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	<title>globalizacao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/globalizacao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "globalizacao"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 20:04:11 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[10 anos da Batalha de Seattle]]></title>
<link>http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2009/11/30/10-anos-da-batalha-de-seatle/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 22:45:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>ONG Cea</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Tecnologias de Informação Trazem Mudanças nos Postos de Trabalho ]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/26/tecnologias-de-informacao-trazem-mudancas-nos-postos-de-trabalho/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:44:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Eu Vi o Mundo&#8221; por Cícero Dias(1907-2003) Pela definição conceitual, uma &#8220;revoluç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/eu-vi-o-mundo_cicero-dias1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1482" title="Eu Vi o Mundo_Cicero Dias" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/eu-vi-o-mundo_cicero-dias1.jpg" alt="" width="496" height="389" /></a>&#8220;<em>Eu Vi o Mundo</em>&#8221; por Cícero Dias(1907-2003)</p>
<p style="text-align:justify;">Pela definição conceitual, uma &#8220;revolução&#8221; se dá quando são observadas transformações radicais de âmbito econômico, social, político, artístico e científico. A Primeira Revolução Industrial aconteceu entre 1760 e 1850 e teve como protagonista a Inglaterra, grande produtor mundial de algodão. Com a introdução do vapor usado como fonte de energia nas máquinas e locomotivas, o país deu início à automação da produção de tecidos e de outros produtos, antes feitos à mão, e agilizou o sistema de transportes de pessoas e de mercadorias com a introdução das linhas férreas.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com Fernando Teixeira, pesquisador e professor da Universidade Metodista (Unimep), a Inglaterra era o único país que, naquele momento, estava em condições de exercer esse papel na economia mundial, pois havia passado por uma revolução burguesa, no século anterior, que criou condições favoráveis ao desenvolvimento do capitalismo. &#8220;Havia uma política protecionista que tornou o comércio externo superior ao consumo doméstico. As leis voltadas às demandas capitalistas, os cercamentos de terras sem obstáculos e o domínio colonial foram alguns dos vários fatores que colocaram a Inglaterra em condições de liderar a Europa a partir do final do século XVII&#8221;, afirma Teixeira.</p>
<p style="text-align:justify;">A Segunda Revolução Industrial teve início em 1860 e gerou mudanças no processo de industrialização que se estenderam até o início da Primeira Guerra Mundial. Com o surgimento da eletricidade, a produção em série nas linhas de montagem proposta por Henry Ford (conhecida como &#8220;fordismo&#8221;) e o método de administração científica baseada no conhecimento de Frederick Taylor (&#8220;taylorismo&#8221;), a produção industrial ganha um novo ritmo. O protagonista da Segunda Revolução Industrial passa a ser os EUA que, às vésperas da Primeira Guerra, detinham 40% do PIB dos países desenvolvidos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Terceira Revolução</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Recentemente, na década de 1990, alguns autores afirmaram que estávamos vivendo uma Terceira Revolução Industrial, impulsionada, do ponto de vista tecnológico, pelo surgimento de novas Tecnologias de Informação (TIs) e pelo advento da eletrônica, em substituição à eletro-mecânica, no setor industrial. O conceito ainda é polêmico e divide a academia. Mesmo assim, há um consenso: as TIs têm causado profundas transformações na organização do trabalho em todo o mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Trata-se de um processo, é preciso tempo para avaliar se o atual momento histórico poderá ser chamado de Terceira Revolução Industrial&#8221;, afirma Sérgio Queiroz, pesquisador e professor do Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT), da Unicamp. Para ele, é difícil definir se as mudanças trazidas com as TIs podem ter provocado uma nova &#8220;revolução industrial&#8221;, já que, em alguns setores, não houve mudanças &#8220;radicais&#8221;. É o caso dos meios de transporte, que são os mesmos da Segunda Revolução Industrial com tecnologia aprimorada, e dos meios de produção, ainda baseados na automação, que deixou de ser repetitiva para ser programada pelo computador.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, diferentemente dos processos ocorridos nos séculos XVIII e XIX, atualmente não há um país protagonista. &#8220;Pode-se pensar no Japão e na China, que estão crescendo em ritmo acelerado. Mas eles não estão ditando as regras da produção atual, como aconteceu anteriormente com a Inglaterra, na primeira revolução, e com os Estados Unidos, na segunda&#8221;, afirma Queiroz.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Teixeira, durante o período inicial da industrialização, as técnicas primitivas de produção poderiam resultar em grande produtividade. Atualmente, no conceito de Terceira Revolução Industrial, isso já não é mais possível devido às exigências da produção de bens de capital, em termos científicos e tecnológicos. &#8220;A diferença mais surpreendente entre a Terceira Revolução Industrial e as duas anteriores é a possibilidade de uma produção descentralizada, em que os componentes de um determinado produto podem ser fabricados em diferentes lugares. O mundo globalizado diminui tempo e distância em escala jamais alcançada, o que deve ser atribuído à aceleração do ritmo dos transportes de mercadorias e da informação&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align:justify;">A idéia de Terceira Revolução Industrial é caracterizada por uma redução expressiva dos custos de produção e de preço dos produtos automatizados, e pela aceleração do ritmo de produção. &#8220;Dos anos 80 para cá, os computadores tiveram uma queda de preços de cerca de 20% ao ano&#8221;, afirma Fernando Mattos, professor da pós-graduação em Ciência da Informação e do Centro de Economia e Administração da PUC de Campinas. Para o pesquisador, as Tecnologias de Informação provocaram, também, uma redefinição das dimensões de espaço e de tempo. &#8220;O fluxo das informações passou a ser quase instantâneo e, assim, as distâncias ficam encurtadas&#8221;, explica.</p>
<p style="text-align:justify;">No Brasil, o total empregado no Setor de Informação ainda é baixo se comparado aos países desenvolvidos. O setor concentra cerca de 18% da mão-de-obra empregada, que se apropria de mais de 37% da massa de rendimentos. Além do maior nível de renda, uma média de 54% dos trabalhadores do setor têm carteira assinada (contra 35% da média nacional) e aproximadamente 40% deles têm curso superior (contra 20% da média nacional).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Tecnologia X postos de trabalho</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O advento das TIs e o aumento da importância do complexo eletrônico no processo industrial causaram uma mudança nos postos de trabalho, marcada pela redução do número de trabalhadores com atividades operacionais e pelo surgimento de vagas voltadas para os profissionais responsáveis pelo gerenciamento e pela coordenação da produção. &#8220;Há uma necessidade de maior qualificação para ocupar os postos de trabalho que lidam com as TIs. O trabalho intelectual passou a ter uma importância maior nesse setor específico&#8221;, explica Mattos.</p>
<p style="text-align:justify;">A diminuição de determinados postos de trabalho e o surgimento de outros é, para Queiroz, uma característica do capitalismo e foi observada também na Primeira e na Segunda Revolução Industrial. &#8220;A produção está cada vez mais mecanizada, o que exige menos trabalhadores lidando diretamente com as máquinas&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Há uma tendência para se tentar justificar o desemprego macro-econômico pelas inovações tecnológicas&#8221;, explica Mattos, que acredita que problemas sociais da atualidade, como o desemprego, devem-se ao baixo crescimento das economias dos países, e não às novas tecnologias. &#8220;Tecnologias sempre foram criadas. As que tanto nos fascinam hoje têm um efeito menor do que tiveram as indústrias química e petroquímica nos anos 50 e 60. A globalização está acentuando as diferenças entre os países e a concentração de renda, mas isso não é uma questão tecnológica&#8221;, conclui o pesquisador.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Teixeira, a força de trabalho no Setor de Informação tem sido cada vez menos necessária, mas a questão do trabalho não deve ser limitada aos efeitos da automação. &#8220;A atual competitividade internacional e as políticas de corte neoliberal favorecem iniciativas empresariais de flexibilização da força de trabalho. É com a insegurança estrutural e permanente do emprego que se pode, com certa tranqüilidade, oferecer trabalho com salários mais baixos&#8221;, complementa Teixeira.</p>
<p style="text-align:justify;">A atual insegurança no trabalho é abordada por David Harvey, em A condição pós-moderna. Para Harvey, a força de trabalho está enfraquecida devido ao alto desemprego, à competição do mercado e à redução da força sindical, o que facilita o controle por parte dos empregadores. Assim, os trabalhos em tempo integral e com segurança (como carteira de trabalho) tendem a se reduzir, ao passo que postos de trabalho flexíveis e autônomos &#8211; que criam uma insatisfação coletiva &#8211; tendem a aumentar.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.comciencia.br/comciencia/" target="_blank">Com Ciência</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[questões de género?]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/11/26/questoes-de-genero/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:49:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Había un chiste no que un viaxaba a México e os homes dicían «aquí somos todos machos, pero q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Había un chiste no que un viaxaba a México e os homes dicían <em>«aquí somos todos machos, pero que muy machos»</em> tan insistentemente que o paisano acaba respostándolle <em>«pois alá somos a metade machos e a metade femias, e non vexas o ben que o pasamos»</em>.&#8221; (in <a href="http://apunta.blogsome.com/2009/11/25/dia-mundial-contra-a-violencia-de-xenero/">Apunta, para non esquecer</a>)</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://novomundo3.wordpress.com/files/2009/11/cartviol.jpg"><img class="size-full wp-image-1435" title="Cartviol" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2009/11/cartviol.jpg" alt="" width="266" height="400" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">&#8220;25 de novembro maldito&#8221;</dd>
</dl>
<p style="text-align:center;">(retirado da <a href="http://selvadeesmelle.blogspot.com/2009/11/25-de-novembro-maldito.html">Selva de Esmelle</a>)</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E os brasileiros ainda não foram salvos pela Árca de Nóe de 2012]]></title>
<link>http://brasilglobalizado.wordpress.com/2009/11/25/e-os-brasileiros-ainda-foram-salvos-pela-arca-de-noe-de-2012/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 22:25:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois de quase um mês sem escrever ou publicar algo aqui no blog estou de volta. Foram algumas sema]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Depois de quase um mês sem escrever ou publicar algo aqui no blog estou de volta. Foram algumas semanas de trabalho árduo que me mantiveram a distância do meu hobby preferido que é escrever neste blog.</p>
<p>Acabei de voltar do cinema onde fui assistir o filme 2012. O filme se trata do fim do mundo que segundo os Maias ocorreria em 21/12/2012. Novamente neste filme, como em tantos outros americanos, a cavalaria norte-americana salva a humanidade de sua iminente extinção. O que acontece é que um cientista indiano descobre que o núcleo da Terra está se aquecendo em um ritmo acelerado que acaba por provocar vários tsunamis nos mares e deslocar a crosta terreste, uma vez que a &#8220;cola&#8221; que une as camadas da Terra se desfaz. Os americanos constroem algumas Arcas de Noé que irão levar alguns povos da humanidade a serem salvos após o momento final.</p>
<p>Meu ponto neste filme, é que pela primeira vez assisti um filme americano que parece levar em conta a nova geopolítica de um mundo multipolar, pós Queda do Muro de Berlim, BRICs e G-20. É interessante que inicialmente fala-se dos americanos liderando os países do G-8 rumo a salvação do mundo. Depois os americanos citam alguns novos atores da cena internacional. Os indianos foram aqueles cujo cientistas descobriram os problemas no núcleo da Terra, os chineses são aqueles que constroem as Arcas de Nóe, os russos fazem parte do G-8 e assim ajudam a definir o futuro da humanidade. Quanto aos brasileiros, resta uma citação indireta quando em um momento do filme fala-se das mortes coletivas no Rio de Janeiro. Nos dão até o direito de ter uma versão em português, sem tradução para o inglês, da CNN local. Ainda há uma citação dos cientistas argentinos que ajudam a estudar o aquecimento do núcleo da Terra.</p>
<p>Em resumo, na Arca de Nóe de 2012, não há lugar na &#8220;nova humanidade&#8221; para os brasileiros. Dentre os membros do atual G-20, só se salvam parte dos povos do G-8, China e Índia. Apesar do grande espaço que a política exterior do Brasil tem ganhado nos últimos anos, esse passo ainda não foi dado nas telas de Hollywood. Será que chegaremos ao mesmo status de nossos colegas do BRIC? Quanto tempo levará para que tenhamos a satisfação de ver os brasileiros fazendo parte das decisões mundiais ainda que na ficção?</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quando o marxismo serve de paradigma a um novo fascismo à escala global]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/2009/11/24/quando-o-marxismo-serve-de-paradigma-a-um-novo-fascismo-a-escala-global/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:40:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
<guid>http://espectivas.wordpress.com/2009/11/24/quando-o-marxismo-serve-de-paradigma-a-um-novo-fascismo-a-escala-global/</guid>
<description><![CDATA[« O que quer que venha rotulado como consenso da opinião mundial, aprovado unanimemente por vários g]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p></p>
<div style="margin-left:10em;width:700px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;line-height:16px;padding:10px;">
<b>« O que quer que venha rotulado como consenso da opinião mundial, aprovado unanimemente por vários governos, pelos organismos internacionais, pela grande mídia, pela indústria do <i>show business</i> e pelos intelectuais públicos mais em moda, ou seja, pela quase totalidade dos &#8220;formadores de opinião&#8221;, é suspeito até prova em contrário.»</b></p>
<p><a href="http://www.olavodecarvalho.org/semana/091124dc.html" target=" _blank ">Olavo de Carvalho</a></div>
<p></p>
<p>O que está a acontecer hoje é a recuperação sistemática  dos métodos revolucionários ― que existiam antes da queda do muro de Berlim ― pela plutocracia organizada. Entenda-se por “plutocracia” o “grupo dos quinhentos” a que fez alusão Fernando Pessoa, que manobra, organiza e sustenta as tríades locais que pretendem controlar a sociedade exclusivamente através da mentira endémica como meio de acção política. </p>
<p>O método de acção cultural que serviu a opressão marxista, num passado próximo, é considerado hoje como sendo uma “boa metodologia” para a opressão do futuro ― mas desta vez sem o marxismo económico que atentava contra a super-estrutura capitalista. Vivemos uma espécie de marxismo em que sobrevive a super-estrutura intacta, ao mesmo tempo que se actua na infraestrutura de forma semelhante à que as ditaduras do proletariado o fizeram. Constrói-se uma espécie de ditadura do proletariado global a que escapa o “grupo dos 500” e seus capangas locais. Fascismo puro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Josina Nhantumbo: “Direitos humanos existem dentro de peculiaridades culturais”]]></title>
<link>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/24/josina-nhantumbo-%e2%80%9cdireitos-humanos-existem-dentro-de-peculiaridades-culturais%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:04:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaquimribeiro</dc:creator>
<guid>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/24/josina-nhantumbo-%e2%80%9cdireitos-humanos-existem-dentro-de-peculiaridades-culturais%e2%80%9d/</guid>
<description><![CDATA[Antropóloga de verbo refinado e de competência profissional reconhecida. Sabe esgrimir idéias sobre ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Antropóloga de verbo refinado e de competência profissional reconhecida. Sabe esgrimir idéias sobre o trilho convergente/divergente entre antropologia e direitos humanos. Aliás, essa é a razão desta entrevista com Josina Nhantumbo, onde alerta que os direitos humanos não devem ser vistos como antagónicos às peculiaridades culturais. “Porque dentro das peculiaridades culturais existem direitos que muitas vezes até se cruzam com os universais&#8230; valorizemos os pontos comuns e negociemos mudanças nos pontos divergentes”. Josué Bila conduziu a entrevista com esta antropóloga moçambicana, que pode ser lida na íntegra no blogue <a href="http://bantulandia.blogspot.com/2009/11/josina-nhantumbo-direitos-humanos.html" target="_blank">Bantulândia</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Portagens na A28...Câmaras Municipais e Comunidades Unidas na Manutenção da A28 Como SCUT]]></title>
<link>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/24/portagens-na-a28-camaras-municipais-e-comunidades-unidas-na-manutencao-da-a28-como-scut/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 10:05:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>hangover</dc:creator>
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<description><![CDATA[Zona da Póvoa de Varzim - A28 Fonte: www.povoa2010.blogspot.com Hoje trago um assunto polémico e que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1036" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/a28-congestionamento-povoa-varzim.jpg"><img class="size-full wp-image-1036" title="A28 " src="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/a28-congestionamento-povoa-varzim.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Zona da Póvoa de Varzim - A28             Fonte: www.povoa2010.blogspot.com</p></div>
<p><strong>Hoje trago um assunto polémico e que tem causado algum desconforto no seio da comunidade nortenha, especialmente a do litoral norte, trata-se das portagens nas SCUT, passo a transcrever a notícia e faço um breve comentário sobre o assunto.</strong></p>
<p><strong>« Câmaras do Litoral Norte unidas para impedir portagens na A28</strong></p>
<p>Os municípios de <strong>Viana do Castelo</strong>, Esposende, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Matosinhos solicitaram uma reunião ao ministro das Obras Públicas para tentarem travar a introdução de portagens na <strong>SCUT Norte Litoral.</strong></p>
<p>O anúncio, hoje feito, em conferência de imprensa, pelo presidente da Câmara de Viana do Castelo, <strong>José Maria Costa</strong>, refere ainda que aqueles cinco municípios decidiram constituir a chamada &#8220;Plataforma do Entendimento&#8221;, expressamente para &#8220;encetar o diálogo&#8221; com o Governo sobre as portagens.</p>
<p>Em causa está a A-28, entre Viana do Castelo e o Porto, que funciona em regime SCUT (sem custos para o utilizador) mas que o Governo já anunciou que pretende portajar, tendo já instalado, naquela via rápida, pórticos para o pagamento.</p>
<p>A plataforma pretende apresentar ao <strong>ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações</strong> as razões defendidas pelas cinco autarquias para a não introdução de portagens, uma medida que &#8211; sustenta &#8211; &#8220;afectaria gravemente a economia dos concelhos envolvidos, sobretudo num momento de elevada dificuldade que os cidadãos e empresas atravessam&#8221;.</p>
<p>Segundo José Maria Costa, uma das razões é a &#8220;manifesta falta de alternativa&#8221; à A-28, já que a EN-13 está cheia de constrangimentos, desde rotundas a semáforos, além de que há certos troços que não permitem a circulação de pesados, como a ponte de Fão, em Esposende.</p>
<p>&#8220;No Algarve, na Via do Infante, não há portagens, tendo a alternativa, a EN-125, melhores condições que a EN-13&#8243;, salientou o autarca de Viana do Castelo, exigindo a aplicação &#8220;do princípio da coesão nacional do território&#8221;.</p>
<p>Além disso, os cinco municípios querem &#8220;lembrar&#8221; que a região apresenta índices de desenvolvimento inferiores à média nacional.</p>
<p>&#8220;O distrito de Viana do Castelo, apesar de ser do <strong>litoral,</strong> apresenta índices de desenvolvimento idênticos aos do interior&#8221;, sublinhou José Maria Costa.</p>
<p>Para a reunião com o ministro, os autarcas dos cinco municípios prometem levar o excerto do programa do actual Governo que refere que &#8220;quanto às SCUT, deverão permanecer como vias sem portagem, enquanto se mantiverem as duas condições que justificaram, em nome da coesão nacional do território, a sua implementação: localizarem-se em regiões cujos indicadores sejam inferiores à média nacional e não existirem alternativas de oferta do sistema rodoviário&#8221;.</p>
<p>De acordo com o presidente da Câmara de Viana do Castelo, os autarcas querem confirmar, junto do Governo, se este princípio &#8220;vai ser aplicado aos municípios que são servidos pela A-28&#8243;.</p>
<p>&#8220;O nosso primeiro passo será o contacto directo com quem vai ter nas mãos a decisão. Sem este encontro, estão de fora outras abordagens&#8221;, sustentou José Maria Costa, sem, no entanto, fechar a porta a outras medidas na luta contra as portagens.»</p>
<p><em>In: <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/34326-camaras-do-litoral-norte-unidas-impedir-portagens-na-a28">http://www.ionline.pt/conteudo/34326-camaras-do-litoral-norte-unidas-impedir-portagens-na-a28</a></em>, a 23 de Novembro de 2009, no Jornal I</p>
<p><strong>O meu comentário:</strong></p>
<p>Sobre este assunto, já muita tinta correu, e pelos vistos muita mais vai correr, isto porque a opinião não é consensual.</p>
<p>As populações que estão afectadas pela A28, estão contra a implementação das portagens, mais pelo transtorno e pela falta de soluções para a circulação, que propriamente pelo custo inerente à circulação das pessoas.</p>
<p>Os governantes, são saberem o tráfego que circula na referida artéria, já vêm a possibilidade de colocar portagens para assim equiparar com Lisboa, onde paga-se para entrar na cidade, e da mesma forma, poderem sustentar  grandes obras nacionais, não quero dizer que são só os do norte que vão pagar, mas se avançarem com as portagens nas SCUT, nomeadamente na A28, os do norte vão pagar mais que os restantes.</p>
<p>O problema cifra-se mais uma vez, na destruição da EN13, em alguns trajectos que deram lugar à actual A28, e fazendo com que a EN13 passa-se para os municípios em muitos casos, desfigurando essa mesma EN para artéria municipal.</p>
<p>Não existem soluções para a circulação na beira litoral, o governo se optar por portajar a A28, tem que dar alternativas viáveis de circulação, de modo, a que quem viaja de Viana do Castelo para o Porto, não demore o mesmo que Porto a Lisboa, 3 horas.. Caso aconteça, penso que quem perde é o país, pois sabemos que o porto de Leixões é usado para interface de entrada de mercadorias e saída das mesmas, oriundas de todo o norte, sabemos que cadeias turísticas e hoteleiras cifradas em Vigo, vêm várias vezes por semana ao aeroporto de Francisco Sá Carneiro buscar pessoas, de voos provenientes de locais longínquos, etc.</p>
<p>Basicamente, penso que a perda para a economia será maior, que o ganho para a mesma, de tal forma que, se colocar portagens, as pessoas tendencialmente vão circular pelas estradas municipais, o que vai causar índices elevados de poluição, devido ao trânsito, podendo mesmo, causar acidentes de cariz urbano, o que obviamente reduz a qualidade de vida das pessoas.</p>
<p>Outro problema, que se levanta, é a questão dos pórticos colocados, não preverem questões como por exemplo, os automóveis estrangeiros pagam, ou como se fará, o controlo de automóveis alugados ou mesmo emprestados.</p>
<p>A ideia de cercar o Porto com Portagens, isto existe em outras SCUT, deve ter como ideia focada reduzir a competitividade da região a todos os níveis, pois para se chegar a uma infra estrutura, como um Porto, um Aeroporto, brevemente as pessoas vão ter que pagar portagem, o mesmo sucede com um turista que saia do aeroporto, alugue um automóvel, ao entrar na cidade (para consumir, para conhecer a cidade no âmbito do turismo) já estará a pagar, o que penso que é no mínimo ridículo, e como tal deixa de ser uma região atractiva a todos os níveis.</p>
<p>Um exemplo, tenho reparado que numa grande superfície comercial de artigos de mobiliário e de coração, existente em Matosinhos, a que visito algumas vezes, apresenta um índice elevado de pessoas oriundas de Espanha para realizar compras, pois bem, 100% delas, deve usar para chegar ao referido local a A28, essas pessoas, vem muitas vezes por lazer, penso que com a implementação das referidas portagens se vá perder estes turistas que até à poucos anos não vinham cá, por não terem pólos de interesse, agora criamos pólos de interesse, mas cobramos nas entradas..Depois queremos dizer que somos competitivos, e que estamos inseridos na globalidade europeia.</p>
<p><strong>Deixo a Questão:</strong> Que Pensa de se colocar Portagens na A28?</p>
<p>Tenho Dito</p>
<p>RT</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poker, Já Começa a Ser Considerado Profissão em Portugal...]]></title>
<link>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/23/poker-ja-comeca-a-ser-considerado-profissao-em-portugal/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 10:10:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>hangover</dc:creator>
<guid>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/23/poker-ja-comeca-a-ser-considerado-profissao-em-portugal/</guid>
<description><![CDATA[Poker em Portugal Fonte:www.poker-for-me.com Hoje trago, um fenómeno que tem vindo a crescer na soci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1030" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/poker_chips.jpg"><img class="size-full wp-image-1030" title="poker" src="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/poker_chips.jpg" alt="" width="450" height="543" /></a><p class="wp-caption-text">Poker em Portugal     Fonte:www.poker-for-me.com</p></div>
<p><strong>Hoje trago, um fenómeno que tem vindo a crescer na sociedade Portuguesa, penso que em muito deve-se à Crise, passo a transcrever o artigo e de seguida dou o meu comentário ao mesmo.</strong></p>
<p><strong>«&#8217;Poker&#8217; é profissão a tempo inteiro para 50 portugueses</strong></p>
<p>A vida de quatro portugueses que trocaram carreiras estáveis noutras áreas para se dedicarem em exclusivo à vertigem do jogo. Incorrem em crime, mas os milhares que ganham dá para quase tudo.</p>
<p>Henrique Pinho partilha com mais dois amigos um escritório, na zona do Grande Porto, onde o poker é a ocupação principal. São todos profissionais da área e dedicam ao jogo o mesmo tempo e atenção que qualquer outro profissional ao seu trabalho. &#8220;Esta é a minha profissão&#8221;, atira, antes que se criem quaisquer dúvidas. Como ele, serão em Portugal cerca de 50 os jogadores que se dedicam exclusivamente à modalidade. Muitos estiveram no European Poker Tour (EPT), que termina hoje em Vilamoura.</p>
<p>Em Portugal, o número de jogadores de torneios em casa, entre amigos, ou nas salas de poker online, a dinheiro ou a feijões, cresce freneticamente. Estima-se que actualmente joguem em rede entre 100 a 150 mil, a maioria entre os 18 e os 30 anos, e outros ainda menores de idade. Há três anos, eram apenas poucas centenas.</p>
<p>O jogo rende milhares de euros todos os meses, sobretudo na sua vertente online. No entanto, tirar rendimentos do poker online é crime. A garantia foi dada ao DN pelo Serviço de Inspecção de Jogos via e-mail: &#8220;A exploração e a prática de jogos de fortuna ou azar através de meios electrónicos em território nacional constitui crime&#8221;. A infracção, refere ainda a entidade, estende-se tanto aos exploradores das plataformas online como aos jogadores. O jogo é apenas legal, adianta, nos casinos, actualmente palco de sucessivos torneios ao vivo, inclusive internacionais. A polémica não é de agora, e os empresários do ramo queixam-se de a Lei ser muito restritiva, além de não concordarem com a definição de &#8220;jogo de fortuna ou azar&#8221;. Mas os problemas não se ficam por aqui. Há um vazio legal quanto à obrigatoriedade de pagar impostos sobre os montantes amealhados. Nenhum jogador profissional de poker declara às Finanças quanto ganha por mês.</p>
<p>À chegada ao escritório de Henrique, a recepção e o ambiente é de total informalidade e descontracção. Na garagem improvisada de uma vivenda com três pisos não podia faltar uma mesa de jogo, fichas, cartas e computadores com dois ecrãs. &#8220;É mais fácil para jogar em várias mesas (partidas) ao mesmo tempo&#8221;, justifica. Mais a um canto há dois sofás, um grande plasma e uma Playstation III, para descomprimir: &#8220;Neste jogo ora se está em euforia, ora se entra em pequenas depressões, conforme se ganha ou perde&#8221;. Não falta sequer uma mesa de pingue-pongue nem minibar &#8220;para receber os amigos&#8221;.</p>
<p>Aos 28 anos, Henrique dedicou os últimos dois ao poker profissional. Formado em Gestão de Empresas, trocou um emprego fixo numa empresa de lacticínios, onde tirava um salário &#8220;normal de um português&#8221;, pela competição. É patrão de si próprio e faz os seus próprios horários.</p>
<p>O dia de trabalho começa por volta das 15h00. Regressa a casa três horas depois, a 10 minutos de carro, para jantar e &#8220;passar algum tempo com a namorada&#8221;. Às 23h00 está de volta ao escritório, para mais cinco horas de labuta. Trabalhar madrugada dentro é comum, diz, porque &#8220;é a altura em que estão mais jogadores em rede&#8221;. O fim-de-semana normalmente é sagrado: &#8220;aproveito para estar com a família e amigos&#8221;.</p>
<p>Henrique, ou &#8220;Policy10&#8243;, virtualmente falando, é patrocinado pela PokerStars, um gigante do poker mundial que detém uma das maiores salas online da World Wide Web, com mais de 23 milhões de jogadores registados. O patrocínio materializa-se no pagamento dos buy-in (valor monetário) necessário para entrar nos torneios e nas deslocações. Sobre os valores que amealha, não gosta de falar. Mas deixa escapar que a conta bancária engrossou perto de 100 mil em quatro anos.</p>
<p>Os apaixonados pelo poker começam incentivados pelos amigos ou por assistirem a torneios na televisão. Depois, o gosto pelo jogo e a recompensa financeira levam muitos a abandonar os empregos e a universidade para tirarem daqui a sua única fonte de rendimento. A maioria começa a jogar online, onde se conhecem todos pelos nick.</p>
<p>Roberto Machado, de 31 anos, é o &#8220;Oversleep&#8221;. Joga poker profissional há um ano e meio, desde que é patrocinado pela empresa Betfair. &#8220;Já era um jogador ganhador. O grau de confiança e segurança em que estava permitiu-me dar este passo&#8221;.</p>
<p>Deixou uma carreira promissora como programador informático numa empresa de software por uma conta mais choruda ao final do mês. O maior prémio que já ganhou foi em Londres no World Séries of Poker Europa, onde ficou em 27.º lugar, que lhe rendeu 32 mil euros. No ranking nacional de prémios amealhados ao vivo (uma tabela publicada numa revista da especialidade) aparece em sexto lugar, com perto de 60 mil euros. Em casa, tenta ter um horário laboral em frente ao computador. &#8220;Mas não passo o tempo todo a jogar. Estudo o jogo, participo em fóruns e escrevo artigos, com o objectivo de evoluir&#8221;, sublinha.</p>
<p>Considera-se um apaixonado pela modalidade e garante que nos próximos anos não tenciona mudar de profissão. &#8220;É uma actividade que me preenche. Será difícil algum dia deixar de jogar, porque gosto mesmo disto&#8221;.</p>
<p>O amigo Tomé Moreira, de 32 anos, não pensa da mesma forma. Há alguns meses sem exercer a profissão de informático, tenciona regressar a curto prazo. Para já, é ao poker que dedica o tempo. Ao jogo e à filha de um ano que funciona como &#8220;bola anti-stress&#8221;. Gere o dia-a-dia de forma a evoluir no poker e de acordo com as necessidades familiares. &#8220;É maravilhoso, porque se desse aulas não podia dedicar-me tanto à minha filha&#8221;, diz sorridente.</p>
<p>&#8220;Tcmoreira&#8221; é um jogador calmo, moderado, ardiloso. A matemática que aprendeu na faculdade permite-lhe agora delinear bem cada jogada. &#8220;O poker obriga a muita estratégia e competência. Em termos de cálculo mental, a minha área deu-me tudo o que eu precisava&#8221;. Talvez seja essa a razão do seu sucesso. Sobre valores, não lhe arrancamos palavra. Mas os 75 mil euros conquistados nos torneios ao vivo em Portugal, colocam-no em quinto no ranking nacional. Também com a camisola da Equipa Betfair Poker, Tomé atingiu o melhor resultado de sempre de um jogador português no Main Event das World Series of Poker, em Las Vegas: 336ª posição e um prémio de 30 mil dólares.</p>
<p>&#8220;O melhor de tudo é que estou sempre a viajar. Divirto-me imenso&#8221;, conta Renato Almeida, o &#8220;Leguito&#8221;, de 21 anos, que nasceu em Vila Nova de Gaia. Las Vegas, Barcelona, Londres, Mónaco e Praga, são apenas alguns das cidades mais vezes visitadas por estes jogadores. Também tem um escritório alugado com um amigo, onde o dia de trabalho só começa às 18 horas. No total, entre partidas online e torneios ao vivo, já arrecadou mais de 10 mil euros. &#8220;Serviu para comprar um carro a pronto&#8221;, gaba-se o ex-estudante de Engenharia de Computadores e Telemática.</p>
<p>&#8220;As possibilidades que temos com apenas duas cartas são imensas&#8221;, conclui Henrique Pinho. »</p>
<p><em>In:</em> <em><a href="http://dn.sapo.pt/desporto/outrasmodalidades/interior.aspx?content_id=1427539">http://dn.sapo.pt/desporto/outrasmodalidades/interior.aspx?content_id=1427539</a></em>, a 22 de Novembro de 2009, no Diário de Notícias</p>
<p><strong>O meu comentário:</strong></p>
<p>Penso que é uma forma de viver, e pelo desemprego que tem tido uma alta expressividade, e está cada vez mais acentuada, só deveríamos esperar recorrer a formas, não digo fáceis, mas formas de dar um pontapé na crise de uma vez por todas.</p>
<p>As pessoas que tendencialmente jogam, são pessoas novas, muitas delas com cursos superiores, o que, e como tenho vindo a chamar à atenção aqui, é que os jovens licenciados não tendo soluções, relativamente à empregabilidade, têm que sobreviver, e ganhar dinheiro para que consigam viver, e pelos vistos, muitos deles encontram no Poker essa mesma solução.</p>
<p>Mais uma vez, pelos vistos o jogo do Poker fora dos casinos, é contra a lei, e como, tal quem o jogo, está a prevaricar, já para não falar, do problema que o estado tem ao não conseguir tributar os ganhos destas pessoas.</p>
<p>Pois bem, o Estado, parece estar a perder em diversas vertentes, ao não ouvir os recém licenciados que não possuem emprego, e que  como tal, são pessoas não gratas e colocadas de ao lado da sociedade, e sentem-se fora da mesma, e então tem vivencias e maneiras de viver cada vez mais distantes da sociedade actual, denote-se, que estes não são «criminosos» por escolha deles, mas por as denominadas circunstancias da vida, que levam a ter que se desenrascar.</p>
<p>Penso que o jogo, não tem muito de mal, é pena, é que tenham pessoas menores e pessoas, muito novas a jogar o mesmo, e a auferir muito dinheiro com tal, dando a sensação de que a vida não custa, basta jogar para se ganhar, não se investe, em estudos ou em projectos sustentáveis, pois é mais fácil ser patrão do próprio e ter as suas horas, é pena, que a lei da lei Portuguesa, este jogo e quem o joga seja ilegal fora dos casinos.»</p>
<p><strong>Deixo a Questão:</strong> Que Pensa do fenómeno do Poker estar a crescer em Portugal</p>
<p>Tenho Dito!</p>
<p>RT</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DI 3539 - Um mundo só... utopia ou possibilidade real?]]></title>
<link>http://resumosinmetro.wordpress.com/2009/11/20/di-3539-um-mundo-so-utopia-ou-possibilidade-real-2/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 09:00:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>clsales</dc:creator>
<guid>http://resumosinmetro.wordpress.com/2009/11/20/di-3539-um-mundo-so-utopia-ou-possibilidade-real-2/</guid>
<description><![CDATA[Como resposta à crise global, que a partir de setembro de 2008, desabou fragorosamente toda essa est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;">Como resposta à crise global, que a partir de setembro de 2008, desabou fragorosamente toda essa estrutura que dizia encarregar-se, com competência e probidade, da gestão financeira do planeta, nasce a idéia de um só mundo, total e absolutamente integrado, com um só governo e regras válidas para sete bilhões de pessoas. Seria este um sonho viável? Existem alternativas? Quais as implicações para o Brasil? Neste contexto, o autor responde as perguntas acima enfatizando que mais importante que o sonho é o plano de implementação e sugere que se comece pela reforma da Humanidade. Mas adverte que isto só pode ser feito a partir de cada cidadão, individualmente.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">SALLES, Carlos. Um mundo só&#8230; utopia ou possibilidade real? Revista ESPM, São Paulo, maio/jun./2009, n° 3, p. 21-24</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DI 3540 - Globalização e interdependência: o mundo mostra a sua nova cara]]></title>
<link>http://resumosinmetro.wordpress.com/2009/11/20/di-3540-globalizacao-e-interdependencia-o-mundo-mostra-a-sua-nova-cara/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 08:59:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>clsales</dc:creator>
<guid>http://resumosinmetro.wordpress.com/2009/11/20/di-3540-globalizacao-e-interdependencia-o-mundo-mostra-a-sua-nova-cara/</guid>
<description><![CDATA[Este artigo analisa as consequências boas e más da globalização para o nosso país. Ela não se revelo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;">Este artigo analisa as consequências boas e más da globalização para o nosso país. </span><span style="color:#888888;"><span style="color:#000000;">Ela não se revelou maléfica para nós, muito pelo contrário. Hoje, se o Brasil está efetivamente integrado na economia mundial, isso se deve, em grande parte, à globalização. Ao contrário do que muitos temiam, as empresas brasileiras tornaram-se parceiras ativas do processo de globalização, desenvolveram vantagens competitivas próprias e transformaram-se em multinacionais. No sentido inverso, aumentou o fluxo de capitais e de tecnologia vindos do exterior, desenvolvendo novas fontes de riqueza, criando milhões de empregos e transformando o país em grande exportador.</span><br />
GRACIOSO, Francisco. Globalização e interdependência – o mundo mostra a sua nova cara. Revista ESPM, São Paulo, maio/jun./2009, n° 3, p. 26-30</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fórum Social Mundial fará balanço da última década]]></title>
<link>http://hrcastro.wordpress.com/2009/11/19/forum-social-mundial-fara-balanco-da-ultima-decada/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 14:18:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Castro</dc:creator>
<guid>http://hrcastro.wordpress.com/2009/11/19/forum-social-mundial-fara-balanco-da-ultima-decada/</guid>
<description><![CDATA[Fórum Social de Economia Solidária fará parte da programação do FSM-10 anos A capital gaúcha e sete ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Fórum Social de Economia Solidária fará parte da programação do FSM-10 anos A capital gaúcha e sete ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sugestões de Programas de Televisão Com Alguma Qualidade...]]></title>
<link>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/19/sugestoes-de-programas-de-televisao-com-alguma-qualidade/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 10:10:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>hangover</dc:creator>
<guid>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/19/sugestoes-de-programas-de-televisao-com-alguma-qualidade/</guid>
<description><![CDATA[Bons Programas na Televisão em Portugal... Hoje trago um apanhado interessante que o Jornal I public]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1009" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/televisao.jpg"><img class="size-full wp-image-1009" title="televisao" src="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/televisao.jpg" alt="" width="450" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Bons Programas na Televisão em Portugal...</p></div>
<p><strong>Hoje trago um apanhado interessante que o Jornal I publicou no dia de ontem, ou seja, a escolha de programas que tenham conteúdo, como tal passo a transcrever o mesmo, e deixo ao livre arbítrio de cada um o comentário.</strong></p>
<p><strong>«Surpresas dentro da caixa: Andar pelo mundo sem sair do sofá</strong></p>
<p><strong>Viagem por algumas das pérolas menos evidentes da televisão por cabo em Portugal</strong></p>
<p>A televisão é tudo: informação, entretenimento, cultura e selvajaria, necessidade e inutilidade. Tanta coisa, tantas coisas, que é impossível ver tudo. A sobrecarga de informação pode electrocutar os neurónios. É preciso escolher.</p>
<p>Quem tem quatro canais não tem opção; passam as mesmas coisas às mesmas horas, e as coisas que passam formam um círculo fechado. Mas quem tem essa orgia televisiva que é o cabo (ou o satélite) mal sabe para onde se virar.</p>
<p>O pacote básico da ZON tem 65 canais, o funtastic 110 e há ainda os canais que se podem assinar; o catálogo lista um total de 265 (no Meo são 130 canais). A volta ao mundo por 50 euros.</p>
<p>No meio da profusão, escolhemos uns poucos de programas que têm algum valor acrescentado. Não é uma escolha nem abrangente nem definitiva; é apenas uma opinião.</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>CIVILIZAÇÃO</strong></p>
<p><strong>Cidades debaixo da terra</strong><strong><br />
</strong>Don Wildman começou por explorar os subterrâneos mais óbvios: a Berlim nazi, os cofres de Las Vegas, as rotas de fuga na Sicília. Depois passou às grandes cidades, como Roma, Paris e Londres, e a seguir a cidades menos universais com subterrâneos interessantes, como Lisboa. As cidades enterradas debaixo das actuais têm milhares de anos e traços de muitos sucessos e desgraças. É uma lição de história e também um visão do avanço, do secretismo e da efemeridade das civilizações.<br />
<strong>Canal de História, esta semana: quinta, 18h00, sexta, 10h00 (a partir de Dezembro, nova série, quinta, 22h00)</strong><strong></p>
<p><strong>Ice Road truckers</strong><br />
</strong>Nas franjas do conforto ainda há aventura. Esta série relata ao mínimo pormenor a vida e os desafios dos camionistas que abastecem os postos mais avançados do Alasca, a 400 quilómetros do Círculo Polar Árctico. As perigosas estradas de gelo compactado têm de ser refeitas todos os anos e os camionistas são uma mistura de cowboys e exploradores. Tudo sustentado pelo petróleo, cada vez mais longe e mais escasso.<br />
<strong>Canal de História, sexta 22h00 (muda todas as semanas)</strong><strong></p>
<p><strong>Grandes Batalhas da História </strong><br />
</strong>A guerra é estúpida, mas são as guerras que geram o nexo da história e eram as batalhas que determinavam o resultado das guerras (parece que já não há batalhas, a arte da guerra está sempre a evoluir). Um confronto armado é uma combinação da melhor tecnologia da época, de engenho, coragem, loucura e brutalidade. Esta série, que combina documentação histórica com a encenação de certos pormenores, dá uma ideia minimalista e abrangente dos grandes momentos de violência, que refazem os mapas políticos.<br />
<strong>Discovery, dias e horários variáveis (esta semana não passa)</strong><strong></p>
<p><strong>Grandes Livros</strong><br />
</strong>A lista de livros fundamentais é extensa, felizmente. De Galileu a Victor Hugo, de Edgar Allan Poe a George Orwell, esta série, que poderia durar eternamente, vai descrevendo os livros que mudaram alguma coisa, localizando-os no contexto histórico. Ficamos a saber quem era o autor, o que o movia e o impacto da sua obra. Numa época em que há cada vez menos apetência por ler (embora se leia mais que nunca), é uma boa maneira de conhecer as circunstâncias e as pessoas de algumas obras de ficção e ensaio que deveriam estar sempre em catálogo.<br />
<strong>Discovery Civilization, quarta, 00h12, quinta 9h48, 19h24</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>TECNOLOGIA</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Click</strong><strong><br />
</strong>Os avanços na electrónica, cibernética, internética, nanotecnologia, robótica e similares são diários e impressionantes. Este programa, feito com humor e uma linguagem que qualquer avozinha percebe, dá as últimas tendências e a “novidades” de hoje, assim como uma visão de como será amanhã. Também faz uma listagem de alguns sites, entre os milhões à disposição. A variedade é sobrepujante, uns bites bem escolhidos ajudam sempre.<br />
BBC Internacional, dias e horários variáveis</p>
<p>Mega Construções<br />
Há vários programas de engenharia pesada, mas este tem a graça especial de Danny, um totó igual a todos nós, que fica de boca aberta com a magnitude destas obras que desafiam a imaginação. Numa linguagem que qualquer poeta percebe, Danny mostra-nos como encaixam peças metálicas do tamanho dum edifício de dez andares, hélices maiores do que um cacilheiro e pontes que voam por cima de estreitos. No conforto do lar, não nos apercebemos das infra-estruturas cada vez mais faraónicas que sustentam esse conforto.<br />
<strong>Discovery, terça, 21h15, quinta, 10h40, sábado, 17h35</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Dirty Jobs</strong><strong><br />
</strong>Mike Rowe apresenta-nos os trabalhos mais sujos, desagradáveis e perigosos que a civilização exige diariamente. Desde limpeza de pocilgas industriais e inseminação de vacas a tratamento do lixo e colheita de ostras em pântanos imundos, não há limite para os trabalhos miseráveis e indispensáveis para que o resto das pessoas tenha vidas agradáveis de mãos limpas. Mike faz questão de executar as tarefas e mantém um humor inacreditável em funções que parece que nenhum dinheiro compensa.<br />
Discovery, 3 vezes por dia, horário variável</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>NATUREZA</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Entre insectos e outras feras</strong><strong><br />
</strong>Talvez nós, humanos, sejamos indesculpáveis, mas não somos, nem de longe, a espécie mais violenta da criação. Esse recorde vai sem dúvida para os insectos, não só pelos instrumentos de tortura e morte que possuem naturalmente (entre pinças e venenos) como pelo modo impiedoso com que matam e comem vivos. Só um maluco como Phil DeVries para pegar num escaravelho que mata um homem em 24 horas, ou numa raia com um arpão mortal e achar muito engraçado.<br />
<strong>National Geographic, dias e horários variáveis (esta semana não passa)</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Hooked</strong><strong><br />
</strong>Não são só os insectos que metem medo. No mundo aquático existe uma grande quantidade de monstros de aspecto aterrador e armamento poderoso — ainda hoje se descobrem novas espécies, à medida que se explora a maiores profundidades. Zeb Hogan não hesita em ver, tocar e mexer em animais aquáticos que parecem tirados dum filme de terror. Só fica satisfeito quando nos coloca umas goelas fatais em frente do nariz — e não são as tais gárgulas das profundezas; piranhas de rio, peixes-gato do delta, raias do mar, estão todos à distância de um mergulho estival.<br />
<strong>National Geographic, dias e horários variáveis (esta semana não passa)</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>CRIANÇAS</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Lazytown</strong><strong><br />
</strong>O talento, tal como a intriga, podem vir dos lados mais inesperados. Este programa vem da Islândia e foi inventado por um instrutor de ginástica. Mistura pessoas reais que parecem bonecos, com bonecos reais que parecem pessoas reais, e muita pós-produção; o resultado é um mundo solarengo de plasticina muito colorida. O vilão quer que as crianças comam junkfood e fiquem em casa a ver televisão, o bom quer que comam legumes e tenham uma vida ao ar livre.<br />
<strong>RTP2, diário, 7h16 e Panda, diário, 9h30, 19h30</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Phineas e Furb</strong><strong><br />
</strong>Os criadores, dois americanos que se conheceram a trabalhar n’“Os Simpsons”, tiveram dificuldade em vender a ideia porque as histórias pareciam complicadas de mais para caber em 11 minutos. Dois irmãos inventam máquinas e actividades inacreditáveis que a irmã mais velha, Candance, tenta denunciar aos pais, sem sucesso. Têm um ornitorrinco (isso mesmo, um ornitorrinco) que é agente secreto e desaparece para enfrentar um cientista maluco. Também há muita música divertidíssima.<br />
<strong>Disney Channel, diário, 8h10, 18h30</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>A nova escola do Imperador</strong><br />
O argumento é surrealista: um imperador Inca tem de ir para a escola mas é preguiçoso e arrogante, embora simpático. No original tem as vozes de Eartha Kit (a cantora), John Goodman e Miley Cyrus. Mas o mais fantástico é a estética, entre o art-decô e o inca, e o traço geométrico e expressionista. Izma, a malvada é uma figura particularmente bem conseguida.<br />
<strong>Disney Channel, diário, 8h35, 19h00»</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><em>In: </em><em><a href="http://www.ionline.pt/conteudo/33463-surpresas-dentro-da-caixa-andar-pelo-mundo-sem-sair-do-sofa">http://www.ionline.pt/conteudo/33463-surpresas-dentro-da-caixa-andar-pelo-mundo-sem-sair-do-sofa</a></em>, a 18 de Novembro de 2009, no Jornal I</p>
<p>Boa Sugestão!</p>
<p>RT</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Taxa de Desemprego a Apenas 2 Décimas de Atingir os 2 Dígitos...Como Podemos Contornar Esta Situação...]]></title>
<link>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/18/taxa-de-desemprego-a-apenas-2-decimas-de-atingir-os-2-digitos-como-podemos-contornar-esta-situacao/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 10:03:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>hangover</dc:creator>
<guid>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/18/taxa-de-desemprego-a-apenas-2-decimas-de-atingir-os-2-digitos-como-podemos-contornar-esta-situacao/</guid>
<description><![CDATA[Desemprego cifra-se em 9,8.... Hoje trago um tema, que está infelizmente em voga, é o desemprego e o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_227" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/06/desemprego.jpg"><img class="size-full wp-image-227" title="desemprego" src="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/06/desemprego.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Desemprego cifra-se em 9,8....</p></div>
<p><strong>Hoje trago um tema, que está infelizmente em voga, é o desemprego e o seu aumento nos últimos tempos, passo a transcrever uma notícia e de seguida dou o meu habitual comentário.</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>« Taxa de desemprego atingiu 9,8 por cento</strong></p>
<p>A taxa de desemprego em Portugal atingiu os 9,8 por cento no terceiro trimestre de 2009, o que representa um agravamento face aos 9,1 por cento observados no trimestre anterior.</p>
<p>Os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que o desemprego entre Julho e Setembro agravou-se 2,1 pontos percentuais face aos 7,7 por cento observados no período homólogo de 2008.</p>
<p>Este valor fica acima das previsões do Governo para o conjunto do ano, que apontavam para os 8,8 por cento.</p>
<p>De acordo com o INE, no terceiro trimestre, a população desempregada estimada foi de 547,7 mil indivíduos, mais 114 mil pessoas do que há um ano atrás, o que representa uma subida de 26,3 por cento.</p>
<p>Em comparação com o trimestre passado há, por sua vez, mais 40 mil desempregados, significando uma subida de 7,9 por cento.</p>
<p>A contribuir para a subida da população desempregada no terceiro trimestre esteve, segundo o INE, o aumento do número de desempregados à procura de emprego há menos de um ano, que explicou 65,5 por cento do aumento global do desemprego.</p>
<p>No final de Setembro havia, assim, 290,8 mil desempregados à procura de emprego há menos de um ano, uma subida de 34,6 por cento (mais 74,7 mil pessoas) comparativamente com o mesmo período do ano passado, altura em que estavam nesta situação 216,1 mil pessoas.</p>
<p>Segundo o instituto, o aumento no número de homens desempregados (em 73,9 mil indivíduos) foi outro dos motivos que explicou o aumento global do desemprego.</p>
<p>Ainda assim, a taxa de desemprego estimada nos homens foi de 9,1 por cento, enquanto nas mulheres foi de 10,6 por cento.</p>
<p>De acordo com o INE, a subida do desemprego no período considerado verificou-se em todos os grupos etários, mas sobretudo nos indivíduos com 45 e mais anos e nos com idades entre os 35 e os 44 anos.</p>
<p>O INE destaca ainda o aumento do número de desempregados à procura de novo emprego, provenientes essencialmente do sector da indústria, construção, energia e água e dos serviços.</p>
<p>O número de desempregados à procura de primeiro emprego diminuiu por sua vez entre Julho e Setembro, face igual período do ano passado, acrescentou.</p>
<p>Por regiões, no terceiro trimestre, as taxas de desemprego mais elevadas foram registadas no Norte (11,6 por cento), Algarve e Lisboa (10,3 por cento) e Alentejo (10,2 por cento).</p>
<p>Os valores mais baixos, por sua vez, encontram-se nos Açores (6,2 por cento), Centro (7,2 por cento) e Madeira (7,9 por cento).</p>
<p>Em termos homólogos, o desemprego aumentou em todas as regiões, com as maiores subidas a acontecerem no Algarve (onde o desemprego subiu 4,2 pontos percentuais), Norte (com mais 2,5 pontos percentuais) e Lisboa (onde o desemprego aumentou 2,4 pontos percentuais).</p>
<p>Segundo o INE, face ao trimestre anterior, assistiu-se a um acréscimo na taxa de desemprego em quatro regiões (Norte, Centro, Lisboa e Algarve) e um decréscimo em três regiões (Alentejo, Açores e Madeira).</p>
<p>Os maiores acréscimos trimestrais observaram-se no Algarve e no Norte. »</p>
<p><em>In: </em><em><a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1422879">http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1422879</a></em>, a 17 de Novembro de 2009, no Jornal de Notícias</p>
<p><strong>O meu comentário:</strong></p>
<p>Perante a análise da peça, podemos tirar conclusões que a taxa de desemprego, vai continuar a crescer, e a tendência para continuar nesses mesmo sentido é grande, pois apesar de se falar em retomas económicas, penso que não vamos sentir melhorias da mesma no que concerne ao desemprego, pelo menos no curto prazo.</p>
<p>No entanto, este incremento, não era nada que não estivesse à espera, com o término do verão, e da sazonalidade que o mesmo traz consigo, temos que ter a noção que o desemprego tem tendência para aumentar.</p>
<p>Outro factor, que levou ao aumento do desemprego, foi o processo de auto gestão a que o país esteve sujeito, com as eleições que tivemos com o cair do pano do verão, o que levou muitas pessoas a aguardar para saber o desfecho das eleições.</p>
<p>As mulheres continuam a ser as mais prejudicadas no que concerne ao acesso ao emprego, penso que essencialmente devido, à capacidade que a natureza lhes deu de poderem ter filhos, e os patrões tendencialmente preferem empregar um homem, que legalmente, e em caso de terem filhos só podem ter acesso à dita licença de paternidade.</p>
<p>Outro factor, e ainda outro dia vi uma notícia relacionada com isso, que foi, o encerramento de unidades hoteleiras no Algarve, o que em alguns casos considero, completamente desajustado, pois têm um novo mercado que veio ser aberto, por uma companhia aérea de baixo custo, que faz voos, internos entre as cidades do Porto e de Faro, o preço reduzido, tem levado muitos turistas ao Algarve, no entanto, as unidades hoteleiras, não estão a aproveitar este nicho de mercado, de pessoas, que vão passar uns dias, de relevância é que este tipo de turismo, é o turismo sénior, ou seja, são essencialmente pessoas que estão motivadas e que tem por tradição aproveitar para conhecer alguns locais, e que estão dispostas por vezes a gastar mais, que o português tradicional. No entanto, o que aconteceu, é que muitas unidades encerraram portas, quando podiam racionalizar os serviços prestados, ou mesmo a gestão da unidade de prestação de serviço, obviamente não podendo ficar com todos os recursos humanos, mas penso que certamente alguns ficariam com emprego, e saíram todos a ganhar neste caso, é caso para dizer, onde andam os gestores estratégicos e de marketing, neste caso? Devem estar também no desemprego, para dar lugar a lucros.</p>
<p>Não me espanta, que o desemprego, como acima enumerei continue a crescer, pois falta as pessoas terem a noção, que a economia já não é nacional, mas cada vez está mais globalizada, e que se deve ter em conta que os concorrentes hoje podem mesmo, estar à distância de um click (internet), e que devemos ter uma equipa coesa e com quem podemos contar para tudo.</p>
<p>Politicamente, penso que o governo, deve tomar uma posição, de modo, a tentar fazer com que o desemprego comece a decrescer, essencialmente nos casos dos jovens licenciados, que são um dos pilares mais importantes de sustentabilidade deste país.</p>
<p><strong>Deixo a questão: </strong>Mediante o Cenário Actual<strong>, </strong>Que Pensa do Aumento da Taxa de Desemprego?</p>
<p>Tenho Dito!</p>
<p>RT</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paraísos fiscais facilitam catástrofes ambientais]]></title>
<link>http://caderno.allanpatrick.net/2009/11/18/paraisos-fiscais-facilitam-catastrofes-ambientais/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 10:00:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>allanpatrick</dc:creator>
<guid>http://caderno.allanpatrick.net/2009/11/18/paraisos-fiscais-facilitam-catastrofes-ambientais/</guid>
<description><![CDATA[Nota do Editor deste Caderno: o Prestige foi um navio petroleiro que afundou na costa da Galícia, re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>Nota do Editor deste Caderno: o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prestige">Prestige</a> foi um navio petroleiro que afundou na costa da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Galiza">Galícia</a>, região no noroeste da Espanha. A dica desta entrada veio do <a href="http://www.laeuropaopacadelasfinanzas.com/2009/11/siete-anos-despues-seguimos-sin-juicio.html">La Europa Opaca de las Finanzas</a>.<br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Por Juan Hernandez Vigueras.</strong> Membro da Comissão sobre Paraísos Fiscais da <a href="http://www.attac.es/portalattac/">Attac/Espanha</a>. Artigo publicado na revista espanhola <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Cambio_16">Cambio 16</a> de 29 de Noviembre de 2004.</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_1845" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Supertanker_AbQaiq.jpg"><img class="size-medium wp-image-1845" title="Petroleiro" src="http://allanpatrick.wordpress.com/files/2009/11/petroleiro.jpg?w=300" alt="Petroleiro" width="300" height="109" /></a><p class="wp-caption-text">Navio petroleiro.</p></div>
<p style="text-align:justify;">Para a catástrofe do Prestige contribuiram, ao menos, quatro paraísos fiscais da lista da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Organização_para_a_Cooperação_e_Desenvolvimento_Econômico">OCDE</a>: Suíça, Liechtenstein, Libéria e Bahamas, nações que protegem o negócio da navegação dos riscos econômicos; sem contar os processos judiciais nos Emirados Árabes Unidos. Atualmente, o desgoverno da globalização financeira gera catástrofes cuja autoria nunca pode chegar a ser determinada por um juiz, mesmo após dois anos procurando os responsáveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Primeiro, a Suíça era sede do proprietário do petróleo, Crown Ressources AG, uma sociedade da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Holding"><em>holding</em></a> de oligarcas russos Alfa Group, por sua vez registrada em Liechtenstein, paraíso fiscal especializado em lavagem de dinheiro sujo; um grupo com negócios no setor bancário, de seguros, telecomunicações, bebidas, etc. Dois meses após a catástrofe, recebido o valor do seguro, dissolveu o Crown Ressources. Segundo, ao seguir a regra do <em>&#8220;one ship, one company&#8221;</em> (um barco, uma empresa), a proprietária do petroleiro era Mare Shipping Inc., uma sociedade de fachada com sede na Libéria, potência mundial em tamanho de frota mercante, mas um pequeno país sem inspetores de navios e cujo registro nos leva a uma empresa norteamericana de Nova Iorque. Terceiro, o Prestige utilizava a bandeira das Bahamas, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bandeiras_de_conveniência">conveniente</a> por ser de um país diferente do proprietário do barco. Por último, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Armador_(Marinha)">armador</a>, Universe Maritime Limited, sociedade grega vinculada ao mesmo grupo financeiro da proprietária, de quem havia fretado a embarcação.</p>
<p style="text-align:justify;">Essas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bandeiras_de_conveniência">bandeiras de conveniência</a> são um escândalo e um perigro denunciado pela <a href="http://www.itfglobal.org/">ITF</a>, Federação Internacional dos Trabalhadores em Transporte, porque possibilitam a exploração de tripulantes, mal pagos e com carga de trabalho vexatória, e o uso de embarcações precárias. O problema de fundo para a gestão marítima é que os navios são patrimônios móveis e, diante da competição por mais desregulamentação, os Estados eliminam normas e controles para que os armadores não se desloquem para outros países. Com a guerra fiscal entre nações, proliferam os paraísos fiscais <em>offshore</em> que sempre oferecem mais vantagens ao capital financeiro internacional, que procura as legislações mais vantajosas para maximizar sua rentabilidade, valendo-se de empresas fantasmas. Os custos humanos, econômicos e ecológicos, espalhados a torto e a direito, não tem importância.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>P.S.: deixamos ainda como sugestão de leitura a matéria <a href="http://www.elpais.com/articulo/espana/estan/responsables/Prestige/elpepiesp/20031226elpepinac_10/Tes">¿Dónde están los responsables del &#8216;Prestige&#8217;?</a> (Onde estão os responsáveis pelo Prestige?) do El País/Le Monde.</em></p>
<h3>Textos relacionados:</h3>
<p>- <a href="/2009/11/30/mercenarios-adoram-paraisos-fiscais/">Mercenários adoram paraísos fiscais</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como Gerir Bem Um Orçamento Familiar...Quais As Despesas em Que Podemos Cortar....]]></title>
<link>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/17/como-gerir-bem-um-orcamento-familiar-quais-as-despesas-em-que-podemos-cortar/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 10:10:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>hangover</dc:creator>
<guid>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/17/como-gerir-bem-um-orcamento-familiar-quais-as-despesas-em-que-podemos-cortar/</guid>
<description><![CDATA[Como Distribuir Um Orçamento Familiar.... Fonte: www.coopercredi-sp.org.br Hoje trago um artigo que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_999" class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><a href="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/crediescola.jpg"><img class="size-full wp-image-999" title="Orçamentos Familiar" src="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/crediescola.jpg" alt="Orçamentos Familiar" width="292" height="286" /></a><p class="wp-caption-text">Como Distribuir Um Orçamento Familiar....    Fonte: www.coopercredi-sp.org.br</p></div>
<p><strong>Hoje trago um artigo que achei pertinente, pela utilidade cada vez mais crescente na nossa sociedade, o artigo versa essencialmente de como distribuir o orçamento familiar, e os problemas inerentes a uma má gestão do mesmo, e da cada vez mais necessária educação financeira, passo a transcrever o mesmo, e de seguida faço um pequeno comentário.HojeHH</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>«Saiba como organizar o seu orçamento familiar</strong></p>
<p><strong>Verifique quanto é que cada despesa deve pesar nas contas da família</strong></p>
<p>A família paga seis mil euros de prestações por mês. O casal só tem um filho e recebe todos os meses 2500 euros de ordenados. Naturalmente, acumulou uma dívida de 150 mil euros em cartões de crédito e crédito pessoal. Não é crédito à habitação, nem do carro. Apenas despesas pontuais, como o tal LCD que fazia mesmo falta. Este é o retrato de mais uma família que deixou de controlar as contas, e as despesas passaram a controlar a família.</p>
<p>Assim que a responsável pelo gabinete de apoio ao sobreendividado, da DECO, perguntou se faziam um orçamento, responderam imediatamente: &#8220;Claro que sim, mentalmente&#8221;. &#8220;E por escrito?&#8221;, insistiu a especialista. &#8220;Não, isso nunca fizemos.&#8221;</p>
<p>Segundo a responsável é aqui que começa o problema. &#8220;É o primeiro grande erro das famílias portuguesas na hora de gerir o seu orçamento: não organizar um&#8221;, explicou Natália Nunes, do gabinete da associação de defesa dos direitos do consumidor, ao <em>i</em>.</p>
<p>Na verdade, a única forma de controlar as despesas é saber exactamente para onde está a ir o seu dinheiro. Por vezes, pequenas despesas que parecem insignificantes no final do mês, ou mesmo no fim do ano, podem representar uma quantia considerável do orçamento. Se não, vejamos. Por exemplo, três euros num pequeno-almoço todos os dias fora de casa, ao final de um ano significa quase 1100 euros a menos.</p>
<p>Por essa razão, deve apontar diariamente todas as suas despesas. Este é, aliás, um dos princípios básicos da organização e gestão das finanças pessoais: anotar todas as despesas, desde a prestação da casa até ao café. No final do mês, mesmo que não tenha sobrado nada, pelo menos irá saber para onde foi o dinheiro e quais as despesas que mais peso têm no orçamento.</p>
<p>Natália Nunes explica que é primeira coisa que faz com as famílias. Num folha, fazem um traço a meio, de um lado anotam tudo o que recebem e do outro todas as despesas que têm. &#8220;As pessoas não têm ideia de quanto gastam&#8221;, diz. &#8220;Ficam surpreendidas quando percebem que gastam mais do que recebem&#8221;, explicou a especialista.</p>
<p><strong>Reduzir e reajustar </strong>Para uma boa gestão das finanças da família também é essencial identificar as despesas desnecessárias e reduzi-las ou mesmo eliminá-las. &#8220;De que preciso realmente? Onde posso cortar?&#8221; são as perguntas que devem ser colocadas, adiantou Natália Nunes.</p>
<p>São várias as sugestões para reduzir alguns gastos nas diversas categorias do orçamento familiar. Mas nalgumas situações, apenas a mudança de atitude, como no caso da conta da água, luz ou gás, pode significar mais alguns euros poupados. É também importante manter as despesas dentro dos limites da respectiva categoria. Claro que não existe nenhum modelo ideal, apenas linhas orientadoras (ver gráfico). Cada família deve ajustar o orçamento às suas necessidades. Natália Nunes explica que os créditos, por exemplo, &#8220;não devem exceder os 40%&#8221;. Sendo que, no gráfico apresentado pelo <em>i</em>, o empréstimo da casa está inserido na categoria habitação, que deve pesar cerca de 35% do orçamento total. Com estes conhecimentos na carteira, é começar a cortar. E cortar outra vez, é a fase dolorosa.</p>
<p>Depois, até pode ser divertido, sobretudo se tem jeito para o negócio. &#8220;A maioria dos portugueses não sabe que pode negociar as condições dos seus contratos. Mas podem, e devem&#8221;, conta a responsável da DECO. &#8220;Deve renegociar-se o spread com o banco. Depois, fazer simulações noutros bancos. Se oferecerem melhores condições, voltar ao nosso banco, explicar as condições oferecidas e negociar novamente. Se as condições continuarem a ser melhores noutro sítio, não se deve hesitar na hora de mudar.&#8221; Alargar o prazo do empréstimo é outra opção, mas é preciso atenção. Embora a prestação mensal fique mais baixa, no final do contrato terá pago mais pelo empréstimo.</p>
<p>No dia-a-dia, há muito para fazer. Em casa, uma simulação no site da EDP pode ajudar a perceber qual o melhor tarifário disponível. Apesar da redução no preço dos combustíveis, os transportes públicos continuam a ser mais económicos. Se tiver mesmo de ir de automóvel, pode optar por partilhar a viagem com outras pessoas. O carsharing é uma óptima maneira de cortar nas despesas e está na moda. Esqueça o cartão de crédito e, nas transferências bancárias, dê sempre preferência à internet e ao multibanco para evitar as comissões. Quanto à alimentação, opte pelos produtos de marca branca. O ideal é que consiga também destinar uma fatia do seu orçamento à poupança, como uma qualquer outra categoria.</p>
<p>Quem segue estes conselhos, é pouco provável que acabe sentado em frente a Natália Nunes no gabinete da DECO. E terá, certamente, maior controlo das contas do orçamento familiar.»</p>
<p><em>In: </em><em><a href="http://www.ionline.pt/conteudo/33142-saiba-como-organizar-o-seu-orcamento-familiar">http://www.ionline.pt/conteudo/33142-saiba-como-organizar-o-seu-orcamento-familiar</a></em>, a 16 de Novembro de 2009, no Jornal I</p>
<p><strong>O meu comentário:</strong></p>
<p>Aqui está algo que deveriam dar até ao 9º ano, ou seja, a denominada educação financeira, que deveria estar prevista no âmbito da escolaridade mínima obrigatória.</p>
<p>Depois temos outra situação, presente na peça jornalística apresentada, é que notoriamente as pessoas que ficam em apertos financeiros, são as pessoas, que auferem rendimentos altos, ou seja, os considerados das classes média alta, pessoas que nunca se habituaram a fazer grandes contas às despesas, mas habituaram se a passar o cartão MB e especialmente o cartão de crédito e já está, a trocar de automóvel de 2 em 2 anos, etc, ou seja, são pessoas, que iam gastando, e a conta sempre foi cedendo dinheiro.</p>
<p>Muitas destas pessoas, esqueceram-se de inflações, incrementos de custo de vida, de crise, e muitas delas, por vezes auferem rendimentos variáveis, que possivelmente com a crise, apresentam um decréscimo, e logo, ficaram com menor rendimentos disponível.</p>
<p>Penso que a educação financeira, deveria ser algo, a ser ministrado, nos ciclos escolares de cariz obrigatório, pois é algo que os pais possivelmente podem ter dificuldades de apresentar aos filhos, pois estamos inseridos numa sociedade consumista, tal como, a educação sexual, por estarmos englobados numa sociedade de imagem e exploração do corpo.</p>
<p>Coisas elementares como saber gerir a nossa conta bancária, de forma que dê para vivermos, mas também se consiga poupar, não é algo difícil, tudo depende de custos de oportunidade e de saber gerir de forma correcta os nossos orçamentos. Se as classes mais baixas, que possuem pouca informação nestes casos, e que muitas delas conseguiram ter alguma coisa, foi através da gestão bancária correcta, mas nesse tempo, os bancos eram bem menos comerciais.</p>
<p>Ajudar as pessoas, dando formação, a explicar que os bancos estão mais comerciais, e que deve gerir bem os ordenados e as contas bancárias, de forma a conseguirem ter uma vida sem sobressaltos, é algo que tem que ser ministrado, tendo especial cuidado com as classes que nunca sentiram privações e hoje muitas delas estão em encruzilhadas.</p>
<p>Parabéns ao autor do artigo, penso que está bem enquadrado, com soluções  para os mais diversos acontecimentos.</p>
<p>Deixo um apelo, abram alas para cadeiras de educação financeira, existem muitos profissionais no desemprego para ajudar estas pessoas.</p>
<p><strong>Deixo a Questão:</strong> Tem por hábito realizar um orçamento familiar?</p>
<p>Tenho Dito!</p>
<p>RT</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Significado do Trabalho]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/o-significado-do-trabalho/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:04:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/o-significado-do-trabalho/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Café&#8221; por Candido Portinari (1903-1962) *Por Susan Cavallet, Cristiane Denardi, Edenir ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/cafe_portinari.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1427" title="Cafe_Portinari" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/cafe_portinari.jpg" alt="" width="500" height="331" /></a>&#8220;<em>Café</em>&#8221; por Candido Portinari (1903-1962)</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:right;"><strong>*Por Susan Cavallet, Cristiane Denardi, Edenir Dirken e Maria Elizabeth Haro.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">As atuais mudanças desen-cadeadas pela globalização são de tal forma revolucionárias que ultrapassam o boom tecnológico. O ser humano está sendo forçado a dar um salto evolucionário para o qual não teve tempo de se preparar. A História nos mostra períodos de inovações que exigiram adaptações quanto a conhecimentos, atitudes e habilidades, mais ou menos intensas, todas sem precedentes. A Revolução Industrial é um exemplo clássico. Entretanto, a presente metamorfose nos impõe exigências de tal forma urgentes e volumosas que o impacto psicológico e social não pode ser ainda completamente avaliado ou previsto, pois estamos em meio ao processo. Pode-se apenas senti-lo e observá-lo à flor da pele das pessoas e das instituições sociais na forma de insegurança, opressão, e remotas esperanças de um futuro melhor.</p>
<p style="text-align:justify;">A busca desta adaptação tem sido colocada como prioritária pelo homem moderno, como condição de sobrevivência. Parecem não haver alternativas a curto prazo, a não ser a de interagir com o movimento. Empresas e empregados respondem procurando se antecipar às necessidades, antevendo novas regras de mercado, propondo outras realidades, concretas e virtuais. É preciso desenvolver novos valores, tecnologias e produtos, a fim de alcançar parâmetros mínimos de competitividade e subsistência. Uma palavra constantemente pronunciada, e que se tornou lei, é velocidade. Não basta saber, é preciso saber antes. Não basta fazer, é preciso fazer antes. Até mesmo o vocabulário de alguém que se pretende atualizado é foco de atenção cuidadosa, visto que num período curtíssimo de tempo se torna obsoleto, diferenciando informados e &#8220;des&#8221;-informados.</p>
<p style="text-align:justify;">É neste meio ambiente que surge a questão da relação do homem com o seu produto. Afirma CODO (1995,p. 141)  que trabalho é o ato de depositar significado humano à natureza. Complementa a afirmação ao apontar que, numa sociedade baseada na cooperação e na troca, trabalho é o ato de depositar significado social à natureza. Ao produzir, o homem transforma a natureza e é por ela transformado. Seu produto o representa e o reapresenta. A própria sociedade é criada e tem seus valores modelados pelas formas de produção.</p>
<p style="text-align:justify;">Como forma de expressão do homem, o trabalho pode ser comparado à arte. É a manifestação de algo interno que se apresenta na concretização do esforço despendido, expondo crenças, atitudes e valores. Este princípio é válido tanto para aquele satisfeito com seu trabalho quanto para o insatisfeito. No primeiro caso, o sujeito alienado de si mesmo exterioriza seus preceitos de submissão ou acomodação ao sistema. No segundo, atualiza seu potencial, no dizer de ROGERS (1961) o que o coloca no caminho da individuação, e, portanto da realização pessoal.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O trabalho como autoexpressão &#8211; origens</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A noção de que o trabalho é uma das formas mais profundas de expressão humana em contrapartida a de que seria apenas um ato de sobrevivência, não é nova, e está profundamente arraigada em hipóteses criadas, testadas e sedi-mentadas pelo indivíduo no decorrer de sua história. A teoria do desenvolvimento de  ERICKSON (1976, p.227) mostra que em sucessivas etapas da elaboração da identidade surge o aspecto da produção individual. À medida que o ser humano se desenvolve e entra em contato com a realidade dos papéis sociais, percebe que sua inserção na sociedade pressupõe desempenhos. Ser alguém está intimamente associado a fazer algo.</p>
<p style="text-align:justify;">A necessidade de reconhecimento ou confirmação surge muito cedo. Os movimentos inicialmente desordenados do recém-nascido, respondendo basicamente a estímulos biológicos, vão aos poucos sendo substituídos por ações intencionais em tentativas de comunicação organizada, isto é, com o objetivo de traduzir conteúdos internos &#8211; sensações, desejos, necessidades. Os feedbacks fornecem referências que auxiliam a criança a se situar no mundo. É através desta interação que se passa de um estado de indiferença com o meio para o de diferenciação, dando lugar ao reconhecimento do ser individual, separado do todo. O processo é longo, está fundamentado no agir e na percepção particular da ação, e culmina com a construção da base da identidade individual.</p>
<p style="text-align:justify;">Nestes primeiros anos, o agir se dá em função do prazer da exploração e do movimento, as descobertas são surpresas e a intencionalidade decorre de uma exuberante imaginação. A meta é conhecer o ambiente, seu conteúdo e funcionamento, sendo estas  experiências as que dão origem aos traços primários da auto-imagem. Segundo a teoria, o sucesso ou fracasso nestas  empreitadas trarão consigo os sentimentos de confiança ou desconfiança básicas, autonomia ou vergonha e dúvida, e iniciativa ou culpa. São o alicerce da identidade, protótipos de futuras elaborações. As próximas etapas estão já, portanto, influenciadas por este substrato.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma vez que a exploração do meio permita um certo nível de domínio, a criança entra numa nova fase. Descobre que ao desenvolver &#8220;habilidades e tarefas que excedem em muito os limites da mera expressão prazerosa de seus modos orgânicos ou o prazer que lhe causa o funcionamento de seus membros&#8221; (ERICKSON, 1976,p.238) encontra aceitação e aprovação. No período que corresponde ao que FREUD identificou como latência, inicia a busca da industriosidade. Substitui o brincar desordenado por atividades mais planejadas, e aprende que  fazer coisas conquista consideração. Coincide com a época em que começa a receber instrução escolar mais sistematizada, e percebe que os limites de seu ego incluem suas ferramentas e habilidades (ERICKSON). Produzir passa a ser ao mesmo tempo um prazer e um meio. O agir intencionalmente para atingir um objetivo é em si agradável, ao mesmo tempo que proporciona a abertura para situações também gratificantes &#8211; o intercâmbio com o grupo, a concretização de um ideal através do produto elaborado, e a aprovação individual e social. É o primeiro contato objetivo com o mundo do trabalho. A criança estará exposta a oportunidades que tanto poderão comprovar suas possibilidades de industriosidade quanto de conduzi-la a sentimentos de inadequação e inferioridade. A comprovação de que  é capaz de produzir facilita a inserção e locomoção no grupo social, e o fracasso nas habilidades de produção desencoraja a participação no grupo e no mundo das ferramentas. O insucesso traz à tona raivas submersas decorrentes da frustração dos impulsos. Ao completar esta etapa, o indivíduo terá acrescentado à sua identidade ou a condição de capacidade de produção ou a de sentimento de mediocridade e inadequação, já agregados de frustração e raiva.</p>
<p style="text-align:justify;">Na adolescência, a soma de mudanças biopsicossociais levam a um verdadeiro tumulto. Novas maneiras de ver, sentir e pensar o mundo pressionam no sentido de uma definição, e o sujeito se cobra e é cobrado quanto a posiciona-mentos. É preciso agora saber quem ele é realmente, o quê quer e para quê quer. Uma gama de papéis deve se tornar nítida para o indivíduo e para a sociedade. É indiscutível a importância da sexualidade nesta fase, cuja atividade ocorre no sentido de delinear parâmetros de comportamento que virão a interferir inclusive no campo profissional. A outra questão que surge como fundamental é &#8220;o quê ele vai ser&#8221; &#8211; profissionalmente. A escolha do futuro campo de trabalho pretende conciliar fatores tão diferentes quanto habilidades, tendências, necessidades, preferências e busca de status social. A força da expectativa dos ideais edificados nesta fase será forte impulso durante toda a vida produtiva. Como na infância se desenvolveram protótipos de alguns sentimentos ligados à identidade, também aqui são elaborados os ideais em estado puro. A perda do contato com estes sonhos, o fracasso, distanciamento ou a impossibilidade de levá-los adiante é o que no futuro gerará frustração e mediocridade profissionais. É o ideal construído nesta fase que permeará o trabalho vocacionado, mesmo que este venha a sofrer redirecionamentos no decorrer da vida laboral, porque fornece o sentido e a razão de uma busca. É a crença que oferece significado aos futuros empreendimentos.</p>
<p style="text-align:justify;">A partir da entrada efetiva no mundo do trabalho, o adulto começa a testar e validar as expectativas criadas. Os ideais traçados nas fases anteriores, ainda em estado bruto, passam por uma verificação, podendo sofrer adaptações de acordo com as circunstâncias. Permanecendo a essência intacta, isto é, podendo o sujeito utilizar seu potencial, somado à automotivação, o fazer profissional poderá se encaminhar para uma resolução satisfatória. Isto só se realiza se, no dizer de KIERKGAARD (in ROGERS, 1961), pode-se &#8220;ser o que realmente se é&#8221;, e quando nos referimos a trabalho, isto significa atuar de forma a explorar e desenvolver as próprias capacidades e interesses inerentes.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O trabalho hoje</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Os avanços tecnológicos, em princípio com objetivos de &#8220;humanizar&#8221; a vida, têm colocado o homem numa situação paradoxal. Se, por um lado, é verdade que hoje é possível trabalhar em condições mais amenas fisicamente, e até mesmo por vezes bastante agradáveis, também é verdade que &#8220;a ciência manipulada das relações humanas, que tenta precisamente dar uma imagem agradável ao labor, pretende afastar somente o sentido de alienação e não a própria alienação&#8221; (HELLER, 1997, p.170).</p>
<p style="text-align:justify;">Dentro do contexto atual, onde a ameaça à territorialidade profissional está presente, a competência é infinita e constantemente testada e os mais fortes impulsos competitivos são estimulados, como é possível  esperar que se mantenha o contato consigo mesmo, como fazia o artesão da Idade Média ou o agricultor, através da sintonia com produto? Será que o homem ainda espera encontrar sentido naquilo que faz ou está definitivamente cindido? Há sintomas evidentes de que a ação mecânica sem significação tem sido tolerada somente dentro do ambiente de trabalho, provavelmente pelo que MASLOW apontaria como ligado à satisfação da necessidade de sobrevivência. Fora deste ambiente, entretanto, é que a grande massa de trabalhadores dá o melhor de si, executando atividades automotivadas que realmente preenchem e conduzem à satisfação interna.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>Trabalho é mais do que emprego, é o ato de atribuir significado ao meio, portanto a si mesmo e ao outro</em>&#8220;. CODO (in DAVEL, 1995, p.165).</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo CODO (in DAVEL, 1995, p.142) para que o indivíduo se reconheça e ao outro, é preciso que esteja conectado a seu produto e, dessa forma, a si mesmo. Já na infância aprendeu a valorizar o que faz para interagir, e ao mesmo tempo conquistar espaço e afirmação. Ao desconectar-se, a individualidade se dilui, perante o outro e perante o mundo. Sem estes contatos é difícil sentir a si próprio. A crise contemporânea, verdadeira epidemia, revela um momento histórico ultrapassado, cujas premissas básicas que fundamentaram a produção em massa característica de nosso século caem por terra. Outro século começa a despontar, trazendo consigo muito mais buscas do que respostas, já que a alienação permanece subjacente.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O que fornece significado ao trabalho é o propósito pelo qual ele é executado. É individual e intransferível, sendo, portanto, claramente específico para cada ser humano. O que diferencia uma simples atividade do trabalho em si é a razão de sua realização. O trabalho deve preencher um porquê, uma finalidade e um valor (ANGERS, 1998, on line). A razão pela qual executamos algo está vinculada a quem somos e como estamos no mundo: como nos sentimos a respeito de nós mesmos, e de que forma aquilo que fazemos impacta no mundo. O trabalho tem em si um valor intrínseco. Não é necessário que o produto seja &#8220;útil&#8221; ou &#8220;prático&#8221;. A arte é também trabalho porque expressa seu criador, interfere no ambiente e é automotivada. O que o sujeito faz expressa o que ele é no mundo, definindo-o parcialmente &#8211; levando em conta que a realização não se determina somente a partir do trabalho. A ação com significado possibilita o respeito para consigo mesmo e para com o outro, e sentimentos como esperança, dignidade, mutualidade e oportunidade de acesso a outras áreas.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1990, o <em>American Psychologist</em> publicou que o <em>The National Institute for Ocupational Safety and Health </em>(NIOSH), nos EUA, reconhece as desordens psicológicas ocupacionais como um problema prioritário. Dentre os fatores determinantes desta situação está sem dúvida a questão do significado, pois é ele quem diferencia o trabalho compulsório daquele natural e agradável. Esta parece ser uma idéia atemporal, que independe de cultura, nível social ou local.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com BONSUCESSO (1997, p.16), ao atribuir valor a seu fazer profissional, o indivíduo leva em conta:</p>
<p style="text-align:justify;">• opção pessoal &#8211; a escolha da profissão (por vezes compulsória);<br />
• montante de esforço físico e intelectual;<br />
• monotonia ou variação;<br />
• relação entre o que faz e o todo;<br />
• possibilidade de criação e auto-realização;<br />
• status na organização e na sociedade;<br />
• nível de remuneração.</p>
<p style="text-align:justify;">O vínculo se dá a partir do momento em que o trabalho mostra relação com as expectativas, interesses pessoais, e perspectivas de crescimento pessoal e profissional. O nível de comprometimento, e porquanto da qualidade do produto, estão diretamente afetados pelo sentido que faz na vida do sujeito o objeto de seu trabalho. O fato de que a maioria dos trabalhadores hoje não consegue visualizar sentido em seu trabalho, não significa que a simples sobrevivência basta. O indivíduo deixa para &#8220;viver a vida&#8221; fora do contexto ocupacional, indicando que o vazio precisa ser preenchido de alguma forma. Defronta-se com conflitos como: não dever esperar do trabalho mais do que ele lhe pode oferecer, pois é apenas uma parte da vida, ao mesmo tempo em que se obriga a ter que se dedicar cada vez mais a ele, em tempo e energia. O desequilíbrio ocasionado pelo peso maior colocado neste papel traz conseqüências pessoais e sociais, atingindo diretamente a qualidade de vida pessoal, familiar e comunitária. Em última instância, o próprio trabalho tende a ser prejudicado porque é mantido a partir de um superfuncionamento, em detrimento do subfuncionamento dos aspectos pessoais do indivíduo. A repercussão, seja em nível técnico, seja em nível interpessoal, é inevitável.</p>
<p style="text-align:justify;">A crise atual de valores, as buscas de respostas mágicas, a corrida ao misticismo, a procura do significado da vida, por vezes de formas tão tortuosas, demonstram claramente que anseios profundos do ser humano têm sido amplamente desconsiderados pela sociedade atual. Longe de reduzir a problemática humana às questões do trabalho, não se pode, entretanto, negar que é basicamente a partir dele que o homem se expressa e sobrevive. O espaço que o trabalho ocupa na vida de qualquer ser humano produtivo é imensamente maior do que o de subsistência pura e simples. Quer a ele seja agregado prazer ou desprazer, jamais passa desapercebido. Ou é uma carga a ser angustiadamente carregada, ou um meio de se atingir uma meta maior, parte de um objetivo de vida.</p>
<p style="text-align:justify;">*<strong>Susan Regina Raittz Cavallet</strong> é administradora pela FUOC, especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela PUC-PR, consultora em desenvolvimento pessoal e organizacional.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*Cristiane Denardi</strong> é psicóloga pela Universidade Tuiuti, especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela PUC-PR, consultora autônoma.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*Edenir Cristina Dirken </strong>é psicóloga pela UFPR, especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela PUC-PR, consultora pelo Senac.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*Maria Elizabeth Nickel Haro</strong> é psicóloga pela PUC-PR, psicoterapeuta sistêmica – clínica comportamental, formação em psicodrama e terapia comporta-mental, especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela PUC-PR, consultora em desenvolvimento pessoal e organizacional – Interpess Assessoria.</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Fonte: <a href="http://www.sanepar.com.br" target="_blank">Sanepar </a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AINDA O BRASIL NA MODA (2)]]></title>
<link>http://josemauronunes.wordpress.com/2009/11/15/ainda-o-brasil-na-moda-2/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 01:20:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jose Mauro Nunes</dc:creator>
<guid>http://josemauronunes.wordpress.com/2009/11/15/ainda-o-brasil-na-moda-2/</guid>
<description><![CDATA[Ainda no embalo do post anterior, vejam só que a Madonna virou &#8220;arroz de festa&#8221; aqui no ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://josemauronunes.wordpress.com/files/2009/11/2012_cristo.jpg"><img src="http://josemauronunes.wordpress.com/files/2009/11/2012_cristo.jpg?w=199" border="0" alt="" /></a>
<div style="text-align:justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-family:'trebuchet ms';">Ainda no embalo do <i>post</i> anterior, vejam só que a <b>Madonna</b> virou &#8220;arroz de festa&#8221; aqui no Rio de Janeiro, e o Cristo Redentor é uma das maravilhas mundiais sumariamente destruídas no filme-catástrofe <b>2012</b>, recém-estreado nos cinemas brasileiros, cuja trama é baseada na profecia apocalíptica do fim do mundo prevista no calendário maia.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-family:'trebuchet ms';"><br /></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-family:'trebuchet ms';">Definitivamente, o Brasil está na crista da onda! Para o bem e para o mal&#8230;</span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[«A World Without Water»]]></title>
<link>http://caracolcaracol.wordpress.com/2009/11/30/a-world-without-water/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 18:42:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>caracolcaracol</dc:creator>
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<description><![CDATA[Documentário de Brian Woods, 2006, sobre a privatização da água.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Documentário de Brian Woods, 2006, sobre a privatização da água.</p>
<p><span style='text-align:center;display:block;'><object width='400' height='330' type='application/x-shockwave-flash' data='http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=3930199780455728313'><param name='allowScriptAccess' value='never' /><param name='movie' value='http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=3930199780455728313'/><param name='quality' value='best'/><param name='bgcolor' value='#ffffff' /><param name='scale' value='noScale' /><param name='wmode' value='window'/></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[the world without water]]></title>
<link>http://caracolcaracol.wordpress.com/2009/11/30/the-world-without-water/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:41:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>caracolcaracol</dc:creator>
<guid>http://caracolcaracol.wordpress.com/2009/11/30/the-world-without-water/</guid>
<description><![CDATA[Brian Woods, 2006 &nbsp;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Brian Woods, 2006</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[«Flow - the love of water»]]></title>
<link>http://caracolcaracol.wordpress.com/2009/11/30/flow-the-love-of-water/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:58:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>caracolcaracol</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um documentário de 2008, da autoria de Irena Salina, que retrata a privatização dos recursos hídrico]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um documentário de 2008, da autoria de Irena Salina, que retrata a privatização dos recursos hídricos no mundo.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/W1j_LO7mrAQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/W1j_LO7mrAQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>(ver continuação no youtube)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Todos os sotaques de Lisboa num festival]]></title>
<link>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/30/todos-os-sotaques-de-lisboa-num-festival/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 10:17:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaquimribeiro</dc:creator>
<guid>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/30/todos-os-sotaques-de-lisboa-num-festival/</guid>
<description><![CDATA[Já não constitui novidade. Nos últimos anos Portugal, em particular Lisboa, foi tomando consciência ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Já não constitui novidade. Nos últimos anos Portugal, em particular Lisboa, foi tomando consciência de que a sua paisagem humana estava a modificar-se. Está mais diversa. Começou com a emigração africana, depois a brasileira e, mais recentemente, a do Leste da Europa.</p>
<p>Esse panorama, em temos culturais, tem sido reflectido na actividade de uma série de agentes que se movem pelas diversas áreas criativas. Entre os eventos que têm tentado enquadrar esta realidade encontra-se o Lisboa Mistura, uma ideia e organização da associação Sons da Lusofonia, que conhece a sua terceira edição.</p>
<p><strong>NOTÍCIA COMPLETA:</strong> Jornal <a href="http://www.publico.clix.pt/Cultura/s-luiz-em-lisboa-recebe-o-festival-lisboa-mistura_1411818" target="_blank">Público</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A surpreendente flexibilidade táctica dos talibãs no Afeganistão]]></title>
<link>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/28/a-surpreendente-flexibilidade-tactica-dos-talibas-no-afeganistao/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 12:28:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaquimribeiro</dc:creator>
<guid>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/28/a-surpreendente-flexibilidade-tactica-dos-talibas-no-afeganistao/</guid>
<description><![CDATA[Por: Patrick Porter (Le Monde Diplomatique) Enquanto o exército paquistanês lança uma grande ofensiv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por: Patrick Porter (Le Monde Diplomatique)</p>
<p>Enquanto o exército paquistanês lança uma grande ofensiva no Vaziristão Sul, nos Estados Unidos intensifica-se o debate sobre o futuro do envolvimento no Afeganistão. Muitos comentadores estabelecem um paralelo com o atoleiro americano no Vietname. No terreno, as tropas estrangeiras enfrentam um inimigo que, para lá da retórica religiosa, dá provas de pragmatismo, tanto no plano táctico como político.</p>
<p><strong>Ler texto completo em português <a href="http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=9&#38;id_noticia=120229" target="_blank">aqui</a><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DI 3544 - Um mundo só: é a hora de sonhar?]]></title>
<link>http://resumosinmetro.wordpress.com/2009/11/28/di-3544-um-mundo-so-e-a-hora-de-sonhar/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 11:37:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>gevieira</dc:creator>
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<description><![CDATA[A velocidade com que a atual crise global se espalhou é prova de que o mundo encolheu. No entanto, c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A velocidade com que a atual crise global se espalhou é prova de que o mundo encolheu. No entanto, com igual rapidez, ressurgem xenofobia, protecionismo e outros fantasmas do passado. Como pensar em um mundo sem fronteiras, quando cada país ou bloco se rege por suas próprias leis, sem levar em conta os prejuízos que podem causar aos demais? Este texto apresenta um grupo de especialistas em questões ligadas ao futuro do mundo. Como pode ser constatado, na visão idealista de que a sociedade planetária pode sobreviver e melhorar. Dão uma visão geral de como o Brasil poderá desempenhar, como potência emergente, nesse novo mundo que se delineia.</p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">Um mundo só: é a hora de sonhar? Revista ESPM, São Paulo, maio/jun./2009, n° 3, p. 90-103 </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DI 3543 - O poder econômico e a configuração do sistema internacional ]]></title>
<link>http://resumosinmetro.wordpress.com/2009/11/28/di-3543-o-poder-economico-e-a-configuracao-do-sistema-internacional/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 11:36:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>gevieira</dc:creator>
<guid>http://resumosinmetro.wordpress.com/2009/11/28/di-3543-o-poder-economico-e-a-configuracao-do-sistema-internacional/</guid>
<description><![CDATA[A partir da configuração do poder econômico como o principal fator a decidir como serão as relações ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A partir da configuração do poder econômico como o principal fator a decidir como serão as relações internacionais, novos desafios surgem: o poder econômico modificará a forma como as relações internacionais ocorrem, modificando a estrutura sistêmica internacional, ou será apenas uma mudança na forma como se expressa, preservando a atual posição das principais potências? Isolar e discutir as dimensões que formam Poder Econômico é o objetivo deste artigo.</p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">CINTRA, Rodrigo. O poder econômico e a configuração do sistema internacional. Revista ESPM, São Paulo, maio/ jun./2009, n° 3, p. 56-61 </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DI 3541 - A responsabilidade social e o mercado internacional]]></title>
<link>http://resumosinmetro.wordpress.com/2009/11/28/di-3541-a-responsabilidade-social-e-o-mercado-internacional/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 11:29:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>clsales</dc:creator>
<guid>http://resumosinmetro.wordpress.com/2009/11/28/di-3541-a-responsabilidade-social-e-o-mercado-internacional/</guid>
<description><![CDATA[O artigo procura analisar o cenário mundial e relacioná-lo com a crise financeira internacional, ava]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O artigo procura analisar o cenário mundial e relacioná-lo com a crise financeira internacional, avaliando seus impactos e conseqüências no Brasil. Discute as relações entre os diferentes níveis de responsabilidade social e destaca a necessidade de as empresas compreenderem seus papéis econômico e social no contexto da realidade do mercado aberto. Finalmente, efetua a análise das práticas desenvolvidas nos âmbitos governamental e corporativo, sobretudo focando a realidade do fim dos empregos estruturais e a importância das micro e pequenas empresas.</p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">KUAZAQUI, Edmir. A responsabilidade social e o mercado internacional. Revista ESPM, São Paulo, maio/jun./2009, n° 3, p. 44-49</span></p>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">
<table class="form-table ie-fixed">
<tbody>
<tr>
<td>
<div class="pre">DI 3541 &#8211; A responsabilidade social e o mercado internacional</div>
</td>
</tr>
<tr>
<th scope="row">Conteúdo</th>
<td>
<div class="pre">O artigo procura analisar o cenário mundial e relacioná-lo com a crise financeira internacional, avaliando seus impactos e conseqüências no Brasil. Discute as relações entre os diferentes níveis de responsabilidade social e destaca a necessidade de as empresas compreenderem seus papéis econômico e social no contexto da realidade do mercado aberto. Finalmente, efetua a análise das práticas desenvolvidas nos âmbitos governamental e corporativo, sobretudo focando a realidade do fim dos empregos estruturais e a importância das micro e pequenas empresas. KUAZAQUI, Edmir. A responsabilidade social e o mercado internacional. Revista ESPM, São Paulo, maio/jun./2009, n° 3, p. 44-49 DI 3542 &#8211; Mudança de paradigma – crise e oportunidade em três ondas A crise financeira internacional impõe a necessidade de os analistas se voltarem mais para as questões de fundo do atual cenário, afastando-se do sobe-e-desce das telas da Bloomberg. O trabalho procura traçar um panorama das transformações das formas de intervenção do Estado, produzindo diferentes arranjos de interface público-privada que resultaram em diferentes paradigmas, responsáveis pelo exercício do poder hegemônico no curso da história. Sob esta perspectiva, é possível decifrar a urgência de um padrão regulatório de intervenção a se construir nos escombros do atual desarranjo institucional MATOS, João Boaventura de. Mudança de paradigma – crise e oportunidade em três ondas. Revista ESPM, São Paulo, maio/jun./2009, n° 3, p. 50-54 DI 3543 &#8211; O poder econômico e a configuração do sistema internacional A partir da configuração do poder econômico como o principal fator a decidir como serão as relações internacionais, novos desafios surgem: o poder econômico modificará a forma como as relações internacionais ocorrem, modificando a estrutura sistêmica internacional, ou será apenas uma mudança na forma como se expressa, preservando a atual posição das principais potências? Isolar e discutir as dimensões que formam Poder Econômico é o objetivo deste artigo. CINTRA, Rodrigo. O poder econômico e a configuração do sistema internacional. Revista ESPM, São Paulo, maio/ jun./2009, n° 3, p. 56-61 DI 3544 &#8211; Um mundo só: é a hora de sonhar? A velocidade com que a atual crise global se espalhou é prova de que o mundo encolheu. No entanto, com igual rapidez, ressurgem xenofobia, protecionismo e outros fantasmas do passado. Como pensar em um mundo sem fronteiras, quando cada país ou bloco se rege por suas próprias leis, sem levar em conta os prejuízos que podem causar aos demais? Este texto apresenta um grupo de especialistas em questões ligadas ao futuro do mundo. Como pode ser constatado, na visão idealista de que a sociedade planetária pode sobreviver e melhorar. Dão uma visão geral de como o Brasil poderá desempenhar, como potência emergente, nesse novo mundo que se delineia. Um mundo só: é a hora de sonhar? Revista ESPM, São Paulo, maio/jun./2009, n° 3, p. 90-103 MANUTENÇÃO DI 3545 &#8211; MPT – Manutenção Produtiva Total: uma importante ferramenta de gestão da cadeia produtiva A manutenção produtiva total (MPT) deve ser vista como uma importante função dentro da política estratégica empresarial na obtenção de resultados de uma organização, de modo que a empresa possa atingir índices competitivos de mercado referentes à qualidade e produtividade. Este artigo, dividido em duas partes, introduz de forma didática a manutenção produtiva total, iniciando com os princípios da manutenção industrial e concluindo, na segunda parte, com a estrutura e implantação da MPT nas empresas. SOUZA, Alexandre de. MPT – Manutenção Produtiva Total: uma importante ferramenta de gestão da cadeia produtiva. Ferramental, SP, maio./jun./2009, n° 23, p. 37- 43 DI 3546 &#8211; Manutenção de instalações elétricas: atribuições dos responsáveis à luz da NR 10 Instalações elétricas dos mais variados portes existem em praticamente todos os ramos da atividade econômica, incluindo unidades de geração, transmissão e distribuição de energia, além de empresas consumidoras nas mais diversas áreas, como construção, indústrias em geral e comércio. Em todas essas instalações existem equipamentos eletroeletrônicos e pessoas que zelam pela sua continuidade operacional. São essas pessoas que compõem a manutenção elétrica da organização. Neste artigo, discute-se algumas das demandas que uma manutenção elétrica requer de seu responsável técnico e quem pode desempenhar este papel, à luz da NR 10. TRINDADE, Maurício. Manutenção de instalações elétricas: atribuições dos responsáveis à luz da NR 10. Lumière Eletric, São Paulo, maio./2009, n° 133, p. 84-88 MARKETING DI 3547 &#8211; 100 anos de marketing Neste final da primeira década do Século XXI, o Marketing comemora 100 anos de existência como consagrada estratégia empresarial e importante disciplina dos cursos universitários na área de negócios. Esta reportagem mostra a fascinante jornada dessa ferramenta, largamente conhecida hoje em todos os segmentos do varejo ao atacado. Inicia-se mostrando as raízes do marketing e o seu nascimento oficial; sua evolução através dos tempos, década por década, a partir dos anos 50, até os anos 2000; termina com uma reflexão sobre o futuro do marketing. 100 anos de marketing. ROCHA JR., Ismael; et al. Revista ESPM, São Paulo, maio/jun./2009, n° 3, p. 1 16-125 DI 3548 &#8211; Custo por mil? Eu quero ver o cliping As novas relações estabelecidas entre as marcas/produtos e os consumidores, por meio das diversas arenas da comunicação e principalmente, pelas redes sociais digitais criaram uma nova dinâmica de comunicação, onde o objetivo não é mais apenas entregar um conteúdo ou um impacto, mas, efetivamente, criar valor neste processo de trocas, de forma que os usuários possam usar esses conteúdos como moedas sociais nos ambientes e redes de que façam parte. Neste sentido, os tradicionais métodos e métricas de aferição da mensagem publicitária (notadamente o Custo por Mil), são questionados como parâmetro de eficiência e retorno, na medida em que não conseguem detectar a construção deste capital social, nas diversas mídias existentes. Custo por mil? Eu quero ver o cliping. Revista ESPM, São Paulo, maio/jun./2009, n° 3, p. 104-109 MEIO AMBIENTE DI 3549 &#8211; As negociações internacionais sobre mudanças climáticas em momento de crise O ano de 2009 será muito importante para as negociações internacionais sobre a limitação das emissões de gases de efeito estufa. Uma grande conferência será realizada em Copenhague, em dezembro deste ano, da qual se espera que dê um passo decisivo para adotar um acordo sucessor ao de Kyoto e mais capaz de apresentar soluções eficazes para a grave questão das mudanças climáticas. Na expectativa de que resultados positivos surgirão nessa reunião, o artigo traz uma visão geral da situação atual que se encontra o planeta. LAMPREIA, Luiz Felipe. As negociações internacionais sobre mudanças climáticas em momento de crise. Revista ESPM, São Paulo, maio/jun./2009, n° 3, p. 62-65 DI 3550 &#8211; Amazônia massacrada Você já pensou que não só bifes, mas bolsas, sapatos de couro e produtos de beleza, além de outros tantos, colaboram para a devastação da Amazônia devido ao estabelecimento da pecuária na região? Recente relatório intitulado “Farra do boi na Amazônia”, divulgado oficialmente pela ONG Greenpeace, mostra as consequências dessa cadeia devastadora, gerando subsídios para várias multinacionais em todo mundo. Amazônia massacrada. Revista do Idec, São Paulo, jun./2009, n° 133, p. 28-31 NORMALIZAÇÃO DI 3551 A norma BS 8900:2006 O British Standars Institution (BSI) desenvolveu uma norma para a gestão do desenvolvimento sustentável e suas diretrizes podem ajudar as organizações na construção de uma abordagem equilibrada e duradoura da atividade econômica, da responsabilidade ambiental e do progresso social. Este artigo traz um breve relato sobre a norma BS 8900:2006 – Diretrizes para Gestão do Desenvolvimento Sustentável. A norma BS 8900:2006. Banas Qualidade. São Paulo, maio/2009, n° 204, p. 48-49 DI 3552 &#8211; Análise de riscos durante a qualificação de equipamentos A atividade de Análise de Riscos durante a fase de qualificação de equipamentos ou sistemas sempre foi uma atividade recomendada em várias normas internacionais. O que mudou é que de agora em diante a Análise de Riscos deixa de ser uma recomendação e passa a ser uma exigência nas futuras inspeções internacionais e nacionais. Este artigo tem por objetivo principal descrever as etapas de uma Análise de Riscos. ARAGÃO, Viviane. Análise de riscos durante a qualificação de equipamentos. Controle de Contaminação, São Paulo, jun./2990, n° 122, p. 22-25 DI 3553 &#8211; Mudanças simples, mas profundas na ISO 9001:2008 Ao longo destes últimos 21 anos, as organizações de todos os países e ramos de negócio adotaram a certificação de seus Sistemas de Gestão da Qualidade segundo a ISO 9001 para ampliar a confiabilidade dos produtos ou serviços fornecidos aos seus parceiros de negócios, para selecionar os seus fornecedores, para garantir o atendimento aos requisitos contratuais, legais e regulamentares. Em função disto, a ISO revisa periodicamente a norma. O artigo apresenta uma visão sobre as mudanças efetivas e as possíveis implicações no Sistema de Gestão da Qualidade atual e em sua certificação. BRANCHINI, Odecio J. G. Mudanças simples, mas profundas na ISO 9001:2008. Banas Qualidade. São Paulo, jun./ 2009, n° 205, p. 16-21 DI 3554 &#8211; Importando soluções Na concepção de um projeto de grande porte como hospitais, condomínios e estádios está normalmente incluída a instalaçao de grupos geradores, com o objetivo de garantir que não ocorrerá blackout, falta de energia, aumento de custo de energia, etc. Porém, garantir a qualidade do fornecimento de energia não depende apenas dos grupos geradores, mas também da maneira em que é feita a transferência da energia da rede de distribuição para esses geradores. Este artigo traz as características dos equipamentos de transferência automática fabricados de acordo com a norma NBR IEC 60947-6-1 Importando soluções. Lumière Eletric, São Paulo, jun./2009, n° 134, p. 34-36 QUALIDADE DI 3555 &#8211; Liderança para alto desempenho “As empresas excelentes são aquelas que tem executivos que usam as suas inteligências e competências para mudar a realidade e entregar resultados cada vez melhores.” O artigo traz uma abordagem pragmática dos elementos de gestão que, devidamente alinhados, podem conduzir quaisquer organizações a resultados maiores e melhores, mesmo inseridas dentro de uma crise econômica global. NASCIMENTO, Luiz Otávio da Silva. Liderança para alto desempenho. Revista ESPM, São Paulo, maio/jun./2009, n° 3, p. 110-115 DI 3556 &#8211; O Inmetro e asua relação de 36 anos com o mercado Depois de ser criado em 1973 como autarquia federal vinculada ao Ministério da Indústria e Comércio – MIC, o Inmetro passou nestes últimos anos por um processo de modernização que exigiu a formulação do modelo de gestão a ser adotado durante o processo de mudanças. Esta reportagem traz o depoimento do presidente do Inmetro, João Jornada, que fala, entre outros assuntos, da criação do órgão e sua história; do primeiro programa de formação de recursos humanos para a área de metrologia científica, industrial e legal (1975/1976); do seu Plano de Modernização, iniciado em 1997; das suas competências e atribuições atuais e dos desafios superados nestes anos para que o órgão tivesse reconhecimento no Brasil e internacionalmente. O Inmetro e a sua relação de 36 anos com o mercado. Banas Qualidade, São Paulo, jun./2009, n° 205, p. 34-40 DI 3557 &#8211; Os 22 anos da ISO 9001 e da qualidade no Brasil Em entrevista exclusiva, o superintendente do CB 25, da ABNT, Renato Pedroso Lee, relata como o Brasil terá de enfrentar os novos desafios da qualidade, com ou sem crise: a incorporação da análise de risco, um maior foco nos resultados dos sistemas de gestão da qualidade, a agilidade dos sistemas de gestão da qualidade, a agilidade dos sistemas em responder a novas oportunidades e ameaças e a gestão de melhorias e inovação. Os 22 anos da ISO 9001 e da qualidade no Brasil. Banas Qualidade, São Paulo, jun./2009, n° 205, p. 41-43</div>
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