA[Identificar o problema é só o primeiro passo, que agente acaba dando sem nem perceber. Agora você é ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Identificar o problema é só o primeiro passo, que agente acaba dando sem nem perceber.<br />
Agora você é obrigado a dar o segundo passo: Ignorar o problema.</p>
<p>Pronto, você agora concluiu o curso de &#8216;como ser uma pessoa feliz em dois passos&#8217;, pegue o diploma na saida e nunca avalie o tamanho do problema, somente ignore-o.</p>
<h6>Em caso de desastres ecologicos, amizades destruidas ou qualquer outro efeito colateral provavelmente causado pelo uso do metodo &#8216;como ser uma pessoa feliz em dois passos&#8217; Dramin® não se responsabiliza e nem pode devolver o passado.</h6>
<p>PS: ou as pessoas adoram me corrigir, ou eu erro demais&#8230; e eu acho que a B é a alternativa certa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E vive feliz.]]></title>
<link>http://dramin.wordpress.com/2007/12/24/e-vive-feliz/</link>
<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 03:43:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ninguém</dc:creator>
<guid>http://dramin.wordpress.com/2007/12/24/e-vive-feliz/</guid>
<description><![CDATA[Existe algo satisfatóriamente bom em existir. Visão, audição, tato, alfato, paladar, amor, alma, trs]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">Existe algo satisfatóriamente bom em existir.<br />
Visão, audição, tato, alfato, paladar, amor, alma, trsiteza, inteligência, pessoas, familia, lembranças, planeta, natureza, palavras, musicas, arte, trabalho, dom, problemas, felicidades, objetos, planos, horas, dias, futuro, conversas, sonhos, desejos, universo, são complementos à existencia, e não vice-e versa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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