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	<title>florestas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/florestas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "florestas"</description>
	<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 09:14:23 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Uma análise sobre o ClimateGate]]></title>
<link>http://mateusteixeira.wordpress.com/2009/11/24/uma-analise-sobre-o-climategate/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 01:17:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>M.L.B.T.</dc:creator>
<guid>http://mateusteixeira.wordpress.com/2009/11/24/uma-analise-sobre-o-climategate/</guid>
<description><![CDATA[Citando a frase que um professor e  amigo passou: Santo Agostinho: “Se você acredita em tudo o que l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Citando a frase que um professor e  amigo passou:</p>
<p>Santo Agostinho: “Se você acredita em tudo o que lê, não leia.”</p>
<p><strong>1 – Contexto do fato</strong></p>
<p><strong>Fato: </strong>O Climate Research Unit (CRU) da Universidade de East Anglia (Reino Unido) sofreu um vazamento de informação em algum momento da primeira quinzena de Novembro de 2009. Nesse vazamento foram copiados milhares de documentos e e-mails dos pesquisadores envolvidos nas pesquisas sobre a forçante humana, (Antropogênica), do aquecimento global.</p>
<p><strong> 2 – Dados disponibilizados</strong></p>
<p>Os dados disponibilizados amplamente pela Internet foram inicialmente hospedados num site chamado Real Climate, e depois se espalharam para outros servidores de download de arquivos. Os dados compreendem as correspondências eletrônicas trocadas entre pelo menos 70 pesquisadores ao longo de 13 anos de pesquisas, e artigos, teses, papers para revistas dentre outros documentos como os códigos de programação dos modelos climáticos utilizados para as simulações e previsões de comportamento do clima.</p>
<p>Dentre estes dados também se encontram formulários de orçamentos e suas finalidades, assinadas pelos respectivos requisitantes.</p>
<p><strong>3 – FOIAs – Freedom os Information Acts</strong></p>
<p>F.O.I.As são documentos que servem à sociedade civil como maneira de aquisição de informação retida intencionalmente (pelo governo ou por universidades e instituições de pesquisa).</p>
<p>No caso desses documentos vazados existia, e ainda existe, extensa demanda por parte de grandes universidades ao redor do mundo interessadas em cruzar as informações e corroborar ou não os fatos e dados disponibilizados pelo IPCC.</p>
<p>Existem muitos desses documentos, dados e papers que já estavam sob tais ordens desde 2006 e que sofreram tentativas, por parte dos próprios pesquisadores da CRU, de serem apagados diretamente dos servidores, o que em si também é ilegal.</p>
<p>Um dos persistentes impetradores das FOIAs é Steve McIntyre.</p>
<p>( <a href="http://camirror.wordpress.com/">http://camirror.wordpress.com/</a> ).</p>
<p>4 – <strong>Os dados disponibilizados </strong>são um grande conjunto de e-mails, com linguagem informal/coloquial trocados entre os pesquisadores e outros envolvidos na distribuição e publicação dos dados.</p>
<p>Dentro do “pacote” de dados encontram-se também:</p>
<p>- Num e-mail específico há um Login e uma senha, dando idéia de que a informação foi roubada por alguém de dentro da própria CRU e postada para download posteriormente.</p>
<p>(<a href="http://www.eastangliaemails.com/emails.php?eid=741&#38;filename=1157546057.txt">http://www.eastangliaemails.com/emails.php?eid=741&#38;filename=1157546057.txt</a> )</p>
<p>- Códigos fonte de modelos climáticos utilizados;</p>
<p>- Documentos internos de orçamentação e requisição de verbas;</p>
<p>- Documentos voltados à publicidade de grupos como o Greenpeace;</p>
<p>- Papers e artigos publicados desde 1995 pelos próprios pesquisadores;</p>
<p>- Orientações de hierarquias superiores sobre formatação e submissão de dados para revistas;</p>
<p>- Comentários e arquivos sobre como utilizar os modelos climáticos e seus “problemas” com os resultados alcançados;</p>
<p>- Imagens e caricaturas internas salvas em imagens com os rostos de outros céticos ao redor do mundo;</p>
<p>Enfim, grande quantidade de material sensível ao escrutínio público que abala sobremaneira a credibilidade desse pequeno grupo com grande poder em mãos.</p>
<p>Fica evidente em muitos aspectos a falta de habilidade dos próprios pesquisadores com a gestão do modelo climático, mesmo porque dentro do código fonte dos modelos utilizados existem comentários demonstrando a perda de dados e a supressão de etapas de cálculos.</p>
<p>Em muitos momentos a confusão com o código chega a ser risível, forçando os pesquisadores a simplesmente somar valores de séries aos resultados para aproximar os valores resultantes de valores previamente existentes, numa matemática infelizmente irresponsável de querer aproximar a saída dos dados de acordo com o que se espera como resultado.</p>
<p>Para ver a análise completa do código fonte, aconselho os links abaixo.</p>
<p>( <a href="http://www.devilskitchen.me.uk/2009/11/data-horribilis-harryreadmetxt-file.html">http://www.devilskitchen.me.uk/2009/11/data-horribilis-harryreadmetxt-file.html</a> )</p>
<p>( <a href="http://di2.nu/foia/HARRY_READ_ME-30.html">http://di2.nu/foia/HARRY_READ_ME-30.html</a> )</p>
<p>5 – <strong>Dentro do “pacote” de documentos</strong>, existem muitas informações relevantes, por exemplo, ao estudo da forçante de vulcões e conseqüências de seus gases na atmosfera, gerando conclusões de que sempre existe um resfriamente após um intenso período de atividades vulcânicas, verificado pelo estudo do crescimento de árvores e plantas.</p>
<p>(<a href="http://www.powerlineblog.com/archives/2009/11/024995.php">http://www.powerlineblog.com/archives/2009/11/024995.php</a> )</p>
<p>6 – <strong>Existem consequências </strong>principalmente no que tange a credibilidade desses dados publicados nos relatórios do IPCC. Tais dados do CRU foram utilizados desde os primeiros relatórios para formulação de políticas públicas de combate ao &#8220;aquecimento global&#8221;. Dessa forma, podemos esperar que algo seja pronunciado ao público e massa de pesquisadores caso haja ainda preocupação com a lisura do processo de apuração dos dados, já que, de qualquer forma, os dados requisitados inúmeras vezes através dos FOIAs estão disponíveis.</p>
<h2><strong>Visão geral:</strong></h2>
<p>Da mera disposição de fatos e eventos, passamos então a uma análise mais voltada ao pulso da realidade.</p>
<p>A primeira pergunta que me vem à mente é:</p>
<p>- Quem se beneficia mais com o vazamento desses dados?</p>
<p>Se caso for um ataque coordenado de hackers pagos pelo governo do regime X, interessado em desbancar as políticas de aquecimento global impostas pelos “facistas, imperialistas e socialistas” da ONU, a lista tem um pequeno número de suspeitos&#8230;</p>
<p>Se caso for um vazamento causado pela mera estupidez de se colocar um Login e uma senha interna da universidade num corpo de email, vejo que o “hacker” nem teve tanto trabalho&#8230; Talvez a motivação tenha sido mais pessoal do que o imaginário do hacker tenha concebido. Talvez um aluno ou orientando do grupo de pesquisas tenha tido acesso ao email, ou talvez um técnico de informática da sala de servidores tenha feito o trabalho por mero sadismo.</p>
<p>Se caso for um Wistleblower, alguém que esperou o momento certo para fazer a denúncia e fazer a “Verda bater no Mertilador”, acredito que a motivação venha corroborar o lado dos céticos que há tantos anos esperavam esses dados para cruzar com suas próprias metodologias de cálculo.</p>
<p>De fato,  “existem digitais por toda a parte”&#8230; O que dificulta ainda mais a análise clara de “quem , quando, quanto, onde e porquê” desse fato.</p>
<p>O quê não podemos perder de vista aqui é a visão mais ampla:</p>
<p>- Caso a forçante humana não seja a maior responsável pelo aquecimento global, o quê acontece com a ideologia “Poluo, logo existo!”?</p>
<p>Um fator importante para a análise mais ampla:</p>
<p>O Aquecimento Global em Marte.</p>
<p>(<a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL18305-5603,00-MARTE+TAMBEM+VIVE+AQUECIMENTO+GLOBAL.html">http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL18305-5603,00-MARTE+TAMBEM+VIVE+AQUECIMENTO+GLOBAL.html</a> )</p>
<p>“Com base nas mudanças na luz refletida pela superfície do planeta &#8212; uma medida conhecida como o albedo de um objeto &#8211;, os cientistas concluíram que o planeta esquentou cerca de 0,65ºC entre os anos 70 e os anos 90, o que pode explicar o recente recuo na calota de gelo do pólo sul de Marte.”.</p>
<p><strong>Porquê o aquecimento global em marte é importante?</strong></p>
<p>Por dois motivos:</p>
<p>- <strong>O primeiro:</strong> Se conseguimos verificar mudanças climáticas em um Planeta no qual não há consumo, não há petróleo, não há seres-humanos, <strong>deveríamos ser capazes de medir algo parecido aqui no Planeta Terra</strong>.</p>
<p>- <strong>O segundo:</strong> Se tomarmos como verdade o fato de que temos a habilidade de calcular com precisão decimal o aumento de temperatura num planeta distante, como podemos, então, ter de passar pela infeliz trajetória dos dados da CRU? E o pior, <strong>como podemos acreditar que em Marte existe &#8220;aquecimento global&#8221;, mas aqui na Terra não existe?</strong></p>
<p>Outro fator importante:</p>
<p>O aquecimento global em Júpiter:</p>
<p><a href="http://apod.nasa.gov/apod/ap080523.html">http://apod.nasa.gov/apod/ap080523.html</a></p>
<p>Mais uma vez&#8230; Júpiter é um planeta basicamente gasoso, no entanto sofre as conseqüências de suas próprias mudanças climáticas. <strong>Alguém vai tentar discordar da existência de Júpiter?</strong></p>
<p>A conclusão que fica é simples:</p>
<p>Não há possibilidade de consenso enquanto o mercado controlar o interesse da ciência.</p>
<p>O IPCC tem sua credibilidade manchada por inconseqüência(?) de menos de uma centena de pesquisadores;</p>
<p>As políticas gestadas pelo IPCC perdem credibilidade por tabela;</p>
<p>Tudo em nome de dados ruins num cronograma apertado.</p>
<p>Fica patente a necessidade de um purgamento científico, <strong>que infelizmente não virá em nome da boa ciência, virá com amargura e revolta de outros grupos com interesses menos escusos do que o de “consertar” os dados apresentados pelas entidades tidas como plausíveis de credibilidade.</strong></p>
<p>Fico triste, por ser engenheiro ambiental, com as conseqüências desse evento, que servirá apenas para <strong><span style="text-decoration:underline;">alavancar mais e mais as posturas dos intransigentes e negadores das Mudanças Climáticas e enfraquecer ainda mais os dados futuramente apresentados por mais genuínos que sejam</span>.</strong></p>
<p>Fico <span style="text-decoration:underline;">indignado</span> porque os créditos de carbono <strong><span style="text-decoration:underline;">tem se tornado uma ferramenta afiada no cerceamento das capacidades produtivas e reprodutivas da humanidade</span></strong> em nome de se tornarem instrumentos de governança política e mercadológica global.</p>
<p>Tais créditos de carbono, assemelhando-se aos derivativos já tão explorados por especulação, tornam-se formas de concentração de capital e potencial produtivo nas mãos de Bancos, tirando dos países a responsabilidade de conter a degradação ambiental em nome da sua população e de seu futuro, e legando a um conjunto de toneladas de CO<sub>2 </sub>equivalentes ditar se podemos ter filhos ou crescer como países.</p>
<p>Os créditos de carbono se tornaram a ferramenta ideal para a resposta da crise de mercado, (que ainda tem muito a piorar assim que o Ouro cruzar a barreira dos<span style="text-decoration:underline;"> 1500 dólares por onça</span>) , por relacionar todas as formas de dominância corporativas num preço facilmente convertível em SDRs (Special Drawing Rights).</p>
<p>Portanto, se existe a forçante antropogênica das mudaças climáticas, ela veio em nome de mercado primeiramente, e depois a “ciência” &#8211; ou pseudo ciência &#8211; ou ciência do Consenso &#8211;   se encarrega de gerar os dados que dêem base para a argumentação. Enquanto isso especula-se financeiramente com os números apresentados no meio do caminho.</p>
<p>O futuro?</p>
<p>De agora em diante, é “truco em mão de 11”.</p>
<p>Pouco importa se São Paulo colocou metas de redução de N%, ou se o Japão colocou (N-1)% para os cortes de suas emissões.</p>
<p>Caso os países signatários resolvam pedir análises massivas dos dados apresentados como fonte de fortalecimento e auxílio às tomadas de decisões de políticas públicas, qual será a reação das instituições que geraram esses dados? Torres de Marfim ou resignados servos implorando por perdão? Enfim, quem vai convencer os países signatários desse acordo a destinar parte de seu PIB para combater “O Aquecimento Global”?</p>
<p>E o pior, caso os signatários resolvam repartir o bolo e decidir quem gera os dados em seus países&#8230; Qual a credibilidade e transparência necessárias para colocar em ação um plano desses? Quem vai pagar as taxas? Quem vai se dar ao trabalho de reler e cruzar os dados novamente?</p>
<p>Uma coisa é certa, existem muitas informações que ainda virão à tona até à COP-15 e que ditarão o futuro do mercado mundial de carbono. Resta saber até lá quem acredita no que mais lhe interessa e quem acredita no que lhes é apresentado, numa forma de escolha dentre as opções menos piores.</p>
<p>Agradeço com muita humildade, e sabendo o meu lugar, os conselhos do professor Horta.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maranhão é o estado que está destruindo mais rapidamente sua floresta]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/22/maranhao-e-o-estado-que-esta-destruindo-mais-rapidamente-sua-floresta/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 18:27:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://blog10.wordpress.com/2009/11/22/maranhao-e-o-estado-que-esta-destruindo-mais-rapidamente-sua-floresta/</guid>
<description><![CDATA[Metade da Amazônia maranhense já foi derrubada, Estado perdeu quase 1% de suas matas em um ano. O Ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:justify;">Metade da Amazônia maranhense já foi derrubada, Estado perdeu quase 1% de suas matas em um ano.</h3>
<p style="text-align:justify;">O Maranhão é o estado amazônico que está destruindo sua floresta         com maior velocidade. Entre agosto de 2008 e julho de 2009 o         estado perdeu quase 1% da mata que ainda resta no estado, revela         uma análise do <strong>Globo Amazônia</strong> feita sobre os <a href="http://www.globoamazonia.com/Amazonia/0,,MUL1377211-16052,00-APESAR+DE+QUEDA+DEVASTACAO+E+DE+UM+CAMPO+DE+FUTEBOL+POR+MINUTO+NA+AMAZONIA.html">focos             de desmatamento detectados pelo Inpe</a> (Instituto Nacional         de Pesquisas Espaciais).</p>
<p>Apesar de ser um estado do Nordeste, o Maranhão já         teve 59% de seu território coberto por floresta amazônica. Hoje,         apenas metade dessa mata permanece em pé, principalmente dentro         de reservas e terras indígenas nas proximidades da divisa com o Pará.</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_754" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/desmatamento.jpg"><img class="size-medium wp-image-754" title="Desmatamento" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/desmatamento.jpg?w=400" alt="" width="400" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">Imagens de satélite mostram a evolução do desmatamento em 20 anos no oeste do Maranhão, divisa com o Pará. (Fotos: Landsat-Inpe/Divulgação) </p></div>
<p style="text-align:justify;">No último levantamento anual do desmatamento realizado pelo Inpe,         o Maranhão foi o terceiro estado amazônico que mais desmatou.         Foram 980 km² de matas derrubadas, que ficam atrás apenas da         devastação do Pará e Mato Grosso.</p>
<p>Quando se leva em consideração o quanto cada local         tem de floresta, contudo, descobre-se que o estado nordestino é         o lugar onde a Amazônia é destruída com maior velocidade, já que         0,95% de duas matas foram derrubadas em 12 meses. O ritmo é         maior que o dobro do registrado no Pará, que perdeu 0,42% da sua         área de floresta no mesmo período.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: <a href="http://www.globoamazonia.com/Amazonia/0,,MUL1384964-16052,00-MARANHAO+E+O+ESTADO+QUE+ESTA+DESTRUINDO+MAIS+RAPIDAMENTE+SUA+FLORESTA.html">Globo Amazônia</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Engenheiro florestal protege, conserva e recupera florestas]]></title>
<link>http://niveisextraordinarios.wordpress.com/2009/11/22/engenheiro-florestal-protege-conserva-e-recupera-florestas/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 16:21:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>edjudd</dc:creator>
<guid>http://niveisextraordinarios.wordpress.com/2009/11/22/engenheiro-florestal-protege-conserva-e-recupera-florestas/</guid>
<description><![CDATA[Profissional trabalha para suprir a demanda de madeira sem afetar as florestas. Curso mescla discipl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>P</strong>rofissional trabalha para suprir a demanda de madeira sem afetar as florestas.<br />
Curso mescla disciplinas de ciências exatas com biológicas.</p>
<div id="attachment_252" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><a href="http://niveisextraordinarios.wordpress.com/files/2009/11/012058679-ex00.jpg"><img class="size-full wp-image-252" title="0,,12058679-EX,00" src="http://niveisextraordinarios.wordpress.com/files/2009/11/012058679-ex00.jpg" alt="" width="495" height="309" /></a><p class="wp-caption-text">Engenheiro florestal trabalha na preservação e manutenção de florestas.</p></div>
<p><strong>U</strong>m profissional responsável pela conservação, preservação e         proteção das áreas florestais do país. É desta maneira que o         professor Fábio Poggiani, diretor do curso de engenharia         florestal da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da         Universidade de São Paulo (Esalq/USP), define a função do         engenheiro florestal.</p>
<p>&#8220;É o engenheiro florestal que vai atuar diretamente na         produção de madeira e outros bens das florestas para gerar         produtos para a sociedade de uma maneira geral. Ele vai         trabalhar para suprir a demanda de madeira no mercado, por         exemplo, sem afetar as florestas, pois ele também vai atuar na         sua preservação e recuperação&#8221;, explicou Poggiani.</p>
<p>Segundo o professor Elias Taylor Severo, coordenador do curso de         engenharia florestal da Universidade Estadual Paulista (Unesp),         as áreas de atuação são muito extensas, mas podem ser divididas         da seguinte maneira:</p>
<p>• <strong>Área de produção</strong></p>
<p><strong>Produção de mudas </strong>~ O engenheiro trabalha da         forma mais antiga (que é o plantio com sementes) até com         técnicas de clonagem para melhorar as plantas. Quando as mudas         estão prontas, elas vão para o campo.</p>
<p><strong>Manejo</strong> ~ A partir daí começa uma nova fase da         engenharia, que é o manejo florestal. É fazer com que aquela         muda cresça e se desenvolva com as características que o         engenheiro planejou.</p>
<p><strong>Avaliação da área</strong> ~ Depois da floresta feita,         um engenheiro avalia a área para saber quanto aquela madeira vai         render. É o chamado inventário florestal.</p>
<p><strong>Corte, colheita e transporte</strong> ~ Depois que a         árvore atinge a maturidade em florestas produtivas e         não-nativas, entra em ação o pessoal do corte/colheita e         transporte. Os equipamentos são automatizados e a madeira é         encaminhada para a indústria.</p>
<div id="attachment_253" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><a href="http://niveisextraordinarios.wordpress.com/files/2009/11/012058679-ex001.jpg"><img class="size-full wp-image-253" title="0,,12058679-EX,00" src="http://niveisextraordinarios.wordpress.com/files/2009/11/012058679-ex001.jpg" alt="" width="495" height="309" /></a><p class="wp-caption-text">Vista da produção de papel na International Paper do Brasil.</p></div>
<p>• <strong>Área de conservação</strong></p>
<p><strong>A</strong>lém da produção de madeira, o engenheiro florestal também         trabalha com recuperação de áreas degradadas e conservação         ambiental. É esse profissional que recupera a mata à beira de um         rio, florestas originais, cria parques e manter o meio ambiente         em equilíbrio. O processo de trabalho é o mesmo (mudas, manejo),         mas o objetivo é outro.</p>
<p>&#8220;O engenheiro florestal é o profissional capacitado para         identificar qual a melhor espécie de árvore que deve ser         plantada em determinado local&#8221;, afirmou Severo.</p>
<p>Segundo Poggiani, o Brasil precisa reflorestar suas áreas         continuamente. &#8220;Já chegamos a importar celulose porque o         país não tinha capacidade de produzir o próprio papel. Temos que         replantar continuamente porque se dependêssemos das árvores         nativas, não teríamos um palito em pé&#8221;, afirmou o professor.</p>
<p><strong>E</strong>ngenharia <strong>F</strong>lorestal x <strong>E</strong>ngenharia <strong>A</strong>mbiental</p>
<p>Segundo os profissionais, as         pessoas tendem a confundir as profissões de engenheiro ambiental         e florestal. As duas carreiras, no entanto, são completamente         diferentes.</p>
<p>&#8220;O engenheiro ambiental atua principalmente na área de         saneamento, água, esgoto, resíduos. Ele trabalha com atividades         que afetam diretamente o meio ambiente. O engenheiro florestal         tem atuação direta no cuidado, manutenção, preservação e         recuperação das florestas. São coisas totalmente         diferentes&#8221;, disse Poggiani.</p>
<p>• <strong>Exatas x Biológicas</strong></p>
<p><strong>O</strong> curso de engenharia florestal mescla matérias de exatas com         disciplinas de biológicas, embora seja mais voltado para a         biologia. &#8220;O aluno tem que saber matemática, física,         estatística, porque ele vai usar essas técnicas para os cálculos         que terá de desenvolver&#8221;, disse o professor Severo, da Unesp.</p>
<p>Poggiani reforça a afirmação: &#8220;É engenharia porque o         profissional atua em projetos para produção de mudas, plantio,         manejo, etc. E também é da área biológica porque tem todo um         trabalho voltado para a biologia, botânica, fisiologia das         plantas, recuperação de florestas, etc&#8221;.</p>
<p><strong>• </strong><strong>Disciplinas</strong></p>
<p><strong>A</strong>lgumas das disciplinas básicas do curso de engenharia florestal         são: ecologia geral, desenho técnico, matemática, biologia         celular, morfologia, zoologia, química geral, informática,         sociologia, estatística, física, genética, química analítica.</p>
<p>Já as profissionalizantes incluem topografia, fotointerpretação,         propriedades da madeira, materiais de construção e sistemas,         inventário florestal, manejo de áreas silvestres, parasitologia         florestal, planejamento ambiental, política e legislação         florestal, industrialização de produtos florestais e utilização         da madeira.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[História das coisas]]></title>
<link>http://organicosecovida.wordpress.com/2009/11/19/historia-do-consumo/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 17:03:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>organicosecovida</dc:creator>
<guid>http://organicosecovida.wordpress.com/2009/11/19/historia-do-consumo/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/3c88_Z0FF4k&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/3c88_Z0FF4k&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cortezas y otras florestas.]]></title>
<link>http://matiasarroyoff.wordpress.com/2009/11/15/cortezas-y-otras-florestas-2/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 23:53:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>matiasarroyoff</dc:creator>
<guid>http://matiasarroyoff.wordpress.com/2009/11/15/cortezas-y-otras-florestas-2/</guid>
<description><![CDATA[Durante el gran apagón que hubo en casi todo Brasil y con la idea del autorretrato girando por mi ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><span style="font-family:Verdana,sans-serif;">Durante el gran apagón que hubo en casi todo Brasil y con la idea del autorretrato girando por mi cabeza, comencé tomando imágenes de algunas partes de mi cuerpo, me fui acercando e iba encontrando formas, texturas, paisajes&#8230; Toda una variedad de superficies cutáneas. </span></p>
<p>&#160;</p>

<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[REFLORESTAÇÃO: 22|23 de Novembro]]></title>
<link>http://jovensambienteecidadania.wordpress.com/2009/11/14/reflorestacao-2223-de-novembro/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 10:48:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jovens, Ambiente e Cidadania</dc:creator>
<guid>http://jovensambienteecidadania.wordpress.com/2009/11/14/reflorestacao-2223-de-novembro/</guid>
<description><![CDATA[No âmbito da comemoração do dia da Floresta Autóctone (23 de Novembro), os Ecoclubes vão unir-se em ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[No âmbito da comemoração do dia da Floresta Autóctone (23 de Novembro), os Ecoclubes vão unir-se em ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudo diz que investir para proteger a Natureza é altamente rentável]]></title>
<link>http://diptta.wordpress.com/2009/11/13/estudo-diz-que-investir-para-proteger-a-natureza-e-altamente-rentavel/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 16:25:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bento Pereira</dc:creator>
<guid>http://diptta.wordpress.com/2009/11/13/estudo-diz-que-investir-para-proteger-a-natureza-e-altamente-rentavel/</guid>
<description><![CDATA[Mais de mil milhões de pessoas dependem, directamente, dos recifes de coral, das florestas e dos man]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mais de mil milhões de pessoas dependem, directamente, dos recifes de coral, das florestas e dos mangais para a sua sobrevivência. E se os líderes políticos não tomarem, rapidamente, medidas radicais para travar a destruição destes recursos, tornar-se-ão inevitáveis conflitos, fomes e refugiados climáticos, alerta o estudo.</p>
<p>&#8220;Reconhecer e pôr um preço nos serviços prestados pela natureza à sociedade deve ser uma prioridade para os responsáveis políticos&#8221;, explicou Pavan Sukhdev, principal autor do estudo &#8220;A economia dos sistemas ecológicos e da biodiversidade&#8221;.</p>
<p>Investir cerca de 45 mil milhões de dólares (30 mil milhões de euros) por ano no desenvolvimento de áreas protegidas terrestres e marinhas permitirá garantir benefícios na ordem dos quatro a cinco mil milhões de dólares (2,6 e 3,3 mil milhões de euros) por ano, durante várias décadas, estima o economista.</p>
<p>No ano passado, a plantação de doze mil hectares de mangais no Sul do Vietname custou cerca de um milhão de dólares (669 milhões de euros) mas permitirá evitar despesas com a construção de diques na ordem dos sete milhões de dólares por ano (4,6 milhões de euros).</p>
<p>&#8220;Numa altura em que as alterações climáticas são um desafio global com repercussões locais, a biodiversidade é um conjunto de desafios locais&#8221;, comentou Pavan Sukhdev, salientando que o exemplo dos mangais no Vietname poderá ser multiplicado por todo o mundo.</p>
<p>A menos de um mês da cimeira da ONU sobre o clima, em Copenhaga, a protecção das florestas tropicais surge como uma questão crucial. &#8220;A desflorestação representa 20 por cento das emissões de gases com efeito estufa&#8221;, lembrou o economista.</p>
<p>Mas as florestas constituem também o mais importante dispositivo para atenuar as alterações climáticas porque capturam 15 por cento das emissões totais de dióxido de carbono&#8221;, notou.</p>
<p>Durante a cimeira do G8 alargado aos grandes países emergentes, os maiores poluidores do planeta reconheceram que a Terra não deverá sofrer um aumento da temperatura superior a dois graus, reconhecendo os receios da comunidade científica. No entanto, para alguns ecossistemas poderá ser já demasiado tarde. Assim, os recifes de coral, dos quais dependem cerca de 500 milhões de pessoas no planeta, já estão numa curva descendente com um aumento da temperatura de cerca de um grau em relação à era pré-industrial.</p>
<p>&#8220;As soluções para as alterações climáticas encontram-se nos recursos naturais. Podemos utilizar a recuperação dos ecossistemas para a adaptação (às mudanças) e devemos utilizar os ecossistemas &#8211; as florestas, os oceanos &#8211; como principal ferramenta de redução&#8221; das emissões de gases com efeito de estufa, estimou.</p>
<p>O estudo, apoiado pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA), foi lançado pela Comissão Europeia em 2007 e terá a sua versão final apresentada em Outubro de 2010. Numa primeira fase, apresentada em Maio de 2008, Pavan Sukhdev estimou que a erosão da biodiversidade representa um custo estimado entre 1350 e 3100 milhões de euros por ano.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Limpar Portugal – 20 Março de 2010]]></title>
<link>http://jovensambienteecidadania.wordpress.com/2009/11/10/limpar-portugal-%e2%80%93-10-marco-de-2010/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 11:29:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jovens, Ambiente e Cidadania</dc:creator>
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<description><![CDATA[&gt;&gt;mais]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&gt;&gt;mais]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comissão do Código Florestal debaterá situação da Amazônia]]></title>
<link>http://ambientehoje.wordpress.com/2009/11/05/comissao-do-codigo-florestal-debatera-situacao-da-amazonia/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 20:18:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>victorfinzetto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Redação da Agência Câmara A comissão especial sobre códigos ambiental e florestal vai realizar a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Redação da Agência Câmara A comissão especial sobre códigos ambiental e florestal vai realizar a]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ONGs se mobilizam contra nova tentativa de derrubada do Código Florestal]]></title>
<link>http://ambientehoje.wordpress.com/2009/11/05/ongs-se-mobilizam-contra-nova-tentativa-de-derrubada-do-codigo-florestal/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 01:28:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>victorfinzetto</dc:creator>
<guid>http://ambientehoje.wordpress.com/2009/11/05/ongs-se-mobilizam-contra-nova-tentativa-de-derrubada-do-codigo-florestal/</guid>
<description><![CDATA[Por Redação do WWF-Brasil Enquanto o mundo se encontra para discutir o novo acordo global de clima e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Redação do WWF-Brasil Enquanto o mundo se encontra para discutir o novo acordo global de clima e]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Copenhagen é a cereja! ]]></title>
<link>http://mateusteixeira.wordpress.com/2009/11/04/copenhagen-e-a-cereja/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 17:47:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>M.L.B.T.</dc:creator>
<guid>http://mateusteixeira.wordpress.com/2009/11/04/copenhagen-e-a-cereja/</guid>
<description><![CDATA[Olá, leitores! Como o clima anda meio agitado com relação à COP-15, dei uma lida na pré-redação do a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá, leitores!</p>
<p>Como o clima anda meio agitado com relação à COP-15, dei uma lida na pré-redação do acordo que será assinado na COP-15.</p>
<p>Aconselho a leitura do Blog do Wall Street Journal:</p>
<p><img class="aligncenter" title="The Wall Street Journal" src="http://s.wsj.net/img/wsj_print.gif" alt="" width="199" height="31" /></p>
<h1><a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052748703574604574500580285679074.html?mod=googlenews_wsj#printMode" target="_blank">Has Anyone Read the Copenhagen Agreement?</a></h1>
<h2><a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052748703574604574500580285679074.html?mod=googlenews_wsj#printMode" target="_blank">U.N. plans for a new &#8216;government&#8217; are scary.</a></h2>
<p>&#160;</p>
<p>We can only hope that world leaders will do nothing more than enjoy a pleasant bicycle ride around the charming streets of Copenhagen come December. For if they actually manage to wring out an agreement based on the current draft text of the Copenhagen climate-change treaty, the world is in for some nasty surprises. Draft text, you say? If you haven&#8217;t heard about it, that&#8217;s because none of our otherwise talkative political leaders have bothered to tell us what the drafters have already cobbled together for leaders to consider. And neither have the media.</p>
<p>Enter Lord Christopher Monckton. The former adviser to Margaret Thatcher gave an address at Bethel University in St. Paul, Minnesota, earlier this month that made quite a splash. For the first time, the public heard about the 181 pages, dated Sept. 15, that comprise the <a href="http://unfccc.int/resource/docs/2009/awglca7/eng/inf02.pdf" target="_blank">United Nations Framework Convention on Climate Change</a>—a rough draft of what could be signed come December.</p>
<p>So far there have been more than a million hits on the YouTube post of his address. It deserves millions more because Lord Monckton warns that the aim of the Copenhagen draft treaty is to set up a transnational &#8220;government&#8221; on a scale the world has never before seen.</p>
<p><a name="U10230075496RCH"></a></p>
<p><span style="color:#ff0000;">The &#8220;scheme for the new institutional arrangement under the Convention&#8221; that starts on page 18 contains the provision for a &#8220;government.&#8221; The aim is to give a new as yet unnamed U.N. body the power to directly intervene in the financial, economic, tax and environmental affairs of all the nations that sign the Copenhagen treaty.</span></p>
<p><a name="U10230075496C3B"></a></p>
<p>The reason for the power grab is clear enough: Clause after complicated clause of the draft treaty requires developed countries to pay an &#8220;adaptation debt&#8221; to developing countries to supposedly support climate change mitigation. Clause 33 on page 39 says that &#8220;by 2020 the scale of financial flows to support adaptation in developing countries must be [at least $67 billion] or [in the range of $70 billion to $140 billion per year].&#8221;</p>
<p><span style="color:#ff0000;">And how will developed countries be slugged to provide for this financial flow to the developing world? The draft text sets out various alternatives, including option seven on page 135, which provides for &#8220;a [global] levy of 2 per cent on international financial market [monetary] transactions to Annex I Parties.&#8221; Annex 1 countries are industrialized countries, which include among others the U.S., Australia, Britain and Canada.</span></p>
<p>To be sure, countries that sign international treaties always cede powers to a U.N. body responsible for implementing treaty obligations. But the difference is that this treaty appears to have been subject to unusual attempts to conceal its convoluted contents. And apart from the difficulty of trying to decipher the U.N. verbiage, there are plenty of draft clauses described as &#8220;alternatives&#8221; and &#8220;options&#8221; that should raise the ire of free and democratic countries concerned about preserving their sovereignty.</p>
<p><a name="U10230075496TSF"></a></p>
<p>Lord Monckton himself only became aware of the extraordinary powers to be vested in this new world government when a friend found an obscure U.N. Web site and searched through several layers of hyperlinks before discovering a document that isn&#8217;t even called the draft &#8220;treaty.&#8221; Instead, it&#8217;s labelled a &#8220;Note by the Secretariat.&#8221;</p>
<p>Interviewed by broadcaster Alan Jones on Sydney radio Monday, Lord Monckton said &#8220;this is the first time I&#8217;ve ever seen any transnational treaty referring to a new body to be set up under that treaty as a &#8216;government.&#8217; But it&#8217;s the powers that are going to be given to this entirely unelected government that are so frightening.&#8221; He added: &#8220;The sheer ambition of this new world government is enormous right from the start—that&#8217;s even before it starts accreting powers to itself in the way that these entities inevitably always do.&#8221;</p>
<p>Critics have admonished Lord Monckton for his colorful language. He has certainly been vigorous. In his exposé of the draft Copenhagen treaty in St. Paul, he warned Americans that &#8220;in the next few weeks, unless you stop it, your president will sign your freedom, your democracy and your prosperity away forever.&#8221; Yet his critics fail to deal with the substance of what he says.</p>
<p>Ask yourself this question: Given that our political leaders spend hundreds of hours talking about climate change and the need for a global consensus in Copenhagen, why have none of them talked openly about the details of this draft climate-change treaty? After all, the final treaty will bind signatories for years to come. What exactly are they hiding? Thanks to Lord Monckton we now know something of their plans.</p>
<p>Janos Pasztor, director of the Secretary-General&#8217;s Climate Change Support Team, told reporters in New York Monday that with the U.S. Congress yet to pass a climate-change bill, a global climate-change treaty is now an unlikely outcome in Copenhagen. Let&#8217;s hope he is right. And thank you, America.</p>
<p><strong>Ms. Albrechtsen is a columnist for the Australian.</strong></p>
<p>&#160;</p>
<h1><strong>Link para o Download do Rascunho do Acordo: <a href="http://unfccc.int/resource/docs/2009/awglca7/eng/inf02.pdf" target="_blank">AQUI</a></strong></h1>
<p>&#160;</p>
<h2 style="text-align:center;"><strong>Vídeo Aula de Lord Monckton: </strong></h2>
<p style="text-align:center;"><strong><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/stij8sUybx0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/stij8sUybx0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O nosso sentido de cortesia]]></title>
<link>http://arvoredeperola.wordpress.com/2009/10/30/o-nosso-sentido-de-cortesia/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 15:12:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>C.A.Margonper</dc:creator>
<guid>http://arvoredeperola.wordpress.com/2009/10/30/o-nosso-sentido-de-cortesia/</guid>
<description><![CDATA[Se a Terra se tornar inóspita à presença humana, será unicamente porque nós perdemos o nosso sentido]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Se a Terra se tornar inóspita à presença humana, será unicamente porque nós perdemos o nosso sentido de cortesia para com ela e os seus habitantes. (Thomas Berry)</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://thepeartreeblog.wordpress.com/files/2009/10/sem-autor-rio-quente.jpg" alt="Não fazer nada está ao alcance de qualquer homem. (Samuel Johnson)" width="384" height="289" /></p>
<p style="text-align:center;">Autor ou Fotógrafo Desconhecido<br />
(Você sabe quem tirou esta fotografia? Mande-me um <a href="http://arvoredeperola.wordpress.com/email/">email</a>!)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[COP15 será a hora das florestas, diz diretora da ONU]]></title>
<link>http://ambientehoje.wordpress.com/2009/10/29/cop15-sera-a-hora-das-florestas-diz-diretora-da-onu/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 15:57:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>victorfinzetto</dc:creator>
<guid>http://ambientehoje.wordpress.com/2009/10/29/cop15-sera-a-hora-das-florestas-diz-diretora-da-onu/</guid>
<description><![CDATA[COP15 será a hora das florestas, diz diretora da ONU Por Paula Scheidt, do CarbonoBrasil Em entrevis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[COP15 será a hora das florestas, diz diretora da ONU Por Paula Scheidt, do CarbonoBrasil Em entrevis]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O nosso maior receio]]></title>
<link>http://arvoredeperola.wordpress.com/2009/10/27/o-nosso-maior-receio-3/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 18:30:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>C.A.Margonper</dc:creator>
<guid>http://arvoredeperola.wordpress.com/2009/10/27/o-nosso-maior-receio-3/</guid>
<description><![CDATA[O nosso maior receio não é o medo de sermos incapazes. O nosso maior receio é o facto de sermos desm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O nosso maior receio não é o medo de sermos incapazes. O nosso maior receio é o facto de sermos desmedidamente poderosos. Perguntamo-nos quem somos nós para sermos brilhantes, belos, talentosos e poderosos. Na verdade, o que te impede de ser tudo isso? Nascemos para manifestar a glória de Deus que há dentro de nós. Quando deixamos que a nossa luz brilhe, estamos inconscientemente a permitir aos outros que façam o mesmo.</p>
<p>(Marianne Williamson, in “Um regresso ao amor” &#38; também no filme “Letra a letra” &#38; Discurso de Inauguração de Nelson Mandela, 1994)</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://thepeartreeblog.wordpress.com/files/2009/10/rarinda-prakasa-rezando.jpg" alt="A melhor coisa que você pode fazer pelo mundo inteiro é dar o máximo de si próprio. (Wallace D.Wattles)" width="374" height="293" /></p>
<p style="text-align:center;">Fotografia de Rarinda Prakarsa<br />
(www.photo.net/photos/rarindra)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não há impossibilidades]]></title>
<link>http://arvoredeperola.wordpress.com/2009/10/27/nao-ha-impossibilidades/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 18:21:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>C.A.Margonper</dc:creator>
<guid>http://arvoredeperola.wordpress.com/2009/10/27/nao-ha-impossibilidades/</guid>
<description><![CDATA[Nos sonhos e no amor não existem impossibilidades. (Janos Arany) Blood-Brook em Wilton &#8211; New H]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nos sonhos e no amor não existem impossibilidades. (Janos Arany)</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://thepeartreeblog.wordpress.com/files/2009/10/sem-autor-blood-brook-wilton-nh.jpg" alt="De belas imagens chegamos a belos pensamentos; de belos pensamentos, a uma vida bela, e de uma vida bela, à beleza absoluta. (Platão)" width="360" height="274" /></p>
<p style="text-align:center;">Blood-Brook em Wilton &#8211; New Hampshire, USA<br />
Fotografia de Scott Dommin<br />
(www.pbase.com/sdommin/profile)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A crise no rio Iriri]]></title>
<link>http://vespeiro.com/2009/10/25/a-crise-no-rio-iriri/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 23:43:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>fernaslm</dc:creator>
<guid>http://vespeiro.com/2009/10/25/a-crise-no-rio-iriri/</guid>
<description><![CDATA[Imagine a seguinte situação. Você mora no Pacaembu, ou no Flamengo ou em qualquer outro grande bairr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://fernaslm.wordpress.com/files/2009/10/juninho-056.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1280" title="Juninho 056" src="http://fernaslm.wordpress.com/files/2009/10/juninho-056.jpg" alt="Juninho 056" width="455" height="341" /></a></p>
<p>Imagine a seguinte situação.</p>
<p>Você mora no Pacaembu, ou no Flamengo ou em qualquer outro grande bairro de qualquer grande cidade brasileira. Existe em algum ponto do bairro um imóvel abandonado disputado por diferentes grupos de sem-teto. Preocupado com sua vida, mergulhado no seu trabalho, concentrado em garantir o futuro dos seus filhos, você não tem nenhuma idéia de que isto está acontecendo. Mas a briga lá entre os marginais disputando algo que não é de nenhum deles está esquentando. E então, uma freira estrangeira, que toma o partido de um dos grupos que disputam o imóvel, acaba sendo assassinada pelo grupo contrário.</p>
<p>Nada, enfim, que não aconteça de fato quase todos os dias em alguma grande cidade brasileira.</p>
<p>Mas em vez da corriqueira ação policial para caçar o assassino e da ação judicial para decidir quem tem a posse do imóvel, o presidente da Republica em pessoa, sem mais aquela, decreta que o bairro inteiro está desapropriado e todos os seus moradores terão, do dia para a noite, de arrumar outro lugar para morar.</p>
<p>Pois é isso que está acontecendo no rio Iriri, com o agravante de que, ao contrário do que acontece nos bairros de grandes cidades, os moradores das margens daquele rio, ali instalados há várias gerações, tiram o seu sustento das suas águas e das matas do seu entorno. Não têm nenhuma reserva de alimentos ou, muito menos, de dinheiro. Vivem do que pescam, do que colhem em pequenas roças de subsistência e do que caçam na mata, de um dia para o outro.</p>
<p>Não têm eletricidade nem geladeira; não contam com transporte publico nem com qualquer coisa que se pareça com assistência social. Não sendo nem índios, nem “quilombolas”, nem tendo qualquer título ou traço racial que os torne elegíveis por ONGs ou os defina como pertencentes a um dos grupos de brasileiros definidos como &#8220;especiais&#8221; pela nossa legislação mais recente, são absoluta e rigorosamente ignorados pelo Estado, que dispõe dos seus destinos como se eles não existissem.</p>
<p>Nos últimos anos, a vida estava melhorando no Iriri. A castanha do Pará, resgatada das populações isoladas a preço vil pelos atravessadores, é a ultima ponte a conectá-los com o mundo civilizado onde nada se faz sem dinheiro depois que os produtos da caça foram proibidos e que o fim do subsídio à borracha tornou a seringa anti econômica (ouça, abaixo, o relato de um castanheiro em  <strong>A vida dura do coletor de castanha</strong>).</p>
<p><a href="http://fernaslm.wordpress.com/files/2009/10/iriri-2005-2-019.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1281" title="Iriri - 2005 - 2 019" src="http://fernaslm.wordpress.com/files/2009/10/iriri-2005-2-019.jpg?w=300" alt="Iriri - 2005 - 2 019" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Mas o turismo chegou para salvar a situação.</p>
<p>A Pousada do Iriri, que recebe brasileiros e, sobretuto, europeus e americanos interessados na pesca esportiva, na observação de pássaros ou, simplesmente, em ver um lugar que continua como Deus o fez, operou o milagre de resgatar os antigos castanheiros da miséria sem obrigá-los a abandonar o seu estilo de vida. Eles conhecem aquele rio e aquelas matas como você conhece a sua casa. Desde que a Pousada chegou, em vez de migalhas em troca do trabalho extenuante de coleta de castanha, recebem, como guias e &#8220;piloteiros&#8221;, salários fixos e gorjetas em dólares.</p>
<p>Mas a alegria durou pouco.</p>
<p>Mataram uma freira na “Terra do Meio” (o Iriri corre por milhares de quilômetros no sentido Sul-Norte cortando ao meio a “Terra do Meio”, o território delimitado pelos cursos paralelos dos rios Tapajós e Xingu, do qual ele é tributário), e agora, vá você saber porque, toda a população ribeirinha tem de pagar por isso.</p>
<p>Desde 2006, o Iriri se transformou no verdadeiro rio da dúvida.</p>
<p>O que fazer?</p>
<p>Para onde ir?</p>
<p>A Pousada vai fechar?</p>
<p>Como sustentar as crianças, que pela primeira vez, estão freqüentando escolas em Altamira?</p>
<p>O governo vai pagar pela desapropriação?</p>
<p>Vai arranjar outro lugar para morarmos em que possamos viver de pescar e caçar que é o que sabemos fazer?</p>
<p>Quando?</p>
<p>Onde encontrará espaço desocupado com essas características?</p>
<p>Não se fala mais das fruteiras que estão atraindo caça, da onça que anda rondando o barraco de Zé Boi, dos poções onde está dando peixe, de como conter os pescadores profissionais que descem, em balsas, de Altamira, das castanheiras mais produtivas&#8230;</p>
<p>Agora, só há um tema nas conversas ao pé do fogo das noites do Iriri: a duvida.</p>
<p>Pelos barrancos mais altos do rio, já são diversas as casas abandonadas – o barro amarelo claro socado, a grossa cobertura cor de palha feita de grandes folhas de babaçu. Fica todo o equipamento de coleta e processamento de castanha. Levar pra que? Levar como? As roças tomadas pelo mato.</p>
<p>O povo do Iriri não tem quem fale por ele&#8230;</p>
<p>E pra onde está indo essa gente?</p>
<p>A vida virou uma aventura. E do pior tipo: aquela que lhe é imposta (veja, abaixo, como Juca quase morreu tentando mudar de vida em <strong>Aventura na Guiana Francesa</strong>).</p>
<p><a href="http://fernaslm.wordpress.com/files/2009/10/juninho-044.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1282" title="Juninho 044" src="http://fernaslm.wordpress.com/files/2009/10/juninho-044.jpg" alt="Juninho 044" width="455" height="341" /></a></p>
<p>Com o avanço inexorável da ocupação econômica do território nacional, áreas como a do Iriri só podem ter um entre dois destinos: o desmatamento e a incorporação à economia agrícola ou a conservação para fins turísticos. Com terras pobres que, no passado, foram fundos de oceanos, destiná-las à agricultura é uma falsa solução. É sob esse pretexto que madeireiros mancomunados com os políticos locais se locupletam colhendo o que não plantaram. Não há maneira de esconder uma atividade visível até do espaço sideral, cujo produto são toras gigantescas que têm de atravessar vastos territórios e sair por portos marítimos.</p>
<p>O que explica o desmatamento desenfreado da Amazônia é mesmo a corrupção. Portanto, não ha solução pelo caminho das proibições que nunca são cumpridas. O Brasil está de prova&#8230;</p>
<p>Mas a pressão econômica é o fato incontornável que tem de ser considerado antes de todos os outros, se quisermos uma solução real. E aí é que a política ambiental brasileira naufraga. Presa a preconceitos ideológicos do século passado impostos por ambientalistas que dominam a formulação das políticas governamentais, ela rejeita soluções econômicas e insiste em propostas baseadas em devaneios “morais”, em posturas autoritárias, e na fé na repressão que, historicamente, não tem feito de prático mais que a felicidade dos corruptos.</p>
<p>E, no entanto, a Amazônia toda está a menos de US$ 500 dolares de distancia de vôo dos Estados Unidos. O valor de reservas virgens se multiplica a cada minuto num mundo onde isto é cada vez mais raro. O produto sustentável, por excelência, das áreas preservadas, são a caça, a pesca e os frutos. E a prova disso é a presença do homem, que sempre viveu deles, na Terra.</p>
<p>Hoje, o único produto da terra que vale mais que a soja é a perdiz. Mas nossos ambientalistas não perdem tempo com considerações realistas nem com cálculos &#8220;imorais&#8221; de &#8220;capitalistas cínicos”. Proíbem, em nome de mal costurados argumentos “morais”, a caça que sustentou seus antepassados e trouxe a humanidade até aqui, embora tolerem a pesca. Autorizam, no entanto, o “manejo sustentável” de florestas para a coleta de madeira, embora saibam melhor que ninguém que isso é uma mentira. Antes de mais nada porque, por critério nenhum,  pode-se chamar de &#8220;sustentável&#8221; o corte de arvores de mil anos. E eles sabem que ainda que se conseguisse fazer que o corte seja mesmo seletivo, o que nunca acontece, serão as milenares as árvores mais cobiçadas pelos madeireiros e pelas serrarias. Nossos ambientalistas aprovam esse tipo de predação cujo rastro um milênio inteiro não apagará, mas não permitem a coleta de fauna, que produz “safras” todos os anos, tanto mais abundantes quanto melhor for a condição de conservação da floresta.</p>
<p><a href="http://fernaslm.wordpress.com/files/2009/10/mapa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1301" title="mapa" src="http://fernaslm.wordpress.com/files/2009/10/mapa.jpg" alt="mapa" width="455" height="398" /></a></p>
<p>E mais, não querem o homem amazônico integrado. Querem-no – índio ou coletor – congelado no tempo e no espaço&#8230;</p>
<p>Somos o único país do mundo a ancorar nossa política ambiental numa coleção de contradições tão gritantes. E os resultados, como não poderia deixar de ser, são os que colhemos todos os anos, ha 509 anos, e escandalizam o mundo.</p>
<p>Mesmo assim, recusamo-nos a aceitar a lição dos fatos.</p>
<p>Não seria possível sustentar todos os 20 milhões de habitantes da Amazônia Legal apenas com programas de turismo ecológico e de caça e pesca esportiva. Mas certamente seria possível sustentar com isso toda a parcela dessa população que ainda vive dos rios e da floresta, praticando exatamente uma coleta ponderada de caça, de pesca e de frutos da floresta conservada. Seria possível preservar com ela tudo que ainda é necessário preservar, na Amazônia: ambientes e modos de vida dependentes da conservação da saúde da floresta. Um esquema como este, baseado na expectativa de lucros com a conservação ambiental, substituiria a “fiscalização” de agentes mal remunerados de governos corruptos de hoje pela fiscalização de investidores em hotelaria e logística para a coleta de caça e pesca cuja remuneração dependeria do bom estado de conservação da floresta. Se ultrapassassem os limites do sustentável, poriam a perder o seu investimento.</p>
<p>O tamanho das industrias de caça e pesca esportiva no mundo hoje são prova mais que suficiente do sucesso dessa receita em todo o planeta.</p>
<p>Tudo que é necessário para fazer esse esquema funcionar no Brasil é que nossos ambientalistas admitam o que o resto do mundo – de Cuba à China, passando por tudo que está no meio – já admite e pratica.</p>
<h3><span style="color:#008080;">Aventura na Guiana Francesa</span></h3>
<p><a href="http://fernaslm.wordpress.com/files/2009/10/guiana1.m4a">guiana</a></p>
<h3><span style="color:#008080;">A vida dura do coletor de castanha</span></h3>
<p><span style="color:#008080;"><a href="http://fernaslm.wordpress.com/files/2009/10/juca36.m4a">juca3</a></span></p>
<p><span style="color:#008080;"><a href="http://fernaslm.wordpress.com/files/2009/10/juca36.m4a"></a><a href="http://fernaslm.wordpress.com/files/2009/10/juninho-064.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1283" title="Juninho 064" src="http://fernaslm.wordpress.com/files/2009/10/juninho-064.jpg?w=150" alt="Juninho 064" width="150" height="112" /></a><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gingando na COP-15]]></title>
<link>http://mateusteixeira.wordpress.com/2009/10/25/gingando-na-cop-15/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 17:46:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>M.L.B.T.</dc:creator>
<guid>http://mateusteixeira.wordpress.com/2009/10/25/gingando-na-cop-15/</guid>
<description><![CDATA[Olá caríssimos leitores! Tem algumas semanas que fiquei sem postar&#8230; a vida acadêmica numa facu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá caríssimos leitores!</p>
<p>Tem algumas semanas que fiquei sem postar&#8230; a vida acadêmica numa faculdade forte pede alguns sacrifícios para os ganhos maiores.</p>
<p>Gostaria de deixar um grande abraço ao professor Luis Augusto Horta, que tem me ajudado e fomentado na instauração de um Grupo de Estudos da Sustentabiliade aqui na Universidade Federal de Itajubá. Dentro em breve creio que terei notícias boas.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-=======================&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Hoje gostaria de iniciar falando sobre as iniciativas que o Brasil vem tomando frente à pressão internacional de Bancos e Instituições financeiras ao redor do mundo para que seja abraçado o pacote completo de &#8221; sugestões&#8221;, diga-se, políticas que &#8220;ajudariam o planeta&#8221; a sair da crise.</p>
<p>À revelia da iniciativa da CVM e do ITAÚ em dar o pontapé inicial na captação de recursos para investimento em fundos, ( sem derivativos!!!), que consigam agregar proteção e oportunidades de consolidação e fixação de capital, os organismos responsáveis pela regulamentação e formação de uma opinião a respeito da postura brasileira para a COP-15 iniciaram seus trabalhos em direção à &#8220;Maneira Brasileira&#8221; de mercado internacional de clima.</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091014/not_imp450195,0.php" target="_blank">A iniciativa da cidade de São Paulo</a>, em fixar uma meta de redução em 20%  das emissões com relação a 2005 ainda parece etérea e só complementa a medida do Alckmin de 2002 em compor o <a href="http://www.legislacao.sp.gov.br/dg280202.nsf/fd5cd3599619308483256cfb00501462/e19397ab47192edb03256ce000570e4c?OpenDocument" target="_blank">FECOP</a>.</p>
<p>Acho interessante o fato de que em nenhum momento se discutiu a possibilidade de que todo esse esforço apenas seja refletido na forma de mais taxas e tributos ao já ofegante contribuinte brasileiro, mas não sou otimista ao ponto de que nenhum político já tenha pensado e rascunhado sua idéia de &#8220;combate às mudanças climaticas&#8221; via impostos e tributos.</p>
<p>Gosto da parte em que, aparentemente, e apesar das ocorrências anteriores com relação à florestas e serviços ambientais, o <a href="http://www.globalforum.com.br/News8918content85289.shtml" target="_blank">Fórum de governadores compôs uma carta para ser levada como posição oficial para a COP-15.</a> Nessa carta, assinam os governadores de <span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Pará, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso, dando mais caráter de nacionalidade ao possível estabelecimento de uma REDD com cara de Brasil e sem as ingenuidades que dão margens claras para a especulação via dinheiro fácil do exterior. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Não sei até quando, ou se tal iniciativa irá ser refletida na FIESP, CIESP, FIEMG, FIERJ e demais FI do Brasil, mas com o estabelecimento de uma política nacional de comércio de emissões estaremos com uma oportunidade de ouro nas mãos em criar um comércio NACIONAL de emissões em consonância com os esforços da REDD made in Brazil. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Se os esforços de quem tem poder decisório e gordura acumulada forem direcionados em proteger as finanças para capacidade produtica separadamente das finanças para o mercado de clima, teremos um Glass Steagall nacional que certamente será um modelo efetivo de um novo mercado de grande importância e relevância para o mundo. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Separados os interesses de comércio e clima, teremos um fortalecimento e maior facilidade de gestão e governança de recursos para que seja evitada a fuga de capitais e para que seja blindada a soberania nacional com relação à meios de produção e &#8220;meios de preservação e sustentabilidade&#8221; do país, sanitarizando um mercado altamente volúvel em função de interesses nacionais de desenvolvimento. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Acredito que em breve estaremos encarando uma &#8220;Lei Rouanet&#8221; para as REDDs, e graças aos deuses de mercado, não encararemos REDDs de REflorestamento por um bom tempo. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Dessa forma, criar-se-ão incentivos às empresas brasileiras que mais tiverem esforços de preservação ambiental e mais políticas relacionadas ao bom uso de seus recursos e preservação de meio ambiente, forçando bolso adentro o verdadeiro compromisso com o meio ambiente via balanço contábil e descontos em tarifas e impostos. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Que a VALE, BRfoods, Petrobrás, Itaú-Unibanco, Banco do Brasil et al, me ouçam! e que a FIESP leia esse post, eheheh.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Um grande abraço a todos!!<br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tirando cinco minutos...]]></title>
<link>http://arvoredeperola.wordpress.com/2009/10/24/tirando-cinco-minutos/</link>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 14:38:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>C.A.Margonper</dc:creator>
<guid>http://arvoredeperola.wordpress.com/2009/10/24/tirando-cinco-minutos/</guid>
<description><![CDATA[&#8230;para pôr aqui uma fotografia. Tenho estado tão ocupada esses dias. Fotografia de Rarinda Prak]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8230;para pôr aqui uma fotografia. Tenho estado tão ocupada esses dias. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://thepeartreeblog.wordpress.com/files/2009/10/rarinda-prakasa-crias.jpg" alt="Heh, espera por mim!" width="373" height="273" /><br />
Fotografia de Rarinda Prakarsa<br />
(www.photo.net/photos/rarindra)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Banco Mundial anuncia fundo para investimentos em florestas e clima]]></title>
<link>http://ambientehoje.wordpress.com/2009/10/24/banco-mundial-anuncia-fundo-para-investimentos-em-florestas-e-clima/</link>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 03:02:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>victorfinzetto</dc:creator>
<guid>http://ambientehoje.wordpress.com/2009/10/24/banco-mundial-anuncia-fundo-para-investimentos-em-florestas-e-clima/</guid>
<description><![CDATA[Por Fernanda B. Müller, da Carbono Brasil O Banco Mundial lançará um fundo para investimentos em flo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Fernanda B. Müller, da Carbono Brasil O Banco Mundial lançará um fundo para investimentos em flo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cientistas alertam para emissões na produção de biocombustíveis]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/10/23/cientistas-alertam-para-emissoes-na-producao-de-biocombustiveis/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 12:19:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>gleika</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estados Unidos &#8211; BBC Brasil &#8211; 22/10/2009 Cientistas americanos dizem ter identificado um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Estados Unidos &#8211; BBC Brasil &#8211; 22/10/2009 Cientistas americanos dizem ter identificado um]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[WORKSHOP "Floresta, juventude e ODM"...Como tudo aconteceu!]]></title>
<link>http://jovensambienteecidadania.wordpress.com/2009/10/23/workshop-floresta-juventude-e-odm-como-tudo-aconteceu/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 09:43:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jovens, Ambiente e Cidadania</dc:creator>
<guid>http://jovensambienteecidadania.wordpress.com/2009/10/23/workshop-floresta-juventude-e-odm-como-tudo-aconteceu/</guid>
<description><![CDATA[O Jardim Botânico do Porto recebeu o WORKSHOP &#8220;Floresta, juventude e ODM&#8221;, onde estivera]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O Jardim Botânico do Porto recebeu o WORKSHOP &#8220;Floresta, juventude e ODM&#8221;, onde estivera]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Agências espaciais e Google buscam formas de proteger florestas]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/10/22/agencias-espaciais-e-google-buscam-formas-de-proteger-florestas/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 11:00:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Helen Schossler</dc:creator>
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<description><![CDATA[Noruega &#8211; Reuters &#8211; 20/10/2009 Agências espaciais e o Google estão colaborando com um pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Noruega &#8211; Reuters &#8211; 20/10/2009 Agências espaciais e o Google estão colaborando com um pr]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Ambientalistas pedem ações efetivas para conter o desflorestamento]]></title>
<link>http://ambientehoje.wordpress.com/2009/10/21/ambientalistas-pedem-acoes-efetivas-para-conter-o-desflorestamento/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 16:53:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>victorfinzetto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Redação da Amazônia.org.br Especialistas em florestas que participam do 13º Congresso Florestal ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Redação da Amazônia.org.br Especialistas em florestas que participam do 13º Congresso Florestal ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Buenos Aires abre congresso sobre recursos florestais]]></title>
<link>http://ambientehoje.wordpress.com/2009/10/21/buenos-aires-abre-congresso-sobre-recursos-florestais/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 16:47:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>victorfinzetto</dc:creator>
<guid>http://ambientehoje.wordpress.com/2009/10/21/buenos-aires-abre-congresso-sobre-recursos-florestais/</guid>
<description><![CDATA[Por Pollyana de Moraes, da Rádio ONU em Nova York.* Capital argentina reúne representantes de 150 pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Pollyana de Moraes, da Rádio ONU em Nova York.* Capital argentina reúne representantes de 150 pa]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Abertura e manifestos no Congresso Mundial de Florestas]]></title>
<link>http://paulascheidt.wordpress.com/2009/10/19/27/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 14:34:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulascheidt</dc:creator>
<guid>http://paulascheidt.wordpress.com/2009/10/19/27/</guid>
<description><![CDATA[Entre jornalistas da Bolívia, Colombia, Equador, Guyana, Peru e Moçambique, o evento da manhã de ont]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Entre jornalistas da Bolívia, Colombia, Equador, Guyana, Peru e Moçambique, o evento da manhã de ont]]></content:encoded>
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