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	<title>giovanni-papini &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/giovanni-papini/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "giovanni-papini"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 22:07:37 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Surrogates]]></title>
<link>http://bucatidincarti.wordpress.com/2009/11/18/surrogates/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 22:32:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>bibliotecar</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu nu sunt un om în adevăratul sens al cuvântului. Nu sunt un om ca toţi ceilalţi, un om în carne şi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu nu sunt un om în adevăratul sens al cuvântului. Nu sunt un om ca toţi ceilalţi, un om în carne şi oase, un bărbat născut din femeie. Nu am venit pe lume precum semenii mei. Nimeni nu mi-a vegheat leagănul, nici primii ani de viaţă. Nu am cunoscut nearăbdarea adolescenţei sau siguranţa legăturilor de familie. Eu &#8211; şi voi spune asta în auzul întregii lumi, fie că mă credeţi sau nu &#8211; sunt doar o figură născută dintr-un vis&#8230; Exist numai pentru că cineva mă visează, cineva care, dormind, mă vede micşorându-mă, acţionând şi trăind &#8211; sau, chiar acum, rostind aceste cuvinte&#8221;.</p>
<p>(Giovanni Papini)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Relación dinero y diablo]]></title>
<link>http://sefrugal.wordpress.com/2009/10/22/relacion-dinero-y-diablo/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 21:58:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>sefrugal</dc:creator>
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<description><![CDATA[El dinero es el estiércol del diablo. Giovanni Papini (escritor italiano)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p>El dinero es el estiércol del diablo.</p></blockquote>
<p align="none">
<p><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Giovanni_Papini">Giovanni Papini</a> (escritor italiano)</p>
<p align="none">
<hr />
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Ética intelectual para com víboras]]></title>
<link>http://fantasiaexata.wordpress.com/2009/10/17/etica-intelectual-para-com-viboras/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 15:21:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldrobson</dc:creator>
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<description><![CDATA[Retorno para vos pedir meditais o texto que se seguirá. Contém-no o volume Meu encontro com Deus (La]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Retorno para vos pedir meditais o texto que se seguirá. Contém-no o volume <a href="http://www.estantevirtual.com.br/mod_perl/busca.cgi?alvo=autor&#38;pchave=papini&#38;Submit=refinar&#38;groupby=no&#38;orderby=autor+%28A-Z%29&#38;memoria_queries=titulo+1v1+%252Bmeu%2520%252Bencontro%2520%252Bcom%2520%252Bdeus&#38;memoria_queries2=&#38;lastloc=&#38;estante=%28todas+estantes%29&#38;section=&#38;refinar=1&#38;acessorapido="><em>Meu encontro com Deus</em></a> (<em>La Seconda Nascita</em>), de Giovanni Papini, págs. 136-139. É de largo proveito que o façais. Nas &#8220;tebaidas da cultura pátria&#8221; &#8211; alguém diria, e com necessária gravidade &#8211; cai-me à mente que pouca coisa parece de somenos importância a nossos homens de estudo que a força do gesto exortativo, que o desvario são de leituras que nos insuflem a combatividade, o permanecer de pé. Leituras que nos lembrem que “os trezentos espartanos que morreram em Termópilas, estejamos certos, cantaram as grandes odes de Tirteu durante a batalha”, como nos assegurou Rosenstock-Huessy numa passagem. À leitura.</p>
<p style="text-align:justify;">
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>O ANTROPÓFAGO</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Giovanni Papini</p>
<p style="text-align:justify;">Pedi amor aos contemporâneos? O amor não se pede, mas se ganha, às vezes sem merecimento e, quando não se ganha, metade da culpa é de quem não é amado. Os pouquíssimos que me amaram, amaram-me até demais, em todo caso muito mais do que merecia a minha soturnidade. Portanto não me queixo. E não se queixam também aquêles temerários que souberam encontrar – milagres da ousadia! – um pouco de doçura sob a casca espinhenta.</p>
<p style="text-align:justify;">E nem pedi justiça, pois na terra pertence ao tempo e em todo o lugar a Deus sòmente. Não conheço a estratégia dos astutos que sabem rogar e captar benevolências úteis e as indulgências. Não pratico a engenhosíssima contabilidade de certos emprestadores espirituais, habilíssimos em administrar a própria fama como um patrão avaro administra suas magras terras. Não sei tirar lucro de minhas afeições naturais, ignoro a arte dos feitores infiéis e cultivo, pelo contrário, com sorte inaudita, as inimizades dos califas do dia. Se de vez em quando fizeram-me um pouco de justiça é bondade exclusiva dos bons: o meu consôlo foi tanto maior quanto mais raro.</p>
<p style="text-align:justify;">Não gemo e não grito, portanto, se os meus contemporâneos me grudaram nas costas, como asas de morcêgo, duas lendas paralelas que me ofendem. Disse que não gemo; não posso dizer que goste. Aceito êsses malignos apêndices como castigo antecipado de outras culpas de que não me acusam e talvez mais graves; aceito-as quase de boa vontade se pensar que são, normalmente, o acompanhamento e a pena da fama. O homem de gênio é aquêle inteiramente consciente do seu não-ser gênio; e só as injúrias, os escárnios, as calúnias, a sanha dos inimigos (e também dos amigos) o consolam, no seu desespêro, assegurando-lhe que, mesmo não chegando àquela grandeza que sente, está pelo menos um pouco acima daqueles que o rodeiam. E isso, para mim, é soberba, mas seria ainda mais soberbo se fingisse parecer mais humilde do que eu realmente sou. Quando me comparo aos grandes e especialmente àquela alta e total perfeição que às vêzes fulgura diante de mim, jogo-me ao chão e sinto não ser mais do que um farrapo enlameado. Quando me comparo aos outros, especialmente a certos insetos que cospem no prato onde comeram, então um demônio pior do que o pesadelo me instiga assim: “Deixe que façam e digam, pois você não é nem o último nem o penúltimo e com tôdas as pedras que lhe arremessam êsses tais inocentes você poderá sempre erguer um belo túmulo.” Neste caso leio um capítulo da <em>Imitação</em> ou um canto da <em>Comédia</em> e salvo-me da melhor maneira possível, até outra ofensiva.</p>
<p style="text-align:justify;">O homem, por natureza indolente, e tendo que, em nossos tempos, cuidar de inúmeras coisas, tem o mau costume – absolutamente não filosófico – de reduzir tôdas as pessoas a uma ou duas características fixas, que nem sempre são as mais marcantes. Para êles o leão é maxilar, o burro orelhas, a águia bico e assim por diante. Dêste modo, para só falar dos modernos, Carducci era um bêbado que rugia, Pascoli um lagrimatório para tentilhões, Oriani uma tempestade de retórica, Fogazzaro um carola de alcova e um D. João de sacristia.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">A mim deram a honra de epigrafar-me canibal e girândola. Se dermos ouvidos aos discursos de certos consertadores de consciências, eu seria o mais voraz antropófago que se salvou das carabinas dos civilizadores. Ou melhor, um Morgante exterminador e esfolador que abre caminho e massacra a todos com uma caneta mergulhada no curare ou no ácido prússico. Se lhe dermos ouvidos, depois da minha passagem a literatura universal assemelha-se à carnificina de Roncesvales, e a filosofia aos campos Catalaunos. Hércules com a clava, Polifemo com o rochedo, Sansão com o maxilar de um burro, nada são comparados a mim. Sei apenas conjugar o verbo “decepar” e da minha bôca só saem víboras e chamas.</p>
<p style="text-align:justify;">De nada me vale dizer que dessa maneira tornam-me mais forte do que sou e que arriscam aumentar o meu orgulho (aos assaltos de um cachorrinho ninguém liga); não me adianta apontar que nos meus livros há talvez mais mel do que vinagre, mais carícias do que tapas, e não sabem ou não lembram ou fingem não saber e não lembrar que é por minha causa se alguns hoje são mais familiares e mais acatados do que eram, e que me empenhei, e mais no comêço, para fazer conhecer os obscuros e negligenciados, para soerguer os desprezados, para tomar a defesa dos fracos. Nem o afeto, a admiração, a saudade dos amigos me valeram para atenuar a condenação, e nem ter eu consagrado os dois livros por mim compostos com mais amor, um ao agradecimento de um poeta, outro à celebração de um Deus. Aquêles que dispensam a uma dócil clientela as suas mornas lavagens de morna sabedoria, e nunca tiveram fogo para queimar os ídolos, lembrem, se quiserem, a antiga experiência, ainda hoje possível de ser repetida, que ensina que os mais amorosos são os mais furiosos e que não é capaz de amar quem não sente de vez em quando a vontade de morder. Lembrar as cordoadas de Jesus nos mercadores ou as críticas violentas de Dante até lá em cima das esferas do Paraíso, seria sacrilégio, mas também aqui embaixo, no nosso mundo de mesquinhos, exemplos semelhantes são tão abundantes como as flôres-de-lis no trigo de maio. Mas querer desiludir êsses meus batizantes é como querer lavar um prêto com a lixívia: animal feroz pareço e animal feroz serei. Na fauna de certos lugares, melhor ser lôbo do que lêsma.</p>
<p style="text-align:justify;">Não penso em negar e reconheço que negar seria impossível, que já agarrei e caluniei alguns de meus semelhantes, e pode ser que algumas vêzes tenha ultrapassado os têrmos da discrição e da justiça como muitos outros ultrapassam, a cada nascer de sol, os têrmos da bajulação e da vileza. Mas sempre isso me acontece por muito amor à arte ou àquelas que a mim pareciam ou parecem leis da verdade e honestidade; nunca por ódio às pessoas ou por desejo de escândalo lucrativo ou sujeiras parecidas. E quero também dizer isto: jamais assaltei alguém por quem no íntimo não provasse uma certa estima e até simpatia: tanto que, acabando o desabafo, parecia-me amá-lo mais do que antes e mesmo podê-lo admirar naquilo que êle tivesse de bom, com maior liberdade. Os outros, porém, não são obrigados a conhecer êste meu sentimento e comento-o só para aquêles que recolhem observações sôbre o misterioso emaranhado que é o coração humano.</p>
<p style="text-align:justify;">Em todo caso, pareceu-me sempre que enfrentar de frente e em público os que julgamos falsos ou perniciosos seja infinitamente menos torpe do que agredi-los, como faz a maioria das pessoas, pelas costas, com opiniões mais atrozes do que as minhas públicas, e pronunciadas, às vêzes, pelos mesmos lábios que no dia anterior trilaram a serenata debaixo das persianas do semideus ou semi-homem que seja.</p>
<p style="text-align:justify;">Das minhas quartãs de ferocidade acuso-me agora diante de todos, também se algumas vêzes não foram injustas nem inúteis; também se foram acompanhadas e superadas por febres de afeto. E daqui por diante, quando me der o prurido de repreender alguém, contentar-me-ei em copiar algumas páginas dos Profetas ou os discursos de Jesus contra os Escribas e os Fariseus. Mudando um ou outro nome, o resto serve muito bem ainda hoje.</p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA['Ateos y Judíos Convertidos a la Fe Católica' por el R. Padre Ángel Peña, O. A. R.]]></title>
<link>http://bibliaytradicion.wordpress.com/2009/10/06/ateos-y-judios-convertidos-a-la-fe-catolica-por-el-r-padre-angel-pena-o-a-r/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 03:45:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alejandro Villarreal</dc:creator>
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<description><![CDATA[. . Título: Ateos y Judíos Convertidos a la Fe Católica Autor: R. Padre Ángel Peña, O. A. R. Nihil O]]></description>
<content:encoded><![CDATA[. . Título: Ateos y Judíos Convertidos a la Fe Católica Autor: R. Padre Ángel Peña, O. A. R. Nihil O]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Maria nella letteratura d'Italia]]></title>
<link>http://portalemariano.wordpress.com/2009/10/01/maria-nella-letteratura-ditalia/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 17:01:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>portalemariano</dc:creator>
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<description><![CDATA[È in libreria il volume Maria nella letteratura d’Italia (Città del Vaticano, Libreria Editrice Vati]]></description>
<content:encoded><![CDATA[È in libreria il volume Maria nella letteratura d’Italia (Città del Vaticano, Libreria Editrice Vati]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Maria nella letteratura italiana]]></title>
<link>http://inpurissimoazzurro.wordpress.com/2009/10/01/maria-nella-letteratura-italiana/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 16:33:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>inpurissimoazzurro</dc:creator>
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<description><![CDATA[È in libreria il volume Maria nella letteratura d&#8217;Italia (Città del Vaticano, Libreria Editric]]></description>
<content:encoded><![CDATA[È in libreria il volume Maria nella letteratura d&#8217;Italia (Città del Vaticano, Libreria Editric]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Un uomo finito?]]></title>
<link>http://rioblog.wordpress.com/2009/09/18/un-uomo-finito/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 00:13:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lorenzo</dc:creator>
<guid>http://rioblog.wordpress.com/2009/09/18/un-uomo-finito/</guid>
<description><![CDATA[  Nel 1913 Giovanni Papini scriveva Un uomo finito, un libro la cui componente autobiografica svela ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> <img class="alignnone" src="http://digilander.libero.it/kinda79/berlusconi%20%E8%20finito.JPG" alt="" width="352" height="288" /></p>
<p>Nel 1913 Giovanni Papini scriveva <em>Un uomo finito</em>, un libro la cui componente autobiografica svela la volontà di raggiungere nell&#8217;arte (della scrittura) il senso di una vita sentita come mediocre e blanda. Era il 1913 si, ma i disagi esistenziali di chi sente la propria vita troppo stretta su di sè e la considera un progetto mal riuscito, una profonda delusione dell&#8217;animo e delle proprie aspettative non hanno scadenza e attanagliano alcuni sensibili esseri umani da praticamente quando l&#8217;uomo ha imparato a reggersi in piedi.</p>
<p>Oggi noi italiani siamo spettatori e partecipi (sigh! sob!) di uno spettacolo quantomeno strabiliante, di una vita profondamente penosa, siamo gli occhi privilegiati dell&#8217;esistenza di un uomo che ormai può definirsi FINITO. &#8220;In che senso?&#8221; diranno alcuni, ora lo vediamo.</p>
<p><strong>SILVIO BERLUSCONI (l&#8217;uomo in questione) è un uomo finito</strong>. In qualsiasi modo la si veda è un uomo finito, e lo dimostro. infatti ci sono diversi modi in cui egli possa intendersi finito, analizziamoli tutti.</p>
<p><strong>1) Silvio Berlusconi è un uomo finito nel senso che è mediaticamente alla frutta</strong>. Oramai i suoi tentativi di nascondere e insabbiare ciò che è venuto a galla sono sfociati nel gran mare del ridicolo, del buffonesco, sono tentativi goffi di togliersi dalle sabbie mobili alla maniera del Barone di Munchausen; il suo magistero politico, basato su un ampio consenso generato da un impiego massiccio della televisione per lobotomizzare il pubblico italiano, sta cadendo. E questo non perchè le persone non siano più lobotomizzate (purtroppo sono in grande numero i suoi telesostenitori), ma perchè la sua eccessiva esposizione ai media lo ha condannato a dover convincere i telespettatori di cose assurde, e mentre prima era facile il solo mentire, adesso è più arduo reinventare completamente la realtà, ricreare un mondo dove gli asini volano.</p>
<p><strong>2) Silvio Berlusconi è un uomo finito nel senso che è maturato completamente.</strong> Per quanto egli continui a ripeterlo, non è più giovane. Ha 73 anni, ha superato la boa degli &#8216;anta da prima che Jimmy Carter diventasse presidente degli Stati Uniti. Per cui, pur contro la sua volontà, non crescerà più. E&#8217; finito, è maturato completamente per cui pare difficile che la sua statura possa aumentare, semmai è rapido il suo declino vertebrale, e si avvicina sempre più al pavimento, il suo grande nemico. Nel lungo processo di produzione degli esseri umani egli è uscito dalla fabbrica, pronto e impacchettato. E&#8217; concluso.</p>
<p><strong>3) Silvio Berlusconi è un uomo finito nel senso che è sessualmente spento. </strong>Per quanto arzillo e gargiulo, un 73enne è un 73enne. Nel caso di Berlusconi poi (e lo disse persino Feltri tempo fa), dopo aver avuto guai alla prostata, c&#8217;è poco da fare, l&#8217;apparato riproduttore delle libertà non funziona più tanto bene, ed evitando di soffermarci troppo sui suoi tentativi di restituire l&#8217;immagine di un Presidente del Consiglio priapeo (perchè mai dovrebbe essere importante in una carica pubblica avere la qualifica di inseminatore instancabile?), siamo di fronte a un maschio bianco decaduto sessualmente, che probabilmente si aiuta con farmaci e donne particolarmente facoltose (e danarose).</p>
<p>4) <strong>Silvio Berlusconi è un uomo finito nel senso che è mentalmente partito</strong>. Ormai Silvio Berlusconi non sa più quello che dice. Era un uomo scaltro, urbo, col fiuto per gli affari e col sorriso ammaliatore che sapeva bene quello che diceva (e proprio questa sua lucidità lo ha portato a essere e a fare ciò che è). Ma ora, oltre a essere alla frutta in termini di menzogne (vedi punto 1), è dal punto di vista medico completamente suonato. Non fa che dire cose improponibili e assurde, fuori orbita e fuori luogo, fuori di testa. Dice di essere &#8220;giovane e bello&#8221;, di essere &#8220;il miglior Presidente degli ultimi 150 anni&#8221;, di essere il più popolare presidente d&#8217;Europa, di essere capace di dormire poche ore a notte perchè il resto le passa facendo l&#8217;amore. Quest&#8217;uomo è profondamente malato, psichicamente inconcludente e disturbato.</p>
<p><strong>5) Silvio Berlusconi è un uomo finito nel senso che matematicamente finito</strong>. Nonostante sia trapelato da qualche fonte anonima che Silvio Berlusconi, alla prossima conferenza stampa a Palazzo Chigi voglia affermare di essere nientepopodimenochè <span style="text-decoration:underline;">la radice quadrata di 2</span>, Silvio Berlusconi è un oggetto matematico finito. Ce n&#8217;è uno solo (per fortuna) e rientra quindi nell&#8217;insieme dei numeri interi finiti. Anche se c&#8217;è chi giura di averlo visto duettare al mandolino con un pi-greco, vecchio compagno di serenate napoletane, il Cavaliere non può dirsi infinito.</p>
<p>Per tutti questi motivi Silvio Berlusconi è <em>un uomo finito</em>. Può dispiacere o meno ma la realtà è questa. Dato che comunque può piacere, ne approfitto per testare una nuova applicazione di questo blog per vedere quale di queste affermazioni sulla fine di Berlusconi sia la più auspicata, attesa e voluta. Anche se ammetto che io preferirei la sesta scelta. E cioè <span style="text-decoration:underline;">6) Silvio Berlusconi è un uomo politicamente finito</span>. * Buona scelta!</p>
<p>                                     <a name="pd_a_2006779"></a><div class="PDS_Poll" id="PDI_container2006779" style="display:inline-block;"></div><script type="text/javascript" language="javascript" charset="utf-8" src="http://static.polldaddy.com/p/2006779.js"></script>
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<p>Ps: Beh oddio anche una fine biologica sarebbe auspicabile. Lo so lo so, certe cose non si augurano a un uomo. Ma lui non lo è più, ricordate?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L’Alcova elettrica- L’elogio della prostituzione in salsa futurista]]></title>
<link>http://contentistheking.wordpress.com/2009/09/14/elogio-prostituzione-futurista-vassalli/</link>
<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 12:26:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Stefano Ciavatta</dc:creator>
<guid>http://contentistheking.wordpress.com/2009/09/14/elogio-prostituzione-futurista-vassalli/</guid>
<description><![CDATA[PORNO TIRATURE. “Lacerba” di Papini nonvende e allora affida a un giovane intellettuale spregiudicat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">PORNO TIRATURE. “Lacerba” di Papini nonvende e allora affida a un giovane intellettuale spregiudicato, Italo Tavolato, che sarà anche agente segreto e collaboratore della Gestapo, una fenomenologia della prostituzione. La rivista va a ruba, contestata dai cattolici, processata per offesa al pudore. Ma senza successo. Sebastiano Vassalli racconta l&#8217;episodio nell&#8217;”Alcova elettrica”, un libro Einaudi fuori catalogo.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-765" title="vassalli" src="http://contentistheking.wordpress.com/files/2009/09/vassalli.jpg?w=176" alt="vassalli" width="176" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><em>«Già grigia luce filtra nell’aria pesa della notte. Già campane di chiesa svegliano beghine all’utile orazione, bambini alla paura di scuola, operai al lavoro non proprio. I migliori vincono il compromesso tra notte e giorno: a quest’ora dormono o rientrano in casa. A quest’ora le puttane, stanche, sognano, il fauno. Oh, sporca luce mattiniera non riuscirai per nulla a oscurare le fiamme del mio affetto, il luminoso ricordo di Lilly e Zazà puttane, sorelle della notte. E voi fesse campane cristiane, non saprete mai coprire il consone canto di un core e di un cervello: chiuso nella mia cella s’innalzi sopra tutti i tormenti crepuscolari l’elogio della prostituzione».</em></p>
<p style="text-align:justify;">
Il primo maggio del 1913 sulla futurista rivista Lacerba diretta da Papini, compare in dodici punti un provocatorio Elogio della prostituzione contro la morale sessuale di bigotti e moralisti. Ne nascerà uno scandalo e un processo per offese al comune senso del pudore. L’autore è l’allora sconosciuto Italo Tavolato, che tanti anni dopo diventerà un agente della polizia segreta fascista con il nome in codice “Tiberio”, autorizzato anche ad accettare incarichi per conto della Gestapo. Appresso a questo lungo articolo si snoda una storia di «letterati, avvocati, aspiranti dandies e aspiranti superuomini, dame lussuriose, poeti e puttane» che nel 1986 lo scrittore Sebastiano Vassalli riannodò per Einaudi in un libro L’alcova Elettrica, oggi fuori catalogo e ristampato dalle Edizioni Calypso. Ma soprattutto è una storia di linguaggi iperbolici, di velleità da giganti, e allo stesso tempo di piccolo cabotaggio, di egoismi personali e molto praticismo.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--><br />
Il peccatore Tavolato all’epoca è un giovane cittadino austroungarico, studente fuori corso di filosofia, triestino povero e orfano di padre. Per le trenta lire dell’editore Vallecchi, scriverebbe qualsiasi cosa. Intanto si offre come traduttore di tedesco «a modica cifra», è «un ragazzone massiccio, un po’ stempiato, un po’ miope», con un modo di parlare che «sembrerebbe un anziano gentiluomo infastidito dalla vita». Di cui a Firenze nulla sanno ma tutti sono pronti a dire qualcosa. E saranno pietre a piovere. Per i goliardici parolieri, Tavolato è quella cosa «che non vuol la carne sana, tesse elogi alla puttana, ma gli capita un processo». Per gli ultracattolici «un pidocchio snob sostentato dalla forfora intellettuale di Giovanni Papini».</p>
<p style="text-align:justify;"><em>«SALVE sincera puttana! Sei tipo; sfotti l’opinione pubblica e l’approvazione della società; Eroica puttana! Tra gli scherni e i dileggi aspetti coraggiosa il tuo maschio. Comoda puttana! Ci risparmi la grande svergognatezza della dichiarazione d’amore. Stupida puttana! Come son dolci le tue carezze! Puttana abisso d’incoscienza, caos d’illogicità, ti preferiamo alla donna saputina».</em></p>
<p style="text-align:justify;">Questa è anche una storia di giornalismo di una rivista quindicinale che è nasce precaria anzi già morta. Ha dalla sua il tipografo, Vallecchi, militante socialista, convinto di ricevere aiuto e collaboratori da Prezzolini e dalla più importante La Voce. Ma Lacerba non vende e pur di sopravvivere abbraccia allora la causa futurista. Una solidarietà elettrica. Soffici venne incontro al trentaduenne Papini, futurista controvoglia, che Vassalli descrive come «un nipotino sgraziato del superuomo di Nietzsche, un misto di goliardia e canaglieria dai comportamenti contraddittori», un po’ chiuso, un po’ astioso, che ha snobbato con cattiveria le poesie di Campana, che gioca a provocare Tozzi e che rifiuta addirittura gli inviti del Vate alla Capponcina. Un autodidatta pieno di paure di non farcela, e infatti finirà eterno secondo. Con Soffici arrivano Marinetti e Boccioni, reduci da una grande serata futurista a Parigi. Dove Valentie de Saint Point, gran dama e poetessa ha esposto il suo Manifesto futurista della lussuria: «Una signora che ha il coraggio inaudito di esaltare la lussuria fino allo stupro». Forse però il Manifesto lussurioso vola troppo alto, esalta la ricerca carnale dell’ignoto ma «spedito per posta e lanciato dalle automobili, non suscita eccessivo clamore». Ci vuole dell’altro, forse volare più bassi, per infrangersi con rumore su qualche muro.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>«Tuttora si continua a spregiare e a denigrare la sessualità svincolata da imperativi morali, la prostituzione. Tutte le morali variano, mutano, decadono, spariscono; la prostituzione resta. Perciò se durata è indice di valore, la prostituzione è superiore all’etica».<br />
Basta fermarsi davanti una vetrina di un negozio fiorentino di abiti da sposa. Papini, che pure si è sposato in chiesa ed ha due figli, ci vede il «simbolo della morale borghese e pretina. L’armatura di biancofiore contro le insidie della Bestia che in termini cristiani è il Diavolo e in termini positivi è il Sesso non rivolto a scopo di creazione». </em></p>
<p style="text-align:justify;">Tavolato è con lui, ne nascono sessanta righe contro la morale sessuale, firmate sempre da Tavolato, che da rimasticatore di filosofie altrui si fa filosofo in proprio, ma di costume. Giorni dopo Papini legge l’articolo e scuote il capo, d’accordo che si fa la guerra con i soldati che si hanno ma «codesto articolo va bene per introdurre l’argomento, ma sulla faccenda del sesso ci si dovrà ritornare per dire cose che ancora non sono state dette da nessuno. Per sbalordire. Capisci? È un tema grosso, grossissimo, da smuoverci tutto un polverio di polemiche e da attirare i lettori». Tavolato fa luce a modo suo sui fumosi strali di Papini e si mette a lavorare su un trattato sulla prostituzione come categoria dello spirito, come antitesi della morale. E il botto arriva con l’Elogio della prostituzione. Per Lacerba significa diecimila copie vendute.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>«I più profondi moralisti odiano la sessualità, perché nell’orgasmo voluttuoso s’assonna, sia pure per un attimo, la coscienza. Dato che coscienza d’identifichi con moralità, il perfetto moralista non dovrebbe nemmeno dormire, poiché anche il sonno toglie la coscienza. Siccome però, ognuno sente il bisogno di dormire, e se non dorme impazzisce e muore, è evidente che moralità e vita sono termini inconciliabili, e che il perfetto moralista non esiste. Quindi tutti i moralisti mentiscono – finché non si presenti il perfetto svegliato».</em></p>
<p style="text-align:justify;">Nessuno tra i lettori s’indigna, solo anonimo articolo di matrice cattolica si scaglia contro. Ma sarà sufficiente a muovere le carte della denuncia. Oltre a Tavolato, si cerca di incriminare anche il direttore responsabile de Lacerba, il giornalista Guido Pogni, militante socialista dalla fondazione del partito. Un tranquillo prestanome pagato da Vallecchi, già con processi e condanne politiche ma che nulla di pericoloso si aspetta dai futuristi di Papini. Pogni è già una vittima, del nuovo corso socialista e mussoliniano, per via dell’amicizia con l’odiatissimo (dal futuro Duce) Treves. Mentre Tavolato si pavoneggia alle Giubbe Rosse, Papini finge orgoglio su Lacerba e invece trema, con due figli a carico, ha paura della reazione dell’arcivescovo. Scrive e cancella, cerca di ritrattare ma senza umiliarsi. Per lui non basta che agli atti sia Tavolato che Pogni, parlino dell’Elogio come una «mera manifestazione scientifica di un filosofo».</p>
<p style="text-align:justify;"><em>«La superstizione, che vero amore non debba avere a che fare con i quattrini, deriva da completa ignoranza o da mascheramento della realtà- non costa anche la moglie?- e sbocca in tentativi riformatori idioti. Via i rancidi romanticumi e le inutili riforme, cara puttana! Acchè le tue secchie siano piene di latte, e le tue ossa siano abbeverate di midolla, ti renderemo secondo le tue opere, al doppio. E ancora non basterà, perché tutte le cose sono inutili, tanto necessarie alla tua bellezza, costan care. E costa caro, terribilmente, l’eletto del tuo cuore, il tuo ruffiano».</em></p>
<p style="text-align:justify;">La requisitoria del pubblico ministero Emilio Albino è un trionfo di iperboli e indignazione. Ma, dice il giudice istruttore Muzi, «un senso giuridico oltre l’indignazione non c’è. Non c’è nemmeno uno spunto abbastanza solido per attaccarci l’ordinanza di rinvio a giudizio». E Muzi deve partire per andare in vacanza. Gli costerà un po’ di pazienza il tirar fuori un riassunto convincente della fumosa indignazione di Albino. Il processo si farà a porte chiuse.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>«La puttana schiava? Un corno. (…) È imbecillaggine acuta credere che le puttane subiscano. Vincendo ostacoli formidabili – malattie, deformità, età – la sessualità accoppia solamente gli individui fatti l’uno per l’altra, individui che a vicenda si interessano e si piaccion».</em></p>
<p>Papini viene rassicurato, ma intanto, mentre si aspetta la sentenza, qualcuno a Milano informa Mussolini, direttore dell’Avanti che si arrabbia, ma per altre ragioni. Il collegio di difesa è guidato da un liberale, amico di Treves, come lo è anche Pogni.</p>
<p><em>«Puttana. Per il poveretto sei inferno o paradiso. Cioè: la perdizione. Per la mente forte: un orizzonte su cui fiammeggiano immagine e concetto. Puttana sacrata alla notte, notte tu stessa; in te il creatore risplende di luce propria. Puttana, sei la salvezza».</em></p>
<p>Il 10 gennaio del 1914, Lacerba va assolta. Cadono le accuse di reato. In aula si grida W il futurismo. E W le puttane.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Chiudiamo le scuole]]></title>
<link>http://iamarf.wordpress.com/2009/08/22/chiudiamo-le-scuole/</link>
<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 20:23:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>iamarf</dc:creator>
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<description><![CDATA[È un pezzo che ho in animo di riportare questo pamphlet di Giovanni Papini. Fino ad ora però ho desi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[È un pezzo che ho in animo di riportare questo pamphlet di Giovanni Papini. Fino ad ora però ho desi]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[[21.07]]]></title>
<link>http://gindul.wordpress.com/2009/07/21/21-07/</link>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 17:28:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>alteritas</dc:creator>
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<description><![CDATA[„Mâniaţi-vă, şi nu păcătuiţi.” Să n-apună soarele peste mânia voastră. [Efeseni 4.26] Mînia este ca ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#800000;">„Mâniaţi-vă, şi nu păcătuiţi.” Să n-apună soarele peste mânia voastră.</span></p>
<p>[Efeseni 4.26]</p>
<p>Mînia este ca focul: nu se poate stinge decît atunci cînd e scînteie. După aceea e tîrziu.</p>
<p><em>Giovanni Papini</em></p>
<p><span style="color:#800000;"><em><span style="color:#800000;">Cuvîntul</span></em></span><em><span style="color:#800000;"> Meu, care iese din gura Mea, nu se întoarce la Mine fara rod</span></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[La frase 100709]]></title>
<link>http://yukidumbledore.wordpress.com/2009/07/10/la-frase-100709/</link>
<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 00:48:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vi4-san</dc:creator>
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<description><![CDATA[  Hay quien tiene el deseo de amar, pero no la capacidad   Giovanni Papini]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  Hay quien tiene el deseo de amar, pero no la capacidad   Giovanni Papini]]></content:encoded>
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<title><![CDATA["Diavolul" - o altfel de istorie]]></title>
<link>http://cristinamariamitrea.wordpress.com/2009/06/04/diavolul-o-altfel-de-istorie/</link>
<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 10:52:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cristina Mitrea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Adorat de unii sau temut de altii, ba chiar ignorat total din timp in timp, Diavolul a reprezentat i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Adorat de unii sau temut de altii, ba chiar ignorat total din timp in timp, Diavolul a reprezentat i]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Wallace, Bernhard y Papini (Fin)]]></title>
<link>http://nestormirplanells.wordpress.com/2009/06/03/wallace-bernhard-y-papini-fin/</link>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 23:40:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>nestormirplanells</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fin. Sí, fin. No, no he podido acabar de leerme los tres libros que me había propuesto acabar de lee]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Fin. Sí, fin. No, no he podido acabar de leerme los tres libros que me había propuesto acabar de lee]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Florença 8]]></title>
<link>http://viagensroyalferias.wordpress.com/2009/05/22/florenca-8/</link>
<pubDate>Fri, 22 May 2009 19:09:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>viagensroyalferias</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cheguei na Piazza della Repubblica e fiquei maravilhada, é uma das praças mais importantes de Floren]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-582" title="Florença" src="http://viagensroyalferias.wordpress.com/files/2009/05/copy-of-new-11.jpg" alt="Florença" width="509" height="333" />Cheguei na <span class="mw-headline">Piazza della Repubblica e fiquei maravilhada, é uma das praças mais importantes de Florença.  Passei na frente do Giubbe Rosse que é famoso como um centro de reunião de poetas como Giovanni Papini, Eugenio Montale e Filippo Tommaso Marinetti. Achei o cardápio caro demais e bem fora das minhas possibilidades para almoçar assim que continuei o passeio até que encontrei uma pizzaria que vendia ums calzones ótimos e comprei uma cerveja Moretti. Peguei meu almoço e fui para a beira do rio, perto do Ponte Vecchio. Sentei num corredor que chegava até a ponte, peguei meu calzone e minha cerveja e vi passar um monte de gente do mundo todo, eu adoro ver gente passar, os rostos, o movimento, o aroma do ambiente e o barulho são hipnóticos para mim. Foi um almoço que até hoje tenho bem guardado na minha cabeça&#8230;. meu Deus!!! Tenho que voltar a realidade para atender a casa!!!</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Azi noapte am avut întâlnire...]]></title>
<link>http://sfinx777.wordpress.com/2009/05/14/azi-noapte-am-avut-intalnire/</link>
<pubDate>Thu, 14 May 2009 06:03:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sibilla</dc:creator>
<guid>http://sfinx777.wordpress.com/2009/05/14/azi-noapte-am-avut-intalnire/</guid>
<description><![CDATA[Azi noapte am avut întâlnire&#8230; Azi noapte-am avut întâlnire ! O întâlnire foarte importantă, fr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1 style="text-align:center;">Azi noapte am avut întâlnire&#8230;</h1>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6457" title="Fotografie-peisaj-curcubeu" src="http://sfinx777.wordpress.com/files/2009/05/fotografie-peisaj-curcubeu.jpg" alt="Fotografie-peisaj-curcubeu" width="468" height="311" /></p>
<h2>Azi noapte-am avut întâlnire !</h2>
<h2 style="text-align:justify;">O întâlnire foarte importantă, frumoasă prin simplitatea ei, nimic spectaculos, fără de ” artificii ”, ” zdrăngănele ”, ” pomadă ”&#8230; fără de vorbe-n vânt, totuşi, în prezenţa lor, a tăcerilor şi-a Cuvintelor, a surâsului atât de drag mie, zâmbetul copilăriei&#8230;</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Da, cu copilul Niko am stat la sfat, nu la sfadă, şi cât e de&#8230; rouă, de fiecare dată. Copilul ce-am fost şi pe care l-am păstrat viu în cel mai de preţ colţişor al sipetului sufletulu-mi zbuciumat în Lumina unde nu-i loc nici nevoie de&#8230; veşminte. Mi-e drag copilul ce-am rămas, îmi sprijină ridicările, îmi înţelege juliturile şi nu-mi judecă hohotele&#8230; Îi sunt dragă, aşa simt. Mă tace, mă răstoarnă, mă rezămisleşte, şi nu mă ceartă şi nu mă minte, avem mici secrete, atât cât să ne bucurăm de farmecul de-a sălăşui-mpreună şi-a ne-nmugurii curcubeul cuminte şi năvalnic de jucăuş pe care împreună-l sărutăm apă vie deasupra prafului de nouri&#8230;</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Putea să lipsească ea de la Întâlnirea de Taină ? Eee&#8230; a venit, ca de fiecare dată, zâmbind . M-a mângâiat pe creştet majka Darinka şi-a spus ce spune ea întotdeauna şi ca ea nimeni altul : ”&#8230; Niko, niko kao ti ! ”&#8230; a zâmbit iar şi-a fost deajuns. Că adevăr grăieşte majka mea : „ Niko kao ia ” &#8211; nimeni nu-i ca mine. M-a iubit şi mă iubeşte şi mă veghează de pe Steaua ei, aşa cum sunt , cu bune, cu rele, unică, poate ” altfel ”, dar Eu. Niciodată altceva, altcineva, că nu-i nevoie, aşa zic eu ce-am desluşit din pildele maicii mele, că-i şi acesta un Miracol, să fii Tu, să-ţi aparţii, să nu te uiţi, să nu te laşi învolvurat de nimeni, dar, să te-nalţi Iubire şi Iertare şi Licăr Senin peste tot şi toate, cu Dragoste, acea Dragoste care nu sminteşte şi din care lacrimile izvorăsc zâmbet. Echilibru.</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Şi-am o poftă de&#8230; zâmbet&#8230; ! Niko kao ia&#8230; recunosc ! Dar voi ?</h2>
<h2 style="text-align:center;">Sibilla</h2>
<h2>Mihaela Mihai &#8211; Salcia :</h2>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/GxyL5I5AaxI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/GxyL5I5AaxI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;">
<h2>Angela Similea-Iubite :</h2>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6dmpd8yUqdM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/6dmpd8yUqdM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<h2>Pompilia Stoian -Prieten drag :</h2>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/MGDpWsD2Jzs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/MGDpWsD2Jzs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<h2>Sergiu Cioiu &#8211; In ce-ai crezut :</h2>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/TA0CkX59IlY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/TA0CkX59IlY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><a class="yt-button yt-button-primary" href="http://www.youtube.com/watch?v=4rR7LTSgcBg&#38;feature=related#"></a><span class="yt-dropdown yt-dropdown-urgent"><a class="yt-dropdown-btn yt-button yt-button-urgent" href="http://www.youtube.com/my_videos_upload"></a> </span></p>
<div id="watch-vid-title" class="title">
<h2>Madalina Manole*Suflet gol* :</h2>
</div>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/4rR7LTSgcBg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/4rR7LTSgcBg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<h2>Sergiu Zagardan &#8211; Asa e viata :</h2>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/OySpUNUivSE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/OySpUNUivSE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<h2 style="text-align:justify;"><span class="t">Nu contează unde te afli numai să trăieşti, să trăieşti, să trăieşti! Oricum ar fi viaţa – dar să trăieşti!   ( Dostoievsky )</span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span class="t">Câte vieţi sunt într-o viaţă, câţi oameni într-un om!   ( Giovanni Papini )</span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span class="t">Ceea ce nu trăim la timp, nu mai trăim niciodată.   ( Octavian Paler )</span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span class="t">Cei mai mulţi trăiesc zile; puţini trăiesc viaţa.  ( Nicolae Iorga )</span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span class="t">Viaţa însăşi este magie, iar dacă nu crezi asta, măcar încearcă să o trăieşti ca pe ceva magic.   ( Albert Einstein )</span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span class="t">Sibilla</span></h2>
<p><span class="t">imagine preluată de pe google.ro</span></p>
<p><span class="t">muzica preluată de pe youtube</span></p>
<p><span class="t">citate preluate de pe www.citapedia.ro<br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Wallace, Bernhard y Papini (8)]]></title>
<link>http://nestormirplanells.wordpress.com/2009/05/13/wallace-bernhard-y-papini-8/</link>
<pubDate>Wed, 13 May 2009 00:19:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>nestormirplanells</dc:creator>
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<description><![CDATA[Watten (Un legado) por Thomas Bernhard. Hace tiempo, un par de años quizás, buscando alcanzar en un ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Watten (Un legado) por Thomas Bernhard. Hace tiempo, un par de años quizás, buscando alcanzar en un ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Wallace, Bernhard y Papini (7)]]></title>
<link>http://nestormirplanells.wordpress.com/2009/05/12/wallace-bernhard-y-papini-7/</link>
<pubDate>Tue, 12 May 2009 00:55:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>nestormirplanells</dc:creator>
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<description><![CDATA[La frontera entre el placer y la tortura es delgada (¿se puede decir que una frontera es delgada? ¿Y]]></description>
<content:encoded><![CDATA[La frontera entre el placer y la tortura es delgada (¿se puede decir que una frontera es delgada? ¿Y]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Wallace, Bernhard y papini (6)]]></title>
<link>http://nestormirplanells.wordpress.com/2009/05/08/wallace-bernhard-y-papini-6/</link>
<pubDate>Fri, 08 May 2009 00:12:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>nestormirplanells</dc:creator>
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<description><![CDATA[Wallace está al acecho. Esta vez ha sido él quien ha quedado relegado, a la espera de que se complet]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Wallace está al acecho. Esta vez ha sido él quien ha quedado relegado, a la espera de que se complet]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Wallace, Bernhard y Papini (5)]]></title>
<link>http://nestormirplanells.wordpress.com/2009/05/05/wallace-bernhard-y-papini-5/</link>
<pubDate>Tue, 05 May 2009 23:26:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>nestormirplanells</dc:creator>
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<description><![CDATA[Trabajar con bases de datos de libros puede ser para una persona como yo, como para un yonki trabaja]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Trabajar con bases de datos de libros puede ser para una persona como yo, como para un yonki trabaja]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Wallace, Bernhard y Papini (4)]]></title>
<link>http://nestormirplanells.wordpress.com/2009/05/05/wallace-bernhard-y-papini-4/</link>
<pubDate>Tue, 05 May 2009 00:02:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>nestormirplanells</dc:creator>
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<description><![CDATA[  Papini persigue esferas y consigue plasmarlas sobre el papel con sus relatos (las esferas atravesa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  Papini persigue esferas y consigue plasmarlas sobre el papel con sus relatos (las esferas atravesa]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Wallace, Bernhard y Papini (3)]]></title>
<link>http://nestormirplanells.wordpress.com/2009/04/30/wallace-bernhard-y-papini-3/</link>
<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 23:54:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>nestormirplanells</dc:creator>
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<description><![CDATA[No resulta tan sencillo como pensé en un principio llevar a cabo el ejercicio que me he propuesto. M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[No resulta tan sencillo como pensé en un principio llevar a cabo el ejercicio que me he propuesto. M]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Wallace, Bernhard, Papini (2)]]></title>
<link>http://nestormirplanells.wordpress.com/2009/04/29/wallace-bernhard-papini-2/</link>
<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 00:41:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>nestormirplanells</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ante la imposibilidad de acabar de leer los libros que me propongo leer, he he optado por plantearme]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ante la imposibilidad de acabar de leer los libros que me propongo leer, he he optado por plantearme]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Revin, după cum ziceam.]]></title>
<link>http://rrimuna.wordpress.com/2009/04/24/revin-dupa-cum-ziceam/</link>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 17:21:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>rrimuna</dc:creator>
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<description><![CDATA[Altă viaţă, nene, cu râşniţa în casă, că săraca a stat o săptămână moartă în casă şi încă o săptămân]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Altă viaţă, nene, cu râşniţa în casă, că săraca a stat o săptămână moartă în casă şi încă o săptămână în service. (Tot n-au uns ventilatorul.) Să fac aşa un inventar al celor 2 săptămâni de regim&#8230; <a href="http://rrimuna.wordpress.com/2009/04/05/blogmeet-7-sdc-13/">SdC #13</a> fu una din ediţiile mele preferate (neţinând cont de prezenţa nedorită a unora, dar na, mă abţin, că doar cărţile îs pentru toată lumea); vacanţă scurtă şi odihnitoare; înviere (m-am dus şi io, că şi io-s lume) la care m-au enervat mârlanii veniţi să vadă foc (era glaciară, pf) şi au vorbit într-una la telefon, chit că preotu&#8217; (bietul) încerca să ţină acolo o slujbă (cică). Şi i se mai întrerupea şi microfonu&#8217;, se auzeau bucăţi din ce zicea. Cul. În prima zi de Paşte am dormit şi am mâncat, e una din cele 2 zile din an în care nu fac altceva (şi prima zi de Crăciun e la fel), apoi am reluat rutina, lipsind, desigur, elementul &#8220;râşniţă&#8221; sus-menţionat.</p>
<p style="text-align:center;">***</p>
<p style="text-align:justify;">Cărţi. Mnoh. Am citit 4 în vacanţă (una începută cu mult înainte, 3 citite integral).</p>
<p style="text-align:justify;">Haruki Murakami &#8211; <em>Cronica păsării-arc</em>: tipică lui Murakami din câte am observat. Din 3 cărţi, câte am citit de el, toate îs asemănătoare, cred. În linii mari, anume. Eh, oi mai citi.</p>
<p style="text-align:justify;">Giovanni Papini &#8211; <em>Un om sfârşit</em>: carte adusă special pentru mine la SdC, cu precizarea că ar trebui să mă regăsesc în ea. Ei bine, nu mă regăsesc. Mi-a plăcut, dar nu-i &#8220;de suflet&#8221;. Nu am nici atâtea complexe şi nici nu mă omor atâta pentru lume, pentru visuri măreţe şi utopice, pentru perfecţionism şi mai ştiu eu ce&#8230; Într-adevăr, când mă pasionează ceva, mă dedic. Dar în afară de trăsătura asta, nu ştiu ce altceva (important) aş mai avea în comun cu personajul-narator. Plus că mă agasa/plictisea obsesia pentru filosofie şi conceptul de Dumnezeu, uneori negat, alteori ridicat în slăvi. (chiar par eu obsedată/frământată de asemenea idei ca să primesc cartea asta?)</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Se fabrică filosofii pentru a justifica prejudecăţile noaste.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Cum ar putea oare cel care a vrut totul să se mulţumească cu puţin? Cum ar putea oare cel care a căutat cerul să se simtă bine pe pământ? Cum ar putea oare cel care a apucat pe calea dumnezeirii să se resemneze cu omenescul? Totul s-a sfârşit, totul s-a încheiat, totul e pierdut. Nu mai e nimic de făcut. Consolarea? Nicidecum. Plânsul? Dar ca să plângi trebuie să mai ai o fărâmă de credinţă, îţi mai trebuie un pic de speranţă! Eu nu mai sunt nimic, nu mai însemn nimic, nu mai vreau nimic, nu mai fac nicio mişcare. Sunt un obiect, nu mai sunt un om. Atingeţi-mă: sunt rece ca o piatră, rece ca un mormânt. <em>Aici e îngropat un om care n-a putut să devină Dumnezeu</em>.</p>
</blockquote>
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<p style="text-align:justify;">Numai imbecilii înglodaţi pentru toată viaţa în imbecilitate se pot declara mulţumiţi de lume. Cine încearcă s-o urnească din loc, s-o însufleţească, s-o înflăcăreze, s-o înnoiască şi s-o sporească are dreptul nu la recunoştinţă, de care îmi pasă la fel de puţin acum ca şi înainte, ci la libertatea de-a se exprima şi de-a exista.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Baruţu Arghezi &#8211; <em>Povestiri din Mărţişor</em>: frumooos. *daydreaming* Arghezi, care oricum îmi domina idealul de apogeu al creaţiei şi spiritualităţii, a crescut în ochii mei. Om bun, gospodar, săritor, inventiv, familist, iubitor de nevastă, de copii, de natură, de casă, de gospodărie, de natură, de câini&#8230; Citez: &#8220;<em>O ciorbă de-a Paraschivei </em>(soţia) <em>valorează mai mult decât toată literatura mea.</em>&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">Vladimir Nabokov &#8211; <em>Ochiul</em>: mediocră, neieşită din comun.</p>
<p style="text-align:center;">***</p>
<p style="text-align:justify;">În câteva zile (de pe 30 aprilie) &#8211; <a href="http://rrimuna.wordpress.com/2009/01/31/galmun-2009/">GalMUN 2009</a>. Zic. Uhm&#8230; O să fie mult de muncă. *sigh*</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Wallace, Bernhard y Papini]]></title>
<link>http://nestormirplanells.wordpress.com/2009/04/24/wallace-bernhard-y-papini/</link>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 00:55:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>nestormirplanells</dc:creator>
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<description><![CDATA[No, no me podido acabar ninguno de los tres libros que estoy leyéndome. Ni el de David Foster Wallac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[No, no me podido acabar ninguno de los tres libros que estoy leyéndome. Ni el de David Foster Wallac]]></content:encoded>
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