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	<title>guiao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/guiao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "guiao"</description>
	<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 09:39:38 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Guião do Lua Nova traduzido!]]></title>
<link>http://bettingonalicesite.wordpress.com/2009/06/13/guiao-do-lua-nova-traduzido/</link>
<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 19:44:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulaadmin</dc:creator>
<guid>http://bettingonalicesite.wordpress.com/2009/06/13/guiao-do-lua-nova-traduzido/</guid>
<description><![CDATA[A equipa do site Twilighters está a traduzir o guião do filme Lua Nova. Para os mais curiosos, podem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<div style="text-align:justify;">A equipa do site Twilighters está a traduzir o guião do filme <span style="font-style:italic;">Lua Nova</span>. Para os mais curiosos, podem ir vendo <a href="http://www.twilighters.com.br/script-new-moon-traduzido/">aqui</a> todas as cenas traduzidas, para quem quer mesmo esperar pelo filme aconselho a não ler.</div>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/_Pg9tgYHnVuo/SjP3hwMvqKI/AAAAAAAABUE/8-brmYXXWRQ/s1600-h/logo-new-moon1.jpg"><img style="display:block;text-align:center;cursor:pointer;width:320px;height:129px;margin:0 auto 10px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Pg9tgYHnVuo/SjP3hwMvqKI/AAAAAAAABUE/8-brmYXXWRQ/s320/logo-new-moon1.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Fonte: Twilighters</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conversa com Pedro Morgado - Guião]]></title>
<link>http://oportoemconversa.wordpress.com/2009/05/30/conversa-com-pedro-morgado-guiao/</link>
<pubDate>Sat, 30 May 2009 20:22:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
<guid>http://oportoemconversa.wordpress.com/2009/05/30/conversa-com-pedro-morgado-guiao/</guid>
<description><![CDATA[1. sobre o blog, 2. apesar de estar a trabalhar em braga à quase um ano ainda tenho uma visão pouco ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>1. sobre o blog,</p>
<p>2. apesar de estar a trabalhar em braga à quase um ano ainda tenho uma visão pouco precisa do que é a cidade. Uma ideia que está normalmente associada a braga é a sua relação com a igreja, qual é na verdade a Importancia da igreja na vida da cidade? ainda tem alguma importância?<br />
-&#62; follow-up como se sente essa importancia?</p>
<p>3. e Como é que uma cidade vive 35 anos com o mesmo presidente da câmara?&#8221;</p>
<p>4. Quais os temas que se debatem na cidade? e no resto do concelho?</p>
<p>5. um dos temas importantes no porto é a reabilitação urbana, é inquestionavel que o porto tem muitos prédios abandonados e/ou em ruinas, também há essa experiencia em braga?<br />
- e como a estão a resolver?</p>
<p>6. outra questão que imagino também possa ser relevante é a ligação da região com a emigração, em que muito da juventude da região que não encontrou oferta de emprego e teve que emigrar está eventualmente a voltar devido à crise internacional.</p>
<p>7. como vez a questão da educação? de relembrar que braga vai ter o laboratorio iberico(?) de nanotecnologia, mas ao mesmo tempo a regiao norte é a regiao com maior abandono escolar. sei que isto não é um problema especifico de braga mas como vez esta dualidade?</p>
<p>8. Qual a importância do projecto Quadrilátero Urbano</p>
<p>9. achas que é um modelo que poderia ser de alguma forma adaptado por eexmplo a porto (ou gamp), braga, aveiro? ou indo mais para norte viana, braga, porto, aveiro?</p>
<p>Valente de Oliveira &#8220;# necessitamos de nós de rede suficientemente fortes que impeçam o afundamento pelo centro demasiado pesado&#8221;</p>
<p>10. portugal não é um país regionalizado, na medida em que não tem um nivel intermedio entre autarquias locais e administração central, como vez nesse enquadramento o papel do Minho na ligação à Galiza, dado que histórica e culturalmente há grandes afinidades entre as duas regiões, superior ao Porto.</p>
<p>&#62;&#62;um artigo de tiago santos sobre Marketing territorial da Grande Área Metropolitana do Porto que foi publicado no blog quinta cidade dizia referindo-se à região norte que &#8220;A grande Área Metropolitana do Porto é claramente a região mais marcante, contudo, a região Norte apresenta “um sistema urbano policêntrico com o Porto a mostrar dificuldades em manter a sua centralidade, partilhando-a com outras centralidades metropolitanas e regionais” (PROT-N). &#8220;</p>
<p>11. Qual é o papel de Braga perante a regionalização? de alguns blogs que vou acompanhando fica a ideia de que reina a ideia &#8220;antes lisboa que o porto&#8221; mas ao mesmo tempo as proprias relações  braga-guimarães e Braga-viana do Castelo também aparentem pouca articulação.<br />
relações independentes? para defender uma questao como a linha de caminho de ferro no Douro.</p>
<p>12. portocentrismo. ele existe? há forma de escapar dele? será que as acusações habituais não têm mais que ver com o facto de as instituições que temos estarem bastante ligadas a territorios geograficos concretos, ou seja, parece-me natural que a camara do porto faça todos os esforços para ter determinado serviço ou organismo no seu territorio, da mesma forma que me parece legitimo que braga faça o mesmo, nao faria muito sentido que fosse de forma diferente, será que a maior parte das questoes que surgem não são mais pelo facto de ainda não termos um organismo supra municipal?</p>
<p>13. um exemplo concreto que é indicado quando falamos nestas questoes do portocentrismo é o da regiao de turismo do porto e norte de portugal<br />
vou-te ler uma passagem de um mail que enviaram sobe a marca turística &#8220;Minho&#8221;.<br />
A criação de uma marca implica uma escala mínima, tanto em termos de capacidade financeira de promoção / notoriedade, como em termos de produto / oferta turística.<br />
O Minho não tem, neste momento, essa escala. Na minha opinião, o Porto sozinho (que tem o dobro das dormidas do Minho, e várias vezes a notoriedade) também não, pelo menos em produto turístico, mas poderá atingi-la em 4-5 anos.<br />
O que está aqui em causa não é uma lógica de drenagem, é uma lógica de parceria. Em vez de promover 2 destinos turísticos isoladamente, em que nenhum tem escala, promover um só, consolidado. Teremos assim:<br />
- promoção mais eficaz (trazemos mais turistas). O Minho sozinho apenas tem capacidade para ser promover eficazmente em Espanha, e em particular na Galiza, países nos quais deverá manter a sua marca, em particular na Galiza. Com o Porto, consegue-se promover com eficácia no resto da Europa. O Porto, com o Minho, consegue ter escala para promoção eficaz em mais países europeus: alarga a sua capacidade de influência.<br />
- escala de conteúdo. O Minho captará melhor os turistas que já vêm ao Porto. E o Minho será a razão para os turistas ficarem mais tempo e voltarem mais vezes ao Porto (e por conseguinte, ao próprio Minho).</p>
<p>Parecem-te argumentos válidos ou não? ou são argumentos válidos mas não confias que as pessoas que estão à frente do processo as queiram implementar?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ScriptFrenzy - Dia 1 a 7]]></title>
<link>http://capala.wordpress.com/2009/04/08/scriptfrenzy-dia-1-a-7/</link>
<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 22:36:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacnunes</dc:creator>
<guid>http://capala.wordpress.com/2009/04/08/scriptfrenzy-dia-1-a-7/</guid>
<description><![CDATA[Sinto-me envergonhada com o meu progresso. A verdade é que nestes setes dias limitei-me a escrever 7]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a rel="attachment wp-att-415" href="http://capala.wordpress.com/2009/03/28/scriptfrenzy-2009/screnzy1/"><img class="alignleft size-full wp-image-415" title="screnzy1" src="http://capala.wordpress.com/files/2009/03/screnzy1.jpg" alt="screnzy1" width="150" height="355" /></a>Sinto-me envergonhada com o meu progresso. A verdade é que nestes setes dias limitei-me a escrever 7 páginas &#8230; uma miséria!</p>
<p>Só escrevi dois dias, o que significa que, se tivesse realmente me dedicado como devia, não teria dificuldades em escrever as 3 páginas por dia que são essenciais para chegar ao fim.</p>
<p>Não me interpretem mal porque estou longe de desistir. Só tenho que me aplicar mais e isto vai la rapidamente. É tudo uma questão de deidcação que eu sei poder dispender.</p>
<p>Noutra nota,  que escrevi para a &#8220;<strong>Heroína</strong>&#8221; foi muito divertido e isso, por si só, garantirá que eu não me vou cansar desta história durante a sua curta existência. Afinal foi por essa razão que decidi escrever esta comédia/sátira.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ScriptFrenzy 2009]]></title>
<link>http://capala.wordpress.com/2009/03/28/scriptfrenzy-2009/</link>
<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 11:04:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacnunes</dc:creator>
<guid>http://capala.wordpress.com/2009/03/28/scriptfrenzy-2009/</guid>
<description><![CDATA[O ScriptFrenzy, irmão do NaNoWriMo vai começar a 1 de Abril de 2009. E eu, como devem adivinhar, vou]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a rel="attachment wp-att-415" href="http://capala.wordpress.com/2009/03/28/scriptfrenzy-2009/screnzy1/"><img class="alignleft size-full wp-image-415" title="screnzy1" src="http://capala.wordpress.com/files/2009/03/screnzy1.jpg" alt="screnzy1" width="150" height="355" /></a>O <a href="http://www.scriptfrenzy.org/eng/user/430991">ScriptFrenzy</a>, irmão do<a href="http://www.nanowrimo.org/eng/user/430991"> NaNoWriMo</a> vai começar a 1 de Abril de 2009. E eu, como devem adivinhar, vou entrar de cabeça nisto.</p>
<p>Não sabia ao certo o que ia fazer, o tipo de guião ou a história que queria escrever, mas por fim lá me decidi.<br />
Vou escrever o guião do &#8220;<a href="http://wolfdragon.yoll.net/">Lobo &#38; Dragão</a>&#8220;, uma novela gráfica que precisa ser reescrita para depois poder ser redesenhada. Podem visitar o site se estiverem curiosos sobre as personagens e coisas assim. Para já, aqui fica um resumo:</p>
<blockquote><p><em>Rie e Unkei são dois jovens  nascidos de famílias rivais. Enquanto a família Ryusaki já esqueceu o  passado, os Ookami continuam a guardar rancor e Rie foi ensinada desde  muito nova a odiar Unkei. O seu ódio no entanto, foi canalizado para o  combate e a competição em geral. Não raras vezes os dois entram em  confrontos, e competem anualmente no campeonato de Artes Marcias, do  qual Rie saiu vencedora no ano anterior.<br />
O campeonato aproxima-se  este ano e Rie não pode esperar para vencer novamente. No entanto uma  cadeia de eventos vai mudar a forma como ela vê e interage com todos à  sua volta.<br />
Quando as consequências dos seus actos batem à porta, Rie não está preparada para eles.</em></p>
<p><em>No fundo esta é a história de vários jovens, adolescentes e adultos,  que encontram problemas do dia-a-dia e têm de lidar com eles. Umas  vezes bem, outras vezes muito mal.<br />
Lições duras serão aprendidas, muita amizade e romance, como não poderia deixar de ser. </em></p></blockquote>
<p>Tinha pensado em escrever o guião de um filme ou de uma série, mas como não tinha nenhuma ideia suficientemente plausível para esses formato, acabei por decidir num ramo em que estou muito mais confortável. Não é a primeira vez que escrevo o guião de uma Novela gráfica. Já o fiz para o &#8220;<a href="http://quesorteaminha.yoll.net/">Que sorte a minha</a>&#8221; (publicada) e para as versões anteriores de &#8220;<a href="http://alma.undonet.com/">Alma</a>&#8220;, &#8220;<a href="http://wolfdragon.yoll.net/">Lobo &#38; Dragão</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://dgstudios.yoll.net/Blood%20Red/acerca.html">Vermelho Sangue</a>&#8220;, já para não falar nas curtas &#8220;<a href="http://dgstudios.yoll.net/One-shots/udald.html">Um dia alguém lhe disse &#8230;</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://dgstudios.yoll.net/One-shots/SonhosMudancas.html">Sonhos e Mudanças</a>&#8220;. Como podem ver não sou propriamente uma novata, mas vou estar a usar um novo programa: <a href="http://www.celtx.com/download.html">Celtx</a> e isso vai-me facilitar a vida por um lado e por outro complica-la na medida que vou ter de me habituar a ele.</p>
<p>Talvez aproveite também para escrever a guião de &#8220;<a href="http://dgstudios.yoll.net/Heroine/heroina_acerca.html">Heroína</a>&#8221; (não é a droga, ok?) que é bastante mais pequeno e que nunca chegará às 100 páginas de guião (o desafio), por isso se calhar vai ser um 2 em 1.<br />
Aqui fica uma introdução (muito cómica) à &#8220;<a href="http://dgstudios.yoll.net/Heroine/heroina_acerca.html">Heroína</a>&#8220;:</p>
<blockquote><p><span class="style3 style11 style11"><span class="style14"><em><span class="style11">O mundo está á beira da destruição. Quem nos pode salvar? A Heroína e o seu fiel companheiro, Mascote, são a nossa última esperança. Serão eles capazes de reescrever a história do planeta.</span></em></span></span></p></blockquote>
<p>Vou fazer pequenos <em>posts</em>, uma ou duas vezes por semana, onde descrevo a minha aventura em mais um desafio.<br />
Ao mesmo tempo vou estar <em>ocupadérrima</em> a editar o &#8220;<strong>Angel Gabriel</strong>&#8220;.<br />
Por isso esperem um pouco mais de actividade por estes lados.</p>
<p>Quem se for juntar ao desafio que levante a mão!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guião do vídeo]]></title>
<link>http://prociceco.wordpress.com/2009/03/20/guiao-do-video/</link>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 08:18:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>prociceco</dc:creator>
<guid>http://prociceco.wordpress.com/2009/03/20/guiao-do-video/</guid>
<description><![CDATA[O  guião do vídeo prociceco. guião e o Guião técnico, Correspondentes a primeira versão, podem sofre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O  guião do vídeo prociceco.</p>
<p><a class="alignleft" title="guião prociceco" href="http://prociceco.wordpress.com/files/2009/03/guiao-tecnico.docx" target="_blank">guião</a></p>
<p>e o</p>
<p><a title="prociceco" href="http://prociceco.wordpress.com/files/2009/03/guao-vr1.doc" target="_blank">Guião técnico,<br />
</a></p>
<p>Correspondentes a primeira versão, podem sofrer actualização futuramente.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guião do Filme "Colisão", de Paul Haggis.]]></title>
<link>http://esag11.wordpress.com/2009/01/07/guiao-do-filme-colisao-de-paul-haggis/</link>
<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 00:00:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>NP</dc:creator>
<guid>http://esag11.wordpress.com/2009/01/07/guiao-do-filme-colisao-de-paul-haggis/</guid>
<description><![CDATA[Documento para apoio à visualização do filme. Realiza as tarefas propostas. Guião do filme.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Documento para apoio à visualização do filme. Realiza as tarefas propostas.</p>
<p><a href="http://esag11.files.wordpress.com/2009/01/303o.pdf">Guião do filme.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FORMATAR uma IDEIA em GUIÃO]]></title>
<link>http://cvvc.wordpress.com/2008/11/28/formatar-uma-ideia-em-guiao/</link>
<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 15:51:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>SamyoSam</dc:creator>
<guid>http://cvvc.wordpress.com/2008/11/28/formatar-uma-ideia-em-guiao/</guid>
<description><![CDATA[A maioria das pessoas que tem chegado até nós ou a quem chegámos, pelo menos até à data da publicaçã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A maioria das pessoas que tem chegado até nós ou a quem chegámos, pelo menos até à data da publicaçã]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guião 10]]></title>
<link>http://esag11.wordpress.com/2008/10/26/guiao-10/</link>
<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 11:34:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>NP</dc:creator>
<guid>http://esag11.wordpress.com/2008/10/26/guiao-10/</guid>
<description><![CDATA[Para a preparar a discussão em torno do filme &#8220;A Ilha&#8221;. Guião para importar.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para a preparar a discussão em torno do filme &#8220;A Ilha&#8221;.</p>
<p><a href="http://esag11.files.wordpress.com/2008/10/microsoft-word-gui1.pdf">Guião para importar.<br />
</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ken Dancyger]]></title>
<link>http://heliopaulofelix.wordpress.com/2008/10/18/ken-dancyger/</link>
<pubDate>Sat, 18 Oct 2008 09:35:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>felix</dc:creator>
<guid>http://heliopaulofelix.wordpress.com/2008/10/18/ken-dancyger/</guid>
<description><![CDATA[Foi nesta passada sexta feira, dia 17, que tive a oportunidade de conhecer Ken Dancyger, Ken Dancyge]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://heliopaulofelix.files.wordpress.com/2008/10/dancyger.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-205" title="dancyger" src="http://heliopaulofelix.wordpress.com/files/2008/10/dancyger.jpg" alt="" width="125" height="138" /></a>Foi nesta passada sexta feira, dia 17, que tive a oportunidade de conhecer Ken Dancyger, Ken Dancyger passou por Lisboa onde fez uma pequena conferência/workshop sob o tema “Alternative Scriptwriting: new formats, new ideas&#8221;,  duas horas de real interesse na importância da escrita, as formas de escrita para cinema e televisão, as suas estruturas, a narrativa  linear, narrativa não linear, narrativa exprimental.</p>
<p>Muito interessante mesmo.</p>
<p>(Ken Dancyger, Has taught various film courses in the United States at Boston University, Emerson College, and Clark University and in Canada at Sheridan College and York University. Former president of the University Film and Video Association. Has been an editor, writer, director, production manager, producer, story editor, and script consultant for various films. He is the author of <em>Broadcast Writing, Alternative Scriptwriting</em>, <em>The Technique of Film and Video Editing and Writing the Short Film</em> (Focal Press)</p>
<p>Para conhecerem um pouco mais das ideias e da forma de pensar de Ken Dancyger deixo este pequeno vídeo retirado do youtube. </p>
<p>Charla y entrevista previa al seminario de guión: &#8220;Escritura alternativa de guión: Desafiando las reglas&#8221;, dictado por Ken Dancyger el 8 y 9 de Noviembre de 2007, en la Universidad Jorge Tadeo Lozano, Bogotá</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/8ZmixGtF2H8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/8ZmixGtF2H8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["O Guião" estudos em cinema / Hélio Félix - Hélio Paulo Félix]]></title>
<link>http://heliopaulofelix.wordpress.com/2008/09/06/o-guiao-estudos-em-cinema-helio-felix-helio-paulo-felix/</link>
<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 17:58:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>felix</dc:creator>
<guid>http://heliopaulofelix.wordpress.com/2008/09/06/o-guiao-estudos-em-cinema-helio-felix-helio-paulo-felix/</guid>
<description><![CDATA[  Habitualmente, o guião dos filmes realizados profissionalmente é elaborado através das diferentes ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<div>
<p><a href="http://heliopaulofelix.files.wordpress.com/2008/09/cinema2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-113" title="cinema2" src="http://heliopaulofelix.wordpress.com/files/2008/09/cinema2.jpg?w=300" alt="" width="300" height="224" /></a>Habitualmente, o guião dos filmes realizados profissionalmente é elaborado através das diferentes fases,a que passo a enumerar. Acontece por vezes que algumas destas fases seja anulada; outras vezes, pode suceder também que se façam várias tentativa em apenas uma delas.</p>
<p>Para cada uma das fases, faz-se arbitrariamente  menção a um certo número de páginas, claro que estes números devem ser apenas tomados como orientação e não como regra geral.</p>
<p> </p>
<p>1. A sinopse (5páginas)</p>
<p>Trata-se de um breve resumo do assunto, o qual pode ser de grande utilidade quando se pretender vender a ideia a executivos ocupadíssimos.</p>
<p>Alguns autores têm alguma dificuldade em tentar resumir aquilo que não foi escrito na sua totalidade. Quando se trata de um guião adaptado de um romance ou de uma obra teatral, esta sinopse desempenha uma tarefa útil para o realizador, pois especifica uma linha selectiva da continuidade.</p>
<p> </p>
<p>2. O guião literário (ou tratamento da sinopse ou, ainda, argumento cinematográfico) 50 páginas</p>
<p>Trata-se de uma exposição mais vasta do tema, semelhante à forma de um conto. Quando for necessário o diálogo para que progrida o entrecho ou para dar a conhecer facetas de uma determinada personagem, o texto é mencionado entre aspas, como na literatura, e não se separa, como acontece na peça de teatro ou no guião cinematográfico.</p>
<p> </p>
<p>3. A sequência</p>
<p>Esta é a fase, consciente ou subconsciente, mais evitada pelo autor literário, que não tem qualquer tipo de expriência no cinema, e isto acontece devido ao facto de esta exigência ser raras as vezes expressa no contrato. Trata-se de uma tentativa relativamente antecipada de fazer uma lista de cenas que hão-de compor o filme, acompanhada de uma descrição sumária da acção que se vai desenvolver, prescindindo do diálogo ou de qualquer forma de embelezamento, tendo como objectivo descobrir, criar ou obter uma ideia aproximada do que vão ser os efeitos visuais produzidos ao longo do trabalho, mais do que os literários.</p>
<p>Este exercício é extremamente valioso e &#8211; caso se disponha de tempo e de talento &#8211; pode ser melhorado e realçado através de esboços que ilustrem algumas das sequências da filmagem e suas transições.</p>
<p> </p>
<p>4. A sequência literária (100 páginas)</p>
<p>Trata-se de uma exposição ainda mais completa do que a traçada no guião literário e que se desenvolve geralmente depois da sequência.</p>
<p>Algumas vezes estas duas fases estão amalgamadas. Como alternativa, é provável que faça simplesmente parte do processo pelo qual se passa da sequência à sequência dialogada. Será ou não uma fase determinada por contrato, e por isso, pode ter que ser realizada dentro de um determinado lapso de tempo.</p>
<p> </p>
<p>5. A sequência dialogada</p>
<p>É habitualmente a maior contribuição do autor que não se dedica ao cinema. Muitas vezes, tem diálogo excessivo, muita descrição e um grande número de repetições, a maioria das quais servirá apenas como indicações ou sugestões para o realizador, e nunca como partes do guião definitivo. O desenvolvimento posterior será extraido ou moldado a partir do materila que se venha a obter  nesta etapa.</p>
<p> </p>
<p>6. O guião por cenas ou por sequências (170 páginas)</p>
<p>Qualquer que seja  o grau em que o realizador haja estado implicado nas cinco primeiras fases da preparação do guião, é fundamental e necessário que que tenha consciência do papel decisivo que lhe compete desempenhar nesta etapa e nas subsequentes. Consiste basicamente em converter a sequência  dialogada em algo bastante semelhante ao plano geral. A cenas principais são unidades de acção autónomas, um pouco como nas cenas de Shakespeare, mas, quanto à duração, esta poderá abranger um par de segundos, 10 minutos, ou ainda mais.</p>
<p>Nesta fase, ainda não se dividem as cenas em grandes planos, planos longos, etc. O guião por cenas pode servir inicialmente como documento de trabalho para as fases iniciais de casting, concepção de produção, calendarização (desde que não tenha sido imposta previamente), e na orçamentação.</p>
<p> </p>
<p>7. A planificação ou pré-planificação (150 páginas)</p>
<p>A partir da fase anterior, a planificação dependerá exclusivamente do método de trabalho do realizador. É provável que alguns comecem por dividir cada cena em todos os planos concebíveis e cheguem assim à primeira tentativa do plano de montagem. Outros, simplesmente, dedicam-se a refinar e aperfeiçoar o guião por cenas ou sequências, sem o dividir em planos.</p>
<p>Em princípio, esta planificação ou esboço é mais propriamente um processo  doq ue uma fase definitiva da planificação; é provável que se exija um texto escrito à máquina. Assim, não será mais que uma espécie de «cópia de montagem» em papel, comparável a uma «primeira montagem» ou mesmo à «montagem final».</p>
<p> </p>
<p>8. O guião técnico ou planificação técnica (120 páginas)</p>
<p>O título explica-se a si próprio. Acrescente-se que, devido a pressões externas ou a novas «inspirações» da parte dos realizadores, pode haver várias versões finais. Mesmo quando já e iniciou a filmagem, muitas vezes ainda se fazem modificações. Uma medida habitual consiste em tomar nota num papel de cor diferente das novas correcções que vão sendo feitas, o que conduz frequentemente a que os guiões se assemelhem a um arco.íris uma vez terminada a filmagem.</p>
<p>O ideal seria que este guião definitivo da filmagem fosse a versão policopiada para a totalidade do filme e que fosse ampliado através de séries de desenhos de referência de forma contínua (storyboard) definindo a composição de cada plano.</p>
<p>Alguns realizadores, pelo contrário, não podem &#8211; ou não querem &#8211; trabalhar desta forma.</p>
<p>Ao jovem realizador, no entanto aconselha-se que pondere seriamente todas as possibilidades antes de prescindir da planificação ou d etoda a série de desenhos que possam acompanhá-la. Deve ver todos estes elementos não como barras de uma prisão, mas como ferramentas que lhe premitirão improvisar e aproveitar todas as oportunidades de última hora sem perder o fluxo do filme.</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Robocop voltará as telas]]></title>
<link>http://liverig.wordpress.com/2008/07/28/robocop-voltara-as-telas/</link>
<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 21:07:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>liverig</dc:creator>
<guid>http://liverig.wordpress.com/2008/07/28/robocop-voltara-as-telas/</guid>
<description><![CDATA[Dentre algum tempo o policial do futuro poderá voltar as telas, segundo os anúncios dos estúdios da ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright" src="http://geekofalltrades.files.wordpress.com/2007/07/robocop-792844bmp.jpg?w=304&#038;h=450" alt="" width="304" height="450" />Dentre algum tempo o policial do futuro poderá voltar as telas, segundo os anúncios dos estúdios da MGM (<span>Metro Goldwyn Mayer Inc</span>.)</p>
<p>O remake de &#8220;Robocop&#8221; serão feitos por  Darren Aronofsky, o consagrado filme                   de Paul Verhoeven, de 1987.</p>
<p>Segundo escreve o jornal <em>20 Minutos</em>, o roteiro será escrito por David Self e a                   estréia do filme está prevista para o ano 2010.</p>
<p>&#8220;Darren Aronofsky é um dos diretores mais talentosos e originais                   e David Self é um dos melhores roteiristas de Hollywood&#8221;, disse Mary Parent, uma das diretoras da MGM.</p>
<p>_______________________________</p>
<h3><span class="mw-headline">Diretivas básicas</span></h3>
<ol>
<li><span style="color:#339966;"><strong>&#8220;Serve the public trust&#8221; (Servir à população)</strong></span></li>
<li><span style="color:#339966;"><strong>&#8220;Protect the innocent&#8221; (Proteger os inocentes)</strong></span></li>
<li><span style="color:#339966;"><strong>&#8220;Uphold the law&#8221; (Cumprir a lei)</strong></span></li>
<li><span style="color:#339966;"><strong>&#8220;Classified&#8221; (Confidencial. Esta era a diretiva que o impedia de atacar executivos da OCP)</strong></span></li>
</ol>
<p>Curiosidade: As telas de visão de tiro de Robocop possuem referências ao Sistema operacional MS-DOS.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O ATRASO - Guião]]></title>
<link>http://joelgomes.wordpress.com/2008/01/03/o-atraso-guiao/</link>
<pubDate>Thu, 03 Jan 2008 23:42:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>joelgomes</dc:creator>
<guid>http://joelgomes.wordpress.com/2008/01/03/o-atraso-guiao/</guid>
<description><![CDATA[Versão Final 1 De Maio de 2002 Joel Gomes SEQUÊNCIA NORMAL CENA 1: INT / QUARTO. DIA Paz e silêncio ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:12pt;font-family:'Courier New';">Versão Final</p>
<p>1 De Maio de 2002</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Courier New';"><br />
Joel Gomes</p>
<p>SEQUÊNCIA NORMAL</p>
<p>CENA 1: INT / QUARTO. DIA</p>
<p>Paz e silêncio eternos.</p>
<p>No centro do quarto está uma cama. O seu habitante dorme o sono dos anjos.</p>
<p>O despertador indica 5:59.</p>
<p>Tudo está calmo e continuaria calmo se não fosse&#8230;.</p>
<p>A quietude do momento é interrompida pelo som do despertador.</p>
<p>O homem acorda e olha para o relógio. Quando se apercebe das horas, levanta-se da cama. Pega na roupa que está em cima da cadeira e começa a vestir-se à pressa.</p>
<p>CENA 2: EXT / RUA. DIA</p>
<p>O homem sai de casa a correr. Um prédio antigo que insiste em sobreviver à força do tempo. Pela primeira vez, podemos vê-lo como ele é: um verdadeiro “executivo <i>cliché</i>”. Estão lá todos os itens, desde o fato e a gravata, sem esquecer a pasta com os documentos numa mão e o computador portátil na outra.</p>
<p>Seguimo-lo pela rua até à paragem do autocarro. Mesmo a tempo de ver o autocarro partir. Olha para o relógio. São 6:40. Dá um pontapé no poste e fica à rasca do pé.</p>
<p>CENA 3: INT / GABINETE. DIA</p>
<p>Um homem analisa uma série de papéis.</p>
<p>O escritório tem uma decoração que reflecte bem o tipo de homem que está perante nós.<span>  </span></p>
<p>Numa parede, vemos uma prateleira com troféus de caça; cabeças de animais embalsamadas penduradas.</p>
<p>Na parede atrás de si, uma caçadeira bastante usada durante anos de caçadas.</p>
<p>Noutra parede, estão duas placas de ouro emolduradas. A primeira, “A LIBERAT AGRADECE A CUSTÓDIO SILVA RAMOS PELOS 25 ANOS DE DEDICAÇÃO”; a segunda, “A CUSTÓDIO SILVA RAMOS – MELHOR FUNCIONÁRIO DO ANO”.</p>
<p>Estes são alguns detalhes que confirmam o facto de estarmos perante um homem com sentido de oportunidade e determinação. Este é um homem que não se importa de subir uma escada feita de corpos humanos, desde que essa escada o leve ao sucesso.</p>
<p>O intercomunicador toca. O empresário carrega num botão.</p>
<p>PATRÃO<br />
Sim?</p>
<p>SECRETÁRIA (V.O.)<br />
Desculpe-me senhor Ramos, mas é só para avisá-lo que o senhor Santos já chegou.</p>
<p>RAMOS<br />
Mande-o entrar.</p>
<p>SECRETÁRIA (V.O.)<br />
Com certeza, senhor Ramos.</p>
<p><span style="text-transform:uppercase;">Ramos </span>desliga o intercomunicador.</p>
<p>Alguém bate a porta.</p>
<p>RAMOS<br />
Entre.</p>
<p>A porta abre-se e <span style="text-transform:uppercase;">Santos </span>entra no gabinete. Como seria de esperar, trata-se do “executivo <i>cliché</i>”.</p>
<p>SANTOS<br />
Com licença. Posso?</p>
<p>Ramos responde ao seu subordinado com um leve aceno.</p>
<p>Santos entra no gabinete cabisbaixo. Um cordeiro que entra na toca do lobo esfomeado.</p>
<p>SANTOS<br />
Senhor Ramos, peço desculpas pelo atraso. Deixe-me só dizer que&#8230;</p>
<p>RAMOS<br />
Esteja calado! Não sei qual é a posição que você julga ter aqui nesta empresa mas, francamente, começo a ficar um bocadinho saturado das suas desculpas. Não há um dia que você não chegue atrasado. Se não é o autocarro que se atrasa, é o despertador que não toca.</p>
<p>SANTOS<br />
Sim, mas&#8230;</p>
<p>RAMOS (CONT.)<br />
Se não é o trânsito que não anda, é o elevador que fica encravado. Não sei. Sinceramente não sei o que é que hei de fazer consigo. Creio que vou ter que dispensar os seus serviços.</p>
<p>SANTOS<br />
Por favor, senhor Ramos! Dê-me só mais uma oportunidade! Peço-lhe!</p>
<p>RAMOS<br />
Você pensa que eu sou alguma alma gentil e caridosa?</p>
<p><span style="text-transform:uppercase;">Santos<br />
</span>Por acaso&#8230;</p>
<p><span style="text-transform:uppercase;">Ramos</span><br />
Mas não sou.</p>
<p>Ramos olha para Santos durante alguns segundos e então é como se recebesse uma injecção de anfetaminas de generosidade. Até certo ponto.</p>
<p>RAMOS<br />
Vou-lhe dar mais uma oportunidade. Aproveite bem porque é a última que eu lhe dou.</p>
<p>SANTOS<br />
Diga, senhor Ramos.</p>
<p>RAMOS<br />
Amanhã, quero-o aqui, neste escritório às oito em ponto. Não às 8:02. Não às 8:01. Às 8:00. Não me interessa se vem de avião, de barco, se quer passar aqui a noite. Faça como quiser, mas se você não estiver aqui às oito escusa de vir. Entendeu?</p>
<p><span style="text-transform:uppercase;">Santos<br />
</span>Sim, senhor Ramos.</p>
<p>RAMOS<br />
Óptimo. É tudo por agora.</p>
<p>SANTOS<br />
Obrigado, senhor Ramos.</p>
<p>Santos dirige-se para a porta. Existe uma disputa de emoções dentro de si, qualquer coisa pouco definida entre o alívio e o medo. Santos sai do escritório sem dizer uma palavra que seja.</p>
<p>CENA 4: INT / QUARTO. DIA</p>
<p>Voltamos ao quarto da primeira cena. Paz e silêncio.</p>
<p>Santos dorme o sono dos anjos.</p>
<p>O despertador indica 5:59. Durante alguns instantes observamos os números do despertador, os dois pontos que piscam sem parar, a passagem de segundos ocultos.</p>
<p>São agora 6:00. O irritante som do alarme quebra o silêncio da manhã. Santos acorda tranquilo. Está outra vez em cima da hora. Porém, mesmo consciente de que este é o último dia do resto da sua vida, não consegue abafar uma leve alegria interior.</p>
<p>Veste-se depressa, mais depressa que o habitual porém, sem qualquer atrapalhação. Fluidez de movimentos. A determinação é agora a rainha absoluta das suas emoções.</p>
<p>A forma militarizada como se veste revela os seus planos: hoje não irá chegar atrasado.</p>
<p>SEQUÊNCIA EM ANIMAÇÃO</p>
<p>CENA 5: EXT / RUA. DIA</p>
<p>Um<i> flash</i> luminoso sai da casa de Santos. Não conseguimos distinguir nenhuma forma no meio daquela luz. Podemos apenas supor que é Santos o responsável por aquele fenómeno.</p>
<p>Santos percorre a cidade em  segundos. As pessoas parecem petrificadas à sua passagem. Estátuas humanas com movimentos lentos.</p>
<p>Então&#8230; A luz do dia desaparece. Santos pára de correr, olha para o céu e vê&#8230;</p>
<p>Dezenas, centenas, milhares de naves, uma verdadeira frota espacial que cobre o sol.</p>
<p>O seu alinhamento e as suas formas trazem de volta uma certa nostalgia do clássico “SPACE INVADERS”</p>
<p>A frota começa o seu ataque e o caos chega ao local. Vários prédios são destruídos, vidas são aniquiladas.</p>
<p>Santos tem uma mudança de papel. Do antigo “executivo <i>cliché</i>” passa para o “super-herói <i>cliché</i>”. Da capa ao cinto de utilidades, está lá tudo – até a máscara na cabeça e um “S” no peito.</p>
<p>Santos salva várias pessoas das naves. Mas, apercebe-se que a melhor solução seria eliminar o problema a partir da raiz.</p>
<p>Santos lança-se em direcção à frota inimiga. O reflexo de um voo picado. O falcão que voa sob a sua presa.</p>
<p>As naves são destruídas pela fúria implacável de Santos.</p>
<p>O inimigo só conhece uma emoção – raiva.</p>
<p>E é com essa raiva que se despede. Incapaz de aceitar a derrota, a frota auto-destrói-se em simultâneo.</p>
<p>Uma explosão de luz branca cobre todo o ecrã.</p>
<p>SEQUÊNCIA NORMAL<br />
<span style="text-transform:uppercase;"><br />
</span><br />
CENA 6: INT / QUARTO. DIA</p>
<p>De volta ao quarto.</p>
<p>O despertador indica 5:59.</p>
<p>Santos dorme tranquilamente.</p>
<p>Os números do despertador dão lugar à sequência seguinte. O alarme começa a tocar.</p>
<p>Santos desliga o despertador sem levantar a cabeça da almofada.</p>
<p>O despertador toca outra vez. Santos acorda e olha para o despertador. São 6:30.</p>
<p>Está trinta minutos atrasado mas, estranhamente, isso não o preocupa.</p>
<p>É então que aparece. A velha dúvida, a sensação de já ter feito aquilo antes, o mítico <i>deja-vú</i>. Será que foi tudo um sonho? Ele não sabe. Mas, mesmo assim, volta a cumprir o ritual do costume.</p>
<p>CENA 7: EXT / RUA. DIA</p>
<p>Chega à paragem do autocarro e novamente encontra-a vazia. Olha para o relógio: 7:15. A primeira ideia que surge é que o autocarro já passou há muito tempo.</p>
<p>Mas, essa ideia depressa desaparece quando se apercebe da situação à sua volta – não há carros na rua. Não há pessoas na rua, não há nada na rua. Alguns dos edifícios são montes de escombros.</p>
<p>Santos começa a caminhar, admirado pela desolação à sua volta. Olha para um dos edifícios destruídos.</p>
<p>FLASHBACK<br />
<span style="text-transform:uppercase;"><br />
</span>SEQUÊNCIA ANIMAÇÃO<br />
<span style="text-transform:uppercase;"><br />
</span>O prédio que Santos observa, ainda intacto, é destruído por uma das naves.</p>
<p>PRESENTE</p>
<p>SEQUÊNCIA NORMAL</p>
<p>Santos olha para outro edifício destruído e vê&#8230;</p>
<p>FLASHBACK</p>
<p>SEQUÊNCIA ANIMAÇÃO</p>
<p>&#8230; o edifício a ser destruído.</p>
<p>PRESENTE</p>
<p>SEQUÊNCIA NORMAL</p>
<p>Santos não sabe como reagir perante esta situação. Teria sido mesmo um sonho?</p>
<p>Santos pára de caminhar por uns momentos e olha para o relógio. São 7:30. Santos tem mais uma visão.</p>
<p>FLASHBACK</p>
<p>SEQUÊNCIA ANIMAÇÃO</p>
<p>Vemos mais um prédio a ser destruído. No topo do prédio está uma placa com o nome LIBERAT.</p>
<p>PRESENTE</p>
<p>SEQUÊNCIA NORMAL</p>
<p>O atraso deixa de ter significado. O importante agora é saber se tudo aquilo foi um sonho ou não.</p>
<p>Santos recomeça a caminhada. Depressa, depressa, depressa até começar a correr.</p>
<p>CENA 8: EXT / RUA. DIA</p>
<p>Santos encontra-se perante as ruínas de um edifício, o seu ex-local de trabalho. A placa gigante com as letras LIB diz tudo. O sonho foi real.</p>
<p>Um homem aproxima-se por trás de Santos. Uma vítima da guerra, um destroço humano.</p>
<p>Santos sente uma mão tocando no seu ombro e arrepia-se quando esse toque é procedido de uma voz. Uma voz familiar.</p>
<p>RAMOS<br />
Santos&#8230;</p>
<p>Santos olha para trás e vê o seu antigo patrão num estado deplorável.</p>
<p><span style="text-transform:uppercase;">Santos<br />
</span>Senhor Ramos! Eu&#8230; eu&#8230;</p>
<p>RAMOS<br />
Está despedido! Rua!</p>
<p>FIM<br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[o primeiro guião!]]></title>
<link>http://ltns.wordpress.com/2007/12/30/o-primeiro-guiao/</link>
<pubDate>Sun, 30 Dec 2007 16:43:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Spencer</dc:creator>
<guid>http://ltns.wordpress.com/2007/12/30/o-primeiro-guiao/</guid>
<description><![CDATA[Pois é, o primeiro desafio está alinhavado. Esperamos produzir o vídeo do desafio de modo a incluí-l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pois é, o primeiro desafio está alinhavado. Esperamos produzir o vídeo do desafio de modo a incluí-lo já na demo, seja como for para os mais curiosos fica já o <a href="http://ltns.wordpress.com/files/2007/12/sailormoon.pdf" title="desafio sailor moon">guião</a>.</p>
<p>E já agora, vão-se imbuindo do espírito Sailor Moon!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/O5c4SGveCdc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/O5c4SGveCdc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guião do Curso]]></title>
<link>http://hrrrumhrrrum.wordpress.com/2007/12/19/guiao-do-curso/</link>
<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 00:15:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gertrudes Evaristo</dc:creator>
<guid>http://hrrrumhrrrum.wordpress.com/2007/12/19/guiao-do-curso/</guid>
<description><![CDATA[Olá de novo Para os mais interessados, vou disponibilizar aqui o Guião do Curso. Até breve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá de novo <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Para os mais interessados, vou disponibilizar aqui o <a href="http://hrrrumhrrrum.wordpress.com/files/2007/12/guiao-do-curso-versao-final.pdf" title="Guião do Curso">Guião do Curso</a>.</p>
<p>Até breve</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
