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	<title>fanatismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/fanatismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "fanatismo"</description>
	<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 13:42:49 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[O outro lado do fanatismo!!!]]></title>
<link>http://diretodocaos.wordpress.com/2009/11/29/o-outro-lado-do-fanatismo/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 00:06:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>diretodocaos</dc:creator>
<guid>http://diretodocaos.wordpress.com/2009/11/29/o-outro-lado-do-fanatismo/</guid>
<description><![CDATA[Em verdade vos digo. Não, este não é nenhum ensaio de pregação do evangelho ou nenhuma lição moral j]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://diretodocaos.wordpress.com/files/2009/11/veritas_vos_liberabit.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10" title="veritas_vos_liberabit" src="http://diretodocaos.wordpress.com/files/2009/11/veritas_vos_liberabit.png?w=300" alt="" width="300" height="228" /></a></p>
<p>Em verdade vos digo. Não, este não é nenhum ensaio de pregação do evangelho ou nenhuma lição moral judaico-cristão. Mas, se faz necessário refletir sobre o fanatismo do outro lado da &#8220;moeda&#8221;. Neste caso, o científico. Sempre acreditei muito no caráter experimental do mundo. Sou um tipo de São Tomé: &#8220;só acredito naquilo que vejo&#8221;. Diria até um Tomé &#8220;moderno&#8221;, e me coloco a fazer até uma adaptação destas palavras e digo: só acredito naquilo passivo de comprovação experimental. Nossa! Palavras bonitas, não? São, sim! Mas nem por isso menos perigosas do que as dos pregadores e mais certas. A noção do &#8220;certo&#8221; e o &#8220;errado&#8221; para mim (e daí é pessoal, não atirem pedras nem me crucifiquem!!!) caiu por tabela  a muito tempo. Por sinal isso tem sido uma tarefa difícil para mim, já que o certo e o errado são convencionados que caminho tenho que seguir? Ah talvez seja o caminho trilhado por mim mesmo? Como diria o filósofo: &#8220;o mundo é vontade e representação&#8221;, e assim sendo de acordo com minhas vontades construo meu mundo e tenho minhas representações. Putz! Isso é complicado.. Mas não é este o caminho o qual quero trilhar por este blog hoje. Citei o certo e o errado, por mera exemplificação para dizer que ambos os caminhos, sejam eles científicos ou religiosos querem ser dono da verdade e isso é perigoso, pois que detém a verdade também possue poder. Bom, eu acredito na verdade (principalmente nas minhas), mas não de forma absoluta. Acredito que as coisas devem ser passíveis de experimentualismo sim, mas, e quando falta a parte experimental o que fazemos? Eu, pelo menos, continuo exercendo o meu caráter de dúvida, duvido de tudo e de todos. Nunca tive certeza de nada e cada vez mais continuo percebendo que este para mim é o caminho o qual leva a &#8220;verdade&#8221;. Minha deixa é que sempre duvidem de algo e não aceitem a verdade de ninguém. Como um violão afinado sigam o caminho do meio, ou então, a estrada que sapara o abismo das planícies tão chamativas. &#8230;..</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quick : Videoclipe de Telephone por fãs]]></title>
<link>http://letishascorner.wordpress.com/2009/11/24/quick-videoclipe-de-telephone-por-fas/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:38:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>msvalentini</dc:creator>
<guid>http://letishascorner.wordpress.com/2009/11/24/quick-videoclipe-de-telephone-por-fas/</guid>
<description><![CDATA[Parace que os gagáticos se adiantaram no serviço e já fizeram um vídeo para a canção Telephone, da G]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Parace que os gagáticos se adiantaram no serviço e já fizeram um vídeo para a canção <em>Telephone</em>, da Gaguíssime :</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/OAYBMx_HpME&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/OAYBMx_HpME&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:left;">Ficou bem melhor que o da Beyoncé já.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">Letícia</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fãs idosas]]></title>
<link>http://misculare.wordpress.com/2009/11/24/fas-idosas/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:48:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ali Maricel</dc:creator>
<guid>http://misculare.wordpress.com/2009/11/24/fas-idosas/</guid>
<description><![CDATA[“Jonas Brothers estão no Brasil!!!” Só publicar isso e começa a bagunça. Meninas desesperadas gritan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>“Jonas Brothers estão no Brasil!!!” Só publicar isso e começa a bagunça. Meninas desesperadas gritando/chorando por aqueles três magricelas sem sal. (Como isso é possível? Não sei.)</p>
<div id="attachment_132" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img src="http://misculare.wordpress.com/files/2009/11/fans-mejores.jpg?w=300" alt="" title="" width="300" height="201" class="size-medium wp-image-132" /><p class="wp-caption-text">Fãs desesperadas: a de blusa vermelha tem o braço de borracha que estica até o palco para bulinar seu artista favorito.</p></div>
<p>“O Rei faz show esta noite!!!” Só espalhar essa que as velhinhas esquecem a idade que tem e se comportam como as fãs pré-adolescentes dos Jonas Brothers. Estou falando SÉRIO! Este fato pode ser comprovado por uma amiga minha que acompanhou a mãe no último show do Roberto Carlos aqui em BH.</p>
<div id="attachment_133" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img src="http://misculare.wordpress.com/files/2009/11/old-ladies.jpg?w=300" alt="" title="old ladies" width="300" height="200" class="size-medium wp-image-133" /><p class="wp-caption-text">Fãs do Rei.</p></div>
<p>Conversando com essa amiga ela me contou o que as senhoras-fãs (que já deixaram de ser mocinhas há MUITO tempo) comentavam durante o show, entre gritinhos e suspiros. Admito que fiquei chocada. Tanto que meu cérebro apagou da minha memória a maioria dos comentários! Mas ficou uma coisa que me marcou.<br />
Uma senhoria que estava do lado desta minha amiga ficava falando o tempo todo que na noite anterior tinha sonhado com o Rei (a.k.a. Roberto Carlos). No sonho, segundo a senhorinha, o Rei a deixou “toda molhadinha”&#8230;<br />
Agora me explica: que versão-José-Mayer é essa do Rei??? Aqui, deixa eu te contar um negócio: <em>Roberto Carlos tá güentando má não, fía! Hello!</em><br />
Foi-se o tempo que o Rei era jovem e cheio de energia. Naquela época, as fãs dele também eram jovens e gatinhas. Quer dizer, o Rei nunca foi gatinho, mas pelo menos era novo, né?</p>
<div id="attachment_134" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img src="http://misculare.wordpress.com/files/2009/11/fas-histericas.jpg?w=300" alt="" title="Fãs-Histéricas" width="300" height="191" class="size-medium wp-image-134" /><p class="wp-caption-text">Foto das mesmas fãs, 40 anos atrás.</p></div>
<p>Quer saber de um fato curioso? Enquanto eu procurava fotos de fãs idosas e/ou em idade avançada, eu caí num <a href="http://coisasdocruzeiro.blogspot.com/2009/01/goleirao-para-um-timo.html" target="_blank">blog </a> de um torcedor do Cruzeiro Esporte Clube. Lá eu descobri que as senhorinhas idosas não são fãs apenas do Roberto Carlos, mas do goleiro Fábio também! O fã clube dele é composto por homens, mulheres, meninas e meninos e idosAs (idosOs não)!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! </p>
<div id="attachment_135" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img src="http://misculare.wordpress.com/files/2009/11/fabio.jpg?w=300" alt="" title="Fabio" width="300" height="211" class="size-medium wp-image-135" /><p class="wp-caption-text">Fábio: na disputa pelas fãs do Rei</p></div>
<p>Comparando as fãs adolescentes com as idosas, não deve ter muita diferença. Histéricas e safadEnhas, todas são. hehe Na verdade, eu só consigo pensar em uma desvantagem por ter fãs idosas: elas vão durar pouco! #fail<br />
tchau/</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre fãs e fãs]]></title>
<link>http://misculare.wordpress.com/2009/11/24/sobre-fas-e-fas/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:32:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ali Maricel</dc:creator>
<guid>http://misculare.wordpress.com/2009/11/24/sobre-fas-e-fas/</guid>
<description><![CDATA[“Jonas Brothers estão no Brasil!!!” Só publicar isso e começa a bagunça. Meninas desesperadas gritan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>“Jonas Brothers estão no Brasil!!!” Só publicar isso e começa a bagunça. Meninas desesperadas gritando/chorando por aqueles três magricelas sem sal. (Como isso é possível? Não sei.)</p>
<div id="attachment_132" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img src="http://misculare.wordpress.com/files/2009/11/fans-mejores.jpg?w=300" alt="" title="" width="300" height="201" class="size-medium wp-image-132" /><p class="wp-caption-text">Fãs desesperadas: a de blusa vermelha tem o braço de borracha que estica até o palco para bulinar seu artista favorito.</p></div>
<p>“O Rei faz show esta noite!!!” Só espalhar essa que as velhinhas esquecem a idade que tem e se comportam como as fãs pré-adolescentes dos Jonas Brothers. Estou falando SÉRIO! Este fato pode ser comprovado por uma amiga minha que acompanhou a mãe no último show do Roberto Carlos aqui em BH.</p>
<div id="attachment_133" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img src="http://misculare.wordpress.com/files/2009/11/old-ladies.jpg?w=300" alt="" title="old ladies" width="300" height="200" class="size-medium wp-image-133" /><p class="wp-caption-text">Fãs do Rei.</p></div>
<p>Conversando com essa amiga ela me contou o que as senhoras-fãs (que já deixaram de ser mocinhas há MUITO tempo) comentavam durante o show, entre gritinhos e suspiros. Admito que fiquei chocada. Tanto que meu cérebro apagou da minha memória a maioria dos comentários! Mas ficou uma coisa que me marcou.<br />
Uma senhoria que estava do lado desta minha amiga ficava falando o tempo todo que na noite anterior tinha sonhado com o Rei (a.k.a. Roberto Carlos). No sonho, segundo a senhorinha, o Rei a deixou “toda molhadinha” nesse sonho&#8230;<br />
Agora me explica: que versão-José-Mayer é essa do Rei??? Aqui, deixa eu te contar um negócio: <em>Roberto Carlos tá güentando má não, fía! Hello!</em><br />
Foi-se o tempo que o Rei era jovem e cheio de energia. Naquela época, as fãs dele também eram jovens e gatinhas. Quer dizer, o Rei nunca foi gatinho, mas pelo menos era novo, né?</p>
<div id="attachment_134" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img src="http://misculare.wordpress.com/files/2009/11/fas-histericas.jpg?w=300" alt="" title="Fãs-Histéricas" width="300" height="191" class="size-medium wp-image-134" /><p class="wp-caption-text">Foto das mesmas fãs, 40 anos atrás.</p></div>
<p>Quer saber de um fato curioso? Enquanto eu procurava fotos de fãs idosas e/ou em idade avançada, eu caí num <a href="http://coisasdocruzeiro.blogspot.com/2009/01/goleirao-para-um-timo.html" target="_blank">blog </a> de um torcedor do Cruzeiro Esporte Clube. Lá eu descobri que as senhorinhas idosas não são fãs apenas do Roberto Carlos, mas do goleiro Fábio também! O fã clube dele é composto por homens, mulheres, meninas e meninos e idosAs (idosOs não)!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! </p>
<div id="attachment_135" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img src="http://misculare.wordpress.com/files/2009/11/fabio.jpg?w=300" alt="" title="Fabio" width="300" height="211" class="size-medium wp-image-135" /><p class="wp-caption-text">Fábio: na disputa pelas fãs do Rei</p></div>
<p>Comparando as fãs adolescentes com as idosas, não deve ter muita diferença. Histéricas e safadEnhas, todas são. hehe Na verdade, eu só consigo pensar em uma desvantagem por ter fãs idosas: elas vão durar pouco! #fail<br />
tchau/</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A ignorância quanto ao âmbito da ciência]]></title>
<link>http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/11/23/a-ignorancia-quanto-ao-ambito-da-ciencia/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 00:10:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>lucianohenrique</dc:creator>
<guid>http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/11/23/a-ignorancia-quanto-ao-ambito-da-ciencia/</guid>
<description><![CDATA[Ignorância essa que pode ser notada no discurso de Ludwig, do blog Que Treta. Que o blog Que Treta é]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2112" title="crazy-frog" src="http://neoateismodelirio.wordpress.com/files/2009/11/crazy-frog.jpg" alt="" width="207" height="155" /></p>
<p>Ignorância essa que pode ser notada no discurso de Ludwig, do blog Que Treta.</p>
<p>Que o blog Que Treta é um lugar de pessoas que odeiam este blog, isso não é novidade. O que me surpreende, no entanto, é que o proprietário de lá possui um raciocínio de ostra.</p>
<p>Acreditem se quiser: recentemente vários comentaristas neo ateus surgiram aqui (embora fossem todos fakes de uma pessoa só) sugerindo que eu deveria &#8220;invejar&#8221; o proprietário daquele blog pelo fato dele dar aulas de Inteligência Artificial e por ir moderar um debate sobre Darwin.</p>
<p>Não obrigado, eu não tenho interesse em nenhuma dessas atividades, e aparentemente não pagam bem.</p>
<p>Vamos, portanto, ao que eu tenho interesse, que é refutar argumentos ruins dessa patuléia.</p>
<p>Esse artigo de Ludwig, entitulado <a href="http://ktreta.blogspot.com/2009/11/o-ambito-da-ciencia.html" target="_blank">&#8220;O Âmbito da Ciência&#8221;</a> parece ter sido feito para homenagear a gente como Carl Sagan e Richard Dawkins, pois é uma mistureba do discurso dos dois. Um pouco mais esquizofrênico, um pouco mais ingênuo, mas, ainda assim, é um clone da argumentação da dupla.</p>
<p>Vamos lá&#8230;</p>
<blockquote><p>É certo que algumas perguntas (ainda?) estão fora do âmbito da ciência. &#8220;O que é o bem?&#8221;, por exemplo. Mas isto não se deve a um limite arbitrário de jurisdições. Não é pelas regras do jogo. Deve-se apenas à falta de critérios para distinguir respostas certas e respostas erradas. Isto já aconteceu com muitas perguntas que hoje consideramos científicas, da composição do Sol à origem das espécies, e que estiveram na filosofia até se descobrir como avaliar as respostas. Se há quinhentos anos atrás disséssemos a um filósofo que o universo tem treze mil milhões de anos de idade ele ficava na mesma porque não tinha forma de testar essa hipótese. Nesse tempo só se podia discutir estas coisas com argumentos e especulação, e só mais tarde foi possível começar a testar hipóteses. Só então essas perguntas passaram a ser científicas.</p></blockquote>
<p>Ele começa até questionando (&#8220;ainda?&#8221;) a idéia de que algumas perguntas estariam fora do âmbito da ciência.</p>
<p>Detalhe: a idéia de que TODAS as perguntas, e subsequentes respostas, estão dentro do âmbito da ciência é o cientismo.</p>
<p>Ronald Dworkin já havia afirmado, em 2006, na The New York Review, sobre o cientismo, que  &#8220;defende que não existe nada que não possa ser medido e explicado por métodos das ciências físicas e biológicas, de maneira que amor, beleza, bondade e liberdade devem ser ilusões. O cientismo é, de facto, dogmático&#8221;.</p>
<p>O que o Ludwig faz em seu discurso? Ele simplesmente adota o cientismo, e trata todos os temas como se o cientismo fosse VÁLIDO.</p>
<p>Detalhe que o cientismo nem sequer é apoiado pela Academia Nacional de Ciências, conforme mostrei aqui mesmo neste blog.</p>
<p>O cientismo é mais para mentes fracas, sugestionáveis e que tendem ao fanatismo, como Ludwig.</p>
<p>O fanatismo, aliás, que ele tenta justificar, mas só se engasga.</p>
<p>Notem por exemplo quando ele diz que há quinhentos anos atrás, um filósofo não poderia conceber que o universo teria 13.7 bilhões de anos, mas hoje pode.</p>
<p>Essa é uma falácia tosca e grosseira. Não passa de uma falácia da esperança, pois se algo era impossível, mas hoje é, na visão dele tudo que é impossível hoje, um dia não será. E, portanto, o cientismo estaria justificado.</p>
<p>Obviamente que o argumento dele é natimorto.</p>
<p>A cereja do bolo vem abaixo:</p>
<blockquote><p>Mas não há respostas fora do âmbito da ciência. A ciência não responde a algo como &#8220;o que é o bem?&#8221; por não se conseguir distinguir a resposta correcta das incorrectas. Mas, precisamente por isso, rejeita como infundada qualquer resposta a esta pergunta. Se dissermos que o bem é justiça, liberdade, amor ou um pastel de nata, a ciência vai dizer que não se justifica declarar uma destas alternativas como mais correcta que as outras. A mesma falta de critérios que põe a pergunta fora do âmbito da ciência leva a ciência a rejeitar a resposta como infundada.</p></blockquote>
<p>E não é que ele confirmou o cientismo?</p>
<p>Simplesmente ao usar a frase &#8220;Não há respostas fora do âmbito da ciência&#8221; ele entregou o ouro.</p>
<p>Detalhe que o cientismo é uma coisa tão estúpida que só é aceitável para pessoas de no máximo 13 anos de idade. Tipo aquele pessoal que assistiu o programa &#8220;Cosmos&#8221; e ficou deslumbrado, mas que na verdade não conhece a realidade da ciência. Na verdade, é ciência para a criançada.</p>
<p>O mais engraçado é quando ele escreve o seguinte: &#8220;Se dissermos que o bem é justiça, liberdade, amor ou um pastel de nata, a ciência vai dizer que não se justifica declarar uma destas alternativas como mais correcta que as outras&#8221;.</p>
<p>Mas quem disse para esse bocó de mola que a opinião da ciência aqui sequer é útil?</p>
<p>A ciência simplesmente NÃO TEM NADA A DIZER sobre o assunto.</p>
<p>E se ele diz que &#8220;a ciência rejeita&#8221; (o que duvido, pois nada do que Ludwig fala sobre ciência é realmente válido, pois ele não a conhece), isso também não significaria nada, justamente por estar fora do âmbito da ciência.</p>
<p>O pior é que ele nem descobriu ainda que a resposta para a ciência, ou seja, a justificação da ciência, nem é dada pela ciência, e sim por uma área SUPERIOR à ela, que é a epistemologia.</p>
<p>Se bem que eu acho que ele iria se debater histericamente diante dessa afirmação minha, que apenas é orientada pela lógica.</p>
<p>Mas notem só a ladainha dele:</p>
<blockquote><p>Infelizmente, destas premissas correctas – que a ciência não responde a tudo e que há perguntas fora do âmbito da ciência – infere-se erradamente que se pode responder fora do âmbito da ciência sem contradizer a ciência. Este erro deve-se à confusão entre a hipótese como pergunta, por exemplo &#8220;será que o bem é justiça?&#8221;, e a hipótese apresentada como uma resposta ou afirmação: &#8220;o bem é a justiça.&#8221; Porque qualquer afirmação factual cai numa de três categorias. Se há evidências que a favorecem em detrimento das alternativas, justifica-se aceitá-la como verdadeira. Se as evidências suportam melhor uma alternativa, deve-se rejeitar a hipótese em favor dessa outra. E se não há dados que distingam as alternativas não se deve defender nenhuma como mais correcta que as outras. Por isso, à pergunta &#8220;será que o bem é justiça?&#8221; a ciência não pode responder nem sim nem não porque não tem um critério objectivo para avaliar estas respostas. Mas a afirmação &#8220;o bem é justiça&#8221; a ciência pode classificar: é uma afirmação para a qual não há evidências e que, enquanto afirmação sobre os factos, não deve ser considerada mais verdadeira que as alternativas.</p></blockquote>
<p>Errou, mas errou FEIO!</p>
<p>Eu avisei que isso de professor maluquinho de inteligência artificial, que FINGE ser divulgador de ciência, uma hora ia dar merda&#8230;</p>
<p>Acho que a ciência não vai gostar de ver o Ludwig escrevendo tanta bobagem sobre ela.</p>
<p>Ele faz todo um discursinho clichê tentando tratar a questão &#8220;será que o bem é justiça?&#8221; como uma HIPÓTESE CIENTÍFICA (de novo, o mesmo estratagema que ele aprendeu com Dawkins), sem sequer demonstrar epistemologicamente por que essa deveria ser uma questão científica.</p>
<p>Só depois disso é que ele poderia partir para a argumentação seguinte.</p>
<p>E, se ele não fez isso, é sinal de que ele tem muito ainda o que aprender sobre metodologia científica.</p>
<p>Regra básica: não se inicia um estudo, sem antes definir o escopo do estudo, e a justificativa para ele. Detalhe: o domínio em questão também deverá ser definido.</p>
<p>Ele não fez absolutamente nada disso.</p>
<p>Usou apenas uma retórica barata dawkinista, mas não passou pelo estágio inicial e fundamental, que é definir a questão como científica.</p>
<p>Daí ele conclui que a afirmação resultante (&#8220;o bem é justiça&#8221;) é uma afirmação para a qual não há evidências. E, segundo ele, não deve ser considerada mais verdadeira que as alternativas.</p>
<p>Ué, como então ele pode validar o discurso neo ateu de que a religião é má? Se ele nem sequer definiu o bem CIENTIFICAMENTE?</p>
<p>Esse é apenas um dos tiros no próprio pé que ele dá.</p>
<p>Se ele usar o discurso baseado no cientismo, não há validade para mais praticamente nada em âmbitos morais, e nem para a própria ciência. O que, é claro, algo resultante da idéia de jerico dele.</p>
<p>E ele não larga o osso:</p>
<blockquote><p>Perguntar sobre as intenções de deus, a natureza da alma ou se usar o preservativo vai contra o dom-de-si-mesmo do Amor enquanto tal é pouco interessante. Tal como a pergunta &#8220;poderá ter havido alguma intervenção sobrenatural na evolução humana?&#8221;, estão fora do âmbito da ciência. Podem ser discutidas por filósofos, teólogos ou qualquer pessoa à espera de vez no barbeiro mas não há forma de lhes identificar a resposta certa. Por isso não é de esperar qualquer conclusão.</p></blockquote>
<p>Notem de onde ele tirou que as questões não são interessantes. Simples: da vontade dele.</p>
<p>Observem o nível do texto argumentativo do sujeito. &#8220;Ah, não isso interessante discutir isso&#8221;.</p>
<p>Obviamente que não serve como argumento.</p>
<p>Aí, é claro, de novo ele parte para o clichê aprendido com Dawkins e afirma que as questões podem ser discutidas por filósofos, teólogos, ou qualquer um, mas as conclusões seriam inúteis.</p>
<p>O argumento é mais ou menos assim</p>
<ul>
<li>(p1) Só há respostas na ciência</li>
<li>(p2) Teólogos e filósofos podem discutir algo</li>
<li>(p3) Teólogos e filósofos não são da ciência</li>
<li>(c) Teólogos e filósofos não chegam a qualquer resposta</li>
</ul>
<p>É mole?</p>
<p>Quem diria que, há poucos meses do ano 2010, após várias décadas em que o positivismo foi para a vala, eu veria um argumento assim?</p>
<p>É claro que esse sujeito não é bom da bola.</p>
<p>Não dá para qualificar a argumentação dele senão uma insanidade generalizada que beira a esquizofrenia.</p>
<p>E ele não pode alegar que é erro de digitação, pois ele se repete. Vejam:</p>
<blockquote><p>Mas se, por um lado, é fácil inventar perguntas que a ciência não consegue responder, por outro lado isto não permite defender qualquer disparate alegando que está fora da ciência. A física não consegue responder à pergunta &#8220;há duendes invisíveis a manipular a interacção de partículas?&#8221; porque não tem forma de determinar se sim ou se não. Mas se afirmarmos que a física de partículas precisa de considerar os duendes invisíveis para que seja duendologicamente correcta, a física pode, e deve, rejeitar esta hipótese como infundada porque nada justifica este acréscimo aos modelos que temos. E dizer que a duendologia sai do âmbito da ciência não adianta de nada.</p></blockquote>
<p>O sujeito é definivamente maluco. Podem meter a camisa de força nele.</p>
<p>Notem o tamanho da megalomania.</p>
<p>Primeiro ele se diz um &#8220;representante da ciência&#8221;.</p>
<p>Não que ninguém tenha nomeado ele, mas, feito doidinho de feira, se acha um &#8220;representante da ciência&#8221;.</p>
<p>Segundo: bradando este cargo, ele começa a definir coisas como &#8220;é da ciência&#8221; ou &#8220;não é da ciência&#8221;, e usa o cientismo para dizer que a ciência deve responder a tudo. E, segundo ele, não há respostas fora da ciência (esse mantra ele repete ad nauseam).</p>
<p>Como megalomania pouca é bobagem, ele diz que as pessoas procuram fazer perguntas para que a ciência não responda.</p>
<p>Mas como pode ser louco a esse ponto?</p>
<p>Será que ele não estudou ciência e suas origens para saber que a ciência, quando surgiu, e até hoje, tinha um ESCOPO DEFINIDO? Portanto não é preciso fazer uma pergunta que a ciência não responda, é simplesmente preciso fazer uma pergunta e ESTUDAR o âmbito em que ela será respondida. Será que ele fugiu tanto da realidade que acha que antes de fazer uma pergunta alguém deve pensar &#8220;será que a ciência responde ou não?&#8221;. A postura dele é injustificável.</p>
<p>Para variar, resta o discurso infantilóide, ao final, que não surpreende nesse tipo de mentalidade obtusa.</p>
<p>A pérola-mor vem ao final:</p>
<blockquote><p>É isto que acontece com a teoria da evolução e a teologia católica. As perguntas por deuses e almas são teológicas e estão fora da ciência. Mas as respostas já não. Ao afirmar que «a emergência dos primeiros membros da espécie humana representa um acontecimento que não é susceptível de uma explicação puramente natural», os teólogos caem no meio da ciência, que avalia todas as afirmações acerca da realidade à luz das evidências. E esta afirmação a ciência rejeita por razões perfeitamente científicas: não há nada de especial na nossa espécie que exija colar um apêndice de sobrenatural à teoria da evolução. A teoria está bem como está e a alma do Homo erectus faz tanta falta como os duendes das partículas.</p></blockquote>
<p>Só posso chamar isso aqui de OANI = <strong>O</strong>bjeto <strong>A</strong>rgumentativo <strong>N</strong>ão <strong>I</strong>dentificado.</p>
<p>Ao Ludwig: ô burrinho, vá estudar lógica!</p>
<p>Se a questão está fora do âmbito da ciência, a única resposta seria a seguinte: &#8220;não dá para dizer cientificamente nada a respeito de algo sobrenatural relacionado à alma do Homo Erectus&#8221;.</p>
<p>Isso é TOTALMENTE DIFERENTE de dizer que há um conflito com a teoria da evolução.</p>
<p>Não faz o menor sentido essa argumentação de Ludwig: é aquele &#8220;conflito&#8221; que existe só por não estar no escopo da teoria da evolução (!!!).</p>
<p>A teoria da evolução &#8220;está bem como está&#8221;, como ele diz, mas a teoria SÓ FALA dos aspectos físicos básicos. E nem sequer versa sobre a consciência humana.</p>
<p>A teoria da evolução simplesmente NÃO FALA NADA DISSO.</p>
<p>Justamente por isso que qualquer declaração sobre a alma humana, e o motivo pelo qual os seres humanos possuem uma consciência avançada (e nenhuma outra espécie possui), não estão no âmbito da teoria da evolução. E nem do âmbito da ciência.</p>
<p>Isso mostra que Ludwig tem sérias dificuldades. Ele não só é ignorante quanto à metodologia científica e epistemologia, como também é ignorante em relação à ciência em geral. E, como não poderia deixar de ser, é ignorante quanto à teoria da evolução.</p>
<p>É melhor que ele continue dando aula de Inteligência Artificial.</p>
<p>Para falar de ciência ele não serve&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Il Re e la Benevolenza]]></title>
<link>http://benvenutiinparadiso.wordpress.com/2009/11/22/il-re-e-la-benevolenza/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 15:57:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>silvanasono</dc:creator>
<guid>http://benvenutiinparadiso.wordpress.com/2009/11/22/il-re-e-la-benevolenza/</guid>
<description><![CDATA[Re Rama abbraccia Shri Hanuman Una delle qualità più importanti che dovrebbe avere un re è la benevo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1589" class="wp-caption alignleft" style="width: 217px"><a href="http://benvenutiinparadiso.wordpress.com/files/2009/11/ramahugginghanuman.jpg"><img class="size-medium wp-image-1589 " title="Re Rama abbraccia Shri Hanuman" src="http://benvenutiinparadiso.wordpress.com/files/2009/11/ramahugginghanuman.jpg?w=207" alt="Shri Rama abbraccia Shri Hanuman" width="207" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Re Rama abbraccia Shri Hanuman</p></div>
<p style="text-align:justify;">Una delle qualità più importanti che dovrebbe avere un re è la benevolenza.<br />
La benevolenza è una forma evoluta della saggezza che si esprime attraverso il nostro amore. La benevolenza è la capacità di mettere chiunque a proprio agio indipendentemente dall&#8217;estrazione sociale e dal proprio grado; è quindi anche espressione di umiltà. E&#8217; la capacità di prendere decisioni per il bene di tutti, prima che per il proprio interesse.</p>
<p style="text-align:justify;">Ciò che frena questa qualità dal manifestarsi sono, quindi, la mancanza di responsabilità e all&#8217;estremo opposto il &#8220;senso del dovere&#8221; e il &#8220;senso di responsabilità&#8221; (più chiaramente, &#8220;il sentirsi responsabili&#8221;, come se tutto il mondo fosse sulle nostre spalle).<br />
<!--more-->In questo modo, da una parte tendiamo a diventare negligenti e indulgenti e del tutto ignoriamo le esigenze degli altri e spesso pure quelle di noi stessi. Mentre dall&#8217;altra, tendiamo a diventare duri ed esigenti nei confronti degli altri ed anche di noi stessi; siamo continuamente in uno stato di tensione e ci sentiamo molto legati a ciò che &#8220;dobbiamo essere&#8221; o ciò che &#8220;dobbiamo fare&#8221; e lo pretendiamo anche dagli altri. In questo modo si perde la flessibilità e la capacità di vedere nel cuore della gente.<br />
Al contrario, la benevolenza diffonde dentro di noi come un sentimento leggero e morbido, ogni spigolatura si assottiglia dentro e fuori di noi e ci spinge solo a &#8220;ben volere&#8221;, come suggerisce la parola stessa.</p>
<p style="text-align:justify;">Vediamo che a livello del nostro sistema sottile, questa qualità risiede proprio a livello del cuore (Anahat chakra), nella parte destra. Mentre il Sè, ovvero l&#8217;amore potenziale si trova nella parte sinistra e ci dà la capacità di gioire di noi stessi, l&#8217;amore &#8220;attivo&#8221; o &#8220;manifesto&#8221; si trova nella parte destra e ci dà la capacità di offrire questo amore agli altri.</p>
<p style="text-align:justify;">Una particolare incarnazione Divina si è manifestata migliaia di anni fa nella forma di re perfetto ed è Shri Rama: Egli aveva tutte le qualità del perfetto re ed era capace di qualunque sacrificio per il benvolere del suo popolo. Sulla Sua epica vita è stata scritta un opera: il Ramayana.</p>
<div style="border:1px solid #548ada;"><strong>Ti è piaciuto l&#8217;articolo? <a title="Clicca su Ok per votarmi!" href="http://oknotizie.virgilio.it/info/20641ae8727852b0/il_re_e_la_benevolenza.html" target="_blank">Vota Ok oppure No.</a> </strong><strong>Grazie!</strong></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El problema con la comunidad Linux]]></title>
<link>http://fausto23.wordpress.com/2009/11/20/el-problema-con-la-comunidad-linux/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 00:02:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>fausto23</dc:creator>
<guid>http://fausto23.wordpress.com/2009/11/20/el-problema-con-la-comunidad-linux/</guid>
<description><![CDATA[Hay mucho fanatismo en el mundo. La gente se emociona por nada -cosas sin sentido-. Las cosas realme]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p>Hay mucho <strong>fanatismo</strong> en el mundo. La gente se emociona por nada -cosas sin sentido-. Las cosas realmente importantes y relevantes  son ignoradas.</p>
<p>Pero la razon es clara &#8211; los verdaderos problemas son ignorados, porque ¿que es mas imporante para mi? <strong>YO</strong></p>
<p>Asi que olvida los verdaderos problemas, ten cuidado con lo que dices sobre mi distribucion (religion, posicion politica, equipo, carro, etc), ya que lo que estas diciendo, lo dices sobre <strong>MI</strong>.</p>
<p>Recuerda, es <strong>MI</strong> distribucion (religion, equipo, etc, etc.) <strong>YO</strong> la escogi. En ese caso si es menos que perfecta, entonces soy menos que perfecto y es algo que <strong>YO</strong> no puedo aceptar.</p></blockquote>
<p><em>Comentario publicado en <a href="http://broadcast.oreilly.com/2009/11/the-problem-with-the-linux-com.html">O&#8221;Reilly Broadcast </a>acerca de la reacción de &#8220;fans from hell&#8221; sobre una reseña de openSUSE 11.2 en <a href="http://distrowatch.com/weekly.php?issue=20091116&#38;mode=67">Distrowatch</a>.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ser Fan es algo extremo.]]></title>
<link>http://justkar.wordpress.com/2009/11/19/ser-fan-es-algo-extremo/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 04:49:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>justkar</dc:creator>
<guid>http://justkar.wordpress.com/2009/11/19/ser-fan-es-algo-extremo/</guid>
<description><![CDATA[Ya sea que tu idolo sea un cantante, actor, actiz, bailarin, pintor, hasta cocinero no lo sé, siempr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ya sea que tu idolo sea un cantante, actor, actiz, bailarin, pintor, hasta cocinero no lo sé, siempre hay personas o cosas  a las que admiramos, yo me considero fanática de muchas cosas en especial de la música y el baile, pero jamás he considerado a hacer algo extremo para demostrar mi fanatismo por algo, como esta chava que se tatuo una de las tantas frases memorables que existen en la saga vampirezca que todos conocemos.</p>
<p><a href="http://justkar.wordpress.com/files/2009/11/twitat__opt.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-754" title="tattoo" src="http://justkar.wordpress.com/files/2009/11/twitat__opt.jpg" alt="" width="410" height="454" /></a></p>
<p>No sé si decir que ocurrencia la de ella, o si realmente esta conciente de lo que lleva en el cuerpo, o si realmente esto era necesario, digo cada quien tiene su manera de demostrar su fanatismo, pero ¿Qué crees que sería lo más extremo que harías por demostrar tu fanatismo por algo o alguién?, ¿Alguna vez has pensado que ser fanático es algo extremo?, ¿Crees que esos fans que dan todo por lo que adoran exageran?&#8230;</p>
<p>¿Tú qué harías por ser el fan Nº1?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Operazione Bianco Natale]]></title>
<link>http://zamparini.wordpress.com/2009/11/18/operazione-bianco-natale/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 12:12:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>zamparini</dc:creator>
<guid>http://zamparini.wordpress.com/2009/11/18/operazione-bianco-natale/</guid>
<description><![CDATA[Lo vogliono morto, crocifisso e appeso ai muri di scuole, tribunali e uffici pubblici. Multe, minacc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://zamparini.wordpress.com/files/2009/11/kkkchristmas.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1696" title="kkkchristmas" src="http://zamparini.wordpress.com/files/2009/11/kkkchristmas.jpg?w=263" alt="" width="263" height="300" /></a></p>
<p>Lo vogliono morto, crocifisso e appeso ai muri di scuole, tribunali e uffici pubblici. Multe, minacce e botte a chi non e&#8217; d&#8217;accordo. Cosa diceva quel povero Cristo non importa, il Natale <em>&#8220;non è la festa dell&#8217;accoglienza, ma della tradizione cristiana, della nostra identità&#8221;</em>. Parola dell&#8217;assessore leghista alla sicurezza, Claudio Abiendi, del comune di Coccaglio (Brescia), dove i vigili vanno casa per casa a suonare il campanello degli extracomunitari; se hanno il permesso di soggiorno scaduto, RAUS! Il sindaco Franco Claretti spiega, <em>&#8220;Da noi non c&#8217;è criminalità, vogliamo soltanto iniziare a fare pulizia&#8221;</em>. Etnica. L&#8217;<a href="http://www.repubblica.it/2009/11/sezioni/cronaca/natale-a-coccaglio/natale-a-coccaglio/natale-a-coccaglio.html" target="_blank">operazione Bianco Natale</a> ha avuto l&#8217;appoggio convinto dello stato maggiore del partito. <em>&#8220;Il ministro Maroni è un uomo pratico</em> &#8211; dice Claretti &#8211; <em>ci ha dato dei consigli per attuare il provvedimento senza incorrere nei soliti ricorsi ai giudici&#8221;. </em>Però! <em><br />
</em></p>
<p>Razzismo e nazionalismo, xenofobia e intolleranza ormai sono titoli di merito per la carriera di ottusi, fanatici e ignoranti che si occupano della cosa pubblica, medaglie da esibire alle parate e ai raduni delle camice verdi, brune o nere. Episodi agghiaccianti si rincorrono quotidianamente ma non fanno piu&#8217; rumore; come in altri tempi non molto lontani, la crisi economica aumenta la spirale d&#8217;odio e paura in un paese tribale che ha sempre rifiutato la cittadinanza e dove la politica, l&#8217;informazione e gli intellettuali di regime stanno da tempo normalizzando l&#8217;impensabile cosí da rendere accettabile cio&#8217; che la ragione condanna. Ma in Italia quella ragione e&#8217; addormentata, forse in coma profondo; chi prova a restare sveglio viene tacciato, deriso e apostrofato come Cassandra. Il fanatismo e l&#8217;ignoranza stanno preparando la strada alla tirannide. L&#8217;<a href="http://zamparini.wordpress.com/2009/11/17/puzza/" target="_blank">avventura</a> continua, buon Natale.</p>
<p><strong><em>P.S. </em></strong>Sulla proposta di legge bipartisan per dare il voto amministrativo agli immigrati che risiedono regolarmente in Italia da almeno 5 anni, <a href="http://www.corriere.it/politica/09_novembre_18/immigrati-legge-bipartisan-veltroni-perina-bossi-contrario_04db24a6-d455-11de-a0b4-00144f02aabc.shtml" target="_blank">interviene</a> il ministro Umberto Bossi, <em>führer</em> della Lega:</p>
<blockquote><p>Lo stesso Senatùr, <strong>Umberto Bossi</strong>, ha spiegato a chi gli chiedeva un commento sull&#8217;iniziativa che «noi restiamo della nostra idea» ovvero che «gli immigrati devono essere mandati a casa loro» perché «non c&#8217;è lavoro nemmeno per noi&#8230;»</p></blockquote>
<p>Vi ricorda qualcosa?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Técnica: Se estão contra o Dawkins, ele está certo]]></title>
<link>http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/11/18/tecnica-se-estao-contra-o-dawkins-ele-esta-certo/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 00:01:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>lucianohenrique</dc:creator>
<guid>http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/11/18/tecnica-se-estao-contra-o-dawkins-ele-esta-certo/</guid>
<description><![CDATA[Essa técnica é quase um inverso da falácia ad populum. Na falácia ad populum tradicional, há o apelo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2041" title="inversao_completa" src="http://neoateismodelirio.wordpress.com/files/2009/11/inversao_completa1.jpg" alt="" width="212" height="150" /></p>
<p>Essa técnica é quase um inverso da falácia ad populum.</p>
<p>Na falácia ad populum tradicional, há o apelo à um número de pessoas em acordo com o objetivo de validar alguma idéia.</p>
<p>Nesta técnica, é praticamente o inverso: o neo ateu, quando está sem argumentos, afirma que se um grande número de pessoas está contra o Richard Dawkins, isso seria sinal de que ele &#8220;estaria certo&#8221;.</p>
<p>E não raro ainda emendam com a seguinte máxima: &#8220;se estão reclamando dele, isso é sinal de que ele está incomodando, e portanto está certo&#8221;.</p>
<p>Como já dito, isso tende a ocorrer em uma situação em que um ou mais argumentos de Dawkins estejam totalmente demolidos. Ao invés de partir para outra argumentação ou reconhecer o erro, lançam esse estratagema.</p>
<p>O caso é que a técnica é bastante ingênua, pois pode ser muito bem usado CONTRA não só Dawkins como os neo ateus.</p>
<p>Vejamos: há um grande número de neo ateus contra a religião. Sendo assim, a religião está incomodando. E, portanto, estaria correta. Isso é claro, em uma aplicação do mesmo estratagema.</p>
<p>Não passa, é claro, de uma falácia, pois um grande número de pessoas contra uma idéia ou pessoa não é evidência da validade respectiva.</p>
<p>Um outro exemplo, mais pertinente: há um grande número de judeus que (justamente) se revoltam com propagandas anti-semitas que costumam questionar a ocorrência do Holocausto.</p>
<p>É possível que judeus se juntem e refutem tais argumentações.</p>
<p>Um nazista poderia afirmar que os judeus que se incomodaram, estariam, então, reclamando da acusação revisionista, portanto essa acusação estaria incomodando. Isso resultaria na idéia de que a acusação estaria correta.</p>
<p>Como se nota, é uma idéia de jerico.</p>
<p><strong>Refutação</strong></p>
<ul>
<li>NEO-ATEU: Vocês, teístas, estão lançando vários livros refutando o Dawkins. Estão dando atenção demais a ele!</li>
<li>REFUTADOR: Natural, pois há argumentos ruins e difamatórios na obra ele. Os religiosos devem mesmo se defender da difamação.</li>
<li>NEO-ATEU: Nada disso! Se vocês estão reclamando, é porque ele está incomodando. Isso mostra que ele está certo!</li>
<li>REFUTADOR: Sendo assim, e se vocês neo ateus só ficam reclamando da religião, é por que ela está incomodando. Isso mostra que ela está certa!</li>
</ul>
<p>[Obviamente essa não é a refutação em si. É apenas uma paródia da declaração do neo-ateu, para que seja exposto o tamanho do absurdo declarado por ele para a platéia que acompanha o debate. Em seguida à essa resposta, convém explicar ao neo ateu que as premissas ("um grupo de pessoas contra Dawkins" mais "isso é sinal de incômodo") não sustentam a conclusão de que isso resultaria no fato dele estar correto]</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Estratagema usado em grande quantidade, sendo principalmente utilizado em comunidades de neo ateístas de idolatria ao Richard Dawkins. Após o início das refutações ao livro &#8220;Deus, Um Delírio&#8221;, terem sido iniciadas neste blog, várias vezes os neo ateus de comunidades como UNA, Richard Dawkins Brasil e outras comunidades neo ateístas fizeram uso deste estratagema.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SEPTEMBER DAWN, 2006 di Cristopher Cain ]]></title>
<link>http://giampierofichera.wordpress.com/2009/11/17/september-down-cristopher-cain-2006/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:04:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Knockout</dc:creator>
<guid>http://giampierofichera.wordpress.com/2009/11/17/september-down-cristopher-cain-2006/</guid>
<description><![CDATA[L’11 settembre 1857 durante il viaggio verso Ovest, una carovana di pionieri attraversa lo Utah, ter]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://giampierofichera.wordpress.com/files/2009/11/10m.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-556" title="10m" src="http://giampierofichera.wordpress.com/files/2009/11/10m.jpg?w=108" alt="" width="108" height="150" /></a></p>
<p>L’11 settembre 1857 durante il viaggio verso Ovest, una carovana di pionieri attraversa lo Utah, territorio mormone.</p>
<p>Ma, in California, non arriverà mai. “L’ American Dream” viene brutalmente spezzato dagli “Illuminati”, i mormoni , i quali nel “nome di Dio” massacrano 137 coloni, di cui 17 bambini, 22 donne e 13 vecchi.</p>
<p>Un 11 settembre, dimenticato, nella Storia Americana riportato a galla dal regista Christopher Cain e magistralmente interpretato da un  grande Jon Voight.</p>
<p>L’attore intervistato a proposito ha dichiarato:</p>
<p>“ Quell’11 settembre di 150 anni fa riguarda tutti noi, alle prese con i fanatismi religiosi che inquinano il mondo. Il film non è sui mormoni, ma sulle ideologie dell’intolleranza, sulle intrusioni della religione nella politica e nel destino dei popoli, sugli estremismi fondamentalisti e le violenze che provocano”</p>
<p><span style="font-family:Georgia;font-size:xx-small;">☼ 24 gennaio 2008</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Perseguindo um sonho (FALTA CRÉDITO E LINHA-FINA)]]></title>
<link>http://redatoronline.wordpress.com/?p=1467</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 10:46:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>camiladallacosta</dc:creator>
<guid>http://redatoronline.wordpress.com/?p=1467</guid>
<description><![CDATA[Todo ídolo possui fãs que o seguem pelo mundo todo, alguns o amam, outros o imitam, mas outros simpl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Todo ídolo possui fãs que o seguem pelo mundo todo, alguns o amam, outros o imitam, mas outros simplesmente fazem de tudo para tornar a sua própria vida algo mais parecido ou mais perto de seu ídolo. Essas pessoas se caracterizam como fanáticos e mudam totalmente suas vidas, hábitos, costumes e vestuário para se parecerem ou se relacionarem com seus ídolos.</p>
<p>Os fanáticos normalmente fazem parte de grupos, associações ou entidades que buscam pesquisar todos os aspectos e acontecimento na vida de suas celebridades (para se informar sobre sua vida e acompanhar, mesmo que de longe, fatos marcantes da vida da pessoa).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1983" title="backstreetboys" src="http://redatoronline.wordpress.com/files/2009/11/backstreetboys.jpg" alt="backstreetboys" width="298" height="300" /></p>
<p>Caroline Menezes,16, fã dos Backstreet Boys, conta que passou uma semana dormindo na fila de uma apresentação da banda no Brasil em 2009. Ela chegou até mesmo a tatuar em seus próprios braços o nome de seus ídolos. “Não conseguia simplesmente vestir camisetas, sentia que faltava algo, agora não importa onde eu esteja, olho e vejo eles comigo.”</p>
<p>Os fanáticos podem chegar a atitudes extremas que colocam em risco sua integridade física. Alguns chegam a se atirar na frente de ônibus ou vans, apenas para tentar chegar um pouquinho mais perto de seus ídolos.</p>
<p>Um dos mais conhecidos fãs clube no Brasil, do cantor Bon Jovi, é o Living in Sin, criado pela Nancy Munhoz, 41, ou Nany Bon Jovi como prefere ser chamada. Ela divulga todos os acontecimentos, patrocina eventos para os fãs como excursões, passeios e até reuniões para ouvir as músicas do cantor. “Muitas pessoas que me mandam e-mail ou se associam ao fã clube já terminaram casamentos, perderam empregos, venderam grande parte de suas posses, apenas para seguir a banda em turnês.”</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1986" title="jon_bon_jovi" src="http://redatoronline.wordpress.com/files/2009/11/jon_bon_jovi.jpg?w=225" alt="jon_bon_jovi" width="225" height="300" /></p>
<p>Exemplo disto é o caso de Reginaldo Pereira, 36, que é fã e associado do fã clube Living in Sin, que se casou aos 30 anos e agora é divorciado porque sua esposa não entendia sua nova tendência. “Nunca fui muito fã de nada, mas um ano após meu casamento conheci um amigo de minha mulher que me introduziu a este fã clube e comecei a me mergulhar na vida de Bon Jovi. Quando veio ao Brasil queria muito ir em sua turnê, minha esposa não compreendeu e entramos em um acordo que devíamos nos separar.”</p>
<p>De onde vem essa fixação por essas celebridades que transformam a vida de pessoas? Para a psicóloga Ana Cristina Sampaio &#8220;são inúmeros os motivos que levam uma pessoa a tornar-se um fanático Isso pode acontecer por conta de inseguranças, frustrações, falta de auto-conhecimento, carência afetiva, entre outros, dependendo das vivências existenciais de cada um. A pessoa usa do mecanismo de projeção para se realizar através de outra pessoa. Projeta sucesso, força, beleza, entre outros atributos. “</p>
<p>A psicóloga revelou que sua filha mais nova está se tornando uma fã da banda NX Zero e está sendo difícil conviver com este comportamento, ela espera que a fase passe.</p>
<p>Sites Relacionados:</p>
<p><a href="http://nbongiovi.iespana.es/">http://nbongiovi.iespana.es/</a> &#8211; blog Living by Sin</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ANUNCIOS de MEDICAMENTOS y TRATAMIENTOS milagrosos?? Aprende a IDENTIFICARLOS!!!]]></title>
<link>http://papaesceptico.com/2009/11/16/anuncios-de-medicamentos-y-tratamientos-milagrosos-aprende-a-identificarlos/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 06:58:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Papa Esceptico</dc:creator>
<guid>http://papaesceptico.com/2009/11/16/anuncios-de-medicamentos-y-tratamientos-milagrosos-aprende-a-identificarlos/</guid>
<description><![CDATA[Hoy andaba viendo la tele, cuando de repente veo algo que me elimina mis toxinas inexistentes, cambi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;"><img class="alignleft" title="tv quack" src="http://sharetv.org/images/quack_pack-show.jpg" alt="" width="220" height="172" /><em><strong>Hoy andaba viendo la tele, cuando de repente veo algo que me elimina mis toxinas inexistentes</strong></em>, cambie de Canal y otro producto mas que me hace sentir con mas energía y mejora mi sistema inmunológico, de repente uno que me cura todo y me devuelve mi vitalidad bioenergética, seguí cambiando y vi un aparato que me hace bajar de peso sin moverme de mi lugar, posteriormente unas gotas mágicas de un hongo michoacano que me cura hasta el cáncer! mas tarde en un anuncio vi un cepillo milagroso lleno de foquitos rojos que dicen que son infrarrojos y te hacen crecer el cabello, junto con un atomizador que sin tocar tu cuero cabelludo lo estimula y te hace crecer pelo en todos lados, pero ten cuidado que no te caiga en las manos, pues las manos peludas dicen que significan otras cosas…. caray ya me estaba volviendo loco con tanta maravilla, queriendo marcar y llevarme esas ofertas y ser uno de los primero 50 en adquirir el producto, y si soy uno de los  afortunado me regalan el doble de producto!!!! WOW, Me debo de apurar también pues el TE chino esta escaso en todo el mundo y debo actuar rápido para obtenerlo y bajar de peso milagrosamente, aparte si hablo rápido me regalan 60 bolsitas! Y de repente cambie de canal y vi un aparato que sin cargo alguno incluyen el cargador para conectarlo a la corriente y su bolsita de peluche incluida si COSTO extra, que considerados son! Pues aparte de todas sus maravillas que dicen, tambine te alinean la chakras, la columna, con la energía biomagnetica colocada cerca del oído hace que salgan algo muy duro de tu pantalón… QUE MARAVILLAS!!!! YO QUIERO UNA…. En serio????</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Si alguien ve la tele en la noche o en la mañana, lo que más van a encontrar son productos de dudosa calidad, productos que se hacen llamar “<strong>Medicamentos</strong>” y no tiene ni de donde llamarse medicamentos, pues son productos “<strong>naturales</strong>” que según dicen no hacen daño, pero me pregunto, el arsénico es natural, también el cloro, mercurio… el excremento es natural! Porque no comerlo? Pero todas estas Quakerias son realidades? La verdad es que el 99.9% de esto que se ve en la tele NO SIRVEN para nada, excluyendo las cosas para cocinar, pero eso solo sirve para sacarte el dinero, pues son aparatos que usas 1 vez al año, pero no son dañinos a la salud, y si quieres comprar tu aparato para hacer sándwiches en forma de pelota de ping &#8211; pong.. adelante! Pero si quieres comprar productos que son dirigidos a tu cuerpo y tu salud, donde se dicen medicamentos y atacan el cáncer, tumores, diabetes y demás cosas, te recomiendo NO los toques, ni desperdicies tu dinero en eso, pues la gran mayoría de estos productos pueden llegar enfermarte, e inclusive matarte.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">En la siguiente pagina tengo una lista de cómo identificar los productos que no sirven, podrán ver las diferentes banderas rojas que podemos reconocer al ver diferentes productos en el mercado, se puede escuchar muy bonito que algo te quita enfermedades, o que detiene el cáncer, pero ¿cómo podemos identificar si algo no funciona? Bueno para esto he estado realizando una serie de preguntas y formas de identificar las banderas rojas en las Quakerias y productos chatarra y sobre todo la Pseudo-ciencia, como identificar esto? Bueno pasen a esta página y entérense como identificar estas tonterías…</span></p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://papaesceptico.com/medicina-alternativa/como-identificar-productos-pseudocientificos-milagrosos-y-quakerias-que-no-funcionan/"><span style="color:#000000;">dale click al PATO para ver como identificar a CHARLATANES Y PSEUDOCIENCIA ENTRE OTRAS MUCHAS COSAS&#8230;</span></a></strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><a href="http://papaesceptico.com/medicina-alternativa/como-identificar-productos-pseudocientificos-milagrosos-y-quakerias-que-no-funcionan/"><img class="aligncenter" title="EL DOCTOR EN QUAKERIA" src="http://www.noprescriptioneeded.com/online-pharmacy-blog/wp-content/uploads/2009/04/quack_small.jpg" alt="" width="200" height="289" /></a></span></p>
<h6 style="text-align:center;">Derechos: ®<a href="http://papaesceptico.com/"> http://papaesceptico.com/ </a>2009<em> </em></h6>
<h6 style="text-align:right;"><em>Daniel Zepeda</em></h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tolerancia no: fusión]]></title>
<link>http://loscirculosdeplomo.wordpress.com/2009/11/13/tolerancia-mejor-fusion/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 12:16:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>loscirculosdeplomo</dc:creator>
<guid>http://loscirculosdeplomo.wordpress.com/2009/11/13/tolerancia-mejor-fusion/</guid>
<description><![CDATA[A todo negro presente Yo le voy a aconsejar Que combine los colores Que la raza es natural Que un ne]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A todo negro presente Yo le voy a aconsejar Que combine los colores Que la raza es natural Que un ne]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Qué eres capaz de hacer por tus ídolos? o.o]]></title>
<link>http://allnevermind.wordpress.com/2009/11/07/%c2%bfque-eres-capaz-de-hacer-por-tus-idolos-o-o/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 15:06:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>XLGT</dc:creator>
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<description><![CDATA[Muchos, muchas veces nos hemos sentido identificados con esta, esta y la otra banda&#8230;no ? o.o p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="color:#008080;">Muchos, muchas veces nos hemos sentido identificados con esta, esta y la otra banda&#8230;no ? o.o pues bien, muchas veces desatamos la locura loco* disque* por verlos y nos miran feo e_e pero al final nos vale zi* brazo* y hacemos lo que se nos de la gana con tal de poder verlos un momento, de estar cerca de ellos, de sentir sus babas mojando nuestras caras cuando estamos en primera fila leng* baba* y somos felices con eso n_n. Ahora bien&#8230;¿hasta que punto seríamos capaces de llegar?.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#008080;">Sé que muchos han llegado enfermos a los conciertos, otros se han mojado, algunos trabajan a full para conseguir dinero y así&#8230;compramos sus discos originales o.o ¿qué podría ser más extremo? ¿Pensaste que habías hecho de todo por tus ídolos? Entonces dinos que te parece la locura que desataron estos fanaticos de Dir En Grey durante esta semana a la espera del concierto del grupo japonés en Chile:</span></strong><br />
<!--more--><br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Xo0wf9YHfhU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Xo0wf9YHfhU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><strong><span style="color:#008080;"><strong><span style="color:#008080;">¿Serías capaz de hacer algo así? xD yo lo haría&#8230;dependiendo del grupo&#8230;</span></strong></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#008080;"><strong><span style="color:#008080;">y tú ? que eres capaz de hacer ?</span></strong></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EL TOTALITARISMO ISLÁMICO EN EL CORÁN]]></title>
<link>http://ramrockmanchesterunited.wordpress.com/2009/11/06/el-totalitarismo-islamico-en-el-coran/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 19:47:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>ramrockmanchesterunited</dc:creator>
<guid>http://ramrockmanchesterunited.wordpress.com/2009/11/06/el-totalitarismo-islamico-en-el-coran/</guid>
<description><![CDATA[Mas claro, agua, lo malo es que para los obtusos (como por ejemplo, Zapatero) hasta el agua es turbi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>Mas claro, agua, lo malo es que para los obtusos (como por ejemplo, Zapatero) hasta el agua es turbia si no va del mismo lado de sus gilipolleces.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Alianza de Civilizaciones, ¡¡ja!!, ¿civilización el ISLÁM?, si, y el Rayo Vallecano campeón de la Champions, ¿no te jode?.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> </strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-775" title="firmaseria1" src="http://ramrockmanchesterunited.wordpress.com/files/2009/11/firmaseria11.png" alt="firmaseria1" width="143" height="42" /></p>
<p id="contenido">¿Y esa consigna de no “demonizar” al Islam, como si los atentados del 11 de septiembre no hubieran sido realizados en su nombre? ¿No es Ben Laden y sus sahid quienes lo demonizan ofreciendo una imagen de salvajismo e inhumanidad? Arma suprema de los islamo-fundamentalistas, lo islámicamente correcto sitúa como postulado que el ‘verdadero Islam’ no puede ser más que ‘tolerante’ y ‘pacífico’ puesto que el Corán es un ‘texto de paz y amor’. Muhamad Alí, el boxeador Casius Clay, lo proclamó en el homenaje a las víctimas: “el Islam es la paz”. Esta especie de consigna rechaza cualquier análisis argumentado para desentrañar las raíces coránicas y teológicas del islamismo radical, del terrorismo suicida, como “intolerancia racista”. En vez de exorcizar el desviacionismo de los terroristas suicidas se sataniza la crítica. Los atentados se convierten en un acto de propaganda de ¡un Islam limpio de todo pecado! El fanatismo y el oscurantismo islámico justifican por tanto, en el nombre de Dios, la lapidación de las mujeres en Irán, Sudán o Mauritania, el exterminio de los cristianos en Indonesia, la degradación de las mujeres en Afganistán o la liquidación de los blasfemos y los católicos en Pakistán, muestras todas ellas de tolerancia, paz y amor, hasta el punto de que lo coherente sería pedir la aplicación de la sharia en nuestras naciones occidentales. ¿Por qué tanto silencio ante las flagrantes lesiones a los derechos humanos en las naciones islámicas “moderadas”? ¿Es una excepción cultural, una manifestación de una cultura distinta, satanizar el sexo, hasta lapidar a las adúlteras? ¿La no discriminación por razón de sexo es acaso una costumbre occidental? Afganistán, ese “régimen vomitivo” donde la mujer ha de morir sin recibir atención sanitaria, y ¿Arabia Saudí, donde tienen prohibido conducir? ¿Estaba entonces bien aquello de la mujer con la pata quebrada? El imán de Fuengirola publicó un libro recomendando los castigos corporales a la mujer, como, por otra parte, recomienda el Corán. ¿Dónde queda lo del terrorismo doméstico? ¿Alguien se imagina la justa indignación nacional si un párroco católico saliera por donde el imán de Fuengirola? Pues ese señor es quien selecciona a los profesores y profesoras, nunca los sexos juntos, de las clases de musulmán en los colegios de Málaga. La postmodernidad, el estructuralismo y los políticamente correcto han acostumbrado a las gentes a esa doble moral, a ese relativismo ético, consecuencia directa del cultural. Al margen de tanto tópico, las razones de la violencia tienen raíces muy profundas en El Corán. Es un texto asequible, de fácil estudio, ¿por qué mantener que el Islam es la paz cuando una de cada dos azoras chorrea sangre?.</p>
<p><strong>MAHOMA, CAUDILLO MILITAR</strong></p>
<p>Mahoma fue al tiempo un líder espiritual y un caudillo militar. Bajo su mandato, los islamitas fueron perseguidos y perseguidores. De forma similar al pueblo hebreo en su éxodo y su toma de posesión de la tierra prometida, los islamitas combatieron y se impusieron sobre sus adversarios por las armas. Ese ambiente bélico, de violencia y propaganda, impregna el Corán.</p>
<p>Exiten sobre Mahoma prolijas biografías en donde se reseñan sus hechos más notables y sus cualidades de estadista, pues en la última etapa de su vida fue básicamente un organizador. Dotó a las tribus de la península arábiga de una férrea unidad y una misión, que se tradujo a las pocas décadas de su muerte en una impresionante expansión por Asia y África del Norte hasta la península ibérica. Mahoma, “el alabado”, nació alrededor del año 580. Huérfano desde joven, casó con la rica Jadicha, que lo doblaba en edad y a quien ayudó en la administración comercial de sus bienes. Del matrimonio nacieron cuatro hijas y varios hijos varones, muertos a corta edad. A Mahoma no le sobrevivió ningún hijo varón de sus quince mujeres, como reseña El Corán. La actual Arabia Saudí era entonces una fragmentada colección de tribus –él pertenecía a los hachemitas, un clan prestigioso, pero de poder reducido-, con religiones politeístas relacionadas con cada clan, con centro religioso y comercial en La Meca, donde se veneraba la Kaaba, una piedra negra a la que se supone un aerolito, rodeada de ídolos de las numerosas divinidades adoradas por los beduinos. Convivían también comunidades de dos religiones monoteístas, la hebrea y la cristiana, y había seguidores de credos asiáticos como el de Zoroastro.</p>
<p>Fue en el año 610 cuando recibió su primera revelación en el monte Hira. Según Tabari, historiador musulmán (839-923), comunicó a su mujer “Oh Kadija, temo volverme loco. ¿Por qué?, preguntó ella. Porque veo en mí los signos de un poseído: cuando camino oigo voces que vienen de cada piedra y de cada colina, y por la noche veo en sueños un ser enorme que se presenta ante mí, un ser cuya cabeza alcanza al cielo y cuyos pies tocan la tierra”. Un lunes se le apareció un ángel de Dios, Gabriel. “Se presentó ante él y le dijo: ¡La bendición sea contigo, oh Mahoma, apóstol de Dios! Mahoma se asustó y se puso de pie pensando que había perdido el juicio. Se dirigió hacia la cumbre para matarse arrojándose desde lo más alto. Pero Gabriel le tomó entre sus alas, de modo que no podía avanzar ni retroceder. Y entonces le dijo: ¡Oh Mahoma, no temas, porque tú eres el profeta de Dios, y yo soy Gabriel, el ángel de Dios!. Mahoma permaneció inmóvil entre las dos alas, y Gabriel continuó: ¡Oh, Mahoma recita: en nombre de tu Señor, que ha creado todo, que ha creado el hombre a partir de un coágulo de sangre!”. Gabriel le entregó la primera sura del Corán, denominada <em>Iqra</em>, el credo musulmán: “La alabanza a Dios, Señor de los mundos. El Clemente, el Misericordioso, Rey del Día del Juicio. A ti adoramos y a ti pedimos ayuda. Condúcenos al camino recto, camino de aquellos a quienes has favorecido, que no son objeto de tu enojo y no son los extraviados”.</p>
<p>“Mahoma descendió de la montaña. Fue invadido de un fuerte temblor y volvió a casa, repitiéndose a sí mismo las palabras del ángel. Estas le daban confianza, pero temblaba con todo el cuerpo debido al temor y al terror que le había inspirado Gabriel. Ya en la casa dijo a su mujer: el mismo que se me había aparecido de lejos se me ha presentado hoy delante. ¿Qué te ha dicho?, le preguntó Jadicha. Me ha dicho: Tú eres el profeta de Dios y yo soy Gabriel, y me ha recitado esta sura. Jadicha, que había leído viejas escrituras y conocía historias de profetas, sabía también el nombre de Gabriel. Mahoma fue dominado acto seguido por un agudo frío, inclinó la cabeza y dijo a su mujer: ¡Cúbreme, cúbreme!. Ella le cubrió con un manto, y él se durmió”[1].</p>
<p>El Corán prácticamente no da detalles de las revelaciones de Mahoma, luego enriquecidas literariamente por sus seguidores. Con frecuencia se trataba de locuciones intelectuales difíciles de determinar, acompañadas por fenómenos físicos descritos por la tradición: palidecía, su frente se llenaba de sudor y entraba en un estado de semiinconsciencia. A veces caía en tierra, como fulminado de una irrupción que no se juzgaría natural. “Para Teófano todos estos síntomas no eran más que el reflejo externo de un ataque de epilepsia”[2]. “Quienes consideran los hechos desde fuera de la tradición musulmana mantienen, como es de esperar, una postura escéptica sobre el origen último de las iluminaciones experimentadas por Mahoma. Ha habido autores que las han atribuido a un psiquismo patológico, pero de gran brillantez y originalidad. Otros han hablado de alucinaciones, mientras que algunos piensan que estamos ante una mente que no consigue siempre distinguir entre lo imaginario y lo real”[3]. En cualquier caso, Mahoma siempre creyó con gran fuerza en su misión y en la veracidad de los mensajes.</p>
<p>En un primer momento, “no quiere crear una nueva religión”[4], sino lanzar un mensaje monoteísta, llamando a pedir perdón por los pecados mediante letanías cristianohebreas, denunciando algunas prácticas aberrantes como el asesinato de niñas recién nacidas. Todo ello para volver a la antigua pureza del hombre piadoso o <em>hánif</em>, cuyo primer representante es el profeta Abraham. Los primeros seguidores en su círculo familiar pronto fueron objeto de amenazas, ridiculizaciones y persecuciones. Mahoma llegó a temer por su vida, volviéndose a la intercesión de algunos ídolos, de lo que pronto se arrepintió, no volviéndose a separar del monoteísmo. La muerte de su esposa y de su protector Abu Talib, le sumió en una situación de desaliento de la que salió tras “la visión del viaje nocturno”, que la tradición musulmana sitúa en Jerusalén.</p>
<p>En medio del fracaso de su predicación, fue reclamado por los habitantes de Medina “para que fuese a vivir entre ellos como árbitro supremo de las tribus de Aws y Jazrach, divididas por viejas rivalidades que dos años antes habían conducido a la guerra”[5]. Su posición monoteísta le hacía también un interlocutor respecto a importantes clanes judíos como los Banu Qurayza, Qaynuqa y Nadir. Esto marca un cambio radical en Mahoma, de predicador religioso a figura política. Según Vernet, “Mahoma, que hasta entonces jamás había pensado que su doctrina pudiera teñirse de un matiz político cualquiera, cambió de opinión ante la contumacia de sus compatriotas”. La huida o hégira de La Meca, con alrededor de ciento cincuenta seguidores, a Madinat al-nabí (la ciudad del profeta) se produjo el 16 de julio del año 622, donde se sitúa el origen del calendario musulmán.</p>
<p>La introducción en la política de Mahoma dio un giro importante en su mensaje y en sus revelaciones, pues estas no sólo se refieren a aspectos religiosos sino también a la justificación de las decisiones como dirigente político y como jefe militar. Primero sigue una estrategia conciliadora. Fue aceptado por las diversas facciones, aunque con reservas por los que denominará hipócritas. Buscó el acercamiento a los judíos. Para ello situó como día de ayuno de sus seguidores el mismo que el del <em>yom kippur</em> o de la purificación hebraico y prescribió la orientación en las oraciones hacia Jerusalén, aunque mantuvo la oración pública el viernes. Pero entraron en una intensa polémica. Mahoma siempre tuvo un conocimiento de segunda mano de la Biblia y no fue aceptado como profeta. La disputa derivó en un <em>odium theologicum</em>, una de las formas históricamente más intensas de repulsa.</p>
<p>Mahoma culpó a los judíos de haber suprimido fragmentos de las escrituras y haber añadido otros. Por otra parte, esta serie de diálogos habían dado lugar a formas sincretistas de religiosidad. Procedió a incrementar la diferenciación y a reforzar su poder. En el plano religioso tomó decisiones fundamentales. Intensificó el carácter nacional de su mensaje. político. Sustituye el ayuno de la <em>asurá</em> (<em>yom kippur</em>) por el del mes de ramadán. Las oraciones pasaron a orientarse hacia La Meca, considerada ciudad sagrada, cuyo santuario –supuestamente fundado por Abraham y su hijo Ismael- debía ser purificado de los dioses idólatras, pero había de ser objeto de peregrinación de los musulmanes. Rompió, de esa forma, uno de los motivos de oposición a su mensaje, pues los comerciantes de La Meca veían en peligro su influencia y su fuente de ingresos. Al tiempo marcó un objetivo político: la comunidad de creyentes o <em>umma</em> pasa a ser ejército. Mahoma se presentó desde entonces como el último Profeta, tras Moisés y Jesús, y al tiempo resaltó una relación directa con Abraham, que no fue “ni idólatra, ni judío, ni cristiano”.</p>
<p><strong>LA VERDAD SE JUSTIFICA POR LA GUERRA</strong></p>
<p>“La guerra –según explica Julio Vernet- constituía el ideal supremo de Mahoma, puesto que con ella iba a infligir a los incrédulos mequíes, por propia mano, el tormento con que reiteradamente les había amenazado”[6]. Sin embargo, “sus partidarios se mostraban reacios a admitir la predicación por medio de la espada” pues representaba “luchar contra hermanos”. Mahoma reforzó su poder personal, haciéndose jurar fidelidad, y el providencialismo. La desobediencia a sus mandatos lo es al propio Alà. Así en la azora II 212 señala “se os prescribe el combate, aunque os sea odioso”[7]. Primero sus seguidores desarrollan operaciones de estricto pillaje poniendo en riesgo el comercio de La Meca. Una operación de castigo fue enfrentada por Mahoma consiguiendo la victoria de Badr, cuyo botín mejoró la posición de los musulmanes hasta entonces dependientes de la generosidad de los habitantes de Medina. “El alabado” presentó el éxito militar como una prueba del poder y la supremacía de Alá. Tras ello pasó a eliminar disidencias atacando a los hipócritas y a los clanes judíos. Al año siguiente, contra otro ejército superior en número, sufrió la derrota de Ohod. Desde el creciente providencialismo, la interpretación se establece en una prueba de Dios, que premia a los constantes, en términos de triunfo y aniquilación[8]. “Estos días los hacemos suceder entre los hombres, a fin de que Dios sepa quiénes creen y escoja, entre vosotros, testigos -¡Dios no ama a los injustos!-, con el fin de probar a Dios a quienes creen y aniquilar a los infieles”. Esta derrota dio alas a los descontentos en Medina, pero Mahoma cortó la rebelión –expulsando a los judíos- e intensificó las medidas diferenciadoras de sus seguidores estableciendo barreras de comunicación con otras comunidades: prohibió la bebida y el juego.</p>
<p>Como jefe político y militar demostró una voluntad de poder y de dominio que no existía en sus adversarios, dispersos y divididos. Los comerciantes de La Meca se mostraron a favor de terminar con una guerra que sólo les causaba perjuicios. Además, el giro nacionalista de Mahoma les permitía mantener su posición. Tuvo, sin embargo, que vencer en la batalla de Hunayn para ser el señor de la Arabia central, pero no consiguió dominar la norte al ser derrotado en Muta. En esta etapa, cuando empezó a vislumbrar el triunfo, intensificó los elementos teocráticos, y estableció la imposibilidad de pactos salvo entre iguales, o sea entre los creyentes, mientras que los miembros de las religiones del libro –judíos y musulmanes- podían ser tolerados en situación de inferioridad con impuestos especiales.</p>
<p>En el año 10 tras la hégira hizo la peregrinación solemne a La Meca, presentándose al tiempo como el profeta de una nueva religión para los árabes y “como restaurador de la religión de Abraham”[9]. En el año 11 diversas tribús se sublevaron afirmando contar entre sus miembros a nuevos profetas. Preparando la campaña de castigo murió Mahoma de fiebres el 8 de junio de 632.</p>
<p>El lenguaje bélico de El Corán es de inusitada violencia, establecida como voluntad de Alá. “Yo estoy con vosotros. ¡Consolidad en sus puestos a quienes creen! Arrojaré el pánico en el corazón de quienes no creen! ¡Golpeadlos encima del cuello! ¡Golpeadlos en la yema de los dedos!”[10]. Hay un ensañamiento genocida: “No es propio de un Profeta tener prisioneros hasta que haya encubierto la tierra con los cadáveres de los incrédulos” [11]. Hay con frecuencia una exaltación de la venganza y escasos sentimientos humanitarios como cuando exclama “¡Dios los mate!” con referencia explícita a los judíos y los cristianos[12]. “¡Profeta! ¡Combate a los infieles y a los hipócritas! ¡Sé duro con ellos”[13]. Todo en una ambientación de subido tono providencialista: “si cesáis en la lucha, será mejor para vosotros; si la reanudamos, la reanudaremos; no os servirá de nada vuestro número aunque sea grande: Dios está con los creyentes” [14].</p>
<p><strong>EL EXTERMINIO O LA CONVERSIÓN UNIVERSALES</strong></p>
<p>El Antiguo Testamento está lleno también de batallas y de intervenciones bélicas providencialistas con exterminio como contra los moabitas. Hay una diferencia en esa violencia divinal –execrable en cualquiera de los casos-, pues en el caso hebreo está relacionada con la tierra, con una promesa, restringida a un territorio, y como preservación del pueblo elegido, pero en el caso de Mahoma está relacionada con la fe. Apenas si contempla otra forma de conversión que a través de la imposición violenta y se trata de un designio universal: “¡Combatid a quienes no creen en Dios ni en el último Día ni prohiben lo que Dios y su enviado prohiben, a quienes no practican la religión de la verdad entre aquellos a quienes fue dado el Libro! Combatidlos hasta que paguen la capitación personalmente y ellos estén humillados”[15]. “No hay ciudad a la que nosotros no aniquilemos o atormentemos con terrible tormento antes del día de la Resurrección. Eso está en el Libro, escrito” [16]. La santificación de la guerra, en el sentido comúnmente entendido, es un estado permanente.</p>
<p>¿Sobre qué sustenta Mahoma la autoridad de su posición religiosa? Sobre la violencia. La suya es una teología de la guerra: es ésta la que justifica en sí el mensaje y es, a la vez, lo fundamental de él. Alá es grande y Mahoma su profeta, porque dan la victoria final sobre los incrédulos. Al contrario que los profetas anteriores, en cuya estela se sitúa como culminador, Mahoma no hizo milagros. De alguna manera asume los de sus predecesores, pero en su caso las pruebas de la fe son la espada y el libro.</p>
<p><strong>AUTORITARISMO EXTREMO</strong></p>
<p>Por supuesto el argumento fundamental es que se trata de una verdad revelada. El principio de la existencia de una revelación se acompaña con frecuencia del criterio de que esa verdad es manifiesta, de manera que la ausencia de reconocimiento –la falta de fe, la incredulidad- constituye un pecado, una perversión, un yerro moral que con frecuencia es consecuencia de una depravación de la conducta. A esa cuestión apunta la diferencia establecida por San Pablo entre el hombre viejo y el hombre nuevo, o la aseveración de que el hombre carnal no puede conocer las verdades divinas. La consideración de la incredulidad como una especie de ataque al contenido de la fe es habitual en las religiones, pues se considera que pone en cuestión el carácter manifiesto, obvio, de la verdad en sí. Este argumento ha llevado con frecuencia a fórmulas autoritarias por las que se trata de someter al incrédulo o de eliminarlo, considerando que la unidad en la creencia confirma su veracidad. Ese fue uno de los resortes con los que funcionó durante siglos la Inquisición de la Iglesia católica o en nombre del que se llevaron a cabo las guerras de religión europeas en los siglos XVI y XVII. También ha sido el principio de persecución de los disidentes en los países comunistas, considerando, por ejemplo, que quienes rechazaban el marxismo eran dementes, pues su verdad era manifiesta, una forma de revelación secular, y aún de mayor fuerza que las de las religiones, pues se trataba de una verdad científica.</p>
<p>Sin embargo, a título de ejemplo, la apologética cristiana establece tres pruebas en su favor, a modo de principios de contrastación: milagros, profecías y belleza moral del mensaje. Los milagros, como suspensiones momentáneas de las leyes de la naturaleza, manifiestan el poder divino y respaldan la revelación. Son observados por testigos. En el mismo sentido funciona el cumplimiento de profecías, de augurios establecidos sobre sucesos futuros. Estas pruebas, incluida la belleza moral del mensaje, buscan una armonización entre fe y razón. No resultan concluyentes para quien no tiene fe, pero implican, en su misma enumeración, un respeto a la autonomía de la racionalidad, un principio de tolerancia. Por supuesto, esa tolerancia se ha roto con frecuencia a lo largo de los siglos, pero el cristianismo, por muy diversas, curiosas y extravagantes que sean las costumbres de sus diversas corrientes y sectas, ha demostrado ser compatible con la tolerancia.</p>
<p><strong>TEOCRACIA ABSOLUTA, SIN DIFERENCIA ENTRE FE Y RAZÓN</strong></p>
<p>Esa diferencia entre fe y razón no existe en el texto canónico islámico. Aunque El Corán abunda en dicotomías excluyentes, sin zonas intermedias de neutralidad, casi todas ellas se basan precisamente en el hecho de que la única razón posible es la fe. De forma poética y algo elíptica el arabista francés Louis Massignon decía que al judaísmo le caracteriza la esperanza, al cristianismo la caridad y al islamismo la fe. La fe lo es todo. Entendida como obediencia. De hecho, no hay humanidad fuera de la fe. El no musulmán no pertenece a la especie humana. “La idolatría es peor que el homicidio”[17]. “Matadlos hasta que la idolatría no exista y esté en su lugar la religión de Dios”[18]. La apologética de Mahoma se basa en la violencia y en la belleza del Corán. Es una religión cuya coherencia es un autoritarismo circular, no deja resquicio para la tolerancia. Ibn Warraq describe bien este blindaje hacia la crítica que fundamente el totalitarismo islámico: “La verdad ha sido revelada de una vez por todas, imposible discutirla, relativizarla o incluso reflexionar sobre ella. El Corán se pretende eterno. Cada uno debe obedecer con cuerpo y alma, pues por el contrario las sanciones serán terribles. En estas condiciones, intentad exponer la menor ironía, el menor espíritu crítico, la menor puesta en duda de orden histórico o filológico&#8230;”[19].</p>
<p>Mahoma y el Corán rechazan cualquier contrastación. Por de pronto rechazan, contra la evidencia, cualquier historicidad. El libro santo del Islam no es obra de Mahoma, sino recopilación posterior. Está formado por ciento catorce azoras o capítulos, dividido en aleyas rimadas o versículos. Los capítulos están ordenados de mayor a menor número de aleyas, sin orden cronológico. En vida de Mahoma los comentarios de sus revelaciones eran aprendidos de memoria por sus seguidores. Con el tiempo, la muerte de estos recitadores hizo ver la conveniencia de poner por escrito esos pensamientos. Esa labor fue encargada por el siguiente califa, Abu Bakr a Zayd b. Tabit. Se trata, pues de una recopilación. En ese sentido resulta acumulativa. Incluso resulta piadoso el comentario de que “hay en el libro mucha palabra superflua, así como innumerables reiteraciones”[20]. La historia de Moisés está contada más de cincuenta veces, sin variaciones resaltables. La de Noé, veinticinco. Y eso sucede con numerosos sucesos del antiguo y del nuevo testamento. La eliminación de las reiteraciones reduciría de manera sensible el Corán. La regulación de la vida de los musulmanes es incoada, pero sobre todo se encuentra en los <em>hadiz</em> o dichos, por los que mediante la fórmula alguien dijo que había escuchado al Profeta se concreta un contenido que en el Corán es vago. De hecho, la <em>sharia</em>, el código penal islámico, principal reivindicación integrista, vigente en numerosos países, no se encuentra en el Corán sino en tales comentarios recopilados por generaciones posteriores.</p>
<p><strong>LA TOLERANCIA, EL PEOR PECADO</strong></p>
<p>La tradición musulmana con base en el propio Corán ha deificado el libro situándolo como la copia del que se encuentra en el paraíso. Es decir, mientras judaísmo y cristianismo consideran sus libros inspirados, a través de autores humanos, causas segundas, la autoría del Corán se establece directamente divina. Con estos precedentes, es de todo punto lógico que el texto coránico resulte obsesivo respecto a la incredulidad. Como si se sintiera amenazado sobre bases débiles, toda disidencia pone en riesgo a la verdad manifiesta y al edificio de los creyentes. Ese sentido de la verdad manifiesta, sólo negable por una depravación moral, está llevada hasta el extremo: “Las peores bestias, ante Dios, son los infieles”[21]. Negada la racionalidad de los discrepantes, la verdad resulta incuestionable. Conviene precisar que, según ese esquema, los preceptos morales islámicos quedan reducidos a los límites de los creyentes. Por ejemplo, por supuesto la vida es sagrada, como en las otras religiones monoteístas. Así: “no mataréis a una persona si no es como justicia. Dios os lo ha prohibido”[22], pero bien entendido que sólo es persona el creyente y sólo hay vida en la fe.</p>
<p>El Corán muestra una constante obsesión de Mahoma por no ser creído, e incluso un intenso resquemor por ser ridiculizado. En estos puntos es muy explícito. Son frecuentes las referencias a quienes le acusan de hacerse eco “de leyendas de los antiguos” o de “haber recibido la revelación de un mortal”. Esa obsesión va pareja al odio contra los incrédulos y un insano deseo de venganza. Las referencias ofrecen, de esa forma, verosimilitud al mensaje de cara a los creyentes, pues resultan la explicitación de una conjura o de una mentalidad conspirativa. Esto es frecuente en la idea de la verdad manifiesta, pues la increencia es el fruto de una maldad congénita. Quienes no creen no son, en ningún caso, neutrales, sino que se oponen a la fe y conspiran contra ella. La justificación de la fe en Mahoma es la guerra, la eliminación del infiel o el impío, pues sólo de esa forma puede ponerse fin a tal conspiración. Si todos creen, la verdad es, en sentido pleno, manifiesta. La ausencia de todo disidente es, de hecho, la parusía islámica, cumplida por el <em>Madihd</em>, personaje que vendrá al final de los tiempos, y que algunos musulmanes especulan con que será Jesús, conjuntando de esa forma la profecía evangélica del segundo advenimiento.</p>
<p>Conviene precisar que tal grado de autoritarismo se compagina con una teología sencilla de cuerpo doctrinal escaso. La unicidad de Dios es prácticamente el único dogma. Es una reafirmación del monoteísmo hebraico. No hay novedad, ni creatividad religiosa, tampoco en las postrimerías, bien explícitas en el cristianismo, salvo en la descripción de un paraíso sensual, con jardines recorridos por ríos subterráneos, donde son lícitos algunos placeres prohibidos en la tierra, como licores que no embriagan, y donde hay mujeres de ojos rasgados, vírgenes, no tocadas por hombres ni demonio. En el Corán en sí no queda claro si las mujeres se salvan, pues las huríes parecen fruto de una creación ulterior no bien explicada.</p>
<p>Aunque los politeístas son blanco de las iras, y si bien el Corán ni contempla ni se plantea la increencia agnóstica o el ateísmo, el pecado mayor es la apostasía. Lógico desde el autoritarismo extremo de la verdad manifiesta en el que se sitúa Mahoma. No tanto, como suelen decir algunos de sus seguidores, porque rompa la fortaleza interna (la solidaridad se diría ahora) de la <em>umma</em>, sino porque rechaza la verdad. Ésta es tan manifiesta que después de haberse sostenido el daño producido por la negación sólo puede resolverse con la muerte. Aunque para cualquiera de los impíos (la impiedad es sinónimo de incredulidad) las penas del infierno serán dolorosas, la apostasía ha de ser perseguida con preferencia mediante el ajusticiamiento o asesinato del apóstata. Algunos escritores e intelectuales de naciones musulmanas conocen bien los efectos prácticos de este designio en nuestros días. Ese fue el sentido de la <em>fatwa</em> contra Salman Rhusdie o la persecución de la escritora pakistaní Taslima Nasrin. Como resalta Ibn Warraq, “el problema de la ley divina es que excluye toda aproximación serena y racional. Donde la <em>sharia</em> encuentra su aplicación, sea donde sea, dos grupos son sistemáticamente las víctimas: las mujeres y los no musulmanes. Estos últimos son considerados como inferiores y los apóstatas merecedores de la muerte”[23].</p>
<p>La idea de tolerancia es por completo extraña al Corán. Es, de hecho, su negación. Un pecado. “No hay tolerancia islámica: cuando el Islam ha crecido lo ha hecho a través de la espada, destruyendo la cristiandad en Oriente o la cultura persa secular, no dejando del pasado otra cosa que ruinas”. Ese es el sentido de la destrucción de los Budas de Bamiyan por la tiranía talibán. ¿No hay tolerancia, como se repite en abundancia, hacia las religiones del Libro, hacia judíos y cristianos? No, salvo que se entienda por tal la obligación de llevar vestimentas distintas, de pagar impuestos especiales y de no poder tener bajo su mando a musulmanes. Esas medidas tratan de resaltar la superioridad del creyente y forzar la conversión, pero en cualquier caso están justificadas porque la verdad es manifiesta, y por ende los infieles han de ser infelices y tener un <em>status</em> inferior.</p>
<p>Mahoma trata más de vencer que de convencer. La suya es una teología de la guerra. Pues la verdad es manifiesta, debe imponerse. Pues la verdad es manifiesta, la existencia de una sola persona que la niegue representa la negación absoluta de su contenido. La eliminación de los infieles por los creyentes está presente de continuo en el Corán. La venganza es una virtud, de la que participa Dios: “Han considerado falsa la verdad cuando ésta les ha venido; les vendrán noticias de lo que se han burlado. ¿No han visto a cuántas generaciones hemos aniquilado antes que a ellos?”[24]. La tolerancia contradice el principio musulmán y su finalidad.</p>
<p>La argumentación, en ese sentido, es circular, cerrada. El Corán no acepta la crítica, porque niega la posibilidad de yerro, incluso cuando cae en contradicción. Contradicciones prácticas como el cambio de la alquibla cuando de la orientación hacia Jerusalén se pasó a La Meca. La explicación es meramente voluntarista y se remite a Dios: “Dirán los insensatos: ¿Qué les hizo girarse respecto de su alquibla, aquella que tenían? Responde: Oriente y Occidente pertenecen a Dios; Él guía a quien quiere hacia el buen camino (&#8230;) Fue grande la perplejidad excepto para aquellos a quienes Dios guía, pues Él no os haría perder vuestra fe”[25]. Las contradicciones entre las propias aleyas del Corán es resuelta mediante la ley del abrogante y el abrogado, de forma que la última aleya tiene validez sobre la anterior. Hay una contradicción esencial. En principio Mahoma predica una religión nacional para un pueblo elegido, los árabes. Como señala V.S. Naipaul, premio nobel de Literatura 2001, “en sus orígenes, el islam es una religión árabe. Cualquiera no árabe que sea musulmán es un converso. El islam no es simplemente una cuestión de conciencia o de creencias, pues tiene exigencias imperiales. Cambia la visión del mundo del converso. Sus lugares sagrados están en tierras árabes; su lengua sagrada es el árabe. La idea sobre la historia cambia también para el converso. Rechaza la suya, y le guste o no, pasa a formar parte de la historia árabe. Las sociedades experimentan un enorme trastorno, que puede seguir sin resolverse incluso al cabo de mil años; la separación tiene que renovarse una y otra vez. Las personas construyen fantasías sobre quiénes y qué son, y en el islam de los países conversos existe un elemento de neurosis y nihilismo. Estos países pueden entrar en ebullición fácilmente”[26]. Y, sin embargo, esta esencia árabe se hace compatible con el principio universalista de los hanif, los hijos de Abraham, por el que todos los seres humanos nacen musulmanes, pero son luego educados como infieles. Esto, en el fondo, implica un principio larvado de apostasía y justifica el designio de dominio completo.</p>
<p><strong>LA GUERRA ES SANTA</strong></p>
<p>La <em>jihad</em> no es contemplada como un esfuerzo o en el sentido de la ascesis cristiana de perfeccionamiento interior, sino en el bélico, tal como se entiende comúnmente. La financiación de la guerra está bendecida. La muerte en ella es premiada con el acceso al paraíso. Hay, sin embargo, apuntes en la dirección de contemplar, al menos como posibilidad, una coexistencia pacífica, entre comunidades, no dentro de la musulmana, que situaría la <em>jihad</em> en términos de respuesta a agresión externa, caso en el que concurrir a la guerra santa es una obligación para todos los varones. La idea de concordia se encuentra en la azora 60: “Es posible que Dios establezca la concordia entre vosotros y quienes son vuestros enemigos. Dios es poderoso, Dios es indulgente, misericordioso. Dios no os ha prohibido el ser buenos y equitativos con quienes no os han combatido ni os han expulsado de vuestras casas por causa de la religión. Dios ama a los equitativos. Dios sólo os ha prohibido, respecto de quienes os combatieron en la religión, os expulsaron de vuestras casas y cooperaron en vuestra expulsión, que los toméis por amigos. Quienes los tomen por tales, éstos son los injustos”. En algunos momentos se anima a la predicación –“Llama a la senda de tu Señor con la sabiduría y la bella exhortación. Discútelos con aquello que es más hermoso”-, pero siempre desde la preeminencia del Islam y sin descartar nunca la guerra y la violencia como el camino de ganar adeptos: “Cuando llegue el auxilio de Dios y la victoria y veas entrar a las gentes, a bandadas, en la religión de Dios, entona el loor de tu Señor y pídele perdón. Él es remisorio”[27].</p>
<p>La negación de toda discrepancia sitúa al islamismo originario, desde su texto canónico, en un fanatismo estricto. Entonces, ¿en dónde sostener ese mito de la tolerancia islámica? Hay de nuevo que referirse al choque de tiempos. El estatuto de dinim, el impuesto de capitación de judíos y cristianos, podía ser comprensible, y aún avanzado, en los siglos primeros de la Edad Media. En la España cristiana los judíos venían obligados a pagar un impuesto por persona y en algunos lugares uno recordatorio de las treinta monedas cobradas por Judas a cambio de su traición. Pero no puede hablarse en términos de tolerancia, tal y como la concebimos desde la Ilustración hasta nuestros días. Como recuerda el historiador César Vidal[28], la principal fuente de ingresos de los Omeyas de Córdoba, tenidos por el sumum de la tolerancia, era la trata de esclavos. En las conquistas nunca se respetaron, como hemos visto recordar a Naipaul, las culturas anteriores. Por el contrario, Amin Maalouf recuerda la impresión de fanáticos que dejaron los cruzados. Por ejemplo, en la toma de Jerusalén en la primera cruzada reseña la escena narrada por comentaristas musulmanes: “es cierto que los caballeros de Occidente son famosos por su bravura, pero su comportamiento ante los muros de Jerusalén es algo desconcertante a ojos de un militar avezado. Iftijar espera verlos construir, nada más llegar, torres móviles y diversos instrumentos de asedio, y cavar trincheras para precaverse de las salidas de la guarnición. Sin embargo, lejos de dedicarse a estos preparativos, han empezado por organizar en torno a los muros una procesión encabezada por sacerdotes que rezan y cantan a voz en grito, antes de lanzarse como posesos al asalto de las murallas sin disponer de la menor escala. Por más que al-Afdal le ha explicado que estos frany querían apoderarse de la ciudad por razones religiosas, un fanatismo tan ciego lo sorprende”[29].</p>
<p>Desde entonces, sin embargo, han cambiado poco las cosas en el Islam. Como apunta el filósofo Javier Hernández Pacheco, no hay en el islamismo un proceso similar a la Ilustración: “Hay en el Islam múltiples valores religiosos y humanos que se podrían incorporar a una comprensión compartida del mundo tan pronto el oriente islámico realice históricamente la depuración humanista de su ideal religioso. Eso fue para Occidente la Ilustración, desde la que el atentado terrorista es un horror incomprensible, mientras que es pura lógica para una comprensión religiosa que tiene esa Ilustración todavía pendiente”[30]. La cuestión no es transferir la voluntad de cambio, sino interrogarse y buscar explicaciones para el inmovilismo. La proscripción de todo debate, la exigencia de “sumisión” no favorece, podría decirse que imposibilita, la evolución en el mensaje, anquilosado en el tiempo. El Corán no es un libro para meditar, sino para recitar. No se reflexiona sobre él, se memoriza. Hay por supuesto escuelas y tendencias diversas, como los sunníes y los chíies. O la extinguida tendencia jarachí, que sólo concede validez al Corán, negándoselas a los hadiz. Los sufíes, llamados así por las gruesas chaquetas de lana que vestían, desarrollaron una tendencia mística y espiritual, a la búsqueda de un trato personal con Dios, en una religión en que la unicidad de Alá tiende a situarlo como una abstracción. La tendencia sufí ha sido prácticamente sofocada. Es hoy en día cuestión literaria occidental, más que realidad musulmana. Averroes, el racionalista aristotélico, de tanta influencia en el cristianismo medieval, cuyos Comentarios dominaron por siglos la Sorbona y fundamentaron la escolástica, es considerado un simple hereje.</p>
<p>El Corán tiene un contenido consuetudinario, relacionado con el contexto de la época. La esclavitud o la poligamia podrían ser interpretadas como meros criterios de tolerancia a instituciones preexistentes, pero tal criterio, sostenido por algunos autores musulmanes, no se tiene en cuenta, porque el texto coránico pretende ser asumido por completo sin evolución posible. Las interpretaciones alegóricas o analógicas, tan fundamentales en la teología cristiana, son consideradas heréticas, y han sido condenadas por sistema por la universidad de Al Azhar. La falta de una autoridad central ha tenido, en ese sentido, un efecto perverso pues cualquier grupo o <em>ulema</em> se ha sentido con capacidad en las últimas décadas para emitir <em>fatwas</em> con declaraciones de <em>kafir</em> o impío, reclamación directa al asesinato. Fue el caso del intelectual egipcio Farag Foda por oponerse a la imposición de la sharia[31], o de Nasr Abu Zeid, profesor universitario que se vio obligado a refugiarse en Europa cuando fue “divorciado” por un tribunal, pues un “apóstata” no podía seguir casado con una musulmana. O del premio Nobel de Literatura, Naguib Mahfuz, apuñalado, tras numerosas amenazas, por considerar sus novelas indecentes.</p>
<p>El fundamentalismo está seriamente instalado en el Corán. La insistencia en la verdad manifiesta y la justificación de la violencia abren un riesgo permanente de intensificar el rigorismo de la ortodoxia y emprender el camino de las armas, o a través del terrorismo o de la guerra. La idea integrista de que “el Islam es un sistema completo y total” no se compadece mal con el texto coránico en el que no existe diferenciación ninguna entre política y religión.</p>
<p>La concepción de la verdad manifiesta no sólo legitima el autoritarismo, lo precisa. Esa verdad ha de imponerse por el poder político, sin resquicios para la autonomía personal, ni espacio para la discusión, mediante la adhesión a la ortodoxia. De esa manera, una de las materias tradicionalmente prohibidas en el mundo islámico es el derecho político. Ya hemos visto como la escisión chíi se produjo por una discusión sobre la esencia del poder islámico, por considerar necesario la continuidad carismática de los herederos del Profeta. La concepción del poder islamista es teocrática. Pero si los chíies resolvieron su derrota y contradicción mediante la curiosa forma mesiánica de que Alí y aún más su hijo Husein, se “ocultaron” en vez de morir, y reaparecerán en otro momento de la historia, el islamismo en su conjunto vive en una contradicción más profunda, intensificada desde la desaparición del califato otomano en 1924, último vestigio de poder central. La idea de Hutginton de un Estado central capaz de aglutinar a la “civilización islámica” no es musulmana, pues el poder ha de ser personalizado, como lo fue la relación de Mahoma, jefe político y religioso, con Alá. Ese vacío enervante alimenta las fantasías de los islamistas. Tahar ben Jelloun, escritor marroquí, ganador del Premio Goncourt, en relación con la situación actual, afirma: “es verdad que los árabes, que los musulmanes están a la búsqueda de un líder”[32]. La recreación en el integrismo de la <em>umma</em> como proyecto político comunitarista no ha resuelto, en ningún caso, el problema ni la contradicción. Ha producido dictaduras como la sudanesa. Pero el misticismo islamista, político-religioso, alimenta las expectativas del surgimiento de un califa, un líder carismático, señor de la guerra, tras cuyo imaginario no es difícil percibir el sueño iluminado de Osama ben Laden.</p>
<hr />[1] Citado por José Morales, El Islam, Ediciones Rialp, pp.22-23</p>
<p>[2] Juan Vernet, introducción a El Corán, Plaza y Janés, p. 11.</p>
<p>[3] José Morales, El Islam, p. 24.</p>
<p>[4] Juan Vernet, p. 11.</p>
<p>[5] Juan Vernet, p. 12.</p>
<p>[6] Julio Vernet, op. cit. p. 17.</p>
<p>[7] El Corán, azora 2, 18</p>
<p>[8] Azora 3, 134-135</p>
<p>[9] Julio Vernet, p. 23</p>
<p>[10] Azora 8, 12</p>
<p>[11] Azora 8, 68</p>
<p>[12] Azora 9, 30</p>
<p>[13] Azora 8, 74</p>
<p>[14] Azora 8, 19</p>
<p>[15] Azora 9, 29</p>
<p>[16] Azora 16, 60</p>
<p>[17] Azora 2, 187</p>
<p>[18] Azora 2, 189</p>
<p>[19] Ibn Warraq, autor de Pourquoi je ne suis pas musulman, Editorial L’Age d’homme. Entrevista en Le Figaro Magazine, 6 de octubre de 2001.</p>
<p>[20] José Morales, op. cit. p. 139</p>
<p>[21] Azora 8, 57</p>
<p>[22] Azora 6, 152</p>
<p>[23] Entrevista en Le Figaro Magazine, 6 de octubre de 2001</p>
<p>[24] Azora 6, 4-6</p>
<p>[25] Azora 2, 136-138</p>
<p>[26] V. S. Naipaul, Exigencias imperiales del islam, en ABC, 12-10-2001</p>
<p>[27] Azora 110, 1-2</p>
<p>[28] En Libertaddigital, 2 de octubre de 2001</p>
<p>[29] Amin Maalouf, Las cruzadas vistas por los árabes, Alianza Editorial, pp. 80-81</p>
<p>[30] Javier Hernández Pacheco, En Época, nº 865, 14 de septiembre de 2001</p>
<p>[31] Gilles Kepel, La Jihad, Ediciones Península, p. 453</p>
<p>[32] Entrevista en El Mundo, 14 de octubre de 2001<span id="_marker"> </span></p>
<p id="contenido">¿Y esa consigna de no “demonizar” al Islam, como si los atentados del 11 de septiembre no hubieran sido realizados en su nombre? ¿No es Ben Laden y sus sahid quienes lo demonizan ofreciendo una imagen de salvajismo e inhumanidad? Arma suprema de los islamo-fundamentalistas, lo islámicamente correcto sitúa como postulado que el ‘verdadero Islam’ no puede ser más que ‘tolerante’ y ‘pacífico’ puesto que el Corán es un ‘texto de paz y amor’. Muhamad Alí, el boxeador Casius Clay, lo proclamó en el homenaje a las víctimas: “el Islam es la paz”. Esta especie de consigna rechaza cualquier análisis argumentado para desentrañar las raíces coránicas y teológicas del islamismo radical, del terrorismo suicida, como “intolerancia racista”. En vez de exorcizar el desviacionismo de los terroristas suicidas se sataniza la crítica. Los atentados se convierten en un acto de propaganda de ¡un Islam limpio de todo pecado! El fanatismo y el oscurantismo islámico justifican por tanto, en el nombre de Dios, la lapidación de las mujeres en Irán, Sudán o Mauritania, el exterminio de los cristianos en Indonesia, la degradación de las mujeres en Afganistán o la liquidación de los blasfemos y los católicos en Pakistán, muestras todas ellas de tolerancia, paz y amor, hasta el punto de que lo coherente sería pedir la aplicación de la sharia en nuestras naciones occidentales. ¿Por qué tanto silencio ante las flagrantes lesiones a los derechos humanos en las naciones islámicas “moderadas”? ¿Es una excepción cultural, una manifestación de una cultura distinta, satanizar el sexo, hasta lapidar a las adúlteras? ¿La no discriminación por razón de sexo es acaso una costumbre occidental? Afganistán, ese “régimen vomitivo” donde la mujer ha de morir sin recibir atención sanitaria, y ¿Arabia Saudí, donde tienen prohibido conducir? ¿Estaba entonces bien aquello de la mujer con la pata quebrada? El imán de Fuengirola publicó un libro recomendando los castigos corporales a la mujer, como, por otra parte, recomienda el Corán. ¿Dónde queda lo del terrorismo doméstico? ¿Alguien se imagina la justa indignación nacional si un párroco católico saliera por donde el imán de Fuengirola? Pues ese señor es quien selecciona a los profesores y profesoras, nunca los sexos juntos, de las clases de musulmán en los colegios de Málaga. La postmodernidad, el estructuralismo y los políticamente correcto han acostumbrado a las gentes a esa doble moral, a ese relativismo ético, consecuencia directa del cultural. Al margen de tanto tópico, las razones de la violencia tienen raíces muy profundas en El Corán. Es un texto asequible, de fácil estudio, ¿por qué mantener que el Islam es la paz cuando una de cada dos azoras chorrea sangre?.</p>
<p><strong>MAHOMA, CAUDILLO MILITAR</strong></p>
<p>Mahoma fue al tiempo un líder espiritual y un caudillo militar. Bajo su mandato, los islamitas fueron perseguidos y perseguidores. De forma similar al pueblo hebreo en su éxodo y su toma de posesión de la tierra prometida, los islamitas combatieron y se impusieron sobre sus adversarios por las armas. Ese ambiente bélico, de violencia y propaganda, impregna el Corán.</p>
<p>Exiten sobre Mahoma prolijas biografías en donde se reseñan sus hechos más notables y sus cualidades de estadista, pues en la última etapa de su vida fue básicamente un organizador. Dotó a las tribus de la península arábiga de una férrea unidad y una misión, que se tradujo a las pocas décadas de su muerte en una impresionante expansión por Asia y África del Norte hasta la península ibérica. Mahoma, “el alabado”, nació alrededor del año 580. Huérfano desde joven, casó con la rica Jadicha, que lo doblaba en edad y a quien ayudó en la administración comercial de sus bienes. Del matrimonio nacieron cuatro hijas y varios hijos varones, muertos a corta edad. A Mahoma no le sobrevivió ningún hijo varón de sus quince mujeres, como reseña El Corán. La actual Arabia Saudí era entonces una fragmentada colección de tribus –él pertenecía a los hachemitas, un clan prestigioso, pero de poder reducido-, con religiones politeístas relacionadas con cada clan, con centro religioso y comercial en La Meca, donde se veneraba la Kaaba, una piedra negra a la que se supone un aerolito, rodeada de ídolos de las numerosas divinidades adoradas por los beduinos. Convivían también comunidades de dos religiones monoteístas, la hebrea y la cristiana, y había seguidores de credos asiáticos como el de Zoroastro.</p>
<p>Fue en el año 610 cuando recibió su primera revelación en el monte Hira. Según Tabari, historiador musulmán (839-923), comunicó a su mujer “Oh Kadija, temo volverme loco. ¿Por qué?, preguntó ella. Porque veo en mí los signos de un poseído: cuando camino oigo voces que vienen de cada piedra y de cada colina, y por la noche veo en sueños un ser enorme que se presenta ante mí, un ser cuya cabeza alcanza al cielo y cuyos pies tocan la tierra”. Un lunes se le apareció un ángel de Dios, Gabriel. “Se presentó ante él y le dijo: ¡La bendición sea contigo, oh Mahoma, apóstol de Dios! Mahoma se asustó y se puso de pie pensando que había perdido el juicio. Se dirigió hacia la cumbre para matarse arrojándose desde lo más alto. Pero Gabriel le tomó entre sus alas, de modo que no podía avanzar ni retroceder. Y entonces le dijo: ¡Oh Mahoma, no temas, porque tú eres el profeta de Dios, y yo soy Gabriel, el ángel de Dios!. Mahoma permaneció inmóvil entre las dos alas, y Gabriel continuó: ¡Oh, Mahoma recita: en nombre de tu Señor, que ha creado todo, que ha creado el hombre a partir de un coágulo de sangre!”. Gabriel le entregó la primera sura del Corán, denominada <em>Iqra</em>, el credo musulmán: “La alabanza a Dios, Señor de los mundos. El Clemente, el Misericordioso, Rey del Día del Juicio. A ti adoramos y a ti pedimos ayuda. Condúcenos al camino recto, camino de aquellos a quienes has favorecido, que no son objeto de tu enojo y no son los extraviados”.</p>
<p>“Mahoma descendió de la montaña. Fue invadido de un fuerte temblor y volvió a casa, repitiéndose a sí mismo las palabras del ángel. Estas le daban confianza, pero temblaba con todo el cuerpo debido al temor y al terror que le había inspirado Gabriel. Ya en la casa dijo a su mujer: el mismo que se me había aparecido de lejos se me ha presentado hoy delante. ¿Qué te ha dicho?, le preguntó Jadicha. Me ha dicho: Tú eres el profeta de Dios y yo soy Gabriel, y me ha recitado esta sura. Jadicha, que había leído viejas escrituras y conocía historias de profetas, sabía también el nombre de Gabriel. Mahoma fue dominado acto seguido por un agudo frío, inclinó la cabeza y dijo a su mujer: ¡Cúbreme, cúbreme!. Ella le cubrió con un manto, y él se durmió”[1].</p>
<p>El Corán prácticamente no da detalles de las revelaciones de Mahoma, luego enriquecidas literariamente por sus seguidores. Con frecuencia se trataba de locuciones intelectuales difíciles de determinar, acompañadas por fenómenos físicos descritos por la tradición: palidecía, su frente se llenaba de sudor y entraba en un estado de semiinconsciencia. A veces caía en tierra, como fulminado de una irrupción que no se juzgaría natural. “Para Teófano todos estos síntomas no eran más que el reflejo externo de un ataque de epilepsia”[2]. “Quienes consideran los hechos desde fuera de la tradición musulmana mantienen, como es de esperar, una postura escéptica sobre el origen último de las iluminaciones experimentadas por Mahoma. Ha habido autores que las han atribuido a un psiquismo patológico, pero de gran brillantez y originalidad. Otros han hablado de alucinaciones, mientras que algunos piensan que estamos ante una mente que no consigue siempre distinguir entre lo imaginario y lo real”[3]. En cualquier caso, Mahoma siempre creyó con gran fuerza en su misión y en la veracidad de los mensajes.</p>
<p>En un primer momento, “no quiere crear una nueva religión”[4], sino lanzar un mensaje monoteísta, llamando a pedir perdón por los pecados mediante letanías cristianohebreas, denunciando algunas prácticas aberrantes como el asesinato de niñas recién nacidas. Todo ello para volver a la antigua pureza del hombre piadoso o <em>hánif</em>, cuyo primer representante es el profeta Abraham. Los primeros seguidores en su círculo familiar pronto fueron objeto de amenazas, ridiculizaciones y persecuciones. Mahoma llegó a temer por su vida, volviéndose a la intercesión de algunos ídolos, de lo que pronto se arrepintió, no volviéndose a separar del monoteísmo. La muerte de su esposa y de su protector Abu Talib, le sumió en una situación de desaliento de la que salió tras “la visión del viaje nocturno”, que la tradición musulmana sitúa en Jerusalén.</p>
<p>En medio del fracaso de su predicación, fue reclamado por los habitantes de Medina “para que fuese a vivir entre ellos como árbitro supremo de las tribus de Aws y Jazrach, divididas por viejas rivalidades que dos años antes habían conducido a la guerra”[5]. Su posición monoteísta le hacía también un interlocutor respecto a importantes clanes judíos como los Banu Qurayza, Qaynuqa y Nadir. Esto marca un cambio radical en Mahoma, de predicador religioso a figura política. Según Vernet, “Mahoma, que hasta entonces jamás había pensado que su doctrina pudiera teñirse de un matiz político cualquiera, cambió de opinión ante la contumacia de sus compatriotas”. La huida o hégira de La Meca, con alrededor de ciento cincuenta seguidores, a Madinat al-nabí (la ciudad del profeta) se produjo el 16 de julio del año 622, donde se sitúa el origen del calendario musulmán.</p>
<p>La introducción en la política de Mahoma dio un giro importante en su mensaje y en sus revelaciones, pues estas no sólo se refieren a aspectos religiosos sino también a la justificación de las decisiones como dirigente político y como jefe militar. Primero sigue una estrategia conciliadora. Fue aceptado por las diversas facciones, aunque con reservas por los que denominará hipócritas. Buscó el acercamiento a los judíos. Para ello situó como día de ayuno de sus seguidores el mismo que el del <em>yom kippur</em> o de la purificación hebraico y prescribió la orientación en las oraciones hacia Jerusalén, aunque mantuvo la oración pública el viernes. Pero entraron en una intensa polémica. Mahoma siempre tuvo un conocimiento de segunda mano de la Biblia y no fue aceptado como profeta. La disputa derivó en un <em>odium theologicum</em>, una de las formas históricamente más intensas de repulsa.</p>
<p>Mahoma culpó a los judíos de haber suprimido fragmentos de las escrituras y haber añadido otros. Por otra parte, esta serie de diálogos habían dado lugar a formas sincretistas de religiosidad. Procedió a incrementar la diferenciación y a reforzar su poder. En el plano religioso tomó decisiones fundamentales. Intensificó el carácter nacional de su mensaje. político. Sustituye el ayuno de la <em>asurá</em> (<em>yom kippur</em>) por el del mes de ramadán. Las oraciones pasaron a orientarse hacia La Meca, considerada ciudad sagrada, cuyo santuario –supuestamente fundado por Abraham y su hijo Ismael- debía ser purificado de los dioses idólatras, pero había de ser objeto de peregrinación de los musulmanes. Rompió, de esa forma, uno de los motivos de oposición a su mensaje, pues los comerciantes de La Meca veían en peligro su influencia y su fuente de ingresos. Al tiempo marcó un objetivo político: la comunidad de creyentes o <em>umma</em> pasa a ser ejército. Mahoma se presentó desde entonces como el último Profeta, tras Moisés y Jesús, y al tiempo resaltó una relación directa con Abraham, que no fue “ni idólatra, ni judío, ni cristiano”.</p>
<p><strong>LA VERDAD SE JUSTIFICA POR LA GUERRA</strong></p>
<p>“La guerra –según explica Julio Vernet- constituía el ideal supremo de Mahoma, puesto que con ella iba a infligir a los incrédulos mequíes, por propia mano, el tormento con que reiteradamente les había amenazado”[6]. Sin embargo, “sus partidarios se mostraban reacios a admitir la predicación por medio de la espada” pues representaba “luchar contra hermanos”. Mahoma reforzó su poder personal, haciéndose jurar fidelidad, y el providencialismo. La desobediencia a sus mandatos lo es al propio Alà. Así en la azora II 212 señala “se os prescribe el combate, aunque os sea odioso”[7]. Primero sus seguidores desarrollan operaciones de estricto pillaje poniendo en riesgo el comercio de La Meca. Una operación de castigo fue enfrentada por Mahoma consiguiendo la victoria de Badr, cuyo botín mejoró la posición de los musulmanes hasta entonces dependientes de la generosidad de los habitantes de Medina. “El alabado” presentó el éxito militar como una prueba del poder y la supremacía de Alá. Tras ello pasó a eliminar disidencias atacando a los hipócritas y a los clanes judíos. Al año siguiente, contra otro ejército superior en número, sufrió la derrota de Ohod. Desde el creciente providencialismo, la interpretación se establece en una prueba de Dios, que premia a los constantes, en términos de triunfo y aniquilación[8]. “Estos días los hacemos suceder entre los hombres, a fin de que Dios sepa quiénes creen y escoja, entre vosotros, testigos -¡Dios no ama a los injustos!-, con el fin de probar a Dios a quienes creen y aniquilar a los infieles”. Esta derrota dio alas a los descontentos en Medina, pero Mahoma cortó la rebelión –expulsando a los judíos- e intensificó las medidas diferenciadoras de sus seguidores estableciendo barreras de comunicación con otras comunidades: prohibió la bebida y el juego.</p>
<p>Como jefe político y militar demostró una voluntad de poder y de dominio que no existía en sus adversarios, dispersos y divididos. Los comerciantes de La Meca se mostraron a favor de terminar con una guerra que sólo les causaba perjuicios. Además, el giro nacionalista de Mahoma les permitía mantener su posición. Tuvo, sin embargo, que vencer en la batalla de Hunayn para ser el señor de la Arabia central, pero no consiguió dominar la norte al ser derrotado en Muta. En esta etapa, cuando empezó a vislumbrar el triunfo, intensificó los elementos teocráticos, y estableció la imposibilidad de pactos salvo entre iguales, o sea entre los creyentes, mientras que los miembros de las religiones del libro –judíos y musulmanes- podían ser tolerados en situación de inferioridad con impuestos especiales.</p>
<p>En el año 10 tras la hégira hizo la peregrinación solemne a La Meca, presentándose al tiempo como el profeta de una nueva religión para los árabes y “como restaurador de la religión de Abraham”[9]. En el año 11 diversas tribús se sublevaron afirmando contar entre sus miembros a nuevos profetas. Preparando la campaña de castigo murió Mahoma de fiebres el 8 de junio de 632.</p>
<p>El lenguaje bélico de El Corán es de inusitada violencia, establecida como voluntad de Alá. “Yo estoy con vosotros. ¡Consolidad en sus puestos a quienes creen! Arrojaré el pánico en el corazón de quienes no creen! ¡Golpeadlos encima del cuello! ¡Golpeadlos en la yema de los dedos!”[10]. Hay un ensañamiento genocida: “No es propio de un Profeta tener prisioneros hasta que haya encubierto la tierra con los cadáveres de los incrédulos” [11]. Hay con frecuencia una exaltación de la venganza y escasos sentimientos humanitarios como cuando exclama “¡Dios los mate!” con referencia explícita a los judíos y los cristianos[12]. “¡Profeta! ¡Combate a los infieles y a los hipócritas! ¡Sé duro con ellos”[13]. Todo en una ambientación de subido tono providencialista: “si cesáis en la lucha, será mejor para vosotros; si la reanudamos, la reanudaremos; no os servirá de nada vuestro número aunque sea grande: Dios está con los creyentes” [14].</p>
<p><strong>EL EXTERMINIO O LA CONVERSIÓN UNIVERSALES</strong></p>
<p>El Antiguo Testamento está lleno también de batallas y de intervenciones bélicas providencialistas con exterminio como contra los moabitas. Hay una diferencia en esa violencia divinal –execrable en cualquiera de los casos-, pues en el caso hebreo está relacionada con la tierra, con una promesa, restringida a un territorio, y como preservación del pueblo elegido, pero en el caso de Mahoma está relacionada con la fe. Apenas si contempla otra forma de conversión que a través de la imposición violenta y se trata de un designio universal: “¡Combatid a quienes no creen en Dios ni en el último Día ni prohiben lo que Dios y su enviado prohiben, a quienes no practican la religión de la verdad entre aquellos a quienes fue dado el Libro! Combatidlos hasta que paguen la capitación personalmente y ellos estén humillados”[15]. “No hay ciudad a la que nosotros no aniquilemos o atormentemos con terrible tormento antes del día de la Resurrección. Eso está en el Libro, escrito” [16]. La santificación de la guerra, en el sentido comúnmente entendido, es un estado permanente.</p>
<p>¿Sobre qué sustenta Mahoma la autoridad de su posición religiosa? Sobre la violencia. La suya es una teología de la guerra: es ésta la que justifica en sí el mensaje y es, a la vez, lo fundamental de él. Alá es grande y Mahoma su profeta, porque dan la victoria final sobre los incrédulos. Al contrario que los profetas anteriores, en cuya estela se sitúa como culminador, Mahoma no hizo milagros. De alguna manera asume los de sus predecesores, pero en su caso las pruebas de la fe son la espada y el libro.</p>
<p><strong>AUTORITARISMO EXTREMO</strong></p>
<p>Por supuesto el argumento fundamental es que se trata de una verdad revelada. El principio de la existencia de una revelación se acompaña con frecuencia del criterio de que esa verdad es manifiesta, de manera que la ausencia de reconocimiento –la falta de fe, la incredulidad- constituye un pecado, una perversión, un yerro moral que con frecuencia es consecuencia de una depravación de la conducta. A esa cuestión apunta la diferencia establecida por San Pablo entre el hombre viejo y el hombre nuevo, o la aseveración de que el hombre carnal no puede conocer las verdades divinas. La consideración de la incredulidad como una especie de ataque al contenido de la fe es habitual en las religiones, pues se considera que pone en cuestión el carácter manifiesto, obvio, de la verdad en sí. Este argumento ha llevado con frecuencia a fórmulas autoritarias por las que se trata de someter al incrédulo o de eliminarlo, considerando que la unidad en la creencia confirma su veracidad. Ese fue uno de los resortes con los que funcionó durante siglos la Inquisición de la Iglesia católica o en nombre del que se llevaron a cabo las guerras de religión europeas en los siglos XVI y XVII. También ha sido el principio de persecución de los disidentes en los países comunistas, considerando, por ejemplo, que quienes rechazaban el marxismo eran dementes, pues su verdad era manifiesta, una forma de revelación secular, y aún de mayor fuerza que las de las religiones, pues se trataba de una verdad científica.</p>
<p>Sin embargo, a título de ejemplo, la apologética cristiana establece tres pruebas en su favor, a modo de principios de contrastación: milagros, profecías y belleza moral del mensaje. Los milagros, como suspensiones momentáneas de las leyes de la naturaleza, manifiestan el poder divino y respaldan la revelación. Son observados por testigos. En el mismo sentido funciona el cumplimiento de profecías, de augurios establecidos sobre sucesos futuros. Estas pruebas, incluida la belleza moral del mensaje, buscan una armonización entre fe y razón. No resultan concluyentes para quien no tiene fe, pero implican, en su misma enumeración, un respeto a la autonomía de la racionalidad, un principio de tolerancia. Por supuesto, esa tolerancia se ha roto con frecuencia a lo largo de los siglos, pero el cristianismo, por muy diversas, curiosas y extravagantes que sean las costumbres de sus diversas corrientes y sectas, ha demostrado ser compatible con la tolerancia.</p>
<p><strong>TEOCRACIA ABSOLUTA, SIN DIFERENCIA ENTRE FE Y RAZÓN</strong></p>
<p>Esa diferencia entre fe y razón no existe en el texto canónico islámico. Aunque El Corán abunda en dicotomías excluyentes, sin zonas intermedias de neutralidad, casi todas ellas se basan precisamente en el hecho de que la única razón posible es la fe. De forma poética y algo elíptica el arabista francés Louis Massignon decía que al judaísmo le caracteriza la esperanza, al cristianismo la caridad y al islamismo la fe. La fe lo es todo. Entendida como obediencia. De hecho, no hay humanidad fuera de la fe. El no musulmán no pertenece a la especie humana. “La idolatría es peor que el homicidio”[17]. “Matadlos hasta que la idolatría no exista y esté en su lugar la religión de Dios”[18]. La apologética de Mahoma se basa en la violencia y en la belleza del Corán. Es una religión cuya coherencia es un autoritarismo circular, no deja resquicio para la tolerancia. Ibn Warraq describe bien este blindaje hacia la crítica que fundamente el totalitarismo islámico: “La verdad ha sido revelada de una vez por todas, imposible discutirla, relativizarla o incluso reflexionar sobre ella. El Corán se pretende eterno. Cada uno debe obedecer con cuerpo y alma, pues por el contrario las sanciones serán terribles. En estas condiciones, intentad exponer la menor ironía, el menor espíritu crítico, la menor puesta en duda de orden histórico o filológico&#8230;”[19].</p>
<p>Mahoma y el Corán rechazan cualquier contrastación. Por de pronto rechazan, contra la evidencia, cualquier historicidad. El libro santo del Islam no es obra de Mahoma, sino recopilación posterior. Está formado por ciento catorce azoras o capítulos, dividido en aleyas rimadas o versículos. Los capítulos están ordenados de mayor a menor número de aleyas, sin orden cronológico. En vida de Mahoma los comentarios de sus revelaciones eran aprendidos de memoria por sus seguidores. Con el tiempo, la muerte de estos recitadores hizo ver la conveniencia de poner por escrito esos pensamientos. Esa labor fue encargada por el siguiente califa, Abu Bakr a Zayd b. Tabit. Se trata, pues de una recopilación. En ese sentido resulta acumulativa. Incluso resulta piadoso el comentario de que “hay en el libro mucha palabra superflua, así como innumerables reiteraciones”[20]. La historia de Moisés está contada más de cincuenta veces, sin variaciones resaltables. La de Noé, veinticinco. Y eso sucede con numerosos sucesos del antiguo y del nuevo testamento. La eliminación de las reiteraciones reduciría de manera sensible el Corán. La regulación de la vida de los musulmanes es incoada, pero sobre todo se encuentra en los <em>hadiz</em> o dichos, por los que mediante la fórmula alguien dijo que había escuchado al Profeta se concreta un contenido que en el Corán es vago. De hecho, la <em>sharia</em>, el código penal islámico, principal reivindicación integrista, vigente en numerosos países, no se encuentra en el Corán sino en tales comentarios recopilados por generaciones posteriores.</p>
<p><strong>LA TOLERANCIA, EL PEOR PECADO</strong></p>
<p>La tradición musulmana con base en el propio Corán ha deificado el libro situándolo como la copia del que se encuentra en el paraíso. Es decir, mientras judaísmo y cristianismo consideran sus libros inspirados, a través de autores humanos, causas segundas, la autoría del Corán se establece directamente divina. Con estos precedentes, es de todo punto lógico que el texto coránico resulte obsesivo respecto a la incredulidad. Como si se sintiera amenazado sobre bases débiles, toda disidencia pone en riesgo a la verdad manifiesta y al edificio de los creyentes. Ese sentido de la verdad manifiesta, sólo negable por una depravación moral, está llevada hasta el extremo: “Las peores bestias, ante Dios, son los infieles”[21]. Negada la racionalidad de los discrepantes, la verdad resulta incuestionable. Conviene precisar que, según ese esquema, los preceptos morales islámicos quedan reducidos a los límites de los creyentes. Por ejemplo, por supuesto la vida es sagrada, como en las otras religiones monoteístas. Así: “no mataréis a una persona si no es como justicia. Dios os lo ha prohibido”[22], pero bien entendido que sólo es persona el creyente y sólo hay vida en la fe.</p>
<p>El Corán muestra una constante obsesión de Mahoma por no ser creído, e incluso un intenso resquemor por ser ridiculizado. En estos puntos es muy explícito. Son frecuentes las referencias a quienes le acusan de hacerse eco “de leyendas de los antiguos” o de “haber recibido la revelación de un mortal”. Esa obsesión va pareja al odio contra los incrédulos y un insano deseo de venganza. Las referencias ofrecen, de esa forma, verosimilitud al mensaje de cara a los creyentes, pues resultan la explicitación de una conjura o de una mentalidad conspirativa. Esto es frecuente en la idea de la verdad manifiesta, pues la increencia es el fruto de una maldad congénita. Quienes no creen no son, en ningún caso, neutrales, sino que se oponen a la fe y conspiran contra ella. La justificación de la fe en Mahoma es la guerra, la eliminación del infiel o el impío, pues sólo de esa forma puede ponerse fin a tal conspiración. Si todos creen, la verdad es, en sentido pleno, manifiesta. La ausencia de todo disidente es, de hecho, la parusía islámica, cumplida por el <em>Madihd</em>, personaje que vendrá al final de los tiempos, y que algunos musulmanes especulan con que será Jesús, conjuntando de esa forma la profecía evangélica del segundo advenimiento.</p>
<p>Conviene precisar que tal grado de autoritarismo se compagina con una teología sencilla de cuerpo doctrinal escaso. La unicidad de Dios es prácticamente el único dogma. Es una reafirmación del monoteísmo hebraico. No hay novedad, ni creatividad religiosa, tampoco en las postrimerías, bien explícitas en el cristianismo, salvo en la descripción de un paraíso sensual, con jardines recorridos por ríos subterráneos, donde son lícitos algunos placeres prohibidos en la tierra, como licores que no embriagan, y donde hay mujeres de ojos rasgados, vírgenes, no tocadas por hombres ni demonio. En el Corán en sí no queda claro si las mujeres se salvan, pues las huríes parecen fruto de una creación ulterior no bien explicada.</p>
<p>Aunque los politeístas son blanco de las iras, y si bien el Corán ni contempla ni se plantea la increencia agnóstica o el ateísmo, el pecado mayor es la apostasía. Lógico desde el autoritarismo extremo de la verdad manifiesta en el que se sitúa Mahoma. No tanto, como suelen decir algunos de sus seguidores, porque rompa la fortaleza interna (la solidaridad se diría ahora) de la <em>umma</em>, sino porque rechaza la verdad. Ésta es tan manifiesta que después de haberse sostenido el daño producido por la negación sólo puede resolverse con la muerte. Aunque para cualquiera de los impíos (la impiedad es sinónimo de incredulidad) las penas del infierno serán dolorosas, la apostasía ha de ser perseguida con preferencia mediante el ajusticiamiento o asesinato del apóstata. Algunos escritores e intelectuales de naciones musulmanas conocen bien los efectos prácticos de este designio en nuestros días. Ese fue el sentido de la <em>fatwa</em> contra Salman Rhusdie o la persecución de la escritora pakistaní Taslima Nasrin. Como resalta Ibn Warraq, “el problema de la ley divina es que excluye toda aproximación serena y racional. Donde la <em>sharia</em> encuentra su aplicación, sea donde sea, dos grupos son sistemáticamente las víctimas: las mujeres y los no musulmanes. Estos últimos son considerados como inferiores y los apóstatas merecedores de la muerte”[23].</p>
<p>La idea de tolerancia es por completo extraña al Corán. Es, de hecho, su negación. Un pecado. “No hay tolerancia islámica: cuando el Islam ha crecido lo ha hecho a través de la espada, destruyendo la cristiandad en Oriente o la cultura persa secular, no dejando del pasado otra cosa que ruinas”. Ese es el sentido de la destrucción de los Budas de Bamiyan por la tiranía talibán. ¿No hay tolerancia, como se repite en abundancia, hacia las religiones del Libro, hacia judíos y cristianos? No, salvo que se entienda por tal la obligación de llevar vestimentas distintas, de pagar impuestos especiales y de no poder tener bajo su mando a musulmanes. Esas medidas tratan de resaltar la superioridad del creyente y forzar la conversión, pero en cualquier caso están justificadas porque la verdad es manifiesta, y por ende los infieles han de ser infelices y tener un <em>status</em> inferior.</p>
<p>Mahoma trata más de vencer que de convencer. La suya es una teología de la guerra. Pues la verdad es manifiesta, debe imponerse. Pues la verdad es manifiesta, la existencia de una sola persona que la niegue representa la negación absoluta de su contenido. La eliminación de los infieles por los creyentes está presente de continuo en el Corán. La venganza es una virtud, de la que participa Dios: “Han considerado falsa la verdad cuando ésta les ha venido; les vendrán noticias de lo que se han burlado. ¿No han visto a cuántas generaciones hemos aniquilado antes que a ellos?”[24]. La tolerancia contradice el principio musulmán y su finalidad.</p>
<p>La argumentación, en ese sentido, es circular, cerrada. El Corán no acepta la crítica, porque niega la posibilidad de yerro, incluso cuando cae en contradicción. Contradicciones prácticas como el cambio de la alquibla cuando de la orientación hacia Jerusalén se pasó a La Meca. La explicación es meramente voluntarista y se remite a Dios: “Dirán los insensatos: ¿Qué les hizo girarse respecto de su alquibla, aquella que tenían? Responde: Oriente y Occidente pertenecen a Dios; Él guía a quien quiere hacia el buen camino (&#8230;) Fue grande la perplejidad excepto para aquellos a quienes Dios guía, pues Él no os haría perder vuestra fe”[25]. Las contradicciones entre las propias aleyas del Corán es resuelta mediante la ley del abrogante y el abrogado, de forma que la última aleya tiene validez sobre la anterior. Hay una contradicción esencial. En principio Mahoma predica una religión nacional para un pueblo elegido, los árabes. Como señala V.S. Naipaul, premio nobel de Literatura 2001, “en sus orígenes, el islam es una religión árabe. Cualquiera no árabe que sea musulmán es un converso. El islam no es simplemente una cuestión de conciencia o de creencias, pues tiene exigencias imperiales. Cambia la visión del mundo del converso. Sus lugares sagrados están en tierras árabes; su lengua sagrada es el árabe. La idea sobre la historia cambia también para el converso. Rechaza la suya, y le guste o no, pasa a formar parte de la historia árabe. Las sociedades experimentan un enorme trastorno, que puede seguir sin resolverse incluso al cabo de mil años; la separación tiene que renovarse una y otra vez. Las personas construyen fantasías sobre quiénes y qué son, y en el islam de los países conversos existe un elemento de neurosis y nihilismo. Estos países pueden entrar en ebullición fácilmente”[26]. Y, sin embargo, esta esencia árabe se hace compatible con el principio universalista de los hanif, los hijos de Abraham, por el que todos los seres humanos nacen musulmanes, pero son luego educados como infieles. Esto, en el fondo, implica un principio larvado de apostasía y justifica el designio de dominio completo.</p>
<p><strong>LA GUERRA ES SANTA</strong></p>
<p>La <em>jihad</em> no es contemplada como un esfuerzo o en el sentido de la ascesis cristiana de perfeccionamiento interior, sino en el bélico, tal como se entiende comúnmente. La financiación de la guerra está bendecida. La muerte en ella es premiada con el acceso al paraíso. Hay, sin embargo, apuntes en la dirección de contemplar, al menos como posibilidad, una coexistencia pacífica, entre comunidades, no dentro de la musulmana, que situaría la <em>jihad</em> en términos de respuesta a agresión externa, caso en el que concurrir a la guerra santa es una obligación para todos los varones. La idea de concordia se encuentra en la azora 60: “Es posible que Dios establezca la concordia entre vosotros y quienes son vuestros enemigos. Dios es poderoso, Dios es indulgente, misericordioso. Dios no os ha prohibido el ser buenos y equitativos con quienes no os han combatido ni os han expulsado de vuestras casas por causa de la religión. Dios ama a los equitativos. Dios sólo os ha prohibido, respecto de quienes os combatieron en la religión, os expulsaron de vuestras casas y cooperaron en vuestra expulsión, que los toméis por amigos. Quienes los tomen por tales, éstos son los injustos”. En algunos momentos se anima a la predicación –“Llama a la senda de tu Señor con la sabiduría y la bella exhortación. Discútelos con aquello que es más hermoso”-, pero siempre desde la preeminencia del Islam y sin descartar nunca la guerra y la violencia como el camino de ganar adeptos: “Cuando llegue el auxilio de Dios y la victoria y veas entrar a las gentes, a bandadas, en la religión de Dios, entona el loor de tu Señor y pídele perdón. Él es remisorio”[27].</p>
<p>La negación de toda discrepancia sitúa al islamismo originario, desde su texto canónico, en un fanatismo estricto. Entonces, ¿en dónde sostener ese mito de la tolerancia islámica? Hay de nuevo que referirse al choque de tiempos. El estatuto de dinim, el impuesto de capitación de judíos y cristianos, podía ser comprensible, y aún avanzado, en los siglos primeros de la Edad Media. En la España cristiana los judíos venían obligados a pagar un impuesto por persona y en algunos lugares uno recordatorio de las treinta monedas cobradas por Judas a cambio de su traición. Pero no puede hablarse en términos de tolerancia, tal y como la concebimos desde la Ilustración hasta nuestros días. Como recuerda el historiador César Vidal[28], la principal fuente de ingresos de los Omeyas de Córdoba, tenidos por el sumum de la tolerancia, era la trata de esclavos. En las conquistas nunca se respetaron, como hemos visto recordar a Naipaul, las culturas anteriores. Por el contrario, Amin Maalouf recuerda la impresión de fanáticos que dejaron los cruzados. Por ejemplo, en la toma de Jerusalén en la primera cruzada reseña la escena narrada por comentaristas musulmanes: “es cierto que los caballeros de Occidente son famosos por su bravura, pero su comportamiento ante los muros de Jerusalén es algo desconcertante a ojos de un militar avezado. Iftijar espera verlos construir, nada más llegar, torres móviles y diversos instrumentos de asedio, y cavar trincheras para precaverse de las salidas de la guarnición. Sin embargo, lejos de dedicarse a estos preparativos, han empezado por organizar en torno a los muros una procesión encabezada por sacerdotes que rezan y cantan a voz en grito, antes de lanzarse como posesos al asalto de las murallas sin disponer de la menor escala. Por más que al-Afdal le ha explicado que estos frany querían apoderarse de la ciudad por razones religiosas, un fanatismo tan ciego lo sorprende”[29].</p>
<p>Desde entonces, sin embargo, han cambiado poco las cosas en el Islam. Como apunta el filósofo Javier Hernández Pacheco, no hay en el islamismo un proceso similar a la Ilustración: “Hay en el Islam múltiples valores religiosos y humanos que se podrían incorporar a una comprensión compartida del mundo tan pronto el oriente islámico realice históricamente la depuración humanista de su ideal religioso. Eso fue para Occidente la Ilustración, desde la que el atentado terrorista es un horror incomprensible, mientras que es pura lógica para una comprensión religiosa que tiene esa Ilustración todavía pendiente”[30]. La cuestión no es transferir la voluntad de cambio, sino interrogarse y buscar explicaciones para el inmovilismo. La proscripción de todo debate, la exigencia de “sumisión” no favorece, podría decirse que imposibilita, la evolución en el mensaje, anquilosado en el tiempo. El Corán no es un libro para meditar, sino para recitar. No se reflexiona sobre él, se memoriza. Hay por supuesto escuelas y tendencias diversas, como los sunníes y los chíies. O la extinguida tendencia jarachí, que sólo concede validez al Corán, negándoselas a los hadiz. Los sufíes, llamados así por las gruesas chaquetas de lana que vestían, desarrollaron una tendencia mística y espiritual, a la búsqueda de un trato personal con Dios, en una religión en que la unicidad de Alá tiende a situarlo como una abstracción. La tendencia sufí ha sido prácticamente sofocada. Es hoy en día cuestión literaria occidental, más que realidad musulmana. Averroes, el racionalista aristotélico, de tanta influencia en el cristianismo medieval, cuyos Comentarios dominaron por siglos la Sorbona y fundamentaron la escolástica, es considerado un simple hereje.</p>
<p>El Corán tiene un contenido consuetudinario, relacionado con el contexto de la época. La esclavitud o la poligamia podrían ser interpretadas como meros criterios de tolerancia a instituciones preexistentes, pero tal criterio, sostenido por algunos autores musulmanes, no se tiene en cuenta, porque el texto coránico pretende ser asumido por completo sin evolución posible. Las interpretaciones alegóricas o analógicas, tan fundamentales en la teología cristiana, son consideradas heréticas, y han sido condenadas por sistema por la universidad de Al Azhar. La falta de una autoridad central ha tenido, en ese sentido, un efecto perverso pues cualquier grupo o <em>ulema</em> se ha sentido con capacidad en las últimas décadas para emitir <em>fatwas</em> con declaraciones de <em>kafir</em> o impío, reclamación directa al asesinato. Fue el caso del intelectual egipcio Farag Foda por oponerse a la imposición de la sharia[31], o de Nasr Abu Zeid, profesor universitario que se vio obligado a refugiarse en Europa cuando fue “divorciado” por un tribunal, pues un “apóstata” no podía seguir casado con una musulmana. O del premio Nobel de Literatura, Naguib Mahfuz, apuñalado, tras numerosas amenazas, por considerar sus novelas indecentes.</p>
<p>El fundamentalismo está seriamente instalado en el Corán. La insistencia en la verdad manifiesta y la justificación de la violencia abren un riesgo permanente de intensificar el rigorismo de la ortodoxia y emprender el camino de las armas, o a través del terrorismo o de la guerra. La idea integrista de que “el Islam es un sistema completo y total” no se compadece mal con el texto coránico en el que no existe diferenciación ninguna entre política y religión.</p>
<p>La concepción de la verdad manifiesta no sólo legitima el autoritarismo, lo precisa. Esa verdad ha de imponerse por el poder político, sin resquicios para la autonomía personal, ni espacio para la discusión, mediante la adhesión a la ortodoxia. De esa manera, una de las materias tradicionalmente prohibidas en el mundo islámico es el derecho político. Ya hemos visto como la escisión chíi se produjo por una discusión sobre la esencia del poder islámico, por considerar necesario la continuidad carismática de los herederos del Profeta. La concepción del poder islamista es teocrática. Pero si los chíies resolvieron su derrota y contradicción mediante la curiosa forma mesiánica de que Alí y aún más su hijo Husein, se “ocultaron” en vez de morir, y reaparecerán en otro momento de la historia, el islamismo en su conjunto vive en una contradicción más profunda, intensificada desde la desaparición del califato otomano en 1924, último vestigio de poder central. La idea de Hutginton de un Estado central capaz de aglutinar a la “civilización islámica” no es musulmana, pues el poder ha de ser personalizado, como lo fue la relación de Mahoma, jefe político y religioso, con Alá. Ese vacío enervante alimenta las fantasías de los islamistas. Tahar ben Jelloun, escritor marroquí, ganador del Premio Goncourt, en relación con la situación actual, afirma: “es verdad que los árabes, que los musulmanes están a la búsqueda de un líder”[32]. La recreación en el integrismo de la <em>umma</em> como proyecto político comunitarista no ha resuelto, en ningún caso, el problema ni la contradicción. Ha producido dictaduras como la sudanesa. Pero el misticismo islamista, político-religioso, alimenta las expectativas del surgimiento de un califa, un líder carismático, señor de la guerra, tras cuyo imaginario no es difícil percibir el sueño iluminado de Osama ben Laden.</p>
<hr />[1] Citado por José Morales, El Islam, Ediciones Rialp, pp.22-23</p>
<p>[2] Juan Vernet, introducción a El Corán, Plaza y Janés, p. 11.</p>
<p>[3] José Morales, El Islam, p. 24.</p>
<p>[4] Juan Vernet, p. 11.</p>
<p>[5] Juan Vernet, p. 12.</p>
<p>[6] Julio Vernet, op. cit. p. 17.</p>
<p>[7] El Corán, azora 2, 18</p>
<p>[8] Azora 3, 134-135</p>
<p>[9] Julio Vernet, p. 23</p>
<p>[10] Azora 8, 12</p>
<p>[11] Azora 8, 68</p>
<p>[12] Azora 9, 30</p>
<p>[13] Azora 8, 74</p>
<p>[14] Azora 8, 19</p>
<p>[15] Azora 9, 29</p>
<p>[16] Azora 16, 60</p>
<p>[17] Azora 2, 187</p>
<p>[18] Azora 2, 189</p>
<p>[19] Ibn Warraq, autor de Pourquoi je ne suis pas musulman, Editorial L’Age d’homme. Entrevista en Le Figaro Magazine, 6 de octubre de 2001.</p>
<p>[20] José Morales, op. cit. p. 139</p>
<p>[21] Azora 8, 57</p>
<p>[22] Azora 6, 152</p>
<p>[23] Entrevista en Le Figaro Magazine, 6 de octubre de 2001</p>
<p>[24] Azora 6, 4-6</p>
<p>[25] Azora 2, 136-138</p>
<p>[26] V. S. Naipaul, Exigencias imperiales del islam, en ABC, 12-10-2001</p>
<p>[27] Azora 110, 1-2</p>
<p>[28] En Libertaddigital, 2 de octubre de 2001</p>
<p>[29] Amin Maalouf, Las cruzadas vistas por los árabes, Alianza Editorial, pp. 80-81</p>
<p>[30] Javier Hernández Pacheco, En Época, nº 865, 14 de septiembre de 2001</p>
<p>[31] Gilles Kepel, La Jihad, Ediciones Península, p. 453</p>
<p>[32] Entrevista en El Mundo, 14 de octubre de 2001</p>
<p><strong>FUENTE: </strong><a href="http://www.libertaddigital.com/ilustracion_liberal/articulo.php/243"><strong>http://www.libertaddigital.com/ilustracion_liberal/articulo.php/243</strong></a></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://img23.imageshack.us/img23/6141/stopislam.jpg" alt="" width="400" height="161" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mitos pregados pelo proselitismo ateu]]></title>
<link>http://beinbetter.wordpress.com/2009/11/06/mitos-pregados-pelo-proselitismo-ateu/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 03:35:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Everth Queiroz Oliveira</dc:creator>
<guid>http://beinbetter.wordpress.com/2009/11/06/mitos-pregados-pelo-proselitismo-ateu/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: Neo-Ateísmo, Um Delírio Por Luciano Henrique Mito 1 – O ceticismo é propriedade do ateísmo Es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>Fonte: <a href="http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/11/05/derrubando-mitos-do-proselitismo-ateu/"><strong>Neo-Ateísmo, Um Delírio</strong></a></strong></p>
<p style="text-align:right;"><strong><em>Por Luciano Henrique</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mito 1 – O ceticismo é propriedade do ateísmo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Esse mito é tão difundido que até o desafio do Bule, de Bertrand Russell, começa afirmando que os teístas deviam respostas aos “céticos” (quando na verdade se referia aos “ateus”). Nada mais falso. O ceticismo não é propriedade de nenhuma ideologia, nem a ateísta. Decerto que o ateu é cético em relação à existência de Deus, mas isso não implica que ele seja alguém basicamente cético. Há muitos ateus que acreditam em memes, Freud, genes egoístas, extraterrestres e muitas outras coisas. Ademais, <span style="text-decoration:underline;">o fato de alguém acreditar em Deus, não implica que este não seja cético em relação a outros assuntos</span>. Particularmente, para mim a questão é simples: se eu acredito em Deus, para que eu preciso crer piamente em qualquer outra coisa? Tecnicamente, por ser religioso, minha obrigação é ser mais cético do que um ateu. Em vários exemplos que poderão ser vistos nesse blog, os ateus militantes portam-se com credulidade absurda, em vários casos beirando a fé cega. Por exemplo: muitas vezes eles lêem uma alegação no livro de Dawkins, ou Dennett, ou qualquer outra fonte do tipo, geralmente uma acusação anti-religião, e saem pregando a tal afirmação mesmo sem INVESTIGAR as fontes. Obviamente, um altíssimo grau de credulidade e fé cega é detectado neste tipo de ateu. E, ironicamente, esse tipo de ateu tende a agir de maneira extremamente desconfortável quando é submetido a uma bateria de questionamento cético. A grande prova de que o “ceticismo como propriedade do ateísmo” não passa de um mito é justamente o mecanismo que tem sido o impulsionador deste blog: o ceticismo. É exatamente isso: a principal forma de combate ao ateísmo militante é o ceticismo. E funciona com extrema eficiência, diga-se.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mito 2 – A natureza do fundamentalismo e extremismo é religiosa</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Outra crendice popular que já foi demolida principalmente após o advento da campanha atual do neo-ateísmo. Antes, era fácil associar a idéia de que uma pessoa “fanática” automaticamente era uma pessoa “religiosa”. Extremismo? Provavelmente vinha da religião. Entretanto, o recente comportamento obsessivo e extremamente dedicado à anti-religiosidade visto nos seguidores de Dawkins e patota raramente possui precedentes até no comportamento religioso. Basicamente, o novo ateísmo traz tantas características de fundamentalismo e extremismo vistas basicamente somente em grupos como as Testemunhas de Jeová, da religião. Ademais, a forma de agir desses “novos ateus” não é uma exceção, sendo tal obsessão vista tanto em ateus militantes dos Estados Unidos, como também na Suécia, no Brasil, em Portugal, etc. <strong>Leitores de Richard Dawkins comportam-se como vítimas de lavagem cerebral, e a partir disso, atacam e difamam todos aqueles que não agem de maneira radical como eles</strong>. Não sobra nem para agnósticos e panteístas. É evidente que a natureza do fundamentalismo e extremismo é uma característica humana. Nos ateus, é facilmente visível nos neo-ateus (e na religião ateísta “brights”). Nos religiosos, é facilmente percebida nas Testemunhas de Jeová.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mito 3 – Os (neo) ateus são os representantes da ciência</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Na tentativa de “inflar” o número de ateus na ciência, os neo-ateus tentam usar estratagemas como afirmar que os cientistas não “acreditam em um Deus pessoal”, o que segundo eles seria o mesmo que “não acreditar em Deus”. Obviamente, uma distorção. Tentam, também, incluir todos os agnósticos, religiosos liberais, deístas e panteístas no grupo de ateus. Além disso, muitos dos ateus militantes fingem que divulgam ciência, e escrevem muito a respeito, mas basicamente para apresentar a falsa dicotomia entre ciência e religião. Ao tentar falar com maior insistência em nome do ateísmo (lembrem-se do mito 2), acabam afirmando que estão atuando em nome da ciência em sua pregação. Obviamente que pessoas facilmente impressionáveis podem acreditar neste mito, que é facilmente desmascarável através do ceticismo. Veja o exemplo dos quatro principais autores do neo-ateísmo: Richard Dawkins é um cientista de segunda categoria (cujas teses científicas são quase místicas, como gene egoísta), Daniel Dennett é um filósofo que se meteu no âmbito da psicologia cognitiva, Sam Harris é também um filósofo que só recentemente adquiriu um (muito suspeito) doutorado em neurociência, enquanto que Christopher Hitchens é um jornalista. Se esses são os representantes “da ciência”, estamos indo bem mal… Mas, na verdade, <strong>os ateus nem de longe representam a ciência</strong>. Além do mais, <strong><span style="text-decoration:underline;">a ciência é laica</span></strong>, portanto sequer necessita de representação com viés ideológico religioso ou anti-religioso.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.jorgecamargo.com.br/adminsite/wp-content/uploads/2009/08/richard-dawkins.jpg" alt="http://www.jorgecamargo.com.br/adminsite/wp-content/uploads/2009/08/richard-dawkins.jpg" width="500" height="281" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mito 4 – Há conflitos entre ciência e religião</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Mito geralmente difundido em conjunção com o item 3. Na tentativa de criar a já citada falsa dicotomia entre ciência e religião, os neo ateus “inflam” a definição de ciência e tratam quase todas as situações humanas como se fossem um conflito entre ciência X religião, o que, naturalmente, é ilógico. Nessa discussão, geralmente eles se esquecem de que as áreas de conhecimento humanas envolvem domínios como Filosofia, Engenharia, Negócios, Política, Tecnologia, Matemática, Linguística e outros. Tecnicamente, a implementação de falsa dicotomia é utilizada para se “demonizar um oponente”, e é uma das táticas preferidas de lavagem cerebral. Não surpreende, portanto, que os neo-ateus (que são os defensores principais da idéia de que ciência e religião estão em conflito) são as Testemunhas de Jeová do ateísmo. Obviamente, esse mito engloba várias sub-crenças, que eles não largam por nada deste mundo. A principal dessas crenças é a de que a ciência afirma que Deus não existe.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mito 5 – Os ateus são mais racionais que os religiosos</strong></p>
<p style="text-align:justify;">É parte do discurso de pregação neo-ateísta que os religiosos representam a fé, e o ateísmo representa a razão. Só que esse mito é desmascarado quando observamos a maioria das publicações dos autores neo-ateus, recheadas de falácias, estratagemas erísticos, sofística, raciocínio de auto-ajuda, técnicas de lavagem cerebral e afins. O próprio componente de auto-ajuda é um sintoma da falta de racionalidade de uma parte considerável dos ateus (os neo-ateus). Os livros de auto-ajuda são similares aos cultos da carga, e raramente produzem efeitos reais nas vidas de seus usuários. Dá para notar, por exemplo, no discurso de Richard Dawkins quando este diz que o ateísmo trará uma “sensação de liberdade”. Obviamente, uma declaração nem um pouco embasada por racionalidade.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mito 6 – A consultoria ateísta sobre a religião é válida</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Grande parte da pregação neo-ateísta se baseia em criticar a religião e sugerir caminhos alternativos, ou até mesmo como a religião deveria ser utilizada pelos religiosos. Obviamente, isso é uma consultoria, justamente vinda de adversários. O que é de início extremamente suspeito: ou alguém aceitaria consultoria sobre formação do Estado de Israel feita por Palestinos? Ou uma consultoria sobre a família heterossexual brasileira feita por homossexuais heterofóbicos? Claro que não, pois existiria viés. Muitos ateus interpretam a Bíblia, por exemplo, como uma criança religiosa de 10 anos faria. E dizem que esta interpretação é a correta. Em suma, eles querem meter o bedelho em tudo. Outro exemplo são pessoas como Hector Ávalos e Bart Erhman, anti-religiosos (um deles se afirma como agnóstico, mas ambos são pregadores do neo-ateísmo), que se envolvem em estudos da religião. Claro que isso não passaria por qualquer investigação cética. Em todos os casos, quando investigados, o que se descobrem são interpretações pueris da religião e atitudes de difamação. Ou seja, <strong>a consultoria deles não vale absolutamente nada</strong>. Quer dizer, até vale. Mas só se for para seguirmos os conselhos ao avesso.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mito 7 – Os argumentos contra Deus são melhores que os argumentos a favor de Deus</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Os ateus proselitistas clamam aos quatro ventos que há uma série de argumentos contra Deus, mas geralmente tais argumentos não passam de interpretações distorcidas de argumentos teístas e extrapolações indevidas do darwinismo. A maioria dos argumentos neo-ateus a esse respeito não passam por qualquer exame lógico, e as “refutações” que eles fazem dos argumentos teístas geralmente são feitas em cima de versões deturpadas destes argumentos. Um dos exemplos mais notórios é a tentativa de Bertrand Russell refutar as cinco vias de Tomás de Aquino. Russell cometeu a fraude de substituir a expressão “a que chamamos de Deus” por “é Deus”, para então, com erística, simular uma refutação. Que jamais ocorreu, diga-se de passagem. Para piorar, mesmo alegando motivações racionais, os ateus militantes partem da conclusão apriorística da inexistência de Deus, e a consequente tentativa de atribuir causas para QUALQUER OUTRA COISA a não ser Deus torna os argumentos quase infantis. Decerto que nem todos os argumentos a favor da existência de Deus são válidos ou são comprovação da existência de Deus (na verdade, basicamente mostram que acreditar em Deus é mais racional do que não acreditar), mas dificilmente seriam piores que os argumentos ateus para a inexistência de Deus.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mito 8 – A religião é a raiz do mal, o ateísmo é a raiz do bem</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Para o ateísmo militante, quase toda a violência do mundo tem uma causa só: a religião. Segundo eles, quase todas as guerras surgem por motivações religiosas. E os homens bomba? Para eles, são simplesmente causados pela motivação de encontrar 72 virgens no paraíso. Tal discurso é propalado <em>ad nauseam</em> por todos os principais autores neo-ateus. Sob investigação, no entanto, na quase totalidade dos casos a alegação neo-ateísta é completamente refutada. Por exemplo: no caso dos homens bomba, eles não explicam por que existem tão poucos atentados com homens bomba no mundo, mesmo que o número de islâmicos chegue quase a um bilhão e meio. Ué, será que as 72 virgens motivam tão poucas pessoas a se explodirem? Mas e os Tamil Tigers, do Sri Lanka, que inventaram os atentados com homens bomba e eram marxistas/leninistas? E por que eles “inflam” os crimes da Inquisição? Da mesma forma, eles escondem os crimes cometidos pelos governos da Rússia e da China. Geralmente <span style="text-decoration:underline;">a desculpa é “se ateus mataram, é por outro motivo, mas não o ateísmo – se religiosos mataram, é por causa da religião”</span>. O fato é que sob investigação esse é mais um mito demolido. A propagação deste mito por neo-ateus é basicamente uma estratégia de chantagem emocional, aliás.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mito 9 – Nos duelos, os religiosos devem ser mansos (virarem a outra face)</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Esse é um dos mitos que alguns ateus parecem acreditar, e vários blogs (incluindo este) e autores recentes tratam de refutar. Entre esses autores, encontram-se William Lane Craig, Dinesh D’Souza e Alister McGrath – embora eu ache que todos os 3 são educadinhos demais, eu acho que o dobro ou o triplo de energia é o mínimo aceitável para adentrar duelos com ateus. Mesmo que o movimento de retaliação teísta contra as extensivas ofensas proferidas pelos ateus seja recente, já é um fato de que a idéia de que cristãos deveriam “virar a outra face” não passa de uma interpretação errada da Bíblia. <strong>O “virar a outra face” jamais significou que um religioso deveria suportar difamações calado</strong>. Da mesma forma, tal metáfora bíblica jamais significou que respostas enérgicas não pudessem ser fornecidas. A função central deste blog é esmagar, diariamente, todos os mitos citados. Mas o mito mais demolido aqui é realmente o mito 9. Os religiosos não só podem, como <strong>DEVEM</strong>, argumentar com energia, vigor, ceticismo, lógica, raciocínio de auditor e perspectiva de investigação de fraudes. É justamente aí que o castelo de cartas neo ateísta começa a desabar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Mujeres Somalíes Azotadas en Público por usar Sujetadores]]></title>
<link>http://occidentalmentehablando.wordpress.com/2009/11/03/mujeres-somalies-azotadas-en-publico-por-usar-sujetadores/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 10:27:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Javier</dc:creator>
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<description><![CDATA[El grupo islamista  Al Shabaab   que opera en Somalia, está intentando imponer a la fuerza la ley Sh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El grupo islamista  Al Shabaab   que opera en Somalia, está intentando imponer a la fuerza la ley Sh]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[PLACEBOS... SIRVEN? SI !! PARA VENDER MAS COSAS ALTERNATIVAS!!!!]]></title>
<link>http://papaesceptico.com/2009/10/30/placebos-sirven-si-para-vender-mas-cosas-alternativas/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 04:46:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Papa Esceptico</dc:creator>
<guid>http://papaesceptico.com/2009/10/30/placebos-sirven-si-para-vender-mas-cosas-alternativas/</guid>
<description><![CDATA[Para poder entender las tonterías alternativas y saber porque a veces funcionan, claro, sin que de h]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;"><img class="alignleft size-full wp-image-2005" title="green_pill" src="http://papaesceptico.wordpress.com/files/2009/10/green_pill.jpg" alt="green_pill" width="200" height="143" /><em><strong>Para poder entender las tonterías alternativas y saber porque a veces funcionan</strong></em>, claro, sin que de hecho funcionen, es muy necesario entender que es el famoso &#8220;<strong><span style="color:#003366;">Efecto Placebo</span></strong>&#8220;, muchos han escuchado que los placebos son solo pastillas de azúcar, pero de verdad son solo pastillas de azúcar??? la respuesta es NO, es mas complicado de lo que ustedes piensan, el efecto placebo puede ser desde una intervención, tratamiento, medicina, etc. que son totalmente inocuos (<em>inclusive hay veces que no lo son&#8230;</em>), quiere decir a tu cuerpo no le hacen nada físicamente, o sea que&#8230; ni picha, ni cacha, ni deja batear!&#8230; a excepción de que a tu mente la llevas a pensar que te estás aplicando algún tipo de tratamiento que tu consideras que bueno o no, así tu cerebro va a reaccionar de distintas maneras, pudiendo llevarte a sentirte mejor igual o peor.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">La característica de los placebos es que estos TE HACEN SENTIR MEJOR, PERO NO TE HACEN ESTAR MEJOR ni TE ALIVIAN, que prefieres&#8230; <strong><em>aliviarte o sentirte mejor?</em></strong><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;">De acuerdo a WIKI, lo que ellos ponen es lo siguiente: </span></p>
<p><em><span style="color:#000080;">Un <strong>placebo</strong> es una sustancia farmacológicamente inerte que se utiliza como control en la investigación clínica. Sirve para descartar las curaciones debidas a causas desconocidas que no serían atribuibles a la terapia que se investiga. Algunas teorías proponen que el placebo es capaz de provocar un efecto positivo a ciertos individuos enfermos si éstos creen o suponen que la misma es o puede ser efectiva (el “<a title="Efecto placebo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Efecto_placebo">efecto placebo</a>”), por causas psíquicas o psicológicas, aunque dicha opinión es objeto de controversia por un reducido grupo de científicos y médicos. En investigaciones hechas con placebo se ha logrado determinar que el efecto placebo tiene que ver con la sugestión, y el paciente al pensar que es un medicamento real y que tal medicamento sirve para cierta enfermedad, su sistema nervioso generalmente comienza a desarrollar <a title="Dopamina" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Dopamina">dopamina</a>, neurotransmisor que tendría que ver directamente con tales efectos, aunque hay algunas investigaciones que ponen en duda dichos efectos, la mayoría de las investigaciones dan como efectivo este tratamiento.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000080;"><span style="color:#000000;">En otro articulo encontre lo siguiente&#8230;</span><br />
</span></em></p>
<p><span style="color:#003300;"><em>Una investigación desarrollada por neurólogos de la Universidad de Michigan ha descubierto los mecanismos cerebrales que explican el efecto placebo, esa capacidad que tienen algunas personas para curarse o aliviar un dolor tomando una falsa medicina, inocua y sin eficacia alguna, y que es prescrita por muchos médicos. Cuando una persona cree que va a tomar una medicina, su cerebro activa una región vinculada a la habilidad de experimentar un beneficio o una recompensa, el núcleo accumbens, y segrega dopamina, provocando el alivio al dolor. Los neurólogos descubrieron así que el grado en que una persona responde a un tratamiento de placebo está vinculado íntimamente a la actividad que registre el área del cerebro destinada a obtener un beneficio o una recompensa.</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#003300;"><strong><em><span style="color:#993366;">Que tienen que ver las medicinas alternativas con los placebos?</span> </em></strong></span>… yo diría que todo, pues las medicinas alternativas, no existen en ningún lado estudios, experimentos, y ningún tipo de ciencia involucrada, no hay estudios doblemente ciegos, sobre todo hechos por ellos mismos, o estudios de laboratorio de menos, pero a ellos NO LES CONVIENE, pues los resultados por lo general tienden a ir en contra de ellos mismos, tal es el caso de los <a href="http://papaesceptico.wordpress.com/medicina-alternativa/los-superjugos-noni-gogi-mangostan-funcionan/" target="_blank">superjugos </a>que te dicen que tienen grandes cantidades de antioxidantes, pero <a href="http://papaesceptico.wordpress.com/medicina-alternativa/los-superjugos-noni-gogi-mangostan-funcionan/" target="_blank">l</a><a href="http://papaesceptico.wordpress.com/medicina-alternativa/los-superjugos-noni-gogi-mangostan-funcionan/" target="_blank">a verdad</a></span><a href="http://papaesceptico.wordpress.com/medicina-alternativa/los-superjugos-noni-gogi-mangostan-funcionan/" target="_blank"><span style="color:#000000;"> es otra</span></a><span style="color:#000000;"> ,  la única ciencia que si está involucrada en las idioteces alternativas, es la de <em><strong>la mercadotecnia y el lavado de cerebro</strong></em>, y la única evidencia que tienen son las<strong> anécdotas</strong>, pero la gente <strong>NO ENTIENDE </strong>que estas <strong>NO SON EVIDENCIA,</strong> hay muchos de estos individuos, que sus cerebros no les da para mucho y han llegado a decirme en este blog, que esto de las anécdotas es ciencia y es real, por lo que creo que no saben que es el efecto placebo y como funciona, por lo que yo considero que es algo muy importante saber y entender esto, por desgracia los alternativos no te van a decir esto, y es donde le toman el pelo a la  gente.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Voy con un ejemplo muy sencillo que hacen los alternativos, charlatanes, y gentes que te quieren vender instrumentos y medicinas que no sirven de nada, ….. te dicen; <em>ven y prueba esta terapia, te va a revitalizar, rejuvenecer, vas a tener una reconstitución general del organismo, vas a tener más energía, subir tu espíritu, tu sistema inmunológico mejora</em>…. Para continuar con su show, estos productos y terapias te llevan a una cama, o te sientan <a href="http://papaesceptico.wordpress.com/medicina-alternativa/tinas-desintoxicadores-ionic-clanse-son-fraude/" target="_blank">con los pies en agua caliente</a> con polvos mágicos, o te ponen un aparato para moverte las caderas mientras estas acostado y relajado, aunado a esto te lavan el cerebro con frase bonitas o música, y después del tratamiento, donde descansaste muy a gusto, después de un día de trabajo, termina tu terapia y tu teraudiota o terapeuta, te dice que ya terminamos! obviamente Te vas a sentir mejor…, tú te levantas y te sientes REGENERADO, CON MAS ENERGÍA, MAS FORTALEZA, SIENTES QUE ERES OTRO, … esto es el efecto placebo, pues esas terapias no hicieron nada en tu organismo mas haya que el descansar y relajarte, pero mentalmente te sientes mejor, pasando unos minutos de esta terapia, lo único que te queda es un hoyo en la cartera, y el efecto placebo de sentirte mejor, sin que de hecho exista mejoría real.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Cabe recalcar que los placebos no solo son medicamentos, pueden ser cualquier cosa, desde aparatos sofisticados llenos de foquitos que tienen precios inalcanzables, tratamientos y manipulaciones que son inocuas, rezos, magia, calor, frio, inyecciones de agua, reiki, chochitos y cualquier otra cosa que no tenga valor alguno para el tratamiento de enfermedades, pero te hacen pensar que son “<strong>Efectivos</strong>”.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Ahora veamos algo importante de los placebos y sus efectos, estos, como ya sabemos, no tienen valor terapéutico de ningún tipo en tratar una enfermedad <strong>FÍSICA</strong>, ejemplo, un placebo no te va a curara un hueso roto mas rápido, pues esto se puede medir, el efecto placebo, no tiene forma de ser medida su eficacia y su valor, es solo lo reportado por el paciente, pueden existir reducciones de síntomas o la forma que se siente el paciente, básicamente pueden ayudar a un paciente a sentirse mejor o no, sin que exista mejoría o cambio alguno en la “enfermedad que se esté tratando”, pero en esto existe una excepción, y es en casos como son&#8230; nausea, insomnio, stress, etc, que NO son enfermedades, sino &#8220;condiciones&#8221; donde no existe una enfermedad determinada, entonces el placebo puede ser mejor o peor, y es aquí donde la única respuesta es en lo que el paciente dice.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Los placebos tienen una característica muy interesante y es QUE NO TODOS SON IGUALES,  sip como ustedes leyeron, hay diferencian en la forma que funcionan los placebos, hay factores que van a influenciar a la gente en que si su efecto es mayor o menor, a continuación veremos algunos puntos interesantes de los placebos, ya que no solo son pastillitas de azúcar…</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Sabias tu que….<br />
</span></p>
<ul>
<li>
<address><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffcc00;">Pastillas Amarillas;</span> estas son los antidepresivos mas efectivos.</span></address>
</li>
<li>
<address><span style="color:#000000;"> <span style="color:#ff0000;">Pastillas Rojas;</span> son muy estimulantes, buenas para levantarse, estar mas activos.</span></address>
</li>
<li>
<address><span style="color:#000000;"> <span style="color:#008000;">Pastillas Verdes</span>; reducen la ansiedad.</span></address>
</li>
<li>
<address><span style="color:#000000;"> <strong>Pastillas Blancas</strong>; particularmente esas que se le llama antiácidos, son superiores para calmar las ulceras, aunque estas contengan solo lactosa</span></address>
</li>
<li>
<address><span style="color:#000000;"> <strong>Mas Pastillas es Mejor</strong>, Los científicos dicen que los placebos que se toman 4 veces al dia, son mejores que los que solo son 2 veces al día.</span></address>
</li>
<li>
<address><span style="color:#000000;"> <strong>Mejores resultados</strong> se obtienen cuando el doctor toma más tiempo con el paciente (<span style="color:#ff0000;">técnica usada por los homeópatas</span>)<br />
</span></address>
</li>
<li>
<address><span style="color:#000000;"> <strong>Los tratamientos caros</strong> tienen mejores resultados que los baratos.</span></address>
</li>
<li>
<address><span style="color:#000000;"> <strong>Marcas</strong>; las pastillas con marcas grabadas, o paquetes con logos reconocibles, son mas efectivas que los placebos genéricos.</span></address>
</li>
<li>
<address><span style="color:#000000;"> <strong>Nombres Ingeniosos</strong>, esto puede añadir un beneficio extra en la parte psicológica con drogas reales, ejem. Viagra implica Vitalidad y las ganas de no parar sexualmente!</span></address>
</li>
</ul>
<p><span style="color:#000000;">Como podremos ver, los placebos vienen muy unidos a las creencias de la gente, el creer en algo es también muy poderoso, y es aquí donde hasta la religión se mete a usar el &#8220;<em><strong>placebo religioso&#8221;</strong></em>, cuantas veces no hemos escuchado que alguien se curó porque dios la ayudo? O vemos que llevan a los enfermos a iglesias, donde &#8220;sacerdotes charlatanes&#8221; los convencen que dios los ha curado… perdón, <em><span style="color:#003300;">dije sacerdotes charlatanes???</span></em> Acaso no todos los sacerdotes son charlatanes?&#8230; no lo creo, unos son por hipócritas y obtener mas dinero, hay otros muy inocentes, que de verdad creen que hablan con dios, pero ese es otro placebo para la esquizofrenia! posteriormente sera el dinero&#8230;<br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Como lograron ver el efecto placebo es muy complicado, y es aquí donde las Quakerias alternativas nos venden porquerías y terapias por todos lados, para un charlatán el lavarle la mente a alguna victima de que su producto va a funcionar, muchas veces es muy fácil, pues la ciencia es promovida como algo que no es natural, o que son químicos, o lo que quieran ustedes, ya que las personas hoy en día se han estado dejando llevar por lo natural, quizá debido a la contaminación, la moda del cambio climático, aprender a ser más apegados a la naturaleza, el estrés, tráfico, y sobre todo por las campañas publicitarias.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">La gente hoy en día necesita escapes de sus vidas cotidianas, antes la gente se iba de vacaciones solamente a un hotel y a la playa a descansar, ahora ya las vacaciones son diferentes, ahora vamos a retiros para purificarnos, hoteles más apegados a la naturaleza, SPAS espirituales, y lugares con energías ocultas que nos hacen cambiar de plano existencial…  y que al final nos cuestan un ojo de la cara… regresamos al dia siguiente a trabajar y el resultado de este descanso vacacional se termino, no importa el lugar, quizá termines mas estresado por la vacaciones caras, porque hay que pagarlas, y ahora necesites tus chochitos y acupuntura cara para quitarte es estrés… el cuento de nunca acabar.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Por ahora mejor voy a ver si decido tomarme la píldora azul o la roja, y así saber si puedo ver enanitos verdes volando en sus platillos voladores! </span></p>
<p><span style="color:#000000;"><a href="http://www.tendencias21.net/Descubren-como-funciona-el-efecto-placebo_a1702.html" target="_blank">http://www.tendencias21.net/Descubren-como-funciona-el-efecto-placebo_a1702.html</a><br />
<a href="http://www.harvardscience.harvard.edu/medicine-health/articles/all-placebos-not-created-equal" target="_blank">http://www.harvardscience.harvard.edu/medicine-health/articles/all-placebos-not-created-equal</a><br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Placebo" target="_blank">http://en.wikipedia.org/wiki/Placebo</a><br />
<a href="http://www.wired.com/medtech/drugs/magazine/17-09/ff_placebo_effect?currentPage=all" target="_blank">http://www.wired.com/medtech/drugs/magazine/17-09/ff_placebo_effect?currentPage=all</a><br />
<a href="http://www.healthiertalk.com/placebo-pills-more-just-sugar-027" target="_blank">http://www.healthiertalk.com/placebo-pills-more-just-sugar-027</a><br />
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<h6 style="text-align:center;">Derechos: ®<a href="../medicina-alternativa/"> http://papaesceptico.wordpress.com/ </a>2009</h6>
<h6 style="text-align:right;"><em>Daniel Zepeda</em></h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como demolir o castelo de cartas neo ateísta: questionando a auto-ajuda]]></title>
<link>http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/10/30/como-demolir-o-castelo-de-cartas-neo-ateista-questionando-a-auto-ajuda/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 08:15:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>lucianohenrique</dc:creator>
<guid>http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/10/30/como-demolir-o-castelo-de-cartas-neo-ateista-questionando-a-auto-ajuda/</guid>
<description><![CDATA[Que o neo ateísmo era auto-ajuda para ateus isso eu já sabia faz tempo, pois há 8 anos debato com es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-1706" title="auto_ajuda" src="http://neoateismodelirio.wordpress.com/files/2009/10/auto_ajuda.png" alt="auto_ajuda" width="186" height="246" /></p>
<p>Que o neo ateísmo era auto-ajuda para ateus isso eu já sabia faz tempo, pois há 8 anos debato com esse tipo de antas, e cada vez mais as patologias deles ficam evidentes.</p>
<p>A questão é que as vezes até eu me surpreendo com o tamanho da patetice deste séquito de Dawkins e Sagan.</p>
<p>Recentemente o <a href="http://centria.fct.unl.pt/~ludi/" target="_blank">Ludwig Krippahl</a>, do blog de propaganda neo-ateísta <a href="http://ktreta.blogspot.com/" target="_blank">Que Treta</a>, entregou o ouro de forma até surpreendente.</p>
<p>O sujeito seguiu a cartilha do comportamento do leitor de auto-ajuda e saiu pregando feito um vendedor da Herba Life.</p>
<p>Ele começou indicando o vídeo de Lawrence Krauss, em uma &#8220;palestra sobre cosmologia&#8221; (link <a href="http://www.youtube.com/watch?v=7ImvlS8PLIo" target="_blank">aqui</a>).</p>
<p>Qualquer cético de verdade já começa a questionar o vídeo, claro: Quem é Lawrence Krauss? Uma pesquisa mostra que o sujeito, mesmo não sendo um leigo em sua área de atuação, é também envolvido fortemente com pregação de neo ateísmo. Outro motivo para suspeita é o apresentador do vídeo. Ninguém menos do que Richard Dawkins. Ihh&#8230; o sinal de alerta de que estamos diante de auto-ajuda para ateus desesperados já é aceso.</p>
<p>E todas as minhas suspeitas se confirmam, no decorrer do vídeo.</p>
<p>Claro que não o assisti completamente, pois desprezo qualquer tipo de material para fracos desde que ganhei de presente uma série de palestras de auto-ajuda que fui assistir há uns quatro anos atrás. Fui só para fazer networking e por caridade. Posso dizer com segurança: raras vezes encontrei um grupo de pessoas tão fracas quanto nesse evento.</p>
<p>Curiosamente, os leitores de auto-ajuda começam a colecionar livros de auto-ajuda de vários tipos. Tem de tudo.</p>
<p>Assim como a variação de livros de auto-ajuda para ateus. E autores também.</p>
<p>É por isso que os caras vão assistir uma palestra de &#8220;auto-ajuda cosmológica&#8221; depois de uma de &#8220;auto-ajuda biológica&#8221;, tudo em cima do pacotão da &#8220;auto-ajuda ateísta&#8221;, mesmo que nas palestras de &#8220;cosmologia&#8221; e &#8220;biologia&#8221; falem mais de religião do que as disciplinas em si.</p>
<p>A coisa funciona basicamente assim: mesmo que o sujeito seja um nerd, um fraco, um incapaz, ele sempre ouvirá frases de conforto de seus autores, e a partir disso ele os idolatrará.</p>
<p>Claro que é uma idolatria completamente oposta à da religião.</p>
<p>A grande diferença, que coloca o religioso em superioridade a eles, é que se um religioso pratica idolatria, esta idolatria é somente em relação a Deus. No caso dos leitores de auto-ajuda, a idolatria é orientada aos gurus, como sempre todos marketeiros.</p>
<p>Naturalmente, é possível que uma boa parte dos seguidores da religião também a interpretem erradamente e a vejam como auto-ajuda.</p>
<p>Geralmente é a atitude da empregadinha doméstica que vai na Igreja do Bispo Edir Macedo.</p>
<p>Aí sim, e SOMENTE aí,o religioso se assemelharia a um neo ateu.</p>
<p>Talvez seja por isso que quando os neo ateus saem pregando sua palavra eles sempre criticam a religião considerando o comportamento da empregadinha doméstica. Eles só citam o cidadão comum, que, em vários casos, vai atrás de auto-ajuda.</p>
<p>Na verdade, eles estão buscando os DUPLOS de si mesmos, pois, ao procurarem auto-ajuda através de Dawkins e sua patota, eles entendem que TODOS deveriam fazer o mesmo.</p>
<p>É por isso que com o mínimo de ceticismo (o maior fator de esmagamento da auto-ajuda), todo o castelo de cartas dessa escória pode desabar muito fácil.</p>
<p>Por exemplo, vejam como Ludwig apresenta a palestra do Lawrence Krauss:</p>
<blockquote><p>É uma palestra do Lawrence Krauss sobre cosmologia. Quando tiverem uma hora para ver televisão, vejam isto. Seja o que for que esteja a dar, isto é de certeza melhor.</p></blockquote>
<p>O título do post dele é &#8220;Física sem Hermenêuticas&#8221;, obviamente uma alusão à hermenêutica utilizada pelos teólogos para compreender a Bíblia e qualquer livro sagrado. Na verdade, dá para se utilizar para compreender qualquer texto complexo.</p>
<p>Já de cara fica evidente a falsa concepção do que é Física e do que é Hermenêutica, pois Ludwig trata de um atributo que NÃO pertence à Física, e coloca-o em uma sentença onde menciona Física.</p>
<p>A frase não tem o menor sentido senão o de uma frase de efeito para auto-ajuda.</p>
<p>Seria o mesmo que dizer coisas como &#8220;Almoço sem filosofia&#8221;, &#8220;Scorecard sem Teoria&#8221;, etc.</p>
<p>Talvez ele quisesse dizer que &#8220;A Física é boa por não ter hermenêutica&#8221;. O que, naturalmente, também seria estupidez, pois o fato de algo não ser imprenscindível para disciplinas como Física, não significa que não o seja para Teologia e Filosofia, por exemplo.</p>
<p>Outro exemplo é quando esse pessoal geralmente também escreve coisas como: &#8220;Se há respostas, estas estão na ciência, e apenas lá&#8221;. O que é uma demência.</p>
<p>Vá dizer isso ao Diretor de Controladoria ou o Diretor de Governança, que possuem diversos sistemas com base em Balanced Scorecard e Mapeamento de Indicadores Correlatos, que não só dão respostas em relação a TUDO que é necessário saber sobre a organização, como também as OUTRAS organizações, para o Benchmark. Só um conselho: antes disso, comece a distribuir o seu currículo já com antecedência no mercado, pois você não vai durar muito no emprego. Detalhe: o Balanced Scorecard independe das ciências naturais. Mas toma por base os levantamentos estatísticos, obviamente.</p>
<p>E é assim mesmo: grande parte do discurso da patuléia da auto-ajuda não tem muito sentido.</p>
<p>Se já falei do uso de frases de efeito, característica típica da lavagem cerebral promovida pelos gurus de auto-ajuda, agora segue um outro exemplo, agora de falsa dicotomia, um dos RECURSOS PREFERIDOS dos &#8220;brainwashers&#8221; que o Ludwig lê:</p>
<blockquote><p>Uma citação para guardar, e emoldurar: «Knowing the answer means nothing. Testing your knowledge means everything.»</p></blockquote>
<p>Quer dizer, qualquer pessoa que não é um retardado sabe que a citação é patética e infantil. Mas olhem o que Ludwig afirma: &#8220;para guardar, e emoldurar&#8221;.</p>
<p>Aquilo que causaria vergonha para qualquer pessoa sadia mentalmente causa ORGULHO para ele.</p>
<p>Mas é exatamente esse o comportamento de um fanático por auto-ajuda. Ele ouve aquela defecação verbal do guru e acha que deve &#8220;guardar e emoldurar&#8221; essas frases de efeito, principalmente de falsa dicotomia.</p>
<p>Pessoas normais e inteligentes normalmente dizem: &#8220;O Six Sigma é a metodologia mais estabelecida para a qualidade e funciona como um modelo de gestão, ao passo que o antigo TQM não oferecia a mesma visão gerencial com orientação ao portfolio, embora também fosse focado na qualidade&#8221;. Como se vê, sem enrolação. Olhem o que um leitor de auto-ajuda escreveria: &#8220;Six Sigma significa tudo, TQM significa nada&#8221;. Obviamente, é uma frase mais curta mas é só enrolação. Só serve como frase de efeito, suportada pelo recurso de falsa dicotomia, mas não tem utilidade prática e não significa algo minimamente válido.</p>
<p>Imaginem só a situação hipotética: o Gerente de uma área de Negócios é convocado pelo Diretor executivo e deve dar uma resposta à respeito do atendimento ou não das metas da área de negócios, que seria uma redução percentual de 5% em custos no primeiro semestre. De novo, se a resposta for &#8220;Saber a resposta não significa nada. Testar o seu conhecimento significa tudo&#8221; o negócio é fazer isso, mas já ter distribuído o currículo antes.</p>
<p>Obviamente que as pessoas mentalmente sãs riem nas costas do infeliz. As vezes até riem pela frente.</p>
<p>Talvez isso explica por que os neo ateus andam tão agressivinhos ultimamente.</p>
<p>Mas, pelo que se nota, grande parte da auto-ajuda neo ateísta acaba servindo para pessoas que buscam um emprego mais modesto, na área acadêmica, e, portanto, não precisam lutar contra parte das dificuldades do mundo real (que é muito mais emocionante que o mundo acadêmico).</p>
<p>Outra característica do leitor de auto-ajuda mais fanático, como o Ludwig, é que eles sempre tentam vender gato por lebre.</p>
<p>De novo, é como os vendedores da Herba Life ou a turma do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sPQ5kwYFk5M" target="_blank">Lair Ribeiro</a>.</p>
<p>No exemplo do Ludwig, ele tentou vender ao leitor a palestra do Lawrence Krauss como se fosse sobre cosmologia, certo? Errado. A palestra é de auto-ajuda neo ateísta, em que o sujeito pratica a falsa dicotomia entre ciência e religião o TEMPO TODO (aliás, a suspeita surgiu quando apareceu o Richard Dawkins no início), e usa como &#8220;ganchos&#8221; argumentações sobre a cosmologia.</p>
<p>Mas a palestra não tem nenhum sentido de informação científica, e sim de &#8220;divulgação científica&#8221; (algo que também geralmente é vendido em formato de auto-ajuda, como Carl Sagan fazia), e uso de manipulações semânticas e frases de efeito anti-religião.</p>
<p>Em suma, mais do mesmo.</p>
<p>A coisa é tão vergonhosa para os neo ateus que, com o crescente conhecimento que os cristãos estão adquirindo das táticas (e fraquezas) deles, talvez seria interessante que eles pensassem em uma estrutura de graus, como uma ordem iniciática, e escondessem o seu material do público externo.</p>
<p>Motivo: evitar que todo o seu corpo de conhecimento seja ridicularizado. Já que a facilidade com que se pode ridicularizar os discursos de gente como Ludwig, e seus gurus, é impressionante.</p>
<p>Pensando bem, é melhor que eles continuem assim.</p>
<p>Será mais divertido ainda.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ROBO de entradas de Blogs??? Sip..]]></title>
<link>http://papaesceptico.com/2009/10/28/robo-de-entradas-de-blogs-sip/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 18:40:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Papa Esceptico</dc:creator>
<guid>http://papaesceptico.com/2009/10/28/robo-de-entradas-de-blogs-sip/</guid>
<description><![CDATA[Estos días he estado viendo las estadísticas de mi blog, y me ha llamado la atención el robo de entr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><strong>Estos días he estado viendo las estadísticas de mi blog,</strong></em> y me ha llamado la atención el robo de entradas! ya van varias entradas  que ponen mías en otros blogs, afortunadamente estas han llegando a poner de donde proviene esas entradas, lo malo que están en letras chiquitas y hasta abajo, veo que hay gentes que están formando blogs con entradas de otras personas y eso ya no me parece justo, sobre todo porque lo hacen sin pedir permiso o avisar, de esta manera forman blogs muy grandes pescando artículos que les gusten y así tener visitas, he notado que hay unos que son automáticos, y otros lo hacen manuales, pero esto sera para crear mas visitas y mas dinero con los anuncios?</p>
<p>Es importante recalcar que es necesario apoyarnos unos con otros, para esto esta la información, el sacar una frase que te gusta, o una idea, algún fragmento del post que te gusto, o si estas mostrando una mentira, pues con mas razón vas a colocar esas mentiras y poner la evidencia en contra de ellos, pero el copiar artículos completos haciendo así un blog enorme, no se me hace justo, ya que por ejemplo, yo muchas veces corrijo mis entradas si encuenro evidencia de lo contrario, o si tengo algun error, y estos tipo ya no lo corrigen y lo dejan igual que como lo copiaron en ese momento.</p>
<p>Ok.. puedo decir que no soy del todo una blanca palomita, por ejemplo, tengo una <a href="http://papaesceptico.wordpress.com/religion-y-sus-atrocidades/mas-atrocidades-del-libro-sagrado/">pagina</a> que saque de <a href="http://www.sindioses.org/" target="_blank">sindioses.org</a>, mas que nada es para dar un punto de vista, y es una compilación de unas partes de la biblia, nada que no conozcamos, y al final y principio en letras grandotas coloco donde saque esto, también muchas veces reportamos noticias, y damos nuestros puntos de vista, colocando de donde la sacamos, esto no lo veo mal, pues cuando yo considero un noticia que va  de acuerdo a la filosofía de mi blog, claro que la voy a colocar y trato de dar mi punto de vista y dar aun mas información, por ejemplo, en mi blog tengo la <a href="http://papaesceptico.wordpress.com/religion-y-sus-atrocidades/la-paradoja-de-epicuro/" target="_blank">Paradoja de Epicuro</a>, y una vez un idiota me comenzó atacar pues dice que le hize un Copy Paste! caray&#8230; es una frase de un tipo que murió hace mas de 2000 años, a quien le doy el crédito?</p>
<p>A la hora de realizar alguna de mis investigaciones, hay blogs y lugares donde saco la informacion, y así obtener una mejor idea o alguna frase de ese lugar, que por lo general le doy derecho a quien lo escribio, y estos son pequeños fragmentos que utilizamos, e inclusive los mismos noticiero usan esto, una fuente que esta en Internet y es gratis es Wikipedia, aunque no muy confiable pero es información la podemos usar, si uno saca una &#8220;Definición&#8221; de una una palabra, no creo necesario decir de que diccionario la saque, pero el robarte TODO lo que escribiste o investigaste, y colocarlo en tu blog??? ya no lo considero bueno ni ético.</p>
<p>ahora a todas mis paginas, le estoy poniendo la frase de &#8220;derechos reservados&#8221; y la dirección de mi blog, para que de menos si es copiada se vea la dirección de mi blog&#8230;</p>
<h6 style="text-align:center;"><em>Derechos: <a href="../">http://papaesceptico.wordpress.com/ </a>2009</em></h6>
<h6 style="text-align:right;"><em>Daniel Zepeda</em></h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Livro "Meu Pequeno São Paulino"]]></title>
<link>http://tricolormania.wordpress.com/2009/10/28/livro-meu-pequeno-sao-paulino/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 12:59:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>netshoes</dc:creator>
<guid>http://tricolormania.wordpress.com/2009/10/28/livro-meu-pequeno-sao-paulino/</guid>
<description><![CDATA[Hoje a SÃO PAULO MANIA vem com uma dica muito especial pra criançada. Trata-se do livro “Meu Pequeno]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.saopaulomania.com.br/produto/index_ch.aspx?pc=667&#38;utm_source=blog&#38;utm_medium=socialmedia&#38;utm_campaign=socialmedia_blog_sp_livropqnosp"><img src="http://tricolormania.wordpress.com/files/2009/10/livro-meu-pequeno-sao-paulino.jpg?w=150" alt="livro meu pequeno são paulino" title="livro meu pequeno são paulino" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-481" /></a>Hoje a SÃO PAULO MANIA vem com uma dica muito especial pra criançada. Trata-se do livro “Meu Pequeno São Paulino”.</p>
<p>Escrito pelo tricolor fanático Nando Reis, com ilustrações de Rodrigo Andrade, o livro conta de uma maneira divertida a história de amor do cantor pelo São Paulo, retratando os principais ídolos e títulos do clube.</p>
<p>Esta é uma grande dica pra você contar pro seu filho a razão da incrível história de amor entre o São Paulo Futebol Clube e a sua torcida.</p>
<p>Confira aqui o livro <a href="http://www.saopaulomania.com.br/produto/index_ch.aspx?pc=667&#38;utm_source=blog&#38;utm_medium=socialmedia&#38;utm_campaign=socialmedia_blog_sp_livropqnosp">“Meu Pequeno São Paulino”!</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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