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	<title>fontes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/fontes/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "fontes"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 10:47:40 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Tipografia &amp; Inspirações]]></title>
<link>http://designrn.wordpress.com/2009/11/25/tipografia-inspiracoes/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:47:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Design RN</dc:creator>
<guid>http://designrn.wordpress.com/2009/11/25/tipografia-inspiracoes/</guid>
<description><![CDATA[Psalmplasma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://designrn.wordpress.com/files/2009/11/11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-814" title="1" src="http://designrn.wordpress.com/files/2009/11/11.jpg" alt="" width="480" height="320" /></a></p>
<p><a href="http://designrn.wordpress.com/files/2009/11/21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-815" title="2" src="http://designrn.wordpress.com/files/2009/11/21.jpg" alt="" width="480" height="320" /></a></p>
<p><a href="http://designrn.wordpress.com/files/2009/11/31.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-816" title="3" src="http://designrn.wordpress.com/files/2009/11/31.jpg" alt="" width="480" height="336" /></a></p>
<p><strong><a href="http://www.psalmplasma.com/" target="_blank">Psalmplasma</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Encontrando a fonte certa para seu projeto]]></title>
<link>http://webdesigninfnet.wordpress.com/2009/11/20/encontrando-a-fonte-certa-para-seu-projeto/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 13:47:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>lucasvgr</dc:creator>
<guid>http://webdesigninfnet.wordpress.com/2009/11/20/encontrando-a-fonte-certa-para-seu-projeto/</guid>
<description><![CDATA[Uma tarefa não muito simples de ser realizada quando esta desenvolvendo um novo layout ou até redese]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma tarefa não muito simples de ser realizada quando esta desenvolvendo um novo layout ou até redesenhando um site é encontrar a fontes certas para que a harmonia do design com o restante do conteúdo do site se encaixem perfeitamente.</p>
<p>Analisar qual o tipo de fonte conseguirá fazer com que seu usuário fique atento as informações transmitidas pelo site dependerá de diversos fatores como: espaçamento da fonte, tamanho, se a fonte tem serifa ou não, se a leitura dela em tamanhos menores será possível e diversos outros fatores.</p>
<p>A tipografia do seu projeto web é um desafio de condensar as informações do site de forma clara, conseguindo se comunicar com os usuários. Por isso encontrar a melhor fonte que consiga passar essas informações e conceitos, muitas das vezes é uma tarefa árdua.</p>
<p>Para ajudar vocês nesse processo de busca, vou indicar abaixo alguns links com vários artigos contendo listas de fontes e suas análises.</p>
<p><a href="http://www.smashingmagazine.com/2007/11/08/40-excellent-freefonts-for-professional-design/" target="_blank">40+ Excellent Freefonts For Professional Design</a></p>
<p><a href="http://imjustcreative.com/category/free-fonts/" target="_blank">I&#8217;m Just Creative</a></p>
<p><a href="http://www.theleagueofmoveabletype.com/" target="_blank">The League of Moveable Type</a></p>
<p><a href="http://www.josbuivenga.demon.nl/" target="_blank">Exlijbris Font Foundary</a></p>
<p><a href="http://www.fontsquirrel.com/" target="_blank">Font Squirrel</a></p>
<p><a href="http://www.urbanfonts.com/" target="_blank">Urban Fonts</a></p>
<p><a href="http://www.ffonts.net/" target="_blank">FFonts</a></p>
<p><a href="http://www.dafont.com/" target="_blank">dafont</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dica de site: "Vandelay Design Blog"]]></title>
<link>http://durodrigues.wordpress.com/2009/11/20/dica-de-site-vandelay-design-blog/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 10:57:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Rodrigues</dc:creator>
<guid>http://durodrigues.wordpress.com/2009/11/20/dica-de-site-vandelay-design-blog/</guid>
<description><![CDATA[http://vandelaydesign.com/blog/ O blog da empresa de webdesign Vandelay Design é uma excelente fonte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[http://vandelaydesign.com/blog/ O blog da empresa de webdesign Vandelay Design é uma excelente fonte]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[História da agricultura]]></title>
<link>http://renatocolistete.wordpress.com/2009/11/19/historia-da-agricultura/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 18:24:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Renato</dc:creator>
<guid>http://renatocolistete.wordpress.com/2009/11/19/historia-da-agricultura/</guid>
<description><![CDATA[Após a boa notícia da coleção integral e digitalizada da Conjuntura Econômica, vale registrar um out]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Após a <a title="conjuntura" href="http://renatocolistete.wordpress.com/2009/09/15/conjuntura-economica-digitalizada/" target="_blank">boa notícia</a> da coleção integral e digitalizada da <a title="conjuntura econômica digitalizada" href="http://www.blackbox2go.com/clientes/docpro/fgv/menu.asp" target="_blank">Conjuntura Econômica</a>, vale registrar um outro periódico cuja coleção completa está disponível para consulta e que é igualmente importante para os pesquisadores em história econômica: a <a title="revista de economia agrícola" href="http://www.iea.sp.gov.br/out/arquivoTeses.php?codTipo=19" target="_blank">Revista de Economia Agrícola</a>, publicada a partir de 1951 pela Secretaria da Agricultura e posteriormente pelo <a title="IEA" href="http://www.iea.sp.gov.br/out/index.php" target="_blank">Instituto de Economia Agrícola</a> do Estado de São Paulo.</p>
<p>Com 9 números em 1951 e periodicidade mensal a partir de 1952, a Revista de Economia Agrícola trazia em cada edição informações sobre mercados e preços dos produtos agrícolas, análises e previsões de safras e vários estudos específicos sobre atividades agropecuárias, inclusive trabalhos de conteúdo histórico.</p>
<p>Um exemplo dos estudos avulsos é a série de artigos sobre o &#8220;reerguimento das fazendas de café&#8221;, publicados em 1951. Esses estudos avaliaram alguns programas de reestruturação de fazendas da zona velha do café (Vale do Paraíba paulista), com informações sobre medidas tomadas, produtividade e custos (ver <a title="fazenda são bento" href="ftp://ftp.sp.gov.br/ftpiea/rea/1951/asp42-51.pdf" target="_blank">aqui</a> um exemplo). Em algumas ocasiões, os textos chegam a trazer informações detalhadas sobre a estrutura de receitas e despesas da fazenda, como no caso de <a title="fazenda piedade" href="ftp://ftp.sp.gov.br/ftpiea/rea/1951/asp56-51.pdf" target="_blank">uma propriedade situada em Caçapava</a>.</p>
<p>Há diversos outros estudos setoriais úteis para aqueles interessados em estudar as condições de produção, da tecnologia e da produtividade na agricultura de São Paulo. Um exemplo encontra-se em um texto sobre a &#8220;<a title="rentabilidade do café" href="ftp://ftp.sp.gov.br/ftpiea/rea/1963/asp7-63.pdf" target="_blank">rentabilidade da lavoura do café a diferentes níveis de produtividade na safra 1962/63</a>&#8220;. Outro, com séries de tempo, trata do &#8220;<a title="rendimento do algodão" href="ftp://ftp.sp.gov.br/ftpiea/rea/1963/asp8-63.pdf" target="_blank">rendimento do algodão beneficiado em São Paulo de 1930 a 1962</a>&#8220;.</p>
<p>Há também estudos sobre os trabalhadores na agricultura, como um que resume os dados de um levantamento oficial sobre a <a title="mão-de-obra agrícola em 1955 em SP" href="ftp://ftp.sp.gov.br/ftpiea/rea/1955/asp86-55.pdf" target="_blank">mão-de-obra agrícola em 1955</a>.  Nesse texto, são estimados o número e a distribuição de proprietários e de diferentes categorias de não-proprietários (ver a tabela original no artigo citado). Detalhe interessante: colonos, arrendatários e parceiros constituíam 52,2% e os propriamente assalariados (camaradas) representavam 6,2% do total de proprietários e não-proprietários. Considerando apenas o segmento de não-proprietários, os colonos, arrendatários e parceiros chegavam a 70,5%.</p>
<p>A propósito, essa não parece ser uma distribuição de trabalhadores agrícolas muito diferente daquela retratada no Oeste Paulista do século XIX por Warren Dean, em <a title="rio claro" href="http://www.pazeterra.com.br/livro.asp?pp=59" target="_blank"><em>Rio Claro. Um sistema brasileiro de grande lavoura, 1820-1920</em></a>. São Paulo, Paz e Terra, 1977.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[4250 Fontes + Visualizador]]></title>
<link>http://byfantasma.wordpress.com/2009/11/18/4250-fontes-visualizador/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:24:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>byfantasma</dc:creator>
<guid>http://byfantasma.wordpress.com/2009/11/18/4250-fontes-visualizador/</guid>
<description><![CDATA[Para quem trabalha com Corel, Ps e outros aqui esta um baita pacote de fontes.No pacote já contem um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><img alt="http://www.downloadthat.com/images/screen/163664432c93bec32219f1ce77c980f4_Script_and_Calligraphy_Fonts.gif" src="http://www.downloadthat.com/images/screen/163664432c93bec32219f1ce77c980f4_Script_and_Calligraphy_Fonts.gif" /></p>
<p>
<div style="text-align:left;">Para quem trabalha com Corel, Ps e outros aqui esta um baita pacote de fontes.<br />No pacote já contem um visualizador de fontes para você procurar as que você necessita.</p>
<p>DOWNLOAD:<br />Parte 1:<a href="http://www.megaupload.com/?d=CWXB4K46">Megaupload. 95.00Mb.rar</a><br />Parte 2:<a href="http://www.megaupload.com/?d=H0AN2NS4">Megaupload. 05.15Mb.rar</a></p>
<p>Senha para descompactar os arquivos: <span style="color:rgb(255,0,0);">foxbrazil</span></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dica do dia - Fonte grátis Pixel]]></title>
<link>http://designeideias.wordpress.com/2009/11/16/dica-do-dia-fonte-gratis-pixel/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 18:05:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>mrsvevo</dc:creator>
<guid>http://designeideias.wordpress.com/2009/11/16/dica-do-dia-fonte-gratis-pixel/</guid>
<description><![CDATA[Ótima fonte grátis pixel. Também pode ser usada em tamanhos maiores(com ajustes de kerning). Clique ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://fabricioalves.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/smallpix.gif" alt="Fonte grátis pixel" /></p>
<p>Ótima fonte grátis pixel. Também pode ser usada em tamanhos maiores(com ajustes de kerning).<br />
<a href="http://www.fcraft.com.br/fontshop/smallpix.zip" target="blank">Clique aqui para fazer o download direto do site do estúdio tipográfico(Fcraft).</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fonte sem nome nem crédito]]></title>
<link>http://objethos.wordpress.com/2009/11/16/fonte-sem-nome-nem-credito/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 09:52:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogério christofoletti</dc:creator>
<guid>http://objethos.wordpress.com/2009/11/16/fonte-sem-nome-nem-credito/</guid>
<description><![CDATA[Por Aldo Antonio Schmitz Mestrando em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina Embora nã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Aldo Antonio Schmitz<em><br />
Mestrando em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina</em></p>
<p>Embora não se possa generalizar, o jornalismo das emissoras de televisão adota dois pesos e duas medidas para identificar as fontes, notadamente a madrinha Rede Globo e as suas afiliadas. Quando se trata de uma notícia negativa ou sensacionalista, as marcas e empresas são citadas verbalmente e com ênfase. No entanto, no caso de sucesso ou boa iniciativa, o conceito de fonte vai para a cucuia. Por exemplo, se a TAM inaugurar uma viagem turística à Lua, será notícia como “uma companhia aérea brasileira faz seu primeiro vôo lunar”. Mas, no caso de um acidente aéreo, a identificação é insistente: “Caiu um avião da TAM, a TAM isso, a TAM aquilo”. TAM, TAM, TAM, TAM. É uma oitava sinfonia para os telejornais.</p>
<p>Se algum empresário dá uma opinião ou depoimento, aparece na legenda, apenas: “diretor da empresa”. Em caso positivo, a fonte não tem nome nem crédito, o que contraria um elemento básico da produção jornalística. Evidentemente, as emissoras têm uma resposta pronta para este equívoco: “citar uma empresa em programa jornalístico é fazer propaganda gratuita”. Pura lorota. Se o Roberto Irineu Marinho aparecer no <em>Jornal Nacional</em> será muito bem legendado, como “presidente das Organizações Globo” e não das “Organizações Tabajara”. Vale para um, não para os outros.</p>
<p>Fica a impressão de que os telejornais não sabem separar jornalismo de propaganda. Apropriam-se das imagens e das falas das fontes quando lhes convêm, esquecendo que o crédito é um dos princípios da ética jornalística. Não tem outra opção. O resto é desrespeito ao próprio jornalismo, aos telespectadores e a quem se dispõe a colaborar na apuração e produção dos telejornais. Se a mídia impressa identifica corretamente as fontes, por que a televisão não pode fazer o mesmo?</p>
<p>É claro que as fontes zelam por sua imagem e reputação e têm interesses particulares. E quem não tem? Algumas empresas patrocinam a cultura e o esporte na esperança de ver a sua imagem na televisão, associada a algo positivo. Mas não vêm, porque os telejornais, quando não conseguem cortar a marca, inserem uma tarja embaçada sobre o logotipo. Em contrapartida, as TVs faturam alto com as transmissões e aumentam as audiências usando esportistas e artistas sem pagar direitos de imagem.</p>
<p>Essa estória da carochinha de não identificar as fontes empresariais tem um final sem graça, de faturar a qualquer custo: “aqui, só pagando”. Esta e outras questões mostram que o telejornalismo brasileiro anda capenga. Mas, o que esperar de quem tem o hábito de ouvir só um lado da questão? De quem julga e condena sumariamente qualquer pessoa ou organização, antes de processo judicial? Pois é, diante de tanta falta de ética, não identificar uma fonte é, dos males, o menor.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eduardo Recife ]]></title>
<link>http://tishpolk.wordpress.com/2009/11/16/eduardo-recife/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 02:04:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tish Polk</dc:creator>
<guid>http://tishpolk.wordpress.com/2009/11/16/eduardo-recife/</guid>
<description><![CDATA[Famoso no mundo inteiro Eduardo Recife, atualmente considerado um dos designes mais recomendados  do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;padding-left:30px;"><span style="color:#c0c0c0;">Famoso no mundo inteiro Eduardo Recife, atualmente considerado um dos designes mais recomendados  do Brasil, com uma lista de clientes imensa, com nomes importantes dentro e fora do país.<br />
Tem como característica em seus trabalhos o uso de lápis, pintura, informatica, fotografia e colagem.<br />
O que chama a atenção no conteudo de seus trabalhos é a criatividade e a imaginação. </span></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-16" src="http://tishpolk.wordpress.com/files/2009/11/17.jpg?w=300" alt="" width="300" height="224" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-14" src="http://tishpolk.wordpress.com/files/2009/11/16.jpg?w=300" alt="" width="300" height="183" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-13" src="http://tishpolk.wordpress.com/files/2009/11/19.jpg?w=300" alt="" width="300" height="211" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-15" src="http://tishpolk.wordpress.com/files/2009/11/15.jpg?w=214" alt="" width="214" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:30px;"><span style="color:#c0c0c0;">Em seu </span><a href="http://www.misprintedtype.com" target="_blank"><span style="color:#c0c0c0;">Portfólio pessoal</span></a><span style="color:#c0c0c0;"> ele oferece 24 fontes para dowload, dezenove dos quais são gratuitos.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como usar corretamente as fontes]]></title>
<link>http://usuariofinal.wordpress.com/2009/11/15/como-usar-corretamente-as-fontes-em-seu-trabalho/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 17:30:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Wyliam Vassoler</dc:creator>
<guid>http://usuariofinal.wordpress.com/2009/11/15/como-usar-corretamente-as-fontes-em-seu-trabalho/</guid>
<description><![CDATA[Depois de dois meses sem postar, resolvi voltar e o primeiro post discute um assunto muito important]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Depois de dois meses sem postar, resolvi voltar e o primeiro post discute um assunto muito important]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[30 Thin and Light Fonts That Should Not Be Free]]></title>
<link>http://flashcriminals.wordpress.com/2009/11/10/30-thin-and-light-fonts-that-should-not-be-free/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 14:40:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>yorgzen</dc:creator>
<guid>http://flashcriminals.wordpress.com/2009/11/10/30-thin-and-light-fonts-that-should-not-be-free/</guid>
<description><![CDATA[30 Thin and Light Fonts That Should Not Be Free Thin and Light fonts are font types good for alterna]]></description>
<content:encoded><![CDATA[30 Thin and Light Fonts That Should Not Be Free Thin and Light fonts are font types good for alterna]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dia 5 de novembro dia Nacional do Design ]]></title>
<link>http://designrn.wordpress.com/2009/11/05/dia-5-de-novembro-dia-nacional-do-design/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 01:57:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Design RN</dc:creator>
<guid>http://designrn.wordpress.com/2009/11/05/dia-5-de-novembro-dia-nacional-do-design/</guid>
<description><![CDATA[No dia 5 de Novembro, é comemorado nacionalmente o dia do designer. Data que se refere ao nascimento]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No dia 5 de Novembro, é comemorado nacionalmente o dia do designer. Data que se refere ao nascimento de Aloísio Magalhães, um criador múltiplo, e que embora fosse formado em Direito, foi o pioneiro do design gráfico de nosso país &#8211; saiba mais acessando www.mamam.art.br/mam_apresentacao/aloisio.htm.</p>
<p><span style="background-color:#ffffff;">Curiosamente, a principal referência do design brasileiro atual, os Irmãos Campana, também não são designers, um é arquiteto, e outro advogado.</span></p>
<p>Sergio Rodrigues, uma referência sempre atual para o design de mobiliário, é arquiteto.</p>
<p>Onde estão os designers? Para quem devemos dar parabéns no dia do designer? Essa é a questão que gostaríamos de levantar, não em sentido pejorativo, mas sim com o intuito de instigar a vontade de saber o que é fazer design.</p>
<p><span style="background-color:#ffffff;">Afastando o lado glamuroso em que alguns designers já consagrados vivem, a base do trabalho de designer, o trabalho do dia-a-dia, deve levar a um lugar comum: qualidade de vida. É nisso que nós do Design em Dia acreditamos, e de certa forma confirmamos com esse pouquíssimo tempo em que desenvolvemos nosso trabalho. Por isso questionamos quem são os designers? Que atividade dá o título de designer a uma pessoa? Graduação em curso técnico ou universidade? Experiência de anos de indústria? Várias turmas de designers formados sob sua orientação? Ou basta trabalhar para que de alguma forma seja melhorada a qualidade de vida?</span></p>
<p>É curioso nós, designers, pensarmos desta forma, principalmente por que isto soa como uma desvalorização da profissão. Mas, podem estar certos que não passa nem perto disso. É uma maneira de encarar que nosso “ganha pão” é composto por uma grande parcela de vontade de fazer acontecer, e que de nada adianta termos estrutura, dom, habilidades específicas, se ficarmos no ostracismo, esperando alguma coisa acontecer, que a valorização caia do céu. Os fatos mostram que muitas pessoas que não tem a “formação” de designer, batalham por acreditarem em suas idéias, em seus produtos, em suas expressões e chegam lá. Obviamente, estão à mercê de inúmeras críticas, mas quem não está? E isso também não diminui a contribuição que trazem.</p>
<p>Temos a certeza de que, quem está no mercado sabe que cada dia, temos que provar do que somos capazes. Estamos sempre sob julgamento de quem confunde design com gosto pessoal, e quer sempre que você faça alguma coisa mais “bonitinha” do que já existe, mais “moderno”, com “valor agregado”, “quase” igual a alguma coisa que já existe&#8230; complicado né?! Confesso que achávamos que isso ocorria por estarmos no Brasil, onde o design tem muito o que crescer. Mas nos surpreendemos com uma afirmação de Bruce Wood, da Glasgow Caledonian University, em uma das palestras do Design To Business, onde ele disse que na Escócia, os empresários normalmente acreditam nos engenheiros, nos contadores, nos médicos, mas que os designers sempre têm que provar o que estão dizendo.</p>
<p>Nossa mensagem, não é diferente da tradicional&#8230; 10% inspiração e 90% de transpiração</p>
<p>Fonte : <a href="http://www.designemdia.com.br/opiniao/read.php?id=13" target="_blank">Design em Dia</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Origem dos Nomes]]></title>
<link>http://genealogiia.wordpress.com/2009/11/05/origem-dos-nomes/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 16:43:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>genealogiaa</dc:creator>
<guid>http://genealogiia.wordpress.com/2009/11/05/origem-dos-nomes/</guid>
<description><![CDATA[INTRODUÇÃO &#8211; O NOME A escolha do nome de uma pessoa, embora hoje em dia a maior parte das pess]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:center;"><strong><span style="font-family:arial;"><a name="INTRODUÇÃO - O NOME">INTRODUÇÃO &#8211; O NOME</a></span></strong></h3>
<p><strong><span style="font-family:arial;"><br />
</span></strong></p>
<p>A escolha do nome de uma pessoa, embora hoje em dia a maior parte das pessoas a faz de forma leviana, era objeto de grandes preocupações no passado por ser vista como uma presságio, isto é, como se o nome fosse influir no futuro e caráter da pessoa.</p>
<p>O nome é o que identifica a pessoa numa sociedade. Do ponto de vista jurídico é essencial, pois é com ele que o indivíduo adquire bens, participa de associações, abre contas bancárias e tira documentos de identidade. Tem duas partes: o prenome (que é nome próprio) e o patronímico, ou nome de família, mais conhecido por sobrenome, que é adquirido por filiação, casamento ou via processo. A mulher que pegou o sobrenome do marido perde o direito de usá-lo em caso de divórcio, a não ser em situações especiais previstas em lei.</p>
<p>No primeiro ano após a maioridade, uma pessoa pode requerer a alteração de seu nome, desde que tenha motivo e raramente por sentença judiciária. O prenome pode ser alterado apenas quando é claro que este nome expõe seu titular ao ridículo.</p>
<p>O nome é obrigatório para qualquer ato público, embora há exceções em lei eleitoral nos casos em que o candidato é mais conhecido por outro nome ou apelido. Nos atos privados, admite-se o nome fictício, ou pseudônimos, muito utilizados em literatura, como por exemplo Voltaire (François-Marie Arouet); nos esportes, como Pelé (Edson Arantes do Nascimento); nas artes cênicas, como Fernanda Montenegro (Arlete Pinheiro), entre outros.</p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="font-family:verdana;"><strong><a name="COMO OS NOMES SURGIRAM">COMO OS NOMES SURGIRAM</a></strong></span></h3>
<p><span style="font-family:verdana;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p>Já aconteceu com você de ver o seu nome escrito errado em algum lugar, não é mesmo? Talvez em alguma carta, inscrição, bilhete&#8230; se o seu sobrenome tem origem estrangeira, quais são os erros típicos que você já viu ou pronúncias incorretas associados ao seu nome? Isso choca qualquer um, afinal, é o seu nome, sua identificação no mundo. Se você conhecer mais sobre a origem dos sobrenomes poderá ter idéia de onde certa família descende, no que trabalhavam ou conhecer algumas características dos ancestrais dessa família.</p>
<p>Até onde eu li e consegui informação, os primeiros a adquirirem sobrenomes foram os Chineses. Algumas lendas sugerem que o Império Fushi decretou o uso de sobrenomes, ou nomes de famílias, por volta de 2.852 a.C. Os chineses tinham normalmente 3 nomes: o sobrenome, que vinha primeiro e era uma das 438 palavras do sagrado poema chinês &#8220;Po-Chia-Hsing&#8221;. O nome de família vinha em seguida, tirado de um poema de 30 personagens adotados por cada família. O nome próprio vinha então por último.</p>
<p>Nos tempos antigos os romanos tinham apenas um nome. No entanto mais tarde passaram a usar três nomes. O nome próprio ficava em primeiro e se chamava &#8220;praenomen&#8221;. Depois vinha o &#8220;nomem&#8221;, que designava o clã. O último nome designava a família e é conhecido como &#8220;cognomen&#8221;. Alguns romanos acrescentavam um quarto nome, o &#8220;agonomen&#8221;, para comemorar atos ilustres ou eventos memoráveis. Quando o Império Romano começou a decair, os nomes de família se confundiram e parece que os nomes sozinhos se tornaram costume mais uma vez.</p>
<p>Durante a Idade Média, as pessoas eram conhecidas somente pelo nome próprio. Mas a necessidade de adicionar outro nome para distinguir as pessoas de mesmo nome ganhou popularidade. Então adicionavam alguma característica, ou função que a pessoa exercia, ou então usavam o nome do pai. No século XI o uso de um segundo nome se tornou tão comum que em alguns lugares era considerado vulgar não ter um. Mas mesmo tendo sido o começo para todos os sobrenomes que existem hoje, grande parte dos nomes usado na Idade Média não tem a ver com a família, isto é, nenhum era hereditário.</p>
<p>Em respeito aos nomes hereditários, isto é, os nomes que eram passados de pai para filho, é difícil dizer com exatidão quando foi que eles surgiram, pois foi uma prática que se desenvolveu com o passar de centenas de anos&#8230;</p>
<p>O uso moderno dos nomes hereditários é uma prática que se originou lá pela aristrocracia veneziana, na Itália, por volta do século X ou XI. Os exploradores, voltando das terras Sagradas e passando pelos portos da Itália <em>(afinal, os portos da Itália eram naquela época a única maneira de ir para o Oriente, portanto tudo passava por lá&#8230; só lá pelo século XIV, XV é que iniciaram-se as famosas Cruzadas, onde então o caminho pelo Atlântico cortornando a África foi &#8216;descoberto&#8217;)</em>, tomaram nota deste costume e o espalharam pela Europa. A França, as ilhas Britânicas, e então a Alemanha e Espanha começaram a aplicar esta prática afim de distinguir os indivíduos que haviam se tornado importantes. Pelos anos de 1370 já se encontra a palavra &#8220;sobrenome&#8221; em documentos, nas línguas locais.</p>
<p>O governo passou a usar cada vez mais papéis, documentos, e deixar registrados seus atos entre todo o mais. Assim cada vez mais foi importante identificar com exatidão as pessoas. Em algumas comunidades nos centros urbanos, os nomes próprios não eram mais suficientes para distinguir as pessoas. No campo, com o direito de sucessão hereditária de terras, era preciso algo que indicasse vínculo com o dono da terra, senão como os filhos ou parentes iriam adquirir a terra, já que qualquer pessoa com o mesmo nome poderia se passar por filho? Acredita-se que até o ano de 1450 a maior parte das pessoas de qualquer nível social tinha um sobrenome hereditário, fixo. Este sobrenome identificava a família, provendo assim uma ligação com o passado desta família, e preservando sua identidade no futuro.</p>
<p>Até nem é surpresa o fato de que antigamente a prioridade das famílias era ter filhos homens, para manter o nome, afinal, os filhos homens eram quem passavam o sobrenome para as novas gerações, e era muito desgosto para uma família não ter nenhum descendente homem.</p>
<p>No começo dos séculos XV e XVI os nomes de família ganharam popularidade na Polônia e na Rússia. Os países escandinavos, amarrados ao seu costume de usar o nome do pai como segundo nome, não usaram nomes de família antes do século XIX. A Turquia esperou até 1933, quando o governo forçou a prática de sobrenomes a ser adotado em seu povo.</p>
<p>Os sobrenomes foram primeiramente usados pela nobreza e ricos latifundiários (senhores feudais), e pouco a pouco foram adotados por comerciantes e plebeus. Os primeiros nomes que permaneceram foram aqueles de barões e latifundiários, que receberam seus nomes a partir de seus feudos e/ou propriedades. Estes nomes se fixaram através da hereditariedade destas terras. Para os membros da classe média e trabalhadores, como as práticas da nobreza eram imitadas, começaram a usar assim os sobrenomes, levando a prática ao uso comum.</p>
<p>É uma tarefa complicada classificar os nomes de família por causa das mudanças de ortografia e pronúncia com o passar dos anos. Muitas palavras antigas tinham significados diferentes na época, ou hoje em dia estão obsoletas. Muitos nomes de família dependeram da competência e discrição de quem os escreveu no registro. O mesmo nome pode muitas vezes estar escrito de diferentes maneiras até mesmo em um documento só. Um exemplo: Carlos Red, que recebeu seu nome por ter cabelos vermelhos (red=vermelho, em inglês), pode ter descendentes prováveis com o sobrenome Reed, Reade, etc.</p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="font-family:verdana;"><strong> <a name="FORMAÇÃO DOS SOBRENOMES">FORMAÇÃO DOS SOBRENOMES</a></strong></span></h3>
<p><span style="font-family:verdana;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p>Os nomes de família chegaram até nós de diferentes maneiras. A grande maioria dos sobrenomes evoluíram de 4 fontes principais:</p>
<p><strong>1- Ocupação: </strong>John, sendo carpinteiro, cozinheiro, moleiro, alfaiate, se chamaria em inglês, respectivamente, de: John Carpenter, John Cook, John Miller e John Taylor. Um ferreiro, se chamaria em inglês de Smith, um dos sobrenomes mais comuns. Toda vila tinha os seus Smith (ferreiro), Millers (moleiros), Taylors (alfaiates) e Carpenters (carpinteiros), sendo que os Millers de uma vila não tinham necessariamente nenhuma relação com os Millers de outra vila.</p>
<p><strong>2- Localidade:</strong> O John que morava numa colina/montanha (hill, em inglês) pode ter ficado conhecido por John Overhill (over, considera-se &#8216;em cima&#8217;). O John que morava perto de um riacho poderia ser chamado de John Brook (brook=arroio, ribeiro). Você pode dizer que um sobrenome deriva de um local quando, por exemplo, termina com:</p>
<p>-hill (em inglês) ou -berg (em alemão), ambos significam montanha, monte;<br />
-ford (um vau*);<br />
-wood (floresta, bosque);<br />
-brook (arroio, ribeiro);<br />
-well (poço);</p>
<p style="text-align:right;"><em>*vau &#8211; um lugar num rio onde se pode passar a pé.</em></p>
<p><strong>3- Patronímico</strong> (nome do pai): Muitos sobrenomes podem ser reconhecidos como patronímicos pela terminação &#8220;Son&#8221;, que significa &#8220;filho&#8221;, em inglês. Por exemplo: Jackson (Jack-son=filho do Jack); Willianson, Anderson, etc&#8230; Abaixo, outras terminações usados em outros países que <strong> correspondem </strong> a &#8220;SON&#8221; (filho):</p>
<ul>
<li> Armênia = -ian</li>
<li> Dinamarca e Noruega = -sen</li>
<li> Finlândia = -nen</li>
<li> Grécia = -poulos</li>
<li> Espanha = -ez</li>
<li> Polônia = -wiecz</li>
<p><strong>Prefixos que significam &#8220;SON&#8221;:</strong></p>
<li> Gália (galeses) = Ap</li>
<li> Escócia e Irlanda = Mac</li>
<li> Normandia = Fitz</li>
</ul>
<p>Na Normandia, John, filho do Randolph, ficaria John fitz-Randolph.<br />
Na Escócia, os descendentes, por exemplo, de Gilleain eram conhecidos como MacGilleain e mais tarde abreviava-se para Mc, como McClean, McLane, e etc&#8230;</p>
<p>Apesar do nome patronímico ter sido usado por um longo tempo, eles sempre mudavam de geração para geração. Como exemplo, John, filho (son) do William, poderia ser conhecido como &#8220;John Williamson&#8221;, mas o filho dele teria como sobrenome &#8220;Johnson&#8221;, por ser filho (son) do John.</p>
<p><strong>4- Característica:</strong> um homem muito baixo poderia ser chamado, em inglês, de Small, Short, Little ou Lytle. Um homem grande poderia ser então Longfellow, Large, Lang ou Long. Muitas pessoas que tinham características de um animal receberia o nome dele, como por exemplo, uma pessoa travessa, astúcia, poderia ser chamada de FOX (raposa); Um bom nadador, de FISH (peixe); um homem quieto, DOVE (pombo) e assim por diante.Os sobrenomes que são normalmente engraçados, alguns surpreendentes e por vezes até embaraçosos, são os nomes que provêm das características. Mas não se chateie se o seu sobrenome significa algo que vc considera ruim (eu descendo de um sobrenome alemão, que traduzindo atualmente, significa &#8216;Hipócrita&#8217;). Lembre-se que ele se refere a alguém que viveu a centenas de anos atrás. Nem sempre se pode levar a sério o significado de um sobrenome comparando os valores de hoje em dia, pois o significado das palavras mudou durante centenas de anos. Diante do sobrenome inglês &#8220;Stout&#8221;, você pode interpretar que o titular deste sobrenome era gordo, fortão ou então decidido, resoluto. Muitos sobrenomes têm mais de uma origem. Por exemplo, o sobrenome inglês &#8220;Bell&#8221; (sino) pode dizer tanto de alguém que morou ou trabalhou onde se toca o sino, quanto alguém que fabricava sinos. Pode ser descendente de alguma Isabel, ou pode ter vindo do francês antigo no qual a palavra &#8220;bel&#8221; significa beleza, correspondendo então a alguém muito bonito.</p>
<p>(<span style="font-family:verdana;"><span style="font-family:verdana;"><span style="font-size:xx-small;"><em>Esta página serviu como base para Sobrenomes na Wikipedia. Para  ver minhas contribuições, visite <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Usu%C3%83%C2%A1rio:Obruch" target="_blank">Obruch</a>.</em>)</span></span></span></p>
<p><span style="font-family:verdana;"><span style="font-family:verdana;"><span style="font-family:arial;font-size:x-small;"> </span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quando]]></title>
<link>http://arletebraz.wordpress.com/2009/11/04/quando/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 06:22:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>arletebraz</dc:creator>
<guid>http://arletebraz.wordpress.com/2009/11/04/quando/</guid>
<description><![CDATA[Quando as fontes secarem e os rios não mais chorarem. Nos jardins não houver a beleza nem as cores d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#99cc00;">Quando as fontes secarem e os rios não mais chorarem.</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">Nos jardins não houver a beleza nem as cores das flores</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">E nas copas das árvores os pássaros não mais cantarem</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;"> </span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">Quando ao olhar para cima não for mais possível ver</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">Os pássaros voando ou o branco da nevoa no céu azul</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">E os enamorados nas estrelas não possam se envolver.</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;"> </span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">Quando não houver verdes matas mais para queimar</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">Só a cor cinza da vegetação esturricada para olhar</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">E dos bichos que enfeitavam a floresta alguém ouvir falar.</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;"> </span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">Quando o sol em sua provocada fúria o gelo derreter</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">Levando na enxurrada tudo que em sua volta existir</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">E mesmo assim em alguns pontos a sede permanecer.</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;"> </span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">Quando na ânsia do comer o animal feroz o atacar</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">Se os corvos a festança começarem a querer  fazer</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">E os animais dos pastos não mais tiverem onde beber.</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;"> </span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">Quando ele vir à família estarrecida a querer fugir</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">E mesmo querendo desesperadamente lhe ajudar</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">Não ter no mundo nenhum lugar onde possa ir.</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;"> </span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">Quando e se tudo isso acontecer&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">O ser humano terá a capacidade de saber que foi</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">responsável, pois foi avisado do que ia acontecer?</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">Arlete Cruz Araújo</span></p>
<p><span style="color:#99cc00;">novembro/2009</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O NASCER PARA O ALÉM...]]></title>
<link>http://ewillians.wordpress.com/2009/11/02/o-nascer-para-o-alem/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 20:05:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>ewillians</dc:creator>
<guid>http://ewillians.wordpress.com/2009/11/02/o-nascer-para-o-alem/</guid>
<description><![CDATA[Há quem morra todos os dias. Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza. Morre um dia, mas nasce o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#003366;font-size:medium;"><strong><img class="aligncenter" src="http://3.bp.blogspot.com/_xp2dZ5X8uq8/SmH2t_1Yb2I/AAAAAAAADps/CZ29aq1S3MY/s400/ARTE+SALVADOR+DALI+NASCER+amanhecer+salvador+dali.JPG" alt="" width="400" height="335" /></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#003366;font-size:medium;"><strong>Há quem morra todos os dias.<br />
Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza.<br />
Morre um dia, mas nasce outro.<br />
Morre a semente, mas nasce a flor.<br />
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#003366;font-size:medium;"><strong>Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida.<br />
Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus.<br />
Triste é ver gente morrendo por antecipação&#8230;<br />
De desgosto, de tristeza, de solidão.<br />
Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida.<br />
Essa gente empurrando a vida.<br />
Gritando, perdendo-se.<br />
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#003366;font-size:medium;"><strong>E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez.<br />
Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los. De retroceder no tempo e segurar a vida. Ausência: &#8211; porque não há formas para se tocar.<br />
Presença: &#8211; porque se pode sentir.<br />
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável.<br />
Essa saudade machucando o coração.<br />
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez. Esse céu azul e misterioso.<br />
Ah! Aqueles que já partiram!<br />
Aqueles que viveram entre nós.<br />
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida.<br />
Foram para o além deixando este vazio inconsolável.<br />
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer.<br />
Deles guardamos até os mais simples gestos. Sentimos, quando mergulhados em oração, o<br />
ruído de seus passos e o som de suas vozes.<br />
A lembrança dos dias alegres.<br />
Daquela mão nos amparando.<br />
Daquela lágrima que vimos correr.<br />
Da vontade de ficar quando era hora de partir. Essa vontade de rever novamente aquele rosto.<br />
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias.<br />
Essa prece que diz tudo.<br />
Esse soluço que morre na garganta&#8230;</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#003366;font-size:medium;"><strong>E&#8230;<br />
Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir. Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós.<br />
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade.<br />
Meu Deus!<br />
Que ausência tão cheia de presença!<br />
Que morte tão cheia de esperança e de vida!</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#003366;font-size:medium;"><strong><em>Texto: Padre Juca<br />
Adaptação: Sandra Zilio</em></strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Finados]]></title>
<link>http://ewillians.wordpress.com/2009/11/02/finados/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 20:02:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>ewillians</dc:creator>
<guid>http://ewillians.wordpress.com/2009/11/02/finados/</guid>
<description><![CDATA[HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas querida]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#cc3333;font-size:large;"><strong><span style="color:#003366;font-size:medium;"><span style="text-decoration:underline;"><img class="aligncenter" src="http://cantodaajuda.googlepages.com/allsoulsdayWilliamBouguereau.jpg" alt="" width="550" height="624" /></span></span></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#cc3333;font-size:large;"><strong><span style="color:#003366;font-size:medium;"><span style="text-decoration:underline;">HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS</span><a name="finados"></a></span></strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#003366;font-size:medium;"><strong>O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca. </strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#003366;font-size:medium;"><strong>É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.</strong></span></p>
</div>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#003366;font-size:medium;"><strong>Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de &#8220;Todos os Santos&#8221;. O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.</strong></span></p>
<p><strong><span style="font-family:Verdana;color:#003366;font-size:medium;">Fonte:<a href="http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/%20http://www.arquidiocese-sp.org.br" target="_blank"> http://www.arquidiocese-sp.org.br</a></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O submundo das... fontes!]]></title>
<link>http://propagandacrua.wordpress.com/2009/11/02/o-submundo-das-fontes-2/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 13:33:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>tiagoimme</dc:creator>
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<description><![CDATA[No mundo que vivemos, sobrevive quem sabe se virar melhor, seja sozinho ou com a sua gangue. Os dois]]></description>
<content:encoded><![CDATA[No mundo que vivemos, sobrevive quem sabe se virar melhor, seja sozinho ou com a sua gangue. Os dois]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como instalar novas fontes no Windows]]></title>
<link>http://blogdolopez.wordpress.com/2009/10/29/como-instalar-novas-fontes-no-windows/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 17:31:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Lopez</dc:creator>
<guid>http://blogdolopez.wordpress.com/2009/10/29/como-instalar-novas-fontes-no-windows/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Para instalar fontes no windows (98, 2000, XP, Vista e Seven), siga os passos abaixo: Baixe a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&nbsp; Para instalar fontes no windows (98, 2000, XP, Vista e Seven), siga os passos abaixo: Baixe a]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[+ 1000 Fontes, Brushes, Texturas e &Iacute;cones no estilo Grunge]]></title>
<link>http://photoshopindex.wordpress.com/2009/10/28/1000-fontes-brushes-texturas-e-cones-no-estilo-grunge/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 19:39:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Photoshop Web afora</dc:creator>
<guid>http://photoshopindex.wordpress.com/2009/10/28/1000-fontes-brushes-texturas-e-cones-no-estilo-grunge/</guid>
<description><![CDATA[&#160; Gosta do estilo Grunge? Então faça uma visita ao Graphic Mania&#160; e veja uma seleção de fo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#160; Gosta do estilo Grunge? Então faça uma visita ao Graphic Mania&#160; e veja uma seleção de fo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bleeding Freaks Font]]></title>
<link>http://designrn.wordpress.com/2009/10/23/bleeding-freaks-font/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 03:08:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Design RN</dc:creator>
<guid>http://designrn.wordpress.com/2009/10/23/bleeding-freaks-font/</guid>
<description><![CDATA[Uma Font grátis para você fazer downloadClick aqui para fazer downlaod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma Font grátis para você fazer download<img class="aligncenter size-full wp-image-752" title="bleeding_freaks0" src="http://designrn.wordpress.com/files/2009/10/bleeding_freaks0.png" alt="bleeding_freaks0" width="308" height="71" />Click aqui para fazer <a href="http://img.dafont.com/dl/?f=bleeding_freaks" target="_blank">downlaod</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fontes]]></title>
<link>http://asprimas.wordpress.com/2009/10/20/fontes/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 13:23:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>asprimas</dc:creator>
<guid>http://asprimas.wordpress.com/2009/10/20/fontes/</guid>
<description><![CDATA[Se você precisar fazer um convite pra festa de aniversário da sua avó, criar um logo, fazer uma tatt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://asprimas.wordpress.com/files/2009/10/dafont.gif"><img class="size-full wp-image-423  aligncenter" title="dafont" src="http://asprimas.wordpress.com/files/2009/10/dafont.gif" alt="dafont" width="120" height="150" /></a></p>
<p>Se você precisar fazer um convite pra festa de aniversário da sua avó, criar um logo, fazer uma tatto, enfim o <a href="http://www.dafont.com/new.php" target="_blank">dafont.com</a> é uma ótima pedida, todos os dias novas fontes são inseridas, tanto pra PC quanto para MAC.</p>
<p>Porque ninguém merece um texto em times new roman né ! rs..</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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