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	<title>filmaco &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "filmaco"</description>
	<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 12:03:47 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Lifted – or The Story Is In The Movies, Keep Your Eyes On The Screen]]></title>
<link>http://gabrielritter.wordpress.com/2009/09/22/lifted-%e2%80%93-or-the-story-is-in-the-movies-keep-your-eyes-on-the-screen/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 02:50:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>gabrielritter</dc:creator>
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<description><![CDATA[Up, novo filme da Pixar, é perfeito para ser o tema inicial deste blog por alguns bons motivos – e a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Up, novo filme da Pixar, é perfeito para ser o tema inicial deste blog por alguns bons motivos – e a cena inicial é um deles. Um garotinho sentado em uma poltrona de cinema assistindo a um filme com a empolgação e a paixão típicas de uma criança. Esse olhar pela primeira vez, esse encantar-se com a</p>
<div id="attachment_19" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-19 " title="O olhar" src="http://gabrielritter.wordpress.com/files/2009/09/up-63.jpg?w=300" alt="Olhar para a tela como se fosse a primeira vez." width="300" height="137" /><p class="wp-caption-text">Olhar para a tela como se fosse a primeira vez.</p></div>
<p>magia de algo novo se aproxima bastante do que eu senti vendo UP (sensação que se deveu, em boa parte, – mas não se limitou – ao uso da tecnologia de exibição em três dimensões).</p>
<p>O efeito de 3D te joga ainda mais dentro do filme, no sentido de nos fazer habitar o espaço da tela<a href="#_ftn1">[1]</a>, e ainda assim isso não se dá pelo artifício em si mesmo: como é da Pixar que estamos falando, o uso deste recurso é absolutamente sensível, como já fica denunciado logo nessa primeira seqüência. De início, não parece haver nada de especial na projeção: vemos uma espécie de cinejornal em branco-e-preto, liso, sem saltar aos olhos, sem escapar da superfície da tela. Eis que, de repente, o plano se abre, salta da tela, e vemos uma sala de cinema que quase se sobrepõe àquela em que estamos sentados. Da superfície para a profundidade, da imanência para a transcendência, é essa a idéia do filme – e deste blog: por isso Up se mostra tão oportuno para o post inaugural.</p>
<p>Não preciso falar muito da habilidade e doçura com que o filme mostra, sinteticamente, o relacionamento entre Carl e Ellie, numa seqüência sem falas que rivaliza com os fantásticos vinte minutos iniciais de Wall-E. Não que a fala não seja importante – é preciso destacar como velho e criança se aproximam justamente por causa dessa dicotomia: o silêncio rabugento de Carl e as inúmeras perguntas de Russel. É justamente daí que o filme –e seus personagens – tiram o seu vigor: porque se há momentos em que é preciso estar em silêncio para poder apreciar a beleza e se deslumbrar, há outros em que se faz necessária a busca, a pergunta, a tentativa de descobrir motivos e caminhos.</p>
<div id="attachment_21" class="wp-caption aligncenter" style="width: 290px"><img class="size-full wp-image-21 " title="O vôo" src="http://gabrielritter.wordpress.com/files/2009/09/up-32.jpg" alt="Momento de suspensão." width="280" height="219" /><p class="wp-caption-text">Momento de suspensão.</p></div>
<p>O filme pode, no momento em que os balões coloridos surgem e a casa alça vôo, destruir as fundações e vertiginosamente flutuar pelo céu. Mas não há suspensão total: o vôo é breve, e é necessário retornar à superfície. Em parte, pelo menos. A alternância entre casa no céu e pé no chão, entre balões coloridos e paisagem repetitiva é necessária. Não à toa, a imagem mais recorrente do filme é a dos dois personagens principais funcionando como âncora para a casa flutuante: não a deixam voar para longe e se perder, mas por outro lado não abrem mão de uma certa suspensão do solo.</p>
<p>E, ao contrário do que uma leitura preguiçosa do filme poderia sugerir, esse vôo não é um retorno ao passado, uma nostalgia que enxerga o que veio antes melhor do que há agora. Em Up, o que interessa é justamente o contrário: o passado é apenas o ponto de partida, é o que motiva e permite a viagem.</p>
<div id="attachment_22" class="wp-caption alignleft" style="width: 221px"><img class="size-full wp-image-22   " title="A casa" src="http://gabrielritter.wordpress.com/files/2009/09/up-41.jpg" alt="Arcabouço de memórias como propulsão para o desejo de aventura." width="211" height="202" /><p class="wp-caption-text">Arcabouço de memórias alimenta o desejo de aventura.</p></div>
<p>A casa cheia de souvenires e lembranças é o que, de início, serve de nave para que Carl viaje e encarne o “espírito de aventura”. Que ele não consiga deixá-la para trás quando já não precisa mais dela para alcançar seu objetivo é apenas um indício de que, obviamente, aquele arcabouço de memórias era muito menos instrumento de viagem do que elemento efetivo e motivador. Da mesma maneira, é importante notar que, quando a casa é finalmente deixada pra trás, o acontecimento não é inteiramente acidental. Trata-se de uma questão de escolha: Carl escolhe salvar seus novos companheiros de viagem e livrar-se do tal explorador, fantasma de um desejo de aventura que já não condizia mais com o que Carl desejava. Nessa escolha, a casa cai por entre as nuvens e torna-se o desenho ideal de um “futuro do pretérito” que Carl não mais almeja alcançar.</p>
<p>Up torna visíveis as duas direções da aventura de seu personagem: o percurso horizontal da busca e o sentido vertical do autoconhecimento. E por percorrer tão bem os espaços da tela, por explorar de maneira tão cheia de significados a geometria dos planos, Up dá a ver o que está por trás da imagem, o que só existe porque o garotinho está sentado na poltrona de cinema olhando. “Up”, no fim das contas, não é ir pra cima no plano da imagem, mas sair de trás e vir pra frente da tela do cinema: a verdadeira tridimensionalidade, que alcança o espectador de maneira tanto mais contundente por causa do uso original do 3D. Uma transcendência que só é possível porque existe a imanência da superfície plana; um cinema que salta aos olhos por ser sensível, tanto no sentido concreto da tecnologia que faz a imagem nos rodear quanto no sentido abstrato da pungência com que a beleza do filme nos atinge.</p>
<p><em>But if the world could remain within a frame</em></p>
<p><em>Like a painting on a wall</em></p>
<p><em>Then I think we would see the beauty, then,</em></p>
<p><em>We would stand staring in awe</em></p>
<p><em>At our still lifes posed</em></p>
<p><em>Like a bowl of oranges</em></p>
<p><em>Like a story told</em></p>
<p><em>By the fault lines and the soil</em></p>
<p>(“Bowl of Oranges” – Bright Eyes. Do disco</p>
<p><em>Lifted – or The Story Is In The Soil, Keep Your Ear to</em><em> the Ground</em>)</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-13" title="Casa nas costas" src="http://gabrielritter.wordpress.com/files/2009/09/up-51.jpg" alt="Casa nas costas" width="296" height="222" /></p>
<p>Com os dois pés no chão e uma casa voadora presa às costas: é assim que eu começo.</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref1">[1]</a> A referência a EDUARDO VALENTE e <a href="http://www.revistacinetica.com.br/cannes09dia1.htm">seu texto para a Cinética</a> não é acidental.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Watchmen - O filme"]]></title>
<link>http://qualquergordotemblog.wordpress.com/2009/03/31/watchmen-o-filme/</link>
<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 01:24:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>qualquergordotemblog</dc:creator>
<guid>http://qualquergordotemblog.wordpress.com/2009/03/31/watchmen-o-filme/</guid>
<description><![CDATA[Who watched The Watchmen? Comparo a experiência de Zack Snyder em filmar Watchmen com a do cara que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_101" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-101" title="jorelwatchmen" src="http://qualquergordotemblog.wordpress.com/files/2009/03/jorelwatchmen.png" alt="Who watched The Watchmen?" width="400" height="329" /><p class="wp-caption-text">Who watched The Watchmen?</p></div>
<p>Comparo a experiência de Zack Snyder em filmar Watchmen com a do cara que resolve transformar seu carro em um “low rider” (aquele, bem rebaixadão). Nego pega aquele carro clássico, antigo, conversível, longo, mexe na suspensão, rebaixa, pinta com cores fortes, muda o estofamento, troca o painel, “apeluceia os volantes”, pendura uns dados no para-brisa e tá lá, aquele carro lindão! Pronto pro cara se exibir pros manos dele e para as gordinhas de bunda grande e shortinho! Agora vê se o cara leva a mulher dele grávida, com a bolsa rompida, pronta pra parir um catarrento, com aquele carro? O bicho não corre! Não foi feito pra isso! É um carro para exibição e não para corrida. Assim também é “Watchmen”: Um filme que Snyder fez para mostrar e dizer “Olha como eu consigo ser fiel a história em quadrinhos original”, mas que não “anda”, não se preocupa em contar uma história e só começa a empolgar mesmo, do meio pra frente.</p>
<p>O que não quer dizer que o filme seja uma merda, muito pelo contrário. A direção de arte é fantástica, a maquiagem e a trilha sonora idem, a preocupação com os detalhes é impressionante, tanto quanto a coragem em filmar certas cenas de violência, sexo e nudez (<a href="http://www.celeb-porn.info/malin-akerman/malin-akerman-nude-01.jpg">nesse quesito faltou um pouco mais por parte da Srta. Malin Akerman, que NESSE filme, tira pouco a roupa</a>). Precisava só se preocupar mais em contar a história, em conduzir o espectador. Mesmo um cara que curta quadrinhos e que conheça a série (ainda que não tenha a lido inteirinha, como eu) fica meio “perdido” durante o filme, que divaga bastante (não mais que a própria série em quadrinhos), mostra a trajetória de cada herói e tantos detalhes que nos faz ficar ansiosos pelo lançamento em DVD, quando poderemos prestar melhor atenção em tudo (será que essa não é a intenção?).</p>
<p>É impossível não comparar com “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, ainda hoje a melhor adaptação dos quadrinhos para o cinema, justamente porque o diretor cagou pros originais do Frank Miller (O filme não tem nada a ver com a obra, originalmente &#8220;The Dark Knight Returns&#8221; só faz referência a algumas histórias do Morcegão, dentre elas &#8220;A piada mortal&#8221; do Moore e do Brian Bolland) se preocupou em contar uma história e não em ser fiel. Mas justiça seja feita, Snyder fez o melhor que pôde. Afinal não é fácil transformar um calhamaço de 400 páginas, 12 capítulos e uma arte que dá até medo de tentar reproduzir em uma obra audiovisual. Podia ser uma minissérie de TV (que emissora bancaria uma série com tanto sexo e violência?), podia ser uma trilogia (O que obrigaria o primeiro filme a ser muito mais dinâmico para poder fisgar o espectador e fazê-lo se interessar pelos outros filmes), mas tinha que ser um filmaço de quase três horas de duração.</p>
<p>Pior que isso é só a decepção de um cara que tenta ser o mais fiel possível ao Criador, procura reproduzir a sua obra com extrema precisão e ouve dele “O filme Watchmen me soa como minhocas regurgitadas. E eu tenho nojo de minhocas”. Alan Moore é o Deus cruel dos quadrinhos.</p>
<p><a href="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/2009/03/04/ainda-infilmavel/" target="_blank">Não gostou dessa merda? Leia uma crítica que presta aqui</a></p>
<p>Dave Gibbons também é autor de Watchmen e deu seu aval para o filme.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Batman - O Cavaleiro das Trevas]]></title>
<link>http://fadingsunsbr.wordpress.com/2008/07/22/batman-o-cavaleiro-das-trevas/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 21:05:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Holz</dc:creator>
<guid>http://fadingsunsbr.wordpress.com/2008/07/22/batman-o-cavaleiro-das-trevas/</guid>
<description><![CDATA[Sinopse: Com a presença de Batman para defender os moradores de Gotham City, os criminosos têm muito]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Sinopse</strong>: Com a presença de Batman para defender os moradores de Gotham City, os criminosos têm muito o que temer. O Homem-Morcego, com a ajuda do tenente Jim Gordon e do promotor público Harvey Dent, lutará contra o crime organizado, comandado por seu arquiinimigo, o Coringa.</p>
<p>Leitores deste blog, este filme é um épico. Há muito não via um filme desta forma e foi muito bem conduzido. A trama se desenvolve de forma simples e não é nada prevísvel.</p>
<p>Tenho só a acrescentar que é muito bem dirigido e tem como a atuação dos atores ótima. Uma pena que Heath Ledger morreu, pois ele foi O Coringa.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 395px"><img src="http://img80.imageshack.us/img80/4023/201949id1azh9.jpg" alt="O cavaleiro das trevas" width="385" height="571" /><p class="wp-caption-text">O cavaleiro das trevas</p></div>
</div>]]></content:encoded>
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