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	<title>hipertexto &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/hipertexto/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "hipertexto"</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 01:37:19 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Hipertexto 3.0]]></title>
<link>http://nuevaspublicaciones.wordpress.com/2009/11/28/hipertexto-3-0/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 21:45:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>nuevaspublicaciones</dc:creator>
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<description><![CDATA[George P. Landow actualiza el texto  Hipertexto, que en los años 90 fue el primero unir los mundos d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter" title="9788449322006" src="http://www.librosaulamagna.com/libro/HIPERTEXTO-3.0.-/55591/img/portadas/9788449322006.jpg" alt="Portada del libro: Hipertexto 3.0" width="155" height="202" /></p>
<p>George P. Landow actualiza el texto  Hipertexto, que en los años 90 fue el primero unir los mundos de la teoría literaria y la tecnología informática. La tercera edición de este libro incluye nuevos materiales sobre el desarrollo de las tecnologías vinculadas a Internet, deteniéndose especialmente en su creciente alcance global y en las implicaciones sociales y políticas de ésta tendencia vistas desde una perspectiva postcolonial. También analiza los blogs, las películas interactivas y la relación del hipermedia con los juegos.</p>
<p>Es un libro está ditado este año, con lo cual es una buena actualización para nuestros conocimientos sobre hipertexto, animaos a leerlo! A continuación, los datos del libro:</p>
<p>AUTOR/ES: LANDOW, GEORGE P.</p>
<p>ISBN: 9788449322006</p>
<p>AÑO: 2009</p>
<p>EDICION: 1ª</p>
<p>IDIOMA: Castellano</p>
<p>ENCUADERNACIÓN: Rústica</p>
<p>PÁGINAS: 528</p>
<p>DIMENSIONES: 15,5 X 23,3</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Namoro virtual - Flávio Nickel]]></title>
<link>http://2pass.wordpress.com/2009/11/23/namoro-virtual/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:07:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>flaviolin</dc:creator>
<guid>http://2pass.wordpress.com/2009/11/23/namoro-virtual/</guid>
<description><![CDATA[Namoro Virtual*   “Se um cara chamado Portões ficou rico vendendo janelas que vivem quebrando, acho ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Namoro Virtual*</strong></p>
<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/_bnDUC6Eu5ao/R0n23t9fPCI/AAAAAAAAABQ/JU5_gJxlSJI/s1600-h/namoro.jpg"></a></p>
<p> <a href="http://2pass.wordpress.com/files/2009/11/namoro.png"><img class="size-full wp-image-119 alignnone" title="namoro" src="http://2pass.wordpress.com/files/2009/11/namoro.png" alt="" width="390" height="286" /></a></p>
<p>“Se um cara chamado Portões ficou rico vendendo janelas que vivem quebrando, acho que posso abrir minhas portas”</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Tudo aconteceu num cybercafé. Ela era teen e amava um chat. Ele era hacker e estudava sistemas. Marcaram um encontro na Café com Bytes, uma mistura de café, boate e ponto de encontro dos usuários de computador. Ela foi de micro-saia, laptop vermelho e sapatos salto alto. Ele foi de walk-machine, óculos escuros, aro de tartaruga. Entrou, escaneou a área do bar e a localizou perto da máquina de refrigerante. Se reconheceram pelas fotos que exibiam na Internet. Cumprimentaram-se e ele viu que não precisava perguntar como ela era. Instalaram-se numa giratória e pediram um suco natural.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Tudo cooperava para o encontro e o ambiente era compatível. Falaram das imagens que criaram um do outro, do tempo e da nova configuração política mundial depois da guerra, mas tudo soava muito superficial. A verdade é que a conversa estava uma chatice. Nada a ver com o Chat onde sempre tinham assunto.Olhavam-se envergonhados e ficaram horas compartilhando o suco invisível que acabara há muito tempo. Até que ele sugeriu um programa diferente e ela aceitou.</p>
<p style="text-align:justify;">Foram para o reservado, no nível de cima do bar. Havia pcs conectados em cabines individuais e o som ambiente tocava “Nunca te vi sempre te amei” da Broadband, o novo mp3 que era um record nos sites de download. Ele se assentou de frente pra um pc compaqto, enquanto ela alisava os cabelos com um pentium de lítio. Ela ligou o laptop, ele já estava on-line e conectaram-se. Virtualmente iniciaram o namoro teclando elogios, depois ele a convidou para visitá-lo em casa. Ela tinha duas opções; não e ficar no bar e sim, continuar. Preferiu a segunda opção e foram para o endereço dele.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Era uma casa muito grande mobiliada com muitos arquivos e algumas janelas sobrepostas, parecendo um office moderno. Na casa havia um cômodo especial. Era uma área de trabalho pequena, mas pintada em branco e azul tinha-se a impressão que era maior. Na sala ele ligou o DVD e colocou um disco no dispositivo. Era o filme “ICQ – Episodio I seek you”. Assentaram-se num banco de dados que ali havia e assistiam ao filme trocando carícias. Minutos depois ele disse que iria à despensa buscar algo para comer. Não achou o milho de pipoca, embora soubesse que havia armazenado mais que o suficiente. Optou por um chocolate em placas. Ela estava ainda na sentada, mas não parecia interessada no filme. Ele como que por efeito mágico tira do bolso um anel de cristal liquido, que ela recebe estupefata enquanto come o chocolate. Beijaram-se contidamente, mas ele sabia que as mulheres têm os mesmos códigos, apenas a combinação poderia ser diferente. Ela apertou a orelha dele e sussurrou algo sobre um local mais à vontade. Ele como em automático a arrastou para outro compartimento com um wallpaper amarelinho claro. Era seu gabinete. Ele abriu uma pasta, tirou uma proteção antivírus e assoviou. Carregando-a, a deitou na rede acoplada no cômodo e retirou o pesado boot que estava calçado. Amaram-se virtualmente. No ápice da conexão amorosa eles fizeram leituras dos próprios pensamentos através de um prolongado movimento de olho no olho. Amam-se novamente e toda a interação é reiniciada. Todos os sentidos são ativados pelo tato através das relações neurais. Isso traz às suas memórias uma sensação nada virtual. A ação sexual é realizada pela terceira vez, esta porém, numa webcama, que estava atrás de uma pesada porta serial. Dormem.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Ele acorda preguiçosamente e num impulso analisa a cama à procura dela. Não encontra e rastreia o quarto. Ela se foi. Tomou algum caminho que ele não sabia qual. Escapou de sua rede enquanto ele hibernava. Tudo que compartilharam estava no passado, mas não seria esquecido como um papel na lixeira e nem ele queria deletar isso da memória.Tinha perdido-a e teria que reconquistá-la, mesmo sem saber qual foi seu erro. Ainda sonolento ele maquina uma forma de reconquistá-la. Talvez enviasse flores. Talvez a convidasse a ir ao sitio, lá ele tinha uma torre onde poderiam simular a estória de Rapunzel. Talvez se acendesse uma tela pro seu santo de proteção, Jesus poderia salvar a relação. Adormeceu novamente processando informações sobre como atraí-la.</p>
<p style="text-align:justify;"> No mundo virtual é assim, após cada encontro é preciso reiniciar.</p>
<p>*Conto escolhido para tema de redação no vestibular 2005 da UEM &#8211; PR</p>
<p> Texto publicado em http://favelacultural.blogspot.com/</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Textos e Estruturas Hipermídiaticos ]]></title>
<link>http://propagandaquefoge.wordpress.com/2009/11/19/textos-e-estruturas-hipermidiaticos/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:05:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>propagandaquefoge</dc:creator>
<guid>http://propagandaquefoge.wordpress.com/2009/11/19/textos-e-estruturas-hipermidiaticos/</guid>
<description><![CDATA[As linguagens vêem acompanhando o homem por um bom tempo e atualmente (e mais uma vez no decorrer da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>As linguagens vêem acompanhando o homem por um bom tempo e atualmente (e mais uma vez no decorrer da historia) estamos diante de uma<img class="alignright" src="http://static.hsw.com.br/gif/code-breakers-1.jpg" alt="" width="240" height="180" /> nova linguagem. Estou me referindo à hipermídia. Ela não é como as linguagens que vemos nos livros; organizados e lineares. Na verdade, a linearidade é quebrada nela. Os textos se tornam fragmentados e são acompanhados por inúmeras informações como vídeo, foto, áudio e até ruído.  A Autora Lucia Santaella explica que estes conteúdos que vêem acompanhando o texto, junto com o texto, funcionam como tijolos que sustentam a estrutura que é o ciberespaço e a hipermídia sendo conectados pelos links (anexos) que funcionam como cimento.  Os próprios textos mudaram de cara (e agora estou falando no modo que escrevemos). Surgem linguagens como Java e Código binário que possibilita a criação de novos aplicativos e interfaces. A linguagem é sempre importante e se queremos avançar e desenvolver o novo temos que tomar iniciativa, pois se os itinerantes não tomarem iniciativas, nada acontece no ciberespaço.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipertexto + Multimédia = Hipermédia]]></title>
<link>http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/19/hipertexto-multimedia-hipermedia/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 16:57:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
<guid>http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/19/hipertexto-multimedia-hipermedia/</guid>
<description><![CDATA[O fenómeno recente caracterizado pela explosão da Internet e da World Wide Web, tornou o texto e a s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O fenómeno recente caracterizado pela explosão da Internet e da World Wide Web, tornou o texto e a sua aplicação mais importante do que nunca. Palavras e símbolos, sob qualquer forma, falados ou escritos, são o sistema mais comum de comunicação. Surge neste contexto conceitos como hipertexto e hipermédia, que pretendem simplificar a comunicação complexa.</p>
<p><em>Hypertext is not always comprised of text only. Hypertext is often integrated with other technologies which are capable of producing and displaying sound in a speech, graphics, video, and so on. This multi-media information constitutes the nodes, so that choosing a link to another node may result in a video display or a speech. </em><em>This combination is known as hypermedia.</em>(1)</p>
<p><em>Because hypertext is the organized cross-linking of words not only to other words but also to associated images, video clips, sounds, and other exhibits, hypertext often becomes simply an additional feature within an overall multimedia design. The term “hyper” has come to imply that the user interaction is a critical part of the design, whether for the text browsing or for the multimedia project as a whole. When interaction and cross-linking is then added to multimedia, and the navigation system is nonlinear, multimedia becomes hypermedia.</em> (2)</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/10/the-file-room/" target="_blank">Hipertexto</a></span> caracteriza-se por uma forma de escrita não linear, um mecanismo para armazenar e consultar grandes quantidades de informação de modo não sequencial, eficaz e rapidamente.<br />
A informação é armazenada em blocos, que estão ligados por meio de links, estabelecendo deste modo, uma rede.<br />
A hipermédia surge, deste modo, como a fusão entre o hipertexto e a multimédia, apresentando características de ambos e características próprias e únicas emergentes desta mesma fusão. Hipermédia é portanto o hipertexto de multimédia, não restringe a informação simplesmente a texto, podendo conter elementos como som, vídeo e gráficos, ou outros media, facilitando a capacidade da nossa mente para associar e organizar informação multisensorial. Hipermédia une os conceitos de não linearidade, hipertexto, interface e multimédia numa só linguagem. Com meios digitais, tais como a hipermédia, a informação pode ser facilmente adaptada, modificada, alterada ou mesclada com outras informações em rede.</p>
<p>No artigo, <em>Hipertexto e Hipermédia en la Ensenãnza Universitária, Jesus Salinas Ibañez</em> estabelece quatro elementos básicos que constituem todo o sistema hipermédia: os <strong>nós</strong>, que são fragmentos de texto, gráfico, imagem ou som, de diversos tamanhos, que estão ligados entre si – é permitido ao utilizador decidir a que nó recorrer; <strong>conexões ou enlaces</strong>, que são enlaces associativos que estabelecem relação entre a informação, permitindo ao utilizador que navegue por entre os nós; <strong>redes de ideias</strong>, que consiste no conjunto da estrutura, onde os nós são conectados com trajectórias significativas e a estrutura de conexões forma uma rede de ideias; e para finalizar os <strong>itinerários</strong>, que se apresenta pelo facto do utilizador ser o responsável pela escolha do itinerário a seguir. Os itinerários surgem como guias.</p>
<p>Assim, podemos pensar em hipermédia como sendo um meio de comunicação, que permite comunicar ideias complexas, de forma sucinta e simples, e dispor e manipular uma grande quantidade de informação constituída por vários media.</p>
<h6><span style="color:#888888;">(1) David H. Jonassen, Hypertext/ Hypermedia<br />
(2) Tay Vaughan, Multimedia: making it work</span></h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O hipertexto da memória]]></title>
<link>http://clotildetavares.wordpress.com/2009/11/13/o-hipertexto-da-memoria/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 11:56:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Clotilde Tavares</dc:creator>
<guid>http://clotildetavares.wordpress.com/2009/11/13/o-hipertexto-da-memoria/</guid>
<description><![CDATA[Lá estou eu às onze da noite tomando banho. A água quente escorre sobre minha pele, estou de olhos f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Lá estou eu às onze da noite tomando banho. A água quente escorre sobre minha pele, estou de olhos f]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prix Pictet, Life with a cherry on top (+)...]]></title>
<link>http://oelogiodasombra.com/2009/11/11/prix-pictet-life-with-a-cherry-on-top/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 05:00:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>mário venda nova</dc:creator>
<guid>http://oelogiodasombra.com/2009/11/11/prix-pictet-life-with-a-cherry-on-top/</guid>
<description><![CDATA[Caledonia dreaming Ross Gillespie and Tricia Malley, whose respective backgrounds are in illustratio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.bjp-online.com/public/showPage.html?page=870631">Caledonia dreaming</a></p>
<blockquote><p>Ross Gillespie and Tricia Malley, whose respective backgrounds are in illustration and documentary photography, have been working together as Broad Daylight for nearly 20 years, shooting commercial and editorial assignments alongside personal projects that all have a particularly Scottish focus. Their latest, As others see us, is a series of portraits of &#8216;prominent and adopted Scots&#8217;, including human rights lawyer, Aamer Anwar, and Neil Gillon, an Ayrshire farmer, plus more familiar names such as Alex Salmond, Scotland&#8217;s First Minister, and Eddi Reader, the singer/songwriter pictured here, who launched her own tribute to the poet, Burns Deluxe, earlier this year. Each sitter was asked to choose and respond to a quotation from the poet (Reader chose the extract from Lovely Polly Stewart above), and to reflect upon the continued relevance of Burns in modern Scotland.</p></blockquote>
<p><a href="http://blogs.telegraph.co.uk/culture/kateday/100004338/how-has-photoshop-changed-your-photography/">How has Photoshop changed your photography?</a><br />
Uma boa questão que não se responde facilmente nem levemente. Mas Kate Day do Telegraph lança a resposta e depois recolhe as colaborações num <a href="http://www.bbc.co.uk/programmes/b00njxwm">podcast</a> de boa audição. </p>
<p><a href="http://www.bjp-online.com/public/showPage.html?page=870632">Life with a cherry on top</a><br />
como habitual o trabalho de Martin Parr é um olhar cínico sobre a nossa sociedade, as suas particularidades e idiossincracias.</p>
<blockquote><p>The problem? Parr&#8217;s brightly-coloured, sometimes harshly-lit images which, say their detractors, satirise their subjects in a cruel and unforgiving way. &#8216;Some people think I&#8217;m just out there to take the mickey, and I&#8217;m not going to try to persuade them otherwise because controversy never does you any harm,&#8217; says Parr. &#8216;But I don&#8217;t think that&#8217;s the case. I&#8217;m just showing people as I find them. I like people, I get on well with people, and I think that comes across in the photographs. I think they look ok.&#8217;</p></blockquote>
<p>Um artigo bastante completo e repleto de informação sobre o último trabalho de Parr, Luxury,  no British Journal of Photography.</p>
<p><a href="http://www.prixpictet.com/news/latest_news/nadav_kander_wins_the_prix_pictet_2009/">Prix Pictet: Nadav Kander</a><br />
Nadav Kander ganhou o prémio Prix Pictet de 2009, segundo o press-release Nadav ganhou em virtude de:</p>
<blockquote><p>Nadav Kander was nominated for his series of photos, Yangtze, The Long River Series, 2006-07, documenting the rapidly changing landscape and communities of China‟s Yangtze River, from its mouth to source.</p></blockquote>
<p>As imagens que compõem o portfolio vencedor podem ser vista na <a href="http://www.prixpictet.com/2009/view/605">galeria do Prix Pictet deste fotógrafo</a> juntamente com o <a href="http://www.prixpictet.com/2009/statement/605">texto do artista</a>. </p>
<p><a href="http://blogs.telegraph.co.uk/culture/kateday/100004200/wildlife-photographer-of-the-year-just-lucky/">Wildlife Photographer of the Year: just lucky?</a><br />
Este artigo da Kate Day no Telegraph desmistifica a sorte como elemento chave para a obtenção de um boa fotografia de natureza. Às vezes a sorte precisa (e muito) de ser ajudada&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The File Room, uma referência projectual]]></title>
<link>http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/10/the-file-room/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 16:10:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
<guid>http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/10/the-file-room/</guid>
<description><![CDATA[The File Room Cinco anos de pesquisa de António Muntadas culminaram no projecto The File Room em 199]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#808080;"><strong>The File Room</strong></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-93" title="file room" src="http://mediafragments.wordpress.com/files/2009/11/file-room.jpg" alt="file room" width="480" height="312" /></p>
<p>Cinco anos de pesquisa de António Muntadas culminaram no projecto <em>The File Room</em> em 1994, concebido como protótipo de um sistema interactivo e aberto, baseado num arquivo<em>,</em> não no aspecto tradicional, mas como um método alternativo de coleccionar, disponibilizar e processar informação, que estimulasse o diálogo sobre questões relacionadas com a <em>Censura</em>, um conceito, segundo Muntadas, enraizado no nosso consciente e inconsciente. Assim, sugere-se a análise de como a Censura, tem sido orquestrada ao longo dos tempos, em termos culturais, em diferentes contextos, países e civilizações, propondo-se tornar visível o que, até agora, teria sido suprimido e/ou apagado da nossa memória.<br />
Fisicamente, <em>The File Room</em>, integrado na antiga biblioteca do Centro Cultural de Chicago, é um espaço delimitado por paredes de metal, nas quais, estão inseridas 552 gavetas e, em cacifos respectivos, 7 monitores de 7 computadores, ligados a um servidor central, que permitem o acesso a documentos censurados, segundo 4 categorias temáticas: localização geográfica, data, razão, e método. No centro da sala, existe ainda uma secretária com outro computador, que permite inserir directamente no arquivo, novos casos, ou exemplos.Mas, pela sua especificidade e objectivo, <em>The File Room</em>, rapidamente superou esta condição imposta a um espaço, e alcançou uma nova dimensão, a internet. Esta, como nova plataforma do projecto, transformou-o, como afirma Muntadas, numa «escultura social». A consequente interactividade, permitia completar informação insuficiente ou perdida, animar o debate e a discussão, e reflectir opiniões de todos os lados, a todo o momento. As contribuições, em forma de <a href="http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/10/from-books-to-hypertext/" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;">hipertexto</span><em> </em></a>incluíam hiperlinks<em>,</em> textos ou imagens, interligando-se com outros dados presentes na internet. O livre acesso e abertura global permitiram a este arquivo um crescimento constante e sem conclusão.</p>
<p>Como diz Judith Kirshner, <em>(…) it can only be concluded if someone pulls the plug or censors the file<span style="color:#000000;">.</span></em><span style="color:#000000;">(1)<br />
</span>Em 1995, <em>The File Room</em> foi premiado com uma menção honrosa no Festival <a href="http://www.aec.at/en/index.asp" target="_blank">Ars Electronica</a>, em Linz, Alemanha.</p>
<h6> <span style="color:#808080;">(1)</span> <span style="color:#808080;">in</span><span style="color:#808080;"> <em>Ars Electronica</em>, 1995</span></h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[From Books to Hypertext]]></title>
<link>http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/10/from-books-to-hypertext/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 15:58:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
<guid>http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/10/from-books-to-hypertext/</guid>
<description><![CDATA[É impossível ficar indiferente ao facto do livro, a leitura, e a nossa relação com a escrita, se enc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É impossível ficar indiferente ao facto do livro, a leitura, e a nossa relação com a escrita, se encontrarem num período de acelerada e constante transformação.<br />
O aparecimento de meios tecnológicos proporcionaram novas oportunidades ao livro impresso<em>, </em>tal como, a edição electrónica, páginas digitais e aparecimento de obras para leitura em ecrã. Estas não visam substituir o livro e as suas correspondentes vantagens, assinaladas pelo seu carácter económico, portátil, de fácil acesso, possibilidade de personalização (anotações, entre outros.) e formato intemporal.<br />
Neste panorama, e apesar da crescente influência dos designados novos media, o livro continua a ser um meio excepcional de difusão e acesso à informação e um dos mais eficazes catalisadores intelectuais, porém algum valor é acrescentado, resultando precisamente da facilidade com que a sua leitura hoje pode ser amplificada face ao paradigma de rede, e assim, cruzada com outros conteúdos media.<br />
A edição electrónica apresenta características que permitem uma enorme capacidade de armazenamento de dados, à rapidez da sua produção e disseminação, facilidade de actualização e potencialidades interactivas. Neste contexto, surgem conceitos como <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/10/the-file-room/" target="_blank">hipertexto </a></span>que se torna importante e valorizado pois, apresenta uma narrativa e informação interligada.<br />
O conceito de hipertexto apresenta-se como: <em>técnica de armazenamento e apresentação da informação baseada num sistema de referências cruzadas que formam uma rede de associações (à semelhança da forma como se processa o pensamento humano, baseado em associações de ideias num percurso não sequencial) que ligam texto, imagens, sons e acções, permitindo ao utilizador procurar e encontrar itens relacionados e circular entre eles facilmente, activando palavras-chave que dão acesso a outros documentos.</em><span style="color:#000000;">(1)<br />
</span>Os hipertextos permitem-nos navegar através de grandes volumes de documentos e ligá-los completamente ou em partes, constituindo assim uma mais valia relativamente aos limites físicos e do próprio autor do livro impresso. Deve apresentar-se de forma simples, objectiva e concisa, embora seja um processo complexo, para que a informação e conhecimento seja perceptível ao utilizador.<br />
Deste modo, a tecnologia digital proporcionou novas oportunidades e alargou horizontes na criação literária: escrita não linear, que deu origem a um texto aberto em rede, com múltiplos começos e fins; redefinição do autor e da participação do leitor; e o rompimento com as regras do livro impresso, como a inclusão no corpo de texto, de elementos não verbais.<br />
Apesar de o livro ser insubstituível por todas as vantagens anteriormente referidas, o livro encontrar-se-á limitado eternamente pelas três dimensões físicas. Tal já não acontece no mundo digital.</p>
<h6> <span style="color:#888888;">(1) –in <em>dicionário on-line www.priberam.pt</em></span></h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[História do Hipertexto]]></title>
<link>http://pedroneira.wordpress.com/2009/11/10/historia-do-hipertexto/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 00:31:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pedro Neira</dc:creator>
<guid>http://pedroneira.wordpress.com/2009/11/10/historia-do-hipertexto/</guid>
<description><![CDATA[À muito que se procurava maneiras de categorizar e compilar informação. As notas com referências a o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>À muito que se procurava maneiras de categorizar e compilar informação. As notas com referências a outros trabalhos, de lado ou no rodapé, eram o que de mais parecido existia com o hipertexto antes do aparecimento do computador. As enciclopédias também desenvolveram um antecessor do hipertexto ao colocarem em letras maiúsculas todas as palavras que tivessem uma entrada própria dentro da enciclopédia.</p>
<p>No início do século XX várias personalidades mostraram preocupação quanto ao facto de a humanidade se estar a afogar em informação. Era necessária uma nova forma de organizar e interrelacionar os conhecimentos. O primeiro a introduzir um conceito parecido com hipertexto foi <a href="http://www.citi.pt/homepages/espaco/html/vannevar_bush.html">Vannevar Bush</a> que em 1945 conceptualizou uma secretária robótica (<a href="http://www.citi.pt/homepages/espaco/html/memex.html">o Memex</a>) que continha a informação armazenada em micro-filmes e em que o utilizador seleccionava a informação a partir de links. Foi com base nesta invenção que, mais tarde, Ted Nelson e Douglas Engelbart desenvolveram o conceito de hipertexto actual.</p>
<p>No dia 9 de Dezembro de 1968 Engelbart apresentou numa conferência o hipertexto juntamente com a vídeo-conferência, a teleconferência, o e-mail e o primeiro rato desenvolvidos por ele e pela sua equipa no Stanford Research Institute.</p>
<p>No final dos anos 80’ Berners-Lee da Organização Europeia de Investigação Nuclear inventou a World Wide Web como modo de partilha automática de informação entre cientistas de universidades e institutos diferentes. O hipertexto desenhado por Engelbart foi a forma usada para relacionar as temáticas, e hoje é uma das imagens de marca da Internet bem como uma forma eficaz de cruzar conhecimentos e ajudar a investigação.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Don´t send that email, teste da A900 (+)...]]></title>
<link>http://oelogiodasombra.com/2009/11/09/don%c2%b4t-send-that-email-teste-da-a900/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 05:00:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>mário venda nova</dc:creator>
<guid>http://oelogiodasombra.com/2009/11/09/don%c2%b4t-send-that-email-teste-da-a900/</guid>
<description><![CDATA[My nine to five: Jonathan Scott A rotina não tão glamorosa de um casal de fotógrafos de natureza. Qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.guardian.co.uk/money/2009/nov/07/jonathan-scott-photographer">My nine to five: Jonathan Scott</a><br />
A rotina não tão glamorosa de um casal de fotógrafos de natureza. Quem julga que ser fotógrafo &#8211; ou artista, ou designer, ou escultor&#8230; &#8211; é apenas andar com o material na mochila à espera que algo atravesse o caminho e que as viagens são fantásticas, esta leitura vai ser desapontante&#8230;</p>
<p><a href="http://www.latimes.com/entertainment/news/arts/la-ca-john-freeman8-2009nov08,0,32396.story">Don&#8217;t send that email</a><br />
John Freeman, o editor da revista <a href="http://www.granta.com/">Granta</a>, escreveu um livro sobre a forma como o correio electrónico está a mudar hábitos de vida e de trabalho.<br />
É também autor de um <a href="http://scott-timberg.blogspot.com/">blogue com o seu nome</a>.</p>
<p><a href="http://www.bjp-online.com/public/showPage.html?page=870634">Big is beautiful</a><br />
O mercado de retrato visto de uma forma puramente comercial no British Journal of Photography.</p>
<p><a href="http://ipsilon.publico.pt/artes/critica.aspx?id=242397">Fotografia sem qualidades</a><br />
A crítica da última exposição de fotografia em Serralves da autoria do fotógrafo Augusto Alves da Silva. O título da crítica está completamente desfazado do texto, uma situação a rever.</p>
<p><a href="http://joseloureirophotography.blogspot.com/2009/11/sony-a900-full-frame-24mp-dslr-teste.html">A Sony A900 no teste de José Loureiro</a><br />
A nova aposta da Sony para o mercado profissional passa pelo crivo do José Loureiro, terá passado o teste? Leiam para saber mais&#8230;</p>
<p><a href="http://www.spectralcolor.com/game/huetest_kiosk">Munsell hue test</a><br />
Um pequeno teste para descobrir até que ponto a sua percepção das tonalidades é correcta. Faz-se rapidamente.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Xanadu – Ted Nelson - Hypertext]]></title>
<link>http://pedroneira.wordpress.com/2009/11/08/xanadu-%e2%80%93-ted-nelson-hypertext/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 23:33:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pedro Neira</dc:creator>
<guid>http://pedroneira.wordpress.com/2009/11/08/xanadu-%e2%80%93-ted-nelson-hypertext/</guid>
<description><![CDATA[O projecto Xanadu de Ted Nelson existe desde 1960, e ainda não cumpre os ambiciosos objectivos que N]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O projecto <a href="http://www.xanadu.com.au/">Xanadu</a> de Ted Nelson existe desde 1960, e ainda não cumpre os ambiciosos objectivos que Nelson tem para ele. A ideia base do projecto é criar uma base de dados com tudo o que alguma fez foi escrito (livros, ensaios, revistas, cartas, etc.), e com isso criar um verdadeiro <a href="http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/h/">hipertexto</a> universal. Nelson acredita que “<em>tudo está profundamente interligado</em>” e que tem que estar online dessa mesma maneira.</p>
<p>Obviamente que este projecto, para ser realizado, não poderá armazenar a literatura mundial num servidor. O sistema usaria um método de partilha de informação. Os textos depositados no Xanadu nunca sairiam dos computadores pessoais, o programa está desenhado para abrir os textos num computador a partir de outro. Quando o utilizador activa um link, o texto que lhe aparece não está armazenado no Xanadu, mas sim no computador de quem o inseriu no sistema. O Xanadu apenas faz a ligação.</p>
<p>Outro problema do sistema seriam os direitos de autor, mas Ted Nelson avança com uma possível solução:&#8221;<em>In order to make this possible, the system must guarantee that the owner of any information will be paid their chosen royalties on any portions of their documents, no matter how small, whenever and wherever they are used</em>.&#8221;</p>
<p> “<em>We need a way for people to store information not as individual &#8220;files&#8221; but as a connected literature</em>” é este o principal objectivo do projecto. Os documentos devem permanecer acessíveis <em>ad eterna</em> sem o perigo de se perderem, serem modificados, censurados ou removidos, a não ser pelo autor. Seria uma ferramenta rápida de consulta, investigação e estudo e Ted Nelson faz questão de frizar que seria acessivel a todos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipertexto]]></title>
<link>http://pensaremhipertexto.wordpress.com/2009/11/07/5/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 18:04:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sérgio Tavares</dc:creator>
<guid>http://pensaremhipertexto.wordpress.com/2009/11/07/5/</guid>
<description><![CDATA[Talvez a melhor maneira de explicar um hipertexto seja através do próprio hipertexto!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Talvez a melhor maneira de explicar um hipertexto seja através do próprio hipertexto!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[hipertexto]]></title>
<link>http://g0inha.wordpress.com/2009/11/06/hipertexto/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 15:10:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>g0inha</dc:creator>
<guid>http://g0inha.wordpress.com/2009/11/06/hipertexto/</guid>
<description><![CDATA[O hipertexto caracteriza-se por ser um texto, ou partes componentes deste, que contêm as propriedade]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O hipertexto caracteriza-se por ser um texto, ou partes componentes deste, que contêm as propriedade]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[========== H ==========]]></title>
<link>http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/h/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:19:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>pvinhasb</dc:creator>
<guid>http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/h/</guid>
<description><![CDATA[// 1 Hypertext // 2 Hypertext // 3 Hypertext // 1 Hypermedia // 2 Hypermedia // 3 Hypermedia // 1 Hy]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>// 1 <a href="http://www.freesoft.org/CIE/Topics/12.htm">Hypertext</a> // 2 <span style="color:#ff00ff;"><a href="http://www.scribd.com/doc/454074/A-File-Structure-for-the-Complex-The-Changing-And-the-Indeterminate">Hypertext</a> <span style="color:#000000;">// 3 <a href="http://www.abstractmachine.net/thesis/lexique.php">Hypertext</a></span></span></p>
<p>// 1 <a href="http://www.it.teithe.gr/~cs1msa/hyp0.html">Hypermedia</a> // 2 <span style="color:#ff00ff;"><a href="http://portal.acm.org/citation.cfm?id=208344.208348&#38;coll=Portal&#38;dl=GUIDE&#38;CFID=61540131&#38;CFTOKEN=31940704">Hypermedia</a> <span style="color:#000000;">// 3 <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Hf6LkqgXPMU">Hypermedia</a></span></span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;"><span style="color:#000000;">// 1 <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hyperlink">Hyperlink</a> // 2 Hyperlink // 3 <a href="http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/hypertesting-hypertext/">Hyperlink</a></span></span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;"><span style="color:#000000;">// 1 Hyperspeech // 2 Hyperspeech // 3 <a href="http://www.youtube.com/watch?v=IFJEJ6GbTec&#38;feature=PlayList&#38;p=55E7E0536007EAA2&#38;index=19">Hyperspeech</a></span></span></p>
<p><strong>Legenda</strong>: Os Hyperlinks estão organizados por níveis.</p>
<p><strong>Nível 1:</strong> Definições gerais do conceito</p>
<p><strong>Nível 2:</strong> Reflexões sobre o conceito</p>
<p><strong>Nível 3:</strong> Exemplos práticos</p>
<p>+ <strong><a href="http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/hypertesting-hypertext/">Voltar a H=Y=P=E=R=T=E=X=T</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[HYPERtesting HYPERTEXT]]></title>
<link>http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/hypertesting-hypertext/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 02:09:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>pvinhasb</dc:creator>
<guid>http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/hypertesting-hypertext/</guid>
<description><![CDATA[========================================================== =========================================]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#ff0000;">==========================================================</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">==========================================================</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">==========================================================</span></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;"> </span></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;"> </span><strong><a href="http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/h/">H</a></strong><span style="color:#c0c0c0;">=====</span><strong><a href="http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/y/">Y</a></strong><span style="color:#c0c0c0;">=====</span><strong><a href="http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/p/">P</a></strong><span style="color:#c0c0c0;">======</span><strong><a href="http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/e/">E</a></strong><span style="color:#c0c0c0;">=====</span><strong><a href="http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/r/">R</a></strong><span style="color:#c0c0c0;">=====</span><strong><a href="http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/t/">T</a></strong><span style="color:#c0c0c0;">=====</span><strong><a href="http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/e/">E</a></strong><span style="color:#c0c0c0;">=====</span><strong><a href="http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/x/">X</a></strong><span style="color:#c0c0c0;">=====</span><strong><a href="http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/t/">T</a></strong><span style="color:#c0c0c0;">=====</span><strong><a href="http://existenzminimum.wordpress.com/2009/11/06/s/">S</a></strong></p>
<p><span style="color:#ff0000;">==========================================================</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">==========================================================</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">==========================================================</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">==============Click the letters for further references===============</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">==========================================================</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">==========================================================</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">==========================================================</span></p>
<p>==================== work in progress =========================</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipertexto/Hipermédia como mimésis da mente humana - simplicidade e complexidade]]></title>
<link>http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/05/hipertextohipermedia-como-mimesis-da-mente-humana-simplicidade-e-complexidade/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 13:57:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
<guid>http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/05/hipertextohipermedia-como-mimesis-da-mente-humana-simplicidade-e-complexidade/</guid>
<description><![CDATA[Hipertexto/Hipermédia desenvolvem a transferência de informação de um modo semelhante às redes (de n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<p>Hipertexto/Hipermédia desenvolvem a transferência de informação de um modo semelhante às redes (de neurónios) do cérebro humano, obtendo um processo construtivo de conhecimento através de uma conectividade eficiente dentro de uma rede de nós (a informação é transportada de uns para outros).</p>
<p>A proximidade e/ou metáfora das redes cerebrais humanas com o documento hipertexto/hipermédia, visa sobretudo aumentar a compreensão desse mesmo documento, na medida em que o nosso cérebro pensa e funciona mediante a associação de ideias.</p>
<p>Este processo, quer esteja a decorrer numa rede de internet ou nas nossas próprias mentes é um processo complexo ao nível da sua estrutura, mas requer simplicidade para que seja perceptível, ou seja, para que possa vir a gerar o seu propósito – conhecimento.</p>
<p>Através da retina captamos impulsos electroquímicos, que aí iniciam a sua jornada até ao cérebro. Apenas aí, através da eficácia da conectividade dos neurónios é possivel transformar os impulsos em informação e à posteriori, conhecimento.</p>
<p>Para que este conhecimento seja gerado é necessária uma simplificação dos dados/impulsos recebidos, através da redução de ruído, etc.<br />
Num documento hipertextual é necessário que todos os nós e respectivos enlaces estejam bem definidos e sejam concisos, para que a rede de ideias funcione. Um sistema com nós erráticos (que não tenham sido bem designados) aos quais não é possível estabelecer ligações, ou que não contenha todos os nós necessários a rede de ideias não funcionará, e o utilizador necessitará de ajudas extra para conseguir entender a ideia.</p>
<p>As células cerebrais não são regenerativas, como tal, quando estas começam a morrer a pessoa no futuro virá, consequentemente, a sofrer danos graves ao nível da cognição, memória etc. Todos os neurónios são necessários; o mesmo se passa num sistema hipertextual/hipermedial – <em>todos os nós são necessários e, caso sejam retirados nós, o sistema falhará.</em></p>
<p>Logo, surge uma necessidade de equilibrar a simplicidade e a complexidade nestes sistemas. É necessária a redução sim, mas uma redução consciente, somente daquilo que possa interferir com a boa utilização por parte da pessoa.<br />
Pode-se então aliar uma “lei de complexidade consciente” à primeira lei da simplicidade de John Maeda (<em> the simplest way to achieve simplicity is trough thoughtful reduction</em>) (1) uma vez que <em>thoughtful reduction</em> implica uma complexidade na pertiência dessas mesmas reduções, para que o sistema funcione.</p>
<p>Os nós e enlaces bem definidos, assim como uma correcta configuração dos nossos neurónios, pressupõem uma boa organização. Esta organização, por sua vez, vai simplificar o sistema e fazer com que este seja mais eficaz.</p>
<p>Se os nossos neurórnios estiverem desorganizados, como no caso de algumas doenças do foro psicológico, não obtemos um raciocínio limpo, um pensamento consciente.<br />
O mesmo se passa num sistema hipertextual. Caso não exista uma organização das partes, não conseguiremos gerar conhecimento, pois as informações tornam-se díspares e perdidas.</p>
<p>Deve, como tal, haver uma correcta e metódica gestão da organização, para que, segundo Maeda <em>make a system of many appear fewer</em> (1)<br />
Uma falta de organização fará com que nos percamos no sistema. Mas, será que a simplicidade agirá aqui sozinha? A própria palavra <em>apeear</em> (parecer) detém um carácter de complexidade em si mesma, ela é, de facto, uma coisa que não é; um processo virtual e complexo, que, porém nos ajuda na descodificação dos códigos, e na facilidade de compreensão do sistema.</p>
<p>A conectividade (e os sistemas em que esta é crucial) necessita, pois, de um contraponto entre simplicidade e complexidade, para que possa funcionar de forma eficaz. Nem sempre a complexidade significa algo prejorativo,e, nas situações acima abordadas é bastante importante. Também dela dependem o propósito final dos sistemas abordados: a criação de conhecimento.<br />
Talvez também por isso Maeda afirme, na sua lei nº 9 <em>Some things can never be made simple</em> <span style="color:#888888;">(1</span><span style="color:#888888;">)</span>, ou simplesmente que, algumas coisas nunca podem ser, somente, simples: requerem a complexidade (e suas leis) para que um bem maior seja aferido – a geração de conhecimento.</p>
<p><span style="color:#888888;">(1) Excertos de <em>The Laws of Simplicity</em> de John Maeda.</span></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipertexto 2.0, folksonomia e memória coletiva: um estudo das tags na organização da web]]></title>
<link>http://ticsweb2zero.wordpress.com/2009/11/05/hipertexto-2-0-folksonomia-e-memoria-coletiva-um-estudo-das-tags-na-organizacao-da-web/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 13:02:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>L.Inafuko</dc:creator>
<guid>http://ticsweb2zero.wordpress.com/2009/11/05/hipertexto-2-0-folksonomia-e-memoria-coletiva-um-estudo-das-tags-na-organizacao-da-web/</guid>
<description><![CDATA[AQUINO, Maria Clara. Hipertexto 2.0, folksonomia e memória coletiva: um estudo das tags na organizaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>AQUINO, Maria Clara. Hipertexto 2.0, folksonomia e memória coletiva: um estudo das tags na organização da web. <strong>E-COMPÓS, </strong>[S.l.], v. 9, p. 1-18, 2007. Disponível em: &#60;<a href="http://www.compos.org.br/seer/index.php/e-compos/article/view/165/166" target="_blank">http://www.compos.org.br/seer/index.php/e-compos/article/view/165/166</a>&#62;. Acesso em: 05 nov. 2009.</p>
<p><strong>Resumo<br />
</strong>A forma como os dados são representados, organizados e recuperados na web é o centro da preocupação deste artigo. Partindo de um histórico do hipertexto, observando suas novas práticas e buscando demonstrar as possibilidades de criação de uma memória coletiva em determinados ambientes da web através da folksonomia, este trabalho se propõe a analisar estas novas formas de representação, organização e recuperação de informações na web no intuito de elucidar uma nova fase do hipertexto, na qual o ideal de coletividade originário da prática pode então se concretizar.</p>
<p><strong>Palavras-chave:</strong> hipertexto, folksonomia, tag.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[hipertexto]]></title>
<link>http://plastessina.wordpress.com/2009/11/04/44/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 22:52:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>plastessina</dc:creator>
<guid>http://plastessina.wordpress.com/2009/11/04/44/</guid>
<description><![CDATA[Não sei quantas vezes li A Espada do Samurai (1). Foram mesmo muitas. Era fantástico ser confrontada]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Não sei quantas vezes li <em>A Espada do Samurai</em> (1). Foram mesmo muitas. Era fantástico ser confrontada pelo próprio livro para fazer escolhas e viajar para trás e para a frente de acordo com as indicações recebidas pelo texto. Aquele livro-jogo era um suporte interactivo onde umas partes do texto nos remetiam para outras, conforme as nossas decisões para recuperar a espada perdida. Será este um hipertexto?</p>
<p>Paul Kahn baseia-se nas palavras de Ted Nelson para definir hipertexto: <em>Hypertext is non-sequential reading. Non-sequential writing also, but the effect is manifest in non-sequential reading. You can write in any sequence but you can read it in another sequence. It could be prepared in any number of structures but you can reorganize it as a reader to follow from one place to another.</em> (2)</p>
<p>Se considerarmos apenas esta parte do seu discurso, então o livro-jogo é um suporte com hipertexto. No entanto, se continuarmos a ler, entendemos que, segundo Paul Kahn, este conceito não se pode limitar a um livro de aventuras: [Ted] <em>Nelson was imagining that you could take the power that is inherent in computers – as computers were holding information in digital form – and you could make a link from any piece of digital information to another piece of digital information, and all these pieces of computer memory would be one big network.” </em>(2)</p>
<p>O hipertexto tem como objectivo o acesso universal ao conhecimento. É uma rede infinita de informações associadas por terem algo em comum. E tudo tem algo em comum com alguma coisa. Cada palavra de um texto pode ligar-se a uma imagem, um vídeo, até mesmo outro texto que, por sua vez, terá outras ligações. E isto permite, por um lado, uma dispersão pelo oceano de informação (podendo afogar-se ou não), alargando o conhecimento ou, por outro lado, encontrar finalmente aquilo que procura (Paul Kahn exemplifica isto com o <a title="Bookfinder" href="http://www.bookfinder.com/" target="_blank">Bookfinder</a>, um sistema de hiperligações que ajuda a procurar livros).</p>
<p>A <a title="Wikipedia" href="http://www.wikipedia.com" target="_blank">Wikipedia</a> é uma fonte de hipertexto inigualável. Em cada página podemos encontrar ligações para outras páginas Wikipedia e para páginas ou documentos dispersos pela internet. Chris Harrison desenhou a <a title="Wikiviz by Chris Harrison" href="http://www.chrisharrison.net/projects/wikiviz/index.html" target="_blank">Wikiviz</a>, uma série de gráficos que mostram a quantidade imensa de ligações que podemos encontrar na Wikipedia. Harrison diz que <em>Being a human edited entity, connections between topics are diverse, interesting, and sometimes perplexing &#8211; five hops takes you from subatomic particles to Snoop Dog. Wikipedia is revealing in how humans organize data and how interconnected seemingly unrelated topics can be.</em> (3)</p>
<h6><img class="size-full wp-image-47" title="Chris Harrison's Wikiviz" src="http://plastessina.wordpress.com/files/2009/11/chris-harrinson-wikiviz.jpg" alt="Chris Harrison's Wikiviz" width="500" height="250" /></h6>
<h6><em>Chris Harrison&#8217;s Wikiviz</em></h6>
<h6>-</h6>
<h6>1 SMITH, Mark Smith e THOMSON, Jamie, <em>A Espada do Samurai</em> (1986), um livro-jogo juvenil que tem como objectivo recuperar a espada Dai-Katana do shogun, roubada pelo feiticeiro Ikiru.</h6>
<h6>2 KAHN, Paul, <em><a title="Designing hypertext is an intellectual task by Paul Kahn" href="http://www.kahnplus.com/download/publication/DUK-96-102.pdf" target="_blank">Designing hypertext is an intellectual task</a></em> (pág. 1)</h6>
<h6>3 Chris Harrison citado no site <a title="Visual Complexity - Wikiviz" href="http://www.visualcomplexity.com/vc/project.cfm?id=457" target="_blank">Visual Complexity</a>.</h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipertexto/Hipermédia como mimésis da mente humana - a simplicidade e complexidade]]></title>
<link>http://umprocesso.wordpress.com/2009/11/04/hipertextohipermedia-como-mimesis-da-mente-humana-a-simplicidade-e-complexidade/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 16:23:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>julianaduque</dc:creator>
<guid>http://umprocesso.wordpress.com/2009/11/04/hipertextohipermedia-como-mimesis-da-mente-humana-a-simplicidade-e-complexidade/</guid>
<description><![CDATA[Hipertexto/Hipermédia desenvolvem a transferência de informação de um modo semelhante às redes (de n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hipertexto/Hipermédia desenvolvem a transferência de informação de um modo semelhante às redes (de neurónios) do cérebro humano, obtendo um processo construtivo de conhecimento através de uma conectividade eficiente dentro de uma rede de nós (a informação é transportada de uns para outros).</p>
<p>A proximidade e/ou metáfora das redes cerebrais humanas com o documento hipertexto/hipermédia, visa sobretudo aumentar a compreensão desse mesmo documento, na medida em que o nosso cérebro pensa e funciona mediante a associação de ideias.</p>
<p>Este processo, quer esteja a decorrer numa rede de internet ou nas nossas próprias mentes é  um processo complexo ao nível da sua estrutura, mas requer simplicidade para que seja perceptível, ou seja, para que possa vir a gerar o seu propósito &#8211; <strong>conhecimento</strong>.</p>
<p>Através da retina captamos impulsos electroquímicos, que aí iniciam a sua jornada até  ao cérebro. Apenas aí, através da eficácia da conectividade dos neurónios é possivel transformar os impulsos em informação e à posteriori, conhecimento.</p>
<p>Para que este conhecimento seja gerado é necessária uma <strong>simplificação dos dados/impulsos recebidos</strong>, através da redução de ruído, etc.<br />
Num documento hipertextual é necessário que todos os nós e respectivos enlaces estejam bem definidos e sejam concisos, para que a rede de ideias funcione. Um sistema com nós erráticos  (que não tenham sido bem designados) aos quais não é possível estabelecer ligações, ou que não contenha todos os nós necessários a rede de ideias não funcionará, e o utilizador necessitará de ajudas extra para conseguir entender a ideia.</p>
<p>As células cerebrais não são regenerativas, como tal, quando estas começam a morrer a pessoa no futuro virá, consequentemente, a sofrer danos graves ao nível da cognição, memória etc. Todos os neurónios são necessários; o mesmo se passa num sistema hipertextual/hipermedial &#8211; <em>todos os nós são necessários e, caso sejam retirados nós, o sistema falhará.</em></p>
<p>Logo, surge uma <strong>necessidade de equilibrar a simplicidade e a complexidade nestes sistemas</strong>. É necessária a redução sim, mas uma redução consciente, somente daquilo que possa interferir com a boa utilização por parte da pessoa.<br />
Pode-se então aliar uma &#8220;lei de complexidade consciente&#8221; à primeira lei da simplicidade de <a href="http://plw.media.mit.edu/people/maeda">John Maeda</a> (<em> the simplest way to achieve simplicity is trough thoughtful reduction</em>)  <span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1)</span> uma vez que <em>thoughtful reduction</em> implica uma complexidade na <strong>pertiência dessas mesmas reduções</strong>, para que o sistema funcione.</p>
<p>Os nós e enlaces bem definidos, assim como uma correcta configuração dos nossos neurónios, pressupõem uma boa organização. Esta organização, por sua vez, vai simplificar o sistema e fazer com que este seja mais eficaz.</p>
<p>Se os nossos neurórnios estiverem desorganizados, como no caso de algumas doenças do foro psicológico, não obtemos um raciocínio limpo, um pensamento consciente.<br />
O mesmo se passa num sistema hipertextual. Caso não exista uma organização das partes, não conseguiremos gerar conhecimento, pois as informações tornam-se díspares e perdidas.</p>
<p>Deve, como tal, haver uma <strong>correcta e metódica gestão da organização</strong>, para que, segundo Maeda <em>make a system of many appear fewer</em> <span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1)</span><br />
Uma falta de organização fará com que nos percamos no sistema. Mas, será que a simplicidade agirá aqui sozinha? A própria palavra <em>apeear</em> (parecer) detém um carácter de complexidade em si mesma, ela é, de facto, uma coisa que não é; um processo virtual e complexo, que, porém nos ajuda na descodificação dos códigos, e na facilidade de compreensão do sistema.</p>
<p>A conectividade (e os sistemas/<a href="http://umprocesso.wordpress.com/2009/11/01/connectivity-aplicada-a-projectos-duas-referencias-historicas/">projectos</a> em que esta é crucial) necessita, pois, de um contraponto entre simplicidade e complexidade, para que possa funcionar de forma eficaz. Nem sempre a complexidade significa algo prejorativo,e, nas situações acima abordadas é bastante importante. Também dela dependem o propósito final dos sistemas abordados: a criação de conhecimento.<br />
Talvez também por isso Maeda afirme, na sua lei nº 9 <em>Some things can never be made simple</em> <span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1)</span>, ou simplesmente que, algumas coisas nunca podem ser, somente, simples: requerem a complexidade (e suas leis) para que um bem maior seja aferido &#8211; a geração de conhecimento.</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1) Excertos de <em><a href="http://weblogs.media.mit.edu/SIMPLICITY/">The Laws of Simplicity</a></em> de John Maeda.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Antes da WWW | Vannevar Bush "As We May Think"]]></title>
<link>http://umprocesso.wordpress.com/2009/11/04/antes-da-www-vannevar-bush-as-we-may-think/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 14:04:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>julianaduque</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vannevar Bush não viveu o suficiente até ver a WWW. No entanto, os seus estudos na primeira metade d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vannevar Bush não viveu o suficiente até ver a WWW. No entanto, os seus estudos na primeira metade do século XX levam a que este seja considerado o percursor do hipertexto, como hoje o conhecemos.</p>
<p>Em 1945, Bush escreveu um ensaio intitulado <em><a href="http://www.theatlantic.com/doc/194507/bush">As We May Think</a></em> no qual descreve uma máquina, o memex, a qual funcionaria com o objectivo de melhorar o funcionamento da memória (humana) possibilitando o utilizador de guardar e recuperar informações. Estes dados estariam ligados por associações.</p>
<p><em>The memex was also to be a storage and retrieval device using microfilm. It would consist of a desk with viewing screens, a keyboard, selection buttons and levers, and microfilm storage. Information stored on the microfilm could be retrieved rapidly and projected on a screen. The machine was to extend the powers of human memory and association. Just as the human mind forms memories through associations, the user of the memex would be able to make links between documents.</em> <span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1)</span></p>
<p>Bush escreveu este artigo, na Atlantic Monthly com o intuito de influenciar o pensamento em direcção a um mundo moderno.</p>
<p>Apenas com estas linhas de texto, é possível denotar uma forte associação do inovador <strong>memex</strong> de Bush com o hipertexto actual. Mais tarde, Ted Nelson (entre outros que têm vindo a aclamar Bush pelo seu trabalho), aquando do seu trabalho pioneiro em relação a este tema, evocou Bush como a sua principal influência.</p>
<p>O seu trabalho e exploração inovadores no conceito do <strong>memex</strong> foram claramente importantes para o desenvolvimento dos sistemas hipertextuais e, consequentemente, para a era digital.</p>
<p><em>The owner of the memex let us say, is interested in the origin and properties of the bow and arrow. Specifically he is studying why the short Turkish bow was apparently superior to the English long bow in the skirmishes of the Crusades. He has dozens of possibly pertinent books and articles in his memex. First he runs through an encyclopedia, finds an interesting but sketchy article, leaves it projected. Next, in a history, he finds another pertinent item, and ties the two together. Thus he goes, building a trail of many items. Occasionally he inserts a comment of his own, either linking it into the main trail or joining it by a side trail to a particular item. When it becomes evident that the elastic properties of available materials had a great deal to do with the bow, he branches off on a side trail which takes him through textbooks on elasticity and physical constants. He inserts a page of longhand analysis of his own. Thus he builds a trail of his interest through the maze of materials available<br />
to him</em>. <span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1)</span></p>
<p>Outros, como Jorge Luís Borges, por exemplo com o seu livro <strong>Biblioteca de Babel</strong> abordando uma biblioteca ilimitada e periódica, deram também o seu contributo a estas questões, num tempo ainda distante da era digital.</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1) Excertos de <em>As We May Think</em> de Vannevar Bush</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Hipermédia: um hipertexto num contexto multimédia ]]></title>
<link>http://umprocesso.wordpress.com/2009/11/04/hipertexto-e-hipermedia/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 11:05:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>julianaduque</dc:creator>
<guid>http://umprocesso.wordpress.com/2009/11/04/hipertexto-e-hipermedia/</guid>
<description><![CDATA[O hipertexto pode ser visto como uma forma de escrita não linear, onde um utilizador pode seguir lin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O hipertexto pode ser visto como uma forma de escrita não linear, onde um utilizador pode seguir links acessando à informação que pretende, sem uma ordem sequencial. Porém, o conceito fundamental de escrita não linear é anterior ao advento dos computadores: as enciclopédias têm já, desde o início, algum processamento de informação através de links.<br />
<a href="http://www.ibiblio.org/pioneers/bush.html">Vannevar Bush</a> é considerado o pioneiro do hipertexto, sendo muitas vezes referenciado pelo seu ensaio de 1945 &#8220;As We May Think&#8221;.<br />
Num contexto multimédia, como funcionará o contexto do hipertexto?<br />
Como estará este presente?</p>
<p>Quando as características do hipertexto surgem num contexto multimédia, conjugando os benefícios de ambos, surge a hipermédia.</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://julianaduque.summerhost.info/">Experiência num contexto hipermédia (projecto realizado no âmbito de Audiovisuais e Multimédia II, 2009</a>)<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-239" title="Picture 20" src="http://umprocesso.wordpress.com/files/2009/11/picture-20.png" alt="Picture 20" width="500" height="312" /></p>
<p>&#160;</p>
<p>Actualmente, a maioria dos projectos de NetArt, New Media Art e outros online, apelam aos nossos sentidos através da hipermédia.</p>
<p><em>Hypermedia takes us even closer to the complex interrelatedness of everyday consciousness; it extends hypertext by re-integrating our visual and auditory faculties into textual experience, linking graphic images, sound and video to verbal signs. Hypermedia seeks to aproximate the way our waking minds always make a synthesis of information received from all five senses. Integrating or (re-integrating) touch, taste and smell seems the inevitable consummation of the hypermedia concept.</em> <span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1)</span></p>
<p>Hipermédia é, como tal, o hipertexto de multimédia: a informação não é restringida a texto, podendo conter som, gráficos, vídeo, animação ou outros media; apela aos cinco sentidos do ser humano com vista a proporcionar uma maior e diferenciada riqueza na transmissão dos dados.<br />
Na Internet, para introduzir documentos com este conceito na WWW, recorre-se, por exemplo, ao HTML (HyperText Makup Language) e a linguagens como o ActionScript e o JavaScript, entre outras. Como tal, a rede global da World Wide Web pode ser considerada como um sistema hipermédio, com a particularidade de os diversos nós de informação serem distribuídos por vários servidores e este conjunto formar a Internet.</p>
<p>Segundo Jesus Salinas Ibañes em <em>Hipertexto e Hipermédia en la enseñanza universitária</em> todo o sistema hipérmedia detém quatro elementos básicos:<br />
Os <strong>nós</strong>: podem ser fragmentos de texto, gráfico, imagem ou som (de tamanhos diversos) que estão relacionados uns com os outros &#8211; o utilizador é quem decide a que nó recorrer.<br />
<strong>Conexões ou enlaces</strong>: enlaces associativos que estabelecem a ligação entre a informação. São estes enlaces que permitem ao utilizador que este navegue por entre os nós.<br />
<strong>Redes de ideias</strong>: Consiste no conjunto da estrutura dos nós (os nós são conectados com trajectórias significativas) e da estrutura das conexões.<br />
<strong>Itinerários</strong>: o utilizador é responsável pela escolha dos intinerários. Estes surgem como guias.<br />
Num sistema hipermédia o conhecimento é construído pelo utilizador, o processo é construtivo e, consequentemente, é um processo muito importante. A informação deverá encontrar-se bem organizada para que o utilizador possa navegar do modo que desejar e ainda assim construir conhecimento para si. Um sistema hipermedia mal estruturado levará a falhas nas conexões e o seu propósito não é alcançado.<br />
Permitindo-nos comunicar de uma forma relacional e multimedial, hipermédia é, em última instância, a forma mais natural de expressão e de conhecimento humanos.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Actualmente, muitos projectos que encontramos em museus, online, etc; apelam aos nossos sentidos através da hipermédia. <em><a href="http://www.mecad.org/htm/prod_i/frm_ivan.htm">In Death&#8217;s Dream Kingdom</a></em> de</p>
<p><a href="http://82.223.148.78/im/08/index.html">Ivan Marino</a> é um exemplo (que será contextualizado noutro comentário).</p>
<p><em>In this online work, Iván Marino creates a hypertextual audiovisual discourse on the deconstruction of language and perception, elaborated on the basis of a complex web of videographic fragments. The work is in constant process, occurring both internally and as a form dependent upon the user. A mechanism of internal attractors keeps the access elements linked into the audio-visual work fragments in the interface; the user, as an external interactor, can reorder these elements and create a new narrative in a temporal context</em> <span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(2)</span><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-71" title="marino" src="http://umprocesso.wordpress.com/files/2009/11/marino.jpg" alt="marino" width="270" height="190" /></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1) George Landow, Paul Delany:<br />
<em>Hypertext, Hypermedia and Literary Studies: The State of the Art</em></span><br />
<span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(2) Contextualização do projecto em www.mecad.org/htm/prod_i/frm_ivan.htm </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Página Digital e Hipertexto | Experiências]]></title>
<link>http://umprocesso.wordpress.com/2009/11/03/pagina-digital-e-hipertexto/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 00:22:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>julianaduque</dc:creator>
<guid>http://umprocesso.wordpress.com/2009/11/03/pagina-digital-e-hipertexto/</guid>
<description><![CDATA[A Página digital constitui um modelo de interacção para com o utilizador; um interface pronto a ser ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Página digital constitui um modelo de interacção para com o utilizador;<br />
um interface pronto a ser explorado e interpretado; não é, de todo, um mero suporte ou veículo de informação.</p>
<p><em>Information space is by no means limited to three dimensions. An expression of an idea or train of thought can include a multidimensional network of pointers to further elaborations or arguments, which can be invoked or ignored. The structure of the text should be imagined like a complex molecular model</em>. <span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1)</span></p>
<p>Este tipo de página detém particularidades como a possibilidade de conter sons que possam adensar os conteúdos (ao invés da página impressa cujos sons são aqueles produzidos ao ser apropriada; involuntariamente), pode possuir imagens animadas, textos que se transformam, interactividade; proporcionando uma uma experiência rica de utilização. Contudo, uma das particularidades mais interessantes da página digital é a hipertextualidade. As páginas estão conectadas umas com as outras, e, como tal, não temos nenhuma ordem de leitura e/ou visualização imposta.</p>
<p>&#160;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-217" title="conexaolp" src="http://umprocesso.wordpress.com/files/2009/11/conexaolp.jpg" alt="conexaolp" width="500" height="333" /><br />
<span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">Excerto do Projecto <em>Materialidade da Página Digital</em></span></p>
<p><a href="http://areas.fba.ul.pt/411/lab02/juliana_duque/"><br />
Experiência em páginas digitais (Exercício elaborado no âmbito da Disciplina de Laboratório II, Julho de 2009</a></p>
<p><em>Hypertext is not a system but a generic term, coined a quarter of a century ago by a computer populist named Ted Nelson to describe the writing done in the nonlinear or nonsequential space made possible by the computer. Moreover, unlike print text, hypertext provides multiple paths between text segments, now often called “lexias” in a borrowing from the pre-hypertextual but prescient Roland Barthes. With its webs of linked lexias, its networks of alternate routes (as opposed to print’s fixed unidirectional page-turning) hypertext presents a radically divergent technology, interactive and polyvocal, favoring a plurality of discourses over definitive utterance and freeing the reader from domination by the author</em>.  <span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(2)</span></p>
<p>Através da página digital (e da sua hipertextualidade) é possível ingressar numa viagem quase infinita, através dos hiperlinks; como que folheando um livro que não acaba, e cujas páginas não são seguintes nem anteriores, são todas interligadas<br />
e presentes.</p>
<p><em>Hypertext changes our sense of autorship, authorial property, and creativity<br />
(or originality) by moving away from the constrictions of page-bound technology.<br />
In so doing, it promises to have an effect on cultural and intellectual disciplines as important as those producedby earlier shifts in the technology of cultural memory that followed the invention of writing and printing</em>.  <span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(3)</span></p>
<p>Através do modo como este “livro que não acaba” é apropriado, vão-lhe sendo atribuídas significâncias várias a cada página, a cada momento, a cada clique do utilizador…</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-218" title="Picture 12" src="http://umprocesso.wordpress.com/files/2009/11/picture-12.png" alt="Picture 12" width="500" height="312" /></p>
<p><a href="http://www.magneticamagazine.com/">Magnetica Magazine</a><br />
Revista digital que transfere para o contexto web os princípios da página impressa; aplica estes mesmos princípios às matérias da Página Digital, utilizando, ao mesmo tempo, princípios da hipertextualidade.</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1) Nicolas <em>Negroponte, Books Without Pages</em></span><br />
<span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(2) Sven Birkerts, <em>The Gutenberg elegies; The Fate of Reading in an Electronic Age</em></span><br />
<span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(3) George Landow, Paul Delany,<br />
<em>Hypertext, Hypermedia and Literary Studies: The State of the Art</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cultura Digital]]></title>
<link>http://tecnologiasparavida.wordpress.com/2009/10/26/45/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 02:46:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tecnologias Para a Vida</dc:creator>
<guid>http://tecnologiasparavida.wordpress.com/2009/10/26/45/</guid>
<description><![CDATA[Houve um tempo em que a inteligência do ser humano era medida pela quantidade de informação que ele ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/o2zGxxCi6Cc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/o2zGxxCi6Cc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;text-indent:35.45pt;margin:5pt 1cm 0 10pt;"><span style="line-height:150%;font-family:Garamond;color:#333333;font-size:13pt;">Houve um tempo em que a inteligência do ser humano era medida pela quantidade de informação que ele carregava na memória. Atualmente, essa forma de pensar não faz mais sentido. As hierarquias do saber foram abaladas, e a distinção entre informação e conhecimento tornou-se ainda mais patente. A informação virtualizada está à disposição de qualquer um, e com uma nova dimensão de espaço e tempo. Não está reclusa nas bibliotecas e periódicos, não está sujeita aos horários fixos de programação dos serviços de <em>broadcasting</em>, tais como rádio e tv. Embora, cabe frisar, esses meios tradicionais ainda não possam ser abandonados &#8211; não é essa a intenção da cibercultura &#8211; a construção de conhecimento nos meios virtuais pode alcançar novos rumos. A multidisciplinaridade, tão evocada por educadores, é um conceito presente na própria estrutura da lógica de hipertexto e hipermídia. Com um clique no meio do texto, segue-se para outro caminho; uma leitura personalizada, onde o leitor tem o poder de escolher o aprofundamento em determinado item ou conceito, na hora mesmo da leitura. Há também fusão das possibilidades oferecidas pelos processos multimídia, tais como texto, arte gráfica, som, vídeo.<br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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