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	<title>filosofia-planeta-de-agostini &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "filosofia-planeta-de-agostini"</description>
	<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 23:31:09 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Um saco cheio de medos]]></title>
<link>http://arrochadas.wordpress.com/2007/12/28/um-saco-cheio-de-medos/</link>
<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 11:21:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>valdemorte (futuro valdevida)</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje vou-vos contar mais uma alegoria/historia (eta). Era uma vez&#8230;.uma macaquita. Pequenina ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje vou-vos contar mais uma alegoria/historia (eta).</p>
<p>Era uma vez&#8230;.uma macaquita. Pequenina mas que queria ser grande, muito grande. Mais esperta que as suas amigas e irmãs macaquitas. Estudou, estudou, estudou mais ainda,  até que um dia tinha já alargado sobremaneira os horizontes da sua mente. Conseguia finalmente focar a ponta do seu nariz.</p>
<p> Esta macaquita, que por vezes se distraia e era só uma macacinha engraçada, visualizou uma bolsa com algo que ela precisava muito. Correu, correu, fez  e aconteceu e conseguio deitar mãos a essa bolsa. Tinha agora o retoque que a demarcava das outras macaquitas e macaquitos. Finalmente uma marca de distinção credivel.  Podia agora almejar um galhito mais alto na arvore que a sua mente construio, real  pelas macaquices vividas com os outros  macaquitos.</p>
<p> Para subir de galho, agora com a bolsa, equipou-se com um saco de equipamento, um saco cheio de medos. Este equipamento assegura-lhe a sobrevivencia, mesmo nas situações mais agrestes, podendo agora legitimar pequeninas macaquices, mas que lhe davam um gozo imenso, do tamanho do comprimento do seu nariz.</p>
<p> Tem uma mão já no galho que pretende, escutando a voz da sua professora, que lá do alto dos galhos mais altos e mais frágeis, porque mais finos e quebradiços, lhe vai bochechando a informação construida naquela fragilidade, enquanto alterna a sua verborreia com deglutições sofregas dos poucos frutos disponibilizados pela arvore.</p>
<p> Gostava de um dia poder dizer a essa criatura de Deus, que a fruta não faz mal a ninguém se for comida com moderação e sem quebrar galhos, que são os que a sustentam. A bolsa é sua, mas não a troque por um saco de medos.</p>
</div>]]></content:encoded>
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