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	<title>gramatica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/gramatica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "gramatica"</description>
	<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:53:14 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Gramática - Whose (Possessivo)]]></title>
<link>http://yoenglish.wordpress.com/2009/11/24/gramatica-whose-possessivo/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 18:02:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miltão</dc:creator>
<guid>http://yoenglish.wordpress.com/2009/11/24/gramatica-whose-possessivo/</guid>
<description><![CDATA[Fontes: http://denilsodelima.blogspot.com/2009/10/como-usar-palavra-whose-em.html http://influx.com.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fontes:</p>
<p><a href="http://denilsodelima.blogspot.com/2009/10/como-usar-palavra-whose-em.html" target="_blank">http://denilsodelima.blogspot.com/2009/10/como-usar-palavra-whose-em.html</a></p>
<p><a href="http://influx.com.br/Post/64/Usando-bem-a-palavra-whose" target="_blank">http://influx.com.br/Post/64/Usando-bem-a-palavra-whose</a></p>
<p>O Whose, é o nosso &#8220;de quem&#8221;.</p>
<p>Ex.: De quem é esse livro? -&#62; Whose is this book? ou a forma mais comum no inglês &#8211; Whose book is this?</p>
<p>Pois é, no inglês, é mais comum utilizar Whose book is this, que foge da ordem natural que utilizamos aqui.</p>
<p>Simples!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Salvemos el Imperativo]]></title>
<link>http://exopolis.wordpress.com/2009/11/24/salvemos-el-imperativo/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:55:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lester_Burnham</dc:creator>
<guid>http://exopolis.wordpress.com/2009/11/24/salvemos-el-imperativo/</guid>
<description><![CDATA[El Imperativo, ese modo de nuestro lenguaje tan dañado y olvidado sólo por el hecho de ser especial,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>El <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Modo_imperativo"><strong>Imperativo</strong></a>, ese modo de nuestro lenguaje tan dañado y olvidado sólo por el hecho de ser especial, &#8220;complicado&#8221;, educado y elegante&#8230; Según mi propia experiencia calculo que <strong>tres de cada cuatro <em>castellanoparlantes </em>lo usan mal o desconocen su existencia</strong> pero bueno, tampoco podemos exigir más a una sociedad cuyo futuro gira en torno a <a href="http://pokero.frikitest.com/">gorras inclinadas y calcetines por encima del pantalón</a>.</p>
<p>En fin, no es por ser pedante o extremadamente estricto (a.k.a. <a href="http://inciclopedia.wikia.com/wiki/Talib%C3%A1n_ortogr%C3%A1fico">talibán ortográfico</a>) pero al tratar de advertirle a alguien su error muchas veces, acorde con su condición ibérica (esa que rezuma posesión permanente de la razón y de un par de cojones), <strong>se atreven a corregirte o se niegan en rotundo a aceptarlo</strong> convirtiendo el asunto en causa perdida&#8230;</p>
<div id="attachment_2347" class="wp-caption aligncenter" style="width: 422px"><a href="http://exopolis.wordpress.com/files/2009/11/hypnotoad.gif"><img class="size-full wp-image-2347" title="hypnotoad" src="http://exopolis.wordpress.com/files/2009/11/hypnotoad.gif" alt="" width="412" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">A El Hipnosapo no le hace falta el Modo Imperativo. A nosotros sí.</p></div>
<p>Así que no me crucifiques. No soy ningún experto en lengua castellana, es más, me costaba aprobarla en el instituto pero a pesar de sufrir cierto<strong> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Leismo">leísmo</a></strong> siempre intento hablar lo mejor que puedo. La razón es sencilla: nuestro idioma <span style="text-decoration:line-through;">se iría a la puta mierda</span> se echaría a perder y dejaría de ser tan homogéneo, <span style="text-decoration:line-through;">cojones</span>.</p>
<p>Así que bueno, seré connivente una vez más (cosa que <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Personajes_recurrentes_de_Futurama#El_Hipnosapo"><strong>El</strong> <strong>Hipnosapo</strong></a> jamás haría) y lo explicaré para quien le interese:</p>
<p>El error más común con el Imperativo concierne a la segunda persona del plural (vosotros). <strong>Es tan sencillo como darse cuenta de que incluye o termina en <em>-d</em> y no en <em>-r</em></strong>.</p>
<blockquote><p><strong>Correcto:</strong> <em>dádmelo, venid, obedeced, aprendedlo</em>&#8230;</p>
<p><strong>Incorrecto:</strong> dármelo, venir, obedecer, aprenderlo&#8230;</p></blockquote>
<p>En general el modo se puede resumir en esta tabla:</p>
<table border="1" width="224" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" bgcolor="#ffffff">
<p style="text-align:center;"><strong>Modo Imperativo de <em>trabajar</em></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="91" bgcolor="#ffffff">tú<br />
usted<br />
<strong><span style="color:#ff0000;">vosotros</span></strong><br />
ustedes</td>
<td width="117">trabaj-a<br />
trabaj-e<br />
<strong><span style="color:#ff0000;">trabaj-ad</span></strong><br />
trabaj-en</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fin. Al menos lo he intentado y me he desahogado. Si quieres conocer más acerca de él y unirte a esta causa perdida date una vuelta por <a href="http://cvc.cervantes.es/alhabla/museo_horrores/museo_036.htm">aquí</a>, por <a href="http://babelnet.sbg.ac.at/Carlitos/ayuda/imperativo.htm">aquí</a> o incluso por <a href="http://www.escuelai.com/gramatica/imperativo.html">aquí</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exercícios complementares - Prof. Nilo Mendes]]></title>
<link>http://voupassarnovestibular.wordpress.com/2009/11/24/exercicios-complementares-prof-nilo-mendes/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:00:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>flaudiooi</dc:creator>
<guid>http://voupassarnovestibular.wordpress.com/2009/11/24/exercicios-complementares-prof-nilo-mendes/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; PREPAS 1 etapa 1 – (CESPE – PRODEST/2006-M) “ O “caso Pedrinho” (o garoto seqüestrado de uma ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<h3><a href="http://prepasnilo.blogspot.com/2009/11/prepas-1-etapa.html" target="_blank">PREPAS 1 etapa</a></h3>
<div>1 – (CESPE – PRODEST/2006-M) “ O “caso Pedrinho” (o garoto seqüestrado de uma família de classe média, em uma maternidade em Brasília), por exemplo, poderia ter passado despercebido por todos.”<br />
( ) O termo “Pedrinho” é o sujeito sintático de “poderia ter passado despercebido por todos.”</p>
<p>2 – (CESPE – FR/SE/2006-M) “ Para alcançarmos o desenvolvimento sustentável é necessário o fortalecimento do capital social do país. É esse capital que ajuda a manter a coesão social, o que leva a uma sociedade mais aberta e democrática. Reflete também o grau de confiança existente entre os diversos atores sociais que formam as comunidades e a sua capacidade de estabelecer relações de cooperação e associação em torno dos interesses comuns&#8230;”<br />
( ) A forma verbal “Reflete” tem como sujeito elíptico “esse capital”. </p>
<p>3– (CESPE – CODEBA/2006-M) “ Tenho uma pequena força, o suficiente para garantir o pão nosso de cada dia, e mesmo alguma manteiga, o que não é pouco, neste país em que muita gente morre de fome”<br />
( ) A expressão “ pequena força” é o sujeito de “o que não é pouco”.</p>
<p>4 – (CESPE – TCE/AC/2006-M) “Quando os cientistas políticos ensinam que, nas democracias modernas, pode travar, aludem a uma forma de pacto social ou controle tácito que permite a governabilidade.”<br />
( ) A forma verbal “aludem” concorda com o sujeito da oração: “democracias modernas”.<br />
( ) A palavra “que”, nas duas ocorrências em que aparece no trecho, exerce a função sintática de sujeito.</p>
<p>5 – (CESPE – SGA/SESACRE/2006-M) “&#8230;Nos casos em que não se constata uma urgência maior, o profissional encaminha a pessoa a uma unidade de saúde. Nas outras situações, define se é necessário o envio de uma ambulância básica ”<br />
( ) O sujeito de “define” é “ a pessoa”.</p>
<p>6 &#8211; (CESPE – PMV/2007-M)“Os microbiologistas confessam ser incalculável o número total de espécies somando bactérias, protozoários e vírus aos tipos também microscópicos de fungos e algas.”<br />
( ) O sujeito de “ser incalculável” é o “número total de espécie”.</p>
<p>7 – (CESPE – SAD/MT/2007-M) “Pensei em reescrever minha vida de trás para frente, de ponta-cabeça, mas não posso, mal consigo rabiscar. As palavras são manchas no papel, e escrever é quase um milagre&#8230; Sinto no corpo o suor da agonia, e o que se lê pouco antes do fim. Na margem da última página, estas palavras: “meia-noite é pouco”.<br />
( ) Na oração “ Escrever é quase um milagre”, o termo “escrever” desempenha a função sintática de sujeito.</p>
<p>8 &#8211; (CESPE – SAD/MT/2007-M) “O Ministério da Educação pela pontuação surpreendente obtida na Prova Brasil, que mediu conhecimentos de 3.306.378 alunos de 4ª a 8ª séries. A professora já havia percebido que a turma melhorava desde o primeiro bimestre, mas explicações para o milagre veio agora&#8230;”<br />
( ) Na oração “ A professora já havia percebido” “havia” está sendo empregado como verbo impessoal.</p>
<p>9 – (CESPE/2008-S)” Dentro de um mês tinha comigo vinte aranhas, no mês seguinte cinqüenta e cinco, em março de 1877 contava quatrocentas e noventa.”<br />
( ) O verbo TER, na linha 1, está empregado no sentido de HAVER, EXISTIR, por isso mantém-se no singular, sem concordar com o sujeito da oração – “ vinte aranhas”.</p>
<p>10 &#8211; (CESPE – MMA/AGUA/2009) Esforços vãos. As partidas demarcadoras, as missões apostólicas, as viagens governamentais, com as suas frotas de centenas de canoas, e os seus astrônomos comissários apercebidos de luxuosos instrumentos, e os seus prelados, e os seus guerreiros, chegavam, intermitentemente, àqueles rincões solitários e armavam rapidamente no altiplano das “barreiras” as tendas suntuosas da civilização em viagem. Regulavam as culturas; poliam as gentes; aformoseavam a terra.<br />
( ) No período “Regulavam as culturas; poliam as gentes; aformoseavam a terra” , o sujeito das orações é indeterminado.</p></div>
<div>
<div>
<h3><a href="http://prepasnilo.blogspot.com/2009/11/prepas-2-etapa.html" target="_blank">PREPAS 2 etapa</a></h3>
</div>
<div>1 – (CESPE )<br />
“Da garrafa estilhaçada,<br />
no ladrilho já sereno<br />
escorre uma coisa espessa<br />
que é leite, sangue&#8230;não sei.<br />
Por entre objetos confusos,<br />
mal redimidos da noite,<br />
duas cores se procuram,<br />
suavemente se tocam,<br />
amorosamente se enlaçam,<br />
formando um terceiro tom<br />
a que chamamos aurora.”<br />
( ) A palavra “cores” é empregada no plural porque se refere ao branco do “leite” e ao vermelho do “sangue”,que, depois de misturados, geram “um terceiro tom”.</p>
<p>2 &#8211; (CESPE – SERPRO/2008) “Todos os Estados promoverão a cooperação internacional com o objetivo de garantir que os resultados do progresso científico e tecnológico sejam usados para o fortalecimento da paz e da segurança internacionais, a liberdade e a independência, assim como para atingir o desenvolvimento econômico e social dos povos e tornar efetivos os direitos e liberdades humanas de acordo com a Carta das Nações Unidas.”<br />
( ) Na linha 3, justifica-se a flexão de plural em “internacionais” pela concordância desse adjetivo tanto com “paz” quanto com “segurança”; se a flexão fosse de singular, as regras gramaticais seriam atendidas, mas a clareza do documento seria prejudicada.</p>
<p>3 &#8211; (CESPE-SEPLAG-Professor-2008) “VII Dialogar sobre dificuldades (investigação) apresentadas”<br />
( ) Em VII, o substantivo entre parênteses, por estar ligado, pelo sentido, à palavra “dificuldades”, deveria ter sido flexionado no plural, para que fosse estabelecida a concordância nominal no trecho.<br />
(adaptação) </p>
<p>4 &#8211; (CESPE-PETROBRÁS)A linha de lubrificantes Lubrax possui reconhecimento no mercado por sua alta qualidade e tecnologia. Começou a ser exportada para o mercado argentino em 1996. Em 2002,passou a ser produzida na fábrica de Avellaneda, região metropolitana de Buenos Aires. Internet: (com adaptações).<br />
Com relação ao fragmento de texto acima, julgue os itens.<br />
( ) A forma verbal “Começou” está no singular porque concorda com “A linha” .<br />
( ) As palavras “exportada” e “produzida”estão no gênero feminino porque concordam com “A linha”.</p>
<p>5 – (CESPE –MPOG/2008-S) “As chamadas cidades globais fornecem a infraestrutura de que a economia mundial necessita para as suas transações. Fazem parte dessa infra-estrutura, entre outros,<br />
o sistema bancário, hoteleiro, de telecomunicação, bem como aeroportos, segurança. Precisa haver um número significativo de pessoas qualificadas e competentes para dar conta de todos os serviços demandados para a realização das grandes transações econômicas, manipulações das bolsas de valores, transferências bancárias, entre outras.<br />
( ) Mantendo-se a correção gramatical e o sentido da sentença, no trecho “o sistema bancário, hoteleiro, de telecomunicação” (l.3), a expressão sublinhada poderia receber a flexão de plural: os sistemas.</p>
<p>Concordância Nominal Outras bancas</p>
<p>1- (CESGRANRIO-ADM./2008-S)Segundo a norma culta, há ERRO de concordância na opção<br />
(A) A revista custa caro.<br />
(B) Os funcionários estão meio descrentes.<br />
(C) As equipes devem estar sempre alerta.<br />
(D) Às faturas estão anexo as listas de preço.<br />
(E) Todos chegaram ao continente salvo ele.</p>
<p>2 &#8211; (CESGRANRIO-AG.JUD./2008-S) Indique a opção na qual a concordância nominal está adequada.<br />
(A) Alguns pseudos-ecologistas se opõem ao Bolsa-Floresta.<br />
(B) Há partes da floresta que estão menas devastadas que outras.<br />
(C) Visto a grande devastação, alguma atitude deve ser tomada.<br />
(D) Seguem anexo os documentos para a certificação.<br />
(E) Todos devemos ficar alerta para salvar a Amazônia.</p>
<p>3 &#8211; (CESGRANRIO-TERMOAÇU/2008-S) A cidade ___________ morta, o frio e a fome ___________ inclementes deixavam os pescadores mais ______ . De acordo com a norma culta da língua, as palavras que<br />
completam a frase são<br />
(A) meio – bastante – só<br />
(B) meio – bastante – sós<br />
(C) meio – bastantes – sós<br />
(D) meia – bastante – só<br />
(E) meia – bastantes – sós</p>
<p>Concordância Verbal Verbos Impessoais CESPE</p>
<p>1 &#8211; (CESPE – PMES) “&#8230;um passo nesse sentido é o aparecimento da máquina ultrashape. Não há cânulas nem agulhas no procedimento, apenas ondas de ultra-som&#8230;”<br />
( ) A correção gramatical da oração será mantida se, no trecho “Não há cânulas nem agulhas” a forma verbal “há” for substituída pela forma verbal existe.</p>
<p>2 &#8211; (CESPE-ANATEL/2009)”Não se trata de supor que há, de um lado, a coisa física ou material e, de outro, a coisa como ideia e significação.”<br />
( ) Devido à organização da estrutura linguística em que ocorre a forma verbal “há” (l.1), sua substituição por existe respeitaria as regras gramaticais.</p>
<p>3 &#8211; (CESPE-TCE/TO)”A fuga repetia-se, entretanto. Casos houve, ainda que raros, em que o escravo de contrabando, apenas comprado no Valongo, deitava a correr, sem conhecer as ruas da cidade”<br />
( ) No trecho “Casos houve, ainda que raros”, a forma verbal “houve” é substituível por houveram, sem prejuízo para a correção gramatical e para o sentido original do texto.</p>
<p>4 &#8211; (CESPE – TRT 17.ª Região/ES/2009) “Tem equipes estudando o uso de células-tronco para tratamento da calvície”,<br />
( ) O sentido do verbo “ter” equivale semanticamente, no texto, ao sentido da forma verbal ‘Há’.</p>
<p>5 &#8211; (CESPE – SERPRO/2008) “Com ele, ler o mundo tornou-se virtualmente possível, haja vista que sua natureza imaterial o faz ubíquo por permitir que seja acessado em qualquer parte do planeta, a qualquer hora do dia e por mais de um leitor simultaneamente”<br />
( ) Na linha 1, a flexão de feminino em “haja vista” deve-se à concordância com a palavra feminina “natureza”.</p>
<p>6 – (CESPE –MPOG/2008-S) “As chamadas cidades globais fornecem a infraestrutura de que a economia mundial necessita para as suas transações. Fazem parte dessa infra-estrutura, entre outros,<br />
o sistema bancário, hoteleiro, de telecomunicação, bem como aeroportos, segurança. Precisa haver um número significativo de pessoas qualificadas e competentes para dar conta de todos os serviços demandados para a realização das grandes transações econômicas, manipulações das bolsas de valores, transferências bancárias, entre outras.<br />
( ) Seria privilegiada a concisão do texto se, no trecho “Precisa haver um número significativo de pessoas qualificadas e competentes” , o segmento sublinhado fosse suprimido. Nesse caso, no entanto, seria necessária a alteração de “Precisa haver” para Precisam haver.</p>
<p>7 &#8211; ( CESPE- PMDF/2009-S) “O mundo hoje está pior? Vamos compará-lo com o de um século atrás. Jamais houve tanta liberdade e o crescimento das democracias foi extraordinário”.<br />
( ) A substituição do verbo impessoal haver, na sua forma flexionada “houve” (l.1), pelo verbo pessoal existir exige que se faça a concordância verbal com “liberdade” (l.2) e “crescimento” (l.5), de modo que, fazendo-se a substituição, deve-se escrever existiram.</p></div>
</div>
<div> </div>
<div>Pré_PAS 3 etapa<br />
Funções do Quê</p>
<p>(CESGRANRIO-ADM./2008-S) <br />
MANDE SEU FUNCIONÁRIO PARA O MAR<br />
Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard<br />
faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono de<br />
fábrica de roupas e artigos esportivos, ele pergunta a<br />
seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa:<br />
você realmente precisa disto? Alpinista de renome,<br />
surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa<br />
e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na<br />
cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos<br />
e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas<br />
sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado:<br />
a empresa, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi<br />
considerada pela revista Fortune a mais cool do mundo,<br />
em uma reportagem de capa.<br />
Isso não quer dizer que seus funcionários sejam<br />
preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é<br />
motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono<br />
exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe<br />
cerca de 900 currículos &#8211; como o do jovem Scott<br />
Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e<br />
passagens por outras empresas, implorou para ser<br />
aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o<br />
posto). Robinson justificou: “Queria trabalhar numa<br />
companhia conduzida por valores”. Que valores são<br />
esses? “Negócios podem ser lucrativos sem perder a<br />
alma”, diz Chouinard.<br />
Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos<br />
anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo<br />
para escalar paredões de granito. Foi quando começou<br />
a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis,<br />
uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia<br />
a empresa, com o objetivo de criar roupas para esportes<br />
mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente.<br />
A filosofia do alpinismo &#8211; não importa só aonde você<br />
chega, mas como você chega &#8211; foi adotada nos<br />
negócios. O lucro não seria uma meta, mas a<br />
conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi<br />
pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado<br />
por outras marcas), fabricou jaquetas com garrafas<br />
plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado.<br />
Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos,<br />
desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos<br />
que diz serem mais leves e resistentes que as atuais.<br />
Chouinard, que se define como um antiempresário, virou<br />
tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá<br />
palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar.<br />
Nem de pé.Revista Época Negócios. jun. 2007. (Adaptado)<br />
Assinale a opção cuja classe gramatical do que difere da dos demais.<br />
(A) “que faturou US$ 270 milhões em 2006,” (l. 11)<br />
(B) “&#8230;que seus funcionários sejam preguiçosos, apesar do ambiente maneiro.” (l. 14-15)<br />
(C) “&#8230;que abre,” (l. 17)<br />
(D) “que, com dois MBAs no bolso e passagens por outras empresas, implorou&#8230;” (l. 19-20)<br />
(E) “que se define como um antiempresário,” (l. 43-44)</p>
<p>Partícula SE</p>
<p>(FUNIVERSA/PC/2009-S) Assinale a alternativa em que a palavra “se” possui a mesma função sintática que em “que se situam no pelotão de frente da economia e do conhecimento” (linhas 5 e 6). <br />
Texto: “ O país mais desenvolvido do mundo, aquele em que a ciência e a tecnologia mais contribuem para gerar riqueza, é também — entre as poucas dezenas de <br />
nações que se situam no pelotão de frente da economia e do conhecimento&#8230;” </p>
<p>(A) “aprende-se com os resultados da ciência” (linha 33). <br />
Texto : “aprende-se com os resultados da ciência&#8230;”</p>
<p>(B) “se defrontam com mentes impermeáveis a seu trabalho de erosão de mitos e de construção de um mundo diferente” (linhas de 35 a 37). <br />
Texto: “&#8230;mas o espírito científico — ou os inúmeros e conflitantes espíritos <br />
científicos — se defrontam com mentes impermeáveis a seu trabalho de erosão de <br />
mitos e de construção de um mundo diferente.”</p>
<p>(C) “Nele se praticam atos que têm o homem como autor e como destinatário” (linhas de 43 a 45). <br />
Texto: “&#8230; chamaremos aqui agir: o mundo humano é o da práxis. Nele se praticam <br />
atos que têm o homem como autor e como destinatário, como sujeito e como objeto.</p>
<p>(D) “Com efeito, os humanistas discutem se é preferível a vida contemplativa do sábio ou do cientista” (linhas de 53 a 55). <br />
Texto: “&#8230;Com efeito, os humanistas discutem se é preferível a vida contemplativa <br />
do sábio ou do cientista&#8230;”</p>
<p>(E) “Exemplar desse debate é a primeira parte da Utopia, de Thomas Morus, como se sabe escrita depois da segunda parte.” (linhas de 60 a 62).<br />
Texto: “&#8230;Exemplar desse debate é a primeira parte da Utopia, de Thomas Morus, como se sabe escrita depois da segunda parte. Nesta última, expõe-se como seria a ilha de Utopia, o primeiro regime “comunista” do mundo moderno.”</p>
<p>(FCC-Metrô-analista/2008-S) Na exposição se percorre uma longa trajetória &#8230; (1o parágrafo) <br />
O segmento grifado acima pode ser corretamente substituído, sem alteração do sentido original, por: <br />
(A) foi percorrido. <br />
(B) é percorrida. <br />
(C) vai-se percorrer. <br />
(D) tinha percorrido. <br />
(E) deve ser percorrida.</p>
<p>Partícula SE</p>
<p>1 &#8211; (CESPE –TRT/ES) “ Podem ser fios demais caídos no travesseiro. Ou fios de menos percebidos na cabeça ao se olhar no espelho. No fim das contas, o resultado é o mesmo: você está perdendo cabelo.”(&#8230;) “Se tanta companhia não vale como consolo, a vantagem de ter muita gente sofrendo com o problema é que isso estimula as pesquisas científicas. “<br />
( ) Nas linhas 2 e 3, cada ocorrência da partícula se pertence a uma classe de palavra diferente.</p>
<p>2 &#8211; (CESPE – ANATEL/2009) “Até meados do século XX, prevalecia, entre os antropólogos, a ideia de que a família nuclear era uma instituição apenas cultural. Hoje se acredita que a família nuclear tenha-se estabelecido por trazer vantagens evolutivas. Várias hipóteses apontam nesse sentido. A relação estável também ganhou espaço porque, entre humanos, criar um filho não é fácil.”<br />
( ) O pronome “se”, tanto em “se acredita” (l.2) como em “tenha-se estabelecido” (l.2), tem função de marcar a indeterminação do sujeito da oração.</p>
<p>3 &#8211; (CESPE – ANATEL/2009) “Os homens, ao produzirem seus meios de vida, produzem a si mesmos, em um infinito processo de autoconstrução.” Vânia Noeli F. de Assunção. Karl Marx: teoria e práxis de um gênio das ciências sociais.Internet: .<br />
( ) Respeitam-se a coerência da argumentação e as regras gramaticais ao se usar produzem-se em lugar de “produzem a si mesmos” (l.1).</p>
<p>4 – (CESPE – PML/SP)“Estima-se que existam hoje 500 mil catadores de lixo no Brasil.”<br />
( ) O “se” tem valor reflexivo.</p>
<p>5 – (CESPE – PMDF/CHOAEM)“Hoje os especialista se debruçam sobre a intensidade ideal&#8230;”<br />
( ) O pronome “se” pode ser omitido sem prejuízo para o sentido e a correção gramatical do período.</p>
<p>6 – (CESPE – MI) “&#8230;porque permite que a pessoa elabore a mensagem e se comunique por meio de um código comum ao conjunto da sociedade&#8230;”<br />
( ) Em “se comunique”, o termo “se” indique que o sujeito da forma verbal é indeterminado.</p>
<p>7 – (CESPE – PCES)“&#8230; pode-se afirmar com segurança que o Brasil avançou significadamente na questão dos direitos humanos&#8230;”<br />
( ) O pronome “se” em “ pode-se” indica reflexividade.</p>
<p>8 – (CESPE – F.R)“As comunidades não se tornam cívicas por serem ricas.”<br />
( ) O emprego do “se” indica sujeito indeterminado. </p>
<p>9 – (CESPE – DOCAS/PA) “&#8230;para se ter ideia do perigo, basta seguir a trajetória das notas de dólar&#8230;”<br />
( ) A retirada da partícula “se” provocaria erro gramatical e, consequentemente, incoerência no texto.</p>
<p>10 – (CESPE – PM/RB)“Para tornar-se um dos maiores defensores da Amazônia, ele incorporou uma espécie de político.<br />
( ) Em “tornar-se”, o pronome “se” indica indeterminação do sujeito.</p>
<p>11 – (CESPE – PM/RB) “ O Brasil é campeão mundial de agrobiodiversidade. Estima-se que somente a Amazônia detinha mais de 25% da biodiversidade vegetal e animal do planeta.<br />
( ) Em “estima-se”, o sujeito está oculto </p>
<p>12 &#8211; (CESPE – PM/RB) “Os brasileiros revoltaram-se com tal providência, o que resultou na disseminação de vários conflitos.<br />
( ) Em “ revoltaram-se”, a partícula “se” indica sujeito indeterminado.</p>
<p>13 – (CESPE – TER/TO) “ Mais uma vez, antes mesmo de tomarem posse, dezenas de parlamentares se mobilizaram para deixar de lado as legendas&#8230;”<br />
( ) O termo “se”, em “mobilizaram-se, tem a função de indeterminar o sujeito.”</p>
<p>14 – (CESPE – SEAD)“ É fundamental que o conciliador se apresente humildemente para auxiliar as partes.”<br />
( ) Em “ se apresentem”, a partícula “se” indica sujeito indeterminado.</p>
<p>15 &#8211; (CESPE – SEAD) “Conta-se que ficou tão encantado quanto indignado ao saber que não pertenciam ao Brasil.<br />
( ) Em “Conta-se”, o “se” indica voz reflexiva.</p>
<p>16 – (CESPE – TSE/2006) “ Tentam-se acordos, dividindo os deputados&#8230;”<br />
( ) A substituição de “Tentam-se” por – são tentados – prejudica a correção gramatical do período.</p>
<p>17 – (CESPE-MRE/2008-M)“Para aferir a longevidade, o indicador se vale da capacidade de vida ao nascer&#8230;”<br />
( ) Em “se vale”, o “se” indica sujeito indeterminado.</p>
<p>18 – (CESPE-MRE/2008-M) “ O dólar minguante reduz o número de empresas locais capazes de competir com rivais estrangeiras. Vai-se concentrando em apenas dois seguimentos – agropecuária e mineração – a competitividade dos produtos nacionais.<br />
( ) A substituição de “ Vai-se concentrando” por – vai sendo concentrado – mantém a correção gramatical do período.</p>
<p>19 – (CESPE-TSE/2008-S)“Baseando-se unicamente nessa perspectiva, pode-se supor que a sociedade tecnológica seria caracterizada por um contexto no qual o trabalho passaria a ser uma necessidade exclusiva da classe trabalhadora.”<br />
( ) Mantém-se a noção de voz passiva, assim como a correção gramatical, ao se substituir “ seria caracterizada” por – caracterizaria-se. </p>
<p>20 – (CESPE-DFTRANs/2008-S)“Acho que se compreenderia melhor o funcionamento da linguagem supondo que o sentido é um efeito do que dizemos, e não algo que existe em si, independentemente da enunciação, e que envelopamos em um código também pronto. Poderiam mudar muitas perspectivas: se o sentido nunca é prévio, empregar ou não um estrangeirismo teria menos a ver com a existência ou não de uma palavra equivalente na língua do falante. O que importa é o efeito que palavras estrangeiras produzem. Pode-se dar a entender que se viajou, que se conhecem línguas. Uma palavra estrangeira em uma placa ou em uma propaganda pode indicar desejo de ver-se associado a outra cultura e a outro país, por seu prestígio”. Sírio Possenti. A cor da língua. Mercado das Letras, 2002.<br />
( ) “ Para se manter o paralelismo com o primeiro e o último período sintáticos do texto, o segundo período também admitiria uma construção sintática de sujeito indeterminado, podendo ser alterado para: “ Poderia se mudar muitas perspectivas&#8230;”</p>
<p>21 – (CESPE – STF – Téc. Jud.-M) “ O consumo das famílias deverá crescer 7,5% neste ano, tornando-se um dos principais responsáveis pelo crescimento do produto interno bruto&#8230;” <br />
( ) A partícula “se” em “ tornando-se”, indica que o sujeito da oração correspondente é indeterminado.</p>
<p>22 – (CESPE-TST/2008-M) “ Gente boa em inclusão social é o que se quer&#8230;”<br />
( ) O pronome “se” indicativo que o sujeito é indeterminado, refere-se à “Gente boa”.</p>
<p>23 &#8211; (CESPE – PCES &#8211; 2009) “ Muitos pais querem saber que atitudes tomar quando o filho se desentende com amigos ou colegas,quando chega em casa com marcas de briga, quando tem o costume de dirigir palavrões aos outros etc.”<br />
( ) Se, no primeiro parágrafo, “o filho” (R.2) estivesse no plural, as concordâncias corretas dos verbos que têm essa expressão como sujeito seriam se desentendem, chegam, têm.</p>
<p>24 &#8211; (CESPE – INPE &#8211; 2009) Para os gregos — e mais tarde para os pensadores medievais — a ciência era uma especulação teórica, desligada da prática. A postura de desprezo pela técnica se devia ao fato de que, nessas civilizações, as atividades manuais eram ofício de escravos ou de servos, o que significava uma desvalorização delas. Decorre daí que a ciência, como “saber contemplativo” — isto é, como pura teoria — se achava vinculada à reflexão filosófica. Filosofia é uma palavra de origem grega que significa “amor à sabedoria” e na Antiguidade representava um tipo de conhecimento superior e mais geral, alcançado pelo “sábio”, capaz de abranger o conhecimento da época, levando toda interrogação à busca das essências. Durante muitos séculos — toda a Antiguidade e a Idade Média —, não se fez distinção entre filosofia e ciência. Dessa forma, pode-se dizer que qualquer cientista, em certo momento de seu trabalho, pode parar para refletir sobre questões propriamente filosóficas. O bom cientista, no sentido humano da palavra, deve ser aquele que também indaga sobre os fins a que se destinam suas pesquisas. Samuel Murgel Branco. O saber científico e outros saberes. In: Márcia Kupstas (Org.). Ciência e tecnologia em debate. São Paulo: Moderna, p. 23-5 (com adaptações).<br />
a) ( ) A função de sujeito sintático ocupada pelo pronome “se” (l.2) justifica a flexão de singular em “devia” (l.2).</p>
<p>25 &#8211; (CESPE – Tec.Jud.TRE/GO/2009) Até hoje, os que estão de um lado ou de outro veem o processo civilizatório como uma consequência de um tripé sinérgico em que avanço técnico, igualdade e liberdade articulam-se positivamente, cada um como um vetor que induz o outro a crescer. Em nossos dias, porém, essa sinergia morreu e o avanço técnico, longe de construir a igualdade, está ampliando a desigualdade e, em lugar de ampliar o número de pessoas livres, está limitando a liberdade a poucos (mesmo nesses casos, trata-se de uma liberdade condicionada, consumida nos engarrafamentos de trânsito, nos muros dos condomínios).Cristovam Buarque. Os círculos dos intelectuais. In: Ari Roitman (Org.).O desafio ético. Rio de Janeiro: Garamond, 2000, p. 109 (com adaptações).<br />
a) ( ) Na linha 6, a flexão da forma verbal, no singular, em “trata-se”, deve-se à concordância com “uma liberdade”.</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Show Gramatical!]]></title>
<link>http://vandermr.wordpress.com/2009/11/23/show-gramatical/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 21:37:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>vandersonmr</dc:creator>
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<description><![CDATA[Terminei recentemente o meu trabalho do ensino médio de gramática, e estou liberando aqui em meu blo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><img class="aligncenter" title="Show Gramatical" src="http://vandermr.files.wordpress.com/2009/11/chucknorris.jpg?w=319&#038;h=397" alt="" width="319" height="397" /></div>
<div>Terminei recentemente o meu trabalho do ensino médio de gramática, e estou liberando aqui em meu blog o trabalho já copilado em Java, e seu código fonte, para caso alguem precise fazer um outro tipo de trabalho, e não queira reinventar a roda.</div>
<div>
<p>Para baixar o jogo:<a href="http://www.4shared.com/file/153437250/858380fe/cd_online.html"></a></p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/153437250/858380fe/cd_online.html">Link (4Shared)</a></p>
</div>
<div>Para baixar o código fonte:</div>
<div><a href="http://www.4shared.com/file/158307993/e4c86f3b/src.html">Link (4Shared).</a></div>
<div></div>
<div style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xSEkybDdMKU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/xSEkybDdMKU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></div>
<div>Estarei a partir de hoje, criando um tutorial para o jogo. Caso alguem tenha modificado o jogo e queira compartilhar com a comunidade, mande me um e-mail (vandersonmr2@gmail.com).</div>
<div style="text-align:center;"><a name="pd_a_2293930"></a><div class="PDS_Poll" id="PDI_container2293930" style="display:inline-block;"></div><script type="text/javascript" language="javascript" charset="utf-8" src="http://static.polldaddy.com/p/2293930.js"></script>
		<noscript>
		<a href="http://answers.polldaddy.com/poll/2293930/">View This Poll</a><br/><span style="font-size:10px;"><a href="http://www.polldaddy.com">surveys</a></span>
		</noscript></div>
<table id="tblFooterFSG_texto" style="height:1px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="1358" bgcolor="#eeeedd">
<tbody>
<tr>
<td><strong> </strong></td>
<td></td>
<td><a href="window.frames.FSG_sugestoesIFrame.__FSGCALLER1Check.stopMouseMove();window.__FSGCALLER1.endCheck(true);"> </a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[am pornit o campanie de zeificare a stim...]]></title>
<link>http://cti97.ro/2009/11/23/am-pornit-o-campanie-de-zeificare-a-stim/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 07:20:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Catalin Istratoiu</dc:creator>
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<description><![CDATA[am pornit o campanie de zeificare a stimabilului Vali Petcu, cunoscut de acum inainte sub numele de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>am pornit o campanie de zeificare a stimabilului Vali Petcu, cunoscut de acum inainte sub numele de ZEUL ZOSO pentru mine. pentru ca noi suntem <a href="http://twitter.com/zoso/status/5951173324">doar muritori</a>, si EL <a href="http://twitter.com/zoso/status/5951857989">este</a> stralucirea online-ului rromanesc. pentru ca noi, muritorii de rand, gresim TOT TIMPUL gramatica si EL ne <a href="http://twitter.com/zoso/status/5952512625">arata adevaratul drum</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pronomen - Αντωνυμίες]]></title>
<link>http://entekabimata.wordpress.com/2009/11/22/pronomen-ich-du-%ce%b1%ce%bd%cf%84%cf%89%ce%bd%cf%85%ce%bc%ce%af%ce%b5%cf%82-%ce%b5%ce%b3%cf%8e-%ce%b5%cf%83%cf%8d/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 01:42:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>entekabimata</dc:creator>
<guid>http://entekabimata.wordpress.com/2009/11/22/pronomen-ich-du-%ce%b1%ce%bd%cf%84%cf%89%ce%bd%cf%85%ce%bc%ce%af%ce%b5%cf%82-%ce%b5%ce%b3%cf%8e-%ce%b5%cf%83%cf%8d/</guid>
<description><![CDATA[ich, du, &#8230; εγώ, εσύ&#8230;. Οι αντινωμίες χρησιμοποιούται πάρα πολύ στη γερμανικη. H αγγλική, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>ich, du, &#8230; εγώ, εσύ&#8230;.</strong></p>
<p>Οι αντινωμίες χρησιμοποιούται πάρα πολύ στη γερμανικη. H αγγλική, η γαλλική, η γερμανική και άλλες γλώσσες χρησιμοποιούν πάντοτε προσωπική αντωνυμία μαζί με το ρήμα. H ελληνική γενικά παραλείπει τις προσωπικές αντωνυμίες, εκτός α) όταν δίνεται έμφαση στο υποκείμενο (π. χ. στη φράση «εσύ δεν έχεις να φοβηθείς τίποτα») και β) όταν υπάρχει κίνδυνος συσκότισης του υποκειμένου, όπως στην περίπτωση που συζητάμε, οπότε χρησιμοποιείται η προσήκουσα αντωνυμία ή το όνομα του υποκειμένου.</p>
<p><strong>Personalpronomen -Προσωπικές αντωνυμίες</strong></p>
<p><strong><span style="color:#800080;">Singular </span>- στον ενικό</strong></p>
<ul>
<li><strong><span style="color:#800080;"><em>ich</em> </span></strong> <span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.fileden.com%2Ffiles%2F2009%2F11%2F23%2F2661518%2Fich%2520ich%2520ich.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span>                    (εγώ)<em>  </em>  </li>
<li><strong><em><span style="color:#800080;">du</span></em> </strong> <span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.fileden.com%2Ffiles%2F2009%2F11%2F23%2F2661518%2Fdu-%2520esu.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span>                       (εσύ)          </li>
<li><strong><span style="color:#800080;"><em>er</em> </span> </strong><span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.fileden.com%2Ffiles%2F2009%2F11%2F23%2F2661518%2Fer.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span>                        (αυτός)         </li>
<li><strong><em><span style="color:#800080;">sie</span></em> </strong> <span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.fileden.com%2Ffiles%2F2009%2F11%2F23%2F2661518%2Fsie-%2520auth.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span>                       (αυτή)<em> </em>         </li>
<li><strong><span style="color:#800080;"><em>es</em> </span>   </strong> <span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.fileden.com%2Ffiles%2F2009%2F11%2F23%2F2661518%2Fes%2520auto.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span>                     (αυτό)       </li>
</ul>
<p><span style="color:#800080;"><strong>plural &#8211; <span style="color:#000000;">στον πληθυντικό</span></strong></span></p>
<ul>
<li><strong><span style="color:#800080;">wir </span></strong> <span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.fileden.com%2Ffiles%2F2009%2F11%2F23%2F2661518%2Fwir%2520emeis.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span>                     (εμείς) </li>
<li><strong><span style="color:#800080;">ihr </span> </strong> <span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.fileden.com%2Ffiles%2F2009%2F11%2F23%2F2661518%2Fihr%2520eseis.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span>                     (εσείς)</li>
<li><span style="color:#800080;"><strong>sie </strong> </span><span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.fileden.com%2Ffiles%2F2009%2F11%2F23%2F2661518%2Fsie-%2520auth.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span>                      (αυτοί, αυτές, αυτά) </li>
</ul>
<p>Όπως βλέπετε, το τρίτο πρώσοπο του πληθυντικού  (<strong><span style="color:#800000;">sie</span></strong>)  δεν αλλάζει.  Για άνδρες, γυναίκες και παιδία χρησιμοποιούμε την ίδια λέξη. <strong><span style="color:#800000;">Sie</span></strong> έχει και άλλη σημαντική χρήση:  άμα θέλεις να μιλάς  σε άνθρωπο στον πληθυντικό ευγενείας, χρησιμοποιείς  <strong><span style="color:#800000;">Sie</span></strong> στα γερμανικά,  και όχι <strong><span style="color:#800000;">ihr</span></strong> (εσείς) όπως στην ελληνική.  </p>
<p>Για παράδειγμα, αμα ρωτάς για φωτιά  σε ενα φίλο, λες στα γερμανικα: <strong>&#8221; Hast <span style="color:#800000;">du</span> Feuer?&#8221;</strong> <span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.fileden.com%2Ffiles%2F2009%2F11%2F23%2F2661518%2Fhast%2520du%2520feuer.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span> </p>
<p>Αλλά στον πληθυντικό θα&#8217;λεγες:  <strong>&#8221; Haben <span style="color:#800000;">Sie</span> Feuer?&#8221;</strong>  <span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.fileden.com%2Ffiles%2F2009%2F11%2F23%2F2661518%2Fhaben%2520sie%2520feuer.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span></p>
<p>Καλά, δεν είναι δύσκολα, απλά φαίνεται λίγο περίεργο στην αρχή. Τι να κάνουμε, έτσι είναι, ..αλλά καλύτερα να αλλάξουμε λίγο θέμα.   Πάμε να κλίσουμε ρήματα!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sfaturi gramaticale (23) - conjugarea verbului "a ştampila"]]></title>
<link>http://noapteaiguanei.wordpress.com/2009/11/21/sfaturi-gramaticale-23-conjugarea-verbului-a-stampila/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 13:06:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>noapteaiguanei</dc:creator>
<guid>http://noapteaiguanei.wordpress.com/2009/11/21/sfaturi-gramaticale-23-conjugarea-verbului-a-stampila/</guid>
<description><![CDATA[  Cea mai frecventă greşeală: să nu mergi la vot, iar apoi să-i învinovăţeşti pe ceilalţi!   Infinit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  Cea mai frecventă greşeală: să nu mergi la vot, iar apoi să-i învinovăţeşti pe ceilalţi!   Infinit]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[usar mesóclise]]></title>
<link>http://guiatpm.wordpress.com/2009/11/20/usar-mesoclise/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 20:08:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>guiatpm</dc:creator>
<guid>http://guiatpm.wordpress.com/2009/11/20/usar-mesoclise/</guid>
<description><![CDATA[Diz a gramática: &#8220;Usar-se-á mesóclise em dois casos: 1) quando se quiser compensar a falta de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Diz a gramática: &#8220;Usar-se-á mesóclise em dois casos: 1) quando se quiser compensar a falta de ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Consenso sobre una gramática de la lengua española... ¿o castellana?]]></title>
<link>http://virgulilla.wordpress.com/2009/11/19/consenso-sobre-una-gramatica-de-la-lengua-espanola-%c2%bfo-castellana/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 21:37:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Prof. y Trad. Marina Menéndez</dc:creator>
<guid>http://virgulilla.wordpress.com/2009/11/19/consenso-sobre-una-gramatica-de-la-lengua-espanola-%c2%bfo-castellana/</guid>
<description><![CDATA[En los últimos días apareció en periódicos de todo el mundo la noticia sobre la Nueva gramática de l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[En los últimos días apareció en periódicos de todo el mundo la noticia sobre la Nueva gramática de l]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sfaturi gramaticale (22) - conjugarea verbului "a vedea"]]></title>
<link>http://noapteaiguanei.wordpress.com/2009/11/19/sfaturi-gramaticale-22-conjugarea-verbului-a-vedea/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 19:51:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>noapteaiguanei</dc:creator>
<guid>http://noapteaiguanei.wordpress.com/2009/11/19/sfaturi-gramaticale-22-conjugarea-verbului-a-vedea/</guid>
<description><![CDATA[Cele mai întâlnite greşeli:  &#8220;a vede&#8221;, &#8220;vede-ţi&#8221;   Infinitiv: a vedea Gerunz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Cele mai întâlnite greşeli:  &#8220;a vede&#8221;, &#8220;vede-ţi&#8221;   Infinitiv: a vedea Gerunz]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lición 8 - Verbos irregulares]]></title>
<link>http://depriendi.wordpress.com/2009/11/19/licion-8-verbos-irregulares/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 07:05:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cadíu</dc:creator>
<guid>http://depriendi.wordpress.com/2009/11/19/licion-8-verbos-irregulares/</guid>
<description><![CDATA[Lición 8 &#8211; Verbos irregularis Tenemos varios verbos que se conjugan irregularmente. En esta le]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Lición 8 &#8211; Verbos irregularis</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Tenemos varios verbos que se conjugan irregularmente. En esta lección pondremos algunos casos, más aquéllos que vayan saliendo en ejercicios y ejemplos posteriores.</p>
<p style="text-align:justify;">Ya comentamos que el gerundio del verbo <em>Jacer,</em> contra la norma general,  es <em>jaciendo</em>; ahora bien, en los sitios en los que este verbo ya no se pronuncia con jota el gerundio es <em>hiciendo</em> o <em>hiciendu</em>, pasando entonces a cumplir la norma.</p>
<p style="text-align:justify;">Otros verbos diptongan en algunas  de sus formas, generalmente presente de indicativo y de subjuntivo, e imperativo. Ejemplos de esto son <em>sobar</em>, <em>correr</em>, <em>coser</em> y <em>coger</em> (partiendo de la base de que este curso está dirigido a castellanoparlantes, nos ahorramos poner los verbos que coinciden en este tema con los castellanos). </p>
<p style="text-align:justify;">Así:</p>
<p><strong>Sobar</strong>.- Yo suebo, tú suebas, ella/usté sueba, nós sobamos, vós sobáis, ellas/ustéis sueban.<br />
Yo suebi, tí suebis, ella/usté suebi, nós sobemos, vós sobíis, ellas/ustéis suebin.<br />
Sueba tú, suebi usté, sobemos nós, sobái vós, suebin ustéis</p>
<p><strong>Coger</strong>.- Yo cuejo, tú cuejis, ella/usté cueji, nós cogemos, vós cujís,ellas/ustéis cuejin.<br />
Yo cueja, tú cuejas, ella/usté cueja, nós cojamos, vós cojáis, ellas/ustéis cuejan.<br />
Cueji tú, cueja usté, cojamos nós, cogéi vós, cuejan ustéis.</p>
<p><strong>Coser</strong>.- Yo cueso, tú cuesis,ella/usté cues, nós cosemos, vos cosís, ellas/ustéis cuesin.<br />
Yo cuesa, tú cuesas, ella/usté cuesa, nós cosamos, vós cosáis, ellas/ustéis cuesan.<br />
Cuesi tú, cuesa usté, cosamos nós, coséi vós, cuesan ustéis</p>
<p><strong>Correr</strong>.- Yo cuerro, tú cuerris, ella/usté cuerri, nós corremos, vós corrís, ellas/ustéis cuerrin.<br />
Yo cuerra, tú cuerras, ella/usté cuerra, nós corramos, vós corrais, ellas/ustéis cuerran.<br />
Cuerri tú, cuerra usté, corramos nós, corréi vós, cuerran ustéis</p>
<p>Otros verbos introducen la consonante G en los presentes de indicativo y subjuntivo, y, a la vez la consonante D en ciertos tiempos verbales. Estos son los verbos soler, doler, agoler y moler. De esta manera:</p>
<p><strong>Doler</strong>.- Yo duelgo, tú duelis, ella/usté duel, nós dolemos, vos dulís, ellas/ustéis duelin.<br />
Yo duela, tú duelgas, ella/usté duelga, nós dolamos, vós doláis, ellas/ustéis duelgan.<br />
Yo doldré, tú doldrás, elle/usté doldrá, nós doldremos, vós doldríis, ellas/ustéis doldrán</p>
<p>Yo duldría, tú duldrías, ella/usté duldría, nós duldríamos, vós duldríeis, ellas/ustéis duldrían  </p>
<p>Los otros tres verbos llevan idéntica realización.</p>
<p><strong>Ejercicios.-</strong></p>
<p>1º Traduce.-        </p>
<p>No le duela a usted freir más patatas, que me están sabiendo a gloria.<br />
Con mujeres por delante y hombres por detrás, los curas en Liébana corren y corren.<br />
Suelo tomar el café que yo misma muelo.<br />
Ustedes cojan asiento, y no se soben con las luces encendidas.<br />
Corre que te pillo, dijo el cura al monaguillo.<br />
Poco coges para lo mucho que sobas.<br />
Cose y cose porque compra hilo en vez de ropa nueva.<br />
Por mucho que le duela, a la semana de morir usted olerá tan mal como los demás, señor.<br />
No corras, que no te dolerá.<br />
No muelo a palos ni coso a tiros a nadie, pero les suelo decir lo que hacen mal.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Analisis english-magazine.org]]></title>
<link>http://pgrevenga.wordpress.com/2009/11/18/analisis-english-magazine-org/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 21:40:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>pgrevenga</dc:creator>
<guid>http://pgrevenga.wordpress.com/2009/11/18/analisis-english-magazine-org/</guid>
<description><![CDATA[english-magazine.org es una revista digital cuya URL es http://www.english-magazine.org/index.php/me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-family:Wingdings;font-size:x-small;"><span style="font-family:Wingdings;font-size:x-small;"><span style="font-family:Wingdings;font-size:x-small;"><span style="font-family:Wingdings;font-size:x-small;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;font-size:x-small;"><span style="font-family:Courier;font-size:x-small;"><span style="font-family:Courier;font-size:x-small;"><span style="font-family:Courier;font-size:x-small;"><span style="font-family:Courier;font-size:x-small;">english-magazine.org es una revista digital cuya URL es</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-family:Wingdings;font-size:x-small;"><span style="font-family:Wingdings;font-size:x-small;"><span style="font-family:Wingdings;font-size:x-small;"><span style="font-family:Wingdings;font-size:x-small;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-size:x-small;"><strong><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Wingdings;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;"><span style="font-family:Courier;font-size:x-small;"><span style="font-family:Courier;font-size:x-small;"><span style="font-family:Courier;font-size:x-small;"><span style="font-family:Courier;font-size:x-small;"></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span><a href="http://www.english-magazine.org/index.php/menu.html">http://www.english-magazine.org/index.php/menu.html</a></p>
<p>Se trata de una revista digital cuya finalidad es poner a disposición de alumnos y profesores una gran cantidad de articulos publicados por los usuarios .</p>
<p>Productos informativos que se ofertan:</p>
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<li>Artículos sobre la enseñanza de un idioma.</li>
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</li>
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<li>De deportes</li>
<li>Historias reales y personales.</li>
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<p>Otros servicios que se ofrecen:</p>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[The Art of Dialect : A Slight Rant]]></title>
<link>http://spanishdilettante.wordpress.com/2009/11/18/the-art-of-dialect/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:37:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Spanish Dilettante</dc:creator>
<guid>http://spanishdilettante.wordpress.com/2009/11/18/the-art-of-dialect/</guid>
<description><![CDATA[If I may be candid, my instructor can be very frustrating at times. Generally, I think learning a la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>If I may be candid, my instructor can be very frustrating at times. Generally, I think learning a language from a native speaker is a very good idea. It helps with pronunciation, it helps with idiomatic expressions, and it helps one find the rhythm and music of a new language more easily. But native speakers can be sloppy. Really sloppy. For example, often when we are handed vocabulary sheets in class (this teacher refuses to use the course textbook&#8211;<a href="http://spanishdilettante.wordpress.com/2009/10/19/sol-y-viento-episodio-1-con-subtitulos-en-espanol/">have I mentioned that?</a>) I find mistakes: missing <a href="http://www.braser.com/spanish-learning/spanish-written-accents.html">accents</a>, unnecessary accents (<a href="http://www.spanishdict.com/translate/azul">azú</a>l?, <a href="http://www.spanishdict.com/translate/seis">séis</a>?, <a href="http://www.spanishdict.com/translate/examen">exámen</a>?), wrong genders (<a href="http://www.spanishdict.com/translate/pijama">la pijama</a>?), and wrong definitions. The worst was a sheet on the <a href="http://www.studyspanish.com/lessons/presprog.htm">present progressive</a> which used as its defining example &#8220;<strong>Yo estoy lavando los platos</strong>.&#8221; Now there is nothing wrong with that sentence; it is in the present progressive. But the English translation given was not: &#8220;I have washed the dishes.&#8221; Now I&#8217;m not a grammar nut, but I do know that the present progressive is only used for something that is currently happening. So the correct translation should be &#8220;I am washing the dishes.&#8221; Not the best mistake to make with year-one students. And I know what you&#8217;re thinking. But no, this particular instructor was raised in an English-Spanish bilingual household.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-336" title="um" src="http://spanishdilettante.wordpress.com/files/2009/11/asyoulearned.jpg" alt="" width="500" height="338" /></p>
<p>Now in some ways, all that doesn&#8217;t bother me much. It&#8217;s made me investigate accents, gender, spelling, and even English grammar more. What does bother me are the crazy stories about dialect we&#8217;ve been getting in class recently. First, there is the Spanish pronunciation of &#8220;z&#8221; and &#8220;ce/ci&#8221;&#8211;the infamous &#8220;<a href="http://spanish.about.com/cs/qa/a/q_lisp.htm">Spanish lisp</a>.&#8221; If you didn&#8217;t know already, the <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Castilian_Spanish">castellano dialect</a>, which is the predominant dialect in Spain, uses a sort of &#8220;th&#8221; sound in those three cases. The reason? According to my teacher, it is because a king (can&#8217;t even name which one) spoke with a lisp and forced everyone else to speak like him. Now I&#8217;ve heard other Latin American Spanish speakers say the same thing, but it&#8217;s just not true and it has no place in a college classroom other than to be recognized for what it is&#8230;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ceceo">an urban legend</a>!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-338" title="voso" src="http://spanishdilettante.wordpress.com/files/2009/11/vosotroslogomedium1.gif" alt="" width="500" height="154" />The second doozy: <strong>vosotros</strong> isn&#8217;t used in Latin America for &#8220;you all&#8221; because it&#8217;s &#8220;flowery,&#8221; and since Latin Americans &#8220;are all uneducated,&#8221; they don&#8217;t know such flowery language&#8211;I should remind you that this comes from a Latin American. As well, &#8220;the form is dying.&#8221; Conclusion? Pretend that <a href="http://www.spanishdict.com/answers/103420/what-is-vosotros">vosotros</a> does not exist. Okay, now I know that a lot of Spanish programs, classes, and teachers don&#8217;t teach vosotros on this side of the Atlantic. Yes, it&#8217;s almost non-existent over here. But that doesn&#8217;t mean it is dying. Been to Spain? Watched Spanish television programs or films? Its disuse in the Americas also doesn&#8217;t mean that Latin Americans are too ignorant to use it. If that were the case, then <strong>vos</strong>, an older form of you, wouldn&#8217;t be used either (vos-otros = &#8220;you others&#8221;). But it is. And just why the heck isn&#8217;t that taught in Spanish-language programs here? By the way, who said that vosotros forms are hard to learn anyway?</p>
<p>Links that don&#8217;t stink:</p>
<p><a href="http://www.voseospanish.com/">Voseo Spanish</a> : a site for people who love or want to learn the vos form.</p>
<p><a href="http://spanish.about.com/cs/qa/a/q_lisp.htm">About.com</a> : origins of the &#8220;lisp&#8221; in Spain.</p>
<p><a href="http://www.indiana.edu/~spangram/GENGRAM/vosotros.html">Indiana University</a> : vosotros charts.</p>
<p><a href="http://spanish-podcast.com/2008/12/04/using-vosotros-spanish-grammar/">Voices en español</a> : some reasons to learn vosotros.</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ceceo">Ceceo</a> : wiki history of Spanish pronunciation.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sfaturi gramaticale (21) - conjugarea verbului "a crea"]]></title>
<link>http://noapteaiguanei.wordpress.com/2009/11/18/sfaturi-gramaticale-21-conjugarea-verbului-a-crea/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 08:58:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>noapteaiguanei</dc:creator>
<guid>http://noapteaiguanei.wordpress.com/2009/11/18/sfaturi-gramaticale-21-conjugarea-verbului-a-crea/</guid>
<description><![CDATA[Greşeli frecvente: &#8220;a creia&#8221;, &#8220;creiez&#8221; Infinitiv: a crea Gerunziu: creând Pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Greşeli frecvente: &#8220;a creia&#8221;, &#8220;creiez&#8221; Infinitiv: a crea Gerunziu: creând Pa]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gramatica limbii romane]]></title>
<link>http://credinmine.wordpress.com/2009/11/17/gramatica-limbii-romane/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 20:55:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>credinmine</dc:creator>
<guid>http://credinmine.wordpress.com/2009/11/17/gramatica-limbii-romane/</guid>
<description><![CDATA[Din ce in ce mai multe lucruri pe care le vad ma imping sa trag concluzia ca limba romana in curand ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Din ce in ce mai multe lucruri pe care le vad ma imping sa trag concluzia ca limba romana in curand va fi o limba moarta, vorbita doar in scoli si numai de profesori, nu si de elevi/studenti. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Ajung la ideea ca oamenii, sau hai, ca sa nu generalizez atat de tare, studentii fug de despartitul in silabe. A trebuit recent sa imi transcriu destul de multe cursuri, avand in vedere ca nu am mai fost de mult de la facultate, asa ca le-am luat din mai multe surse. Si am observat ca oamenii prefera sa lase ditamai locul liber la final de rand, si sa inceapa cuvantul de la capat. De ce? Va e frica de despartitul in silabe? Din cate imi aduc aminte, asta s-a invatat cam odata cu alfabetul, deci teoretic ar trebui sa fie la fel de simplu, nu? Si nu poti sa spui ca, intr-adevar, pronuntia limbii romana este ataaat de dificila incat nu poti sa iti dai seama nici macar dupa &#8220;cum suna&#8221; care e forma de despartire in silabe. Si totusi, cu toate ca m-am intrebat de zeci de ori, nu am inteles inca de ce. Poate sa imi explice cineva?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sfaturi gramaticale (20) - conjugarea verbului "a avea" ]]></title>
<link>http://noapteaiguanei.wordpress.com/2009/11/17/sfaturi-gramaticale-20-conjugarea-verbului-a-avea/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 20:04:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>noapteaiguanei</dc:creator>
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<description><![CDATA[Una dintre cele mai întâlnite greşeli (şi pe care nu o înţeleg absolut deloc &#8211; chiar mă deranj]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Una dintre cele mai întâlnite greşeli (şi pe care nu o înţeleg absolut deloc &#8211; chiar mă deranj]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CONTRA LA "TONTUNA RETRO-PROGRE" LINGÜISTICA]]></title>
<link>http://ramrockmanchesterunited.wordpress.com/2009/11/17/contra-la-tontuna-retro-progre-linguistica/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 18:46:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>ramrockmanchesterunited</dc:creator>
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<description><![CDATA[&nbsp; UN POCO DE GRAMÁTICA BIEN EXPLICADA Yo no soy víctima de la LOGSE. Tengo &lt;48 años y he ten]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>UN POCO DE GRAMÁTICA BIEN EXPLICADA</p>
<p>Yo no soy víctima de la LOGSE. Tengo &#60;48 años y he tenido la suerte de estudiar bajo unos planes educativos buenos, que primaban el esfuerzo y la formación de los alumnos por encima de las estadísticas de aprobados y de la propaganda política. En párvulos (así se llamaba entonces lo que hoy es &#8220;pre-escolar&#8221;, mire usted) empecé a estudiar con una cartilla que todavía recuerdo perfectamente: la A de &#8220;araña&#8221;, la E de &#8220;elefante&#8221;, la I de &#8220;iglesia&#8221; (sí, sí, de IGLESIA, ¿qué pasa? ¿se va a molestar algún árabe?), la O de &#8220;ojo&#8221; y la U de &#8220;uña&#8221;. Luego, cuando eras un poco más mayor, llegaba &#8220;El Parvulito&#8221;, un librito con poco más de 100 páginas y un montón de lecturas, no como ahora, que pagas por tres tomos llenos de dibujos que apenas traen texto. Eso sí, en el Parvulito, no había que colorear ninguna página, que para eso teníamos cuadernos.</p>
<p>En EGB estudiábamos Lengua Española, Matemáticas (las llamábamos &#8220;tracas&#8221; o &#8220;matracas&#8221;) Ciencias Naturales, Ciencias Sociales, Plástica (dibujo y trabajos manuales), Religión (¡!) y Educación Física. En 8º de EGB, si en un examen tenías una falta de ortografía del tipo de &#8220;b en vez de v&#8221; o cinco faltas de acentos, te suspendían.</p>
<p>En BUP, aunque yo era de Ciencias, estudié Historia de España (en 1º), Latín y Literatura (en 2º) y Filosofía (en 3º y en COU). Todavía me acuerdo de las declinaciones (la 1ª.: rosa, rosa, rosa, rosae, rosae, rosa en el singular; -ae, -ae, -as, -arum, -is, -is, en el plural; la segunda;-us, -e, -um, -i, -o, -o, en el singular; -i, -i -os, -orum, -is, -is, en el plural; no sigo que os aburro), de los verbos (poto, potas, potare, potabi, potatum, el verbo beber), de algunas traducciones (&#8220;lupus et agni in fluvi ripa aqua potaban; superior erat lupus longeque agni&#8221;: el lobo y el cordero bebían agua en el río; el lobo estaba arriba, lejos del cordero; &#8220;mihi amiticia cum domino erat&#8221;: yo era amigo del señor).<br />
 <br />
Leí El Quijote y el Lazarillo de Tormes; leí las &#8220;Coplas a la Muerte de su Padre&#8221; de Jorge Manrique, a Garcilaso, a Góngora, a Lope de Vega o a Espronceda&#8230;<br />
 <br />
Pero, sobre todo, aprendí a hablar y a escribir con corrección. Aprendí a amar nuestra lengua, nuestra historia y nuestra cultura. Aprendí que se dice &#8220;Presidente&#8221; y no Presidenta, aunque sea una mujer la que desempeñe el cargo.</p>
<p>Y&#8230; vamos con la Gramática.</p>
<p>En castellano existen los participios activos como derivado de los tiempos verbales. El participio activo del verbo atacar es &#8220;atacante&#8221;; el de salir es &#8220;saliente&#8221;; el de cantar es &#8220;cantante&#8221; y el de existir, &#8220;existente&#8221;. ¿Cuál es el del verbo ser? Es &#8220;el ente&#8221;, que significa &#8220;el que tiene entidad&#8221;, en definitiva &#8220;el que es&#8221;. Por ello, cuando queremos nombrar a la persona que denota capacidad de ejercer la acción que expresa el verbo, se añade a este la terminación &#8220;-nte&#8221;.</p>
<p>Así, al que preside, se le llama &#8220;presidente&#8221; y nunca &#8220;presidenta&#8221;, independiente-mente del género (masculino o femenino) del que realiza la acción.</p>
<p>De manera análoga, se dice &#8220;capilla ardiente&#8221;, no &#8220;ardienta&#8221;; se dice &#8220;estudiante&#8221;, no &#8220;estudianta&#8221;; se dice &#8220;independiente&#8221; y no &#8221;independienta&#8221;; &#8220;paciente&#8221;, no “pacienta&#8221;; &#8220;dirigente&#8221;, no dirigenta&#8221;; &#8221;residente&#8221;, o &#8220;residenta”.</p>
<p>Y ahora, la pregunta del millón: nuestros políticos y muchos periodistas (hombres y mujeres, que los hombres que ejercen el periodismo no son &#8221;periodistos&#8221;), ¿hacen mal uso de la lengua por motivos ideológicos o por ignorancia de la Gramática de la Lengua Española? Creo que por las dos razones. Es más, creo que la ignorancia les lleva a aplicar patrones ideológicos y la misma aplicación automática de esos patrones ideológicos los hace más ignorantes (a ellos y a sus seguidores).</p>
<p>No me gustan las cadenas de correos electrónicos (suelo eliminarlas) pero, por una vez, os propongo que paséis el mensaje a vuestros amigos y conocidos, en la esperanza de que llegue finalmente a esos ignorantes semovientes (no &#8220;ignorantas semovientas&#8221;, aunque ocupen carteras ministeriales).</p>
<p>Lamento haber aguado la fiesta a un grupo de hombres que se habían asociado en defensa del género y que habían firmado un manifiesto. Algunos de los firmantes eran: el dentisto, el poeto, el sindicalisto, el pediatro, el pianisto, el golfisto, el arreglisto, el funambulisto, el proyectisto, el turisto, el contratisto, el paisajisto, el taxisto, el artisto, el periodisto, el violinisto, el taxidermisto, el telefonisto, el masajisto, el gasisto, el trompetisto, el violinisto, el maquinisto, el electricisto, el oculisto, el policío del esquino y, sobre todo, ¡el machisto!<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Contrações]]></title>
<link>http://vimoraes.wordpress.com/2009/11/14/contracoes/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 14:44:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>vimoraes</dc:creator>
<guid>http://vimoraes.wordpress.com/2009/11/14/contracoes/</guid>
<description><![CDATA[~ Exemplos de palavras criadas por contrações. Muito útil para quem fala espanhol!! &nbsp; &nbsp; ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/pN16Kn8X47I&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/pN16Kn8X47I&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span>~</p>
<p>Exemplos de palavras criadas por contrações. Muito útil para quem fala espanhol!!</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sfaturi gramaticale (19) - reguli de ortografie, punctuaţie, tehnoredactare]]></title>
<link>http://noapteaiguanei.wordpress.com/2009/11/14/sfaturi-gramaticale-19-reguli-de-ortografie-punctuatie-tehnoredactare/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 07:59:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>noapteaiguanei</dc:creator>
<guid>http://noapteaiguanei.wordpress.com/2009/11/14/sfaturi-gramaticale-19-reguli-de-ortografie-punctuatie-tehnoredactare/</guid>
<description><![CDATA[Spaţiile de dinainte sau de după semnele de punctuaţie (blancurile) a) se lasă spaţiu liber după: – ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Spaţiile de dinainte sau de după semnele de punctuaţie (blancurile) a) se lasă spaţiu liber după: – ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como usar a apóstrofe!]]></title>
<link>http://maedomeuamigo.com/2009/11/13/como-usar-a-apostrofe/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:00:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodrigoortiz</dc:creator>
<guid>http://maedomeuamigo.com/2009/11/13/como-usar-a-apostrofe/</guid>
<description><![CDATA[Nesta sexta-feira 13, iremos explorar um tema extremamente tenebroso: GRAMÁTICA! Não acha tenebroso,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nesta sexta-feira 13, iremos explorar um tema extremamente tenebroso: GRAMÁTICA!</p>
<p>Não acha tenebroso, caro(a) leitor(a)? Pense que eu, assim como outros amantes do vernáculo e da boa escrita sofremos dia após dia com o uso errôneo de nossa amiga apóstrofe.</p>
<p>Exatamente por isso (e com uma arte e temática agradavelmente nonsense) que criaram o site How To Use an Apostrophe!</p>
<p><a href="http://apostrophe.me/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1564" title="Picture 14" src="http://maedomeuamigo.wordpress.com/files/2009/11/picture-14.png" alt="Picture 14" width="450" height="188" /></a></p>
<p>Divirtam-se.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A língua em constante mutação]]></title>
<link>http://magnalingua.wordpress.com/2009/11/12/o-tempo-atmosferico/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 19:46:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>mrgandalf06</dc:creator>
<guid>http://magnalingua.wordpress.com/2009/11/12/o-tempo-atmosferico/</guid>
<description><![CDATA[Os fenómenos linguísticos&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os fenómenos linguísticos&#8230;</p>
<p><!-- SlideShare error: doc is missing or has illegal characters /[^-_a-zA-Z0-9]/ --></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EL SUBJUNTIVO: η υποτακτικής ]]></title>
<link>http://espanolendidactica.wordpress.com/2009/11/12/el-subjuntivo-%ce%b7-%cf%85%cf%80%ce%bf%cf%84%ce%b1%ce%ba%cf%84%ce%b9%ce%ba%ce%ae%cf%82/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 13:38:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>espanolendidactica</dc:creator>
<guid>http://espanolendidactica.wordpress.com/2009/11/12/el-subjuntivo-%ce%b7-%cf%85%cf%80%ce%bf%cf%84%ce%b1%ce%ba%cf%84%ce%b9%ce%ba%ce%ae%cf%82/</guid>
<description><![CDATA[FORMA: &nbsp; Για να σχηματίζουμε την Υποτακτική του Ενεστώτα αλλάζουμε τα θεματικά φωνήεντα της Ορι]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><em><span style="text-decoration:underline;">FORMA:</span></em></strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>Για να σχηματίζουμε την Υποτακτική του Ενεστώτα αλλάζουμε τα θεματικά φωνήεντα της Οριστικής του Ενεστώτα με το εξής τρόπο<a href="#_ftn1">[1]</a>:</p>
<p>&#160;</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="192" valign="top">Presente de indicativo -AR</td>
<td width="192" valign="top">Presente de indicativo -ER</td>
<td width="192" valign="top">Presente de indicativo -IR</td>
</tr>
<tr>
<td width="192" valign="top">Hablo</p>
<p>Habl<strong>a</strong>s</p>
<p>Habl<strong>a</strong></p>
<p>Habl<strong>a</strong>mos</p>
<p>Habl<strong>á</strong>is</p>
<p>Habl<strong>a</strong>n</td>
<td width="192" valign="top">Como</p>
<p>Com<strong>e</strong>s</p>
<p>Com<strong>e</strong></p>
<p>Com<strong>e</strong>mos</p>
<p>Com<strong>é</strong>is</p>
<p>Com<strong>e</strong>n</td>
<td width="192" valign="top">Vivo</p>
<p>Viv<strong>e</strong>s</p>
<p>Viv<strong>e</strong></p>
<p>Vivimos</p>
<p>Vivís</p>
<p>Viv<strong>e</strong>n</td>
</tr>
<tr>
<td width="192" valign="top">Presente de subjuntivo -AR</td>
<td width="192" valign="top">Presente de subjuntivo -ER</td>
<td width="192" valign="top">Presente de subjuntivo –IR</td>
</tr>
<tr>
<td width="192" valign="top">Habl<strong>e</strong></p>
<p>Habl<strong>e</strong>s</p>
<p>Habl<strong>e</strong></p>
<p>Habl<strong>e</strong>mos</p>
<p>Habl<strong>é</strong>is</p>
<p>Habl<strong>e</strong>n    <strong><em>-ar</em></strong><strong><em>à e</em></strong></td>
<td width="192" valign="top">Com<strong>a</strong></p>
<p>Com<strong>a</strong>s</p>
<p>Com<strong>a</strong></p>
<p>Com<strong>a</strong>mos</p>
<p>Com<strong>á</strong>is</p>
<p>Com<strong>a</strong>n    <strong><em>-er </em></strong><strong><em>à a</em></strong></td>
<td width="192" valign="top">Viv<strong>a</strong></p>
<p>Viv<strong>a</strong>s</p>
<p>Viv<strong>a</strong></p>
<p>Viv<strong>a</strong>mos</p>
<p>Viv<strong>á</strong>is</p>
<p>Viv<strong>a</strong>n     <strong><em>-ir </em></strong><strong><em>à a</em></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#160;</p>
<p>* Για να είναι ποι έυκολο για σας:</p>
<p>Υποτακτικής =  ρίζα Ά πρόσωπο Ενεστ. + κατάληξεις</p>
<p>&#160;</p>
<p>* En el presente de subjuntivo los verbos en “–er” e “–ir” tienen las mismas terminaciones.</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">VERBOS IRREGULARES: </span><span style="text-decoration:underline;">ΑΝΏΜΑΛΑ </span><span style="text-decoration:underline;">Ρ´H</span><span style="text-decoration:underline;">ΜΑΤΑ </span></p>
<p>* Los verbos que tiene una irregularidad en la primera persona del presente de indicativo, luego, en el presente de subjuntivo la tendrán en todas las personas (esto ocurre tanto con los verbos que sólo cambian una vocal, como con los que cambian toda la raíz): τα ρήματα που είναι ανώμαλα στο Ά πρόσωπο τις οριστικής φωνής σχηματίζονται (σε όλα τα πρόσωπα) με τέτοια ρίζα συν τις κατάληξεις, αλλά, καποια ρήματα προστίθενται κάποιες άλλες αλλαγές.</p>
<p>&#160;</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="576" valign="top">Con irregularidad en la vocal</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">P<strong>e</strong>dir: eài</p>
<p>Pido</p>
<p>Pides</p>
<p>Pide</p>
<p>P<strong>e</strong>dimos</p>
<p>P<strong>e</strong>dís</p>
<p>Piden</td>
<td width="288" valign="top">
<p>&#160;</p>
<p>Pida</p>
<p>Pidas</p>
<p>Pida</p>
<p>P<strong>i</strong>damos</p>
<p>P<strong>i</strong>dáis</p>
<p>Pidan</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="4" width="384" valign="top">Con irregularidad en la vocal:</p>
<p>verbos con forma &#8230;e&#8230;ir / &#8230;o&#8230;ir</td>
</tr>
<tr>
<td width="96" valign="top">Mentir: eài</p>
<p>Miento</p>
<p>Mientes</p>
<p>Miente</p>
<p>Mentimos</p>
<p>Mentís</p>
<p>Mienten</td>
<td width="77" valign="top">
<p>&#160;</p>
<p>Mienta</p>
<p>Mientas</p>
<p>Mienta</p>
<p>Mintamos mintáis</p>
<p>mientan</td>
<td width="115" valign="top">Dormir: oàu</p>
<p>Duermo</p>
<p>Duermes</p>
<p>Duerme</p>
<p>Dormimos</p>
<p>Dormís</p>
<p>Duermen</td>
<td width="96" valign="top">
<p>&#160;</p>
<p>Duerma</p>
<p>Duermas</p>
<p>Duerma</p>
<p>Durmamos</p>
<p>Durmáis</p>
<p>Duerman</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Esto significa que en las formas del subjuntivo para “nosotros” y “vosotros” el verbo se queda con una sola vocal.</p>
<p>&#160;</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="576" valign="top">Verbos irregulares en la raíz    HACER</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Hago</p>
<p>Haces</p>
<p>Hace</p>
<p>Hacemos</p>
<p>Hacéis</p>
<p>Hacen</td>
<td width="288" valign="top">Haga</p>
<p>Hagas</p>
<p>Haga</p>
<p>Hagamos</p>
<p>Hagáis</p>
<p>Hagan</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#160;</p>
<p>Decir: dig-                   venir: veng-                 conocer: conozc-         *και τα σύνθετα τους:</p>
<p>Traer: traig-                 caer: caig-                    parecer: parezc-           contradecir: contradig</p>
<p>Poner: pong-                tener: teng-                  agradecer: agradezc-   suponer: supong-</p>
<p>Salir: salg-                   oír: oig-                        conducir: conduzc-     etc.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="6" width="576" valign="top">Verbos   completamente irregulares</td>
</tr>
<tr>
<td width="96" valign="top"><strong>Ser: </strong></p>
<p>Sea</p>
<p>Seas</p>
<p>Sea</p>
<p>Seamos</p>
<p>Seáis</p>
<p>Sean</td>
<td width="96" valign="top"><strong>Estar:</strong></p>
<p>Esté</p>
<p>Estés</p>
<p>Esté</p>
<p>Estemos</p>
<p>Estéis</p>
<p>Estén</td>
<td width="96" valign="top"><strong>Ver:</strong></p>
<p>Vea</p>
<p>Veas</p>
<p>Vea</p>
<p>Veamos</p>
<p>Veáis</p>
<p>Vean</td>
<td width="96" valign="top"><strong>Ir:</strong></p>
<p>Vaya</p>
<p>Vayas</p>
<p>Vaya</p>
<p>Vayamos</p>
<p>Vayáis</p>
<p>Vayan</td>
<td width="96" valign="top"><strong>Haber:</strong></p>
<p>Haya</p>
<p>Hayas</p>
<p>Haya</p>
<p>Hayamos</p>
<p>Hayáis</p>
<p>Hayan</td>
<td width="96" valign="top"><strong>Saber:</strong></p>
<p>Sepa</p>
<p>Sepas</p>
<p>Sepa</p>
<p>Sepamos</p>
<p>Sepáis</p>
<p>Sepan</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#160;</p>
<p><strong><em><span style="text-decoration:underline;">USOS:</span></em></strong></p>
<p>&#160;</p>
<ol>
<li>Διαπιστώνουμε (οριστική) ή δεν διαπιστώνουμε (υποτακτική)</li>
</ol>
<p>&#160;</p>
<ul>
<li>Χρησιμοποιούμε ένα ρήμα στην οπιστική όταν Διαπιστώνουμε ένα γεγονός. Εκφράσουμε κάτι που ξέρουμε ή νομίζουμε (κάνουμε μια <strong>υπόθεση</strong>) σχετικά με μια συγκεκριμένη πραγματικότητα. Μπορούμε να Διαπιστώνουμε κάποια πληροφορία σε μία κύρια πρόταση ή μετά από μια κύρια πρόταση  που εισάγει μια διαπίστωση (δηλαδή, σε μια δευτερεύουσα πρόταση)</li>
</ul>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="576" valign="top"><strong>Creo</strong> πιστευω</p>
<p><strong>Pienso </strong>νομίζω</p>
<p><strong>Est</strong><strong>á claro</strong> είναι φανερό</p>
<p><strong>Es evidente</strong> είναι φανερό                                          + que + indicativo</p>
<p><strong>Es seguro</strong> είναι σίγουρο/ <strong>estoy   seguro de </strong></p>
<p><strong>Parece</strong> φαίνεται <strong> </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>Susana tiene novio. </em></p>
<p><em>Está claro que Susana tiene novio. </em></p>
<p><em>Supongo que Susana tiene novio. </em></p>
<ul>
<li>Χρησιμοποιούμε ένα ρήμα στην υποτακτική σε ετεροπροσωπεία (ή στο απαρέμφατο σε ταυτοπροσωπεία) όταν δεν μπορούμε να Διαπιστώνουμε αυτό μου λέει το ρήμα, επειδή δεν μπορούμε ή δεν θέλουμε να κάνουμε διαπίστωση ούτε υπόθεση: έχουμε μόνο μία ασαφή εικόνα του γεγονότος. Ένα ρήμα στην υποτακτική εξαρτάται πάντα από μια πρόταση με την οποία εκφράζουμε επιθυμίες, απόρριψη, πιθανότητα ή αμφίβολη γνώμη:</li>
</ul>
<p><strong>! </strong>ποτέ δεν χρησιμοποιούμε  υποτακ. για να εκφράσουμε μια γνώμη σε μια ανερξάρτητη πρόταση:<strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><em>Susana tenga novio. </em></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="576" valign="top"><strong>No creo</strong></p>
<p><strong>No pienso</strong></p>
<p><strong>No está claro </strong></p>
<p><strong>No es evidente </strong>+ que + subjuntivo<strong> </strong></p>
<p><strong>No es seguro</strong></p>
<p><strong>No parece</strong><a href="#_ftn2">[2]</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>No creo que Susana tenga novio. </em></p>
<p>* Con “<strong>tal vez”</strong> y “<strong>quizás”<a href="#_ftn3"><strong>[3]</strong></a> </strong> podemos usar tanto subjuntivo como indicativo.</p>
<p><em>Ana no ha llegado todavía,     tal vez  <strong>esté/ está</strong> trabajando todavía. </em></p>
<p><em> quizás</em></p>
<p>&#160;</p>
<ol>
<li>έκφραση <strong>επιθυμιών</strong> και <strong>στόχον</strong>:</li>
</ol>
<p>&#160;</p>
<ul>
<li>όταν εκφράσουμε μια <strong>επιθυμία</strong>, δεν διαπιστώνουμε. Πρόκειται μόνο για μια γενική και ασαφή εικόνα που έχουμε, που μπορεί να πραγματοποιηθεί ή όχι, και που θέτουμε μόνο ως πιθανό στόχο.</li>
</ul>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<h1>Quiero</h1>
<h1>Deseo               que + subjuntivo (los sujetos de los 2 verbos son   diferentes)</h1>
<h1>Necesito&#8230;</h1>
<p><strong> </strong><em>Quiero (yo) que vengas (tú) a mi casa.</em></p>
<p><strong>Quiero </strong></p>
<p><strong>Deseo                + infinitivo </strong>(el sujeto de los 2 verbos es el mismo)</p>
<p><strong>Necesito </strong></p>
<p><strong> </strong><em>Quiero (yo) ducharme (yo) ahora.</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#160;</p>
<ul>
<li>Για αυτό, χρησιμοποιούμε πάντα υποτακτική σε ετεροποσωπεία (ή απαρέμφατο σε ταυτοπροσωπεία) με τα ρήματα που εξαρτώνται από κύριες πρότασεις που φανερώνουν επιθυμίες ή στόχους<a href="#_ftn4">[4]</a>:</li>
</ul>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="576" valign="top">[No] quiero</p>
<p>[No] deseo                 αυτό που πω δεν   είναι διαπίστωση: είανι μόνο κάτι που</p>
<p>[No] espero                επιθυμώ ή που δεν   επιθυμώ</p>
<p>[No] prefiero</p>
<p>[No] me apetece</p>
<p>[No] tiene ganas de</p>
<p><em>que te <strong>cases</strong> conmigo</em></p>
<p>[No] te pido                  αυτό που θα πω δεν   είναι διαπίστωση: είναι κάτι που</p>
<p>[No] te he prohibido      πρέπει ή δεν πρέπει να συμβεί</p>
<p>[No] permito</p>
<p>[No] te aconsejo</p>
<p>[No] es importante</p>
<p>[No] es necesario <strong> </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<ul>
<li>Para deseos usamos también <strong>ojalá</strong>. Ojalá va siempre seguida de subjuntivo y sería μακάρι να en griego.</li>
</ul>
<p><em>Ojalá termine pronto del trabajo. Ojalá todo te vaya bien en el trabajo. </em></p>
<ol>
<li>Με τη φράση <strong>que</strong><strong> + presente</strong><strong> de</strong><strong> subjuntivo</strong><strong> </strong>μπορούμε να εκφράσουμε τυποποιημένες <strong>ευχές </strong>και <strong>προεδοποιήσεις</strong>.</li>
</ol>
<p><em> </em><strong>Ευχές: </strong><em>¡que aproveche!</em></p>
<p><em> ¡que te lo pases bien!</em></p>
<p><strong>Προεδοποιήσεις</strong>:       <em>¡que tengas cuidado! </em></p>
<p><em> ¡que no corráis!</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li>OTROS USOS:</li>
</ol>
<ul>
<li>Εκφράσουμε την υποκειμενική μας άποψι</li>
</ul>
<p>A mi (no) me gusta</p>
<p>Me da igual</p>
<p>(in)justo</p>
<p>Es/ me             Una tontería</p>
<p>parece              (i)lógico                       + Que + presente de subjuntivo</p>
<p>Increíble</p>
<p>Normal</p>
<p>Importante</p>
<p>Una vergüenza</p>
<p>&#160;</p>
<p>Me parece/</p>
<p>está                  (muy) bien/ mal</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<h2>Es una vergüenza que te cobren dinero por aparcar el coche en tu ciudad.</h2>
<p><em>Es injusto que las personas que tienen menos dinero tengan menos derechos.</em></p>
<p><em>Está muy bien que los domingos los museos sean gratis. </em></p>
<p><em>Es importante que en las escuelas se aprenda historia. </em></p>
<ul>
<li><strong>Απορρίτουμε </strong></li>
</ul>
<p>Es mentira que</p>
<p>No es verdad que</p>
<p>No creemos que                       + subjuntivo</p>
<p>No está segura de que</p>
<p>No está claro que</p>
<p>No me imagino que</p>
<p><em>Es mentira que María sea italiana. </em></p>
<ul>
<li><strong>Πιθανότητα </strong></li>
</ul>
<p>Es posible que</p>
<p>Es probable que</p>
<p>Puede ser que              + subjuntivoà <em>Es posible que mañana llueva</em></p>
<p>Dudo que</p>
<p>¡¡¡¡¡¡¡¡Seguramente/ probablemente/ posiblemente/ seguro que + <strong>indicativo</strong>!!!!!!!</p>
<ul>
<li><strong>Cuando </strong></li>
</ul>
<p>El verbo de la frase que empieza “cuando” va en presente de subjuntivo cuando se refiere al futuro.</p>
<p><em>Cuando llegó, se fue a la cama (pasado, verbo en indicativo)</em></p>
<p><em>Cuando llegaba, se iba a la cama (pasado, verbo en indicativo)</em></p>
<p><em>Cuando llega, se va a la cama (presente, verbo en indicativo)</em></p>
<p><em>Cuando <strong>llegue</strong>, se irá a la cama (futuro, verbo en presente de subjuntivo)</em></p>
<p>&#160;</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref1">[1]</a> Véanse:</p>
<p>PÉREZ BERNAL, R. M. <em>Gramática española para estudiantes griegos. </em>Polyglot, 2000</p>
<p>ALONSO RAYA, R; CASTAÑEDA CASTRO, A; MARTÍNEZ GILA, P y otros. <em>Gramática básica del estudiante de español</em> [Versión Griega]<em>. </em>Atenas: Grivas, 2005.</p>
<p><a href="#_ftnref2">[2]</a> Σε όλες αυτές τις προτάσεις, που στα Ελληνικά εισάγονται με &#60;&#60;ότι&#62;&#62; ή &#60;&#60;πως&#62;&#62;, αν η κύρα πρόταση είναι θετική η δευτερεύουσα πρόταση παρουσιάζεται σε οριστική. Εάν η κύρια πρόταση είναι αρνητική, τότε η δευτερεύουσα πρόταση παρουσιάζεται σε υποτακτική.</p>
<p><a href="#_ftnref3">[3]</a> Tal vez y quizás son sinónimos.</p>
<p><a href="#_ftnref4">[4]</a> Μπορούμε να</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EL JUEGO DE LOS ERRORES]]></title>
<link>http://miclase.wordpress.com/2009/11/12/el-juego-de-los-errores/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 07:17:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>marife</dc:creator>
<guid>http://miclase.wordpress.com/2009/11/12/el-juego-de-los-errores/</guid>
<description><![CDATA[CARAMBOLO]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_3053" class="wp-caption aligncenter" style="width: 435px"><a href="http://www.juntadeandalucia.es/averroes/carambolo/WEB%20JCLIC2/Agrega/Lengua/El%20juego%20de%20los%20errores/contenido/index.html" target="_blank"><img class="size-full wp-image-3053" title="ERR" src="http://miclase.wordpress.com/files/2009/11/err.jpg" alt="ERR" width="425" height="264" /></a><p class="wp-caption-text">CARAMBOLO</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
