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	<title>figura-paterna &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/figura-paterna/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "figura-paterna"</description>
	<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 15:10:12 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA["L'ombra più lunga. Tre racconti sul padre"]]></title>
<link>http://fidest.wordpress.com/2009/11/13/lombra-piu-lunga-tre-racconti-sul-padre/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 05:55:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>fidest</dc:creator>
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<description><![CDATA[Di Gianfranco Pecchinenda Nel solco della migliore tradizione del racconto ispanoamericano, dal qual]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Di Gianfranco Pecchinenda Nel solco della migliore tradizione del racconto ispanoamericano, dal qual]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pai Crônico.]]></title>
<link>http://historiasdemateus.wordpress.com/2009/08/27/pai-cronico/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 16:34:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>asccosta</dc:creator>
<guid>http://historiasdemateus.wordpress.com/2009/08/27/pai-cronico/</guid>
<description><![CDATA[Flavio Salles, casado com a designer Roberta, papai de um casal de gêmeos e profissional de web,  fe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Flavio Salles, casado com a designer Roberta, papai de um casal de gêmeos e profissional de web,  fez um site para falar de seus pupilos e da experiência da paternidade. O site fez sucesso e ele resolveu, então, levar os textos para o livro <a href="http://www.paicronico.com.br">Pai Crônico &#8211; Crônicas de um Pai</a><a href="http://historiasdemateus.wordpress.com/files/2009/08/capa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-494" title="capa" src="http://historiasdemateus.wordpress.com/files/2009/08/capa.jpg" alt="capa" width="180" height="271" /></a>, que acaba de ser lançado.</p>
<div>
<p>&#8221; Em Pai Crônico, o leitor acompanha as histórias de um pai desde o momento em que descobre que sua mulher está grávida até o dia em que as crianças completam três anos. Mas o livro vai além: propõe uma reflexão sobre a figura paterna, a partir da vivência do autor como filho de um pai distante até a hora em que enfrenta, na própria pele, o desafio da paternidade.</p>
<p>Em 110 textos, o olhar lírico, afetuoso e bem-humorado do autor transforma fatos cotidianos &#8211; cueiros lambuzados, brinquedos barulhentos, situações insólitas, choros, manhas e mamadas &#8211; em relatos poéticos e divertidos que retratam a experiência desse casal em superar obstáculos diários e desvendar a aventura banal e extraordinária de cuidar e educar seus filhos.&#8221;</p></div>
<div>Preço: R$ 30,00<br />
Mais informações:<a href="http://www.paicornico.com.br"> www.paicronico.com.br</a></div>
<div>Flávio e Roberta são também sócios da <a href="http://www.emotivodesign.com.br">Emotivo Design</a>, que tem como proposta prolongar e compartilhar os momentos mais emocionantes da vida através da criação de Sites de Casamentos, Sites de Bebês ou de qualquer motivo que seja especial.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gravidez na adolescência]]></title>
<link>http://celiabrandao.wordpress.com/2009/08/13/gravidez-na-adolescencia/</link>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 04:08:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>celiabrandao</dc:creator>
<guid>http://celiabrandao.wordpress.com/2009/08/13/gravidez-na-adolescencia/</guid>
<description><![CDATA[ Gravidez na adolescência  Relato enviado após leitura do Post &lt;h3&gt;Comentário do Visitante&lt;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> Gravidez na adolescência  Relato enviado após leitura do Post</p>
<p><em>&#60;h3&#62;Comentário do Visitante&#60;/h3&#62; Relato  </em></p>
<p><em>&#8220;Não pense que só vai contecer com os outros, acontece sim com você também aos 14 anos de idade iniciei um namoro com um rapaz que morava na mesma rua da minha casa aos 15 anos eu tinha uma vida sexual, sem nenhum tipo de prevenção a não ser a famosa saidinha, onde o a ejaculação é feita fora da vagina,pois bem mantive essa mesma situação até que aos 18 anos minha menstruação falhou, mas como não era regulada achei normal no 2 mês, kd ela,e eu ali vivendo sem saber uma gravidez inão desejada . Quando estava para completar 3 meses fui interrogada pela minha mãe, fato esse que jamais vou esquecer, ela não me perguntou ela afirmou : _você esta</em></p>
<p><em>gravida né&#8230;. pensam vocês que me senti ofendida ? Fui fazer o exame só parac ontesta-la,  para dizer que ela estava errada.  As mães erram também, e eu estava cometendo o meu primeiro erro:  subestimar o presentimento de mãe, fiz o exame pela manhã e a tarde busquei o resultado,beta Hcg ,esse era o exame e quando abri dei de cara com uma cegonha carregando em seu bico um saco (embrulho)com a seguinte frase positivo&#8230;quase morri aquele exame só podia estar errado afinal eu nãosenti nada enjôos, tontura, fome, nada absolutamente nada, e outra , sempre transei desse jeito e nada nunca aconteceu, minha amiga que me acompanhava disse ( J ) enfrente a situação você esta gravida, Fui para um outro mundo e voltei na ocasião meu namoro não estava bem, foi a pior fase para se engravidar contei a ele que ficou pior que eu,meu pai ficou doente acreditam mal olhava em meusolhos, me separei  do pai do meu filho conversei com minha mãe e disse a ela quenão poderia viver uma situação onde eu acreditava ser obrigada a estar ali,eu e ele não existia mas&#8230; no dia 7 de outubro meu filho nasceu foi um dia muito confuso para mim, uma morte um nascimento parte de minha vida acabaria ali e uma outra estava diante dos meus olhos em meus braços passei por diversas situações até me encontrar sentia o olhar de reprova da minha mãe, ela se colocava em minha frente dava os remedios,banhos, trocava aquilo me encomodava alias era meu filho&#8230; brigamos muito olha a meia dele tá suja,o babador tá molhado,ta frio pra essa roupa,ta calor pra essa roupa,</em></p>
<p><em>que  ódio aquilo me dava mas o tempo passou e eu aprendi muito meu pai hoje é apaixonado pelo meu filho, ama de verdade minha mãe então nem se fala, o pai dele é presente em sua vida muito até demais,e eu onsegui meu espaço trabalho e namoro a 3 anos, penso nele em tudo que faço, hoje meu bebe tem 8 anos vai a escola, Faz futebol,saudavel e lindomesmo e com a vitória deixei de vivenciar muitas coisas por ele, como umafaculdade viagens com amigas no final do ano, muita coisa minha hoje é dele, o amo de paixão mais meninas nem todas as histórias acabam assim se não fosse o apoio incondicional da minha mãe, eu talvez não teria vencido, doenças</em></p>
<p><em>abortos, abandono. Tudo pode acontecer tanto com as crianças como com</em><em>vocês, previnam-se, se amem, há  diversas formas de  se viver a vida, as noites em claro numa balada São bem diferentes de uma noite em claro com um bebe,e lembre-se as coisas também acontecem com você. ( guardamos o sigilo da remetente)&#60;br /&#62;&#60;br /&#62;</em><strong><a href="http://celiabrandao.wordpress.com/files/2009/08/gravidez.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-294" title="42-15819135" src="http://celiabrandao.wordpress.com/files/2009/08/gravidez.jpg" alt="42-15819135" width="124" height="170" /></a><a href="http://celiabrandao.wordpress.com/files/2009/08/gravida-adolescente.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-292" title="DZ005038" src="http://celiabrandao.wordpress.com/files/2009/08/gravida-adolescente.jpg" alt="DZ005038" width="317" height="480" /></a></strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Gravidez na adolescência e a transformação dos papéis na familia</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>( </strong>Esse  artigo foi anteriormente publicado no livro<strong> Um olhar sobre a familia – Trajetória e desafios de uma Ong –Ceaf – Editora Ágora &#8211; 2003 .  Post editado a partir do artigo.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Um levantamento feito em escolas de classe média e média baixa em São Paulo confirma que estamos vivendo um momento de transição nos papéis atribuídos ao pai e à mãe dentro da família: a autoridade é outorgada igualmente ao pai e à mãe pelo adolescente.</p>
<p> Ele identifica a mãe como proteção, apoio e referência afetiva; uma minoria – o grupo de menor poder aquisitivo &#8211; a vê também como provedora financeira. Os relatórios sobre famílias de crianças e adolescentes em situação de rua denunciam a ausência da figura paterna no seu imaginário: a mãe acumula as funções de proteger física e emocionalmente e de educar.</p>
<p>            Há dados que indicam um enfraquecimento da figura paterna na família, e sabemos que essa ausência acompanha os relatórios dos casos de delinqüência juvenil. A falta de um modelo de referência na educação secundária está presente também nos relatórios sobre problemas de rendimento e adaptação escolar. Tudo isso aponta para um modelo monoparental e matrifocal de família.</p>
<p>            Por outro lado, sabe-se que o nível de fecundidade da adolescente entre 15 e 19 anos tem crescido muito, havendo também um incremento da fecundidade na faixa de 10 a 14 anos.</p>
<p>Parece que, no desejo de aconchego e apoio, a adolescente procura constituir um novo núcleo familiar em busca de suporte emocional, dado o desamparo vivenciado em sua familia de origem. Há uma tendência de se entender a gravidez na adolescência como um ato de trangressão.</p>
<p> <a href="http://celiabrandao.wordpress.com/files/2009/08/condom-heart.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-321" title="42-15535194" src="http://celiabrandao.wordpress.com/files/2009/08/condom-heart.jpg" alt="42-15535194" width="418" height="278" /></a>A partir de trabalho com adolescentes grávidas levanto a hipótese de tratar-se  de uma tentativa  de reparação.</p>
<p>A trangressão é uma forma de confronto com o <em>status quo</em>. Mas o que observo na maior parte da população feminina  jovem é uma tentativa de entendimento da realidade em que vivem.  Tudo indica que um mergulho nas feridas experimentadas na condição de filhas está a serviço desse intento.</p>
<p>            Dado o aumento do número de adolescentes gestantes, uma parceria entre o Ceaf e o Programa Einstein na Comunidade na favela de Paraisópolis foi criada em 1999, com o objetivo de realizar um trabalho preventivo: o atendimento psicológico à gestante adolescente. Depois de submetidas à triagem, as gestantes participavam de um grupo específico, com um foco diferenciado no atendimento psicológico.</p>
<p>  <a href="http://celiabrandao.wordpress.com/files/2009/08/pills.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-323" title="42-18810424" src="http://celiabrandao.wordpress.com/files/2009/08/pills.jpg" alt="42-18810424" width="304" height="190" /></a>          Esse trabalho possibilitou uma reflexão sobre a realidade das famílias de baixa renda e do meio em que vivem. Pudemos também pesquisar parte do imaginário das adolescentes sobre o lugar do pai e da mãe na família, sobre suas expectativas em relação ao companheiro, sobre a reversibilidade das polaridades mãe / filho, pai / filho, mãe / pai.</p>
<p> <a href="http://celiabrandao.wordpress.com/files/2009/08/gravida-no-computador.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-296" title="42-20917507" src="http://celiabrandao.wordpress.com/files/2009/08/gravida-no-computador.jpg" alt="42-20917507" width="400" height="334" /></a></p>
<p>            Pesquisando o imaginário da adolescente, constatamos que se vê precocemente solicitada a uma conduta adaptada ao papel de mãe, ao mesmo tempo em que apresenta um discurso de filha que se viu na maior parte das vezes privada do atendimento a suas necessidades por parte do pai, da mãe ou de figuras substitutivas.</p>
<p>O desafio apresentado foi o da criação de novos espaços na vida da adolescente-mãe, para que lidasse com os lutos e as perdas decorrentes da maternidade precoce, trabalhasse com as idealizações de um lado e desesperança de outro, e viabilizasse projetos de vida.</p>
<p>            Há ainda o preconceito de que as famílias geradoras de abandono e de desvio de conduta não responderiam bem a um trabalho psicológico e que, portanto, o trabalho do psicólogo se restringiria ao encaminhamento dessas famílias para instituições assistenciais ou a um trabalho sócio-educativo.</p>
<p> <a href="http://celiabrandao.wordpress.com/files/2009/08/diafragma1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-325" title="42-17799799" src="http://celiabrandao.wordpress.com/files/2009/08/diafragma1.jpg" alt="42-17799799" width="351" height="144" /></a></p>
<p> Porém, nossa prática com a adolescência vitimizada nos mostra que o adolescente tem sua forma de reagir de acordo com a potencialidade do seu self e não necessariamente reproduz as formas de agir de sua família. O grupo familiar e educadores traçam caminhos possíveis, espaços de ação e possibilidades de representações, mas a adolescente apresenta uma reação criativa que traz marcas de sua individualidade.</p>
<p>            Compartilhamos uma certa coletividade ontológica, mas cada indivíduo é único e não apenas interpreta, como também responde de modo criativo à sua experiência. Essa realidade aponta para a necessidade de ação junto ao mundo interno desses adolescentes e de suas famílias como forma de garantir sua inclusão social e saúde mental.<strong> </strong><strong> <img class="aligncenter size-full wp-image-291" title="42-17799789" src="http://celiabrandao.wordpress.com/files/2009/08/bebe-no-utero.jpg" alt="42-17799789" width="283" height="214" /></strong></p>
<p>&#160;</p>
<p> <strong> </strong><strong>Por que cresce o número de adolescentes grávidas?</strong></p>
<p><strong> </strong>A adolescência é uma fase de profundas transformações físicas, psicológicas e sociais. Conceitualmente, entende-se como segunda década da vida (de 10 a 20 anos),  fase de intensas transformações bio-psíquicas e consequentemente na integração do sujeito no ambiente social e na familia. </p>
<p>Alguns fatores comportamentais podem ser macantes nesse período:</p>
<p>1-   Maior adesão aos valores grupais relacionados à liberdade e à sexualidade.</p>
<p>2-    Imediatismo ( menor tolerância à espera no atendimento de suas necessidades ou fantasias).</p>
<p>3-    Onipotência e sentimento de indestrutibilidade.</p>
<p> 4-    A liberação sexual dos anos 6  que determinou uma iniciação sexual precoce que atinge a atual geração.</p>
<p>5-  O material erótico veiculado de forma indiscriminada  pela mídia favorece uma prática isenta de responsabilidade .</p>
<p>6-    A menarca que, conforme pesquisas, incide em época precoce em razão de melhorias nas condições de vida e de alimentação nas últimas décadas.</p>
<p> A reação das familias à gravidez precoce oscila da agressão à apatia permissiva, até a conduta de superproteção, que priva a adolescente da responsabilidade e do acolhimento necessários para lidar com tal impasse. Nesse contexto, constatamos que o trabalho psicossocial é de suma importância para a mediação de conflitos, tornando possível o relacionamento entre a adolescente e sua familia, base da estruturação da identidade e dos papéis na familia e na sociedade.anexo comentário de leitora do blog guardando-se sigilo de sua identidade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Viene el día del padre ... ¿Cómo se ve la figura paterna desde algunas obras literarias? ¿Qué escribirías tu de tu padre? ¿Qué escribirías de ti mismo como padre? ]]></title>
<link>http://radiocontempo.wordpress.com/2009/06/10/viene-el-dia-del-padre-%c2%bfcomo-se-ve-la-figura-paterna-desde-algunas-obras-literarias-%c2%bfque-escribirias-tu-de-tu-padre-%c2%bfque-escribirias-de-ti-mismo-como-padre/</link>
<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 11:53:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>radiocontempo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Junio es el mes elegido por muchos países para festejar el Día del Padre. La mayoría -como la Argent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Junio es el mes elegido por muchos países para festejar el Día del Padre. La mayoría -como la Argent]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aos Heróis, As Moedas]]></title>
<link>http://pabloportfolio.wordpress.com/2009/03/25/aos-herois-as-moedas/</link>
<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 21:52:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo Lopes Queiroz</dc:creator>
<guid>http://pabloportfolio.wordpress.com/2009/03/25/aos-herois-as-moedas/</guid>
<description><![CDATA[Por Pablo Lopes Queiroz. Artigo/Crônica de conclusão de curso (Senac 2009 &#8211; Redação Jornalísti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>Por Pablo Lopes Queiroz.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Artigo/Crônica de conclusão de curso (Senac 2009 &#8211; Redação Jornalística)</em></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-695" title="Kiss (WWII)" src="http://pabloportfolio.wordpress.com/files/2009/03/kiss2b1.jpg" alt="Kiss (WWII)" width="313" height="206" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>BEM DIZ O DITADO POPULAR, PAI NÃO É AQUELE QUE GERA, É AQUELE QUE CRIA, ALGUÉM QUE ESTABELECE VÍNCULOS AFETIVOS E UM REFERENCIAL MASCULINO PARA QUALQUER SER EM FORMAÇÃO. UMA SIMPLES MOEDA COMEMORATIVA, TRANSFORMADA EM MEDALHA REMETE A ESSA FIGURA, MEU AVÔ.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">De origem portuguesa, meu avô, João de Araújo Lopes Filho, nascido em 18 de abril de 1922, teve uma vida que muitos podem considerar difícil, outros apenas a consideram como corajosa. Vindo de uma família, não rica, mas com algumas posses, nunca se adequou às vontades, desejos e forma de agir do meu bisavô, também João, um homem austero, inflexível e tido por muitos como cruel.</p>
<p style="text-align:justify;">Aos 14 anos, decide sair de casa inconformado por seu pai se amasiar com a melhor amiga de sua mãe, que acabara de falecer. Sua madrasta não fazia questão em demonstrar nenhum afeto por ele. Outro ponto de conflito foi a profissão que escolhera, goleiro do time de futebol Portuguesa.</p>
<p style="text-align:justify;">Passa então a morar na casa de parentes até atingir a maioridade e se alista no exército por conta da 2ª Guerra Mundial. Ele zarpa de navio até Recife, onde surpreso encontra seu pai que viera buscá-lo. João, o pai, era um homem influente e apesar de todos os seus atos cruéis, segue até Recife atrás do filho e num ato contraditório tenta demovê-lo da ideia de partir para a guerra. Tarde demais, meu avô João, agora um homem e livre das amarras de seu carrasco decide partir para o front de batalha. Não sem antes deixar para trás uma ruiva sardenta por quem era apaixonado e com quem mais tarde se casaria.</p>
<p style="text-align:justify;">Cara a cara com os alemães, ele permaneceu três anos na guerra e lutou durante 40 dias em uma trincheira. João volta ao Brasil com marcas de estilhaço pelo corpo todo, mas orgulhoso por ter participado e vencido a Batalha do Monte Castello, na Itália. Uma de suas lembranças mais obscuras durante sua permanência na Itália foi ver os corpos do ditador Benito Mussolini e de sua mulher enforcados.</p>
<p style="text-align:justify;">De volta ao Brasil ele reencontra o grande amor de sua vida, aquela ruiva sardenta, filha de um chapeleiro. Fora das asas de seu pai e com poucos recursos financeiros, seu amor é posto à prova quando a família de Diva, minha avó, se opõe ao casamento. Mas esse grande e infinito amor era mútuo, e pouco tempo depois, conquistava mais essa batalha.</p>
<p style="text-align:justify;">Teve duas filhas com seu grande amor e viveu uma vida simples, mas feliz e pautada pelo afeto. Sua maior qualidade era o seu coração, um homem bondoso, generoso que não media esforços para o bem estar de todos a sua volta. Durante algum tempo trabalhou como piloto de provas da montadora Willys-Overland, mas após um infarto que o deixo de cama por mais de um ano sem ao menos poder se mexer, passa a ser motorista de Luís Antônio da Gama e Silva, Reitor da USP e que mais tarde, como Ministro da Justiça, apóia a Ditadura Militar e redige o Ato Institucional Número 5.</p>
<p style="text-align:justify;">De motorista do reitor ele passa a ser coordenador do anfiteatro da USP e organizava com maestria todos os eventos que aconteciam no local, inclusive as agendas e a parte técnica da orquestra do maestro Eliazar de Carvalho. João, meu avô, permanece no emprego até o fim de sua vida, morrendo, em 26 de janeiro de 1984, de falência múltipla dos órgãos apenas um ano após se aposentar.</p>
<p style="text-align:justify;">As moedas comemorativas que ganhou, são advindas desse período, não são nenhum prêmio ou homenagem ao homem, mas a Instituição da Universidade de São Paulo. Com orgulho de seu trabalho e de sua posição, esse objeto fez parte da decoração da casa de meu avô por todos esses anos, e após sua morte passou a fazer e até hoje, parte da história de nossa família. É impossível as manejar sem lembrar da figura daquele homem tão importante na vida de muitos.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu tinha apenas quatro anos quando João faleceu e minhas memórias são contraditórias, ao mesmo tempo vagas, mas ricas de emoção e douradas como suas moedas. Lembro-me de ficar em seu colo, de passearmos juntos, do clube Juventus na Móoca, de ficarmos tardes inteiras assistindo desenhos animados, de descer da perua escolar e sempre ver seu rosto e de muito, mas muito carinho e amor. De um avô, que em pleno leito de morte e sem falar com ninguém, me reconheceu e ainda me deu sua última e maior demonstração de carinho: fingir que nada demais estava acontecendo.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa é a história de meu avô, ou pai, ou pai-avô.</p>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_697" class="wp-caption alignnone" style="width: 210px"><img class="size-medium wp-image-697" title="João de Araújo Lopes Filho" src="http://pabloportfolio.wordpress.com/files/2009/03/vo-joao5.jpg?w=200" alt="Meu avô durante a 2ª Guerra Mundial (Itália)" width="200" height="300" /><p class="wp-caption-text">Meu avô durante a 2ª Guerra Mundial (Itália)</p></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FRANCO BUFFONI-Più luce, padre]]></title>
<link>http://cartesensibili.wordpress.com/2009/02/18/franco-buffoni-piu-luce-padre/</link>
<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 15:05:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>fernirosso</dc:creator>
<guid>http://cartesensibili.wordpress.com/2009/02/18/franco-buffoni-piu-luce-padre/</guid>
<description><![CDATA[Erano questi i quesiti e i problemi di pochi anni fa? Come è possibile, mi domando, che nessuno ravv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Erano questi i quesiti e i problemi di pochi anni fa? Come è possibile, mi domando, che nessuno ravvisasse i sintomi di uno sfascio coì rapidamente sviluppatosi da allora sino ad oggi, a soli tre anni da quella data, il 2006? L&#8217;Italia ma anche gli altri paesi che oggi risentono della crisi economica, energetica, soffocati dai rifiuti prodotti e con sempre meno abilità per risolvere e gestire i problemi che si moltiplicano a livello internazionale, non solo su scala territoriale e nazionale, sembra essere rimasta ancorata a quel tempo e ciò nonostante, si  <em>ritrova in panne</em>, fissa su idee che sembrano non scalfire nemmeno la crosta dei problemi. La lettura della recensione fa nascere alcune domande oltre le inquietudini che smuove.</p>
<h2>Più luce, padre. Dialogo su Dio, la guerra e l’omosessualità</h2>
<p class="align_right iconee print_hide">
<p class="align_center"><img longdesc="Copertina di Più luce padre Dialogo su Dio la guerra e l' omosessualità" src="http://www.francobuffoni.it/upload/images/cop_piu_luce.jpg" alt="Copertina di Più luce padre Dialogo su Dio la guerra e l' omosessualità" width="303" height="274" /></p>
<p>Uscito nel novembre 2006 presso <a title="Accedi al sito " href="http://www.lucasossellaeditore.it/">www.lucasossellaeditore.it </a>, il libro ha avuto anticipazioni su <a title="Accedi al sito " href="http://www.nazioneindiana.com/">www.nazioneindiana.com </a>con introduzione di Andrea Raos e di Andrea Inglese e su Liberazione a firma di Aldo Nove.</p>
<p><strong>Liberazione sabato 14 ottobre 2006<br />
“Più luce, padre”, un epistolario filosofico di Franco Buffoni. Il poeta colloquia col nipote parlando della figura paterna. Ma anche un confronto tra diverse posizioni di pensiero su Dio, guerra e omosessualità</strong></p>
<p><strong>di Aldo Nove<br />
</strong><br />
Essere di sinistra oggi vuole dire anche confrontarsi con un libro, se l’ineluttabilità delle questioni che mette in gioco lo rende quanto mai urgente. Più luce, padre di Franco Buffoni (Luca Sossella editore, pp. 209, euro 10) è infatti la più lucida riflessione su tematiche come la guerra, la religione e l’omosessualità (intesa anche come cultura del diverso) degli ultimi anni. L’occasione è tanto semplice quanto matica: l’autore, poeta e docente universitario affermato, ritrova alcuni appunti stenografati dal padre in campo di concentramento. <!--more--></p>
<p>Dal confronto con quei testi ne è nato dapprima un libro di poesie, Guerra, edito con successo da Mondadori e, poi, questo “dialogo filosofico” in cui il poeta, della sinistra liberale e radicale, si confronta con il nipote, marxista. Ne segue una ricognizione a tutto campo di sett’anni di storia d’Italia che è un confronto con il passato e una ricostruzione delle forme di pensiero che hanno portato all’attuale crisi di valori dell’occidente. Un occidente attraversato e dilaniato da forze sempre diverse ma tenute tutte in piedi dallo stesso collante sociale e psicologico: un frainteso senso dell’onore e dell’orgoglio. Quello che ha portato in carcere il padre del poeta, fascista monarchico e oppositore della repubblica di Salò, lo stesso “onore” che tiene insieme gli eserciti, che legittima i fanatismi e le guerre, tutte le guerre. Buffoni ritrova, dialogando del suo passato con il nipote, una figura antagonista a tutto ciò. E’ quella del disertore, di chi si sottrae alla logica (ma sarebbe meglio dire “alla passione”) dell’onore, dell’orrido onore che spinge alla guerra, volgendo la “camaraderie” (il senso di “fratellanza”) in miccia esplosiva. “Il nostro onore è la fedeltà”: era scritto &#8211; ci ricorda Buffoni &#8211; sulle fibbie delle Waffen-SS. E in nome dell’orgoglio Oriana Fallaci ha scritto quello che nei suoi ultimi scritti è stato un vero e proprio panegirico dell’odio. Onore, orgoglio: Buffoni cita Primo Levi che, raccontando di sé, scrisse «per sciocco orgoglio ammisi di essere ebreo». Per quell’orgoglio, ci ammonisce la storia e l’opera di Primo Levi, l’autore di Se questo è un uomo finì nel lager. Ed è proprio a proposito di Primo Levi, della sua «altissima autocoscienza», che Buffoni ci ricorda che «quanto più tra gli uomini vige il sentimento dell’onore (con un suo codice inflessibile), tanto più questi uomini pretendono che la parte debole della società si uniformi a un codice di sottomissione». Alla domanda del nipote su quale sia la parte più debole della società, Buffoni risponde «le donne e gli omosessuali». Ma ancora sull’onore, Buffoni ricorda che, in Italia, «Nella seconda guerra mondiale parlò di onore sia chi si arruolò nella Rsi sia chi si fece due anni di lager pur di non arruolarsi». E a questa considerazione aggiunge un documento che fa venire i brividi.<br />
E’ una lettera di Benito Mussolini, indirizzata alla sorella Edvige: «Che in Italia si faccia del razzismo o dell’antisemitismo è cosa tanto importante nella sua apparenza politica quanto priva di peso nella sua sostanza reale. La purità della razza in questo popolo sul quale sono passate tante invasioni e che ha assorbito tante genti dai quattro punti cardinali, e il pericolo semita in una Nazione come la nostra dove perfino l’alta finanza, e perfino se manovrata dagli ebrei, non può non diventare qualcosa di cattolico (io, tra parentesi, so che tu e altre persone della tua famiglia aiutate gli ebrei, e non me ne dispiace, e penso che così potete constatare l’assoluta labilità delle nostre leggi razziali) sono evidentemente fandonie da lasciar scrivere a certi zelatori. Ma se le circostanze mi avessero portato a un Asse Roma-Mosca anziché a un Asse Roma-Berlino, avrei forse ammannito ai lavoratori italiani l’equivalente fandonia dell’etica stakanovista e della felicità in essa racchiusa». Questa lunga citazione per dire che onore e orgoglio sono imposti dall’alto per motivi che con l’orgoglio e l’onore nulla hanno a che vedere: piuttosto, sono gli interessi personali dei potenti, a reggere la portata devastante di tali “valori”. Allora ecco l’esaltazione dello stato di diritto rispetto allo stato etico, l’elogio della ripartizione dei poteri (esecutivo, legislativo e giudiziario) in organi che possano controllarsi a vicenda garantendo il più possibile la libera scelta dell’individuo, passando in rassegna tutte le esperienze che hanno caratterizzato il Novecento. Ad esempio quella sovietica: «L’esperienza dei soViet è finita male &#8211; dice Buffoni &#8211; perché mancò la possibilità che fosse una libera scelta anche per chi sarebbe venuto dopo». La libera scelta. Sempre in panoramica sullo scorso secolo, Buffoni ci ricorda che furono soltanto 14 i docenti universitari di tutta Italia a rifiutarsi di giurare fedeltà al regime fascista. 14. Una cifra irrisoria. E’ scavando nella storia, nelle ossessioni della storia che vuole farsi etica che Buffoni ci riconsegna dati anche insospettabili sul tempo trascorso e sull’attuale. Ad esempio riportando alla luce il fatto che fu proprio nella pacifica e illuminata Svezia che «tra il 1935 e il 1976 settantamila donne vennero sterilizzate in quanto portatrici di handicap, indigenti o di razza mista». «Più, luce, padre, più luce», chiede l’illuminista Buffoni citando Goethe che, sul letto di morte sembra avesse detto proprio queste parole al prete che voleva confessarlo. Più luce sui dogmi religiosi e sugli effetti catastrofici che questi portano sulle civiltà: «Da laico, omosessuale e italiano, sono incapace di Intravedere degli spiragli di pari opportunità per via della soffocante presenza mediatica vaticana». Buffoni, per tutto il libro, contrappone ragionevolezza a razionalismo, proponendo un’«etica basata sul rispetto dell’intelligenza e della natura, sullo studio armonico delle scienze e dei fenomeni naturali, del micro e del macro, dell’infinitamente piccolo e dell’infinitamente grande, della biologia e dell’astrofisica: astronomia e non astrologia». Esaltando l’azione concreta di Madre Teresa di Calcutta e deprecando i dogmi di Ratzinger. Altrimenti «Continuerà a lievitare fino a fagocitarci questo mostro di consumismo e padre Pio, di miracoli e volgarità, di ingiunzioni dogmatiche e banalità a cui abbiamo lasciato il campo libero».<br />
A questo punto la morale è chiara. Non fosse altro che una vera morale laica e ragionevole non può non lasciar spazio alle opposizioni e alle critiche, ed è per questo motivo, altamente etico, che il libro chiude con una lettera del nipote, secca e severa ma dialogica rispetto allo zio e ai suoi valori: «Sai che &#8211; dice il nipote Piero allo zio Franco &#8211; più ci penso più mi sembra che la tua utopia assomigli proprio a un campus nordamericano politicamente corretto? Tante casine neogotiche, pub etero e omo, filosofi analitici in bermuda, scoiattoli, prati verdi curati da giardinieri portoricani privi di tutele sindacali. Berkeley insomma: San Francisco a venti minuti di metropolitana, Silicon Valley a un’ora di macchina [...] a proposito di Sylicon Valley: sai cosa c’è scritto sul retro del mio computer Apple Power 15? Made in China. Ora, mentre noi ci spediamo le nostre cazzate protetti dagli “stati di diritto”, in Cina milioni di minorenni assemblano senza diritti i nostri computer [...] La verità è che a te e ai milioni che vivono negli “stati di diritto” dei minorenni cinesi non importa nulla [...] Ma perché credi che io e i miei amici cerchiamo sempre di andare a contestare i G8? Perché tutto in noi si rifiuta di diventare come te, come voi! E l’immagine edulcorata dell’individualismo moderno che tu sostieni mi fa ancora più schifo!».<br />
Ecco ribaltata la frittata. Le due anime della sinistra definitivamente separate. Eppure, chiude il nipote: «Sai di cosa sei riuscito a convincermi? Che l’omosessualità rappresenta davvero la punta più avanzata del cammino occidentale verso la dissoluzione di tutte le appartenenze». Verso la dissoluzione, quindi, dell’onore e dell’orgoglio. Ma ancora, sui temi della critica alla religiosità: «Si vedono bene le ragioni della tua critica al Vaticano; ma non pensi che i nemici principali, oggi, possano essere altrove e si annidino magari nella superficialità, nella sordità, nel conformismo e nell’indifferenza?».</p>
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<p class="MsoNormal"><a href="http://www.francobuffoni.it/">http://www.francobuffoni.it</a></p>
<p class="MsoNormal">*      *     *</p>
<p>Franco Buffoni (Gallarate 1948), vive a Roma. Esordisce come poeta nel 1978 su Paragone presentato da Giovanni Raboni. Ha pubblicato le raccolte di poesia Nell&#8217;acqua degli occhi (Guanda 1979), I tre desideri (San Marco dei Giustiniani 1984), Quaranta a quindici (Crocetti 1987), Scuola di Atene (Arzanà 1991), Adidas. Poesie scelte 1975-1990 (Pieraldo editore 1993), Suora carmelitana (Guanda 1997), Songs of Spring (Marcos y Marcos 1999), Il profilo del Rosa (Mondadori 2000), Theios (Interlinea 2001), Del Maestro in bottega (Empiria 2002), Guerra (Mondadori 2005), Croci rosse e mezze lune (Quaderni di Orfeo, Como 2007), Noi e loro (Donzelli 2008). Nel 1989 ha fondato e tuttora dirige il semestrale di teoria e pratica della traduzione letteraria &#8220;Testo a fronte&#8221;. Per Marcos y Marcos ha curato i volumi Ritmologia (2002) e La traduzione del testo poetico (2004). Per Mondadori ha tradotto Poeti romantici inglesi (2005) e curato opere di Byron, Coleridge, Wilde, Kipling. È autore di Più luce, padre. Dialogo su Dio, la guerra e l&#8217;omosessualità (Sossella, 2006), del romanzo Reperto 74 (Zona 2008) e dei saggi Con il testo a fronte. Indagine sul tradurre e l&#8217;essere tradotti (Interlinea 2007), L&#8217;ipotesi di Malin. Studio su Auden critico-poeta (Marcos y Marcos 2007) e Mid Atlantic. Teatro e poesia nel Novecento angloamericano (Effigie 2007).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Linha de Passe]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/11/15/linha-de-passe/</link>
<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 10:56:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[Existe uma ou mais maneiras de ascensão social para o pobre além do casamento, a herança ou o esport]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://lella.wordpress.com/files/2008/11/linha-de-passe-01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1347" title="linha-de-passe-01" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/11/linha-de-passe-01.jpg" alt="linha-de-passe-01" width="443" height="300" /></a></p>
<p>Existe uma ou mais maneiras de ascensão social para o pobre além do casamento, a herança ou o esporte? A figura masculina paterna é tão vital que na sua ausência os limites estão abertos? A mulher trabalhadora não tem o direito de ter sua vida particular, íntima, suas necessidades e vontades? Filmar fatos reais não intervém com a visão cor de rosa da sociedade?</p>
<p>São Paulo &#8211; periferia é o cenário. Antenas, asfalto, mãos. Umas gritam pelo time e outras por Deus. Futebol e religião se discutem.</p>
<p><a href="http://lella.wordpress.com/files/2008/11/linha-de-passe1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1342" title="linha-de-passe1" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/11/linha-de-passe1.jpg?w=300" alt="linha-de-passe1" width="300" height="215" /></a></p>
<p>Walter Salles nos apresenta Cleuza, uma dona de casa exemplar, mãe de quatro filhos, trabalhadeira e grávida do quinto. Não tem companheiro algum. Fuma, toma cervejinha, torce pelo Timão e ama os filhos. Ela é absolutamente normal. Igual a milhares no ponto de ônibus pela manhã bem cedo.</p>
<p>O primeiro filho é craque, mas não consegue passar nas “peneiras”, falta um toque. Seja dinheiro ou sorte; ou ambos. O segundo é frentista e religioso. Um devoto fiel. Mas bate punheta como todo mundo e dá porrada se necessário for. O terceiro é motoboy. Já é pai. Irá ele perpetuar o abandono que sofreu? Utilizando da mãe do seu filho apenas para coitos rápidos e perigosos como sua moto? O quarto é um menino. É negro, os outros não. É o mais esperto, bem articulado, mas sente o falta do pai como uma lacuna idêntica ao compressor dos ônibus que tanto ama. Tem um buraco no coração.</p>
<p>O filme é uma colcha de retalhos bem alinhavada. Cada momento é de um filho. E a câmera aproveita para mostrar a cara desses atores. Suada, cheia de espinhas, cabeludos, desarrumados, despenteados, dentes falhos. Além do vestuário gasto, lembre bem da chuteira (tanto como ele amarra, como quando ele ganha uma e ainda pergunta se a mãe do riquinho não vai ligar…).</p>
<p>A marginalidade é um pequeno passo para todos os quatro. Ela circunda-os.</p>
<p>Talvez o motoboy seja o mais exposto. E ele sucumbe. Cenas de moto espetaculares e o tombo idem. Quem já caiu, sabe. Os fatos vão se superpondo de maneira mais rápida, e até iminência do parto. Tenho a vívida impressão de que não iria acabar bem. Mas o diretor é muito hábil. Deixa tudo em aberto, as possibilidade, a segunda chance.</p>
<blockquote><p><strong> E o final é como o grito da torcida. Antes de tudo, um desabafo</strong>.</p></blockquote>
<address><strong>O que há de bom</strong>: utilizar o futebol como uma das âncoras da narrativa, mas sem ser demasiadamente forçado.</address>
<address><strong>O que há de ruim</strong>: ninguém estuda, ninguém vê o conhecimento como possibilidade de crescimento.</address>
<address><strong>O que prestar atenção</strong>: o ralo desentope, o menino tem sua oportunidade, o pastor recolhe a ovelha perdida, o neném vai nascer, há uma esperança…</address>
<address><strong>A cena do filme</strong>: ela sentada, espremendo, sozinha… quantas já não se sentiram assim?</address>
<p>Cotação: filme ótimo (<span style="color:#976101;"><strong>@@@@</strong></span>)</p>
<p>Por:  Giovanni Cobretti &#8211; COBRA.   Blog do <a href="http://www3.oquerola.com/blog/?cat=7">C.O.B.R.A</a>.</p>
<p><strong>Linha de Passe</strong>. 2008. Brasil. Direção: Walter Salles, Daniela Thomas. Elenco: João Baldasserini, Vinícius de Oliveira, José Geraldo Rodrigues, Kaique de Jesus Santos, Sandra Corveloni, Ana Carolina Dias. Gênero: Drama. Duração: 108 minutos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calatorie recenta in lumea lui Mateiu sau cu "obstinatul'' la psihiatru]]></title>
<link>http://inraspar.wordpress.com/2008/08/20/calatorie-recenta-in-lumea-lui-mateiu-sau-cu-obstinatul-la-psihiatru/</link>
<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 13:23:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>inraspar</dc:creator>
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<description><![CDATA[Supus investigatiei  psihanalitico-politienesti a lui  Ion Vianu,Mateiu I.Caragiale isi dezvaluie (p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://inraspar.wordpress.com/files/2008/08/scan1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-103" src="http://inraspar.wordpress.com/files/2008/08/scan1.jpg?w=172" alt="" width="172" height="300" /></a><a href="http://inraspar.wordpress.com/files/2008/08/scan00012.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105" src="http://inraspar.wordpress.com/files/2008/08/scan00012.jpg?w=147" alt="" width="147" height="300" /></a></p>
<p>Supus investigatiei  psihanalitico-politienesti a lui  Ion Vianu,Mateiu I.Caragiale isi dezvaluie (pentru a cata oara in ochii scrutatori ai criticii?!) &#8220;resentimentul tenace al fiului ilegitim&#8221;,precum si &#8220;o configuratie baroca a imaginatiei care se invecineaza cu delirul&#8221;(diagnostic de o gravitate alarmanta pentru nemateini,avand in vedere ca autorul a scris si o &#8220;Introducere in psihoterapie&#8221;).Fara a propune o biografie sistematica,autorul mizeaza pe anumite conexiuni intre viata si opera in aceeasi maniera neaprofundata metodologic (fara a implica raspunsuri la intrebarile : e posibila psihanaliza autorului?dar a personajului;de ce nu demersul psihocritic explicit?mistificarea autorului nu are alte strategii decat constructia personajului?etc).</p>
<p>Noutatea  o reprezinta explorarea cruzimii exilate in straturile profunde ale psihismului ,pornind de la invataturile ariviste ale profesorului de istorie Anghel Demetriescu catre elevul sau Mateiu,precum si de la romanul lui Champsaur,oferit celui din urma spre delectare fructuoasa.&#8221;Dubiosul estet&#8221; Bogdan-Pitesti devine pentru Ion Vianu un substitut patern iar A.K.,amanta poloneza a acestuia,sursa unei iubiri inversate (=ura).Mateiu isi primeste locul in triunghi ca un asasin in potentia al &#8221; creaturii detracate,vulgare,necioplite si ordinare&#8221; &#8211; cum o numeste in &#8220;Jurnal&#8221;- in vederea obtinerii banilor dubiosului sus-numit.Argumentele incep sa cada ghilotinic <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> antazi se refera in spovedania lui la iubirea pentru  poloneza(aha!)  Wanda a carei faptura nu-i trezeste &#8220;o banuiala macar de o pofta trupeasca&#8221; in timp ce Mateiu vorbea de repulsia fata de A.K.,repulsie surmontata de fapt in directia unei intimitati declarate);Mateiu evoca in <em>Craii&#8230;</em>legitimitatea crimei prin vocea lui Pantazi (&#8220;[daca] ar fi fost nevoie sa faptuiesc ceva mai grav decat sa nimicesc o zdreanta de hartie,ei bine,asa cum ma vezi,crede-ma,nu as fi pregetat&#8230;Nu eram sarac cu duhul!&#8221;) iar in &#8220;Jurnal&#8221; transpare regretul(hamletian,aha!) pentru lipsa de dinamism (moartea polonezei l-ar fi salvat,spune Vianu,de acuzele lui B.P.,pentru ca numai aceasta stia ca banii sunt la Mateiu).Ca sa ingramadim totul in valiza lui Oedip,mai punctam faptul ca Pasadia devine o figura paterna,avand serioase asemanari cu Bogdan-Pitesti,sugerand o imagine apropiata de ideal,in timp ce Pirgu  isi asuma portretul &#8216;parintelui detestat&#8217;.</p>
<p>Dincolo de homosexualitate ,fetisism,descanaliere (nu ca ispasire fata de pornirile criminale,ci ca regret ca nu l-a jefuit pe B.P. si ca s-a compromis cu la canaille) mai dam si peste  contele Hoditz (Mateiu planuia o monografie a lui) asociat cu imaginea conului Rache din <em>Sub pecetea &#8230;,</em>marcand &#8220;rana narcisica care-l impiedica sa se proiecteze cu plenitudine ca un stapan&#8221;,ramanand in rolul de &#8220;curtean&#8221;.</p>
<p>Forari detectivistice in viata &#8220;curteanului&#8221; asezat pe canapeluta in vederea descompunerii grimasei,dezlipirii mastii si oglindirii celor de asemenea bantuiti de pulsiuni contrare in opera &#8220;obstinatului&#8221;.Urari de succes partial!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FUNCION PATERNA Y FAMILIA MONOPARENTAL: ¿CUÁL ES EL COSTO DE PRESCINDIR DEL PADRE? ]]></title>
<link>http://drabrito.wordpress.com/2008/08/17/funcion-paterna-y-familia-monoparental-%c2%bfcual-es-el-costo-de-prescindir-del-padre/</link>
<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 21:29:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>drabrito</dc:creator>
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<description><![CDATA[CRECER SIN PADRE. CAMBIOS Y TENDENCIAS EN LA ESTRUCTURA DE LA FAMILIA NORTEAMERICANA Dos de cada cin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[CRECER SIN PADRE. CAMBIOS Y TENDENCIAS EN LA ESTRUCTURA DE LA FAMILIA NORTEAMERICANA Dos de cada cin]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Cheiro do Ralo]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/03/11/o-cheiro-do-ralo/</link>
<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 08:32:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[Essa é a história de um homem só e sem história. Estaria aqui um ponto de partida para esse filme. Q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a title="o_cheiro_do_ralo2.jpg" href="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/o_cheiro_do_ralo2.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/o_cheiro_do_ralo2.jpg" alt="o_cheiro_do_ralo2.jpg" /></a></p>
<p><span style="color:#808000;"><strong>Essa é a história de um homem só e sem história</strong>.</span></p>
<p><span style="color:#808000;"> Estaria aqui um ponto de partida para esse filme. Que como num quebra-cabeça vai nos mostrando alguém que em meio há tantos trechos de histórias alheias, busca uma para si próprio. Uma que lhe mostre o seu passado, pois houve um, fora dali, algum dia.</span></p>
<p><span style="color:#808000;">O personagem de Selton Mello não é um mecenas, nem tão pouco alguém que realiza sonhos das pessoas. Figura num patamar acima de um sucateiro, por não comprar objetos danificados, nem tampouco de ir à caça deles. Por já estar estabelecido, por ter um local, por ter o seu galpão onde compra objetos usados.</span></p>
<p><span style="color:#808000;"> São as pessoas que o procuram, numa de mendigar pelo seu dinheiro. Por muitos se sentirem humilhados&#8230; E ele se vê uma fortaleza&#8230; Mas que fede&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#808000;">Numa das peças desse quebra-cabeça traçando o perfil desse homem&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#808000;"> O local me chamou a atenção &#8211; uma área industrial. De fachadas quase estéreis. Não há placas indicativas. Mas todos sabem o caminho de lá. Apesar da claridade exterior&#8230; ao penetrarem naquele portão&#8230; sentem o peso da alma&#8230; mas precisam do dinheiro&#8230; e lhes restam quase nada para uma troca.</span></p>
<p><span style="color:#808000;">Uma outra, é o seu fascínio por dois objetos em especial.</span></p>
<p><span style="color:#808000;">Dois objetos que o levam a inspirar uma história para o seu pai. Ou seria uma para si mesmo, lhe dando um consolo. Mas por que aqueles dois objetos? E para onde teria ido o seu pai? Por que não ficou olhando o filho? Lhe fazendo sentir-se amado&#8230; estimado&#8230; A figura paterna lhe consome&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#808000;"><strong>O cheiro que vem do ralo</strong>&#8230; que ao mesmo tempo que o faz mostrar àquelas pessoas que se há algo sujo ali não parte dele, mas do ralo. Vai criando nele um escudo para aquilo que exerce. Se veria como a flor de lótus?</span></p>
<p><span style="color:#808000;">Sua relação com mulheres lhe é angustiante&#8230; Querendo-as apenas como um depositário de seu gozo? A faxineira é a única que tem um acesso a ele. </span></p>
<p><span style="color:#808000;">Um filme que nos leva a montar esse quebra-cabeça peça por peça. Sem pressa.</span></p>
<p><span style="color:#808000;"> O personagem é instigante. Selton Mello dá um show! Os outros também estão incríveis; com cenas que ficarão na memória.</span></p>
<p><span style="color:#808000;"> E que, como o personagem principal tem dificuldade em guardar nomes&#8230; em meio a tantas histórias anônimas&#8230; enfim, ele terá a sua história</span></p>
<p><span style="color:#808000;">Eu gostei! Nota: 10.</span></p>
<p><span style="color:#808000;">Por: Valéria Miguez (LELLA).</span></p>
<p><span style="color:#808000;"><strong>O Cheiro do Ralo</strong>. Brasil. 2007. Direção e Roteiro: Heitor Dhala. Com: Selton Mello, Paula Braun, Lourenço Mutarelli, Flávio Bauraqui, Sílvia Lourenço, Susana Alves. Gênero: Comédia, Drama. Duração: 100 minutos. Classificação: 14 anos.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Figlie senza Padre]]></title>
<link>http://mayraglouis.wordpress.com/2008/02/01/figlie-senza-padre/</link>
<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 18:56:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>mayraglouis</dc:creator>
<guid>http://mayraglouis.wordpress.com/2008/02/01/figlie-senza-padre/</guid>
<description><![CDATA[Il padre è l&#8217;assente inaccettabile. La nostalgia di un padre sconosciuto, che non ti ha inizia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">Il padre è l&#8217;assente inaccettabile.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">La nostalgia di un padre sconosciuto, che non ti ha iniziato alla vita, può distruggere la vita di un essere umano.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">Non si può raccontare di un vuoto.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">La più profonda, tra le funzioni paterne, è proprio quella di aprire al figlio, che è ancora nell&#8217;infanzia, &#8220;le porte di un altro mondo&#8221;, quello della vita adulta.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">Si può dare un nome alla solitudine, all&#8217;insoddisfazione, elencare gli atteggiamenti che si assumono, le abitudine insane per compensare un&#8217;assenza.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">Sono figlia a metà.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">Sono genitore di me stessa, oramai, dopo essere caduta in ogni buca, aver dato un nome all&#8217;emozione, ed esser risalita su dal mio fondo&#8230;<br />
</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">Che dire ad un ragazza adolescente, anch&#8217;ella senza padre, che dice di avere tutto, ma che in fondo non ha nulla?<br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">Lei è smarrita, non ha certezze, non è sicura di nulla, ha paura di restare sola…<br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">Intimamente crede che se suo padre non l&#8217;ha voluta, accettata, cercata, chi mai lo farà?<br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">Eugenio Borgna nel suo ultimo libro <em>L&#8217;attesa e la speranza, edito da Feltrinelli </em>descrive della figura del padre, aprendo nella vita umana la prospettiva della speranza. Egli afferma che il padre, oltre ad aver iniziato il processo che ha dato luogo alla vita, è colui che dovrebbe aprire l&#8217;esistenza dell&#8217;individuo allo slancio verso il futuro, che è appunto il tempo della speranza.<br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">Mentre la figura materna, se tutto è andato bene, è innanzitutto il luogo del passato felice, e della nostalgia.<br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">E&#8217; per questo che la scomparsa del padre porta spesso con sé il richiudersi della prospettiva della speranza, assieme a quella del futuro.<br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">Più in generale, è il rapporto col tempo, la dimensione dinamica della vita, e la sua prospettiva, che l&#8217;assenza paterna mette drammaticamente in pericolo.<br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">Spesso oggi i giovani faticano a trovare il gusto dell&#8217;impresa e del rischio, dell&#8217;entrare nel tempo e, spesso, si rifugiano in una sorta di caldo immobilismo, al riparo della madre, o di una società cui chiedono accudimento materno.<br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">La speranza &#8220;senza la quale non si vive&#8221;, come lascia intravedere Borgna, si sviluppa comunque nella relazione con un &#8220;tu&#8221;, con un altro da sé, cui l&#8217;adolescente senza padre, che tende a rinchiudersi in una relazione fusionale con la madre, non ha di solito accesso.<br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">E&#8217; proprio questa chiusura che rende la sua situazione così difficile.<br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">Chiunque può essere quel &#8220;tu&#8221; altro da sé. Quel tu che può aiutare a far uscire chi è smarrito, dal vortice delle sue paure e difficoltà, quel &#8220;tu&#8221;, di cui il figlio senza padre ha disperatamente bisogno per aprirsi alla speranza nella vita. Quell&#8217;&#8221;altro&#8221;, diverso da sé, che guarda e ascolta con affetto e interesse, senza avvolgere, e rispecchiare i suoi bisogni, come si teme che faccia la madre.<br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;">In quanto figura della diversità, e dell&#8217;apertura al resto del mondo, un amico, senza tornaconto, può essere d&#8217;enorme aiuto alla figlia senza padre, spesso chiusa in un labirinto di specchi.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#a6a6a6;font-family:Georgia;"><img src="http://mayraglouis.wordpress.com/files/2008/02/brokenheart.jpg" alt="brokenheart.jpg" /><br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#948a54;font-family:Georgia;">Ho dovuto navigare tanto il mare salato dell&#8217; assenza di mio padre.<br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#948a54;font-family:Georgia;">Un figura che appartiene oggi solo al mio DnA e non combacia con la mia anima.<br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#948a54;font-family:Georgia;">Ciò che ho imparato in questa vita è sacro, ed è frutto delle mie lacrime, delle unghie che graffiavano cuscini, del dolore inflitto, della voglia di farla finita che è sfumata via da quando ho compreso appieno dell&#8217;Immenso valore che ho per me.<br />
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<p><span style="font-size:10pt;color:#948a54;font-family:Georgia;">Quindi tu che pensi di non farcela, che  senti di essere il nulla, o di non valere niente, sappi che ti stai sbagliando, e che la luce di cui hai bisogno, devi farla uscire fuori, guardando dentro te.<br />
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