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	<title>guerra-e-paz &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/guerra-e-paz/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "guerra-e-paz"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 06:06:08 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Já Leu a Bíblia? Toda?]]></title>
<link>http://anatomiadozeroinfinito.wordpress.com/2009/10/16/ja-leu-a-biblia-toda/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 10:10:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Heleno</dc:creator>
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<description><![CDATA[Embora ninguém me tenha vindo bater à porta, ou telefonado por causa desta sondagem, eu sou um daque]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Embora ninguém me tenha vindo bater à porta, ou telefonado por causa desta sondagem, eu sou um daqueles que realmente <a href="http://jornal.publico.clix.pt/16-10-2009/noticia/ha-10-por-cento-de-portugueses-que-ja-leram-a-biblia-completa-18028498.htm" target="_blank">já leu a Bíblia toda</a>. É estranho o impacto que tem esta afirmação. Se fosse um livro normal, de certeza que pouco as pessoas se importariam. Sendo um livro mais volumoso, como por exemplo &#8220;Guerra e Paz&#8221;, já causaria alguma admiração. Mas quando se trata da Bíblia, noto que as pessoas ficam realmente surpreendidas, algumas até incrédulas.<br />
Tal pode acontecer por vários factores&#8230;o facto de a religião dos ritos tradicionais estar lentamente a desaparecer, o que faz este comportamento parecer invulgar pode ser um deles. Outro poderá ser a carga do livro em si, acumulada pelo respeito dogmático que através das eras também serviu para criar um certo <em>folk</em> em relação à leitura, como por exemplo o de que se ficava louco, ou que tinha de ser lido de trás para a frente&#8230;<br />
Já li a Bíblia. Assim como já li o Corão, a Tora,o Baghavad Gita, o Livro Tibetano dos Mortos e o Talmude. Bom, a minha juventude foi de facto um pouco solitária, embora não tenha ficado louco <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  No que toca a motivações, devo dizer que não os li por uma questão de fé, nem procurando um verão índio (que viria muito depois na minha vida), ou aquilo que a cultura anglo-saxónica designa por &#8220;leap of faith&#8221;. Li-os porque acredito que o presente e o futuro da civilização humana apenas pode ser equacionado se conhecermos as raízes onde ele foi fundado, e o pensamento místico e religioso, quer no presente se aceite ou não, foi um dos pilares desse desenvolvimento, e um daqueles que mais orienta o nosso presente. E de todos os livros, talvez a lição mais forte que retirei foi o facto de devermos educar os nossos jovens, e mesmo as gerações um pouco mais velhas, no sentido de que a religião e o sentimento místico é de facto uma liberdade individual, não consubstanciada em mera retórica, mas no respeito que a orientação que cada ser humano toma deve merecer. Por isso acredito no laicismo como base social de uma sociedade moderna, ou no ensino de religiões comparadas na escola (incluindo correntes filosóficas que as relativizam ou mesmo as excluem), por isso defendo que as pessoas não se devem render ás ideias, quer das religiões tradicionais, quer das novas correntes New Age, mas sim construir de forma independente, e de acordo com o seu sentir, aquela que verdadeiramente é a sua crença, a sua forma de entendimento do mundo que a rodeia.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[nobel]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/10/09/nobel/</link>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 13:22:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nunca ouvira antes falar de Herta Mueller, mas desde já fico interessado no que possa contar quem te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nunca ouvira antes falar de <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/cultura/2009/10/091008_nobelliteratura_tp.shtml">Herta Mueller</a>, mas desde já fico interessado no que possa contar quem tenha nascido do lado de lá da Cortina de Ferro. Não se trata só da experiência sob a ditadura, mas duma voz oriunda  do mundo de cultura germânica espalhado pela Europa de Leste e que sobreviveu à IIª Guerra (<em><a href="http://www.signandsight.com/features/1925.html">My mother and especially my father, like all Germans in the town, believed in the beauty of blond plaits and white knee-length socks. In the black rectangle that was Hitler&#8217;s moustache, and in us Transylvanian Saxons being part of the Aryan race</a><span style="font-style:normal;">)</span></em>.</p>
<p>E, em ambos casos, recordar como a IIª Grande Guerra prolongou-se bem além da data da rendição alemã.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[666 - O Número da Besta]]></title>
<link>http://apdsji.wordpress.com/2009/09/20/666-o-numero-da-besta/</link>
<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 07:10:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sara Kelly</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma análise crítica das interpretações “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o nú]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Uma análise crítica das interpretações “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o nú]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[o pós-11 de setembro]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/09/11/o-pos-11-de-setembro/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 10:55:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/2009/09/11/o-pos-11-de-setembro/</guid>
<description><![CDATA[Em 8 penosos anos que balanço se pode fazer de tudo quanto se passou, do ponto de vista norte-americ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em 8 penosos anos que balanço se pode fazer de tudo quanto se passou, do ponto de vista norte-americano?</p>
<p>A invasão do Afeganistão assemelha-se a um novo Viet-Nam, a invasão do Iraque redundou no reforço da influência iraniana, o aliado paquistanês é cada ano mais instável, o islamismo político mais retrógado reforçou a sua influência, os recursos militares americanos chegaram ao limite e os económicos já se esgotaram faz tempo.<!--more--></p>
<p>Israel/Palestina e Líbano permanecem os mesmos focos de violência de antes.</p>
<p>Tudo isto à custa duma esmagadora campanha de mentiras deliberadas, desinformação permanente, intolerância contra a crítica, por parte da Administração Bush. Que teve como consequência a perversão dos maiores valores culturais americanos como o direito à presunção de inocência, à dum julgamento em tribunal, à da defesa. Com agravantes impensáveis antes ,como a detenção por tempo ilimitado sem qualquer tipo de restrições e o uso indescriminado da tortura.</p>
<p>Na Europa, as opiniões públicas foram intoxicadas pela campanha em versões locais em que os governos foram complacentes ou cúmplices.</p>
<p>Com a mudança que Obama pretende personalizar gravemente restringida pela dimensão da crise económica e pelos constrangimentos do impasse afegão-iraquiano, a abertura ao diálogo com os arqui-inimigos tanto pode levar ao exarcebar de conflitos internos no Irão, ao jogo (aparentemente) irracional da liderança norte-coreana, à reabilitação de párias sem escrúpulos como já Khadafy tivera oportunidade, seguindo-se-lhe Bashir no Sudão. Ou seja, uma América debilitada  terá de aceitar os compromissos possíveis (deixar cair os temas caros da democracia-direitos humanos-liberdade) em prol da melhoria das relações políticas com os regimes menos recomendáveis. O que, em si, nada teria de novo: durante a Guerra Fria foi esta a norma para com os aliados asiáticos, africanos e sul-americanos&#8230;e também ibéricos, é verdade!</p>
<p>Parece-me, pois, esta efeméride ter o valor de nos fazer recordar como tudo isto foi possível e com que resultados. Pessoalmente, foi um tempo em que percebi bem o sentido da frase que diz que toda a gente sabe como começa uma guerra, mas não sabe como acaba (repare-se como a IIª guerra mundial terminou muito mais tarde no centro-leste europeu, por exemplo). Também ajudou a abater a minha própria arrogância de julgar a invasão do Iraque (para libertar o Kuwait) na década de 80, no tempo do Bush mais velho: hoje compreendo os limites que as forças invasoras se auto-impuseram. E pude apreciar ao vivo e em português à campanha para descredibilizar uma<a href="http://www.wook.pt/ficha/do-11-de-setembro-a-crise-do-iraque/a/id/100122"> voz discordante, bem fundada e intencionada, com a autoridade para falar destes assuntos</a>. Refiro-me a Freitas do Amaral.</p>
<p>E para não me alongar mais, nem falo da quantidade de gente morta por causa disto tudo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[“Maddie, A Verdade da Mentira” vai continuar à venda]]></title>
<link>http://duartelevypt.wordpress.com/2009/09/10/%e2%80%9cmaddie-a-verdade-da-mentira%e2%80%9d-vai-continuar-a-venda/</link>
<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 19:08:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Duarte Levy</dc:creator>
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<description><![CDATA[O livro Gonçalo Amaral vai continuar à venda Español A decisão da juíza Amélia Puna Loupo de proibir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_1135" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1135" title="7291d7ac-29b7-411d-8b66-6764bfb345ca.Large" src="http://duartelevypt.wordpress.com/files/2009/09/7291d7ac-29b7-411d-8b66-6764bfb345ca-large.jpg?w=300" alt="O livro Gonçalo Amaral vai continuar à venda" width="300" height="168" /><p class="wp-caption-text">O livro Gonçalo Amaral vai continuar à venda</p></div>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://mercedessigueaqui.blogspot.com/2009/09/caso-madeleine-mccann-maddie-la-verdad.html" target="_blank">Español</a></p>
<p style="text-align:justify;">A decisão da juíza Amélia Puna Loupo de proibir a venda de “Maddie, A Verdade da Mentira”, para já, não vai ter efeitos directos na venda do livro ao público, tanto em Portugal como no estrangeiro. Isto porque o processo de gestação da providência cautelar não foi completo, tal como assume a advogada que representa a família McCann no caso.<br />
Isabel Duarte lembra que “o processo correu com carácter secreto, até agora, para prevenir a inutilidade da decisão a obter”.<br />
A ser assim, terão de ser ouvidas as outras partes – Gonçalo Amaral (na qualidade de autor), a Guerra e Paz (editora do livro) e a Valentim de Carvalho (responsável pela divulgação do vídeo pela TVI). Como se não bastasse, correm ainda prazos que permitem a estas três entidades deduzir oposição (10 dias) ou de recorrer junto do Tribunal da Relação de Lisboa (30 dias) contra a decisão da magistrada da 3ª Secção Cível da 13ª Vara de Lisboa. “Até sermos notificados, continuaremos a vender o livro. Quando formos notificados logo veremos,” disse ontem fonte do gabinete de relações públicas da editora Guerra e Paz, citada pela Lusa.<br />
A acção cautelar determina a proibição de as editoras venderem os livros e os vídeos “que ainda restarem nas bancas ou noutros depósitos ou armazéns, e a obrigação de recolherem (os exemplares) e entregarem à depositária”.<br />
“O valor da decisão é efectivo, mas a decisão não é definitiva, porque a(s) parte(s) contrária(s), de acordo com o princípio do contraditório, têm oportunidade de se pronunciar”, explicou ao 24horas o advogado António Pinto Pereira.<br />
Se Amaral e as editoras apresentarem argumentos que convençam a juíza de que a decisão acarreta prejuízos graves e irreparáveis, “isso pode representar a suspensão da eficácia da decisão tomada na providência cautelar”.<br />
Tal como estão as coisas, Pinto Pereira tomaria “uma decisão híbrida”: não fazer mais edições, nem esvaziar stocks em armazém, mas também não recolher os livros que já estão no mercado até que um tribunal superior se pronuncie.<br />
Caso o tribunal superior decida em favor de Amaral e das editoras, estes podem mesmo avançar com pedidos de indemnização contra os McCann (pelos eventuais prejuízos causados) e, a título pessoal, contra a própria juíza Amélia Puna Loupo (por decisão ilegal causadora de prejuízo grave).</p>
<h2>Lá fora tudo na mesma</h2>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_1134" class="wp-caption alignright" style="width: 205px"><img class="size-medium wp-image-1134" title="maddie-groot" src="http://duartelevypt.wordpress.com/files/2009/09/maddie-groot.jpg?w=195" alt="“Maddie, De waarheid achter de leugen”, capa da edição na Holanda" width="195" height="300" /><p class="wp-caption-text">“Maddie, De waarheid achter de leugen”, capa da edição na Holanda</p></div>
<p style="text-align:justify;">“Não fomos notificados ou sequer informados da decisão do tribunal em Portugal, mas vamos continuar a vender o livro,” disse Isabelle Mazzaschi, representante da Bourin Éditeur que distribui “Maddie, l’enquête interdite” (Maddie, o inquérito proibido &#8211; titulo francês do livro de Gonçalo Amaral) em França, na Bélgica, na Suíça e no Luxemburgo.<br />
Em Paris, Bruxelas e Genebra, a versão francesa do livro do ex-coordenador da Policia Judiciária (PJ) continuava ontem à tarde disponível nos principais pontos de venda apesar da decisão inédita do tribunal português já ser noticia naqueles países.<br />
“O livro vai continuar à venda até que sejamos notificados pela justiça francesa,” confirmou Isabelle Mazzaschi em declarações ao 24 horas, acrescentando que “a decisão portuguesa não tem qualquer valor em França”. E tem razão.<br />
Segundo Pinto Pereira, “fora do país a decisão é completamente ineficaz, porque não se pode ofender o princípio da territorialidade e da soberania dos outros Estados”.<br />
Também o editor TM Publishers, que distribui o livro na Holanda e área flamenga belga, disse ao 24 horas que o livro de Amaral continuará a ser comercializado.<br />
Satisfeito com a publicidade em torno da decisão do tribunal, este editor decidiu colocou a capa do livro – “Maddie, De waarheid achter de leugen”, titulo em holandês &#8211; na página de entrada do site <a href="http://www.tmpublishers.nl/index.asp" target="_blank">www.tmpublishers.nl</a>.<br />
“O livro esteve no top 10 dos livros mais vendidos e teve uma excelente aceitação junto do público,” reconheceu o porta-voz do editor, sublinhando que “essa não é uma decisão lógica, nem normal, num país europeu”.<br />
“O livro já está à venda há muito tempo e sem uma decisão da justiça no nosso país não vamos alterar nada,” garantiu.<br />
Todos os editores estrangeiros de “Maddie, a Verdade da Mentira”, contactados pelo 24horas, recusam-se a retirar o livro das bancas sem uma decisão da justiça local, mas reconhecem que vão contactar os seus advogados e o editor português para decidirem qual será o futuro do livro.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>Duarte Levy &#38; Joaquim Eduardo Oliveira</strong> <span style="color:#888888;">no 24horas</span></em></p>
<blockquote>
<h1>Entre os mais vendidos</h1>
<p style="text-align:justify;">De acordo com a editora Guerra e paz, o livro “Maddie, A Verdade da Mentira,” vendeu só em Portugal (existem edições na Bélgica, Holanda, França, Espanha, Luxemburgo, Itália, Suíça, Alemanha e Dinamarca) cerca de 175 mil exemplares (contabilizando os exemplares comercializados com o jornal “Correio da Manhã”), um número elevado quando comparado com outros autores portugueses em dados de vendas em 2008. “A vida num Sopro”, de José Rodrigues dos Santos, foi o ano passado o livro português mais comercializado, com 115 mil exemplares, seguido de “A Viagem do Elefante”, de José Saramago, com 100 mil.<br />
Entre os campeões das vendas está “Equador”, de Miguel Sousa Tavares, que atingiu os 370 mil exemplares vendidos.<br />
Ao preço de capa de 13,30 euros, o livro de Gonçalo Amaral já rendeu 2,3 milhões de euros – os lucros são repartidos entre a editora e uma percentagem mais pequena para o autor.</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grandes obras (resumo)]]></title>
<link>http://cenasdegajo.wordpress.com/2009/08/17/grandes-obras-resumo/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 12:31:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>semstressnaboa</dc:creator>
<guid>http://cenasdegajo.wordpress.com/2009/08/17/grandes-obras-resumo/</guid>
<description><![CDATA[Para quê perder tempo a ler milhares de páginas ?!! Leia apenas os resumos das grandes obras. -Leao ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para quê perder tempo a ler milhares de páginas ?!! Leia apenas os resumos das grandes obras. -Leao Tolstoi -&#8221;GUERRA E PAZ&#8221; ( 1800 paginas ) Um rapaz não quer ir à guerra e por isso Napoleão invade Moscovo. a rapariga casa-se com outro. FIM -Luis de Camões &#8211; &#8220;LUSIADAS&#8221; ( várias edições ) Um poeta com insónias decide chatear o Rei e contar-lhe uma História de marinheiros que, depois de alguns problemas (logo resolvidos por uma deusa porreiraça), tem o justo prémio numa ilha cheia de gajas boas. FIM -Gustave Flaubert -&#8221;MADAME BOVARY&#8221; ( 378 paginas ) Uma dona de casa engana o marido com o padeiro o leiteiro o carteiro o homem do talho o merceeiro e um vizinho cheio de massa. Envenena-se e morre. FIM -William Shakespeare -&#8221;HAMLET&#8221; Um príncipe com insónias passeia pelas muralhas do castelo, quando o fantasma do pai lhe diz que foi morto pelo tio que dorme com mãe, cujo homem de confiança é o pai da namorada que entretanto se suicida ao saber que o principe matou o seu pai para se vingar do tio que tinha matado o pai do seu namorado e dormia com a mãe. O príncipe mata o tio que dorme com a mãe,depois de falar com uma caveira e morre, assassinado pelo irmão da namorada, a mesma que era doida e que se tinha suicidado. FIM -NOVO TESTAMENTO ( 4 versões ) Uma mulher com insónias dá à luz um filho cujo pai é uma pomba, o filho cresce e abandona a carpintaria para formar uma seita de pescadores. Por causa de um bufo,é preso e morre. FIM </p>
<p>Eu era adepto dos resuminhos&#8230; li o resuminho dos Lusíadas, dos Maias, das Viagens na Minha Terra (mais tarde li mesmo os livros, mas apenas porque já não era obrigado a fazê-lo). Mas eram uns resuminhos maiores que estes&#8230;</p>
<p>Recebi por mail&#8230; não sei a fonte!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Portinari + acessível para todos!]]></title>
<link>http://oliverstuff.wordpress.com/2009/08/11/portinari-acessivel-para-todos/</link>
<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 13:02:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>olivernews</dc:creator>
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<description><![CDATA[A família de Candido Portinari resolveu autorizar a reprodução das obras do pintor, 47 anos após sua]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#808080;"><img class="alignleft size-full wp-image-799" title="portinari_recriar" src="http://oliverstuff.wordpress.com/files/2009/08/portinari_recriar.jpg" alt="portinari_recriar" width="217" height="425" />A família de Candido Portinari resolveu autorizar a reprodução das obras do pintor, 47 anos após sua morte. Pagando de 50 a 900 reais, fãs de Portinari podem ter cópias certificadas dos quadros enfeitando a sala de casa.<br />
Fonte: (Antena Paulista)</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#808080;"><a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1099444-7823-MUSEU+PORTINARI+VENDE+COPIAS+DE+TELAS+DO+PINTOR+BRASILEIRO,00.html" target="_blank">Assita ao vídeo aqui</a><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#808080;">As reproduções, ou reprografias, são feitas em tela e devidamente emolduradas, com a qualidade e a fidelidade de cores das pinceladas originais.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#808080;">É uma oportunidade de todos, de qualquer classe social e econômica terem acesso a obra de Portinari, pintor que fez história em nosso país. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#808080;">Isto também significa uma nova etapa cultural de extrema importância: todos os brasileiros podem sim ter acesso à arte.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#808080;">A empresa <a href="http://www.recriararte.com.br" target="_blank">RecriarArte</a> conta com um acervo de diversos artistas, e tem como objetivo democratizar a arte brasileira através de suas reproduções.</span></p>
<p><span style="color:#ff9900;">www.recriararte.com.br</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carla Regina]]></title>
<link>http://girlsandwallpapers.wordpress.com/2009/08/07/carla-regina/</link>
<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 17:20:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Shibutaku</dc:creator>
<guid>http://girlsandwallpapers.wordpress.com/2009/08/07/carla-regina/</guid>
<description><![CDATA[Wallpaper High Quality 1024&#215;768]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://farm4.static.flickr.com/3520/3716792331_eb3038992e_o.jpg"><br />
<img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3520/3716792331_eb3038992e_o.jpg" title="carlaregina" width="240" height="180" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Wallpaper High Quality 1024&#215;768</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[in memoriam]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/07/14/in-memoriam-2/</link>
<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 12:03:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/2009/07/14/in-memoriam-2/</guid>
<description><![CDATA[A propósito da morte deste senhor disseram-se coisas que me fazem pensar como é realmente curta a me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A propósito da morte <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1390479">deste senhor </a>disseram-se coisas que me fazem pensar como é realmente curta a memória dos povos. Após vários anos e milhares de soldados americanos mortos (dos vietnamitas nem se fala), ele acabou por reconhecer que se enganara, que a sua participação na tomada de decisão em envolver o Estados Unidos numa guerra de grandes proporções fora assumida no desconhecimento do que era o Vietnam. Que falhou em toda a linha, enfim: <em>He acknowledged that he failed to force the military to produce a rigorous justification for its strategy and tactics, misunderstood Asia in general and Vietnam in particular, and kept the war going long after he realized it was futile because he lacked the courage or the ability to turn Johnson around. </em>(Thomas W. Lippman in <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/07/06/AR2009070601197.html?wpisrc=newsletter&#38;wpisrc=newsletter&#38;wpisrc=newsletter&#38;wpisrc=newsletter&#38;wpisrc=newsletter">WP</a>).</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1155" title="memory" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2009/07/memory.jpg" alt="memory" width="165" height="314" /></p>
<p>Quarenta anos depois, as invasões do Iraque e Afeganistão revelam a mesma falta de informação e estratégia. Pior, se possível, é a confirmação de ter-se deliberadamente falseado e enganado instituições, opinião pública e outros estados, para justificar a invasão do Iraque. Ou a de violar as bases do Estado de Direito (negar o direito a um julgamento isento e à defesa, promover a tortura, manter pessoas sem culpa formada presas durante anos).</p>
<p>Claro que esta crítica só faz sentido a países que vivem num Estado de Direito, porque dos outros países em que o Estado (ou lá o que for que tenha poder) nega as liberdades elementares, os direitos básicos, pratica regularmente a repressão da dissidência, a tortura dos opositores e até massacra concidadãos, pouco se pode dizer a propósito da memória e sabedoria dos povos.</p>
<p>E isto da memória ocorre-me porque a minha, quando li os obituários daquele senhor,  fez-me recordar os exaltados debates nos media a propósito da invasão do Iraque (antes, durante e imediatamente depois), nomeadamente os aguerridos defensores da estratégia bélica em desenvolvimento. Recordo-me como desancavam violentamente sobre os infelizes que punham em causa essa mesma estratégia por razões mais próximas ao bom senso, boa prudência, cepticismo, desacordo com o modo como se punha em causa certas normas da regulação dos conflitos internacionais, coisas assim que eram logo apodadas de &#8220;anti-americanismo&#8221; e misérias outras. Seria interessante fazer um apanhado dessas polémicas na versão portuguesa e verificar como os protagonistas e os argumentos têm aguentado a erosão da História.</p>
<p>E se me recordo é precisamente por, na altura, tentar formular a minha própria opinião no fogo-de-artifício de &#8220;factos&#8221; e opiniões propalados por tão douta gente (e afinal: andavam todos enganados?!).</p>
<p>Seja como for, a memória é fraca, fraquinha. Em momentos de insegurança, um discurso machão, autoritário, isento de dúvidas, é o favorito das massas e dos fazedores de opinião encartados (<em>lembrem-se de Munique!</em>, há sempre alguém a gritar). Agora, também podem se lembrar do Vietnam, do Iraque&#8230;</p>
<p>Ainda não vai há um ano e a expectativa dum ataque ao Irão era levada muito, muito, a sério, lembram-se? Claro, pela melhor das razões e para a segurança de todos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jade para sempre no coração]]></title>
<link>http://bloguilibri.wordpress.com/2009/06/22/jade-para-sempre-no-coracao/</link>
<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 20:07:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Emanuel Diogo</dc:creator>
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<description><![CDATA[ade Goody relata neste impressionante diário a luta que travou contra um cancro terminal e a intensi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a rel="attachment wp-att-5102" href="http://bloguilibri.wordpress.com/2009/06/22/jade-para-sempre-no-coracao/6-3/"><img class="size-medium wp-image-5102 aligncenter" title="6" src="http://bloguilibri.wordpress.com/files/2009/06/62.jpg?w=202" alt="6" width="202" height="300" /></a></p>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">ade Goody relata neste impressionante diário a</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">luta que travou contra um cancro terminal e a</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">intensidade da vivência com a sua adorada família</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">com a qual partilhou o final da sua vida. Em Agosto</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">de 2008, aos 27 anos, Jade recebeu a trágica</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">notícia de que tinha cancro do colo do útero. Dada a</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">sua força interior, Jade mostrou-se determinada em</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">vencer a doença e prosseguir a vida ao lado dos</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">seus filhos, Bobby e Freddy. Contudo, em Fevereiro</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">de 2009, recebeu a pior notícia para qualquer mãe:</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">iria ser separada dos seus filhos. O cancro</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">espalhara-se e era incurável.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Este livro é uma «carta de amor» que deixa aos</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">seus queridos filhos e a todos nós. Começa com o</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">terrível diagnóstico inicial, quando participava no Big</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Brother de famosos na Índia, seguindo-se o</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">emocionante último Natal em família, o casamento</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">com Jack Tweed e o desejo final de ser baptizada</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">em conjunto com os filhos. Pelo meio, surgem as</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">referências à sua complicada infância e a alegria do</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">período que correspondeu à fama advinda da sua</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">participação no Big Brother britânico.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">A poderosa história de uma jovem mãe, que lutou</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">corajosamente e com um original sentido de humor</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">contra uma doença fatal, sem nunca esquecer a</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">necessidade de deixar aos filhos o máximo de</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">conforto material e ao mundo um legado que ajude</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">a prevenir que outras mães sejam precocemente</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">separadas das suas famílias.</div>
<p>Jade Goody relata neste impressionante diário a luta que travou contra um cancro terminal e a intensidade da vivência com a sua adorada família com a qual partilhou o final da sua vida. Em Agosto de 2008, aos 27 anos, Jade recebeu a trágica notícia de que tinha cancro do colo do útero. Dada a sua força interior, Jade mostrou-se determinada em vencer a doença e prosseguir a vida ao lado dos seus filhos, Bobby e Freddy. Contudo, em Fevereiro de 2009, recebeu a pior notícia para qualquer mãe: iria ser separada dos seus filhos. O cancro espalhara-se e era incurável. Este livro é uma «carta de amor» que deixa aos seus queridos filhos e a todos nós. Começa com o terrível diagnóstico inicial, quando participava no Big Brother de famosos na Índia, seguindo-se o emocionante último Natal em família, o casamento com Jack Tweed e o desejo final de ser baptizada em conjunto com os filhos. Pelo meio, surgem as referências à sua complicada infância e a alegria do  período que correspondeu à fama advinda da sua participação no Big Brother britânico. A poderosa história de uma jovem mãe, que lutou corajosamente e com um original sentido de humor contra uma doença fatal, sem nunca esquecer a necessidade de deixar aos filhos o máximo de conforto material e ao mundo um legado que ajude a prevenir que outras mães sejam precocemente separadas das suas famílias.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Beleza - Roger Scruton]]></title>
<link>http://bloguilibri.wordpress.com/2009/06/22/beleza-roger-scruton/</link>
<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 19:52:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Emanuel Diogo</dc:creator>
<guid>http://bloguilibri.wordpress.com/2009/06/22/beleza-roger-scruton/</guid>
<description><![CDATA[Dos prados às pessoas, de Safo ao canto das aves, a beleza tem seduzido e confundido a humanidade. P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a rel="attachment wp-att-5083" href="http://bloguilibri.wordpress.com/2009/06/22/beleza-roger-scruton/5-7/"><img class="size-medium wp-image-5083 aligncenter" title="5" src="http://bloguilibri.wordpress.com/files/2009/06/55.jpg?w=198" alt="5" width="198" height="300" /></a></p>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Dos prados às pessoas, de Safo ao canto das aves,</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">a beleza tem seduzido e confundido a humanidade.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Platão viu a beleza como o objecto do desejo e uma</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">porta de entrada no transcendental. S. Tomás de</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Aquino viu-a como um atributo do Ser e uma dádiva</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">de Deus.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Mas a beleza também pode ser perigosa, como a</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">de Carmen, perturbante, como a do David de Miguel</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Ângelo, ou até imoral, como a da música de Strauss</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">quando Salomé beija a boca inerte de João</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Baptista.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">O que queremos dizer exactamente por «beleza» e</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">que lugar deverá ela ocupar nas nossas</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">vidas? Nesta obra directa e estimulante, Roger</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Scruton alega que a beleza tem tanta importância</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">quanto a que Platão lhe atribuía e que ela não deve</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">ser vista como um mero sentimento subjectivo</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">daquele que a contempla. Pelo contrário, a beleza é</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">fundamental para uma vida bem vivida e o mundo</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">não seria um lugar aprazível sem o interesse</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">generalizado que ela desperta.</div>
<p>Dos prados às pessoas, de Safo ao canto das aves, a beleza tem seduzido e confundido a humanidade. Platão viu a beleza como o objecto do desejo e uma porta de entrada no transcendental. S. Tomás de Aquino viu-a como um atributo do Ser e uma dádiva de Deus. Mas a beleza também pode ser perigosa, como a de Carmen, perturbante, como a do David de Miguel Ângelo, ou até imoral, como a da música de Strauss quando Salomé beija a boca inerte de João Baptista. O que queremos dizer exactamente por «beleza» e que lugar deverá ela ocupar nas nossas vidas? Nesta obra directa e estimulante, Roger Scruton alega que a beleza tem tanta importância quanto a que Platão lhe atribuía e que ela não deve ser vista como um mero sentimento subjectivo daquele que a contempla. Pelo contrário, a beleza é fundamental para uma vida bem vivida e o mundo não seria um lugar aprazível sem o interesse generalizado que ela desperta.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Selo - Listas de desejos]]></title>
<link>http://sofismo.wordpress.com/2009/05/01/selo-listas-de-desejos/</link>
<pubDate>Fri, 01 May 2009 03:20:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos</dc:creator>
<guid>http://sofismo.wordpress.com/2009/05/01/selo-listas-de-desejos/</guid>
<description><![CDATA[Nem sei como funciona este negócio de selos, mas como ganhei e estou nesta brincadeira de blogs, res]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright size-full wp-image-1276" title="8_coisas_antes_de_morrer__postar__convidar_81" src="http://sofismo.wordpress.com/files/2009/04/8_coisas_antes_de_morrer__postar__convidar_81.png" alt="8_coisas_antes_de_morrer__postar__convidar_81" width="200" height="196" /></p>
<p style="text-align:justify;">Nem sei como funciona este negócio de selos, mas como ganhei e estou nesta brincadeira de blogs, resolvi manter a brincadeira.</p>
<p style="text-align:justify;">Este selo eu ganhei da Jacque do blog<a href="http://jaconapacheco.blogspot.com/"> Jacona Land</a>, abaixo segue como funciona a brincadeira:</p>
<p style="text-align:justify;">Antes de mais nada, obrigado Jacque pelo meu primeiro selo, você foi muito gentil.</p>
<p style="text-align:justify;">Minha primeira tarefa é repassar o selo para 8 blogueiros, segue a lista:<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Jane: <a href="http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/"> Mulheres (Im)possíveis</a></p>
<p style="text-align:justify;">Camila: <a href="http://9desetembro.blogspot.com/">9 de setembro</a></p>
<p style="text-align:justify;">Kobs: <a href="http://www.bloguei.com.br/">Bloguei</a></p>
<p style="text-align:justify;">Higor: <a href="http://classjokers.wordpress.com/">Class Jokers</a></p>
<p style="text-align:justify;">Jeff: <a href="http://letrasdemusicas.webng.com/">Letras de músicas</a></p>
<p>Nessa e Tullius: <a href="http://nessullius.com/">Nessullius</a></p>
<p>Déborah: <a href="http://solemescorpiao.wordpress.com/">Sol em escorpião</a></p>
<p>Nat Valarini:<a href="http://garotapendurada.blogspot.com/">Garota Pendurada</a></p>
<p><strong>Próximos passos:</strong></p>
<p>1 – A pessoa selecionada deve fazer uma lista com oito coisas que gostaria de fazer antes de morrer.</p>
<p>2 &#8211; É necessário que se faça uma postagem relacionando estas oito coisas e é necessário que a pessoa explique as regras do jogo.</p>
<p>3 – Ao finalizar, devemos convidar oito parceiros de blogs.</p>
<p>4 – Deixar um comentário para quem nos convidou.</p>
<p><strong>Lista de desejos:</strong></p>
<p>1 &#8211; Ganhar US$ 1.000.000,00</p>
<p>2 &#8211; Ter 5.000 acessos diários no blog</p>
<p>3 &#8211; Fazer MBA e Mestrado em Gestão Executiva</p>
<p>4 &#8211; Minha tese virar um livro</p>
<p>5 &#8211; Ler Guerra e Paz e O Nome da Rosa</p>
<p>6 &#8211; Conseguir assistir O Chamado</p>
<p>7 &#8211; Gostar de crianças</p>
<p>8 &#8211; Conhecer a Rússia</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Singularidades de uma rapariga loura - Eça de Queirós]]></title>
<link>http://bloguilibri.wordpress.com/2009/04/14/singularidades-de-uma-rapariga-loura-eca-de-queiros/</link>
<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 21:06:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Emanuel Diogo</dc:creator>
<guid>http://bloguilibri.wordpress.com/2009/04/14/singularidades-de-uma-rapariga-loura-eca-de-queiros/</guid>
<description><![CDATA[Neste livro, os leitores de Eça têm um duplo motivo de satisfação. Pela primeira vez, o seu primeiro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a rel="attachment wp-att-2005" href="http://bloguilibri.wordpress.com/2009/04/14/singularidades-de-uma-rapariga-loura-eca-de-queiros/untitled20/"><img class="size-medium wp-image-2005 aligncenter" title="untitled20" src="http://bloguilibri.wordpress.com/files/2009/04/untitled20.jpg?w=185" alt="untitled20" width="185" height="300" /></a></p>
<p>Neste livro, os leitores de Eça têm um duplo motivo de satisfação. Pela primeira vez, o seu primeiro conto, Singularidades de uma Rapariga Loura, habitualmente inserido no volume que junta as incursões do autor pelo género, é objecto, nos nossos dias, de publicação própria. Em segundo lugar, e é também uma estreia, nesta edição reúnem-se seis cartas que nos contam a paixão de Fradique Mendes por outra loura. Se a primeira, a do conto, era «fresca, loura como uma vinheta inglesa», a das cartas de Fradique é recordada por causa «daqueles cabelos fabulosamente louros como o sol de Londres em Dezembro». Louras à parte, conto e cartas são duas formas narrativas muito distintas. Foram, note-se, escritas em momentos muito distantes no tempo. O conto, em 1873, no começo da carreira literária de Eça; as cartas já muito perto do fim. É o primeiro dos textos desta edição que Manoel de Oliveira adapta agora ao cinema, com Catarina Wallenstein no papel de Luísa e Ricardo Trêpa a encarnar Macário.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A abelha perdida de Norman Mailer]]></title>
<link>http://rendicao.wordpress.com/2009/04/12/a-abelha-perdida-de-norman-mailer/</link>
<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 02:28:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>António</dc:creator>
<guid>http://rendicao.wordpress.com/2009/04/12/a-abelha-perdida-de-norman-mailer/</guid>
<description><![CDATA[Pequena abelhinha que chafurdas na poeira da esburacada alameda, incapaz de encontrares o caminho pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Pequena abelhinha que chafurdas na poeira da esburacada alameda, incapaz de encontrares o caminho para casa: fizeste-me lembrar de Norman Mailer.<strong> *</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A reminiscência é menos descabida do que parece se tivermos em conta que o seu derradeiro livro poderia adequadamente ter recebido o subtítulo de <em>Lições Indecentes de Apicultura Austríaca Para Jovens Ditadores</em> <em>Monotesticulares</em>. Mais abaixo falarei da narrativa; por agora basta avançar que o enredo torneia as vidas de Alois e Klara Hitler e que o autor se detém prolongadamente sobre a criação e nutrição de enxames de abelhas por um antigo funcionário imperial das alfândegas (com uma pequena ajuda de um velho sujo e rebarbado que assedia os filhos do casal). O cuidado que Mailer dedica a esses pequenos bichinhos e ao efeito que o seu labor desesperado exerce sobre a estranha família de Hitler não deve surpreender pela sua inusitada ternura: bastará recordar que o emblemático prosador americano sempre se dividiu &#8211; por vezes desigualmente &#8211; na caracterização feroz das maldades humanas e no acolhimento dos seus desejos mais puros. Talvez tenha sorvido estas tonalidades de Lev Tolstoi, cuja <em><strong>Guerra e Paz</strong></em> confessou ler todos os dias em jeito de inspiração para o seu <strong><em>The Naked and The Dead</em></strong>, mas em todo o caso é-me impossível &#8211; a despeito da sua rochosa prosa &#8211; não ver em Mailer um grande humanista e um escritor dotado de enorme compaixão.</p>
<p style="text-align:justify;">Joseph Heller revelou um dia a Kurt Vonnegut que se não tivesse sido pela Segunda Guerra Mundial teria seguido uma carreira na lavandaria a seco. A anedota é comentada por Howard Jacobson num prefácio ao inacreditável, superlativo, genial e tudo o mais <em><strong>Catch-22</strong></em>, em que o britânico se sai com uma frase particularmente feliz: &#8220;<em>hard to imagine Philip Roth or Saul Bellow saying that, or even Norman Mailer who surely would have stayed in an aggressive line of work and been a prize-fighter or something similar if the writing hadn&#8217;t worked out</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align:justify;">Mais do que propor a equação &#8220;<em> Norman Mailer <strong>=</strong> gajo lixado que não convém irritar </em>&#8220;, Jacobson chama a atenção para o corpo da obra em que se incluem temas de particular tensão e agressividade como os <a href="http://rendicao.wordpress.com/2009/02/04/294/" target="_blank">cenários de guerra no Pacífico</a>, a violenta degradação de um homem que assassina  e encobre a sangue frio ou o fracturante processo de condenação à morte de Gary Gilmore. Mesmo quando praticava mero jornalismo <a href="http://bookcriticscircle.blogspot.com/2007/11/eleven-things-you-need-to-know-about.html" target="_blank">(e o jornalismo da sua geração foi tudo menos mero jornalismo</a>), Mailer abocanhava com raiva e paixão esses factos e ocorrências que outros narravam com o mesmo enfado e rigidez dos comentadores desportivos ou do cansado narrador das actualidades televisivas. Basta vê-lo em 1975 quando, no Zaire, na noite carregada de leões, Muhammad Ali e George Foreman batem-se como dois guerreiros de ébano. Deste musculado confronto nasce <em><strong><a href="http://www.nytimes.com/books/98/10/25/specials/ali-mailer.html" target="_blank">The Fight</a></strong></em>, em que Norman Mailer supera a idolatria juvenil das estatísticas e dos livros de cromos para oferecer ao plano literário um fenómeno dignamente popular, rico em consequências e evidências sociais.</p>
<p style="text-align:justify;">A última tarefa literária da vida de Mailer, e uma que estou convencido que vingará como das suas mais notáveis, consistiu na invulgar abordagem à vida desse &#8220;<em>homem mais misterioso do século XX</em>&#8221; a partir das suas raízes familiares. Trata-se do livro <strong><em>The Castle in the Forest</em></strong> e trata-se de Adolf Hitler. O título em português &#8211; numa manifestação incompreensível dos altos desígnios editoriais &#8211; é <em>O Fantasma de Hitler</em> (o que provoca diariamente levantamentos de cenhos em empregados fnacianos e bertrandianos idiotas que julgam que a pessoa está a demandar por uma qualquer versão do <em>Mein Kampf</em>).</p>
<p style="text-align:justify;">A minha intenção ao começar este texto era o de comentar um artifício muito particular do livro e de o contrastar com uma outra criação predilecta. Mas comecei mal, a falar de abelhas e do Kurt Vonnegut, e por isso terei de deixar os excursos (ou as heresias) literárias para outra altura em que não tenha tanto trabalho acumulado e a reclamar a minha imperiosa atenção (vou ser despedido a este ritmo). De qualquer modo, foi útil adiantar caminho, sublinhando que <strong><em>The Castle in the Forest</em></strong> não versa directamente sobre a vida do futuro ditador nazi, antes se concentrando na sua degeneração moral infantil atracada em episódios da vida conjugal, desventuras da vida campestre e infelicidades da sociedade educativa escolar.</p>
<h6>
<p style="text-align:justify;">* Prometo que atiço um enxame de abelhas africanas esfomeadas ao primeiro que se lembrar de invocar uma qualquer referência explicativa neurocientífica e de a envolver num título muito engraçado com qualquer uma das seguintes palavras: cérebro, Descartes, neurociência, erro, Proust, <em>qualia</em><strong>, cognição.</strong></p>
</h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Montespan - Jean Teulé]]></title>
<link>http://bloguilibri.wordpress.com/2009/02/26/montespan-jean-teule/</link>
<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 22:10:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Emanuel Diogo</dc:creator>
<guid>http://bloguilibri.wordpress.com/2009/02/26/montespan-jean-teule/</guid>
<description><![CDATA[No tempo de Luis XIV (1638-1715), ter a mulher na alcova do monarca era para um nobre uma inesgotáve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-804 aligncenter" title="imagem77" src="http://bloguilibri.wordpress.com/files/2009/02/imagem77.jpg" alt="imagem77" width="193" height="292" /></p>
<p>No tempo de Luis XIV (1638-1715), ter a mulher na alcova do monarca era para um nobre uma inesgotável fonte de privilégios. Não admira, por isso, que no dia em a escolha daquele que foi cognominado o Rei-Sol recai sobre Madame de Montespan, a corte em peso felicite o afortunado marido. Era conhecer mal o marquês de Montespan: Louis-Henri de Pardaillan está perdidamentep aixonado pela sua esposa e nada o dispõe àcomplacência para com o favor real. Inconsolável, o marquês faz pintar o seu coche de umpreto de luto, ornamenta-o com gigantescos cornos e empreende uma guerra sem tréguas contra o homem que ousou profanar uma união tão perfeita. Recusando honras e prebendas, indiferente a ameaças, a tentativas de assassinato, a processos que o levaram ao cárcere e à ruína, o temperamental gascão persegue com o seu ódio o homem maispoderoso do planeta, na tentativa vã de resgatar a sua amada. O talento e a verve de Jean Teulé prestam uma homenagem a um singular e esquecidopersonagem, um dos primeiros homens que ousou enfrentar abertamente um poder férreo e absoluto que só viria a ser destruído muitos anos mais tarde, com a Revolução Francesa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Globo: três produções não voltarão ao ar ]]></title>
<link>http://kiminda.wordpress.com/2009/02/02/globo-tres-producoes-nao-voltarao-ao-ar/</link>
<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 13:20:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nilnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[A nova grade de programação da Globo ainda não está fechada, mas pelo menos três produções perderam ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" src="http://www.oplanetatv.com.br/arquivos/Noticia/imagemSite/de9598841eb88405c9b869e320d381d7.jpg" alt="" width="191" height="270" />A nova grade de programação da Globo ainda não está fechada, mas pelo menos três produções perderam lugar em 2009:<strong> Guerra e Paz</strong>, <strong>Faça Sua História</strong> e<strong> Casos e Acasos</strong> não voltarão ao ar na emissora no primeiro semestre. A decisão foi comunicada às produções dias atrás. Das três, somente <strong>Faça Sua História</strong> já estava na berlinda, pois seu protagonista, <strong>Vladimir Britcha</strong>, tinha pedido para deixar a atração.</p>
<p>Já o cancelamento de Guerra e Paz <strong>e Casos e Acasos</strong> pegou muita gente de surpresa. O próprio autor Carlos Lombardi, de Guerra e Paz, chegou a dizer que não sabia como iria conciliar este ano a série com uma nova novela, encomendada a ele pela Globo.  Apesar de a rede anunciar que é comum essa rotatividade de produções, é fato que se a audiência das séries em questão fosse muito boa, elas não sairiam do ar.</p>
<p>Das três, apenas Faça Sua História chegou a passar a casa dos 20 pontos de média com certa frequência. Na fila para preencher as vagas abertas estão a sitcom Aline, dirigida por Maurício Farias, e uma nova fornada de Decamerão, de<strong> Guel Arraes</strong>.</p>
<p>O Estado de S. Paulo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Guerra e paz]]></title>
<link>http://nilsonpedro.wordpress.com/2009/01/08/guerra-e-paz/</link>
<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 03:58:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>blag</dc:creator>
<guid>http://nilsonpedro.wordpress.com/2009/01/08/guerra-e-paz/</guid>
<description><![CDATA[Nossa raça de armas implacáveis para enfrentar o destino e feri-lo de morte. Mas o destino, ferido d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.earmi.it/armi/glossario/immagini/chu-ko-nu.jpg&#38;imgrefurl=http://forum.valinor.com.br/showthread.php%3Ft%3D52551&#38;usg=__a8akPapbG6EZOi3zkpi6FyA9edA=&#38;h=363&#38;w=489&#38;sz=19&#38;hl=pt-BR&#38;start=23&#38;um=1&#38;tbnid=EZ54AUJmaANC-M:&#38;tbnh=97&#38;tbnw=130&#38;prev=/images%3Fq%3Darmas%2Bantigas%26start%3D20%26ndsp%3D20%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26channel%3Ds%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26sa%3DN"><img class="alignnone size-full wp-image-432" title="chu-ko-nu" src="http://nilsonpedro.wordpress.com/files/2009/01/chu-ko-nu.jpg" alt="chu-ko-nu" width="489" height="363" /></a></p>
<p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Nossa raça de armas</p>
<p class="MsoNormal">implacáveis para enfrentar o destino e feri-lo</p>
<p class="MsoNormal">de morte. Mas o destino, ferido de morte,</p>
<p class="MsoNormal">sorrindo nos conta sobre o livre arbítrio:</p>
<p class="MsoNormal">perder, perder-se.</p>
<p><em>(Depois de &#8220;atravessar&#8221;, a duras penas, as 1.200 páginas e mais de 500 personagens de &#8220;Guerra e Paz&#8221;, de Tolstoi)</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A Eqüidistância entre a Paz e a Guerra]]></title>
<link>http://silasgrecco.wordpress.com/2008/12/28/a-equidistancia-entre-a-paz-e-a-guerra/</link>
<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 00:45:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>silasgrecco</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na aritmética é indiscutivel que a soma sempre terá maiores resultados do que a subtração, mas isso ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://cache.gizmodo.com/assets/resources/2008/04/AppleGoodEvil.jpg" alt="" width="360" height="221" /></p>
<p style="text-align:justify;">Na aritmética é indiscutivel que a soma sempre terá maiores resultados do que a subtração, mas isso permanece na inexpressiva aritmética, enquanto explorar nossa identidade nos proporciona muito além de mais ou menos, branco ou preto, certo e errado. Nós temos uma capacidade divina, que pode fugir da lógica pura, mas não necessariamente foge da justiça e da paz. Falo do que no francês é chamado de <em>juste-milieu</em>, que significa literalmente justo-meio, no inglês pode ser compreendido como <em>happy medium</em> que numa tradução literal fica meio-termo feliz. </p>
<p style="text-align:justify;">Infelizmente outras características do ser humano ficam em destaque quando há algum tipo de conflito onde surgem dois lados opostos, como o orgulho, a revolta, vingança, a intolerância e o pior de todos: a falta de intersubjetividade, aquilo que nos coloca no lugar do outro apesar de tudo, que age através da reciprocidade e da tentativa de compreensão. Por outro lado não se deve confundir com imparcialidade ou consenso, mas sim como uma expressa advertência para o não-extremismo, que geralmente é fruto das incapacidades de comunicação, reflexão, negociação e sensatez.</p>
<p style="text-align:justify;">O que nos faz pensar que é mais fácil (talvez cômodo) promover a guerra e mais difícil (talvez desagradável) promover a paz é porquê não nos realizamos de quão praticável o <em>juste-milieu </em>é no início de nossas atitudes. Existem casos como a crise entre Hindús e Mulçumanos na Índia de Gandhi, por exemplo, ainda que não decorresse sobre a temática, certamente se houvesse uma atitude conciliatória e moderada em ralação aos extremos de suas diferenças a crise não culminaria em desastre. Ainda que num dos lados tenha &#8220;melhores razões&#8221; ou &#8220;bons motivos&#8221;, ambos devem agir pela lei do justo-meio, simplesmente porquê quando estamos &#8220;certos&#8221; não nos dá direito de fazer o &#8220;errado&#8221; como se a justiça fosse por meio de pontos acumulativos.</p>
<p style="text-align:justify;">Certamente se as tribos que em ritos de passagem fazem práticas como a mutilação genital o fizessem por meios em que se combinasse o melhor para ambos os lados, seus interesses culturais estariam melhor resolvidos e não se tornariam uma ameaça aos direitos humanos das mulheres.</p>
<p style="text-align:justify;">Há um outro lado, contudo, em que o <em>juste-milieu</em> não precisa ser exercido, desde que a avaliação subjetiva seja exercida por meio de valores e que amplie horizontes sob a forma de justiça, porém não se cria valores do nada, é necessário que para ser parcial e ao mesmo tempo virtuoso, já se tenha experimentado o consenso social e a harmonia do justo-meio. Esse papel poderia ser exercido por um um juiz, árbitro da lei que ao mesmo tempo que julga, pode o fazer por meio de uma mediação parcial justa, como de uma deliberação de abuso de autoridade, o que determinará isso será o uso da prudência e da razão.</p>
<p style="text-align:justify;">A virtude não nos faz escolher um lado, mas tenta unificá-los por um único ponto em comum, ainda que viéssemos a escolher um lado, não seria para retaliar o outro, mas sim para desenvolver melhor um diálogo. Este é o juste-milieu, que não se trata de ser imparcial, mas de achar o lado em que se promove o bem e dele fazer multiplicações, porquê nessa operação o bem sempre será maior.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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