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	<title>fria &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/fria/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "fria"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 17:29:55 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Ao final da página.]]></title>
<link>http://malditostextos.wordpress.com/?p=51</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 02:45:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>cortrewstallen</dc:creator>
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<description><![CDATA[O microondas apitou. Abre a porta, retira o objeto de louça. Coloca-o na pia, com cautela para não e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O microondas apitou. Abre a porta, retira o objeto de louça. Coloca-o na pia, com cautela para não explodir no momento do contato com a superfície gelada. Não sabia se isso era possível e nem se já acontecera antes, mas precavia-se instintivamente. Misturou a batata-palha, imaginando a beleza de refeição que iria fazer. Na primeira garfada percebeu que parte da comida ainda estava gelada, apesar do nítido calor que emanava da louça alaranjada. Ja sabia que a batata não aguentaria mais de 10 segundos no microondas sem perder sua crocância. Resolveu que apenas mexeria um pouco toda a comida, para que o calor fosse melhor distribuído. Por um segundo pensou em escrever sobre isso tudo, mas estava com fome. Assim, pegou um papel qualquer e uma caneta hidrocor azul. Procurou um livro na estante, procurou um livro na mesa. Pegou o livro da estante como suporte e danou-se a escrever enquanto comia. Pensou em começar no barulho do microondas, a porta sendo aberta&#8230; E deu mais uma garfada. Começou a contar tudo que se lembrava, na sequência em que os fatos ocorreram: o medo da explosão, a comida quase fria. E por mais que corresse, mesmo após nenhuma comida restar na louça, sentia-se perseguindo a si mesmo. Continuar seria sua única opção, mesmo que o texto se expremesse, mesmo que todas as linhas já estivessem tortas&#8230; Seguia para o fim de encontrar consigo mesmo ao final da página.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Expuesto a la radiacion]]></title>
<link>http://elmundoenfotos.wordpress.com/2009/11/17/expuesto-a-la-radiacion/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 06:00:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cursor</dc:creator>
<guid>http://elmundoenfotos.wordpress.com/2009/11/17/expuesto-a-la-radiacion/</guid>
<description><![CDATA[La enfermera Larissa Soboleva sostiene al niño de dos años de edad Adil Zhilyaev en un orfanato en S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://elmundoenfotos.wordpress.com/files/2009/11/radiacion.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2329" style="border:0;" title="Radiacion" src="http://elmundoenfotos.wordpress.com/files/2009/11/radiacion.jpg" alt="Radiacion" width="700" height="458" /></a></p>
<p>La enfermera Larissa Soboleva sostiene al niño de dos años de edad Adil Zhilyaev en un orfanato en Semey, Kazajstán el 24 de noviembre 2008.<br />
Adil nació ciego y afligido con Parálisis Cereberal Infantil (PCI) y la hidrocefalia, como resultado de la exposición a la radiación de su madre durante años de pruebas de armas soviéticas durante la Guerra Fría.<br />
Fue abandonado por sus padres, y ahora es atendido en un orfanato.<br />
(Ed Ou)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Julgamento II]]></title>
<link>http://joselitobortolotto.wordpress.com/2009/10/23/julgamento-ii/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 23:23:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>joselitobortolotto</dc:creator>
<guid>http://joselitobortolotto.wordpress.com/2009/10/23/julgamento-ii/</guid>
<description><![CDATA[Um homem foi trazido perante o juiz e acusado de necrofilia, por ter feito sexo com um cadáver femin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Um homem foi trazido perante o juiz e acusado de necrofilia, por ter feito sexo com um cadáver feminino.</strong></p>
<p><strong>            Disse-lhe o juiz: &#8211; Em 20 anos de magistratura, nunca ouvi uma coisa tão nojenta e imoral. Dê-me uma única razão para eu não pô-lo na cadeia e jogar fora a chave!</strong></p>
<p><strong>            O homem respondeu: &#8211; Vou lhe dar não uma, mas três boas razões:</strong></p>
<p><strong>            1º &#8211; Não é da sua conta,</strong></p>
<p><strong>            2º &#8211; Ela era minha esposa; e &#8230;</strong></p>
<p><strong>            3º &#8211; Eu NÃO SABIA que ela estava morta &#8230; ela SEMPRE agia assim!!!</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>            FOI ABSOLVIDO NA HORA !!!</strong></p>
<p><a href="http://joselitobortolotto.wordpress.com/files/2009/10/tna.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-410" title="tnA" src="http://joselitobortolotto.wordpress.com/files/2009/10/tna.jpg" alt="tnA" width="320" height="205" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DETRAN - O STJ publicou Matéria Especial tratando de Questões Judiciais envolvendo os Detrans a respeito de Multas de Trânsito, Radares,  Venda e Penhora de Veículos. ]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/17/o-stj-publicou-materia-especial-tratando-de-questoes-judiciais-envolvendo-os-detrans-a-respeito-de-multas-de-transito-radares-venda-e-penhora-de-veiculos/</link>
<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 01:54:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/17/o-stj-publicou-materia-especial-tratando-de-questoes-judiciais-envolvendo-os-detrans-a-respeito-de-multas-de-transito-radares-venda-e-penhora-de-veiculos/</guid>
<description><![CDATA[Disputas com os Detrans cada vez mais terminam no Judiciário Cada vez com mais frequência, chegam ao]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Disputas com os Detrans cada vez mais terminam no Judiciário Cada vez com mais frequência, chegam ao]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Citas (XXXI) ]]></title>
<link>http://eksd.wordpress.com/2009/10/12/citas-xxxi/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 21:39:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>maaC´s</dc:creator>
<guid>http://eksd.wordpress.com/2009/10/12/citas-xxxi/</guid>
<description><![CDATA[Las matemáticas bien miradas, no sólo poseen verdad, también una belleza suprema, fría y austera, co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<blockquote><p>Las matemáticas bien miradas, no sólo poseen verdad, también una belleza suprema, fría y austera, como la de las esculturas.</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Bertrand Rusell</strong>, Filósofo y matemático británico (1872-1970)</p></blockquote>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre as decisões...]]></title>
<link>http://todootempo.wordpress.com/2009/10/11/sobre-as-decisoes/</link>
<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 02:15:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daiane</dc:creator>
<guid>http://todootempo.wordpress.com/2009/10/11/sobre-as-decisoes/</guid>
<description><![CDATA[A gente sempre escuta que na vida o importante é saber tomar a decisão certa na hora certa. Para tan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A gente sempre escuta que na vida o importante é saber tomar a decisão certa na hora certa. Para tanto, é necessário um pouco de sangue frio, de inteligência emocional, de objetividade&#8230; Não posso reclamar da falta dessas características, mas eu acho que meu problema é bem o contrário!</p>
<p>Ando mais fria.</p>
<p>Penso de mais, calculo demais. Ando cada vez mais guardando a emoção aqui dentro e tentando fugir dos meus impulsos&#8230; Não me lembro da última vez que eu chorei na frente de alguém, da última vez que eu pedi colo.</p>
<p>Li uma vez que para perder o medo de ser emotiva e impulsiva a gente tem que perder o medo de ser tocada lá no fundo, bem dentro da ferida.</p>
<p>Mais a minha ferida é tão lá no fundo e tão escondida.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Preocupación por la construcción de cafeterías en la ladera del río]]></title>
<link>http://lecturademiciudad.wordpress.com/2009/10/03/preocupacion-por-la-construccion-de-cafeterias-en-la-ladera-del-rio/</link>
<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 18:32:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>admin</dc:creator>
<guid>http://lecturademiciudad.wordpress.com/2009/10/03/preocupacion-por-la-construccion-de-cafeterias-en-la-ladera-del-rio/</guid>
<description><![CDATA[Hemos podido leer en Internet la preocupación de una vecina de Elche, sobre la posibilidad de que en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Hemos podido leer en Internet la preocupación de una vecina de Elche, sobre la posibilidad de que en]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Neverita Retro por USB]]></title>
<link>http://wintubuntu.wordpress.com/2009/09/30/neverita-retro-por-usb/</link>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:05:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>wintubuntu</dc:creator>
<guid>http://wintubuntu.wordpress.com/2009/09/30/neverita-retro-por-usb/</guid>
<description><![CDATA[A quién no se le ha ocurrido alguna vez que te has ido a comprar una lata de tu bebida preferida par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A quién no se le ha ocurrido alguna vez que te has ido a comprar una <strong>lata</strong> de tu bebida preferida para tomarla mientras estás <strong>trabajando</strong> y claro entre que te llama el jefe, un cliente o te despistas con cualquier cosa, cuando quieres seguir tomándote tu bebida se te ha quedado <strong>caliente</strong>. Pues con esta <strong>Nevera por USB</strong> la cosa tiene solución, simplemente<strong> la conectas al ordenador</strong> y cuando tengas tu bebida la guardas en ella para que <strong>conserve su frescor</strong> y siempre esté a punto ya que enfría hasta los <strong>8,5 grados</strong>, ideales para mantener tu lata en buenas condiciones. Además, incorpora una <strong>luz interna</strong> que queda muy chula cuando abres la nevera a oscuras.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="nevera retro" src="http://www.yoquierounodeesos.com/store/assets/images/product/usbcoo/usbcoo_lg.jpg" alt="" width="320" height="274" /></p>
<p>Fuente: <a href="http://www.yoquierounodeesos.com/juguetitos-de-oficina/neverita-retro-por-usb/index.html" target="_blank">Yoquierounodeesos</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[História - Resumo - Guerra Fria]]></title>
<link>http://lrmestudos.wordpress.com/2009/09/17/historia-resumo-guerra-fria/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 21:29:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>LRM Produções</dc:creator>
<guid>http://lrmestudos.wordpress.com/2009/09/17/historia-resumo-guerra-fria/</guid>
<description><![CDATA[Depois de muito tempo, segue o resumo da Guerra Fria&#8230; Eu só não sei até aonde vai a matéria, p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Depois de muito tempo, segue o resumo da Guerra Fria&#8230; Eu só não sei até aonde vai a matéria, por isso, fiz até a página 160 (antes de Revolução Chinesa).</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.4shared.com/file/133442429/f402f78a/3P_-_Resumo_-_Guerra_Fria.html">Download: PDF</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.4shared.com/file/133442425/fdb4bba1/3P_-_Resumo_-_Guerra_Fria.html">Download: Word Novo</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.4shared.com/file/133442422/63d02e02/3P_-_Resumo_-_Guerra_Fria.html">Download: Word Antigo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entendendo sua esposa. SEXO... CARINHO... ATENÇÃO?]]></title>
<link>http://apdsji.wordpress.com/2009/09/15/entendendo-sua-esposa-sexo-carinho-atencao/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 01:53:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sara Kelly</dc:creator>
<guid>http://apdsji.wordpress.com/2009/09/15/entendendo-sua-esposa-sexo-carinho-atencao/</guid>
<description><![CDATA[“O que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do SENHOR.” &#8211; Prov. 18:22 “Maridos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[“O que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do SENHOR.” &#8211; Prov. 18:22 “Maridos]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Interprete]]></title>
<link>http://alanfecury.wordpress.com/2009/09/09/interprete/</link>
<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 19:26:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alan Fecury</dc:creator>
<guid>http://alanfecury.wordpress.com/2009/09/09/interprete/</guid>
<description><![CDATA[Palavras mentem por si só, falam de algo que nem sentem. E ainda tão preso a elas cabe a mim escolhe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Palavras mentem por si só, falam de algo que nem sentem. E ainda tão preso a elas cabe a mim escolher ser palavra ou aquilo ao qual as palavras se referem. É triste ou lágrimas são tudo aquilo que precicisava, sim, palavras-lágrimas escorrem pelas linhas a esmo preenchendo aquilo que já nenhum pensamento estruturado poderia conceber. É solitária ou a ausência é o limite máximo para a platéia dessa peça de mal gosto onde todos os meus desvios são exibidos e interpretados por minha consciência, nesse roteiro improvisado pelo egoísmo agora revelado contra mim me causa a extranhesa de quem não se reconhece ao espelho e logo o arrependimento, sim, palavras-solidão, lidam muito bem comigo mesmo, ao ponto de  me renderem, julgarem, e ao sinal de cumprida a pena do arrependimento me libertam.  É fria e sem tato ou a asperesa que me choca e inquieta é a medida perfeita para meu sinismo velado, que às escondidas me faz de mocinho enlatado, escolhe bandidos, pinta cenários, na tentativa de entreter meu ego; sim, palavras-gelo que congelam cada movimento meu, craquilhando minhas juntas, desmantelando minhas bombas sem uma  explosão sequer. É verdadeira ou mentirosa, é doce ou amarga, sorrateira ou transparente? Efim, são palavras, e eu as domino, quando não o contrário, mas sempre as digo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tus Rechazos Golpean Dos Veces]]></title>
<link>http://mrspeer.wordpress.com/2009/09/03/tus-rechazos-golpean-dos-veces/</link>
<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 03:34:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>srspeer</dc:creator>
<guid>http://mrspeer.wordpress.com/2009/09/03/tus-rechazos-golpean-dos-veces/</guid>
<description><![CDATA[♫ : Airbag Lo He Vuelto A Hacer, Me Hablo Delante Del Espejo Del Baño]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#bcd1d1;"><strong><span style="font-size:xx-small;">♫ :</span></strong><strong><span style="font-size:xx-small;"> Airbag</span></strong></span></p>
<p><span style="color:#3366ff;"><strong><span style="font-size:xx-small;"><a href="http://mrspeer.wordpress.com/files/2009/09/bath.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-466" title="bath" src="http://mrspeer.wordpress.com/files/2009/09/bath.jpg" alt="bath" width="497" height="331" /></a></span></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#bcd1d1;">Lo He Vuelto A Hacer, Me Hablo Delante Del Espejo Del Baño<br />
</span></p>
<p><span style="color:#3366ff;"><strong><span style="font-size:xx-small;"><br />
</span></strong></span></p>
<p><span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.goear.com%2Ffiles%2Fsst4%2F7b2688dcb794f51eb1c69df3edfcaba1.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por minha conta: Salada de feijão fradinho]]></title>
<link>http://comidaladob.wordpress.com/2009/08/28/por-minha-conta-salada-de-feijao-fradinho/</link>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 12:19:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bernardo Annechino</dc:creator>
<guid>http://comidaladob.wordpress.com/2009/08/28/por-minha-conta-salada-de-feijao-fradinho/</guid>
<description><![CDATA[Salada de feijão fradinho Reproduzi a receita do folclórico restaurante Esquimó   O restaurante Esqu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Salada de feijão fradinho Reproduzi a receita do folclórico restaurante Esquimó   O restaurante Esqu]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Act &amp; Art &amp; Actist]]></title>
<link>http://cosmoshyphenme.wordpress.com/2009/08/28/act-art-actist/</link>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 10:00:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>marlonlorenty</dc:creator>
<guid>http://cosmoshyphenme.wordpress.com/2009/08/28/act-art-actist/</guid>
<description><![CDATA[Estaba navegando por internet y encontré este articulo (http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=12335]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;" src="http://letsgetawesome.net/wp-content/uploads/2007/05/4443_popup.jpg" /> </p>
<p>Estaba navegando por internet y encontré este articulo (<a title="http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=12335&#38;num=913&#38;sec=36" href="http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=12335&#38;num=913&#38;sec=36">http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=12335&#38;num=913&#38;sec=36</a>). Entonces me pregunté si en nuestros días cuando la política es tan criticada y, aunque nos duela, olvidada por no creer en sus ideales ni sus &#34;promesas&#34;, el arte debería estar comprometido con ella, la política.</p>
<p>Como ya se sabe, el siglo pasado estuvo lleno de <strong>actistas (es decir, artistas activistas),</strong> entre ellos uno de mis cantantes favoritos, y creo que de mucha gente, <strong>John Lennon, </strong>entre muchos otros. Está claro que el activismo fue uno de los motores del arte del siglo XX, porque sin esa efervescencia política no hubieran existido muchos de los movimientos vanguardistas. Era como si cualquiera cosa fuera buena para ser criticada y puesta en evidencia exigiendo derechos; lo cual pienso que era bueno. A pesar de todo, y lamentándolo mucho, la primera mitad del siglo XX acabó con una guerra (la <strong>Segunda Guerra Mundial</strong>) y la segunda mitad dio lugar a la división bipartita del mundo (La <strong>Guerra Fría</strong>).</p>
<p>Lo que quiero decir con esto es que al fin y al cabo no importa lo que los artistas quieran como conjunto sino lo que los artistas quieran como individuos. Porque al fin y al cabo los artistas son muy pocos dentro de la población mundial. Es evidente que hay <strong>muchos artistas que pudieron mover montañas.</strong> Y no sólo en el pasado, hoy también hay muchos artistas, de todos los campos artísticos, que mueven olas gigantescas de gente. </p>
<p>Sin embargo, dentro de todo esto, insisto en que realmente no importa lo que los artistas quieran porque &#34;prácticamente&#34; sólo importa lo que mayoría quiera. Entonces debemos preguntarnos: ¿Es lícito que la mayoría decida por todos? En realidad no lo sé en estos momentos donde mis antiguos ideales políticos han sido destrozados totalmente. Pero creo que en la actualidad sólo la &#34;mayoría es la que manda&#34;. Ni si quiera sé por qué el mundo está dividido en las &#34;mayorías&#34; y en las &#34;minorías&#34; cuando, en esta ferviente lucha contra la discriminación, esta división es discriminación.</p>
<p>Retomando el tema principal del actista, considero plausible el gesto de los <strong>artistas/celebrities</strong>, aunque en ciertos ocasiones éste gesto se vuelva ciertamente manipulador, por la ceguera de algunos fans hacia sus idolatrados. Pero, siempre hay un &#34;pero&#34;, <strong>es sensato admitir que el siglo XXI no es el siglo XX y que entonces no había los <em>media</em> que hay en nuestro tiempo</strong>, por lo que digo &#34;no&#34; a que todos los artistas, en su puesto como artistas, deban tomar un &#34;camino&#34; político determinado; mas creo que en su papel en el mundo como &#34;animales políticos&#34; (si acaso ahora tiene algún sostén esta expresión) deben, si quieren, tomar posiciones en las huestes políticas. Porque al fin y al cabo, al menos superficialmente, la política es aquello que, repito superficialmente, mueve el mundo. </p>
<p>(<strong>Pero todos sabemos que aquello que mueve el mundo es el dinero, </strong>de ahí mi actual decepción política. Me vienen a la mente los <strong>motivos por los que Platón escribió la República</strong>: la muerte de Sócrates + la desesperanza de reeducar al tirano de Siracursa = <strong>decepción política</strong>)</p>
<p>Entonces va la pregunta: <strong>¿Es correcta o incorrecta o gris la postura del actista?</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Segunda outra vez...]]></title>
<link>http://kasadojoao.wordpress.com/2009/08/24/segunda-outra-vez/</link>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 13:26:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Neto</dc:creator>
<guid>http://kasadojoao.wordpress.com/2009/08/24/segunda-outra-vez/</guid>
<description><![CDATA[Dai-me forças senhor&#8230; &quot;... porque segunda é osso!&quot;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dai-me forças senhor&#8230;</p>
<div id="attachment_1974" class="wp-caption aligncenter" style="width: 435px"><a href="http://kasadojoao.wordpress.com/files/2009/08/sexta_cao.jpg"><img class="size-full wp-image-1974" title="sexta_cao" src="http://kasadojoao.wordpress.com/files/2009/08/sexta_cao.jpg" alt="&#34; Porque segunda é osso!&#34;" width="425" height="319" /></a><p class="wp-caption-text">&#34;... porque segunda é osso!&#34;</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[KIMI HAIKKONEN "ATROPELA" CRIANÇA]]></title>
<link>http://tvtrashblog.wordpress.com/2009/08/19/kimi-haikkonen-atropela-crianca/</link>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 23:18:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>tvtrashblog</dc:creator>
<guid>http://tvtrashblog.wordpress.com/2009/08/19/kimi-haikkonen-atropela-crianca/</guid>
<description><![CDATA[A &#8220;fama&#8221; do piloto Kimi Haikkonen vai além das pistas. Ele nem se importa  com a criança]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A &#8220;fama&#8221; do piloto Kimi Haikkonen vai além das pistas. Ele nem se importa  com a criança que é derrubada quando ele  assediado por uma fã. Ele faz jus ao apelido de &#8220;Homem de Gelo&#8221;&#8230; Ficar na frente dele pode ser uma tremenda fria !!!<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/vMBP1T_jw5w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/vMBP1T_jw5w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bala Fría, Historias que resuelven. Agosto 2009]]></title>
<link>http://historiasqueresuelven.wordpress.com/2009/08/18/bala-fria-historias-que-resuelven-agosto-2009/</link>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 00:39:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>historiasqueresuelven</dc:creator>
<guid>http://historiasqueresuelven.wordpress.com/2009/08/18/bala-fria-historias-que-resuelven-agosto-2009/</guid>
<description><![CDATA[Lo prometido debería ser deuda, especialmente para los políticos. Afortunadamente a Pablo Duarte no ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Lo prometido debería ser deuda, especialmente para los políticos. Afortunadamente a Pablo Duarte no le interesa la política y gracias a él, tenemos ahora la versión digital de nuestro primer número&#8230; Más después del brinco <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><!--more--></p>
<object id="18741882" name="18741882" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" align="middle" height="500" width="100%">
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<div style="font-size:10px;text-align:center;width:100%"><a href="http://www.scribd.com/doc/18741882">View this document on Scribd</a></div>
<div style="width:420px;text-align:left;">Esperamos todos que no esta no sea la última Bala Fría.</div>
<div style="width:420px;text-align:left;">Escríbenos, danos tus comentarios sobre la primera entrega de Bala Fría, el primer sabor, sabor mostaza, sabor a Caracas, sabor a&#8230; mejor me detengo acá.</div>
<div style="width:420px;text-align:left;">Que les aproveche!</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Falsas juras que me acalmam...]]></title>
<link>http://poemasepensamentos.wordpress.com/2009/08/02/falsas-juras-que-me-acalmam/</link>
<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 02:42:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mari</dc:creator>
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<description><![CDATA[Que falta faz-me seus dengos, suas carícias, O toque das suas mãos sobre minha pele, O sussurrar de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><img class="alignleft" title="Separados" src="http://2.bp.blogspot.com/_lkcDz12xUK8/SaqQnFLdkHI/AAAAAAAAAXk/sha_VkVcfOk/s320/amor+rompimento.JPG" alt="" width="300" height="298" /></p>
<p>Que falta faz-me seus dengos, suas carícias,<br />
O toque das suas mãos sobre minha pele,<br />
O sussurrar de suas palavras sobre meus ouvidos,<br />
Que falta faz-me todo o tempo que passamos juntos,<br />
Os momentos que não voltam,<br />
As palavras que não mais serão ditas&#8230;<br />
Lembra-se de como fomos felizes?</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Para ler o restante clique no link abaixo e conheçam nosso novo blog</strong></span></p>
<p><a href="http://www.poemasepensamentos.com.br/2009/08/02/falsas-juras-que-me-acalmam/">http://www.poemasepensamentos.com.br/2009/08/02/falsas-juras-que-me-acalmam/</a></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A ESTRELA]]></title>
<link>http://allannacarvalho.wordpress.com/2009/07/28/a-estrela/</link>
<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 23:25:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>allannacarvalho</dc:creator>
<guid>http://allannacarvalho.wordpress.com/2009/07/28/a-estrela/</guid>
<description><![CDATA[A ESTRELA Vi uma estrela tão alta, Vi uma estrela tão fria! Vi uma estrela luzindo Na minha vida vaz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#800000;"><strong>A ESTRELA</p>
<p>Vi uma estrela tão alta,<br />
Vi uma estrela tão fria!<br />
Vi uma estrela luzindo<br />
Na minha vida vazia.</p>
<p>Era uma estrela tão alta!<br />
Era uma estrela tão fria!<br />
Era uma estrela sozinha<br />
Luzindo no fim do dia.</p>
<p>Por que da sua distância<br />
Para a minha companhia<br />
Não baixava aquela estrela?<br />
Por que tão alta luzia?<br />
</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-69" title="estrelasytre" src="http://allannacarvalho.wordpress.com/files/2009/07/estrelasytre.gif" alt="estrelasytre" width="500" height="486" /><br />
E ouvi-a na sombra funda<br />
Responder que assim fazia<br />
Para dar uma esperança<br />
Mais triste ao fim do meu dia.</p>
<p></strong><em><strong>Manuel Bandeira</strong> </em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Já espero ]]></title>
<link>http://espartilho.wordpress.com/2009/07/22/ja-espero/</link>
<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 21:01:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Chris</dc:creator>
<guid>http://espartilho.wordpress.com/2009/07/22/ja-espero/</guid>
<description><![CDATA[Klaus Kraiger - Beatrice Certo livro de Jaspers despenca da estante fria, acerta o ventre do meu cor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1119" class="wp-caption aligncenter" style="width: 395px"><img class="size-full wp-image-1119" title="114568564_ZAfy20G3_Beatrice_090618_9446" src="http://espartilho.wordpress.com/files/2009/07/114568564_zafy20g3_beatrice_090618_9446.jpg" alt="Klaus Kraiger - Beatrice" width="385" height="503" /><p class="wp-caption-text">Klaus Kraiger - Beatrice</p></div>
<p>Certo livro de Jaspers despenca da estante fria, acerta o ventre do meu corpo ao chão morno&#8230; Há chamas em minhas mucosas; nos seios, fogo. Incendeiam-me as inspirações transcendentais Salvem, atirem as concepções do mundo à pia! Traga-me, bombeiro, o além do mito/ideologia; Apague toda dor, agonia e mea culpa depois&#8230; Atire água na morte, o avesso atalho da fantasia. Faça-me prenha com uma genital Philosophie, transparentemente. À luz: Karlquer um, nós Dois.</p>
<p>Helga Holtz</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[4. El neoliberalismo contrastado. ¿Cómo se llegó al neoliberalismo? Qué había antes de él. El keynesianismo.]]></title>
<link>http://chemazdamundi.wordpress.com/2009/07/06/4-el-neoliberalismo-contrastado-%c2%bfcomo-se-llego-al-neoliberalismo-que-habia-antes-de-el-el-keynesianismo/</link>
<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 22:54:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>chemazdamundi</dc:creator>
<guid>http://chemazdamundi.wordpress.com/2009/07/06/4-el-neoliberalismo-contrastado-%c2%bfcomo-se-llego-al-neoliberalismo-que-habia-antes-de-el-el-keynesianismo/</guid>
<description><![CDATA[Anterior artículo de la serie. . 4. ¿Cómo se llegó al neoliberalismo? . Bueno, vamos a recapitular u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://chemazdamundi.wordpress.com/2009/06/28/3-trasfondo-inmediato-del-neoliberalismo-actual/">Anterior artículo</a> de la serie.</p>
<p>.</p>
<h3><strong>4. ¿Cómo se llegó al neoliberalismo?</strong></h3>
<p>.</p>
<p>Bueno, vamos a recapitular un poco lo que hemos visto en los anteriores artículos sobre el trasfondo histórico de la Economía en el siglo XX antes de entrar en adobo con el neoliberalismo.</p>
<p>Quiero que os fijéis en una cosa&#8230; ¿os habéis dado cuenta de cómo las diferentes formas de manejar la Economía, y junto con ellas las diferentes ideologías, movimientos políticos y sociales, etc., han ido cambiando conforme al devenir histórico y las circunstancias de cada época?</p>
<p>Los historiadores llaman a esto <strong>“el movimiento pendular” de la Historia.</strong></p>
<p>Y se llama así porque los historiadores y analistas establecen un símil entre el cambio de ideologías y pensamientos con el movimiento de un péndulo, moviéndose de un extremo al otro. Veámoslo por nosotros mismos.</p>
<p>.</p>
<p>En la segunda mitad del siglo XIX tuvimos el <strong>liberalismo </strong>(llamado a veces “capitalismo salvaje”). No había control (o muuuuy poco) sobre la Economía&#8230; Las crisis económicas y pánicos bancarios eran bastante recurrentes (cada década, aproximadamente), aunque fuera una época de crecimiento desaforado (era de la Gran Revolución Industrial).</p>
<p><em>Tic&#8230;</em></p>
<p>A finales del siglo XIX y principios del XX, los imperios coloniales y las grandes potencias se “blindaron” (o eso pretendían) ante las crisis tomando las riendas de ese crecimiento desmadrado con un poco de control, bajo la forma de el <strong>mercantilismo</strong> (produzco y vendo todo lo que puedo al exterior, compro lo mínimo que pueda al exterior, utilizando a mis colonias como garante de que ALGUIEN me va a comprar por cojones).</p>
<p><em>Tac&#8230;</em></p>
<p>Estalla la Primera Guerra Mundial cuando chocan los intereses económicos, coloniales y nacionalistas-expansionistas de estos imperios, produciéndose una <strong>debacle económica durante la posguerra</strong>, que se intenta superar&#8230;</p>
<p><em>Tic&#8230;</em></p>
<p>Con la <strong>especulación</strong> y la <strong>superproducción</strong> sin freno de los “felices años veinte” o “locos años veinte”. Todo parecía ir estupendamente, hasta que&#8230; esa sobreproducción y esa especulación (bursátil, sobre todo), conducen al&#8230;</p>
<p><em>Tac&#8230;</em></p>
<p><em>Crash</em> de 1929, y la terrible y durísima Gran Depresión, que asoló a prácticamente todo el planeta. Para intentar acabar con ese desastre económico sin precedentes, los gobiernos de diferentes países adoptaron medidas de control draconianas, bajo la forma de un <strong>proteccionismo a ultranza</strong> (políticas de “mendigar” o “fastidiar” al vecino). Cada cual buscaba salvar su pellejo, y al país de al lado, pues que le dieran por el culo. Esas políticas descoordinadas a nivel internacional de dirigismo político de la Economía (planes de autosuficiencia, autarquía, sálveme yo y que se jodan los demás, no comprar NADA en el exterior, y exprimir como los limones a los vencidos en la Primera Guerra Mundial), solucionaron algunas cosas a corto plazo dentro de algunos países (<em>New Deal</em> americano), pero a largo plazo, provocaron que la Gran Depresión se prolongara y, con ello, las poblaciones e ideologías de algunas naciones se radicalizaron, dando lugar al ascenso del fascismo, el cual a su vez provocó&#8230;</p>
<p><em>Tic&#8230;</em></p>
<p>La Segunda Guerra Mundial. La devastación causada por esta guerra, fue TAN total, que se habla de un antes y un después de esta guerra en muuuchas cosas, provocando que las naciones se sentaran a negociar un nuevo orden internacional que pudiera sacar al mundo de las cenizas (ONU, descolonización, Banco Mundial, Agencia de la Energía Atómica, UNESCO, etc.). Una de esas “cosas” que cambiaron y que se negociaron para que cambiara, fue&#8230; la Economía.</p>
<p>Las naciones del mundo gestionaron un nuevo orden mundial basado en la arquitectura más o menos negociada (aunque dirigida por los EE.UU. de América y su moneda, el dólar), de los <strong>Acuerdos de Bretton Woods</strong>, y en la filosofía económica del <strong>keynesianismo</strong> intervencionista (hablaré más adelante de esta última filosofía).</p>
<p>Durante casi medio siglo, este sistema funcionó con una cierta estabilidad (fue el periodo más estable en Economía de la Historia), hasta que una serie de circunstancias (Guerra Fría, pérdida progresiva del liderazgo total de los EE.UU., gastos bélicos en la carrera armamentística, ascenso de nuevas potencias económicas, progresiva escasez de oro para respaldar los dólares americanos, el aumento de los precios del petróleo por la guerra del Yom Kippur y una serie de muy malas políticas económicas), conducen a principios de los 70 al colapso del sistema de Bretton Woods, y al&#8230;</p>
<p><em>Tac&#8230;</em></p>
<p>Ascenso de una nueva doctrina económica que es la contraposición del intervencionismo estatal que hasta entonces se había estado practicando desde la Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Surge el <strong>neoliberalismo</strong>.</p>
<p><em>Tic&#8230;</em></p>
<p>.</p>
<p>Como podéis ver y comparar, la inmensa mayoría de las veces, cada época se caracteriza por ser diferente o por tener planteamientos distintos de la anterior&#8230; y de la posterior, claro. Observad bien: primero libertad económica&#8230; luego intervencionismo, después se vuelve a relajar la mano para favorecer el crecimiento, cuando surge algún problema, se vuelve a apretar y a controlar (y si el problema es muy gordo, se controla y se aprieta MUCHO), cuando se nos va la mano, la volvemos a abrir, y así <em>ad nauseam</em>. <em>Tic, tac, tic, tac&#8230;</em></p>
<p>Con eso quiero que veáis que <strong>cada ideología, filosofía, doctrina, o incluso pensamiento economicista&#8230; son hijos de su época</strong>. Que nacen de una serie de circunstancias concretas, vaya, no del aire.</p>
<p>Todo (política, Economía, Arte, normas morales y de comportamiento, la forma de vestir, incluso&#8230;) está interrelacionado en mayor o menor medida, y una cosa explica a la otra, o “ilustra” a la otra, formando un conjunto que nos permite discernir de cuál época estamos hablando&#8230; y <strong>por qué</strong> esa época fue así.</p>
<p>De la misma forma que en la Edad Media observamos el estilo románico de iglesias pequeñas, relativamente parco y sencillo, una economía rural y autosuficiente, y un oscurantismo cultural y preponderancia de la Religión, en el Renacimiento (y en la Edad Media tardía) observamos un “renacer” del Arte imitando a los clásicos griegos, que Dios ya no es la medida de todas las cosas sino el Hombre, la Economía se centra en los núcleos urbanos cada vez más, y la cultura experimenta una gran difusión con la aparición de la imprenta.</p>
<p>Otros ejemplos. La filosofía marxista no nació de la nada. Karl Marx no se inventó el marxismo porque una mañana se levantara con el día tonto. Ese señor fue tejiendo su ideología conforme a lo que él veía en el entorno de su época. Su ideología es antirreligiosa (“la religión es el opio del pueblo”)&#8230; porque veía que la religión servía de “tapón”, freno, lastre, “adormecedor”, etc., de la conciencia de unas masas que necesitaban de tener conciencia de sí mismas para poder alzarse contra la inmensa pobreza y las salvajadas a las que les tenían sometidas las clases privilegiadas de la nobleza y la burguesía de su época. A Karl Marx no se le llenaba la boca de defender al trabajador y al proletariado por gusto, sino porque él veía cómo trabajaban las personas montones y montones de horas en las fábricas de la época de la Revolución Industrial, cómo los trataban a puntapiés, y cómo les pagaban una miseria y los tenían sumidos en la pobreza, etc., a pesar de ser la mayoría de la población, y de ser tan seres humanos como los que los sojuzgaban. Si las clases trabajadoras de algunos países (por ejemplo, Rusia) no hubieran sido tratadas así, seguro que el marxismo no habría triunfado&#8230; como pasó en Inglaterra, donde las sucesivas reformas de los laboristas y algunos conservadores, mejoraron las condiciones de las clases trabajadoras que no tuvieron que recurrir al marxismo (en líneas generales) ni a ninguna revolución para solucionar sus problemas.</p>
<p>Ni siquiera el nazismo nace de la nada. El análisis de una serie de factores y circunstancias (humillación de Alemania en la Primera Guerra Mundial, pobreza durante la Gran Depresión, pérdidas territoriales, extorsión de los países vencedores, la creencia extendida de que se había perdido la guerra por culpa de los elementos “antialemanes” internos, léase comunistas y judíos, políticos de la república Weimar que no daban la talla, etc.), condujeron a Adolf Hitler a diseñar primero, y a intentar tomar el poder después, con una filosofía que se ajustaba a las necesidades de su época. Seguro que sin la pobreza que causó la Gran Depresión, que creó millones de pobres y desesperados deseosos de escuchar soluciones a sus penurias fueran las que fueran, a Hitler le habría costado muchísimo más llegar al poder&#8230; si es que hubiera podido llegar.</p>
<p>.</p>
<p>Bien. Os cuento todo este “rollo” porque quiero que veáis y que os quede claro, que os metáis, si hace falta, en el pellejo de la gente de la época, que fueron los que expandieron el neoliberalismo y/o le dieron alas&#8230; para poder comprender CÓMO es que se adoptó, alentó, inició, o como lo queráis llamar&#8230; el neoliberalismo.</p>
<p>.</p>
<h3><strong>4.1. Qué era lo que había antes del neoliberalismo. El keynesianismo.</strong></h3>
<p>.</p>
<p>Vamos a retroceder y a estudiar qué era lo que se aplicaba en Economía ANTES de que apareciera el neoliberalismo.</p>
<p>Los más avispados de vosotros os habréis dado cuenta de que en el esquema que hice hace dos artículos sobre la evolución de las teorías económicas del siglo XX&#8230; yo no hablé de CUÁL teoría económica fue la que se aplicó tras la Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>No penséis que Bretton Woods es una teoría económica. Porque NO lo es. Fue un marco legal de acuerdo financiero internacional.</p>
<p>Después de la Segunda Guerra Mundial y la derrota de los fascismos, el mundo se divide, a grandes rasgos, en <strong>comunistas</strong> y <strong>capitalistas</strong>. Aquí vamos a hablar de los capitalistas.</p>
<p>El mundo occidental y capitalista adopta como forma política más extendida la <strong>democracia liberal</strong> (donde los mayores de edad votan universalmente a sus gobernantes)&#8230; y la teoría económica del <strong>keynesianismo</strong>.</p>
<p>.</p>
<p><strong>4.1.1. ¿Qué es el keynesianismo?</strong></p>
<p>Es la teoría económica diseñada y abanderada por el economista (entre otras cosas) británico <strong>John Maynard Keynes</strong> (1883-1946):</p>
<p><a href="http://www.liberalhistory.org.uk/item_single.php?item_id=31&#38;item=biography">http://www.liberalhistory.org.uk/item_single.php?item_id=31&#38;item=biography</a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Keynes">http://en.wikipedia.org/wiki/Keynes</a></p>
<p>¿Os acordáis de que ya he hablado de este señor cuando os estuve explicando el sistema de los Acuerdos de Bretton Woods?</p>
<p>Fue el representante británico en la conferencia, y el adalid de la política económica equilibrada de la propuesta europea frente a la americana.</p>
<p>Voy a intentar resumir MUCHO la vida, obra y milagros de este señor, que darían para centenares de artículos. Por cierto, su foto en blanco y negro aparece en la cabecera de mi diario. Con eso quiero reseñaros lo mucho que admiro a este hombre. Yo mismo me considero un neokeynesiano (ya hablaré más tarde de eso).</p>
<p>A veces sucede en la Historia, que surgen personas que cambian para siempre el mundo. Son personas decisivas, determinantes, de las cuales se dice que hay un antes y un después de ellas&#8230; A veces para mal, como en el caso de Hitler&#8230; y, a veces, para bien, como en el caso de Keynes.</p>
<p>Keynes fue un gigante de una talla inmensa, tanto como intelectual como ciudadano y como persona.</p>
<p>Keynes es a la Economía del siglo XX, lo que Adam Smith a la del siglo XVIII y Karl Marx a la del siglo XIX. Juntos conforman el “trío obligatorio” del estudio de la Economía contemporánea.</p>
<p>Su obra es inmensa, decisiva&#8230; y de una influencia TAL en la Economía, que todavía hoy, más de medio siglo después de su muerte, sigue influyendo en las políticas económicas de la mayor parte de las naciones.</p>
<p>La Economía (especialmente la Economía actual), no se entiende sin Keynes.</p>
<p>Para mí, en concreto, que soy estudioso de la Economía, Keynes es la figura más trascendental de la Historia de la Economía contemporánea, así de claro lo digo. Obviamente, hay quien no estará de acuerdo conmigo, y dirá que Marx fue más influyente, a lo que yo añadiré: “sí, en general, porque Marx no sólo influyó en Economía, sino también en Filosofía, Política y Sociología, pero YO aquí estoy hablando específicamente de Economía, y como economista, Keynes no tiene parangón. Punto.”</p>
<p>Algún día dedicaré uno o más artículos en exclusiva a sistematizar la obra y el pensamiento de Keynes, pero dado que aquí estoy hablando de los antecedentes del neoliberalismo, pasaré a describir muy sumariamente sus ideas, para que veáis qué era lo que había antes del neoliberalismo&#8230; y lo mal que nos ha ido desde que se abandonó el keynesianismo&#8230; para adoptar esa porquería.</p>
<p>.</p>
<p><strong>4.1.2. Vida y <em>curriculum</em> de Keynes.</strong></p>
<p>Como habréis visto por las fechas de nacimiento y muerte de Keynes (1883-1946), podemos observar que ese señor vivió TODAS las sucesivas etapas de la Economía desde finales del XIX hasta justo después de la Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Es decir, que todo ese “rollo” que os he contado en otros artículos de liberalismo, mercantilismo, especulación, <em>crash</em> de 1929, Gran Depresión, y la devastación de las dos guerras mundiales, más Bretton Woods fueron experimentadas y presenciadas por este señor en primera persona y en sus carnes.</p>
<p>Keynes, a diferencia de muchos otros economistas, no era sólo teórico, sino muy, muy práctico. Si algo hay que ver en la obra de Keynes, es que él sabía de lo que hablaba y lo que se hacía&#8230; porque lo había visto y sufrido TODO desde el principio y en vivo y en directo. No era (sólo) un ratón de biblioteca, sino un tipo que sabía hacer dinero (se hizo multimillonario él solo) y organizar economías de países e imperios enteros.</p>
<p>Es más, Keynes fue un actor DECISIVO en muchas de las tomas de decisiones en Economía de todo este periodo.</p>
<p>El <em>curriculum</em> de este hombre es sencillamente impresionante.</p>
<p>Liberal, agnóstico, bisexual, tremendamente optimista y luchador, centrista, más bien socialista, de clase media y familia MUY culta, estudió en buenas universidades, recibiendo la más altas calificaciones en Matemáticas. Su profesor de Matemáticas LE SUPLICÓ que se hiciera economista. Le hizo caso. Menos mal.</p>
<p>Participó en la administración colonial británica de la India, experimentando de primera mano las temibles acciones del imperialismo mercantilista. Le pareció un mal trabajo y se volvió a Inglaterra, donde participó en el esfuerzo de guerra durante la Primera Guerra Mundial buscando dinero para financiar al Banco central de Inglaterra.</p>
<p>Y joder que si lo consiguió. Esto es muy desconocido para el público español, pero Keynes hizo rico al banco central inglés con una maniobra propia de un auténtico genio&#8230; COMPRÓ PESETAS españolas. Sí, sí, sí&#8230; Keynes logró inmensas cantidades de beneficios con la idea de que si el Banco central de Inglaterra adquiría reservas de OTRAS monedas extranjeras y tenía la paciencia de esperar a que esas monedas se volvieran más solicitadas (por los comerciantes exportadores, por ejemplo), se podrían vender a muuuuucho mayor precio del que se adquirieron. Además, un banco central con reservas de otras monedas, se podría permitir el convertirse en intermediario o CAMBISTA de unas monedas por otras, cobrando comisión. Para cuando estalló la Primera Guerra Mundial, las monedas de países neutrales y tranquilos, como España, que vendía materias primas muy necesarias para la guerra, de pronto se volvieron MUY buscadas por los comerciantes. Las reservas de pesetas que con muchísimos esfuerzos (y con una gran visión de futuro) habían sido acumuladas por Keynes desde su puesto como funcionario en el banco central, se vendieron a precio de oro, redundando en una fuente de ingresos tremendas (y muy necesarias) para que el gobierno inglés pudiera usarlas en la guerra.</p>
<p>Ese éxito económico le valió el que el gobierno británico se lo llevara de representante a la Conferencia de Paz de Versalles, tras la Primera Guerra Mundial. Allí tuvieron lugar las conversaciones de paz en las que las potencias vencedoras (Gran Bretaña, EE.UU. y Francia) estipularon las condiciones que tendría que aceptar Alemania para la paz. Aquí, la faceta humana de Keynes y su visión de futuro quedaron plasmadas por el hecho de que fue uno de los pocos que suplicaron (literalmente) a los políticos de las potencias vencedoras que no fueran duros con Alemania. Deseosos de venganza, no le escucharon. Keynes llegó a pronosticar la Segunda Guerra Mundial, y sus críticas hacia la actitud revanchista de los vencedores ocupan una de las páginas más conmovedoras de la Historia de la Economía, al acusarles de matar de hambre y sufrimiento a generaciones de alemanes, sentando las bases de una futura confrontación. Keynes, en protesta por el tratamiento a los vencidos, dimitió de su puesto y se dedicó a la actividad privada. El cumplimiento de aquellas terribles predicciones sobre la guerra le valieron el inmenso respeto del público y el gobierno inglés, el cual más tarde lo nombraría director del Banco de Inglaterra.</p>
<p>Después de la guerra, Keynes se hizo rico durante los años veinte invirtiendo en diversas empresas y especulando, tal era su maestría en temas económicos. Pero a punto estuvo de perderlo todo en el <em>crash</em> de 1929. Su padre le ayudó a salir del apuro, y fue gracias a esa experiencia de primerísima mano, que pudo observar los horrores en vivo y en directo de la Gran Depresión, tanto como persona como economista. La Gran Depresión cambió a Keynes para siempre, y a partir de entonces se volvió un incansable luchador en favor del intervencionismo del Estado en asuntos de Economía para proteger a la población de los vaivenes del mercado y la especulación, que hasta entonces habían existido sin prácticamente control alguno&#8230; como lamentablemente había demostrado el <em>crash</em> de la bolsa neoyorquina.</p>
<p>Su obra más importante, <em>Teoría General del Empleo, el Interés y el Dinero</em>, fue escrita al calor de la <em>Gran Depresión</em>, en 1936. En ella, Keynes diseña una auténtica revolución económica, crea el concepto de Macroeconomía, y desarrolla lo que será su aportación clave: el gobierno de un país es el responsable de su Economía, no sólo el mercado o el sector privado. <strong>La Economía no se puede dejar sólo en manos del sector privado&#8230; el Estado puede y debe intervenir cuando haga falta.</strong> Como, por ejemplo, en tiempos de crisis.</p>
<p>Las teorías de Keynes influyeron en el desarrollo de las políticas de intervención estatales del <em>New Deal</em> de Roosevelt, que buscaban mitigar los efectos de la Gran Depresión.</p>
<p>Pero ahí no acabó la cosa. Cuando estalló la Segunda Guerra Mundial, el gobierno inglés volvió a pedirle que desarrollara políticas económicas certeras que ayudaran al esfuerzo de guerra y a la posterior recuperación. Keynes diseñó una política centrada en los trabajadores con dos finalidades: incentivar el que se prestara al gobierno (los préstamos serían devueltos tras la guerra), u obligando a ahorrar (no prestas pero no gastas, tampoco). Esas políticas castigaban con muy elevados impuestos directos al que no ahorrara o prestara al gobierno y cortaban de raíz la inflación (subidas de precios). Esa combinación préstamos al gobierno / financiación de la guerra / ahorro obligatorio obtuvieron excelentes resultados permitiendo que la población británica (especialmente las clases obreras) empezara la posguerra con dinero en el bolsillo y sin precios elevados, a diferencia de la Primera Guerra Mundial. Agradecido, el gobierno británico lo nombró miembro de la cámara de los lores&#8230; y representante para acudir a las conversaciones donde se discutiría el futuro orden económico tras la guerra: la Conferencia de Bretton Woods.</p>
<p>Allí se dejó el pellejo y la salud (el pobre murió en plenas negociaciones de préstamos que fueron durísimas, con los americanos, tras Bretton Woods, ya que le dieron varios ataques al corazón, pero mira que son hijos de puta los yanquis&#8230;) ayudando a negociar el orden económico de la posguerra y que los EE.UU. y su política liberal no se impusieran, proponiendo un sistema de control internacional de la política monetaria, y predicando las políticas de intervención del Estado de las que tan partidario era.</p>
<p>Las aportaciones de Keynes como filántropo son muy numerosas (salvó el teatro inglés, financió a numerosos artistas, adquirió numerosas obras de arte, formó bibliotecas, salvó a amigos judíos del nazismo, y se dedicó a varias causas caritativas), demasiadas para listarlas aquí (y no creo que sean relevantes), pero lo dejo caer para que veáis que ser economista no está reñido con tener buen corazón, humanidad y dos dedos de frente. Por cierto, que cuando murió, su fortuna se cifraba en el equivalente actual a once millones de libras (ese dato yo no lo sabía, me lo he encontrado en la wikipedia inglesa), fijaos si el genio de recuperó rápido de la Gran Depresión (invirtió en seguros, lo que más solicitaba la gente tras la Gran Depresión, qué vista de lince tenía)&#8230; y lo hizo sin necesidad de volver a especular nunca más.</p>
<p>Ésa es la persona que creó lo que había ANTES del neoliberalismo. Esto que os he contado sobre él nos servirá para comprender y comparar las personalidades de los fundadores del neoliberalismo, de los que hablaré más adelante. No es que Keynes no tuviera defectos (le pasaba lo que a mí, que llamaba “imbécil” al que lo era directamente a la cara, aunque empleara un inglés victoriano muy florido para ello), pero ya veréis cómo comparado con los neoliberales, era una excelente persona. Veamos ahora sus ideas en más detalle.</p>
<p>.</p>
<p><strong>4.1.3. Fundamentos y aportaciones básicas del keynesianismo.</strong></p>
<p>Como podéis ver, Keynes estuvo en todos los “fregaos” económicos de su época, en primera línea de fuego, como economista y como persona&#8230; y ahí es donde reside gran parte de su importancia.</p>
<p>De sus experiencias es de donde vienen sus aportaciones. Lo que dijo no lo dijo porque sí&#8230; sino porque lo había vivido y sufrido en persona.</p>
<p>Voy a resumir MUCHO para que no se me aburran los lectores (ay, <em>mamasita</em>, que los profesores de la facultad no lean este artículo, que me suspenden por resumir tanto), intentando centrarme en las POLÍTICAS económicas keynesianas, y no en los modelos matemáticos del ideario keynesiano, porque no quiero marear mucho a mis lectores (sé que a muchos de vosotros no os hacen ni puñetera gracia las matemáticas).</p>
<p>1)      Hasta Keynes, la doctrina económica básica, heredada del liberalismo del siglo XIX era: que el Estado no toque nada de la Economía, que se la carga, que de eso no entiende, y tiende a la corrupción, y que para tener crecimiento económico y prosperidad hay que dejar a la empresa y a los empresarios libres, que son ellos los que saben lo que se hacen y son los que crean la riqueza. Obviamente, después del <em>crash</em> de 1929, Keynes se caga en los muertos de ese planteamiento, y lo que viene a decir es que si el Estado tiene que intervenir, puede y debe hacerlo. Pero, a diferencia de las políticas de control nacionalista y de autarquía de la época, no hay que pasarse tampoco, porque si no, se acaba llegando a las economías dirigistas del fascismo y del comunismo. Como veis, Keynes <strong>es el representante del término medio entre intervencionismo</strong> (que el Estado intervenga o se meta en Economía)<strong> y liberalismo </strong>(no intervención del Estado en Economía) <strong>de Bretton Woods:</strong> ni tanto, ni tan calvo&#8230; No se puede dejar a los empresarios hacer y deshacer lo que les salga de los cojones, porque ELLOS también se pueden (y lo hacen, y mucho más a menudo que el Estado) cargar la Economía.</p>
<p>2)      <strong>Las decisiones del sector privado no son siempre eficientes,</strong> por lo que <strong>el Estado (el sector público), debe actuar cuando el sector privado falle, a través de políticas monetarias, fiscales y el control del banco central</strong> (independiente). Esas políticas estatales deben conducir a que el ciclo económico se vuelva a estabilizar.</p>
<p>3)      El papel del <strong>Estado</strong> (y, por ende, del gobierno de un país), es fundamental en establecer los mecanismos de control pertinentes para evitar que la Economía de ese país se vaya al carajo. Es decir, <strong>la autoridad última en materia económica</strong> debe estar en los representantes del pueblo. El gobierno debe velar por la buena marcha de la Economía porque es su deber. Si se deja sin control a los empresarios y especuladores, la <em>cosita</em> va a ir muy mal, por mucho que se empeñen en asegurarnos que ellos son la base de la creación de riqueza. Eso no es así porque el Estado también puede crear riqueza, bajo la forma de destinar recursos nacionales (generalmente dinerito) a promover el crecimiento e la Economía.</p>
<p>4)      Es decir, según Keynes, <strong>la solución a las depresiones y crisis es estimular la Economía</strong>, y eso se hace a través de <strong>dos medidas fundamentales</strong>: <strong>reducir los tipos de interés</strong> (para facilitar la concesión de préstamos con los que salir del “bache” y promover la inversión), <strong>y la inversión gubernamental</strong> a través del gasto en infraestructuras. Ésta última medida consiste en crear empleo por parte del gobierno, generalmente contratando gente para hacer obras o trabajos que <strong>a)</strong> sirvan al país para algo (carreteras, puentes, embalses, edificios, escuelas), y que <strong>b)</strong> requieran muuuuucha gente,  para eliminar el desempleo y que la gente así contratada “gaste”, yendo a los bares, comprando cosas&#8230; y haciendo que, con ese gasto, la Economía vueeeeelva a tirar para adelante. Esa “estimulación” comienza una cascada de eventos, cuyo incremento total final de la actividad económica sea un múltiplo de las inversiones originales, y eso significa en castellano “que cada euro gastado por el Estado se convierta después en muuuuchos más euros en la economía del país”. A eso se le llama el <strong>multiplicador keynesiano</strong> (el gasto de hoy es la inversión del mañana).</p>
<p>5)      Así pues, una de las armas principales que tiene un Estado a su alcance para salvar la Economía en tiempos de crisis es&#8230; <strong>el gasto público</strong> <strong>a través de una</strong> <strong>política fiscal y monetaria activas</strong> (que el Estado no se toque los cojones, que está para algo y para eso le pagamos). A través de las inversiones en cosas como obras públicas, generación de empleo estatal y proyectos de gran envergadura, el dinero del Estado se distribuye entre la población, al pagar sueldos y financiar empresas que hagan esos trabajos. Ese dinero hará que la gente gaste y que, con ello, la Economía vuelva a crecer o a desarrollarse. <strong>Si el Estado no tiene recursos en el momento debe endeudarse</strong> (generalmente con deuda pública), para que ese dinero obtenido en el presente produzca un aumento de la actividad económica en el futuro próximo, reduciendo el desempleo y eliminando la espiral de competencia a base de bajar más el precio que los demás (deflación), que es una competitividad muy mala que jode a las empresas y a la Economía totalmente. Ésta es una de las genialidades de Keynes: que el Estado se meta en un déficit para salvar la Economía del país gastando un dinero que no tiene, aunque se desajuste el presupuesto, que ya lo equilibraremos más tarde.</p>
<p><strong>6) </strong>¿Cómo se recuperará de esa deuda después? En el futuro, cuando la actividad económica se haya estabilizado e incrementado, el Estado dispondrá de muchas nuevas fuentes de ingresos que no tenía durante la crisis (generalmente bajo la forma de impuestos: si ahora las empresas y la gente tienen más dinero, se les puede cobrar impuestos, si son pobres, como durante una crisis, no se les puede exigir ni una mierda). Es decir, el papel fundamental del Estado en Economía es vigilar y estimular la Economía&#8230; <strong>“estar encima de ella”, no dirigiendo al estilo fascista, sino “encauzándola”.</strong> Los economistas liberales dicen que el mercado se autorregula solo, que el Estado no es necesario, y que las crisis se solucionan solas. Keynes les dice que dejen de fumar porros que no les están sentando bien, que después de la crisis del 29, es más que obvio que el Estado tiene que intervenir para salvar a las personas y controlar la cosa para que la especulación y/o los posibles “desvíos” o imprevistos (especialmente las guerras) no jodan a las personas. El equilibrio gasto-ahorro por parte del Estado quedaría así, <em>grosso modo</em>: durante los malos tiempos el Estado tiene que gastar más y cobrar menos impuestos (incentivar el gasto y la Economía), y durante los buenos tiempos, tiene que ahorrar y cobrar más impuestos (recuperar los gastos, obviamente).<strong></strong></p>
<p>7)      <strong>La finalidad de la Economía es acabar con la pobreza </strong>(¡¡¡ole tus británicos cojones, Keynes!!!)&#8230; y eso se hace <strong>combatiendo el desempleo</strong>. La pobreza crea más pobreza. Si todo el mundo tiene empleo y sueldo, todo el mundo gasta, y eso hace ir bien la Economía.</p>
<p>8)      <strong>Reducir los sueldos no sirve necesariamente para incentivar la Economía.</strong> Los economistas liberales dicen que, en tiempos de crisis, hay que reducir los sueldos de la gente y/o echarlos a la calle para “eliminar gastos”.  Keynes dice que ESO (el desempleo o el empobrecimiento y pérdida de valor adquisitivo de los trabajadores), provoca que la gente tenga menos medios para comprar, y que la Economía, al no haber quien compre, cae más y más en una espiral de empobrecimiento (cuanto menos compra la gente, tanto menos venden las empresas, y tantos más gastos han de reducir las empresas, despidiendo cada vez a más gente, etc.). <strong>Los parados no compran</strong>. Y, si la gente no compra, las empresas (y la Economía) salen perdiendo. Keynes dice que hay que alcanzar un punto de acuerdo en los sueldos: en tiempos de crisis, las empresas y el Estado tienen que pactar con los trabajadores (sindicatos) si es preciso congelar o reducir los sueldos temporalmente, pero NO echar a la gente por sistema: tienen que salir TODOS juntos de la crisis, haciendo esfuerzos TODOS.</p>
<p>9)      <strong>Ahorrar en exceso (acaparar dinero) es malísimo. </strong>Para Keynes, el ahorro de dinero sin perspectivas de ser utilizado para invertir más tarde, es decir, el acaparamiento del dinero (especialmente en manos de unos pocos avariciosos) es terrible, porque ese dinero se queda quieto en la caja fuerte, sin que sirva para reactivar la Economía, y no llega a la gente. Keynes dice que ESO hay que castigarlo (principalmente cargando con impuestos a esos avaros), para obligarles a que muevan ese dinero y circule por la Economía, aumentando su actividad&#8230; y creando empleo, claro.</p>
<p>10)  <strong>A la mierda el patrón oro.</strong> Keynes odiaba el patrón oro y la convertibilidad directa del dinero en oro. Fue uno de los primeros en ver que no habría oro (un elemento finito) en un futuro para respaldar una cosa que no paraba de producirse (billetes)&#8230; y que daba muchos problemas y causaba (y causaría) muchas crisis. Keynes quería una moneda mundial (la llamó el <em>bancor</em>), cuyo valor y credibilidad quedara prefijado de mutuo acuerdo entre todas las naciones, evitando la especulación monetaria y el tener que usar oro (o demasiado oro) de reserva, ya que sólo habría UNA moneda para que la usara todo el mundo, y eso estabilizaría los precios. Propuso eso en Bretton Woods, pero los americanos impidieron que esa propuesta llegara a realizarse&#8230; querían que SU dólar actuara como moneda de referencia mundial&#8230; y que éste fuera tan valioso como el oro. Así les fue y así acabamos todos como acabamos por culpa de los yanquis.</p>
<p>11)  <strong>La Economía internacional y las políticas monetarias interestatales deben estar pactadas y supervisadas por órganos neutrales.</strong> Keynes consideraba que los desmanes ultraproteccionistas de los años 30 agravaron la Gran Depresión y la hicieron más larga. Cuando vio que cada nación dirigía con puño de hierro su Economía, y que a las demás le dieran <em>por saco</em>, Keynes decidió acabar con ello: todos tenían que ponerse de acuerdo, y tan malo era intervenir en demasía (dirigismo, fascismo, comunismo) como no intervenir nada (liberalismo clásico, capitalismo salvaje). Keynes ayudó a fundar con esos principios el <strong>Banco Mundial</strong> (que diera préstamos a bajo interés a los países pobres para prosperar) y el <strong>Fondo Monetario Internacional</strong> (FMI) para regular las relaciones económicas a nivel mundial. Ambas instituciones nacieron con principios muy bondadosos, keynesianos e internacionalistas. De hecho, en la carta fundacional del FMI aparece que su función es acabar con la pobreza. ¿Por qué hoy en día esas instituciones no siguen las directrices que les marcó Keynes? Porque los neoliberales se apoderaron de ellas allá por finales de los 70 y principios de los 80, causando que muchas naciones se fueron al carajo por ello. Ya he dicho que le dedicaré un artículo en exclusiva al Banco Mundial y al FMI, ya&#8230; porque lo que hicieron con esas instituciones los neoliberales, NO TIENE PERDÓN.</p>
<p><strong>.</strong></p>
<p>Insisto en que todo lo que he escrito hasta ahora, no es más que un resumen muuuuy resumido (valga la redundancia) y esquematizado de todas las propuestas económicas (y políticas) de Keynes y el keynesianismo. No tengo sitio, ni tiempo, ni ganas para explayarme con todo lo que ese señor y sus discípulos económicos dejaron escrito y propusieron, que fue muchísimo.</p>
<p>Quiero dejar claro para todo el que venga y me lea, que mi intención al escribir esto es que veáis de forma clara qué era lo que había y se aplicaba <strong>antes del neoliberalismo</strong> para compararlo con éste.</p>
<p>Otra cosa: tened en cuenta que el keynesianismo es una filosofía económica muuuuy amplia, sujeta a muchas interpretaciones en algunos puntos y que ha llovido mucho desde que se planteó (recordad que el keynesianismo empezó después de la Segunda Guerra Mundial, hace un <em>ratito</em> ya de eso), hasta el punto de que ha sufrido una resistematización y adaptación a los nuevos tiempos bajo la forma del&#8230; <strong>neokeynesianismo</strong>.</p>
<p>Pero no nos vayamos por las ramas ni adelantemos acontecimientos.</p>
<p>.</p>
<p><strong>4.1.4. El keynesianismo es adoptado por el mundo capitalista. La “era dorada” del buen capitalismo.</strong></p>
<p>Recapitulando todavía más y centrándonos en una comparativa general con el neoliberalismo, el keynesianismo puede resumirse en:</p>
<p>-<strong>El Estado debe intervenir en la Economía</strong> (encauzarla), especialmente en tiempos de crisis, si hace falta, gastando dinero.</p>
<p>-Hay que alcanzar un <strong>equilibrio entre dirigismo y libertad económica</strong>.</p>
<p>-Hay que <strong>pactar las cosas</strong> y llegar a acuerdos entre todas las partes para efectuar ese control.</p>
<p>.</p>
<p>Así pues, podréis ver que <strong>el keynesianismo es una filosofía económica capitalista, democrática</strong> (piensa en el pueblo y en la <em>mayoría</em> de la gente, a diferencia del capitalismo salvaje),<strong> social</strong> (el Estado está para ayudar a la sociedad, no es “socialista” por ser “marxista”), <strong>pactista</strong> (busca pactos para ponerse de acuerdo en la mejor opción a seguir), <strong>activa</strong> (si hace falta, se interviene en Economía), <strong>internacionalista</strong> (la Economía hay que pactarla entre todos los países, la competitividad no es siempre buena), y pretende alcanzar <strong>un término medio entre dirigir o no dirigir el mercado</strong> (<em>en el término medio está la virtud</em>, que decía Aristóteles).</p>
<p>.</p>
<p>Así pues, tras la Segunda Guerra Mundial y hasta mediados de los 70, la Economía capitalista mundial quedó determinada por dos elementos:</p>
<p><strong>-Los Acuerdos de Bretton Woods.</strong></p>
<p><strong>-El keynesianismo.</strong></p>
<p>.</p>
<p>Voy a resumir mucho, porque me huelo que, al final, este artículo me va a quedar más largo que un día sin pan, como me suele pasar.</p>
<p>Terminada la terrible Segunda Guerra Mundial, el mundo (o parte de él) estaba empobrecido y convertido en cenizas. Las naciones se reunieron en Bretton Woods para tomar medidas conjuntas con las que reconstruir el mundo, tratar de evitar los desastres del liberalismo salvaje del siglo XIX, la especulación de los años 20, el intervencionismo egoísta durante la Gran Depresión&#8230; y poner orden tras la guerra.</p>
<p>Los Acuerdos de Bretton Woods definieron el orden monetario, las instituciones y toma de decisiones a nivel internacional&#8230; y, a la vez, la filosofía económica que se adoptó tras la guerra (para manejar el día a día de las naciones) fue el keynesianismo.</p>
<p>La mayoría de países capitalistas del mundo occidental, especialmente los del Primer Mundo, aplicaron las ideas promocionadas incansablemente por Keynes (que vieron habían sido muy provechosas para Inglaterra y que <strong>funcionaban</strong>) a sus políticas económicas, que produjeron una rápida y, sobre todo, sólida recuperación de sus economías durante los años siguientes a Bretton Woods.</p>
<p>Es la <strong>era dorada del buen capitalismo</strong> y del periodo de estabilidad económica más extenso y productivo de la Historia reciente (por no decir de LA Historia).</p>
<p>Países devastados por la guerra, como Alemania y Japón (“milagro alemán” y “milagro japonés”), se recuperan en apenas veinte años hasta convertirse de nuevo en potencias económicas. La industria se expande junto con un comercio internacional dirigido y protegido por el orden y concierto de Bretton Woods, sin la competencia feroz de las devaluaciones artificiales de las monedas. Países que anteriormente habían sido considerados en fase de desarrollo, como España, Portugal o Irlanda, alcanzan niveles de desarrollo sorprendentes nunca conseguidos antes.</p>
<p>La idea del Estado del Bienestar se implementa y difunde por decenas de países (llegando incluso a países tradicionalmente poco intervencionistas y socialistas como EE.UU.), los recursos de las naciones se destinan a sufragar la Sanidad y Educación públicas, las pensiones, las ayudas a los sectores desfavorecidos&#8230; Los Estados dirigen los servicios básicos, que en esta época son mayoritariamente públicos (correos, telecomunicaciones, energía, agua, transportes ferroviarios&#8230;). Los niveles de paro son especialmente bajos, y sindicatos y empresas pactan las subidas salariales y los sueldos de la mayoría de los convenios, con el Estado como mediador (antes se hacía a título sectorial o particular).</p>
<p>La <strong>estabilidad económica</strong> y el <strong>crecimiento progresivo y escalado</strong> son las características principales (y muy añoradas hoy en día) de la época.</p>
<p>No es que fuera una era perfecta y sin sobresaltos, pero sí que podemos ver que fue una época relativamente sólida y estable en lo económico. MUCHO más que las épocas anteriores&#8230; y que las épocas posteriores del neoliberalismo de los años 80, 90 y principios del siglo XXI.</p>
<p>Todo eso, con sus más y sus menos, duró unos treinta añitos.</p>
<p>.</p>
<p><strong>4.1.5. El fin de Bretton Woods y del keynesianismo. </strong></p>
<p>¿Qué produjo el que esta era de prosperidad y estabilidad generales terminara?</p>
<p>Varias cosas, no una sola. Vamos a bosquejarlas aquí, y ya las iremos expandiendo en un próximo artículo, que son casi las doce e Isabel quiere que me vaya a cenar.</p>
<p>.</p>
<p>1)      Como ya vimos en anteriores entradas, <strong>el sistema de Bretton Woods se vino abajo</strong> porque tenía fallos de base, la inmensa mayoría de ellos, señalados por Keynes ya en la misma conferencia. Como dijo James Bradford DeLong (uno de los asesores económicos principales de Clinton y de Obama), todo en lo que los EE.UU. no le hicieron caso a Keynes, acabó convirtiéndose en un error fatal. El principal error de Bretton Woods señalado por Keynes fue la estúpida decisión de adoptar el dólar como moneda de referencia, y de hacerlo intercambiable por el oro a una cantidad fija. Con el paso del tiempo, eso se fue haciendo cada vez más y más insostenible.</p>
<p>2)      <strong>La Guerra Fría. </strong>El conflicto a escala mundial contra el enemigo comunista obligaba a los países democráticos y/o capitalistas (especialmente EE.UU.) a efectuar tremendas inversiones en la escalada militar (<strong>gastos bélicos</strong>) para acojonar al enemigo y, en teoría, estar igual o más preparado que éste en caso de una confrontación (que se suponía iba a ser nuclear). Esos gastos desmesurados sin apenas repercusión social efectiva (no servía de mucho al pueblo el que se gastara TANTO en armas o se subvencionara a regímenes aliados anticomunistas corruptos, como las dictaduras latinoamericanas), sumado a la guerra psicológica de <strong>prestigio</strong>, que buscaba que no se vieran los errores cometidos ante el enemigo, llevaron a sucesivas administraciones (especialmente a la americana), a no tomar medidas ni correctas ni a tiempo para reformar los fallos que iban saliendo.</p>
<p>3)      <strong>La guerra de Vietnam</strong>, la última gran guerra en la que participaron los EE.UU. (antes del siglo XXI, claro), se había transformado en una auténtica debacle económica, política y militar. El prestigio de EE.UU. estaba por los suelos debido a su actitud imperialista en esta guerra, que perdieron miserablemente y todo el mundo pudo verlo por televisión y en la prensa. El movimiento pacifista (<em>hippy</em>) y las manifestaciones y <strong>revoluciones sociales de Mayo del 68</strong>, hicieron <strong>mucho</strong> daño al hasta entonces indiscutible liderazgo político y económico yanqui. Los pueblos del mundo se cuestionaban abierta y públicamente el por qué EE.UU. tenía que llevar la voz cantante en todo, y más de aquella manera tan atroz. Los EE.UU. acabaron la guerra de Vietnam derrotados, humillados y en una recesión económica sin precedentes (en gran parte, por los gastos militares de esa guerra, sumados a la escalada militar mundial contra la URSS).</p>
<p>4)      Como podéis ver, la inmensa mayoría de problemas que acabaron con Bretton Woods y la preponderancia del keynesianismo, vinieron de EE.UU. (y, en menor medida, de Gran Bretaña). El que para los EE.UU., el keynesianismo (que no habían adoptado ni bien ni completamente, como los europeos, fijaos en cómo cometieron el mismo error que con el sistema de bancos centrales) hubiera fallado, significaba que no le servía a nadie. Es como eso que se suele decir de “como yo ya he comido, los demás ya están hartos”. Los EE.UU., una vez pasado el <em>shock</em> de Nixon, iniciaron una <strong>campaña brutal de desprestigio del keynesianismo</strong> y de “las erróneas políticas intervencionistas del Estado en Economía”. Lo importante era no reconocer los errores, que los rusos se estaban riendo de ellos. La culpa no era de los yanquis mismos, no qué va, sino de la malíííísima y perveeeeersa filosofía keynesiana&#8230;</p>
<p>5)      <strong>Turbulencias políticas a nivel mundial.</strong> Los años 70 se vieron caracterizados por una escalada de conflictos bélicos y políticos que, sumados a la inestabilidad de la Guerra Fría y el miedo a una consiguiente guerra nuclear produjeron una sensación de inestabilidad y sobresaltos continuos en lo económico, y lo malo es que ya no se tenía a Bretton Woods para estabilizar la situación. Guerras de descolonización en el África portuguesa y en Zimbabwe, de independencia en Bangla Desh, étnicas en Ceilán, golpes de Estado en Ghana, Ecuador, Chile, República Centroafricana, masacres en Burundi (ese conflicto viene de largo) y Uganda, lucha contra el tiránico shah de Persia y Ferdinand Marcos en Filipinas, guerras de Cachemira, conflicto en Irlanda del norte, etc., etc., etc. Es la época del auge del terrorismo (Brigadas Rojas, IRA, ETA, Sendero Luminoso, FARC, Ejército Rojo, Septiembre Negro), y de los grandes atentados y secuestros de aviones. Las guerrillas comunistas asolan el planeta, especialmente los países del Tercer Mundo, mientras que numerosísimos grupos terroristas de toda índole (principalmente alentados y/o financiados por potencias comunistas), intentan conseguir sus objetivos a base de violencia. El mundo era un caos político y bélico de conflictos medianos y pequeños como no se veía desde la Segunda Guerra Mundial, y uno de estos conflictos bélicos, en concreto, se va a demostrar especialmente relevante y decisivo para terminar con la paz económica mundial&#8230;</p>
<p>6)      La Guerra del Yom Kippur y la <strong>crisis del petróleo</strong>. En 1973, una coalición de países árabes (Egipto, Siria e Irak) intenta derrotar y aniquilar de una vez por todas al Estado de Israel, el cual había derrotado y humillado a su vez en numerosos conflictos anteriores a los árabes, arrebatando su hogar a millones de palestinos, y lo ataca por sorpresa durante la festividad religiosa judía del Yom Kippur. Los israelíes, a pesar del ataque sorpresa, se defienden como gatos panza arriba y logran lo imposible: derrotar a todos sus enemigos y apoderarse de inmensas cantidades de territorio de éstos. Más tarde se alcanza la paz, pero los países productores de petróleo (OPEP), árabes en su mayoría entonces, en represalia por lo que percibían como el apoyo estadounidense a los israelíes, decretan una subida de precios del petróleo brutal. Al ser el petróleo la fuente de energía por antonomasia, esta subida de precios unilateral y repentina, causa una crisis económica mundial como no se recordaba desde la Gran Depresión: al subir el petróleo, suben los precios de todo lo demás, la inflación se dispara, la bolsa cae, el desempleo aumenta, se suceden las huelgas, manifestaciones laborales (los años 70 fueron la década de mayor actividad sindical en muchos países, especialmente Gran Bretaña), etc.</p>
<p>7)      La <strong>crisis del petróleo</strong> (acción combinada del fin de Bretton Woods, la acción de la OPEP y la guerra árabe-israelí del 73), tuvo unos efectos TAN duraderos que constituyó la puntilla que acabó de remachar el ataúd del keynesianismo (al menos, en EE.UU. y Gran Bretaña). Debido a la crisis, <strong>se produce un giro político hacia la derecha y el conservadurismo, </strong>especialmente en el mundo anglosajón. Surgen los gobiernos ultraconservadores de Ronald Reagan en EE.UU. y de Margaret Thatcher en Gran Bretaña, los cuales reniegan del keynesianismo, y abandonan sus políticas intervencionistas y sociales (hasta entonces alabadas e incuestionables), en favor de una nueva política económica que les sacara de la crisis económica y combatiera el amenazante comunismo.</p>
<p>Esa nueva filosofía económica fue&#8230; el <strong>neoliberalismo</strong>.</p>
<p>.</p>
<p>Continúa <a href="http://chemazdamundi.wordpress.com/2009/07/12/el-neoliberalismo-contrastado-ensayo-sobre-el-neoliberalismo-i/">aquí</a>.</p>
<p>.</p>
<p>Para más detalle, véase el <a href="http://chemazdamundi.wordpress.com/indice-del-blog-de-chemazdamundi/">índice</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[3. Trasfondo inmediato del neoliberalismo actual.]]></title>
<link>http://chemazdamundi.wordpress.com/2009/06/28/3-trasfondo-inmediato-del-neoliberalismo-actual/</link>
<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 18:53:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>chemazdamundi</dc:creator>
<guid>http://chemazdamundi.wordpress.com/2009/06/28/3-trasfondo-inmediato-del-neoliberalismo-actual/</guid>
<description><![CDATA[Anterior artículo de la serie. . 3. Trasfondo inmediato del neoliberalismo actual. Érase una vez que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://chemazdamundi.wordpress.com/2009/01/21/el-neoliberalismo-contrastado-definicion-y-caracteristicas/">Anterior artículo</a> de la serie.</p>
<p>.</p>
<p><strong>3. Trasfondo inmediato del neoliberalismo actual.</strong></p>
<p>Érase una vez que se eran… <strong>los años 80.</strong></p>
<p>Por aquella época, U2 empezaba a hacerse famoso, era el momento dorado del <em>pop</em> de Michael Jackson, el <em>Heavy Metal</em> empezaba a hacerse un hueco, en la televisión veíamos “Barrio Sésamo”, “la Bola de Cristal”, “el Coche Fantástico”, “el Equipo A”, “MacGyver” y se llevaban las hombreras, las “chupas” de cuero y las mujeres se peinaban… no sé cómo decirlo… de manera muy rara.</p>
<p>Algunos de vosotros han comentado con guasa “el mal que hicieron los 80 al mundo” cuando habéis visto las fotos que Natsufan puso al final de la última entrada sobre la 3ª parte de <em>Zeitgeist</em> (”No te preocupes por los hombres tras la cortina”), la de los alemanes echando abajo el Muro de Berlín en 1989.</p>
<p>Cuestiones de índole estética aparte… también fue <strong>el período final de la Guerra Fría</strong>.</p>
<p><a href="http://www.wilsoncenter.org/index.cfm?fuseaction=topics.home&#38;topic_id=1409">http://www.wilsoncenter.org/index.cfm?fuseaction=topics.home&#38;topic_id=1409</a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cold_War_%281979%E2%80%931985">http://en.wikipedia.org/wiki/Cold_War_(1979%E2%80%931985</a>)</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cold_War_%281985%E2%80%931991">http://en.wikipedia.org/wiki/Cold_War_(1985%E2%80%931991</a>)</p>
<p>Los más jóvenes que nos lean, no llegaron a vivir aquel momento, pero los que tenemos treinta añitos, sí.</p>
<p>Y fue un acojone TOTAL. No pasamos más miedo porque no pudimos. En serio, ustedes no saben lo que es acostarse por las noches sin saber si al día siguiente iba a haber un planeta o no en el que vivir.</p>
<p>Vamos a resumirlo todo lo más que se pueda sin marear al personal.</p>
<p><strong>El mundo estaba dividido en dos bloques enfrentados: Occidente, bajo el liderazgo de Estados Unidos, y el mundo comunista, dirigido por la Unión Soviética</strong> (China comunista aparte). Todo el que no estaba en uno de estos dos bloques o al servicio de estos dos bloques, pues casi que no contaba (triste, pero cierto).</p>
<p>Esos dos bloques de países se llevaban como el perro y el gato, ya que se disputaban el liderazgo y la supremacía mundial, y cuál modelo social, político y económico iba a triunfar y a imponerse a escala global:</p>
<p><strong>-El capitalismo y la democracia…</strong></p>
<p><strong>-…o el socialismo comunista.</strong></p>
<p>Este enfrentamiento global se produjo a TODOS los niveles: político (democracia contra socialismo), económico (capitalismo de libre empresa contra economía dirigida planificada), informativo (libertad de prensa contra censura), estético (cine de Hollywood contra cine propangadístico), en las Olimpiadas (a ver quién se llevaba más medallas), militar (guerras de Corea, Vietnam, Angola, Grecia, Nicaragua, El Salvador, intervención en Cuba, Granada, Indonesia, Congo, Etiopía, Mozambique…),</p>
<p>A este enfrentamiento a escala global, se le llamó… <strong>la Guerra Fría</strong> (término acuñado por Bernard Baruch, del cual ya hablamos en otro artículo):</p>
<p><a href="http://www.history.com/this-day-in-history.do?action=Article&#38;id=2639">http://www.history.com/this-day-in-history.do?action=Article&#38;id=2639</a></p>
<p>Porque nunca llegó a materializarse en un conflicto directo… “caliente”, a tortazo limpio. Aunque estuvimos cerca (la crisis de Cuba, por ejemplo).</p>
<p>Las dos superpotencias se enfrentaban en las alcantarillas (con su espionaje y sus maniobras políticas) y a través de otros países (como en Vietnam y Corea), pero sin darse de guantazos a cara descubierta… porque pelearse en vivo y en directo… podía suponer la destrucción del mundo.</p>
<p>Así, tal cual. La carrera de armamentos se había elevado de tal manera que los dos bandos estaban armados hasta los dientes de misiles intercontinentales con cabezas nucleares. Estos juguetitos eran (y son) capaces de <strong>cargarse el mundo.</strong></p>
<p>Los dos bandos lo sabían. Por eso ninguno se atrevía a apretar el botón. Se había instaurado el equilibrio del terror (el terror a que TODOS la palmáramos, claro). Dado que ningún bando iba a ganar de esa manera. Los dos sabían que apretara quien apretara el botón primero, TODOS íbamos a perder. Las armas se tenían para atemorizar al enemigo diciendo “¡Eh! ¡Ni te atrevas a utilizarlas que yo también las tengo!”</p>
<p>Os voy a adelantar el final de la película: <strong>el comunismo cayó</strong>, se derrumbó, se fue a la porra. Los pueblos de Europa del Este se alzaron en contra de la tiranía, mostrando al atónito mundo que el sistema comunista no sólo no funcionaba sino que era… emmm… ¿cómo decirlo lo más rápidamente posible?… la mierda más grande desde el fascismo.</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cold_war#End_of_the_Cold_War_.281985.E2.80.9391.29">http://en.wikipedia.org/wiki/Cold_war#End_of_the_Cold_War_.281985.E2.80.9391.29</a></p>
<p>Hoy día sólo quedan dos o tres reductos como recuerdo de aquellos tiempos: Cuba y Corea del Norte, principalmente (no, China no cuenta, China es ahora casi más capitalista que Inglaterra). Fijaos qué ejemplos han quedado.</p>
<p>Peeeero ANTES de que el comunismo cayera, eso de que no funcionaba NO SE SABÍA. O, mejor dicho, no se podía DEMOSTRAR que no funcionaba.</p>
<p>Bien, pues llegaron los años 80.</p>
<p>Y con ellos llegó… él…</p>
<p><strong>Ronald Reagan.</strong></p>
<p><a href="http://www.boston.com/news/nation/articles/2004/06/06/reagan_all_american_dies_at_93/">http://www.boston.com/news/nation/articles/2004/06/06/reagan_all_american_dies_at_93/</a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ronald_reagan">http://en.wikipedia.org/wiki/Ronald_reagan</a></p>
<p>Los más jóvenes no lo conoceréis, pero ese tipo todavía se aparece en las pesadillas de los de mi generación. Ese tipo personifica y personificará para siempre el arquetipo de yanqui imperialista anticomunista. Para que los más jóvenes os hagáis una idea, pondré un símil rápido y facilón: era como George W. Bush… pero un poco más inteligente y enérgico.</p>
<p>Fue un presidente republicano (MUY de derechas), religioso (no tanto como Bush <em>junior</em>, pero sí bastante), amante del <em>American Way of Life</em> y de todo lo relacionado con los <em>cow-boys</em> (fue actor en Hollywood de películas del género <em>western</em>), muy liberal en Economía, muy guerrillero y pendenciero (El Salvador, Nicaragua, Granada, aumentó el armamento nuclear <em>a cascoporro</em>, e incluso intentó llevarlo a las galaxias, etc., etc.), amigo de Margaret Thatcher (¡toma ya!), y sobre todo, el enemigo más feroz contra el comunismo a escala planetaria. Para él, la Unión Soviética era “el Imperio del Mal”… ¿Os suena de algo esa expresión? ¿No se parece algo a lo que dice George W. Bush cuando habla del “Eje del Mal”? Eso os lo pongo para que veáis cuán interrelacionadas están las cosas.</p>
<p>Vamos, que Reagan era “una joya” de hombre.</p>
<p>Ronald Reagan no es recordado con mucho cariño que digamos en el resto del mundo (porque fue un cabrón, y todos los hispanos nos cagamos en los muertos de su persona por todas las intervenciones y dictaduras que provocó en Hispanoamérica), pero en Estados Unidos le veneran como el vencedor del comunismo (por lo que le perdonan todos los “errores” que hubiera podido cometer durante su mandato).</p>
<p>Voy a especificar una cosita: es cierto que ese hombre ayudó a vencer el comunismo, pero… de ahí a decir que lo hizo él solo, va un abismo. El comunismo fue vencido por varias cosas a la vez: la lucha sin descanso del mundo occidental, las revoluciones populares en Europa del Este (desde la caída del Muro de Berlín), la resistencia de los intelectuales como Sajarov, la lucha polaca del papa Juan Pablo II y del sindicato Solidaridad, la perpetua crisis económica de los países de la esfera comunista, que veían cómo el mundo capitalista cada vez los iba dejando más y más atrás… y las reformas del último <em>premier</em> de la Unión Soviética: Mikhail Gorbachov, que aunque no lo pretendía, acabó socavando el comunismo y <strong>destruyendo la Unión Soviética.</strong></p>
<p><a href="http://www.bbc.co.uk/history/worldwars/coldwar/soviet_end_01.shtml">http://www.bbc.co.uk/history/worldwars/coldwar/soviet_end_01.shtml</a></p>
<p><a href="http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,972214,00.html">http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,972214,00.html</a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Soviet_union#Reforms_of_Gorbachev_and_collapse_of_the_Soviet_Union">http://en.wikipedia.org/wiki/Soviet_union#Reforms_of_Gorbachev_and_collapse_of_the_Soviet_Union</a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Collapse_of_the_Soviet_Union#Dissolution_of_the_USSR">http://en.wikipedia.org/wiki/Collapse_of_the_Soviet_Union#Dissolution_of_the_USSR</a></p>
<p>Como dicen en mi tierra, <em>entre todos la mataron y ella sola se murió</em>.</p>
<p>¿Dónde estábamos?</p>
<p>Ah, sí. Era la época de Ronald Reagan y de la Guerra Fría.</p>
<p>Ronald Reagan, y su “amante ideológica” en Europa, Margaret Thatcher (otra joya… de mujer, con deciros que la llamaban la “Dama de Hierro”), eran <strong>la antítesis del comunismo</strong>. Para ellos, que personificaban la derecha de la época, el comunismo era el Mal, y había que combatir contra él con todos los medios a su alcance… no importa cuáles fueran… y en todos los ámbitos. Reagan recurrió a golpes de Estado para frenar insurgencias comunistas (por ejemplo, en Guatemala), financió a guerrilleros anticomunistas (la “contra” nicaragüense, los paramilitares en Colombia), lanzó a sus espías de la CIA contra todo lo que oliera a “rojo”, promocionó a sus atletas para que ganaran más medallas que los comunistas en los Juegos Olímpicos, aumentó el armamento nuclear, sembró de bases militares americanas el mundo, etc., etc.</p>
<p><strong>Todo valía en la lucha contra el comunismo</strong>, que amenazaba con conquistar y destruír al “mundo libre occidental democrático y capitalista”, <strong>sin importar si los métodos utilizados eran sanos, buenos o legítimos.</strong></p>
<p>¿Por qué os cuento todo este “rollo”?</p>
<p><strong>Porque uno de los ámbitos en los que se desarrolló esta lucha ideológica planetaria, fue… la Economía.</strong></p>
<p>Mientras los espías se degollaban unos a otros en las alcantarillas, los científicos de uno y otro bando se dejaban las cejas intentando desarrollar el arma más “bestia”, los atletas se dejaban la salud en entrenamientos brutales, y los medios de comunicación y propaganda se decían de todo menos “bonitos”… los economistas también contribuían al esfuerzo de guerra.</p>
<p>Los <strong>comunistas</strong> hacían guerra psicológica con las cifras de producción de sus cereales y maquinaria industrial y alardeaban de que sus ciudadanos tenían cubiertas todas sus necesidades en educación, sanidad, pensiones, etc. (hoy sabemos que todo eso era mentira y propaganda, pero bueno, tengo que decir lo que ellos <em>decían</em> para asustar al contrario). El socialismo hacía hincapié en una economía dirigida con puño de hierro desde el Estado, por y para el Estado, totalmente regulada y sometida a las necesidades del Estado.</p>
<p><a href="http://www.old-yankee.com/writings/SovietEconomy.html">http://www.old-yankee.com/writings/SovietEconomy.html</a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Economy_of_the_Soviet_Union">http://en.wikipedia.org/wiki/Economy_of_the_Soviet_Union</a></p>
<p><a href="http://rrojasdatabank.info/agfrank/what_went_wrong.html">http://rrojasdatabank.info/agfrank/what_went_wrong.html</a></p>
<p>Los <strong>capitalistas</strong>, por aquel entonces, estaban saliendo de la crisis económica del 73 (la llamada “crisis del petróleo”):</p>
<p><a href="http://www.sais-jhu.edu/faculty/sandleris/Macro/Readings/R_Oil_and_the_Macroeconomy.pdf">http://www.sais-jhu.edu/faculty/sandleris/Macro/Readings/R_Oil_and_the_Macroeconomy.pdf</a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/1973_oil_crisis">http://en.wikipedia.org/wiki/1973_oil_crisis</a></p>
<p>Los países árabes, en solidaridad con los palestinos y con aquellos a los que Israel había derrotado en las últimas guerras (Egipto, Jordania, Siria y Líbano), decretaron una subida de los precios del petróleo BRUTAL. El mundo occidental capitalista sufrió una crisis sin precedentes debido al súbito aumento de su fuente de energía primaria, muy barata hasta entonces… La economía del mundo capitalista se tambaleó. Y los comunistas (si bien también resultaron afectados, no lo fueron tanto) se reían de las supuestas debilidades del “sistema capitalista”. Esa crisis económica venía a sumarse a la derrota estadounidense en la guerra de Vietnam, y a un sinfín de reveses menores en el mundo occidental, especialmente en Estados Unidos (aumento de la delincuencia, el paro, protestas estudiantiles, revolución cultural, crisis de valores, guerras de descolonización, el <em>apartheid</em> en Sudáfrica, terrorismo “rojo” como el de las Brigadas Rojas en Italia, etc.). Parecía como si todos los males se cernieran sobre Estados Unidos. La población de EE.UU., cansada de tanto problema, decidió darle la victoria en las elecciones de 1981 a un hombre que prometía soluciones enérgicas y acabar con tanto drama: Ronald Reagan ganó, sacando de la Casa Blanca al incompetente Carter (que no había podido solucionar la “Crisis de los Rehenes en la embajada de Irán”),</p>
<p><a href="http://www.historyguy.com/iran-us_hostage_crisis.html">http://www.historyguy.com/iran-us_hostage_crisis.html</a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Iran_hostage_crisis">http://en.wikipedia.org/wiki/Iran_hostage_crisis</a></p>
<p>…y se puso manos a la obra.</p>
<p>Joder que si se puso manos a la obra.</p>
<p>Ya hemos visto lo que hizo en otros ámbitos, pero aquí nos vamos a centrar en la <strong>Economía</strong>, donde se puso manos a la obra, recurriendo a una nueva teoría económica que era la antítesis total y absoluta del socialismo y del comunismo:</p>
<p>[Música siniestra y terrorífica, por favor.]</p>
<p><strong>El neoliberalismo.</strong></p>
<p><strong>.</strong></p>
<p>Continúa <a href="http://chemazdamundi.wordpress.com/2009/07/06/4-el-neoliberalismo-contrastado-%C2%BFcomo-se-llego-al-neoliberalismo-que-habia-antes-de-el-el-keynesianismo/">aquí</a>.</p>
<p>.</p>
<p>Para más detalle, véase el <a href="http://chemazdamundi.wordpress.com/indice-del-blog-de-chemazdamundi/">índice</a>.<strong><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ilustração do poema "Ilusão" de Amanda Lopes]]></title>
<link>http://celsofelipe.wordpress.com/2009/06/21/ilustracao-do-poema-ilusao-de-amanda-lopes/</link>
<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 00:10:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Celso Felipe Carvache</dc:creator>
<guid>http://celsofelipe.wordpress.com/2009/06/21/ilustracao-do-poema-ilusao-de-amanda-lopes/</guid>
<description><![CDATA[Ilusão &#8211; Poema de Amanda Lopes Mesa ardente Mesa vazia É multicores Mesa tão Fria Bem no centr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-598" title="Ilusão2_Blog" src="http://celsofelipe.wordpress.com/files/2009/06/ilusao2_blog.jpg" alt="Ilusão2_Blog" width="500" height="719" /></p>
<p style="text-align:center;">Ilusão &#8211; Poema de Amanda Lopes</p>
<p style="text-align:center;">Mesa ardente<br />
Mesa vazia<br />
É multicores<br />
Mesa tão Fria<br />
Bem no centro<br />
então &#8230;<br />
uma rosa branca<br />
Que absorverá.<br />
No centro da mesa<br />
há uma flor!<br />
Branca &#8230; vermelha<br />
São duas flores!<br />
Comparo a mesa<br />
com a vida ..<br />
Enxerqamos o que<br />
queremos ver.<br />
Olhamos para<br />
o que podemos crer<br />
Vontades de se refazer!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dags att fria?]]></title>
<link>http://dejtingkonsulten.wordpress.com/2009/06/15/dags-att-fria/</link>
<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 13:34:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>dejtingkonsulten</dc:creator>
<guid>http://dejtingkonsulten.wordpress.com/2009/06/15/dags-att-fria/</guid>
<description><![CDATA[Har du bestämt dig för att fria till din älskling men är lite blyg och vet inte riktigt hur? Här är ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Har du bestämt dig för att fria till din älskling men är lite blyg och vet inte riktigt hur? Här är fyra förslag på hur du kan gå tillväga.</p>
<p>-Lämna över ringen genom att ge henne en röd ros &#8211; med ringen gömd i knoppen. Så får hon sitt livs överraskning när blomman slår ut&#8230;</p>
<p>-Servera henne ett glas champagne med ringen på botten.</p>
<p>-Ge henne några ballonger och be henne poppa alla eftersom en innehåller en överraskning (ringen).</p>
<p>-Buda blommor till henne som kommer när ni båda är hemma.<br />
På det medföljande kortet frågar du något lämpligt. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Marie Hagberg, dejtingcoach</p>
<p>Citera gärna men ange källan: http://dejtingkonsulten.wordpress.com</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Boms party]]></title>
<link>http://littlegila.wordpress.com/2009/09/27/boms-party/</link>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 11:34:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>littlegila</dc:creator>
<guid>http://littlegila.wordpress.com/2009/09/27/boms-party/</guid>
<description><![CDATA[Först mötte jag Markus på stationen, han var uppklädd och det verkligen strålade om honom hur glad h]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Först mötte jag Markus på stationen, han var uppklädd och det verkligen strålade om honom hur glad han var. Jag var också uppklädd så vi komplimerade varandra och tog en taxi hem till Bom. Där var det matlagning, musik och lite folk som väntade. Bom var också uppklädd och fin! Jag hälsade på hennes thailändska vänner i köket och pratade lite med dem. (Gud så trevliga!!) Sen satte jag mig i vardagsrummet bredvid Markus med ett glas vin. Det var lite segt i början, tjejerna i köket och killarna i vardagsrummet och folk försökte småprata lite med varandra. Jag höll mig till Markus eftersom jag är så sämst på att kallprata med främlingar. Tiden gick och det strömmade in folk typ hela tiden, mat och tilltugg dukades ut i köket, vardagsrummet och ut på balkongen. Efter två glasvin (som jag redan kände av) började jag mjukna till lite och pratade med en av Boms tjejkompisar, hon pratade inte så bra svenska så det blev en del engelska också. Hon gjorde en skit god drink till mig som jag sen fick två gånger till under kvällen. Ännu mer folk kom och musiken spelade för fullt, vi sjöng kareoke och hade kul. Sen blev det tequila race med salt och citron. Jag svepte ner det och grimaserade skrattandes. Sen blev det säkert tre drinkar till som Markus gjorde åt mig. Det blev ett riktigt röj i lägenheten senare.  Folk dansade omkring på möbler och på golv, vi dunkade musik och hoppade omkring. En snubbe spillde ut sitt glas på golvet och in kom en shemale i rummet helt plötsligt och dansade omkring. Jag hade så kul! Festen var ju för att Boms sambo Tommy fyllde 30 år så in kom en tårta sen och alla sjöng (har jag för mig?) sen läste Tommy upp ett tal som Bom hade skrivit där hon friade till honom! (Jag dog inombords av denna romantik) sen kramades dem och tårtan åkte i golvet!! haha</p>
<p>Senare på natten typ vid ett, fick alla för sig att gå ut på krogen. Jag pallade inte följa med utan stannade kvar med dem som inte ville med. Minns inte vad jag gjorde men sen satt jag i en bil med två killar från Stockholm som körde hem mig. Det var typ tjugo frågor som jag fick svara på, va heter jag, hur gammal är jag, vad gör jag ect.. jag har för mig att vi pratade om min framtid som författare.. har ingen aning om vad jag pladdrar om när jag är packad hahaha mycket snack är det om ingenting iallafall.. haha</p>
<p>Vilken toppen kväll!! Thailändare vet verkligen hur man festar! Tack Bom för att jag fick komma på festen! Vill göra mer roligt med er! =D</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-390    aligncenter" title="DSC04754" src="http://littlegila.wordpress.com/files/2009/10/dsc04754.jpg" alt="DSC04754" width="450" height="253" /></p>
<p style="text-align:center;"><em>Markus, Pattama och jag</em> &#60;3</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
