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	<title>grupos-de-apoio &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/grupos-de-apoio/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "grupos-de-apoio"</description>
	<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 05:03:58 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Vinte anos da descoberta do vírus da Hepatite C]]></title>
<link>http://conversademenina.wordpress.com/2009/07/26/vinte-anos-da-descoberta-do-virus-da-hepatite-c/</link>
<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 13:24:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andreia Santana</dc:creator>
<guid>http://conversademenina.wordpress.com/2009/07/26/vinte-anos-da-descoberta-do-virus-da-hepatite-c/</guid>
<description><![CDATA[Representação do vírus da Hepatite C A Hepatite C atinge cerca de três milhões de pessoas no país e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_3005" class="wp-caption alignleft" style="width: 146px"><img class="size-thumbnail wp-image-3005" title="C" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/07/c.jpg?w=136" alt="Representação do vírus da Hepatite C" width="136" height="150" /><p class="wp-caption-text">Representação do vírus da Hepatite C</p></div>
<p>A Hepatite C atinge cerca de três milhões de pessoas no país e infecta cinco vezes mais que a AIDS. Este ano, completam-se vinte anos da descoberta do VHC, vírus causador da Hepatite C, ocorrida em 1989. Recebemos um bom material, que esclarece algumas dúvidas sobre a chamada doença silenciosa, pois o vírus leva anos encubado, antes dos problemas de saúde se manifestarem. Abaixo, transcrevo o material recebido através da assessoria de comunicação do HC &#8211; FMUSP (Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo). No final do post, os interessados em saber mais sobre a doença encontram o link para o Portal da Hepatite, uma página na internet com informações completas sobre a doença e suas manifestações. No portal, há também os contatos dos grupos de apoio aos portadores em Salvador &#8211; BA e demais capitais.</p>
<p style="text-align:center;">=================================</p>
<p style="text-align:center;"><strong>&#8220;A epidemia silenciosa faz 20 anos&#8221;</strong></p>
<p style="text-align:left;"><em>Na década de 70 e 80, a epidemia de Hepatice C se disseminou pelo mundo, atingindo de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), entre 170 e 200 milhões de pessoas, equivalente a 3% da população mundial. Vinte anos mais tarde, os métodos de diagnóstico e tratamento avançaram muito, mas o cenário continua alarmante. A hepatite C é a maior causa de cirrose e câncer de fígado no mundo e se tornou o principal motivo de morte dos portadores de HIV.</em></p>
<p style="text-align:left;"><em>A doença contamina cinco vezes mais brasileiros do que a AIDS. No País, existem 600 mil portadores do vírus da AIDS contra cerca de três milhões de pessoas infectadas com o vírus da hepatite C, segundo estimativas do Ministério da Saúde. De acordo com o infectologista Evaldo Stanislau Affonso de Araújo, Coordenador do Comitê de Hepatites Virais da Sociedade Brasileira de Infectologia e Médico Assistente-Doutor da Divisão de Moléstias Infecciosas e Parasitárias do HC-FMUSP, a coinfecção HIV-Hepatite C, entre os usuários de drogas infectados pela AIDS, chega a quase 100%. “Morre-se pelas complicações do fígado e não pelas infecções associadas ao HIV”, explica. A proporção diminui se a pessoa adquiriu o HIV por via sexual. “Nesse caso, teremos ao redor de 15% </em><em>de coinfecção HIV-Hepatite C”, completa.</em></p>
<div id="attachment_3003" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-3003" title="mapa_hepatite_c" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/07/mapa_hepatite_c.gif" alt="Mapa de distribuição da Hepatite C no mundo. Fonte: Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)" width="500" height="299" /><p class="wp-caption-text">Mapa de distribuição da Hepatite C no mundo. Fonte: Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)</p></div>
<p><em>Segundo o especialista, desde a descoberta do vírus, os avanços foram muito expressivos, mas ainda há muito que melhorar. “Não temos só noticias ruins, a terapia para a hepatite C evoluiu muito. No início, com o uso apenas do interferon alfa, tínhamos ao redor de 6% de sucesso no tratamento”, explica o especialista. “Hoje saltamos para uma média de sucesso de 50% &#8211; dependendo do caso pode ser maior &#8211; e, em breve, com o advento de novas modalidades terapêuticas, devemos atingir ao redor de 75% de sucesso. Ainda não é 100%, mesmo por que não contamos com uma vacina preventiva”, completa.</em></p>
<p><em>O mais preocupante é que a maioria dos portadores, principalmente os mais idosos – em que a prevalência da doença chega a ser o dobro da população em geral &#8211; desconhece a sua condição. Isso ocorre, pois a hepatite C é uma doença que evolui silenciosamente sem apresentar nenhum sintoma. “Nesse cenário, tornou-se corriqueiro nos deparar com o diagnóstico tardio, quando as pessoas já apresentam o câncer de fígado ou uma doença hepática avançada” ressalta Dr. Evaldo Stanislau.</em></p>
<p><em><strong>Diagnóstico e Tratamento da Hepatite C</strong></em></p>
<p><em>A hepatite C crônica é uma doença de evolução lenta e que não causa sintomas por um longo tempo, mas nos estágios mais avançados o quadro sintomático pode ser bastante grave. A doença teve os primeiros casos diagnosticados em 1990, especialmente, em pacientes que receberam transfusão sanguínea antes de 1992. Transmitida, principalmente, pelo contato com o sangue, a hepatite C pode ser contraída por uso de material cortante não esterilizado adequadamente (manicure), compartilhamento de agulhas, hemodiálise, realização de tatuagem sem técnicas de esterilização adequadas ou de acupuntura sem agulhas descartáveis e ainda pelo uso endovenoso de drogas ilícitas. A evolução da doença crônica pode causar cirrose hepática em cerca de 20% dos pacientes em 10 anos, podendo desenvolver também câncer de fígado. Por esse motivo, o diagnóstico precoce é fundamental para a detecção rápida da doença e o estabelecimento de um tratamento adequado, que pode em muitos casos garantir a cura, evitando as complicações de longo prazo.   </em></p>
<p><em>Atualmente, os pacientes tratados com remédios de última geração para hepatite C, podem atingir altas taxas de resposta virológica sustentada (RVS), ou seja, a ausência do vírus após o tratamento, considerada como a cura para a Hepatite C. No entanto, especialistas alertam para o diagnóstico precoce e o início da terapia individualizada como o alvo principal para atingir as melhores taxas de resposta.</em></p>
<p><em><strong>Locais de Tratamento</strong></em></p>
<p><em>O Sistema Único de Saúde oferece tratamento para os pacientes com doenças hepáticas. Há também outros centros especializados, além deínicas privadas e dos postos do SUS no Brasil.</em></p>
<p><em>======================</em></p>
<p><em>&#62;&#62;</em><strong>Visite o </strong><a href="http://www.portaldahepatite.com/index2.php?ctg=6&#38;nt=168"><strong>Portal da Hepatite </strong></a><strong> e veja onde buscar apoio</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Metro e slings]]></title>
<link>http://matrice.wordpress.com/2009/06/27/metro-e-slings/</link>
<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 19:48:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabiola Cassab</dc:creator>
<guid>http://matrice.wordpress.com/2009/06/27/metro-e-slings/</guid>
<description><![CDATA[&#8230; neste caso, a Francesca foi Mei Tae. Francesca enfrentou o frio de São Paulo da sexta feira ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">&#8230; neste caso, a Francesca foi Mei Tae. Francesca enfrentou o frio de São Paulo da sexta feira pegou o metro , foi a reuniao da Matrice. Francesca e Alina foram super bem agasalhadas!</p>
<h6 style="text-align:center;"><img class="size-large wp-image-1634  aligncenter" title="francesca e seu mei tae" src="http://matrice.wordpress.com/files/2009/06/francesca-e-seu-mei-tae.jpg?w=410" alt="francesca e seu mei tae" width="410" height="1024" /></h6>
<h6 style="text-align:center;">Francesca e Alina no Mei Tae!</h6>
<p style="text-align:justify;">Essa reunião foi especial pois reuniu maternas bem atingas com novas crias, como foi o caso da Rê Penna e a Chiara e maternas mais novas com seus bbs novinhos ou não! E viva as reuniões!</p>
<p style="text-align:justify;">Fica nosso agradecimento pela reunião que esquentou a todas nós no Gama! Amanhã colocamos mais fotinhas da reunião!<br />
Semana que vem tem mais reunião. Quer saber, onde? quando ? clique <a href="http://matrice.wordpress.com/como-e-onde-atuamos/" target="_blank">aqui</a></p>
<p style="text-align:justify;">*****************************************</p>
<p style="text-align:justify;">Para a turma de Campinas, domingo tem Arraial da Samauma. Levem um prato tipico. Quem não for de Campinas tb ta convidado! !</p>
<p style="text-align:justify;">************************************</p>
<p style="text-align:justify;">Nossa querida Débora Gerbera já publicou no <a href="http://www.flickr.com/photos/matrice" target="_blank">Flicr</a> as fotos tb da reunião na Cozinha com Selma, confiram!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exemplo: banco de remédios do Rio]]></title>
<link>http://alzheimerpe.wordpress.com/2009/05/30/exemplo-banco-de-remedios-do-rio/</link>
<pubDate>Sat, 30 May 2009 15:59:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>milaribas85</dc:creator>
<guid>http://alzheimerpe.wordpress.com/2009/05/30/exemplo-banco-de-remedios-do-rio/</guid>
<description><![CDATA[Recebi essas informações por email e seria muito interessante se, mesmo quem não mora no Rio, pudess]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Recebi essas informações por email e seria muito interessante se, mesmo quem não mora no Rio, pudesse criar e/ou ajudar de alguma maneira, tendo como foco o não desperdício de medicação.</p>
<p><em>Às vezes sobram aqueles medicamentos dentro da validade, que alguém pode aproveitar e a gente não sabe o que fazer com eles. A ASAPREV-RJ, criou o Banco de Remédios para atendimento gratuito aos aposentados de baixa renda, que não tem a mínima condição de adquirir medicamentos. O Banco sobrevive com a doação de medicamentos de pessoas cujo tratamento foi interrompido. Caso você possua um medicamento que não precisa mais ou não faça mais uso, não deixe em uma gaveta para depois jogar fora quando vencer o prazo de validade, FAÇA A DOAÇÃO. O endereço de coleta é Av. Rio Branco 156 &#8211; 20 andar sala 2021 à 2024 &#8211; (Edifício Av. Central ) -PODE DEIXAR NA PORTARIA DO PRÉDIO. Você pode fazer a doação também no Shopping Tijuca no SAC &#8211; SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CLIENTE &#8211; 3° PISO. </em></p>
<p><em>Site : www.asaprev-rj.org.br e-mail: asaprev-rj@zaz.com.br Tels: 2544-3396 / 2524-0407 </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[depoimento espontâneo]]></title>
<link>http://matrice.wordpress.com/2009/04/27/depoimento-espontaneo/</link>
<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 21:49:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Basaglia</dc:creator>
<guid>http://matrice.wordpress.com/2009/04/27/depoimento-espontaneo/</guid>
<description><![CDATA[Matrices! Com uma semana de atraso mando meus agradecimentos comovidos pra esse grupo tão sensaciona]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Matrices! </em></p>
<p><em> Com uma semana de atraso mando meus agradecimentos comovidos pra esse grupo tão sensacional.<br />
Por contar com o apoio de vocês pude segurar a onda no hospital, quando fizeram a maior chantagem emocional pra darem complemento pro meu filho.<br />
Sabia que vocês me ajudariam se tivesse problemas pra amamentar, e pela convivência com as Maternas sabia da extrema importância do LM pro meu filhote, pra mim e pra nossa relação.<br />
No dia 18 completamos 6 meses de amamentação exclusiva!!! !! E agora estamos nos divertindo na introdução da comidinha <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Muito, muito obrigada!!!!<br />
beijos mais que felizes,<br />
Bianca, do Lucas</em></p>
<p>depoimento recebido na nossa lista de discussão, totalmente espontâneo, e que reforça a certeza de que é se apoiando e trocando experiências que a gente consegue os melhores resultados!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[novo encontro! ]]></title>
<link>http://matrice.wordpress.com/2009/03/11/novo-encontro-comparecam/</link>
<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 04:09:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Basaglia</dc:creator>
<guid>http://matrice.wordpress.com/2009/03/11/novo-encontro-comparecam/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-1387" title="volta-trabalho1" src="http://matrice.wordpress.com/files/2009/03/volta-trabalho1.jpg" alt="volta-trabalho1" width="450" height="321" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Portal]]></title>
<link>http://alzheimerpe.wordpress.com/2008/09/07/124/</link>
<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 16:44:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>milaribas85</dc:creator>
<guid>http://alzheimerpe.wordpress.com/2008/09/07/124/</guid>
<description><![CDATA[O portal Cuidar de Idosos disponibiliza para cuidadores profissionais e familiares uma série de curs]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O portal <strong>Cuidar de Idosos</strong> disponibiliza para cuidadores profissionais e familiares uma série de cursos e simpósios on-line. Além disso, há uma biblioteca com artigos e manuais sobre a terceira idade. Clique <a href="http://www.cuidardeidosos.com.br/">aqui</a> e confira.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A importância dos Grupos de Apoio]]></title>
<link>http://memoriaspartidas.wordpress.com/2008/08/14/a-importancia-dos-grupos-de-apoio/</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 13:26:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>memoriaspartidas</dc:creator>
<guid>http://memoriaspartidas.wordpress.com/2008/08/14/a-importancia-dos-grupos-de-apoio/</guid>
<description><![CDATA[Na Reportagem de Paulo Kehdi retirada do site &#8221;Sentidos&#8221;, o jornalista entrevista a dire]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#33cccc;">Na Reportagem de Paulo Kehdi retirada do site &#8221;Sentidos&#8221;, o jornalista entrevista a diretora da Abraz-SP e psicóloga clínica Rosilene Alves de Souza Lima que esclarece a importância dos grupos de apoio de alzheimer para a família do paciente. </span></p>
<p><strong>Você é coordenadora do grupo de apoio psicológico. Quais são as principais ações realizadas pela área?</p>
<p></strong>Sou fundadora e coordenadora do grupo de apoio psicológico para familiares e cuidadores de paciente com Alzheimer e doenças similares, que acontece toda as quintas-feiras às 19:30hs. Esse grupo tem como objetivo acolher as angústias e diminuir o estresse dos familiares, informar sobre a doença através de um olhar de profissionais especializados e também buscar a interação e a troca de experiências entre familiares que passam pelos mesmos problemas. Temos um boletim informativo sobre a doença que circula na região e que conta com o apoio de alguns comerciantes. Estamos elaborando uma pesquisa que se encontra em andamento, sobre o perfil do portador e de seu cuidador familiar. Neste mês de maio, vamos dar início a um grupo terapêutico para pacientes portadores de Alzheimer que se encontram no estágio inicial da doença, utilizando uma metodologia de estimulações cognitivas, com o objetivo de diminuir sua progressão. Nesta quinta feira (26/04), vamos ter uma palestra com uma educadora física e fisioterapeuta especializada em gerontologia que vai falar da prevenção de doenças como Alzheimer, através da prática de exercícios físicos e a importância da fisioterapia para o paciente com Alzheimer. Teremos também a participação dos Doutores da Alegria, que vão trazer uma mensagem de como encarar essa doença que não tem cura. É um processo que mobiliza muitos sentimentos de tristeza e angústia. Em contrapartida, buscamos preservar um sentimento otimista que vai resultar em qualidade de vida para o portador e seus familiares.</p>
<p><strong>Que linha de atendimento psicológico você segue com os familiares que possuem parentes com Alzheimer?</strong></p>
<p>Uma linha de apoio e aconselhamento. Acolhemos as angústias dos familiares no enfretamento da doença. Sua progressão é demasiadamente penosa e que normalmente dispara neles sentimentos de culpa, medo e falta de aceitação. Um gatilho para o estresse e diversas doenças psíquicas que podem surgir, como a depressão, a síndrome do pânico ou doenças somáticas. Em alguns casos, até uma pseudodemência .O resultado deste trabalho é ter familiares cuidadores menos estressados e mais saudáveis. Melhor estruturados psicologicamente para cuidar do paciente, que pode ter uma evolução da doença em torno de 10 anos.</p>
<p><strong>Quais são as intervenções feitas com pessoa que possui Alzheimer?</strong></p>
<p>As intervenções com o portador de Alzheimer seguem um critério medicamentoso que vai levar em consideração a doença e sua evolução. Os medicamentos próprios para Alzheimer não têm um efeito curativo. A intenção é tentar diminuir a progressão da doença, ou seja desacelerar a morte das células neuronais. Medicamentos como o Exelon , Reminil, entre outros. Atualmente este tratamento medicamentoso está sendo associado á atividades sistematizadas de estimulação cognitiva e vêm apresentando resultados satisfatórios na tentativa de diminuir a progressão da doença. Existe também um ganho com o treinamento de cuidadores, que passam a estimular o portador na vida diária. O resultado é manter autonomia maior dos portadores durante um certo período. As intervenções medicamentosas se estendem na batalha para diminuir os sintomas de agressividade, de insônia e de delírios de perseguição, dentre outros que ocorrem principalmente na fase inicial da doença e que causa sofrimento para os pacientes e seus familiares. Além de diversas outras intervenções que acompanham o paciente na sua progressão, traduzidos em trabalhos com fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos, enfermeiras, entre outros. Alzheimer é uma doença em que o paciente apresenta diversos sintomas. E na sua evolução, várias debilidades do organismo precisam de intervenção.</p>
<p><strong>Quais são esses sintomas?</strong></p>
<p>Na fase inicial, a pessoa afetada mostra-se um pouco confusa e esquecida e parece não encontrar palavras para se comunicar em determinados momentos. Às vezes, apresentam descuido da aparência pessoal, perda da iniciativa e alguma perda da autonomia para as atividades da vida diária. Na fase intermediária, necessita de maior ajuda para executar as tarefas de rotina, pode passar a não reconhecer seus familiares e apresentar incontinência urinária e fecal. Torna-se incapaz para julgamento e pensamento abstrato, precisa de auxílio direto para se vestir, comer, tomar banho, tomar suas medicações e todas as outras atividades de higiene. Pode apresentar comportamento inadequado, irritabilidade, desconfiança, impaciência e até agressividade, ou pode apresentar depressão, regressão e apatia. No período final da doença, existe perda de peso mesmo com dieta adequada, dependência completa, torna-se incapaz de qualquer atividade de rotina da vida diária e fica restrita ao leito, com perda total de julgamento e concentração. É possível existirem reações a medicamentos, infecções bacterianas e problemas renais. Na maioria das vezes, a causa da morte não tem relação com a doença e, sim, com fatores relacionados à idade avançada.</p>
<p><strong>Você convida outros profissionais para ministrar palestras. Que critérios você usa para convidá-los e com que freqüência?</strong></p>
<p>Os profissionais convidados são voluntários e especialistas no assunto. Temos um cronograma anual que abarca diversos profissionais. O critério é que participem da equipe multidisciplinar nos cuidados com o portador. Médicos, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, advogados, enfermeiras, neuropsicólogos, terapeutas ocupacionais, dentistas, entre outros. Dependendo da demanda do grupo, estes profissionais são convidados a estarem participando numa freqüência maior.</p>
<p><strong>Como os interessados podem entrar em contato com vocês?</strong></p>
<p>Os interessados podem enviar sua proposta de trabalho para ser avaliada e se atende a demanda dos participantes. Nesta proposta é necessário um currículo que valide sua experiência com portadores de Alzheimer ou doenças similares, para o endereço:<br />
<a href="mailto:roseabraz@yahoo.com.br">roseabraz@yahoo.com.br</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NAI]]></title>
<link>http://alzheimerpe.wordpress.com/2008/08/09/nai/</link>
<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 22:22:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>milaribas85</dc:creator>
<guid>http://alzheimerpe.wordpress.com/2008/08/09/nai/</guid>
<description><![CDATA[A UFPE dispõe de um núcleo de atendimento a pessoas idosas, o NAI, fundado em 2001. Cuidadores podem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2><a title="Link Permanente para NAI" rel="bookmark" href="http://falamilouca.wordpress.com/2008/08/09/nai/"><br />
</a></h2>
<div class="entry">
<div class="snap_preview">
<p>A UFPE dispõe de um núcleo de atendimento a pessoas idosas, o NAI, fundado em 2001. Cuidadores podem trocar experiências em encontros semanais, com a coordenação de professores e alunos de medicina.  As reuniões são realizadas no prédio anexo ao Departamento de Medicina Social.</p>
<p>Informações: 81 32718538<span><span style="font-family:Arial,Arial,Helvetica;"><strong>.</strong></span></span></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Semana está demais!]]></title>
<link>http://matrice.wordpress.com/2008/08/07/a-semana-esta-demais/</link>
<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 16:47:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Analy</dc:creator>
<guid>http://matrice.wordpress.com/2008/08/07/a-semana-esta-demais/</guid>
<description><![CDATA[Para quem não foi domingo, assista  uma parte da linda apresentação da Kiara Terra. A história inclu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://matrice.files.wordpress.com/2008/08/_mg_19211.jpg"></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://matrice.files.wordpress.com/2008/08/ana-ju1.jpg"></a><a href="http://matrice.files.wordpress.com/2008/08/ana-ju.jpg"></a></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/A2gVvTBn-uU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/A2gVvTBn-uU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Para quem não foi <span style="color:#800080;">domingo</span>, assista  uma parte da linda apresentação da Kiara Terra. A história incluía &#8220;peitos de fogo&#8221; jorrando leite. Vejam a foto acima. Foi uma tarde super-divertida.</p>
<p>Segunda-feira à noite na Casa Materna a roda de conversas com a Dra Selma Canoas sobre introdução de alimentos encheu a sala. O assunto é sempre importante para a mãe que amamenta e a mensagem básica da Selma foi:<span style="color:#ff00ff;"> </span><span style="color:#800080;"><strong>&#8220;o que você fizer com carinho, vai dar certo&#8230;&#8221;</strong> </span>Ela não deixou de dividir, no entanto, recomendações básicas. Conversem com as mães que foram para saber da opinião delas!</p>
<p>Terça-feira, prestigiamos o lançamento oficial do <a href="http://www.cinematerna.com.br">Cinematerna</a>! O evento foi totalmente pró-amamentação e a notícia que apareceu nos jornais quarta-feira reconheceu finalmente a iniciativa dessas <span style="color:#800080;"><strong>cinéfilas de peito</strong> </span>de ganharem as ruas com seus bebê em coloridos slings! Vejam a matéria na íntegra aqui. </p>
<p>Quarta-feira, tivemos mais um encontro com uma pediatra da amamentação, Ana Júlia Colameu. Ela passou 30 anos de sua vida profissional debruçada no tema da amamentação, que ela definiu entre outra coisas, como &#8220;mágica&#8221;. Para os poucos ouvintes que foram, foi mais do que uma honra saborear as histórias e conselhos de alguém tão imerso no tema como ela. Agrdecemos de coração sua particiapação, Ana Ju!</p>
<p>E hoje vamos encerrar com muita classe e comida orgânica na Galleria Orgânica, Rua Oscar Freire, 2273, às 20:00h. Haverá sorteio de brindes: um body infantil<span style="color:#800080;"><strong> &#8220;estou satisfeito com o leite da mamãe&#8221; </strong></span>e um sling do <a href="http://www.sampasling.com.br">SampaSling</a>. Não percam, pois a degustação terá a presença honrosa da Marina Rea, presidente do <a href="www.ibfan.org.br" target="_blank">Ibfan Brasil </a>e grande defensora da amamentação que falará da relação de <span style="text-decoration:underline;">mamadeiras e chupetas e NBCAL</span>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O mapa genético da doença do esquecimento ]]></title>
<link>http://alzheimerpe.wordpress.com/2008/08/07/o-mapa-genetico-da-doenca-do-esquecimento/</link>
<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 13:05:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>milaribas85</dc:creator>
<guid>http://alzheimerpe.wordpress.com/2008/08/07/o-mapa-genetico-da-doenca-do-esquecimento/</guid>
<description><![CDATA[ALZHEIMER // Estudo feito em parceria por pesquisadores da UFPE e USP vai agilizar diagnóstico Julia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>ALZHEIMER //  Estudo feito em parceria por pesquisadores da UFPE e USP vai agilizar diagnóstico<br />
<span>Juliana Colares // Diario<br />
E-mail: <a href="mailto:juliana.colares@diariodepernambuco.com.br" target="_blank">juliana.colares@diariodepernambuco.com.br</a></span></div>
<p>&#8220;Um dia, ao entrar no elevador                     	e ver a sua imagem no espelho, ela falou: com essa mulher                     	eu não vou&#8221;. O sofrimento da professora aposentada Andréa                     	Azevedo ao saber que a mãe e grande amiga, Lindalva Paiva,                     	tinha doença de alzheimer não pode ser descrito. Não cabe                     	em uma reportagem. Só ela sabe o que sentiu ao vê-la entrar                     	em um provador e conversar com a própria imagem. Ao falar                     	com a mãe, do jeito como sempre fez, e não ser reconhecida.                     	Ao vê-la, em 2000, chegar em casa, depois de cerca de 20                     	dias de internamento, e não saber onde estava. Hoje, aos                     	94 anos, Lindalva depende da filha, de 72, para tudo. Quase                     	não fala. E quando fala,  na maioria das vezes é impossível                     	entender. Assiste TV na sala e vê a movimentação de jornalistas                     	em seu apartamento sem saber o que se passa.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" width="200" align="right" bgcolor="#efefef">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.diariodepernambuco.com.br/imagens/2008/08/06/URBANA9_1.jpg" border="0" alt="" width="200" height="150" /><br />
<span>Andréa Azevedo, 72 anos, só descobriu que a mãe, Lindalva Paiva, 94, tinha alzheimer após passar por quatro médicos. Foto: Juliana Leitão/DP/D.A Press</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A doença que Lindalva tem é progressiva. E não tem cura. Foi descoberta após quatro consultas com diferentes médicos. Os três primeiros disseram que os esquecimentos daex professora de culinária eram coisa da idade. Facilitar e agilizar o diagnóstico de alzheimer pode ser uma das conseqüências de um grande estudo realizado por grupos de pesquisa do Laboratório de Imunopatologia Keiso Asami (Lika-UFPE) e da Universidade de São Paulo (USP). Os pesquisadores mapearam os genes que são fatores de risco para a doença na população brasileira. Alzheimer tem causas genéticas e ambientais.</p>
<p>Ao todo, 10 genes foram mapeados. Eles estão presentes no DNA de todo ser humano. Mas, são as variantes (e as combinações entre elas) desses genes que definem um maior ou menor risco de alguém ter alzheimer. Dos 10, quatro variantes, principalmente o alelo 4 da apolipoproteína E, são os principais fatores de risco para a doença. O estudo se chama &#8220;The genetics of alzheimer&#8217;s disease in Brazil: 10 years of analysis in a unique population&#8221; (A genética da doença de alzheimer no Brasil: 10 anos de estudo em uma população singular) e foi recentemente publicada no periódico especializado Journal of Molecular Neuroscience. O pesquisador do Lika e co-autor do estudo, João Ricardo Mendes de Oliveira, defende a importância de se estudar os brasileiros por causa das características únicas desse povo, como as diferenças étnicas. &#8220;A idéia é que se possa entender melhor o alzheimer para criar técnicas de diagnóstico. Conhecendo a doença, podemos adotar novos tratamentos&#8221;, diz o pesquisador.</p>
<p><strong>Estudo à espera de recursos </strong></p>
<p>Dificuldade para conseguir financiamento é o principal entrave para a continuidade da pesquisa no Lika. Segundo o co-autor do estudo, o médico e pós-doutor em neurologia e e psiquiatria, João Ricardo Mendes de Oliveira, o objetivo é dar continuidade à pesquisa dos genes e, por meio de uma técnica que permite o estudo simultâneo das variantes genéticas, tentar chegar a um método diagnóstico mais rápido e simples. Feito com uma amostra de sangue. Hoje a doença é diagnosticada por exclusão. Isso significa que muitos exames, incluindo de sangue e de neuroimagens, precisam ser realizados para que se possa afastar a possibilidade de haver outra doença.</p>
<p>Além disso, o mapeamento dos genes de alzheimer abre novas possibilidades de tratamento, principalmente com o avanço de métodos que procuram desenvolver medicamentos baseados no perfil genético do paciente &#8211; é a farmacogenética. Tudo isso, no entanto, ainda está longe de sair dos laboratórios científicos e chegar às mãos de pacientes como Lindalva Paiva. E ainda hámuito a se pesquisar. O grupo de estudos coordenado por João Ricardo trabalha nessa área de estudo desde 1994. Cerca de 300 pacientes de São Paulo e do Recife ajudaram a compor um banco de DNA.</p>
<p>O trabalho será apresentado durante o I Simpósio de Inovação em Ciências Biológicas, que será realizado entre 19 e 21 deste mês, na UFPE. O 6º Congresso Brasileiro de Alzheimer ocorrerá de 13 a 16 próximos, no Mar Hotel, em Boa Viagem.</p>
<p><strong>Entenda a doença</strong></p>
<p>l Alzheimer é uma doença progressiva e tem diferentes manifestações, dependendo da pessoa. Pode afetar a memória, a atenção, a linguagem e até provocar mudanças comportamentais, como agitação e agressividade</p>
<p>l  No início, ela pode ser negligenciada e interpretada como processo normal de envelhecimento</p>
<p>l Em estágio inicial, a pessoa pode ter problemas com a linguagem, desorientação no espaço e no tempo, dificuldades para tomar decisões, lembrar fatos recentes e/ou apresentar sinais de depressão</p>
<p>l Com o tempo, os problemas se tornam mais evidentes e o paciente começa a ter dificuldades nas atividades do dia-a-dia. Ele pode esquecer os nomes das pessoas, ter problemas para administrar a casa ou os negócios e precisar de ajuda para a higiene pessoal</p>
<p>l Em fase avançada, os distúrbios de memória são mais acentuados e a dependência se agrava. O paciente pode apresentar dificuldades para se alimentar sozinho, passar a não reconhecer os familiares, ter dificuldades em entender o que ocorre ao seu redor, dificuldade de locomoção e incontinência urinária e fecal.</p>
<p><strong>Onde buscar  apoio</p>
<p></strong>l Grupo de Apoio São Marcos &#8211; encontros na primeira quarta-feira do mês, às 14h30. Clube da Melhor Idade &#8211; Av. Portugal, 2, Paissandu</p>
<p>l Grupo de Apoio Boa Viagem &#8211; encontro na terça-feira do mês, às 15h salão paroquial da Igreja Nossa Senhora de Boa Viagem. Rua Doutor Nilo Dornelas Câmara, 116, Boa Viagem</p>
<p>l Atendimento individual &#8211; primeira e segunda quarta-feira do mês, das 9h às 12h Geriavida &#8211; Rua Jacó Velosino, 101, Casa Forte, Recife, fone: 3269.4282</p>
<p>l  Dúvidas sobre os grupos de apoio ou mais informações: Associação Brasileira de Alzheimer 3223.1129 // 3431.6852</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É hoje!]]></title>
<link>http://matrice.wordpress.com/2008/08/01/e-hoje/</link>
<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 15:52:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabiola Cassab</dc:creator>
<guid>http://matrice.wordpress.com/2008/08/01/e-hoje/</guid>
<description><![CDATA[cena do filme Sim&#8230; é hoje que começa a Semana Mundial de Aleitamento Materno! Em cada continen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://matrice.files.wordpress.com/2008/08/ely-sai-deixa-na-creche.jpg"><img class="size-medium wp-image-987 aligncenter" src="http://matrice.wordpress.com/files/2008/08/ely-sai-deixa-na-creche.jpg?w=300" alt="" width="300" height="207" /></a>cena do filme</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:7.5pt;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Sim&#8230; é hoje que começa a Semana Mundial de Aleitamento Materno!</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:7.5pt;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Em cada continente, país, Estado, cidade, comunidade, comemora-se o tema &#8220;apoio a mulher que amamenta&#8221;. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:7.5pt;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Nós da Matrice acreditamos na capacidade da mulher em amamentar e na capacidade de apoiar tb.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:7.5pt;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Por isso vamos abrir a nossa semana mundial com o filme “Amamentação e as várias formas de apoiar a mulher” que, com uma delicadeza ímpar, aborda assuntos muito relevantes para a mulher como amamentação no início da vida, amamentação e a volta ao trabalho com empresas apoiando, amamentação prolongada (depois dos dois anos), banco de leite e lindos relatos de mulheres.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:7.5pt;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Quando? Hoje (1º/8) na <a href="http://www.maternidadeativa.com.br/onde.html" target="_blank">Casa Materna/Gama</a>, a partir das 13h30.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:7.5pt;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Se vc ficou interessada no filme, mas não poderá assisti-lo, peça neste link do <a href="http://www1.sp.senac.br/terceirosetor/amamentacao/capacita/materiais.htm" target="_blank">SENAC</a>, eles enviam para sua casa de forma gratuita !</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:7.5pt;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Mas não deixe de comparecer nos nossos eventos. Teremos eventos a semana inteira (de 1º à 7 de agosto) em horários variados. <a href="http://matrice.wordpress.com/2008/07/29/cartazete-matrice/" target="_blank">Confira</a>.</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Extra, extra!!]]></title>
<link>http://matrice.wordpress.com/2008/01/26/extra-extra/</link>
<pubDate>Sat, 26 Jan 2008 13:13:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Basaglia</dc:creator>
<guid>http://matrice.wordpress.com/2008/01/26/extra-extra/</guid>
<description><![CDATA[Logo mais, às 14h, roda de conversa sobre amamentação aqui no Centro de Eventos São Luis, dentro do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><font color="#ff0000">Logo mais, às 14h, roda de conversa sobre amamentação aqui no Centro de Eventos São Luis, dentro do <a href="http://www.sabado-feira.net/" target="_blank">Sábado-Feira</a>. Nós já estamos aqui!<br />
Venham todos!!<br />
</font></h3>
<p><b>Serviço:</b></p>
<p><b>Local </b>- Rua Luis Coelho, 323, próx. av. Paulista<br />
<b>Horário </b>- das 9h até as 18h<br />
<b>Roda de conversa Matrice</b> &#8211; 14h</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em Piracicaba]]></title>
<link>http://matrice.wordpress.com/2007/11/18/em-piracicaba/</link>
<pubDate>Sun, 18 Nov 2007 11:58:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabiola Cassab</dc:creator>
<guid>http://matrice.wordpress.com/2007/11/18/em-piracicaba/</guid>
<description><![CDATA[Raquel, uma das integrantes do grupo Mama,  e seu filho Elias Todos nós sabemos o quanto o apoio é i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><font size="3" color="#003366" face="Verdana"><strong><font color="#000000"><a href="http://matrice.wordpress.com/files/2007/11/raquel.jpg" title="raquel.jpg"><img width="472" src="http://matrice.wordpress.com/files/2007/11/raquel.jpg" alt="raquel.jpg" height="334" style="width:420px;height:301px;" /></a></font></strong></font></p>
<h6 align="center">Raquel, uma das integrantes do grupo Mama,  e seu filho Elias</h6>
<h5 align="justify">Todos nós sabemos o quanto o apoio é importante na amamentação. Os grupos de apoio de mães pode ajudar muito neste processo.</h5>
<h5 align="justify">Algumas mães maternas de Piracicaba fizeram a Matrice de lá. Toda quinta -feira  à tarde elas se reunem.</h5>
<h5 align="justify">Esta semana elas sairam no <a href="http://www.gazetadepiracicaba.com.br/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1545950&#38;area=26050&#38;authent=3AAE9EEE7027334BEFA9FA6356727C">jornal</a> local de Piracicaba, e nós postamos aqui com muita satisfação e alegria.</h5>
<h5 align="justify">Na sua cidade também tem grupo de ajuda? Tem, mande noticias. Não tem? Quer montar um? Mande um email para a Matrice quem sabe podemos ajuda-las.</h5>
<h5 align="justify">Em baixo colocamos a matéria completa.</h5>
<p align="justify"><font size="3" color="#003366" face="Verdana"><strong>Grupo Mama </strong></font></p>
<p align="center"><font size="2" color="#000000" face="Verdana">Grupo de mães se reúne para discutir dificuldades típicas do período de amamentação</font></p>
<p><font size="2" color="#000000" face="Verdana"></p>
<p align="justify">FELIPE RODRIGUES</p>
<p align="justify">Um grupo de mães em Piracicaba resolveu compartilhar algumas das dificuldades, expectativas e sucessos durante o período de amamentação. O Grupo Mama, formado por mães voluntárias, se reúne todas as quintas-feiras no Saraswati Yoga para discutir problemas em comum e dividir experiências durante o período. Embora seja um ato natural, a amamentação é um comportamento que precisa ser aprendido, explica Juliana Chiarinelli Barreira, coordenadora e mãe de Pedro Ramos da Cruz, de um anos e um mês.</p>
<p align="justify">&#8220;Não somos profissionais no assunto, somos somente mães que acreditam na importância do aleitamento materno e da ajuda mútua&#8221;, relata Rachel Honig, mãe do pequeno Elias Honig, de um ano e dez meses. O objetivo é trocar experiências vividas, para que elas se fortaleçam e se informem sobre outras histórias, outras formas de agir. &#8220;Queremos enfrentar e superar todas as fases, pois a amamentação é um constante aprendizado, cheio de desafios&#8221;, completa.</p>
<p align="justify">Entre as dificuldades vividas pela mãe, elas destacam: o fato de que nos primeiros dias, quando o bebê praticamente mama o dia inteiro e a mãe ainda está um pouco vulnerável, exigindo completa disponibilidade e doação; a volta ao trabalho em geral quando o bebê tem em torno de quatro ou cinco meses; a retirada e armazenamento do leite materno para ser dado ao bebê na ausência da mãe; a amamentação exclusiva nos primeiros seis meses; e a amamentação prolongada, após o segundo ano.</p>
<p align="justify">Durante os encontros, não há aulas, nem palestras. Os assuntos surgem de acordo com as necessidades de cada momento. As mães começam se identificando e apresentando seu problema na amamentação. Os problemas mais freqüentes naquela reunião são os que serão abordados. &#8220;O roteiro que temos é o de nos sentarmos em círculo e ao começar a reunião cada pessoa se apresentar e já colocar a razão da sua presença ali. A partir daí começamos a discutir sobre esses assuntos&#8221;, assinala Rachel.</p>
<p align="justify">As reuniões sempre são &#8220;de mãe para mãe&#8221;, mas sempre com respaldo técnico. &#8220;Seguimos as orientações da Organização Mundial da Saúde, incentivando a amamentação exclusiva nos primeiros seis meses de vida, a amamentação até os dois anos ou mais, evitando o uso de mamadeiras e chupetas&#8221;, informa Juliana &#8211; sempre acompanhadas dos bebês. Renata Kantovitz participou pela primeira vez do grupo na semana passada, acompanhada do filho Leonardo, de quatro meses. &#8220;Legal porque aqui a gente pode relatar algumas das coisas que nos acontecem e saber se é mesmo normal ou não. A insegurança da mãe com o filho recém-nascido as vezes é muito grande e isso nos ajuda bastante&#8221;, relata.</p>
<p align="justify"><strong>Benefícios</strong></p>
<p align="justify">Entre algumas vantagens do aleitamento materno, o leite contém proporções ideais de água, proteínas, gorduras, vitaminas, açucares e sal necessários aos primeiros seis meses de vida, além dos anticorpos que funcionam como vacinas naturais, protegendo o bebê até que ele forme o seu próprio sistema imunológico. Segundo uma estimativa do Unicef &#8220;se todos os bebês fossem exclusivamente amamentados durante os seis primeiros meses de vida e continuassem a mamar até os dois anos de idade, quase 1,3 milhão de crianças poderiam ser salvas&#8221;.</p>
<p align="justify"><strong>Serviço</strong></p>
<p align="justify">Reuniões de mãe para mãe acontecem às quintas, das 15h30 às 17h30, no Centro Saraswati Yoga, na rua Samuel Neves, 290. Gratuito. Informações pelo telefone 9608-7275 ou pelo e-mail grupomama@terra.com.br</p>
<p></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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