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	<title>funebre &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/funebre/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "funebre"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 05:19:18 +0000</pubDate>

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<item>
<title><![CDATA[Uma música para o último adeus]]></title>
<link>http://mayaraujo.wordpress.com/2009/11/25/uma-musica-para-o-ultimo-adeus/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 19:47:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mayara Carol Araujo</dc:creator>
<guid>http://mayaraujo.wordpress.com/2009/11/25/uma-musica-para-o-ultimo-adeus/</guid>
<description><![CDATA[Todo mundo tem aquelas músicas que gostaria de ouvir em seu enterro, ainda que, pela lógica, nós não]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Todo mundo tem aquelas músicas que gostaria de ouvir em seu enterro, ainda que, pela lógica, nós não estejamos lá para ouvir. De qualquer modo, é sempre bom deixar umas coisas registradas antes de partir, como se é ou não doador de órgãos (Por sinal, SOU DOADORA!), para quem deixará suas coisas e como quer que ocorram os cerimoniais da despedida.</p>
<p style="text-align:justify;">O assunto é um tanto funebre, mas necessário. Eu penso nisso. Penso sempre, se querem saber. Já escrevi testamentos algumas vezes até, nada sério, nada publicável. Mas penso quem serei eu quando for embora, como as pessoas lembrarão de mim, por que feitos, que frases, músicas, sabores&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Eu lembraria de mim se visse bons desenhos, pintores como <em>Frida Kahlo</em> e <em>Goya</em>; se ouvisse <em>Kings of Leon</em> e comesse comida chinesa. Lembraria de mim se assistisse <em>Peixe Grande e outras Histórias</em>, do Burton, por que o enterro do velho protagonista é exatamente como eu espero que seja o meu: todas as pessoas com quem ele contracena no filme, todos os amigos que fez ao longo da trajetória, vão ao bosque assistir sua partida. <!--more--> Eu queria que todos estivessem lá e queria que esta música (aí embaixo) tocasse. Ouvi ao acaso, esses dias de madrugada, como trilha sonora de um seriado, e vi que nunca tinha prestado atenção à letra, ela resumiria bem umas palavras finais de defunto.</p>
<p style="text-align:justify;">A música é Dream On, do Aerosmith</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/qzTZ76vhnKk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/qzTZ76vhnKk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<table id="tbl_traducoes" style="text-align:justify;">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>
<h3>Dream On</h3>
</td>
<td>
<h3>Sonhe</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>Every time that I look in the mirror</td>
<td>Toda vez que me olho espelho</td>
</tr>
<tr>
<td>All these lines in my face gettin&#8217; clearer</td>
<td>Todas estas linhas no meu rosto aparecendo.</td>
</tr>
<tr>
<td>The past is gone</td>
<td>O passado se foi,</td>
</tr>
<tr>
<td>It went by like dusk to dawn</td>
<td>Passou como o crepúsculo à aurora.</td>
</tr>
<tr>
<td>Isn&#8217;t that the way?</td>
<td>Não é assim?</td>
</tr>
<tr>
<td>Everybody&#8217;s got their dues in life to pay</td>
<td>Todo mundo tem que pagar suas dívidas na vida.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>I know, nobody knows</td>
<td>Eu sei que ninguém sabe</td>
</tr>
<tr>
<td>Where it comes and where it goes</td>
<td>De onde vem e para onde vai.</td>
</tr>
<tr>
<td>I know it&#8217;s everybody&#8217;s sin</td>
<td>Eu sei que é o pecado de todo mundo</td>
</tr>
<tr>
<td>You got to lose to know how to win</td>
<td>É preciso perder para saber vencer.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>Half my life&#8217;s in books&#8217; written pages</td>
<td>Metade da minha vida está escrita em páginas de livros.</td>
</tr>
<tr>
<td>Lived and learned from fools and from sages</td>
<td>Vivi e aprendi dos tolos e dos sábios.</td>
</tr>
<tr>
<td>You know it&#8217;s true</td>
<td>Você sabe que é verdade,</td>
</tr>
<tr>
<td>All the things</td>
<td>Todas as coisas que você faz</td>
</tr>
<tr>
<td>Come back to you</td>
<td>Voltam para você.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>(2x)</td>
<td>(2x)</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing with me</td>
<td>Cante comigo</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing for the year</td>
<td>Cante pelos anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing for the laughter n&#8217; sing for the tear</td>
<td>Cante pelo riso e cante pelas lágrimas,</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing with me</td>
<td>Cante comigo</td>
</tr>
<tr>
<td>If it&#8217;s just for today</td>
<td>Se for apenas por hoje,</td>
</tr>
<tr>
<td>Maybe tomorrow the good lord will take you away</td>
<td>Talvez amanhã o bom senhor o levará.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>(3x)</td>
<td>(3x)</td>
</tr>
<tr>
<td>Dream on</td>
<td>Sonhe</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>Dream until your dream comes true</td>
<td>Sonhe até que seu sonho se realize.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>(3x)</td>
<td>(3x)</td>
</tr>
<tr>
<td>Dream on</td>
<td>Sonhe</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>And dream until your dream comes true</td>
<td>E sonhe até que seu sonho se realize.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>(7x)</td>
<td>(7x)</td>
</tr>
<tr>
<td>Dream on</td>
<td>Sonhe</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>(2x)</td>
<td>(2x)</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing with me</td>
<td>Cante comigo</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing for the year</td>
<td>Cante pelos anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing for the laughter n&#8217; sing for the tear</td>
<td>Cante pelo riso e cante pelas lágrimas,</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing with me</td>
<td>Cante comigo</td>
</tr>
<tr>
<td>If it&#8217;s just for today</td>
<td>Se for apenas por hoje</td>
</tr>
<tr>
<td>Maybe tomorrow the good lord will take you away</td>
<td>Talvez amanhã o bom senhor o levará.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Deus fez o homem a sua imagem e semelhança]]></title>
<link>http://fantasticocenario.wordpress.com/2009/11/25/deus-fez-o-homem-a-sua-imagem-e-semelhanca/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:19:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael</dc:creator>
<guid>http://fantasticocenario.wordpress.com/2009/11/25/deus-fez-o-homem-a-sua-imagem-e-semelhanca/</guid>
<description><![CDATA[Por Rafael Por que Deus fez o homem a sua imagem e semelhança? Para análise dessa questão é necessár]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;">Por <a href="http://fantasticocenario.wordpress.com/author/rdmbandeira/">Rafael</a></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-610" title="Michelangelo_CriacaoAdao" src="http://fantasticocenario.wordpress.com/files/2009/11/michelangelo_criacaoadao.jpg" alt="" width="460" height="237" /><!--more-->Por que Deus fez o homem a sua imagem e semelhança?</p>
<p style="text-align:justify;">Para análise dessa questão é necessário pesquisar as origens do pensamento pré-Igreja Católica, a idéia de vida e morte e o culto a ambos. A igreja Católica originou-se, segundo ela, em aproximadamente 30 d.C., quando Jesus Cristo morreu. Porém, nos seus primeiros 280 anos, o Cristianismo foi banido pelo Império Romano, e os cristãos foram terrivelmente perseguidos. O Imperador Romano Constantino imaginou o Cristianismo como uma religião que poderia unir o Império Romano, que naquela altura começava a se fragmentar e a se dividir. Constantino se converteu e legalizou o Cristianismo pelo Edito de Milão, em 313 d.C e,  em 325 d.C., conclamou o Concílio de Nicéia, em uma tentativa de padronizar e unificar a religião.</p>
<p style="text-align:justify;">É necessário, então foco na cultura romana, mais genericamente Européia, ou ainda mais remotamente, nos povos <a href="http://arqueofuturista.wordpress.com/2006/10/12/os-indo-europeus/" target="_blank">indo-europeus</a>. As gerações mais antigas, bem antes dos filósofos, já encaravam a morte não como uma aniquilação do ser, mas como simples mudança de vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Tais crenças podem ser vistas nos ritos fúnebres, que foram registradas por inúmeros escritores. Virgílio descrevia com precisão tais ritos e em Ovídio e em Plínio, o Moço, ele relatava o sepulcro da alma junto ao corpo.</p>
<p style="text-align:justify;">Os povos oriundos dos indo-europeus (que incluem grande parte da Europa, Oriente Medo e Índia) acreditavam que sem um ritual fúnebre, a alma do falecido vagaria eternamente de forma errante pela terra, por isso tinha o costume de, ao término da cerimônia fúnebre, repetir 3 vezes o nome do falecido, seguido da expressão “passe bem” e, ao final, “que a terra te seja leve”, conforme pode ser lido nos textos da Ilíada (sit tibi terra levis). No epitáfio escrevia-se que ali o defunto repousava, tradição esse que sobrevive até os dias atuais, onde, mesmo acreditando-se que a alma sobe ao céu, escreve-se que ali o morto repousa, de forma totalmente sem sentido.</p>
<p style="text-align:justify;">No túmulo ainda colocavam objetos pessoais do falecido, bem como comida, bebida, armas, vestes, jarros&#8230; Da crença primitiva originou a necessidade do sepultamento para que a alma se fixasse à moradia subterrânea dessa segunda vida, fornecendo subsídios para seus sustento, cobrindo de terra para que a alma não vagasse errante. Em Plauto, Mostelaria, há uma descrição de um enterro sem o devido rito, em que a alma vaga, penada. Não li Plauto, mas recomendo a leitura de <a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&#38;co_obra=6776" target="_blank">Antígona </a> para que se perceba a importância do rito.</p>
<p style="text-align:justify;">Aquele que vivia debaixo da terra não estava totalmente liberto das condições humanas, necessitando alimento. Por isso, em alguns dias do ano, adornava-se o túmulo com grandes grinaldas de flores, junto com doces, frutas, sal, leite e vinho. Tais ritos são preservados em muitas culturas e religiões. No Nordeste brasileiro utiliza-se a expressão “beber o morto” durante o velório, oferecendo bebida aos convidados e ao próprio defunto. Na umbanda, oferece-se bebida e comida aos mortos, chamadas oferendas, para que graças sejam alcançadas. Cristãos derramar um pouco de sua bebida “para o santo” antes de beber.</p>
<p style="text-align:justify;">Mais tarde, entre os gregos, criou-se o hábito de construir, diante de cada túmulo, um lugar destinado à imolação e ao cozimento da carne, de modo que ao morto que coisa nenhuma lhe fosse oferecida, estaria condenado à fome perpétua. Por isso os ritos eram necessários e sagrados, tendo-se os mortos como entes sagrados. Os gregos chamavam os mortos de deuses manes (Dis Manibus) e seus túmulos, o templo dessas divindades.</p>
<p style="text-align:justify;">Descendente dos mesmos indo-europeus, os indianos tinham o mesmo culto grego. Deviam oferecer aos manes a refeição chamada sraddha. O Código de Manu dizia que “quando o sraddha é oferecido segundo os ritos, os antepassados daquele que oferece o banquete experimentam uma satisfação inelutável”.</p>
<p style="text-align:justify;">Os gregos chamavam as almas humanas divinizadas pela morte de demônios (dáimon) ou heróis (héros) e os latinos de lares, larvas, manes ou gênios. Se acontecesse de um morto não receber as oferendas, se tornaria ser malfazejo. Com o maior controle do Estado sobre a população e a criação das primeiras leis (Código de Hamurabi e Código de Manu), surgiram punições que, muitas vezes, iam além do corpo do infrator, punindo algo mais sagrado que sua própria liberdade, integridade ou vida. Punições que privavam uma família da celebração dos ritos fúnebres eram penas maiores que as que privavam o infrator de garantias naturais.</p>
<p style="text-align:justify;">Passou-se a fazer desse culto algo mais interno, mais pessoal, trazendo para dentro de casa, ao invés de um “cemitério” comum a todos. O ato fúnebre não mais era praticado publicamente, a fim de que as leis não interferissem nas relações dos vivos com os mortos. Os gregos mantinham um altar sagrado dentro de casa, longe dos olhares dos curiosos, mas num local onde todos os familiares pudessem ver e, no altar, o fogo sagrado. Na Índia, a religião Brama exigia que o brâmane mantivesse em seu lar, aceso dia e noite, o fogo dos mortos e, tal como para os gregos, era necessário oferecer bebida e comida a esse altar. Eles tinham seus mortos como verdadeiros deuses, oravam por eles e pediam-lhes dádivas, ofertando saciação de suas necessidades. Imaginavam os deuses como seres sôfregos, não só de honras e respeito, mas também de bebida e alimento. O homem, para evitar-lhe a cólera, julga-se, assim, obrigado a saciar-lhes a fome e a mitigar-lhes a sede.</p>
<p style="text-align:justify;">A primeira invocação, em todos os sacrifícios passou a se dirigir ao fogo e seu altar. O velho culto do “lar” submeteu-se à inteligência comum. O altar do fogo virou símbolo religioso e recebeu o nome de héstia ou vesta (em latim ou grego). Vesta foi personificada e deu origem à deusa grega, representada na imagem feminina, pela palavra usada para designar o altar ser do gênero feminino, provavelmente. Vesta, nada mais é do que “chama viva”, em grego, e surge como a deusa virgem, imaculada pela também imaculada imagem do fogo do “lar”, diferente do fogo natural, impuro e profano.</p>
<p style="text-align:justify;">Natural que o homem passasse a reverenciar o que lhe fosse sagrado com uma personificação humana. O panteão grego, bem como o de muitos povos nórdicos, era composto de seres semelhantes ao homem, muitos até com virtudes e defeitos, tais como seres humanos comuns. Quando a religião Católica Romana foi “legalizada” e intencionalmente institucionalizada para unificação do Império Romano, acabou por absorver diversos conceitos das religiões e crenças então existentes.</p>
<p style="text-align:justify;">A inspiração para a imagem de Deus, deus da religião Católica, provavelmente tenha vindo de Zeus, que, por conseguinte, veio de crenças mais antigas, inspiradas nos Manes e Lares, que nada mais eram que homens comuns que haviam falecido. Daí a ligação entre a imagem de Deus e do homem. Por isso, quem escreveu a Bíblia diz que Deus fez o homem sua semelhança.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Le chant du grillon (Jôsô)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/05/le-chant-du-grillon-joso/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 20:20:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/05/le-chant-du-grillon-joso/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Veillée funèbre dans les instants de silence le chant du grillon (Jôsô) Illustration]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><a rel="attachment wp-att-7583" href="http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/05/le-chant-du-grillon-joso/23443696img-5491-jpg/"><img class="aligncenter size-full wp-image-7583" title="23443696img-5491-jpg" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/11/23443696img-5491-jpg.jpg" alt="23443696img-5491-jpg" width="626" height="469" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>Veillée funèbre<br />
dans les instants de silence<br />
le chant du grillon</p>
<p>(Jôsô)</p>
<p><a href="http://www.chinedesenfants.org/rubrique,le-grillon,1055239.html">Illustration</a></p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Week-end des morts (Henri-Frédéric Blanc)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/09/20/week-end-des-morts-henri-frederic-blanc/</link>
<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 04:58:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/09/20/week-end-des-morts-henri-frederic-blanc/</guid>
<description><![CDATA[A la Toussaint un grand silence blême semble émaner des choses elles-mêmes. Les morts sont les champ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-3605" title="la-toussaint.1194174445" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/09/la-toussaint-1194174445.jpg" alt="la-toussaint.1194174445" width="800" height="530" /></p>
<div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"></p>
<p>A la Toussaint un grand silence blême<br />
semble émaner des choses elles-mêmes.<br />
Les morts sont les champions du mystère:<br />
écoutez comme ils savent se taire!</p>
<p>Il est une joie qui n&#8217;a rien de funèbre,<br />
celle d&#8217;être une ombre parmi les ténèbres.</p>
<p>C&#8217;est un grand mystère<br />
d&#8217;être sur la terre,<br />
mais être défunt<br />
en est aussi un<br />
pas piqué des vers.</p>
<p>Ils sont tant à n&#8217;être rien<br />
que cela me fait du bien;<br />
c&#8217;est pourquoi, quand vient<br />
novembre le brun,<br />
je dis: Vive les défunts!<br />
Je ne les plains pas du tout,<br />
je crois qu&#8217;ils sont parmi nous.</p>
<p>(Henri-Frédéric Blanc)</p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VIVE]]></title>
<link>http://serug.wordpress.com/2009/09/16/vive/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 20:20:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>serug</dc:creator>
<guid>http://serug.wordpress.com/2009/09/16/vive/</guid>
<description><![CDATA[VIVE   Deja  que el  roció caiga antes que el polvo levanten tus pies moribundos deja que todo sea t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>VIVE</strong></p>
<p> <img class="alignnone size-full wp-image-292" title="ataud" src="http://serug.wordpress.com/files/2009/09/ataud.jpg" alt="ataud" width="424" height="327" /></p>
<p>Deja  que el  roció caiga<br />
antes que el polvo levanten<br />
tus pies moribundos<br />
deja que todo sea tuyo<br />
por que solo hay un medio día que se vive<br />
un atardecer que se disfruta<br />
y un anochecer de cuatro hombros<br />
que dan por consumado<br />
aquel ritual que tu ansiabas<br />
realizar por la mañana.</p>
<p>Autor. J. Rodrigo Coaguila Q.<br />
Tema: Vive<br />
16/09/2009<br />
Prohibida su  reproducción del contenido sin consentimiento del autor.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A arte perde mais uma grande artista.]]></title>
<link>http://jofesantos.wordpress.com/2009/08/27/a-arte-perde-mais-uma-grande-artista/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 13:50:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>jofesantos</dc:creator>
<guid>http://jofesantos.wordpress.com/2009/08/27/a-arte-perde-mais-uma-grande-artista/</guid>
<description><![CDATA[Bom dia pessoas, hoje o post matutino é fúnebre. Ontem faleceu uma das grandes mentes artísticas bra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Bom dia pessoas, hoje o post matutino é fúnebre.</p>
<p>Ontem faleceu uma das grandes mentes artísticas brasileiras. A escultora, pintora, professora Zelia Salgado.</p>
<p>Zelia tinha 104 anos (Correção feita pelo auxílio do colega Pedro Rosa, Obrigado), e foi uma das precursoras esculturas abstratas.</p>
<p>Além de dar aula na Escola Nacional de Belas Artes, Zelia também lecionou no MAM do Rio de Janeiro.</p>
<p>É sempre triste quando perdemos mentes brilhantes no mundo das artes plásticas, mas por outro lado isso me motiva a tentar divulgar cada dia mais este meio &#8220;escondido&#8221;.</p>
<p>Faço aqui o apelo para que todos visitem mais exposições, visitem museus, absorvam a arte que há de sobra em nosso país, pois temo que isso um dia vire &#8220;obsoleto&#8221; neste planeta onde as coisas tecnológicas substituem as manuais.</p>
<p>Deixo este post com imagen de obras de Zelia Salgado.</p>

<p>Abraços. Me sigam no Twitter @jofesantos</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Care vrea sa vada cum va arata mort?]]></title>
<link>http://plangideras.wordpress.com/2009/07/03/care-vrea-sa-vada-cum-ii-sta-mort/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:09:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sillent</dc:creator>
<guid>http://plangideras.wordpress.com/2009/07/03/care-vrea-sa-vada-cum-ii-sta-mort/</guid>
<description><![CDATA[Asta ar trebui sa fie sloganul unei firme de pompe funebre din Bucuresti.Detalii mai jos: Link stire]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Asta ar trebui sa fie sloganul unei firme de pompe funebre din Bucuresti.Detalii mai jos:</p>
<p><a href="http://anchete.realitatea.net/teribilism-la-pompe-funebre_337392.html">Link stire</a></p>
<p><a href="http://ady-diliu.hi5.com">Link HI5</a></p>
<p><a href="http://serviciifunerare.eu/">Link firma</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nota Rápida: Ahi se va el soundtrack de mi niñéz]]></title>
<link>http://udmeentiende.wordpress.com/2009/06/26/nota-rapida-ahi-se-va-el-soundtrack-de-mi-ninez/</link>
<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 15:40:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Yván García López</dc:creator>
<guid>http://udmeentiende.wordpress.com/2009/06/26/nota-rapida-ahi-se-va-el-soundtrack-de-mi-ninez/</guid>
<description><![CDATA[Como muchos ya se enteraron (y si aún no, aquí les damos la primicia) ha muerto el Rey de Pop, Micha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Como muchos ya se enteraron (y si aún no, aquí les damos la primicia) ha muerto el Rey de Pop, Micha]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Povestea vietii - gandul mortii]]></title>
<link>http://bl000g.wordpress.com/2009/06/12/povestea-vietii-gandul-mortii/</link>
<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 22:50:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>bl000g</dc:creator>
<guid>http://bl000g.wordpress.com/2009/06/12/povestea-vietii-gandul-mortii/</guid>
<description><![CDATA[Se zice ca fiecare om are povestea lui. O poveste pe care o poarta cu el zi de zi, intreaga viata si]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Se zice ca fiecare om are povestea lui. O poveste pe care o poarta cu el zi de zi, intreaga viata si]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SOY…]]></title>
<link>http://serug.wordpress.com/2009/06/02/soy%e2%80%a6/</link>
<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 20:26:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>serug</dc:creator>
<guid>http://serug.wordpress.com/2009/06/02/soy%e2%80%a6/</guid>
<description><![CDATA[SOY… Soy un  extraño más en este mundo Un condenado a vivir la vida que ya no es vida A recorrer las]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>SOY…<br />
</strong><img class="alignnone size-full wp-image-257" title="muerte" src="http://serug.wordpress.com/files/2009/06/muerte.jpg" alt="muerte" width="334" height="254" /><br />
Soy un  extraño más en este mundo<br />
Un condenado a vivir la vida que ya no es vida<br />
A recorrer las calles&#8230;<br />
Y ver por la ventana como se va la vida<br />
Soy como el sabor casi amargo que atora la garganta<br />
Aquel que con astucia entrampa a la muerte<br />
Y casi demente en las noches despierta por la mañana<br />
Por que ella se ríe… y su carcajada ensordece<br />
Soy el que se asoma por la puerta<br />
Ya que el orgullo no muere<br />
Intentando dejar entre las manos<br />
Alguno puñado de recuerdos<br />
Por que sigo siendo el hombre que nació para morirse</p>
<p>Autor: J. Rodrigo Coaguila Q.<br />
Tema: Soy…<br />
Lima – Perú<br />
02/06/2009</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AGENTI DI COMMERCIO]]></title>
<link>http://algordanzaitalia.wordpress.com/2009/04/09/agenti-di-commercio/</link>
<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 13:45:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>chrissp71</dc:creator>
<guid>http://algordanzaitalia.wordpress.com/2009/04/09/agenti-di-commercio/</guid>
<description><![CDATA[Algordanza Italia ricerca agenti di commercio su tutto il territorio nazionale. Algordanza produce i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Algordanza Italia ricerca agenti di commercio su tutto il territorio nazionale.</strong></p>
<p>Algordanza produce in Svizzera diamanti certificati di alta qualità dalle ceneri di cremazione, i Diamanti della Memoria.<br />
I diamanti Algordanza sono veri diamanti e presentano le stesse proprietà fisiche, chimiche ed ottiche dei diamanti naturali; sono sintetizzati in laboratorio utilizzando esclusivamente il carbonio contenuto nelle ceneri di cremazione, senza aggiunta di alcun additivo.</p>
<p>Algordanza è in crescita costante ed attualmente è presente in: Austria, Belgio, Canada, Cechia, Corea, Finlandia, Francia, Germania, Giappone, Italia, Liechtenstein, Lussemburgo, Messico, Monaco, Olanda, Portogallo, Slovacchia, Slovenia, Spagna, Svizzera, Thailandia, USA</p>
<p>Per maggiori informazioni: <a href="http://www.algordanza.it">www.algordanza.it</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LA ÚLTIMA  NOCHE]]></title>
<link>http://serug.wordpress.com/2009/03/30/la-ultima-noche/</link>
<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 20:45:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>serug</dc:creator>
<guid>http://serug.wordpress.com/2009/03/30/la-ultima-noche/</guid>
<description><![CDATA[LA ÚLTIMA  NOCHE   Es  la última  noche que te veo En el otoño de  nuestros días Las  hojas secas  y]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">LA ÚLTIMA<span>  </span>NOCHE</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> <img class="alignnone size-full wp-image-200" title="muerte Quinistacas omate" src="http://serug.wordpress.com/files/2009/03/muerte2.gif" alt="muerte Quinistacas omate" width="325" height="214" /></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Es <span> </span>la última<span>  </span>noche que te veo</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">En el otoño de<span>  </span>nuestros días</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Las <span> </span>hojas secas<span>  </span>ya <span> </span>caen</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">En un roído tronco de antaño </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mientras la sonrisa de aurora se va perdiendo.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">La última noche que te miro a los ojos</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Que sujeto tu mano<span>  </span>aun caliente</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Y <span> </span>aun mirándote caigo en esta cama</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mientras <span> </span>se pierde el calor de tu <span> </span>cuerpo</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Y el último aliento… sale de<span>  </span>tus labios.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">En ese<span>  </span>rincón la muerte te lleva</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Entre mis ojeras… sobre la<span>  </span>sombra</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">La puerta<span>  </span>se cierra y aun yo te miro.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">La última noche se grabara<span>  </span>mi mente</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Y los recuerdos serán solo míos.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Tema: La ultima noche</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Autor: José Rodrigo Coaguila Quico</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Lima – Perú</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">30/03/09</span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hans Muller oltre la morte]]></title>
<link>http://cristyne.wordpress.com/2009/03/28/hans-muller-oltre-la-morte/</link>
<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 04:53:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cristy Olden</dc:creator>
<guid>http://cristyne.wordpress.com/2009/03/28/hans-muller-oltre-la-morte/</guid>
<description><![CDATA[Ciò che pervade l&#8217; animo del pittore è inquitentante è dolore la pittura non si prende cura de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-678  aligncenter" title="Hans" src="http://cristyne.wordpress.com/files/2009/03/hans.jpg" alt="Hans" width="499" height="355" /></p>
<p>Ciò che pervade l&#8217; animo del pittore è inquitentante è dolore la pittura non si prende cura del concetto qualitativo come l&#8217; impressionismo, va oltre all&#8217; apparenza; l&#8217; arte non e&#8217; più pregio ma ingegno culturale. Nel 1905 in Germania si afferma la tendenza dell&#8217; espresssionismo costituita dai Fauves a Dresda definiti Die Bruche, successivamente nel 1911 a Monaco emerge il gruppo Der Blaue Reiter. L&#8217; espressionismo sintetizza l&#8217; animo interiore: la traccia pittorica scaturisce dalla mente ed è legata all&#8217; oggetto. La rappresentazione pittorica di Hans Muller pittore dell&#8217; avanguardia tedesca &#8216;900 assume molteplici spiegazioni:</p>
<p>1) Scenografia all&#8217; interno di una locanda (N.R Milano)</p>
<p>2) Scenografia all&#8217; interno di una botte dove il troppo bere porta alla morte (G.D Roma)</p>
<p>3) Scenografia funebre: l&#8217; addolorata (abito rosa) in primo piano che dà le spalle stà piangendo la morte del figlio mentre il marito la sorregge. La signora (abito giallo) della coppia frontale osserva comprovata tenendo la mano sul petto,  il marito guarda assorto meditando. Seduto a gambe aperte con la mano appoggiata il signore con la sigaretta  incredulo dell&#8217; accaduto in attesa di un verdetto. Nel tavolo a retro i &#8220;dottori della morte&#8221; si stanno confrontando.</p>
<p>La porta rettangolare simboleggia lo stato materiale della vita mentre la porta a cerchio (luogo sacro) come nei cerimoniali del medioevo e del rinascimento è la porta del trapasso dell&#8217; anima dal mondo materiale al mondo spirituale. (Cini,Venezia)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DOPO LA MORTE]]></title>
<link>http://algordanzaitalia.wordpress.com/2009/03/25/dopo-la-morte/</link>
<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 16:01:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>chrissp71</dc:creator>
<guid>http://algordanzaitalia.wordpress.com/2009/03/25/dopo-la-morte/</guid>
<description><![CDATA[L&#8217;INVISIBILE EVIDENTE OVVERO COM&#8217;E&#8217; NATA ALGORDANZA ITALIA “No. Non è la bora che ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>L&#8217;INVISIBILE EVIDENTE OVVERO COM&#8217;E&#8217; NATA ALGORDANZA ITALIA</em></p>
<p>“No. Non è la bora che spazza il cielo dalle nuvole” disse Gabriele “le nuvole sono a migliaia di metri d’altezza e la bora soffia sì e no fino ai 400 metri. Il fenomeno del cielo pulito quando c’è bora è dovuto ad altre motivazioni&#8221;. Gabriele era il più alto in grado dell’ufficio, procuratore speciale, ma era anche un esperto in meteorologia. Mario invece era il funzionario. Entrambi romani, avevano lavorato alla RAS di Milano per poi trasferirsi a Trieste, sempre in RAS ma alla direzione per l’estero. L’ufficio si chiamava UAG, Ufficio Assicurazioni di Gruppo. Al terzo piano del bellissimo palazzo di Piazza della Repubblica a Trieste. Era marzo del 1980. Fuori c’era una bella giornata anche se soffiava la bora. Stavo guardando dalla finestra mentre aspettavo che il computer stampasse dei tassi di sopravvivenza. Dall’altra stanza, Vivien, la nostra segretaria, aveva fatto una battutaccia ad alta voce, dicendo qualcosa contro i romani che vengono ad insegnare ai triestini cos’è la bora. Sorrisi. Del resto la giornata non lasciava presagire alcuna sorte avversa. Invece, ignaro, lavoravo duramente: stavo preparando il mio prossimo errore. Intorno alle 11 ricevetti una telefonata di mia madre. Strano, non mi chiamava mai al lavoro. Singhiozzava. A mala pena riuscivo a capire cosa mi diceva. Le avevano trovato un tumore in testa.</p>
<p>Non seppi dire niente. Solo ottuse parole di consolazione passeggera: “Vedrai che non è niente…”. Lei continuava a singhiozzare. Ed io: “non ti preoccupare… sicuramente non è come ti hanno detto”. Riattaccò. Le avevo parlato in spagnolo per non farmi capire dagli altri. Usavamo fare così a casa dato che io sono nato a Montevideo e, anche se i miei genitori erano italiani, tra di noi si parlava ancora in spagnolo. Comunque io dovevo essere sconvolto. Vivien mi chiese se avevo per caso visto un fantasma. Abbozzai un sorriso ancora. In realtà, cercai davvero di convincermi che non poteva essere niente. Come se queste cose non ti possano accadere. Il mio lavoro era quello di calcolare le probabilità di morire per fare i tassi assicurativi. Ma muoiono sempre gli altri. Mamma era ancora giovanissima, aveva appena compiuto 49 anni. Aveva tutti i capelli neri.</p>
<p>Da qualche tempo aveva giramenti di testa. Avevamo pensato fosse dovuto alla menopausa. Anche i medici che aveva consultato le dicevano che si trattava probabilmente di questo. I giramenti di testa si mescolavano alle vampate. I sintomi erano quelli. Nessun dubbio. Nessuna diagnosi differenziale. Tutto normale. Nessuna riflessione a più piani, nessun tracciato che rivestisse una volontà di voler scoprire quale fosse il problema reale. Per ogni problema complesso c’è sempre una soluzione semplice. Che è sbagliata.</p>
<p>Dopo un anno e più che si andava avanti con la storia delle vampate, una TAC scoprì la vera ragione dei giramenti di testa. Un tumore grosso come un pisello, ma cresciuto alla base del cervelletto. Una rogna gigante alla quale, ancora una volta, né io né mio fratello e tanto meno mio padre fummo in grado di prestare la giusta attenzione. Ci consolammo pensando che la piccola dimensione significava averlo scoperto in tempo. Ma non era così. Non si trattava di un tumore qualsiasi, un pisello estraneo messo nel cervello sarebbe stato molto meglio, ma che ne capivamo noi! Il cervelletto, invece, è una parte fondamentale del sistema nervoso centrale. Coordina le uscite motorie. Rappresenta il dieci percento del cervello ed è suddiviso in lobi, in fessure, in lamine, il tutto per aumentare la superficie cerebellare. Un pisello lì dentro è come un’albicocca nel cervello. Anzi, è peggio ancora.</p>
<p>Giovani medici, barboncini dal pensiero unico conformista, stavano tutti attorno al luminare come simpatico repertorio di una trasparenza resa opaca dal linguaggio tecnico incomprensibile: l’area paravermina, la fossa endocranica posteriore, gli emisferi cerebellari… Noi stavamo là, nella stanza di ospedale, cercando tra occhiate sbiadite e gelide luci al neon una traccia rasserenante. Che non c’era. Nelle loro facce smussate, si disegnavano solo sguardi di impermeabilità anfibia. Tuttavia ci sembrava ugualmente di poter intravvedere, alle volte, qualcosa di confortante. O almeno così volevamo credere. La speranza è l’ultima a morire ma alla fine muore come tutte le altre cose.</p>
<p>Io mi ero laureato due anni prima con la lode in Economia e Commercio. In qualche modo fungevo un po’ da intellettuale della famiglia. Mio fratello studiava ingegneria elettronica. Anche lui si sarebbe laureato con lode, l’unico del suo corso. Ma nonostante questa stupida cultura tecnica, nulla potemmo fare contro il destino: la morte aveva messo le sue uova a casa nostra. Mia madre non riuscì a vedere entrambi i suoi figli laureati. Morì il 20 dicembre del 1980. E morì in un modo che ancora oggi, a distanza di quasi trent’anni, mi appare incomprensibile, assurdo. Mi sembra incredibile di non essermi reso conto dell’immane tragedia che si stava abbattendo in casa nostra. Con quanta leggerezza pensavamo che dopo l’operazione tutto sarebbe tornato normale. Ridevamo e scherzavamo con lei sul fatto che la avrebbero rasata a zero, come un uovo. Ci illudevamo e facevamo castelli in aria sul suo ritorno a casa, il cane che l’aspettava. Ma si sa, i castelli in aria sono i più costosi da demolire.</p>
<p>La prima operazione non riuscì. Fu la peggiore. Il macellaio fece una strage. Ci andò dentro in modo brutale tagliando tutto per arrivare a quella maledetta cicerchia. Un macello. Io non lo sapevo ma ci sono chirurghi specialisti per ogni parte del corpo. Quelli che operano al cervello anche se sono competenti non devono necessariamente essere altrettanto capaci ad operare nel cervelletto. Anzi. Però noi eravamo ignari e ignoranti e ci fidammo del primario che usò mia madre come una cavia da laboratorio. Tralascio il calvario che seguì dopo. Una Via Crucis di dolore alla ricerca dello specialista ad hoc. Le varie operazioni che la resero sempre più debole. Il tempo che all’inizio sembrava scorrere lento, dispiegò tutta la sua potenza. Inesorabile e assoluto. Era come quando si gira una clessidra. All’inizio sembra che la sabbia non si muova. Invece è la dissoluzione di un impero. Verso la fine, gli ultimi granelli vanno via in un lampo. Come la vita. Quando finalmente trovammo la persona giusta, il primario giusto, quello che operava esattamente quel tipo di tumori in quella parte del corpo… fu troppo tardi. Mia madre morì prima dell’ennesimo tormento. Trent’anni e ancora oggi il ghiaccio della mia anima continua a sciogliersi in segreto. Come il primo giorno.</p>
<p>Dicono che ogni uomo ha un suo compito nella vita e non è mai quello che egli avrebbe voluto scegliersi. Forse è vero. L’essenziale è invisibile agli occhi. Me ne sono reso conto subito. Ma la cosa che più mi pesa è non aver potuto aiutarla. Chissà cosa pensava quando era sola? Tutte quelle lunghe notti. Perché non abbiamo mai parlato veramente invece di aggrapparci stupidamente all’idea vana che sarebbe andato tutto bene? L’errore più grande che si possa commettere è quello di non far niente perché si può fare troppo poco. In effetti, potevo fare poco e perciò non ho fatto niente. Così persi mia madre. Mi fu tolto un frammento di infinito. Porto ancora dentro la ferita di non aver potuto e saputo esserle vicino. Vorrei poterle dire quanto mi manca, vorrei parlare con lei. E a volte cercavo di farlo, quando andavo in quel luogo sgraziato che si chiama cimitero. Il posto meno appropriato del mondo per entrare in comunione con chi non c’è più.</p>
<p>Ero ormai avvezzo a trascinarmi questa pena infinita nell’anima quando, qualche anno fa, mentre tornavo in aereo dal Canada dove ora vive mio fratello, mi imbattei in una rivista che raccontava una vicenda che mi incuriosì molto. Vi era un’intervista ad una signora che parlava di suo marito morto qualche mese prima e che era sempre con lei. La signora parlava del diamante che si era appena fatta fare dalle ceneri di cremazione di suo marito e del colore azzurro che le ricordava tanto il colore dei suoi occhi. Da quel momento non feci altro che pensare a quella circostanza. Ma come era possibile? Un diamante dalle ceneri? In effetti lo era. E così cominciai a cercare di capire che cos’è un diamante, come si forma, cos’è il carbonio, perché si trova nelle ceneri di cremazione, ecc.</p>
<p>Quando finalmente ebbi l’occasione di imbattermi in Algordanza, non avevo dubbi. Dovevo, assolutamente dovevo avere mamma con me. Per sempre. Dovevo, assolutamente dovevo, dare l’occasione ad altri di avere vicino il proprio caro. Dovevo, assolutamente dovevo, lanciare il mio cuore e correre a raggiungerlo. E così ho fatto. Così è nata <a href="http://www.algordanza.it">Algordanza Italia</a>.</p>
<p><strong>Walter J. Mendizza</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L'ELABORAZIONE DEL LUTTO E IL DIAMANTE DELLA MEMORIA]]></title>
<link>http://algordanzaitalia.wordpress.com/2009/03/23/lelaborazione-del-lutto-e-il-diamante-della-memoria/</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 10:06:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>chrissp71</dc:creator>
<guid>http://algordanzaitalia.wordpress.com/2009/03/23/lelaborazione-del-lutto-e-il-diamante-della-memoria/</guid>
<description><![CDATA[La morte di una persona cara può scatenare molti turbamenti, con emozioni contrastanti che vanno da ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La morte di una persona cara può scatenare molti turbamenti, con<br />
emozioni contrastanti che vanno da una profonda angoscia, una tristezza<br />
disperata, ad un senso quasi di sollievo qualora la vita che si è<br />
conclusa sia stata di dolore e di sofferenza. Ad esempio, non pochi<br />
provarono un sentimento di liberazione al termine della tragica vicenda<br />
di Eluana Englaro; tanto che quando si seppe della notizia della sua<br />
morte, davanti alla clinica La Quiete di Udine, alcuni si abbandonarono<br />
ad un applauso sincero, commosso e liberatorio. </p>
<p>Fin dai tempi più antichi, un ruolo fondamentale nell’elaborazione del<br />
lutto l’hanno avuto le religioni e la speranza in una vita<br />
ultraterrena. Ai nostri giorni, la teoria preminente si basa sulla<br />
necessità di concedersi il tempo per soffrire. Secondo alcuni autori,<br />
il percorso del lutto varia più o meno dagli 8 ai 18 mesi ed è<br />
costituito da varie fasi. John Bowlby psicoanalista britannico<br />
(26/2/1907 – 2/9/1990) ha elaborato la “<b>teoria dell’attaccamento</b>”,<br />
in essa sono state ipotizzate quattro fasi del lutto:<br />
1. E’ una prima fase di disperazione acuta, caratterizzata da<br />
stordimento e protesta. Vi può essere immediato rifiuto e sono comuni<br />
crisi di rabbia e di dolore. La fase può durare da alcuni momenti a<br />
giorni e può interessare periodicamente la persona afflitta per tutta<br />
la durata del processo di lutto.<br />
2. E’ una fase d&#8217;intenso desiderio e di ricerca della persona deceduta;<br />
è caratterizzata da irrequietezza fisica e da preoccupazione eccessiva<br />
verso il morto. La fase può durare alcuni mesi o anche anni in forma<br />
attenuata.<br />
3. Descritta come una fase di disorganizzazione e di disperazione, la<br />
realtà della perdita comincia a essere accettata. Domina una sensazione<br />
che la vita non sia reale e la persona afflitta sembra essere chiusa in<br />
se stessa, apatica e indifferente. Spesso si verificano insonnia e calo<br />
ponderale così come la sensazione che la vita abbia perso il suo<br />
significato. La persona addolorata ricorda costantemente lo scomparso;<br />
insorge un inevitabile senso di delusione quando la persona che ha<br />
subito la scomparsa di una persona amata riconosce che i ricordi sono<br />
solo ricordi.<br />
4. E’ una fase di riorganizzazione, durante la quale gli aspetti acuti<br />
del dolore cominciano a ridursi e la persona afflitta comincia ad<br />
avvertire un ritorno alla vita. La persona perduta viene ora ricordata<br />
con un senso di gioia, ma anche di tristezza, e la sua immagine viene<br />
interiorizzata.</p>
<p>L&#8217;elaborazione del lutto può aver luogo in diversi modi. Quello più<br />
classico consiste nell’elaborazione attraverso la c.d. “<b>rappresentazione</b>”;<br />
la persona amata perduta non può essere ritrovata nel mondo esterno e<br />
quindi viene ricostruita nel mondo interiore dell&#8217;individuo in lutto.<br />
Frequente, e spesso complementare, è il bisogno di ritrovare la persona<br />
attraverso una raffigurazione di essa nel mondo reale.</p>
<p>Recentemente, questi due approcci hanno trovato una nuova modalità di<br />
espressione attraverso una diversa forma di sepoltura: la<br />
trasformazione delle ceneri di cremazione in un diamante, il cosiddetto<br />
<a href="http://www.algordanza.it/"><b>Diamante della Memoria</b></a>.<br />
Il diamante ottenuto dalla cremazione è l&#8217;estrema sintesi della persona<br />
scomparsa e può in alcuni casi costituire un&#8217;accettazione almeno<br />
parziale del lutto, incanalando l&#8217;angoscia e la disperazione associate<br />
al dolore. </p>
<p>Come per la terapia, lo scopo del Diamante della Memoria è quello di<br />
accompagnare, non togliere il dolore. Avere in mano tale diamante<br />
consente di mitigare la solitudine, di alleviare l&#8217;abbandono, di<br />
addolcire la lontananza. Con il diamante, la pietra più preziosa, più<br />
dura e più eterna che esista, è possibile trovare un nuovo equilibrio,<br />
è possibile iniziare il lento processo di ridefinizione del nostro<br />
mondo e della nostra realtà, privati della presenza della persona cara,<br />
ma confortati al cospetto del suo diamante. In tal senso Il Diamante<br />
della Memoria potrebbe inoltre risultare un valido aiuto anche nel caso<br />
di lutti patologici.</p>
<p><b>Walter Mendizza</b></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VISITA NOCTURNA]]></title>
<link>http://serug.wordpress.com/2009/03/01/visita-nocturna/</link>
<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 02:35:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>serug</dc:creator>
<guid>http://serug.wordpress.com/2009/03/01/visita-nocturna/</guid>
<description><![CDATA[VISITA NOCTURNA   Seguro esta  noche  rondaras  por aquí, yo estaré  en esta silla… como la noche  d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><strong>VISITA NOCTURNA</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> <img class="alignnone size-full wp-image-179" title="muerte Quinistacas" src="http://serug.wordpress.com/files/2009/03/muerte.jpg" alt="muerte Quinistacas" width="320" height="303" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Seguro esta<span>  </span>noche<span>  </span>rondaras<span>  </span>por aquí,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">yo estaré<span>  </span>en esta silla… como la noche<span>  </span>de ayer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Estaré aquí, tal vez esperando</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">o como muchas<span>  </span>noches me rindiere en mis sueños</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">y no me despertaras</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Talvez la suerte este de tu lado, encuentres un atajo </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">y llegues muy temprano,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">el sueño<span>  </span>se espante y me intentes llevar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Quizá me encuentres<span>  </span>pesado como<span>  </span>en otras noches</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">y no podrás llevar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Tema: Visita nocturna</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Autor: José Rodrigo Coaguila Q.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Lima &#8211; Perú</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">28/02/2009</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DESPEDIDA]]></title>
<link>http://serug.wordpress.com/2009/03/01/despedida/</link>
<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 00:48:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>serug</dc:creator>
<guid>http://serug.wordpress.com/2009/03/01/despedida/</guid>
<description><![CDATA[Ha  sido hoy que estoy  perdido, atrapado en la sombra que me consume, con miedo a la triste melodía]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><img class="size-full wp-image-174 alignnone" title="alama  quinistacas" src="http://serug.wordpress.com/files/2009/03/alama.jpg" alt="alama  quinistacas" width="319" height="230" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Ha <span> </span>sido hoy que estoy<span>  </span>perdido,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">atrapado en la sombra que me consume,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">con miedo a la triste melodía</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">de las campanas que anuncian en la distancia,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">algún ritual<span>  </span>de<span>  </span>fúnebre <span> </span>recuerdo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">En la distancia de mi<span>  </span>exilio involuntario,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">hay Caminos <span> </span>que me dejan,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">recuerdos que escapan de mi memoria</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">como <span> </span>el aliento que<span>  </span>hoy se aleja,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">mientras pausada <span> </span>mi alma muere.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Ha <span> </span>sido hoy que estoy<span>  </span>perdido,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">mientras mi grito queda en mi garganta</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">y atrapado entre mis manos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">como remembranza<span>  </span>mía…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">un papel y letras de esta noche.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Tema: Despedida</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Autor: José Rodrigo Coaguila Quico</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Lima &#8211; Perú</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">28/02/2009</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SI SPOSA COL DIAMANTE DELLA FIDANZATA MORTA]]></title>
<link>http://algordanzaitalia.wordpress.com/2009/01/27/si-sposa-col-diamante-della-fidanzata-morta/</link>
<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 17:21:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>chrissp71</dc:creator>
<guid>http://algordanzaitalia.wordpress.com/2009/01/27/si-sposa-col-diamante-della-fidanzata-morta/</guid>
<description><![CDATA[Secondo quanto riportato da &#8220;The London Paper&#8221; (http://www.thelondonpaper.com), Alan Hoo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:Helvetica,Arial,sans-serif;">Secondo quanto riportato da &#8220;<a href="http://www.thelondonpaper.com/cs/Satellite/london/news/article/1157159076070?packedargs=suffix=ArticleController">The London  Paper</a>&#8221; (http://www.thelondonpaper.com), Alan Hooley, esperto britannico in design di 25 anni, ha deciso che la morte non sarà un ostacolo al suo amore e celebrerà il proprio matrimonio nonostante la fidanzata sia morta 6 mesi fa. Charlotte Simpson, di 21 anni, morì infatti in un incidente automobilistico nell’ottobre scorso. In quel periodo, entrambi avevano deciso di sposarsi e stavano pensando ai dettagli delle nozze. Con infinito dolore Alan ha deciso di portare avanti il desiderio della sua fidanzata e celebrerà il matrimonio davanti a 250 invitati, vestendo di bianco e facendosi portare alla cerimonia dallo stesso carro di cavalli che Charlotte aveva scelto. In effetti, i resti della fidanzata saranno presenti alla cerimonia giacché lo sposo porterà al collo una catena con un diamante proveniente dalle ceneri della defunta Charlotte: un gioiello di  7.500 euro.<br />
</span><span style="font-family:Helvetica,Arial,sans-serif;"><br />
<strong>Convertono le ceneri di cremazione in  diamanti </strong><br />
</span><span style="font-family:Helvetica,Arial,sans-serif;">La persona amata, sul piano poetico, è un  gioiello, uno smeraldo di virtuosi riflessi, un diamante la cui pulitura è  levigata dall’affetto e dall’attesa dei ricordi. Ma quando l’amato muore, la  pietra preziosa dell’amore sparisce ed in molti casi finisce in cenere. Passato  lo choc della cremazione, è in questo momento che la scienza e la tecnica  permettono di diventare, letteralmente, il diamante che il proprio amato è  sempre stato.<br />
</span><span style="font-family:Helvetica,Arial,sans-serif;"><br />
<strong>In quindici  settimane </strong><br />
</span><span style="font-family:Helvetica,Arial,sans-serif;">Questa è la filosofia dell&#8217;azienda svizzera  <strong><a href="http://www.algordanza.it/">Algordanza</a></strong> (<a href="http://www.algordanza.it/">http://www.algordanza.it</a>) che sta rivoluzionando il settore funerario con  la sua proposta di una nuova forma di sepoltura: convertire le ceneri del defunto  in un diamante sintetico. Questa pietra preziosa si estrae dal carbonio che si  trova nelle ceneri della persona deceduta.<br />
</span><span style="font-family:Helvetica,Arial,sans-serif;">In circa quindici settimane, il diamante  smussato dall’attrito dell’amore e da un investimento che va dai 3.600 euro a  poco più di 15.000 euro, dipendendo dalla caratura della preziosa pietra, è una  realtà fisica. A tale prezzo ci si assicura che siano i laboratori  svizzeri di Algordanza, attraverso un procedimento chimico/fisico, a  trasformare le ceneri in carbonio: l’elemento base del diamante. Infine, nel  prezzo è compreso anche il taglio e la pulitura del diamante secondo la  preferenza della famiglia. I diamanti possono essere trasparenti oppure di un  naturale leggero colore azzurro e, su richiesta, è possibile inserire un’iscrizione sul  diamante tramite una micro incisione al laser.<br />
</span><span style="font-family:Helvetica,Arial,sans-serif;"><br />
<strong>Gioiello  puro </strong><br />
</span><span style="font-family:Helvetica,Arial,sans-serif;">La cremazione è una pratica sempre più estesa in  Europa e ciò implica un maggiore numero di possibili diamanti. </span><span style="font-family:Helvetica,Arial,sans-serif;">Fino ad oggi, aziende americane avevano sviluppato  metodi simili ma con l’aggiunta di additivi. E’ stato invece a partire dagli  studi sviluppati dall’Accademia delle Scienze di Mosca che si è riusciti a  conseguire un processo di purificazione che permette di ottenere un gioiello  fatto esclusivamente dalle ceneri di cremazione.</p>
<p></span><span style="font-family:Helvetica,Arial,sans-serif;"><strong>Naturale o  sintetico?</strong><br />
I diamanti naturali provengono dalla  cristallizzazione del carbonio dopo migliaia di anni di pressione. Alla fine  degli anni cinquanta, la General Electric Company sviluppò il primo diamante  sintetico sottoponendo la grafite a pressioni e temperature estreme. I diamanti di un defunto seguono un processo  simile, ma a partire dalle ceneri.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Golaveraj]]></title>
<link>http://birdixie.wordpress.com/2009/01/25/golaveraj/</link>
<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 12:24:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>birdixie</dc:creator>
<guid>http://birdixie.wordpress.com/2009/01/25/golaveraj/</guid>
<description><![CDATA[Luni dimineata. Merg spre birou in plimbare scurta intre Romana si Perla. Ploua. Calc in noroi pentr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Luni dimineata. Merg spre birou in plimbare scurta intre Romana si Perla. Ploua. Calc in noroi pentru ca nu am pe unde calca. Este o mare movila ramasa probabil de la lucrarile de saptamana ce-a trecut. Injur. Evit noroiul si ma trezesc in strada stropita de un taximetrist. Romania 1 &#8211; Eu 0 (avantaj ea).</p>
<p>Aceeasi dimineata. Trec pe langa o casa de pompe funebre care are drept logo la intrare o clepsidra f. bine desenata I might add. Rad si ma gandesc ca numai noi facem asa usor haz de necaz. Romania 1 &#8211; Eu 1 (avantaj eu)</p>
<p>Cineva imi da un link cu o stire de cacat. Probabil ca deja o stiti cu totii. A plouat maroniu la Craiova. Un amic de-al meu rade si zice ca nu e o intamplare ca s-a intamplat tocmai acolo. Eu n-am nimic cu Craiovenii dar chicotesc in sine mea la remarca lui. Evident, Romania 1 &#8211; Eu 2 (avantaj eu).</p>
<p>Imi amintesc fara sa vreau de tratamentul simpatic al unui chelnar din restaurantul Bugatti *** de prin lacul Tei care ne-a intampinat la usa cu o remarca pur romaneasca: &#8220;Sper ca mancati si o ciorbita ceva daa?&#8221; Adica sa inteleg ca daca am onoarea sa pun piciorul la el in crasma fara stele care se vrea cu 3 ar trebui sa n-am tupeu cat sa stau doar la o cafea. Am mancat desigur. Nu de alta, dar ne era foame. Romania 2 &#8211; Eu 2 (echilibru &#8211; nu si la buzunare).</p>
<p>Merg sa-mi iau o ruda de la aeroport. Dus-intors fara alte stationari si pierderi de timp ca oricum nu ne permitem fac 5 ore si nu, nu stau in coltul celalalt al capitalei. Consum benzina, ma enervez, pierd o zi de concediu si imi sochez ruda venita in tara prima oara din &#8216;93. Romania 3 &#8211; Eu 2 (avantaj ea).</p>
<p>Ma inghesui in autobuze jegoase unde uneori mai canta cate-o manea din colectia soferului. Poate am noroc sa nimeresc o individa care mananca un sandwich cu salam. Intre a evita asta si a evita respiratia matinala a oamenilor e greu sa te decizi. Cum oricum traficul nu se misca imi evaluez situatia si cobor la prima ca sa merg pe jos. Mersul pe jos face picior frumos. Romania 3 &#8211; Eu 3 (Egalite!).</p>
<p>Ies sambata de la sala si intalnesc in drum spre case, in cele 5 minute pe care le parcurg intre locatii, nici mai mult nici mai putin de 8 caini vagabonzi. Cifra aproximativa, e posibil sa fi fost mai multi. Dar e soare afara, ei nu par agresivi, iar eu ma bucur de ocazia de a-mi atacat frica. Romania 3 &#8211; Eu 4 (avantaj eu).</p>
<p>Duminica dimineata. Imi aud prin perete vecina cardiaca care urla la ceva ruda belicoasa pe motiv ca cheltuie prea multi bani pe luna. Fac semn in agenda sa nu ma mai stresez cu banii niciodata ca asa face omu&#8217; atac de cord din motive tembele. Apoi imi amintesc ca aceeasi doamna ne reclama noua ca tipam desi sincer, we are on our best behavior. Fara sa vreau imi amintesc de toate babele / mosii si vecinii oligofreni cu care am avut dispute in existenta mea octanica la capitala. Pe langa ei doamna asta pare simpatica. Sau poate mi s-au calit mie nervii. Romania 3 &#8211; Eu 5 (avantaj detasat eu).</p>
<p>Si vine si ziua de shopping. In oridnea intrarii pe scena, vanzatoare flegmatice, casiere de la ghisee de banca incapabile sa lege doua cuvinte, oamenii nervosi, impunsaturi, haide domne cate rosii cantaresti???, cozi lungi la cabinele de proba ca-s reduceri si ne batem efectiv pe haine, o mica bataie cu paine in ajunul sarbatorilor de iarna, mai un baiet de la paza care te adulmeca suficient cat sa il simti ca o sula-n coaste si sa te consideri infractor desi nu faci altceva decat sa citesti instructiunile de pe o cutie de gel, tanti de la cafeneaua din mall care te masoara din ochi de parca nu meriti cafeaua ei daca n-ai lantu&#8217; de aur la gat. Pleci acasa suparat ca te-ai gandit sa faci shopping si promiti sa te rezumi la boutique-ul de cartie pentru mancare si la Hipppie &#8211; Hippie pentru haine. Romania 6 &#8211; Eu 5 (Romania castiga teren detasat &#8211; set ball / match si se incheie partida).</p>
<p>Dar la remiza mai trece un timp si prind curaj sa plec din tara. In caz ca se intampla e 1 la 1 la meciuri dar o sa spun ca am castigat detasat. Pana atunci suntem in cantonament.</p>
<p>Sa fiti veseli!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[«Goodbye &amp; Hello: Dialogo con l'aldilà». Mostra dedicata alla vita dopo la morte.]]></title>
<link>http://algordanzaitalia.wordpress.com/2009/01/14/%c2%abgoodbye-hello-dialogo-con-laldila%c2%bb-mostra-dedicata-alla-vita-dopo-la-morte/</link>
<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 23:45:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>chrissp71</dc:creator>
<guid>http://algordanzaitalia.wordpress.com/2009/01/14/%c2%abgoodbye-hello-dialogo-con-laldila%c2%bb-mostra-dedicata-alla-vita-dopo-la-morte/</guid>
<description><![CDATA[ein_juwel_von_mensch E&#8217; in corso di svolgimento, fino al 5 luglio 2009,  la mostra «Goodbye ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:Helvetica,Arial,sans-serif;"></p>
<div id="attachment_13" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><span><a href="http://www.algordanza.it/Home.aspx"><img class="size-full wp-image-13" title="ein_juwel_von_mensch_480x320" src="http://algordanzaitalia.wordpress.com/files/2009/01/ein_juwel_von_mensch_480x320.jpg" alt="ein_juwel_von_mensch" width="450" height="300" /></a></span><p class="wp-caption-text">ein_juwel_von_mensch</p></div>
<p>E&#8217; in corso di svolgimento, fino al 5 luglio 2009,  la mostra «Goodbye &#38; Hello: Dialogo con l&#8217;aldilà» presso il <a href="http://www.mfk.ch/index.html?&#38;L=4">Museo della Comunicazione di Berna</a>.<br />
La mostra, dedicata alla morte e alla vita dopo la morte, raccoglie oggetti, esperienze ed episodi relativi al contatto con il mondo dei morti. In questo contesto è ospitato anche un <a href="http://www.algordanza.it/">Diamante della Memoria Algordanza</a>, ottenuto dalle ceneri di cremazione e rappresentativo del perdurare del legame con la persona cara scomparsa.</p>
<p>Nella mostra sono presenti documenti, anche audio-video, di sicuro fascino ma di altrettanto dubbia validità scientifica, tuttavia, la mostra non ha lo scopo di dimostrare l&#8217;esistenza dell&#8217;aldilà ma di  testimoniarne le diverse forme di rappresentazione.<br />
L&#8217;esposizione è organizzata su tre temi principali:<br />
- la comunicazione dei vivi verso i morti attraverso il coinvolgimento emotivo e la partecipazione al lutto (in questo ambito si può collocare, ad esempio, l&#8217;esperienza commemorativa del diamante Algordanza);<br />
- la comunicazione dei morti con i vivi per mezzo di apparizioni paranormali;<br />
- il dialogo tra vivi e morti (ad esempio tramite esperienze medianiche).</p>
<p>La comunicazione dei vivi nei confronti dei morti è sicuramente l&#8217;esperienza più comune, quella provata dalla maggior parte delle persone. Quando avviene la perdita di una persona cara è razionalmente difficile rinunciare al &#8220;dialogo&#8221; con essa. Il funerale e le necrologie, ad esempio, sono ambiti nei quali ci si continua a rivolgere a chi non è più in vita. Parimenti si fa va quando ci si reca in cimitero, si osserva l&#8217;urna custodita a casa o si contempla un diamante realizzato con le ceneri; sono tutti luoghi di commemorazione e di comunicazione silenziosa. Quindi, sebbene le varie testimonianze dell&#8217;esistenza dell&#8217;aldilà ci appaiano spesso tanto infondate quanto inspiegabili, non possiamo negare che nell&#8217;esperienza luttuosa di ciascuno di noi vi sia stato un momento di abbandono al bisogno di rivolgersi idealmente alla persona deceduta.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diamante della Memoria Algordanza e Diamante del Ricordo LifeGem]]></title>
<link>http://algordanzaitalia.wordpress.com/2008/12/03/diamante-della-memoria-algordanza-e-diamante-del-ricordo-lifegem/</link>
<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 12:59:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>chrissp71</dc:creator>
<guid>http://algordanzaitalia.wordpress.com/2008/12/03/diamante-della-memoria-algordanza-e-diamante-del-ricordo-lifegem/</guid>
<description><![CDATA[NON SOLO PER RICORDARE Diamante della Memoria Algordanza e Diamante del Ricordo LifeGem Questo artic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>NON SOLO PER RICORDARE</p>
<p><strong><em>Diamante della Memoria Algordanza e Diamante del Ricordo  LifeGem</em></strong></p>
<p>Questo articolo è scritto per mettere in evidenza  alcune <strong>peculiarità del Diamante della Memoria Algordanza a confronto con  il Diamante del Ricordo LifeGem</strong>, due “prodotti” apparentemente simili  ma che rivelano caratteristiche profondamente diverse dal punto di vista del  procedimento di realizzazione e dell’essenza della composizione, così come  riscontrabile dai siti internet ufficiali delle due aziende.</p>
<p>Non è nostra  intenzione esaltare l’uno a scapito dell’altro ma semplicemente elencare gli  elementi distintivi a giovamento della chiarezza di informazione. Siamo altresì  disponibili ad integrare quanto scritto con gli eventuali suggerimenti che  dovessero pervenire dalla società LifeGem Italia.</p>
<p><strong>Il  carbonio</strong><br />
Il carbonio utilizzato da Algordanza è ricavato  esclusivamente dalle ceneri di cremazione, senza aggiunta di altro carbonio e  senza inclusione di sostanze estranee.<br />
<strong>Colorazione</strong><br />
La  colorazione con sfumature di azzurro del diamante Algordanza dipende  esclusivamente dal naturale contenuto dell’elemento boro nelle ceneri e non  dall’aggiunta artificiale di altri elementi chimici.<br />
<strong>Il diamante come  forma di sepoltura</strong><br />
I diamanti Algordanza sono ottenuti soltanto  dalle ceneri di cremazione e non da altre sostanze organiche, inoltre, tutte le  ceneri di un’urna subiscono il processo di trasformazione e la creazione del  diamante rappresenta l’estrema sintesi della concentrazione sotto forma di  gemma.<br />
<strong>Il rispetto della legge italiana</strong><br />
In conformità  con quanto previsto dalla Legge Italiana, Algordanza tratta contemporaneamente  la totalità delle ceneri contenute in un&#8217;urna e non ne chiede l’invio di una  porzione soltanto.<br />
<strong>Animali</strong><br />
Algordanza non manipola ceneri  animali non ritenendo opportuna la loro trasformazione negli stessi laboratori e  con i medesimi macchinari utilizzati per le ceneri  umane.<br />
<strong>Certificazione</strong><br />
Tutto il processo di produzione dei  diamanti Algordanza avviene in Svizzera ed è garantito dalla certificazione DIN  EN ISO 9001..</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA['A livella!]]></title>
<link>http://malarablog.wordpress.com/2008/11/02/a-livella/</link>
<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 08:18:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Domenico Malara</dc:creator>
<guid>http://malarablog.wordpress.com/2008/11/02/a-livella/</guid>
<description><![CDATA[A chi non è capitato, almeno una volta, di soffermarsi davanti a un manifesto funebre e leggere sott]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">A chi non è capitato, almeno una volta, di soffermarsi davanti a un <strong>manifesto funebre</strong> e leggere sotto il nome di questo o quel defunto <strong>epitaffi</strong> del tipo: &#8220;Padre, marito e nonno esemplare&#8221; oppure <strong>&#8220;Uomo di grandi virtù&#8221;</strong>. Mi chiedo: ma è possibile che in questo mondo ci sono <strong>solo uomini e donne esemplari</strong> e di grandi virtù? E i <strong>cattivi</strong> dove sono finiti? <strong>Oppure muoiono solo loro?</strong> In questo secondo caso inizierei seriamente a preoccuparmi al pensiero che su questa terra<strong> rimarranno solo gli stronzi!</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Ma <strong>la cosa più divertente</strong> che si nota leggendo i manifesti funebri sono <strong>i titoli professionali o pseudo-nobiliari</strong> che precedono il nome del caro estinto. Come se &#8220;Cav.&#8221;, &#8220;On.&#8221;, &#8220;Avv.&#8221;, &#8220;Ing.&#8221;, finanche &#8220;Geom.&#8221; e &#8220;Dott.&#8221; (visto che al giorno d&#8217;oggi una botta di &#8220;Dottore&#8221; non si nega a nessuno) diano diritto, anche nell&#8217;aldilà, a una qualche<strong> corsia preferenziale</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando penso a questa gente (ed è davvero tanta) per cui titoli, soldi e interessi sono il principio e il fine ultimo della vita, <strong>mi viene da sorridere e penso</strong> a quel capolavoro della letteratura italiana che e <strong><em>&#8216;A livella</em></strong> del grande <strong>Totò</strong>:</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/_MwzqO8yh1o&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/_MwzqO8yh1o&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"><em>Ogn&#8217;anno, il due novembre, c&#8217;é l&#8217;usanza<br />
per i defunti andare al cimitero.<br />
Ognuno ll&#8217;adda fà chesta crianza;<br />
ognuno adda tené chistu penziero</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Ogn&#8217;anno, puntualmente, in questo giorno,<br />
di questa triste e mesta ricorrenza,<br />
anch&#8217;io ci vado, e con dei fiori adorno<br />
il loculo marmoreo &#8216;e zi&#8217; Vicenza</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>St&#8217;anno m&#8217;é capitato &#8216;navventura&#8230;<br />
dopo di aver compiuto il triste omaggio.<br />
Madonna! si ce penzo, e che paura!,<br />
ma po&#8217; facette un&#8217;anema e curaggio</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8216;O fatto è chisto, statemi a sentire:<br />
s&#8217;avvicinava ll&#8217;ora d&#8217;à chiusura:<br />
io, tomo tomo, stavo per uscire<br />
buttando un occhio a qualche sepoltura</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8220;Qui dorme in pace il nobile marchese<br />
signore di Rovigo e di Belluno<br />
ardimentoso eroe di mille imprese<br />
morto l&#8217;11 maggio del&#8217;31&#8243;</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8216;O stemma cu &#8216;a curona &#8216;ncoppa a tutto&#8230;<br />
&#8230;sotto &#8216;na croce fatta &#8216;e lampadine;<br />
tre mazze &#8216;e rose cu &#8216;na lista &#8216;e lutto:<br />
cannele, cannelotte e sei lumine</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Proprio azzeccata &#8216;a tomba &#8216;e stu signore<br />
nce stava &#8216;n &#8216;ata tomba piccerella,<br />
abbandunata, senza manco un fiore;<br />
pe&#8217; segno, sulamente &#8216;na crucella</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>E ncoppa &#8216;a croce appena se liggeva:<br />
&#8220;Esposito Gennaro &#8211; netturbino&#8221;:<br />
guardannola, che ppena me faceva<br />
stu muorto senza manco nu lumino!</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Questa è la vita! &#8216;ncapo a me penzavo&#8230;<br />
chi ha avuto tanto e chi nun ave niente!<br />
Stu povero maronna s&#8217;aspettava<br />
ca pur all&#8217;atu munno era pezzente?</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Mentre fantasticavo stu penziero,<br />
s&#8217;era ggià fatta quase mezzanotte,<br />
e i &#8216;rimanette &#8216;nchiuso priggiuniero,<br />
muorto &#8216;e paura&#8230;nnanze &#8216;e cannelotte</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Tutto a &#8216;nu tratto,che veco &#8216;a luntano?<br />
Ddoje ombre avvicenarse &#8216;a parte mia&#8230;<br />
Penzaje: stu fatto a me mme pare strano&#8230;<br />
Stongo scetato&#8230;dormo o è fantasia?</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Ate che fantasia; era &#8216;o marchese:<br />
c&#8217;o&#8217; tubbo, &#8216;a caramella e c&#8217;o&#8217; pastrano;<br />
chill&#8217;ato apriesso a isso un brutto arnese;<br />
tutto fetente e cu &#8216;nascopa mmano</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>E chillo certamente è don Gennaro&#8230;<br />
&#8216;omuorto puveriello&#8230; &#8216;o scupatore.<br />
&#8216;Int &#8216;a stu fatto i&#8217; nun ce veco chiaro:<br />
so&#8217; muorte e se ritirano a chest&#8217;ora?</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Putevano sta&#8217; &#8216;a me quase &#8216;nu palmo,<br />
quanno &#8216;o marchese se fermaje &#8216;e botto,<br />
s&#8217;avota e tomo tomo.. calmo calmo,<br />
dicette a don Gennaro: &#8220;Giovanotto!</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Da Voi vorrei saper, vile carogna,<br />
con quale ardire e come avete osato<br />
di farvi seppellir, per mia vergogna,<br />
accanto a me che sono blasonato!</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>La casta è casta e va, si, rispettata,<br />
ma Voi perdeste il senso e la misura;<br />
la Vostra salma andava, si, inumata;<br />
ma seppellita nella spazzatura!</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Ancora oltre sopportar non posso<br />
la Vostra vicinanza puzzolente,<br />
fa d&#8217;uopo, quindi, che cerchiate un fosso<br />
tra i vostri pari, tra la vostra gente&#8221;</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8220;Signor Marchese, nun è colpa mia,<br />
i &#8216;nun v&#8217;avesse fatto chistu tuorto;<br />
mia moglie è stata a ffa&#8217; sta fesseria,<br />
i&#8217; che putevo fa&#8217; si ero muorto?</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Si fosse vivo ve farrei cuntento,<br />
pigliasse &#8216;a casciulella cu &#8216;e qquatt&#8217;osse<br />
e proprio mo, obbj&#8217;&#8230; &#8216;nd&#8217;a stu mumento<br />
mme ne trasesse dinto a n&#8217;ata fossa&#8221;</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8220;E cosa aspetti, oh turpe malcreato,<br />
che l&#8217;ira mia raggiunga l&#8217;eccedenza?<br />
Se io non fossi stato un titolato<br />
avrei già dato piglio alla violenza!&#8221;</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8220;Famme vedé&#8230; -piglia sta violenza&#8230;<br />
&#8216;A verità, marché, mme so&#8217; scucciato<br />
&#8216;e te senti; e si perdo &#8216;a pacienza,<br />
mme scordo ca so&#8217; muorto e so mazzate!&#8230;</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Ma chi te cride d&#8217;essere&#8230; nu ddio?<br />
Ccà dinto, &#8216;o vvuo capi ca simmo eguale?&#8230;<br />
&#8230;Muorto si&#8217; tu e muorto so&#8217; pur&#8217;io;<br />
ognuno comme a &#8216;na&#8217;ato é tale e quale&#8221;.</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8220;Lurido porco!&#8230; Come ti permetti<br />
paragonarti a me ch&#8217;ebbi natali<br />
illustri, nobilissimi e perfetti,<br />
da fare invidia a Principi Reali?&#8221;</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8220;Tu qua&#8217; Natale&#8230; Pasca e Ppifania!!!<br />
T&#8217; &#8216;o vvuo&#8217; mettere &#8216;ncapo&#8230; &#8216;int &#8216;a cervella<br />
che staje malato ancora e&#8217; fantasia?&#8230;<br />
&#8216;A morte &#8216;o ssaje ched&#8217;e'?&#8230; è una livella.</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8216;Nu rre, &#8216;nu maggistrato, &#8216;nu grand&#8217;ommo,<br />
trasenno stu canciello ha fatt&#8217;o punto<br />
c&#8217;ha perzo tutto, &#8216;a vita e pure &#8216;o nomme:<br />
tu nu t&#8217;hè fatto ancora chistu cunto?</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Perciò, stamme a ssenti&#8230; nun fa&#8217; &#8216;o restivo,<br />
suppuorteme vicino, che te &#8216;mporta?<br />
Sti ppagliacciate &#8216;e ffanno sulo &#8216;e vive:<br />
nuje simmo serie&#8230; appartenimmo à morte!&#8221;</em></p>
<p style="text-align:center;"><em><a href="http://oknotizie.alice.it/info/49401869e93bf3a4/_a_livella_dedicata_a_tutti_coloro_per_cui_titoli_soldi_e_interessi_sono_il_principio_e_il_fine_ultimo_della_vita.html" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1424" title="votami-su-oknotizie" src="http://malarablog.wordpress.com/files/2008/11/votami-su-oknotizie.gif" alt="votami-su-oknotizie" width="440" height="45" /></a><br />
</em></p>
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Tapis de souris funèbres]]></title>
<link>http://hautepointure.wordpress.com/2008/10/28/tapis-de-souris-funebres/</link>
<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 16:44:07 +0000</pubDate>
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<description><![CDATA[Tapis de souris de croupon de cuir patiné, gravuré et épitaphe de métal. (n&#8217;ayez pas peur de l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tapis de souris de croupon de cuir patiné, gravuré et épitaphe de métal. (n&#8217;ayez pas peur de l&#8217;humour noir).<br />
Cette série est limitée à 30 exemplaires, signés et numérotés. Disponible uniquement sur ce blog.<br />
Prix : 50€</p>
<p><a href="http://hautepointure.files.wordpress.com/2008/10/tapis_amafiance1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-128" title="tapis_amafiance1" src="http://hautepointure.wordpress.com/files/2008/10/tapis_amafiance1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p><a href="http://hautepointure.files.wordpress.com/2008/10/tapis_amonami1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-129" title="tapis_amonami1" src="http://hautepointure.wordpress.com/files/2008/10/tapis_amonami1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p><a href="http://hautepointure.files.wordpress.com/2008/10/tapis_amoncollegue1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-130" title="tapis_amoncollegue1" src="http://hautepointure.wordpress.com/files/2008/10/tapis_amoncollegue1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p><a href="http://hautepointure.files.wordpress.com/2008/10/tapis_anotrecamarade1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-131" title="tapis_anotrecamarade1" src="http://hautepointure.wordpress.com/files/2008/10/tapis_anotrecamarade1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p><a href="http://hautepointure.files.wordpress.com/2008/10/tapis_oubliezjamais1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-132" title="tapis_oubliezjamais1" src="http://hautepointure.wordpress.com/files/2008/10/tapis_oubliezjamais1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p><a href="http://hautepointure.files.wordpress.com/2008/10/tapis_regrets1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-133" title="tapis_regrets1" src="http://hautepointure.wordpress.com/files/2008/10/tapis_regrets1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p><a href="http://hautepointure.files.wordpress.com/2008/10/tapis_sescollegues1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-134" title="tapis_sescollegues1" src="http://hautepointure.wordpress.com/files/2008/10/tapis_sescollegues1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
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