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	<title>filme-noir &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/filme-noir/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "filme-noir"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 12:03:02 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[À Beira do Abismo (The Big Sleep)]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2009/07/31/a-beira-do-abismo-the-big-sleep/</link>
<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 19:37:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Philip Marlowe (Humphrey Bogart) é contratado para ficar de olho em Carmen, filha do General ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://lella.wordpress.com/files/2009/07/a-beira-do-abismo_poster.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4260" title="a-beira-do-abismo_poster" src="http://lella.wordpress.com/files/2009/07/a-beira-do-abismo_poster.jpg" alt="a-beira-do-abismo_poster" width="370" height="501" /></a>&#8220;<em>Philip Marlowe (Humphrey Bogart) é contratado para ficar de olho em Carmen, filha do General Sternwood, que está andando com más companhias e pode trazer problemas. Marlowe se apaixona pela outra filha de Sternwood, a mais velha, Vivien (Lauren Bacall), que o detesta. A partir daí, uma trama muito mais intrincada aparece, fazendo deste um dos grandes filmes noir do cinema</em>.&#8221;</p>
<p>a história é super enrolada, com todo tipo de clichê e cenário: casa de milionário, estufa escaldante, escritório decadente, cassino, casa afastada, carro no rio, surra no beco etc !!!<br />
os diálogos são uma história à parte, rápidos, sarcásticos, intrincados!!</p>
<p><a href="http://lella.wordpress.com/files/2009/07/bacall.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4261" title="bacall" src="http://lella.wordpress.com/files/2009/07/bacall.jpg?w=202" alt="bacall" width="157" height="234" /></a>Lauren jovenzinha linda e maravilhosa desfila c uma coleção de vestidos espetacular!!<br />
na cena do beijo no carro, dão-lhe um brilho no rosto q a faz deslumbrante, parece q ela está implorando: ME DÁ UMA BEIJOCA AQUI!! irresistível!! aw aw!!!!</p>
<p>precisam ver o carro do Marlowe &#8211; é uma geringonça estilosa q marca presença!<br />
ninguém tranca os carros, ele abre a porta de todos, e neles verifica uma etiquetinha com o nome do dono, endereço e tudo mais !!! nem precisa de internet, né?!!! hilário!!!<br />
o Marlowe, vivido por Bogart, aparece em outros filmes e tem de fazer sucesso mesmo: magrelo, sarcástico, desbochado (mistura de desbocado com debochado), o típico baixinho folgado abusado!! bate e apanha muito bem!!</p>
<p>um dos &#8220;bandidos&#8221; tem a morte mais bem morrida da história do cinema!!!<br />
vou treinar pra morrer parecido!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk</p>
<p>TODO MUNDO FUMA DESBRAGADA E FURIOSAMENTE!!!<br />
a imagem ao fundo do THE END é um cinzeiro c 2 cigarros esfumaçando!!!! ai ai!!</p>
<p>afinal, escrito por Raymond Chandler, dirigido pelo Howard Hawks e com roteiro do William Faulkner o filme é covardia pura, né?!!!</p>
<p>gentem!!! dêm (agora sem êe) uma olhada no currículo do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Raymond_Chandler">Raymond</a> na Wikipedia!!<br />
o cara merece um filme só para ele !!!! vix!!!</p>
<p>Por: Claudio Hess.</p>
<p><strong>À Beira do Abismo (The Big Sleep)</strong>. 1946. EUA. Gênero: Crime, Filme-Noir,  Policial, Thriller. Duração: 114 minutos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alguns Offs / Meu processo criativo]]></title>
<link>http://cafasorridente.wordpress.com/2009/07/21/alguns-offs-meu-processo-criativo/</link>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 05:09:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>cafasorridente</dc:creator>
<guid>http://cafasorridente.wordpress.com/2009/07/21/alguns-offs-meu-processo-criativo/</guid>
<description><![CDATA[OFF 1 Merda. Merda. Merda. A confissão, o medo, o risco. A profissão. Não era com a cabeça enfiada d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/07/double-indemnity.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1138" title="double.indemnity" src="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/07/double-indemnity.jpg" alt="double.indemnity" width="390" height="290" /></a></p>
<p>OFF 1</p>
<p>Merda. Merda. Merda. A confissão, o medo, o risco. A profissão. Não era com a cabeça enfiada dentro de uma latrina que eu esperava terminar meus dias. Pombas, não era assim que eu esperava terminar nem ao menos essa noite. Eu aguardava a volúpia do beijo dalguma amante. Porém, braços peludos e musculosos tolhem minha liberdade, e molham meu rosto contra essa pérfida água. Onde deveria mergulhar bosta, é emerso meu rosto. Malditos.</p>
<p>OFF 2</p>
<p>Como fui parar nesse ponto? As surras que me deram meus algozes não impedem-me de lembrar com exatidão o porque dessa situação. Sou um jornalista ético e batalhador. Estava em LA, onde iria entrevistar Michael Jackson. Porém, o puto tinha de morrer misteriosamente. Repentinamente. Isso não iria funcionar comigo. Eu iria até o fim dessa história.</p>
<p><a href="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/07/film_noir_00021.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1137" title="film_noir_0002" src="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/07/film_noir_00021.jpg" alt="film_noir_0002" width="494" height="400" /></a></p>
<p>OFF 3</p>
<p>Cheguei antes que a mídia comprada ao hospital onde Michael foi recebido. Como uma teimosa libélula que é atraída pela luz, eu era magnetizado pelo mistério daquela história. Eu iria apagar fogo com gasolina. Jogar toda a farofa no ventilador. Eu tava fumando mais que uma puta apaixonada. E a cada trago, a cada baforada, podia sentir o hálito da verdade, fungando meu pescoço. Mas os médicos nada me diziam. O corpo inerte de Michael encerrava dentro de si os detalhes de seu passamento. E me era claro, que pessoas interessadas não deixariam barato minha sanha pela verdade.</p>
<p>OFF 4</p>
<p>Com um fiapo de história, eu dirigia a esmo pelas luxuosas ruas da capital da Califa. Surfando o néon das ruas, impregnadas de vício, onde até os sinais de transito cheiram a sexo. Um pensamento obssessivo não saía de minha mente. Michael empacotou por causa de um rabo de saia. Daqueles de pirar a cabeça de um homem. Quem seria essa fantasmagórica femme fatalle? ISSO FOI UM CRIME SEXUAL. Um informante surpresa me daria a pista que eu precisava.</p>
<p><a href="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/07/les-echos-noirs-0924.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1135" title="les echos noirs 0924" src="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/07/les-echos-noirs-0924.jpg" alt="les echos noirs 0924" width="497" height="209" /></a></p>
<p>OFF 5</p>
<p>De volta a Belo Horizonte, sentia-me cada vez mais paranóico. Não confiava nem mesmo no meu fiel câmera. Minha estágiaria estava surpreendentemente desaparecida. Meus cartões bloqueados. Dias sem dormir, o gosto amargo do cigarro em minha boca, me preparei para continuar a reportagem. Com a forte sensação de estar sendo observado.</p>
<p>OFF 6</p>
<p>Então eles me pegaram. Mas o jornalista aqui tem seus truques. Consegui escapar. (PAUSA) Porém, não consegui chegar muito longe. Engraçado, como tudo se parece, daqui do chão. No final de todas as coisas.</p>
<p style="text-align:center;">___________________________*________________________</p>
<p style="text-align:right;">Como ficou:</p>
<p style="text-align:left;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/9Ve6zEZJZSU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/9Ve6zEZJZSU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lolita - Vladimir Nabokov]]></title>
<link>http://memoriasealem.wordpress.com/2009/04/02/lolita-vladimir-nabokov/</link>
<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 14:22:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>admivan</dc:creator>
<guid>http://memoriasealem.wordpress.com/2009/04/02/lolita-vladimir-nabokov/</guid>
<description><![CDATA[No clube do livro, este mês, discutiremos o clássico Lolita, de Vladimir Nabokov. http://clubedolivr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[No clube do livro, este mês, discutiremos o clássico Lolita, de Vladimir Nabokov. http://clubedolivr]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rio Noir]]></title>
<link>http://inconspicuo.wordpress.com/2009/03/16/rio-noir/</link>
<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 20:13:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>maozao</dc:creator>
<guid>http://inconspicuo.wordpress.com/2009/03/16/rio-noir/</guid>
<description><![CDATA[Ontem me dei conta do clima Noir que fazia por aqui. Descia pela minha rua, era uma noite úmida noit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ontem me dei conta do clima Noir que fazia por aqui. Descia pela minha rua, era uma noite úmida noite e o pavimento molhado refletia as luzes dos postes. Um neblina fina se desenrolava pelo ar, imperceptível exceto pela aura que gerava em torno das luzes das casas e dos rastros que cruzavam meu caminho deixados por faróis de carros. Rio de Janeiro cidade estilo filme-noir. Nunca tinha olhado por esse ângulo eu acho, e curiosamente era não era sábado. Era um domingo, eu acabara de visualizar uma cena típica do Frank Miller, quando um carro pôs uma seta para a direita e encostou do meu lado.</p>
<p>Era minha carona que acabara de cruzar meu caminho, um leprechaun, uma anã e um jogador de futebol.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Morte Passou por Perto (Stanley Kubrick, 1955)]]></title>
<link>http://multiplot.wordpress.com/2008/07/06/a-morte-passou-por-perto-stanley-kubrick-1955-2/</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 21:53:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Henrique Boaventura</dc:creator>
<guid>http://multiplot.wordpress.com/2008/07/06/a-morte-passou-por-perto-stanley-kubrick-1955-2/</guid>
<description><![CDATA[Primeiro filme comercial de Kubrick, A Morte Passou por Perto (Killer&#8217;s Kiss) teve importânica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Primeiro filme comercial de Kubrick, A Morte Passou por Perto (Killer&#8217;s Kiss) teve importânica fundamental na carreira do diretor. Após levantar um orçamento extremamente limitado de apenas 40 mil dólares (os diálogos precisaram ser gravados posteriormente pela precariedade dos equipamentos), o jovem diretor (e produtor, e roteirista, e fotógrafo, e editor) de 26 anos venderia seu filme a MGM por US$ 70 mil e abriria algumas portas para uma carreira inigualável. Por Daniel Dalpizzolo, o segundo texto do Especial Stanley Kubrick:</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://blogs.elcomercio.com.pe/lasoga/KubrickKillerKiss.jpg" alt="" width="435" height="342" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong>A Morte Passou por Perto (Killer&#8217;s Kiss, 1955)</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A Morte Passou Por Perto é um esboço de muitos dos elementos característicos e que marcariam os filmes seguintes de Kubrick, sob forma de um pequeno &#8211; em todos os sentidos &#8211; filme-B. Narração em off, uso do flash-back, experimentações de enquadramento e montagem de planos, travellings laterais, fotografia carregada e rebuscada, iluminação dura e com luzes estourando na tela e composições visuais detalhadas são lembradas constantemente como algumas das principais marcas visuais do diretor, e vez por outra surgem para fazer deste seu primeiro trabalho um ensaio particular e charmoso.</p>
<p style="text-align:justify;">Mesmo fazendo parte da filmografia de um dos mais autorais realizadores da segunda metade do século passado, tudo não passa de um filme típico da época, marcada dentre outras coisas pelo auge de um dos mais deliciosos movimentos cinematográficos da velha Hollywood, o noir &#8211; o filme inclusive se assemelha em certos aspectos às produções de Joseph Lewis, sem querer compará-las porque Lewis estava anos luz à frente e fazia obras-primas &#8211; utilizando muito bem os elementos básicos do estilo: fotografia escura, ambientes decadentes, retrato do submundo noturno e a femme fatalle, mulher cuja principal função vital é causar problemas ao protagonista. Kubrick balanceia tudo isso e entrega um produto bem eficiente dentro de suas limitações.</p>
<p style="text-align:justify;">Limitações que são perceptíveis no decorrer do filme, já que a produção é das mais baratas, independente e feita ao custo de U$ 40 mil, o que faz com que seja recheada de problemas técnicos. Os efeitos sonoros e diálogos, por exemplo, tiveram de ser gravados em estúdio depois das filmagens já que Kubrick não tinha dinheiro suficiente para captá-los ao mesmo tempo que as imagens. É por isso que constantemente há falta de sincronia entre o que se vê e o que se ouve, sem contar a pouca profundidade no som &#8211; e embora coisas inadmissíveis à carreira de um perfeccionista como Stanley, acabam superando a defeituosidade e se estabelecendo como uma curiosidade a mais para a produção.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas Kubrick ainda encontra algumas formas de driblar as adversidades. Ainda muito jovem, o diretor (apenas 26 anos na época), que também assinava roteiro, produção, direção de fotografia e edição de som e imagem, faz de alguns momentos os responsáveis por evitar um distanciamento tão sensível deste filme em relação aos outros filmes menores &#8211; ou menos bons &#8211; de sua filmografia, acrescentando através da câmera bem pensada um charme à banalidade da estrutura narrativa e da trama.</p>
<p style="text-align:justify;">Três seqüência são fundamentais para ver A Morte Passou Por Perto como um pequeno exercício de aprimoramento: a primeira é a já famosa cena da luta de boxe, que impressiona pela agilidade e versatilidade no posicionamento da câmera ao longo da luta, deixando inicualmente as lentes receosas a entrarem no rigue e acompanhando toda a movimentação por detrás das cordas, a imagem trêmula e direcionando o olhar especialmente à região peitoral, onde eram disparados os socos mais fortes. Com o aumento da intensidade da luta a câmera passa a interagir com a briga, encontrando espaço em meio aos atletas e inclusive, em certo momento, tomando o lugar de um deles, subjetivando as imagens numa cena de nocaute.</p>
<p style="text-align:justify;">A segunda não é tão explícita nem complexa, e deve normalmente passar despercebida, mas representa muito bem a classe de Kubrick no do preenchimento do espaço de tela disponível: a seqüência em que o boxeador fala com o tio ao telefone. É incrível o número de informações passadas em dimensões e tempo tão pequenos. Em primeiro plano vemos Davey com o telefone, de costas a um espelho, e ao fundo, através do reflexo, pode-se ver a movimentação no apartamento da dançarina, fazendo da imagem um painel de três camadas &#8211; a primeira composta pelo boxeador e todos os objetos existentes ao seu redor, a segunda pelos reflexos do boxeador e dos objetos e por fim a terceira, da qual fazem parte a garota e o seu apartamento. Tudo isso em uma tela letterbox.</p>
<p style="text-align:justify;">Já a terceira seqüência, na realidade, é o terceiro ato por completo, tenso e muito bem coreografado ao estilo inconfundível dos filmes policiais da época, mas com um tremendo diferencial: outra vez Kubrick merece grande destaque por suas escolhas no que diz respeito à construção da ação, conferindo um realismo irrepreensível à perseguição que envolve o cafetão e o boxeador &#8211; em especial nos momentos sobre o telhado do edifício, quando utiliza apenas os sons dos passos como trilha sonora e, assim, deixa um longo silêncio pontuar o ritmo da cena.</p>
<p style="text-align:justify;">Também é no terceiro ato que se localiza a cena mais popular de A Morte Passou Por Perto, a briga entre os dois em uma sala recheada de manequins. A ação é fotografada com precisão &#8211; a câmera de mão pode ser um recurso batido, mas normalmente funciona quando bem empregado &#8211; e encerra de maneira excitante um filme que, embora irregular, é fundamental por abrir as portas do cinema ao que viria a ser um dos nomes mais populares de sua história recente.</p>
<p style="text-align:justify;">2/4</p>
<p style="text-align:right;"><em>Daniel Dalpizzolo</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Course :: Alfred Hitchcock ~ Genius At Work]]></title>
<link>http://alfredhitchcock.wordpress.com/2008/01/10/course-alfred-hitchcock-genius-at-work/</link>
<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 21:43:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>holidayeveryday</dc:creator>
<guid>http://alfredhitchcock.wordpress.com/2008/01/10/course-alfred-hitchcock-genius-at-work/</guid>
<description><![CDATA[Description Alfred Hitchcock was more than merely a crafty director of thrillers; the master of susp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3>Description</h3>
<p>Alfred Hitchcock was more than merely a crafty director of thrillers; the master of suspense was also a master of the nascent art form in which he worked, shaping it in ways that have not yet been surpassed. &#8220;Alfred Hitchcock: Genius at Work&#8221; will offer students insight into both the man and his approach to filmmaking. Using Donald Spoto&#8217;s The Art of Alfred Hitchcock: Fifty Years of His Motion Pictures as a primary text, this course will demonstrate how Hitchcock melded Victorian popular culture and Modern art into a film style that demonstrated all the power of the fledgling medium. The course will also examine the director&#8217;s life to give students a sense of how Hitchcock translated his history and view of the world into celluloid. Tracing his work and how it evolved over time, the course will spotlight such films as Blackmail (1929), Rear Window (1954), Vertigo (1958), North by Northwest (1959), Psycho (1960), and The Birds (1965). By the end of the course, students will have a thorough understanding Alfred Hitchcock&#8217;s lasting impact and his reputation as the greatest director in the history of film. The course is the first in a &#8220;Genius at Work&#8221; series designed to profile extraordinary individuals from history through their livelihoods. The series will examine subjects&#8217; occupational processes and philosophies to better understand how they found and practiced their calling.</p>
<h3>Objectives</h3>
<ul>
<li>Learn who Alfred Hitchcock was as his contemporaries and co-workers saw him</li>
<li>Understand the times in which Hitchcock lived, the ways he transformed his cinema and transcended historical limitations, and the ways his era shaped his vision</li>
<li>Learn about Hitchcock&#8217;s day-to-day working methods</li>
<li>Examine the film technique Hitchcock called &#8220;Pure Cinema&#8221;</li>
<li>Recognize the themes that run through Hitchcock&#8217;s career and define his vision</li>
<li>Look in-depth at some of Hitchcock&#8217;s earlier and later films to gain clear insight into his artistic growth</li>
<li>Understand how Hitchcock&#8217;s influence continues to shape the ways we view and make movies</li>
</ul>
<h3>Course Materials:</h3>
<p><a href="http://alfredhitchcock.files.wordpress.com/2008/01/clip-image001.gif"><img src="http://alfredhitchcock.files.wordpress.com/2008/01/clip-image001-thumb.gif?w=104&#038;h=159" style="border:0 none;" alt="clip_image001" border="0" height="159" width="104" /></a><b>The Art of Alfred Hitchcock: Fifty Years of His Motion Pictures<br />
</b>The monumental scope of Hitchcock&#8217;s work remains unsurpassed by any other movie director, past or present. <i>Psycho, Rear Window, The Birds</i> and <i>Vertigo</i> are only a few of his classics.d his superb analysis &#8212; still the Hitchcockian commentary after 15 years in print.</p>
<h3>Additional Materials:</h3>
<p><a href="http://alfredhitchcock.files.wordpress.com/2008/01/clip-image004.jpg"><img src="http://alfredhitchcock.files.wordpress.com/2008/01/clip-image004-thumb.jpg?w=74&#038;h=109" style="border:0 none;" alt="clip_image004" border="0" height="109" width="74" /></a><b>Hitchcock&#8217;s Notebooks: An Authorized and Illustrated Look inside the Creative Mind of Alfred Hitchcock<br />
</b>With the complete cooperation of the Hitchcock estate and unprecedented access to the director&#8217;s notes, files, and archives, Dan Auiler takes you from the very beginnings of story creation to the master&#8217;s final touches during post-production. Actual production notes from Hitchcock&#8217;s masterpieces join detailed interviews with key production personnel, including writers, actors and actresses, and his personal assistant of more than thirty years.</p>
<p><a href="http://alfredhitchcock.files.wordpress.com/2008/01/clip-image006.jpg"><img src="http://alfredhitchcock.files.wordpress.com/2008/01/clip-image006-thumb.jpg?w=74&#038;h=109" style="border:0 none;" alt="clip_image006" border="0" height="109" width="74" /></a><b>The Dark Side of Genius: The Life of Alfred Hitchcock<br />
</b>Spoto&#8217;s 1983 biography is being reproduced in honor of the famous director&#8217;s centennial. The book was well received at the time of its publication, even managing to snag an Edgar Award. For this anniversary edition, Spoto has added a new introduction. The text is buttressed with numerous photographs and a detailed filmography.</p>
<p><a href="http://alfredhitchcock.files.wordpress.com/2008/01/clip-image008.jpg"><img src="http://alfredhitchcock.files.wordpress.com/2008/01/clip-image008-thumb.jpg?w=74&#038;h=97" style="border:0 none;" alt="clip_image008" border="0" height="97" width="74" /></a><b>Hitchcock<br />
</b>A master filmmaker&#8217;s classic about the master filmmaker, now revised and updated in paperback.</p>
<p><a href="http://alfredhitchcock.files.wordpress.com/2008/01/clip-image010.jpg"><img src="http://alfredhitchcock.files.wordpress.com/2008/01/clip-image010-thumb.jpg?w=74&#038;h=91" style="border:0 none;" alt="clip_image010" border="0" height="91" width="74" /></a><b>Vertigo: The Making of a Hitchcock Classic<br />
</b>Alfred Hitchcock&#8217;s 1958 psychological masterpiece <i>Vertigo</i> is one of the most dissected, discussed, and revered films of all time. Now, for the first time, the story of this remarkable film is revealed. Writing with the full cooperation of the director&#8217;s family, many crew members, and the film&#8217;s restoration team, film historian Dan Auiler offers an in-depth re-creation of the making of Hitchcock&#8217;s signature thriller.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ponto de situação]]></title>
<link>http://carnepcanhao.wordpress.com/2007/12/12/ponto-de-situacao/</link>
<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 17:55:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>carnepcanhao</dc:creator>
<guid>http://carnepcanhao.wordpress.com/2007/12/12/ponto-de-situacao/</guid>
<description><![CDATA[Actualmente estamos a trabalhar no guião da série e brevemente vamos começar a filmar em fundo verde]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Actualmente estamos a trabalhar no guião da série e brevemente vamos começar a filmar em fundo verde.</p>
<p>Estamos também a estruturar e desenhar o site que deverá ser coerente com a estética da série.</p>
<p>Aqui vai um pequeno teste que fizemos,</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/nhxxy_h6MBY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/nhxxy_h6MBY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Aceitam-se sugestões.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
