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	<title>folha-de-sao-paulo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/folha-de-sao-paulo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "folha-de-sao-paulo"</description>
	<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 17:09:49 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Juiz Sérgio Batista tem aposentadoria compulsória mantida pelo CNJ]]></title>
<link>http://tribunalpopulardojudiciario.wordpress.com/2009/11/25/juiz-sergio-batista-tem-aposentadoria-compulsoria-mantida-pelo-cnj/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:34:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>zemaribeiro</dc:creator>
<guid>http://tribunalpopulardojudiciario.wordpress.com/2009/11/25/juiz-sergio-batista-tem-aposentadoria-compulsoria-mantida-pelo-cnj/</guid>
<description><![CDATA[Do blogue do Itevaldo. O CNJ decidiu hoje &#8211; na mesma sessão que afastou Abrahão Sauaia - pela ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Do <a title="Blogue do Itevaldo" href="http://www.itevaldo.com" target="_blank">blogue do <strong>Itevaldo</strong></a>.</p>
<p>O CNJ decidiu hoje &#8211; na mesma sessão que afastou Abrahão Sauaia - pela manutenção da aposentadoria do juiz Sérgio Barros Batista. Ele foi aposentado compulsoriamente pelo TJ-MA em maio deste ano. O magistrado também figura na correição da Corregedoria Geral de Justiça.</p>
<p>Antes da aposentadoria compulsória, ele respondia pela 2º Vara Cível. A aposentadoria do juiz foi ocasionada por processo administrativo disciplinar instaurado após uma representação da Eletrobrás, quando o mesmo estava na Comarca de Bacabal.</p>
<p>Em entrevista recente ao jornal <em>Folha de São Paulo</em>, ele afirmou que a correição cometeu equívocos. “Os homens são capazes de se equivocar, em algum momento, naquele contexto de fazer correição açodada, apressada”.</p>
<p>Há 20 anos na magistratura, o juiz costumava dizer que esclarecera todas as acusações. “Não tenho nenhum constrangimento. Jamais prejudiquei alguém intencionalmente e as decisões foram tomadas com base em critérios técnicos e jurídicos”, contou ao jornal paulistano.</p>
<p>O processo de nº 4161/2002, teve sua lentidão citada no relatório do CNJ. O processo contra Sérgio Barros Batista tramitava desde 2002. Um dos itens do relatório do CNJ, elaborado pelo ministro Corregedor Nacional de Justiça, Gilson Dipp.</p>
<p>“A grande demora na instrução dos procedimentos abriu suposto precedente para o fato constatado no processo 4.161/2002, no qual consta parecer exarado pelo Ministério Público do estado opinando pela prescrição”.</p>
<p><strong><em>Link </em>original: </strong><a href="http://www.itevaldo.com/?p=3312"><strong>http://www.itevaldo.com/?p=3312</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Taylor Lautner &amp; Kristen Stewart]]></title>
<link>http://universoliterario.wordpress.com/2009/11/25/707/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:43:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Melissa Rocha</dc:creator>
<guid>http://universoliterario.wordpress.com/2009/11/25/707/</guid>
<description><![CDATA[Lua Nova Taylor Lautner &amp; Kristen Stewart Em SP, atores falam sobre o segundo filme de Crepúscul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Lua Nova</p>
<p><a href="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/013.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-706" title="01" src="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/013.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Taylor Lautner &#38; Kristen Stewart</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Em SP, atores falam sobre o segundo filme de Crepúsculo, “Lua Nova”</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Matéria de capa publicada no Caderno Teen do jornal Folha de São Paulo, do dia 9 de novembro de 2009, nas páginas 6 a 8.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">‘Me afetou pessoalmente’</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Atriz diz sofrer pelo fora que Bella leva do vampiro Edward no filme “Lua Nova”, que estréia no dia 20</p>
<p>Chico Felitti</p>
<p>Da reportagem local</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a href="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/023.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-708" title="02" src="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/023.jpg" alt="" width="600" height="397" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Kristen Stewart tem pressa. Aos 19 anos, a atriz usa três relógios de pulso e parece ansiosa.</p>
<p style="text-align:justify;">Na entrevista para a Folha, num hotel de SP, cutucava sem parar o joelho direito, gaguejava e meneava a cabeça.</p>
<p style="text-align:justify;">Talvez fosse estresse. Kristen teve passagem relâmpago de um dia pelo Brasil, ao lado do ator Taylor Lautner, para divulgar “Lua Nova”, segundo longa da série Crepúsculo, com estréia mundial no dia 20.</p>
<p style="text-align:justify;">Robert Pattinson não veio. É que, no filme, seu vampiro Edward termina o namoro com Bella para depois desaparecer.</p>
<p style="text-align:justify;">No Brasil, Kristen e Taylor também sumiram no rasante: em 30 horas aqui, só saíram para uma churrascaria.</p>
<p style="text-align:justify;">Na sala VIP do restaurante, encararam rodízio. Bife “ancho” (5cm de altura), picanha (sanguinolenta?) e guarnições custaram R$ 84 por cabeça.</p>
<p style="text-align:justify;">O jantar durou duas horas, até que foram reconhecidos por uma tiete e saíram fugidos. Como fugiram também da legião de fãs – alguns pagaram R$ 430 para ficar no mesmo hotel cinco estrelas que eles.</p>
<p style="text-align:justify;">
<ul style="text-align:justify;">
<li>Folha – Filmar “Crepúsculo” foi mais divertido do      que “Lua Nova”?</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Kristen Stewart – Nããão&#8230; Foi diferente. Ambos são muito diferentes. O primeiro foi mais difícil porque tínhamos de trabalhar mais para conseguir o que queríamos, porque não tínhamos tempo suficiente. No primeiro filme, interpreto uma garota bastante simples, que não é introvertida, mas não se interessa por muita coisa, está entediada com a vida. Ela cai de cara no mundo mais insano possível. No segundo filme, ela está se esfarelando. Foi muito difícil emocionalmente.</p>
<p style="text-align:justify;">
<ul style="text-align:justify;">
<li>Folha – A cena da despedida entre Edward e Bella      lhe desgastou pessoalmente?</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Kristen – Sim. O problema do término é que há uma só cena em que ele diz “ok, estou lhe abandonando”, mas a separação tem um curso de duas semanas no decorrer do filme. A Bella sabe muito antes que as coisas vão mal. Algo está muito ruim e ninguém fala nada. A cena do término é muito difícil, mas é o que vem depois que complica mais. Quando ele termina com ela, é como se dissesse, de repente: [quase se levanta da cadeira e fala alto] “Estamos na Lua. Estamos na Lua e, desculpa, não há nada que você possa fazer a respeito”.</p>
<p style="text-align:justify;">
<ul style="text-align:justify;">
<li>Folha – Você levou a tristeza do filme      pessoalmente?</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Kristen – Eu&#8230; Eu&#8230; Pessoalmente, pessoalmente, não. O Edward não terminou comigo. Quer dizer, terminou. Como atriz, você sabe que há emoções distintas que precisa alcançar, por causa da intensidade das emoções do livro&#8230; Afetou pessoalmente&#8230; Não pessoalmente, mas emocionalmente porque eu não consigo fazer nada sem acreditar. Eu estava com o coração partido pela Bella. Você não pode fazer um filme se não for louco. Atores são meio loucos.</p>
<p style="text-align:justify;">
<ul style="text-align:justify;">
<li>Folha – Você é meio louca?</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Kristen – Antes de entrar no set, eu pirei. No momento em que vi o Robert [Pattison] na floresta, comecei a chorar, então é claro que me afetou pessoalmente. Mas não a minha vida de verdade.</p>
<p style="text-align:justify;">
<ul style="text-align:justify;">
<li>Folha – Você usa três relógios?</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Kristen – São todos armaduras. Este é da minha avó [no braço direito], este é do meu pai e o terceiro foi a Joan Jett [roqueira americana que ela interpreta no filme “The Runaways”, que estreia em 2010] que me deu.</p>
<p style="text-align:justify;">
<ul style="text-align:justify;">
<li>Folha – Se fosse vampira, quem morderia?</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Kristen – Meu gato. Ele ficaria no meu colo eternamente.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a href="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/032.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-709" title="03" src="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/032.jpg" alt="" width="307" height="462" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p>Só agora ‘Jacob’ leu saga</p>
<p>Da Reportagem local</p>
<p><a href="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/042.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-710" title="04" src="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/042.jpg" alt="" width="436" height="652" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Taylor Lautner, 17, ainda não tem bigode. Há só uma sombrinha de pelos sobre o seu lábio superior.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o corpo do ator já PE de homem. Ele malhou “que nem louco” para ganhar os 15 kg de músculos que acompanhavam seu primeiro papel principal. Leia trechos da conversa com ex-moleque de “As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl” (2005).</p>
<p style="text-align:justify;">
<ul style="text-align:justify;">
<li>Folha – Como foi ver o seu papel crescer de      coadjuvante a personagem principal?</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Taylor Lautner – A grande diferença é que não sabemos o que estávamos fazendo em “Crepúsculo”, não sabíamos o que esperar. Agora, eu diria que me senti mais pressionado. Sabia exatamente o que as pessoas estavam esperando.</p>
<p style="text-align:justify;">
<ul style="text-align:justify;">
<li>Folha – Até o início das gravações de “Lua Nova”,      seu nome não tinha sido confirmado no elenco. Você achou que fosse ficar      de fora?</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Taylor – Ahn&#8230; Talvez. Mas eu sabia onde o personagem Jacob tinha de estar nesse filme. Então, no dia seguinte ao fim das filmagens de “Crepúsculo”, comecei a me preparar para o papel fisicamente, malhando que nem louco, e mentalmente também.</p>
<p style="text-align:justify;">
<ul style="text-align:justify;">
<li>Folha – Mentalmente? Como?</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Taylor – Li os livros. Estudei os livros. Pus o foco naquilo que eu poderia resolver, sem pensar&#8230; Assim que o Chris [Weitz, diretor de “A Bússola Dourada”] assumiu o projeto, me chamou.</p>
<p style="text-align:justify;">
<ul style="text-align:justify;">
<li>Folha – Ficou feliz quando o seu personagem corta o      cabelo nesse filme e você tira a peruca, que disse odiar?</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Taylor – Nossa, e muito!</p>
<p style="text-align:justify;">
<ul style="text-align:justify;">
<li>Folha – Qual era o cheiro da peruca?</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Taylor – Ahahaha! Como assim, qual era o cheiro?! Eu não a cheirava muito. Estava mais preocupado com os cabelos ficando na minha cara. Era incômodo, por mais que fosse cabelo de verdade!</p>
<p style="text-align:justify;">
<ul style="text-align:justify;">
<li>Folha – Se fosse vampiro, quem morderia?</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Taylor – Acho que meu cachorro, um maltês branco pequenininho.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Curiosidades:</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Poliglota</p>
<p style="text-align:justify;">70 milhões de livros da saga “Crepúsculo” foram traduzidos para 38 línguas e vendidos até agosto.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Best-seller</p>
<p style="text-align:justify;">1,3 milhão de cópias de “Amanhecer” foram vendidas no dia de seu lançamento. “Harry Potter e as Relíquias da Morte” vendeu 8 milhões de cópias no dia do lançamento.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Papel-moeda</p>
<p style="text-align:justify;">Estima-se que a autora Stephenie Meyer lucre US$50 milhões (cerca de R$86 milhões) por ano com a saga.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a href="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/051.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-711" title="05" src="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/051.jpg" alt="" width="384" height="552" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como sincronizar cinco relógios (Jornalismo Científico)]]></title>
<link>http://jornalismouniversitario.wordpress.com/2009/11/25/como-sincronizar-cinco-relogios-jornalismo-cientifico/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:15:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>amoralis</dc:creator>
<guid>http://jornalismouniversitario.wordpress.com/2009/11/25/como-sincronizar-cinco-relogios-jornalismo-cientifico/</guid>
<description><![CDATA[Jornalismo e ciência têm tempos diferentes entre si, o que sempre foi problema para especialistas na]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://jornalismouniversitario.wordpress.com/files/2009/11/aquecimento-global.jpg"><img src="http://jornalismouniversitario.wordpress.com/files/2009/11/aquecimento-global.jpg" alt="" title="aquecimento-global" width="400" height="322" class="aligncenter size-full wp-image-523" /></a></p>
<p>Jornalismo e ciência têm tempos diferentes entre si, o que sempre foi problema para especialistas na área</p>
<p>O AQUECIMENTO global é uma das mais sérias questões da agenda mundial. Um dos capítulos do livro recomendado ao final resume bem as razões; algumas das consequências já observáveis estão no filme indicado.<br />
O jornalismo tem obrigação de cobrir com rigor, isenção, destaque e prioridade o debate em torno do assunto. A Folha a vem cumprindo com louvor, às vésperas da cúpula de Copenhague no início de dezembro.<br />
Esta semana, no entanto, parece ter dado pequena derrapada ao tentar extrair conclusões definitivas rapidamente demais de comunicado conjunto dos países banhados pelo Pacífico (EUA e China entre eles), ao final do encontro da APEC no domingo, no qual declaravam sua intenção de não definir no mês que vem metas fixas e obrigatórias de corte de emissões de gases causadores do efeito estufa.<br />
A obsessão em apontar &#8220;fiascos&#8221; alheios se manifestou novamente na segunda-feira quando a palavra foi usada na primeira página para definir desde já o resultado de Copenhague. Pode ser que a reunião acabe mesmo em fiasco. Mas é cedo para decretar o resultado.<br />
Tanto que, na quarta, sem o mesmo alarde e nenhum radicalismo (nem chamada de capa), o jornal noticiou que os presidentes Barack Obama e Hu Jintao anunciaram aceitar estipular metas em Copenhague.<br />
A aparente contradição pode muito bem ser apenas resultado do exercício rotineiro de táticas de diplomacia, que podem incluir declarações públicas com conteúdo diverso (às vezes oposto) ao das posições de fato dos governos, a fim de sentir a reação das demais partes e da opinião pública.<br />
Jornalismo e ciência têm tempos diferentes entre si e este sempre foi o principal problema para quem exerce essa especialização da atividade. O jornalismo anseia por conclusões finais rápidas; a ciência requer prazos longos para testar e validar hipóteses.<br />
Esses tempos raramente sincrônicos têm que se ajustar agora também aos da diplomacia, da política e da economia, que tampouco costumam ser simultâneos entre si. Conectar os cinco relógios é tarefa dificílima.<br />
Como se já não o fosse explicar no espaço reduzido do jornal a enorme complexidade e muitas controvérsias em torno do aquecimento global. Por exemplo, o fato de que o aumento gradativo das temperaturas no planeta não deve ser medido pela sua evolução anual, mas sim de pelo menos décadas, e talvez de meio século ou séculos.<br />
A Folha vem usando pouco os recursos da internet, que podem levar leitores a recursos didáticos muito mais adequados à compreensão desses problemas do que a página impressa, onde deveriam constar remissões para sites confiáveis com elementos audiovisuais e de multimídia eficazes.<br />
Se isso não for feito bem e depressa, corre-se o risco de a opinião pública se desinteressar do assunto e deixar de colocar pressão sobre os governantes, como já vem ocorrendo nos EUA. O resultado pode ser trágico. </p>
<p>PARA LER<br />
&#8220;O Mito do Progresso&#8221;, de Gilberto Dupas, Editora Unesp, 2006 (a partir de R$ 29,23) </p>
<p>PARA VER<br />
&#8220;Aventuras no Novo Ártico&#8221;, de Adam Ravetch, Sarah Robertson, 2007 (no canal de TV paga Telecine HD, dia 19/12, às 10h40; à venda por R$ 19,90) </p>
<p>Carlos Eduardo Lins da Silva, Ombudsman &#8211; <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ombudsma/om2211200901.htm">Folha de São Paulo</a><br />
22 de Novembro 2009</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Banco terá que indenizar ex-gerente em R$ 1 milhão. ]]></title>
<link>http://carolinagl.wordpress.com/2009/11/24/banco-tera-que-indenizar-ex-gerente-em-r-1-milhao/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:02:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carolina Luchi</dc:creator>
<guid>http://carolinagl.wordpress.com/2009/11/24/banco-tera-que-indenizar-ex-gerente-em-r-1-milhao/</guid>
<description><![CDATA[Com o fim do prazo para recorrer da decisão da Justiça, o Bradesco terá de pagar indenização que pod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Com o fim do prazo para recorrer da decisão da Justiça, o Bradesco terá de pagar indenização que pode ultrapassar R$ 1 milhão ao ex-gerente Antônio Ferreira dos Santos, 47, que alega ter sofrido assédio moral e discriminação sexual em sua demissão por justa causa.</p>
<p>O prazo para o banco recorrer da decisão do TST (Tribunal Superior do Trabalho) terminou em outubro, segundo o tribunal e advogados do ex-gerente. Em abril, o TST manteve a decisão do TRT da Bahia, que determinou indenização no valor de R$ 200 mil (sem considerar correção e juros dos últimos cinco anos, quando a ação teve início), além do pagamento de um valor referente ao salário em dobro do ex-gerente desde a demissão até a ação ser encerrada (a quantia pode chegar a R$ 960 mil).</p>
<p>&#8220;Os juízes foram justos. Fui demitido por justa causa, sem explicação formal do Bradesco. Tive minha reputação profissional manchada. Finalmente vou tirar um peso das minhas costas&#8221;, diz.</p>
<p>Formado em letras e pós-graduado em gestão de negócios, Santos atua como corretor de seguros. De 1999 a 2004, foi gerente-geral de agência em Salvador. &#8220;Fui vítima de assédio moral na presença de colegas. Um gerente regional dizia que o Bradesco era um lugar para homens, e não para bichas.&#8221;</p>
<p>O Bradesco não informou por que não recorreu. O que o banco pode fazer agora é contestar os cálculos da ação, segundo especialistas consultados pela Folha</p>
<p>Fonte: Folha de São Paulo.</p>
<p><!-- FIM --></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calçada da Fama - Obras no Centro de São Paulo são Embargadas pelo Poder Judiciário por prejudicar a coletividade e beneficiar apenas alguns, diz decisão em sede liminar]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/22/calcada-da-fama-obras-no-centro-de-sao-paulo-sao-embargadas-pelo-poder-judiciario-por-prejudicar-a-coletividade-e-beneficiar-apenas-alguns-diz-decisao-em-sede-liminar/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:58:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/22/calcada-da-fama-obras-no-centro-de-sao-paulo-sao-embargadas-pelo-poder-judiciario-por-prejudicar-a-coletividade-e-beneficiar-apenas-alguns-diz-decisao-em-sede-liminar/</guid>
<description><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Folha reconhece erro em matéria sobre Igreja Universal]]></title>
<link>http://amigosdocrivella.wordpress.com/2009/11/19/folha-reconhece-erro-em-materia-sobre-igreja-universal/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 14:15:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sandra de Andrade</dc:creator>
<guid>http://amigosdocrivella.wordpress.com/2009/11/19/folha-reconhece-erro-em-materia-sobre-igreja-universal/</guid>
<description><![CDATA[Fonte : Comunique-se Da Redação A Folha de S. Paulo reconheceu que errou em matéria publicada na ter]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000080;">Fonte : Comunique-se</span></p>
<p><span style="color:#000080;"><a href="mailto:jornalismo@comunique-se.com.br">Da Redação</a><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">A <em>Folha de S. Paulo</em> reconheceu que errou em matéria publicada na terça-feira (17/11) sobre a Igreja Universal do Reino de Deus. A correção, veiculada hoje (18/11), afirma que o “título ‘Contas da Universal movimentaram R$ 1,4 bi’ estava errado”, já que a reportagem dizia que as contas abrigavam recursos de “diferentes empresas e pessoas brasileiras”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">“Nem todo o dinheiro está relacionado à Universal”, afirmou a própria reportagem.</span></p>
<p><span style="color:#000080;">O erro foi indicado por matéria publicada na terça no site R7, na qual a Rede Record <a href="http://www.comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?menu=JI&#38;idnot=54225&#38;editoria=8" target="_blank">acusou a <em>Folha</em> de se aliar com a TV Globo numa “campanha difamatória”</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">“No meio da reportagem, porém, a própria Folha se desmente. (&#8230;) As contas não são &#8216;da Universal&#8217;, segundo a própria matéria. Nem mesmo há provas de que a Igreja Universal enviou dinheiro ilegalmente ao exterior”, apontou a Record.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Igreja Universal se defende e acusa Folha e Globo de se aliarem contra a Record]]></title>
<link>http://romanegocios.wordpress.com/2009/11/19/igreja-universal-se-defende-e-acusa-folha-e-globo-de-se-aliarem-contra-a-record/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:44:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Portal Romanegócios</dc:creator>
<guid>http://romanegocios.wordpress.com/2009/11/19/igreja-universal-se-defende-e-acusa-folha-e-globo-de-se-aliarem-contra-a-record/</guid>
<description><![CDATA[O jornal Folha de S. Paulo e o portal UOL publicaram nesta terça-feira (17) mais uma reportagem cont]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O jornal Folha de S. Paulo e o portal UOL publicaram nesta terça-feira (17) mais uma reportagem cont]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Venício Lima: A grande mídia e a desigualdade racial]]></title>
<link>http://universidadeparaquem.wordpress.com/2009/11/18/venicio-lima-a-grande-midia-e-a-desigualdade-racial/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 19:32:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>universidadeparaquem</dc:creator>
<guid>http://universidadeparaquem.wordpress.com/2009/11/18/venicio-lima-a-grande-midia-e-a-desigualdade-racial/</guid>
<description><![CDATA[A grande mídia e a desigualdade racial Pesquisa do Observatório Brasileiro de Mídia revela posiciona]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:justify;">A grande mídia e a desigualdade racial</h2>
<p style="text-align:justify;"><em>Pesquisa do Observatório Brasileiro de Mídia revela posicionamento contrário de grandes revistas e jornais brasileiros em relação aos principais pontos da agenda de interesse da população afrodescendente (ações afirmativas, cotas, Estatuto da Igualdade Racial e demarcação de terras quilombolas).</em></p>
<p style="text-align:right;">Por <span style="color:#ff6600;"><em><strong>Venício Lima</strong></em><span style="color:#000000;">*</span></span>, publicado originalmente no site <em><a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm?idioma_id=1&#38;alterarHomeAtual=1&#38;home=S">Carta Maior</a></em></p>
<p style="text-align:justify;">O “Dia da Consciência Negra” é comemorado em todo o país na data em que Zumbi – o herói principal da resistência simbolizada pelo quilombo de Palmares – foi morto, 314 anos atrás: 20 de novembro de 1695. Muitas revoltas, fugas e quilombos aconteceram antes da Abolição em 1888. <!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil de 2009 é, certamente, outro país. Apesar disso, “os negros continuam em situação de desigualdade, ocupando as funções menos qualificadas no mercado de trabalho, sem acesso às terras ancestralmente ocupadas no campo, e na condição de maiores agentes e vítimas da violência nas periferias das grandes cidades”.</p>
<p style="text-align:justify;">O estudo Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que, de 1998 a 2008, dobrou o número de negros e pardos com ensino superior. Mesmo assim, os números continuam muito abaixo da média da população branca: só 4,7% de negros e pardos tinham diploma de nível superior em 2008, contra 2,2% dez anos antes. Já na população branca, 14,3% tinham terminado a universidade em 2008. Dez anos antes, eram 9,7%. Entre o 1% com maior renda familiar per capita, apenas 15% eram pretos ou pardos no total da população brasileira.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A grande mídia e a desigualdade racial</strong><br />
Diante desse quadro de desigualdade e injustiça histórica, como tem se comportado a grande mídia na cobertura dos temas de interesse da população negra brasileira, vale dizer, de interesse público? </p>
<p style="text-align:justify;">Uma pesquisa encomendada pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), realizada pelo Observatório Brasileiro de Mídia (OBM), analisou 972 matérias publicadas nos jornais <em>Folha de São Paulo</em>, <em>O Estado de São Paulo</em> e <em>O Globo</em>, e 121 nas revistas semanais <em>Veja</em>, <em>Época</em> e<em> Isto É</em> – 1093 matérias, no total – ao longo de oito anos. </p>
<p style="text-align:justify;">No período compreendido entre 1º de janeiro de 2001 a 31 de dezembro de 2008, foi acompanhada a agenda da promoção da igualdade racial e das políticas de ações afirmativas em torno dos seguintes temas: cotas nas universidades, quilombolas, ação afirmativa, estatuto da igualdade racial, diversidade racial e religiões de matriz africana.</p>
<p style="text-align:justify;">Não é possível reproduzir aqui todos os detalhes da pesquisa. Menciono apenas cinco achados de um Relatório de quase 100 páginas.</p>
<p style="text-align:justify;">1. Com graus diferentes, os jornais observados se posicionaram contrariamente aos principais pontos da agenda de interesse da população afrodescendente. Em toda a pesquisa, as políticas de reparação – ações afirmativas, cotas, Estatuto da Igualdade Racial e demarcação de terras quilombolas &#8211; tiveram o maior o percentual de textos com sentidos contrários: 22,2%. </p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.tvcartamaior.com.br/cmimagens/20091117/20091117-1.jpg" target="_blank"><img src="http://www.tvcartamaior.com.br/cmimagens/20091117/20091117-1m.jpg" border="0" alt="Clique para abrir" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">2. As reportagens veicularam sentidos mais plurais do que os textos opinativos que, com pequenas variações, se posicionaram contrários à adoção das cotas, da aprovação do Estatuto da Igualdade Racial e da demarcação de terras quilombolas. A argumentação central dos editoriais é de que esses instrumentos de reparação promovem racismo. Em relação à demarcação das terras quilombolas, os textos opinativos em <em>O Estado de S. Paulo</em>, 78,6%, e <em>O Globo</em>, 63,6%, criticaram o Decreto n.º 4.887/2003 que regulamenta a demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos. O argumento principal foi o de que o critério da autodeclaração é falho e traz insegurança à propriedade privada.</p>
<p style="text-align:justify;">3. A cobertura sobre ações afirmativas foi realizada, basicamente, em torno da política de cotas: 29,3% dos textos. Outros instrumentos pouco foram noticiados. O Estatuto da Igualdade Racial esteve presente apenas em 4,5% dos textos. A discussão sobre as ações afirmativas mereceu atenção de 18,9%. Quase 40% desses textos foram publicados em 2001, ano da Conferência sobre a igualdade racial em Durban, África do Sul. A Lei 10.639/2003, que inclui no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática &#8220;História e Cultura Afro-Brasileira”, praticamente não foi noticiada. Menções à lei foram feitas de forma periférica, em apenas 0,5% do total de textos, sem que os veículos tenham problematizado o assunto ou buscado dar visibilidade à sua aplicação.</p>
<p style="text-align:justify;">A cobertura oferecida pelo jornal <em>O Globo</em> merece um comentário à parte. O jornal dedicou 38 editoriais sobre os vários temas pesquisados, destes 25 ou 65,8% trataram especificamente de “cotas nas universidades”. Os três jornais publicaram 32 editoriais sobre o mesmo assunto. <em>O Globo</em> foi, portanto, responsável por 78% deles. </p>
<p style="text-align:justify;">Ainda que os principais argumentos contrários – as cotas e ações afirmativas iriam promover racismo (32%) ou os alunos cotistas iriam baixar o nível dos cursos (16%) – não tenham se confirmado nas instituições que implementaram as cotas, a posição editorial de <em>O Globo</em> não se alterou nos 8 anos pesquisados.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.tvcartamaior.com.br/cmimagens/20091117/20091117-2.jpg" target="_blank"><img src="http://www.tvcartamaior.com.br/cmimagens/20091117/20091117-2m.jpg" border="0" alt="Clique para abrir" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">4. Embora a maioria dos estudos e pesquisas realizadas por instituições como IBGE, IPEA, SEADE, OIT, UNESCO, ONU, UFRJ, IBOPE e DATAFOLHA, no período analisado, confirmem o acerto das políticas de ação afirmativa, apenas 5,8% dos textos publicados nos jornais noticiaram e debateram os dados revelados. Esses estudos e pesquisas trataram de assuntos como: menor salário de negros frente a brancos; menor presença de negros no ensino superior; negros como maiores vítimas da violência; e pouca presença de negros em cargos de chefia, dentre outros. </p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.tvcartamaior.com.br/cmimagens/20091117/20091117-3.jpg" target="_blank"><img src="http://www.tvcartamaior.com.br/cmimagens/20091117/20091117-3m.jpg" border="0" alt="Clique para abrir" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">5. O noticiário das revistas semanais sobre a afrodescendencia e a promoção da igualdade racial teve características muito semelhantes ao encontrado nos jornais. Os textos com sentidos contrários às políticas de reparação (26,4%) foram em maior percentual do que aqueles com viés favorável (13,2%). Da mesma forma que nos jornais, a cobertura se concentrou nos programas de cotas: 33,1% sendo que o alto percentual dos textos que trataram das religiões de matriz africana (25,6%) foi o único que destoou da freqüência nos jornais, 4,7%.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.tvcartamaior.com.br/cmimagens/20091117/20091117-4.jpg" target="_blank"><img src="http://www.tvcartamaior.com.br/cmimagens/20091117/20091117-4m.jpg" border="0" alt="Clique para abrir" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Liberdades e direitos</strong><br />
Os resultados da importante pesquisa realizada pelo OBM denunciam um estranho paradoxo. Enquanto a grande mídia tem se revelado cada dia mais zelosa – aqui e, sobretudo, em alguns países da América Latina – com relação ao que chama de liberdade de imprensa (equacionada, sem mais, com a liberdade individual de expressão), o mesmo não acontece com a defesa de direitos fundamentais como a reparação da desigualdade e da injustiça histórica de que padece a imensa população negra do nosso país. </p>
<p style="text-align:justify;">Estaria a grande mídia mais preocupada com seus próprios interesses do que com o interesse público?</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><em><span style="color:#ff6600;">Venício Lima<span style="color:#000000;">*</span></span> é Pesquisador Sênior do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política da Universidade de Brasília &#8211; NEMP &#8211; UNB</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[liberto de vícios]]></title>
<link>http://boppe.wordpress.com/2009/11/18/liberto-de-vicios/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 09:00:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>boppë</dc:creator>
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<description><![CDATA[Durante os dias em que estive fora de Brasília, em Goiás e em São Paulo, sem querer libertei-me de d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Durante os dias em que estive fora de Brasília, em Goiás e em São Paulo, sem querer libertei-me de d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guerra: Aliados, Grupo Folha e Globo atacam Rede Record]]></title>
<link>http://audienciadatv.wordpress.com/2009/11/17/guerra-aliados-grupo-folha-e-globo-atacam-rede-record/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 16:58:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Todo Canal</dc:creator>
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<description><![CDATA[R7 O jornal Folha de S. Paulo e o portal UOL publicaram nesta terça-feira (17) mais uma reportagem c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://audienciadatv.wordpress.com/files/2009/08/record_x_globo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-20898" title="record_x_globo" src="http://audienciadatv.wordpress.com/files/2009/08/record_x_globo.jpg" alt="" width="320" height="138" /></a><strong><em>R7</em></strong></p>
<p>O jornal Folha de S. Paulo e o portal UOL publicaram nesta terça-feira (17) mais uma reportagem contra a Rede Record. O grupo se aliou à TV Globo em uma campanha difamatória, que tem como base uma suposta denúncia de remessa ilegal de dinheiro ao exterior.</p>
<p>De acordo com as duas concorrentes da Record, o empresário Edir Macedo teria usado dinheiro de doações religiosas para a compra da emissora. As mesmas acusações já foram investigadas pela Polícia Federal, Interpol e arquivadas pelo Supremo Tribunal Federal.</p>
<p>Ainda assim, essa foi a terceira matéria divulgada pelo Grupo Folha desde a veiculação de reportagem sobre o mesmo assunto pelo Jornal Nacional, há cinco dias. Não é a primeira vez que isso ocorre. Sócias no jornal Valor Econômico, Folha e Globo têm se aliado constantemente em ataques infundados contra a Rede Record.</p>
<p>Tanto a reportagem da TV Globo, exibida quinta-feira (12), quanto a matéria desta terça-feira de Folha e UOL foram manipuladas. Sob o título “Contas da Universal movimentam R$ 1,4 bi”, o texto da Folha de S. Paulo induz o leitor a acreditar que todo este valor foi movimentado por representantes da Igreja Universal do Reino de Deus. Em ilustração que pretende explicar “como opera a organização”, sugere que o dinheiro foi desviado de doações de fiéis para aquisição da emissora de TV.</p>
<p>No meio da reportagem, porém, a própria Folha se desmente. “(&#8230;) Nem todo o dinheiro está relacionado à Universal. Há indícios de que se tratavam de ‘contas-ônibus’, que abrigam recursos de diferentes empresas e pessoas brasileiras.” Ou seja, as contas não são “da Universal”, segundo a própria matéria. Nem mesmo há provas de que a Igreja Universal enviou dinheiro ilegalmente ao exterior.</p>
<p>De acordo com o advogado da igreja, Antônio Sérgio de Moraes Pitombo, isso nunca aconteceu. “Segundo o criminalista, o Ministério Público do Estado de São Paulo está usando fatos antigos, já investigados pela Polícia Federal e arquivados por falta de provas”, diz o jornal. Para o advogado, não faz sentido a premissa da investigação de que a Universal usou dinheiro dos fiéis para a compra de emissoras de TV e de rádio e jornais. “Não tem desvio de finalidade na igreja. É só visitar hospital e presídio. Eles têm um trabalho assistencial muito grande”, disse Pitombo à Folha.</p>
<p>Em reportagens recentes, a Rede Record mostrou que tanto Folha quanto TV Globo manipularam o noticiário nos últimos meses. A Folha enganou seus leitores ao publicar uma informação mentirosa sobre a vida política da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. No caso da Globo, ficou provado que um dos principais promotores que assinam a denúncia contra a Record já foi punido no passado por favorecer a emissora dos irmãos Marinho.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O MST, o STF e a função social da propriedade]]></title>
<link>http://universidadeparaquem.wordpress.com/2009/11/17/o-mst-o-stf-e-a-funcao-social-da-propriedade/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 12:28:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>universidadeparaquem</dc:creator>
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<description><![CDATA[Leia abaixo artigo do Procurador Federal e Coordenador-Geral Agrário da Procuradoria do Instituto Na]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Leia abaixo artigo do Procurador Federal e Coordenador-Geral Agrário da Procuradoria do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Bruno Rodrigues Arruda e Silva, publicado em <a href="http://www.mst.org.br/node/8592">http://www.mst.org.br/node/8592</a>, que contrapõe publicação da Folha de S. Paulo do dia 26 de outubro.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Os recentes episódios envolvendo conflitos fundiários e disputas por CPIs no Congresso Nacional conduzem os olhares da Nação para um problema jamais solucionado em nossa história: a aviltante concentração de terras nas mãos de tão poucas pessoas. O Censo do IBGE demonstrou que apenas 1% das propriedades ocupa 43% da área total de imóveis rurais no País. Um dado alarmante, que, no entanto, é convenientemente esquecido por aqueles que insistem em tratar os conflitos agrários como resultado da “ação baderneira do MST”, e não como conseqüência da maior concentração fundiária do planeta. As últimas tentativas de criminalização dos movimentos sociais e de desmoralização da reforma agrária representam claríssima reação à promessa do Governo Federal de finalmente cumprir, vejam só, a lei que determina a atualização periódica dos índices de produtividade agrícola, os quais estão ainda baseados em indicadores econômicos de 1975.<!--more--><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Em meio a tantos ataques destacamos o texto publicado na Folha de S. Paulo do dia 26 de outubro passado (Tendência/Debates: “O MST e o STF”) pelo Sr. Fábio de Oliveira Luchési, advogado que possui conhecida atuação representando proprietários rurais em desapropriações. O texto faz uma severa crítica ao STF, acusando seus ministros de condenar em público as ações do MST, mas de incentivar as ocupações de terras ao supostamente relativizarem a proibição de desapropriação de imóveis rurais objeto de ocupação coletiva motivada por conflitos agrários, insculpida no art. 2º, § 6º, da Lei n.º 8629/93.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Chama atenção porque foi escrito por um advogado que possui interesse direto na revisão de uma jurisprudência que é francamente prejudicial aos interesses de seus clientes. Os seus argumentos ostentam um pecado capital: tratam a legislação brasileira como se ainda estivéssemos em pleno século XIX sob influência do Código Napoleônico, no qual o Estado era concebido unicamente para proteger a propriedade privada. Esse modelo de Estado ruiu, superado que foi pela era dos direitos sociais. A propriedade foi relativizada pela idéia de que a mesma possui uma função social. Esse princípio não foi bandeira da doutrina comunista, mas fruto de pensadores que enxergaram que o capitalismo não poderia sobreviver se continuasse sustentando o absolutismo do direito de propriedade.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O autor esquece que a Constituição consagrou a dignidade da pessoa humana, e não a propriedade privada, como seu princípio fundamental. Omite que o direito de propriedade foi garantido pela Lei Maior, desde que cumpra sua função social (art. 5º, XXIII, CF). A função social integra o conteúdo do direito de propriedade e representa o fundamento jurídico de seu reconhecimento e garantia, nas palavras do constitucionalista José Afonso da Silva.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Seu descumprimento ocasiona a perda da propriedade para o Estado, mediante o pagamento em títulos públicos resgatáveis em até 20 anos. A CF/88 imunizou dessa modalidade de desapropriação apenas as pequenas e médias propriedades rurais, desde que seu proprietário não possua outra, e os imóveis produtivos que cumprem sua função social.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O Sr. Luchési sustenta que o STF deveria, de forma indistinta, aplicar a proibição de desapropriação aos imóveis objeto de ocupação coletiva, especificamente àqueles ocupados depois da vistoria do Incra. Ao incursionar por essa linha, o autor sustenta uma interpretação superada por uma jurisprudência reiterada pelo STF há quase dez anos. O entendimento do Tribunal é que a ocupação apta a impedir a desapropriação é aquela capaz de comprometer a classificação do imóvel como produtivo, de forma que o proprietário não venha a ser prejudicado por um fato que lhe foi estranho. É necessário demonstrar a relação de causa e efeito entre a ocupação e o estado de improdutividade. Por essa razão, uma ocupação desenvolvida em porção ínfima do imóvel, ou que tenha ocorrido somente após a vistoria do INCRA, não tem força para anular uma desapropriação.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Esse entendimento nada mais representa do que uma interpretação da lei à luz da Constituição, já que nenhuma norma se aplica de forma isolada. A aplicação literal do dispositivo citado representaria a criação de uma nova hipótese de imunidade não prevista na Carta Magna, sancionando toda uma classe social e penalizando os excluídos da propriedade rural que reivindicam a reforma agrária mediante um prêmio ao proprietário negligente. O proprietário seria beneficiado com a imunidade e sequer seria cobrado quanto ao cumprimento da função social. O cuidado do Supremo em analisar a questão sob essa óptica foi o de preservar a constitucionalidade do texto legal, compatibilizando o direito de propriedade com o dever do Estado de implementar a sua função social por meio da reforma agrária. O posicionamento do STF não envolve a defesa ou condenação dos movimentos sociais. Resulta, isto sim, da interpretação de um texto legal à luz dos valores, normas e princípios consagrados na Lei Fundamental.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Para que a Constituição não se torne um latifúndio de palavras improdutivas, é necessário que os ministros do Supremo mantenham a preocupação de atualizar o conteúdo das normas legais de acordo com os princípios da Carta Maior. A jurisprudência criticada pelo Sr. Luchési, longe de incentivar o confronto, harmoniza os diferentes direitos fundamentais envolvidos nos conflitos agrários.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DOENÇAS BUCAIS EM GESTANTES]]></title>
<link>http://dentistrynews.wordpress.com/2009/11/16/doencas-bucais-em-gestantes/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:57:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>roandin</dc:creator>
<guid>http://dentistrynews.wordpress.com/2009/11/16/doencas-bucais-em-gestantes/</guid>
<description><![CDATA[70% das gestantes têm doenças bucais, diz levantamento Segundo estudo de São José do Rio Preto, só 3]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!--NOTICIA--> <!--DATA:14/11/2009--> <!--TITULO:70% das gestantes t&#234;m doen&#231;as bucais, diz levantamento    --></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd1411200902.htm"></a><span style="font-size:large;"><strong>70% das gestantes têm doenças bucais, diz levantamento </strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Segundo estudo de São José do Rio Preto, só 34% passam por consultas odontológicas na gravidez </strong></p>
<p><strong> IARA BIDERMAN</strong><br />
<span> COLABORAÇÃO PARA A FOLHA </span></p>
<p>Uma pesquisa feita em São  José do Rio Preto (SP) apontou  que mais de 70% das gestantes  apresentam problemas bucais  durante a gravidez, mas só 34%  delas passam por consultas  odontológicas no período.<br />
O trabalho, feito para a Associação Paulista dos Cirurgiões  Dentistas-regional Araraquara,  envolveu 372 gestantes que faziam acompanhamento pré-natal no SUS e em clínicas privadas da cidade.<br />
Segundo a cirurgiã-dentista Ana Rosa Kuymjian Albieri, autora da pesquisa, o problema bucal mais comum foi o sangramento da gengiva. &#8220;As mudanças hormonais da gravidez estão associadas ao aumento desse tipo de sangramento. Mas, com uma higienização cuidadosa da boca, o problema pode ser controlado&#8221;, diz a dentista.<br />
Apesar de 29% das entrevistadas terem declarado que têm  medo de que a consulta odontológica possa causar danos ao  feto, metade disse acreditar  que problemas dentários na  gravidez podem ser prejudiciais ao bebê. &#8220;Pesquisas mostram que inflamações na gengiva estão associadas ao maior  risco de partos prematuros.&#8221;<br />
A dentista avalia que é preciso uma orientação mais firme  em relação aos cuidados bucais  durante o pré-natal. Em seu levantamento, menos da metade  das gestantes foi orientada pelo  médico a procurar o consultório de um dentista.<br />
&#8220;Elas precisam saber que diversos cuidados são tomados  no tratamento odontológico de  gestantes, tornando-o seguro.  Além de deixarmos o tratamento curativo para o segundo  trimestre [da gestação], são  usadas anestesias específicas,  sem substâncias vasoconstritoras e, no caso de o raio-X ser indispensável, usamos avental de  chumbo, protetor de tireoide e  filmes rápidos&#8221;, afirma Albieri.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Folha de S.  Paulo &#8211; 14/11/09</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Declaração de Hamburgo ou Rupert Murdoch? Quem é mais polêmico?]]></title>
<link>http://robertosena.wordpress.com/2009/11/16/declaracao-de-hamburgo-ou-rupert-murdoch-quem-e-mais-polemico/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 10:00:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Sena</dc:creator>
<guid>http://robertosena.wordpress.com/2009/11/16/declaracao-de-hamburgo-ou-rupert-murdoch-quem-e-mais-polemico/</guid>
<description><![CDATA[Foto: Time Rupert Murdoch, dono da News Corp. Quem é jornalista deve ter ouvido falar muito da “Decl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Foto: <a href="http://http://www.time.com/time/photogallery/0,29307,1638280,00.html" target="_blank">Time</a></em><br />
<img src="http://robertosena.wordpress.com/files/2009/11/rupert-murdoch.jpg" alt="Rupert Murdoch" title="Rupert Murdoch" width="455" height="275" class="alignnone size-full wp-image-3323" /><br />
<em>Rupert Murdoch, dono da <a href="http://www.newscorp.com/" target="_blank"><strong>News Corp</strong></a>.</em></p>
<p align="justify">Quem é jornalista deve ter ouvido falar muito da <a href="http://www.epceurope.org/presscentre/archive/International_publishers_demand_new_intellectual_property_rights.shtml" target="_blank"><strong>“Declaração de Hamburgo”</strong></a> durante esse mês, no entanto essa mesma declaração tem muito valor também para os blogueiros, creio ainda que mais do que para o jornalismo.</p>
<p align="justify">De forma direta e resumida o documento tem a finalidade de proibir a indexação dos conteúdos produzidos  por profissionais do jornalismo, ou quaisquer pessoas que tenham produzido conteúdo exclusivo, ou seja, protegendo os direitos intelectuais de cada um em toda a na web, e nessa onda grandes nomes da mídia brasileira, como a <a href="http://www.anj.org.br/" target="_blank"><strong>Associação Nacional de Jornais (ANJ)</strong></a>, <a href="http://oglobo.globo.com/" target="_blank"><strong>O Globo</strong></a> e <a href="http://www.folha.uol.com.br/" target="_blank"><strong>Folha de São Paulo</strong></a> aderiram à declaração.</p>
<p align="justify">No meio de tantos nomes na lista de proteção de conteúdo está o bilionário australiano <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rupert_Murdoch" target="_blank"><strong>Rupert Murdoch</strong></a>, dono de alguns dos maiores conglomerados da informação mundial, como o americano <a href="http://wsj.com" target="_blank"><strong>Wall Street Journal</strong></a>, e o britânico <a href="http://www.timesonline.co.uk" target="_blank"><strong>The Times</strong></a>, sem mencionar outros diversos veículos.</p>
<p align="justify">Segundo Rupert a partir do próximo ano todos os veículos de que tem controle passarão a cobrar pelo que publica, em outras palavras, vai se arriscar a morrer na praia, pois diante de uma concorrência que oferece o mesmo de forma gratuita, é uma ação no mínimo ousada para qualquer empreendedor.</p>
<p align="justify">Rupert também critica o uso não remunerado de conteúdo jornalístico nos chamados agregadores de notícias, sites que destacam determinados textos e os links para as publicações que os produziram, como é o caso do <a href="http://news.google.com/" target="_blank"><strong>Google News</strong></a>. Em resposta oficial o Google disse tal operação resulta em mais de 100 mil cliques por minuto, gerando uma grande promoção para os sites onde são direcionados os links. No entanto a empresa faz questão de lembrar que se mesmo assim quiserem, tal conteúdo pode ser removido de seus buscadores, bastando solicitar.</p>
<p align="justify">De outro ponto de vista o ato pode se tornar um efeito dominó, já que a receita de publicidade de muitos canais de comunicação web não sustenta toda a estrutura jornalística, como custos com correspondentes, entre outros gastos que fazem da mídia on-line algo prejudicial, em relação ao financeiro dessas empresas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[‘As pessoas precisam de fantasia’, diz Sendak]]></title>
<link>http://universoliterario.wordpress.com/2009/11/14/%e2%80%98as-pessoas-precisam-de-fantasia%e2%80%99-diz-sendak/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 00:20:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Melissa Rocha</dc:creator>
<guid>http://universoliterario.wordpress.com/2009/11/14/%e2%80%98as-pessoas-precisam-de-fantasia%e2%80%99-diz-sendak/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Matéria publicada no Caderno Ilustrada do jornal Folha de São Paulo, no dia 7 de novembro de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-513" title="monstroP2" src="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/monstrop2.jpg" alt="monstroP2" width="428" height="657" /></p>
<p>&#160;</p>
<p style="text-align:justify;">Matéria publicada no Caderno Ilustrada do jornal Folha de São Paulo, no dia 7 de novembro de 2009, na página E6.</p>
<p style="text-align:justify;">‘As pessoas precisam de fantasia’, diz Sendak</p>
<p style="text-align:justify;">Premiada obra infanto-juvenil norte-americana chega ao Brasil após 46 anos.</p>
<p style="text-align:justify;">Trama foi adaptada para o cinema por Spike Jonze e estreou no mês passado nos EUA; longa deve chegar ao Brasil em janeiro de 2010.</p>
<p style="text-align:justify;">Lucrecia Zappi</p>
<p style="text-align:justify;">Colaboração para a Folha em Nova York</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-514" title="wherethewildthingsare_10" src="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/wherethewildthingsare_10.jpg" alt="wherethewildthingsare_10" width="718" height="1050" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Os monstros de Maurice Sendak se parecem com os horrores da Segunda Guerra Mundial ou com a história do garoto Lindbergh, de Nova Jersey, seqüestrado do berço e encontrado morto em 1932, fatos que marcaram a infância do escritor no Brooklyn, em Nova York.</p>
<p style="text-align:justify;">“Hoje em dia é o 11 de Setembro e praticamente qualquer história do jornal diário”, diz o autor e ilustrador sobre a inspiração para “Onde Vivem os Monstros, que ganha tradução no Brasil, pela Cosac Naify, 46 anos depois da primeira edição.</p>
<p style="text-align:justify;">“A não ficção sempre vai ser importante, mas não supera uma boa história fictícia. As pessoas querem e precisam de fantasia”, diz Sendak, em entrevista à Folha.</p>
<p style="text-align:justify;">Se, por um lado, o filho de imigrantes judeu poloneses une passado e presente para mostrar que o tema dos monstros não é privilégio seu, mas vem das ansiedades do inconsciente coletivo, por outro lado, se pergunta com inocência: “Mas não são todas mas crianças que têm medo deles?”</p>
<p style="text-align:justify;">O faz de conta de Sendak resiste, em todo o caso, ao moralismo da literatura norte-americana. O autor reconhece que a censura sempre foi um problema no país. “Meu livro ‘In the Night Kitchen’ foi banido por causa do pênis do Mickey: os bibliotecários desenharam uma fralda por cima!” conta Sendak sobre a história, com referências ao holocausto, do menino que quase vai pro forno, rodeado por cozinheiros com bigodinhos hitlerianos.</p>
<p style="text-align:justify;">O livro de 1970 está na lista dos “cem mais controversos de 1990  a 2000” da Associação da Biblioteca Americana. Em outra lista da mesma associação, a trilogia “Fronteiras do Universo”, do inglês Philip Pullman, aparece entre os primeiros dez livros de 2008 que diversas organizações nos EUA tentam banir das estantes das escolas e bibliotecas, seja por linguagem ofensiva, seja por conteúdo sexual ou homossexual. Segundo a Liga Católica, a trilogia passa uma mensagem “anticristã”.</p>
<p style="text-align:justify;">“É uma vergonha que [a censura] continue a existir”, diz Sendak. “Mas, em alguns casos, os livros ganham a atenção que eles normalmente não teriam porque todo o mundo fica dizendo: ‘É terrível, não leia, você vai ficar louco!’ Então, quem não gostaria de lê-los?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-515" title="onde-vivem-os-monstros_banner3" src="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/onde-vivem-os-monstros_banner3.jpg" alt="onde-vivem-os-monstros_banner3" width="600" height="875" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Prêmios</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Sendak pode ser controverso, mas, aos 81 anos, acumula grandes prêmios da literatura, como o National Book Award e o Hans Christian Andersen, considerado no Nobel da literatura infantil. foi “Onde Vivem os Monstros” que o consagrou de vez, em 1963.</p>
<p style="text-align:justify;">“Escolhi o títulos ‘Where the Wild Horses Are’ (“Onde Vivem os Cavalos Selvagens”, em tradução livre), antes de perceber que não sabia desenhar cavalos. Então, me decidi por ‘coisas’ e as baseei em minhas tias e tios, o que não é muito simpático, mas é a verdade”, diz o autor sobre o título “Onde Vivem os Monstros”, (“Where the Wild Things Are”, em inglês).</p>
<p style="text-align:justify;">“O que mudou desde então foi tudo. E nada. Continuo sem saber como o livro tem atraído as crianças. Sinto-me feliz e grato, mas não entendo”. E no que deu certo ele não mexe. Nesse sentindo, acompanhou a produção da edição brasileira de casa, em Connecticut, opinando até na escolha do papel.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-516" title="onde-vivem-os-monstros_banner2" src="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/onde-vivem-os-monstros_banner2.jpg" alt="onde-vivem-os-monstros_banner2" width="600" height="875" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Autor de diversos projetos visuais, como figurinos e cenários para ópera e teatro, Sendak participou da adaptação do livro para o cinema. O filme estreou nos EUA no mês passado e chega ao Brasil em janeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">“Sinceramente, não mudaria nada”, diz sobre o longa nada óbvio de Spike Jonze, que segue de perto os personagens com a câmera, explorando suas fobias e desconfianças, e tem trilha de Karen O, vocalista dos Yeah Yeah Yeahs.</p>
<p style="text-align:justify;">“Mas, agora o filme saiu, estou feliz em voltar para os livros. Estou trabalhando em um chamado ‘Bumble-Hardy’! Depois, quero fazer outro para meu irmão”.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-517" title="Maurice-Sendak" src="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/maurice-sendak.jpg" alt="Maurice-Sendak" width="300" height="299" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma visita aos monstrinhos]]></title>
<link>http://universoliterario.wordpress.com/2009/11/14/uma-visita-aos-monstrinhos/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 21:11:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Melissa Rocha</dc:creator>
<guid>http://universoliterario.wordpress.com/2009/11/14/uma-visita-aos-monstrinhos/</guid>
<description><![CDATA[Matéria publicada no Caderno Folhinha do jornal Folha de São Paulo do dia 7 de novembro de 2009, na ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-490" title="onde-vivem-os-monstros_1" src="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/11/onde-vivem-os-monstros_12.jpg" alt="onde-vivem-os-monstros_1" width="720" height="323" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Matéria publicada no Caderno Folhinha do jornal Folha de São Paulo do dia 7 de novembro de 2009, na página +3</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Uma visita aos monstrinhos</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Obra ganhou versão para o cinema com estréia prevista para janeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Gabriella Mancini</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Depois de meter medo nas crianças e atrapalhar seu sono, os monstros voltam ao lugar que escolheram para chamar de lar.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas como será a morada dessas criaturas?</p>
<p style="text-align:justify;">No livro “Onde Vivem os Monstros” (Ed. Cosac Naify, R$ 49), o menino Max é mandado de castigo para seu quarto. De repente as paredes se transformam em floresta, com um rio que o leva à ilha dos monstros.</p>
<p style="text-align:justify;">O livro, escrito e ilustrado por Maurice Sendak em 1963, ganhou prêmios importantes. Foi traduzido par 20 países e agora virou filme (“Where the Wild Things Are”, direção de Spike Jonze), que estréia por aqui dia 15 de janeiro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Direito de Vestir]]></title>
<link>http://nolimiardoestresse.wordpress.com/2009/11/14/mais-uniban/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 15:40:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciano Alvim</dc:creator>
<guid>http://nolimiardoestresse.wordpress.com/2009/11/14/mais-uniban/</guid>
<description><![CDATA[Pessoal, Sinto que voltei no tempo e estou falando sobre o Caso Isabela Nardoni de novo. É culpa do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pessoal,</p>
<p>Sinto que voltei no tempo e estou falando sobre o Caso Isabela Nardoni de novo. É culpa do jornal, ficam dando tanta atenção à Geisy que me pego pensando na repercussão, e acabo pensando algo diferente que preciso falar. Não estou justificando, pensem pelo lado bom. Pelo menos estou escrevendo de novo.</p>
<p>É que eu li uma carta no &#8220;Painel do Leitor&#8221; da Folha de São Paulo de ontem (13/11), de uma médica ginecologista e obstetra chamada Socorro Magalhães, de Fortaleza/CE. Reproduzo aqui:</p>
<blockquote><p>&#8220;Não entendo mais o que são valores morais.</p>
<p>É claro que vivemos numa democracia, mas o direito de um termina quando o do outro começa.</p>
<p>A conduta descabida, o erotismo e o modo de vestir-se e de se portar dessa garota desviava a atenção dos alunos das aulas, prejudicando o bom desempenho daqueles que ali se encontravam na luta por um espaço no mercado de trabalho nesse mundo altamente competitivo.</p>
<p>Ela queria chamar a atenção para si e conseguiu o seu intento com êxito, pois essa nossa sociedade nos surpreende com tamanha tolerância, fazendo dessa aluna &#8216;um exemplo, um ícone&#8217; para os demais jovens brasileiros.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Gostaria de respondê-la com outra carta, aberta, pois a Folha já publicou uma carta minha esse ano.</p>
<blockquote><p>&#8220;Socorro,</p>
<p>Me ajude. Você está bagunçando o coreto todo. Vivemos, sim, numa democracia. Mas qual direito foi tolhido dos outros estudantes por Geisy? O direito de estudar? Ué, mas eles não podiam simplesmente ignorar um vestido curto? Você parte do princípio que todos os estudantes que vaiaram Geisy estavam desesperados por sexo. E que de tão excitados eles não conseguiam nem prestar atenção na aula!</p>
<p>Desculpe a ironia. É que seu discurso moralista me ofende como pessoa. Deixe-me dizer algo. Se Geisy fosse de fato estuprada, currada (estuprada coletivamente), e devassada dentro de um banheiro daquela faculdade, caso alguns alunos levassem esse desejo contido a cabo ao invés de apenas hostilizá-la como &#8216;puta&#8217; entre outras coisas; você diria que ela é a culpada? Estou, sim, colocando palavras na sua boca. Mas seu texto parece me dizer &#8216;<em>A culpa de tantos estupros ocorrerem é dessa juventude que fica saindo com roupas minúsculas!</em>&#8216; O estuprador, na sua visão de mundo, é apenas um coitado que foi seduzido pela estuprada.</p>
<p>E ainda assim, na sua carta você fala que a sociedade &#8216;nos surpreende com tamanha tolerância&#8217;. Estou surpreso com essa tolerância. Pois o &#8216;<em>puta, puta!</em>&#8216; ouvido por Geisy também é o &#8216;<em>bicha, bicha!</em>&#8216; ouvido por homossexuais em nossas escolas. Onde está essa tolerância? Você usou aspas ao dizer que Geisy agora é &#8216;ícone, exemplo&#8217;. Está citando a quem? Vejo Geisy não como um exemplo a ser seguido, principalmente depois do acontecido, mas um exemplo de como o ódio e a intolerância está ao alcance de todos nós.</p>
<p>Não defenda os pobres estudantes, por favor. Pois eles são os mesmos estudantes que jogam garrafas em travestis, queimam índios, excluem bichas, pretos e pobres. E infelizmente fazem parte do futuro de nosso país.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Um Voltaire moderno diria &#8220;Posso não concordar com a roupa que vestes, mas defenderei até a morte o direito de vesti-la&#8221;. Vivemos num país livre.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em show intimista, Cat Power diz que fãs salvaram sua vida]]></title>
<link>http://portfoliobruno.wordpress.com/2009/11/13/em-show-intimista-cat-power-diz-que-fas-salvaram-sua-vida/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:50:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodka19</dc:creator>
<guid>http://portfoliobruno.wordpress.com/2009/11/13/em-show-intimista-cat-power-diz-que-fas-salvaram-sua-vida/</guid>
<description><![CDATA[BRUNO LOFRETA colaboração para a Folha Online (Publicado em 19/07/2009) A cantora Cat Power, nome ar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="articleBy">
<p><strong>BRUNO LOFRETA</strong><br />
colaboração para a <strong>Folha Online</strong></p>
<p>(Publicado em 19/07/2009)<strong><br />
</strong></p>
</div>
<p>A cantora Cat Power, nome artístico da norte-americana Chan Marshall, se apresentou neste sábado (18) na Via Funchal, em São Paulo, acompanhada da banda Dirty Delta Blues.</p>
<p>Em sua terceira passagem pela cidade, Chan retomou sucessos de Janis Joplin (&#8220;Woman Left Lonely&#8221;), Hank Williams (&#8220;Ramblin Woman&#8221;) e James Brown (&#8220;Lost Someone&#8221;), oferecendo ao público um espetáculo sincero e intimista.</p>
<p>As autorais &#8220;The Greatest&#8221; e &#8220;Lived In Bars&#8221; arrancaram aplausos entusiasmados do público, enquanto a releitura de &#8220;I Don&#8217;t Blame You&#8221;, antigo sucesso da cantora, surpreendeu alguns fãs.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-147" title="h;kljnl" src="http://portfoliobruno.wordpress.com/files/2009/11/hkljnl2.jpg" alt="" width="420" height="319" /></p>
<p>Com &#8220;Silver Stallion&#8221;, de Lee Clayton, e &#8220;Dark End of the Street&#8221;, de James Carr, Cat Power repetiu a versatilidade impressa em &#8220;Jukebox, seu último álbum.</p>
<p>No bis, Chan proporcionou um dos momentos mais comoventes do espetáculo ao interpretar &#8220;Don&#8217;t Explain&#8221;, clássico eternizado pela voz de Billie Holiday.</p>
<p>Após &#8220;Angelitos Negros&#8221;, última canção do repertório, a cantora ofereceu flores brancas e setlists ao público, que retribuiu com presentes e declarações apaixonadas. Por alguns minutos, Chan atendeu aos fãs, autografando discos e distribuindo abraços.</p>
<p>&#8220;Vocês salvaram a minha vida&#8221;, disse uma emocionada Cat Power antes de deixar o palco da Via Funchal.</p>
<p style="text-align:center;"><a title="Link Original" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u597115.shtml"><strong>Link Original</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Há um século nascia Burle Marx, expoente do paisagismo moderno]]></title>
<link>http://portfoliobruno.wordpress.com/2009/11/13/ha-um-seculo-nascia-burle-marx-expoente-do-paisagismo-moderno/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:46:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodka19</dc:creator>
<guid>http://portfoliobruno.wordpress.com/2009/11/13/ha-um-seculo-nascia-burle-marx-expoente-do-paisagismo-moderno/</guid>
<description><![CDATA[BRUNO LOFRETA colaboração para a Folha Online (Publicado em 04/08/2009) Roberto Burle Marx, cujo cen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="articleBy">
<p><strong>BRUNO LOFRETA</strong><br />
colaboração para a <strong>Folha Online</strong></p>
<p>(Publicado em 04/08/2009)<!--/DATA--><!--HORA--></p>
</div>
<p>Roberto Burle Marx, cujo centenário de nascimento é comemorado nesta terça-feira (4), levou o paisagismo moderno ao estado de arte, imprimindo em pinturas, esculturas, tapeçarias e, principalmente, em jardins públicos e particulares as belezas e peculiaridades da botânica brasileira.</p>
<p>Nascido na capital paulista, Burle Marx esteve em contato com o mundo das artes desde a infância por influência dos pais, Cecília Burle e Wilhelm Marx. Enviado à Alemanha para tratar de um grave problema de visão, acabou conhecendo exemplares da vegetação brasileira mantidos em estufas do Velho Continente.</p>
<p>Na Europa, visitou diversos museus e galerias de arte, se aproximando dos trabalhos de Vincent Van Gogh e Matisse, pintores que marcariam suas obras posteriores.</p>
<p>Após retornar ao Brasil, nos anos 30, Burle Marx cursou a Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, onde travou contato com artistas plásticos e arquitetos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-103" title="burle" src="http://portfoliobruno.wordpress.com/files/2009/11/burle1.jpg" alt="" width="420" height="233" /></p>
<p>Dos projetos paisagísticos do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e da Embaixada do Brasil em Washington, nos Estados Unidos, ao jardim do aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, Burle Marx elaborou centenas de espaços ao redor do planeta.</p>
<p>&#8220;Você olha o piso da calçada de Copacabana, olha o aterro do Flamengo, e não tem como não lembrar do Burle Marx&#8221;, diz a arquiteta Iracy Fortes Sguillaro, professora de paisagismo do Centro Universitário Belas Artes, em São Paulo, sobre dois dos projetos mais célebres do artista.</p>
<p>Fortes Sguillaro destaca o trabalho de Burle Marx com água e pedra, elementos integrados em seus projetos de forma a sugerir uma disposição natural dos jardins.</p>
<p>&#8220;Ele procurou inserir espécies brasileiras em uma composição moderna. Não tem a rigidez do jardim francês ou inglês&#8221; explica a professora, que ressalta o cuidado de Burle Marx ao planejar um jardim antevendo as espécies em sua idade adulta.</p>
<p>&#8220;Ele é o grande professor do paisagismo moderno&#8221;, diz.</p>
<p>Outra característica marcante no trabalho do paisagista, morto em 1994, é o diálogo com a arquitetura circundante. Lucio Costa e Oscar Niemeyer foram dois dos arquitetos com os quais Burle Marx desenvolveu dezenas de trabalhos durante a carreira.</p>
<p>O Parque Burle Marx, em São Paulo, e o Sítio Guaratiba, no Rio de Janeiro, são dois dos locais que guardam o legado do maior nome do paisagismo brasileiro.</p>
<p style="text-align:center;"><a title="Link Original" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u604485.shtml"><strong>Link Original</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relembre filmes que contam a história da Irlanda]]></title>
<link>http://portfoliobruno.wordpress.com/2009/11/13/relembre-filmes-que-contam-a-historia-da-irlanda/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:41:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodka19</dc:creator>
<guid>http://portfoliobruno.wordpress.com/2009/11/13/relembre-filmes-que-contam-a-historia-da-irlanda/</guid>
<description><![CDATA[BRUNO LOFRETA colaboração para a Folha Online Publicado em 17/03/2009 Assista ao trailer de seis fil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="articleBy">
<p><strong>BRUNO LOFRETA</strong><br />
colaboração para a <strong>Folha Online</strong></p>
<p><strong>Publicado em 17/03/2009<br />
</strong></p>
</div>
<p>Assista ao trailer de seis filmes que retratam a cultura e a história irlandesa.</p>
<p><strong>&#8220;Apenas Uma Vez&#8221; (&#8220;Once&#8221;, Irlanda, 2006)</strong></p>
<p>O despretensioso e peculiar musical dirigido por John Carney caiu nas graças do público, e, de quebra, viu a balada Falling Slowly levar a estatueta do Oscar de melhor canção. Rodado com orçamento baixo mesmo para os padrões de um filme independente, &#8220;Apenas Uma Vez&#8221; mostra os encontros e desencontros de um casal interpretado pelos músicos Glen Hansard, líder da banda The Frames, e pela pianista checa Markéta Irglová.</p>
<p>Destituídos de nomes, ela, que ganha a vida como florista nas esquinas de Dublin, e ele, que nas horas extras levanta um trocado como músico de rua, desenvolvem uma paixão quase platônica pontuada por canções melodiosas, interpretadas, claro, pelos próprios atores.</p>
<p><strong>&#8220;Ventos da Liberdade&#8221; (&#8220;The Wind That Shakes the Barley&#8221;, Irlanda / Inglaterra, 2006)</strong></p>
<p>O filme que guarda no título original uma tradicional canção irlandesa rendeu ao diretor britânico Ken Loach a Palma de Ouro de Cannes. As estonteantes colinas do Condado de Cork servem de cenário para a história do jovem Damien (Cillian Murphy), estudante de medicina que se junta às fileiras republicanas no intuito de combater a ocupação britânica em terras irlandesas, nos anos 1920.</p>
<p>Com a divisão da ilha em duas e, consequentemente, com a manutenção do norte do território sob jugo da Inglaterra, Damien e parte de seus companheiros de guerrilha descontentes com o desdobramento do conflito se voltam não apenas contra as tropas britânicas, mas também contra seus antigos companheiros, que aceitaram os termos do governo inglês.</p>
<p><strong>&#8220;Domingo Sangrento&#8221; (&#8220;Bloody Sunday&#8221;, Reino Unido / Irlanda, 2002)</strong></p>
<p>Grande vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim, &#8220;Domingo Sangrento&#8221; é um retrato realista do massacre que vitimou 27 pessoas durante uma passeata promovida pela Associação dos Direitos Civis no condado de Derry, na Irlanda do Norte, em 1972. Pelas lentes do diretor Paul Greengrass, o evento que teve papel fundamental no processo de paz na região é abordado de maneira tão crua quanto impiedosa.</p>
<p>O despreparo dos militares britânicos designados para escoltar a marcha e a tensão latente que envolvia os manifestantes são acompanhados por uma câmera perturbada, que dá a medida do estado de ebulição em que se encontrava a ilha em meados dos anos 1970. Nos créditos, Bono solta a voz em uma versão encorpada de &#8220;Sunday Bloody Sunday&#8221;.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-110" title="affiche" src="http://portfoliobruno.wordpress.com/files/2009/11/affiche.jpg" alt="" width="420" height="560" /></p>
<p><strong>&#8220;Michael Collins &#8211; O Preço da Liberdade&#8221; (&#8220;Michael Collins&#8221;, Irlanda / Reino Unido / Estados Unidos, 1996)</strong></p>
<p>O diretor Neil Jordan (&#8220;Entrevista com o Vampiro&#8221;) vai buscar na genealogia do IRA e de seu braço político, o Sinn Fein, a história de Michael Collins (Liam Neeson), personagem central na conquista de independência da República da Irlanda. Momentos decisivos na história da ilha, como o levante de Páscoa de 1916 e a Guerra Civil, são retomados pelo filme indicado a dois Oscars.</p>
<p><strong>&#8220;O Lutador&#8221; (&#8220;The Boxer&#8221;, Irlanda / Estados Unidos, 1997)</strong></p>
<p>Daniel Day-Lewis reata a parceria com o diretor Jim Sheridan &#8211;os dois haviam trabalhado juntos no premiado &#8220;Em Nome do Pai&#8221;&#8211; na pele do boxeador e ex-integrante do IRA Danny Flynn. Após passar anos de prisão por um crime que supostamente não cometeu e romper com seus ex-companheiros de milícia, Flynn precisa enfrentar o poder paralelo do Exército Republicano Irlandês para recomeçar a vida em uma Belfast tencionada pela ocupação britânica.</p>
<p><strong>&#8220;Café da Manhã em Plutão&#8221; (&#8220;Breakfast on Pluto&#8221;, Irlanda / Reino Unido, 2005)</strong></p>
<p>Munido de leveza e bom humor, Neil Jordan nos apresenta a história de Patrick &#8220;Kitten&#8221; Braden (Cillian Murphy), jovem transformista que deixa a conturbada Irlanda dos anos 70 rumo às ruas de Londres. Na capital inglesa, Kitten parte em busca da mãe &#8211;que o abandonara ainda bebê&#8211;, enquanto trava contato com um militante do IRA e outros personagens que ajudam a definir sua identidade.</p>
<p>Uma trilha sonora caprichada, com Van Morrison, T-Rex, Buffalo Sprigfield e Gavin Friday, entre outros, embala a comédia.</p>
<p style="text-align:center;"><a title="Link Original" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u535726.shtml"><strong>Link Original</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Para filmar em português, eu prefiro televisão", diz Fernando Meirelles]]></title>
<link>http://portfoliobruno.wordpress.com/2009/11/13/para-filmar-em-portugues-eu-prefiro-televisao-diz-fernando-meirelles/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:39:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodka19</dc:creator>
<guid>http://portfoliobruno.wordpress.com/2009/11/13/para-filmar-em-portugues-eu-prefiro-televisao-diz-fernando-meirelles/</guid>
<description><![CDATA[BRUNO LOFRETA colaboração para a Folha Online (Publicado em 29/06/2009) Após levar &#8220;Cidade dos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="articleBy">
<p><strong>BRUNO LOFRETA</strong><br />
colaboração para a <strong>Folha Online</strong></p>
<p>(Publicado em 29/06/2009)<strong><br />
</strong></p>
</div>
<p>Após levar &#8220;Cidade dos Homens&#8221; e &#8220;Antonia&#8221; às telas da TV, a produtora O2, de Fernando Meirelles, resgata a parceria com a Globo em &#8220;Som &#38; Fúria&#8221;, minissérie em 12 capítulos que estreia dia 7 de julho, após o &#8220;Casseta &#38; Planeta&#8221;.</p>
<p>Na entrevista coletiva de apresentação do seriado, Meirelles revelou que tem mais dois projetos pela frente, mas que precisa decidir por um deles até abril de 2010. Questionado sobre as propostas, o diretor preferiu manter o segredo, adiantando apenas que deve filmar fora do Brasil.</p>
<p>&#8220;Para filmar em português, eu prefiro televisão&#8221;, afirmou Meirelles. O diretor de &#8220;Cidade de Deus&#8221; explicou que o baixo custo da produção, o público mais amplo e o tempo de filmagem são as principais vantagens do formato. &#8220;Um filme nacional de sucesso leva dois milhões de pessoas ao cinema. Com uma série, você atinge 20 milhões&#8221;, disse.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-117" title="fernando" src="http://portfoliobruno.wordpress.com/files/2009/11/fernando.jpg" alt="" width="420" height="288" /></p>
<p>Segundo Meirelles, a audiência de &#8220;Som &#38; Fúria&#8221; deve ser fundamental para a continuidade da série em 2010. Ele estabelece uma média entre 20 e 21 pontos no ibope para que o projeto seja retomado no próximo ano, e lembra que &#8220;Antonia&#8221; atingia cerca da 30 pontos em uma faixa de horário mais acessível &#8211;&#8221;Som &#38; Fúria&#8221; será exibida por volta de 23h30.</p>
<p>Sobre a proposta de levar trechos de peças de Shakespeare para as telas, Meirelles acredita que a adaptação será palatável aos diferentes tipos de público. &#8220;Ele [o telespectador] pode entrar em &#8216;Romeu &#38; Julieta&#8217; por tabela&#8221;.</p>
<p>Em busca de um texto simples, o diretor pesquisou diversas traduções até encontrar as mais apropriadas para a minissérie, utilizando versões de Millôr Fernandes e Aderbal Freire-Filho.</p>
<p>&#8220;Som &#38; Fúria&#8221; foi baseada na minissérie canadense &#8220;Slings and Arrows&#8221;, e tem direção de Toniko Melo, Rodrigo Meirelles, Gisele Barroco e Fabrízia Pinto. Fernando Meirelles dirigiu três episódios do seriado.</p>
<p style="text-align:center;"><a title="Link Original" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u585746.shtml"><strong>Link Original</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cia. de dança francesa se apresenta com empilhadeiras e contêineres]]></title>
<link>http://portfoliobruno.wordpress.com/2009/11/13/cia-de-danca-francesa-se-apresenta-com-empilhadeiras-e-conteineres/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:39:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodka19</dc:creator>
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<description><![CDATA[BRUNO LOFRETA colaboração para a Folha Online (Publicado em 17/03/2009) O vão do Viaduto do Chá abri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="articleBy">
<p><strong>BRUNO LOFRETA</strong><br />
colaboração para a <strong>Folha Online</strong></p>
<p>(Publicado em 17/03/2009)</p>
<p>O vão do Viaduto do Chá abrigou a perfomance da companhia francesa Osmosis, que reuniu ao redor de suas três empilhadeiras e seis bailarinos um público pouco acostumado à dança contemporânea.Com cerca de uma hora de duração, o espetáculo Alhambre Container manteve os olhos da plateia sobre o balé executado por homens e máquinas.</p>
<p>A projeção de imagens em contêineres e a trilha envolvente que acompanhava a sincronia dos dançarinos encantaram a estudante de teatro Giselle Barbosa, 18. &#8220;Achei muito interessante o trabalho dos atores. Era algo muito difícil e exigia de todos muita coordenação, concentração e equilíbrio&#8221;, conta.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-121" title="alhambre" src="http://portfoliobruno.wordpress.com/files/2009/11/alhambre1.jpg" alt="" width="420" height="247" /></p>
<p><strong>Proposta complexa</strong></p>
<p>Acompanhado dos filhos, o taxista Luiz Rebolo, 43, diz nunca ter acompanhado uma performance semelhante, mas que apesar de ter gostado do espetáculo, teve dificuldade de entender a proposta do grupo. &#8220;É muito bonito, mas faltou entendimento&#8221;, explica.</p>
<p>Embora o mapa fornecido pela organização indicasse a Praça do Correio como local da apresentação, o evento foi deslocado alguns metros, sendo realizado sob o Viaduto do Chá.</p>
<p>A exibição do Cia. Osmosis faz parte do Ano da França no Brasil, e pode ser conferida também na tarde de domingo, às 13h40, sob o Viaduto do Chá.</p>
<p style="text-align:center;"><a title="Link Original" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u559748.shtml"><strong>Link Original</strong></a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Wanessa Camargo diz que tia terá dificuldades em "A Fazenda"]]></title>
<link>http://portfoliobruno.wordpress.com/2009/11/13/wanessa-camargo-diz-que-tia-tera-dificuldades-em-a-fazenda/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:38:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodka19</dc:creator>
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<description><![CDATA[BRUNO LOFRETA colaboração para a Folha Online (Publicado em 04/06/2009) A cantora Wanessa Camargo, 2]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="articleBy">
<p><strong>BRUNO LOFRETA</strong><br />
colaboração para a <strong>Folha Online</strong></p>
<p>(Publicado em 04/06/2009)<strong><br />
</strong></p>
</div>
<p>A cantora Wanessa Camargo, 26, comentou a participação de sua tia, Luciele Di Camargo, no novo reality show da Record, &#8220;A Fazenda&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ela é uma pessoa que tem poucos e bons amigos. Vai ser difícil para ela ter que fazer amizades forçadas dentro da casa&#8221;, disse a cantora em entrevista para a <strong>Folha Online</strong>.</p>
<p>Na quarta-feira (3), Luciele foi indicada ao lado de outros dois participantes para o primeiro &#8220;Tá na Roça&#8221;, espécie de paredão do reality show da Record. &#8220;Achei que o Pedro (Leonardo, filho do cantor sertanejo Leonardo) iria salvá-la da roça&#8221;, afirmou a cantora.</p>
<p>Questionada se participaria de um reality show nos moldes de &#8220;A Fazenda&#8221;, Wanessa disse que não gostaria de permanecer em um ambiente em que se sentisse julgada pelo público durante todo o tempo.</p>
<p>&#8220;Talvez se fosse uma experiência, um estudo da USP.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;Meu Momento&#8221;</strong></p>
<p>A cantora, que lança &#8220;Meu Momento&#8221;, seu sexto álbum de estúdio, afirma que o disco resume uma fase de amadurecimento de sua carreira.</p>
<p>Com a faixa &#8220;Fly/Meu Momento&#8221;, gravada ao lado do rapper americano Ja Rule, em encontro costurado por seu marido e empresário Marcus Buaiz, Wanessa alcançou o topo das principais rádios pop do país.</p>
<p>&#8220;Ele é um rapper que não tem aquela coisa pejorativa contra a mulher, pelo contrário&#8221;, diz, revelando ainda que entre o primeiro contato com o músico e a gravação do clipe se passaram apenas algumas semanas.</p>
<p>Sobre o casamento com Buaiz, Wanessa afirma que ela e o marido costumam trabalhar em sintonia, mas que não usaria o termo &#8220;empresário&#8221; para se referir a ele. &#8220;Acho que é uma palavra muito forte, que passa a impressão de que a pessoa diz &#8216;faça isso, agora faço aquilo&#8217;&#8221; explica.</p>
<p>&#8220;Eu entendo de cantar, da parte artística, e ele entende de acertar os detalhes dos shows&#8221;, completou.</p>
<p>Wanessa diz estar feliz por ter atraído um novo tipo de público com suas canções. &#8220;Tem homem na faixa dos 20 anos de idade ligando para a rádio para pedir a música&#8221;, revela.</p>
<p>&#8220;Era um sonho meu fazer um disco adulto, que representasse essa nova fase do meu trabalho&#8221;.</p>
<p>Perguntada se toparia repetir o dueto com outro artista internacional, como a cantora Mariah Carey, uma de suas prediletas, Wanessa não pestanejou: &#8220;Claro! Quem não gostaria? Já gostei mais da Mariah, principalmente na época do &#8216;Hero&#8217;, mas hoje tenho ouvido outras cantoras&#8221;, revelou.</p>
<p>Wanessa cita Claudia Leitte, Alcione e Vanessa da Mata como algumas de suas intérpretes favoritas.</p>
<p style="text-align:center;"><a title="Link Original" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u576793.shtml"><strong>Link Original</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fãs relembram Raul Seixas em clima de paz e amor]]></title>
<link>http://portfoliobruno.wordpress.com/2009/11/13/fas-relembram-raul-seixas-em-clima-de-paz-e-amor/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:38:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodka19</dc:creator>
<guid>http://portfoliobruno.wordpress.com/2009/11/13/fas-relembram-raul-seixas-em-clima-de-paz-e-amor/</guid>
<description><![CDATA[BRUNO LOFRETA colaboração para a Folha Online Publicado em 17/03/2009 A Estação da Luz revive o clim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="articleBy">
<p><strong>BRUNO LOFRETA</strong><br />
colaboração para a <strong>Folha Online</strong></p>
<p><strong>Publicado em 17/03/2009<br />
</strong></p>
</div>
<p>A Estação da Luz revive o clima de paz e amor pregado por Raul Seixas. Desde o início da tarde de sábado, músicos se revezam para interpretar a extensa discografia de um dos maiores expoentes do rock brasileiro.</p>
<p>Próximo ao palco, fãs estendem uma grande bandeira em homenagem ao ídolo e entoam o grito de &#8220;toca Raul!&#8221;. Com o repertório de seus principais álbuns na ponta da língua, pessoas de todas as idades, muitas trajando camisetas do músico baiano, celebraram emocionadas as faixas do álbum &#8220;Novo Aeon&#8221;.</p>
<p>O farmacêutico Renato Seixas, 52 anos, chegou ao palco armado na Rua Cásper Líbero às 18h, para acompanhar a banda Os Panteras, que acompanhou Raul Seixas na gravação de seu primeiro álbum, lançado em 1968.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-124" title="raul" src="http://portfoliobruno.wordpress.com/files/2009/11/raul.jpg" alt="" width="420" height="288" /></p>
<p>Trajado como seu ídolo, com óculos de sol e boina, Renato aproveitou os shows para divulgar a 20º Passeata-Homenagem a Raul Seixas, evento marcado para o 21 de agosto. &#8220;Sou fã desde o início dos anos 1970, e essa homenagem é algo emocionante&#8221;, explicou.</p>
<p>&#8220;Só saio daqui quando meu problema hepático exigir&#8221;, completa.</p>
<p>Entre as atrações, um boneco articulado do Maluco Beleza entretém a plateia dublando seus principais hits e interagindo com o público.</p>
<p>A homenagem a Raul Seixas se estende até às 18h do domingo, quando alguns dos músicos convidados retornam ao palco para uma jam session.</p>
<p style="text-align:center;"><a title="Link Original" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u559736.shtml"><strong>Link Original</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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