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	<title>historia-do-vinho &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/historia-do-vinho/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "historia-do-vinho"</description>
	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 17:58:13 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Curso de vinhos no Rosita Pão Vinho]]></title>
<link>http://rositacafe.wordpress.com/2009/10/03/curso-de-vinhos-no-rosita-pao-vinho/</link>
<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 17:56:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rosita Café</dc:creator>
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<description><![CDATA[Neste mês de outubro, o Rosita Pão Vinho realizará um Curso de Vinhos ministrado pela enófila e repr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Neste mês de outubro, o <em>Rosita Pão Vinho</em> realizará um Curso de Vinhos ministrado pela enófila e representante Jaqueline Barroso</strong>.</p>
<p>O programa é composto de 4 encontros e um jantar harmonizado no encerramento.</p>
<p><strong>Os temas abordados serão:</strong></p>
<ul>
<li>Breve história do vinho</li>
<li>Aromas e sabores</li>
<li>Vinificação</li>
<li>Castas</li>
<li>Novo mundo e velho mundo</li>
<li>Estilos de vinho (vinho branco, vinho tinto, vinho rose, vinho do porto, espumantes e champagne)</li>
<li>Degustação e análise sensorial descomplicada</li>
<li>Como escolher, comprar, armazenar, servir, degustar e harmonizar vinhos com alimentos (seja em casa, em viagens, nos restaurantes, nos hotéis, em festas e recepções, etc)</li>
<li>Como analisar o vinho antes de abrir a garrafa, entendendo os rótulos, contra-rótulos e selos</li>
</ul>
<p><strong><br />
</strong></p>
<div id="attachment_65" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.rositacafe.com.br"><img class="size-full wp-image-65" title="Curso de vinhos no Rosita Pão Vinho" src="http://rositacafe.wordpress.com/files/2009/10/blog_curso-de-vinhos.jpg" alt="Curso de vinhos no Rosita Pão Vinho" width="200" height="305" /></a><p class="wp-caption-text">Curso de vinhos no Rosita Pão Vinho</p></div>
<p>Em todas as aulas serão degustados, analisados e comentados 3 vinhos com antipasto e pães.</p>
<p><strong><span style="color:#993300;">As aulas terão início no dia 14/10 e serão ministradas no </span><em><span style="color:#993300;">Rosita Pão Vinho</span></em><span style="color:#993300;">.</span></strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Dias das aulas:</strong><br />
14/10, 28/10, 04/11, 11/11 e o encerramento será no sábado dia 14/11.</p>
<p><strong>Horário das aulas:</strong><br />
19:30 às 21:30</p>
<p><strong>Investimento:</strong><br />
R$ 450,00 (com o jantar harmonizado). 50% no ato da reserva e 50% na primeira aula.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Ainda temos vagas, mas o máximo será de 12 pessoas no grupo.</p>
<p><strong>Para mais informações, ligue: (21) 3084-5202 / 3084-5203</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Aguardamos vocês para esta agradável experiência!</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Visitem nosso site:</strong> <a href="http://www.rositacafe.com.br" target="_blank">http://www.rositacafe.com.br</a></p>
<p><strong>Acompanhem nosso Twitter:</strong> <a href="http://www.twitter.com/rositacafe" target="_blank">http://www.twitter.com/rositacafe</a></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vinho e simbologias]]></title>
<link>http://luizcarneiro.wordpress.com/2009/08/24/vinho-e-simbologias/</link>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 02:13:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>luizcarneiro</dc:creator>
<guid>http://luizcarneiro.wordpress.com/2009/08/24/vinho-e-simbologias/</guid>
<description><![CDATA[Um alimento tem significado, transmite uma situação, constitui uma informação.  Roland Barthes De to]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em>Um alimento tem significado, transmite uma situação, constitui uma informação. <br />
</em>Roland Barthes</p>
<p>De todos os alimentos e bebidas, o vinho é o que possui a história mais rica e aquele que apresenta o maior número de simbologias.</p>
<p>O consumo do vinho sempre esteve aliado a sua significação ritual, o que potencializou sua importância em diversas culturas desde os primórdios da civilização.</p>
<p>A identificação do vinho tinto com o sangue o transformou em um poderoso ícone religioso. Mesmo antes de ser o sangue de Cristo no rito litúrgico cristão, o vinho era para os gregos o sangue do seu deus Dionísio– o mesmo Baco romano. Representava imortalidade, <!--more-->ressurreição, renovação. Maior símbolo da revelação, da verdade – <em>in vino veritas</em> (no vinho a verdade).</p>
<p>O poder inebriante do vinho – e de outras bebidas alcoólicas – uniu devotos a seus deuses. Enlevado pela bebida, com sensação de lucidez e clarividência, o homem – mortal – sentia a presença divina, manifestada pelo milagre da alegria. Consumido pelo êxtase, ele percebia a transformação daquilo que é terrestre e vegetativo em espírito volátil e livre de todas as ligações, disciplinas, censuras, inibições&#8230; (Luís Calheiros).</p>
<p>Se para uns o vinho foi uma bebida divina, para outros foi uma representação do demônio. Maomé e sua doutrina praticamente baniram qualquer bebida alcoólica do mundo muçulmano. Religiões cristãs puritanas, por sua vez, promoveram agressivas campanhas de combate ao seu consumo nos últimos séculos. Hoje, um expressivo número de sites na internet se preocupa em esclarecer que Cristo havia bebido suco de uva, e não vinho.</p>
<p>Cada tipo de vinho possui sua carga semântica: o espumante é um grande ícone do romance – aliamos sua imagem ao encontro amoroso; os vinhos brancos evocam calor e alegria, sol e tropicalidade; os tintos trazem a simbologia do vermelho – fogo, sangue, glamour, agressividade, paixão, sensualidade; o brilho e a cor púrpura dos tintos jovens simbolizam autoridade e arrogância – a maturidade os faz ficar mais claros, com outros matizes do vermelho, como o rubi.</p>
<p>De grande capacidade agregadora o vinho é uma bebida simbólica e comunitária por natureza. Muitas bebidas alcoólicas evocam escapismo, solidão e tristeza. O vinho, alegria e companhia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A história do Vinho]]></title>
<link>http://vinumbrasil.wordpress.com/2009/08/24/a-historia-do-vinho/</link>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 14:30:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>rrrd33</dc:creator>
<guid>http://vinumbrasil.wordpress.com/2009/08/24/a-historia-do-vinho/</guid>
<description><![CDATA[O vinho (do grego antigo οἶνος, transl. oínos, através do latim vīnum, que tanto podem significar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O <strong>vinho</strong> (do <a title="Língua grega antiga" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega_antiga">grego antigo</a> <em><span style="font-family:Arial Unicode MS,Code2000,Gentium,Doulos SIL,Gentium Alternative,TITUS Cyberbit Basic,Lucida Sans Unicode,Lucida Grande,Bitstream Cyberbit,GentiumAlt,Chrysanthi Unicode,DejaVu Sans,Bitstream Vera Sans,Hiragino Kaku Gothic Pro,Matrix Unicode;">οἶνος</span></em>, <a title="Transliteração" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Translitera%C3%A7%C3%A3o">transl.</a> <em>oínos</em>, através do <a title="Latim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latim">latim</a> <em>vīnum</em>, que tanto podem significar &#8220;vinho&#8221; como &#8220;<a title="Videira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Videira">videira</a>&#8220;) é, genericamente, uma <a title="Bebida alcoólica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bebida_alco%C3%B3lica">bebida alcoólica</a> produzida por <a title="Fermentação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fermenta%C3%A7%C3%A3o">fermentação</a> do sumo de <a title="Uva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Uva">uva</a><sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinho#cite_note-0">[1]</a></sup>. Na <a title="União Europeia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Europeia">União Europeia</a> o vinho é legalmente definido como o produto obtido exclusivamente por fermentação parcial ou total de uvas frescas, inteiras ou esmagadas ou de <a title="Mosto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mosto">mostos</a><sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinho#cite_note-1">[2]</a></sup>; no <a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a> é considerado vinho a bebida obtida pela fermentação alcoólica de mosto de uva sã, fresca e madura, sendo proibida a aplicação do termo a produtos obtidos a partir de outras matérias-primas<sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinho#cite_note-2">[3]</a></sup>.</p>
<p>A constituição química das uvas permite que estas fermentem sem que lhes sejam adicionados açúcares, ácidos, enzimas ou outros nutrientes<sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinho#cite_note-3">[4]</a></sup>. Apesar de existirem outros frutos como a maçã ou algumas bagas, que também podem ser fermentados, os &#8220;vinhos&#8221; resultantes são geralmente designados em função do fruto a partir do qual são obtidos (por exemplo <a title="Vinho-de-maçã" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinho-de-ma%C3%A7%C3%A3">vinho-de-maçã</a>) e são genericamente conhecidos como vinhos de frutas<sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinho#cite_note-4">[5]</a></sup><sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinho#cite_note-5">[6]</a></sup>. O termo vinho (ou seus equivalentes em outras línguas) é definido por lei em muitos países<sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinho#cite_note-Wine_Label_decoder-6">[7]</a></sup>. A fermentação das uvas é feita por vários tipos de <a title="Levedura" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Levedura">leveduras</a> que consomem os açúcares presentes nas uvas transformando-os em <a title="Etanol" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Etanol">álcool</a>. Dependendo do tipo de vinho, podem ser utilizadas grandes variedades de uvas e de leveduras<sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinho#cite_note-7">[8]</a></sup>.</p>
<p>O vinho possui uma longa história que remonta pelo menos a aproximadamente 6 000 a.C., pensando-se que tenha tido origem nos actuais territórios da <a title="Geórgia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ge%C3%B3rgia">Geórgia</a><sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinho#cite_note-stonepages.com-8">[9]</a></sup><sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinho#cite_note-9">[10]</a></sup> ou do <a title="Irão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ir%C3%A3o">Irão</a><sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinho#cite_note-10">[11]</a></sup>. Crê-se que o seu aparecimento na <a title="Europa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Europa">Europa</a> terá ocorrido há aproximadamente 6 500 anos, nas actuais <a title="Bulgária" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bulg%C3%A1ria">Bulgária</a> ou <a title="Grécia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia">Grécia</a> e era muito comum na <a title="Grécia Antiga" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia_Antiga">Grécia</a> e <a title="Império Romano" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Romano">Roma</a> antigas. O vinho tem desempenhado um papel importante em várias religiões desde tempos antigos. O deus grego <a title="Dioniso" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dioniso">Dioniso</a> e o deus romano <a title="Baco" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Baco">Baco</a> representavam o vinho, e ainda hoje o vinho tem um papel central em cerimónias religiosas <a title="Cristianismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo">cristãs</a> e <a title="Judaísmo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Juda%C3%ADsmo">judaicas</a> como a <a title="Eucaristia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eucaristia">Eucaristia</a> e o <em><a title="Kidush" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kidush">Kidush</a></em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para Ler ou Beber ?]]></title>
<link>http://tudosobrealgumascoisas.wordpress.com/2009/02/05/para-ler-ou-beber/</link>
<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 20:58:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Fontaneda</dc:creator>
<guid>http://tudosobrealgumascoisas.wordpress.com/2009/02/05/para-ler-ou-beber/</guid>
<description><![CDATA[Quando a gente se interessa por algum assunto é natural a procura de informações sobre o tema, e alé]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://tudosobrealgumascoisas.wordpress.com/files/2009/02/vinho_e_guerra2.jpg" alt="" title="" width="130" height="189" class="alignleft size-full wp-image-25" />Quando a gente se interessa por algum assunto é natural a procura de informações sobre o tema, e além da internet os livros ainda são uma fonte de dados de inestimável valor. Quando li Vinho e Guerra ainda não havia lido nada sobre vinhos, tinha somente provado vinhos. Este não é um livro sobre degustação, compra, armazenagem ou serviço do vinho, é um livro sobre a história do vinho na 2ª guerra Mundial, quando os nazistas tentaram pilhar o maior patrimônio da França: O Vinho. Fala sobre como os franceses impediram tal ato com a construção de falsas paredes com teias de aranha em suas adegas subterrâneas para esconder safras preciosas, sabotagem de trens que transportavam vinho para a Alemanha, mudança de rótulos e de garrafas e como foram enterradas milhões de garrafas para que não caíssem em mãos do inimigo. Um livro que foi degustado, e na companhia de uma garrafa de um bom chardonnay. Tornou-se a melhor harmonização daquele verão. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vinho e Fondue!]]></title>
<link>http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/2008/05/09/vinho-e-fondue/</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 17:50:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye17</dc:creator>
<guid>http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/2008/05/09/vinho-e-fondue/</guid>
<description><![CDATA[A cidade de São Paulo fica, no inverno, deliciosamente ambígua. Ambígua porque fica fria, seca, polu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">A cidade de São Paulo fica, no inverno, deliciosamente ambígua. Ambígua porque fica fria, seca, poluída e (mais) cinzenta. Mas olhar São Paulo de dentro de casa a deixa mais amena, distante, romântica. Ficamos com saudades do lado de fora, pensando: que gostoso São Paulo no inverno, que vontade de comer alguma coisa bem quentinha&#8230; assistir a um filme&#8230; e tomar um vinho. Podemos discutir qual a melhor bebida para o verão, para a primavera, para a Copa, para o almoço, para o jantar, para beber com amigos, com o namorado, mas nós não discutimos o que tomar no inverno. No inverno passado eu fui mais específica, falei de um só vinho para o frio, o Porto. Mas o vinho, em geral, não importa a cor ou o estilo, é a bebida desta estação por excelência.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">E por quê? Porque o vinho combina com tudo que comemos no inverno. Mas o exemplo mais clássico é a fondue. Prato feito com os queijos gruyère e emmental derretidos, temperado com kirsch (destilado de ameixa preta) e um pouco de vinho branco bem ácido. Se come sempre muito quente, acompanhado de pão. O vinho tipicamente tomado com este prato, na Suíça, é o branco, mas temos de esquecer aqueles que tomamos no verão, os vinhos frescos, com boa acidez e notas de frutas cítricas ou os muito florais. Temos de partir para estilos com mais volume, mais untuosidade, que tenham, no nariz, aromas mais maduros e evoluídos. Além de estrutura, temos de lembrar da temperatura. Não há necessidade de tomar o vinho tão gelado como geralmente se toma. Servi-lo por volta de 11 graus é uma boa pedida.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Para começar, chardonnays com uma passagem leve por barricas de carvalho, apresentando notas de baunilha e manteiga, com ligeira nota de maçã, sem predominar o frutado. São exemplos deste vinho os Bourgogne brancos genéricos, bem como os Chablis e os do Novo Mundo em geral. Outros bons vinhos são os das uvas chenin, proveniente da região do Vale do Loire, como o Vouvray &#8211; ligeiramente adocicado, mas longe de ser um vinho doce. Da mesma região, alguns Sancerre, feitos com sauvignon blanc e uma pequena porcentagem de chasselas são boas opções. Detalhe: a chasselas é a uva principal dos brancos da Suíça, onde também é chamada de fendant. Não discorrerei muito sobre ela porque não há muitas opções deste vinho no Brasil. Voltando ao Vale do Loire, ainda há boas opções de tintos leves que podem acompanhar a fondue: tanto os Chinon, feitos de cabernet franc, como o Sancerre tinto, feito de pinot noir são boas pedidas de tintos. Aproveitando, a pinot noir, uva originária da Bourgogne, e rainha da região, também vale, principalmente nos casos dos com appellation d¹origine controlée (AOC) &#8220;genérica&#8221; Bourgogne. São leves, frescos e com taninos delicados. Outras opções interessantes, ainda na França, são vinhos de viognier, uva da região do Rhône, responsável pelo másculo branco Condrieu. Esta variedade é também vastamente plantada em todo o sul da França. Da mesma região, podem acompanhar, os Côtes du Rhône, leves e com pouca fruta, bem como alguns Languedoc, Pays d¹Oc, e, por que não, rosados Provençais.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Na Itália há também boas opções: Orvieto, da região da Úmbria, feito com as variedades trebbiano toscano, verdello, grechetto, malvasía bianca, entre outras variedades menores. Na Toscana está a DOCG Vernaccia di San Gimignano, produzido com a uva vernaccia. Daí, bons exemplos tintos para acompanhar são: Morellino di Scansano Rosso (que não tem tanta madeira), Chianti (sem ser o Clássico). Na região norte, precisamente no Vêneto, o branco chamado Soave também é uma boa opção. Feito com a uva local garganega, acompanha bem e os pinot grigio da região do Friuli são boas saídas.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Em Portugal, os brancos da Bairrada feitos com a uva fernão pires têm boa estrutura. Ainda na terrinha, a uva arinto, da região de Estremadura, produz vinho com corpo suficiente para sustentar o queijo quente.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Além da fondue tradicional, há a de carne. O melhor corte para este prato é o filé mignon, que é uma carne muito macia, sem gordura ou osso por perto. Isto lhe confere delicadeza de textura e de sabor. Na França, o chamado Fondue Bourguignonne é preparado em óleo quente aromatizado com ervas como manjericão, alecrim e tomilho. O vinho será, basicamente, o tinto. Na hora de escolher, o raciocínio deve ser o seguinte: um vinho leve ou médio, com uma fruta discreta, podendo ter um toque de madeira ou não, mas, principalmente, de caráter flexível; ou seja, macio e sem taninos pronunciados. Por quê? Porque cada restaurante ou cada pessoa tem suas próprias receitas de molhinhos para acompanhar a carne.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Há os com base de maionese como o tartare (com alcaparras, salsinha e picles), o aioli (com muito alho picadinho), mostarda (com mostarda e gema de ovo cozida picadinha) ou curry. Também há molhos de base de creme de leite, como o verte, que leva várias ervas ­ como salsinha, ciboulette, estragão e limão e o Celeri, com aipo, nozes e limão. Ainda, para terminar, há molhos com base de tomate perfumado com ervas, com anchovas, com pimentão assado, entre muitos outros. Assim, fica óbvio, que se vamos escolher um vinho, temos de ter um que combine, não com todos, mas pelo menos com a maioria. Todos os exemplos que acompanham a de queijo, podem ser opções para a de carne, mas há ainda outros tipos de vinhos adequados. Podemos tomar um Beaujolais francês, um Bardolino do Vêneto e um Dolceto d¹Alba do Piemonte, ambos italianos. Alguns vinhos de crianza da Rioja são boas opções, bem como os vinhos mais simples do Alentejo e do Dão em Portugal.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Para finalizar, a fondue de chocolate. Curioso que no país da fondue e do chocolate, a Suíça, muitos não tinham nem ouvido falar dela. Por outro lado, vi muitas receitas em sites franceses e canadenses. Enfim, não há muito segredo em sua receita, pois leva um bom chocolate derretido e frutas. A sorte aqui no Brasil é que a época das fondues coincide com a dos morangos, um dos melhores acompanhamentos para este tipo de fondue. É importante que a fruta esteja muito fresca e &#8220;crocante&#8221; (com acidez marcada) para dar bom contraste com o doce cremoso do chocolate. E o melhor vinho para acompanhar, não poderia ser outro, é o do Porto. Dentre eles, o melhor é o Tawny, que é mais ácido e magro e não prejudica o sabor da fruta nem tampouco briga com sua acidez. Da ilha de Madeira vem o vinho com o mesmo nome que, devido à marcada acidez, joga bem tanto com o chocolate como com as frutas. O francês Banyuls, produzido por um método parecido ao do Porto, mas com a uva grenache, também pode fazer boa companhia. Uma outra boa pedida, mais doce que o Tawny, pode ser o Vinsanto toscano, da Itália. Os melhores exemplares são os feitos com uvas tintas que são mais encorpados e com acidez pronunciada.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Aqui ficamos. Não há desculpa agora para não tomar vinho com qualquer que seja a fondue. Eu sei que é duro aqueles quilinhos a mais no inverno, mas eles nada mais são do que uma proteção natural contra o frio e não excesso de comida ou de vinho. Prometo que no verão darei sugestões incríveis de vinhos para acompanhar saladinhas ultraleves e pratinhos &#8220;light&#8221; e perdemos estes quilinhos juntos, fechado? Até a próxima!</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">(Por Alexandra Corvo)</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><strong><em>Quer dicas de restaurantes para comer um bom fondue? Posso sugerir dois lugares muito legais.</em></strong> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:center;"><strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Restaurante Hannover</span></em></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-46" src="http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/files/2008/05/hannover_1.jpg" alt="" width="320" height="240" /></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:center;">
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span class="texto10laranja"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Endereço: </span></span><span class="texto10azul"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Avenida Cotovia, 445 &#8211; Indianópolis &#8211; São Paulo – SP</span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span class="texto10laranja"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Telefone: </span></span><span class="texto10azul"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">(11) 5561-5411</span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span class="texto10laranja"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Horário:</span></span><span class="texto10azul"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> Diariamente a partir das 18h até o último cliente</span></span><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:center;"><strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Era uma vez um chalezinho&#8230;</span></em></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-45" src="http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/files/2008/05/chalezinho.jpg" alt="" width="320" height="240" /></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:center;">
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span class="texto10laranja"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Endereço: </span></span><span class="texto10azul"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Rua Itapemirum, 11 &#8211; Vila Andrade &#8211; São Paulo – SP</span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span class="texto10laranja"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Telefone: </span></span><span class="texto10azul"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">(11) 3501-9322</span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span class="texto10laranja"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Horário:<span> </span>Diariamente a partir das 18h até o último cliente</span></span><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Deixe aqui também a sua sugestão.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Até semana que vem. Bom dia das mães!</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Post relacionado:</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><a href="http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/2008/05/07/fondue/" target="_blank">Fondue!</a></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Curso de vinho para iniciantes acontece nesta semana.]]></title>
<link>http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/2008/04/07/curso-de-vinho-para-iniciantes-acontece-nesta-semana/</link>
<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 19:26:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye17</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na terça (8) e na quarta-feira (9), a loja Vintage Express ministrará um curso de vinho para inician]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;margin:0 0 0.0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Na terça (8) e na quarta-feira (9), a loja Vintage Express ministrará um curso de vinho para iniciantes.<br />
A duração é de quatro semanas, com uma aula semanal, às terças ou quartas-feiras. </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0 0 0.0001pt;">
<p style="text-align:justify;margin:0 0 0.0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">A cada encontro será apresentado aos alunos um tipo de vinho &#8211;brancos, tintos, espumantes e doces. Ao final de cada aula serão degustados dois rótulos harmonizados com petiscos escolhidos pela chef Renata Braune. </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0 0 0.0001pt;">
<p style="text-align:justify;margin:0 0 0.0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">As aulas têm duas horas de duração e começam às 20h. O valor total do curso é de R$ 250. </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0 0 0.0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Na programação, os alunos irão aprender técnicas de degustação, história do vinho, principais uvas tintas, elaboração de vinhos espumantes e harmonização de vinho e comida, entre outros assuntos.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0 0 0.0001pt;">
<p style="text-align:justify;margin:0 0 0.0001pt;">
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Vintage Express</span></strong><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;"> &#8211; Seg. a sáb.: 11h às 22h.</span><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;"><br />
R. Itapicuru, 411, Perdizes, São Paulo, SP, </span></p>
<p style="text-align:justify;">T<span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">el.: 0/xx/11/3868-4070.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Cartões: Visa, Mastercard e Dinners.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As Origens do Vinho ]]></title>
<link>http://luizcarneiro.wordpress.com/2009/08/17/as-origens-do-vinho/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 19:28:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>luizcarneiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[O vinho é o sangue da terra. Plínio Uma uva já é – por si só – uma pequena vinícola. O vinho é conse]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em>O vinho é o sangue da terra.<br />
</em>Plínio</p>
<p>Uma uva já é – por si só – uma pequena vinícola. O vinho é consequência de sua fermentação alcoólica e todos os elementos que concorrem para sua produção estão presentes na uva: os microorganismos fixados na casca (leveduras) em contato com o sumo da fruta (mosto) provocam a reação química que produz a transformação do açúcar em álcool (fermentação). Dessa forma, o processo de vinificação pode vir ocorrer sem qualquer interferência do homem. Como a videira, o vinho surgiu antes mesmo da espécie humana. Hoje podemos afirmar que ele foi descoberto e não inventado – como outras inúmeras bebidas alcoólicas o foram. Em algum momento, que nunca poderemos precisar quando, um antepassado nosso bebeu vinho. A atitude pode ter acontecido por acaso, por curiosidade, ou mesmo pela observação do estado de embriaguez em animais que o haviam ingerido. É bem provável que o homem tenha se habituado a consumir o vinho muito mais pelo seu efeito do que pelo paladar.</p>
<p>Acredito que mais relevante para a história do vinho foi o fato de o homem ter controlado a cultura da videira. De acordo com as últimas evidências arqueológicas, <!--more-->isso provavelmente ocorreu há mais de sete mil anos. Até esse momento, a produção do vinho era escassa por um motivo apenas biológico: as videiras selvagens geralmente dependiam do acaso para dar frutos. A maioria das plantas era dióica – com flores de um só sexo – e se fazia necessário uma polinização por insetos para que a videira produzisse uvas. Em dado momento, o homem fez a sua primeira grande intervenção na história do vinho: selecionou plantas hermafroditas que, possuindo flores femininas e masculinas, permitiam a polinização apenas com a ação do vento. Com essa intervenção humana, as videiras viníferas passaram a ser cultivadas em abundância. Plantas que possuíam maior concentração de açúcares foram selecionadas para se obter maior sucesso no processo de vinificação. Com o tempo, configurou-se a espécie hoje conhecida por <em>vitis vinifera</em> cujas castas – como a <em>cabernet sauvignon</em> e a <em>chardonnay</em> – até hoje utilizadas na fabricação da maior parte dos vinhos. Não por coincidência, no mesmo momento histórico em que o vinho passou a ser um produto agrícola – que foi cultivado, produzido e comercializado –, a humanidade deu os primeiros passos em direção a sua aventura civilizatória. No Crescente Fértil, região que se estende – em formato de Lua em quarto crescente – do rio Nilo até o Golfo Pérsico, ocorreu a revolução urbana, que a partir do quinto milênio antes de Cristo propiciou o surgimento de primitivas civilizações. Esses povos – egípcios e fenícios, por exemplo – tiveram o vinho como elemento presente em suas culturas. Paradoxalmente, a maior parte dos países que hoje se encontram nessa faixa territorial – como o Iraque e o Egito –, por motivos religiosos, não produz e muito menos consome o vinho.</p>
<p>Uma dica: para os que desejam se aprofundar no estudo da história do vinho, recomendo dois livros: “A História do Vinho” do inglês Hugh Johnson (Companhia das Letras); e “Uma Breve História do Vinho” do historiador neozelandês Rod Phillips (Record). O primeiro é mais factual e rico em detalhes. O segundo apresenta a história do vinho numa perspectiva mais acadêmica.</p>
</div>]]></content:encoded>
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