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	<title>filosofando &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/filosofando/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "filosofando"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 00:53:17 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[xpower pra geral!]]></title>
<link>http://acknowledging.wordpress.com/2009/12/22/xpower-pra-geral/</link>
<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 14:01:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>raazinha</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ah, o Natal! Sentimentos lindos florescendo, aquela esperança de um fim de ano mágico, quem sabe até]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><a href="http://acknowledging.wordpress.com/files/2009/12/lala.jpg"><img class="size-full wp-image-23 alignleft" title="ppglam" src="http://acknowledging.wordpress.com/files/2009/12/lala.jpg" alt="" width="302" height="240" /></a></em></p>
<p><em>Ah, o Natal!</em> Sentimentos lindos florescendo, aquela esperança de um fim de ano mágico, quem sabe até um amor de verão&#8230; E logo vem o ano novo. E o que faz a virada do ano ser tão especial? Os viciados em usar branco e pular sete ondinhas podem descascar todo aquele blábláblá de boas vibrações, mas sabemos mesmo é que o &#8216;ano novo&#8217; é a melhor desculpa já inventada!  Todos os planos para o ano seguinte, <span style="text-decoration:line-through;">aqueles que você escreveu na agenda ou pendurou no mural no começo do ano e depois de um mês escondeu na gaveta</span>, foram ignorados e agora você tem mais uma chance para escrever tudo outra vez e fingir que desse ano não passa. A verdade é que você pode simplesmente trocar o 9 pelo 10. Por que gastar mais papel? As baboseiras são sempre as mesmas, afinal. Emagrecer, renovar o guarda-roupa, não se estressar tanto com a sua avó, tentar ser mais gentil com as pessoas que te cercam&#8230; arranjar um namorado e passar de ano. Tudo igual, ano após ano. Não importa quantas vezes você as reescreva, essas frases malignas estão sempre fugindo de você como o diabo foge da cruz. E o motivo pelo qual você nunca consegue cumprir seus propósitos é: você não quer cumprir. Quero dizer, claro que é muito bonitinho você querer ser mais simpática e querida com todo mundo, mas falando sério? Você é do jeito que é e nada vai mudar. As pessoas adquirem ou perdem hábitos, mas a essência é sempre a mesma. A não ser, você sabe, que haja ação divina ou (quem sabe?) um acidente gravíssimo, com aquela coisa toda de &#8216;nascer de novo&#8217;.</p>
<p>O caso é que&#8230; com planos para o próximo ano ou não, a expectativa do novo ano é sempre excitante. Ainda mais quando você vai começar algo novo como entrar na faculdade, ingressar em um emprego novo, mudar de colégio ou, então, juntar suas tranqueiras com alguém e sair de casa! O importante é que todo mundo saiba que não precisamos da virada do ano para mudarmos certas coisas. Você não tá gostando do jeito com que anda agindo com certas pessoas? Mude seu comportamento. Não quer continuar engordando e virar uma porca? Feche a boca. Não aguenta mais levar desaforo pra casa? Mande todo mundo à merda. Não suporta mais ser a única encalhada do grupo? Se joga, querida. A força de vontade nessas horas é essencial.</p>
<blockquote><p>A filosofia é tão simples que não tem como não nascer sabendo: quem não tem coragem para correr atrás do quer vai passar a vida toda vivendo através dos outros.</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chat 21 a 27/dez]]></title>
<link>http://leitaoemacao.wordpress.com/2009/12/21/chat-21-a-27dez/</link>
<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 11:55:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leitão</dc:creator>
<guid>http://leitaoemacao.wordpress.com/2009/12/21/chat-21-a-27dez/</guid>
<description><![CDATA[Olá, pessoal! Segue mais um post para chat nessa semana&#8230; Fiquem à vontade para perguntar, tira]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" src="http://leitaoemacao.com/im/chat.gif" alt="" width="142" height="142" />Olá, pessoal!</p>
<p>Segue mais um post para chat nessa semana&#8230;</p>
<p><strong>Fiquem à vontade para perguntar, tirar dúvidas e interagir!</strong></p>
<p>Obrigado pela grande participação de todos(as)!</p>
<p>Abraços! Leitão</p>
<p><em>PS.: Abaixo do campo de mensagem, tem um &#8220;click&#8221; para que você receba avisos de respostas em seu email &#8211; é só informar seu nome/email/msg/click.<br />
Além dos RSS do post e comentários logo abaixo.<br />
</em></p>
<p><strong>Leia também&#8230;</strong></p>
<p><em><strong>&#62; </strong></em><a href="http://leitaoemacao.wordpress.com/?s=chat+segue" target="_blank">Histórico de Chat&#8217;s (muitas dicas!)</a></p>
<p><a href="http://leitaoemacao.com/email.asp"><img title="Gráficos e dicas em seu e-mail..." src="../files/2009/04/botao_email_post_leitao_novo.gif" alt="Gráficos e dicas em seu e-mail..." width="430" height="33" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[It's funny not to find it all a little bittersweet...]]></title>
<link>http://thequeenofnoise.wordpress.com/2009/12/12/its-funny-not-to-find-it-all-a-little-bittersweet/</link>
<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 06:46:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Boo!</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sabe que as vezes eu tenho aquela sensação de que sempre que você tenta se desligar de algo, ou de a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sabe que as vezes eu tenho aquela sensação de que sempre que você tenta se desligar de algo, ou de alguém, ou de alguma coisa e deixar que as coisas tomem seus devidos rumos, no devido fluxo, no devido tempo sem que você fique tentando adivinhar o que está acontecendo por trás e as intenções de tudo e todos a sua volta&#8230; A vida vai lá e me joga uma do tipo &#8220;vai, tente não adivinhar essa daqui agora!&#8221; e ri da minha cara.</p>
<p>Essa é uma das coisas que eu aprendi com o Caio (ai que saudade de falar cntg todos os dias&#8230; tão bons conselhos!), a gente não precisa ficar tentando entender a vida, porque cara, um dia ela se entende sozinha e se ajeita como tiver de ser, e por mais que a gente tente de tudo para fazer com que ela vire X, ela vai virar Y se ela quiser. Independente da nossa vontade, ou das nossas conclusões absurdas completamente movidas pelo coração. É, porque o órgão pra ser burro. Tô pra ver mais burro cara, só sabe se ferrar e continuar pedindo, <em>implorando</em>, pra se ferrar. E isso, não é normal.<br />
Também não é normal ser nostálgica igual eu, porque caraca, tá pra nascer mais besta, eu sou daquelas que consegue fechar os olhos e lembrar até o cheiro do perfume e com algum esforço &#8211; ou nem tanto &#8211; a música que tocava no fundo. As palavras exatas, as expressões faciais, e mesmo algumas corporais. E ai eu lembro de momentos, e lembro de situações, e começo a analisar tudo, como se fosse alguma espécie de especialista nesse tipo de coisa, como se eu soubesse mesmo o que eu estou fazendo. E o pior, é que eu sei, acredite, eu costumo analisar pro lado certo. Ultimamente descobri que consigo canalizar tudo isso pra histórias, as quais eu venho escrevendo desde sempre, e que quando eu consigo canalizar meus sentimentos não resolvidos pras minhas histórias, os personagens reais resolvem tomar conta da minha vida denovo.</p>
<p>Super parece jogo, brincadeira, ou sei lá o que. A vida as vezes parece que quer acabar comigo, tipo, vai lá querida, sofra. Vai te fazer bem&#8230; Ou as vezes nem é isso, vai saber. As vezes nem vou sofrer, perdi uma vez justamente por pensar assim, e quer saber, estou me borrando de medo de perder denovo. E posso assumir, ok, finjam que não estou assumindo.<br />
ESTOU MESMO, morrendo de medo. Medo porque estou me envolvendo e dessa vez eu não consigo me controlar, perdi as redeas da situação, e me assusta porque aparentemente ele também andou perdendo as redeas dele, anda fazendo tudo sem o mínimo de cautela pra que eu não note, e parece estar tão nostalgicamente desesperado por uma segunda chance quanto eu. Ou vai ver é o que minha cabeça quer que eu pense.</p>
<p>Viu como eu sou confusa? Tá pra nascer pessoa mais confusa que eu ._.<br />
Bom, é que hoje foi um daqueles dias em que eu consigo concluir pela 14864634876356415 o quanto insistir no Will é um caso perdido, o quanto ele não quer melhorar ou mudar de vida, o quanto ele continua tão igual ao que era antes, cheio de orgulho e preconceito ridiculo, duvidando de mim quando não estou dando motivos &#8211; e não estou mesmo &#8211; e me deixando sozinha, e fazendo todas as coisas que ele não deveria se está com tanto medo de me perder. PRINCIPALMENTE, quando alguém parece  tão determinado a voltar&#8230; Alguém que ele tem o que temer na verdade. E que ele simplesmente não percebe.<br />
É INCRÍVEL como o radar dele não funciona justamente com quem deveria&#8230;</p>
<p>E eu mal posso esperar pelas férias. Pra ir e dar a cara a tapa, e resolver tudo isso. Gente, já é fim de ano, olha, faltam o que? Uns treze dias pro Natal e eu nem comprei presente pra ninguém, aqui em casa não tem nem árvore, e quer saber, se eu acreditasse em Papai Noel eu deixaria uma cartinha na botinha que tá enfeitando a sala escrita bem assim &#8220;Baby all I want for Xmas is you&#8221;.<br />
Não dizem que ele sabe de tudo? Bom velhinho e panz? Então, ele que balance o saco dele lá e traga o meu presente pra cá também&#8230; UHAUHAHUAHUAHUAHUA bom, agora eu preciso dormir.<br />
Depois de confundir a cabeça do pai, e a cabeça da Mandy, a minha própria e agora inclusive a cabeça do meu blog, as 4:44 da manhã (ELE TAÁAA PENSANDO EM MIIIIIIM *.*) vou me jogar no travesseiro na cama da minha mãe, não consigo nem chegar perto do Will agora. É pedir demais.</p>
<p>Nighty Night :*</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[An Awesome Book indeed]]></title>
<link>http://silviavinas.wordpress.com/2009/12/09/an-awesome-book-indeed/</link>
<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 18:58:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>silviavinas</dc:creator>
<guid>http://silviavinas.wordpress.com/2009/12/09/an-awesome-book-indeed/</guid>
<description><![CDATA[Today I would like to recommend a children&#8217;s book. It&#8217;s that kind of children&#8217;s bo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone" title="Awesome Book" src="http://cache1.bigcartel.com/product_images/1666957/Dallas_Clayton_An_Awesome_World_small.jpg" alt="" width="750" height="750" /></p>
<p>Today I would like to recommend a children&#8217;s book. It&#8217;s that kind of children&#8217;s book that adult readers seem to need more than children. An Awesome Book, written and illustrated by Dallas Clayton (who I will get to e-mail interview for CREO Magazine this month) is a much needed reminder on chasing our dreams, no matter how strange or unattainable they might seem to the skeptics around us.</p>
<p>Dallas Clayton reminds us of the time when we were children and dreaming of things like &#8220;watermelon boats&#8221; didn&#8217;t seem ridiculous. With a narrator that speaks directly to children, Dallas indirectly points out to the adult reader their misguided dreams; for example, he says some now dream of cars, and &#8220;not one that runs on jellybeans&#8230; but one that&#8217;s reg-u-lar.&#8221;</p>
<p>He calls on children to keep dreaming, even of those things that others have never dreamt about. With his melodious prose, Dallas Clayton chastises those of us who&#8217;ve stopped dreaming, and encourages children to not be afraid of their dreams.</p>
<p>Reading this book to your child might just benefit you as much (or even more) as reading those long self-help books written by Ph.D holding authors. And if you are like me, you will get something new out of it after every read.</p>
<p>To see the inside, go to: http://www.veryawesomeworld.com/awesomebook/inside.html</p>
<p>To find out more about the book, and to buy your own copy, go to: http://www.veryawesomeworld.com/</p>
<p>To read more by Dallas Clayton, go to: http://dallasclayton.com/</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chat 07 a 13/dez]]></title>
<link>http://leitaoemacao.wordpress.com/2009/12/07/chat-07-a-13dez/</link>
<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 10:58:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leitão</dc:creator>
<guid>http://leitaoemacao.wordpress.com/2009/12/07/chat-07-a-13dez/</guid>
<description><![CDATA[Olá, pessoal! Segue mais um post para chat nessa semana&#8230; Fiquem à vontade para perguntar, tira]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" src="http://leitaoemacao.com/im/chat.gif" alt="" width="142" height="142" />Olá, pessoal!</p>
<p>Segue mais um post para chat nessa semana&#8230;</p>
<p><strong>Fiquem à vontade para perguntar, tirar dúvidas e interagir!</strong></p>
<p>Obrigado pela grande participação de todos(as)!</p>
<p>Abraços! Leitão</p>
<p><em>PS.: Abaixo do campo de mensagem, tem um &#8220;click&#8221; para que você receba avisos de respostas em seu email &#8211; é só informar seu nome/email/msg/click.<br />
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</em></p>
<p><strong>Leia também&#8230;</strong></p>
<p><em><strong>&#62; </strong></em><a href="http://leitaoemacao.wordpress.com/?s=chat+segue" target="_blank">Histórico de Chat&#8217;s (muitas dicas!)</a><em><br />
</em></p>
<p><a href="http://leitaoemacao.com/email.asp"><img title="Gráficos e dicas em seu e-mail..." src="../files/2009/04/botao_email_post_leitao_novo.gif" alt="Gráficos e dicas em seu e-mail..." width="430" height="33" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chat 30/nov a 06/dez]]></title>
<link>http://leitaoemacao.wordpress.com/2009/12/03/chat-30nov-a-06dez/</link>
<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 22:30:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leitão</dc:creator>
<guid>http://leitaoemacao.wordpress.com/2009/12/03/chat-30nov-a-06dez/</guid>
<description><![CDATA[Olá, pessoal! Segue mais um post para chat nessa semana&#8230; Fiquem à vontade para perguntar, tira]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" src="http://leitaoemacao.com/im/chat.gif" alt="" width="142" height="142" />Olá, pessoal!</p>
<p>Segue mais um post para chat nessa semana&#8230;</p>
<p><strong>Fiquem à vontade para perguntar, tirar dúvidas e interagir!</strong></p>
<p>Obrigado pela grande participação de todos(as)!</p>
<p>Abraços! Leitão</p>
<p><em>PS.: Abaixo do campo de mensagem, tem um &#8220;click&#8221; para que você receba avisos de respostas em seu email &#8211; é só informar seu nome/email/msg/click.<br />
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</em></p>
<p><strong>Leia também&#8230;</strong></p>
<p><em><strong>&#62; </strong></em><a href="http://leitaoemacao.wordpress.com/?s=chat+segue" target="_blank">Histórico de Chat&#8217;s (muitas dicas!)</a><em><br />
</em></p>
<p><a href="http://leitaoemacao.com/email.asp"><img title="Gráficos e dicas em seu e-mail..." src="../files/2009/04/botao_email_post_leitao_novo.gif" alt="Gráficos e dicas em seu e-mail..." width="430" height="33" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Saber programar es tan básico cómo saber matemáticas?]]></title>
<link>http://surrealistaracional.com/2009/11/29/%c2%bfsaber-programar-es-tan-basico-como-saber-matematicas/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 06:00:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marco Castillo</dc:creator>
<guid>http://surrealistaracional.com/2009/11/29/%c2%bfsaber-programar-es-tan-basico-como-saber-matematicas/</guid>
<description><![CDATA[Siempre he creído que sin importar la disciplina en la cual trabajemos, todos los profesionistas deb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-236" title="java" src="http://marcoantoniocastillo.wordpress.com/files/2009/11/java.jpg?w=112" alt="" width="112" height="150" /></p>
<p>Siempre he creído que sin importar la disciplina en la cual trabajemos, todos los profesionistas deberíamos tener ciertas habilidades básicas. Por ejemplo, sin importar la profesión, considero que toda persona con título universitario debería saber comunicarse efectivamente,  tener un conocimiento básico de estadística y  saber usar una computadora.</p>
<p>Lo que nunca me imaginé es que saber programar podría llegar a convertirse en una de estas habilidades. Para mi desgracia, conforme más pasa el tiempo, estoy empezando a creer que voy a necesitar saber programar en C++ o JAVA ya que saber estos lenguajes puede ser tan necesario cómo hablar inglés en el mediano plazo.</p>
<p>Hace unos años pensaba que solamente los ingenieros (y no todos) necesitaban saber programar. Consideraba que saber HTML básico era mucho más de lo que iba a necesitar en mi vida cómo economista.</p>
<p>Sin embargo, el último año me ha sorprendido el ver cómo gente de diversas disciplinas sabe programar ya sea en Java, C++ o Python por nombrar algunos lenguajes. Probablemente esto ya ocurría desde hace mucho tiempo y apenas estoy saliendo de mi burbuja de Excel y programas con interfases amigables.</p>
<p>Por ejemplo, la maestría en finanzas de Berkeley pide como requisito de admisión el saber programar en C++. No sé la razón exacta de este requisito pero me imagino que ha de ser para crear algoritmos o para correr modelos y simulaciones dado que Excel tiene muchas limitantes. Por otro lado, hace tiempo leí un artículo de una persona que usa teoría de juegos para predecir escenarios políticos. Este académico (que no recuerdo su nombre) creó un programa que permite correr una infinidad de escenarios con más de 50 agentes al mismo tiempo. Obviamente, el autor necesitó saber programar para crear sus modelos.</p>
<p>En mi trabajo me sorprende que hay varios miembros de mi equipo que saben programar y usan estas habilidades en industrias tan diversas cómo lo son la industria del comercio, las aseguradoras y los bancos.</p>
<p>Los diseñadores también necesitan saber programar. De hecho, mucho del trabajo que ellos hacen requiere saber JAVA. Para dar un ejemplo, el Media Lab de MIT creó un <a href="http://processing.org/" target="_blank">lenguaje</a> de programación utilizado para programar imágenes y animaciones. Este lenguaje ha sido utilizado por empresas como “Motion Theory” para crear comerciales para Nike, Budweiser y Hewlett Packard.</p>
<p>Ahora me pregunto… ¿Por qué abandoné mis intentos de ser programador cuándo tenía 15 años?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O ANJO DA COMPREENSÃO]]></title>
<link>http://rematteoni.wordpress.com/2009/11/27/o-anjo-da-compreensao/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:43:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>rematteoni</dc:creator>
<guid>http://rematteoni.wordpress.com/2009/11/27/o-anjo-da-compreensao/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Quando compreendemos quem realmente somos, uma transformação total se processa em nossas vida]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8220;Quando compreendemos quem realmente somos, uma transformação total se processa em nossas vida]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre Fotografia, de Susan Sontag]]></title>
<link>http://rematteoni.wordpress.com/2009/11/27/sobre-fotografia-de-susan-sontag-3/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 12:12:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>rematteoni</dc:creator>
<guid>http://rematteoni.wordpress.com/2009/11/27/sobre-fotografia-de-susan-sontag-3/</guid>
<description><![CDATA[Meu novo livro de cabeceira, gente. &#8220;No rosto das pessoas, quando ignoram que estão sendo obse]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Meu novo livro de cabeceira, gente. &#8220;No rosto das pessoas, quando ignoram que estão sendo obse]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eskela del 17 de noviembre de 2009]]></title>
<link>http://zarathustrasama.wordpress.com/2009/11/26/eskela-del-17-de-noviembre-de-2009/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:48:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zarathustra sama</dc:creator>
<guid>http://zarathustrasama.wordpress.com/2009/11/26/eskela-del-17-de-noviembre-de-2009/</guid>
<description><![CDATA[Ha fallecido judiamente Jacobo Boucchechter Sarfati, ultimo de los 7 hermanos originales, muerto ofi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ha fallecido judiamente Jacobo Boucchechter Sarfati, ultimo de los 7 hermanos originales, muerto oficialmente a las 9:20 pm, murio de un paro cardiaco, despues de 4 meses de agonia, te extrañare, padre.</p>
<p>Te dedicare estas letras a ti, porke tu sabes lo mucho ke yo llegue a apreciarte en vida, y como un homenaje postumo escribire.</p>
<p>Gracias por enseñarme todo lo ke aprendi de ti, a pesar del gran costo ke causo a tu ser, tu vida y tu cuerpo.  No tengo palabras ke puedan explicar lo infinitamente agradecido ke estoy, por haberme mostrado la vida como la  conozco.</p>
<p>Llevo en mi cuerpo tu legado genetico, has ganado el derby biologico, pasastes tus genes a mi generacion.  Fuistes un ser humano existoso.  Lastima ke nunca pude llegar a conocerte realmente, nunca pude deducir kien eras en tus adentros.  Pude estudiar tus diferentes facetas en vida, como te dirimias en tus grandes contradicciones: un valiente cobarde, un sociopata racional, un bruto inteligente, inclemente y compasivo, un sabio tonto, un suicida amante de la vida.</p>
<p>Se ke te fuistes en paz, ojala encuentres lo ke en vida no pudistes alcanzar en los verdes campos eliseos.</p>
<p>Te extrañare padre.</p>
<p><a href="http://zarathustrasama.wordpress.com/files/2009/11/0013.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-49" title="0013" src="http://zarathustrasama.wordpress.com/files/2009/11/0013.jpg" alt="" width="497" height="372" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[More Fool Me]]></title>
<link>http://daggerpoint.wordpress.com/2009/11/26/more-fool-me/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 17:12:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gradow</dc:creator>
<guid>http://daggerpoint.wordpress.com/2009/11/26/more-fool-me/</guid>
<description><![CDATA[Here am I [Aqui estou] Who while away the mornings [Quem quando distante as manhãs] Since you&#8217;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://3.bp.blogspot.com/_f6t3SvQes_4/Sh_6qHY1gnI/AAAAAAAAAgQ/gBO3pjNNKQU/s400/pic6.jpg" alt="" /><br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/b-QbOhY9o6g&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/b-QbOhY9o6g&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
Here am I<br />
<span style="color:#888888;">[Aqui estou]</span><br />
Who while away the mornings<br />
<span style="color:#888888;">[Quem quando distante as manhãs]</span><br />
Since you&#8217;ve gone<br />
<span style="color:#888888;">[Desde que você partiu]</span><br />
Too long have I lay alone<br />
<span style="color:#888888;">[Muito tempo fiquei sozinho]</span><br />
Not knowing which way to turn.<br />
<span style="color:#888888;">[Sem saber que caminho tomar]</span></p>
<p>And there you are<br />
<span style="color:#888888;">[E aí está você]</span><br />
Quite sure that you were right<br />
<span style="color:#888888;">[Certa de que estava certa]</span><br />
Knowing full well<br />
<span style="color:#888888;">[Sabendo muito bem]</span><br />
That I&#8217;d be the first one<br />
<span style="color:#888888;">[Que eu seria o primeiro]</span><br />
To go down<br />
<span style="color:#888888;">[A cair]</span></p>
<p>And you&#8217;d be the one who was laughing<br />
<span style="color:#888888;">[E seria você quem estaria rindo]</span><br />
Except when things weren&#8217;t going your way<br />
<span style="color:#888888;">[Exceto quando as coisas não corressem como planejado]</span><br />
And then the lady would say that she&#8217;s had enough<br />
<span style="color:#888888;">[E então a senhorita diria que já é o bastante]</span><br />
Wandering around on her own<br />
<span style="color:#888888;">[Vagar por aí sozinha]</span></p>
<p>The day you left<br />
<span style="color:#888888;">[O dia em que você partiu]</span><br />
Well I think you knew you&#8217;d not be back<br />
<span style="color:#888888;">[Eu acho que você sabia que não iria voltar]</span><br />
Well at least it would seem that way<br />
<span style="color:#888888;">[Bem, pelo menos parecia que sim]</span><br />
Because you never said goodbye<br />
<span style="color:#888888;">[Pois você nunca disse adeus]</span><br />
But when it comes round to you and me<br />
<span style="color:#888888;">[Mas quando se trata de você e eu]</span><br />
I&#8217;m sure it will work out alright<br />
<span style="color:#888888;">[Eu sei que vai dar tudo certo]</span></p>
<p>And you&#8217;d be the one who was laughing<br />
<span style="color:#888888;">[E seria você quem estaria rindo]</span><br />
And giving me something I don&#8217;t need<br />
<span style="color:#888888;">[E me dando algo que eu não preciso]</span><br />
And you know, I&#8217;d always hold you and keep you warm<br />
<span style="color:#888888;">[E você sabe que eu sempre te seguraria e te manteria aquecida]</span><br />
Oh! more fool me<br />
<span style="color:#888888;">[Oh! que tolice minha]</span></p>
<p>Ah, but when it comes<br />
<span style="color:#888888;">[Ah, mas quando se trata]</span><br />
Round to you and me<br />
<span style="color:#888888;">[De você e eu]</span><br />
I ask myself<br />
<span style="color:#888888;">[Eu me pergunto]</span><br />
Do I really believe<br />
<span style="color:#888888;">[Se acredito mesmo]</span><br />
In your love<br />
<span style="color:#888888;">[Em seu amor]</span></p>
<p>Yes, I&#8217;m sure it will work out alright.<br />
<span style="color:#888888;">[Sim, eu tenho certeza que vai dar tudo certo]</span><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
A qualidade do áudio está horrível, então quem quiser uma versão melhor para ouvir pode baixar <a href="http://www.4shared.com/file/160321307/dd3bd085/03_More_Fool_Me_Live.html">a versão gravada em 1998 do álbum Genesis Archive</a>.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
Essa imagem é a personagem Sandra Templeton do filme Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (Big Fish), meu filme favorito. É um romance muito bacana que conta a história de Edward Bloom desde sua infância até sua velhice. Foca-se, principalmente, no limite entre realidade e ficção e como os fatos em si são chatos e frios, sem emoção.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[um bom ano (12)]]></title>
<link>http://rematteoni.wordpress.com/2009/11/26/um-bom-ano-12/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 12:13:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>rematteoni</dc:creator>
<guid>http://rematteoni.wordpress.com/2009/11/26/um-bom-ano-12/</guid>
<description><![CDATA[é ano de aprender a entregar ao universo e esperar.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[é ano de aprender a entregar ao universo e esperar.]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A veces pienso... hasta donde llegarás google...?]]></title>
<link>http://humanopensante.wordpress.com/2009/11/25/a-veces-pienso-hasta-donde-llegaras-google/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 04:50:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>humanopensante</dc:creator>
<guid>http://humanopensante.wordpress.com/2009/11/25/a-veces-pienso-hasta-donde-llegaras-google/</guid>
<description><![CDATA[Algunas veces concientizo cuando me veo utilizando algún &#8220;producto&#8221; de google , y no lle]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://humanopensante.wordpress.com/files/2009/11/google-yahoo-microsoft.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-111" title="google-yahoo-microsoft" src="http://humanopensante.wordpress.com/files/2009/11/google-yahoo-microsoft.jpg?w=300" alt="" width="300" height="204" /></a>Algunas veces concientizo cuando me veo utilizando algún &#8220;producto&#8221; de google , y no llego a conclusiones tan sanas.</p>
<p>Este verdadero pulpo de la red quiere ser eso; google == Inet, y creo que es mucho. Se que operacional y laboralmente es muy buena, puede ser por eso que se refleje lo productivo e innovador de sus productos y &#8220;servicios&#8221;.</p>
<p>Pero si existe el monopolio&#8230; estoy seguro que esto va hacia alla.</p>
<p>Opiniones?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["In vino veritas"]]></title>
<link>http://textosquegostariadeterescrito.wordpress.com/2009/11/24/in-vino-veritas/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 00:18:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vinícius Caligares</dc:creator>
<guid>http://textosquegostariadeterescrito.wordpress.com/2009/11/24/in-vino-veritas/</guid>
<description><![CDATA[CONTARDO CALLIGARIS A educação dos gostos pode parir inquietante uniformidade; é o que acontece com ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>CONTARDO CALLIGARIS</p>
<table width="250">
<tbody>
<tr>
<td>
<hr size="2" /><strong><em>A educação dos gostos pode parir inquietante uniformidade; é o que acontece com o vinho</em></strong><em> </em></p>
<hr size="2" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>DUAS SEMANAS atrás, enquanto saboreávamos uma garrafa de Pomerol, um amigo me contou que, durante uma viagem recente, seus anfitriões chineses tinham insistido para que ele experimentasse um vinho da parte da Mongólia que é região autônoma da China. Meu amigo se preparou para o pior, mas, surpresa, o vinho da Mongólia era um cabernet muito parecido com um bom Bordeaux.</p>
<p>Melhor para meu amigo. Mas duvido que a terra da Mongólia seja igual à das colinas bordelesas. Tampouco o cultivo da vinha cabernet é uma tradição mongol.<br />
Em compensação, numa pesquisa na internet, encontrei ao menos um viticultor da Mongólia que declara envelhecer seu vinho, durante dois anos, em barris de carvalho importados da França. Esse processo confere ao vinho gosto e buquê específicos, que, nos últimos 20 anos, tornaram-se uma espécie de padrão do vinho da região de Bordeaux. Resultado: o vinho da Mongólia está pronto para satisfazer a maioria dos consumidores americanos, europeus etc., mas nunca saberemos o que teria sido um vinho da Mongólia, se ele tivesse existido. Os viticultores da Mongólia perderam a chance de inventar uma cultura do vinho que lhes seja própria, e nós, a de apreciar um gosto novo, diferente. O mundo perdeu um pouco de sua diversidade possível.<br />
&#8220;In vino veritas&#8221; significa que o vinho solta a língua: quem bebe revela verdades. Lendo &#8220;Gosto e Poder&#8221;, de Jonathan Nossiter (Companhia das Letras; Nossiter é o diretor do filme &#8220;Mondovino&#8221;, de 2004), a expressão ganha outro sentido: a evolução do vinho, nas últimas três décadas, mundo afora, diz verdades incômodas sobre os perigos da globalização, ou seja, sobre um processo que transforma não só os produtos dos quais fruímos mas também o nosso gosto.<br />
Em 1899, Thorstein Veblen previa que, &#8220;no futuro&#8221;, o consumo ostensivo de artigos de luxo não seria suficiente para confirmar o privilégio de classe. O consumidor, ele pensava, deverá se tornar um entendedor, capaz de ostentar seu saber sobre os objetos que ele consome (Veblen listava: roupa, arquitetura, drogas e, é claro, bebida).<br />
A necessidade de cultivar a faculdade estética e de conversar sobre o gosto levará os mais ricos a abandonar a vida ociosa para se instruir um pouco -o suficiente para justificar as escolhas e as preferências.<br />
Essa transformação prevista por Veblen tem um lado simpático: afinal, mesmo quem não dispuser dos meios para adquirir e usufruir terá acesso ao saber sobre o que seria bom consumir, e esse saber &#8220;enobrecerá&#8221; o consumidor, promovendo-o socialmente pela educação dos gostos. Problema: a &#8220;educação dos gostos&#8221; é capaz de parir uma inquietante uniformidade do gosto. A história recente do vinho, mostra Nossiter, é um exemplo disso. Três tempos:<br />
1) O consumidor &#8220;futuro&#8221; de Veblen pode aprender tudo sobre &#8220;domaines&#8221; e safras, mas esse esforço não o dispensa de justificar suas escolhas pelo próprio prazer que seu vinho preferido lhe proporciona. Aqui, ele encontra duas dificuldades. Como descrever e transmitir esse prazer? E como se certificar de que sua preferência não seja singular e arbitrária?<br />
2) Imaginemos que, nesta hora, surja alguém (Robert Parker?) que invente uma linguagem para descrever as qualidades gustativas e olfativas do vinho. Se for uma linguagem barroca e um tanto tola, melhor ainda: seu uso meio hermético confortará o consumidor com a impressão de pertencer a uma &#8220;confraria&#8221;.<br />
E imaginemos que o mesmo Parker proponha seu próprio gosto como critério universal de classificação de todos os vinhos.<br />
Eis que o consumidor &#8220;futuro&#8221; dispõe das palavras que ele procurava e de um sistema classificatório que, se ele o aceitar, tornará seu gosto menos questionável e &#8220;arbitrário&#8221;. Claro, são as palavras e o gosto de um outro, mas nada é perfeito, não é?<br />
3) Imaginemos agora que um enólogo amigo de Parker (Michel Rolland?) descubra e comercialize a receita para transformar os vinhos de quase qualquer território (por que não da Mongólia?) de modo que correspondam ao gosto de Parker, que se tornou o gosto de quase todos. Em suma, a dita educação dos gostos produziu o triunfo de um gosto só (e, é claro, um excelente negócio).<br />
A todos, boa leitura e boa meditação sobre o futuro de nosso gosto globalizado. Só uma coisa: nem tudo é ruim na globalização. Por exemplo, sou a favor da aparição de queijos &#8220;tipo&#8221; taleggio, camembert etc. no meio da cultura autóctone do queijo de minas e do queijo prato. E talvez, sem os barris franceses, o vinho da Mongólia seja intragável. Mas essa é outra história.</p>
<p><span style="font-size:xx-small;">São Paulo, quinta-feira, 19 de novembro de 2009</span> <img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/images/ilustrad.gif" alt="" hspace="10" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[um bom ano (11)]]></title>
<link>http://rematteoni.wordpress.com/2009/11/24/um-bom-ano-11/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:46:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>rematteoni</dc:creator>
<guid>http://rematteoni.wordpress.com/2009/11/24/um-bom-ano-11/</guid>
<description><![CDATA[é ano de de finalmente aprender a se conectar com deus.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[é ano de de finalmente aprender a se conectar com deus.]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Previdência Privada e Feijão Tropeiro]]></title>
<link>http://leitaoemacao.wordpress.com/2009/11/24/previdencia-privada-e-feijao-tropeiro/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:38:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leitão</dc:creator>
<guid>http://leitaoemacao.wordpress.com/2009/11/24/previdencia-privada-e-feijao-tropeiro/</guid>
<description><![CDATA[Outro dia, em um churrasco com os amigos, à beira do fogão a lenha, estava ouvindo meus amigos conve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-2432" src="http://leitaoemacao.wordpress.com/files/2009/11/fogao-a-lenha.jpg?w=224" alt="" width="224" height="300" />Outro dia, em um churrasco com os amigos, à beira do fogão a lenha, estava ouvindo meus amigos conversando sobre Previdência Privada.</p>
<p>No fogão estávamos fazendo um belo feijão tropeiro com uma couve mineira refogada no alho e óleo.</p>
<p>Enquanto isso a conversa seguia&#8230; Um dizia que está preocupado com o futuro e que não confia na Previdência do governo, e que tinha iniciado uma previdência privada com 100,00 por mês, visando lá adiante depois dos 60&#8230;. Outro, disse que era mais agressivo, e estava colocando 150,00, para adiantar um pouco lá para os 50.</p>
<p>Eu fiquei só observando aquela conversa enquanto dava umas colheradas na panela de tropeiro&#8230;</p>
<p>Enquanto isso eles continuaram. Um dizia que com mais 20 anos de contribuição estava livre de trabalhar, outro mais &#8220;otimista&#8221; dizia que com mais 15 anos estava finalmente livre, e que não aguentava mais ir na empresa todo santo dia (já tinha mais de 20 anos de firma).</p>
<p>Derrepente viraram pra mim, me censurando sobre as colheradas na panela, e me perguntando: &#8220;- E você, Leitão? Tem previdência privada? Quando vai se aposentar?&#8221;</p>
<p>Eu disse: &#8220;Não tenho previdência privada não, é fria! Você dá seu dinheiro para um terceiro administrar, ele faz isso mal feito e ainda lhe cobra por isso, e não devolve seu dinheiro! Vou me aposentar ano que vem!&#8221;</p>
<p>Um já deu uma engasgada com um pedaço de carne assada, o outro pegou um copo de pinga e virou&#8230;.</p>
<p>&#8212;&#8212; // &#8212;&#8212;</p>
<p>Gente, não tem coisa melhor do que nós mesmos administrarmos nossa poupança, e nossa aposentadoria. E não há lugar melhor para isso do que na Bolsa de Valores. Mas isso sem jogatinas, sem oportunismos tolos, etc&#8230;. De forma disciplinada, consciente, consistente, chegamos lá, e antes do que a gente imagina.</p>
<p>Tenho amigos muito próximos que são excelentes profissionais, muito inteligentes e competentes, mas que têm pouca educação financeira, e zero educação para Investimentos e bolsa de valores. É uma pena, pois querendo ou não, estamos em um sistema capitalista, e precisamos aprender a lidar com dinheiro.</p>
<p>Vejo muitos amigos bons em ganhar dinheiro, mas depois não sabem o que fazer com ele. E ganhar dinheiro sem saber o que fazer com ele é o mesmo que pegar água com balde furado&#8230;</p>
<p>Abraços!<br />
Leitão</p>
<p><strong>Leia também&#8230;</strong></p>
<p>&#62; <a href="http://leitaoemacao.wordpress.com/2009/08/26/renda-fixa-e-investimento-de-alto-risco/" target="_blank">Renda Fixa é investimento de alto risco!</a></p>
<p>&#62; <a href="http://leitaoemacao.wordpress.com/2009/02/05/caverna-do-dragao/" target="_blank">Caverna do Dragão</a></p>
<p>&#62; <a href="http://leitaoemacao.wordpress.com/2008/11/19/mercado-de-acoes-por-que/" target="_blank">Mercado de Ações, por quê?</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frases Inspiradoras de un blog por alli]]></title>
<link>http://cucbuk.wordpress.com/2009/11/23/frases-inspiradoras-de-un-blog-por-alli/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 02:27:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>cucbuk</dc:creator>
<guid>http://cucbuk.wordpress.com/2009/11/23/frases-inspiradoras-de-un-blog-por-alli/</guid>
<description><![CDATA[Si dices basta, estás perdido. Añade siempre, camina siempre, avanza siempre; no te pares en el cami]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Si dices basta, estás perdido. Añade siempre, camina siempre, avanza siempre; no te pares en el camino, no retrocedas, no te desvíes.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Aquí ¿Para qué estamos en este mundo? Estamos en este mundo para conocer, amar y servir a Dios y, mediante esto, salvar nuestra alma. Dios nos coloca en este mundo para que colaboremos con El en la obra de la creación, siendo cuidadores de este «jardín terrenal» y para que cuidemos también de los hombres nuestros hermanos, especialmente de aquellos que quizás no han recibido tantos dones y «talentos» como nosotros. Este es el fin de la vida de cada hombre: Amar a Dios sobre todas las cosas y salvar nuestra alma por toda la eternidad.</p>
<p>Recuerde el alma dormida, avive el seso y despierte, contemplando cómo se pasa la vida, como se viene la muerte tan callando; cuan presto se va el placer y cómo después de recordado da dolor, y como a nuestro parecer cualquier tiempo pasado fue mejor</p>
<p>&#160;</p>
<p>Not always the most talented is the best.  The best is the one who practice the most, the best is the more disciplined.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Is <em>this behavior </em>your biggest problem&#8230;. or are the biggest problems causing this behavior ?</p>
<p>&#160;</p>
<p>Guilt never goes anywhere on its own, its always bring his friends: doubt and insecurity.</p>
<p>&#160;</p>
<p>The trick with any kind of wound or disease is to dig down and found the real source of the injury&#8230; And once you&#8217;ve found it, try like hell to heal that sucker.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Life is generally a long road, and when you get to the end of it, you&#8217;re not gonna care about winning, you just gonna be relieved that you made it to the finish line.</p>
<p>&#160;</p>
<p>El verdadero sueño de nuestras vidas&#8230; Es ser capaces de soñar.</p>
<p>&#160;</p>
<p>If you need a job to give you a life, you either need a new job or a new life&#8230;</p>
<p>&#160;</p>
<p>When you know when to walk away, when you know when not to take less than you deserve&#8230; Then you&#8217;re an honorable man.</p>
<p>&#160;</p>
<p>The hardes part of kicking an habit is wanting to kick it&#8230;. We get addicted for a reason&#8230; What is that reason? It&#8217;s the high we are chasing, because the high makes everything else fade away. The thing about addiction is: it never ends well. Because eventually whatever it os that was getting us high, stops feeling good and start to hurt</p>
<p>&#160;</p>
<p>You are not a bad guy&#8230;  In a black and white world, you are a bad guy, almost always&#8230; This is not a black and white world</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chat 23 a 29/nov]]></title>
<link>http://leitaoemacao.wordpress.com/2009/11/23/chat-23-a-29nov/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:26:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leitão</dc:creator>
<guid>http://leitaoemacao.wordpress.com/2009/11/23/chat-23-a-29nov/</guid>
<description><![CDATA[Olá, pessoal! Segue mais um post para chat nessa semana&#8230; Fiquem à vontade para perguntar, tira]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" src="http://leitaoemacao.com/im/chat.gif" alt="" width="142" height="142" />Olá, pessoal!</p>
<p>Segue mais um post para chat nessa semana&#8230;</p>
<p><strong>Fiquem à vontade para perguntar, tirar dúvidas e interagir!</strong></p>
<p>Obrigado pela grande participação de todos(as)!</p>
<p>Abraços! Leitão</p>
<p><em>PS.: Abaixo do campo de mensagem, tem um &#8220;click&#8221; para que você receba avisos de respostas em seu email &#8211; é só informar seu nome/email/msg/click.<br />
Além dos RSS do post e comentários logo abaixo.<br />
</em></p>
<p><strong>Leia também&#8230;</strong></p>
<p><em><strong>&#62; </strong></em><a href="http://leitaoemacao.wordpress.com/?s=chat+segue" target="_blank">Histórico de Chat&#8217;s (muitas dicas!)</a><em><br />
</em></p>
<p><a href="http://leitaoemacao.com/email.asp"><img title="Gráficos e dicas em seu e-mail..." src="../files/2009/04/botao_email_post_leitao_novo.gif" alt="Gráficos e dicas em seu e-mail..." width="430" height="33" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agro-Imperialismo]]></title>
<link>http://vademecum21.wordpress.com/2009/11/23/agro-imperialismo/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 20:14:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vade Mecum!</dc:creator>
<guid>http://vademecum21.wordpress.com/2009/11/23/agro-imperialismo/</guid>
<description><![CDATA[Vou reproduzir aqui para vocês um artigo do New York Times que mostra como funciona o esquema de ven]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vou reproduzir aqui para vocês um artigo do New York Times que mostra como funciona o esquema de venda de terras para a mono culturas de alimentos, que afetam as pessoas desses países.</p>
<p>Aqui o link para o <a href="http://www.nytimes.com/2009/11/22/magazine/22land-t.html?_r=1">Artigo original</a> em inglês. Escrito pelo jornalista Andrew Rice.</p>
<p>Tradução do <a href="http://www.viomundo.com.br/">Vi o Mundo</a></p>
<h1>EXISTE UMA COISA CHAMADA AGRO-IMPERIALISMO?</h1>
<p><em>Is there such a thing as agro-imperialism?<br />
</em></p>
<p><em>Tradução sujeita a chuvas e trovoadas do Viomundo</em></p>
<p><em>O Dr. Robert Zeigler, um eminente botânico estadunidense, voou para a Arábia Saudita em março para uma série de discussões de alto nível sobre o futuro do suprimento de alimentos do reino saudita. Os líderes sauditas estavam assustados: fortemente dependentes da importação de alimentos, eles tinham visto o preço do arroz e do trigo, base da dieta local, flutuarem violentamente no mercado internacional nos três anos anteriores, em um ponto dobrando de preço em apenas alguns meses. Os sauditas, ricos em dinheiro de petróleo mas pobres em terra arável, corriam atrás de uma estratégia para garantir que poderiam continuar a atender o apetite de uma população crescente, e queriam ouvir Zeigler.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Há duas formas básicas de aumentar a oferta de comida: encontrar novos campos para plantar ou inventar formas de multiplicar o que os campos existentes oferecem. Zeigler dirige o Instituto Internacional em Pesquisa do Arroz, que se dedica ao segundo modelo, usando a ciência para expandir o tamanho das colheitas. Durante a assim chamada Revolução Verde dos anos 60, os laboratórios do instituto desenvolveram o &#8220;arroz milagroso&#8221;, uma variedade altamente produtiva que recebe crédito por ter salvo milhões de pessoas da fome. Zeigler foi à Arábia Saudita esperando que o reino milionário poderia oferecer dinheiro para a pesquisa básica necessária a novos saltos tecnológicos. Em vez disso, para surpresa dele, descobriu que os sauditas queriam atacar o problema de uma direção oposta. Estavam em busca de terra.</p>
<p><em>Em uma série de encontros, autoridades sauditas, banqueiros e executivos do agronegócio disseram a uma delegação do instituto liderado por Zeigler que queriam gastar bilhões de dólares para produzir arroz e outras culturas em nações africanas como o Mali, Senegal, Sudão e Etiópia. &#8220;Eles apresentaram esse plano incrível&#8221;, Zeigler relembra. Ele ficou surpreso, não só pela escala dos projetos mas pela audácia da ideia. A África, o continente mais faminto do mundo, não consegue se alimentar atualmente, o que dizer de alimentar mercados estrangeiros&#8230;</em></p>
<p>O que o cientista americano viu foi uma demonstração de um cenário emergente para os recursos alimentares do mundo, um cenário que começou a se formar no ano passado, longe do escrutínio internacional. Uma variedade de fatores &#8212; alguns transitórios, como o aumento do preço dos alimentos, e outros intratáveis, como  o crescimento da população global e a escassez de água &#8212; criaram um mercado para terra arável, no momento em que países ricos mas sem recursos agrícolas, no Oriente Médio, na Ásia e em outros lugares procuram produzir seus alimentos em lugares onde há solo barato e abundante.</p>
<p>Uma vez que a maior parte da terra arável do mundo já está em uso &#8212; quase 90%, de acordo com uma estimativa, se você levar em conta as florestas e os ecossistemas frágeis &#8212; a busca levou a países menos tocados pelo desenvolvimento, na África. De acordo com um recente estudo do Banco Mundial e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) , uma das últimas grandes reservas de terras subutilizadas é a zona da savana da Guiné, com um bilhão de acres, uma porção de terra em forma de crescente que vai do leste da África até a Etiópia e em direção ao sul, passando pelo Congo e Angola.</p>
<p>Investidores estrangeiros &#8212; alguns representando governos, outros interesses privados &#8212; estão prometendo construir infraestrutura, trazer novas tecnologias, criar empregos  e aumentar a produtividade para abastecer mercados estrangeiros, mas também alimentar mais africanos. (Mais de um terço da população do continente é subnutrida). Eles descobriram que governos empobrecidos estão dando boas vindas, oferecendo terras a preço de banana. Algumas transações receberam grande publicidade, como o aluguel de 100 mil acres feito pelo governo do Quênia ao governo de Qatar em troca do financiamento de um novo porto ou a decisão da Coréia do Sul de desenvolver quase 400 milhas quadradas na Tanzânia. Mas muitos outros negócios envolvendo terras, muitas vezes de tamanho sem precendentes, foram fechados sem fazer barulho.</p>
<p>Investidores que participam dessa corrida à terra estão confrontando um medo primitivo, uma situação na qual os alimentos se tornam escassos mesmo que se ofereça qualquer preço. Durante os 30 anos entre a metade dos anos 70 e a metade desta década, a oferta de grãos disparou e os preços cairam pela metade, uma tendência que levou muitos especialistas a acreditar que não havia limite para a capacidade humana de se alimentar.</p>
<p>Mas em 2006 a situação reverteu, acompanhando o boom mais geral das commodities. Os preços dos alimentos cresceram um pouco naquele ano, cresceram 25% em 2007 e dispararam em 2008. Países que produzem além do consumo, como a Argentina e o Vietnã, preocupados em alimentar a própria população, colocaram restrições nas exportações. Os consumidores estadunidenses, se notaram a crise alimentar, a viram nas contas de supermercado, especialmente nos preços das carnes e laticínios. Mas em muitos países &#8212; não apenas no Oriente Médio mas em nações dependentes de importados como a Coréia do Sul e o Japão &#8212; o espectro da hiperinflação e do desabastecimento representam uma ameaça existencial.</p>
<p>&#8220;Quando alguns governos deixam de exportar arroz ou trigo, o problema se torna real e sério para povos que não são autosuficientes&#8221;, diz Al Arabi Mohammed Hamdi, um assessor econômico da Autoridade Árabe para Investimento e Desenvolvimento Agrícola. Sentado em seu escritório em Dubai, de olho nos barcos de madeira ancorados na cidade, Hamdi me falou de sua visão, de que a única forma de ter segurança alimentar é controlando os meios de produção.</p>
<p>A agência de Hamdi, que coordena investimentos em nome de 20 estados-membros, recentemente anunciou vários projetos, inclusive uma joint venture de 250 milhões de dólares com duas empresas privadas, que deve receber subsídios pesados de um programa saudita chamado Iniciativa Rei Abdulahh para Investimento Agrícola no Estrangeiro. Ele disse que os principais campos para investimento seriam provavelmente o Sudão e a Etiópia, países com climas favoráveis situados do outro lado do Mar Vermelho. Hamdi mostrou um pacote de memorandos que acabava de chegar à sua mesa, vindos de um parceiro, o Sheik Mansour Bin Zayed Al Nahyan, um membro bilionário da família real do emirado de Abu Dhabi que demonstrou interesse em comprar terras no Sudão e na Eritrea. &#8220;Não há problema quanto a dinheiro&#8221;, Hamdi disse. &#8220;O problema é onde e como investir&#8221;.</p>
<p>Na estrada de terra que acompanha o lago Ziway, uma gota d&#8217;água no vale do Rift, na Etiópia, agricultores dirigem suas carroças puxadas por burros diante de uma igreja Ortodoxa de teto laranja, passam pelas tumbas de seus ancestrais, decoradas com murais vívidos de cavalos e gado. Entre grupos de casas de palha, uma cerca apareceu, fechando o campo com arame farpado.</p>
<p>Em toda a região do vale o homem que me acompanha, um economista etíope, me mostrou as novas cercas, que aparecem nuas como uma colheita fresca &#8212; símbolos mundanos, eles disse, da corrida pelas terras da Etiópia. No passado, ele contou, os agricultores daqui raramente se preocupavam com essas linhas formais de demarcação, mas agora há demanda pelas terras do país. Essa cerca, no entanto, é diferente das outras &#8212; tem mais de uma milha. Atrás dela é possível ver uma paisagem de solo escuro, vulcânico, recentemente remexida por tratores. &#8220;Essa terra&#8221;, disse-me o guia, &#8220;pertence ao sheik&#8221;.</p>
<p>Ele estava se referindo ao Sheik Mohammed Al Amoudi, um bilionário da Arábia Saudita dos ramos da construção e do petróleo, que nasceu na Etiópia e mantem uma relação próxima com o primeiro-ministro etíope Meles Zenawi e seu regime autocrático. (Medo dos dois homens levou meu guia a pedir que eu não o identificasse pelo nome). Ao longo do tempo,  Al Amoudi, um dos 50 homens mais ricos do mundo, de acordo com a revista Forbes, tem usado sua fortuna e conexões políticas para assumir o controle de grandes porções do setor privado da Etiópia, inclusive de minas, hotéis e plantações de chá, café, borracha e japtropha, uma planta que tem enorme potencial na produção de biocombustíveis. Desde a disparada do preço dos alimentos, ele tem entrado no novo campo lucrativo do comércio mundial de alimentos.</p>
<p>A Etiópia não parece ser um destino quente para o investimento agrícola. Para a maior parte do mundo o país é definido pelas imagens da fome: cerca de um milhão de pessoas morreram no país durante a seca da metade dos anos 80 e hoje 4 milhões dependem da ajuda emergencial para ter acesso a comida. Mas, de acordo com o Banco Mundial, quase três quartos da terra arável da Etiópia não estão sendo cultivados e os agrônomos dizem que com investimentos substanciais de capital essa terra poderia se tornar produtiva.</p>
<p>Desde a crise mundial de alimentos, Zenawi, um ex-rebelde marxista que se tornou campeão do capital privado, disse publicamente que está &#8220;muito disposto&#8221; a atrair investidores estrangeiros oferecendo a eles o que o governo descreve como &#8220;terra virgem&#8221;. Uma autoridade do ministério da agricultura etíope disse recentemente à agência Reuters que identificou mais de sete milhões de acres de terras assim. O governo pretende alugar metade disso antes da próxima colheita, à taxa anual de 50 centavos de dólar por acre. &#8220;Estamos associados à fome, embora representemos enormes oportunidades de investimento&#8221;, explicou Abi Woldemeskel, diretor-geral da Agência de Investimentos da Etiópia. &#8220;A percepção negativa precisa ser transformada pela promoção&#8221;.</p>
<p>A atitude do governo, junto com a localização conveniente da Etiópia, fez do país um alvo ideal para os investidores do Oriente Médio como Mohammed Al Amoudi. Não faz muito tempo, uma companhia formada por Al Amoudi, a Saudi Star Desenvolvimento Agrícola, anunciou seus planos para obter os direitos sobre mais de um milhão de acres &#8212; terra do tamanho do estado americano do Delaware &#8212; na esperança aparente de tirar proveito dos planos do governo saudita de subsidiar a produção de alimentos no estrangeiro. Num teste-piloto localizado no oeste da Etiópia, a empresa já cultiva arroz. No início deste ano, em meio a grande fanfarra, Al Amoudi estava presente pessoalmente à primeira remessa de arroz da fazenda para o rei Abdullah, em Riad [a capital saudita]. Enquanto isso, na região do vale do Rift, outra subsidiária está começando a produzir frutas e legumes para exportar para o Golfo Pérsico.</p>
<p>Os planos de Al Amoudi trazem de volta questões recorrentes sobre os investimentos para a produção de alimentos: quem ficará com os benefícios? Enquanto dirigíamos às margens do lago, através de campos cultivados, um supervisor da fazenda me disse que a propriedade de 2 mil acres atualmente produz comida para o mercado local, mas que há planos para irrigar os campos com água do lago e mudar o foco para exportação. À distância, dezenas de trabalhadores estavam agachados no campo, plantando milho e cebolas.</p>
<p>Mais tarde, quando perguntei a um grupo de trabalhadores quanto ganhavam, eles disseram nove birr [a moeda local] por dia, ou 75 centavos de dólar. Não é muito, mas os defensores de Al Amoudi dizem que este é o valor do trabalho no campo na Etiópia. Ele argumentam que os investimentos criam empregos, aumentam a produtividade da terra dormente e trazem novo desenvolvimento econômico para as comunidades rurais. &#8220;Conseguimos fazer o que o governo não conseguiu por muitos anos&#8221;, disse Arega Worku, um etíope que é assesor de Al Amoudi. (Al Amoudi não quis ser entrevistado). Jornalistas etíopes e figuras da oposição, no entanto, questionam os benefícios econômicos dos negócios, além das relações próximas de Al Amoudi com o partido do governo.</p>
<p>Mas a oposição mais poderosa, no entanto, está na questão dos direitos ao uso da terra &#8212; um problema de proporções históricas na Etiópia. Na mesma estrada da fazenda que fica perto do lago Ziway, vi um homem de barba grisalha vestindo um blazer de risca, que estava agachado lavando os sapatos. Parei para perguntar a ele sobre a cerca e, depois de algum tempo, um grande grupo de moradores se juntou para me contar sua história de ressentimento.</p>
<p>Décadas atrás, eles disseram, durante o governo de uma ditadura comunista na Etiópia, a terra foi confiscada deles. Depois que a ditadura foi derrubada, Al Amoudi assumiu as terras privatizadas pelo governo, apesar das objeções de quem tinha sido despejado. O bilionário pode considerar que a terra é dele, mas os moradores têm memória e muitos dizem com raiva que eles são os verdadeiros donos.</p>
<p>Em toda a África, a política da terra é ligada à realidade da fome. A fome, tipicamente produzida por uma combinação de clima, peste ou má governança, ocorre periodicamente, causando calamidade e mudando a história. Todo país sem sua própria dinâmica. Ao contrário da maioria das nações africanas, a Etiópia nunca foi colonizada no século 19 mas foi governada por imperadores, que deram terras feudais a membros das cortes. O último imperador, Haile Selassie, foi derrubado pela fome que provocou uma revolta popular.</p>
<p>Seu vassalos despossuídos gritavam o slogan &#8220;terra para quem cultiva&#8221;. A ditadura comunista que o sucedeu assumiu o controle da terra e perseguiu uma política desastrosa de coletivização e foi derrubada depois das secas dos anos 80. Sob o atual regime, a posse privada da terra ainda é banida, mas todo agricultor da Etiópia, estrangeiro ou local, trabalha sua terra sob licença do governo. Essa política permite que o estado de um partido só entregue grandes porções de terra a investidores por um aluguel nominal, sem se preocupar com protestos.</p>
<p>O governo da Etiópia nega que qualquer pessoa esteja sendo expulsa, alegando que a terra é virgem &#8212; uma alegação que levanta dúvidas. &#8220;Uma coisa que parece bem clara, que não chama a atenção da maioria dos investidores, é que essa não é uma terra vazia&#8221;, diz Michael Taylor, um especialista em política da Coalizão Internacional da Terra. Se a terra na África não foi plantada, ele alega, é possivelmente por alguma razão. Talvez seja usada como pastagem ou deixada de fora deliberadamente para evitar o esgotamento de nutrientes ou a erosão.</p>
<p>Existe um debate em andamento entre especialistas sobre essa tendência de investimento global em terras. Por sua natureza, ele é baseado em detalhes anedóticos e muitos investimentos que receberam grande publicidade nunca se materializaram. A melhor tentativa para quantificar essa corrida, feita pelo Instituto Internacional pelo Meio Ambiente e Desenvolvimento sugere que no início deste ano o governo da Etiópia aprovou negócios totalizando 1,5 milhão de acres, enquanto a agência etíope de investimentos diz que aprovou 815 projetos agrícolas financiados por estrangeiros desde 2007, dobrando o número registrado em toda a década anterior. Mas esse não é um retrato completo. Enquanto os detalhes de alguns negócios vazaram, como os planos do consórcio saudita de investir 100  milhões de dólares para plantar trigo e arroz, muitos outros permanecem desconhecidos e Addis Abeba <em>[a capital etíope] </em>está cheia de rumores sobre empresários árabes que alugam aviões, escolhem as terras e fecham negócios.</p>
<p>Naturalmente que houve corrida pela terra africana antes. Na visão de críticos, o legado colonial é que torna os negócios envolvendo grandes quantidades de terra ultrajantes, e eles advertem sobre as consequências calamitosas. &#8220;Guerras foram lutadas por causa disso&#8221;, diz Devlin Kuyek, um pesquisador da Grain, um grupo que se opõe a projetos do agronegócio e que desempenha um papel-chave em chamar atenção para a &#8220;corrida global pela terra&#8221;.</p>
<p>Foi depois que a Grain completou uma longa lista de grandes negócios num relatório polêmico intitulado &#8220;Ocupados!&#8221; que especialistas começaram a discutir a tendência com seriedade. Embora os negócios tenham sido fechados em lugares tão distantes quanto a Austrália, Casaquistão, Ucrânia e Vietnã, o campo mais controverso do investimento é a África.</p>
<p>&#8220;Quando você começa a ter informações sobre esses negócios&#8221;, diz Kuyek, &#8220;é chocante&#8221;. Dentro de um mês, o alerta da Grain ganhou força quando o <em>Financial Times</em> noticiou que o conglomerado sul coreano Daewoo Logistics tinha assinado um acordo para assumir o controle de metade da terra arável de Madagascar [país na costa oriental da África] sem pagar nada, com a intenção de produzir milho e óleo de palma para exportação. Protestos populares estouraram, ajudando a mobilizar a oposição contra o já impopular presidente de Madagascar, que foi derrubado em um golpe em março.</p>
<p>O episódio ilustra a volatilidade emocional da questão da terra e levantou questões sobre o grau de envolvimento de líderes corruptos e do lucro obtido por eles nos negócios com a terra. Desde então, houve repercussão internacional. Legisladores das Filipinas pediram uma investigação dos acordos de seu governo com várias nações investidoras e líderes da Tailândia prometeram expulsar compradores estrangeiros de terra.</p>
<p>Mas há mais de um lado nesse debate. Economistas do desenvolvimento e governos africanos dizem que se um país como a Etiópia pretende um dia se alimentar, ainda mais se livrando da ajuda externa, que foi de 2,4 bilhões de dólares em 2007, terá de achar uma forma de aumentar a produtividade na agricultura.</p>
<p>&#8220;Temos reclamado por décadas sobre a falta de investimento na agricultura da África&#8221;, diz David Hallam, um expert em comércio da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). No outono passado, Paul Collier, da Universidade de Oxford, uma voz influente em questões da pobreza mundial, publicou um artigo provocativo na [revista] <em>Foreign Affairs</em>,  no qual argumentou que &#8220;o amor da classe média e dos ricos pela agricultura camponesa&#8221; turva o debate sobre desenvolvimento na África com &#8220;romantismo&#8221;. Citando o exemplo do Brasil &#8212; onde pequenos proprietários de terra foram expulsos em favor da agricultura em larga escala &#8212; Colliers concluiu que &#8220;ignorar a agricultura comercial como força do desenvolvimento rural e da oferta de alimentos é certamente ideológico&#8221;.</p>
<p>Na Etiópia, Mohammed Al Amoudi e outros investidores agrícolas estão colocando a teoria de Collier em prática. Perto da cidade sulista de Awassa, à sombra de uma escarpa do vale do Rift, existe um campo plantado com milho e um complexo de estufas, parecendo novos e exóticos no cenário natural. Numa manhã de céu encoberto em julho, dezenas de trabalhadores preparavam a terra para o novo empreendimento de Al Amoudi: uma fazenda comercial para produzir legumes.</p>
<p>&#8220;Para um agricultor, esse é um paraíso na terra&#8221;, diz Jan Prins, diretor gerente da companhia subsidiária que está tocando a empresa para Al Amoudi. Originalmente da Holanda, Prins disse que acreditava que a Etiópia era árida mas está surpreso com a descoberta de que o país é fértil, com microclimas diversos. A fazenda de Awassa é uma das quatro que Prins está organizando e tocando. Com apoio de sistemas computadorizados de irrigação, os fazendeiros vão produzir tomates, pimentão, brócolis, melões e outros produtos frescos, a grande maioria para exportar para a Arábia Saudita e Dubai. Com tempo, ele espera se expandir para outras culturas, como trigo e barley, este último para alimentar camelos.</p>
<p>As nações do Golfo Pérsico verão suas populações crescer em 50% até 2030, e atualmente já importam 60% de seus alimentos. Autosuficiência não é uma opção viável, como os sauditas aprenderam através de uma experiência amarga. Nos anos 70, preocupações com a estabilidade da oferta global de alimentos inspiraram o governo saudita a cultivar trigo através de irrigação intensiva.</p>
<p>Entre 1980 e 1999, de acordo com um estudo de Elie Elhadj, um banqueiro e historiador, os sauditas bombearam 300 bilhões de metros cúbicos de água em seu deserto. No início dos anos 90, o reino tinha conseguido se tornar o sexto maior exportador de trigo. Mas então os líderes começaram a prestar atenção nos alertas dos ambientalistas, que diziam que a irrigação estava destruindo os depósitos de água subterrânea. A Arábia Saudita agora planeja acabar com a produção de trigo até 2016, um dos motivos pelos quais busca em outros países a capacidade de suprir suas necessidades.</p>
<p>&#8220;As regras do jogo mudaram&#8221;, diz Saad Al Swatt, executivo-chefe da Companhia de Desenvolvimento Agrícola Tabuk ,uma das maiores empresas agrícolas do reino. A companhia dele foi uma das que se encontraram com Robert Zeigler para tratar do plantio de arroz; ele diz que com o encorajamento do governo está procurando se expandir em países como o Sudão, a Etiópia e o Vietnã. &#8220;Eles tem terra, eles tem água, mas infelizmente eles não tem o sistema ou as finanças para tocar esses projetos agrícolas de larga escala&#8221;, diz Al Swatt. &#8220;Queremos exportar nossa experiência e na verdade desenvolver essas áreas, ajudar as pessoas&#8221;.</p>
<p>Cerca de 10% dos 80 milhões de pessoas que vivem na Etiópia sofrem com a falta crônica de alimentos. Este ano, por causa das chuvas pobres, o Programa de Alimentos da ONU adverte que boa parte da África Oriental enfrenta a ameaça da fome, potencialmente a pior em quase duas décadas.</p>
<p>Tradicionalmente, o modelo para alimentar a África faminta envolve a remessa de sobras de alimentos do resto do mundo em tempos de emergência, mas os governos africanos que tentam atrair investimento dizem que a produção local poderia oferecer uma solução de longo prazo sem envolver caridade. (&#8220;É melhor que pedir esmola&#8221;, uma autoridade etíope afirmou recentemente ao <em>Business Daily</em>, uma publicação africana).</p>
<p>Qualquer que seja a justificativa de longo prazo, parece muito ruim politicamente para países como o Quênia e a Etiópia permitir que investidores estrangeiros usem suas terras num período em os povos locais enfrentam o espectro da fome. E muitos especialistas se perguntam se os governos cumprirão os acordos. A Etiópia, afinal, foi um dos países que baniram a exportação de grãos quando houve o aumento de preços no mercado internacional. &#8220;A ideia de que um país vai pedir a outro para alugar terras e esperar que o arroz produzido naquele país seja exportado num momento de crise alimentar é ridícula&#8221;, disse Robert Zeigle</p>
<p>A espiral hiperinflacionária que causou a crise mundial de alimentos teve causas múltiplas. As colheitas de 2006 e 2007 foram as piores da década, os fundos de investidores e outros jogadores do mercado de commodities empurraram os preços para cima e os subsídios governamentais para a produção de biocombustíveis encorajaram mais agricultores a cultivar lavouras que acabaram produzindo etanol.</p>
<p>Mas o meio ambiente e a demografia são fatores longo prazo e especialistas prevêem que os preços, que caíram nos últimos meses, vão se estabilizar significativamente acima dos níveis de antes da crise. Isso representa um perigo para o mundo em desenvolvimento, onde os pobres gastam entre 50 e 80% da renda em comida, mas também representa uma oportunidade. Se uma coisa boa emergiu da crise, é a atenção para o potencial não realizado da agricultura na África. Porque onde há apetites, há lucro a ser perseguido.</p>
<p>No fim de junho, centenas de fazendeiros e banqueiros de investimento se juntaram em Manhattan para avaliar a situação em uma conferência sobre investimento global em agricultura. A crise dos alimentos serviu de catalizador para o dormente setor agrícola, levando firmas financeiras como a Goldman Sachs e a BlacRock a investir centenas de milhões de dólares em projetos agrícolas no estrangeiro. Na conferência, o clima era bom para os negócios, embora deprimente para a humanidade. Houve muita conversa sobre Thomas Malthus, o profeta da superpopulação e da fome do século 19.</p>
<p>&#8220;Fiquem alertas para 2020 e depois, porque pensamos que poderá acontecer genuína escassez de alimentos naquele período&#8221;, Susan Paune, a executiva-chefe da Emergent Asset Management, disse ao público durante a conversa sobre o potencial agrícola da África. Ela mostrou uma série de slides com estatísticas assustadoras: o estoque de grãos está no nível mais baixo dos últimos 60 anos; houve protestos por falta de comida em 15 países em 2008; o aquecimento global está transformando terra arável em deserto; a água doce está acabando e a China já está usando suas reservas; e o grande problema que contribui com todos os outros &#8212; a população do mundo &#8212; cresce 80 milhões de pessoas por ano.</p>
<p>A FAO estima que para alimentar a população do mundo em 2050 &#8212; cerca de 9 bilhões de pessoas &#8212; a produção agrícola precisa aumentar em média 1% ao ano. Isso significa acrescentar 23 milhões de toneladas de cereais aos estoques globais no ano que vem, um pouco menos que a produção total da Austrália em 2008.</p>
<p>A África é a fronteira final&#8221;, Payne disse depois da conferência. &#8220;É o continente que continua relativamente inexplorado&#8221;. O Fundo de Terra Agrícola da Emergent, criado no ano passado, está investindo centenas de milhões de dólares em fazendas espalhadas pelo continente. A África pode ser conhecida pela infraestrutura decrépita e por governos corruptos &#8212; problemas que tem sido crescentemente aliviados, argumenta Payne &#8212; mas a terra e o trabalho são tão baratos que ela calcula que os riscos valem a pena.</p>
<p>Os lucros poderiam ser imensos. Em um país como a Etiópia, os fazendeiros fazem grande esforço, mas produzem um terço do trigo por acre que na Europa, China ou Chile. Mesmo intervenções modestas poderiam começar a reduzir a diferença. Um pequeno exemplo: o solo negro que vi ao longo da região do vale do Rift. Conhecido como vertisol, é um produto da atividade vulcânica e possui os nutrientes que produzem enormes colheitas.</p>
<p>Por causa do alto conteúdo de argila, no entanto, ele se torna grudento durante as chuvas, o que o torna difícil de lavrar pelos métodos tradicionais. Com o acréscimo de implementos agrícolas, sementes melhoradas e fertilizantes, a produção de trigo pode ser dobrada. A Etiópia, como toda a África, está cheia de tais oportunidades, uma das razões pelas quais o Banco Mundial diz que o investimento em agricultura é uma das formas mais eficazes de acelerar o desenvolvimento econômico do continente.</p>
<p>Ainda assim a agricultura tem sido historicamente um pequeno item na ajuda estrangeira à África. Por anos, os governos, as fundações privadas e as instituições doadoras como o Banco Mundial tem dito a governos africanos para preencher esse espaço com investimento privado. Agora, no momento em que surge uma crise global de alimentos, criando talvez uma possibilidade passageira de um aporte de capital na agricultura africana, algumas das mesmas organizações estão mandando sinais conflitantes.</p>
<p>A FAO, por exemplo, co-produziu um relatório pedindo a expansão da agricultura comercial na África, mas o diretor-geral da organização simultaneamente alertou contra os perigos &#8220;neocoloniais&#8221; dos negócios envolvendo a terra. &#8220;Estamos fazendo eles sentirem que é pecaminoso&#8221;, diz Mafa Chipeta, uma malauiana que cuida da Etiópia e toda a África Oriental para a organização. &#8220;Porque não estamos dizendo que é uma oportunidade?&#8221;</p>
<p>Um dos focos de investimento agrícola na Etiópia é a região de Gambella, perto da fronteira com o Sudão. O Banco Mundial diz que há ali mais de quatro milhões de acres de terras irrigáveis.&#8221;É verde esmeralda, o lugar todo é fértil e tem apenas 200 mil pessoas lá&#8221;, diz Sai Ramakrishna Karuturi, chefe de uma companhia de agricultura comercial da Índia.</p>
<p>No início deste ano, Karuturi assinou um acordo com o governo para alugar cerca de 800 mil acres de terra para plantar arroz, trigo e cana de açúcar, entre outras culturas. Karuturi me disse que ele não precisa exportar comida para fazer dinheiro; há um grande potencial no mercado da África Oriental. Ele mandou tratores da John Deere, especialistas agrícolas da Texas A&#38;M<em> [universidade americana]</em> e agricultores comerciais do Mississipi para ajudá-lo a tocar o projeto. Ele diz que está levantando 100 milhões de dólares em capital de firmas privadas para a primeira fase do projeto, que ele estima que vai custar no total mais de 1 bilhão de dólares. &#8220;Recentemente vi uma série de artigos&#8230; nos quais se referiam a mim como pirata da comida&#8221;, Karuturi diz. &#8220;Essa coisa é tão elitista, é ridículo. Eles querem que a África continue pobre&#8221;.</p>
<p>Mas os argumentos contra as enormes concessões de terra não são baseados apenas em questões de direitos humanos, alertas ambientais e romantismo. É possível acreditar em desenvolvimento sem endossar a visão de Paul Collier de que os pequenos agricultores atrapalham. Na verdade, há uma escola de pensamento econômico que diz que Collier está errado, que em agricultura maior não é necessariamente melhor &#8212; e que que esses grandes negócios envolvendo terra não são inteligentes, nem lucrativos. Um estudo recente do Banco Mundial descobriu que a agricultura de larga escala para exportação só deu certo na África com produtos como açúcar e chá, que foram sustentados por subsídios do governo durante o colonialismo ou o apartheid na África do Sul.</p>
<p>Essa história de fracasso é uma razão pela qual o governo do Qatar, ao tratar de suas preocupações com a falta de alimentos, escolheu se concentrar em propriedades do agronegócio já existentes na África, em vez de comprar novas terras. Essa é uma das várias formas de investimento que não exigem a remoção de agricultores africanos.</p>
<p>Numa manhã brilhante no vale do Rift, fui ver outra opção, uma cooperativa sob a qual um grupo de 300 etíopes, trabalhando pedaços de terra de 4 a 10 acres, estavam entrando debutando no negócio da exportação agrícola. Durante o inverno europeu, eles plantam vagem para abastecer o mercado holandês. Durante o resto do ano eles cultivam milho e outras culturas locais, para consumo local. A terra é irrigada com a ajuda de uma organização sem fins lucrativos e um fazendeiro comercial etíope de nome Tsegaye Abebe, que se encarrega de colocar o produto no mercado.</p>
<p>Quando uma brisa atravessou o campo plantado com milho, um grupo de agricultores, usando sandálias feitas de pneus usados, disse que o arranjo, embora com problemas, é benéfico no ponto crucial: eles não estavam trabalhando para os outros. Não muito longe dali, um investidor do Paquistão tinha assumido uma fazenda de criação de gado do governo, que um dia foi área livre de pastagem, tinha colocado cercas e trincheiras para afastar o gado local. Os etíopes que trabalham para o estrangeiro são miseráveis.</p>
<p>Os agricultores tinham ouvido rumores de que investidores estrangeiros estavam de olho em terras etíopes. Imam Gemedo Tilago, um homem de 78 anos de idade vestido em uma roupa de algodão branco, balançou o dedo,  prometendo que Alá não permitiria à comunidade permanecer passiva. Mas este era um problema para o futuro e eles tinham preocupações mais concretas. Notei, ao dirigir por estradas rurais que levavam àquela fazenda, que a terra parecia seca em alguns lugares e que o gado mostrava os ossos através da pele. Os agricultores preocupados me disseram que este ano a temporada de chuvas estava atrasada no vale do Rift. Se não chegasse logo, haveria fome.</p>
<p><strong>Notas do Viomundo:</strong></p>
<p>1. O autor não fala que as culturas implantadas na África exigem grande quantidade de água (milho, por exemplo), quando as secas periódicas marcam a história do continente. Seria melhor plantar sorgo, por exemplo, como argumenta a Nobel da Paz Wangari Maathai. Porém, como acontece no Brasil, quando o foco da agricultura é a exportação o agronegócio quer que se danem os interesses locais.</p>
<p>2. A chegada do agronegócio à África, embora possa produzir efeitos econômicos benéficos, vai consolidar a matriz de exportação da pouca água existente no continente e do uso de terras férteis não para alimentar populações locais, mas para produzir chá para os britânicos (no Quênia), carne para os europeus (na Namíbia) e melão para os árabes (na Etiópia).</p>
<p>3. Esse fenômeno não é africano, apenas. Quanto da água da transposição do rio São Francisco será usada pelas populações locais e quanto será destinada à irrigação do agronegócio e à incorporação das terras do Nordeste ao agronegócio?</p>
<p>4. Crescentemente, o Primeiro Mundo vai &#8220;exportar&#8221; as indústrias ecologicamente destrutivas para as terras fisicamente mais próximas. Já há esquemas para produzir na África a energia a ser exportada para a Europa. O Nordeste do Brasil produzirá frutas para os europeus e estadunidenses com vasta exportação de um bem público, a água, embutida nesses produtos.</p>
<p>Eu me pergunto.. será que é isso que deixaremos de legado para os nossos filhos?</p>
<p>Por que ao invés de comprarmos terra, não investimos no desenvolvimento agrário do país e compramos o seu excedente&#8230; é uma solução mais cara, mas mais humana! Você leva desenvolvimento ao país de origem, e trás beneficios ao seu país! Estou certo?</p>
<p>Vade Mecum!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O quão grande são nossos problemas... ou o quão pequenas são nossas esperanças...]]></title>
<link>http://vademecum21.wordpress.com/2009/11/23/o-quao-grande-sao-nossos-problemas-ou-o-quao-pequenas-sao-nossas-esperancas/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:04:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vade Mecum!</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sempre que eu estou desiludido com a vida, com o mundo, com as pessoas, comigo mesmo eu gosto de ass]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sempre que eu estou desiludido com a vida, com o mundo, com as pessoas, comigo mesmo eu gosto de assistir ao vídeo que eu indico abaixo..</p>
<p>Por quê?</p>
<p>Porque eu consigo ver a imensidão dessa nossa casa. A saber o planeta Terra. Ver esse lugares que foram moldados pela natureza em bilhões de anos! Bilhões!</p>
<p>Eu sou novo. Sei que viverei no máximo uns 120 anos (e entrarei para o Guinness Book). E diante disso, quero achar que meus pequenos problemas refletirão em um sistema formado em mais de 4 bilhões de anos? Não é muita pretensão minha? Ou nossa, de acharmos isso?</p>
<p>Somos apenas algo efêmero&#8230; Entenda que tudo é passageiro.. Somos apenas pó no vento..</p>
<p>Não fique triste com isso.Você ficaria triste se soubesse que seus problemas são passageiros, ou se soubesse que eles são eternos?</p>
<p>Agora me responda. Nos enchemos de ganância para ter tudo, e levaremos isso para onde? Me diga? Quando você estiver em seu leito de morte, onde caberá o seu poder? O seu dinheiro, seja ele muito ou pouco? Suas posses, sejam elas muitas ou nenhuma? Onde a sua influência lhe ajudará? Onde?</p>
<p>Devemos ter mais esperança, e acima de tudo de ajudar! Afinal, moramos todos no mesmo planeta, só que nos esquecemos disso&#8230; Tudo está interligado&#8230; Não existem diferenças, a não ser que as criemos.. Não existe rico, nem pobre, nem preto, nem branco&#8230; Somos todos um&#8230; Então tira o olho do seu umbigo sujo e olhe para o lado. Por que pode ter alguém que precise de você!</p>
<p>Vade Mecum!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ASxoauPU_no&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/ASxoauPU_no&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[¿A qué edad nos volvemos cultos?]]></title>
<link>http://surrealistaracional.com/2009/11/23/%c2%bfa-que-edad-nos-volvemos-cultos/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 06:00:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marco Castillo</dc:creator>
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<description><![CDATA[No me sé el autor de esta obra ¿A qué edad  se descubren las obras clásicas? ¿A qué edad se lee Moby]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_187" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><a href="http://marcoantoniocastillo.wordpress.com/files/2009/11/cultura.jpg"><img class="size-medium wp-image-187 " title="Cultura" src="http://marcoantoniocastillo.wordpress.com/files/2009/11/cultura.jpg?w=300" alt="" width="210" height="158" /></a><p class="wp-caption-text">No me sé el autor de esta obra</p></div>
<p>¿A qué edad  se descubren las obras clásicas? ¿A qué edad se lee Moby Dick, Pedro Páramo o el Quijote? ¿Cuándo se descubre Kandinsky o Miró? ¿Cuándo nos volvemos fanáticos a la opera o cultos por así decirlo?</p>
<p>A pesar de que mis dos padres tienen título universitario, no considero haber crecido en un ambiente que promoviera la cultura. Mi casa puede tener libros cómo Anna Karenina, el Paraíso Perdido o Ivanhoe, pero tiene también las colecciones de Carlos Cuauhtemoc Sánchez y los libros de Dan Brown en el mismo librero.</p>
<p>En mi departamento en la universidad era más común encontrar un condorito o un libro vaquero (gracias Felipe) que una novela o película de cine alternativo.</p>
<p>Nunca se me dijo que libro tenía que leer o cómo distinguir un buen o mal libro. Nunca se me inculcó el amor a la pintura o la música de la misma manera que se me inculcó el amor a la química, las matemáticas y resolver problemas. Mis padres me dieron la opción de elegir mis pasiones, pero me pregunto si esto habrá traído como consecuencia el no adquirir la cultura que pude haber adquirido de otra manera.</p>
<p>He platicado en numerosas ocasiones los distintos niveles de cultura que existen en diversas regiones de México. Mis amigos afirman que aunque haya más educación en el norte, la cultura se encuentra en el sur. Una amiga que antes trabajaba conmigo, alguna vez citó a Vasconcelos diciendo&#8230; “la civilización termina dónde empieza la carne asada”. ¿Será esto cierto?</p>
<p>¿Cuántos museos hay en Saltillo, Hermosillo o Monterrey? En Saltillo y Monterrey tendremos un museo del Desierto, un museo de las aves, un museo de historia, un planetario y hasta un museo del vidrio, pero muy limitadas opciones culturales como las que hay en otras regiones.</p>
<p>Confieso que descubrí a Rothko hasta los 24 y que aprecié por primera vez un Van Gogh, un Rembrandt y un Renoir hasta que me fui al extranjero. Todavía no he leído muchas novelas que se supone deberían ser básicas y no reconozco muchas obras de música clásica.</p>
<p>De ahí mi pregunta&#8230; ¿A qué edad nos volvemos cultos?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Sem medo de amar de novo.]]></title>
<link>http://medrosos.wordpress.com/2009/11/23/sem-medo-de-amar-de-novo/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 01:50:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mô</dc:creator>
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<description><![CDATA[O título parece um pouco clichê, mas não queremos falar apenas do amor nesse post; o medo talvez inv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O título parece um pouco clichê, mas não queremos falar apenas do amor nesse post; o medo talvez invada até nossos corações.<br />
Quem nunca teve medo de arriscar no amor? É um dos exemplos mais clássicos de que o medo pode interferir até em outros sentimentos, medo de chorar, medo de ser muito feliz, existe diversos deles, mas qual o problema com isso? <em>Arriscar</em>, talvez seja um dos modos mais fáceis de explicar a envolvente luta do medo com os outros sentimentos, talvez o medo do futuro leve o ser humano a sentir-se um pouco reprimido deixando-lhe com receio do que possa acontecer.<br />
Como deixar de sentir isso talvez seja a pergunta mais óbvia que você esteja se fazendo, mas não encontrará a resposta aqui porque você precisa sentir cada etapa da sua vida, nós aprendemos com cada fase, com cada sentimento, só não deixe nunca que o medo deixa que você não faça coisas que podem te levar ao sucesso.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A vida anda passando...]]></title>
<link>http://temperodavida.wordpress.com/2009/11/22/a-vida-anda-passando/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 00:19:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Geovana Cleres</dc:creator>
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<description><![CDATA[Oiê! Não, eu não desisti do blog, ele está assim largadinho e tenho plena consciência disso. Aprovei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Oiê!</p>
<p>Não, eu não desisti do blog, ele está assim largadinho e tenho plena consciência disso.</p>
<p>Aproveito então para dividir um poema da <strong>Viviane Mosé</strong> que é uma psicóloga, psicanalista e filósofa porreta demais!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/LUDpHJDS8aY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/LUDpHJDS8aY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Este poema faz parte do livro Pensamento Chão da Editora Sete Letras (2001). Vale a pena ler na íntegra <a href="http://www.vivianemose.com.br/#" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Bjs e excelente domingo a todos! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[LA MAGIA COMO LA PRIMERA EXPLICACIÓN DEL ORIGEN DE LAS COSAS]]></title>
<link>http://thesensless.wordpress.com/2009/11/19/la-magia-como-la-primera-explicacion-del-origen-de-las-cosas/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 03:14:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>mazatlsosa</dc:creator>
<guid>http://thesensless.wordpress.com/2009/11/19/la-magia-como-la-primera-explicacion-del-origen-de-las-cosas/</guid>
<description><![CDATA[La magia como resultado del pensamiento Desde que el ser humano comenzó a tener uso de su razonamien]]></description>
<content:encoded><![CDATA[La magia como resultado del pensamiento Desde que el ser humano comenzó a tener uso de su razonamien]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[um bom ano (10)]]></title>
<link>http://rematteoni.wordpress.com/2009/11/19/um-bom-ano-10/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 03:45:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>rematteoni</dc:creator>
<guid>http://rematteoni.wordpress.com/2009/11/19/um-bom-ano-10/</guid>
<description><![CDATA[é ano de se surpreender ao se perceber conectada, de corpo e alma, com as estações do ano.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[é ano de se surpreender ao se perceber conectada, de corpo e alma, com as estações do ano.]]></content:encoded>
</item>

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