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	<title>fordismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/fordismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "fordismo"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 17:14:56 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Tema 3. Las unidades estratégicas de negocio]]></title>
<link>http://compartiendoconocimiento.wordpress.com/2009/11/19/tema-3-las-unidades-estrategicas-de-negocio/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 00:21:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jose Sande</dc:creator>
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<description><![CDATA[El apartado de hoy ha sido denso pero interesante, en una página hemos resumido la evolución de la o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>El apartado de hoy ha sido denso pero interesante, en una página hemos resumido <a href="http://www.compartiendo-conocimiento.com/administracion1/capitulos/cap10/cap10ad1.html">la evolución de la organización de empresas</a> durante los últimos 100 años.</p>
<p><a href="http://compartiendoconocimiento.wordpress.com/files/2009/11/evolucion-organizacion-empresas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-769" title="evolución-organización-empresas" src="http://compartiendoconocimiento.wordpress.com/files/2009/11/evolucion-organizacion-empresas.jpg" alt="" width="570" height="402" /></a></p>
<p>Explicamos qué son las <strong>UEN (Unidades Estratégicas de Negocio)</strong> y cómo mediante ellas, las grandes empresas multinacionales intentan ganar velocidad y flexibilidad (como tienen las PYME), sin renunciar a sus ventajas por ser grande (¡lo quieren todo!)</p>
<p><a href="http://compartiendoconocimiento.wordpress.com/files/2009/11/uen.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-770" title="UEN" src="http://compartiendoconocimiento.wordpress.com/files/2009/11/uen.jpg" alt="" width="570" height="402" /></a></p>
<p>Es curiosa la paradoja:</p>
<p><em><span style="color:#888888;">Las empresas si tienen éxito y crean valor para el consumidor, crecen y crecen&#8230;pero al aumentar su tamaño, llega un momento en que pueden alejarse demasiado del cliente y reaccionar muy lentas a los cambios de la demanda.</span></em></p>
<p>Por ello las grandes multinacionales mediante las <strong>UEN</strong> intentan pasar de ser un gran dinosaurio&#8230;</p>
<p><a href="http://compartiendoconocimiento.wordpress.com/files/2009/11/gran-dinosaurio-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-771" title="gran dinosaurio 1" src="http://compartiendoconocimiento.wordpress.com/files/2009/11/gran-dinosaurio-1.jpg" alt="" width="400" height="266" /></a></p>
<p style="text-align:center;">¡ A ágiles, veloces y autónomos  Velociraptores!</p>
<p><a href="http://compartiendoconocimiento.wordpress.com/files/2009/11/velociraptor-on-bike.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-772" title="velociraptor-on-bike" src="http://compartiendoconocimiento.wordpress.com/files/2009/11/velociraptor-on-bike.png" alt="" width="480" height="311" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saúde Mental e Psicologia do Trabalho_Parte II]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/saude-mental-e-psicologia-do-trabalho_parte-ii/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 21:34:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/saude-mental-e-psicologia-do-trabalho_parte-ii/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Tempos Modernos&#8221; por Di Cavalcanti (1897-1976) *Por José Roberto Heloani e Cláudio Garc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/di_cavalcanti_tempos_modernos1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1415" title="Di_cavalcanti_tempos_modernos" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/di_cavalcanti_tempos_modernos1.jpg" alt="" width="501" height="353" /></a>&#8220;<em>Tempos Modernos</em>&#8221; por Di Cavalcanti (1897-1976)</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:right;"><strong>*Por José Roberto Heloani e Cláudio Garcia Capitão</strong></p>
<p style="text-align:right;"><strong><span style="color:#888888;">Leia a primeira parte deste artigo</span> <a href="http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/saude-mental-e-psicologia-do-trabalho_parte-i/" target="_blank">AQUI</a><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Qualidade de Vida</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Hoje, o discurso manifesto encontrado nos folhetins que tratam das relações do trabalho parece demonstrar insistente preocupação com a melhoria da qualidade de vida dos que trabalham. Todavia, encontra-se uma política mundial de ajuste de custos que leva governos e empresas a minguarem as conquistas sociais alcançadas no último século pela classe trabalhadora. Embora não exista uma definição consensual sobre a expressão “Qualidade de Vida no Trabalho (QVT)”, o termo vem sendo utilizado com diferentes conteúdos e significados – sua origem, segundo Trist (1981), concerne a uma conferência internacional sediada em Arden House, em 1972, cujo tema principal versava sobre os “Sistemas Sociotécnicos”. Não obstante, já no final da década de 50, quando o capital americano promove uma recessão para organizar o seu parque industrial, observa-se certa preocupação com esse assunto nos países que ditavam a política do capitalismo. Não teria portanto o “movimento” de QVT sua verdadeira origem nas conseqüências sociais da primeira retração econômica significativa após a Segunda Guerra Mundial nos EUA? É o que parece, ainda que tais mazelas só possam ser conhecidas e sentidas em sua real magnitude na crise do modelo de desenvolvimento fordista dos anos 60 e 70.</p>
<p style="text-align:justify;">O que se constata é que a qualidade de vida do trabalhador, especialmente dos que vivem no terceiro mundo, vem-se degradando dia após dia. Doenças até então inexistentes ou restritas a certos nichos empresariais, como a LER/Dort tornaram-se comuns a todos, e espalharam-se como doenças infecto-contagiosas, tornando impossibilitados, para o trabalho, milhares de trabalhadores. As Lesões por Esforços Repetitivos (LER) ou Distúrbios Osteomusculares (Dort) relacionados ao trabalho são nomenclaturas utilizadas para designar inúmeras doenças, entre as quais tenossinovites e tendinites, ou seja, inflamações que se manifestam nos tendões e nas bainhas nervosas que os recobrem; são afecções que podem acometer músculos, tendões, nervos e ligamentos de forma isolada ou associada, com ou sem a degeneração de tecidos, e que pode ocasionar a invalidez permanente. Em geral, não são facilmente diagnosticadas – o que prejudica o processo de tratamento – e afetam sobretudo trabalhadores do sexo feminino, das mais variadas atividades, com maior incidência entre os dezoito e trinta e cinco anos. Parece até que, pelo encolhimento do mercado de trabalho, as lutas dos trabalhadores restringem-se apenas à sobrevivência, assim como o quadro histórico encontrado no início do século passado, em que a luta era para não morrer, não importando o preço que teria de ser pago&#8230;viver como um estado apenas emergencial.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, se a qualidade de vida do trabalhador é vista, pelo menos como uma política de relações públicas, ou como uma meta quase recorrente, deve-se perguntar o que no trabalho pode ser apontado como fonte específica de nocividade para a vida mental. A trama em que essa questão está envolta é quase evidente: a luta pela sobrevivência leva a uma jornada excessiva de trabalho, e as condições em que o trabalho se realiza repercutem diretamente na fisiologia do corpo. O rompimento de vínculos de relações fundamentais para manutenção e fortalecimento da subjetividade humana atua de certa forma que pode desencadear o assédio moral, o qual tem sido compreendido, atualmente, como a exposição dos trabalhadores a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho; e passam a ser mais desestabilizadoras. Mesmo assim, logo as relações ficam mais desumanas e aéticas, nas quais predominam os desmandos, a manipulação do medo, a competitividade desenfreada e os programas de qualidade total associados à produtividade e dissociados da QVT. A qualidade total sem qualidade de vida não é integral, mas parcial.</p>
<p style="text-align:justify;">O trabalho como regulador social é fundamental para a subjetividade humana, e essa condição mantém a vida do sujeito; quando a produtividade exclui o sujeito podem ocorrer as seguintes situações: reatualização e disseminação das práticas agressivas nas relações entre os pares, gerando indiferença ao sofrimento do outro e naturalização dos desmandos administrativos; pouca disposição psíquica para enfrentar as humilhações; fragmentação dos laços afetivos; aumento do individualismo e instauração do pacto do silêncio coletivo; sensação de inutilidade, acompanhada de progressiva deterioração identitária; falta de prazer; demissão forçada; e sensação de esvaziamento. As condições laborais, bem como as relações diretas entre os trabalhadores, influenciam diretamente a qualidade de vida. Essa, portanto, torna-se, nessa perspectiva, estratégica para a sobrevivência e desenvolvimento futuros das organizações. Como a produção estimula o consumo e ao mesmo tempo inventa o sujeito para o qual ela se destina, deve, então, esse sujeito, receber os impactos diretos da organização do trabalho. Resta, então, deduzir que, em grande parte, o sofrimento mental do trabalhador é conseqüência direta dessa organização, isto é, da divisão do trabalho, do conteúdo da tarefa, do sistema hierárquico, das modalidades de comando, das relações de poder, etc.; de todo um aparato que modula a percepção, o controle dos impulsos, as possibilidades de apreensão e a reflexão do que produz e que também se consome nas tarefas que executa.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O Sofrimento do Trabalho</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Dejours (1992) afirma que executar uma tarefa sem envolvimento material ou afetivo exige esforço de vontade que em outras circunstâncias é suportado pelo jogo da motivação e do desejo. A vivência depressiva em relação ao trabalho e a si mesmo alimenta-se da sensação de adormecimento intelectual, de esclerose mental, de paralisia da fantasia e da imaginação; na verdade, marca de alguma forma o triunfo do condicionamento em relação ao comportamento produtivo e criativo. Para esse pensador, no que diz respeito à relação do homem com o conteúdo significativo do trabalho, é possível considerar, esquematicamente, dois componentes: o conteúdo significativo em relação ao sujeito e o conteúdo significativo, pode-se assim dizer, em relação ao objeto. Quando o progresso e o avanço dessa relação são bloqueados por algum motivo ou circunstância, observa-se a incidência do sofrimento. O sofrimento, por seu turno, é desdobrado: o ponto de incidência proveniente das ações mecânicas, conteúdo ergonômico da tarefa, é o corpo e não o aparelho mental; esse último será afetado pela insatisfação propiciada pelo conteúdo significativo da tarefa a ser executada, transformando em sofrimento bem particular, cujo alvo, antes de tudo, é a subjetividade, ou seja, a mente.</p>
<p style="text-align:justify;">Freud (1987a), ao descrever o desenvolvimento psíquico, relata que uma criança recém-nascida ainda não diferencia seu ego do mundo externo como origem das inúmeras sensações que são vivenciadas por ela; apenas, com o passar do tempo, e progressivamente, vai aprendendo a fazer tal diferenciação, reagindo de modo adequado aos estímulos correspondentes. Por seu lado, o ego, movido pelo princípio do prazer, tenta afastar as sensações desprazerosas, denotanto uma tendência a isolar e a projetar para fora de si tudo o que pode ser fonte de desprazer. Num estágio de maior integração, o ego, com a ação deliberada das atividades sensórias e da ação muscular correspondente, consegue diferenciar entre o que é interno e o que origina-se do mundo externo, estabelecendo dessa forma as condições para a introdução do princípio de realidade. Por meio desse último, o ego pode localizar o sofrimento surgindo de três direções: de nosso próprio corpo, do mundo externo e da nossa relação com as outras pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">Esses desdobramentos na evitação do sofrimento por parte do ego podem também ocorrer em relação ao trabalho, tanto do ponto de vista físico quanto mental. O trabalho, não só como uma condição externa, pode propiciar sofrimento insuperável para o ego, empobrecendo-o e restringindo sua ação a mecanismos defensivos repetitivos e ineficazes, não lhe possibilitando aferir, de acordo com suas atividades, a satisfação de determinadas pulsões, que, não satisfeitas, tensionariam o aparelho psíquico, gerando angústia, estados depressivos, ansiedade, medos inespecíficos, sintomas somáticos, como sinais marcantes de sofrimento mental, com o agravante de que um ego debilitado e frágil não consegue diferenciar, pela sua condição, a origem de seu sofrimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Dejours (1994) distingue dois tipos de sofrimento: o sofrimento criador e o sofrimento patogênico. Este último surge quando todas as possibilidades de transformação, aperfeiçoamento e gestão da forma de organizar o trabalho já foram tentadas, ou melhor, quando somente pressões fixas, rígidas, repetitivas e frustrantes, configuram uma sensação generalizada de incapacidade. Todavia, quando as ações no trabalho são criativas, possibilitam a modificação do sofrimento, contribuindo para uma estruturação positiva da identidade, aumentando a resistência da pessoa às várias formas de desequilíbrios psíquicos e corporais. Dessa forma, o trabalho pode ser o mediador entre a saúde e a doença e o sofrimento, criador ou patogênico. Assim, prazer e sofrimento originam-se de uma dinâmica interna das situações e da organização do trabalho. São decorrências das atitudes e dos comportamentos franqueados pelo desenho organizacional, cuja tela de fundo constitui-se de relações subjetivas e de poder. Pela condição de funcionamento mental estabelecida, o sujeito perde sua autonomia e, por conseqüência de um ego debilitado, não tem forças para realizar o trabalho de reflexão em que está envolvida toda sua existência, pois “as variáveis de personalidade mais relevantes na determinação da objetividade e racionalidade da ideologia são as pertencentes ao Ego, a parte da personalidade que avalia a realidade, integra as demais instâncias, e opera da forma mais consciente. É o ego que percebe as forças nãoracionais que atuam na personalidade, e se responsabiliza por elas” (Adorno; Horkheimer, apud Rouanet, 1983:170). Nesse sentido, abre-se ao psicólogo, e aos demais profissionais de saúde mental, um campo enorme de estudo, não apenas de denúncia.</p>
<p style="text-align:justify;">As condições e as exigências do mercado de trabalho na atualidade rotinizam e amortecem o sentido da vida, deixando no corpo as marcas do sofrimento, que se manifestam nas mais variadas doenças ditas ocupacionais, além de atentar contra a saúde mental, em especial quando o psiquismo anquilosado em sua mobilidade faz com que a mente seja absorvida em formas de evitação do sofrimento. No entanto, as organizações cobram de seus psicólogos e das escolas que os formam um rápido ajustamento de suas metodologias e de suas estratégias de ação. Isso tem feito com que grande parte dos psicólogos organizacionais abracem novamente (sem nenhuma crítica, com pouquíssima reflexão) idéias, princípios e pressupostos vindos das teorias administrativas, tais como as chamadas “Teorias da Qualidade”, verdadeiro fetiche pós-moderno, pois nada mais são do que a reatualização de alguns princípios da década de 30, bem untados com uma eficiente metodologia quantitativa desenvolvida na década de 50, aproveitada nos anos 70 e aperfeiçoada na década de 80.</p>
<p style="text-align:justify;">Na realidade, com o esvaziamento da área de Recursos Humanos, em razão das reengenharias, processos de downsizing e congêneres, alguns psicólogos estão-se transformando em consultores internos, assessorando treinamento e seleção e passando da posição de linha para a de staff, que além de ser, no cômputo geral, menos custosa, possui a vantagem do não envolvimento direto com os trabalhadores. Como nas organizações pós-fordistas houve uma maquiagem no que concerne ao controle. Agora o psicólogo não regula o processo, o controle é por resultados, o compromisso é com a qualidade e esse profissional deve voltar sua atenção para a auto-regulação do trabalhador. Essa sim é sua função! Não há nada de mais democrático ou participativo nisso em relação à concepção taylorista/fordista. O que existe é a substituição do controle externo do desempenho pelo controle interno dos próprios funcionários mediante eficiente trabalho de comunicação no qual o psicólogo, sem dúvida, poderá vir a ser protagonista, pois compete a ele, agora, instruir as equipes nesse sentido. Nas empresas pós-fordistas, signatárias do neoliberalismo, a matéria-prima principal são as pessoas; a moeda mais importante é o signo e o símbolo, e a manipulação dos processos psicodinâmicos constitue a principal tecnologia. Essas são algumas das ferramentas da empresa pós-moderna (se é permitido o neologismo). Substituíram o chicote, o supervisor e os testes psicológicos pela ilusão da integração e da participação. É a tentativa da construção de uma nova subjetividade que encontra no projeto neoliberal a sementeira do individualismo e da barbárie.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Pelos problemas aqui abordados, as questões que envolvem a psicodinâmica do trabalho tornam-se pontos fundamentais de preocupação para os que lidam com Saúde Pública, sobretudo quando se sabe que a separação entre mente e corpo é apenas uma questão semântica, didática, e que o conceito de saúde vai muito além do que a mera ausência sintomática de doenças. Quanto à psicologia, concorda-se com Freud (1987b:61) quando assinala que “um psicólogo que não se ilude sobre a dificuldade de descobrir a própria orientação neste mundo, efetua um esforço para avaliar o desenvolvimento do homem, à luz da pequena porção de conhecimentos que obteve através de um estudo dos processos mentais de indivíduos durante seu desenvolvimento de criança a adulto”. Não se pode ser fiador de futuras ilusões para a grande massa de trabalhadores, que sofre com o trabalho ou com a sua falta. O trabalho não pode ser uma negatividade da vida, mas, muito pelo contrário, sua expressão, coisa que o capitalismo, em suas mais variadas versões apresentadas no decorrer da história, não permitiu que ocorresse. Eis a Esfinge que cabe ao homem contemporâneo decifrar, para não ser definitivamente devorado por ela.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*José Roberto Heloani </strong>é Professor e Pesquisador da Universidade Estadual de Campinas e na FGV-SP (jheloani@fgvsp.br).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*Claúdio Garcia Capitão</strong> é Psicólogo Clínico, Professor e Pesquisador em Psicologia na Universidade São Francisco (cgcapitao@uol.com.br).</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#000000;"><strong>Fonte: Revista <a href="http://www.seade.gov.br/produtos/spp/" target="_blank">São Paulo em Perspectiva</a> 17(2): 102-108, 2003</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The best laid plans]]></title>
<link>http://narrareimproprio.wordpress.com/2009/11/01/the-best-laid-plans/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 11:02:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlo</dc:creator>
<guid>http://narrareimproprio.wordpress.com/2009/11/01/the-best-laid-plans/</guid>
<description><![CDATA[Capita di pensare che in fondo basti un piano per dirigere. Un&#8217;idea, che si trasforma in tante]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Capita di pensare che in fondo basti un piano per dirigere. Un&#8217;idea, che si trasforma in tante azioni, piccole, facili, a cui si può dare un tempo, una durata, un inizio e una fine. E per ogni azione, ogni blocco, un responsabile, degli esecutori, un risultato finale. Conosco persone che vedono il mondo così: una somma, infinita, complicata, di blocchi di azioni che hanno cause e conseguenze, inizii e finali. Nell&#8217;ordine logico che sanno imporre alla materia circostante percepiscono sempre un fine ultimo , un obbiettivo che, come in un quadro logico, siede in cima a una schiera di vassalli, valvassori, valvassini, fedeli servitori dell&#8217;unico.</p>
<p>Spesso mi perdo anch&#8217;io in questo mare di relazioni, conseguenze e cronogrammi, credendo che sia davvero la realtà che pieghiamo al nostro volere. A volte, però, mi accorgo che fra azione e azione ci sono baratri di senso, vuoti di pensiero e di logica che stanno insieme solo perchè legati da fil di ferro. Tutto mi sembra confuso: cos&#8217;è un azione e cosa una conseguenza? I risultati contribuiscono all&#8217;obbiettivo finale? Tutto è slegato e rilegato continuamente, in modi inattesi e strani. Le cause di qualcosa diventano presto le conseguenze di tutt&#8217;altro. Il notro quadro logico sembra così arbitrario e ingiusto che temo la rivolta marxista delle classi basse contro una sovra-struttura inutile e oppressiva. Non c&#8217;è mai una fine e un inizio. Le cose si trasformano l&#8217;una nell&#8217;altra ed è difficile vedere cosa le separa piuttosto che cosa le unisce.</p>
<p>Fra metafore fordiste e biologiche alterno le mie giornate, sperando che nessuno si accorga che fingo sempre. Spendo, scrivo rapporti e tiro avanti, lasciando al caso (ben più saggio di me) le decisioni su cosa sia giusto, ingiusto, utile e inutile.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lema da Semana]]></title>
<link>http://ddbf.wordpress.com/2009/10/19/lema-da-semana-3/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 14:27:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>ddbf</dc:creator>
<guid>http://ddbf.wordpress.com/2009/10/19/lema-da-semana-3/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Pensar é o trabalho mais pesado que há, e talvez seja essa a razão para tão poucos se dedicar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em>&#8220;Pensar é o trabalho mais pesado que há, e talvez seja essa a razão para tão poucos se dedicarem a isso.&#8221;<br />
(Henry Ford)</em></p>
<p><strong>Henry Ford</strong> foi o fundador da <em>Ford Motor Company </em>e o primeiro empresário a aplicar a montagem em série de forma a produzir em massa automóveis em menos tempo<sup> </sup>e a um menor custo.  A introdução de seu modelo Ford T revolucionou os transportes e a indústria norte-americanos.<sup> </sup>Ford foi um inventor prolífico e registrou 161 patentes nos EUA. Como único dono da <em>Ford Company</em>, ele se tornou um dos homens mais ricos e conhecidos do mundo. A ele é atribuído o &#8220;fordismo&#8221;, isto é, a produção em grande quantidade de automóveis a baixo custo por meio da utilização do artifício conhecido como &#8220;linha de montagem&#8221;, o qual tinha condições de fabricar um carro a cada 98 minutos, além dos altos salários oferecidos a seus operários — notavelmente o valor de 5 dólares por dia, adotado em 1914.</p>
<p>Beijinhos e uma ótima semana!<br />
BF<br />
<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-691" title="assinatura a mao-BRUNA_preto" src="http://ddbf.wordpress.com/files/2009/10/assinatura-a-mao-bruna_preto6.jpg?w=150" alt="assinatura a mao-BRUNA_preto" width="150" height="42" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enquanto isso...]]></title>
<link>http://obagulho.wordpress.com/2009/09/22/enquanto-isso/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 19:07:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>obagulho</dc:creator>
<guid>http://obagulho.wordpress.com/2009/09/22/enquanto-isso/</guid>
<description><![CDATA[Enquanto isso em uma aula de Realidade Socioecômica qualquer&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Enquanto isso em uma aula de Realidade Socioecômica qualquer&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-221" title="STÉ" src="http://obagulho.wordpress.com/files/2009/09/ste1.jpg" alt="STÉ" width="425" height="597" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿ES LADY GAGA UNA INTELECTUAL?]]></title>
<link>http://perladelturia.wordpress.com/2009/09/12/%c2%bfes-lady-gaga-una-intelectual/</link>
<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 11:36:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Perla del Turia</dc:creator>
<guid>http://perladelturia.wordpress.com/2009/09/12/%c2%bfes-lady-gaga-una-intelectual/</guid>
<description><![CDATA[Amantes de la arquitectura y del petardeo, dad las gracias a Lady Gaga porque en su mismísima person]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2624" title="Diapositiva1" src="http://perladelturia.wordpress.com/files/2009/08/diapositiva1.jpg" alt="Diapositiva1" width="487" height="365" /></p>
<p>Amantes de la arquitectura y del petardeo, dad las gracias a Lady Gaga porque en su mismísima persona ha fusionado lo mejor de cada mundo. Por fin lo superficial trasciende hacia la posteridad. Según el <a href="http://flavorwire.com/32637/lady-gaga-as-architectural-cipher" target="_blank">visionario Kelsey Keit</a> en <a href="http://flavorwire.com/" target="_blank">Flavorwire</a>, detrás del estrafalario gusto estético de la artista se escondería un homenaje a los pioneros de la arquitectura. ¿Es Lady Gaga grande porque rinde tributo a hitos de nuestra cultura contemporánea o lo es porque es capaz de hacernos creer que, como en la mejor novela de Dan Brown, cada pequeño detalle oculta un código secreto, revelador de una nueva y turbadora realidad? Nunca lo sabremos pero lo que sí es indudable es su talento para hacer correr ríos de tinta, con perlas como <a href="http://celebrities.ninemsn.com.au/?blogentryid=318809&#38;showcomments=true" target="_blank">declararse parecida a un transexual o describir su estilo como &#8220;arte&#8221;</a>. Problabemente el estrellato pop sea esto: el número de palabras que desencadenas. Siempre el fordismo.</p>
<p>Vía <a href="http://c-monster.net/blog1/2009/08/12/the-digest-081209/" target="_blank">C-Monster</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Construindo um gênio]]></title>
<link>http://obagulho.wordpress.com/2009/09/09/construindo-um-genio/</link>
<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 03:04:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>obagulho</dc:creator>
<guid>http://obagulho.wordpress.com/2009/09/09/construindo-um-genio/</guid>
<description><![CDATA[por João Vitor Mazini Há cerca de duas semanas, os alunos do segundo ano de jornalismo da Faculdade ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:left;"><em>por João Vitor Mazini</em></div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:left;">Há cerca de duas semanas, os alunos do segundo ano de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero, podem conferir nas aulas de História do Brasil Contemporâneo fantásticas explainações sobre a a trajetória da MPB (desde o baião até a bossa nova, passando por brega e outros ritmos) no último século.</div>
<p>A professora da matéria é a <span style="text-decoration:line-through;">gatissíma</span> brilhante Mônica Brincalepe. Ela não deixa escapar em seus apaixonados discursos sobre os contextos históricos, sociais, religiosos e paranormais, absolutamente nenhum detalhe que esteja por trás das composições.</p>
<p>Ao esmiuçar <em>Alegria, Alegria</em> de Caetano Velososo, <em>Domingo no Parque</em> de Gilberto Gil e dos Mutantes, <em>Disparada</em> de Geraldo Vandré e até mesmo <em>A Banda,</em> daquele que é e será o eterno sex symbol de nossa professora: Chico Buarque (uma espécie de Justin Timberlake da década de 70).</p>
<p>Jamais duvidando da genialidade dos seres citados acima, todavia raciocinando um pouco sobre o que era dito, ficou claro que construir um gênio é muito mais fácil do que se imagina! Por um instante fiquei seriamente tentado às Relações Públicas após imaginas a seguinte cena:</p>
<p>2040<br />
Fundação Cásper Líbero &#8211; São Paulo<br />
Aula do Segundo ano de jornalismo</p>
<p>Professora entra na sala de aula e anuncia o tema da aula: Música Popular Brasileira</p>
<p>&#8220;Bem pessoal, hoje nós iremos estudar uma banda que no início dos anos 2000 fizeram uma crítica social muito fantástica à sociedade. Trata-se do Bonde do Tigrão. Primeiro quem é Leonardo Dionísio? Leonardo Dionísio é um jovem que cresce num favela carioca, e logo após ter um contato analítico de sua realidade, vai fazer uma crítica a forma como a sociedade se põe diante sistema. Para isso ele vai chamar alguns amigos e eles vão formar o Bonde do Tigrão. Na época, eles foram rechaçados pelos intelectuias, justamente por estes não entenderem esse nova proposta estética de construção do discurso político.</p>
<p>Pra vocês entenderem melhor o que eu estou dizendo vamos analisar o seguinte trecho de uma de suas canções:</p>
<p><em>Vem, vem<br />
Tchutchuca<br />
Vem aqui pro seu Tigrão<br />
Vou te jogar na cama<br />
E te dar muita pressão!<br />
Vem<br />
Tchutchuca<br />
Vem</em></p>
<p>Quem é a Tchucthuca da letra, turma? Isso, é a sociedade. Neste trecho nós vemos uma sociedade prostrada ao sistema, que na canção é representada pela figura do grande Tigre.  Na cama, a gente pode perceber um novo tempo de subversão. Isso se confirma logo após, onde o sistema diz pra Tchutchuca (que no caso é a sociedade) que a jogará neste novo tempo de muita pressão. Quando ele diz &#8220;dar muito carinho&#8221;, dá pra perceber claramente um tom irônico em forte crítica a conjutura política dá época.</p>
<div class="mceTemp">                                              <img class="size-full wp-image-210" title="bonde" src="http://obagulho.wordpress.com/files/2009/09/bonde1.jpg" alt="Bonde do Tigrão, o talento imcompreendido dos anos 2000" width="363" height="374" /></div>
<div class="mceTemp">                                              Bonde do Tigrão, o talento incompreendido dos anos 2000      </div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Bagulho Entrevista]]></title>
<link>http://obagulho.wordpress.com/2009/09/03/o-bagulho-entrevista-2/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 22:05:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>obagulho</dc:creator>
<guid>http://obagulho.wordpress.com/2009/09/03/o-bagulho-entrevista-2/</guid>
<description><![CDATA[por João Vitor Mazini Depois de algum tempo sem trazer novas entrevistas para seus leitores, a ocios]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>por João Vitor Mazini</em></p>
<p>Depois de algum tempo sem trazer novas entrevistas para seus leitores, a <span style="text-decoration:line-through;">ociosa</span> incansável equipe d&#8217;O Bagulho se redime trazendo aos seus leitores e expectadores uma furo de reportagem.</p>
<p>Isso mesmo. Depois de dois meses tentando contato, O Bagulho finalmente consegue entrevistar aquele que é no momento o motivo maior das preocupações dos estudantes de jornalismo do Brasil.</p>
<p>Nesta conversa ele abre seu coração, faz revelações bombásticas e ainda deixa um recado encorajador para os universitários. Não perca de jeito nenhum, mané!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/5Z0fcjKSyBo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/5Z0fcjKSyBo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Harry Stord]]></title>
<link>http://ilgiovanesto.wordpress.com/2009/08/04/harry-stord/</link>
<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 08:12:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Stò</dc:creator>
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<description><![CDATA[La tesi sviluppata dal Prof. Lafava modifica i rapporti di forza fra imprenditore ed operai o giorna]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">La tesi sviluppata dal Prof. Lafava modifica i rapporti di forza fra imprenditore ed operai o giornaliero. La sua ricerca è nata dal rinvenimento di alcuni diari di Harry Ford, imprenditore statunitense fondatore dell&#8217;omonimo marchio. Ha così scoperto la vera ispirazione che ha condotto questo illustre personaggio all&#8217;elaborazione del suo nuovo modello di produzione industriale.  Già Ford conosceva e sviluppava il pensiero del <em>divide et impera</em>. Si legge chiaramente, nei suoi <span style="text-decoration:underline;"><em>Diari di un imprenditore non ebreo</em></span>, che la pratica di dominio romana era stata studiata nei minimi dettagli da Ford. E pensata per essere applicata al mondo a cavallo tra Ottocento e Novecento. Come i romani controllavano i popoli italici? Occorreva appunto dividere fisicamente tutte le diverse tribù e, in modo non meno importante, occorreva dividere le aspirazioni e le rivolte di quest&#8217;ultime. Ogni tribù poteva in questo modo dissipare le proprie energie in mille rivolte, mille strutture gerarchiche e mille invenzioni belliche o strategiche che nulla avrebbero potuto contro l&#8217;unità di Roma (e la sua forza nel poter godere dei vantaggi di questa unità). Così Roma ha potuto controllare anche tribù lontanissime, che in qualsiasi altro modo avrebbero potuto cercare accordi con altri popoli stranieri o limitrofi. Ford ha conosciuto bene questa realtà, come si evince dai suoi Diari. Ha cercato, riuscendovi più nel lunghissimo periodo che nell&#8217;immediato, di applicarla alla produzione industriale capitalistica, e quindi anche alla nuova società dei consumi che si stava creando. Non poteva immaginare uno sviluppo così drammatico dell&#8217;unità proletaria e popolare. Ma in qualche modo nutriva delle speranze. Grazie alla sua nuova politica dei redditi e di orari, che introduceva differenze, anche minime, tra una retribuzione e l&#8217;altra (come tra un turno e l&#8217;altro), riuscì, non solo a disgregare l&#8217;unità fisica delle masse lavoratrici che si introduceva nella fabbrica, ma anche quella &#8220;sindacale&#8221;, ovvero quella spinta che porta all&#8217;aggregazione sociale tesa alla difesa dei propri diritti amplificata dalla grandezza del proprio numero. Gli operai entravano in modo disordinato; ognuno parlando solo con se stesso. L&#8217;unità fisica era stata intaccata. Inoltre, ognuno difendeva la propria condizione con una cattiveria proporzionata alla risultante della differenza del proprio salario con quello del collega di banco, o di officina. E quindi qualcuno difendeva i suoi 0,5 cents in più all&#8217;ora rispetto al vicino di reparto, altri i loro 4 dollari in più. Ognuno difendeva il proprio trofeo, ottenuto dopo anni di estenuante rapporto di fedeltà verso l&#8217;azienda, che doveva in questo modo risultare l&#8217;unica vera grande Madre, dispensatrice di reddito, socialità e &#8220;nuovo mondo&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Leggete i Diari di Harry Ford e capirete realmente in quale condizione ci troviamo oggi. Nel nostro tempo la classe operaia è già divisa da contratti singoli e determinati da contrattazioni individuali. Curricula e curricula studiati con un rapporto intimo fra imprenditore e proletario, che non sente più la necessità di sentirti tale: ora non è più l&#8217;ultimo fra gli ultimi, ma è uno dei tanti figli della grande famiglia aziendale guidata dal proprio datore di lavoro, o meglio padre adottivo, o meglio Fuhrer.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quais são as formas de desenvolvimento do capital e quais suas etapas até hoje?]]></title>
<link>http://profclaudio.wordpress.com/2009/07/24/quais-sao-as-formas-de-desenvolvimento-do-capital-e-quais-a-quais-suas-etapas-ate-hoje/</link>
<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 20:58:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>profclaudio</dc:creator>
<guid>http://profclaudio.wordpress.com/2009/07/24/quais-sao-as-formas-de-desenvolvimento-do-capital-e-quais-a-quais-suas-etapas-ate-hoje/</guid>
<description><![CDATA[O capital, como valor que gera valor, ou dinheiro que gera mais dinheiro, compreende uma multiplicid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O capital, como valor que gera valor, ou dinheiro que gera mais dinheiro, compreende uma multiplicidade de formas,tais como o capital financeiro, o industrial, o comercial, etc.<br />
Também se aplica a expressão em relação a mão-de-obra e seu valor para a empresa, sendo então o &#8220;capital humano&#8221;, ou o conhecimento do (s) indivíduo (s), configurando-se o &#8220;capital intelectual&#8221;.<br />
Normalmente considera-se que em sua evolução, o capital propriamente dito, de fato desenvolveu-se a partir da Baixa Idade Média em função do crescente domínio das necessidades do mercado. Neste caso, a produção de excedentes deixou de ser incidental para tornar-se um objetivo com vias a comercialização, acumulação e reinvestimento.<br />
No período Moderno, a ênfase no mercado correspondia a consolidação da burguesia como classe social &#8211; próxima de assumir uma posição dominante &#8211; e seus valores.<br />
No século 18, com a Revolução Industrial e o triunfo liberal, vieram as noções de um &#8220;mercado auto regulado&#8221;, a importância da propriedade e a rejeição à ingerência estatal.<br />
No 19, com a fusão entre os capitais bancário e industrial, por conta da 2ª RI, a ideologia e o comportamento mudaram, convertendo-se o capitalismo concorrencial em monopolista. Novas configurações surgiram, tais como os trustes e cartéis, visando não só o crescimento dos lucros como a supressão da concorrência. Externamente os imperialismo e o colonialismo dos séculos 19/20 foram seus desdobramentos. Por outro lado, o avanço da produção em série (fordismo) e o controle do tempo e dos gestos do trabalhador durante a produção (taylorismo), escravizavam e &#8220;coisificavam&#8221; o trabalhador.<br />
Após a 2ª Guerra Mundial, a introdução da cibernética, da informática, biotecnologias, etc, produziram um incremento ainda maior de produtividade X custos declinantes cada vez mais acelerados.<br />
Se a fábrica fordista era uma esponja de mão-de-obra, as novas exigências da produção impunham um trabalhador multifuncional, com domínio exigido em várias tarefas e uma reorganização espacial da produção, não só dentro das fábricas como, também, na geografia.<br />
Concentrações industriais migraram; houve uma dispersão da produção; o desemprego assumiu formas cada vez mais estruturais, etc.<br />
Durante o século 20, as interpretações foram mudando de um maior intervencionismo estatal na esfera econômica (keynesianismo) até o neoliberalismo vigente &#8211; defendendo um retorno ao Estado-mínimo.<br />
Hoje, pelo crescimento do setor de serviços, fala-se no surgimento de um modelo pós-industrial onde a comercialização se sobrepôe à produção. Além disso, o capital foi ficando cada vez mais livre de regulações &#8211; ampliando sua capacidade especulativa &#8211; e virtual. Movimentam-se fortunas de um lugar a outro do mundo simplesmente ordenando sua transferência como referência: o capital deixou de ser necessariamente um elemento fisicamente presente.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ascesa e declino del modello fordista ]]></title>
<link>http://politiche.wordpress.com/2009/07/14/ascesa-e-declino-del-modello-fordista/</link>
<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 10:08:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasseriefoucault</dc:creator>
<guid>http://politiche.wordpress.com/2009/07/14/ascesa-e-declino-del-modello-fordista/</guid>
<description><![CDATA[Speciale pubblicato su Terra. Dalla motorizzazione forzata alla chiusura delle fabbriche. Dal capita]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Speciale pubblicato su Terra. Dalla motorizzazione forzata alla chiusura delle fabbriche. Dal capitalismo liberale ai grandi monopoli delle coalizioni &#8220;ferro e segale&#8221;. Dalle politiche industriali ai Patti territoriali.</strong></p>
<p><strong>L’auto, il mito, l’ebbrezza, la velocità. Fangio, Tazio Nuvolari, la Ferrari e la Mille Miglia.</strong><br />
Per i futuristi, l’auto è la modernità: «Noi affermiamo che la magnificenza del mondo si è arricchita di una bellezza nuova; la bellezza della velocità. Noi vogliamo inneggiare all&#8217;uomo che tiene il volante, la cui asta attraversa la Terra, lanciata a corsa, essa pure, sul circuito della sua orbita». <img class="aligncenter size-full wp-image-467" title="vintage-parking-meter-factory-getty-580" src="http://politiche.wordpress.com/files/2009/07/vintage-parking-meter-factory-getty-580.jpg" alt="vintage-parking-meter-factory-getty-580" width="580" height="396" /></p>
<p><strong>L’auto non è solo il simbolo degli arditi, ma anche dell’uomo qualunque</strong>. Nell’America del boom, ogni buon padre di famiglia può legittimamente aspirare ad avere una Ford T. L’automobile diventa presto sinonimo della società industriale e dei consumi di massa, non a caso definita fordista: è <strong>Henry Ford</strong>, il fondatore dell’omonima casa americana, che invera i principi dell’organizzazione scientifica del lavoro elaborati da <strong>Frederick Taylor</strong>, con gli stabilimenti di <strong>Highland Park,</strong> nel Michigan.</p>
<p>Ma la <strong>catena di montaggio industriale</strong> non è solo lo specchio dell’America di Roosevelt, un Paese ricco, che sogna l’American Dream, “con libertà e giustizia per tutti”: è la frontiera dello scontro sociale, il luogo fisico e simbolico dove il movimento operaio porta avanti le sue battaglie. Ford trasforma i proletari in consumatori, aumentando le buste paga dei lavoratori del 60%; eppure l’alienazione, a cui è fisiologicamente (<em>Wesen</em>) sottoposto l’operaio nell’economia capitalista secondo <strong>Marx</strong>, compie col fordismo un salto di qualità. Per l’inventore del termine “fordista”, Antonio Gramsci, la società taylorista è la quintessenza del capitalismo, il cui volto, pur ammantato del paternalismo di Ford, è sempre inumano. Ford vuole migliorare le condizioni degli operai, ma non si fa scrupolo di reprimere l’unionismo all’interno delle fabbriche, controllare e sorvegliare gli operai, tanto che il filosofo <strong>Foucault </strong>ritiene che la fabbrica sia la metafora della nostra società, basata sul controllo costante degli individui.</p>
<p>Lo sviluppo del comparto automobilistico, inoltre, favorisce il <strong>coinvolgimento attivo dello Stato nell’economia</strong>. Gli industriali dell’auto fanno parte di quel blocco sociale “ferro e segale” che sconfigge i liberali all’inizio del Novecento e che sostiene a gran voce misure d’intervento pubblico e protezionistiche. La capacità degli Stati europei di accollarsi i rischi d’impresa istituendo lo Stato sociale attraverso il quale istruire e curare gli operai fordisti, rappresenta un passaggio fondamentale nelle moderne società industriali.</p>
<p><strong>Dopo il boom degli anni ’60</strong>, la prima crisi dell’auto è con lo shock petrolifero. Le fabbriche incominciano a chiudere o a delocalizzarsi in Paesi dove il costo del lavoro è più basso.<br />
E’ da decenni che si dà l’auto per spacciata. Essa è il simbolo di una società fordista desiderosa di voltare pagina. Siamo entrati nella società postfordista, basata su altri paradigmi: computer e lavoro intellettuale. Ford amava scherzare sull’automazione: «I robot non compreranno le auto», diceva. Ed è probabile che i computer non aiuteranno le persone a spostarsi, anche nella società postfordista.</p>
<p><strong>Il declino di General Motors e l’affermazione del toyotismo </strong></p>
<p style="text-align:left;">Nei suoi giorni d’oro, GM è stata <strong>la più grande compagnia automobilistica del mondo</strong>. Epitome della grandeur dell’industria a stelle e strisce, e American Dream divenuto realtà; fondata da un ex venditore di calessi, <strong>Billy Durant</strong>, nel 1908. L’azienda, negli anni successivi, avrebbe inglobato altri marchi storici: come Cadillac e Pontiac, poi l’inglese Vauxhall e la tedesca Opel. Durant, in seguito, avrebbe creato il mito Chevrolet. Eppure, nel Paese del capitalismo, tanto blasone, non è bastato ad impedire l’onta del <strong>Chapter 11</strong>, l’amministrazione controllata della compagnia.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-medium wp-image-470 aligncenter" style="border:2px solid black;margin-top:2px;margin-bottom:2px;" title="fordism" src="http://politiche.wordpress.com/files/2009/07/fordism.jpg?w=300" alt="fordism" width="300" height="216" /></p>
<p>Durant è stato anche un imprenditore che ha favorito la creazione di un<strong> sistema di relazioni industriali</strong>, in America, riconoscendo e dialogando con i sindacati, tradizionalmente relegati ai margini del sistema statunitense.<br />
Negli anni ’50, uno dei massimi dirigenti GM, Charles Wilson, divenne Segretario alla Difesa.</p>
<p>Fu allora che <strong>Wilson</strong> sentenziò, alla stampa che lo pungolava circa il suo conflitto d’interessi, che <strong>“Ciò che è buono per GM è buono per il Paese e viceversa”</strong>. Un motto ascritto a <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Vittorio_Valletta">Valletta</a>, una sorta di manifesto ideologico dell’imprenditoria delle auto, abituata a percepirsi come l’interesse economico più rilevante, tanto da coincidere con l’interesse generale del Paese. GM era la più grande azienda del mondo. Da sola copriva il 50% del mercato interno. Con lo shock petrolifero, il modello americano entra in crisi.<br />
Le macchine giapponesi sbaragliano i concorrenti. E’ la vittoria di un modello industriale non a caso definito post-fordista o toyotismo, giacché è stata proprio la Toyota a scalzare il primato GM. Il cambiamento di paradigma non è di poco conto; i teoreti del toyotismo hanno apportato innovazioni logistiche e strutturali entrate a far parte del linguaggio d’azienda: <em>just in time</em>, <em>lean production, kaizen</em>. Ohno, l’ingegnere “profeta” del toyotismo ha gettato le basi del <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Total_Quality_Management"><strong>Total Quality Management</strong></a>. La nuova fabbrica giapponese era il trionfo dell’operaio super specializzato e strapagato, il primato del “colletto bianco”. Ma con una differenza fondamentale: la grande qualità della fabbrica postfordista scarica all’esterno, nell’indotto, i rischi e i costi. Mentre il taylorismo si conciliava con il <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Teoria_generale_dell%27occupazione,_dell%27interesse_e_della_moneta">deficit spending</a> e le politiche di piena occupazione di stampo keynesiano, il modello postfordista, basandosi su un subfornitore che può offrire prezzi stracciati, abbisogna di una quantità fisiologica di disoccupazione, e va a braccetto con le politiche neoliberali.</p>
<p>Ma i giapponesi hanno vinto anche perché hanno puntato su <strong>macchine più piccole ed efficienti</strong> dal punto di vista energetico, in controtendenza rispetto ad un mercato americano imperniato su sovraconsumi e sprechi. Proprio quello che adesso vuole fare Fiat in America: convincere gli americani a comprare le 500, invece delle super Pontiac.</p>
<p><strong>L’impresa Fiat e l’industrializzazione dell’Italia</strong></p>
<p>Le altre nazioni europee, all’epoca, avevano tutte la loro fabbrica di auto. Era una questione di prestigio, ma non solo. Investire capitali e rendite. Fu per questo che la crema dell’aristocrazia e borghesia torinese si era riunita a discutere nell’elegante Caffè Burello a Porta Nuova. Nomi storici di Torino come gli Agnelli, i Biscaretti di Ruffia, i Bricherasio, i Ceriana-Mayneri, i Damevino, i Ferrero di Ventimiglia. <img class="alignright size-medium wp-image-468" title="Fiat500_vintage3" src="http://politiche.wordpress.com/files/2009/07/fiat500_vintage3.jpg?w=300" alt="Fiat500_vintage3" width="300" height="300" /><br />
La fabbrica automobilistica si presentava come il futuro, un’adeguata attività di investimento per un’elite che ancora si sentiva capitale d’Italia. Poco tempo dopo, l’11 luglio <strong>1899</strong>, nasceva la Fiat. Una fabbrica che avrebbe cambiato il volto dell’ex capitale sabauda.</p>
<p>La fabbrica passa dalle 15.000 unità, nel 1901, ai 30.000, dieci anni dopo, su una popolazione cittadina di un po’ più di 400.000 abitanti. Nascono interi quartieri per accogliere gli operai, come il rione San Paolo: una trasformazione urbana ininterrotta, che prima assorbe i piemontesi provenienti dalle campagne, poi i meridionali, fino agli anni settanta. La Fiat cresce: nel 1904 la fabbrica torinese sforna 268 auto sui 3.080 veicoli fabbricati in Italia; nel 1914, la Fiat, con quasi 5.000 veicoli, da sola produce più della metà delle auto prodotte in Italia. In seguito, la Fiat raggiungerà una concentrazione industriale ragguardevole, assorbendo i principali concorrenti come Alfa Romeo, Innocenti, Lancia.<br />
Il segreto del successo imprenditoriale iniziale è da ricercarsi nello stretto legame con il potere. La casa di Torino incarna il passaggio dal capitalismo liberale ai grandi monopoli che si sviluppano in regime di protezionismo, con il sostegno di banche e Stato. Nel 1906, entra nel capitale Fiat la Banca Commerciale: Agnelli e i suoi soci saranno denunciati e poi prosciolti per illecita coalizione, falsificazione dei bilanci e aggiotaggio.</p>
<p>E’ in quell’occasione che gli Agnelli si impossessano dell’azienda, estromettendo gli altri soci, in uno scandalo denunciato dalla stampa, ma che non porterà conseguenze legali, grazie ai favori che il Guardiasigilli <strong>Vittorio Emanuele Orlando</strong> accorderà agli Agnelli.</p>
<p>La Fiat si rafforza, poi, grazie alla grandi commesse militari italiane della I Guerra Mondiale.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-469" title="fiat" src="http://politiche.wordpress.com/files/2009/07/fiat.png?w=220" alt="fiat" width="220" height="300" />La casa torinese quintuplica la produzione di autoveicoli: dai 4.644 del 1914 si passa ai 19.184 del 1917, soprattutto grazie ai camion 18 BL per l&#8217;esercito. Nasce il Lingotto, proprio ad imitazione delle fabbrica fordiste che Giovanni Agnelli aveva visto nel suo viaggio a Detroit. La Fiat riceve altre provvidenze sotto il governo Bonomi e dalla Banca d’Italia. Il rapporto privilegiato con il potere si rafforza sotto Mussolini: Agnelli prima finanzia i fasci, poi mette a tacere La Stampa dopo il delitto Matteotti, infine viene fatto senatore. La politica di riarmo del Duce significa, per la Fiat, nuove commesse.</p>
<p><strong>Cambiano i governi, ma non il rapporto con il potere</strong>. Dopo il ’45, Agnelli definirà la sua tessera fascista “una croce da accettare”, nonostante la Fiat fosse da subito apparsa come il più zelante sostenitore del Duce. Dal ’46 al ’66, la casa di Torino sarà diretta da uno storico presidente, <strong>Vittorio Valletta</strong>, che, come Enrico Mattei, condivideva l’idea che con la crescita industriale dovessero saldarsi gli interessi degli industriali con quelli della nazione. A Valletta si deve la “motorizzazione” del Paese, percorsa dalle utilitarie Fiat che il Lingotto sfornerà nel momento di massima maturazione del modello fordista italiano, negli anni del boom.</p>
<p>Nell’ambito del piano Marshall, su un totale di cinquantotto milioni di dollari stanziati per l’industria meccanica, approdano alla Fiat ben ventidue milioni.</p>
<p>Subito dopo il viaggio di Alcide De Gasperi in America, il presidente Valletta vola a Washington con tutto lo stato maggiore Fiat. Una chiara scelta a favore del campo atlantico che doveva garantire prosperità al Paese e alla Fiat, secondo il motto – erroneamente attribuito proprio a Valletta &#8211; che «Ciò che va bene per la  Fiat va bene anche per l’Italia».<br />
Il “Professore”, come veniva chiamato Valletta, (diplomatosi in ragioneria alle scuole serali, divenne anche insegnate) è un illuminato. All’epoca, aprì anche un tavolo di discussione con i socialisti di Nenni e sembra che Gaudenzio Bono, suo braccio destro, avesse addirittura le tessera del Pci.</p>
<p>In realtà, il Professore era un fervente anticomunista. Appoggiava i sindacati moderati; secondo una cultura paternalistica che gli era propria, costruisce un vero e proprio <em>welfare </em>Fiat: mutua aziendale, case per i dipendenti, istruzione professionale; Valletta, tuttavia, deve governare una fabbrica rissosa e manda al “confino aziendale” i metalmeccanici “puri e duri”. In seguito, si scontrerà duramente con la Fiom e giungerà anche ad allontanare i militanti di sinistra.</p>
<p>Il Patto atlantico e il rilancio dell&#8217;aeronautica, così come l’istituzione della Cassa per il Mezzogiorno o il riarmo della guerra di Corea, intanto, rappresentano altrettante occasioni di crescita per la fabbrica di Torino. Mentre la Dc costruisce strade e infrastrutture che favoriscono la diffusione delle utilitarie Fiat.</p>
<p>Valletta giunge ad incontrare sia Kennedy che Kruscev e Kossighin. L’autunno caldo si abbatte con particolare virulenza sulla Fiat. Le tensioni politiche culminano con l’uccisione del dirigente Fiat Carlo Ghiglieno, nel 1979.</p>
<p>Dopo gli anni d’oro del boom, la Fiat viene coinvolta in numerose crisi, spuntandola sempre &#8211; dalla paura dell”irizzazione” del ‘74, fino al crollo del 2004 &#8211; non senza qualche aiuto, però. Dal 1960 ad oggi, la Fiat ha ricevuto dallo Stato aiuti pubblici per cinquantadue miliardi di euro. Più altri favori, come le gabbie salariali che hanno accompagnato la dislocazione delle fabbriche Fiat a Sud, nell’ambito dei Patti territoriali. La classe operaia va in paradiso?</p>
<p><strong>Auto, la crisi affossa i protagonisti, le strategie dell’Europa </strong></p>
<p><strong>La più grande azienda produttrice di auto, la Toyota</strong>, nel solo periodo marzo-aprile ha riportato una perdita di 1, 11 miliardi dollari. Se il 2008 è andato male, i principali analisti sono concordi nel ritenere che il 2009 andrà peggio. La crisi si è abbattuta in modo drammatico sul comparto automobilistico. Simbolo di questo declino sono, principalmente, le Big Three – le grandi aziende americane: General Motors, Ford e Chrysler -. Il primo giugno, Obama ha deciso che il governo USA, in base al chapter 11, diventa azionista di maggioranza di GM. Una scelta obbligata &#8211; in caso contrario ci sarebbero stati troppi disoccupati e conseguenze per tutto il sistema – che costerà al contribuente americano ben 65 miliardi di dollari. I dirigenti di Ford, intanto, nonostante i 14.6 miliardi di dollari di debito, assicurano che l’azienda si salverà. <img class="alignright size-medium wp-image-471" title="toyota_factory" src="http://politiche.wordpress.com/files/2009/07/toyota_factory.jpg?w=300" alt="toyota_factory" width="300" height="242" /></p>
<p>Chrysler, infine, è stata “salvata” da Fiat (e dai contribuenti americani).<br />
Secondo il settimanale tedesco Automobilwoche, Volkswagen, la più grande compagnia in Europa, ha in programma un piano di tagli salariali da discutere con le parti sociali, mentre la Bosch, leader nei pezzi di ricambio, taglierà circa 2.000 posti di lavoro.</p>
<p>La stessa Fiat, nonostante i successi dell’operazione Chrysler, è attualmente impegnata in un programma di ristrutturazione che potrebbe portare alla chiusura della storica <strong>fabbrica di Pomigliano d’Arco</strong>: una perdita di 5.000 occupati, con un indotto a rischio pari a 20.000 posti.</p>
<p>In Francia, il presidente Nicolas Sarkozy ha appena incontrato Carlos Ghosn di Renault e Christian Streiff di PSA Peugeot Citroen per discutere degli aiuti che il governo è disposto ad accordare a patto che le aziende d’Oltralpe non delocalizzino le strutture.</p>
<p>Da una prospettiva europea, attualmente, il punto è quanto gli Stati membri siano capaci di coordinare le politiche industriali e se la Commissione europea deciderà di fissare altri limiti all’intervento pubblico. Brussels è favorevole a supportare una politica europea comune del settore ed è pronta a coinvolgere la Banca Europea degli Investimenti; ciò non di meno esiste la preoccupazione che l’aiuto pubblico alimenti una domanda fragile ed incentivi discriminazioni fra gli Stati. Brussels ha dovuto varare un piano ad hoc, cambiando rotta rispetto al passato: il programma quadro di emergenza per gli aiuti di Stato risale alla fine dell’anno scorso e concede l’aiuto pubblico solo a quelle aziende che non riescono ad ottenere finanziamenti in condizioni normali.</p>
<p>Per adesso, la Commissione ha approvato tutti i 40 programmi di aiuti proposti dai governi nazionali. Basteranno a portarci fuori dalla crisi?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[La questione politica nella fase di crisi del capitale 3 – Appunti sul paradigma cognitivo 1. I concetti e la teoria]]></title>
<link>http://labattagliasoda.wordpress.com/2009/07/11/la-questione-politica-nella-fase-di-crisi-del-capitale-3-%e2%80%93-appunti-sul-paradigma-cognitivo-1-i-concetti-e-la-teoria/</link>
<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 17:43:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mort Cinder</dc:creator>
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<description><![CDATA[Avviamo una disamina critica dell’ipotesi cognitiva. Parallelamente, andremo avanti con l’analisi e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Avviamo una disamina critica dell’ipotesi cognitiva. Parallelamente, andremo avanti con l’analisi e la descrizione delle forme di accumulazione, così come l’abbiamo tracciata <a href="http://labattagliasoda.wordpress.com/2009/05/05/la-questione-politica-nella-fase-di-crisi-del-capitale-2-criterio-metodo-prospettiva-dindagine/">nei due articoli precedenti</a>. Questa disamina critica ci sembra necessaria per sottolineare i punti positivi e quelli critici dell’ipotesi cognitiva. Cominciamo da alcune questioni centrali. Nella seconda parte vedremo la fondamentale categoria marxiana di <em>General Intellect</em> nelle sue possibili diramazioni.</p>
<p><em>Cognitivizzazione</em>: paradigma socio-economico proposto per inquadrare il “processo di trasformazione complessivo”, dunque come “filigrana e ‘illuminazione generale’ attraverso cui leggere l’intera composizione del lavoro e i nuovi processi di gerarchizzazione” su scala globale (Roggero 2009: 14). “Il termine cognitivizzazione indica nella produzione dei saperi e delle conoscenze la filigrana che plasma l’intero spettro della <em>contraddizione </em>tra forze produttive e rapporti di produzione” (Roggero 2009: 129). Sottolineo <em>contraddizione</em> perché, come vedremo in seguito, è necessario porre una distinzione tra <em>contraddizione</em> e <em>ambivalenza</em>.</p>
<p>La cognitivizzazione funge da paradigma socio-economico, quale superamento del <em>postfordismo</em> per due ragioni: primo per farla finita con il prefisso <em>post-</em> e con ogni sua applicazione, secondo perché l’unica cosa certa che si può dire intorno al <em>post-</em> (postfordismo o postmoderno) è che viviamo in un’epoca complessa, difficile, incasinata, e robe di questo genere. Si può indistintamente parlare di “ipotesi”, “teoria”, “paradigma”: ciò che conta è quanto riportato nella prima definizione. All’interno di questo paradigma si parla di <em>capitalismo cognitivo </em>e di <em>lavoro cognitivo</em>.</p>
<p><em>Capitalismo cognitivo</em>: il termine capitalismo “designa la permanenza, nel cambiamento, delle invarianti fondamentali del sistema capitalistico”: profitto, rendita, “centralità del rapporto salariale” o più precisamente “estrazione di plusvalore”, <em>rapporto di forza</em>. Il termine cognitivo “specifica la nuova natura del lavoro”, o più precisamente la nuova natura delle sorgenti di valore e “delle forme di proprietà sulle quali si basa l’<em>accumulazione</em>”. (Vercellone 2008).</p>
<p><em>Lavoro cognitivo</em>: i tratti determinanti del lavoro sono le capacità relazionali, comunicative, partecipative, linguistiche, interazionali, la produzione e condivisione di conoscenze (Vercellone 2006: 36). Tuttavia il concetto intenderebbe sottolineare “nelle nuove forme del lavoro la compresenza, anziché l’alternativa escludente, di attività materiale e immateriale, di impiego di attività fisiche e intellettuali” (Roggero 2009: 129). Virno (2003 e 2008) sottolinea, quali tratti determinanti del lavoro, l’interazione comunicativa, la competenza dialogica, la cooperazione. Con l’accezione <em>lavoro cognitivo</em> s’intende invece porre al centro la produzione di sapere e di conoscenze come componente principale del lavoro soggetta a un <em>processo ambivalente</em> (vedremo in seguito in che senso) di <em>soggettivazione</em> e di <em>assoggettamento</em>, ovvero rispettivamente di <em>produzione di sapere vivo</em> (come recita il titolo del saggio di Roggero) da un lato, e processi di espropriazione e accumulazione in forma di <em>produzione di sapere morto</em> dall’altro lato.</p>
<p>Ma perché parlare quasi solo di “sapere” e attribuire a tale termine una così vasta importanza? È bene sottolineare che con l’enfasi posta sul <em>sapere</em> i sostenitori del paradigma della <em>cognitivizzazione</em> intendono soprattutto proporre una certa focalizzazione marxiana sui processi storici di <em>accumulazione</em>. La centralità di questo concetto nel dibattito è indiscutibile e cercheremo di  considerarlo con molta cura. Si direbbe che proprio una certa retrospettiva sull’<em>accumulazione</em> possa fungere da base per tenere in piedi l’accezione “<em>cognitivizzazione</em>”. Da ciò, la radicale distinzione e opposizione di questo paradigma alla proposta di un’<em>economia della conoscenza</em>, proposta che si dà in tutt’altro ambito disciplinare e teorico-ipotetico. Sintetizzeremo in seguito i termini di questa distinzione.</p>
<p>Il “sapere” dunque viene proposto non come pura e specifica sostanza né in versione essenzialista, bensì come <em>luogo di sfida</em>. Ma cosa s’intende con “campo dei saperi” o – con accezione forte &#8211; “conflitto dei saperi”? La <em>cognitivizzazione</em> mette in primo piano “saperi” e “conoscenze” e vi applica la dicotomia marxiana “lavoro vivo / lavoro morto”, riproposta in “saperi vivi / saperi morti”. Vedremo con quale mossa teorica si cerca di tenere in piedi questa dicotomia. Per ora avvertiamo solo che questa applicazione non intende riproporre, come potrebbe sembrare, una versione sostanzialista, per cui a una lettura superficiale, vi sarebbero dei “saperi vivi” potenzialmente rivoluzionari che il sistema reprime per lasciare in vita i soli “saperi morti”. In realtà l’opposizione è affatto strutturale, e pertanto è necessario vedere quali connessioni e termini di relazione vengono proposti per giustificare la riproposizione della dicotomia marxiana.</p>
<p>Tale riproposizione, infatti, non può avvenire come un passaggio ereditario. La “/” che oppone il “lavoro vivo (+)” al “lavoro morto (-)” è, in Marx, definita in rapporto a precisi confini spazio-temporali, a partire dai quali ciascuno dei due termini partecipa di due differenti configurazioni discorsive, uno dei quali, il “lavoro morto (-)”, è componente valoriale centralizzata nell’ordine del discorso socio-economico del capitale (si pensi alla fabbrica), mentre l’altro è marginalizzato. Ciò richiama l’opposizione “centro / periferia”, laddove il centro è il cuore del nucleo organizzativo (l’organizzazione del lavoro, i quadri di partito, l’ideologia del lavoro, ecc.) che dirama le sue linee lungo le zone più vicine al centro (per es. la casa e tutto il Welfare State) e quelle più periferiche: il cosiddetto “tempo libero” è infatti soggetto a organizzazione – così Ford sosteneva la necessità di organizzare la vita del lavoratore fuori dell’orario di lavoro in modo da evitare degenerazioni fisiche, psichiche e morali che avrebbero avuto ripercussioni sulla produzione.</p>
<p>Secondo il paradigma della <em>cognitivizzazione</em>, abbiamo assistito a una trasformazione storica dei processi di cattura e di messa a valore, tale che il capitale deve operare per cattura “a valle” e non più “a monte”: con questo s’intende dire che non è più il capitale che organizza il lavoro, ma il capitale sfrutta l’organizzazione spontanea di lavoro o l’organizzazione delegata di lavoro (per es. Della Rocca e Fortunato 2006 studiano le trasformazioni delle organizzazioni del lavoro: questo studio non rientra nel paradigma di cui qui trattiamo). Il decentramento di sequenze o processi di produzione, di rifornimento, di distribuzione, è direttamente proporzionale all’accentramento finanziario del capitale e all’aumento d’importanza del capitale finanziario. Di conseguenza, tutta una serie di dicotomie, buone per leggere i fenomeni socio-economici di medio-lungo periodo, devono essere considerate nuovamente e ritrattate, in particolare quella tra “spazio-tempo di lavoro / spazio-tempo libero”. Sulle trasformazioni del lavoro rimando alle <em>Dieci tesi per uno statuto del lavoro autonomo</em> (Bologna 2007: anche le riflessioni di Bologna non possono essere collocate nel paradigma della <em>cognitivizzazione</em>).</p>
<p>Si noti, infine, che queste due ultime questioni (nuove forme di organizzazione del lavoro e trasformazioni del lavoro) non possono valere come giustificazione dell’opposizione “saperi vivi / saperi morti”, ma fungono soltanto da panorama socio-economico visitato anche da contributi che procedono in tutt’altra direzione (per es. analisi del lavoro flessibile o cartografia dei differenti processi produttivi). Il luogo per edificare una teoria va rintracciato attraverso un’operazione precisa, quale quella di esaltazione (o messa in salienza) e di tessitura (o connessione) di determinati elementi e di determinate relazioni reciproche tra questi elementi, che permette a una teoria di differenziarsi da altre teorie. Le teorie si fanno nella differenza fra teorie e sono le griglie interpretative e la costruzione dell’oggetto di studio a fare la differenza. Le basi di quella opposizione vanno dunque costruite altrove.(<em><a href="http://labattagliasoda.wordpress.com/2009/08/22/la-questione-politica-nella-fase-di-crisi-del-capitale-4-%e2%80%93-appunti-sul-paradigma-cognitivo-2-intorno-al-general-intellect-nei-grundrisse-di-marx/">Leggi quarta parte</a></em>)</p>
<p>RIFERIMENTI</p>
<p>Bologna, Sergio, <em>Ceti medi senza futuro?</em>, Roma, Derive Approdi, 2007.</p>
<p>Della Rocca, Giuseppe e Fortunato, Vincenzo, <em>Lavoro e organizzazione</em>, Bari-Roma, Laterza, 2006.</p>
<p>Roggero, Gigi, <em>La produzione del sapere vivo</em>, Verona, ombre corte, 2009.</p>
<p>Vercellone, Carlo (a cura di), <em>Capitalismo cognitivo</em>, Roma, Manifestolibri, 2006.</p>
<p>Vercellone, Carlo, <em><a href="http://www.posseweb.net/spip.php?article242&#38;var_recherche=vercellone">Lavoro, distribuzione del reddito e valore nel capitalismo cognitivo</a></em>, in “Posse”, giugno 2008.</p>
<p>Virno, Paolo, <em>Grammatica della moltitudine</em>, Roma, DeriveApprodi, 2003.</p>
<p>Virno, Paolo, <em>Cooperazione</em>, in AAVV, <em>Lessico marxiano</em>, Roma, Manifestolibri, 2008.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Ritorno alla campagna]]></title>
<link>http://federicotulli.wordpress.com/2009/07/03/ritorno-alla-campagna/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 08:06:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Federico Tulli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Con la fine del “fordismo”, negli anni 70 si è avviato un lungo processo che via via ha restituito a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><a rel="attachment wp-att-1171" href="http://federicotulli.wordpress.com/2009/07/03/ritorno-alla-campagna/la-rivincita-delle-campagne/"><img class="alignleft size-full wp-image-1171" title="la-rivincita-delle-campagne" src="http://federicotulli.wordpress.com/files/2009/07/la-rivincita-delle-campagne.jpg" alt="la-rivincita-delle-campagne" width="144" height="224" /></a>Con la fine del “fordismo”, negli anni 70 si è avviato un lungo processo che via via ha restituito alle economie, alle culture, ai valori del vecchio mondo contadino quanto l’urbanizzazione e l’industrializzazione avevano quasi completamente consumato lungo il secondo dopoguerra. Lentamente, nelle economie avanzate il pendolo è tornato a oscillare verso le porzioni di territorio caratterizzate da una più blanda densità abitativa, da una prevalenza della terra rispetto al cemento. Un fenomeno che, seppur con ritardo e minore intensità rispetto ad altri Paesi, riguarda anche l’Italia. Come emerge dal saggio <em>La rivincita delle campagne</em> (Donzelli editore, 416 pp., 38 euro), che porta i contributi di numerosi esperti in materia di ruralità. Dall’ex ministro delle Politiche agricole Paolo De Castro, a Vittorio Emiliani, a Luigi Biggeri e altri. Com’è ovvio, dicono, «tempi e ritmi di vita del modello urbano» non stanno segnando il passo. E nemmeno siamo in presenza di «un puro ripristino delle vecchie egemonie della produzione agricola». Tuttavia questa ha ritrovato una nuova vitalità. E allo stesso tempo si sta verificando una dinamica ridislocazione demografica a favore della campagna. Che è ben diversa da quella da cui era partito l’esodo contadino, ma torna a essere una polarità indiscussa del gioco territoriale. «Torna a essere un mondo». Dal quotidiano <span style="color:#808000;"><em><strong>Terra</strong></em></span> **<em><strong> Federico Tulli </strong></em>**</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Operai del Futuro]]></title>
<link>http://aliceinbrandland.wordpress.com/2009/06/04/operai-del-futuro/</link>
<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 18:58:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>aliceinbrandland</dc:creator>
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<description><![CDATA[ALICE: &#8220;A parte che vorrei capire meglio cos&#8217;è il capitalismo oggi&#8230;E se qualcuno s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ALICE: &#8220;A parte che vorrei capire meglio cos&#8217;è il capitalismo oggi&#8230;E se qualcuno s]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um pouco do filme "tempos modernos"]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/05/18/um-pouco-do-filme-tempos-modernos/</link>
<pubDate>Mon, 18 May 2009 22:24:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na parte escolhida , obsevamos o capital tendo conseguido reduzir a porosidade do tempo de trabalho,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Na parte escolhida , obsevamos o capital tendo conseguido reduzir a porosidade do tempo de trabalho,]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Lucha contra los paraísos fiscales]]></title>
<link>http://papanatismoesferico.wordpress.com/2009/04/26/lucha-contra-los-paraisos-fiscales/</link>
<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 18:16:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>OBSERVADOR CONSISTENTE</dc:creator>
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<description><![CDATA[Populismo para el populacho Dos tazas, por favor&#8230; (y bien cargaditas, ¿sí?) Recientemente, el ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Populismo para el populacho Dos tazas, por favor&#8230; (y bien cargaditas, ¿sí?) Recientemente, el ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[GramsciaNet]]></title>
<link>http://arums.wordpress.com/2009/04/04/gramscianet/</link>
<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 13:12:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>arums</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nasce dopo una riflessione di quasi un anno, GramsciaNet, un progetto virtuale, ma che si pone come ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nasce dopo una riflessione di quasi un anno, <a href="http://gramsci.objectis.net/">GramsciaNet</a>, un progetto virtuale, ma che si pone come obiettivo di interferire (positivamente) nel reale e mettere in contatto studiosi gramsciani che cercano materiale o semplicemente intendono condividere i propri studi. Insomma, un Gramsci in salsa Open Source, o per meglio dire, <a href="http://gramsci.objectis.net/users-works/elisabetta-roggero/english-free-software-open-source-1">Free</a>, not as in Free beer, ma libero/liberato.<br />
Il sito è stata una mia idea e probabilmente prima di partire dovrà passare ancora molto tempo, intanto credo sia importante la sintesi di informazioni sugli scritti gramsciani reperibili gratuitamente in rete (italiano, francese, inglese, spagnolo), talvolta delle vere e proprie raccolte sistamatiche.<br />
Se aveste bisogno di un documento che non riuscite a trovare nelle biblioteche della vostra città, provate a lanciare un sasso in rete, iscrivendovi su GramsciaNet, è possibile che un altro studioso gramsciano possieda quello studio e lo possa mettere a vostra disposizione.<br />
Se invece avete qualche dubbio su qualche concetto gramsciano, chiedete aiuto in rete, magari evitando le yahoo answers <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> , scrivete su GramsciaNet la vostra domanda nella sezione <a href="http://gramsci.objectis.net/community/questions-about-gramsci">Questions</a>.<br />
E ancora&#8230; se intendete lasciare in rete un vostro contributo su Gramsci, o per qualsiasi dubbio, informazione, curiosità, iscrivetevi o scrivete direttamente qui:</p>
<p><img alt="email GramsciaNet" src="http://gramsci.objectis.net/portal_skins/custom/email_gramscianet.jpg" title="email GramsciaNet" /></p>
<p>Tutto il materiale è pubblicato sotto licenza Creative Commons, dove potrete scegliere se il vostro materiale possa essere usato o meno per scopi commerciali da parte di terzi, se possa essere modificato. Per maggiori informazioni sui tipi di licenza da scegliere, potete seguire questo <a href="http://creativecommons.org/license/?lang=it">Link</a>.</p>
<p>Mi permetto ancora di segnalare la pubblicazione tra i lavori degli utenti, la mia Tesi di laurea, una <a href="http://gramsci.objectis.net/users-works/elisabetta-roggero/bibliografia-gramsciana-ragionata">Bibliografia gramsciana ragionata</a> che copre l&#8217;ambito italiano dal 1952 al 1956.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L'inutile eredità del Pci: consociativismo e compromesso storico]]></title>
<link>http://insorgenze.wordpress.com/2009/02/18/un-futuro-anticapitalista-e-fuori-dalla-storia-del-pci/</link>
<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 13:30:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>insorgenze</dc:creator>
<guid>http://insorgenze.wordpress.com/2009/02/18/un-futuro-anticapitalista-e-fuori-dalla-storia-del-pci/</guid>
<description><![CDATA[Una eredità che non serve Paolo Persichetti Liberazione 18 febbraio 2009 (versione integrale) Serve ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1><span style="color:#993300;"><strong>Una eredità che non serve </strong></span><em><strong><br />
</strong></em></h1>
<p>Paolo Persichetti<em><br />
<span style="color:#ff0000;">Liberazione</span> </em>18 febbraio 2009 <strong>(versione integrale)</strong></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Serve ancora il comunismo? O meglio serve ancora l&#8217;eredità del Pci</strong><strong> al rilancio di una prospettiva anticapitalista e comunista? Nei giorni scorsi (per esattezza il 3 febbraio 2009) sulle pagine di <em>Liberazione</em> si è aperta una discussione del genere. Un dibattito che segnala il profondo arretramento culturale che sta attraversando questa formazione politica. Nella seconda metà degli anni 80 si discusse molto</strong><strong> attorno alla nozione di <em>consociativismo</em>, introdotta da alcuni storici per riassumere la condotta politica che aveva contraddistinto e presupposto l&#8217;azione del Pci a partire dal dopoguerra. <img class="alignright size-full wp-image-1664" title="n1421273877_48513_3439" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2009/02/n1421273877_48513_3439.jpg" alt="n1421273877_48513_3439" width="315" height="237" /><br />
</strong></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Sulla valenza esplicativa del concetto convergevano buona parte degli studiosi. Divergenze  invece </strong><strong>esistevano </strong><strong>sulla scansione temporale nella quale la pratica consociativa avrebbe trovato spazio. Alcuni sostenvano che la consociazione aveva caratterizzato la politica italiana fin dall&#8217;immediato dopoguerra. Leggevano all&#8217;interno di questo paradigma l&#8217;originario patto costituzionale e il sostanziale duopolio con il quale Dc e Pci si erano suddivisi (anche per ragioni di forza maggiore) l&#8217;influenza sull&#8217;Italia, in un contesto geopolitico sovradeterminato dalla guerra fredda e dalla suddivisione in blocchi del mondo. Per  altri questa lettura era eccessiva. A loro avviso non tutte le fasi della politica italiana potevano leggersi attraverso questo accordo di fondo. Gli anni 50, in particolare, furono un momento molto conflittuale che non riesce a trovare spiegazione all&#8217;interno del paradigma consociativo che invece a partire dagli anni 60 torna gradualmente ad inverarsi, per raggiungere il suo apice con il compromesso storico e proseguire anche negli anni del pentapartito.<br />
</strong></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1665" title="palco" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2009/02/palco.jpg" alt="palco" width="139" height="219" />Non è possibile riassumere in queste poche righe l&#8217;intera discussione storiografica. Certo è che sul piano ideologico, il consociativismo può essere letto come una concezione che ha influenzato in modo abbastanza uniforme buona parte della cultura politica del Pci (da Togliatti a Berlinguer), anche quando le fasi storiche non lo rendevano praticabile. </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>In ogni caso questa discussione vecchia di 20 anni portò a concludere che molta parte della crisi e del declino del Pci risiedeva proprio nei limiti della sua cultura consociativa che l&#8217;aveva portato a non comprendere e confliggere prima con il sommovimento sociale degli anni 70, percepito con fastido, come una turbativa ai propri progetti di autonomia del politico, poi a non avere più gli strumenti per fare fronte all&#8217;offensiva neoliberale deglli anni 80 e allo sfaldamento dell&#8217;era dei blocchi. </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Va detto che quella cultura politica non è mai definitivamente morta, ma anzi è proseguita e ha trovato un suo inveramento finale nella nascita del Partito democratico, vera essenza della cultura consociativa che aveva tenuto insieme, attraverso un patto tacito di reciproca spartizione del paese forze di matrice genericamente popolare (ma la Dc non era certo solo questo&#8230;), Democrazia cristiana e Partito comunista italiano.</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><strong>*    *    *    *</strong></p>
<div id="attachment_1667" class="wp-caption alignleft" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1667" title="69384-1" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2009/02/69384-1.jpg" alt="69384-1" width="500" height="341" /><p class="wp-caption-text">Università di Roma, 17 marzo 1977. Il movimento caccia Lama e il servizio d&#39;ordine del Pci dal piazzale della Minerva</p></div>
<p>Una delle caratteristiche che hanno reso singolare la vicenda politica di Rifondazione comunista è stata quella specie di rivoluzione semantica che dalla sua nascita ha visto il predicato in posizione di preminenza sul soggetto. Seppur con alterne vicende, tra frenate e subitanee accelerazioni, <em>Rifondare</em> era un’evidenza indiscutibile di fronte alla quale, dopo la <img class="alignright size-full wp-image-1666" title="sartre77" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2009/02/sartre77.jpg" alt="sartre77" width="313" height="471" /> Bolognina, anche i più restii convenivano, almeno a parole. Da quel 12 dicembre 1991 sono passati 18 anni, età in cui si diventa maggiorenni. Ma l’ingresso nell’età adulta è arrivato proprio quando la forza politica di Rifondazione è scesa al suo minimo storico. Una crisi che rischia di metterne in discussione la stessa sopravvivenza: l’uscita dal parlamento prima, un congresso devastante poi, quindi l’ennesima lacerante scissione, la crisi di <em>Liberazione</em>, la riforma elettorale con soglia del 4% che rischia di relegare il suo peso politico nel limbo della marginalità e dell’insignificanza, pongono interrogativi enormi. Dov’è approdata allora quella rifondazione che nelle sue premesse conteneva ambiziose intenzioni teoriche, culturali e politiche?<br />
Per anni si sono succeduti congressi che annunciavano grandi svolte che si è visto poi senza respiro strategico e consistenza teorica, come l’ultima – in ordine di tempo – sulla nonviolenza. Spesso viziate da contenziosi interni (e guru occulti), tentativo di liquidare (giustamente ma in modo inappropriato) zavorre ideologiche che hanno sempre messo piombo sulle ali del movimento operaio. Inevaso è rimasto il nodo dello «statalismo», da cui discendono implicazioni teoriche e politiche che hanno minato le esperienze del comunismo lungo tutto il 900. Troppo profondo, troppo difficile affrontare un tasto del genere. Tuttavia, almeno negli enunciati, il predicato continuava a prevalere sul soggetto. Cercare la via della rifondazione del comunismo restava la ragione sociale del Prc. Ora non più. La rifondazione non serve, il comunismo – quello buono – c’è già. Perché rifondarlo se basta ripescarlo nelle soffitte del secolo appena chiuso? Il comunismo altro non è che la storia del Pci. Sì, il Pci, quello di Togliatti, Longo e Berlinguer (del povero Natta non si ricorda più nessuno). Questo si legge nello scambio di articoli pubblicati su queste pagine nell’edizione del 3 febbraio sotto la domanda il comunismo serve ancora? Quale comunismo? Viene immediatamente da obiettare. E sì, perché nelle risposte di Giuseppe Chiarante, Alberto Burgio e Adalberto Minucci all’intervento di Franco Russo ciò che più colpisce è la sovrapposizione assiomatica tra comunismo e Pci. In nessun momento Russo dice che bisogna liberarsi del comunismo. Sostiene invece che la critica anticapitalista più innovativa ed efficace, che ha preso corpo in Italia dagli anni 60 in poi, è nata fuori dal Pci e che questo partito nel migliore dei casi l’ha rincorsa, cercando di contenerla e normalizzarla. Il più delle volte, in realtà, l’ha osteggiata, combattuta come nemica, ritenendola un ostacolo alla propria definitiva consacrazione istituzionale. Insomma è della eredità del Pci che occorre fare a meno.<br />
A questa tesi i suoi tre contraddittori rispondono – seppur con argomenti e stile diversi – che non c’è stato e non può esserci altro comunismo e anticapitalismo all’infuori della storia del Pci. I tre ripropongono un’anacronistica concezione proprietaria del comunismo che nelle parole di Chiarante è animata da nostalgie catto-comuniste; in quelle di Burgio da pulsioni neocarriste e in Minucci da una clamorosa <em>boutade</em>, per cui il Pci sarebbe stato la formazione politica «più vicina alla concezione teorica del comunismo proprio di Marx». Così, come niente fosse, viene omessa la matrice culturale del gruppo dirigente del Pci, l’hegelo-marxismo d’impronta crociana, l’influenza di Gentile, la covata bottaiana che sfornò tanti redenti, il peso dell’azionismo. Se non ci fosse stata la Bolognina, ci viene suggerito, oggi non saremmo ridotti in queste condizioni. Classico schema di ragionamento autoconsolatorio che confonde l’effetto con la causa. Esemplare, in proposito è Burgio quando afferma che la fine dell’Urss e la liquidazione del Pci non hanno fatto fare all’Italia e al mondo intero nessun balzo in avanti. Quasi a voler suggerire che lo sfondamento neoliberale, la vittoria della rivoluzione conservatrice, il trionfo delle destre e del populismo sono stati la diretta conseguenza della loro scomparsa, invece che una prova della loro inadeguatezza. L’Urss e il Pci sono implosi, non hanno retto lo scontro perché minati al proprio interno, al pari (va detto per chiarezza) delle altre culture comuniste, e in senso più ampio neomarxiste, che anch’esse non hanno retto il confronto col salto di paradigma provocato dalla fine della società fordista. Alcune, quella operaista in particolare,  hanno saputo leggere e anticipare meglio di altre quanto stava accadendo e quali sfide nuove si aprivano, ma nessuna componente (parlamentare o extraparlamentare) è riuscita a costruire una risposta politica efficace. A questo punto l’atteggiamento migliore, sul piano storico e politico, sarebbe quello di tirare bilanci critici, rompere recinti, cercare ancora e approfondire la strada di un nuovo anticapitalismo nella sua fase postfordista. Invece riemergono istinti identitari, nostalgie autoincantatorie, per giunta rivolte a percorsi politici che hanno grosse responsabilità nella sconfitta, se non altro in misura del loro peso, come la stagione catto-comunista. Un’ideologia inclusiva, un progetto che prevedeva la massima integrazione della società nello Stato, a differenza del marxismo sorretto dal valore positivo del conflitto tra capitale e lavoro e da una profonda critica verso le forme statuali. Ciò spiega le ragioni del grande successo della cultura catto-comunista nel decennio della crisi economica di fine secolo, gli anni 70, quando essa parve molto utile a fornire quel supporto ideologico necessario a giustificare la nuova cultura delle compatibilità economiche e del moderatismo politico, la famosa «austerità», che la classe operaia – in quanto «classe dirigente nazionale» – doveva assumere su di sé come esempio per il paese e lo stesso padronato. Il catto-comunismo in quegli anni rappresentò anche la cultura politica che un Pci in crisi teorica tentò di opporre alla sociologia americana, veicolata dai gruppi ideologici legati alla modernizzazione capitalista che puntarono politicamente sul craxismo. In risposta, lo storicismo idealista e il cattocomunismo trovarono una fusione comune in una sorta d’eticismo brezneviano. L’etica divenne la barricata ideologica residuale che pervase la stagione politica di Berlinguer, tutta improntata sulla «diversità comunista». Una tesi che disegnava l’alterità morale assoluta dell’uomo di sinistra rispetto al resto della società. Il capitalismo, la corruzione, i disfunzionamenti dell’amministrazione potevano trovare soluzione grazie alla tempra morale di quell’uomo nuovo che era l’amministratore comunista, finché lo scandalo delle tangenti della metropolitana milanese non riportò tutti alla cruda realtà. Ma intanto quell’eticismo favorì un atteggiamento culturale conformista e intollerante, che aprì la strada alla supplenza giudiziaria della politica, chiudendo la porta alla possibilità di comprendere le radicali istanze di cambiamento e le culture innovative che i movimenti degli anni 70 sollevavano.<br />
Davvero di questa cultura politica non abbiamo alcun bisogno.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Link</strong><br />
<a href="../2008/12/18/muro-di-berlino-i-guardiani-delle-macerie/">Muro di Berlino, i guardiani delle macerie</a><br />
<a href="../2009/02/18/un-futuro-anticapitalista-e-fuori-dalla-storia-del-pci/">Un futuro anticapitalista è fuori dalla storia del Pci</a><br />
<a href="../2004/12/30/il-secolo-che-viene/">Il secolo che viene</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Movimenti Operai, Fordismo,1929: Crollo della Borsa di N.Y.]]></title>
<link>http://sentierinelbosco.wordpress.com/2009/02/01/movimenti-operai-fordismo1929-crollo-della-borsa-di-ny/</link>
<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 09:58:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>sentierinelbosco</dc:creator>
<guid>http://sentierinelbosco.wordpress.com/2009/02/01/movimenti-operai-fordismo1929-crollo-della-borsa-di-ny/</guid>
<description><![CDATA[Presentazione Nell&#8217;anno scolastico 2005-&#8217;06, ho proposto, ed è stato realizzato, un itin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><!-- #BeginEditable "elenco" --><span style="color:#990000;"><strong><span>Presentazione</span></strong></span></h3>
<p>Nell&#8217;anno scolastico 2005-&#8217;06, ho proposto, ed è stato realizzato,          un itinerario didattico per le interrogazioni, con approfondimenti tematici,          oltre quelli del programma.</p>
<p>Dei materiali prodotti, pertanto, dagli studenti del IV C, come approfondimento,          ne propongo alcuni all&#8217;attenzione dei ragazzi della classe. I primi due          riguardano la II Industrializzazione, tra &#8216;800 e &#8216;900, e in particolare:          &#8220;L&#8217;0rganizzazione politica dei Movimenti operai&#8221;, &#8220;il Fordismo&#8221;          e &#8220;Il Crollo della Borsa di N.Y, nel 1929&#8243;.</p>
<p>Un altro concerne la &#8220;Condizione della Donna&#8221; nelle trasformazione          economiche tra &#8216;800 e &#8216;900 e &#8220;La Nascita dei Movimenti socio-politici          delle Donne&#8221;</p>
<p>materiali</p>
<ol>
<li><a href="http://sentierinelbosco.wordpress.com/files/2009/02/ii-ind-polit-e-econ-di-m-camia.doc">Relazione di Martina Campisano</a></li>
</ol>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Publicidad y consumismo]]></title>
<link>http://jramirez6.wordpress.com/2009/01/14/publicidad-y-consumismo/</link>
<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 22:55:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>J</dc:creator>
<guid>http://jramirez6.wordpress.com/2009/01/14/publicidad-y-consumismo/</guid>
<description><![CDATA[Imagen tomada de : http://www.movimentozero.org Poniendome un poco seria, existe un tema que me preo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Imagen tomada de : http://www.movimentozero.org Poniendome un poco seria, existe un tema que me preo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ist. Lussu - A.S. 2008/2009 - Attaccati alla catena]]></title>
<link>http://luca1710.wordpress.com/2008/12/18/attaccati-alla-catena/</link>
<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 17:37:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>luca1710</dc:creator>
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<description><![CDATA[  La catena, in questo caso, è la catena di montaggio. In proposito, il Dizionario di storia della P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  La catena, in questo caso, è la catena di montaggio. In proposito, il Dizionario di storia della P]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[crise existencial do sistema?]]></title>
<link>http://atuacaosocial.wordpress.com/2008/11/21/crise-existencial-do-sistema/</link>
<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 12:01:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>sergiobasbaum</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na semana passada, a Renata esteve na palestra do Yunus. Pensamos o seguinte: Em palestra no Hotel T]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Na semana passada, a Renata esteve na palestra do Yunus. Pensamos o seguinte:</p>
<p>Em palestra no Hotel Transamérica, esta semana, o economista de Bangladesh, prêmio Nobel da Paz 2006, Mohamed Yunus, deu a entender  que a crise atual, antes de ser econômica, é uma crise &#8220;existencial&#8221; do sistema. O que quer dizer isso? Que o capitalismo contemporâneo bebeu do próprio veneno: pensado pela ser posto em movimento antes de tudo pela ganância, assiste à estupidez dessa própria ganância criar a maior crise da história do capitalismo.</p>
<p>Sintoma evidente da dimensão não apenas da crise econômica, mas da crise de todo um sistema, todos os valores e toda uma era, é a possibilidade de falência da General Motors. O Taylorismo afirmou-se por meio do Fordismo (taylorismo + fordismo = americanismo), e a indústria automobilística tornou-se não apenas o modelo da linha de montagem, mas o motor do desenvolvimento &#8212; vide o exemplo do desenvolvimentismo de JK no Brasil, todo fundado sobre a indústria automobilística. Durante o século XX. a indústria automobilística e o modelo fordista foram o carro chefe do elogio do modelo capitalista: produção em massa = acessibilidade dos produtos = consumo = lucro = emprego.</p>
<p>Assim, com a derrocada da indústria automobilística e dos bancos, fica claro que é toda uma era, uma modo de pensar o desenvolvimento econômico, a produção, o uso da energia, os valores, as riquezas e o modelo de trabalho que se esgotam, ao mesmo tempo em que a adoração do mercado financeiro &#8212; o dinheiro como fim, e não como meio; o dinheiro como uma realidade em si &#8211;, aparece nitidamenente como uma última possibilidade de alienação do real no simbólico, essa loucura tipicamente ocidental.</p>
<p>Interessantemente, estávamos escrevendo isso, quando chegou um emais do Daniel Heise, do blog <a title="aprendendo empreendendo" href="http://www.aprendendoempreendendo.com" target="_blank">Aprendendo Empreendendo</a>, falando sobre a idéia de <a title="Proposta Inovadora" href="http://http://www.aprendendoempreendendo.com/2008/11/proposta-inovadora.html?disqus_reply=3769610#comment-3769610" target="_blank">reinventar todo o sistema bancário</a>, em novas bases.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Bibliografía recomendada sobre el fordismo]]></title>
<link>http://talleranalisis.wordpress.com/2008/11/03/bibliografia-recomendada-sobre-el-fordismo/</link>
<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 01:03:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pensando y actuando en el nuevo paradigma</dc:creator>
<guid>http://talleranalisis.wordpress.com/2008/11/03/bibliografia-recomendada-sobre-el-fordismo/</guid>
<description><![CDATA[Aqui les dejo bibliografía respecto a este tematica que les puede ser de utilidad: ¿Del fordismo al ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Aqui les dejo bibliografía respecto a este tematica que les puede ser de utilidad:</p>
<p><a href="http://www2.uca.es/escuela/emp_je/investigacion/congreso/mbc011.pdf">¿Del fordismo al postfordismo? El advenimiento de los nuevos modelos de organizacion industrial. </a>Vicente Safón Cano.</p>
<p><a href="http://www.portalplanetasedna.com.ar/henry_ford.htm">Sobre la vida de Henry Ford</a></p>
<p><a href="http://laberinto.uma.es/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=100&#38;Itemid=45">Americanismo y Fordismo</a> (extracto de los Cuadernos de la Carcel de Antonio Gramsci)</p>
<p>A los mas interesados, les recomiendo el libro de Benjamin Coriat: <a href="http://books.google.com.ar/books?id=nVcKcYuOzt8C&#38;dq=el+fordismo&#38;printsec=frontcover&#38;source=bl&#38;ots=1zL21ny__j&#38;sig=vtjRa5Vq8Xf6f8lBkYoYGcyLteA&#38;hl=es&#38;sa=X&#38;oi=book_result&#38;resnum=9&#38;ct=result">El Taller y el Robot</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El americanismo]]></title>
<link>http://historiaencomentarios.wordpress.com/2009/02/13/el-americanismo/</link>
<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 15:57:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos</dc:creator>
<guid>http://historiaencomentarios.wordpress.com/2009/02/13/el-americanismo/</guid>
<description><![CDATA[El hundimiento europeo y el espectacular desarrollo alcanzado por los EE.UU. durante esos años, fuer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-1252" title="Tiempos_Modernos" src="http://historiaencomentarios.wordpress.com/files/2009/02/tiempos_moderno.jpg" alt="Tiempos_Modernos" width="400" height="335" />El hundimiento europeo y el espectacular desarrollo alcanzado por los EE.UU. durante esos años, fueron las principales causas de la aparición de la leyenda de América:</p>
<p style="text-align:justify;">(Georg Grosz, <em>Un sí menor y un NO mayor</em>) “…las noticias americanas que imprimían los periódicos alemanes causaban sensación. Cuando sucedía algo increíble ¿dónde sucedía? Siempre en Norteamérica, país de posibilidades ilimitadas. ¿Dónde si no podían existir aquellas riquezas fabulosas, dónde podía uno, fuese cual fuese su procedencia, empezar limpiando zapatos, repartiendo periódicos o fregando platos, para acabar indefectiblemente siendo multimillonario, tanto si se lo proponía uno como si no? (…) De Norteamérica nos llegaban las historias más descabelladas. Decían que había allí ciruelas del tamaño de la palma de la mano, cultivadas de modo que, al dirigirles una palabra determinada, se abrían y escupían automáticamente el hueso”.</p>
<p style="text-align:justify;">En el anterior fragmento Georg Grosz nos describe cómo se veía desde el Viejo Continente al gigante americano, cómo y por qué se le admiraba. EE.UU. era, para los europeos, sinónimo de industrialización y nuevas posibilidades. Sin embargo, si bien es verdad que buena parte de la leyenda era real, no es menos cierto que la mitificación de la vida americana alcanzó en ocasiones cotas de irrealidad muy altas. Aún así, no cabe duda de que Norteamérica era el nuevo centro del mundo, el lugar donde surgieron las tendencias culturales, económicas y políticas preponderantes durante los años veinte:</p>
<p style="text-align:justify;">(Georg Grosz, <em>Un sí menor y un NO mayor</em>) “De Norteamérica nos llegaba el americanismo, término muy citado y discutido, que hablaba de un progreso técnico y civilizador avanzado que, bajo la guía de los Estados Unidos, alcanzaba al mundo entero. Nuevas formas de racionalización, lo que solía llamarse eficacia, una publicidad comercial según el modelo americano (<em>advertising and selling</em>), el servicio al cliente (<em>service</em>), el famoso <em>sep smiling</em>, el proceso moderno de trabajo en el que se descompone la tarea en determinadas partes aisladas, calculadas con precisión, los sistemas de Taylor, Ford y demás, todo eso procedía de Norteamérica”.</p>
<p style="text-align:justify;">Éste admirado modelo de producción americano se basaba en tres pilares fundamentales:</p>
<p style="text-align:justify;">- El crecimiento la oferta fruto del desarrollo de la producción en masa. Esto permitía, en base al aumento de la productividad, incrementar las ganancias.</p>
<p style="text-align:justify;">- Para colocar esa oferta era necesaria una demanda que la absorbiese. Por tanto, se hizo imprescindible que la población tuviera mayor capacidad adquisitiva con el fin de aumentar también su consumo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Se hizo necesario el desarrollo de sistemas internacionales de relaciones comerciales, en base a la libre circulación de mercancías, y financieras; es decir, la existencia de un sistema monetario estable.</p>
<p><strong>Producción en masa.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Se procedió a racionalizar la producción mediante los siguientes mecanismos:</p>
<p style="text-align:justify;">- Proceso de mecanización; el trabajo humano y de la máquina de vapor fue sustituido por el de los motores eléctricos. Además, en el campo de las fuentes de energía, el carbón perdió la primacía a favor de la electricidad y el petróleo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Estandarización de los productos; se redujo la oferta a un tipo de materias tipo, es decir, se unificaron los modelos productivos con el fin de facilitar y acelerar los procesos de fabricación. Éste fenómeno nos lo describe ampliamente el periodista español Julio Camba en un capítulo de <em>La ciudad automática</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">- Organización más racional del trabajo; se aplicaron los principios de Taylor: cronometrar los tiempos de cada operación con el fin de establecer un ritmo estándar; eliminación de los tiempos muertos y de los movimientos inútiles; cálculo de cada movimiento; mano de obra no especializada, ya que los movimientos a realizar, en general muy sencillos, no la requerían. De éstos obreros inexpertos nos habla Louise Ferdinand Céline en <em>Viaje al fondo de la noche</em> cuando narra cómo, a pesar de sus limitaciones, fue contratado en la fábrica de automóviles Ford en Detroit.</p>
<p style="text-align:justify;">- Organización en cadena del trabajo siguiendo el método fordista, es decir, descomponiendo éste en procesos. Tanto la narración de Louise Ferdinand Céline en <em>Viaje al fondo de la noche</em> como el film de Charles Chaplin Tiempos modernos, son buenos ejemplos de esto.</p>
<p style="text-align:justify;">- Concentración empresarial, bien por medio de trust, holding o konzert, que acabó por generar grandes empresas. Este proceso se vio favorecido, además, por los avances tecnológicos, productivos, y por la necesidad de controlar a la competencia.</p>
<p><strong>Consumo y sociedad de masas.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">El segundo aspecto a tener en cuenta era el consumo; es decir, que la demanda absorbiese la oferta empresarial. Con éste fin se desarrollaron los siguientes mecanismos:</p>
<p style="text-align:justify;">- Imparable progreso de la publicidad, que pasó a utilizar medios como la prensa, la radio, los carteles y los luminosos. Se realizaron importantes inversiones en éste campo, que, como se fue comprobando más adelante, acabaron siendo muy rentables. Los principales productos anunciados fueron: los alimentos, los chocolates, los chicles, las bebidas, los tabacos, los productos de belleza e higiene, los perfumes, la ropa y los complementos, el menaje y el hogar, el sonido, los automóviles, las camionetas, y los complementos para vehículos.</p>
<p style="text-align:justify;">- Creció la capacidad adquisitiva de la población gracias al desarrollo del crédito y la caída en desuso de la costumbre del ahorro. Se trataba de poner de moda el consumo-disfrute, en el que jugó un papel fundamental la facilidad dada al consumidor de poder comprar a plazos. De ésta manera, las sociedades de crédito y el crédito mismo se extendieron por el mundo, generalizándose el endeudamiento. Todo éste complejo sistema permitió que la demanda creciera enormemente, ya que la mayoría de la población tenía acceso a casi todos los productos.</p>
<p style="text-align:justify;">- Los cambios en las condiciones de vida, en el trabajo y en el grado de urbanización –mayor durante éstos años-, permitió que se desarrollara con fuerza la civilización de masas.</p>
<p style="text-align:justify;">- El desarrollo de los medios de comunicación fue otro de los factores que posibilitó el aumento de la demanda y la aparición de la cultura de masas. La prensa, la radio, el cine, la industria del ocio… todos se adecuaron a los nuevos tiempos, pasando a formar parte de todo éste engranaje publicitario. Al igual que la sociedad, los medios sufrieron un importante cambio: surgió la prensa de masas, portadora de grandes titulares y rebosante de sensacionalismo; la radio, medio de comunicación estrella de la época, se generalizó entre la población, llegando a convertirse en un medio accesible para todos; y el cine por su parte se convirtió en un importante elemento de ocio.</p>
<p style="text-align:justify;">- Todo esto permitió la difusión del americanismo como forma de cultura: música, moda, entretenimientos…</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Marco internacional.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Hemos señalado anteriormente, a modo de tercer elemento necesario para el desarrollo del americanismo, la importancia de que existiese un marco institucional que aportase la seguridad necesaria para las transacciones internacionales. De ésta manera, y tras el caos de la posguerra, se trató de restablecer el patrón oro y reducir la inflación en las distintas naciones con el fin de poder poner en marcha estos mecanismos. Se buscaba, en definitiva, volver a la normalidad económica de la preguerra que tan difícil estaba resultando alcanzar. Los dirigentes de los distintos estados pusieron las bases de éste proceso en la Conferencia Internacional de Génova (1922), donde se acordó como fin para todos los países:</p>
<p style="text-align:justify;">- Alcanzar la estabilidad monetaria.</p>
<p style="text-align:justify;">- Restablecer la convertibilidad de las monedas en oro.</p>
<p style="text-align:justify;">En lo que respecta al primer elemento, hay que señalar que afectaba principalmente, aunque no exclusivamente, a la Europa centro-oriental. De ésta forma, entre 1921 y 1924, se sanearon las finanzas de Polonia, los países bálticos, Checoslovaquia, Hungría y Alemania. Además, con el fin de solucionar los problemas de las indemnizaciones de guerra, se negoció con los alemanes el Plan Dawes, que debía regir desde ese momento el pago de las reparaciones.</p>
<p style="text-align:justify;">En lo referente al segundo aspecto, cabe subrayar que se confirmó la supremacía americana como centro financiero mundial en detrimento de Londres. Los EE.UU. pasaban a ser el principal inversor del mundo, destacando sus inversiones en Europa, América del Sur, Canadá y la India. Con estas medidas se logró alcanzar, por fin, una estabilidad sobre la que se pudo edificar el entramado económico de los años veinte.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Deficiencias del sistema</strong></p>
<p style="text-align:justify;">El sistema económico surgido en la Conferencia Internacional de Génova se mantuvo vigente durante la década de los años veinte. Sin embargo, a causa de diversos factores, no acabó de funcionar a la perfección. Los principales elementos que impidieron el desarrollo de éste modelo económico, y por tanto su pervivencia, fueron:</p>
<p style="text-align:justify;">- El constante estado de depresión económica que se vivió de los años veinte, cuya principal manifestación fue el elevado precio de los productos.</p>
<p style="text-align:justify;">- La escasa adaptación de la estructura económica europea al modelo americano. Europa, poco desarrollada en los sectores industriales en auge, continuó rigiéndose por el modelo británico, es decir, el de preguerra.</p>
<p style="text-align:justify;">- Limitaciones de la demanda a causa del alto número de desempleados, el elevado índice de pobreza, la ruina de los agricultores, y la escasa capacidad adquisitiva de buena parte de la población.</p>
<p style="text-align:justify;">- Otros obstáculos que impidieron éste desarrollo fueron: el proteccionismo y altos aranceles existentes, la interrupción de los trasvases migratorios ante la nueva política de EE.UU. hacia los inmigrantes, y el mal funcionamiento del sistema de pagos.</p>
<p style="text-align:justify;">A largo plazo, la consecuencia de estos desequilibrios del sistema será la llegada de la Gran Depresión.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Bibliografía:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">[1] <em>Historia Universal Contemporánea II</em>; Javier Paredes (Coord.) &#8211; Barcelona &#8211; Ariel &#8211; 2004.</p>
<p style="text-align:justify;">[2] <em>La guerra del mundo: los conflictos del siglo XX y el declive de occidente (1904-1953)</em>; Niall Ferguson &#8211; Barcelona &#8211; Debate &#8211; 2007.</p>
<p style="text-align:justify;">[3] <em>El periodo de entreguerras en Europa</em>; Martin Kitchen &#8211; Madrid &#8211; Alianza Editorial &#8211; 1992.</p>
<p style="text-align:justify;">[4] <em>Sociedad y cultura en la República de Weimar: el fracaso de una ilusión</em>; José Ramón Díez Espinosa &#8211; Valladolid &#8211; Universidad &#8211; 1996.</p>
<p style="text-align:justify;">[5] <em>La ciudad automática</em>; Julio Camba &#8211; Madrid &#8211; Espasa-Calpe &#8211; 1950.</p>
<p style="text-align:justify;">[6] <em>Viaje al fondo de la noche</em>; Louise Ferdinand Céline &#8211; 1932.</p>
<p>[7] <em>Un sí menor y un No mayor</em>; Georg Grosz &#8211; Madrid &#8211; Anaya &#8211; 1991.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
