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	<title>fernado-pessoa &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/fernado-pessoa/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "fernado-pessoa"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 14:36:12 +0000</pubDate>

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<item>
<title><![CDATA[e creio que digo bem]]></title>
<link>http://silenciodospoetas.wordpress.com/2009/11/29/e-creio-que-digo-bem/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 06:54:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eugénio Calado</dc:creator>
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<description><![CDATA[Grandes são os desertos, e tudo é deserto. Não são algumas toneladas de pedras ou tijolos ao alto Qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>    Grandes são os desertos, e tudo é deserto.<br />
    Não são algumas toneladas de pedras ou tijolos ao alto<br />
    Que disfarçam o solo, o tal solo que é tudo.<br />
    Grandes são os desertos e as almas desertas e grandes<br />
    Desertas porque não passa por elas senão elas mesmas,<br />
    Grandes porque de ali se vê tudo, e tudo morreu.</p>
<p>    Grandes são os desertos, minha alma!<br />
    Grandes são os desertos.</p>
<p>    Não tirei bilhete para a vida,<br />
    Errei a porta do sentimento,<br />
    Não houve vontade ou ocasião que eu não perdesse.<br />
    Hoje não me resta, em vésperas de viagem,<br />
    Com a mala aberta esperando a arrumação adiada,<br />
    Sentado na cadeira em companhia com as camisas que não cabem,<br />
    Hoje não me resta (à parte o incómodo de estar assim sentado)<br />
    Senão saber isto:<br />
    Grandes são os desertos, e tudo é deserto.<br />
    Grande é a vida, e não vale a pena haver vida,</p>
<p>    Arrumo melhor a mala com os olhos de pensar em arrumar<br />
    Que com arrumação das mãos factícias (e creio que digo bem)<br />
    Acendo o cigarro para adiar a viagem,<br />
    Para adiar todas as viagens.<br />
    Para adiar o universo inteiro.</p>
<p>    Volta amanhã, realidade!<br />
    Basta por hoje, gentes!<br />
    Adia-te, presente absoluto!<br />
    Mais vale não ser que ser assim.</p>
<p>    Comprem chocolates à criança a quem sucedi por erro,<br />
    E tirem a tabuleta porque amanhã é infinito.</p>
<p>    Mas tenho que arrumar mala,<br />
    Tenho por força que arrumar a mala,<br />
    A mala.</p>
<p>    Não posso levar as camisas na hipótese e a mala na razão.<br />
    Sim, toda a vida tenho tido que arrumar a mala.<br />
    Mas também, toda a vida, tenho ficado sentado sobre o canto das camisas empilhadas,<br />
    A ruminar, como um boi que não chegou a Ápis, destino.</p>
<p>    Tenho que arrumar a mala de ser.<br />
    Tenho que existir a arrumar malas.<br />
    A cinza do cigarro cai sobre a camisa de cima do monte.<br />
    Olho para o lado, verifico que estou a dormir.<br />
    Sei só que tenho que arrumar a mala,<br />
    E que os desertos são grandes e tudo é deserto,<br />
    E qualquer parábola a respeito disto, mas dessa é que já me esqueci.</p>
<p>    Ergo-me de repente todos os Césares.<br />
    Vou definitivamente arrumar a mala.<br />
    Arre, hei de arrumá-la e fechá-la;<br />
    Hei de vê-la levar de aqui,<br />
    Hei de existir independentemente dela.</p>
<p>    Grandes são os desertos e tudo é deserto,<br />
    Salvo erro, naturalmente.<br />
    Pobre da alma humana com oásis só no deserto ao lado!</p>
<p>    Mais vale arrumar a mala.<br />
    Fim. </p>
<p>Caralhada de Álvaro de Campos, engenheiro.</p>
<p>Estava para <em>desviar</em> isto, mas pareceu-me bem e deixei ficar. Só imaginar o Fernando Pessoa num concerto dos Terrakota é satisfação suficiente. Ou então numa entrevista de emprego, obrigando-se a ser pro-activo, o coitadinho, com uma batata ainda cheia de terra na algibeira para entreter os seus dedos de artista enquanto afina as caretas que deve mostrar ao especialista em recrutamento armado das mais modernas técnicas psico-policiais do mercado. A única vez que fui a um psiquiatra fi-lo tremer na cadeira, olhando-o fixa e muito lucidamente. Ele tentou vingar-se receitando-me roedores tóxicos. A sessão resultou porque me convenceu que o meu suposto mal era superior a tal ciência. Afinal o mal que me afligia era ter tomado a razão que me escapava por algo superior ao meu desregramento. E o Fernando? Numa era em que a proletarização, qual lepra, chapinharia mesmo na face de empregados de escritório, cujas filhas de dezoito anos masturbam homens de aspecto decente nas escadas para um reles emprego, amaria ele isso? Amor frouxo, com certeza. Escreve poemas, <a href="http://silenciodospoetas.wordpress.com/2009/02/20/porco-tragico-i/">poeta sujo</a>, escreve,  numa pseudo-língua (segundo Debord, pois nem tudo o que ele diz eu acredito), que algum triste rapazito, embora o saiba, a desviar essa triste sujidade será feliz.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://polacodabarreirinha.wordpress.com/2009/09/30/1826/</link>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 16:52:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>polacodabarreirinha</dc:creator>
<guid>http://polacodabarreirinha.wordpress.com/2009/09/30/1826/</guid>
<description><![CDATA[. o eterno retorno . me lembro bem, eu já fui um deus daqueles que moviam mundos e fundos bastava ri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1827" title="caneta" src="http://polacodabarreirinha.wordpress.com/files/2009/09/caneta.png" alt="caneta" width="400" height="259" /></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;"><strong>o eterno retorno</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;"><strong><span style="color:#000000;">.</span><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>me lembro bem, eu já fui um deus</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>daqueles que moviam mundos e fundos</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>bastava rir para ver tudo florir</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>mas aqueles que eu chamava de meus</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>aqueles que deveriam ter fé</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>foram virando as costas</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>e, sem mais nem menos, me largaram a pé</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>sem perguntas e sem respostas</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#000000;">.</span><br />
</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>eu sabia que a sensação de estar só</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>como tudo nesse mundo</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>um belo dia, retornaria ao pó</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>e assim me tornei um vagabundo</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>um inútil pária das estrelas</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>um monumento ao nada que sirva</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>um sinônimo de ovelha</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>não de pastor ou cristo ou shiva</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong><span style="color:#000000;">.</span><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>o mundo era meu, estava escrito,</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>no entanto, não tomei posse</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>e deixei o bem dito pelo maldito</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>mas se a luz é sombra até que se mostre</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>encontrei no breu o farol da volta</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>a poesia me pegou na veia</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>e, com mil poetas como escolta,</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong>voltei à vida com a caneta cheia!</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffff00;"><strong><span style="color:#000000;">.</span><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;"><strong>Guardador de Vaca</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong>.</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;"><strong><span style="color:#000000;">.</span><br />
</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[impressões sem nexo]]></title>
<link>http://paulabauab.wordpress.com/2009/09/17/impressoes-sem-nexo/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 12:26:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jelïza Röse</dc:creator>
<guid>http://paulabauab.wordpress.com/2009/09/17/impressoes-sem-nexo/</guid>
<description><![CDATA[Estava Re- Trantando (trantando outra vez) uma imagens que possivelmente irão ao portifólio do final]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="mceTemp">Estava Re- Trantando (trantando outra vez) uma imagens que possivelmente irão ao portifólio do final do ano&#8230;Achei essa Karine maravilhosa,</div>
<div class="mceTemp">logo, a Re-Postarei de novo!</div>
<div class="mceTemp">Período louco de trabalhos sem fim, noites em claro, fotos sobre o nada do tudo e referencias do mortos imortais. </div>
<div id="attachment_184" class="wp-caption alignnone" style="width: 470px"><img class="size-full wp-image-184" title="Karine Carvalho" src="http://paulabauab.wordpress.com/files/2009/09/mod.jpg" alt="Karine Carvalho by Paula Bauab" width="460" height="306" /><p class="wp-caption-text">Karine Carvalho by Paula Bauab</p></div>
<div class="mceTemp">e pra fechar um trecho do <em>Livro do Desassossego </em>do meu querido, amado, companheiro insubstituivel e a unica pessoa que me compreenderia  <strong>Fernando Pessoa</strong></div>
<div class="mceTemp"><strong> </strong></div>
<div class="mceTemp">&#8221; Nestas impressões sem nexo, nem desejo de nexo, narro indiferentemente  a minha auto biografia sem factos, a minha história sem vida. Sem as minhas confissões, e, se nelas nada digo, é que nada tenho a dizer&#8221;.</div>
<div class="mceTemp">&#8230;&#8230;. . &#8230;.. &#8230;Soundtrack Leonard Cohen/ Suzanne</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fiktionen]]></title>
<link>http://neokon.wordpress.com/2009/07/15/fiktionen/</link>
<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 01:31:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>neokon</dc:creator>
<guid>http://neokon.wordpress.com/2009/07/15/fiktionen/</guid>
<description><![CDATA[Das wahre Übel, das Übel schlechthin, sind gesellschaftliche Konventionen und Fiktionen, die sich üb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Das wahre Übel, das Übel schlechthin, sind gesellschaftliche Konventionen und Fiktionen, die sich über die natürlichen Gegebenheiten legen – angefangen von der Familie bis hin zum Geld, von der Religion bis zum Staat. Man wird als Mann oder Frau geboren – ich will damit sagen, man wird geboren, um als Erwachsener einmal Mann oder Frau zu sein; man wird aber nach den Gesetzen der Natur nicht geboren, um Ehemann oder reich oder arm zu sein, ebenso wenig kommt man als Katholik oder Protestant, als Portugiese oder Engländer zur Welt. All das wird man nur unter dem Einfluss gesellschaftlicher Fiktionen? Warum aber sind diese gesellschaftlichen Fiktionen schlecht? Weil es sich Fiktionen handelt, weil sie nicht natürlich sind.</p>
<p><span style="color:#999999;">Aus „Ein anarchistischer Bankier“ von Fernado Pessoa; </span><span style="color:#999999;"><a href="http://www.amazon.de/Ein-anarchistischer-Bankier-Fernando-Pessoa/dp/3803112362/ref=sr_1_1?ie=UTF8&#38;s=books&#38;qid=1247621123&#38;sr=8-1" target="_blank">ISBN 3803112362</a></span></p>
<div><span style="color:#999999;"><br />
</span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Léxico Visual III]]></title>
<link>http://pensamentospostumos.wordpress.com/2009/05/15/lexico-visual-iii/</link>
<pubDate>Fri, 15 May 2009 11:16:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>marquione ban</dc:creator>
<guid>http://pensamentospostumos.wordpress.com/2009/05/15/lexico-visual-iii/</guid>
<description><![CDATA[foto de Marquione Ban]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_107" class="wp-caption aligncenter" style="width: 234px"><img class="size-medium wp-image-107     " title="Nada Sou, nada posso, nada sigo." src="http://pensamentospostumos.wordpress.com/files/2009/05/p1040516.jpg?w=225" alt="foto de Marquione Ban" width="224" height="300" /><p class="wp-caption-text">foto de Marquione Ban</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[08/09/2003 Nao sei quantas almas tenho]]></title>
<link>http://withlovelulu.wordpress.com/2009/05/01/08092003-nao-sei-quantas-almas-tenho/</link>
<pubDate>Fri, 01 May 2009 20:08:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>essa mulher</dc:creator>
<guid>http://withlovelulu.wordpress.com/2009/05/01/08092003-nao-sei-quantas-almas-tenho/</guid>
<description><![CDATA[Não sei quantas almas tenho Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei. Continuamente me estran]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#8000ff;"><strong>Não sei quantas almas tenho</p>
<p></strong>Não sei quantas almas tenho.<br />
Cada momento mudei.<br />
Continuamente me estranho.<br />
Nunca me vi nem acabei.<br />
De tanto ser, só tenho alma.<br />
Quem tem alma não tem calma.<br />
Quem vê é só o que vê,<br />
Quem sente não é quem é,<br />
Atento ao que sou e vejo,<br />
Torno-me eles e não eu.<br />
Cada meu sonho ou desejo<br />
É do que nasce e não meu.<br />
Sou minha própria paisagem;<br />
Assisto à minha passagem,<br />
Diverso, móbil e só,<br />
Não sei sentir-me onde estou.<br />
Por isso, alheio, vou lendo<br />
Como páginas, meu ser.<br />
O que sogue não prevendo,<br />
O que passou a esquecer.<br />
Noto à margem do que li<br />
O que julguei que senti.<br />
Releio e digo : &#8220;Fui eu ?&#8221;<br />
Deus sabe, porque o escreveu.</p>
<p>Fernando Pessoa</span></p>
<div>* * *</div>
<div></div>
<div></div>
<div>Foi muito especial quando você entrou no quarto comigo e ficamos juntos. A sensação que ficou foi a de um sonho, foi mágico. A sua voz ao meu ouvido e a sua respiração tão próxima. Eu fui possuida por você com toda  fúria desse desejo que invadiu o meu corpo e pensamento desde quando nos conhecemos, ou melhor, nos REconhecemos.</div>
<div>E ainda assim são tantas as coisas que quero te falar e como quero te ouvir e compartilhar desse universo paralelo, entende monsieur Albert Camus?</div>
<div>hehehhehe, Abaixo a Repressão!!!!  não fique dizendo Eu não posso, não posso, não devo&#8230; Pois o mar é muito grande e cabe no breve espaço de beijar.. Uma pequena confidência: estou viajando em você.</div>
<div>E ai, será que você vem hoje? se eu não estiver online estarei em meu quarto e você pode entrar nele mais tarde, mas não faça barulho. Chegue devagar, me dê um beijo demente . E me desculpe pelos imperativos nessa mensagem hehehe&#8230; é que quero estar perto de você.</div>
<div>
<p><span style="font-family:Comic Sans MS;"><br />
</span><span style="color:#0000ff;font-size:xx-small;"><strong>(81) 96218579</strong></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fernando Pessoa]]></title>
<link>http://joselascano.wordpress.com/2009/04/15/fernando-pessoa/</link>
<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 05:07:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Lascano</dc:creator>
<guid>http://joselascano.wordpress.com/2009/04/15/fernando-pessoa/</guid>
<description><![CDATA[Amo como ama el amor, no conozco otra razón para amar que amarte. ¿Qué quieres que te diga además de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Amo como ama el amor, no conozco otra razón para amar que amarte. ¿Qué quieres que te diga además de]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma Revolução]]></title>
<link>http://gritoopacodaagonia.wordpress.com/2009/04/01/uma_revolucao_de_almas/</link>
<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 00:06:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Boogeyman</dc:creator>
<guid>http://gritoopacodaagonia.wordpress.com/2009/04/01/uma_revolucao_de_almas/</guid>
<description><![CDATA[IMPRESSÕES DO CREPÚSCULO Pauis de roçarem ânsias pela minh&#8217; alma em ouro&#8230; Dobre longínqu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">IMPRESSÕES DO CREPÚSCULO</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR"><br />
</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left">
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Pauis de roçarem ânsias pela minh&#8217; alma em ouro&#8230;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Dobre longínquo de Outros Sinos&#8230; Empalidece o louro</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Trigo na cinza do poente&#8230; Corre um frio carnal por minh&#8217; alma&#8230;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Tão sempre a mesma, a Hora!&#8230; Balouçar de cimos de palma!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Silêncio que as folhas fitam em nós&#8230; Outono delgado</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Oh que mudo grito de ânsia põe garras na Hora!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Que pasmo de mim anseia por outra coisa que o que chora!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Estendo as mãos para além, mas ao estendê-las já vejo</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Que não é aquilo que quero aquilo que desejo&#8230;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Címbalos de Imperfeição&#8230; Ó tão antiguidade</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">A Hora expulsa de si-Tempo! Onda de recuo que invade</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">O meu abandonar-se a mim próprio até desfalecer,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">E recordar tanto o Eu presente que me sinto esquecer!&#8230;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Fluido de auréola, transparente de Foi, oco de ter-se.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">O Mistério sabe-me a eu ser outro&#8230; Luar sobre o não conter-se&#8230;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">A sentinela é hirta &#8211; a lança que finca no chão</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">É mais alta do que ela&#8230; Para que é tudo isto&#8230;. Dia chão&#8230;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Trepadeiras de despropósitos lambendo de Hora os Aléns&#8230;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Horizontes fechando os olhos ao espaço em que são elos de ferro&#8230;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Fanfarras de ópios de silêncios futuros&#8230; Longes trens&#8230;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:10px;margin:0 3px 0 3pt;" align="left"><span style="font-size:x-small;color:#00005e;font-family:Verdana;"><span lang="PT-BR">Portões vistos longe&#8230; através de árvores&#8230; tão de ferro!</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fernando, o pessoa]]></title>
<link>http://mundao.wordpress.com/2008/10/23/fernando-o-pessoa/</link>
<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 19:58:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>capitaesdaareia</dc:creator>
<guid>http://mundao.wordpress.com/2008/10/23/fernando-o-pessoa/</guid>
<description><![CDATA[Não: não digas nada! Supor o que dirá A tua boca velada É ouvi-lo já É ouvi-lo melhor Do que o diria]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Não: não digas nada!<br />
Supor o que dirá<br />
A tua boca velada<br />
É ouvi-lo já</p>
<div style="text-align:left;">É ouvi-lo melhor</div>
<div style="text-align:left;">Do que o dirias</div>
<div style="text-align:left;">O que és não vem à flor</div>
<div style="text-align:left;">Das frases e dos dias.</div>
<div style="text-align:left;"></div>
<div style="text-align:left;">És melhor do que tu</div>
<div style="text-align:left;">Não digas nada: sê!</div>
<div style="text-align:left;">Graça do corpo nu</div>
<p style="text-align:left;">Que invisível se vê.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carta de amor]]></title>
<link>http://glauciaduarte.wordpress.com/2008/09/11/carta-de-amor/</link>
<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 00:17:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>glau30</dc:creator>
<guid>http://glauciaduarte.wordpress.com/2008/09/11/carta-de-amor/</guid>
<description><![CDATA[Recebi hoje, em meu e-mail, a carta mais linda que já li. Embora linda, ela vinha de um amor não com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Recebi hoje, em meu e-mail, a carta mais linda que já li. Embora linda, ela vinha de um amor não completamente correspondido, de um coração partido.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Em cada palavra um juramento de vida e, logo após cada vírgula, um adeus.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Ela se desenvolve totalmente ambígua, e, no final, já tão desiludida, termina como começou, sem saber o que fazer com aquele imenso amor.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Eu reli inúmeras vezes, na tentativa de resolver aquele impasse.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Não. Eu não poderia. E foram se passando os minutos, na frente do teclado, até que eu pudesse ter a coragem de escrever: “let it be”. Apaguei. Reescrevi.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">A emoção em receber a carta é bem inferior a de quem manda. A surpresa é maior, posso garantir. E perguntava como, depois de tanto tempo, escreveu sentimentos em palavras? Será que eles terão a mesma força escritos do que sentidos? </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">O tempo passa para sentimentos, mas as palavras são, virtualmente, eternas.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"><!--more--> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Não digo que deixamos de amar ou esquecemos as pessoas já amadas, não, isso nunca. Mas elas vão tomando um lugar no escurinho, lá no fundo, daquele coração que bateu mais ávido por esta carta, há muito mais tempo. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Todos sabemos qual é nosso limite. Não conseguimos empregá-lo sempre. Porque o amor é ilimitado, e, as palavras das cartas de amor são soltas, desprovidas da formalidade, sem a vergonha de serem elas mesmas.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">E, por menos românticos que sejamos, lemos sempre até o final. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">E nós as guardamos, naquele lugar secreto, para lermos mais e mais vezes; para nos sentirmos verdadeiramente queridos, para lembrarmos desta “massagem no ego”, para acreditarmos que teremos chance de recuperar este momento de felicidade sempre que quisermos. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Como já disse, eu nada podia contra aquele coração partido.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Eu não tinha forças para avisar sobre o sofrer por amor, sobre desiludir-se e sair ileso, sobre amar e não ser amado.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">O que me restou foi um silêncio fúnebre. Não respondi.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">E na falta de palavras, o que sei é que falta emoção pertinente àquela situação. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#800080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão”</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:#800080;font-family:&#34;"><span>                             </span></span></strong><strong><span style="color:#800080;font-family:&#34;">(Fernando Pessoa)</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://inclassificavel.wordpress.com/2008/09/04/3/</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 14:38:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>t.</dc:creator>
<guid>http://inclassificavel.wordpress.com/2008/09/04/3/</guid>
<description><![CDATA[Nunca deixo saber aos meus sentimentos o que lhes vou fazer sentir… Brinco com as minhas sensações c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://inclassificavel.files.wordpress.com/2008/09/1786.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4" title="1786" src="http://inclassificavel.wordpress.com/files/2008/09/1786.jpg" alt="" width="334" height="400" /></a></p>
<p><span style="color:#c6c6c6;"><em><span style="color:#008484;"><em>Nunca deixo saber aos meus sentimentos o que lhes vou fazer sentir…<br />
Brinco com as minhas sensações como uma princesa cheia de tédio com os seus grandes gatos prontos e cruéis…<br />
Fecho subitamente portas dentro de mim, por onde certas sensações iam passar para se realizarem. Retiro bruscamente do seu caminho os objectos espirituais que lhes vão vincar certos gestos.</em></span></em></span></p>
<p><em><em>. Fernando Pessoa &#8211; Livro do Desassossego .<br />
</em></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I am the escaped one]]></title>
<link>http://sumidade.wordpress.com/2008/06/05/i-am-the-escaped-one/</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 23:37:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>leniva</dc:creator>
<guid>http://sumidade.wordpress.com/2008/06/05/i-am-the-escaped-one/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;I am the escaped one, After I was born They locked me up inside me But I left. My soul seeks ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div></div>
<p><span style="font-size:9pt;line-height:150%;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;" lang="EN-GB"><img class="alignleft" src="http://www.anarquica.blogger.com.br/38064.jpg" alt="" width="230" height="416" />&#8220;I am the escaped one,<br />
After I was born<br />
They locked me up inside me<br />
But I left.<br />
My soul seeks me,<br />
Through hills and valley,<br />
I hope my soul<br />
Never finds me&#8221; </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;"><span style="font-size:9pt;line-height:150%;" lang="EN-GB">Fernando Pessoa</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;"> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fernando António Nogueira Pessoa { 13 June 1888 -  30 November 1935 }]]></title>
<link>http://adferoafferro.wordpress.com/2008/05/28/fernando-antonio-nogueira-pessoa-13-june-1888-30-november-1935/</link>
<pubDate>Wed, 28 May 2008 07:38:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>adferoafferro</dc:creator>
<guid>http://adferoafferro.wordpress.com/2008/05/28/fernando-antonio-nogueira-pessoa-13-june-1888-30-november-1935/</guid>
<description><![CDATA[A brief, magical, evanescent, mayfly friendship brought this poet to this pinhead in the pin-cushion]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><BR><br />
<BR><br />
A brief, magical, evanescent, mayfly friendship brought this poet to this pinhead in the pin-cushion of the universe.<br />
<BR><br />
<BR></p>
<h2><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fernando_Pessoa" target="_blank">Fernando Pessoa</a></h2>
<p><BR><br />
<BR><br />
<a href="http://adferoafferro.files.wordpress.com/2008/05/pessoa-2b.png"><img src="http://adferoafferro.wordpress.com/files/2008/05/pessoa-2b.png?w=145" alt="" width="145" height="220" class="alignnone size-medium wp-image-128" /></a><br />
<BR><br />
<BR><br />
<a href="http://adferoafferro.files.wordpress.com/2008/05/pessoa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-127" src="http://adferoafferro.wordpress.com/files/2008/05/pessoa.jpg?w=205" alt="" width="205" height="266" /></a><br />
<BR><br />
<BR></p>
<h2>&#8216;See life from a distance. Never question it. There&#8217;s nothing it can tell you.&#8217;</h2>
<p><BR><br />
<BR></p>
<dl>
<dd>Desde que sinta a brisa fresca no meu cabelo</dd>
<dd>E ver o sol brilhar forte nas folhas</dd>
<dd>Não irei pedir por mais.</dd>
<dd>Que melhor coisa podia o destino dar-me?</dd>
<dd>Que a passagem sensual da vida em momentos</dd>
<dd>De ignorância como este?</dd>
<dd> </dd>
<dd> </dd>
<dd><em><br />
<BR><br />
As long as I feel the full breeze in my hair</em></dd>
<dd><em>And see the sun shining strong on the leaves,</em></dd>
<dd><em>I will not ask for more.</em></dd>
<dd><em>What better thing could destiny give me</em></dd>
<dd><em>Than the sensual passing of life in moments</em></dd>
<dd><em>Of ignorance like this?</em></dd>
</dl>
<p><BR><br />
                                                                                                        Ricardo Reis<br />
<BR><br />
<BR><br />
<a href="http://www.portalpessoa.org/uk_index.html">Portal Pessoa</a><br />
<BR><br />
<BR><br />
<a href="http://books.google.com/books?id=PbxzuKOzEJcC&#38;printsec=frontcover&#38;dq=%22book+of+disquiet%22#PPR7,M1">The Book of Disquiet by Fernando Pessoa</a></p>
<p>GoogleBook facsimile  { via <a href="http://condalmo.typepad.com/the_blog_of_disquiet/">The Blog of Disquiet</a> }<br />
<BR><br />
<BR></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Livro central da bibliografia de Sá-Carneiro faz parte dos 50 lotes]]></title>
<link>http://alexandriaxxi.wordpress.com/2007/12/06/livro-central-da-bibliografia-de-sa-carneiro-faz-parte-dos-50-lotes/</link>
<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 18:21:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>subtil</dc:creator>
<guid>http://alexandriaxxi.wordpress.com/2007/12/06/livro-central-da-bibliografia-de-sa-carneiro-faz-parte-dos-50-lotes/</guid>
<description><![CDATA[Manuscrito de &#8220;Indícios de oiro&#8221; e fotos de Fernando Pessoa em leilão na P4 O único manu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:11px;"><a href="http://alexandriaxxi.wordpress.com/files/2007/12/pessoa1.gif" title="pessoa1.gif"></a></p>
<p class="manchete_24"><strong><span style="font-size:24px;">Manuscrito de &#8220;Indícios de oiro&#8221; e fotos de Fernando Pessoa em leilão na P4</span></strong></p>
<p class="manchete_24"><strong><span style="font-size:24px;"></span></strong>O único manuscrito conhecido de &#8220;Indícios de oiro&#8221;, colectânea de poemas de Mário de Sá-Carneiro, vai hoje a leilão na P4, em Lisboa, com um valor-base de licitação entre 5000 e 7000 euros. Uma fotografia de Fernando Pessoa, aos dez anos, será outro dos principais lotes.<span style="font-size:11px;">O livro, central na bibliografia de Sá-Carneiro, só foi publicado em 1937, 21 anos após a morte do poeta, com chancela da Presença.</span><span style="font-size:11px;">Do mesmo autor irá também a leilão um caderno de apontamentos com recortes de imprensa e duas páginas de notas pessoais manuscritas. A leiloeira calcula que ele possa valer entre 3000 e 5000 euros.</span><span style="font-size:11px;">Por um valor estimado superior ao dos dois itens anteriores &#8211; entre 6500 e 10 mil euros &#8211; será posta à venda uma fotografia de Fernando Pessoa aos 10 anos, com assinatura do futuro poeta e a seguinte dedicatória (grafia da época): &#8220;à sua boa amiga Maria Ignácia de Saldanha Sette offerece como prova de muita amizade o seu amiguinho &#8211; Fernando&#8221;.</span><span style="font-size:11px;">Dos 50 lotes a leiloar fazem ainda parte os dois primeiros números da revista inglesa &#8220;Blast&#8221;, em que colaboraram os poetas T.S.Eliot e Ezra Pound, &#8220;De secretis Libri XVII Ex variis Authoribus collecti&#8221;, um livro hermético do século XVI, de Johann Jacob Wecker, cartazes editados pelo Estado Novo, uma fotografia de Sarah Bernhardt com dedicatória a Silva Pinto e um conjunto de fotos de Fernando Pessoa.</p>
<p><span style="font-size:11px;"> Fonte: Jornal Público</span><span style="font-size:11px;"></span></p>
<p></span></p>
<p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
