<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>ficcao-fantastica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/ficcao-fantastica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ficcao-fantastica"</description>
	<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 14:29:59 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Season's Finale - Parte 3: Fringe]]></title>
<link>http://webdebee.wordpress.com/2009/09/06/seasons-finale-parte-3-fringe/</link>
<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 01:00:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>webdebee</dc:creator>
<guid>http://webdebee.wordpress.com/2009/09/06/seasons-finale-parte-3-fringe/</guid>
<description><![CDATA[nas bordas extremas da ficção científica Se assumirmos que o Arquivo X deixou mesmo órfãos (eu, pelo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_618" class="wp-caption alignleft" style="width: 213px"><img class="size-medium wp-image-618" title="fringe" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/09/poster_fringe-c41.jpg?w=203" alt="nas bordas extremas da ficção científica" width="203" height="300" /><p class="wp-caption-text">nas bordas extremas da ficção científica</p></div>
<p>Se assumirmos que o <strong>Arquivo X</strong> deixou mesmo órfãos (eu, pelo menos, sou uma), parece que o <strong>Fringe</strong> pode trazer algum alívio. Só que com alguns poréns, adereços e perfumarias.</p>
<p>Tem coisas que são mais ousadamente bizarras em <strong>Fringe</strong> do que em <strong>Arquivo X</strong>. Mas no bom e velho seriado de Mulder e Scully, eu sentia muito mais medo.</p>
<p>Em outros aspectos, <strong>Arquivo X</strong> é derramadamente mais nerd e empolgante, enquanto <strong>Fringe</strong> é um tanto modernoso e antisséptico.</p>
<p><strong>Chris Carter</strong> é mais da linha de Stephen King, Clive Barker, Além da Imaginação. Já <strong>J.J. Abrams</strong> persegue outras fronteiras da ficção científica.</p>
<p>Mas a parada do <strong>Fringe</strong> pra mim é o Walter. O cientista louco. E agora, a gente entende melhor a maluquice dele. Viagens entre mundos paralelos&#8230; A segunda temporada promete. Tomara que não desaponte.</p>
<p>Paz e prosperidade nesta (qual?) e em todas as realidades paralelas.</p>
<div id="attachment_675" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-675" title="fringe" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/09/fringe511.jpg?w=300" alt="sci-fi clean" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">sci-fi clean</p></div>
<p><em>Próximos capítulos&#8230;</em></p>
<ul>
<li>Bones</li>
<li>Grey&#8217;s Anatomy</li>
<li>Life</li>
<li>The Mentalist</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seis Harry Potters]]></title>
<link>http://webdebee.wordpress.com/2009/08/29/seis-harry-potters/</link>
<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 21:29:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>webdebee</dc:creator>
<guid>http://webdebee.wordpress.com/2009/08/29/seis-harry-potters/</guid>
<description><![CDATA[dá pra tomar uma butterbeer antes de combater as trevas? Ah, sei lá. Falar do que? Das coisas triste]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_562" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-562" title="harrpotter6" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/08/harrpotter6.jpg" alt="dá pra tomar uma butterbeer antes de combater as trevas?" width="200" height="300" /><p class="wp-caption-text">dá pra tomar uma butterbeer antes de combater as trevas?</p></div>
<p>Ah, sei lá. Falar do que? Das coisas tristes, assustadoras, do amor. Dos passarinhos mágicos que a Hermione evoca quando chora escondida. Do armário que é o portal de passagem para o Mal entrar em Hogwarts. Das jornadas de Harry e Dumbledore pelas memórias alheias sobre Tom Riddle. Dos leves pilequinhos de butterbeer. Da poção Felix Felicis.</p>
<p>Apesar do montão de tragédias recentes, rola uma primavera em Hogwarts. Harry vira capitão do time de Gryffindor. Ron vira goleiro. Genie beija Harry.</p>
<p>Num universo paralelo, Harry podia sofrer menos e&#8230;</p>
<p>1) se mandar com a moça do café do início do filme e não &#8220;pegar o metrô&#8221;  com Dumbledore;</p>
<p>2) beber muitas butterbeers e virar taberneiro em Hogsmead;</p>
<p>3) prestar atenção nos conselhos da Hermione e estudar mais para poder fazer poções e virar traficante de felix felicis;</p>
<p>4) montar um circo com Hermione, Genie, Ron, Hermione e os gêmeos no mundo dos trouxas;</p>
<p>5) vender poções polissuco para trouxas;</p>
<p>6) misturar Felix Felicis com Butterbeer e se trancar no room of  requirement com a Genie.</p>
<p>O filme não se detém muito sobre o motivo central: o enigma do half-blood prince, mas achei que conseguiu dar conta do livro. O sexto volume é sobre muitas coisas. Não é só sobre o livro misterioso de receitas. E é o que mais gostei de ler. Bonito e triste. Do 5 em diante, a autora promove uma avalanche de perdas e sacrifícios, que vão devastando os corações dos leitores.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Terminator: Salvation]]></title>
<link>http://webdebee.wordpress.com/2009/06/14/terminator-salvation/</link>
<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 03:57:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>webdebee</dc:creator>
<guid>http://webdebee.wordpress.com/2009/06/14/terminator-salvation/</guid>
<description><![CDATA[Terminator salvation Enfim, mais um bom Exterminador. Desde a sequência em que acompanhamos John Con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_512" class="wp-caption alignleft" style="width: 229px"><img class="size-medium wp-image-512" title="t4_71" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/06/t4_71.jpg?w=219" alt="Terminator salvation" width="219" height="300" /><p class="wp-caption-text">Terminator salvation</p></div>
<p>Enfim, mais um bom Exterminador. Desde a sequência em que acompanhamos John Connor dentro do helicóptero, perdendo altitude, caindo e rodopiando, percebi que ia ser um daqueles filmes que não brincam com adrenalina em serviço.</p>
<p><a href="http://terminatorsalvation.warnerbros.com/" target="_self"><strong>Terminator: Salvation</strong></a> é o quarto filme da série e traz o Christian Bale no papel do, agora adulto e enfrentando a barra pesada total do futuro, John Connor. Não sei explicar, mas gosto muuuito do Christian Bale. E acho que se saiu muito bem como o protagonista. Mesmo, eu sei, dividindo o foco da história com o tal do Sam Worthington, que faz um personagem-chave da nova história, o ambíguo Marcus Wright.</p>
<p>De novo, nada de James Cameron. Mas e daí? Depois do xaroposo Titanic, não faz mais falta. Se bem que esse diretor McG&#8230; sei não&#8230; O cara fez os filmes das Panteras&#8230; e produziu programas de TV como o das Pussy Cat Dolls&#8230; Estranho né? Mas, eis que em Terminator: Salvation ele não deu mole. Dá umas recaídas como o penteado e figurino da personagem Blair. Ela é a <em>hot chick</em> da história, vivida pela índia bonitona Moon Bloodgood (que fez Pathfinders) . E ficou meio chata aquela pieguice do final. Mas&#8230; passou raspando e o resultado geral foi bem satisfatório. Fiquei até meio triste quando acabou a sessão numa noite de domingo no cine Roxy. Podia ficar a semana toda combatendo robôs exterminadores de gente numa terra devastada.</p>
<p>Escapismos à parte, é um ótimo sci-fi, melhor que o T3. Faz referências boas ao T1 e T2. Tem a voz original da Sarah Connor (Linda Hamilton) nas gravações que ela deixa para o filho. Mostra o jovem Kyle Reese e até o Governator Schwarzeneger dá o ar digital da graça.</p>
<p>E  o cara meio humano meio exterminador, heim? Legal ele&#8230; Não me conformo. Ele bem que podia voltar, né? Com um cyberheart, quem sabe? Bom! Bom! Bom! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Star Trek: Origens]]></title>
<link>http://webdebee.wordpress.com/2009/06/14/star-trek-origens/</link>
<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 03:20:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>webdebee</dc:creator>
<guid>http://webdebee.wordpress.com/2009/06/14/star-trek-origens/</guid>
<description><![CDATA[Star Trek origens rebeldes Que bom que fizeram esse filme. Criaram uma juventude rebelde para o Capi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_509" class="wp-caption alignleft" style="width: 212px"><img class="size-medium wp-image-509" title="Startrekposter" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/06/startrekposter.jpg?w=202" alt="Star Trek origens" width="202" height="300" /><p class="wp-caption-text">Star Trek origens rebeldes</p></div>
<p>Que bom que fizeram esse filme. Criaram uma juventude rebelde para o Capitão Kirk e uma origem muito simpática da amizade dele com o Spock. Tem uma coisa ligeiramente boba e exagerada no filme, que não esconde a preocupação em conquistar novas audiências. Isso poderia ter comprometido a adesão dos velhos fãs. Mas acho que a abordagem é nitidamente apaixonada pela série de tv e pelos filmes anteriores de <strong>Star Trek</strong>. E conheço gente que é fã e adorou, e outras pessoas que nem são fãs, mas se amarraram no filme.</p>
<p>Nunca fui exatamente uma &#8220;treker&#8221;. Sempre estive mais para o time do &#8220;conselho jedi&#8221;. Mas assisti muito à série original de TV nos anos 70 e vi quase todos os filmes. Inclusive os da Nova Geração. Lembro até da versão em desenho animado! Pena que pouca gente lembra disso <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  . Tinha um episódio inesquecível duns bichinhos fofinhos e peludinhos tipo gremlins que infestavam a Enterprise. Nossa, será possível que ninguém se lembra?</p>
<p>Mas o novo <strong><a href="http://www.startrekmovie.com/" target="_self">Star Trek</a></strong>, dirigido pelo <strong>J. J. Abrams</strong> (criador das séries Lost, Alias, Fringe e outras), vai fantasiando sobre as origens dos personagens. E é um barato ir reconhecendo os jovens James Kirk, Spock, Uhura, Chekov, Sulu, Scott. Também conta a destruição de Vulcano, planeta original do Spock (vivido pelo carinha que faz o Sylar da série Heroes). E ainda tem partcipação do velho Spock, Leonard Nimoy. E um irreconhecível Eric Bana faz Nero, um romulano vingativo, que odeia o Spock.</p>
<p>Só não gostei muito do Dr. McCoy. Que diabos é aquilo? É bobo e hipocondríaco. É isso mesmo? E o gato do Karl Urban (o cavaleiro rohirrim boladão Eomer, de &#8220;O Senhor dos Anéis &#8211; As Duas Torres&#8221;), porque ficou feio, gordo e velho do nada para fazer o McCoy? Desnecessário isso.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Watchmen hq &gt; filme = alpino chocolate &gt; sorvete]]></title>
<link>http://webdebee.wordpress.com/2009/04/17/watchmen-hq-filme-alpino-chocolate-sorvete/</link>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 23:35:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>webdebee</dc:creator>
<guid>http://webdebee.wordpress.com/2009/04/17/watchmen-hq-filme-alpino-chocolate-sorvete/</guid>
<description><![CDATA[Tem a história em quadrinho Watchmen e tem filme Watchmen. Assim como tem chocolate Alpino e tem sor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tem a história em quadrinho Watchmen e tem filme Watchmen.</p>
<p>Assim como tem chocolate Alpino e tem sorvete Alpino.</p>
<p>Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.</p>
<p>Vamos imaginar que Watchmen seja só uma idéia. Uma história ainda sem imagens e sons. Só uma idéia saindo das cabeças de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alan_Moore" target="_self">Alan Moore</a> (um dos artistas mais livres e francos do mundo) e Dave Gibbons. A partir dessa idéia, foi escrita e desenhada uma história em quadrinhos, ou, para ser mais chique, uma graphic novel, que tornou-se um marco na história do gênero.</p>
<div id="attachment_409" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-409" title="watchmen-hq" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/04/watchmen-hq.jpg" alt="watchmen chocolate" width="200" height="307" /><p class="wp-caption-text">watchmen chocolate</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Li Watchmen em 1989/90, que foi quando comecei a gostar de HQs. Antes, não curtia muito. Quando criança, até lia os gibis da turma da Mônica, Disney e o do Sítio do Picapau Amarelo (esse eu adorava!). Mas, já adulta, cursando a universidade, não sei porque, comecei a me interessar pelas HQs. Uma das primeiras foi &#8220;Elektra Saga&#8221;, de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Frank_Miller_(comics)" target="_self">Frank Miller</a>, depois veio o &#8220;Monstro do Pântano&#8221;, do Alan Moore. Quando li &#8220;O Cavaleiro das Trevas&#8221; (F. Miller) achei que era a coisa mais extraordinária já realizada em HQ. Daí, li &#8220;Electra Assassina&#8221; (F. Miller e <a href="http://www.billsienkiewiczart.com/" target="_self">Bill Sienkiewicz</a>) e pensei que essa era a melhor de todas. Mas aí, chegaram às minhas mãos a &#8220;Orquídea Negra&#8221; e &#8220;Sandman&#8221; (Neil Gaiman) e aí&#8230; f#deu&#8230; Isso sim era o melhor que podia existir na face da Terra. E fiquei nessa devoção ao Gaiman sem conseguir dar o devido valor ao &#8220;Ronin&#8221; (F. Miller) e ao Watchmen, que li com grande interesse, mas estava contaminada pelo Sandman.</p>
<p>Só há uns 2 anos atrás voltei a ler o Watchmen e me dei conta do tamanho da empreitada de seus criadores. A obra de Alan Moore e Dave Gibbons, embora influenciada pelo contexto da época em que foi feita (no tempo da Guerra Fria, antes da &#8220;morte&#8221; das ideologias), proporciona uma experiência sem igual até hoje. Eles criaram personagens absolutamente originais e uma visão também única do universo dos super heróis. A sequência da morte do Comediante, as falas do <em><span style="font-style:normal;">Rorschach</span></em> e do Dr. Manhatan e o recurso da história dentro da história do &#8220;Cargueiro Negro&#8221;, lida pelo moleque numa esquina de NY, são só alguns fatores que ilustram porque Watchmen dilatou as fronteiras da linguagem das HQs.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_407" class="wp-caption alignleft" style="width: 212px"><img class="size-medium wp-image-407" title="wm_main_1sheet1" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/04/wm_main_1sheet1.jpg?w=202" alt="Watchmen sorvete" width="202" height="300" /><p class="wp-caption-text">Watchmen sorvete</p></div>
<p>Mas o <a href="http://watchmenmovie.warnerbros.com/">filme</a>,baby&#8230; É uma OUTRA onda com o sabor de &#8220;chocolate alpino&#8221; original de Moore/Gibbons. O tal do Zack Snyder não repetiu a receita de &#8220;300&#8243;. E isso foi bom, porque ele fez cinema, e não uma transcrição da HQ para as telas. Não que o &#8220;300&#8243; seja ruim, mas é que, assim como o Robert Rodriguez fez em &#8220;Sin City&#8221;, Snyder reproduziu a arte de Frank Miler muito literalmente (vide cenas dos soldados persas caindo do penhasco ou o encontro do jovem Leônidas com o lobo). As pranchas do Miller ganharam vida e movimento, como aquelas fotos do Profeta Diário, do Harry Potter. Dessa vez, Snyder não se preocupou tanto com a semelhança visual total, mas sim com a oportunidade de pegar a onda Watchmen e surfar com ela pelas águas do cinema. Ele se arriscou e fez um filmaço. Surpreendente e ousado.</p>
<p> </p>
<p>Alguns highlights&#8230;</p>
<p>A viagem da máscara do Rorschach se movendo é muito boa. Mas a voz dele não é como eu imaginva. Quando li a HQ, tive a impressão de uma voz monótona, enquanto que a do Ozymandias era afetada e irritante. Mas no filme, o Ozymandias tem fala monótona e o Rorschach soa super &#8220;creepie&#8221;, tipo Batman. Mas isso não tira o interesse pelo Rorschach e suas falas incomparáveis, como na cena na prisão, quando grita que os prisioneiros não estavam penando por ficar atrás das grades, mas por ficarem presos com ele. </p>
<p>O Dr. Manhattan de Billy Crudup (+ um catatal de efeitos visuais) ficou mais do que aceitável. Aquela calma e racionalidade meio irritante&#8230; E o bilau azul? Hahahaha! É claro que tem que ser comentado. É maior do que o desenhado pelo Gibbons. Imagina se o Billy Crudup ia permitir uma, digamos, caracterização modesta do personagem. </p>
<p>O cara que faz o Night Owl/Dan Dreiberg é outro que ficou perfeito. Por sinal, para mim, ele é a alma da história. Representa os pobres corações nerds e saudosistas dos leitores de Watchmen.</p>
<p>No mais&#8230; Comediante&#8230; 10. Silk Spectre &#8230; 10. Ozymandias&#8230; 10. Gato exótico do Ozymandias &#8230;. 9 (podia aparecer mais).</p>
<p>A música também é sensacional. Destaque para a abertura com &#8220;The Times They Are A-Changin&#8217;&#8221;, do Bob Dylan, e a sequência perto do final quando toca &#8220;All Along The Watchtower&#8221;, com Jimmy Hendrix. Inesperado e muito muito bom.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_408" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-408" title="watchmen-montagem" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/04/watchmen-montagem.jpg" alt="outras receitas watchmen muito fofas" width="500" height="342" /><p class="wp-caption-text">outras receitas watchmen muito fofas</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coragem é com Coraline]]></title>
<link>http://webdebee.wordpress.com/2009/04/12/coragem-e-com-coraline/</link>
<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 01:03:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>webdebee</dc:creator>
<guid>http://webdebee.wordpress.com/2009/04/12/coragem-e-com-coraline/</guid>
<description><![CDATA[    O estranho mundo de Coraline   Muito esperto transformarem o livro Coraline em filme de animação]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_361" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><img class="size-medium wp-image-361  " title="coraline" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/04/coraline.jpg?w=300" alt="O estranho mundo de Coraline" width="210" height="210" /> </p>
<p> </p>
<p><p class="wp-caption-text">O estranho mundo de Coraline</p></div>
<p> </p>
<p>Muito esperto transformarem o livro Coraline em filme de animação.</p>
<p>Quando soube que o livro ia virar filme, comecei a imaginar os arrepiantes olhos de botões da mãe da Coraline no universo paralelo. Já ouvia o barulho da unha batendo no olho. O circo dos ratinnhos, a passagem secreta para o outro mundo, o teatro com a platéia de cachorros, o gato que acompanha a Coraline. Tudo se realizou de um jeito quase idêntico ao que havia imaginado.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_362" class="wp-caption alignright" style="width: 212px"><img class="size-medium wp-image-362 " title="coraline-poster1" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/04/coraline-poster1.jpg?w=202" alt="A jornada da brava Coraline" width="202" height="300" /><p class="wp-caption-text">Cuidado com o que deseja: começa a jornada assustadora da brava Coraline</p></div>
<p>É engraçado dar voz e imagem aos livros. Tudo bem que, no caso de Coraline, trata-se de um livro ilustrado (maravilhosamente pelo Dave Mckean). Então já tinha lá os olhos de botões e os ratinhos. Acho, então, que é o som conferido aos personagens que causa esse estranhamento. A voz de Coraline é feita pela Dakota Fanning, mas na versão brasileira ficou a cargo da ótima atriz que dubla a Katara, do desenho Avatar.</p>
<p> </p>
<p>O filme é do mesmo diretor de O Estranho Mundo de Jack, Henry Selick. E ele segue a mesma técnica de stop and motion, porém com recursos mais avançados de edição e acabamento. Essa opção caiu como uma luva para dar movimento à história fantástica de Coraline.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_360" class="wp-caption alignleft" style="width: 168px"><img class="size-medium wp-image-360 " title="coraline-book" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/04/coraline-book.jpg?w=225" alt="Livro de Gaiman é uma de suas melhores criações e tem ilustrações do genial Dave Mackean" width="158" height="210" /><p class="wp-caption-text">Livro de Gaiman é uma de suas melhores criações e tem ilustrações do genial Dave Mackean</p></div>
<p>O autor do livro, <a href="http://www.neilgaiman.com" target="_self">Neil Gaiman</a>, se inpirou em sua filha para criar a história de uma menina, que se muda com a família para uma casa longe da cidade, e onde encontra uma passagem secreta para um universo paralelo. Lá, existe uma mãe da Coraline e um pai da Coraline, absolutamente estranhos. Que deixam ela comer o que quer, mas não querem que ela volte para o mundo original.</p>
<p>É um bocado assustador. Na sessão do cinema, tinha criança choramingando e pedindo para ir embora. Acho que não é para crianças com menos de 10 anos. Sei lá&#8230; Mas é uma bela lição de coragem para pessoas de qualquer idade. Coragem que só seres pequenos como Coraline podem ensinar.</p>
<p>A aventura entre o mundo original e o paralelo é vivida com medo, mas também com determinação. E a pequena Coraline aprende lições e se transforma, descobrindo uma nova forma de ver seu mundo original, com seus pais originais e a casa misteriosa onde dá o primeiro passo na direção da vida adulta.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_363" class="wp-caption aligncenter" style="width: 212px"><img class="size-medium wp-image-363" title="coraline_poster2" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/04/coraline_poster2.jpg?w=202" alt="Coraline e a casa esquisita" width="202" height="300" /><p class="wp-caption-text">Coraline e a casa esquisita</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Avance com:</p>
<p><a href="http://www.coraline.com/" target="_self"><strong>Site Oficial do filme Coraline</strong></a></p>
<p><strong><a href="http://www.youtube.com/CoralineFilms" target="_self">Vídeos no canal oficial no Youtube</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Klaatu caiu no papo da humanidade...]]></title>
<link>http://webdebee.wordpress.com/2009/02/11/klaatu-caiu-no-papo-da-humanidade/</link>
<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 00:30:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>webdebee</dc:creator>
<guid>http://webdebee.wordpress.com/2009/02/11/klaatu-caiu-no-papo-da-humanidade/</guid>
<description><![CDATA[E a humanidade estava nos olhos azuis molhados de Jennifer Connely. &#8220;- Please&#8230; Give us a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>E a humanidade estava nos olhos azuis molhados de <strong>Jennifer Connely</strong>.</p>
<p>&#8220;- Please&#8230; Give us a chance! Snif! Snif&#8221;  </p>
<div id="attachment_341" class="wp-caption alignleft" style="width: 128px"><img class="size-full wp-image-341" title="odiaemqueaterraparou" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/odiaemqueaterraparou.jpg" alt="O Dia em que a Terra parou" width="118" height="166" /><p class="wp-caption-text">O Dia em que a Terra parou</p></div>
<p>Pô, <strong>Klaatu</strong>! Tu caiu nessa???</p>
<p>Mas, escuta uma coisa. Tem lugar numa dessas esferas  transportadoras para a gente embarcar junto com as plantas e os insetos?</p>
<p>Sei lá, fugir das ruas em que não podemos mais andar, a não ser com medo do chão se abrir, da marquise despencar ou do ser humano que fumou crack nos bater ou nos matar para roubar nosso celular.</p>
<p>Fugir do calor. Do homo sapiens que joga lixo da janela do carro.</p>
<div id="attachment_342" class="wp-caption alignright" style="width: 170px"><img class="size-full wp-image-342" title="odiaemqueaterraparou-esfera" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/odiaemqueaterraparou-esfera.jpg" alt="vai um bonde ai?" width="160" height="120" /><p class="wp-caption-text">a esfera: vai um bonde aí?</p></div>
<p>Só dar de ombros e fugir na esfera viajante.</p>
<p>No dia em que a Terra parar, é melhor dar sinal e descer.</p>
<p>Que mais&#8230;</p>
<p>O penteado da <strong>Kathy Bates</strong> (adoro ela) é inacreditável. Ela deve ter pedido para fazerem aquele troço na cabeça  para manter o distanciamento crítico de viver uma secretária nacional de segurança que recebe o ET <strong>Keanu Reeves</strong> (ele fica bem nesses papéis&#8230;).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em 2008 - parte 4 - livros]]></title>
<link>http://webdebee.wordpress.com/2009/02/05/em-2008-parte-4-livros/</link>
<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 21:02:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>webdebee</dc:creator>
<guid>http://webdebee.wordpress.com/2009/02/05/em-2008-parte-4-livros/</guid>
<description><![CDATA[Encerrando esse longo adeus a 2008&#8230; Gosto de ficar parada olhando pros meus livros&#8230; São ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3>Encerrando esse longo adeus a 2008&#8230;</h3>
<p>Gosto de ficar parada olhando pros meus livros&#8230; São meus amigos imaginários. Acho que sou meus livros. </p>
<p> </p>
<div id="attachment_335" class="wp-caption aligncenter" style="width: 449px"><img class="size-full wp-image-335" title="livros1a" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/livros1a.jpg" alt="os livros me olham desconfiados da estante" width="439" height="115" /><p class="wp-caption-text">os livros me olham desconfiados da estante</p></div>
<p> </p>
<p>Numa daquelas descoberta casuais que a Internet nos proporciona, me surpreendi com esse ótimo blog do projeto Portaberta. Veja esse post com o poema <a title="O homem que foi soterrado pela Biblioteca" href="http://portaberta.net/blog/?p=168">O homem que foi soterrado pela biblioteca</a>, de Fábio San Juan.</p>
<p> </p>
<p>Tenho uma compulsão quase incontrolável por livros. Passar na porta da Saraiva ou da Livraria da Travessa é um perigo pra mim. O que acontece? Compro os livros como uma garantia de alimentação literária até a morte. Não dou conta de ler tudo o que compro e o que me emprestam. É uma vergonha. Já fiz até uma prateleira só dos livros interrompidos e outras dos que continuam aguardando na fila. Daí, mudo de apartamento, arrumo as estantes de qualquer jeito e misturo os lidos, meio lidos e nada lidos.</p>
<p>Em 2008 não li nada que estava na parada arrepiante de sucessos da veja. Não. Eu não li os livros dos vampiros da Stephanie Meyers, nem o novo do autor do Caçador de Pipas. Nada contra. Mas não sei dizer porque ou como escolho essas leituras. Tem a ver com os autores, que são os meus favoritos. Não tive muito tempo para ler o quanto gostaria, pois foi um ano de estudos em função de uma pós-graduação, então, tive que dar preferência às leituras que não entram nos assuntos do blog.</p>
<p>Mas até que foi produtivo.</p>
<p> </p>
<h3><strong>Tracy Chevalier: O Azul da Virgem e A Dama e O Unicórnio</strong></h3>
<p><strong><span style="font-weight:normal;">Você pode nunca ter ouvido falar da autora, mas talvez conheça o filme &#8220;</span>Moça com brinco de pérola<span style="font-weight:normal;">&#8220;, baseado no livro homônimo, que tornou Chevalier conhecida em todo o mundo.</span></strong></p>
<p>O filme é muito bonito e realmente transmite o clima do livro. A<strong> Scarlett Johansson</strong> me parece uma Griet perfeita. A atriz que faz a Tanneke é a própria The Milkmaid (meu quadro favorito de Jan <strong>Vermeer</strong>). Tem cenas filmadas em Delft, onde <strong>Vermeer</strong> viveu. Até a estrela no chão da Praça do Mercado, onde Griet dá voltas, perdida em suas indecisões, está lá, meio desbotada, no filme.  Mas é no livro que a autora garante uma viagem extraordinária pelas sedas, pérolas, luzes e cores do imaginário de <strong>Vermeer</strong> (aliás, li <a title="Post sobre obra de Vermeer no blog Portaberta" href="http://portaberta.net/blog/?p=152">aqui</a> que se pronuncia &#8220;férmir&#8221;), e pelas sensações e transformações de uma jovem protestante holandesa, que trabalha como empregada na casa do artista, e se torna irremediavelmente presa dos mistérios da arte e das intrigas da família.</p>
<p><a title="Site oficial de Tracy Chevalier" href="http://www.tchevalier.com/"><strong>Tracy Chevalier</strong></a> nasceu nos Estados Unidos e vive na Inglaterra. Ela cria histórias sobre mulheres, que, geralmente, vivem em épocas passadas. Tracy possui um texto esplêndido, além de caprichar no que diz respeito à pesquisa e reconstituição de época.</p>
<p> </p>
<p><strong>O AZUL DA VIRGEM</strong></p>
<div id="attachment_318" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-318" title="azuldavirgem" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/azuldavirgem.jpg" alt="O Azul da Virgem, de Tracy Chevalier" width="200" height="298" /><p class="wp-caption-text">O Azul da Virgem, de Tracy Chevalier</p></div>
<p>Esse é o primeiro livro da Tracy. É sobre duas mulheres em tempos diferentes, que o leitor percebe aos poucos serem descendentes uma da outra.</p>
<p>A ruiva Isabelle du Moulin vive no século 16, na França. Sua família torna-se protestante e muda-se para a Suíça. Mas a força ancestral da Virgem ainda assombra o coração da jovem huguenote. E nos anos 90 vive a parteira americana Ella Turner, que muda-se para a França, onde o marido acaba de aceitar um emprego. Investigando as origens de sua família (os Turner ou Tournier) pelo interior da França, Ella vai aos poucos se aproximando da vida da antepassada Isabelle.</p>
<p>Ao alternar os capítulos entre Isabelle e Ella, Tracy coloca o leitor como o observador de um labirinto, em que as personagens caminham de entradas (e tempos) diferentes, atraídas para um mesmo ponto obscuro. Tracy desde o início já manda bem. É uma leitura vertiginosa. Daquelas para um feriado chuvoso de 3 dias, em que você não consegue parar de virar as páginas.</p>
<p> </p>
<p><strong>A DAMA E O UNICÓRNIO</strong></p>
<p>Agora Tracy volta a falar de obras de arte e inventa uma história maravilhosa em torno do famoso conjunto de tapeçarias do final do século 15, que hoje encontra-se exposto no Museu da Idade Média, em Paris.  O pintor miniaturista e mulherengo Nicolas des Innocents recebe uma encomenda para a qual cria o motivo da Dama e o Unicórnio. Mas acaba sendo obrigado por seu cliente, Mr. Jean Le Viste, a partir de sua querida Paris rumo a Bruxelas, onde irá acompanhar a confecção da série de tapeçarias com o tema que criou.</p>
<div id="attachment_319" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-319" title="damaeounicornio" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/damaeounicornio.jpg" alt="A Dama e o Unicórnio, de Tracy Chevalier" width="200" height="298" /><p class="wp-caption-text">A Dama e o Unicórnio, de Tracy Chevalier</p></div>
<p> </p>
<p>E o romance segue com a trajetória e as motivações do artista, bem como as mulheres que o inspiraram. Há descrições detalhadíssimas das técnicas de tecelagem da época. Dos<em> millefleurs</em>. Confesso que às vezes me perdia tentando entender exatamente como os tecelões do século 15 manipulavam aqueles teares pesados e complicados, com suas manivelas, urdiduras, liças, cilindros etc. Sem falar na preparação dos fios e na dificuldade de obter a cor exata com os processos de tintura. Enfim&#8230; era um trabalho hercúleo, demorado e que quase esgotava física e financeiramente os artesãos.</p>
<p>Tracy cria uma trama envolvente e uma série de personagens apaixonantes. E, claro, desperta no leitor uma tremenda curiosidade de ver as tapeçarias de perto e imaginar essa e outras histórias para as pessoas que as criaram.</p>
<p> </p>
<p><strong>A Dama e o Unicórnio</strong> é o quarto livro da autora, posterior ao <strong>Moça com Brinco de Pérola</strong>. Ainda falta ler Anjos Caídos (2001) e Burning Bright (2007).</p>
<p> </p>
<p> </p>
<h3><strong>Michael Crichton: Linha do Tempo</strong></h3>
<p>E o homem se foi. Mal tinha acabado de ler esse romance sobre viagem no tempo, física quântica, idade média e tal, quando soube que <strong>Michael Crichton</strong> tinha morrido vítima de câncer. Achei uma pena, pois fiquei muito interessada na obra dele e imaginava quantas idéias legais ainda iria abordar em novos livros.</p>
<div id="attachment_327" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><img class="size-full wp-image-327" title="michael-crichton-edit" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/michael-crichton-edit.jpg" alt="o cientista da ficção" width="225" height="261" /><p class="wp-caption-text">Michael Crichton: o cientista da ficção</p></div>
<p>Na semana em que partiu, foi exibido um episódio do seriado <strong>E.R.</strong> com uma introdução especial em que o ator Eric La Salle (o dr. Peter) fez uma homenagem super bonita ao <strong>Crichton</strong>. Ele foi o idealizador da série, que tomava emprestado um pouco da experiência do escritor quando foi médico da emergência de um hospital de Chicago. Aliás, sempre achei que aquele personagem do <strong>E.R.</strong>, Dr. Carter, é meio que um alterego do <strong>Crichton</strong>. A história é em Chicago e ambos foram estagiários e residentes do setor de emergência. Ambos conheceram a África. Só que <strong>Michael Crichton</strong>, antes de estudar e fazer residência em medicina, era um antropólogo. Suas viagens à África, que inspiraram livros como Congo (que não li), ocorreram em função da Antropologia. Esse background do autor me interessou muito. Mais do que o sucesso de Jurassic Park.</p>
<p>Passei alguns anos na vontade de ler esse <strong>Linha do Tempo</strong> e o <strong>Devoradores de Mortos</strong>. Esse último, foi o que inspirou o filme O 130 Guerreiro, com o Antonio Banderas. Na verdade, o livro não é exatamente uma obra de ficção, mas sim o resultado de uma pesquisa de <strong>Crichton</strong> sobre um manuscrito de um sujeito do mundo árabe da idade média, que realmente existiu e registrou suas impressões de uma viagem pelas terras dos Vikings. São muito bacanas, tanto o livro quanto o filme.</p>
<p>Mas vamos ao <strong>Linha do Tempo</strong>. Conheci primeiramente o filme, que achei fraco e bobo. Aproveita muito pobremente um ótimo argumento sobre viagens no tempo. A presença de <strong>Gerard Butler</strong> dá até uma florida na parada, mas o Marek que ele interpreta é muito fraquinho em comparação com o do livro.</p>
<p>Pois bem. Nesse romance, o <strong>Crichton</strong> coloca em questão as possibilidades de viagem no tempo, respaldadas, se posso dizer assim, pela física quântica. Não vou entrar em detalhes sobre esse assunto, até porque, mesmo com as tentativas de explicar, da forma mais didática possível, os fenômenos de deslocamento no tempo-espaço (o autor até desenha, literalmente), fiquei de cuca fundida total. Deixa pra lá a parte científica da ficção&#8230;.</p>
<div id="attachment_324" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-324" title="linhadotempo" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/linhadotempo.jpg" alt="Caindo de pára-quedas no meio da Guerra de Cem Anos" width="200" height="307" /><p class="wp-caption-text">Caindo de pára-quedas no meio da Guerra de Cem Anos</p></div>
<p> </p>
<p>Os personagens principais do livro são cientistas, técnicos e pesquisadores de diversas formações. Uma equipe multidisciplinar, que inclui antropólogos, geólogos, botânicos, físicos e até um especialista em armas e combates na idade média, que fala inglês e francês antigos, occitano e outras línguas obscuras. Esse é o sensacional Marek. Que ainda é pegador e se dá bem nas aventuras&#8230;</p>
<p>Bom&#8230; Aí, esse povo todo está trabalhando para uma super corporação de tecnologia chamada TechGate, liderada por um empresário visionário chamado Robert Doninger, que, pela descrição de <strong>Crichton</strong>, é uma espécie de Bill Gates menos famoso, mas muito mais ambicioso e sem escrúpulos. A equipe atua para Doninger num projeto secreto que pretende viabilizar viagens no tempo como a nova fronteira da ciência, turismo e entretenimento. Os funcionários trabalham na escavação de um sítio arqueológico, onde no <strong>século 14 </strong>(um dos meus favoritos!!!) deu lugar a uma batalha sangrenta em meio à <strong>Guerra dos Cem Anos</strong>. O piloto do  “projeto” pretende levar as pessoas a um “passeio” por esse cenário histórico, de onde retornariam ilesas depois de viverem fortes emoções.</p>
<p>Tudo na teoria é bonito, mas você já pode imaginar que, na prática, ninguém voltaria totalmente ileso e as “emoções” de cair no meio do <strong>século 14</strong>, sem saber cavalgar ou usar espada e escudo, estão mais para uma roubada, mesmo. E os nossos heróis cientistas se metem nessa enrascada para salvar um dos membros da equipe que não conseguiu voltar ao século 20,  e vivem extraordinárias aventuras.</p>
<p>Mas além da viagem no tempo, tem vários detalhes interessantes no livro, com relação aos personagens e suas áreas de conhecimento. Tem uma arquiteta e historiadora, que explica para um bando de turistas como funcionava a fundação das cidades na idade média.  Os donos de terras no período medieval construíram muitas das cidades, que hoje achamos que se originaram da ocupação espontânea de um terreno próximo a um rio ou do mar. Mas esses senhores mandavam construir as cidades, às vezes, do nada, para depois explorar os habitantes com impostos, licenças etc.  Enfim&#8230; Não imaginava que a especulação imobiliária funcionasse nesses termos ardilosos há tanto tempo.</p>
<p>Último comentário nesse tópico que está longo até para um post individual&#8230;. E o tal congressista que construiu um castelo medieval enorme numa área rural de Minas? Inacreditável. Preciso de uma máquina de viajar no tempo. Quero saltar para antes da Revolução Francesa, porque nada mudou mesmo. Continuamos sustentando uma classe de aproveitadores. A diferença é que agora somos nós que escolhemos quem vai nos explorar.</p>
<p> </p>
<p><span style="color:#ff0000;">**********  Esse post está em estágio de gestação. ************</span></p>
<p> </p>
<p><strong>NEIL GAIMAN: COISAS FRÁGEIS</strong></p>
<p>Demorou mas lançaram no Brasil essa recente coletânea do criador de Sandman.</p>
<p> </p>
<p><strong>SANDMAN: A JORNADA COMPLETA</strong></p>
<p>Quando li o Despertar, resolvi voltar ao início pela terceira vez e reler todos os arcos do mestre Morpheus.</p>
<p> </p>
<p><strong>MAIS GAIMAN: VIOLENT CASES / MISTÉRIOS DIVINOS / DIAS DA MEIA-NOITE</strong></p>
<p>Na gana irracional de ler tudo do autor, comecei a limpar o tacho com esses três&#8230;</p>
<p> </p>
<p><strong>MARVELS e AUTHORITY</strong></p>
<p>Meu amigo nerd Bernardo é uma espécie de consultor para assuntos Marvel/DC etc. Ele me recomendou esses dois HQs</p>
<p> </p>
<p><strong>EDWARD RUTHERFORD: OS PRÍNCIPES DA IRLANDA (DUBLIN FOUNDATION)</strong></p>
<p>Esse aí eu levei quase 2 anos pra ler, mas consegui terminar antes do estouro dos fogos do último 31/12.</p>
<p> </p>
<p><strong>J.K. ROWLING: OS CONTOS DO BARDO BIDDLE</strong></p>
<p>Já escrevi que Harry Potter é uma cachaça. E a autora ofereceu mais essa pequenina dose.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em 2008 - parte 3 - filmes - the end]]></title>
<link>http://webdebee.wordpress.com/2009/02/01/em-2008-parte-3-filmes-the-end/</link>
<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 19:45:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>webdebee</dc:creator>
<guid>http://webdebee.wordpress.com/2009/02/01/em-2008-parte-3-filmes-the-end/</guid>
<description><![CDATA[  BEOWULF Beowulf - lenda em 3D Já faz um ano que esse entrou em cartaz nos cinemas daqui. Ontem est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<p><strong>BEOWULF</strong></p>
<div id="attachment_269" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-269" title="beowulf" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/beowulf.jpg" alt="Beowulf - lenda em 3D" width="200" height="294" /><p class="wp-caption-text">Beowulf - lenda em 3D</p></div>
<p>Já faz um ano que esse entrou em cartaz nos cinemas daqui. Ontem estreou na HBO.  Na época da estréia, eu estava um pouco desconfiada de um filme feito nessa técnica de computação gráfica modelada nos corpos dos atores, se posso definir assim. Mas, juntando a lenda, que é muito interessante, os atores e o<strong> Neil Gaiman</strong> (roteirista), não dava pra resistir.</p>
<p>E acabei achando muito acertada a opção por essa técnica. Podia ser mais um filme com fotografia estilizada, com efeito meio onírico, tipo <strong>O Senhor dos Anéis</strong>. Mas os realizadores escolheram dar um passo adiante nessa técnica de animação, e acabaram criando uma impressionante dramatização da lenda com tudo o que ela merece em termos de qualidade artística.</p>
<p>O filme é dirigido pelo <strong>Robert Zemecki</strong>s (De Volta para o Futuro e Forrest Gump). O que para mim também era estranho. Mas depois lembrei que ele fez aquele Expresso Polar, que também emprega a mesma técnica. E já está preparando outro (A Christmas Carol) para o natal deste ano.</p>
<p>E o que essa técnica oferece de bom? Para começar, como se trata de um tema de fantasia de reis, heróis, dragões e tesouros, já permite uma viagem na empada sem limites para os realizadores. E podem se apoiar na expressão autêntica dos atores (<strong>Anthony Hopkins</strong>, <strong>Angelina Jolie</strong>, John Malkovich e outros) para garantir um tanto mais de realismo e emoção.</p>
<div id="attachment_271" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-271" title="beowulf_16" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/beowulf_16.jpg" alt="Beowulf cai no charme da sereia dragão angeli" width="500" height="210" /><p class="wp-caption-text">Beowulf cai no charme da sereia dragão angeli</p></div>
<p> </p>
<p>Lembro como fiquei impressionada com o primeiro <strong>Final Fantasy</strong>, em que tinha uma equipe gigante só para criar o movimento dos cabelos do personagens. Nesse filme, a técnica era de <strong>animação 3D</strong> pura, sem captar imagem de atores. E já representava um grande avanço nos movimentos, expressão facial, textura dos cabelos e pele.</p>
<p>Mas, voltando ao Beowulf, gosto demais da iara-dragão da <strong>Angelina Jolie</strong>. Adoro as canções obcenas que perturbam Grendel, o terrível monstro do ouvido absoluto, vivido por <strong>Crispin Glover</strong>, que também é impressionante. E o que dizer da mágica que transforma o <strong>Ray Winstone</strong> em <strong>Beowulf</strong>? A voz é perfeita para o guerreiro lendário. Mas o corpitcho, com certeza foi modelado em alguém tipo o Sean Bean em seus melhores anos&#8230; Acho que foi isso que fizeram, mas não contaram nada para o Ray. He-he-he-he!</p>
<p> </p>
<p><strong>AS CRÔNICAS DE NÁRNIA &#8211; PRÍNCIPE CASPIAN</strong></p>
<p>Eu gostei mais do outro. Aquele do guada-roupa, feiticeira, blablabla. Acho que pela fofice comovente da Lucy, que no outro filme está mais crescidinha. E por resgatar uma lembrança muito frágil da infância. Vi alguma versão para TV, talvez a da BBC ou algum desenho animado que passou na Globo ou SBT. Só me veio esse estalo na cena do Leão sacrificado na mesa de pedra. E depois, quando os quatro irmãos estão crescidos e reencontram o caminho do guardaroupa.</p>
<div id="attachment_272" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-272" title="principecaspian" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/principecaspian.jpg" alt="E principe Caspian é a cara do rodrigo santoro" width="200" height="297" /><p class="wp-caption-text">E príncipe Caspian é a cara do rodrigo santoro</p></div>
<p>Eram alguns detalhes que compensavam a coisa bastante açucarada do primeiro filme. Esse novo é mais sombrio, triste e violento. Mas tudo isso não ajudou a fazer uma sequência melhor para a série. Não que seja de todo ruim. Diverte num sábado à tarde. Por outro lado, 2008 teve muitos filmes de fantasia e aventura concorrendo. O suficiente para embolar uma história na outra e um filme obscurecer o outro. </p>
<p>Agora, um pouco depois de ver o filme, li o <strong>Coisas Frágeis</strong>, do <strong>Neil Gaiman</strong>, que dedicou um conto ao exorcismo de um problema que ele sempre teve com <strong>As Crônicas de Nárnia</strong>. É uma questão difícil, porque, não querendo desmercer o valor literário da obra de <strong>C. S. Lewis</strong>, até porque nunca li, fazer alegorias religiosas em histórias de fantasia pode ser um tiro no pé. Tem metáforas óbvias do cristianismo no filme. Como o Leão que se sacrifica, e ressussita, sendo testemunhado por duas irmãs (Marta e Maria ou Susan e Lucy).  Mas, sinceramente, não acho que isso tenha comprometido muito o filme.</p>
<p>Dizem que os colegas <strong>Lewis </strong>e <strong>Tolkien</strong>, ambos cristãos (o primeiro, anglicano e o outro católico), discordavam sobre envolver a religião em suas obras. Apesar de existirem autores que decifram signos cristãos em O Senhor dos Anéis, Tolkien parece evitar isso ao máximo. Acho que o único termo que remetia ao universo judaico-cristão-muçulmano ocorre em alguma passagem em que se refere a anjos. Mas pode ser viagem minha. E não sei se era em <strong>O Senhor dos Anéis</strong> ou no <strong>O Hobbit</strong> (ainda não li o Simarillion).</p>
<p>O que me encomoda é quando o autor usa esses conceitos e mata o efeito de transportar completamente o leitor para o outro universo. Com Tolkien, isso não acontece. E é um dos grandes méritos do SDA. No máximo, perturba um pouco a semelhança com textos do Antigo Testamento (fulano é filho de fulano que é filho de fulano X 1000). Mas até nisso ele se safa, porque as sagas escandinavas também usam esse recurso repetitivo, por ser uma tradição oral das histórias. E o fato dele manter o calendário da Terra Média com os meses de janeiro a dezembro também podia ser diferente. Podia ter inventado um calendário totalmente fictício e cortar mais ainda a conexão com o tempo presente. Mesmo assim, a Terra Média é um universo totalmente além da imaginação.</p>
<p>Mas o tal conto do <strong>Gaiman</strong> meio que tenta resgatar a personagem Susan de um karma triste e injusto. Papo de não ir pro céu porque pecou. Bom&#8230; eu tenho uma edição completa das Crônicas, que ainda não li, e emprestei para minha irmã adolescente. Ela destestou e me devolveu antes de terminar de ler. Estranhei porque ela pediu emprestado com tanta curiosidade e entusiasmo, mas se decepcionou totalmente. Falou que é muito cheio de conceitos cristãos, ao ponto de não ser divertido. </p>
<p>Li em algum lugar que a Disney abriu mão dos direitos da obra, porque o desempenho nas telas foi fraco. E parece que ninguém está interessado em dar sequência à série. </p>
<p> </p>
<p><strong>HELLBOY 2: THE GOLDEN ARMY</strong></p>
<p> </p>
<div id="attachment_295" class="wp-caption alignleft" style="width: 142px"><img class="size-full wp-image-295" title="hellboy2-onesheet1" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/hellboy2-onesheet1.jpg" alt="vermelho e bizarro como nunca" width="132" height="196" /><p class="wp-caption-text">vermelho e bizarro como nunca</p></div>
<p>O diabão vermelho voltou. Que bom! Não consegui ver no cinema, porque saiu de cartaz em 2 semanas (!). Mais uma vítima da enxurrada de filmes de ficção fantástica de 2008. </p>
<p>Ele voltou e com a acidez e esquisitice de sempre. Aliás esse Ron Perlman, que faz o <strong>Hellboy</strong>, é um dos exemplos mais incríveis de ator perfeito para o personagem. Lembra dele na Guerra do Fogo e em O Nome da Rosa? Ele podia gritar feito o <strong>Beowulf</strong> e o rei Leônidas: &#8220;I Am <strong>Hellboy</strong>!&#8221;</p>
<p>A trama te uma coisa meio role playing games. Segredos que vão despertar um exército dourado do passado. Traquitanas e armadilhas complicadas.</p>
<p>Tem sempre gosmas, maquiagens bizarras e tramas malucas. E eu gosto pra caramba.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>CASSANDRA’S DREAM</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_276" class="wp-caption alignright" style="width: 110px"><img class="size-full wp-image-276" title="cassandrasdream2" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/cassandrasdream1.jpg" alt="crimes e castigos de woody allen" width="100" height="149" /><p class="wp-caption-text">crimes e castigos de woody allen</p></div>
<p></strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Gosto dessa onda Crime e Castigo do <strong>Woody Allen</strong>. São filmes sérios. Sobre medo, ganância e assassinato.  </p>
<div>Dois irmãos aceitam entrar num esquema para tentar uma grana alta que vai resolver seus problemas e de um tio rico, porém encrencado.</div>
<div>A ambição e a culpa empurra os dois para um poço de pesadelo sem fim.</div>
<div>E ver <strong>Ewan McGreggor</strong> e <strong>Colin Farrell</strong> é sempre bom.</div>
<p>Eu &#8220;recomeindo&#8221;.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>CONVERSAS COM MEU JARDINEIRO</strong></p>
<div id="attachment_275" class="wp-caption alignleft" style="width: 140px"><img class="size-full wp-image-275" title="15007ctz_aol" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/15007ctz_aol.jpg" alt="o pintor e o jardineiro" width="130" height="183" /><p class="wp-caption-text">o pintor e o jardineiro</p></div>
<p>Essa é uma daquelas histórias que nem sei como verbalizar os motivos porque gostei. É simples e profundamente belo. </p>
<p><strong>Daniel Auteil</strong> é um pintor que resolve voltar à casa de campo de sua infância e reencontra um velho amigo, que agora, trabalho como jardineiro.</p>
<p>As diferenças dos dois vão sendo vencidas por uma amizade regada pelas conversas no jardim. E suas vidas florescem e espelham o curso da natureza.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>ATONEMENT (DESEJO E REPARAÇÃO)</strong> </p>
<p>Escrever é um ato de transformação. Pode transformar intimamente quem escreve, mas também transfigurar a realidade à sua volta.</p>
<p>Em <strong>Desejo e Reparação</strong>, o som metálico da máquina de escrever quase se camufla na trilha sonora e serve de marcação das cenas em que a realidade da trama começa a se fragmentar no delírio de uma pequena escritora. Sua imaginação e seu forte desejo de encontrar um lugar no que acontece ao seu redor, empurram a personagem para o redemoinho do dilema entre culpa e honestidade.</p>
<div id="attachment_277" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-277" title="desejo_reparacao" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/desejo_reparacao.jpg" alt="A propósito da honestidade e da realidade" width="200" height="281" /><p class="wp-caption-text">A propósito da honestidade e da realidade</p></div>
<p>O romance de <strong>Ian McEwan</strong> está na minha lista de pendências literárias. O filme do <strong>Joe Wright</strong> é um dos melhores do ano passado. Parecia um novo épico romântico passado na segunda grande guerra. Porém, é muito mais do que isso. Há uma forma de contar a história totalmente original e intrigante.</p>
<p>O diretor repete um exercício que adora: filmar um longo plano-sequência. Em seu filme anterior, Orgulho e Preconceito (acho que é por isso que o título original <strong>Atonement</strong>, que significa reparação ou expiação, virou <strong>Desejo e Reparaçã</strong>o, como se fosse uma tendência do cineasta por títulos com 2 palavras&#8230;), Joe mostra a personagem Elizabeth Bennett (<strong>Keira Knightly</strong>, que também faz Atonement) passando em frente à casa da família e a câmara adentra a sala, passeia por vários cômodos, rodopia e reencontra Lizzie passando por outra porta. O efeito é muito bonito e retrata o clima bucólico da vida na Inglaterra campestre do final do século 18. </p>
<p>Em <strong>Atonement</strong>, ele repete a dose numa sequência em que soldados ingleses se encontram numa praia onde aguardam resgate em meio a um teatro de barbaridades.  A câmara passeia em tomada ininterrupta por mutilados que gemem, loucos que gritam, bêbados que jogam e riem.</p>
<p>Mas todas  as situações delirantes ou não das belas imagens de Atonement se confundem, entram e saem continuamente da imaginação de uma personagem. É ela quem manipula a trama em seu contexto real e imaginário. É muito doido.</p>
<p>No mais, o filme tem atores ótimos, como a <strong>Keira Knightly</strong>, <strong>James McAvoy</strong> (gosto cada vez mais dele) e a lendária <strong>Vanessa Redgrave</strong>.</p>
<p> </p>
<p><strong>THERE WILL BE BLOOD (SANGUE NEGRO)</strong></p>
<p>Esse  concorreu ao Oscar do ano passado e conquistou o de melhor ator para <strong>Daniel Day-Lewis</strong>. Não consegui ver no cinema (difícil dar conta de tudo em 2008&#8230;). </p>
<div id="attachment_279" class="wp-caption alignleft" style="width: 180px"><img class="size-full wp-image-279" title="sangue_negro1" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/sangue_negro1.jpg" alt="day-lewis dá o sangue por plainview" width="170" height="249" /><p class="wp-caption-text">day-lewis dá o sangue por plainview</p></div>
<p>O filme narra a saga de Daniel Plainview (Day-Lewis, cada vez mais raro nas tela, mas não menos extraordinário). Apesar do nome, Plainview tem uma visão bastante arrojada da vida e dos negócios e, após anos de ralação e trabalho braçal, ergue uma enorme corporação de exploração do petróleo. A ascensão de Plainview, sua conturbada relação com o filho adotivo e os conflitos com a comunidade onde explora o &#8220;sangue negro&#8221; são os principais elementos da trama de <strong>There will be blood</strong> (<strong>Sangue Negro</strong>). </p>
<p>E puxa vida&#8230; que filmaço. Diferente de tudo que eu tinha imaginado. Econômico nos diálogos. Com saltos e cortes abruptos, que parecem querer puxar o expectador por uma janela de distanciamento crítico. </p>
<p>O diretor <strong>Paul Thomas Anderson</strong> tem projetos bem diversificados no currículo como os filmes Boogie Nights e Magnólia, episódios de Saturday Night Live e comerciais de TV. Mas nesse <strong>There will be blood</strong> (<strong>Sangue Negro</strong>), Anderson cria algo realmente diferente para o cinema.</p>
<p>E a trilha sonora é outra surpresa, com tema orquetral de <strong>Jonny Greenwood</strong> (guitarrista do Radiohead) e obras de Brahms e Arvo Pärt.</p>
<p> </p>
<p><strong>O CLUBE DE LEITURA DE JANE AUSTEN</strong></p>
<p>Fiquei meio decepcionada com esse, que aguardei sair nos cinemas, mas foi direto para DVD. Adoraria fazer parte de um clube de leitura de <strong>Jane Austen</strong> ou de leitura em geral. Mas não gostaria de formar clube com as personagens desse filme. Talvez com a Bernadette (Kathy Baker), que parece a única que gosta mesmo dos livros. O resto é um bando de chatas, que, apesar de estarem no século 21, têm vidas mais tediosas que as pobres heroínas de Austen.</p>
<div id="attachment_280" class="wp-caption alignright" style="width: 130px"><img class="size-full wp-image-280" title="clube-jane-austen" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/clube-jane-austen.jpg" alt="não convidem Jane Austen para esse clube" width="120" height="172" /><p class="wp-caption-text">não convidem Jane Austen para esse clube</p></div>
<p>Mesmo sendo uma fonte de inspiração para as tramas de confusão e desencontros amorosos, típicos das comédias românticas mais batidas, a obra de Jane Austen não foi bem aproveitada nesse filme. Pena&#8230; O argumento é parecia bom. </p>
<p>A única coisa realmente legal foi descobrir a música do Paolo Nutini (&#8220;New Shoes&#8221;) que toca na abertura do filme.</p>
<p>Para quem gosta da autora, recomendo o blog <a title="Jane Austen em Português" href="http://janeausten.com.br/" target="_self">Jane Austen em Português</a>. </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>BECOMING JANE</strong></p>
<div>Outro que foi direto para o DVD e HBO ao mesmo tempo. Tem fãs de Jane Austen que não gostam dessa cinebio imaginária da escritora. Os créditos do filme afirmam se basear em cartas e outros escritos de Jane. Anne Hathaway (de O Diabo Veste Prada) interpreta a jovem Jane, que ainda não publicara seus romances, apresentando-os apenas para sua família.</div>
<div>
<div id="attachment_281" class="wp-caption alignleft" style="width: 180px"><img class="size-full wp-image-281" title="becoming_jane_2007" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/becoming_jane_2007.jpg" alt="Nasce uma escritora. " width="170" height="251" /><p class="wp-caption-text">Nasce uma escritora. </p></div>
<p>Filha de um pároco do interior da Inglaterra, Jane não tem grandes perspectivas de casamanto. As poucas que tem, recusa por julgar que merece se casar por amor. Mas tem um romance proibido com um jovem advogado, Sr. Tom Lefroy (o meu novo queridinho <strong>James McAvoy</strong>). </div>
<div>O tal Lefroy realmente existiu, mas seu romance ardente com Jane é uma opção fictícia do filme, que é bastante focado nesse aspecto da vida da autora de <strong>Orgulho e Preconceito</strong>.</div>
<div>Mas gostei do filme. Embora derrape historicamente, mostrando um comportamento íntimo dos casais muito pouco comedido para o século 18,o filme  retrata um cenário social bem no clima das obra de Jane. Todas as regras de comportamento, discurso moral e hipocrisia da sociedade inglesa observados por Austen de forma tão esmerada em seus livros, estão presentes na trama do filme. E heroínas como Elizabeth e Jane Bennet, Elinor e Marianne Dashwood ou Anne Elliot estão diluídas nas personalidades e nos destinos de Jane e sua irmã Cassandra Austen. </div>
<p>No Brasil,  o filme ganhou o título ralo de <strong>Amor e Inocênci</strong><strong>a</strong> (só pra ajudar a achar em DVD e na programação de TV).</p>
<p> </p>
<p><strong>MARGOT AT THE WEDDING</strong></p>
<p>Desse só quero comentar que gosto muito dos atores <strong>Nicole Kidman</strong>, <strong>Jennifer Jason Leigh</strong> e <strong>Jack Black</strong>. Mas apesar deles, e da história ser diferente do usual, achei meio chato.</p>
<div id="attachment_282" class="wp-caption alignright" style="width: 134px"><img class="size-full wp-image-282" title="margot" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/margot.jpg" alt="palavras em ação" width="124" height="184" /><p class="wp-caption-text">palavras em ação</p></div>
<p>Nicole e Jennifer são duas irmãs com questões mal resolvidas. Nicole (Margot) vai ao casamento de Jennifer (Pauline) com Jack Black (que até em filmes sérios e densos é bom, sem deixar de ser engraçado). Os dias de véspera do casamento são um desenrolar de brigas, choros, reencontros dolorosos. Tudo muito centrado nos diálogos, embora as pessoas quebrem o pau se deslocando bastante, mudando de cenário (ora dentro de casa, ora caminhando num bosque ou dirigindo um carro), o que confere alguma ação ao filme.</p>
<p>É cheio de frustrações e problemas não resolvidos. Parece com a vida. E bem chato como ela muitas vezes é.</p>
<p> </p>
<p><strong>O ESCAFANDRO E A BORBOLETA</strong></p>
<p>Fecho com esse sensacional longa-metragem que só consegui ver em DVD. Na verdade, é um filme de 2007, mas, se não me engano, chegou ao Brasil no ano passado. Assisti depois de Ensaio sobre a Cegueira, com quem tem lá alguns laços simbólicos. Mas o <strong>Escafandro e a Borboleta</strong> é uma experiência bem diferente.</p>
<div id="attachment_283" class="wp-caption alignleft" style="width: 122px"><img class="size-full wp-image-283" title="escafandro-e-a-borboleta-poster03t" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/escafandro-e-a-borboleta-poster03t.jpg" alt="vida dentro do escafandro " width="112" height="165" /><p class="wp-caption-text">vida dentro do escafandro </p></div>
<p>Jean-Dominique Bauby (<strong>Mathieu Amalric</strong>, o vilão do último 007) é o poderoso editor da revista Elle, que sofre um derrame e perde os movimentos quase totais de seu corpo. Depende de aparelhos para manter seus pulmões, coração e outros órgãos funcionando, e se comunica com o piscar de um dos olhos, único movimento que consegue controlar.</p>
<p>Duas mulheres (lindas como anjos) ajudam Bauby  a dominar a linguagem do olho e a tentar recuperar o movimento da boca para talvez voltar a falar. E tudo é mostrado pelo olho de Bauby. A câmera fica &#8220;oculta&#8221; por trás de seu olho e acompanha toda a angústia e frustração do personagem. Ouvimos tudo que ele queria ter dito de verdade e que não transmitiu com as piscadas. Aliás, este é um método super complicado, em que seu interlocutor encadeia as letras do alfabeto na ordem em que estas são mais utilizadas na língua francesa. E, O, L, R, M (algo assim). E, conforme se diz a letra da palavra que quer formar, o paciente pisca indicando para parar naquela letra. Lentamente, as palavras vão se formando. Bauby e seus anjos avançam na liguagem do &#8220;pisca-letras&#8221; e o ex-editor, consegue um arremedo de vida para o corpo aprisionado.</p>
<p>E é isso que gostaria de contar. No mais é um dos filmes mais bonitos e emocionante que já assisti. Difícil de descrever com justiça.</p>
<p> </p>
<h3><em>Repescagens….</em></h3>
<p>Esses são anteriores, mas só consegui ver em 2008.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>SURF’S UP (TÁ DANDO ONDA)</strong></p>
<p> </p>
<div id="attachment_285" class="wp-caption alignleft" style="width: 142px"><img class="size-full wp-image-285" title="surfsup" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/surfsup.jpg" alt="pinguim é a maior onda" width="132" height="187" /><p class="wp-caption-text">pinguim é a maior onda</p></div>
<p>Pinguins surfistas num filme de animação com uma dinâmica meio de ficção, meio de documentário. E tem vozes de surfistas de verdade.</p>
<p> </p>
<p>É sensacional! O melhor de tudo é o velho surfista solitário com voz do <strong>Jeff Bridges</strong>. Tipo um Big Lebowski das ondas. E tem o frango surfista perdido entre os pinguins&#8230; Já tou com vontade de ver de novo.</p>
<p>A trilha sonora é maravilhosa, com direito a uma inédita da <strong>Lauryn Hill</strong>.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>ZODIACO</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_286" class="wp-caption alignright" style="width: 112px"><img class="size-full wp-image-286" title="zodiaco-poster01" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/zodiaco-poster01.jpg" alt="assassino de aries a peixes" width="102" height="150" /><p class="wp-caption-text">assassino de aries a peixes</p></div>
<p></strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Muito bom filme, baseado em história real do chamado assassino do <strong>Zodiaco</strong>, que mandava cartas à redação de um jornal de San Francisco, enlouquecendo as vidas de jornalistas e policiais nos anos 70.</p>
<p>Tem ótimos atores: Jake Gyllenhaal, Mark Rufallo e <strong>Robert Downey Jr. </strong>(por favor, continua assim que tá ótimo, bicho! ). </p>
<p>Podia realmente ser menos longo (concordo com minha amiga Julie).</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>A PELE, BIOGRAFIA IMAGINÁRIA DE DIANE ARBUS</strong></p>
<div id="attachment_287" class="wp-caption alignleft" style="width: 130px"><img class="size-full wp-image-287" title="apele" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/apele.jpg" alt="sob a pele de uma fotógrafa" width="120" height="173" /><p class="wp-caption-text">sob a pele de uma fotógrafa</p></div>
<p>Há muitos anos li um livro da Susan Sontag sobre fotografia. Entre vários aristas das lentes, ela se detem sobre a obra de <strong>Diane Arbus</strong>. Lembro do texto de Sontag descrevendo as pessoas clicadas por Diane. Os mais diversos tipos marginalizados de Nova York, como anões, mulheres barbadas e outros freaks.</p>
<p> </p>
<p>Esse filme com <strong>Nicole Kidman</strong> e <strong>Robert Downey Jr.</strong> é um belo e carinhoso retrato fictício da fotógrafa tão incompreendida em sua época. O título original em inglês, &#8220;Fur&#8221; (que quer dizer pele, mas do tipo peluda como de mink, chinchila ou qualquer outra que serve para casacos de pele), remete ao ramo da família de Diane, que comercializava casacos de pele.</p>
<p>Pele também  é o objeto imediato da curiosidade da fotógrafa, que conhece e se envolve com o vizinho, vivido por <strong>Robert Downey Jr.</strong>, que sofre de hipertricose. Tem o corpo inteiramente coberto de pelos como um urso. </p>
<p>O filme constrói um possível universo interior de <strong>Diane Arbus</strong>, dividida entre sua família conservadora, e a irresistível atração pelo exótico mundo dos outsiders.</p>
<p> </p>
<p><strong>ACROSS THE UNIVERSE<br />
</strong></p>
<p><strong>Beatles</strong>. Há quem não goste dos <strong>Beatles</strong>. O que acho estranho, pois eles são tão desiguais. Ao longo de 8 anos de existência, a banda fez cada álbum tão diferente do anterior. São várias facetas dos <strong>Beatles</strong>. Revolver está bem distante de A Hard Days Night, que não tem nada a ver com o White Album.</p>
<div id="attachment_288" class="wp-caption alignright" style="width: 170px"><img class="size-full wp-image-288" title="acrosstheuniverse" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/acrosstheuniverse.jpg" alt="beatles, amor e revolução" width="160" height="238" /><p class="wp-caption-text">beatles, amor e revolução</p></div>
<p>E que tal um filme que atravessa os anos 60 ao som dos <strong>Beatles</strong>? Era uma vez um cara chamado Jude, que se apaixona por Lucy. Eles vão para Nova York e moram na república da sexy Sadie, onde também vive a querida Prudence. </p>
<p>E por aí segue o filme da ótima <strong>Julie Taymor</strong> (Titus e Frida). Uma explosão extasiante de cores, música, paz e amor ao som de Hey Jude, Lucy in The Sky with Diamonds, Dear Prudence, Helter Skelter, Sargent Peppers Lonely Hearts Club Band e muitas outras, com direito a <strong>Bono</strong> cantando The Walrus. Mas nada remete a uma coleção de videoclipes. É muito mais que isso. Destaque para a cena mais bonita e impactante do filme, quando ouvimos Strawberry Fields Forever. </p>
<p> </p>
<p><strong>TRILOGIA JASON BOURNE </strong></p>
<div id="attachment_289" class="wp-caption alignleft" style="width: 130px"><img class="size-full wp-image-289" title="aidentidadebourne" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/aidentidadebourne.jpg" alt="A Identidade Bourne" width="120" height="180" /><p class="wp-caption-text">A Identidade Bourne</p></div>
<p>Esses filmes são o exemplo do gênero tiros, socos e correrias mais legais de assistir. Me rendi desde o primeiro, <strong>A Identidade Bourne</strong>. Apesar do Matt Damon, que não considero grandes coisas, é uma excelente aventura de espiões com roteiro sempre inteligente.</p>
<p>Os filmes mais populares de ação sempre me intrigaram, pois tenho dificuldade de acompanhar as cenas de batalhas, tiroteios, perseguições, aviões se bombardeando etc. Acho tudo muito rápido e acabo me intediando. Acho que foi o 300 que conseguiu me fazer acompanhar uma cena de batalha realmente maravilhada com toda a ação.</p>
<div id="attachment_290" class="wp-caption alignright" style="width: 130px"><img class="size-full wp-image-290" title="logo0001" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/logo0001.jpg" alt="A Supremacia Bourne" width="120" height="176" /><p class="wp-caption-text">A Supremacia Bourne</p></div>
<p> </p>
<p>Mas nos filmes do Bourne, sei lá, não tem nem importância ficar sem entender totalmente a trama. A história funciona de qualquer jeito. E os dois últimos filmes, <strong>A Supremacia Bourn</strong>e  e <strong>O Ultimato Bourne</strong>, são ainda melhor nesse aspecto. Foram dirigidos pelo <strong>Paul Greengrass</strong> (um dos cineastas mais interessantes do momento, ele fez também aquele Vôo não sei que lá da United), e têm o ritmo mais alucinado e vertiginoso ainda.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_291" class="wp-caption alignleft" style="width: 130px"><img class="size-full wp-image-291" title="ultimato-bourne-poster05" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/ultimato-bourne-poster05.jpg" alt="O Ultimato Bourne" width="120" height="177" /><p class="wp-caption-text">O Ultimato Bourne</p></div>
<p>Coloquei a trilogia na lista porque foi apresentada em maratona no Telecine há uns meses atrás. E é incrível como a gente assiste um seguido do outro e fica com vontade de voltar a ver o primeiro, assim que o último acaba.</p>
<p> </p>
<p>Além disso, o tema do Moby, Extreme Ways, é uma das minhas músicas favoritas do careca descendente de Herman Melville.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>APOCALYPTO</strong></p>
<p>Antes de mais nada, devo dizer que tenho uma bronca violenta do <strong>Mel Gibson</strong> como diretor. Tipo, eu nunca vou ver aquele do cristo, nem o da guerra de independência (apesar de ter o Heith Ledger, que Deus o tenha), nem aquele outro da guerra do Vietnã. Não me interessam as idéias revisionistas e reacionárias do cara. Prefiro ele como ator.  Pode ser canastrão, mas é lindo de morrer e carismático.</p>
<p>As exceções são o Brave Heart (apesar dele demonstrar uma homofobia descarada quando o rei defenestra o namorado do principe), o Homem sem face (ótimo) e esse mais recente, <strong>Apocalypto</strong>.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_292" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-292" title="apocalypto" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/02/apocalypto.jpg" alt="uma boa aventura do Gibson" width="200" height="286" /><p class="wp-caption-text">uma boa aventura do Gibson</p></div>
<p>Gibson faz questão de tornar autêntica a reconstituição de época de seus filmes. Isso se vê em Brave Heart e, pelo que li, também naquele das guerras de independência (que conta com consultoria do Smithsonian Institution) e no do cristo ensanguentado feito uma picanha na cruz (falado em aramaico e o caramba). Esse rigor não garante bons filmes, mas é levado adiante com o Apocalypto, onde os atores falam uma língua que a divulgação do filme informava ser muito próxima da que os antigos astecas ou maias, sei lá, falavam. E ainda tem toda a parte de maquiagem, figurino (mínimo, pra falar a verdade) e adereços.</p>
<p>Mas o que importa dizer é que é um ótimo filme de ação, com tudo que uma narrativa clássica da jornada do herói tem direito. Nem precisava de tanta preocupação com a língua da época. Li uma resenha, acho que do NY Times, na época que estreou nos EUA, criticando o filme pela correria ininterrupta do personagem principal. Realmente, ele corre em boa parte do filme, mas acontecem taaaaaantas coisas. É bem bacana e passa no Telecine.</p>
<p> </p>
<p><strong><em>Lacunas …</em></strong></p>
<p>Esses ainda não consegui ver. Ficaram para 2009, quem sabe?</p>
<p>ONDE OS FRACOS NÃO TÊM VEZ</p>
<p>A CULPA É DO FIDEL</p>
<p>PERSÉPOLIS</p>
<p>I’M NOT THERE</p>
<p>AGENTE 86</p>
<p>ANTES DE PARTIR</p>
<p>DAN IN REAL LIFE (A NAMORADA DO MEU IRMÃO?)</p>
<p>THE HAPPENING (M. NIGHT SHYAMALAN)</p>
<p>MADAGASCAR 2</p>
<p>HORTON E O MUNDO DOS QUEM</p>
<p>ROLLING STONES &#8211; SHINE A LIGHT</p>
<p>FAVOR REBOBINAR</p>
<p>BODY OF LIES (RIDDLEY SCOTT)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em 2008 - parte 2 - filmes (ainda...)]]></title>
<link>http://webdebee.wordpress.com/2009/01/17/em-2008-parte-2-filmes-ainda/</link>
<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 16:33:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>webdebee</dc:creator>
<guid>http://webdebee.wordpress.com/2009/01/17/em-2008-parte-2-filmes-ainda/</guid>
<description><![CDATA[Achei melhor continuar em outro post de filmes.   SWEENEY TODD Quem não gosta de musicais costuma se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Achei melhor continuar em outro post de filmes.</p>
<p> </p>
<p><strong>SWEENEY TODD</strong></p>
<p>Quem não gosta de musicais costuma ser intolerante mesmo quando os atores cantam só um pouquinho. Basta um personagem responder a uma pergunta cantando pro odiador de musicais imediatamente resmungar &#8220;ai, não. pra que cantar? fala como uma pessoa normal, pelo amor de deus&#8230; &#8220;</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_239" class="wp-caption alignleft" style="width: 174px"><img class="size-full wp-image-239" title="sweeneytodd4" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/sweeneytodd4.jpg" alt="cantando e cortando gargantas" width="164" height="222" /><p class="wp-caption-text">cantando e cortando gargantas</p></div>
<p></strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Bom, o filme mal começa e o <strong>Johnny Depp</strong> manda no gogó. Portanto, se você odeia musicais, vai achar um saco já de início. Eu nunca tinha visto nenhuma versão do <strong>Sweeeney Todd</strong>. Tem um filme chamado O Barbeiro de Londres, que passava na HBO, com parcialmente a mesma trama. Um barbeiro que se vinga de inimigos do passado utilizando suas ferramentas de trabalho. É uma história essencialmente sanguinolenta.</p>
<p>E nessa versão do musical de <strong>Stephen Sondheim</strong>, feita para o cinema pelo gótico  <strong>Tim Burton</strong>, o sangue espirra bem gosmento e abundante. Eu gosto bastante dos cenários e do figurino usado pelo <strong>Johnny Depp</strong> e a<strong> Helena Bonham Carter</strong>. É tudo preto, cinza, marrom e vermelho. A história é curiosa e infame. No mínimo, faz a gente hesitar antes de comer tortas de carne&#8230;</p>
<p>Incrível que a música do <strong>Sondheim</strong> seja tão coerente com uma trama exagerada, sombria e  absurdamente violenta. Porque, ao mesmo tempo, dá pra sair  assoviando depois do filme como se fosse um tema romântico.</p>
<p> </p>
<p><strong>MAMMA MIA!</strong></p>
<p>Fui adolescente nos anos 80. Ou seja, criança nos anos 70. Não tinha idade para curtir totalmente a época doAbba, Bee Gees, Elton John, essas coisas. Fui barrada no cinema tentando ver Grease, com John Travolta e Olivia Newton-John. Então, carrego uma certa nostalgia dessa década, mesmo não tendo vivido grandes coisas. E a música dessa época foi o que mais me marcou.</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_243" class="wp-caption alignright" style="width: 211px"><img class="size-full wp-image-243" title="mamma_mia_ver9" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/mamma_mia_ver9.jpg" alt="na abba dos anos 70" width="201" height="302" /><p class="wp-caption-text">na abba dos anos 70</p></div>
<p></strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Por isso, <strong>Mamma Mia!</strong> desperta uma euforia indescritível. Não tem como ser indiferente aos hits do <strong>Abba</strong> e às paisagens de sonho da Grécia, onde a <strong>Meryl Streep</strong> (sempre impecável) vive uma mãe solteira, dona de uma pousada, que reencontra três ex-namorados (<strong>Pierce Brosnan</strong>,<strong> Stellan Skarsgård</strong> e <strong>Colin Firth</strong> &#8211; nenhum deles sabe cantar, mas pouco importa&#8230;). Um deles é o pai de sua filha (Amanda Seyfried). E é ela quem convida os três a visitarem a ilha onde mora com a mãe, para descobrir quem é seu pai. A mãe nem desconfia da confusão que a filha armou.</p>
<p>Mulheres com uns 5 a 10 anos a mais que eu, então, surtam. Embora o filme seja muito <em>mulherzinha</em>, tinha um bom número de cavalheiros na platéia do cinema Roxy, que cantava junto, ria às gargalhadas e batia palmas ao som de <em>Dancing Queen</em>, <em>Gimme Gimme Gimme (A man after midnight)</em> &#8211; aquela que a Madonna sampleou -, <em>Mamma Mia</em> e muitas outras.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>ARQUIVO X 2</strong></p>
<p>Vem baixando bastante o preço da caixa com todos os episódios de Arquivo X. Já está custando em média 500 pratas o big box com as 9 temporadas. Quem gosta e tem condições de arcar com uma mensalidade de R$ 41, já pode parcelar em 12 vezes. Enfim&#8230; é o preço de uma blusa. Mas é claro que, com paciência, dá pra baixar tudo via torrent. Também é uma opção.</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_246" class="wp-caption alignleft" style="width: 156px"><img class="size-full wp-image-246" title="arquivo-x-2-poster02" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/arquivo-x-2-poster02.jpg" alt="eu prefiro não acreditar" width="146" height="200" /><p class="wp-caption-text">eu prefiro não acreditar</p></div>
<p></strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Escrevo isso, porque estou aos poucos me animando a cometer esse &#8220;cartãodecreditocído&#8221;. E porque quem gosta mesmo, tem mais é que rever e se agarrar aos bons momentos dos agentes <strong>Fox Mulder</strong> e <strong>Dana Scully</strong>.</p>
<p>O primeiro longa-metragem do <strong>Arquivo X</strong> é muito bom. Estreou quando a série estava em seus melhores momentos e o filme está a altura dos melhores episódios.</p>
<p>Quanto a esse <strong>Arquivo X 2</strong>&#8230; Com mil ETs verde-folha! Deviam chamar de  The X-Files &#8211; I Don&#8217;t Want to Belive. Se os atores, diretor e produtores gostam da série, porque trataram o filme desse jeito? </p>
<p>Me parecia coerente, num ano com tantas produções de ficção e fantasia, superheróis e tal, que resgatassem o <strong>Arquivo X</strong>. O <strong>Chris Carter</strong> parece até que tinha sido abduzido. Nunca mais fez nada. Então fiquei animada com todo o revival. E o filme vinha sendo promovido largamente na Internet muitos meses antes de chegar nas telas. Eu fiquei numa curiosidade de saber que destino o Carter tinha arrumado para a <strong>Scully</strong> e o <strong>Mulder</strong>, mas acabei preferindo não saber. Casal amargo e entediante. Os atores estão num clima tipo &#8220;eu não queria estar aqui fazendo isso.&#8221; Até o chefe careca (Skinner) volta e parece envergonhado com tudo.</p>
<p>Como diz o subtítulo, o tema do filme não é sobre &#8220;A verdade está lá fora&#8221;, mas sobre &#8220;Eu quero acreditar&#8221;. Não é sobre ETs, mas sobre acreditar ou não no improvável e inesperado. É mais uma situação que confronta as convicções do <strong>Mulder</strong> e da <strong>Scully</strong>.  Dilemas sobre paranormalidade e limites da ciência. É uma trama que cabe perfeitamente em um episódio qualquer da série. Mas apesar do mistério, do clima bizarro e sombrio que é bem do espírito <strong>Arquivo X</strong>, não houve esforço para criar uma desculpa realmente boa para trazer os personagens de volta.  Às vezes até esqueço que vi o filme, ou confundo com algum episódio do Bones, CSI ou Eleventh Hour. Acabou resultando num dos  episódios mais desprezíveis da série. Simplesmente porque foi feito com evidente desprezo.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>STAR WARS THE CLONE WARS </strong></p>
<p>É bobinho e parece mais videogame do que animação. Mas é divertido esse Star Wars The Clone Wars. Soube que é um aperitivo da série de TV que será produzida para passar no Cartoon Network, então, não inspirava grandes pretenções cinematográficas.</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_248" class="wp-caption alignright" style="width: 150px"><img class="size-full wp-image-248" title="star_wars_clone_wars_poster" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/star_wars_clone_wars_poster.jpg" alt="mitologia segue em 3D" width="140" height="217" /><p class="wp-caption-text">mitologia segue em 3D</p></div>
<p></strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Se passa na fase entre os episódios II e III, quando ocorrem as <strong>Guerras Clônicas</strong>. Essa fase tem sido explorada pelos filmes de animação, livros e histórias em quadrinho.</p>
<p>Foi divulgado depois do último filme (<strong>A Vingança dos Sith</strong>), que serão feitos vários <strong>desenhos em 3D</strong> para contar o que aconteceu entre os filmes. E, talvez, até o que acontece após episódio VI.  Técnicas tipo a do Bewulf seriam utilizadas nos filmes e possivelmente em séries para TV.</p>
<p>Como boa fã original que assistiu na semana de estréia ao primeiro filme em 1977 no cine Leblon 1, mantenho a fé no universo <strong>Star Wars</strong>. Acho que houve grandes contribuições nos filmes da leva nova (episódios 1 a 3). O terceiro é o melhor deles (foi um presente do <strong>George Lucas</strong> para os fãs mais velhos&#8230; tipo eu&#8230; hehehe, que até chorei no final com o tema do Skywalker quando o Luke chega ainda bebê nos braços do Obi-Wan Kenobi e é entregue ao tio em Tantooine). Mas os filmes velhos continuam sendo os melhores. O primeiro filme, episódio 4 <strong>Star Wars &#8211; A New Hope</strong>, foi o divisor de águas na história do cinema  e contaminou o imaginário de toda uma geração. Eu costumo dizer que sou o que sou por causa de coisas tipo <strong>Star War</strong><strong>s</strong>. O terceiro (<strong>O Retorno de Jedi</strong>) tem momentos fantásticos como o resgate do Han Solo nos domínios do Jabba The Hutt, a perseguição na floresta com aquelas motocicletas high tech, o duelo Vader-Luke-Imperador. Só é bobo e piegas no final, mas&#8230; tudo bem. Agora o melhor de todos os tempos até hoje é <strong>O Império Contra-Ataca</strong>. Não tem pra ninguém. O roteiro é redondo, sem pieguice, tem ação, beijo na boca e final aberto (que diabos acontecerá com Han Solo?), com requintes de novela da Janete Clair (Luke, eu sou seu pai!). Quem saiu do saudoso cine Rian, na avenida Atlântica, numa tarde de sábado de 1980, não acreditou no que viu. E esperou mais três anos para saber o que acontecia depois. É, meu jovem leitor&#8230; Não havia Internet nem nada que ajudasse a minimizar a angústia dos nerds daqueles tempos.</p>
<p>Que a força esteja sempre conosco. Mesmo em desenhos 3D na televisão.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>KUNG FU PANDA</strong></p>
<div id="attachment_252" class="wp-caption alignleft" style="width: 141px"><img class="size-full wp-image-252" title="kung-fu-panda" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/kung-fu-panda.jpg" alt="jack black é a voz do irado panda po" width="131" height="194" /><p class="wp-caption-text">jack black é a voz do irado panda po</p></div>
<p>Agora vamos ao filme de animação mais divertido do ano. Infelizmente, só assisti em DVD. Mas vi duas vezes. O engraçadíssimo <strong>Jack Black</strong> faz a voz do Panda Po, que adora kung fu e faz macarrão no restaurante de seu pai (que é tipo um ganso, sei lá).</p>
<p>Po tem muita imaginação, mas não esperava se tornar mestre das artes marciais e entrar em combater ao lado de seus ídolos. Eles são uma tigresa (Angelina Jolie), um louva-deus, uma serpente (Lucy Liu), uma garça, um macaco (Jackie Chan) e o treinador de todos, mestre Sifu (Dustin Hoffman).</p>
<p> </p>
<p>E eu adoro o ancião que é uma tartaruga chamado Oogway. Ele é super zen e é quem descobre que o Po seria o herói salvador da aldeia ameaçada por um leopardo ex-pupilo do mestre Sifu. As sequências sob o Pessegueiro Sagrado da Sabedoria Celestial são lindas.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_253" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-253" title="oogway-pessegueiro" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/oogway-pessegueiro.jpg" alt="mestre oogway e o pessegueiro sagrado" width="480" height="231" /><p class="wp-caption-text">mestre oogway e o pessegueiro sagrado</p></div>
<p>Pô, só vendo&#8230;</p>
<p> </p>
<p>E tem a música do <strong>Carl Douglas</strong> (acho que o <strong>Jack Black</strong>  canta com ele no filme)<em> <strong>Kung Fu Fighting</strong></em>. Um hit dos anos 70, quando os adolescentes cariocas ligavam para a Mundial AM tocar a música. É&#8230; houve um tempo pré-FM no rádio&#8230;</p>
<p> </p>
<p><em>Oh-oh-oh-ohhhhhhhh (x4)</em></p>
<p><em>Everybody was Kung Fu fighting, those cats were fast as lightning<br />
</em></p>
<p><em>In fact it was a little bit frightening, but they fought with expert timing</em></p>
<p><em>There were funky China men from funky Chinatown<br />
</em></p>
<p><em>They were trapping bend up, they were trapping bend down</em></p>
<p><em>It&#8217;s an ancient Chinese art, and everybody knew their part</em></p>
<p><em>For my friend, ain&#8217;t you a stiff, then I&#8217;m kickin&#8217; from the hip</em></p>
<p><em>Everybody was Kung Fu fighting, those kids were fast as lightning<br />
</em></p>
<p><em>In fact it was a little bit frightening, but they fought with expert timing</em></p>
<p><em>There was funky Billy Jim and little Sammy John He said, here comes the big boss, let&#8217;s get it on<br />
</em></p>
<p><em>He took the bow and made a stand, started swaying with the hand</em></p>
<p><em>A sudden motion made me stiff, now we&#8217;re into a brandnew trip</em></p>
<p><em>Everybody was Kung Fu fighting, those kids were fast as lightning<br />
</em></p>
<p><em>In fact it was a little bit frightening, but they did it with expert timing</em></p>
<p><em>Everybody was Kung Fu fighting, those kids were fast as lightning<br />
</em></p>
<p><em>In fact it was a little bit frightening, make sure you have expert timing</em></p>
<p><em>Kung Fu fighting, had to be fast as lightning&#8230;</em></p>
<p>      </p>
<p>      </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong><em>Próximos&#8230;</em></strong></p>
<p>BEWULF</p>
<p>CRÔNICAS DE NÁRNIA &#8211; PRÍNCIPE CASPIAN</p>
<p>HELLBOY 2: THE GOLDEN ARMY</p>
<p>CASSANDRA&#8217;S DREAM</p>
<p>CONVERSAS COM MEU JARDINEIRO</p>
<p>ATONEMENT (DESEJO E REPARAÇÃO) : A propósito da honestidade e da realidade</p>
<p>THERE WILL BE BLOOD (SANGUE NEGRO)</p>
<p>O CLUBE DE LEITURA DE JANE AUSTEN</p>
<p>BECOMING JANE</p>
<p>MARGOT AT THE WEDDING</p>
<p>O ESCAFANDRO E A BORBOLETA</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong><em>Repescagens&#8230;.</em></strong></p>
<p>Esses são anteriores, mas só consegui ver em 2008</p>
<p>SURF&#8217;S UP (TÁ DANDO ONDA)</p>
<p>ZODIACO</p>
<p>A PELE, BIOGRAFIA IMAGINÁRIA DE DIANE ARBUS</p>
<p>ACROSS THE UNIVERSE</p>
<p>TRILOGIA JASON BOURNE </p>
<p>APOCALYPTO</p>
<p> </p>
<p><strong><em>Lacunas &#8230;</em></strong></p>
<p>Esses ainda não consegui ver. Ficaram para 2009, quem sabe?</p>
<p>ONDE OS FRACOS NÃO TÊM VEZ</p>
<p>A CULPA É DO FIDEL</p>
<p>PERSÉPOLIS</p>
<p>I&#8217;M NOT THERE</p>
<p>AGENTE 86</p>
<p>ANTES DE PARTIR</p>
<p>DAN IN REAL LIFE (A NAMORADA DO MEU IRMÃO?)</p>
<p>THE HAPPENING (M. NIGHT SHYAMALAN)</p>
<p>MADAGASCAR 2</p>
<p>HORTON E O MUNDO DOS QUEM</p>
<p>ROLLING STONES &#8211; SHINE A LIGHT</p>
<p>FAVOR REBOBINAR</p>
<p>BODY OF LIES (RIDDLEY SCOTT)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em 2008 - parte 1 - filmes]]></title>
<link>http://webdebee.wordpress.com/2009/01/02/em-2008-parte-1-filmes/</link>
<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 19:20:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>webdebee</dc:creator>
<guid>http://webdebee.wordpress.com/2009/01/02/em-2008-parte-1-filmes/</guid>
<description><![CDATA[Tenho vários posts atrasados. Idéias que expiraram. Lembranças que ficaram bem fraquinhas. Então dec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tenho vários posts atrasados. Idéias que expiraram. Lembranças que ficaram bem fraquinhas. Então decidi juntar os caquinhos e fazer uma geral em 2008. E esse post ainda está em aberto&#8230; vai se esticar aos poucos.</p>
<div id="attachment_154" class="wp-caption alignleft" style="width: 157px"><img class="size-full wp-image-154 " title="ironman" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/ironman.jpg" alt="O mais devertido" width="147" height="220" /><p class="wp-caption-text">O mais devertido</p></div>
<p><strong>IRON MAN</strong></p>
<p>Essa é melhor filme baseado em HQ  que já vi. Olha que gosto muito do X-Men1, mas o <strong>Iron Man</strong> veio na medida certa. A história é enxuta e inteligente, sem hipocrisias ou pieguices em relação às guerras no oriente médio, indústria armamentista e terrorismo. Tem uma concepção visual fabulosa. Mesmo lembrando o Ultraman em algumas partes (hehehe).  Destaque para as seqüências de testes no laboratório do <strong>Tony Stark</strong> e a trilha sonora (viva o rock&#8217;n'roll!!!!).</p>
<p>E o melhor de tudo, é claro, o <strong>Tony Stark/Iron Man</strong> é o <strong>Robert Downey Jr</strong>. Oh meu Deus, que bom viver e ir ao cinema.</p>
<div id="attachment_155" class="wp-caption alignright" style="width: 127px"><img class="size-full wp-image-155 " title="estomago-poster01t" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/estomago-poster01t.jpg" alt="O melhor do ano" width="117" height="165" /><p class="wp-caption-text">O melhor do ano</p></div>
<p><strong>ESTÔMAGO</strong></p>
<p>Esse é o melhor do ano. É a história mais genial de todas. Sei lá, desde o Cidade de Deus que não vejo um nacional tão bom.</p>
<p>Como boa filha de pau de arara, ri e chorei com a historia do Raimundo &#8220;Alecrim&#8221; Nonato, um cara da Paraíba que chega em uma cidade grande e conquista meio mundo pelo estômago. No fogão do restaurante ou do presídio, Alecrim cozinha também sua identidade e seu lugar no mundo.</p>
<p>Os atores são maravilhosos, principalmente o que faz o personagem principal (<strong>João Miguel</strong>) e o que encarna o Bujiú (<strong>Babu Santana</strong>), líder da cela do presídio em que o Alecrim foi parar.</p>
<div id="attachment_216" class="wp-caption alignleft" style="width: 127px"><img class="size-full wp-image-216" title="estomago-poster022" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/estomago-poster022.jpg" alt="um crime de tão saboroso" width="117" height="169" /><p class="wp-caption-text">um crime de tão saboroso</p></div>
<p>Manja só esse diálogo.</p>
<p><em>NONATO: É gorgonzola! Esse queijo tem esse nome por causa do nome da cidade onde ele foi inventado, na Itália, ali bem pertinho dos Estados Unido&#8230;</em></p>
<p><em>BUJIÙ: Ô Alecrim, esse gorgonzola pode ser o queijo do caralho que for, meu irmão, tu pode fazê o que quiser com ele, mas esse negócio não vai ficar aqui dentro nem fudendo! </em></p>
<p>O <a title="Site oficial do filme Estômago" href="http://www.estomagoofilme.com.br/" target="_self">site do filme</a> tem um super conteúdo com vídeos, entrevistas etc. Destaque para o  <a title="Livro de receitas do Alecrim (do filme Estômago)" href="http://www.estomagoofilme.com.br/download/livro_receitas.pdf" target="_self">livro de receitas do Alecrim</a>.</p>
<div id="attachment_172" class="wp-caption alignright" style="width: 125px"><img class="size-full wp-image-172 " title="poster_174301" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/poster_174301.jpg" alt="algumas tortas e um beijo" width="115" height="166" /><p class="wp-caption-text">algumas tortas e um beijo</p></div>
<p><strong>MY BLUEBERRY NIGHTS</strong></p>
<p>Esse ganha no quesito beleza&#8230; Sonhar pode não custar nada. Ou só R$10 de ingresso numa quarta-feira.</p>
<p>Fujo do título brasileiro porque é muito mané, mas é esse aí da imagem.</p>
<p>A doce <strong>Nora Jone</strong>s (a própria cantora mesmo) afoga as máguas com tortas de blueberry (mirtilo) num bar do <strong>Jude Law</strong>. Ai, ai&#8230; Ele e a direção do <strong>Wong Kar-Wa</strong>i são garantia de encantamento.</p>
<div id="attachment_173" class="wp-caption alignleft" style="width: 123px"><img class="size-full wp-image-173 " title="junoposter_18876" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/junoposter_18876.jpg" alt="meninas não vêm com manual" width="113" height="166" /><p class="wp-caption-text">meninas não vêm com manual</p></div>
<p style="text-align:left;"><strong>JUNO</strong></p>
<p style="text-align:left;">Adolescentes não vêm com manual, sabe?</p>
<p style="text-align:left;">E não há uma ordem certa dos fatores para construir uma mulher adulta&#8230; assim como não existe mulher adulta o suficiente para ser mãe.</p>
<p style="text-align:left;">Juno conta uma história muito singela sobre isso. Qualquer hora é hora. Pode ser com 16 ou 80 anos. Sempre haverá uma nova aventura, um medo de levantar o tampa do desconhecido. Mas a Juno nos deixa orgulhosas de ser garotas.</p>
<p style="text-align:left;">
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_183" class="wp-caption alignright" style="width: 130px"><img class="size-full wp-image-183 " title="cavaleirodastrevas" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/cavaleirodastrevas.jpg" alt="heróis e vilões sombrios" width="120" height="180" /><p class="wp-caption-text">heróis e vilões sombrios</p></div>
<p><strong>BATMAN &#8211; CAVALEIRO DAS TREVAS</strong></p>
<p><strong> </strong>Tenho que ver esse de novo, porque a expectativa foi tão grande e o contexto é tão complexo e sombrio, que saí sem saber se foi bom ou não.</p>
<p>Não há dúvida de que o <strong>Heith Ledger</strong> está sobrenatural (hum&#8230; malditos trocadalhos) como o Coringa. Ele rouba o filme totalmente. Não tem muita chance para o personagem-título. Engraçado que li uma declaração do <strong>Daniel Day Lewis</strong> sobre o <strong>Ledger</strong>, em que rasga a seda total do cara e lamenta a sua partida. Percebi no <strong>Cavaleiro das Trevas</strong> o quanto os dois são semelhantes como atores. Tem uma entrega meio mórbida ao personagem. Eles ficam deformados, numa espécie de transe dionisíaco.</p>
<div id="attachment_184" class="wp-caption alignleft" style="width: 130px"><img class="size-full wp-image-184 " title="jokerman" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/jokerman.jpg" alt="Ledger vai assombrar a vida do Batman para sempre" width="120" height="124" /><p class="wp-caption-text">Ledger vai assombrar a vida do Batman para sempre</p></div>
<p>Várias falas do <strong>Coringa</strong> já devem ter entrado para o dicionario de grandes citações cinematográficas. Lá vão três exemplos (mas só fazem sentido quando se vê o filme).</p>
<p><strong><span style="font-weight:normal;"><em>&#8220;It&#8217;s not about the money, it&#8217;s about sending a message. Everything burns!&#8221;</em></span></strong><em> </em></p>
<p><em> </em><em>&#8220;See I&#8217;m not a monster, I&#8217;m just ahead of the curve.&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;I thought my jokes were bad.&#8221;</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_204" class="wp-caption alignright" style="width: 132px"><img class="size-full wp-image-204" title="incrivelhulk_11" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/incrivelhulk_11.jpg" alt="agora dá para acreditar" width="122" height="181" /><p class="wp-caption-text">O incrível Hulk: agora dá para acreditar</p></div>
<p><strong>O INCRÍVEL HULK 2008</strong></p>
<p>Ah, o incrível <strong>Edward Norton</strong>&#8230; Ele se mete em tudo. É ator, escreve roteiro ou reescreve os  que não gosta, ajuda a escolher elenco, lava, passa e trás a pizza. Seja de uma adaptação do Somerset Maugham ou um kick-ass movie como esse do <strong>Hulk</strong>.</p>
<p>Ainda bem que ele é bom. Considero o EN um ótimo ator. Do tipo que me faz ver o filme só por ele. Não é um cara bonito. Tem um carinha meio Noel Rosa, meio &#8220;mamãe passou lavanda em mim, tá?&#8221;. Mas é absolutamente sedutor nos filmes. Ainda quero ver ele de Ricardo III, manco, torto, feio e podre seduzindo a cunhada. Hehehehehe.</p>
<p>Esse <strong>Hulk</strong> com o E. Norton é mega melhor que o anterior do <strong>Ang Lee</strong>. Esse de 2002 (acho) é estranho, um dos mais chatos do mundo. O Lee tentou abstrair do roteiro equivocado fazendo umas viagens visuais muito doidas em que fundia imagens fractais, tipo a vista aérea de um deserto mixando com as hemácias e leucócitos se deformando com os raios gama na corrente sangüínea (socorro, vam aí a reforma ortográfica) do Bruce Banner. Tudo muito sofisticado, mas o filme é uma m&#8230;..</p>
<div id="attachment_205" class="wp-caption aligncenter" style="width: 358px"><img class="size-full wp-image-205" title="the_incredible_hulk-shrek" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/the_incredible_hulk-shrek.jpg" alt="por um hulk menos shrek" width="348" height="150" /><p class="wp-caption-text">por um hulk menos shrek</p></div>
<p>Agora esse do <strong>Edward Norton</strong>, não. Esse é legal. Tem uns erros feios, que podem ser creditados à montagem. Tipo: o noivo da <strong>Liv Tyler</strong> meio que do nada escrotiza a parada toda.  Cortaram algumas cenas que dariam mais sentido ao desenrolar da trama. Mas, ainda assim, é bom.   O <strong>Hulk</strong>-Schrek dessa vez está bem mais fácil de engolir que o do outro filme. E tem o Edward Norton se virando no português em plena Rocinha (Tavares Bastos, na verdade), fazendo uma coisa que parece uma yoga-capoeira. Ha ha hah, meu deus do céu.  Pelo menos alguém em Hollywood sabe que a gente fala Português.</p>
<p>Tem gente que odeia o seriado de TV do <strong>Hulk</strong>. Aquele do tema de piano tristinho. Eu gostava. O filme tem um pouco dessa onda da série, mas não pega pesado no drama. O  Bruce Banner se fode tanto que é até engraçado. O EN com aquela cara de cachorro abondonado com roupa rasgada ao relento. Ô pobrezinho. Tô sacaneando, mas a história é legal e deixa coisas em aberto para um próximo filme. Quem sabe? Com tanto HQ virando filme, é capaz de malandro enjoar geral. Tomara que não.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_211" class="wp-caption alignleft" style="width: 131px"><img class="size-full wp-image-211" title="cartaz2" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/cartaz2.jpg" alt="Will Smith é uma lenda entre os zumbis" width="121" height="180" /><p class="wp-caption-text">Will Smith é uma lenda entre os zumbis</p></div>
<p><strong>EU SOU A LENDA</strong></p>
<p>Só incluí esse filme porque gosto de 70% dele. O <strong>Will Smith</strong> é um camarada com muito carisma. No filme, ele é um oficial das forças armadas e médico-cientista, que vive sozinho com seu cachorro em Nova York, depois que a humanidade foi praticamente dizimada por uma praga horrorosa. Ele é imune à doença, mas os outros infectados, que não morreram, viraram zumbis. Smith tenta encontrar uma cura para a doença na solidão de seu  laboratório. Às vezes ele ouve Bob Marley. Na falta de companhia, bate papo com os manequins das lojas abandonadas. De vez em quando, ele e o cachorro saem para caçar veados, que agora vivem soltos pela cidade.</p>
<p>O problema é que não gosto muito de filmes de zumbis, tipo Extermínio e tal. De uma maneira geral, nem gosto de filme de terror. Mas tinha que ter uma ameaça, pois é o propósito do filme. Por isso, descontei só 30%.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_213" class="wp-caption alignright" style="width: 126px"><img class="size-full wp-image-213" title="elizabeth-era-de-ouro-poster02t" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/elizabeth-era-de-ouro-poster02t.jpg" alt="a era é de ouro mas o filme fica com a prata" width="116" height="165" /><p class="wp-caption-text">a era é de ouro mas o filme fica com a prata</p></div>
<p><strong>ELIZABETH &#8211; A ERA DE OURO</strong></p>
<p>Sou obrigada a reconhecer que o outro Elizabeth é melhor. Mas esse tem seus méritos. A <strong>Cate Blanchett</strong> é uma das atrizes de que mais gosto. É sempre um luxo vê-la em ação. E tem de novo o ótimo <strong>Geoffrey Rush</strong>. E tem o colirão <strong>Clive Owen</strong>. Tinha tudo para ser tão bom quanto o anterior, o momento histórico é bem mais interessante (o lance da Invencível Armada, quando a Inglaterra vira a mesa no jogo de forças com a Espanha de Felipe II, e se firma como a grande potência dos mares). Locações, figurino e direção de arte são  esplêndidos (mas também a Renascença é sempre uma festa para os bons diretores de arte).</p>
<div id="attachment_214" class="wp-caption aligncenter" style="width: 509px"><img class="size-full wp-image-214" title="fotos-elizabeth" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/fotos-elizabeth.jpg" alt="mas a direção de arte é de ouro" width="499" height="96" /><p class="wp-caption-text">mas a direção de arte é de ouro</p></div>
<p>A Elizabeth Tudor foi a primeira grande rainha da Grã-Bretanha (curioso como o país viveu dois de seus maiores momentos históricos governado por rainhas. Depois de Elizabeth I, Vitória foi a soberana do século 19 e seu reinado influenciou os costume de todo o planeta).</p>
<p>Enfim, tudo parece ótimo, mas o filme não empolga tanto quanto poderia.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_219" class="wp-caption alignleft" style="width: 130px"><img class="size-full wp-image-219" title="wall-e1" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/wall-e1.jpg" alt="wall.e o robô colecionador" width="120" height="170" /><p class="wp-caption-text">wall.e o robô colecionador</p></div>
<p><strong>WALL.E</strong></p>
<p>A<strong> Pixar</strong> é sempre surpreendemte e impecável. Sempre oferece uma história inteligente, divertida e cativante, contada através de imagens deslumbrantes.</p>
<p>É impressionante o rigor e sofisticação do tratamento dos planos, sempre cheios de detalhes. São obras de arte animadas. Lembro que fiquei com fome vendo Ratatouille. Embora não haja uma preocupação com a veracidade ao retratar humanos e animais, os personagens sempre são carismáticos e convincentes.</p>
<p>Então, <strong>Wall.E</strong> é um simpático robozinho que ficou para trás na Terra. O planeta foi abandonado pela humanidade por falta de condições ambientais para a vida. O solo não produz mais vegetais, o sol fica encoberto por uma névoa de poluição bem feia. Enfim, tô descrevendo de um jeito que provavelmente é errado, mas é mais ou menos esse o cenário em que o solitário <strong>Wall.E</strong> vive, compactando e empilhando lixo, colecionando objetos que acha interessantes. Ele mora numa espécie de container, onde guarda suas coleções de vídeos (incluindo alguns clássicos do cinema) , eletrodomésticos e outras coisas que acha interessantes, embora não compreenda sua utilidade. E tem a barata-cachorro. Essa é uma piada ótima do filme. Depois do desastre ecológico que tornou a Terra um deserto, quem sobrevive? Um robô e uma barata.</p>
<div id="attachment_223" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img class="size-full wp-image-223" title="foto-walle" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/foto-walle.jpg" alt="o simpático wall.e intrigado com um cubo mágico" width="150" height="156" /><p class="wp-caption-text">o simpático wall.e intrigado com um cubo mágico</p></div>
<p>E pelo fato de ter apenas essas duas criaturas em cena, a parte inicial do filme tem outra característica pouco usual: não tem falas. Se apóia basicamente na ação dos personagens. Então já começa muito interessante.</p>
<p>E tem a coisa do robô. Digo, histórias de robôs sempre emocionam. Robôs simpáticos e solitários, então, me fazem chorar. Imagine ainda que esse robô se apaixona perdidamente por uma robôa alienígena.  Eu queria levar o <strong>Wall.E</strong> para casa e assistir os filmes do Fred Astaire com ele.</p>
<p>Mal espero pelo próximo desenho da <strong>Pixar</strong>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_227" class="wp-caption alignleft" style="width: 140px"><img class="size-full wp-image-227 " title="quantum" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2009/01/quantum.jpg" alt="novo James Bond e suas respostas curtas e afiadas" width="130" height="195" /><p class="wp-caption-text">novo James Bond e suas respostas curtas e afiadas</p></div>
<p><strong>007 QUANTUM OF SOLACE</strong></p>
<p>Bom&#8230; tem gente que reclama que ele é sujo e deselegante.</p>
<p>Talvez não seja o mais apolíneo, vamos dizer assim. Certamente não tem nada a ver com o  Sean Connery. Nem com o Roger Moore ou o Pierce Brosnan. Mas eu me amarro no novo <strong>007</strong> do <strong>Daniel Craig</strong>.</p>
<p>Ele é mais ácido, fala menos, pega menos mulher  e apanha mais. Quebra alguns paradigmas do personagem, pois além de tudo o que foi enumerado acima, tem seu corpo mais explorado do que o das mulheres. Mas não falta charme ao novo James Bond. Craig tem uma carga de fúria e virilidade meio Steve McQueen. E ainda veste um smoking com naturalidade.</p>
<p>Esse segundo filme com o <strong>Daniel Craig</strong>, <strong>Quantum of Solace</strong>, confirma todas essas novas facetas do 007. Sempre tem umas falas curtas e impagáveis do agente secreto. No filme anterior (Cassino Royale), minha preferida era: Vesper diz &#8216;I am the money.&#8217;<strong> James Bon</strong>d  dá uma manjada na Eva Green e responde &#8216;Every penny of it.&#8217; Nesse novo filme, gosto da cena da chegada da agente ruiva, de quem o Giancarlo Giannini observa: &#8216;Bond ela pode usar algemas.&#8217; E Bond só responde: &#8216;You hope so.&#8217;</p>
<p><strong>Breve num próximo post:</strong></p>
<p><strong>SWEENEY TODD<br />
</strong></p>
<p><strong>MAMMA MIA!</strong></p>
<p><strong>ARQUIVO X 2</strong></p>
<p><strong>STAR WARS THE CLONE WARS </strong></p>
<p><strong>KUNG FU PANDA</strong></p>
<p><strong>SURF&#8217;S UP (TÁ DANDO ONDA)</strong></p>
<p><strong>BEWULF</strong></p>
<p><strong>CRÔNICAS DE NÁRNIA &#8211; PRÍNCIPE CASPIAN</strong></p>
<p><strong>HELLBOY 2: THE GOLDEN ARMY</strong></p>
<p><strong>CASSANDRA&#8217;S DREAM</strong></p>
<p><strong>CONVERSAS COM MEU JARDINEIRO</strong></p>
<p><strong>ATONEMENT (DESEJO E REPARAÇÃO) : A propósito da honestidade e da realidade</strong></p>
<p><strong>THERE WILL BE BLOOD (SANGUE NEGRO)</strong></p>
<p><strong>O CLUBE DE LEITURA DE JANE AUSTEN</strong></p>
<p><strong>BECOMING JANE</strong></p>
<p><strong>MARGOT AT THE WEDDING</strong></p>
<p><strong>O ESCAFANDRO E A BORBOLETA</strong></p>
<p><em><strong>Lacunas:</strong></em></p>
<div>ONDE OS FRACOS NÃO TÊM VEZ</div>
<div>PERSÉPOLIS</div>
<div>I&#8217;M NOT THERE</div>
<div>AGENTE 86</div>
<div>ANTES DE PARTIR</div>
<div>DAN IN REAL LIFE (A NAMORADA DO MEU IRMÃO?)</div>
<div>THE HAPPENING (M. NIGHT SHYAMALAN)</div>
<div>MADAGASCAR 2</div>
<div>HORTON E O MUNDO DOS QUEM</div>
<div>ROLLING STONES &#8211; SHINE A LIGHT</div>
<div>FAVOR REBOBINAR</div>
<div>BODY OF LIES (RIDDLEY SCOTT)</div>
<div><strong><em>Repescagens</em></strong></div>
<div>ZODIACO</div>
<div>A PELE, BIOGRAFIA IMAGINÁRIA DE DIANE ARBUS</div>
<div>ACROSS THE UNIVERSE</div>
<div>TRILOGIA JASON BOURNE</div>
<div>APOCALYPTO</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre a Cegueira - parte 1]]></title>
<link>http://webdebee.wordpress.com/2008/10/21/sobre-a-cegueira-parte-1/</link>
<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 00:07:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>webdebee</dc:creator>
<guid>http://webdebee.wordpress.com/2008/10/21/sobre-a-cegueira-parte-1/</guid>
<description><![CDATA[Vivi três experiências numa mesma semana, que se embaralharam e formaram uma idéia apavorante.   Jul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vivi três experiências numa mesma semana, que se embaralharam e formaram uma idéia apavorante.</p>
<div>
<p> </p>
<div>
<div id="attachment_128" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://webdebee.files.wordpress.com/2008/10/cegueira.jpg"><img class="size-full wp-image-128" title="cegueira" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2008/10/cegueira.jpg" alt="Julianne Moore guia os cegos pela terra do medo" width="200" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">Julianne Moore guia os cegos pela terra do medo</p></div>
<p>Primeiro fui ver o <strong>Ensaio sobre a cegueira</strong>, do <strong>Fernando Meirelles</strong>, sobre o livro do <strong>José Saramago</strong>. Bonito e angustiante do início ao fim. Saí do cinema enxergando e pensando tudo por uma lente branca leitosa de medo. Para quem conhece a obra do <strong>Neil Gaiman</strong>, autor da série <strong>Sandman</strong>, o filme parece um retrato de Desespero. Uma mulher é &#8220;rainha&#8221; na terra dos cegos.<strong> Julianne Moore</strong> é a mulher do oftalmologista. Ele é um estudioso da visão. Ela confunde radicais gregos e latinos. Mas e daí? Ela vai ser a única a enxergar sobre a face da terra dos cegos.  </div>
<div>Enfim&#8230; você já deve ter lido ou visto na TV algo sobre o enredo. A população mundial começa a ficar cega e ninguém sabe explicar ou conseguir a cura. A cegueira vira uma epidemia e os &#8220;infectados&#8221; vão sendo trancafiados e tratados literalmente como dejetos da civilização. Como em qualquer outra prisão, no mundo de horror dos cegos, estabelecem-se novos códigos sociais, com suas próprias leis, organização política, divisão de classes e valores morais-monetários. A mulher do oftalmologista esconde que não é cega ou finge que o é para ficar ao lado do marido. Acaba se tornando uma espécie de &#8220;anjo da guarda&#8221; dos cegos. Cuidando de todos, mas longe da &#8220;vista&#8221; deles. São muitas ironias e analogias ao comportamento coletivo da humanidade conflitante sobre suas crenças, preconceitos, transgressões, valores intelectuais. </div>
<div>Assisti à entrevista do <strong>Meirelles</strong> com a Marília Gabriela. Ele contou que o <strong>Saramago</strong> chorou ao final da projeção e que confessou sentir a mesma emoção de quando terminou de escrever o romance. Eu acho que o filme/livro é sobre inícios. Uma alegoria do horror diante das rupturas e das reviravoltas de muitas coisas.</div>
<div>Bom&#8230; Daí&#8230;. vou cair o nível da conversa para o filme do Bruce Willis Duro de Matar 4.0. Desculpe. É que o contexto justifica eu ter jogado o blockbuster americano na mesma panela. Ocorreu que o meu pavor reacendeu com mais essa fábula premonitória da guerra entre os hackers maus e os hackers bons. E a gente se f#*endo. Mas deixa essa para o próximo post.</div>
<div> </div>
<div> </div>
<div><strong>Mais sobre&#8230;</strong></div>
<div> </div>
<div><a title="Site oficial do filme Ensaio sobre a cegueira" href="http://www.ensaiosobreacegueirafilme.com.br/">Site oficial do filme Ensaio sobre a Cegueira</a></div>
<div><span style="color:#551a8b;text-decoration:underline;"><br />
</span></div>
<div><a title="Trailer do filme Ensaio sobre a Cegueira" href="http://www.youtube.com/watch?v=12zOOaLBlnE">Trailer do filme no Youtube</a></div>
<div><span style="color:#551a8b;text-decoration:underline;"><br />
</span></div>
<div>  </div>
<div><strong>Recomendações Top3</strong></div>
<div>      </div>
<div>1) Filme <strong>Ensaio sobre a Cegueira</strong>, de Fernando Meirelles. Com Julianne Moore, Mark Rufallo, Alice Braga, Danny Glover, Gael Garcia Bernal. Inspirado no livro de José Saramago.</div>
<div> </div>
<div>2) Livro/HQ <strong>&#8220;15 Retratos de Desespero&#8221;</strong>, da coletânea <strong>Sandman: Noites Sem Fim</strong>. Autor <strong>Neil Gaiman</strong>, artistas Barron Sorey e Dave McKean.</div>
</div>
<div> </div>
<div>3) Filme Duro de Matar 4.0. Juro que pra mim fez sentido&#8230; </div>
<div>    </div>
<div>  </div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NEIL GAIMAN NA FLIP]]></title>
<link>http://webdebee.wordpress.com/2008/07/10/neil-gaiman-na-flip/</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 20:59:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>webdebee</dc:creator>
<guid>http://webdebee.wordpress.com/2008/07/10/neil-gaiman-na-flip/</guid>
<description><![CDATA[E não é que o homem tava na área? Nem tomei conhecimento e levei um susto quando vi o cara na GloboN]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>E não é que o homem tava na área?</p>
<p>Nem tomei conhecimento e levei um susto quando vi o cara na GloboNews sendo entrevistado pelo Edney Silvestre.</p>
<p>Acho que é porque nunca posso ir à Flip mesmo, então nem me ligo de buscar informações do evento. Mas ficar sem saber que o cara veio ao país foi fffflórida. Podia atualizar minha pilha Neil Gaiman com novos autografozinhos no Neverwhere, Coisas Frágeis (que estou lendo) etc.</p>
<p>Ele atualiza o diário do site direto com as novidades da viagem ao Brasil (<a id="p1a40" href="http://www.neilgaiman.com/">www.neilgaiman.com</a>). Vale conferir!</p>
<p> </p>
<div id="attachment_36" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://webdebee.files.wordpress.com/2008/07/neil-gaiman-e-o-curupira-em.jpg"><img class="size-medium wp-image-36" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2008/07/neil-gaiman-e-o-curupira-em.jpg?w=300" alt="Neil Gaiman observa escultura de um Curupira na FLIP (foto de Ana Ottoni/UOL)" width="300" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Neil Gaiman observa escultura de um Curupira na FLIP (foto de Ana Ottoni/UOL)</p></div>
<p> </p>
<p>Essa foto está no <a title="Álbum de imagens da FLIP no UOL" href="http://diversao.uol.com.br/album/flip_diario1_album.jhtm" target="_blank">álbum de imagens da FLIP no UOL</a>. Aliás é lá que tem um especial da FLIP, que parece ser o site oficial do evento. Tem matérias com o Gaiman e outros autores participantes.</p>
<p>Detalhe legal da entrevista na GloboNews foi ele comparando o filme Stardust com o livro. &#8220;O livro é delicado como uma asa de borboleta,&#8221; diz ele. Enquanto que o filme &#8220;is huge&#8221;, forte como a asa de um cisne.</p>
<p>E ilustrando essa parte da entrevista, eles exibem justamente o famigerada seqüência do Dustan na feira das fadas. Para mim, nesse momento a borboletinha foi espetada na parede por um gigante.</p>
<p> </p>
<p>Achei dois vídeos no G1</p>
<p><a class="aligncenter" title="Entrevista de Neil Gaiman no programa Espaço Aberto da Globo News" href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM853222-7823-AS+FANTASIAS+DE+NEIL+GAIMAN,00.html" target="_blank">Entrevista no Espaço Aberto </a></p>
<p><a class="aligncenter" title="Entrevista de Neil Gaiman no Jornal da Globo" href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM851168-7823-NEIL+GAIMAN+SE+CONSIDERA+O+HOMEM+MAIS+SORTUDO+DO+MUNDO,00.html" target="_blank">E essa do Jornal da Globo </a></p>
<p> </p>
<p><a id="ajvq0" href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM851168-7823-NEIL+GAIMAN+SE+CONSIDERA+O+HOMEM+MAIS+SORTUDO+DO+MUNDO,00.html"></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Neverwhere: medo e solidão nos subterrâneos]]></title>
<link>http://webdebee.wordpress.com/2008/06/21/neverwhere-medo-e-solidao-nos-subterraneos/</link>
<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 22:20:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>webdebee</dc:creator>
<guid>http://webdebee.wordpress.com/2008/06/21/neverwhere-medo-e-solidao-nos-subterraneos/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Era sexta-feira à tarde. Richard havia percebido que os acontecimentos são seres covardes. El]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><a href="http://webdebee.files.wordpress.com/2008/06/lugarnenhum.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-30" src="http://webdebee.wordpress.com/files/2008/06/lugarnenhum.jpg?w=200" alt="Lugar Nenhum (Neverwhere), de Neil Gaiman" width="200" height="287" /></a>&#8220;Era sexta-feira à tarde. Richard havia percebido que os acontecimentos são seres covardes. Eles nunca acontecem sozinhos: vêm numa matilha, pulando juntos sobre alguém ao mesmo tempo.&#8221;</em> -Neil Gaiman em <em>Neverwhere</em> (cap. 1).</p>
<p> </p>
<p>Londres-de-baixo. Ratos. Nobres. Portas. Imagino que já exista um roteiro turístico tipo Neverwhere London Tour, passando pelas estações de metrô e outros locais que o personagem, Richard Mayhew, percorre, como Black Friars, Earls Court, Harrods, British Museum etc. Acho que até existe um roteiro pelos subterrâneos mesmo. A Londres subterrânea de Neil Gaiman em &#8220;Lugar Nenhum&#8221; (editado no Brasil pela Conrad) é bastante bizarra e assustadora. Mas antes de descer ao submundo da cidade, a vida de Richard Meyhew era um pouco assustadora também, se formos considerar o tédio, mesmice e até caretice das pessoas à sua volta. Na chamada Londres-de-Baixo ele encontra a emoção que faltava na vida, embora ao preço de muitas privações e perigos. É inevitável pensar nas jornadas clássicas de heróis, na Odisséia e em Alice no País das Maravilhas.</p>
<p> </p>
<p>Conforme descrito na citação acima, Richard é atacado pelos acontecimentos que transformam inteiramente sua vida. Ele é um tanto medroso e crianção, mas não consigo evitar uma afeição pelo personagem. A perplexidade diante do mundo estranho e ameaçador onde ele vai parar pode ser comparada a alguns momentos da vida em que percebemos o quanto somos solitários. Quando nossas decisões têm de ser tomadas sem a ajuda de ninguém, pois temos que crescer ou amadurecer com uma dor que é individual e intransferível. Tem uma passagem (não vou detalhar para não virar um spoiler) em que Richard está sozinho numa plataforma de metrô e recebe a visita de um amigo. Fica aquela dúvida se é um delírio ou não, mas é um momento crucial da trama em que o confronto com a honestidade violenta do outro impulsiona o anti-herói a seguir com sua missão.</p>
<p> </p>
<p>Minha irmã leu e contou que nunca mais olharia para um rato de rua do mesmo jeito.  Quando terminei de ler, pensei: bom&#8230; é melhor respeitar as criaturas do submundo. Sei lá se não existe mesmo um outro universo nos subterrâneos das grandes cidades.  Na dúvida, respeite os ratos (se puder). Respeite também a sombra de medo e solidão do outro. Pode ser um momento de transformação.</p>
<p>Na minha rua vive um cara que passa o tempo deitado na esquina escrevendo e lendo em voz alta as coisas que escreve. Gosto de pensar que ele é um anjo. Mas essa é uma outra história&#8230;</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Lugar Nenhum&#8221; é o primeiro romance do Neil Gaiman. Ele adaptou a história de uma série de TV que escreveu para a BBC nos anos 90. A série não foi muito bem recebida. Parece que tem problemas de qualidade na captura das imagens. Mas está em andamento a pré-produção de uma versão cinematográfica para 2009. Tem também uma versão em quadrinhos que a Conrad deve lançar este ano no Brasil. </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>Links para saber mais:</strong></p>
<p> </p>
<p>No site oficial do autor:</p>
<p><a id="t16q1" href="http://www.neilgaiman.com/works/Books/Neverwhere/">http://www.neilgaiman.com/works/Books/Neverwhere/</a></p>
<p> </p>
<p>No Youtube (episódios da série de TV):</p>
<p><a id="lnuh0" href="http://br.youtube.com/results?search_query=neverwhere&#38;search_type=&#38;aq=3&#38;oq=neverw">http://br.youtube.com/results?search_query=neverwhere&#38;search_type=&#38;aq=3&#38;oq=neverw</a></p>
<p> </p>
<p>E entrevista com NG sobre a série e o filme de &#8220;Neverwhere&#8221; e outros novos projetos.</p>
<p><a id="u.i-1" href="http://br.youtube.com/watch?v=mXIKQfQRV3g">http://br.youtube.com/watch?v=mXIKQfQRV3g</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>* Recomendações Top3</p>
<p> </p>
<p>1 &#8211; Neil Gaiman: Sandman (série de HQs)</p>
<p>2 &#8211; Neil Gaiman: American Gods</p>
<p>3 &#8211; Neil Gaiman: Os Filhos de Anansi</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
