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	<title>geopolitica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/geopolitica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "geopolitica"</description>
	<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:56:00 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Copenhague]]></title>
<link>http://blablablaecoisaetal.wordpress.com/2009/11/26/copenhague/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:38:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>blablablaecoisaetal</dc:creator>
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<description><![CDATA[&nbsp; O problema do aquecimento global, nos últimos anos, ganhou lugar de destaque no balé geopolít]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!--[if gte mso 9]&#62;   Normal  0  21      false  false  false                     MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--> <!-- /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> <!--[if gte mso 10]&#62;  /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;}  &#60;![endif]-->
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;"><br /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;">O problema do aquecimento global, nos últimos anos, ganhou lugar de destaque no balé geopolítico internacional. Nos dias correntes a negativa americana, ainda sob Clinton, em ratificar o Tratado de Quioto, bem como a atitude de Bush de sequer considerar o tema como algo realmente sério do ponto de vista científico são verdadeiramente impensáveis. Não podendo mais apelar à ignorância, o mundo está condenado a equacionar suas externalidades climáticas, ou será por elas, definitivamente, condenado. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;">Copenhague foi o cenário escolhido para travar-se a maior batalha diplomática a respeito do meio ambiente desde Quioto, quiçá desde Rio-92. Brasil e França ensaiam liderar o time dos que pretendem estabelecer metas ambiciosas, enquanto China e EUA organizam, aparentemente, a retranca dos que preferem minimizar os impactos econômicos de metas muito radicais. Observando-se a desigualdade de forças entre os dois campos contendores, é possível ter-se uma idéia de como será o resultado da próxima conferência da ONU sobre o clima. Por mais que a Europa, o MERCOSUL e toda a imensa gama de países que têm muito a perder com o desequilíbrio ecológico sejam significativos, pouco se pode fazer quando as duas maiores potências econômicas e políticas da atualidade resolvem cerrar fileiras de modo articulado. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;">Ainda que o aquecimento global seja, nos dias de hoje, uma realidade irrecusável, as regras da diplomacia global não mudam da noite para o dia. Elas persistem em dizer, tão claramente quanto sempre disseram, que o poder determina o real tanto quanto o real determina o poder.<span>&#160; </span>Talvez até um pouco mais &#8230;</span></p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=6fdd99a2-f912-84fd-bf9a-178b1971796b" /></div>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Londres sabia que Bagdá não poderia usar armas]]></title>
<link>http://pbrasil.wordpress.com/2009/11/26/londres-sabia-que-bagda-nao-poderia-usar-armas/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:53:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>E.M.Pinto</dc:creator>
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<description><![CDATA[O governo britânico soube dez dias antes da invasão do Iraque &#8211; em 20 de março de 2003 &#8211;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O governo britânico soube dez dias antes da invasão do Iraque &#8211; em 20 de março de 2003 &#8211;]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Amorim nega tensão entre Brasília e Washington]]></title>
<link>http://pbrasil.wordpress.com/2009/11/26/amorim-nega-tensao-entre-brasilia-e-washington/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:45:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>E.M.Pinto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Chanceler confirma carta de Obama a Lula sobre Honduras e diz que diferenças não atrapalham relação ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Chanceler confirma carta de Obama a Lula sobre Honduras e diz que diferenças não atrapalham relação ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Novas provas de um crime]]></title>
<link>http://pbrasil.wordpress.com/2009/11/26/novas-provas-de-um-crime/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:40:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>E.M.Pinto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Começa-se a provar, agora, o que muitos sabiam, e alguns de nós denunciamos: antes dos atentados de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Começa-se a provar, agora, o que muitos sabiam, e alguns de nós denunciamos: antes dos atentados de ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Afganistán: Una extraña guerra]]></title>
<link>http://lahistoriadeldia.wordpress.com/2009/11/26/afganistan-una-extrana-guerra/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:05:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>La historia del dia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Juan Gelman Página/12   ¿Qué, si no, puede decirse de una guerra en que los dos bandos se alimentan ]]></description>
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<title><![CDATA[Paramilitares estão mais ativos que as Farc na Colômbia, diz relatório]]></title>
<link>http://pbrasil.wordpress.com/2009/11/26/paramilitares-estao-mais-ativos-que-as-farc-na-colombia-diz-relatorio/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:19:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>E.M.Pinto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um relatório divulgado nesta quarta-feira em Bogotá sugere que os grupos paramilitares de direita es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Um relatório divulgado nesta quarta-feira em Bogotá sugere que os grupos paramilitares de direita es]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Brasil quer posto da ONU contra drogas]]></title>
<link>http://pbrasil.wordpress.com/2009/11/26/brasil-quer-posto-da-onu-contra-drogas/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:13:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>E.M.Pinto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Secretário do Ministério da Justiça, Pedro Abramovay é o candidato Jamil Chade, GENEBRA O Brasil que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Secretário do Ministério da Justiça, Pedro Abramovay é o candidato Jamil Chade, GENEBRA O Brasil que]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Palestina: il Dopo Abu Mazen]]></title>
<link>http://alybabafaye.wordpress.com/2009/11/25/palestina-il-dopo-abu-mazen/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:53:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aly Baba Faye</dc:creator>
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<description><![CDATA[(ANSA) &#8211; SANTIAGO, 25 NOV &#8211; Il presidente palestinese Abu Mazen, nel ribadire che non si]]></description>
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<title><![CDATA[O "Festejado" relatório da FAB sobre o programa FX-2 já está com o Presidente Lula ]]></title>
<link>http://pbrasil.wordpress.com/2009/11/25/o-festejado-relatorio-da-fab-sobre-o-programa-fx-2-ja-esta-com-o-presidente-lula/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 21:08:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>E.M.Pinto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em audiência com o Presidente Lula no ultimo dia 23 de novembro o Ministro da Defesa Nelson Jobim tr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Em audiência com o Presidente Lula no ultimo dia 23 de novembro o Ministro da Defesa Nelson Jobim tr]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Ministro sueco conversa com Sarney sobre caças do seu país]]></title>
<link>http://pbrasil.wordpress.com/2009/11/25/ministro-sueco-conversa-com-sarney-sobre-cacas-do-seu-pais/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 20:38:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>E.M.Pinto</dc:creator>
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<description><![CDATA[O presidente do Senado, José Sarney, recebeu, na manhã desta terça-feira (24), o ministro da Defesa ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O presidente do Senado, José Sarney, recebeu, na manhã desta terça-feira (24), o ministro da Defesa ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[La frontera: un concepto múltiple, una visión diversa.]]></title>
<link>http://lahistoriadeldia.wordpress.com/2009/11/25/la-frontera-un-concepto-multiple-una-vision-diversa/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:31:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>La historia del dia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sergio Rodríguez Gelfenstein Altercom* 　 &#8220;&#8230;Podríamos entonces adoptar un concepto modern]]></description>
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<title><![CDATA[Brasil passa a ter poder de veto no FMI]]></title>
<link>http://pbrasil.wordpress.com/2009/11/25/brasil-passa-a-ter-poder-de-veto-no-fmi/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:26:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>E.M.Pinto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois de nove meses de negociações, o Brasil conquistou o direito de ter poder de veto no FMI (Fund]]></description>
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<title><![CDATA[La persistente guerra del terror  ]]></title>
<link>http://lahistoriadeldia.wordpress.com/2009/11/25/la-persistente-guerra-del-terror/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 16:08:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>La historia del dia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Manuel E. Yepe Argenpress. info Aún están por abrirse los archivos secretos que quizás algún día rev]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Manuel E. Yepe Argenpress. info Aún están por abrirse los archivos secretos que quizás algún día rev]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Irán y Brasil: por la soberanía ]]></title>
<link>http://lahistoriadeldia.wordpress.com/2009/11/25/iran-y-brasil-por-la-soberania/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:59:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>La historia del dia</dc:creator>
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<description><![CDATA[La Jornada La visita a Brasil del presidente iraní, Mahmud Ahmadinejad, y el discurso de su anfitrió]]></description>
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<title><![CDATA[Obama promete ‘terminar o trabalho’ no Afeganistão]]></title>
<link>http://pbrasil.wordpress.com/2009/11/25/obama-promete-%e2%80%98terminar-o-trabalho%e2%80%99-no-afeganistao/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:37:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>E.M.Pinto</dc:creator>
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<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta terça-feira que vai “terminar o trabalho”]]></description>
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<title><![CDATA['Brasil deve equilibrar estratégia' ]]></title>
<link>http://pbrasil.wordpress.com/2009/11/25/brasil-deve-equilibrar-estrategia/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 11:41:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>E.M.Pinto</dc:creator>
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<description><![CDATA[  WASHINGTON. Peter Hakim, presidente do Inter-American Dialogue, acha que o preço que o Brasil paga]]></description>
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<title><![CDATA[Brasil tranquiliza os paraguaios]]></title>
<link>http://pbrasil.wordpress.com/2009/11/25/brasil-tranquiliza-os-paraguaios/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 11:31:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>E.M.Pinto</dc:creator>
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<description><![CDATA[EXERCÍCIO MILITAR  Ao comentar a preocupação paraguaia com a movimentação de 10 mil militares na Ope]]></description>
<content:encoded><![CDATA[EXERCÍCIO MILITAR  Ao comentar a preocupação paraguaia com a movimentação de 10 mil militares na Ope]]></content:encoded>
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<title><![CDATA["Garantia dos EUA sobre bases é satisfatória"]]></title>
<link>http://pbrasil.wordpress.com/2009/11/25/garantia-dos-eua-sobre-bases-e-satisfatoria/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 11:27:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>E.M.Pinto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Próximo embaixador do Brasil em Washington, Mauro Vieira ressalva que pacto militar com a Colômbia p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Próximo embaixador do Brasil em Washington, Mauro Vieira ressalva que pacto militar com a Colômbia p]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[25/nov/2009  Vladimir Putin merge mîine la Paris, pentru cumpărături de lux]]></title>
<link>http://geopolitikon.wordpress.com/2009/11/25/25nov2009-vladimir-putin-merge-miine-la-paris-pentru-cumparaturi-de-lux/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 10:57:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>EURAST Center</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vladimir Putin vizitează Parisul cu cîteva contracte în buzunar Rusia doreşte una, două sau poate pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Vladimir Putin vizitează Parisul cu cîteva contracte în buzunar Rusia doreşte una, două sau poate pa]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Reconocimiento Venezolano de Osetia del Sur y Abjasia]]></title>
<link>http://ilobservatory.wordpress.com/2009/11/25/reconocimiento-venezolano-de-osetia-del-sur-y-abjasia/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 05:35:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>ilobservatory</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Sebastián Béndiksen En el marco de su visita a Rusia, el presidente venezolano Hugo Chávez anunc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por <strong>Sebasti</strong><strong>á</strong><strong>n B</strong><strong>é</strong><strong>ndiksen</strong></p>
<p>En el marco de su visita a Rusia, el presidente venezolano Hugo Chávez anunció el reconocimiento por parte del Estado venezolano de Osetia del Sur y Abjasia como Estados independientes y soberanos<sup>1</sup>. Georgia y la mayor parte de la comunidad internacional consideran que estas regiones no son sino provincias renegadas que integran el Estado de Georgia. A la fecha<sup>2</sup> los únicos Estados miembro de la ONU que han reconocido a Osetia del Sur y Abjasia son Rusia, Nicaragua y Venezuela. Abjasia, Osetia del Sur y Transnistria (una región de la República de Moldavia que no ha recibido reconocimiento por parte de ningún Estado) se reconocen mutuamente. Ahora bien, antes de entrar en análisis de lo que implica el reconocimiento venezolano de estos dos Estados es importante un breve repaso de su historia.</p>
<p><strong>Abjasia</strong></p>
<p>Entre los siglos VIII y X, Abjasia fue un reino y, posteriormente, entre el Siglo XIII y 1864 fue un principado<sup>3</sup>. En 1810 el Principado de Abjasia fue incorporado como protectorado al Estado ruso, siendo el principado posteriormente anexado totalmente en 1864. Durante la era de la Unión Soviética Abjasia conformó una República Socialista Soviética soberana hasta que Stalin la incorporó como República Autónoma bajo la República  Socialista Soviética de Georgia en 1931. Después de la caída de la Unión Soviética, una creciente tensión entre Abjasia y Georgia desató la Guerra de Abjasia (1992-1993) entre el Estado de Georgia y las fuerzas separatistas abjasasianas, la cual resultó en la pérdida de control sobre la región por parte de Georgia. Consecuentemente, Abjasia adoptó constitución propia en 1994 y declaró formalmente su independencia en 1999<sup>4</sup>.</p>
<p><strong>Osetia del Sur</strong></p>
<p>Osetia del Sur fue incorporada al Imperio Ruso en 1801 y tras el colapso del mismo formó  parte de la  República Democrática de Georgía. Sin embargo, los osetianos manifestaron su inconformidad y deseo de independencia con una seria de enfrentamientos entre 1918 y 1920. Después de la invasión soviética de Georgia se hizo de Osetia del Sur un Óblast Autónomo dentro de la República Socialista Soviética de Georgia. En 1990 Osetia del Sur declaró su independencia de la RSS de Georgía considerándose soberana dentro de la  Unión Soviética. Sin embargo, el colapso de la  URSS precipitó un conflicto armado resultando en la  Guerra de Osetia del Sur (1991-1992) en la cual Georgia perdió control sobre esta región.</p>
<p><strong>Guerra de Osetia del Sur de 2008</strong></p>
<p>Desde 1992 y 1993 Osetia del Sur y Abjasia estaban bajo control de gobiernos locales apoyados por Russia. El 7 de agosto de 2008 Georgia lanzó un ataque militar a gran escala con el objetivo de recuperar la región de Osetia del Sur. Rusia intervino en el conflicto enviando tropas para combatir contra las fuerzas georgianas. Dos días después, el 9 de agosto de 2009, se abrió un segundo frente en contra de Georgia por parte de las tropas rusas y abjasianas. Un cese al fuego se firmó por parte de Georgia el 15 de agosto y por Rusia al día siguiente. Nuevamente los gobiernos locales mantuvieron el control de las regiones de Osetia del Sur y Abjasia por lo que el 26 de agosto de 2008 la Federación  Rusa reconoció como Estados soberanos a sus aliados de guerra. El 5 de septiembre de 2008 Nicaragua extendió el mismo reconocimiento y Venezuela, a su vez, el 10 de septiembre de 2009.</p>
<p><strong>Efectos del Reconocimiento</strong></p>
<p>El reconocimiento de estas dos regiones por parte de Venezuela resalta los problemas que tiene esta institución de derecho internacional. Existen dos teorías acerca del reconocimiento de estados: la teoría constitutiva postula que el acto de reconocimiento es una condición necesaria para la existencia del Estado, y la teoría declarativa que considera que el acto de reconocimiento no es más que la aceptación de un hecho existente<sup>5</sup>. La mayoría de los doctrinantes aceptan un teoría mixta en la que el reconocimiento es declarativo de un hecho pero necesaria para la posibilidad de la totalidad de relaciones bilaterales<sup>6</sup>. Es decir, la existencia de un Estado es un hecho y no un acto jurídico, argumento que se encuentra consagrado no sólo en la doctrina sino también en tratados. El artículo 3 de la Convención de Montevideo Sobre Derechos y Deberes de los Estados establece que “[l]a existencia política del Estado es independiente de su reconocimiento por los demás Estados…” Este enunciado se copió textualmente en el artículo 13 de la Carta de la Organización de los Estados Americanos. Por ende, entre los criterios para establecer si un territorio es un Estado no debe incluirse el reconocimiento por parte de terceros Estados. La  Convención de Montevideo en su primer artículo establece criterios legales que debe reunir una entidad para ser considerada un Estado, a decir: “(a) población permanente, (b) territorio determinado, (c) gobierno y (d) capacidad de entrar en relaciones con los demás Estados.” El criterio (c) se refiere a un gobierno central que opere como cuerpo político con control efectivo sobre el territorio<sup>7</sup> mientras que el último criterio se entiende como independencia de injerencia por parte de ordenamientos jurídicos ajenos<sup>8</sup>.</p>
<p>Revisando de cerca estos criterios es evidente que tanto Osetia del Sur como Abjasia los han cumplido desde 1991 y 1992, respectivamente, y aún así no han sido reconocidos como Estados. La realidad del reconocimiento es que no se puede considerar una obligación sino que es una herramienta política para que cada Estado conduzca sus relaciones internacionales<sup>9</sup>. Es por esta naturaleza política que cada Estado determina para sí qué entidades califican como Estado. Esto afecta a Osetia del Sur y Abjasia ya que a pesar de que su existencia como Estados no depende del reconocimiento por parte de terceros, sin éste no lograrán establecer relaciones bilaterales formales<sup>10</sup>. Es decir, el reconocimiento tiene efectos prácticos ya que a falta del mismo es prácticamente imposible que Osetia del Sur y Abjasia participen en la comunidad internacional. En últimas, el acto de reconocimiento es constitutivo de ser sujeto de derecho internacional, aunque no de ser Estado<sup>11</sup>.</p>
<p>Teniendo claros los efectos del reconocimiento se puede entrar a analizar las declaraciones venezolanas. El reconocimiento por parte de Venezuela no es el impulso para el reconocimiento internacional que tanto anhelan Osetia del Sur y Abjasia. El presidente de Abjasia, Sergey Bagapsh, espera que el reconocimiento venezolano lleve a reconocimiento por parte de otros Estados<sup>12</sup>, sin embargo es poco probable que ese sea el efecto de la actuación de Venezuela. A pesar de lo que le gustaría pensar a Chávez, Venezuela no es potencia mundial y el hecho de tener gran influencia entre los Estados miembros de ALBA o la izquierda latinoamericana, este poderío no es suficiente para convencer a una comunidad internacional fuertemente renuente al reconocimiento de Osetia del Sur y Abjasia. El reconocimiento por parte de Nicaragua no convenció a Chávez, un aliado del presidente Daniel Ortega, de reconocer a estas regiones. Venezuela reconoció a Osetia del Sur y a Abjasia cuando este acto era práctico para los fines del Estado venezolano. En concreto, la necesidad que tiene Chávez de acudir a Rusia por armamento hizo que el reconocimiento de ambas regiones se convirtiera en una opción viable para acercar a Venezuela a la Federación  Rusia.</p>
<p>En términos económicos tampoco es probable que se creen fuertes lazos entre Venezuela y Osetia del Sur o Abjasia. Ambas regiones están atravesando por dificultades económicas y dependen en gran medida de Rusia. El caso de Nicaragua sirve como ejemplo ya que después de un año de reconocimiento aun no tiene vínculos económicos con la región.</p>
<p>Estos efectos (o mejor dicho, falta de efectos) del reconocimiento por parte de Venezuela, Nicaragua y Rusia demuestran, como se argumentó con anterioridad, que la institución de reconocimiento de Estados adolece de serios problemas. Un ejemplo que tanto Osetia del Sur como Abjasia han utilizado para argumentar su independencia es el caso de Kosovo. Este Estado recibió  reconocimiento por la gran mayoría de la comunidad internacional después de declararse independiente de Serbia. El reconocimiento veloz y el argumento de que este es un caso <em>sui generis</em> que no genera precedente vinculante demuestra como el derecho internacional se ve afectado por los intereses políticos de los Estados<sup>13</sup>. Es precisamente por consideraciones de índole política que algunos Estados reconocieron a Kosovo y a la vez se rehúsan a reconocer a Abjasia o a Osetia del Sur. Entre los argumentos presentados está la consideración de que estas regiones existen únicamente debido a una intervención militar ilegal por parte de Rusia, lo cual implica la pérdida de integridad territorial de Georgia a través de una intervención militar extranjera ilegal<sup>14</sup>. Esto significa que el reconocimiento de Osetia del Sur y Abjasia no depende de si cumplen con los requisitos para ser un Estado sino de consideraciones sobre la licitud de la actuación Rusa, lo cual, a su vez, aunque fundado en el derecho internacional, depende de la posición política de cada Estado.</p>
<p>Con todo, se debe concluir que el reconocimiento que Venezuela extendió a Osetia del Sur y a Abjasia no ayudó a estas provincias a mejorar su situación de Estados sin reconocimiento aunque sí favoreció un acercamiento de la Federación  Rusa con Venezuela. Este ejemplo de reconocimiento y no reconocimiento por parte de la comunidad internacional ha demostrado la naturaleza política de esta institución y la falta de criterios fáciles de establecer para otorgar representación legal dentro del orden internacional.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Países que falam Inglês - Austrália]]></title>
<link>http://heldervictor.wordpress.com/2009/11/24/paises-que-falam-ingles-australia/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:33:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Helder Victor</dc:creator>
<guid>http://heldervictor.wordpress.com/2009/11/24/paises-que-falam-ingles-australia/</guid>
<description><![CDATA[O país que sediou os jogos olímpicos em 2000 com a cidade de Sydney tem a população cosmopolita, for]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/australia-mapa1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1093" title="Australia-mapa" src="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/australia-mapa1.jpg" alt="" width="460" height="462" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">O país que sediou os jogos olímpicos em 2000 com a cidade de Sydney tem a população cosmopolita, formada especialmente por europeus e asiáticos. A mistura de culturas pode ser atribuída ao incentivo que o governo australiano oferece aos estudantes estrangeiros, o que não quer dizer que não haja controle sobre eles. O governo australiano estimula pesquisas nas áreas médica, biológica, oceanográfica, física e tecnológica.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><a href="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/sydney_-_australia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1095" title="sydney_-_australia" src="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/sydney_-_australia.jpg" alt="" width="460" height="345" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Conhecida pelos exóticos cangurus, koalas e até pelas tribos aborígenes. A Austrália apresenta uma beleza natural e preservada que encanta os estrangeiros. Suas mais de 10 mil praias são o sonho de consumo de qualquer surfista. A diversidade de climas encontrada no território australiano vai desde o calor do &#8220;Outback&#8221; (nome dado ao deserto no país por estar fora da costa), no centro do país, até as geleiras das &#8220;Snowy Mountains&#8221; (montanhas de neve), a pouco mais de uma hora de Camberra, capital do país.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><a href="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/canguru1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1096" title="canguru" src="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/canguru1.jpg" alt="" width="459" height="345" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Com clima tropical, praias bonitas, surfe, população hospitaleira e um câmbio melhor do que o dólar americano são as principais motivações dos estudantes que escolhem a Austrália como destino de estudo. Segundo estatísticas da <a href="http://www.belta.org.br/default.asp" target="_blank">Belta</a> (Brazilian Educational &#38; Language Travel Association), o país é hoje o segundo preferido dos brasileiros que vão ao exterior para estudar inglês, ficando atrás apenas do <a href="http://educacao.uol.com.br/intercambio/canada.jhtm">Canadá</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Os estudantes podem, ainda, aproveitar as horas de folga para praticar atividades radicais, entre elas &#8220;rafting&#8221;, surfe, &#8220;canyoning&#8221;, mergulho, vôo livre, &#8220;bungee jumping&#8221;, paraquedismo e &#8220;mountain bike&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><a href="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/avioes-de-manobra1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1097" title="Mundial de aviões de precisão com etapas em Sydney e Rio de Janeiro" src="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/avioes-de-manobra1.jpg" alt="" width="448" height="298" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">A qualidade de vida na Austrália também se deve ao bom funcionamento dos serviços públicos, desde transportes e hospitais a áreas de lazer gratuitas. A Austrália foi colonizada pelos ingleses em 1.770 e já faz parte da lista dos países mais ricos do mundo.<br />
Atualmente, o país apresenta uma das sociedades mais organizadas e um dos melhores <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/especial/2007/idh2007.jhtm">IDHs</a> (Índice de Desenvolvimento Humano) do mundo &#8211; é o 3º na lista da ONU (Oraganização das Nações Unidas) de 2007. A Austrália tem uma sociedade mais igualitária que a brasileira. Ou seja, há menor diferença entre as classes sociais australianas que entre as brasileiras.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><a href="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/travel_00651.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1098" title="Sydney - ícone" src="http://heldervictor.wordpress.com/files/2009/11/travel_00651.jpg" alt="" width="459" height="345" /></a><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Víctor Ariza "El espía por Andrés Bedoya Ugarteche]]></title>
<link>http://reportperu.wordpress.com/2009/11/24/victor-ariza-el-espia-por-andres-bedoya-ugarteche/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 21:50:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arturo Vigil Dávila</dc:creator>
<guid>http://reportperu.wordpress.com/2009/11/24/victor-ariza-el-espia-por-andres-bedoya-ugarteche/</guid>
<description><![CDATA[LIMA | Nosotros espiamos, vosotros espiáis, ellos espían: &#8211; ¡Qué tal escandalazo, por amor al ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table style="height:42px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="479">
<tbody>
<tr>
<td width="90"></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://reportperu.wordpress.com/files/2009/11/1111111111111111111111.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2835" title="1111111111111111111111" src="http://reportperu.wordpress.com/files/2009/11/1111111111111111111111.jpg" alt="" width="321" height="400" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a href="http://reportperu.wordpress.com/files/2009/11/bandera-chilena-luto.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-2833" title="Bandera-Chilena-Luto" src="http://reportperu.wordpress.com/files/2009/11/bandera-chilena-luto.gif" alt="" width="550" height="366" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">LIMA &#124;  Nosotros espiamos, vosotros espiáis, ellos espían: &#8211; ¡Qué tal escandalazo, por amor al multiverso! ¡Chile nos ha estado espiando! ¡Quién lo hubiera imaginado! Y hemos cogido a la gordita del &#8220;&#8221;alacio e la monéa&#8221; con las manos en la masa, in flagrante dilicto. Y todavía se amarga por la reacción de Alan. ¿Qué dirías tú, Bacheletita, si chapas a un sujeto metiéndote la mano en los bolsillos? Y, encima, tiene la concha de gritar que &#8220;nosotro no espiamo náa&#8221;. Y el estúpido ese del Fernández, ya para qué te cuento. Lo que amarga más a Michelle es el no haber sabido que su inteligencia militar espiaba. No es para tanto, gordita. Obama tampoco tiene idea de lo que ocurre en el seno de la CIA, o Isabel II lo que cranea el MI6, o el premier judío lo que hay en la cabeza del Mossad. Esas entidades, Michellita, son casi autónomas y, créeme, tú no quieres saber lo que están planeando.</p>
<p style="text-align:justify;">¡Vamos! El espionaje es el brazo secreto de la diplomacia y seguirá existiendo. El espionaje es un juego. La cosa es que no te &#8220;ampayen&#8221;. Desgraciadamente para los chilenos, la poca inteligencia que queda en nuestras FF.AA. -devastada por Paniagua y Toledo- chapó al peruano traidor, zapatófono y todo.</p>
<p style="text-align:justify;">Si los portavoces chilenos hubiesen tenido un poquitito de neuronas, se habrían &#8220;horrorizado&#8221; (para las galerías, claro) con este hecho tan poco amistoso, habrían &#8220;ordenado una investigación&#8221; para contentar a los peruanos, a la postre habrían &#8220;encarcelado&#8221; a algunos y &#8220;destituido&#8221; a otros, y todos contentos para luego continuar con el espionaje&#8230; ¡pero no negarlo, pues! Te chaparon en la cama con tu amante y no vas a ganar nada con gimotear que &#8220;no es lo que tú crees, papito&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Tuve un tío que fue comandante en la Marina de Guerra del Perú. Me contaba que esta institución tenía montones de espías en Chile, y que Chile también tenía montones en el Perú, y que con Ecuador ocurría lo mismo. Esto me lo han corroborado recientemente otros oficiales más jóvenes, y aquí no pasa nada. Así entonces, ¿qué tanto quimbo si el suelo está parejo? No seamos tan hipócritas, pues.</p>
<p style="text-align:justify;">Y los chilenos hicieron bien en elegir a Víctor Ariza. Un buen espía no debe parecer espía. Tiene que tener cara de huevón para no despertar sospechas. Un Sean Connery en la marina peruana sería tan conspicuo como una mosca en una fábrica de sábanas. Y es aquí donde hay que tener cuidado. Si el &#8220;cara de huevón&#8221; resulta ser, realmente, un huevón, entonces los resultados pueden ser atroces. Y es, exactamente, lo que le ha ocurrido a la inteligencia militar chilena. La embarraron completa.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">¡Vergüenza! ¡Qué diría James Bond! Y es que el traidor más parece un cruce entre babuino chillón y un moai de la Isla de Pascua. Tampoco tampoco, pues.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Recuerdan Pearl Harbor? Bueno, muchos espías, entre ellos la embajada peruana en Washington, lograron interceptar mensajes radiales en los que se descubrió el inminente ataque&#8230; y Washington ni siquiera se dignó a escuchar (siempre tan boludos los gringos), con los resultados conocidos. Yo me pregunto&#8230;¿fue éste un espionaje &#8220;bueno&#8221;? ¿Hay espionaje &#8220;malo&#8221;? Madre de Dios y la almorrana: &#8211; Expertos en el tema a nivel internacioional han anunciado la inminente y total desertificación del departamento de Madre de Dios, gracias a los daños irreversibles que viene causando la minería informal. Si a ello sumamos que viene ocurriendo lo mismo en la selva boliviana, gracias al cocalero idiota que los gobierna y que protege al narcotráfico, entonces estamos hechos. El sur del Perú correrá muy pronto la misma suerte por sequías prolongadas e irreversibles. ¿Ha dicho algo sobre el particular el cura Arana, la almorrana con sotana? Para nada. Su &#8220;apostolado&#8221; consiste en destruir a la &#8220;gran minería&#8221; para así conseguir debilitar a nuestra economía e instituir en el Perú La Gran Revolución Socialista. Sigue soñando, pollerudo sinvergüenza (valga la redundancia).</p>
<p style="text-align:justify;">¡Ay, Guillermito!: &#8211; Guillermo Giacosa, en su columna en Perú.21 del martes 17 de este mes, habla horrores de Estados Unidos por el asunto ese de las bases militares en Colombia. Por comparación con Obama, Gengis Khan aparece como San Tarsicio. Mira Guillermito: ese informe dirigido al Congreso lleva la lógica exageración para asustar a sus miembros y conseguir el cau cau. No te leo muy seguido (no me entretiene la literatura &#8220;progresista&#8221;), pero que yo recuerde, nunca dijiste nada parecido del Gran Imperio Soviético marxista (desgraciadamente para ti ya vaporizado junto con su ideología) y que ya pasa la marca de 125 millones de asesinatos.</p>
<p style="text-align:justify;">Piensa, piensa, Giacosita.</p>
<p style="text-align:justify;">Ahora es cuando: &#8211; Una humilde pareja ha fallecido dejando a sus nueve hijitos (todos ellos niños) totalmente desprotegidos.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Qué espera Cipriani para hacerse cargo de ellos? ¿O sólo fue demagogia cuando hizo su declaración con respecto al aborto? El Oasis sin dioses: &#8220;Un dios que te ordena matar judíos es un dios cruel y no es omnipotente.</p>
<p style="text-align:justify;">¿No crees que si ese dios odiara a los judíos&#8230; no habría judíos?&#8221; Sandro Etchebery Gaudea, gran filósofo peruano &#8220;¿Por qué creó Jehová a los cerdos si éstos son impuros? ¿Podrían los teólogos judíos explicarme esa aparente tontería divina?&#8221; Anónimo.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;El Concilio de Toledo declara que el Espíritu Santo procede del Padre y del Hijo. Sin embargo, los obispos orientales ortodoxos afirman que el Espíritu Santo procede del Padre A TRAVÉS DEL HIJO. Esta divergencia separó a la iglesia en dos: la romana y la ortodoxa griega hasta nuestros días&#8221; Basil C. Fisk en su obra Understanding Christian History.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Pueden creerlo? Hasta más vernos.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">FUENTE : DIARIO EL CORREO</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Además del espía Ariza, hay muchos otros casos que son verdaderos actos de traición a la patria]]></title>
<link>http://reportperu.wordpress.com/2009/11/24/ademas-del-espia-ariza-hay-muchos-otros-casos-que-son-verdaderos-actos-de-traicion-a-la-patria/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 21:06:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arturo Vigil Dávila</dc:creator>
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<description><![CDATA[Primera felonía ocurrió 7 años antes de guerra del 79 cuando el gobierno anuló compra de dos acoraza]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a href="http://reportperu.wordpress.com/files/2009/11/chile1973-bombardeo-palaciode-la-moneda.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2829" title="chile1973-bombardeo-palaciode-la-moneda" src="http://reportperu.wordpress.com/files/2009/11/chile1973-bombardeo-palaciode-la-moneda.jpg" alt="" width="410" height="287" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a href="http://reportperu.wordpress.com/files/2009/11/1051bc9arizafoto_407x305g2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2830" title="1051bc9arizafoto_407x305g" src="http://reportperu.wordpress.com/files/2009/11/1051bc9arizafoto_407x305g2.jpg" alt="" width="407" height="305" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Primera felonía ocurrió 7 años antes de guerra del 79 cuando el gobierno anuló compra de dos acorazados</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Angel Arturo Castro Flores (*)</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Coronel EP (r) y Licenciado en Comunicación.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Las acciones de espionaje que ha realizado el suboficial FAP Víctor Ariza Mendoza a favor de Chile es un acto de lesa traición a esta tierra que lo vio nacer, a la seguridad de nuestra nación, al pueblo y a los integrantes de su institución. Con justificada razón ha sido calificado como un acto de traición a la patria.</p>
<p style="text-align:justify;">Realmente lo es, no existe justificación alguna para que un hombre, que viste el sagrado uniforme de la patria, demuestre de esta manera ingrata la absoluta desafección que lo embarga, pasándose a la filas de nuestro enemigo potencial para venderle información clasificada, que afecta la seguridad de nuestra nación.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero, no es el único caso que merece todo el repudio de la población peruana. A lo largo de nuestra historia se han presentado una serie de casos, que han merecido el rechazo de la opinión pública nacional. La historia es rica en ejemplos y es bueno tenerlos presente, para pedir explicaciones a las autoridades competentes.</p>
<p style="text-align:justify;">En 1872, la Marina de Guerra le presentó un informe al Presidente Manuel Pardo, sobre el desastroso estado en que se encontraba la escuadra, comparándola con un “museo de arquitectura naval”. Mientras tanto, Chile había ordenado construir dos acorazados: el “Blanco Encalada” y “Cochrane”; pero además, la puesta en servicio de la corbeta “Magallanes” y el vapor “Tolten”.</p>
<p style="text-align:justify;">Al conocer esta situación de inmediato Manuel Pardo pidió autorización al Congreso para invertir 2 millones de soles y adquirir dos acorazados superiores a los chilenos, lo cual se le concedió y contrató la construcción de los barcos. Posteriormente una junta de expertos evaluó la potencia naval del Perú y de Chile y las conclusiones fueron tranquilizadoras. Manuel Pardo rescindió el contrato, pagando una prima a los constructores. Siete años después, Chile bien armado, nos declaraba la guerra, con su posterior secuela.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Es bueno precisar que, cuando se le decía al presidente Manuel Pardo que debía preocuparse por ese aspecto, él contestaba que tenía “dos poderosos blindados: Argentina y Bolivia”, se refería a los pactos defensivos que se negociaban con ambos países, se concretó con Bolivia, pero no con Argentina. Ya sabemos la historia posterior.</p>
<p style="text-align:justify;">El 10 de diciembre de 2007, el Dr. Mario Cavagnaro en uso de la facultad que tiene todo ciudadano a la denominada “acción popular”, presentó una denuncia ante la Fiscalía de la Nación por la presunta comisión del delito contra el Estado y la Defensa Nacional en la modalidad de Revelación de Secretos Nacionales que tipifica el artículo 330 del Código Penal, contra los que resulten responsables por haber revelado numerosos secretos nacionales con motivo de la solicitud de extradición del ex presidente, a una potencia extranjera, Chile en este caso.</p>
<p style="text-align:justify;">Se sabe que cuando las autoridades judiciales peruanas solicitaron a Chile la extradición del ex Presidente Fujimori, incluyeron el denominado caso de los “Decretos de Urgencia” expedidos entre los años 1990 al 2000 que posibilitaron la compra de armamento de diversa naturaleza para las Fuerzas Armadas.</p>
<p style="text-align:justify;">La solicitud incluyó valiosa información clasificada como estrictamente secreta, de interés solo para el Perú y concerniente a su fuerza operativa, para la defensa de la integridad y soberanía nacional de nuestro país. Ha transcurrido un año y nueve meses de esta denuncia y no se conoce qué decisión ha tomado la Fiscalía de la Nación, lo que haría presumir que podría ser archivada.</p>
<p style="text-align:justify;">Se conoce además, que adjunto a la denuncia se presentó como prueba, una copia de la sentencia dictada por la Segunda Sala Penal de la Corte Suprema de Chile de fecha 21 de setiembre del 2007. La que, como bien sabemos concedió la extradición del ex Presidente Fujimori por los casos ya conocidos, denegando la relacionada con los “Decretos de Urgencia”. En esa sentencia se puede apreciar (Considerandos 98, 99, 100, 101, 102 y 103) que las autoridades chilenas tuvieron en su poder y tomaron conocimiento de la situación operativa de nuestras FFAA.</p>
<p style="text-align:justify;">Como sostiene el Dr. Mario Cavagnaro “La sentencia de la Corte chilena también evidencia haber tomado conocimiento del Informe de la Contraloría General de la República No.015-2001 que contiene el Examen Especial al Ministerio de Defensa respecto a la adquisición de armamento entre 1990 y el 2000, así como la relación de 32 contratos suscritos por los Ministerios de Defensa y del Interior, el contrato de compra-venta del 4 de julio de 1998 para la adquisición de 3 aviones Mig, del informe del 21 de mayo del 2004 sobre el estado de esos aviones, todos inoperativos, copias de contratos de adquisición de armas, morteros, granadas, lanza-pepas, equipos de visión nocturna, municiones, misiles, la compra de un avión Boeing 737”.</p>
<p style="text-align:justify;">Durante el quinquenio del ex presidente Alejandro Toledo se tomaron decisiones que afectaron nuestra seguridad nacional. El año 2001, decidió reducir drásticamente –en más del 20%– el presupuesto de Defensa del año 2002, sin aplicar ningún criterio técnico ni científico, y sin considerar el rol fundamental de las FF AA, ni tener en cuenta su estructura, capacidades futuras y amenazas externas.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Cómo se puede calificar estas acciones? Hasta el presente este presupuesto no ha recuperado los índices que tuviera en la década del 90.</p>
<p style="text-align:justify;">Por otro lado, el 31 de enero 2002, la revista Caretas (1706) publicó la noticia que Esteban Silva, ciudadano chileno, socialista, era consejero para temas de cooperación internacional y políticas de lucha contra la pobreza del ex presidente Toledo, quien estuvo en el “Gabinete de crisis” de Perú Posible.</p>
<p style="text-align:justify;">El chileno Silva –según se conoce- rápidamente se había convertido en uno de los hombres que más influían sobre el ex presidente. A ello debemos agregar la presencia de dos asesores chilenos José Joaquín Brunner y Pablo Halpern (CARETAS 1704), que de manera itinerante asesoraban al gobierno, para diseñar estrategias de comunicación con el fin de levantar la alicaída imagen presidencial. Silva renunció en agosto de 2002.</p>
<p style="text-align:justify;">Al referirse a la renuncia del asesor chileno Esteban Silva, Raúl Diez Canseco expresó: “Esteban es una persona que ha trabajado con mucho cariño por el Perú, que ha hecho grandes aportes(…)”.</p>
<p style="text-align:justify;">Como recordaremos, Raúl Diez Canseco fue primer vicepresidente durante el gobierno de Toledo, firmó el D.S. 081-2001-RE el 17 de octubre del 2001 denominado Acuerdo Multilateral sobre Cielos Abiertos, que ha beneficiado a Chile, específicamente a Lan Chile, ya que como bien sabemos, nuestro país carece de una línea de bandera que le permita competir en igualdad de condiciones.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta empresa cuenta con pilotos presuntamente de la FACH que pilotean sus aviones y conocen todo nuestro territorio nacional, ante el beneplácito de las autoridades del Ministerio de Transportes y Comunicaciones, quienes emocionados hasta las lágrimas, celebraron a todo trapo el décimo aniversario de Lan Chile.</p>
<p style="text-align:justify;">Por otro lado, compartimos con la opinión pública nacional el consenso de desaforar al legislador Gustavo Espinoza, por haber difundido ante congresistas chilenos un video del ex general Donayre en un evento social privado. Mucho tiempo se ha demorado el Congreso para esta acción ejemplar, esperamos que el Pleno ratifique la decisión tomada por la comisión respectiva.</p>
<p style="text-align:justify;">Como podemos apreciar, amables lectores, a lo largo de nuestra historia antigua y reciente, muchos hechos pueden ser calificados de traición a nuestra patria y han afectado y afectan nuestra Seguridad Nacional y eventualmente podrían poner en peligro a los 28 millones de peruanos.</p>
<p style="text-align:justify;">Algunos de estos hechos ya han sido enterrados por el peso del asfalto y el paso de los años. Los nuevos hechos están a la espera de que se vuelvan viejos hechos y los arrase la bruma del olvido.</p>
<p style="text-align:justify;">(*) Blog: http://amaruperu.blogspot.com</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Il Socialismo nello scontro di civiltà]]></title>
<link>http://andreapisauro.wordpress.com/2009/11/24/il-socialismo-nello-scontro-di-civilta/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 21:06:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Plex</dc:creator>
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<description><![CDATA[&nbsp; http://www.labouratorio.it/2009/10/13/socialismi-il-socialismo-nello-scontro-di-civilta/ Il g]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p>http://www.labouratorio.it/2009/10/13/socialismi-il-socialismo-nello-scontro-di-civilta/</p>
<p>Il generale crollo elettorale dei partiti socialisti in giro per l’Europa ha alimentato  un diluvio di analisi, studi, domande e risposte. Lungi da me il tentativo di addentrarsi nei meandri del dibattito. Più modestamente, si vuole qui introdurre un punto di vista <img class="alignright" title="Samuel Huntigton" src="http://www.non-stop.sk/UserFiles/File/Osobnosti/Samuel%20Huntington.jpg" alt="" width="297" height="341" />parzialmente inedito che si può sintetizzare in una domanda: può il Movimento Socialista prescindere dal prendere una posizione, e quindi ri-definirsi, in relazione ai profondi sconvolgimenti che stanno rivoluzionando l’ordine geopolitico globale?</p>
<p><!--more-->La questione dei mutamenti dell’ordine globale è recentemente salita alla ribalta in seguito all’esplodere della crisi economica globale (che appare peraltro come una crisi occidentale con effetti globali), nel settembre scorso, e nella successiva elezione di Barack Obama alla presidenza degli Stati Uniti d’America. Molti osservatori hanno visto in questi due momenti una cesura netta, in campo economico e in campo politico, tra l’epoca della supremazia americana post-Guerra Fredda e quella prossima ventura del Mondo Multipolare, nel quale contesto Obama ha prima teorizzato e poi concretamente mostrato di voler operare.</p>
<p>In effetti è forse utile inserire questi due eventi quasi del tutto concomitanti in uno schema di portata più ampia che sappia anche tratteggiare seppure in modo vago gli scenari futuri.</p>
<p>La questione del futuro ordine globale, della direzione nella quale va il mondo, si era posta, seppure in uno scenario completamente diverso, all’indomani della caduta del muro di Berlino che aveva posto fine a 50 anni di Guerra Fredda. La questione fu lungamente dibattuta al punto da uscire dall’orbita delle discussioni tra analisti e addetti ai lavori per arrivare a irrompere nel dibattito pubblico americano e più in generale occidentale grazie all’enorme fortuna avuta da due celeberrimi saggi. Il primo, un incredibile caso editoriale, fu “La fine della storia” di Francis Fukuyama. La tesi dell’autore, che oggi prova blandamente a correggere il tiro, era che con il crollo dell’Unione Sovietica nulla più avrebbe contrastato la superiorità della democrazia liberale sulle altre forme di governo. Dalla qual cosa l’autore faceva discendere la fine della storia intesa come scontro di potere e per il potere tra i principali attori della politica internazionale, identificando in qualche modo in un’unica entità geopolitica tutti quei paesi che avessero sposato la causa della democrazia e della libertà.</p>
<p>A breve giro di posta, con un articolo sulla rivista Foreign Affairs del 1993, divenuto un fortunatissimo saggio, il professor Samuel Huntington leggeva in un inevitabile “Scontro di civiltà” l’ineluttabile destino del nuovo ordine mondiale. E se la tesi di Fukuyama non ha retto alla prova del tempo e appare oggi chiaro a tutti gli osservatori come non sia la forma di governo, o perlomeno non solo questa, a dettare le condizioni dell’ordine politico del globo, è invece assai interessante rileggere il saggio del grande politologo americano recentemente scomparso.</p>
<p>La tesi del libro si basa sull’assunto che con la fine della Guerra Fredda le differenze ideologiche nella dottrina politica dei governi tenderanno a perdere importanza nel determinare le dinamiche della politica estera degli stati. Al contrario il miglior schema possibile per interpretare la formazione di alleanze e la nascita di conflitti diventerà quello di considerare gli aspetti culturali che caratterizzano gli attori del gioco politico. L’elemento chiave, l’attore primo del nuovo ordine globale diventa allora la civilità, intesa come il più grande elemento geopolitico che è dotato di una cultura omogenea e distinta da quella delle altre civiltà.</p>
<p>Le civiltà di Huntington (ovvero quelle riconosciute come tali dalla maggior parte degli studiosi della materia) sono 8: occidentale, ortodossa, islamica, cinese, giapponese, indiana, latino-americana, africana. Ciascuna di esse, a parte l’Islam che per questa mancanza paga e pagherà dazio in termini di influenza politica, presenta uno stato guida, determinabile in base al suo potere in campo politico, economico e militare ma anche in base al prestigio storico e culturale che gli fornisce l’autorevolezza necessaria a vedere riconosciuto il proprio status dagli altri membri della propria civiltà. Stati Uniti, Russia, Cina, Giappone, India, Brasile, Sudafrica saranno i centri di potere in cui negoziare i futuri equilibri. Huntington teorizza con estrema lungimiranza (circa 15 anni di anticipo) quel mondo multi-polare che tutti gli osservatori riconoscono sia nato dal declino della supremazia indiscussa dell’Occidente sul mondo.</p>
<p>Ed è proprio questo declino, giunto a un punto di svolta nell’autunno del 2008, che Huntington descrive lucidamente in un momento storico in cui viceversa molti più erano i cantori delle meravigliose sorti progressive dell’Occidente, la cui inesorabile perdita di potere si accompagna a due poderosi movimenti storici: il boom demografico della civiltà islamica e, ancor di più,  il boom economico asiatico, che investe in pieno almeno due civiltà, la sinica o cinese e quella indiana.</p>
<p>Nell’analisi di Huntington allora, la crescente importanza dell’elemento culturale autoctono e caratteristico, evidente tanto nell’Islam della Rinascita Islamica quanto nella industriosa Rivoluzione Confuciana cinese, va di pari passo con la crescita di influenza politica di civiltà millenarie da troppo tempo ridotte all’ininfluenza politica.</p>
<p>Sotto questa nuova luce trovano nuove interpretazione tanto la quasi totalità dei conflitti armati del periodo post-Guerra Fredda, quanto le dinamiche di conflittualità endemica che attraversano i confini di “faglia” tra civiltà contigue, con particolare riferimento a quelle che circondano la civiltà islamica (affermazione questa che ha, come si immagina facilmente, arroventato notevolemente il dibattito attorno alla tesi del professore).</p>
<p>Ma la tesi del professor Huntington non si limita a spiegare e prevedere con incredibile precisione le direzioni delle strategie geo-politiche della quasi totalità degli stati.</p>
<p>L’idea stessa che la fine della Guerra Fredda e dei conflitti di matrice ideologica trovi naturale sbocco nella ripresa di quelli culturali evidenzia un altro aspetto che nel libro rimane quasi sottotraccia. La storia dell’umanità è stata fin dall’inizio una storia di conflitti tra civiltà. Sebbene in un’accezione meno estesa di quella tipica del mondo globalizzato, dove la civiltà è un insieme culturale, etnico e religioso anche estremamente vario al suo interno, per tutta la storia dell’uomo i conflitti di natura religiosa o etnica superano di gran lunga quelli relativi a ragioni economiche o idelogiche. E se l’ordine globale è stato per 50 anni retto da un equilibrio tra due sistemi ideologici, questo è dovuto al fatto che l’ordine delle civiltà era già risolto alla radice dall’inarrivabile supremazia dell’Occidente che affonda le sue radici in 500 anni di dominio scientifico, militare, economico e quindi politico.</p>
<p>Ed in effetti tanto la Democrazia Liberale quanto il Socialismo Reale sono due prodotti indiscutibilmente legati all’Occidente che hanno trovato poi diffusione in tutto il mondo.</p>
<p>Di nuovo rispetto al passato, il mondo globalizzato porta l’estensione del processo di modernizzazione degli stati che solo permette di ristabilire le condizioni di base perché tutte le civiltà competano sullo stesso piano.</p>
<p>Dunque, il mondo tratteggiato da Huntington è tutt’altro che un mondo alla fine della sua storia, ma anzi una polveriera dove si fronteggiano 8 fronti, divisi da rivalità storiche e profonde diversità, in cui occorrerà negoziare un nuovo ordine globale che soddisfi le superpotenze emergenti (Cina, India, Brasile), senza scontentare troppo quelle al tramonto (Russia, ma anche Stati Uniti).</p>
<p>Senza scendere ulteriormente nel dettaglio della ricchissima analisi Huntingtoniana, possiamo subito ricavare una lezione utile per quanto riguarda l’Europa e il Movimento Socialista. Ci si deve allora subito interrogare se la pretesa universalistica che il Socialismo ha fin dalla sua nascita non discenda da altro che non dalla tipica pretesa occidentale di considerare universali valori e consuetudini che le sono proprie. La retorica dei diritti umani ad esempio, le cui radici storico-culturali affondano tanto nell’illuminismo rivoluzionario quanto nel giusnaturalismo cristiano, è un prodotto dell’elaborazione culturale occidentale imposto al mondo in un’epoca in cui questo era ai piedi dell’Occidente e che, ci possa piacere o meno, non è assolutamente condiviso in modo universale dalle altre civiltà.</p>
<p>Se dunque il Movimento Socialista si dimostra in questa fase afasico e incapace di spinta propulsiva, è forse anche perché non è ancora stato avviato un dibattito serio sul suo ruolo e la sua relazione con i caratteri della civiltà occidentale. Ed il successo continentale delle destre dei movimenti xenofobi ed euroscettici può non essere altro che un riflesso del mutato atteggiamento dell’elettorato che inizia sempre più ad anteporre questioni di identità culturale e religiosa a quelle economiche. Del resto, è evidente anche agli osservatori più distratti come la Chiesa, fonte di elaborazione primaria del pensiero cristiano che è evidentemente elemento fondante dell’identità occidentale, abbia da tempo intrapreso un percorso di redifinizione e riposizionamento della propria funzione politico-culturale in seno alla civiltà occidentale. Percorso che ha trovato nel pontificato di Papa Ratzinger e nel celeberrimo discorso di Ratisbona la sua espressione migliore. Nulla di analogo è avvenuto nel campo socialista dove al contrario la maggior parte delle analisi rinverdiscono la centralità dell’iniziativa economica come risposta politica a una crisi che in verità può in un certo senso apparire inevitabile più per ragioni storiche che prettamente economiche.</p>
<p>Un ulteriore banco di prova delle possibilità di rilancio dell’Idea socialista riguarda allora  il delicatissimo problema dell’immigrazione e della concreta possibilità di una società multi-etnica o multi-culturale. A ben vedere, a decenni di distanza dall’avvento di imponenti flussi migratori verso l’Europa da paesi de-colonizzati di altre civiltà, quel modello sembra essere entrato in crisi tanto nelle Banlieu parigine quanto nella crogiuolo di razze londinesi e perfino nella patria della tolleranza olandese. Gridare al razzismo di fronte alla crescita di episodi di intolleranza potrà forse essere autoconsolatorio e rinnovare la propria sensazione di essere nel giusto. Ma un modello credibile di integrazione multiculturale non può prescindere dal riconoscere che sono proprio i caratteri della società aperta di stampo occidentale a rendere possibile una convivenza pacifica. E che dunque l&#8217;integrazione si ha all&#8217;interno di valori condivisi che allo stato delle cose non possono non essere quelli propri della civiltà occidentale. Trovare un&#8217;alternativa credibile tanto ai fermenti di intolleranza di matrice xenofoba quanto alle illusorie speranze di convivenza pacifica all&#8217;interno di un contesto culturale slegato dalla propria civiltà di riferimento, sembra essere la strada, difficilissima, che i socialisti europei si trovano ad affrontare.</p>
<p>Per oltre 50 anni il movimento Socialista si è caratterizzato per il concreto perseguimento dei propri obiettivi politici “statutari” all’interno di una cornice di rispetto assoluto dei caratteri dominanti dell’Occidente (pluralismo, individualismo, stato di diritto), arrivando per questo ad essere anche in forte contrapposizione con i movimenti comunisti ed in fine battendoli. Riuscirà nel nuovo mondo dello scontro di civiltà a costruire una strategia globale che concilii la tutela degli interessi strategici della propria civiltà di appartenenza con le proprie caratteristiche fondanti?</p>
<p><em><strong><br />
</strong></em><em><strong></strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Diario chileno revela que Perú compraría dos buques de transporte de tanques a Estados Unidos]]></title>
<link>http://reportperu.wordpress.com/2009/11/24/diario-chileno-revela-que-peru-compraria-dos-buques-de-transporte-de-tanques-a-estados-unidos/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 20:21:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arturo Vigil Dávila</dc:creator>
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<description><![CDATA[Lima (Peru.com).- El diario ‘El Mercurio’ de Chile reveló que la Agencia de Cooperación de Defensa d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://reportperu.wordpress.com/files/2009/11/uss_fresno_lst1182.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2823" title="uss_fresno_lst1182" src="http://reportperu.wordpress.com/files/2009/11/uss_fresno_lst1182.jpg" alt="" width="450" height="316" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Lima (Peru.com).- El diario ‘El Mercurio’ de Chile reveló que la Agencia de Cooperación de Defensa de Estados Unidos (DSCA) informó al Congreso de ese país sobre la posible venta a Perú de dos transportes de tanques (LST) usados, en una operación que se calcula podría llegar a costar cerca de 82 millones de dólares.</p>
<p style="text-align:justify;">Cada uno de estos buques, similares a la barcaza chilena &#8220;Valdivia&#8221;, desplaza 8 mil 500 toneladas y tiene capacidad para transportar 400 infantes, 30 tanques y 17 camiones.</p>
<p style="text-align:justify;">La armada peruana está interesada en recibir y reacondicionar las LST ex &#8220;Fresno&#8221; y ex &#8220;Racine&#8221;, y el Pentágono afirma que su utilización le permitiría operar junto con la Marina norteamericana en operaciones antiterroristas y contra el narcotráfico.</p>
<p style="text-align:justify;">Con estos nuevos buques de transporte (cuya compra había trascendido en marzo pasado), la Marina peruana pretende reemplazar parte de sus cuatro transportes de tanques que posee actualmente y que han completado más de 40 años de servicio.</p>
</div>]]></content:encoded>
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