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	<title>feijo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/feijo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "feijo"</description>
	<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 13:41:38 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[AULA - Período Regencial (1831-1840)]]></title>
<link>http://sala19.wordpress.com/2009/06/02/aula-periodo-regencial-1831-1840/</link>
<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 22:27:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>travelerthought</dc:creator>
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<description><![CDATA[Período Regencial 1831 &#8211; 1840  Regência Trina Provisória: Durou até junho de 1831; Nicolau Cam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><strong>Período Regencial<br />
1831 &#8211; 1840</strong></p>
<p> <strong>Regência Trina Provisória:</strong></p>
<ul>
<li>Durou até junho de 1831;</li>
<li>Nicolau Campos Vergueiro, Carneiro de Campos e      Brigadeiro Lima e Silva;</li>
<li>Adotou medidas importantes, visando conter o avanço      político dos liberais exaltados: manutenção da Constituição de 1824;      anistia aos presos políticos; reintegração do ministério demitido por D.      Pedro I, aprovação da Lei Regencial que privava os regentes de parte      importante do poder moderador; Criação da Guarda Municipal, uma milícia      civil destinada a manter a ordem pública.</li>
</ul>
<p> <strong>Regência Trina Permanente:</strong></p>
<ul>
<li>1831-1835;</li>
<li>Deputados: Costa Carvalho, Bráulio Muniz e      Brigadeiro Lima e Silva;</li>
<li>Consolidação do Partido Moderador no poder;</li>
<li>Enfrentou dificuldades, rebeliões populares,      revoltas militares;</li>
<li>Feijó se transformou numa importante figura      política: Ministro da Justiça, comandava as forças policiais;</li>
<li>Procurou consolidar os interesses da elite      dominante;</li>
<li>Moderados: habilidade política;</li>
<li>Feijó extinguiu a Guarda Municipal e criou a Guarda      Nacional</li>
<li>Corpo de oficiais formado quase exclusivamente por      grandes proprietários rurais;</li>
<li>Aprovou-se uma Lei que estendia a autoridade do      governo sobre os juízes de paz – subordinando o poder judiciário ao poder      executivo;</li>
<li>Feijó renunciou em 1832 – após uma tentativa      frustrada de conquistar poderes ditatoriais;</li>
<li>Aprovação do Código de Processo Criminal;</li>
<li>Reforma Constitucional – Ato Adicional 1834</li>
</ul>
<p>Principais Pontos:</p>
<ul>
<li>Descentralização do poder, concedendo maior autonomia      política, administrativa e financeira às províncias;</li>
<li>Criação, em cada província, de uma Assembléia      Legislativa Provincial, formada por deputados eleitos;</li>
<li>Abolição do Conselho de Estado, mantendo-se, porém,      o Poder Moderador;</li>
<li>Transferência da Capital da província do Rio de      Janeiro para Niterói;</li>
<li>Transformação da cidade do Rio de Janeiro em      Município Neutro, uma espécie de Distrito Federal;</li>
<li>Redução da autonomia dos municípios;</li>
<li>Transformação da Regência Trina em Regência Una.</li>
</ul>
<p> Regência de Feijó:</p>
<ul>
<li>1835-1837</li>
<li>O Ato Adicional determinava que a Regência seria      exercida por uma só pessoa, eleita por voto “popular” – de 5 milhões de      habitantes apenas 6 mil eram votantes;</li>
<li>Feijó foi incapaz de solucionar a crise financeira      que se abatia;</li>
<li>Duas grandes rebeliões: Revolução Farroupilha e      Cabanagem, no Pará;</li>
<li>Em 1837 – Feijó renunciou</li>
</ul>
<p> Regência de Araújo Lima;</p>
<ul>
<li>1838-1840;</li>
<li>Apresentou a Lei de Interpretação do Ato Adicional:      transferir ao governo central o controle de todo o sistema jurídico e      policial;</li>
<li>Reformou-se o Código Criminal – reduzindo a      autoridade dos juízes de paz;</li>
<li>Regresso do Partido Conservador: Surgiram dois      novos partidos – Regressistas e Progressistas;</li>
<li>Regressistas: composto por antigos moderados e      restauradores – governo forte e centralizado</li>
<li>Partido Progressista: liderados por Feijó –      aceitavam uma monarquia constitucional, desde que respeitadas as medidas      liberais anteriores adotadas, inclusive o Ato Adicional;</li>
</ul>
<p> GOLPE DA MAIORIDADE: COLOCAÇÃO ANTECIPADA DE D. Pedro II no trono;</p>
<ul>
<li>Líderes progressistas perceberam que era quase      impossível derrotar os conservadores regressistas, quer por eleição, quer      por revolta armada;</li>
<li>Para resolver o problema, resolveram antecipar a      maioridade de D. Pedro II;</li>
<li>Clube da Maioridade: acreditava-se que a subida do      imperador ao trono contribuiria para pacificar a situação política;</li>
<li>Os chefes militares simpatizavam com a idéia;</li>
<li>Os Regressistas procuraram eliminar o movimento      maiorista;</li>
<li>Os liberais pensavam que com D. Pedro II no trono      poderiam formas ministérios de liberais;</li>
<li>22 de julho de 1840 – comissão de senadores e      deputados se reuniram com D. Pedro II para efetivar a decisão.</li>
<li>Os Ministérios foram compostos por Liberais.</li>
</ul>
<p><strong>Revoltas Regenciais:</strong></p>
<ul>
<li>Rio de Janeiro – 1831-1832;</li>
<li>Cabanagem, Pará – 1835-1840;</li>
<li>Revolução Farroupilha, RGS – 1835-1845;</li>
<li>Sabinada, Bahia – 1837-1838;</li>
<li>Balaiada, Maranhão – 1838-1841.</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La noche no era para ti]]></title>
<link>http://papanatismoesferico.wordpress.com/2009/05/17/la-noche-no-era-para-ti/</link>
<pubDate>Sun, 17 May 2009 17:28:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>OBSERVADOR CONSISTENTE</dc:creator>
<guid>http://papanatismoesferico.wordpress.com/2009/05/17/la-noche-no-era-para-ti/</guid>
<description><![CDATA[La noche no era para ti, Soraya Canción floja + Coreografía digna + Cantante notable + anti-estereot]]></description>
<content:encoded><![CDATA[La noche no era para ti, Soraya Canción floja + Coreografía digna + Cantante notable + anti-estereot]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Feijó. O que é herói.]]></title>
<link>http://excertosesparsos.wordpress.com/2009/05/10/feijo-o-que-e-heroi/</link>
<pubDate>Sun, 10 May 2009 22:11:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>albertodossantos</dc:creator>
<guid>http://excertosesparsos.wordpress.com/2009/05/10/feijo-o-que-e-heroi/</guid>
<description><![CDATA[Ítem n.- 323 Ficha de leitura n.- 7 O QUE É HERÓI Martin Cezar Feijó FICHA DE LEITURA Sumário O QUE ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ítem n.- 323<br />
Ficha de leitura n.- 7<br />
O QUE É HERÓI<br />
Martin Cezar Feijó<br />
FICHA DE LEITURA<br />
<!--more--></p>
<p>Sumário<br />
O QUE É HERÓI    1<br />
Parte I    O nascimento do herói, se deu com o mito    2<br />
A. -    Ciclo Heróico dos Winnebagos    2<br />
B. -    Mas por que tanta semelhança?    3<br />
Parte II    Gênio e herói    3<br />
C. -    bandoleiros: heróis populares    4<br />
Parte III    O Culto do Herói: Carlyle    4<br />
Parte IV    O questionamento do herói    4<br />
Parte V    O marxismo, o indivíduo e a história    5<br />
Parte VI    O herói revolucionário    5<br />
Parte VII    Mito do herói bandeirante.    5<br />
Parte VIII    Mito mistificado    6<br />
Parte IX    A iniciação do herói: Literatura    6<br />
D. -    O herói épico    6<br />
E. -    O herói trágico    6<br />
F. -    O nascimento da literatura    7<br />
§ 1.    Dante    7<br />
§ 2.    Cervantes    8<br />
§ 3.    Ortega y Gasset, 1914,    8<br />
G. -    O herói jovem    8<br />
Parte X    A volta do herói guerreiro    9<br />
Parte XI    Século XX: o herói crítico    9<br />
§ 4.    James Joyce (1882-1941)    9<br />
§ 5.    Bertolt Brecht (1898-1956)    9<br />
Parte XII    O retorno do herói: indústria cultural    9<br />
H. -    A visualização do herói    9<br />
§ 6.    Quadrinhos desenhados [...] (pág.87)    10<br />
§ 7.    Cinema    10<br />
Parte XIII    Bibliografia    10</p>
<p>Parte I    O nascimento do herói, se deu com o mito<br />
1    O nascimento do herói, se deu com o mito. O mito corresponde às crenças de um povo. (pág. 13) [...] Os mitos refletem sempre um medo da mudança.<br />
2    As sociedades primitivas (denominadas de “arcaicas”) procuram num tempo longínquo (na chamada “idade mítica”) aquilo que julgaram ter pedido: a verdade eterna. Esta se encontraria num passado tão distante que não dá nem para se medir. A procura dela envolve ritos, cultos e lendas, como se isso permitisse o seu retorno. É o mito do eterno retorno. Isto tudo refletindo um “horror da história” de uma sociedade em transformação que se assusta com as mudanças. O mito seria, então, um consolo contra a história. E o herói, um consolo contra a fraqueza humana. [...]<br />
3    A mitologia grega compreende três grandes ciclos (“ciclo teogônico”) (pág.13) [...] (“ciclo olimpiano”) (“ciclo heróico”) [...] pode ser resumida na vida dos deuses e heróis, sendo que os deuses tinham características humanas, como vícios e virtudes, e os heróis tendo características divinas, com poderes especiais, embora fossem mortais. (pág.14) [...]<br />
4    Alguns estudiosos defenderam a idéia de que esses heróis tinham sido indivíduos destacados em suas sociedades e que a imaginação coletiva acabou por dotá-los de poderes extra-humanos. Alguns também defenderam que os heróis eram deuses rebaixados; isto é, divindades de povos submetidos por outros que teriam perdido a condição de deuses. [...]<br />
5    Pensador Evêmero (século III a.C); evemerismo. [...] O mito teria nascido da história real e o herói era o que restou e algum individuo destacado. (pág. 17) [...]<br />
A. &#8211;     Ciclo Heróico dos Winnebagos<br />
6    Paul Radin, 1948. o Ciclo Heróico dos Winnebagos, seus mitos heróicos apresentavam quatro estágios, em cada estágio um tipo de herói.<br />
7    O primeiro estágio é o herói do tipo rudimentar, arruaceiro, instintivo, desinibido, infantil e trapaceiro. Cínico e cruel. Trickster. Dionísio, Macunaíma. (pág.18) [...]<br />
8    O segundo tipo é o herói fundador da cultura nativa, o transmissor das ervas medicinais, o Hare. É o herói que transmite alguma coisa aos homens. Prometeu, Orfeu, Narciso.<br />
9    O terceiro tipo, o herói valente, o guerreiro, o fazedor de façanhas, Red Horn, Hércules, Aquiles, Ulisses.<br />
10    O quarto tipo é muito parecido com o terceiro só que em dose dupla, são heróis gêmeos (os Twins), mas diferente em caráter. (pág. 19) [...]<br />
B. &#8211;     Mas por que tanta semelhança?<br />
11    Uma parte da resposta é que ela não está fora do homem: está dentro.<br />
12    Freud chamava essas manifestações de “resíduos arcaicos”. Jung as chamou de arquétipos ou “imagens primordiais”.<br />
13    O arquétipo é uma tendência do instinto, não da razão, manifestada pelos sentidos, não pelo conhecimento. (pág. 20) [...]<br />
14    Mas a trajetória do herói atravessa o mito e entra na história: é o herói se separando. (pág. 21) [...]<br />
15    Com o surgimento do Estado, o herói, ultrapassando o mito, atingiu uma nova dimensão: o herói histórico.<br />
16    A classe social dominante exerce o seu poder pelo controle da economia, da política e até do imaginário, através da ideologia. Nesse processo o herói torna-se figura real, palpável da História. (pág. 22) [...]<br />
17    Alexandre da Macedônia é um exemplo que do real deu origem ao imaginário (nos moldes mitológicos), mas que acabou sendo racionalizado uma perspectiva histórica. (pág.25) [...]<br />
18    Na Idade Média, um tipo de herói histórico misturou o mitológico e o sagrado: os “santos”.<br />
Parte II    Gênio e herói<br />
19    Idade moderna (séculos XV-XVI) (pág. 26) [...]<br />
20    Maquiavel defende a importância do monarca, do condottiere (pág.27) [...] Ele é um defensor de um monarca, que tenha “virtudes”. Um herói, enfim. (pág. 28) [...]<br />
21    A história oficial registrou os heróis oficiais, os heróis da classe dominante: reis, generais, empresários e guerreiros. Desta forma, herói seria um privilégio de classe, não fossem a memória, a história recordada, as versões, as baladas sobre os bandoleiros: heróis populares. (pág.29) [...]<br />
C. &#8211;     bandoleiros: heróis populares<br />
22    Robin Hood não foi o único. Bandidos para as classes dominantes. Heróis para as classes dominadas.<br />
23    Representam sempre uma sede de justiça coletiva. Esse tipo de manifestação apareceu sempre que um sistema agrário entrou em crise sem que houvesse uma economia urbano-industrial que absorvesse esse contingente de população marginalizada ou uma possibilidade histórica de revolução social.<br />
24     Pancho Villa. “Lampião”. (pág. 31) [...]<br />
Parte III    O Culto do Herói: Carlyle<br />
25    Século XIX, a história se resume na biografia dos heróis, sua tese: a necessidade do “culto ao herói”, o herói tem um papel estabilizador, e uma Heroarquia (governo de heróis) evitaria as transformações revolucionárias e seria uma garantia contra a Anarquia. (pág. 33) [...]<br />
26    Defendeu um caráter divino nos heróis e que uma sociedade fundada em seu culto seria estável e respeitaria a hierarquia como coisa sagrada.<br />
27    Teoria da “divinização do chefe político”, fundamento do fascismo. (pág. 34) [...]<br />
Parte IV    O questionamento do herói<br />
28    Filósofo Hegel, indivíduo histórico universal.<br />
29    Favorável às transformações históricas. Estas não são conseqüência da ação de heróis, mas das necessidades de um tempo. O “individuo histórico-universal (o herói) seria o que compreende as condições maduras e encarnaria na sua liderança aquilo que sua época determinasse. (pág. 35) [...]<br />
30    Herói, o instrumento das forças históricas e sociais.<br />
31    O marxismo considerou esta uma questão menor ou a deixou entregue aos conservadores.<br />
Parte V    O marxismo, o indivíduo e a história<br />
32    Socialismo. Nessa história não haveria heróis. A história seria tarefa de uma classe, de um povo. (pág. 37) [...]<br />
33    A alienação é fruto dessa “separação” do indivíduo da história.<br />
34    A crença na capacidade do herói em fazer a história é sempre a desconfiança com relação à capacidade dos indivíduos de se organizarem para tingir seus fins. A espera do herói é sempre a espera de que “outro” faça por nós o que nos consideramos incapazes de realizar. A quem interessa isso?<br />
Parte VI    O herói revolucionário<br />
35    As revoluções do século XX, a liderança quase sempre esteve nas mãos de um pequeno grupo organizado. Originaram-se dois novos tipos heróicos: o de partido e o guerrilheiro. (pág. 39) [...]<br />
36    Revolução Russa, centralismo democrático, poder centralizado. (pág.40). Culto à personalidade do guia Stalin.<br />
37    Do culto ao partido ao culto ao chefe do partido foi um passo, e o marxismo (antiutópico e antiheróico) foi quase transformado em ideologia, igual às que criticava impiedosamente.<br />
38    O culto ao herói sempre foi uma plataforma conservadora. (pág.41) [...]<br />
39    Che Guevara. O herói acabou ofuscando o revolucionário e suas idéias ficando em segundo plano Diane da mística que se criou. Essa imagem o torna um inofensivo prato pronto para ser consumido e assim eliminado pela segunda vez: mito mistificado.<br />
40    O revolucionário transformado em herói volta-se contra ele mesmo. (pág. 45) [...]<br />
Parte VII    Mito do herói bandeirante.<br />
41    A ação dos bandeirantes era puramente predatória. Porém, no século XIX, quando se consolida em São Paulo uma aristocracia, se cria também um mito. Ideologia: a de que essa classe tinha Omo antepassados figuras heróicas e desbravadoras. (pág.47) [...]<br />
Parte VIII    Mito mistificado<br />
42    O herói nasceu do mito. Da separação do mito e da alternação da realidade nasceu o herói na história.<br />
43    O herói na história ganha foros de verdade, separa-se do mito, da poesia, da imaginação e serve à ideologia dominante.<br />
44    Assim como a crença no herói histórico significa a espera do herói redentor, que nunca chega. (pág.49) [...]<br />
Parte IX    A iniciação do herói: Literatura<br />
45    O ritual da iniciação, passagem de um estágio para outro.<br />
46    Na nossa cultura a iniciação se dá por transferência de emoções, através da literatura. (pág.51) [...]<br />
D. &#8211;     O herói épico<br />
47    São os poetas que dão forma artística às crenças, aos mitos, aos anseios e desejos coletivos. às vezes, são até os criadores de mitos, dando expressão ao inconsciente coletivo. herói, categoria estética, poeta, a partir dele busca a compreensão da essência humana. (pág.52) [...]<br />
48    É muito sutil a diferença entre o herói mitológico (no qual somente as façanhas e os super poderes é que contam) e o herói épico (que já apresenta características humanas). (pág.55) [...]<br />
49    A qualidade principal do herói épico era areté (virtude): aquele que se mantém fiel a si mesmo. (pág.56) [...]<br />
E. &#8211;     O herói trágico<br />
50    O teatro nasceu no momento em que esses ritos deixaram de ser espontâneos e passaram a ser encenados, apresentados a um público passivo, que se envolve na cena de outra forma: pelo envolvimento emocional catarse.<br />
51    Ésquilo o teatro passou a ter autonomia do ritual e o herói do teatro começou a abandonar a esfera do mito para atingir a esfera do humano. O envolvimento emocional (a catarse) da platéia não será mais pela religiosidade, mas pela identificação profunda com o destino do herói. (pág.59) [...]<br />
52    No mito, o destino é alheio à vontade humana. No caso do mito de Édipo, ele predomina sobre tudo.<br />
53    Diferente da estrutura do mito narrado, o que a peça mostra é a descoberta de Édipo de sua verdadeira identidade. O que há de misterioso e mágico na versão mítica transforma-se em profundamente humano na versão teatral da tragédia de Édipo.<br />
54    Cego e sem poder, o herói trágico havia descoberto sua identidade.<br />
55    No mito, o que prevalece é o destino, do qual nenhum homem escapa; na tragédia, o que se destaca é a luta do herói contra o destino. O herói trágico é derrotado diante da força do destino, mas o que humaniza, é exatamente a sua luta contra isso.<br />
56    O herói trágico não se conforma com o seu destino. Esta é a sua essência. (pág.60 e 61) [...]<br />
F. &#8211;     O nascimento da literatura<br />
57    Na literatura, o destino do herói é a sua iniciação: a descoberta de si mesmo.<br />
58    O herói continua visitando os infermos, mas principalmente passeia sobre sua própria alma.<br />
59    A história da literatura é a história da passagem do herói divino para o herói humano: a personagem. Não é casual que o primeiro herói realmente literário tenha sido o próprio autor: Dante Alighieri.<br />
§ 1.    Dante<br />
60    Morreu em 1321. (pág.62 e 63) [...]<br />
61    Non Moribus, não de Costumes.<br />
62    Enquanto a tragédia começava leve e terminava pesada, a comédia ia do pesado (inferno) para o leve (paraíso). (pág. 66) [...]<br />
63    A iniciação da vida plena obriga o herói a passar pelo inferno. (pág.67) [...]<br />
§ 2.    Cervantes<br />
64    Morreu em 1616. (pág.68) [...]<br />
65    Dom Quixote. É o herói do romance moderno: tem fé, num mundo sem fé e luta contra o que não existe mais. Um herói deslocado. Monteiro Lobato, chegou a comparar o herói tradicional na figura de Hércules, com o herói moderno na figura de Queixote: o primeiro só bate, o segundo só apanha.<br />
§ 3.    Ortega y Gasset, 1914,<br />
66    Definiu o herói moderno, é aquele que quer ser ele mesmo ou aquele que tem vontade de ser aquilo que na verdade não é.<br />
67    Não realiza façanhas, mas quer realizá-las e não consegue.<br />
68    Lukács característica principal do herói na literatura moderna o seu caráter “problemático.”<br />
G. &#8211;     O herói jovem<br />
69    Movimento cultural na Alemanha do século XVIII (Tempestade e ímpeto) (pág. 69 e 70)<br />
70    É no Werther, de Goethe que o herói se faz jovem.<br />
71    Werther sofre de várias formas; mas a mais trágica dor é a sua falta de coragem de declarar seu amor. (pág.71) [...]<br />
72    No final, quando tudo está propenso a um desfecho onde o desejo motivo do sofrimento se realizaria plenamente, a “moral” vence e Werther não tem outra saída a não ser o suicídio. (pág.72) [...]<br />
73    O vermelho e o Negro de Stendhal. Julien Sorel, que vive dividido entre a vida mundana e a batina, se apaixona, mas a perspectiva da carreira é mais forte e ele abandona a amante. (pág.73) [...]<br />
74    É um outro lado do herói com o qual a juventude se identifica: a conquista de um espaço numa sociedade corrompida.<br />
Parte X    A volta do herói guerreiro<br />
75    Século XIX, romance histórico, Walter Scott, morreu em 1812, sua busca no passado visava condenar a sociedade presente. (pág.74) [...]<br />
76    Herói guerreiro, justiceiro, corajoso e generoso. Há uma diferença entre esses heróis e os da poesia épica. Eles não contam com a ajuda divina, nem são perfeitos, procuram ser humanos, procuram ser históricos, verossimilhança de seus personagens, próximos da média dos homens. (pág.76) [...]<br />
Parte XI    Século XX: o herói crítico<br />
77    Todos esses heróis apontados estão presentes na literatura contemporânea, apesar de que esta ganhou um componente muito próprio: a crítica.<br />
78    O herói se tornou um motivo de reflexão. Até sua existência foi questionada. (pág.77) [...]<br />
§ 4.    James Joyce (1882-1941)<br />
79    Joyce era nacionalista e conservador; Brecht era revolucionário e comunista. (pág.78) [...]<br />
80    Ulisses publicada em 1922, refere-se ao poema Odisséia.<br />
81    A ação se passa num único dia. O ponto alto da iniciação do herói: o seu dia-a-dia comum. O herói atinge o limite de sua iniciação. (pág.79) [...]<br />
82    O heroísmo literário do século XX veio a ser isto: o herói se descobre no seu cotidiano anti-heróico. (pág.80) [...]<br />
§ 5.    Bertolt Brecht (1898-1956)<br />
83    Não existem heróis positivos, mas seres humanos que se transformam e adquirem confiança ou se degradam e perdem a bondade, mas nunca como heróis definitivos. (pág.81) [...]<br />
Parte XII    O retorno do herói: indústria cultural<br />
84    A concentração econômica implicou também a concentração dos meios de comunicação Indústria Cultural, geradora da cultura de massas.<br />
85    Nivela tudo por baixo e oferece um produto cultural facilmente assimilável, mas também descartável. Manipulação das informações até o controle do imaginário. (pág.86) [...]<br />
86    Nela se encontra a mitologia de nosso tempo.<br />
H. &#8211;     A visualização do herói<br />
§ 6.    Quadrinhos desenhados [...] (pág.87)<br />
87    Na década de 20, três tipos de heróis: o romântico herói selvagem, o moderno e urbano detetive e o herói espacial extraído da ficção científica.<br />
88    As histórias de amor, as novelas de cavalaria se mesclam com a ficção científica com uma “luta cósmica entre o bem e o mal”. (pág.88) [...]<br />
89    A explosão dos heróis se deu com Super-Homem, no ano de 1938. o que explica esse sucesso numa sociedade massificada como a nossa, o individuo se sente anulado. (pág.91) [...]<br />
90    Profunda insegurança, esconde por trás do Super-Homem um tímido e desajeitado jornalista subalterno [...] contribuindo para uma identificação. O anônimo individuo massificado projeta seus anseios inconscientes e esquece sua impotência.<br />
91    Não dá para igualá-los aos mitos das sociedades primitivas pela simples razão de que nessas os indivíduos tinham seus heróis como reais (só que num outro tempo e espaço).<br />
§ 7.    Cinema<br />
92    Outro “reservatório de mitologia” é o cinema, em escala industrial. (pág.92) [...]<br />
93    Três são os tipos de heróis do cinema: o herói tradicional, John Wayne, o rebelde (James Dean)e o anti-herói, Humphrey Bogart. (pág.93) [...]<br />
94    Herói rebelde, rebelde sem causa.<br />
95    O herói é jovem e não tem um objetivo definido; sabe que sofre as conseqüências de uma situação que ele não criou e por isso se rebela, mesmo não sabendo o que colocar no lugar do que é contra. (pág.94) [...]<br />
96    No super-herói o individuo massacrado e massificado projeta aquilo que ele não é. No herói rebelde, o jovem descobre o que ele é.<br />
97    Um herói cultural, ele transmite algum valor ou conhecimento, mas não é ele que transforma a realidade. (pág.95) [...]<br />
Parte XIII    Bibliografia<br />
98    Feijó, Martin Cezar. O que é herói. Rio de Janeiro : Brasiliense, 1984.</p>
<p>//fichas</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[V Gala YMAA]]></title>
<link>http://arhcoelho.wordpress.com/2008/11/18/v-gala-de-artes-marciais/</link>
<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 14:19:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Coelho</dc:creator>
<guid>http://arhcoelho.wordpress.com/2008/11/18/v-gala-de-artes-marciais/</guid>
<description><![CDATA[Há quem pense que eu levo poucas coisas a sério, mas enganam-se! Sou assim desinteressada por nature]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9040.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1192" title="dsc_9040" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9040.jpg" alt="dsc_9040" width="510" height="373" /></a>Há quem pense que eu levo poucas coisas a sério, mas enganam-se! Sou assim desinteressada por natureza, mas na verdade adoro percorrer novos mundos!</p>
<p>E foi isso que se passou no último Domingo quando decidi à última da hora acompanhar os meus colegas de Tai Chi até a Amadora.</p>
<div id="attachment_1193" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_8641.jpg"><img class="size-full wp-image-1193" title="dsc_8641" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_8641.jpg" alt="Lá ao fundo o nariz da Maria José (que consegue sempre fugir), Pedro André, Luisa e Poca" width="510" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">Lá ao fundo Maria José (que consegue sempre fugir), Patrícia,  Pedro André, Luísa e Poca</p></div>
<p>Não havia transito o que tornou a nossa deslocação bem mais agradável.</p>
<div id="attachment_1194" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_8642.jpg"><img class="size-full wp-image-1194" title="dsc_8642" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_8642.jpg" alt="Dois raivosos" width="510" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">Dois raivosos</p></div>
<div id="attachment_1195" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_8764.jpg"><img class="size-full wp-image-1195" title="dsc_8764" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_8764.jpg" alt="Poca, Pedro André, Eu" width="510" height="759" /></a><p class="wp-caption-text">Poca, Pedro André, Eu</p></div>
<p>Já conhecemos alguns destes movimentos, ok que não os praticamos na perfeição apesar do Ricardo estar sempre a insistir para treinarmos  as posições, enfim&#8230; Treinar, treinar, treinar!</p>
<div id="attachment_1196" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_8796.jpg"><img class="size-full wp-image-1196" title="dsc_8796" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_8796.jpg" alt="Ricardo Carvalhosa... o professor a mostrar como é!" width="510" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">Ricardo Carvalhosa... o professor a mostrar como é!</p></div>
<p><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_8810.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1197" title="dsc_8810" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_8810.jpg" alt="dsc_8810" width="510" height="376" /></a></p>
<p><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_8841.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1198" title="dsc_8841" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_8841.jpg" alt="dsc_8841" width="510" height="394" /></a></p>
<div id="attachment_1199" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_8848.jpg"><img class="size-full wp-image-1199" title="dsc_8848" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_8848.jpg" alt="Será só uma questão de equilibrio?" width="510" height="326" /></a><p class="wp-caption-text">Será só uma questão de equilibrio?</p></div>
<p>Foi uma tarde diferente e bastante divertida&#8230; e saí de lá com uma outra sensação do Tai Chi, pois tive conhecimento de mais pessoas que pertencem à mesma escola que nós.</p>
<div id="attachment_1200" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9005.jpg"><img class="size-full wp-image-1200" title="dsc_9005" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9005.jpg" alt="Nuno Almeida, O responsável por todas as nódoas negras extra aulas" width="510" height="339" /></a><p class="wp-caption-text">Nuno Almeida, O responsável por todas as nódoas negras extra aulas</p></div>
<p>Não é o caso destes rapazes, que aguardo a legenda quem sabe do Ricardo&#8230; (isto é um pedido)!</p>
<p><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9092.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1201" title="dsc_9092" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9092.jpg" alt="dsc_9092" width="510" height="767" /></a></p>
<p><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9140.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1202" title="dsc_9140" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9140.jpg" alt="dsc_9140" width="510" height="767" /></a></p>
<p><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9165.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1203" title="dsc_9165" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9165.jpg" alt="dsc_9165" width="510" height="379" /></a></p>
<p>Aqui sim está a YMAA&#8230;</p>
<p><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9198.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1204" title="dsc_9198" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9198.jpg" alt="dsc_9198" width="510" height="339" /></a></p>
<p><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9217.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1205" title="dsc_9217" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9217.jpg" alt="dsc_9217" width="510" height="401" /></a></p>
<p><a href="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9235.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1206" title="dsc_9235" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/11/dsc_9235.jpg" alt="dsc_9235" width="510" height="355" /></a></p>
<p>Espero que gostem das fotos e que para o ano estejam lá também!</p>
<p>Beijocas a todos!</p>
<p>Ana Coelho</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Feijozinho contraindo o bumbum]]></title>
<link>http://blogdosalame.wordpress.com/2008/10/03/feijozinho-contraindo-o-bumbum/</link>
<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 18:07:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>guilhermeland</dc:creator>
<guid>http://blogdosalame.wordpress.com/2008/10/03/feijozinho-contraindo-o-bumbum/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://blogdosalame.wordpress.com/files/2008/10/feijozinho.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-91" title="feijozinho" src="http://blogdosalame.wordpress.com/files/2008/10/feijozinho.jpg" alt="" width="500" height="362" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ei, como anda o RS?]]></title>
<link>http://kalikalache.com/2008/09/19/ei-como-anda-o-rs/</link>
<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 04:34:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kali Kalache</dc:creator>
<guid>http://kalikalache.com/2008/09/19/ei-como-anda-o-rs/</guid>
<description><![CDATA[Lembram que o vice governador do Rio Grande do Sul, Feijó, divulgou a gravação comprovando irregular]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Lembram que o vice governador do Rio Grande do Sul, Feijó, divulgou a gravação comprovando irregular]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fora Yeda/Feijó]]></title>
<link>http://barricadasabremcaminhos.wordpress.com/2008/06/16/fora-yedafeijo/</link>
<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 17:35:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>barricadasabremcaminhos</dc:creator>
<guid>http://barricadasabremcaminhos.wordpress.com/2008/06/16/fora-yedafeijo/</guid>
<description><![CDATA[O governo Yeda (PSDB-RS) revelou sua verdadeira face nos últimos dias, ele é mais um governo a servi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:'Times New Roman';"><span>O governo Yeda (PSDB-RS) revelou sua verdadeira face nos últimos dias, ele é mais um governo a serviço de interesse dos grupos dominantes que utiliza o dinheiro do Estado para satisfazer a ganância destes que muito já tem. Quando do escândalo do mensalão que expôs a corrupção no governo LULA estes políticos ficavam dizendo como aqui no Estado as coisas eram diferentes e como o político gaúcho era honesto. Cai por terra esta mentira e o povo gaúcho fica sabendo para onde vai o dinheiro que devia servir a população e que aqui se rouba como lá. O governo Yeda com o discurso do novo modo de governar atacou os direitos dos servidores públicos, reduziu verbas para educação, empilhou alunos nas salas de aula piorando a qualidade da educação pública. O discurso é novo, a prática é velha, <strong>o velho modo de roubar dinheiro do povo</strong>para benefício de alguns comparsas de campanha. Para o povo gaúcho sobra repressão aos movimentos sociais, incentivo ao deserto verde com benefícios fiscais para grandes empresas como Votorantim e Aracruz. Enquanto se planta mais eucalipto, sobem o preço do arroz, do feijão&#8230;Chega de roubalheira, é hora de tirarmos do governo não uma ou duas pessoas, mas o conjunto do governo Yeda e para isso temos que sair as ruas e exigir eleições já!!! </span></span></p>
<p><span style="font-family:'Times New Roman';"><span>Feijó é do mesmo saco!</span></span></p>
<p><span><span style="font-family:'Times New Roman';">                O vice-governador Feijó é farinha do mesmo saco que Yeda. O fato dele ter trazido a tona a denúncia contra Busatto não pode esconder seus motivos, ele disse que sabia desde 2003, por que ficou calado?? Por que ficou no governo?? Ingênuo?? Não!!!</span></span></p>
<p><span style="font-family:'Times New Roman';"><span><span> </span>Ele sabia e se elegeu com dinheiro público (ele mesmo disse que sabia) é tão responsável quanto Yeda. Sua disputa com Yeda é de ritmo de fazer as coisas, ele quer entregar o Banrisul para seus amigos já, Yeda entrega aos poucos. Para os trabalhadores a questão não é do ritmo de cada um para atacar o serviço público, mas os dois são inimigos do povo pobre e só querem beneficiar seus comparsas que nos exploram. Em defesa do serviço público e dos interesses de quem vive do trabalho, o caminho não pode ser com Feijó no lugar de Yeda, e nem termos a ilusão de ir pedir que ele renuncie&#8230;A tarefa é nossa, FORA YEDA – FORA FEIJÓ – ELEIÇÕES JÁ.</span></span></p>
<p><span> </span></p>
<p align="center"><span><span style="font-family:'Times New Roman';">BASTA DE CORRUPÇÃO</span></span></p>
<p align="center"><span style="font-family:'Times New Roman';"><span>POR UM SERVIÇO PÚBLICO DE QUALIDADE.</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Plurk]]></title>
<link>http://angy7.wordpress.com/2008/06/14/plurk/</link>
<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 16:25:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Angel</dc:creator>
<guid>http://angy7.wordpress.com/2008/06/14/plurk/</guid>
<description><![CDATA[Una forma diferente de comentar que es lo que estas haciendo en un momento determinado, me parece mu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Una forma diferente de comentar que es lo que estas haciendo en un momento determinado, me parece mu]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fatos &amp; Fatos]]></title>
<link>http://pobrepampa.wordpress.com/2008/06/10/fatos-fatos/</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 10:10:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>pobrepampa</dc:creator>
<guid>http://pobrepampa.wordpress.com/2008/06/10/fatos-fatos/</guid>
<description><![CDATA[O PoPa tem andado muito ocupado com a própria sobrevivência e não tem tido tempo de falar sobre polí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O PoPa tem andado muito ocupado com a própria sobrevivência e não tem tido tempo de falar sobre política, mas os fatos&#8230; ah, os fatos não ajudam! Sobre a questão Busatto:
<ol>
<li>O PoPa leu o que foi transcrito na mídia sobre a gravação e não encontrou nenhum tipo de declaração que possa transformar Busatto em um político corrupto;</li>
<li>O PoPa soube, hoje, que havia mais uma hora de conversa, que o vice não mostrou. Portanto, a conversa foi editada. Por que?</li>
<li>Onix disse, na ZH de hoje, que &#8220;o povo&#8221; apóia a ação do vice. Onde ele viu isto? O povo gaúcho não apóia este tipo de política, com certeza! Mas o PoPa ficaria satisfeito se ele apresentasse algum tipo de pesquisa de opinião sobre o assunto.  Pelo contrário, a coragem de Busatto em enfrentar a CPI, imediatamente após o fato, demonstra claramente que ele é um político sério, que declarou &#8211; em uma conversa privada &#8211; que existem esquemas políticos desde muito tempo. Alguma novidade nisso?</li>
<li>O pt, que está mergulhado num mar de lama há tanto tempo, é quem mais bate no Busatto. Estranho isso&#8230;</li>
<li>O psol agora quer dar um golpe no Governo do Estado. Onde estão os arautos da democracia que denunciam golpes &#8211; inexistentes &#8211; contra Lpt a todo momento?</li>
</ol>
<p>Não precisam responder. O PoPa conhece todas as respostas. Até as golpistas&#8230;</p>
<p>Sobre a história de que &#8220;o povo&#8221; apoia esta baboseira, o PoPa cita Yoana, do Generacion Y:</p>
<p><span style="font-style:italic;color:rgb(102,0,0);font-size:12px;" lang="ES">Alguien habla en mi nombre. Me suman a una primera persona del plural que al decir “nosotros los cubanos no permitiremos (…) nuestro pueblo no transigirá…” nos incluye a todos sin consultarnos a ninguno. De esa esquizofrenia de la primera persona del plural, está lleno el discurso político cubano. </span><span style="color:rgb(102,0,0);font-size:12px;" lang="ES"><span style="color:rgb(0,0,0);">[Alguém fala em meu nome. Colocam-me em uma primeira pessoa do plural porque ao dizer: "nós, cubanos, não permitiremos... nosso povo não transigirá..." incluem todos sem consultar ninguém. Desta esquizofrenia da primeira pessoa do plural, o discurso cubano está cheio.]</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entenda a crise no Rio Grande do Sul]]></title>
<link>http://kalikalache.com/2008/06/09/entenda-a-crise-no-rio-grande-do-sul/</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 01:24:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kali Kalache</dc:creator>
<guid>http://kalikalache.com/2008/06/09/entenda-a-crise-no-rio-grande-do-sul/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RBS E FEIJÓ: EXERCÍCIO FUTUROLÓGICO]]></title>
<link>http://heliopaz.wordpress.com/2008/04/25/rbs-e-feijo-exercicio-futurologico/</link>
<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 16:44:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>heliopaz</dc:creator>
<guid>http://heliopaz.wordpress.com/2008/04/25/rbs-e-feijo-exercicio-futurologico/</guid>
<description><![CDATA[O clipping abaixo citado do meu querido professor da FABICO/UFRGS WLADIMIR UNGARETTI, explica parcia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>O clipping abaixo citado do meu querido professor da FABICO/UFRGS <a title="PONTO DE VISTA" href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/" target="_blank">WLADIMIR UNGARETTI</a>, explica parcialmente mas não explica totalmente o porquê do envolvimento da RBS no escândalo do DETRAN. Concordo com ele, mas pretendo ir mais adiante.</div>
<div>A visão do WU é a do editor experiente e honesto, que não briga com a notícia como ele mesmo fala. É, ainda, reflexo de um minucioso processo de comparação entre jornais impressos brasileiros, permeada por opiniões contundentes adquiridas a partir de suas incontáveis  leituras sociológicas e filosóficas como acadêmico de Comunicação.</div>
<div>
<p>Além disso, há uma questão bastante complexa de ordem prática, mercadológica e pragmática, que segue a lógica neoliberal. É minha opinião pessoal, sem nenhum viés acadêmico ou comprovação factual. Posso até estar enganado, mas que vai de encontro àquilo que posso deduzir dos movimentos dos empresários em função do que aprendi com alguns deles no MBA.</p>
<p>Normalmente, empresários MEGAPODEROSOS (não estou falando nos chinelões que viraram vereadores, deputados estaduais ou federais e possuem uma afiliada da Globo aqui, uma olaria ali, uma empresa de ônibus acolá) obtêm afrouxamento legal para praticarem o seu livre mercado a partir de lobby plantado na mídia corporativa a qual patrocinam e dos financiamentos de campanha a políticos que não fazem parte do seu meio social.</p>
<p>Tal processo sempre se deu de maneira muito mais eficiente sem que esses megaempresários precisassem sujar suas mãos candidatando-se a algum cargo público de alta visibilidade e poder decisório direto.</p>
<p>Ao mesmo tempo, muitos empresários chinelões já chegaram quase ao status de &#8220;mega&#8221; em função de seus cargos públicos. Também não é nenhuma novidade o fato de que, eventualmente, a agenda do empresariado nacional e transnacional em busca do &#8220;laissez-faire laissez-passaire&#8221; exija que alguns deles envolvam-se diretamente na gestão, a fim de transformarem a coisa pública em coisa particular com maior rapidez.</p>
<p>Pois bem: PAULO AFONSO FEIJÓ é o atual vice. Ao que tudo indica, muito em breve, será o governador do RS.</p>
<p>Não vou especular em torno de supostas teorias da conspiração, pois quero que este post seja motivo de reflexão e não de chacota. Que fique bem claro.</p>
<p>Ainda não há fatos para comprovar que a corrupção no DETRAN, o envolvimento do BANRISUL na questão e o desdém com a TVE, com a educação, com a saúde e com a previdência no RS tenham sido meticulosamente orquestrados para facilitar a aceitação das privatizações por parte da sociedade laica.</p>
<p>Já ouço os emebeeístas dizerem que &#8220;se o DETRAN fosse uma empresa, esse roubo JAMAIS teria acontecido&#8221;. O próprio delegado Tubino (de cuja honestidade pessoal e competência técnica não se pode desconfiar &#8211; ele apenas pensa alto porque foi criado sob uma lógica de mercado que indica um discurso e um caminho único a seguir rumo à transparência e à honestidade, nada mais do que isso) revelou à CPI do DETRAN que &#8220;O BANRISUL e o DETRAN são duas torres que precisam ser investigadas e derrubadas. Isso vai mudar para melhor a vida política do RS&#8221;.</p>
<p>Feijó assumiria com todo o respaldo da RBS que, por sua vez, passaria uma borracha por cima de quase um ano e meio de apoio incondicional a YEDA.</p>
<p>Feijó seria visto como um baluarte da moral e dos bons costumes. Um exemplo de prosperidade, de inteligência. Ele iria &#8220;arrumar a casa&#8221;.</p>
<p>Feijó jamais seria vinculado ao governo do qual foi o vice-governador eleito. Ao contrário, seria tratado como se fosse o mui valeroso representante da &#8220;verdadeira oposição&#8221; gaúcha &#8211; fórmula discursiva a qual estamos mais carecas do que ele de conhecer.</p>
<p>A parcela da classe média que é conservadora, racista, ignorante, reacionária e ainda dá ouvidos para a mídia corporativa irá odiar ainda mais o PT, pois este não se juntou à &#8220;unificação&#8221; do Rio Grande parte 5.</p>
<p>Tais argumentos ficarão ainda mais verossímeis agora do que o foram nos governos Britto, Rigotto, Fogaça e Yeda. Afinal de contas, uma séria crise de confiança e um escândalo inédito suficientemente violento a ponto de abalar o mito do gaúcho raçudo, confiável e destemido provocaria um verdadeiro DESENCAIXE (v. Giddens).</p>
<p>Os carinhas pintadas gaudérios das escolas particulares serão insuflados a pedir a cabeça de Yeda através da RBS, assim como suas mães que não ralam estarão todas em peso defronte ao PIRATINI.</p>
<p>AH! E a comoção será tamanha que mostrará a indignação e o arrependimento de quem votou em Yeda mas jamais irá admitir que o fez. E nem precisam: afinal de contas, manter-se-á no poder um representante dos valores que acostumaram-se a defender ou por advogarem sempre em causa própria, ou por comportarem-se como melancólicos inocentes úteis.</p>
<p>Alguma dúvida de que tamanho ardil seria anos-luz mais pesado do que o da Globo, Estadão, Abril e Folha em São Paulo pró-Serra, Alckmin, Kassab, FHC e outros menos votados?!</p>
<p>A RBS é, para o povo, pior do que a mídia hegemônica do resto do país. Primeiro, porque seu objetivo é o de sempre manter o status quo. Segundo, porque espetaculariza a notícia de uma maneira ainda mais maniqueísta e sectária do que suas confrades do centro do país.</p>
</div>
<table style="font-family:arial;color:#333333;background:#ffffff;border:solid 4px #e5e5e5;width:100%;clear:left;margin:12px 0;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<table class="CM_CTB_Content_Wrap" style="background-color:#ffffff;margin:0;padding:0;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<table style="border-bottom:1px solid #dcdcdc;white-space:nowrap;margin-bottom:8px;background-color:#eeeeee;background-image:url('http://clipmarks.com/images/source-bg.gif');background-repeat:repeat-x;height:24px;line-height:24px;vertical-align:middle;padding-bottom:4px;color:#666666;font-size:10px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><a title="clipmarks' clip-to-blog" href="http://clipmarks.com/clip-to-blog/"><img style="vertical-align:middle;display:inline;border:none;float:none;margin:0 4px;" src="http://content.clipmarks.com/blog_icon/7df06e45-7f2c-47ec-b57f-5ea9243672ce/F4512E51-51B9-4210-8DD5-997E5C4C2DAE/" border="0" alt="" width="19" height="19" /></a>clipped from <a title="http://www.pontodevista.jor.br/blog/?p=507" href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/?p=507">www.pontodevista.jor.br</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="text-align:left;background:transparent;border:none;margin:4px 0 8px;padding:0 8px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><!-- CLIPPED FROM: http://www.pontodevista.jor.br/blog/?p=507 -->Relacione todas as informações desta postagem e pense a conjuntura, o momento que estamos vivendo. E deixe de ler o lixão que é <span style="color:#00ffff;">Zerolândia</span>, boletim de propaganda do <span style="color:#00ffff;">PRBS</span>. Não estamos dizendo que um jornal seja melhor do que o outro. Todos, na mídia corporativa, têm a mesma função. A guerrilha midiática atua nas fissuras. Nas brechas. Utilizando, em alguns casos, informações do próprio sistema. Contra o sistema, evidentemente. Ações de fustigamento do inimigo. Com vara longa e dura.</td>
</tr>
</tbody>
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