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	<title>giancarlo-giannini &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "giancarlo-giannini"</description>
	<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 00:23:37 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[A Primeira Noite de Tranquilidade (Valerio Zurlini, 1972)]]></title>
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<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:14:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Carlos</dc:creator>
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<description><![CDATA[- por Luiz Carlos Freitas .&#8220;- Não foi sua beleza que me atraiu. Mas o desconforto que tem dent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-1607" title="Prima-Notte.1" src="http://cinecafe.wordpress.com/files/2009/11/prima-notte-11.jpg" alt="Prima-Notte.1" width="495" height="289" /></p>
<p>- por <em>Luiz Carlos Freitas</em></p>
<p><em><span style="color:#ffffff;">.</span></em><em>&#8220;- Não foi sua beleza que me atraiu. Mas o desconforto que tem dentro de si, sua melancolia sem fim, não posso suportá-la.&#8221;</em></p>
<p>É assim que Dominici (Alain Delon) define, mesmo que inconscientemente, seus sentimentos por Vanina (Sonia Petrovna), sentimentos estes que, além de um ‘amor’ (no conceito mais reducionista da palavra), representavam o encerramento de um ciclo em sua vida. Aliás, esta mesma analogia pode ser feita, comparando o filme à carreira do diretor: <em>A Primeira Noite de Tranquilidade</em>, lançado em 1972, era o penúltimo trabalho da curta filmografia de Valerio Zurlini, falecido em 1982, aos 55 anos &#8211; e com apenas oito longas. E, de modo um tanto quanto irônico, pode ser considerado o ‘encerramento’ de sua filmografia, um apanhado primoroso de todos os elementos presentes até então em seus filmes e que o concederam o título de “Poeta da Melancolia”.</p>
<p>Assim como Bergman e Antonioni, os filmes de Zurlini eram carregados de um forte teor existencialista. Todavia, diferente dos seus contemporâneos, não teve o devido reconhecimento à época (não que hoje suas obras alcancem muito mais que poucas dúzias de críticos e estudiosos da sétima arte). Sua obra fugia da busca pela inovação encontrada em seus conterrâneos, ao mesmo tempo flertando com o melodrama, partindo de tramas simples e novelescas e se apoiando em referências à literatura existencialista (os conceitos de Heidegger sobre a questão do Ser são constantes), tudo isso exposto em tela com um incrível cuidado estético e visual, fazendo de cenários pontos primordiais para desenvolvimento de seus personagens e compreensão de suas motivações, além de seu incrível domínio das set-pieces como elementos narrativos.</p>
<p>Seu segundo filme, <em>Verão Violento</em>, de 1959, pode ser considerado o responsável por instituir as bases de sua obra. Ao contar a história de um amor aparentemente impossível entre um jovem rapaz e uma mulher mais velha e amargurada, o diretor dava o pontapé inicial, como um ensaio para o filme desta crítica. Desde então, situações e personagens seriam reprisados, como no ano seguinte, ao lançar <em>A Moça com a Valise</em>, onde mais uma vez um jovem rapaz nutria um amor impossível por uma mulher mais velha. Além do plot, ambos compartilham do mesmo senso de fatalismo, representado pela figura da mulher de mais idade e desesperançosa, contraposto ao otimismo e idealismo (e, até certo ponto, pureza) de seus jovens amantes. Há também uma mesma situação onde uma ‘dança’ evidencia a impossibilidade de consumação desses amores, além do uso de planos diferenciados para dispor o casal como modo de retratar e evidenciar essa condição de distanciamento entre eles.</p>
<p>Aqui, Zurlini condensa as duas tramas e as ‘amadurece’.  Alain Delon é Daniele Dominici, um professor de literatura que se apaixona por Vanina Abati, sua aluna. Argumento simples e que já foi explorada várias vezes por muitos ‘Manoel Carlos da vida’.  Mas o diretor vai além, fugindo das saídas fáceis e abordagens rasas, a começar por sua proposta: ele inverte os personagens dos dois filmes acima citados, com o homem fazendo as vezes do lado maduro do par. Porém, diferente da viúva vivida por Eleonora Rossi Drago em <em>Verão Violento</em> e da jovem cantora interpretada por Claudia Cardinale em <em>A Moça com a Valise</em>, a parte mais velha arrisca tudo em prol desse sentimento, enquanto a desesperança e hesitação advém da jovem Vanina.</p>
<p>O personagem de Delon caminha sempre a passos curtos e rápidos, com a cabeça baixa, olhar reto ao chão e mãos no bolso de seu velho e surrado sobretudo; seu apartamento, simples e bagunçado é o reflexo de sua conduta que, se não é assumidamente auto-destrutiva, denota o quão pouco ele se importa consigo mesmo (em praticamente todas as cenas ele está com um cigarro na boca). Tem um casamento arruinado com a adúltera Monica (Lea Massari &#8211; a jovem que desaparece em <em>A Aventura</em>, de Antonioni), sustentado à base das incessantes ameaças de suicídio da mulher.</p>
<p>Emblemático, logo na primeira cena do filme, num cais silencioso, caminha com rumo tão misterioso a si quanto a nós. Percebemos então seu significado dentro da obra: ele é o arqueótipo do homem existencialista de Jean-Paul Sartre: seu passado era desconhecido e suas possibilidades de futuro ignoradas. E daí surge a inevitável identificação com Vanina, esta que é definida por outra personagem central da trama mais à frente como <em>“uma moça de muito passado, pouco presente e nenhum futuro!”</em>.</p>
<p>Traçando um paralelo entre as três obras, Dominici seria uma versão amadurecida e amargurada dos personagens de Jean-Louis Trintignant e Jacques Perrin. Os jovens, que conduziram seus sentimentos pelo veio do otimismo, agora estariam ‘calejados’ com o passar dos anos e das sucessivas decepções, outra influência gritante do Existencialismo, que colocava a vida como fruto de nossas escolhas, estas quase sempre tendendo ao fracasso. Mas o sentimento que surgia pela jovem moça era como uma retomada dessa esperança perdida, mesmo tendo noção das conseqüências de se envolver com a namorada de um dos homens mais influentes daquela cidade.</p>
<p>Porém, o jogo de conquista é característico de seu autor. Não vemos frases feitas ou diretas, explícitas. Zurlini comanda diálogos impecáveis, fazendo de cada fala uma descoberta, tudo isso do modo mais sutil e, ao mesmo tempo, impactante possível. Em dado momento do filme Dominici a leva para um passeio num parque aquático onde, ao ver uma foca numa apresentação, Vanina diz: <em>“Não suporto ver os animais presos. Se pudesse, devolveria todos ao mar!”</em>. Dominici responde olhando-a nos olhos: <em>“Ele não saberia o que fazer após chegar em alto mar. Pode não saber, mas está feliz aqui nesta prisão”</em>. A indireta é evidente e o flerte toma uma proporção cada vez maior, mais intensa, seguindo à embasbacante sequência onde Dominici e Vanina descrevem um quadro em uma velha capela, ambos filmados em planos tão opostos quanto seus pontos de vista e culminando no encontro no carro e no diálogo citado nas primeiras linhas desse texto.</p>
<p>Óbvio que o envolvimento dos dois não fará bem a nenhum deles. Cena após cena, em cada uma das conversas, o sofrimento de ambos apenas cresce. A cena da boate, um dos pontos mais intensos e tristes do filme (e &#8211; sem medo de cair em exageros &#8211; da história do cinema), consegue ‘destruir’ mais a quem assiste do que ao casal envolvido. Novamente, uma dança separa o casal. A cena é praticamente uma recriação da dança em <em>A Moça com a Valise</em>. Porém, esteta de talento ímpar, Zurlini usa das cores para maximizar toda a dor que não havia conseguido (ou pretendido) passar no filme em P&#38;B. O jogo de luzes de cores alternadas conduz olhares, abraços, lágrimas, ranger de dentes. Cada flash é como um soco na face dos dois amantes e do espectador (que por essas tantas já sente-se até mesmo pior que o próprio Dominici). A música cessa, mas nada muda. O ‘vídeo’ no apartamento de Marcelo (Renato Salvatore) finaliza aquela que provavelmente foi uma das piores noites de suas vidas. Apesar de ainda não ser o grande clímax do filme, é seu momento mais importante. As faces do casal de protagonistas sintetizam a essência da obra de Zurlini: diferente do que seria esperado em tal tipo de situação, não há lágrimas. Nem mesmo uma sequer.</p>
<p>Essa é a dor que o italiano compartilhava conosco e que abre um abismo entre a tristeza simplesmente e a mais pura melancolia. Dizem que “ao chorar, lava-se a alma”. Mas quando as lágrimas não saem, a dor fica presa, lá dentro, e crescendo mais e mais a cada momento, nos deixando cada vez mais sufocados e atordoados. Aos poucos vamos sendo devorados por ela e, após certo ponto, destruídos por completo e de um modo terrivelmente irreversível, tal como Dominici e Vanina. Assim Zurlini não só retratava a dor em tela, mas nos arremessava para dentro dela, deixando-nos com um tamanho desconforto que nos agarra e não larga mesmo por tempos após.</p>
<p>Para tanto, alguns pontos eram primordiais. Antes de tudo, suas tramas e a construção das personagens. Elas se distanciavam das grandes tragédias românticas e tomavam uma proporção menor, mas não menos devastadora, limitando-se a fatos cotidianos aos quais qualquer um de nós estaria sujeito. Dominici tinha um emprego regular, dívidas, vícios, um carro velho o qual regulava o combustível, tal como grande parte das pessoas “normais”. E assim como ele, qualquer um de nós pode se envolver com alguém no trabalho ou na vizinhança, por exemplo. Essa identificação chega a ser assustadora e inevitável, contrariando o que alguns detratores da obra do diretor defendem, que “o filme é muito bom apenas para quem está depressivo”, afinal não há necessidade de experiências pessoais para tecer comparativos, uma vez que o mais desolador é a simples possibilidade de que isso possa acontecer algum dia mesmo ao indivíduo mais feliz e realizado.</p>
<p>Outro constante era o caráter intimista empregado em suas obras. Declarado amante das artes, fazia questão de referenciar os que mais admirava em suas obras. Assim como a música ‘Aida’, de Verdi, é um ponto de virada na trama de <em>A Moça com a Valise</em>, sendo a trilha responsável pela dança que desencadeia a primeira troca de olhares entre o jovem apaixonado Jaques Perrin e a personagem de Cardinale (também chamada Ainda), o livro ‘Vanina Vanini’ de Stendhal é a partida da relação professor-aluno para um caso entre amantes.  Convicções políticas também se fazem presentes. Em dado momento, ao ser questionado sobre por um aluno, o personagem de Alain Delon responde: <em>“Para mim, fascistas e socialistas são iguais. Só que os fascistas são mais cretinos”</em>. Essa fala é praticamente igual a do jovem tenente Martino (Tomas Millian), em <em>Mulheres no Front</em> (outra obra-prima do diretor, lançada sete anos antes): <em>“Tanto faz. Para mim fascistas e socialistas são iguais.”</em>.</p>
<p>É imprescindível citar o incrível apuro estético do diretor. Absolutamente inegável seu talento para construir e retratar situações por meio dos elementos em cena. Assim como Antonioni, os cenários interagiam com seus personagens. Porém, diferente de seu conterrâneo, que usava das paisagens (naturais ou não) para externalizar sentimentos (poucos diálogos representariam tanto um estado de fúria e confusão mental quanto a Plongée de Monica Vitti à beira do mar violento quebrando nas pedras em <em>A Aventura</em>), Zurlini deixava que o ambiente conduzisse seus personagens.</p>
<p>A neblina incessante da pequena cidade costeira de Rimini ganha vida própria, entretanto, diferente de quando embalou a belíssima dança das crianças em <em>Amarcord</em>, de Fellini, esta agora sufocava Dominici. Cada passeio para “arejar a cabeça” parecia atordoá-lo mais ainda. Quanto mais ele era envolto pela névoa, mais aprisionados seus sentimentos ficavam. O mesmo na já citada sequência da boate, completamente claustrofóbica e com lampejos luminosos extremamente torturantes. Zurlini foi um dos seletos diretores a conseguir fundir com maestria os cenários aos personagens, transformando os elementos em cena em um todo orgânico e autodestrutivo. Tudo isso embalado por excruciantes notas de sax jogadas de modo breve e em volume máximo que, literalmente, rasgam as cenas.</p>
<p>Necessário também dizer que esse é o maior papel de Alain Delon. A bem da verdade, ele &#8220;é&#8221; o filme. O ator, com suas expressões mortas, as olheiras, o andar cansado de um corpo evidentemente fora de forma, acaba ofuscando qualquer presença (até mesmo a beleza incrível de Sonia Petrovna), obrigando que tudo e todos se voltem a ele. Não há “presença” em cena, mas sim uma perfeita simbiose com o que está seu redor, não escapando nada. Melville que me perdoe, mas Delon nasceu para interpretar para Zurlini (mesmo que numa única vez).</p>
<p>E se tem alguém nesse elenco (todo maravilhoso, por sinal) que merece menção além da dupla de protagonistas, é Giancarlo Giannini, que interpreta o desconfiado Spider. Ele que, inicialmente, não se mostra mais que um simples coadjuvante, “duela” com o protagonista em alguns dos momentos mais importantes da trama, sendo o grande responsável por apresentar a nós as origens misteriosas de Dominici.</p>
<p>O primeiro é na conversa na velha casa abandonada, onde os conflitos religiosos e traumas do passado do protagonista vêm à tona. Num belíssimo diálogo, Spider começa a recitar um trecho da Bíblia e Dominici o acompanha. Após declamar o texto completo, ele o questiona: <em>“Boa memória! Não sabia que era tão Cristão.”</em>. Dominici o responde: <em>“Sou ateu!”</em>. As ruínas do antigo casarão trouxeram à tona os destroços de seu passado (os existencialistas eram ateus &#8211; Dominici teria sido um cristão nesse seu passado e que, por algum motivo, perdeu sua fé). Spider inicia daí uma “busca” por respostas sobre Dominici que finda algumas cenas após, no diálogo durante uma festa, onde descobrimos sobre os mistérios de Dominici e seu passado. Giannini e Delon compartilham as falas parafraseando a obra de Goethe que, bem além da origem do título do filme, sintetizam todo fatalismo ao qual Danielle estava fadado:</p>
<p><em>“- Por que a morte é a primeira noite de tranqüilidade?</em><br />
<em>- Porque finalmente se dorme sem sonhos!”</em></p>
<p>Para Heidegger, a morte faz parte da existência do indivíduo. Vive-se em função dela e do medo de sua aproximação, mudando apenas o modo como isso é encarado (com resignação ou resiliência). Dominici já havia perdido qualquer forma de esperança até conhecer Vanina. A morte era uma constante em sua vida e isso é referenciado em sua última conversa com Spider, quando este o indaga sobre um livro que escrevera no passado:<em> </em></p>
<p><em>&#8220;- Quem era Lívia?</em><br />
<em>- A Livia era uma jovem prima. Morreu com 16 anos. Depois escrevi estes poemas.</em><br />
<em>- E por que escreveu &#8216;Gesto altivo de maldade ou coragem&#8217;?</em><br />
<em>- Porque ela se suicidou.</em><br />
<em>- E esta outra &#8216;Recebo uma cartade verdes campos ingleses&#8217;?</em><br />
<em>- Meu pai. Morreu na guerra, na África. Medalha de Ouro! &#8230; Deus! Como a vida de um homem está repleta de mortos.&#8221;</em></p>
<p><em></em>Fica evidente que, a Danielle, que já não via mais sentido em sua existência, só restava aguardar pelo dia de sua morte, quando, finalmente, viria a sua (já esquecida há tempos) “tranqüilidade”. É uma cena breve, porém de grande impacto. Mas qual é mesmo a importância de citar Heidegger e Cia?</p>
<p>A questão nem é apenas os conceitos, mas o modo como são inseridos dentro da trama, como nos são passados. Transmitir sensações tão fortes com tamanha sutileza não é tarefa fácil. Zurlini tece um grande retalho de idéias e princípios filosóficos de maneira acessível e próxima, fugindo da idéia de ‘compreensão’ e abraçando de vez a ‘sinergia’. A ele não interessa que saibamos as razões do sofrimento de seus personagens, mas sim que (como já dito antes) possamos sentir no peito as mesmas dores e angústias que eles. E seu intento é alcançado com louvor, uma vez que até mesmo quem não tem o menor conhecimento sobre as teorias existencialistas sente-se tocado por toda aquela dor em cena.</p>
<p>Dessa forma, ao fim, resta-nos dizer que Valerio Zurlini se mostra aqui um verdadeiro mestre em pleno exercício de sua capacidade de despertar reflexão sem recorrer aos didatismos, fazendo-o de forma completamente sensorial. E também que <em>A Primeira Noite de Tranquilidade</em> é uma obra-prima perfeita, na concepção mais plena e sincera que esse termo possa vir a ter. É também o trabalho mais completo deste diretor tão genial quanto subestimado. Aliás, gostaria de poder dizer que “o tempo o fará justiça”, mas já se passaram quase quatro décadas desde o seu lançamento e ainda nada, o que me faz lamentar muito e, ao mesmo tempo, ficar extremamente agradecido por ter tido essa oportunidade que poucos tiveram de conhecer e se apaixonar por seu trabalho.</p>
<p>5/5</p>
<p><em>Ficha técnica: A Primeira Noite de Tranqüilidade (La Prima Notte di Quiete) Itália, 1972 &#8211; Dir: Valerio Zurlini &#8211; Elenco: Alain Delon, Sonia Petrovna, Giancarlo Giannini, Renato Salvatori.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hannibal (2001)]]></title>
<link>http://doscorazonesblog.wordpress.com/2009/11/06/hannibal-2001/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:36:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dos Corazones</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dr. Hannibal Lecter hat bereits in &#8220;Schweigen der Lämmer&#8221; die FBI-Agentin Clarice Starli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://www.cinefacts.de"><img class="alignleft size-medium wp-image-1206" title="hannibal_bild_1" src="http://doscorazonesblog.wordpress.com/files/2009/11/hannibal_bild_1.jpg?w=211" alt="hannibal_bild_1" width="225" height="319" /></a>Dr. Hannibal Lecter hat bereits in &#8220;Schweigen der Lämmer&#8221; die FBI-Agentin Clarice Starling in die Irre geführt. Mit seinen perfiden Psychospielen brachte er auch die gestandene Agentin ins Wanken. In &#8220;Hannibal&#8221; ändert sich daran recht wenig, nur das Julianne Moore Miss Starling spielt und nicht mehr Oscar-Preisträgerin Jodie Foster. Hinter der Kamera nahm das Regiegenie in Sachen Action Ridley Scott Platz.</p>
<p style="text-align:justify;">Das einzig überlebende Opfer des Kannibalen und Psychiaters Dr. Hannibal Lecter (Anthony Hopkins) Mason Verger (Gary Oldman), entstellt durch den Einfluss Lecters, sinnt nun auf Rache. Mithilfe von Clarice Starling soll der entflohene Lecter nun endlich festgenommen werden. Während Clarice neuen Spuren nachgeht, nachdem sie einen Brief von Lecter erhalten hat, muss sie sich auch vor dem Justizministerium verantworten. Denn bei ihren letzten Einsätzen kam es vermehrt zu Komplikationen und Todesfällen. Tatsächlich aber hat Mason ein Kopfgeld auf den Kannibalen ausgeschrieben, 3 Millionen Dollar.</p>
<p style="text-align:justify;">Diese Summe kommt Inspektor Pazzi (Giancarlo Giannini) gerade recht. Aufstiegschancen gibt es für ihn nicht, gerade erst wurde ihm ein wichtiger Fall entzogen. Nun soll er das Verschwinden eines florentinischen Bibliothekars aufklären. Dessen Nachfolger Dr. Fell entpuppt sich als Dr. Hannibal Lecter. Ein gefundenes Fressen für Pazzi, der den Kannibalen auf eigene Faust fassen will. Doch dabei unterschätzt er Lecters Fähigkeiten und schlägt alle Warnungen von Starling in den Wind, die mittlerweile den Aufenthaltsort Lecters herausgefunden hat &#8211; die Spielchen von Lecter beginnen von Neuem&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Machen wir es kurz, &#8220;Hannibal&#8221; kommt nicht mal annähernd an das Prequel von 1991 heran. Das liegt nicht etwa daran, dass Julianne Moore kein guter Ersatz für Jodie Foster wäre, sondern vielmehr an der weniger dichten Atmosphäre. Am anfang darf Ridley Scott sich in einer Actioneinlage zumindest ein bisschen austoben, danach verliert sich der Film aber in einem Katz-und-Maus-Spiel, das nicht mehr so zu packen vermag wie im &#8220;Schweigen der Lämmer&#8221;.</p>
<blockquote><p><strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm0265670/">Barney</a></strong>: Do you ever think he might come after you? You ever think about him at all?<br />
<strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm0000194/">Clarice Starling</a></strong>: Well, at least thirty seconds of everyday. I can&#8217;t help it. He&#8217;s always with me, like a bad habit.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm0000164/">Hannibal Lecter</a></strong>: Mason Verger doesn&#8217;t want to kill me any more than I want to kill him. He just wants to see me suffer in some unimaginable way. He is rather twisted, you know.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm0000164/">Hannibal Lecter</a></strong>: Given the chance, you would deny me my life, wouldn&#8217;t you?<br />
<strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm0000194/">Clarice Starling</a></strong>: Not your life.<br />
<strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm0000164/">Hannibal Lecter</a></strong>: Just my freedom. You&#8217;d take that from me.</p></blockquote>
<blockquote><p><em>Quelle: <a href="http://www.imdb.com/title/tt0212985/quotes" target="_blank">http://www.imdb.com/title/tt0212985/quotes</a></em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Anthony Hopkins macht seine Sache wieder gut, aber auch er kann seine eigene Interpretation vom Psychiater und Menschenfresser von vor zehn Jahren nicht wiederholen. Immerhin bildet er zusammen mit Julianne Moore einen Lichtblick im Thriller. Denn wieder einmal stechen die Dialoge zwischen Hannibal und Detective Starling aus dem Drehbuch hervor. Erneut wird aus der Jagd nach Lecter eine psychologische Analyse der Jägerin, die sich damit einmal mehr herumschlagen muss. Was Hopkins im Sequel nicht mehr herüber zu bringen vermag, was vielleicht auch am Skript liegt, ist die unaufhörliche Bedrohung.</p>
<p style="text-align:justify;">Zwar bricht Lecter in Clarice Starlings Haus ein und führt seine Psychoanalyse weiter, natürlich bleibt er über die gesamte Spanne des Films sehr ruhig und &#8220;cool&#8221;, aber nur gegen Inspektor Pazzi lässt er sich wieder auf sein altes Spiel ein. Da wirkt er wieder wie ein geduldiger, planender Killer, der Spaß am Leiden seiner Opfer hat. Doch kurz darauf wird er eher zu einem stupiden Abklatsch einer Killermaschine, da er wie aus dem Nichts auch noch zwei bewaffnete Gegner angtreift und ihnen anschließend entkommt.</p>
<p style="text-align:justify;">Als Hannibals Gegenpart tritt der psychisch labile Mason Verger in Erscheinung. Vollkommen entstellt, dabei sieht die Maske in vollem Lichterschein nicht mehr so authentisch aus, wie es durchaus möglich gewesen wäre. Für Gary Oldman war die Aufgabe nicht leicht, der Figur seinen Stempel aufzudrücken. Denn mit mimik ist unter der Maske nicht viel zu reißen, was widerum gut ins Bild passt, da das Gesicht nur noch rudimentär auf seinem Schädel sitzt. In der deutschen Synchronisation ist möglicherweise somit die gesamte schauspielerische Kunst von Oldman verloren gegangen. Denn Mason Verger sitzt auch im Rollstuhl oder liegt in seinem Bett &#8211; auf Gestik musste Oldman aus diesem Grund auch weitgehend verzichten.</p>
<p style="text-align:justify;">Als späte Zugabe zum ausgezeichneten &#8220;Schweigen der Lämmer&#8221; kann &#8220;Hannibal&#8221; nicht gerade dienen. Der Film ist nicht schlecht, kann sich aber in keiner Hinsicht mit seinem Vorgänger messen, was eine große Enttäuschung ist. Fans von Anthony Hopkins kann man den Film empfehlen, alle anderen können sich immerhin noch an der schönen Kulisse von Florenz erfreuen.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quantum of Solace]]></title>
<link>http://itzstreaming.wordpress.com/2009/11/05/quantum-of-solace/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 23:34:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>itzstreaming</dc:creator>
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<description><![CDATA[007 Quantum of Solace (Un quanto di sollievo) è il 22º film di spionaggio della serie di James Bond ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>007 Quantum of Solace (Un quanto di sollievo) è il 22º film di spionaggio della serie di James Bond prodotta dalla società cinematografica EON Productions.<br />
È il sequel del film Agente 007 &#8211; Casinò Royale (2006) uscito in contemporanea nelle sale cinematografiche di gran parte del mondo, tra cui in Italia, il 7 novembre 2008.
<p>Leggi altre notizie su: &#124; <a href="http://www.itz-streaming.com/film/azione">Azione</a> &#124; <a href="http://www.itz-streaming.com/film/spionaggio">Spionaggio</a> &#124; <a href="http://www.itz-streaming.com/tag/marc-forster">Marc Forster</a> &#124; <a href="http://www.itz-streaming.com/tag/daniel-craig">Daniel Craig</a> &#124; <a href="http://www.itz-streaming.com/tag/ol'ga-kostjantynivna-kurylenko">Ol&#8217;ga Kostjantynivna Kurylenko</a> &#124; <a href="http://www.itz-streaming.com/tag/mathieu-amalric">Mathieu Amalric</a> &#124; <a href="http://www.itz-streaming.com/tag/gemma-arterton">Gemma Arterton</a> &#124; <a href="http://www.itz-streaming.com/tag/giancarlo-giannini">Giancarlo Giannini</a> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Travolti da un insolito destino nell'azzurro mare d'agosto]]></title>
<link>http://filmscoop.wordpress.com/2009/11/01/travolti-da-un-insolito-destino-nellazzurro-mare-dagosto/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 06:29:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>paultemplar</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uno yacht è in navigazione sul Mediterraneo; a bordo c&#8217;è un gruppo variegato di ricchi e snob ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2680/4062675757_c2f0f953c0.jpg" alt="" width="280" height="500" /></p>
<p>Uno yacht è in navigazione sul Mediterraneo; a bordo c&#8217;è un gruppo variegato di ricchi e snob settentrionali, fra i quali spicca Raffaella Pavone Lanzetti , forse la più snob di tutte, piena di pregiudizi verso coloro che considera di classe sociale inferiore, oltre che un tantino razzista. Nei suoi dialoghi con gli amici, Raffaella non smette un attimo di rimarcare le differenze sociali tra loro ( e sopratutto lei) e la classe proletaria, incurante del personale di servizio. Fra i quali c&#8217;è Gennarino Carunchio , un meridionale dalle idee chiaramente di sinistra, costretto a tacere di fronte agli insulti che gli snob riservano loro.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2798/4062675795_e30273d8c2.jpg" alt="" width="450" height="224" /></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3420/4062675829_c335d55133.jpg" alt="" width="450" height="222" /></p>
<p>Le cose cambiano radicalmente quando Gennarino, costretto ad accompagnare Raffaella in un&#8217;escursione, si ritrova in mezzo al mare con il gommone in avaria. Per loro fortuna, dopo una notte di sofferenza, la marea li spinge verso un&#8217;isola, dove i due scoprono di essere completamente soli. Gennarino, abituato ad arrangiarsi, riesce immediatamente a procurarsi cibo e fuoco, mentre l&#8217;altezzosa Raffaella, dopo un tentativo infruttuoso di usare l&#8217;arroganza per costringere Gennarino a cederle del cibo, si ritrova ben presto ad elemosinare il necessario per sopravvivere.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3480/4062675863_ce26b9dea2.jpg" alt="" width="450" height="222" /></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2542/4062675901_66171904bd.jpg" alt="" width="450" height="218" /></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2445/4062675941_d36d4c5bf2.jpg" alt="" width="450" height="221" /></p>
<p>E&#8217; un ribaltamento completo dei ruoli: da quel momento Gennarino si vendica delle umiliazioni subite a bordo: costringe la donna a umiliarsi, a chiamarlo signor Carunchio, fino a quando arriva anche a violentare la donna, sfogando in questo modo la sua frustrazione, ma non solo. In lui è come se agisse una forza proveniente da secoli di umiliazioni, e l&#8217;uomo non manca di farlo presente alla donna. Ben presto tra i due solitari naufraghi scoppia una vera e propria passione; la donna ben presto prende ad amare quello strano uomo, ben diverso da quelli che abitualmente frequenta.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2786/4062675967_05c3c304e4.jpg" alt="" width="450" height="223" /></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2788/4063423854_3521f0880c.jpg" alt="" width="450" height="225" /></p>
<p>Così, quando all&#8217;orizzonte compare lo yacht dei suoi amici, che non ha smesso di cercare i due naufraghi, la donna scongiura Gennarino di non farsi notare. Ma l&#8217;uomo ha dei dubbi sulla genuinità della loro relazione; così, quando alla fine i due vengono soccorsi e riportati a terra, i due si separano. Troppe le differenze che esistono tra loro, in una società che non è strutturata per privilegiare i sentimenti a scapito del ceto sociale.<br />
Diretto da Lina Wertmuller nel 1974, Travolti da un insolito destino nell&#8217;azzurro mare d&#8217;agosto è principalmente una straordinaria prova di due tra gli attori più bravi del cinema italiano: Mariangela Melato e Giancarlo Giannini.<br />
La Melato incarna perfettamente la donna dai modi raffinati e allo stesso tempo così sgradevoli, quasi rappresentasse tutti i vizi, davvero tanti, e tutte le virtù, quasi inesistenti, della sua classe sociale;</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2722/4063423918_61c6c68214.jpg" alt="" width="450" height="218" /></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2781/4062676127_c8f908a3fc.jpg" alt="" width="450" height="222" /></p>
<p>Giannini oppone la sua capacità di rendere perfettamente l&#8217;idea di un uomo preda principalmente del rancore, verso il suo ceto sociale, ma anche tutta la rabbia di chi si vede trattato come un essere inferiore mentre ha tutte le capacità per essere solo e soltanto un uomo. Cosa che dimostra in mille modi, riuscendo ad adattarsi benissimo alla vita selvaggia dell&#8217;isola. Il film in fondo vive proprio sul dualismo che viene a crearsi tra i due mondi, in conflitto perenne; così tutta la vicenda finisce per essere retta, visivamente, dai due protagonisti. Aldilà delle due intepretazioni, il film si regge sulle splendide immagini dell&#8217;isola e sui dialoghi, che ricreano l&#8217;ambiente tipico dell&#8217;epoca in cui venne girato il film, le lotte definite, all&#8217;epoca, di classe. Alcune scene sono davvero indicative, come il gruppo di ricchi oziosi che legge l&#8217;Unità, o alcuni dialoghi in cui emerge la conflittualità esistente tra le due classi sociali.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2768/4063423992_1408a72750.jpg" alt="" width="450" height="220" /></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2749/4062676189_eb54e19df8.jpg" alt="" width="450" height="223" /></p>
<p>Un film ovviamente non esente da pecche; alcuni dialoghi sono forzati, anche perchè i tempi risultano dilatati, uno dei difetti tipici della Wertmuller. Ma in effetti sono peccati veniali, e il film conserva una invidiabile freschezza.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://files.splinder.com/1b47cba05ed3091fced8d825cf8a86bd.jpg" alt="" width="300" height="40" /></p>
<p><strong><br />
Travolti da un insolito destino nell&#8217;azzurro mare d&#8217;agosto</strong>, un film di<strong> Lina Wertmüller</strong>. Con <strong>Giancarlo Giannini, Mariangela Melato</strong>, Eros Pagni, Isa Danieli, Riccardo Salvino.Aldo Puglisi, Lorenzo Piani, Vittorio Fanfoni, Anna Melita Commedia, durata 125 min. &#8211; Italia 1974.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2553/4063424072_e76959611b.jpg" alt="" width="450" height="218" /></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2742/4063424110_0939b16a5b.jpg" alt="" width="449" height="218" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La tarantola dal ventre nero - Black Belly of the Tarantula - The Dungeon Review!]]></title>
<link>http://goregirl.wordpress.com/2009/10/29/la-tarantola-dal-ventre-nero-black-belly-of-the-tarantula-the-dungeon-review/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 14:46:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>goregirl</dc:creator>
<guid>http://goregirl.wordpress.com/2009/10/29/la-tarantola-dal-ventre-nero-black-belly-of-the-tarantula-the-dungeon-review/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;With needles dipped in deadly venom the victims are paralyzed, so they must lie awake and wat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://goregirl.wordpress.com/files/2009/10/black-belly-of-the-tarantula.jpg?w=195" alt="black belly of the tarantula" title="black belly of the tarantula" width="195" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-3180" />&#8220;With needles dipped in deadly venom the victims are paralyzed, so they must lie awake and watch themselves die!&#8221;</p>
<p>I must admit, although I am a big fan of Italian horror I am hooked on certain directors, and sometimes titles by directors I am unfamiliar with slip pass me. Such is the case with the 1971 Giallo &#8216;Black Belly of The Tarantula&#8217;. </p>
<p>In the center of the action is a women&#8217;s health club. One of its regular patrons is the subject of blackmail and is killed in her home in the most despicable manner. The cycle continues and the bodies begin piling up. Like any good Giallo, there are a variety of suspects. With each death the plot thickens. The manner with which the killer dispatches his victims is one of the most unique and cruel that I have come upon. As the tagline states, &#8220;With needles dipped in deadly venom the victims are paralyzed, so they must lie awake and watch themselves die!&#8221; Clothing is ripped away so the killer can stick an acupuncture needle into the back of the neck. Then while they are paralyzed they are gutted like a fish. Nasty! The killer’s modus operandi is explained in a beautifully illustrated sequence where a black wasp kills a tarantula. Who says horror films can&#8217;t be educational? The deaths are violent amid a sleazy world of blackmail, drugs and extramarital affairs. It’s all part of the fun. Although the deaths are gruesome in nature, visually they aren&#8217;t terribly gratuitous. By no means does this ruin the mood or effectiveness. These scenes are very well orchestrated.</p>
<p><img src="http://goregirl.wordpress.com/files/2009/10/still-from-black-belly-of-the-tarantula.jpg" alt="still from black belly of the tarantula" title="still from black belly of the tarantula" width="450" height="253" class="aligncenter size-full wp-image-3181" /></p>
<p>In the opening scene Maria Zani is laying naked, getting a massage from a blind man. The phone rings, so she just nonchalantly strolls over to the phone. Most of us would probably grab a towel or robe. But the woman has such an air of confidence about her it seemed totally natural. Barbara Bouchet, who was also in Lucio Fulci&#8217;s <a href="http://goregirl.wordpress.com/2009/04/14/non-si-sevizia-un-paperino-dont-torture-a-duckling-the-d">&#8216;Don&#8217;t Torture a Duckling&#8217;</a>, is great as Maria. Claudine Auger, who would go on to make Mario Bava&#8217;s <a href="http://goregirl.wordpress.com/2009/09/17/reazione-a-catena-twitch-of-the-death-nerve-the-dungeon-">&#8216;Twitch of the Death Nerve (aka Bay of Blood)&#8217;</a> also does a formidable job. And rounding out the &#8220;women who have been in other Italian Horror I&#8217;ve reviewed&#8221; is Rossella Falk who would go on to make <a href="http://goregirl.wordpress.com/2009/04/24/sette-orchidee-macchiate-di-rosso-seven-blood-stained-or">&#8216;Seven Blood-Stained Orchids&#8217;</a> the following year. Also featured is a very young Barbara Bach. A pretty stand up cast of female actresses. </p>
<p>Eye candy does not only come in the form of attractive woman. The cinematography is outstanding. Every scene is presented with a stylish flair that rivals the best Giallo titles out there. There are multiple locations and sets in the film that all work beautifully. I was particularly fond of the scene in the Fur store. Mannequins just freak me out. Helping the mood along is Ennio Morricone&#8217;s excellent breathy score. During the same year Ennio also did the soundtracks for Lucio Fulci&#8217;s &#8216;A Lizard in a Woman&#8217;s Skin&#8217; and Dario Argento&#8217;s &#8216;Cat o&#8217; Nine Tails&#8217; and &#8216;Four Flies on Grey Velvet&#8217;.</p>
<p><img src="http://goregirl.wordpress.com/files/2009/10/still-from-black-belly-of-the-tarantula31.jpg" alt="still from black belly of the tarantula3" title="still from black belly of the tarantula3" width="450" height="253" class="aligncenter size-full wp-image-3183" /></p>
<p>In many Italian horror films, police are supporting characters that tend to be presented as rather daft. In &#8216;Black Belly of The Tarantula&#8217; Inspector Tellini is the central character who is slightly less inept than most. He definitely makes some dumb decisions. Like so many films, Italian or otherwise, there is a pivotal scene where he should have called for backup. In this same scene there is also a struggle I found a bit questionable. Tellini is ready to hand in his resignation, as he intimates to his wife, but still manages to collect clues and connect some dots along the way. Despite the character issues I thought Giancarlo Giannini did a pretty good job playing Tellini. </p>
<p>The story itself is decent but certainly not earth shattering,and the reveal isn&#8217;t exactly a shocker. By the time the final credits roll, Black Belly of The Tarantula’s outstanding qualities overcome it’s flaws. Well-filmed, with good performances and a decent story. A film well worth watching. Highly recommended!</p>
<p><strong>Dungeon Rating: 4/5</strong></p>
<p><strong>Directed By:</strong> Paolo Cavara</p>
<p><strong>Starring:</strong> Giancarlo Giannini, Claudine Auger, Barbara Bouchet, Rossella Falk, Silvano Tranquilli, Annabella Incontrera, Ezio Marano, Barbara Bach, Stefania Sandrelli</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quantum of Solace - 2 stars (didn't like it)]]></title>
<link>http://reeltoreel.wordpress.com/2009/10/27/quantum-of-solace-2-stars-didnt-like-it/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 01:16:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>reeltoreel</dc:creator>
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<description><![CDATA[Maybe it&#8217;s because I just did not care enough, but &#8220;Quantum of Solace&#8221; made no sen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://reeltoreel.wordpress.com/files/2009/10/quantum-of-solace.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-330" title="quantum of solace" src="http://reeltoreel.wordpress.com/files/2009/10/quantum-of-solace.jpg?w=201" alt="quantum of solace" width="201" height="300" /></a>Maybe it&#8217;s because I just did not care enough, but &#8220;Quantum of Solace&#8221; made no sense to me. An organization exists that everyone knows exists but no one knows the name of the organization or who runs it or how many members it has. In fact the only thing anyone seems to know about it is that they know nothing about it. Then suddenly at the end of the movie, James Bond (Daniel Craig) mentions its name &#8211; Quantum. When did he find this out? No one seems to know or care &#8211; especially the makers of the film.</p>
<p>&#8220;Quantum of Solace&#8221; was one giant excuse to put James Bond in as many roof, hotel, car and plane chases as possible. The plot was thrown in to keep it from being a silent film. It is one of the most confusing and contrived movies that I have ever seen. To even try and explain the plot would give me a migraine. The action scenes were almost as confusing as the plot with an average shot length just above a nanosecond. All of the humor and innuendo of the Bond franchise seems to have been tossed to the wayside in order to capitalize on the Bourne franchise formula and success. But James Bond is not Jason Bourne and we don&#8217;t want him to be.</p>
<p>This movie is a perfect example of the Hollywood mentality: what movie/movies have been successful recently and how can we cash in on it? By copying them, of course. James Bond is one of the most beloved characters and franchises in movie history, but Hollywood has managed to forget this and conform it to their cash cow mentality. I don&#8217;t blame Daniel Craig or Judi Dench (M) or Olga Kurylenko (Camille) or Giancarlo Giannini (Rene Mathis) or Mathieu Amalric (Dominic Greene). They all did the best they could with the material that they were given which leads us to the writers (Neal Purvis, Paul Haggis and Robert Wade) and director (Marc Forster).</p>
<p>What happened with this movie? This group of filmmakers should not have messed this movie up as bad as they did. These men have made movies that are <em>good. </em>Movies like &#8220;Monster&#8217;s Ball,&#8221; &#8220;Stranger Than Fiction,&#8221; &#8220;Finding Neverland,&#8221; &#8220;In the Valley of Elah,&#8221; &#8220;Crash,&#8221; &#8220;Million Dollar Baby,&#8221; &#8220;Flags of Our Fathers,&#8221; etc. So how is that the men responsible for these wonderful films made such a disappointing <em>Bond </em>movie? The dialogue was arbitrary. The action sequences were confusing and conducive to seizing. The sexual tension and innuendo commonplace in the Bond movies was inexplicably missing. There were no over-the-top gadgets or vehicles. It was all very&#8230;plain. And if James Bond is anything, it&#8217;s not plain.</p>
<p>It&#8217;s clear that there were obvious missteps and mistakes in &#8220;Quantum of Solace.&#8221; It&#8217;s just unexplainable how they happened &#8211; especially with writers and directors that we know are talented filmmakers. I think it all comes down to the studios. Hollywood studios fight tooth and nail to reach the top of the box office charts and, in order to do so, they often &#8220;borrow&#8221; from other successful franchises. Movies like the Bourne trilogy or &#8220;The Transporter&#8221; series are all studio responses to the Bond franchise. So how did the producers or studio heads forget that &#8220;Quantum of Solace&#8221; was a Bond movie and not one of their carbon-copy rip-offs? I don&#8217;t know the answer, but I do know that if you are in the mood for a Bond movie, skip this one and go rent &#8220;Goldfinger.&#8221;</p>
<p>MPAA Rating: PG-13</p>
<p>Running Time: 105 minutes</p>
<p>Starring: Daniel Craig (James Bond); Olga Kurylenko (Camille); Mathieu Amalric (Dominic Greene); Judi Dench (M); Giancarlo Giannini (Rene Mathis)</p>
<p>Directed by: Marc Forster; written by Paul Haggis, Neal Purvis, and Robert Wade based on a character by Ian Fleming; produced by Barbara Broccoli and Michael G. Wilson. A Sony Pictures release.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Scoiattolo...]]></title>
<link>http://gigionia.wordpress.com/2009/10/25/scoiattolo/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 20:55:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>2g</dc:creator>
<guid>http://gigionia.wordpress.com/2009/10/25/scoiattolo/</guid>
<description><![CDATA[Up locandina scena Paese: Stati Uniti Anno: 2009 Durata: 96 min Genere: animazione, avventura, comme]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table border="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align:center;" colspan="2"><strong>Up</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><img title="locandina" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/c/c5/Up_Poster.JPG" alt="locandina" width="200" height="298" /><p class="wp-caption-text">locandina</p></div>
<p><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 241px"><img title="scena" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/it/0/0e/Up_gip.jpg" alt="scena" width="231" height="130" /><p class="wp-caption-text">scena</p></div></td>
<td>Paese: 	Stati Uniti<br />
Anno: 	2009<br />
Durata: 	96 min<br />
Genere: 	animazione, avventura, commedia<br />
Regia: 	Pete Docter, Bob Peterson (co-regista)<br />
Soggetto: 	Pete Docter, Bob Peterson, Tom McCarthy<br />
Sceneggiatura: 	Pete Docter, Bob Peterson<br />
Produttore: 	Jonas Rivera<br />
Casa di produzione: 	Pixar Animation Studios, Walt Disney Pictures<br />
Doppiatori italiani:
<p>&#160;</p>
<ul>
<li> Giancarlo Giannini: Carl Fredricksen</li>
<li>Arturo Valli: Russell</li>
<li>Arnoldo Foà: Charles Muntz</li>
<li>Neri Marcorè: Dug</li>
<li>Andrea Ward: Alpha</li>
<li>Fabrizio Pucci: Beta</li>
<li>Gerolamo Alchieri: Gamma</li>
<li>Roberto Certomà: Capo branco Strauch</li>
<li>Renato Cecchetto: Capo cantiere Tom</li>
<li>Davide Lepore: Cine annunciatore</li>
<li>Agnese Marteddu: Eli da piccola</li>
<li>Arturo Valli: Carl da piccolo</li>
<li>Graziella Polesinanti: poliziotta Edith</li>
<li>Nino D&#8217;Agata: Operaio Steve</li>
<li>Gaetano Lizzio: Infermiere George</li>
<li>Bruno Conti: Infermiere Aj</li>
</ul>
<p>Musiche: 	Michael Giacchino</td>
</tr>
<tr>
<td>Trama travisata.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Carl ed Ellie condividono fin da bambini una passione per l&#8217;avventura che li fa diventare amici prima e poi una coppia. Il loro obiettivo è seguire le orme del loro mito Charles Muntz.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Purtroppo la vita è imprevedibile e non riusciranno mai a compiere il loro viaggio verso le cascate Paradiso <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  Dopo una vita piena di sventure, Ellie muore lasciando Carl solo.</p>
<p>Quando tutto sembra deciso e ogni possibile avventura preclusa, Carl fa un ultimo sforzo e trasforma la sua casa in un pallone aerostatico <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Assieme a Russell (un passeggero abusivo della casa volante), Carl vivrà la sua più grande avventura per scoprire cosa renda veramente speciale la vita <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </td>
<td rowspan="2">
<blockquote><p>Beta: Chocolate, I smell chocolate!<br />
Gamma: I&#8217;m getting prunes, and denture cream.<br />
Beta: Oh, master will not be pleased. We&#8217;d better tell him someone took the bird, right Alpha?<br />
Alpha: [in a high-pitched voice] No. Soon enough the bird will be ours yet again. Find the scent, my compadres, and you two shall have much rewardings from master for the toil factor you wage.<br />
Beta: Hey Alpha, I think there&#8217;s something wrong with your collar. You must have bumped it.<br />
Gamma: Yeah, your voice sounds funny.<br />
[they both laugh]<br />
Alpha: Beta! Gamma!<br />
[they both stop laughing]<br />
Alpha: Mayhaps you desire to &#8211; SQUIRREL!<br />
[all of them turn their attention to a nearby tree; slight pause]<br />
Alpha: Mayhaps you desire to challenge the ranking that I have been asigned by my strength and cunning?<br />
Beta: No, no. But maybe Dug would, you might want to ask him.<br />
Gamma: Yeah, I wonder if he&#8217;s found the bird on his VERY SPECIAL MISSION.<br />
Alpha: Do not mention Dug to me at this time. His fool&#8217;s errand will keep him most occupied, most occupied indeed. Hahaha! Do you not agree with that which I am saying to you now?<br />
Beta: Sure, but the second master finds out you sent Dug out by himself, none of us will get a treat.<br />
Alpha: You are wise my trusted lieutenant.</p></blockquote>
<blockquote><p>Young Ellie: [to a young Carl] You don&#8217;t talk a lot.<br />
[pause]<br />
Young Ellie: I like you!</p></blockquote>
</td>
</tr>
<tr>
<td>Valutazione finale&#8230; in ritardo <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />
<p>&#160;</p>
<p>La pixar non delude mai!</p>
<p>Up è forse un po&#8217; troppo serio e triste per essere considerato solo un cartone animato per bambini. Per fortuna che ci sono anche alcuni lampi di follia esilarante che lo rendono spassoso <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Il corto di quest&#8217;anno è una piccola splendida perla <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Prima o poi dovrò fare una classifica <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6UIdDbW7LFE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/6UIdDbW7LFE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A  WALK IN THE CLOUDS (1995)]]></title>
<link>http://inthenameofmovies.wordpress.com/2009/10/23/a-walk-in-the-clouds-1995/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 06:55:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>zoeyclark</dc:creator>
<guid>http://inthenameofmovies.wordpress.com/2009/10/23/a-walk-in-the-clouds-1995/</guid>
<description><![CDATA[Paul Sutton (Reeves) returns home from World War II to a wife he barely knows and that doesn&#8217;t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-772" title="walk_in_the_clouds_ver2" src="http://inthenameofmovies.wordpress.com/files/2009/10/walk_in_the_clouds_ver2.jpg" alt="walk_in_the_clouds_ver2" width="300" height="444" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">Paul Sutton (Reeves) returns home from World War II to a wife he barely knows and that doesn&#8217;t seem all that exhilarated to see him. And unknown to Paul, she is cheating on him.They got married too soon and before he went to war so&#8230;Well, Paul  is back and he needs to make a living, by selling chocolates- not something he is all that excited about.</p>
<p style="text-align:left;">On the way, he meets Victoria (Aitana Sanchez-Gijon) , a beautiful Mexican young woman who is back from college, and she is very upset. After all she is single and pregnant, with the baby of her professor- who is not interested at all being with her. She is very scared of what her extremely traditional father (Giancarlo Giannini) might do. So Paul offers to help. He suggests that he pretends to be her husband, meet her family and leave the next day. At least when the baby news is heard, it won&#8217;t be illegitimate. Victoria is touched by his offer and together they go to meet her family. However her father is not thrilled buy the fact that her daughter has run off and gotten married on her own, to a man the family doesn&#8217;t know and to top it all, a man who sells chocolate for a living. But the loving mother, grandmother and the grandfather (Anthony Quinn) are all happy for Victoria and welcome Paul into the family. Coincidence, accidents and the grandfather&#8217;s acts seem to get his way and Paul has to stay for more than a week, which gives Paul and Victoria more time together and well&#8230;fall in love. Of course there are huge problems. Like Paul is already married and has to leave eventually and there&#8217;s going to be one hell of a problem if/when her father finds out.</p>
<p style="text-align:left;">The family has a tremendous grape field and they make quite a nice and rich living out of them. The beauty of the field and the traditions that come with their crops, make wonderful cinematography and just adds to the magic of the story.</p>
<p style="text-align:left;">The atmosphere, the scenery and the traditions make the movie a lovely watch. The father&#8217;s extreme reactions and his quest to get rid of Paul make enough funny scenes. Overall, it is a beautiful film.</p>
<p>Oh yes, it is a girlie movie. It is a chick flick. Bring the labels on. Because it really is a romantic movie. It depicts a love story that is genuine that lacks any type of game-playing and manipulation. Two nice people with two very different backgrounds find each other and fall in love. Although I think this movie is sincere and can be enjoyed by either gender, I can imagine what some boys are going to say about it. Or people will find a way to bash Keanu&#8217;s acting, some seem to regard it as a hobby. In fact just the other day a friend actually said &#8220;Who the hell ever takes Keanu Reeves seriously?&#8221;.  Well, to his  dismay, I raised my hand &#8211; half-joking, and half- making a point. The way I see it, he is awfully underrated. He brings out whatever his role requires him to. And this movie you will see him portraying a sweet,vulnerable and romantic character in the way that it is supposed to be portrayed. So when you leave the Keanu Reeves haters and the people allergic to most/all romantic-movies, you will see that this movie  is enjoyable once you leave all the cynicism behind.</p>
<p>End note:</p>
<p>Director: Alfonso Arau, the director of Like Water Like Chocolate</p>
<p>Writers: Robert Mark Kamen, Mark Miller and Harvey Wietzman (thanks to imdb.com for writing credits)</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-775" title="walk-in-the-clouds" src="http://inthenameofmovies.wordpress.com/files/2009/10/walk-in-the-clouds.jpg?w=300" alt="walk-in-the-clouds" width="300" height="298" /></p>
<p>I&#8217;m merely pointing out that writers and the director all men. I&#8217;m just saying&#8230;</p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="1">
<tbody>
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</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Batalla De Anzio (1968)]]></title>
<link>http://cinedirecto.wordpress.com/2009/10/10/la-batalla-de-anzio-1968/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 17:18:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>mickymousse</dc:creator>
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<description><![CDATA[Director: Edward Dmytryk, Duilio Coletti Reparto: Robert Mitchum, Peter Falk, Robert Ryan, Earl Holl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Director: Edward Dmytryk, Duilio Coletti Reparto: Robert Mitchum, Peter Falk, Robert Ryan, Earl Holl]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[*Blu-ray Review* <b>The Hannibal Lecter Collection</b>]]></title>
<link>http://insomniacentertainment.com/2009/09/28/blu-ray-review-the-hannibal-lecter-collection/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 02:36:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luigi Bastardo</dc:creator>
<guid>http://insomniacentertainment.com/2009/09/28/blu-ray-review-the-hannibal-lecter-collection/</guid>
<description><![CDATA[Order now at Amazon.com! Blu-ray Review: The Hannibal Lecter Collection Originally posted at blogcri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Order now at Amazon.com! Blu-ray Review: The Hannibal Lecter Collection Originally posted at blogcri]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Casino Royale]]></title>
<link>http://miguelvaca.wordpress.com/2009/09/26/casino-royale/</link>
<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 18:16:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>miguelvaca</dc:creator>
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<description><![CDATA[Casino Royale es un peli de James Bond de 2006. Una franquicia de Ian Fleming que ha pasado de prota]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="line-height:19px;font:14px Verdana;margin:0 0 13px;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-282" title="Casino Royale" src="http://miguelvaca.wordpress.com/files/2009/09/casino-royale-final.jpg" alt="Casino Royale" width="400" height="595" /></em></p>
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;margin:0 0 13px;"><em>Casino Royale</em> es un peli de <em>James Bond</em> de 2006. Una franquicia de <em>Ian Fleming</em> que ha pasado de protagonista en protagonista y de director a director. Esta vez el ejercicio es para <em>Martin Campbell</em>, un director con un no muy afortunado portafolio para mi gusto pero que con esta peli se reivindicó completamente conmigo.</p>
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;margin:0 0 13px;">La primera vez que la vi fue en cine y salí muy emocionado. Para mi la peli es espectacular desde los créditos de <em>Johnnie Frankel</em> trabajados para <em>Rattling Stick,</em> acompañados por <em>Chris Cornell</em> interpretando la canción especial para esta versión hasta <em>Daniel Craig</em> elegantemente vestido con un extravagante arma automática diciendo &#8220;Bond, James Bond&#8221;.</p>
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;margin:0 0 13px;">Pueden decir que <em>Craig</em> no es un verdadero <em>Bond</em>, que la peli no hace parte de la serie y que lo que se pierde es el espíritu del sofisticado espía inglés que enamora a sus mujeres con tan sólo el brillo de sus ojos. Yo soy fanático moderado de las pelis de <em>Bond</em>, puedo decir que de niño trajeron de nuevo, en algún ciclo de cine, <em>Diamonds Are Forever</em> protagonizado por <em>Sean Connery</em> y quedé embelezado por la historia. Un agente del MI6, que la mayoría del tiempo viste un smoking, está siempre muy bien peinado, sostiene un vodka martini y usa una serie de aparatejos y artilugios que lo ayudan a lo largo de la peli a atrapar a sus antagónicos.</p>
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;margin:0 0 13px;">Vi otras pelis de <em>Connery</em>, vi otras tantas de <em>Roger Moore</em> (que para mí siempre fue <em>El Santo</em>), nunca vi una peli de <em>John Fiedler, Bob Simmons, David Nimen</em> o <em>George Lazemby</em>, detesté las pelis de <em>Timothy Dalton</em>, volví a reencontrarme con el personaje con <em>Pierce Brosnan</em> quien aparentemente había nacido para este papel y, finalmente, <em>Daniel Craig</em>. Un actor que nos tenía acostumbrados a fuertes y poderosas actuaciones en el cine independiente, <em>Road to Perdition</em> de <em>Sam Mendes</em> en 2002, <em>The Mother</em> de <em>Roger Michell</em> en 2003, <em>Enduring Love</em> también de <em>Roger Michell</em> en 2004, <em>Munich</em> de <em>Steven Spielberg</em>, no tan independiente, en 2005, <em>The Invasion</em> de <em>Oliver Hirschbiegel</em> en 2007 y <em>Flashbacks of a Fool</em> de <em>Baillie Walsh</em> de 2008.</p>
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;margin:0;">Fue exactamente eso lo que me atrajo de este nuevo capítulo de <em>Bond</em>, cómo lograrían aprovechar todo el potencial de este actor en una peli medianamente sobria y de corte aventurero.</p>
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;min-height:17px;margin:0;">
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;margin:0;">Bueno la respuesta es impactante, la peli es el nacimiento de este personaje, un hombre seco, maduro, mayormente tosco, elegantemente vestido pero que prefiere un whisky a un martini esnobista. Frágil de carácter y permeable al amor. Un hombre que cuando pelea sangra, que cuando le duele un golpe llora, un hombre que es capaz de sufrir y, sin embargo, un hombre con un excelente sentido del humor. Varias veces sonreí con sus chistes, varias veces logré carcajearme con sus frases de cajón. Intenté pedir alguna vez en un bar de renombre aquí en Bogotá un <em>Vesper Martini</em>, un trago de tres porciones de Gordons, una porción de Kina Lillet (un vermouth blanco bastante exótico) y una rodaja de cáscara de limón; no lo pudieron armar porque no sabían que era el Kina Lillet, en ese entonces tampoco yo lo sabía pero ansío poder probarlo y poder saber a que sabe <em>Eva Green</em> en un trago quien interpretaba a <em>Vesper Lynd</em> la <em>Chica Bond</em> de este capítulo.</p>
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;min-height:17px;margin:0;">
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;margin:0;">El amigo con el que fui esa vez a cine, me dijo que fue demasiado el tiempo que le dedicaron al romance del hombre, anoche me ví la peli en DVD y mientras fue el romance, bajé y me hice un té doble, pintado con leche y galletitas, al subir, ya había empezado la acción y si fue un poco más placentera, pero en ir y venir tan sólo me demoré tres minutos, tres minutos que le sobran a la peli no está mal.</p>
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;min-height:17px;margin:0;">
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;margin:0;">Al lado de <em>Craig</em> hay un gran equipo actoral que se comportó a la altura, muy bien señor <em>Campbell</em>, excelente dirección. La bellísima <em>Eva Green</em>, el noble <em>Giancarlo Giannini</em>, la majestuosa <em>Judi Dench</em>, el carismático <em>Jeffrey Wright</em> y el fabuloso antagónico <em>Mads Mikkelsen</em> con sus lágrimas de sangre.</p>
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;min-height:17px;margin:0;">
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;margin:0;">Es una peli entretenida de principio a fin, la secuencia en Praga al principio de los créditos es hermosa, luego la secuencia en Madagascar estrenando su nueva categoría como Agente Doble 0 es sencillamente increíble y todo Montenegro es James Bond al 100%.</p>
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;min-height:17px;margin:0;">
<p style="line-height:19px;font:14px Verdana;margin:0;">Ojalá la franquicia hubiera seguido así de bien, pero <em>Quantum of Solace</em> dirigida por <em>Marc Forster</em> en 2008 es una pérdida de tiempo, no sé qué le habrá pasado a <em>Forster</em> un excelente director que nos ha provisto excelentes pelis. Lo gracioso es que volví con mi amigo a seguir la secuela y a él le encantó :-S</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quantum of Solace]]></title>
<link>http://filmsaddiction.wordpress.com/2009/09/15/quantum-of-solace/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 08:45:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>amore</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-183" title="quantum of solace" src="http://filmsaddiction.wordpress.com/files/2009/09/quantum-of-solace.jpg?w=202" alt="quantum of solace" width="202" height="300" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hannibal]]></title>
<link>http://cinedirecto.wordpress.com/2009/09/10/hannibal/</link>
<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 19:06:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>mickymousse</dc:creator>
<guid>http://cinedirecto.wordpress.com/2009/09/10/hannibal/</guid>
<description><![CDATA[Director: Ridley Scott Interpretación: Anthony Hopkins (Dr. Hannibal Lecter), Julianne Moore (Claric]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Director: Ridley Scott Interpretación: Anthony Hopkins (Dr. Hannibal Lecter), Julianne Moore (Claric]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dove sono finiti gli uomini?]]></title>
<link>http://sognaredivivere.wordpress.com/2009/08/21/dove-sono-finiti-gli-uomini/</link>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 04:06:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>burrosa92</dc:creator>
<guid>http://sognaredivivere.wordpress.com/2009/08/21/dove-sono-finiti-gli-uomini/</guid>
<description><![CDATA[Sono single da quattro giorni. Eppure non faccio che pensare all&#8217;amore, alla decisione che ho ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sono single da quattro giorni. Eppure non faccio che pensare all&#8217;amore, alla decisione che ho preso.  Una decisione presa perchè, dopo due anni, ho pensato di meritare di piu&#8217;. Ma è possibile che gli uomini, gli uomini veri, siano scomparsi? Parlo di uomini che quando la sera passano a prenderti non ti chiedono dove vuoi andare, sanno già come farti felice. Parlo di uomini che ti farebbero sentire protetta anche in una comitiva di serial killer. Parlo di uomini che sono &#8220;prepotenti&#8221; e determinati, quando ce n&#8217;è bisogno. Parlo di uomini che sanno come muoversi tra le lenzuola, perchè la donna , si sa, va fatta felice anche ( direi soprattutto) a letto. Insomma&#8230;se vogliamo pensare che il mio ex piangeva anche durante un litigio, ero piu&#8217; uomo io o lui?! Lo so, forse sono all&#8217;antica, ma a me piace l&#8217;uomo &#8220;duro&#8221; , che mi dia una spalla sui cui piangere, e non che mi chieda il fazzoletto. Non è la bellezza che conta, per conquistare una donna ci vuole un certo savoir faire. Come Al Pacino  in Profumo Di Donna, se non l&#8217;avete mai visto, provvedete subito. Guardo quel film e penso che se esistesse un uomo così, una notte di passione con lui la passerei. E poi non è vero che noi donne vogliamo l&#8217;uomo dolce, sensibile, attento, delicato. Magari sì, sono ottime qualità, ma che siano qualità marginali e non prevalenti . Io ammetto che l&#8217;uomo &#8220;prepotente&#8221;, risoluto, passionale sia cio&#8217; che piu&#8217; desidero. Mi viene in mente un altro film molto significativo, quello con Giannini e la Melato : Travolti da un insolito destino nell&#8217;azzurro mare d&#8217;agosto. Raffaella (M. Melato), è la moglie di un facoltoso industriale. Trascorre le sue vacanze sullo yatch , insieme al marito e gli amici, viziati, snob e ricchi quanto lei. Lo stesso yatch sul quale lavora Gennarino (G. Giannini), piu&#8217; volte da lei umiliato per il suo (non) rango. Il destino vuole che i due, dopo essersi persi in mare per una serie di eventi, giungano in un&#8217;isola deserta dove Gennarino sfogherà  le sue frustrazioni sociali e sessuali su Raffaella, trattandola come una serva&#8230; E Raffaella ? Naturalmente,si innamora di Gennarino. E&#8217; vero, bisogna riconoscerlo, a noi donne piace essere trattate &#8220;male&#8221;..ma anche per questo ci vuole un certo stile, miei cari uomini.<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/cv8XKngefMM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/cv8XKngefMM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>P.s: questo video ci voleva proprio, a me fa ridere incredibilmente! Certo, non dico che le donne vadano picchiate (anzi al primo ceffone, direi di mollarlo seduta stante), ma l&#8217;ultima parte mi piace tantissimo. Guardatelo!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Avati e De Sica: giochi di ruolo]]></title>
<link>http://allucineazioninterviste.wordpress.com/2009/07/30/avati-e-de-sica-giochi-di-ruolo/</link>
<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 22:09:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>allucineazioni</dc:creator>
<guid>http://allucineazioninterviste.wordpress.com/2009/07/30/avati-e-de-sica-giochi-di-ruolo/</guid>
<description><![CDATA[Pupi Avati e Christian De Sica. Chi scrive non li conosce personalmente, ma l’impressione è che il p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#00ccff;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-138" title="PupiAvati" src="http://allucineazioninterviste.wordpress.com/files/2009/07/pupiavati.jpg" alt="PupiAvati" width="250" height="397" />Pupi Avati</strong> </span>e <strong><span style="color:#00ccff;">Christian De Sica</span></strong>. Chi scrive non li conosce personalmente, ma l’impressione è che il primo, data anche la sua provenienza bolognese, sia un buongustaio. E che il secondo sia una persona molto raffinata. Così l’incontro per la fine delle riprese de <strong><span style="color:#00ccff;">Il figlio più piccolo</span></strong> non può avvenire che in un buon ristorante di Roma, quartiere Trastevere. Nel giorno più caldo dell’anno <strong><span style="color:#00ccff;">Avati </span></strong>ci ha spiegato che quel posto gli portava fortuna. E <strong><span style="color:#00ccff;">Il figlio più piccolo</span></strong> potrebbe davvero essere un film fortunato. I motivi di attesa non mancano: <strong><span style="color:#00ccff;">Avati</span></strong> sembra tornare a quella cattiveria che nelle ultime prove, più intimiste o nostalgiche, sembrava mancare. E che forse è l’unico modo per raccontare i tempi in cui viviamo. In più c’è <strong><span style="color:#00ccff;">Christian De Sica</span></strong> alle prese con un ruolo drammatico, forse il primo veramente tale della sua carriera. Nelle prime scene del film che abbiamo visto si respira un’atmosfera tesa e tagliente, e l’interpretazione dell’attore, nei panni di un “furbetto del quartierino”, è realistica e convincente.</p>
<p style="text-align:justify;">“È un film che si ispira, almeno nelle intenzioni, alla commedia italiana degli anni d’oro” ci ha raccontato con modestia <strong><span style="color:#00ccff;">Avati</span></strong>. “Anni in cui c’era un mix fantastico dove registi, sceneggiatori e attori riuscivano a entrare nelle problematiche del presente senza sconti e in modo verosimile, concedendosi qualche lazzo e qualche risata. E gli attori, anche nella risata, erano sempre incisivi e reali. Penso a <strong><span style="color:#00ccff;">Una vita difficile</span></strong> di <strong><span style="color:#00ccff;">Dino Risi</span></strong>”. Entrare nelle problematiche del presente. Avati, dopo molti film che guardavano al passato, punta con forza proprio a questo. E va a toccare il nervo scoperto dell’oggi. “In questo film si parla di danaro (lo pronuncia proprio così, con la &#8220;a&#8221;, <em>ndr</em>), in un tempo come quello di oggi dove sei quello che hai” dichiara orgoglioso il regista. “A Bologna ‘sei quello che hai’ è un metro di giudizio che è in voga da molto tempo. E si sta spostando anche verso Sud, lungo tutta l’Italia”. È proprio <span style="color:#00ccff;"><strong>Avati</strong></span> a raccontarci la storia del film. “Il protagonista è un immobiliarista romano che ha sposato il suo opposto, una donna bellissima ma astratta. È stato un matrimonio riparatore: il giorno in cui la sposa la lascia, e lei gli intesta due appartamenti. Ma il vero protagonista della storia è il figlio più piccolo, a cui il padre intesta la sua holding in fallimento”.</p>
<p style="text-align:justify;">L’immobiliarista romano, come si può immaginare, è <strong><span style="color:#00ccff;">Christian De Sica</span></strong>. È visibilmente emozionato, e orgoglioso, il figlio del grande <span style="color:#00ccff;"><strong><span style="color:#00ccff;">Vittorio De Sica</span></strong></span>. Il suo ruolo è una di quelle sfide, di quelle occasioni che capitano una volta nella vita. Ed è curioso che a dargliela sia proprio quel Pupi Avati che qualche anno fa regalò il primo ruolo drammatico al suo ex sodale <strong><span style="color:#00ccff;">Massimo Boldi</span></strong>, in <strong><span style="color:#00ccff;">Festival</span></strong>. “Avevo già lavorato con <strong><span style="color:#00ccff;">Pupi Avati</span></strong> trent’anni fa, nel film <strong><span style="color:#00ccff;">Bordella</span></strong>” racconta divertito <strong><span style="color:#00ccff;">De Sica</span></strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">“Lui era un capellone, somigliava a <strong><span style="color:#00ccff;">Guccini</span></strong>, io pesavo cento chili. Poi lui è diventato un autore, e io ho fatto il comico”. È una prova attoriale diversa dal solito, quella di De Sica, giocata sui mezzi toni e lontana dalla sua recitazione sopra le righe tipica delle pochade natalizie. E l’attore romano rende merito al regista. “L’ho trovato un grande maestro di recitazione: ogni cosa che diceva era giusta” racconta <strong><span style="color:#00ccff;">De Sica</span></strong>. “Sono stato molto aiutato dai miei compagni, come <strong><span style="color:#00ccff;">Nicola Nocella</span></strong>, che interpreta mio figlio. E come <strong><span style="color:#00ccff;">Laura Morante</span></strong>, con cui ho recitato solo due scene: è un’attrice che sembra incutere timore, rispetto alle attrici con cui recito di solito. Ma fuori dalla scena è simpaticissima. E poi è nato un amore con <strong><span style="color:#00ccff;">Luca Zingaretti</span></strong>: penso che presto ci sposeremo…” “Credo che questo personaggio in molti l’avrebbero rifiutato” continua <strong><span style="color:#00ccff;">De Sica</span></strong>. “È un gran figlio di mignotta. Fa di <img class="alignright size-full wp-image-140" title="parlami-di-me" src="http://allucineazioninterviste.wordpress.com/files/2009/07/parlami-di-me.jpg" alt="parlami-di-me" width="289" height="434" />tutto, come intestare la sua holding fallimentare al figlio. Ma come tutti i mostri ha dei momenti magici: c’è una scena dove parla al figlio e dice come ha fatto a creare il suo impero, e quasi si commuove delle sue malefatte. Speriamo che arrivino altri registi a darmi ruoli di questo tipo, e che non faccia solo il ‘comicarolo’” conclude. Precisando di non rinnegare e di non rinunciare ai cinepanettoni. Proprio <strong><span style="color:#00ccff;">Avati </span></strong>sembra essere diventato ormai uno specialista nel convertire al drammatico i comici. Dopo <span style="color:#00ccff;"><strong>Abatantuono</strong> </span>e <strong><span style="color:#00ccff;">Boldi</span></strong>, ci sono stati <strong><span style="color:#00ccff;">Greggio</span></strong> e ora <strong><span style="color:#00ccff;">De Sica</span></strong>. “Andiamo a cercare la sfida, a cercare il rischio. Abbiamo dimostrato a <strong><span style="color:#00ccff;">Christian</span></strong> di avere due ottave in più sulla tastiera” aggiunge il regista bolognese, da buon musicista. “Ricordate che è molto più facile per un comico far piangere che per un attore drammatico far ridere”.</p>
<p style="text-align:justify;">Tra gli attori che sono stati così importanti ad aiutare <strong><span style="color:#00ccff;">De Sica</span></strong> a entrare nel ruolo c’è <strong><span style="color:#00ccff;">Laura Morante</span></strong>, immancabile quando si tratta di presentare mogli abbandonate e nevrotiche. “Il mio personaggio è una donna di un’ingenuità che rasenta l’idiozia” racconta. “Ha dato a questo marito un amore incondizionato e acritico, che ha attaccato anche al figlio più piccolo. Fa uso di psicofarmaci… è un po’ una disadattata”. Come spesso le capita di fare al cinema. Ma, a proposito dei ruoli giusti, anche la bella attrice sembra ricercare altro. “Mi offrono personaggi troppo poco forti per i miei gusti” confessa. “Mi piacciono i personaggi eccessivi: mi sento più vicina alla tragedia e alla commedia che a quel dramma intimista che spesso si fa in Italia”. E, ricordando film come Lo sguardo dell’altro, c’è da crederle. Ma non dimentichiamo l’esordiente <strong><span style="color:#00ccff;">Nicola Nocella</span></strong>, il “figlio più piccolo” del titolo. Il protagonista non doveva essere lui, ma un ragazzo dalla storia molto simile a quella del personaggio, che è stato anche di ispirazione al film. All’ultimo momento non è stato più disponibile, e, dice <strong><span style="color:#00ccff;">Avati </span></strong> “è avvenuto un miracolo”. Il Centro Sperimentale di Cinematografia ha segnalato al regista, dopo <strong><span style="color:#00ccff;">Alba Rohrwacher</span></strong>, questo giovane attore. <strong><span style="color:#00ccff;">Giancarlo Giannini</span></strong> dice che è straordinario. E, mentre lui ringrazia dell’occasione e dice di aver imparato molto da <strong><span style="color:#00ccff;">De Sica</span></strong>, l’attore romano ammette “sono io che ho imparato da lui”. È anche dall’umiltà che nascono i grandi ruoli. E questo lo sembra davvero.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Baglioni star a Noci]]></title>
<link>http://smnewsblog.wordpress.com/2009/07/25/baglioni-star-a-noci/</link>
<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 16:41:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Senzamusica</dc:creator>
<guid>http://smnewsblog.wordpress.com/2009/07/25/baglioni-star-a-noci/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: &#8220;Corriere del Mezzogiorno&#8220; A giovinazzo linea 77 e marlene kuntz per il rock fest]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fonte: &#8220;<a href="http://corrieredelmezzogiorno.corriere.it/napoli/notizie/ore_piccole/2009/24-luglio-2009/weekend-giancarlo-giannini-amade-usmoby-strega-bari-claudio-baglioni-noci-1601599711237.shtml" target="_blank">Corriere del Mezzogiorno</a>&#8220;</p>
<p><em>A giovinazzo linea 77 e marlene kuntz per il rock fest nell&#8217;area mercatale<br />
</em>Weekend &#8211; <strong>Giancarlo Giannini è Amadè-us Moby strega Bari, Baglioni star a Noci<br />
</strong><em>Un voce intensa per Mozart, poi il ritorno dell&#8217;alieno elettronico a Bari e del cantautore romano alla Fiera</em></p>
<p><em>a cura di Sandro Di Domenico</em></p>
<p>(<em>Articolo del 24/07/2009</em>) &#8211; <strong>BARI</strong> &#8211; Una pioggia di concerti promette di rinfrescare l&#8217;estate barese investendo i timpani di turisti e curiosi. Note per tutti i gusti, mentre il teatro sonnecchia e la movida scatenata sulle spiagge del litorale continua a offrire battiti unici e notti indimenticabili. È tempo d&#8217;estate e di vacanza per molti, ma chi resta in città, magari ancora per poco, per un altro fine settimana, ha l&#8217;imbarazzo della scelta in fatto di eventi.</p>
<p><strong>TEATRO E SPETTACOLI</strong> &#8211; A Molfetta venerdì è di scena Amadè, con Giancarlo Giannini. Il ritratto del genio, all&#8217;Anfiteatro di Ponente con la regia del pugliese Cosimo Damiano Damato. Dalle nove della sera per andare alla scoperta dell&#8217;anima più intima di Mozart, accompagnati dalla voce intensa di Giannini. Un brillante autoritratto che ripercorre le tappe di una vita sospesa tra la gloria e il mito nelle lettere, le citazioni, l&#8217;aneddotica lasciata ai posteri da &#8220;Amadeus-Amadè&#8221; a sugello di una storia unica. Un concerto-spettacolo, con il Quartetto Meridies &#8211; Carmelo Andriani violino, Gennaro Minichiello violino, Giuseppe Pascucci viola, Giovanna D’Amato violoncello &#8211; a scandire le letture di Giancarlo Giannini e Silvia De Santis. Altra voce narrante, giovane e talentuosa. In alternativa all&#8217;Auditorium Vallisa per la quarta stagione di «Women in art», l&#8217;Associazione culturale e dei diritti umani Federico II propone un ricco calendario di appuntamenti tra arte visiva, teatro, danza, poesia e letteratura. Riunendo artiste pugliesi e bulgare, croate ed etiopi, il primo giorno del programma che si snoda sino al 31 luglio prevede, dalle 21 di venerdì: Madame. Un viaggio coreografico portato sul palco dalla Breathing Art e ispirato a L’educazione sentimentale e Madame Bovary, i romanzi di Flaubert da un&#8217;idea di Simona De Tullio con la consulenza musicale di Leo Gadaleta.</p>
<p><!--more--><strong>MUSICA E CONCERTI</strong> &#8211; Per la grande musica del weekend avvio migliore non potrebbe esserci, David Byrne, l&#8217;ex leader dei Talking Heads atteso per una serata memorabile a Locorotondo nella Cantina sociale del Locus festival al venerdì. Quando a Monopoli Rosalia De Sousa si esibisce per la rassegna Puglia d&#8217;amare accompagnata dal gruppo pugliese Quintetto X a Largo Castello. Più commerciale l&#8217;Mtv Tour targato Coca Cola arriva a Bari, in piazza Prefettura, con tre ore e mezza di musica gratuita. Tutti in fila più o meno ordinata per assistere allo spettacolo che vede alternarsi in line up l&#8217;alieno dell&#8217;elettronica Moby, i maestri della dance melodica italiana Planet Funk e Andro, Andrea Mariano, tastierista dei Negramaro con deejay Vivaz, alias Beppe Viva. Sabato poi a Locorotondo arriva Bollani. Il pianista porta i ritmi brasiliani di Carioca in concerto solo a piazza Mitrano mentre i Linea 77 promettono di infiammare Giovinazzo per il Rock fest presso l&#8217;area mercatale. Tutt&#8217;altra storia a Cassano delle Murge per la notte bianca fatta di spettacoli, musica e divertimento. Si comincia alle nove in piazza Moro con il tandem della risata Savino e Terrafino per proseguire con Broken Frames, Moonlight, Thrill is Gone e Born Tired. Sabato a Bisceglie la serata è di Raf, in concerto per il Metamorfosi Tour e a Monte Sant&#8217;Angelo, in provincia di Foggia per FestambienteSud, di Mauro Pagani. Chitarra, voce e non solo già sodale di De Andrè, della Nannini, di Vecchioni e Ligabue. <strong>Domenica di rock sublime a Giovinazzo, per il turno dei Marlene Kuntz al Rock fest, ma anche dei classici successi di Claudio Baglioni. Sul palco della Nuova Arena Fiera di Noci per il gran concerto «Questo piccolo grande amore». Una canzone indimenticabile, poi film, romanzo e tour del cantautore romano.</strong></p>
<p><strong>ESCURSIONI E MOVIDA</strong> &#8211; Le escursioni ormai hanno una sola meta, il mare. Anche per il nightclubbing può dirsi lo stesso, parola d&#8217;ordine è il divertimento nelle aree all&#8217;aperto dei locali più trendy. Su tutte la festa-sicurezza è quella del Cafè del Mar di Bari per il Between Pareo Party. «Dove le parole finiscono, inizia la musica», come recitano i flyer della serata citando Heinrich Heine. Una notte di mezza estate che vede parei colorati scendere lungo i fianchi di chi sa che la fiamma dello spirito risiede nella danza. Sul lungomare Traiano con riduzioni in lista prima delle 00.45, i colori dei pareo sfileranno sulle musiche scelte da Oftheking, SanteDJ, Liviana Ferri alle percussioni e PheeL &#8220;the voice&#8221; Balliana.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Giancarlo Giannini "racconta" W. Amadeus Mozart.]]></title>
<link>http://pierrotweb.wordpress.com/2009/07/13/giancarlo-giannini-racconta-w-amadeus-mozart/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 07:41:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>pierrotweb</dc:creator>
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<description><![CDATA[Appuntamento a Molfetta con il grande attore Giancarlo Giannini in &#8220;Amadè &#8211; il ritratto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Appuntamento a Molfetta con il grande attore <strong>Giancarlo Giannini</strong> in <strong>&#8220;Amadè &#8211; il ritratto del Genio&#8221;</strong> in programma all’Anfiteatro di Ponente con la regia del pugliese <strong>Cosimo Damiano Damato</strong>.</p>
<p>Un appuntamento organizzato dalla Fondazione musicale Vincenzo Maria Valente in collaborazione con il Comune di Molfetta e il Teatro Pubblico Pugliese. L’anima segreta di Mozart narrata dalla voce densa ed intensa di Giancarlo Giannini.<br />
“ Amadè – il ritratto del Genio” di Brentmont è un reading inedito prodotto da Angelo Tumminelli, liberamente ispirato agli epistolari di Mozart: un vero affresco in versi in cui la musica del genio del pentagramma diventa parola elegiaca, un brillante autoritratto che rivela il suo vissuto, una grande pagina di letteratura riscritta da lui medesimo attraverso un viaggio lungo le sue lettere, citazioni, aneddoti, una vera rivelazione che racconta il Mozart uomo, un mito che diventa maestro con il suo canzoniere della memoria.</p>
<p>A scandire le letture di Giannini il <strong>Qartetto Meridies</strong> (Carmelo Andriani violino, Gennaro Minichiello violino, Giuseppe Pascucci viola a Giovanna D’Amato violoncello). Al fianco di Giancarlo Giannini un’altra voce narrante, quella della talentuosa <strong>Silvia De Santis</strong>. A dirigere questo viaggio teatrale mozartiano è il regista pugliese <strong>Cosimo Damiano Damato</strong> che si è affidato alla voce sapiente del Maestro del cinema italiano Giancarlo Giannini, alle intuizioni stilistiche del Quartetto Meridies e alla voce di Silvia De Santis.</p>
<blockquote><p>E’ un concerto-spettacolo – spiega il produttore Angelo Tumminelli &#8211; dedicato al grande W.A. Mozart, genio musicale che ha segnato la Storia universale. La voce penetrante di Giancarlo Giannini, attraverso la lettura dell’epistolario mozartiano, ci restituisce e ci fa vivere i momenti che hanno segnato la vita del nostro Amadè: dagli affetti, al denaro e agli amici, il tutto avvolto in un caleidoscopico di suoni, ora sfavillanti ora malinconici.</p></blockquote>
<p>Fra le esecuzioni dello spettacolo figurano le composizioni più accattivanti di Mozart fra cui: Divertimento in re maggiore K 136, Quartetto in do maggiore K 157 e Serenata “Eine kleine nachtmusik” K 525.<br />
La presenza di Giancarlo Giannini a Molfetta è stata voluta fortemente dal presidente della Fondazione Valente, Pietro Centrone.</p>
<p><strong>Anfiteatro di Ponente, Molfetta<br />
24 luglio 2009 ore 20,30</strong></p>
<p><em>Danilo Macina</em><strong><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Spettacolo in hotel a 5 stelle]]></title>
<link>http://magodarus.wordpress.com/2009/07/10/spettacolo-in-hotel-a-5-stelle/</link>
<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 16:08:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>magodarus</dc:creator>
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<description><![CDATA[Macchiavelli paragonava nel suo &#8220;Principe&#8221; la fortuna ad un fiume ed avvertiva come per ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Macchiavelli paragonava nel suo &#8220;Principe&#8221; la fortuna ad un fiume ed avvertiva come per ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[La tarántula del viente negro (Paolo Cavara, 1971)]]></title>
<link>http://pieldegnomo.wordpress.com/2009/06/27/la-tarantula-del-viente-negro-paolo-cavara-1971/</link>
<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 22:37:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>pieldegnomo</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-1443" title="La tarantola dal ventre nero" src="http://pieldegnomo.wordpress.com/files/2009/10/la-tarantola-dal-ventre-nero.jpg" alt="La tarantola dal ventre nero" width="260" height="364" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L'innocente]]></title>
<link>http://rossovelvet.wordpress.com/2009/06/26/linnocente/</link>
<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 16:54:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>rossovelvet</dc:creator>
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<description><![CDATA[Follow me on twitter ! Innocence doesn&#8217;t exist &#8211; or maybe, everyone has it : this is the]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Follow me on twitter ! Innocence doesn&#8217;t exist &#8211; or maybe, everyone has it : this is the]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Film Review ::: Casino Royale]]></title>
<link>http://licencetoblog.wordpress.com/2009/06/23/film-review-casino-royale/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 19:47:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Licence To Blog</dc:creator>
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<description><![CDATA[This film does a great job of grasping the audience right from the beginning. The pre-titles sequenc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>This film does a great job of grasping the audience right from the beginning. The pre-titles sequence doesn’t follow the normal formula, either. First and foremost, it doesn’t start off with the traditional gun barrel and, instead, ends with it. The pre-titles are also in grayscale – something we had never seen before in a James Bond film. Finally, the scenes take place in James Bond’s past. The crew involved with these scenes did an outstanding job. In noir-fashion, we see James Bond earn his legendary double-oh number. The bathroom fight brought me back to the Dalton era. In this scene, James Bond is in his most brutal form. Between slamming the enemy into the urinals and drowning him in a sink, these flashbacks certainly deliver thrills. We also see how cold James Bond can really be when he shoots Dryden (the 00-section chief). A quickly-cut shot shows a family photo on Dryden’s desk as the bullet strikes him. And at last, we also get an idea of how the gun barrel sequence came to be.</p>
<p>As great as that all may sound, I think this is the first and final solid aspect of the film. Once again, in true cinematic James Bond fashion, this film loosely adapts the classic Ian Fleming novel.</p>
<p>Perhaps one of the better aspects of the film includes the characters. Vesper Lynd and Rene Mathis were portrayed quite well, in my opinion. Eva Green did a great job of playing James Bond’s lover. She was certainly the best Bond girl we’ve been given since Sophie Marceau or Izabella Scorupco. Giancarlo Giannini’s portrayal of Rene Mathis was exceptional and the character ranks up there with the greatest allies of the series. On the other hand, the fates of each character were poorly written. With Vesper, the masterminds Neal Purvis, Robert Wade, and Paul Haggis turn Fleming’s sleeping pill suicide into a drowning in an elevator. They also (pointlessly) turn Mathis into a potential informant for Le Chiffre, and therefore he is tasered and taken off for imprisonment by the end of the film. As far as Mad Mikkelsen’s performance as Le Chiffre goes, I could take it or leave it. It was certainly a more glamorized, MTV-generation version of the character. In the novel, Le Chiffre was not model material. I would prefer Peter Lorre’s version of the character any day. The producers also introduce Felix Leiter in this film, portrayed by Jeffrey Wright. I saw this performance as very limited, thanks to the writers. Wright did not have much to work with here, and therefore, was not able to shine as he has done in some other films that he’s been in. Judi Dench is also brought back as M – which is another disgrace to Fleming’s novel. Instead of acting as Bond’s boss in the film, she more or less acts like his mother. It gets annoying after a while, to be honest. Other performances in the film were limite; none of them come off as memorable or worth a mention.</p>
<p>David Arnold also offers us another uninspired score. I consider the score to be one of the worst of the series. It’s dull, lifeless, unoriginal, and doesn’t even come close to the works of John Barry or Eric Serra. That said, I think I’ve given the score to this film more attention than it deserves.</p>
<p>Chris Cornell’s theme song was decent; made in more of “Live and Let Die” style, it certainly provided for an interesting title track. The vocals are great (coming from a Cornell fan), but the lyrics are pretty simple. It’s not the worst of the series, and not the best either. It works well with the film, though.</p>
<p>My major problem with this film is the ridiculous action and the poor adaptation of the novel – they go hand in hand. The story seems to be propelled by lack-luster action. The only scenes that stand up to the film’s opening include the casino scenes and the moments before the end titles. Other than that, the rest of the film carries that MTV-generation appeal. I really can’t find the difference between this James Bond film and the films of the supposedly “out-of-control” Pierce Brosnan era. When you shred away the thin, outer coating, they’re still the exact same things – generic action films made to generate loads of cash. The most outrageous scene of “Casino Royale”, though, has to be the falling house in Venice. If this house were made of ice, it would really be no different than one of those scenes in “Die Another Day”.</p>
<p>The brutal take on James Bond goes a bit too far, also – to the point in which it seems to mimic Jason Bourne, rather than Ian Fleming’s character. You can really notice this at Miami International with Bond’s attire. Jason Bourne can wear blue jeans and casual jackets – not James Bond. And what was with the sadistic smirk after killing Carlos? It made Bond come off as some sort of psychopath. What was with the deliberate disobedience? Had a fresh agent thoughtlessly killed a suspect against the instructions of his superior, I doubt he’d be in the service for much longer. While Bond can be a cold assassin at times, there has to be a line drawn. He is not some psycho on a killing spree.</p>
<p>The first few viewings of “Casino Royale” were satisfying, I must admit. It was a new Bond, and a new take on Bond, too. After a while, though, this film started losing its appeal with me, and the flaws started standing out a bit more. If you’re into generic action and cringe-worthy love scenes, then this is the film for you. However, you could also get that out of a random Arnold Schwarzenegger film if you wanted to. Though the series does not have a reputation for faithfully adapting Fleming’s novels, I think the writers could have at least made an honest attempt. Instead, this is not Ian Fleming’s “Casino Royale” … it is Eon Productions’ “Casino Royale”. They maintained the basic plot, and changed mostly everything else. Even that genital mutilation/torture scene from the novel was turned into a joke.</p>
<p>I do not see how this is any more of a James Bond film as “Moonraker” or “Die Another Day”. It provides ridiculous action and trend-following, rather than trend-setting.</p>
<p>In the end, an official, faithful adaptation of Ian Fleming’s classic novel went to waste. What a shame.</p>
<div id="attachment_551" class="wp-caption aligncenter" style="width: 305px"><img class="size-full wp-image-551" title="&#34;Casino Royale&#34; Rating" src="http://licencetoblog.wordpress.com/files/2009/06/4010-ranking.png" alt="4.0 / 10" width="295" height="30" /><p class="wp-caption-text">4.0 / 10</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[“I Banchieri di Dio”]]></title>
<link>http://cinemaleo.wordpress.com/2009/06/15/%e2%80%9ci-banchieri-di-dio%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 03:44:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinemaleo</dc:creator>
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<description><![CDATA[2001: I Banchieri di Dio di Giuseppe Ferrara Generalmente stroncato dalla critica che ne ha denuncia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;">2001: <em><strong>I Banchieri di Dio</strong></em> di Giuseppe Ferrara</span></p>
<p>Generalmente stroncato dalla critica che ne ha denunciato il tono grottesco e declamatorio: “Molto strepito, molta confusione, poca concretezza. Alla fine tutto sembra ridursi ad una specie di telefilm d&#8217;azione, che si vede e subito dopo si dimentica” (‘Segnalazioni cinematografiche’, vol.135, 2003), “… lo scopo è nobile, l’esito dei film è disastroso” (‘Film Tv’, n. 12, 2002).</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.mymovies.it/filmclub/2002/03/003/locandina.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1756" title="i-banchieri-di-dio" src="http://cinemaleo.wordpress.com/files/2009/06/i-banchieri-di-dio.gif" alt="i-banchieri-di-dio" width="116" height="136" /></a> <a href="http://cinemaleo.wordpress.com/giudiziocritico/"><img class="alignnone size-full wp-image-1495" title="da evitare" src="http://cinemaleo.wordpress.com/files/2009/05/da-evitare.gif" alt="da evitare" width="117" height="136" /></a></p>
<p style="text-align:left;"><!--more--></p>
<p>Lode a <strong>Giuseppe Ferrara</strong> per il suo impegno civile e per il suo coraggio (denunciato, il film è stato sequestrato per qualche mese), ma biasimo per la sua capacità di creare un prodotto cinematograficamente valido.</p>
<p>Il suo ritratto della situazione italiana degli anni 80 (tra bancarottieri, monsignori, faccendieri, massoneria, servizi segreti, mafia) è un documentario a volte interessante (anche se spesso ingarbugliato e non comprensibile) ma non è un film.<br />
Abbiamo una rassegna di attori travestiti da uomini politici, dialoghi prolissi ed eccessivamente didascalici sulle collusioni tra finanza-politica-malavita, ma non abbiamo un racconto filmico, una storia che ci coinvolga al di fuori dell’interesse più o meno elevato che possiamo avere per il nostro recente oscuro passato.</p>
<p>Va sottolineata la pessima recitazione dei vari interpreti (si salvano forse solo Omero Antonutti e Rutger Hauer), da Pamela Villoresi a Giancarlo Giannini ad Alessandro Gassman, di solito molto bravi ma qui sorprendentemente tutti al limite della caricatura, sempre al disopra delle righe, più filodrammatici che professionisti.</p>
<p><a href="http://www.cineocchio.altervista.org/" target="_blank"><em>Pubblicato su Cineocchio</em></a><br />
<a href="http://leoleo.altervista.org/corrente2/" target="_blank"><em>tuttelerecensioni </em></a></p>
<p><em>Regia</em>: Giuseppe Ferrara<br />
<em>Sceneggiatura</em>: Giuseppe Ferrara, Armenia Balducci<br />
<em>Cast</em>: Omero Antonutti, Giancarlo Giannini, Alessandro Gassman, Rutger Hauer, Pamela Villoresi, Vincenzo Peluso, Alessandra Bellini, Francesco Cordio, Pier Paolo Capponi, Franco Diogene, Carlo Saito, Liliana Paganini, Franco Olivero, Pietro Di Legami, Mario Marchetti, Antonio Inzadi, Augusto Zucchi, Camillo Milli<br />
<em>Fotografia</em>: Federico Del Zoppo<br />
<em>Montaggio</em>: Adriano Tagliavia<br />
<em>Musiche</em>: Pino Donaggio, Ennio Morricone<br />
<em>Produzione</em>: Giuseppe Ferrara per Sistina Cinematografica<br />
<em>Distribuzione</em>: Columbia Tristar Film<br />
<em>Paese</em>: Italia (2001)<br />
<em>Genere</em>: Drammatico<br />
<em>Durata</em>: 125’ circa<br />
<em>Uscita Italia</em>: 8 Marzo 2002</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Trama</span>:<br />
Le vicende dello scandalo del Banco Ambrosiano, che coinvolse il mondo finanziario milanese, il Vaticano, la P2, la massoneria, i servizi segreti italiani e inglesi, il mondo della politica, la mafia e la camorra e che culminò con la morte di Roberto Calvi, il cui corpo fu trovato appeso sotto il Ponte dei Frati Neri a Londra.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Note</span>:<br />
Controcorrente, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/recensione.asp?id=33794&#38;morandini=1" target="_blank">il Morandini</a> difende il film.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quantum of Solace]]></title>
<link>http://mistercomfypants.wordpress.com/2009/05/28/quantum-of-solace/</link>
<pubDate>Thu, 28 May 2009 21:37:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel</dc:creator>
<guid>http://mistercomfypants.wordpress.com/2009/05/28/quantum-of-solace/</guid>
<description><![CDATA[Title: Quantum of Solace Year: 2008 Director: Marc Forster Writer: Paul Haggis, Neal Purvis &amp; Ro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Title:</strong> <a href="http://www.imdb.com/title/tt0830515/"><em>Quantum of Solace</em></a><br />
<strong>Year:</strong> 2008<br />
<strong>Director:</strong> Marc Forster<br />
<strong>Writer:</strong> Paul Haggis, Neal Purvis &#38; Robert Wade<br />
<strong>Starring:</strong> Daniel Craig, Olga Kurylenko, Mathieu Amalric, Judi Dench, Giancarlo Giannini, Gemma Arterton<br />
<strong>Music:</strong> David Arnold<br />
<strong>Length:</strong> 106 minutes<br />
<strong>Synopsis:</strong> James Bond, kicking ass<br />
<strong>How I saw it:</strong> in the theater, November 2008<br />
<strong>Subjective Rating:</strong> 7/10<br />
<strong>Objective Rating:</strong> 8/10 (points off for story and cinematography)</p>
<p>Fun, senseless action.  The plot doesn&#8217;t really work if you think about it for a second. The only thing that&#8217;s resolved at the end is that the bad guy gets killed &#8211; which could have been accomplished just as easily at the start. But at least (unlike <em>Casino Royale</em>) it has the basic structure of a movie with a story. Now they just need to make one that has both (1) a beginning, middle and end, and (2) a plot that makes sense. Tricky stuff.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
