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	<title>formalismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/formalismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "formalismo"</description>
	<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 08:08:20 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA - DECISÃO INÉDITA - PRAZO PARA INTERPOSIÇÃO DE RECURSO - RECURSO RECEBIDO E JULGADO ANTES DA PUBLICAÇÃO DO INTEIRO TEOR DO ACÓRDÃO RECORRIDO]]></title>
<link>http://nossodireito.wordpress.com/2009/11/27/superior-tribunal-de-justica-decisao-inedita-prazo-para-interposicao-de-recurso-recurso-recebido-e-julgado-antes-da-publicacao-do-inteiro-teor-do-acordao-recorrido/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 09:05:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mônica Filomena</dc:creator>
<guid>http://nossodireito.wordpress.com/2009/11/27/superior-tribunal-de-justica-decisao-inedita-prazo-para-interposicao-de-recurso-recurso-recebido-e-julgado-antes-da-publicacao-do-inteiro-teor-do-acordao-recorrido/</guid>
<description><![CDATA[Venceu a tese do contribuinte quanto ao prazo para interposição de recurso antes do prazo de publica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>Venceu a tese do contribuinte quanto ao prazo para interposição de recurso antes do prazo de publicação do inteiro teor do acórdão, entendendo o Superior Tribunal de Justiça que aguardar a publicação da decisão em inteiro teor seria excesso de formalismo face ao esgotamento da instância de segundo grau, sendo cabível recurso para o STJ.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Tenho apenas que ressaltar que a terminologia, impetrar recurso, no meu sentir, não é a mais correta, pois impetramos mandado de segurança, entretanto, formalismo à parte; a DECISÃO DA CORTE DA CIDADANIA É INÉDITA E VALE A PENA CONFERIR.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>VEJA NA ÍNTEGRA A NOTÍCIA DO JULGAMENTO PUBLICADA NO SÍTIO DO STJ: </strong></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p><strong>&#8220;Recurso Especial pode ser interposto antes da publicação do inteiro teor do acórdão </strong></p>
<div>
<p style="text-align:justify;">Para impetrar Recurso Especial (Resp) para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) não é necessário aguardar a publicação do inteiro teor do acórdão, basta ter sido publicada a decisão de órgão colegiado do tribunal. A inédita decisão foi proferida pela Segunda Turma, em processo originário do Tribunal Regional Federal da 1a Região (TRF1). A Turma seguiu por unanimidade o voto do relator, ministro Humberto Martins.</p>
<p style="text-align:justify;">O processo tratava da cobrança de imposto de renda sobre complementação de aposentadoria e resgate de contribuições de previdência privada no período de janeiro de 1989 até dezembro de 1995. O contribuinte pediu a isenção correspondente na Justiça diante da negativa da Fazenda Nacional. O pedido foi negado pelo TRF1 e, no dia 6 de novembro de 2006 impetrou-se o Resp no STJ.</p>
<p style="text-align:justify;">Inicialmente, o recurso foi considerado intempestivo (quando se impetra o recurso fora do tempo processual adequado) pelo STJ, já que este não foi ratificado pelo acórdão, visto que esse foi publicado posteriormente em 6 de novembro. O contribuinte recorreu da decisão, porém esse recurso também foi negado pelo Tribunal. Em embargo de declaração, o contribuinte apontou que o caso seria diferente da jurisprudência da Casa. Apesar do Resp ter sido impetrado no STJ antes do acórdão ser publicado, o mesmo entrou após a publicação da decisão do TRF1 no Diário Oficial, no dia 24 de outubro de 2006. Já a Fazenda insistiu na tese de que o recurso seria intempestivo por não ter havido a ratificação.</p>
<p style="text-align:justify;">No seu voto, o ministro Humberto Martins apontou que, de fato, o Resp foi impetrado em tempo adequado e que seria “de um rigorismo formal exacerbado considerar intempestivo o recurso”. Mesmo sendo o acórdão do TRF1 publicado apenas em 22 de dezembro de 2006, a publicação da simples decisão em outubro desse ano permitiria a interposição no STJ, pois a estaria clara o esgotamento da jurisdição do Tribunal Regional.</p>
<p style="text-align:justify;">Para o ministro, o caso não se enquadraria na jurisprudência estabelecida no Resp. 776265, já que nesse caso não teria havido ainda o julgamento de embargos na instância inferior, o que obrigaria a ratificação com a publicação do acórdão. Quanto à questão da isenção do imposto de renda na previdência privada entre 1989 e 95, o ministro Humberto Martins considerou que a matéria já estaria pacificada pela Primeira Seção em favor do contribuinte, aplicando no caso o mecanismo dos recursos repetitivos.&#8221;</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ética. Tema 3. Teorías éticas: Éticas materiales y éticas formales]]></title>
<link>http://losojosdelafilosofia.wordpress.com/2009/11/18/etica-tema-3-teorias-eticas-eticas-materiales-y-eticas-formales/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 10:30:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>losojosdelafilosofia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Saludos cordiales para el alumnado de la asignatura de 4º de la Eso Educación Ético-Cívica. A partir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Saludos cordiales para el alumnado de la asignatura de 4º de la Eso Educación Ético-Cívica.</p>
<p>A partir de ahora, los temas los podéis conseguir a través del blog, pinchando en los enlaces correspondientes. Esta semana comenzamos con un nuevo tema en el que realizaremos un recorrido histórico por diferentes teorías éticas, distinguiéndolas en dos grandes grupos, a partir de la clasificación que hace el filósofo alemán <a title="Kant en la wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Immanuel_Kant">Immanuel Kant</a> entre éticas formales y éticas materiales.</p>
<p>Para descargar el archivo, pinchar sobre el siguiente enlace:</p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://losojosdelafilosofia.wordpress.com/files/2009/11/03-teorias-eticas.doc">tema3</a></strong> <a href="../files/2009/11/03-teorias-eticas.doc"></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="../files/2009/11/03-teorias-eticas.doc">03 Teorías éticas</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como me tornei uma idiota]]></title>
<link>http://oshomensbons.wordpress.com/2009/11/04/como-me-tornei-uma-idiota/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 19:03:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ananda Morelli</dc:creator>
<guid>http://oshomensbons.wordpress.com/2009/11/04/como-me-tornei-uma-idiota/</guid>
<description><![CDATA[No primeiro semestre tive que encaminhar um e-mail aos meus colegas de classe para conversar sobre u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">No primeiro semestre tive que encaminhar um e-mail aos meus colegas de classe para conversar sobre um trabalho. Inocentemente, disse algo do tipo: “E aí, galera? Tudo bom com vocês?! Então, como é que nós iremos dividir o tema? Bjos!! Nanda.” Recebi como resposta: “Prezados Colegas, bom dia. Sirvo-me do presente para tratar acerca do conspícuo tema que teremos o júbilo de abordar em sala (&#8230;). Cordialmente, Fulano da Silva Sauro.”</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">E aí? Aí que eu me senti uma idiota. Meu deus do céu, aonde que eu fui me meter? Estou fazendo faculdade para me tornar uma boçal! Fiquei imaginando esse sujeito na Feira. “Pela ordem! Pela ordem!”. Será que daqui cinco anos ele vai conseguir ir à padaria e comprar tudo o que deseja em cinco minutos? Ou será que ele vai discutir com o padeiro porque o tamanho do pãozinho fere a dignidade da pessoa humana? Terá que levar três petições: uma para comprar pão, outra pra dizer que algo é inconstitucional e uma última postergando o pagamento para o dia seguinte.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Não sei como as pessoas nos agüentam. Na última vez em que eu discuti com um advogado, pensei em encaminhar um projeto de lei para acrescentar uma qualificadora no crime de Auxilio ao Suicídio. Podemos dizer que será a primeira vez que muitos advogados usarão sua carteira para fazer justiça.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Quando aquele estagiário se matou no Fórum Trabalhista todo mundo falava: Ah, tadinho! O pobrezinho se jogou de lá de cima&#8230; Que horrível! Eu pensei: Horrível nada! Depois do que ele deve ter ouvido no escritório, pular lá de cima deve ter sido um passeio no Hopi Hari.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Advogado tem precisão técnica. Eles sabem exatamente onde fica seu umbigo. Muitos advogados reclamam o direito de serem presos numa sala de estado maior. Sim, nós temos a prerrogativa constitucional de sermos presos num lugar em que não poderemos encher o saco de mais ninguém. Afinal, você jamais poderia mandar um advogado para uma cela comum. Trata-se do princípio de que alguém não pode ser punido duas vezes por um único crime.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Certa vez fui entrevistada por dois advogados. Um deles, que comandava a entrevista, terminou suas perguntas e virou para o outro:</p>
<p style="text-align:justify;">- Você não vai fazer aquela sua pergunta?</p>
<p style="text-align:justify;">- Qual?</p>
<p style="text-align:justify;">- Aquela sua favorita! Dos bichos&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Ah, é! – olha para mim – Se você fosse um bicho, qual você seria?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Foi a última vez que fiz entrevista numa Editora. Os prezados doutores também adoram nos perguntar &#8220;como é que nos imaginamos daqui a cinco anos&#8221;. Jura que preciso?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Besos]]></title>
<link>http://misideascotidianas.wordpress.com/2009/07/30/besos/</link>
<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 19:20:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luisa</dc:creator>
<guid>http://misideascotidianas.wordpress.com/2009/07/30/besos/</guid>
<description><![CDATA[En el país de los besos todas las tiendas venden un idem. Los más cotizados son los besos puros, los]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://i733.photobucket.com/albums/ww334/nuevoblogmecago/retrato-de-mujer-de-diego-rivera.jpg" alt="" width="496" height="365" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">En el país de los besos todas las tiendas venden un idem.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;"> Los más cotizados son los besos puros, los besos infantiles,besitos baba, que se etiquetan.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">También se pagan muy bien, por escasos, los besos desinteresados, los besos cariñosos, los besos de corazón.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Pierden valor los besos &#8220;saludo&#8221;. Saludas a alguien y mientras le besas y dices en voz alta &#8220;qué mona estás&#8221; piensas por dentro &#8220;mal rayo te parta&#8221;</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Carísimos los besos en la mano. Las mujeres ya no los recuerdan y los hombres no saben que hubo un tiempo donde este beso era sumamente caballeresco y elegante. En el mercado tienen trato de coleccionista.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Por lo demás, y devaluado el beso de tanto usarlo, hace unos días me presentaron a una mujer de mi edad que me tendió la mano a modo de saludo.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;"> Me pareció agradable la distancia y me propuse utilizar este sistema  cuando alguien me quiera besar, así, sin más, sin que a mi me apetezca.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Besos sí.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;"> Pero no siempre. </span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Y desde luego, no a todos.</span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Do Séc. XVII ao XIX]]></title>
<link>http://portuguespratico.wordpress.com/2009/06/21/do-sec-xvii-ao-xix/</link>
<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 18:53:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>portugues pratico</dc:creator>
<guid>http://portuguespratico.wordpress.com/2009/06/21/do-sec-xvii-ao-xix/</guid>
<description><![CDATA[O homem sempre foi alimentado pela curiosidade de desvendar os segredos que envolvem a linguagem. Em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:justify;line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:trebuchet ms,sans-serif;"><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;color:black;font-size:10pt;" lang="PT-BR"><a href="http://blackcrowes.blogs.sapo.pt/7266.html"><img class="aligncenter size-medium wp-image-59" title="1822757_oMl8b" src="http://portuguespratico.wordpress.com/files/2009/06/1822757_oml8b2.jpg?w=300" alt="1822757_oMl8b" width="300" height="214" /></a></span></span></div>
<div style="text-align:justify;line-height:200%;margin:0;">O homem sempre foi alimentado pela curiosidade de desvendar os segredos que envolvem a linguagem. Em cada tempo, sob diferentes pontos de vista, e atendendo a interesses múltiplos, muitos estudos foram instaurados a fim de investigar os mistérios da comunicação verbal, no afã de responder à indagações tais como o que é a língua, qual a sua origem, como ela funciona, como ela se transforma. Os estudos da linguagem verbal ao longo dos anos têm se dividido em duas tendências: uma que se ocupa do percurso psíquico da linguagem (relação: linguagem / pensamento), que busca o que é único, universal e constante (<em>formalismo</em>); e outra que se ocupa com o aspecto social <em><span> </span></em>(relação: linguagem / sociedade), que procura o que é múltiplo, diverso e variado (<em>sociologismo</em>). Do século XVII e XVIII, século das <em>gramáticas gerais, </em>os estudos da linguagem são fortemente marcados pelo <em>racionalismo, </em>pois a linguagem era estudada como mera representação do pensamento. O alvo que queriam atingir era a <em>língua-ideal &#8211; </em>língua universal, lógica, sem equívocos, sem ambigüidades, capaz de assegurar a unidade da comunicação do gênero humano. Pressupunha-se, pois, uma fixidez da língua, consequentemente, as descrições gramaticais tinham um caráter essencialmente normativo e filosófico. Exemplos dessas tendências, encontram-se na <em>Grammaire de Port-Royal</em> (1660) e na teoria lingüística de Du Marsais (1729). A primeira metade do século XIX é marcada pela Lingüística Histórica, com as <em>gramáticas comparadas.<span>  </span></em>O ideal de universalidade cede lugar ao fato de que as línguas estão aptas a sofrerem mudanças com o tempo, de forma regular, sistemática. Não é mais a precisão, mas a mudança o que importa. Busca-se, então, a reconstrução da <em>língua-mãe </em>(protolíngua)<em>. </em>Passa a vigorar o ideal <em>romântico: </em>uma tentativa de reconstruir o estado ideal da língua (estudo do indo-europeu).<em> </em>Esses estudiosos elencavam palavras cognatas de vários sistemas, com semelhanças de forma e sentido, e, através da comparação, buscavam o estabelecimento da protolíngua. Na década de 70 do século XIX, um grupo de acadêmicos germânicos da Universidade de Leipzig, conhecidos como <em>neogramáticos, </em>procuravam demonstrar a ação e o princípio da regularidade da mudança lingüística através de <em>leis fonéticas </em>(causa mecânica), e tudo aquilo que não pudesse ser explicado por essas leis seria explicado por <em>analogia </em>(associação de idéias – causa psicológica). Os cânones desta doutrina foram estabelecidos por Osthoff, Brugmann, Hermann Paul, Leskien. Esta postura foi a pioneira e predominante, até surgir estudos de várias línguas que consolidaram o modelo de difusão lexical.<span>  </span>Este modelo propõe que a implementação de uma mudança é foneticamente abrupta e lexicalmente gradual. Os Neogramáticos, que postulavam que a mudança era foneticamente gradual e lexicalmente abrupta,<span>  </span>atribuíam a mudança a questões puramente fonéticas, já os Difusionistas conferem ao léxico um caminho regulador de mudanças, sem retirar a importância de condicionamentos fonéticos. Os modelos difusionista e o neogramático são antagônicos, mas Labov tentou acomodar os dois modelos numa teoria da mudança sonora, atribuindo à competência do modelo neogramático as mudanças <em>low level </em>(mudança por baixo)<em>, </em>e à competência do modelo difusionista as mudanças <em>high level </em>(mudança por cima)<em>.</em></div>
<div style="text-align:justify;line-height:200%;margin:0;">                    <span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;color:black;font-size:10pt;" lang="PT-BR"><em><strong>Saiba mais </strong><a href="http://www.unicamp.br/iel/site/alunos/publicacoes/textos/p00006.htm" target="_self"><strong>AQUI</strong></a></em></span></div>
<p style="text-align:justify;line-height:normal;text-indent:42.55pt;margin:0;"><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;color:black;font-size:10pt;" lang="PT-BR"><em><span style="font-family:trebuchet ms,sans-serif;"> </span></em></span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:normal;text-indent:42.55pt;margin:0;"><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;color:black;font-size:10pt;" lang="PT-BR"><em><span style="font-family:trebuchet ms,sans-serif;">Bibilografia:</span></em></span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:normal;text-indent:42.55pt;margin:0;"><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;color:black;font-size:10pt;" lang="PT-BR"><em><span style="font-family:trebuchet ms,sans-serif;"> </span></em></span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:normal;text-indent:42.55pt;margin:0;"><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;color:black;font-size:10pt;" lang="PT-BR"><em></em></span><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;color:black;font-size:10pt;" lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><span style="font-family:trebuchet ms,sans-serif;">MALMBERG, B. <em>As novas tendência da Lingüística. </em>São Paulo: Nacional, 1971.<br />
              ORLANDI, E. P. <em>O que é lingüística</em>. São Paulo: Brasiliense, 1986.<br />
              TARALLO, F. <em>A pesquisa Sociolingüística. </em>3.ed. São Paulo: Ática, 1990.<br />
              TARALLO, F. <em>Tempos Lingüísticos. </em>São Paulo: Ática, 1990. </span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rodari, Gianni Gramática de la fantasía]]></title>
<link>http://teorialiteraria2009.wordpress.com/2009/06/08/rodari-gianni-gramatica-de-la-fantasia/</link>
<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 17:19:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>teorialiteraria2009</dc:creator>
<guid>http://teorialiteraria2009.wordpress.com/2009/06/08/rodari-gianni-gramatica-de-la-fantasia/</guid>
<description><![CDATA[Gianni Rodari Gramática de la fantasía]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://teorialiteraria2009.wordpress.com/files/2009/06/gianni-rodari-gramatica-de-la-fantasia.pdf">Gianni Rodari Gramática de la fantasía</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Una lectura formalista de Macbeth]]></title>
<link>http://toquedepiedra.wordpress.com/2009/05/27/una-lectura-formalista-de-macbeth/</link>
<pubDate>Wed, 27 May 2009 15:34:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>juanprada</dc:creator>
<guid>http://toquedepiedra.wordpress.com/2009/05/27/una-lectura-formalista-de-macbeth/</guid>
<description><![CDATA[El formalismo ruso se preocupó por encontrar lo que hacía que un texto fuera literario. Entre los el]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>El formalismo ruso se preocupó por encontrar lo que hacía que un texto fuera literario. Entre los elementos que identificaban una obra como “literaria” figuraba la capacidad de extrañamiento que comportaba dicha obra. Es decir, qué elementos alteraban el curso de lectura, desencajaban en la comprensión y asimilación de la obra, y que por esa misma cualidad, permitían percibir la obra como una manera novedosa de presentar un tema particular.</p>
<p><img class="alignright" src="http://sjarrett.files.wordpress.com/2009/02/macbeth.jpg?w=162&#038;h=135#38;h=125" alt="" width="162" height="135" />No esperaban que las obras representaran el mundo: el verdadero arte debía presentar el mundo como si fuera la primera vez.  Consideremos el caso de Macbeth , una tragedia de William Shakespeare presentada por primera vez en 1606, bajo solicitud de Jaime I, con motivo de la visita de su cuñado, el rey Christian IV de Dinamarca. En Macbeth, Shakespeare nos presenta la ambición desmedida en su dimensión pecaminosa, acompañada por la descomposición del ser humano, indistintamente de su procedencia o linaje. Es así como Macbeth, caballero de la corte del rey Duncan, guerrero destacado y fiel, mano derecha del soberano, por creer en augurios de las brujas termina asesinando al rey, a sus amigos, y acabando con toda posibilidad de llevar una vida digna y reposada, piadosa. Es, a grandes rasgos, el argumento de la<!--more--> obra.  Reconoce Antonio Pagés Layarra un punto en común en la estructura y la esencia de las tragedias de Shakespeare, que es la aparición de un héroe cuya acción o problema dan aliento a los sucesos . Para el caso de Macbeth, Ezequiel Martines Estrada considera que es la pieza de construcción más sinfónica, en vista de la “sabia variedad de notas armónicas o discordantes en los personajes” . Los actos en los que se representa la historia son sumamente cortos, lo que imprime una sensación de velocidad a la obra. Los personajes dialogan con párrafos, a excepción de las brujas, que abren la obra, y sólo hablan con frases cortas. No hay silencios en los diálogos, sólo las pausas necesarias para representar acciones.  Sin embargo, existen dos herramientas que emplea el dramaturgo para causar extrañamiento en el lector. La primera es el uso constante del Hipérbaton, la figura de construcción en la que se altera el orden de las palabras dentro de una oración. Es un recurso habitual en la poesía inglesa, en tanto que los poetas tiene la licencia de violentar el idioma, exigirle nuevas maneras, nuevas dinámicas sintagmáticas, tienen la licencia para violentar las reglas y generar así una nueva dimensión comunicativa. Además, es clara la variación de registro en Macbeth y su mujer al hablar delante del rey Duncan y los otros caballeros, y cuando hablan en la intimidad. El Hipérbaton es una figura de construcción que exige una pausa, un cambio en el ritmo de lectura, un instante de asimilación de las nuevas formas, de las construcciones disonantes, que potencian el discurso del emisor. Además, combinado el hipérbaton con el cambio de registro lingüístico, se obliga un cambio en el ritmo de lectura, desde la parsimonia y la formalidad lenta del registro social abierto y cortesano, hasta la velocidad y el vértigo del registro íntimo familiar.  La segunda herramienta para causar extrañamiento consiste en el uso de silencios. Los personajes primero hablan en bloques sólidos completos, diálogos sin pausas ni dudas. Sin embargo, los personajes que presentan cierto grado de descomposición mental a lo largo de la obra, sea por sus actitudes criminales – Macbeth y Lady Macbeth – o por la tensión a la que están siendo sometidos – Macduff, Ross, Lennox, Lady Macduff – empiezan a intercalar silencios representados por puntos suspensivos, con frases cortas e inconclusas. Al mismo tiempo que estos personajes se van descomponiendo en su manera de hablar, las intervenciones de las brujas se van haciendo más largas, más coherentes, y de pronto, esos personajes laterales que vimos al comienzo como un accesorio, como personajes disonantes en la sinfonía cortesana, se convierten en las voces de la conciencia, las profetisas y las juezas de las actitudes humanas.  Entre el hipérbaton y los silencios repetitivos y cada vez más pronunciados, se generan efectos de disonancia que obligan al lector a leer con cuidado, a parar y recomponer el hilo, a despertar y prepararse para la tensión que indefectiblemente conduce a la tragedia del héroe. Así mismo, el espectador – nunca olvidemos que ha sido concebida para la puesta en escena – el espectador puede notar la creciente aparición de las brujas, el desdoblamiento de su participación en los diálogos, la incapacidad del héroe de sostener un diálogo fluido. Sumado a la corta duración de las escenas, asistimos a un acelerado deslizamiento del héroe hacia su propia muerte, dejando a su paso una estela de destrucción que no se justifica, más se explica por el afán ambicioso de Macbeth.  Se especula sobre la autoría de las obras que conocemos como Shakesperianas. Se dice que el dramaturgo no existió, que incurrió en plagios, y otras tantas cosas más. Lo que hoy nos importa es reconocer que estamos delante de un texto que los formalistas no dudarían en llamar “literario”, en vista de la maestría con el que el aparato sintáctico se ha desplegado para sorprender al lector y al espectador, para mostrarle la ambición como si acabara de aterrizar entre los hombres. Podríamos investigar el nivel fonológico, pero consideramos que dicho estudio sería más fructífero y confiable si nos remitiéramos a una edición en el lenguaje en el que inicialmente fue compuesta la obra. Pero de ninguna manera nos sorprendería descubrir que los impactos fónicos, sobre todo pensando en la declamación a viva voz que exigen los textos para teatro, generaran una tensión en el auditorio que podría manipularse para incrementar los efectos “sinfónicos” del Macbeth.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tinianov, Juri "La evolución literaria"]]></title>
<link>http://teorialiteraria2009.wordpress.com/2009/04/30/tinianov-juri-la-evolucion-literaria/</link>
<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 19:17:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>teorialiteraria2009</dc:creator>
<guid>http://teorialiteraria2009.wordpress.com/2009/04/30/tinianov-juri-la-evolucion-literaria/</guid>
<description><![CDATA[Tinianov, Juri &#8220;Sobre la evolución literaria&#8221; en la antología preparada por Tzvetan Todo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://teorialiteraria2009.wordpress.com/files/2009/04/tinianov-juri-sobre-la-evolucion-literaria.pdf">Tinianov, Juri &#8220;Sobre la evolución literaria&#8221;</a></p>
<p>en la antología preparada por Tzvetan Todorov. <em>Teoría literaria de los formalistas rusos</em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Culler, Jonathan "La literaturidad"]]></title>
<link>http://teorialiteraria2009.wordpress.com/2009/04/29/culler-jonathan-la-literaturidad/</link>
<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 15:26:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>teorialiteraria2009</dc:creator>
<guid>http://teorialiteraria2009.wordpress.com/2009/04/29/culler-jonathan-la-literaturidad/</guid>
<description><![CDATA[Culler Jonathan &#8220;La literaturidad&#8221;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a><a href="http://teorialiteraria2009.wordpress.com/files/2009/04/culler-jonathan-la-literaturidad1.pdf">Culler Jonathan &#8220;La literaturidad&#8221;</a></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[buongiorno, buonasera, mi scusi, arrivederci e grazie (ma prego, si figuri)]]></title>
<link>http://scorfano.wordpress.com/2009/04/27/buongiorno-buonasera-mi-scusi-arrivederci-e-grazie-ma-prego-si-figuri/</link>
<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 08:00:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>lo scorfano</dc:creator>
<guid>http://scorfano.wordpress.com/2009/04/27/buongiorno-buonasera-mi-scusi-arrivederci-e-grazie-ma-prego-si-figuri/</guid>
<description><![CDATA[Mi piacciono le persone che dicono «buongiorno», quando entrano in un posto. Mi piace dirlo, «buongi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Mi piacciono le persone che dicono «buongiorno», quando entrano in un posto. Mi piace dirlo, «buongi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TEXTO de KANT para el comentario.]]></title>
<link>http://losojosdelafilosofia.wordpress.com/2009/04/19/texto-de-kant-para-el-comentario/</link>
<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 11:18:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>losojosdelafilosofia</dc:creator>
<guid>http://losojosdelafilosofia.wordpress.com/2009/04/19/texto-de-kant-para-el-comentario/</guid>
<description><![CDATA[Aquí podeis descargar el texto de la Fundamentación de la metafísica de las costumbres de Kant. txt-]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-195" title="kant" src="http://losojosdelafilosofia.wordpress.com/files/2009/04/kant.jpg?w=222" alt="kant" width="222" height="300" /></p>
<p style="text-align:center;">Aquí podeis descargar el texto de la <em>Fundamenta</em>ción <em>de la metafísica de las costumbres</em> de Kant.</p>
<p style="text-align:center;"><a title="Texto PAU" href="http://losojosdelafilosofia.wordpress.com/files/2009/04/txt-pau-kant.pdf">txt-pau-kant</a></p>
<p style="text-align:center;">
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tendências do Inverno 2009 - Parte 3 - Gravata Borboleta]]></title>
<link>http://modaxy.wordpress.com/2009/03/10/tendencias-do-inverno-2009-parte-3-gravata-borboleta/</link>
<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 21:15:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>getuliocantao</dc:creator>
<guid>http://modaxy.wordpress.com/2009/03/10/tendencias-do-inverno-2009-parte-3-gravata-borboleta/</guid>
<description><![CDATA[Isso mesmo, a já quase esquecida Gravata Borboleta volta com força total no inverno para aqueles que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Isso mesmo, a já quase esquecida Gravata Borboleta volta com força total no inverno para aqueles que usam terno e gravata. A tendência que já vem surgindo desde o verão ficou ainda mais em evidência agora no inverno.</p>
<p style="text-align:justify;">Masssssss, tome muito cuidado ao usar gravata borboleta, lembre-se que esse tipo de gravata é extremamente formal e pede o maior formalismo possível, como também terno e camisa de qualidade, para não ficar uma coisa contrastante e de mal gosto.</p>
<p style="text-align:justify;">A moda da gravata borboleta foi febre no Oscar, poucos resolveram aparecer com a gravata tradicional.</p>
<p style="text-align:justify;">Confira:</p>
<div id="attachment_665" class="wp-caption aligncenter" style="width: 252px"><img class="size-full wp-image-665" title="Daniel Craig, o novo James Bond e a gravata borboleta" src="http://modaxy.wordpress.com/files/2009/03/daniel-craig.jpg" alt="Daniel Craig, o novo James Bond e a gravata borboleta" width="242" height="350" /><p class="wp-caption-text">Daniel Craig, o novo James Bond e a gravata borboleta</p></div>
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_664" class="wp-caption aligncenter" style="width: 252px"><img class="size-full wp-image-664" title="Brad Pitt" src="http://modaxy.wordpress.com/files/2009/03/bradpitt-borboleta.jpg" alt="Brad Pitt  com um Tom Ford e gravata borboleta" width="242" height="350" /><p class="wp-caption-text">Brad Pitt  com um Tom Ford e gravata borboleta</p></div>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_666" class="wp-caption aligncenter" style="width: 252px"><img class="size-full wp-image-666" title="Will Smith" src="http://modaxy.wordpress.com/files/2009/03/willsmith-gravata.jpg" alt="Will Smith apareceu todo tradicional no Oscar" width="242" height="350" /><p class="wp-caption-text">Will Smith apareceu todo tradicional no Oscar</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[il testo letterario sul web]]></title>
<link>http://bgmole.wordpress.com/2009/03/01/il-testo-letterario-sul-web/</link>
<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 18:38:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>bgmole</dc:creator>
<guid>http://bgmole.wordpress.com/2009/03/01/il-testo-letterario-sul-web/</guid>
<description><![CDATA[Il testo letterario sul web sembra perdere la propria separatezza logica dagli altri testi. Si tratt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Il testo letterario sul web sembra perdere la propria <strong>separatezza logic</strong>a dagli altri testi. Si tratta di un passaggio ulteriore, rispetto alla tesi postmoderna dell&#8217;infrazione delle distinzioni tra generi, stili, culture. Il punto è che la logica del <strong>database</strong>, del motore di ricerca, della navigazione e delle query appiattisce tutti i dati alla condizione di sfondo/contesto ovvero, come si è già detto, allo status di contenuto. Nel risultato di una ricerca, per di più, il dato sintagma su cui si è basata la nostra interrogazione non ha l&#8217;indice &#8220;poesia&#8221; piuttosto che &#8220;articolo scientifico&#8221;, &#8220;diario personale&#8221;, &#8220;manuale fai-da-te&#8221;. Siamo di fronte ad una specie di collasso definitivo della <strong>matrice formalista</strong> che distingue tra linguaggio poetico e linguaggio comune. Se ne dovrebbero tirare le conseguenze, a quanto pare, anche per quel che riguarda la strategia che il formalismo ci ha lasciato in eredità: lo scarto linguistico (dalla normalità della lingua comune) come fonte di poeticità.</p>
<p>Per un ulteriore sguardo sul testo digitale ed il limite: <a href="http://slowforward.wordpress.com/2007/01/04/forma-blog-1/">http://slowforward.wordpress.com/2007/01/04/forma-blog-1/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Le tre prove dell'idiozia umana]]></title>
<link>http://sdrammaturgo.wordpress.com/2009/02/19/le-tre-prove-dellidiozia-umana/</link>
<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 15:57:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>sdrammaturgo</dc:creator>
<guid>http://sdrammaturgo.wordpress.com/2009/02/19/le-tre-prove-dellidiozia-umana/</guid>
<description><![CDATA[1) Il nudo-solo-in-spiaggia Tra tutti i retaggi più insulsi di matrice religiosa che l&#8217;essere ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">1) <strong>Il nudo-solo-in-spiaggia</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Tra tutti i retaggi più insulsi di matrice religiosa che l&#8217;essere umano civilizzato si porta appresso merita senza dubbio un posto di riguardo la ridicola ed inspiegabile vergogna per il nudo.<br />
Perché mai infatti dovremmo vergognarci di mostrare il pene, la vagina, il seno, il sedere e non il mignolo, il mento, il polso, il ginocchio? Non sono forse tutte ugualmente parti del medesimo corpo?<br />
E&#8217; buffo pensare che se fondassi un credo che considerasse peccaminosa l&#8217;esposizione solo del collo e della fronte e la mia confessione prendesse piede conquistando buona parte del mondo, tra qualche centinaio di anni sarebbe possibile vedere in giro tutta gente ignuda con la sciarpa e la bandana, mentre chi si mettesse una maglietta lasciando la testa a prendere aria verrebbe considerato un matto, un insolente, uno svergognato.<br />
Basta, da oggi ho deciso che il gomito mi offende non poco, quindi esigerò la pudicizia da chiunque imponesse alla mia vista quello spregevole osso spigoloso e proporrò un disegno di legge che punisca severamente per atti osceni tutti quelli che se ne vadano in giro con il gomito scoperto. E che è, non se ne può più con questi gomiti di fuori.<br />
Dove però l&#8217;assurda imbecillità di tale convenzione sociale del buon costume tocca vette sconvolgenti è in quello che chiameremo il <em>fenomeno della spiaggia</em>.<br />
Non ho mai capito infatti perché se sto in mutande in spiaggia va bene, è tutto normale, ci stanno tutti e nessuno ti guarda male; se esco in piazza in mutande, mi arrestano. Addirittura, l&#8217;essere umano, per ingannare se stesso, sulla spiaggia chiama mutande e reggiseno con un altro nome: <em>costume</em>. Strano, eppure a me sono sempre sembrati i medesimi indumenti atti a coprire zinne, cazzo, fica e culo.<br />
Non solo: in spiaggia anche il topless è accettato come naturale. Ma appena una ragazza senza il pezzo di sopra mette un piede fuori dal perimetro che delimita la spiaggia, si entra nell&#8217;ambito del reato contro la pubblica moralità. Il tutto nello spazio di cinque centimetri, quelli in cui finisce la sabbia e comincia la strada. Inoltre, nessuno fa troppo caso all&#8217;eventuale passerona a tette al vento. Sì, magari qualche sguardo interessato lo attira, ma è niente in confronto agli occhi tra lo sbalordito e l&#8217;allupato che le si appiccicherebbero addosso qualora lasciasse intravedere anche solo un quarto dell&#8217;aureola del capezzolo in un locale od al supermercato.<br />
Mi chiedo: che cambia? Non sono sempre poppe? Per di più, non sempre le stesse poppe?<br />
L&#8217;imperativo della variazione di tolleranza e dell&#8217;adeguamento a seconda del contesto (dal &#8220;c&#8217;è modo e modo&#8221; al &#8220;c&#8217;è luogo e luogo&#8221;) manca quindi totalmente di razionalità, non ha alcun pro ma soltanto contro, poiché fomenta pure valori pregiudiziali e repressione.<br />
Eppure è largamente condiviso e sono in pochissimi a farci caso. Ergo, l&#8217;essere umano è in vasta maggioranza idiota.<br />
<span style="color:#ffffff;">*<br />
*</span><br />
2) <strong>L&#8217;abito adatto</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Strettissimamente connessa alla prima prova è quella dell&#8217;<em>abito adatto</em>. Indescrivibile è lo smarrimento e la tristezza che l&#8217;intelligente prova di fronte alla deprimente regola prettamente formalista per cui &#8220;bisogna indossare l&#8217;abito adeguato ad ogni determinata occasione&#8221;. Che se alle poste l&#8217;impiegato che mi mette il timbro ha un kimono invece che giacca e cravatta, il timbro non si imprime ed il bollettino non parte.  Che cambia se a teatro vado in ciabatte invece che in frac? La musica non la sento uguale? Non v&#8217;è alcuna logica, nessuna funzionalità.<br />
I più accettano tranquillamente come legge non scritta normale ed anzi buona e giusta la famigerata tiritera per cui &#8220;se vai ad un colloquio di lavoro, devi vestirti in un certo modo, altrimenti fai una brutta impressione&#8221;, permettendo in siffatta maniera che tale aberrazione della ragione perduri e si fortifichi.<br />
In che modo infatti una maglietta od una giacca od un par de carzoni possono apparire sconvenienti? &#8220;La tua camicia rappresenta una mancanza di rispetto nei miei confronti&#8221;; &#8220;che screanzato, presentarsi qui con le scarpe azzurre invece che marroni!&#8221;; &#8220;mi sono sentito ingiuriato da quel cappotto&#8221;.<br />
Una specie che ha partorito una simile gabbia dell&#8217;apparire merita senza dubbio l&#8217;estinzione per manifesta cretineria.<br />
<span style="color:#ffffff;">*<br />
*</span><br />
3)<strong> I gioielli</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Una volta, uno, ha preso un sasso più lucido degli altri, lo ha portato ad alcune persone ed ha detto loro: &#8220;Ecco, ho deciso che questo sasso vale molto, se lo possiedi diventi qualcuno, quindi se mi date molti beni e molto denaro io vi do questo sasso che non serve a niente, non si mangia, non funge da utensile, non riscalda, non protegge&#8221;. Le altre persone non si sono lasciate sfuggire l&#8217;affarone ed hanno coperto di ricchezza il paraculo in cambio del sercio. E&#8217; così che sono nate le pietre preziose.<br />
Cosa c&#8217;è di più stupido del concetto stesso di gioiello? Quale convenzione più disarmante di quella che ha conferito del tutto arbitrariamente altissimo valore ad oro, argento, platino, diamanti?<br />
Ogni signorotta che sfoggia fiera la collana di brillanti, ogni signorotto che porta con orgoglio un orologio d&#8217;oro, costituiscono per me un insondabile mistero.<br />
Praticamente alcuni poveracci vessati vanno a cercare dei sassi. Altri altrettanto poveracci prendono quei sassi e li lavorano sgrezzandoli, pulendoli e dando loro una qualche forma ed uno stuolo di benestanti li brama. Perché vuoi mettere, un sasso in tasca o sul comò ti cambia la vita. E non è finita qui: chi è meno benestante, finisce per invidiare sperticatamente i possessori di quei sassi ripuliti. &#8220;Uff, beati loro, anch&#8217;io vorrei qualche sasso&#8221;. D&#8217;altronde, questo fenomeno sconcertante si sposa con il concetto altrettanto desolante di <em>status symbol</em>.<br />
Ho deciso di svoltare: spargerò in giro la voce che il brecciolino è una cosa sublime e se ce l&#8217;hai sei qualcuno. Quindi andrò a farne incetta nelle buche della strada e lo rivenderò &#8220;a peso d&#8217;oro&#8221;, giustappunto. Qualcuno avrà certamente da obiettare: &#8220;Eh, ma il valore delle pietre preziose dipende dalla loro rarità e soprattutto dalla difficoltà di reperirle&#8221;. Benissimo, vorrà dire che getterò il brecciolino in un canyon, dopodiché manderò una squadra di specialisti a recuperarlo e, quando con fatica lo avranno riportato, sarò miliardario. Poi mi butterò sul nascente mercato della ghiaia di lusso e su quello fiorente dei sampietrini eleganti.<br />
Immagino già il successone: &#8220;Cara, per il nostro anniversario ti ho regalato questa collana di brecciolino&#8221; &#8220;Ommiddio, non ci posso credere! Grazie, chissà quanto ti sarà costata! La sognavo da sempre! Ti amo&#8221;; &#8220;Capirai, quello è ricco sfondato. Hai visto che anello di sampietrino che c&#8217;ha?&#8221;; &#8220;Sei davvero una persona impagabile, un uomo eccezionale, un ragazzo di ghiaia, guarda&#8221;; &#8220;Non puoi capire, mi ha regalato l&#8217;anello di fidanzamento! Tutto tempestato di sassetti di brecciolino!&#8221;; &#8220;Primo premio, una parure di sampietrini con collier di ghiaietta da giardino dal costo di centocinquantamila dobloni&#8221;. Nel Klondike partirebbe una forsennata corsa al brecciolino.<br />
Talvolta, un sasso da riporre in un cassetto di un mobile della casa ha un prezzo superiore a quello della casa. Curioso, no?<br />
Un&#8217;umanità per cui un sasso giallo vale più di una zucchina è un&#8217;umanità oggettivamente deficiente.</p>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Coincidenze.]]></title>
<link>http://lontano35.wordpress.com/2009/02/09/coincidenze/</link>
<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 20:36:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Effendi</dc:creator>
<guid>http://lontano35.wordpress.com/2009/02/09/coincidenze/</guid>
<description><![CDATA[Non credo alle coincidenze, però è proprio grazie alla quantità delle stesse che si sono susseguite ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Non credo alle coincidenze, però è proprio grazie alla quantità delle stesse che si sono susseguite oggi che mi sono deciso a pubblicare il primo articolo qui sopra.<br />
Oggi una discussione, mi ha fatto pensare al fatto che la mia stessa vita sta andando lentamente a rotoli; non per qualche motivo in particolare, solo che non c&#8217;è quasi nulla che va come dovrebbe andare (ma non voglio lamentarmi, qui, è solo l&#8217;introduzione).<br />
Al momento non ci ho dato peso, come sempre, però mentre rincasavo pensavo ad un mio compagno delle elementari; ha lasciato la scuola per iniziare a lavorare, di suo ha fatto quello che poteva per non arrivare a quel punto quindi non gliene faccio una colpa; Intanto mi chiedevo, è corretto nei confronti di chi, come lui, è stato meno fortunato, non impegnarsi minimamente per perseguire un qualche obbiettivo?<br />
A pochi metri da casa ho incontrato propio lui, stava andando a comprare delle cose per il capo, e naturalmente mi fermo a parlare. E&#8217; una persona simpatica, semplice, con la quale si può parlare senza troppe formalità; ci scambiamo le solite chiacchiere dei vecchi compagni (ogni tanto ci troviamo per strada ma meno spesso di quanto si possa pensare), rievochiamo i ricordi dell&#8217;infanzia e cominciamo a chiederci cosa sarebbe successo se quelle giornate non le avremmo mai vissute, ovvero, se non fossimo mai nati.<br />
Discutiamo sulla possibilità di nascere fratelli in una famiglia benestante, e finiamo col tirar fuori la cara, vecchia (ma sempre evergreen, eh) domanda(e): perchè siamo qui? qual&#8217;è il nostro scopo?<br />
Ecologicamente parlando, la risposta è semplice: la sopravvivenza della specie. Però spero di non essere nato per una botta e via.<br />
Io non riesco a rispondermi, oddio, voler rispondere credo sarebbe una grande prezunzione però anche la frase più stupida riguardo all&#8217;argomento (anche solamente una battuta) è piena di contraddizioni, di incertezze.<br />
Forse come argomento di inaugurazione è troppo pretenzioso, forse al contrario è il più adatto o forse ancora non leggerà mai nessuno.</p>
<p>C&#8217;è chi pensa che &#8220;l&#8217;esistenza&#8221; sia la &#8220;libertà della contraddizione&#8221;; mi piace molto questa affermazione, e rispecchia il mio modo di rapportarmi a qualsiasi cosa tentando sempre di non cadere in contradizione.<br />
<span><span style="font-size:xx-small;">pensiero formalistico, consiglio per chi è interessato due testi, uno più tecnico ed uno più narrativo:<br />
-Che cos&#8217;è la matematica &#8211; Richard Courant, Herbert Robbins<br />
-Perchè il mondo è matematico &#8211; John D. Barrow)</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[l'analisi del testo (e le parole di cinque uomini saggi)]]></title>
<link>http://scorfano.wordpress.com/2009/02/02/lanalisi-del-testo-e-le-parole-di-cinque-uomini-saggi/</link>
<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 11:00:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>lo scorfano</dc:creator>
<guid>http://scorfano.wordpress.com/2009/02/02/lanalisi-del-testo-e-le-parole-di-cinque-uomini-saggi/</guid>
<description><![CDATA[«Educare al bello», mi aveva detto un giorno di tanti anni fa un collega (primo uomo saggio) a cui a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[«Educare al bello», mi aveva detto un giorno di tanti anni fa un collega (primo uomo saggio) a cui a]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Por qué el arte y no otra cosa?]]></title>
<link>http://porqueelarteynonada.wordpress.com/2008/10/26/%c2%bfpor-que-el-arte-y-no-otra-cosa/</link>
<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 08:35:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>smercados</dc:creator>
<guid>http://porqueelarteynonada.wordpress.com/2008/10/26/%c2%bfpor-que-el-arte-y-no-otra-cosa/</guid>
<description><![CDATA[¿Podríais volver a explicar vuestra perspectiva de la cultura de masas, lo que pensáis de la relació]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>¿Podríais volver a explicar vuestra perspectiva de la cultura de masas, lo que pensáis de la relación entre “cultura popular” y “cultura mediática”? </em></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">RESPUESTA: Pensar que la cultura “pop” coincide con la cultura mediática es algo completamente equivocado. La cultura popular y de masas es infinitamente más rica y se nutre de un número incalculable de motivos y de fuentes. Guy Debord asignaba a la capacidad espectacularizadora del capital un poder infinito, desarrollando una actitud paranoica con respecto a la industria de la imagen y reduciendo todo a una única categoría: el espectáculo. Así, el capital espectacularizado era omnipotente, podía recuperar cualquier expresión humana, sobre todo las de los rebeldes, neutralizándola.</span></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">Decir que el espectáculo lo recupera todo es como no decir nada. La definición que Guy Debord da de espectáculo no significa nada: “El espectáculo no es un conjunto de imágenes, sino una relación social entre personas, mediada por las imágenes”. Las relaciones sociales entre los seres humanos están mediadas por imágenes desde que el primer Homo Sapiens pintaba escenas de caza en las paredes de una gruta para que cualquier otro pudiese “leer” y contar esas historias. Y esto nunca ha impedido que en el curso de los milenios los hombres viviesen intensamente la propia vida, amasen, odiasen, se reprodujeran, se rebelaran, inventaran ideas, concepciones del mundo, filosofía.</span></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">El pensamiento paranoico de Debord lleva derecho a la inacción o, como mucho, a una acción autorreferencial, que teme ser comunicada, hacerse comunicación, porque “aparecer” ya es traicionar la propia intención genuina. Esa línea de pensamiento, por tanto, es del todo inútil y podría ser definida como el último punto exasperado de llegada del pensamiento dialéctico hegeliano, “negativo”, interpretable en clave psicoanalítica en términos de neurosis extrema.</span></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">Existe también otra corriente de pensamiento que superpone la cultura de masas y la proliferación mediática. Es el así llamado pensamiento post-moderno, que en el curso de los años ochenta del siglo pasado tomó erróneamente la crisis de las ideologías novecentistas por el fin de las grandes narraciones. Hoy en día, las narraciones vuelven a ser protagonistas de la historia, ya sean las “imperiales” y neoliberales o las multitudinarias que narran otro mundo posible, y el pensamiento de Lyotard ha sido barrido.</span></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">Lo cierto es que la cultura mediática es sólo una parte de la cultura popular o, mejor dicho, refleja solamente algunos aspectos, pero no podrá nunca reducirla a sí misma.</span></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">Además, este increíble movimiento demuestra haber adquirido la capacidad de relacionarse con los medios de masas, de utilizarlos, y no sólo hacerse narrar y fotografiar por ellos. Y a esto se añade que el movimiento ha creado sus propios medios de comunicación de masas, utilizando las tecnologías telemáticas como un tam-tam que atraviesa el planeta.</span></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">Pero es necesario decir más. Frente a las manifestaciones que hacen afluir en todas las calles del mundo a decenas de millones de personas, no son los medios de masas los que pueden resistir la comparación. La multitud misma es el medio de comunicación de masas, y puede que el más grande y potente que la historia jamás haya conocido. Porque aquellos millones de personas volverán a casa y contarán lo que han visto y vivido, lo escribirán en mensajes de e-mail, telefonearán, lo cantarán en piezas musicales, lo describirán en fanzines, revistas, libros. Hoy en día, es el poder excesivo de los viejos medios de comunicación de masas el que entra en crisis con la apropiación comunicativa por parte de las mismas masas, que a su vez se vuelven medio de comunicación.</span></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">Existe ya, está circulando por el mundo, una épica del movimiento de movimientos. Es un romance popular escrito por centenares de miles de manos que viaja por todos los canales comunicativos del planeta y permea a través suyo toda la cultura de masas.</span></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">Lo que nos debe interesar es la experimentación de formas y modos que amplíen cada vez más la recepción del mensaje. Elegir los mejores modos para ser eficaces, para explotar y, al mismo tiempo, potenciar la fuerza de la comunidad. Es el aspecto más interesante y estratégico del tiempo en que vivimos.</span></p>
<p><span style="color:#800080;"><strong>Wu Ming</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Réquiem a Mapplethorpe]]></title>
<link>http://fotoclubef508.wordpress.com/2008/09/29/requiem-a-mappletorpe/</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 01:37:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>fotoclubef508</dc:creator>
<guid>http://fotoclubef508.wordpress.com/2008/09/29/requiem-a-mappletorpe/</guid>
<description><![CDATA[A Dephot, grupo voltado a cultura e a novos talentos em Brasília, produz um ensaio em homenagem a pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Dephot, grupo voltado a cultura e a novos talentos em Brasília, produz um ensaio em homenagem a primavera intitulado “Réquiem a Mapplethorpe “. Produzido com flores murchas, o ensaio busca a linguagem formalista do fotógrafo, famoso por suas naturezas mortas e imagens da sexualidade do universo sadomasoquista, as quais chocaram a sociedade americana nos anos 80.</p>
<p><a href="http://fotoclubef508.files.wordpress.com/2008/09/dephot_primavera.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-155" title="dephot_primavera" src="http://fotoclubef508.wordpress.com/files/2008/09/dephot_primavera.jpg" alt="" width="450" height="301" /></a></p>
<p><a href="http://fotoclubef508.files.wordpress.com/2008/09/dephot_primavera-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-156" title="dephot_primavera-1" src="http://fotoclubef508.wordpress.com/files/2008/09/dephot_primavera-1.jpg" alt="" width="450" height="301" /></a></p>
<p><span lang="EN-US">As fotos foram realizadas por Humberto Lemos e Janaína Miranda com assistência de Vítor Sá no estúdio da Dephot.</span></p>
<p><span lang="EN-US"><br />
</span><span lang="EN-US"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Veja outras fotos no site do<a href="http://www.fotoclubef508.com" target="_blank"> f/508</a></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[El cambio en los significados de la palabra ARTE ]]></title>
<link>http://porqueelarteynonada.wordpress.com/2008/09/22/el-cambio-en-los-significados-de-la-palabra-arte/</link>
<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 14:19:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>smercados</dc:creator>
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<description><![CDATA[«Desde su sentido original de atributo humano, de &#8220;habilidad&#8221;, el arte llegó a ser, en e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>«Desde su sentido original de atributo humano, de &#8220;habilidad&#8221;, el arte llegó a ser, en el período de las últimas decadas del siglo XVIII y a lo largo del siglo XIX, un tipo de institución, un corpus de actividades de cierta clase. Un <em>arte</em> había sido anteriormente toda habilidad humana; pero ahora <em>Arte</em> significaba un grupo determinado de habilidades, las artes &#8220;imaginativas&#8221; o &#8220;creativas&#8221;. <em>Artista</em> había significado persona habilidosa, como <em>artesano</em>, pero ahora <em>artista</em> se refería sólo a esas selectas habilidades. Por otra parte, el <em>Arte</em> representaba una clase especial de verdad, la &#8220;verdad imaginativa&#8221;, y el <em>artista</em> una clase especial de persona, tal como lo demuestra la palabra <em>artístico</em> —nueva en la década de 1840—, usada para describir a seres humanos. Un nuevo nombre, <em>estética</em>, comenzó a designar el juicio del arte, y esto, a su vez, produjo un nombre para una clase especial de persona, el <em>esteta</em>. En este nueva fase, las artes —literatura, música, pintura, escultura, teatro— se agruparon, como si tuvieran algo esencial en común que las distinguía de las demás habilidades humanas.»</p>
<p><span style="color:#800080;"><strong>Raymond Williams</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Promemoria di Jakobson secondo Ejchenbaum]]></title>
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<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 09:00:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>francesco sasso</dc:creator>
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<description><![CDATA[Amanuense web Promemoria: studiare la letteratura per i suoi valori. A questo proposito, ricordo una]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Amanuense web Promemoria: studiare la letteratura per i suoi valori. A questo proposito, ricordo una]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Bloggando]]></title>
<link>http://emmedigi.wordpress.com/2008/07/19/bloggando/</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 04:41:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mario</dc:creator>
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<description><![CDATA[Qui! &#8230;è un vero e proprio diario elettronico. Senza presunzione. Senza cercare un qualche rico]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Qui! &#8230;è un vero e proprio diario elettronico. Senza presunzione. Senza cercare un qualche rico]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Lucha de clases]]></title>
<link>http://porqueelarteynonada.wordpress.com/2008/06/14/lucha-de-clases/</link>
<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 10:53:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>smercados</dc:creator>
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<description><![CDATA[Admitamos que en la división que distingue las imágenes de la alta cultura (las de lo que Eco llamab]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Admitamos que en la división que distingue las imágenes de la alta cultura (las de lo que Eco llamaba «narración-arte» y que heredan el prestigio clásico de la tragedia) y las de la cultura popular estamos asistiendo a la expresión cultural de la lucha de clases.</p>
<p><span style="color:#800080;"><strong>José Luis Pardo</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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