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	<title>historica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/historica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "historica"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 14:48:02 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[La odisea de los diez mil]]></title>
<link>http://mibibliotecavirtual.wordpress.com/2009/11/27/la-odisea-de-los-diez-mil/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 21:08:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Morgana LeFey</dc:creator>
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<description><![CDATA[En el año 400 a.C., tras una larga guerra, Atenas ha sido vencida por Esparta, sus naves destruidas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://mibibliotecavirtual.wordpress.com/files/2009/11/la-odisea-de-los-10000-portada.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-567" title="la odisea de los 10000 - portada" src="http://mibibliotecavirtual.wordpress.com/files/2009/11/la-odisea-de-los-10000-portada.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>En el año 400 a.C., tras una larga guerra, Atenas ha sido vencida por Esparta, sus naves destruidas y su ejército desmembrado. Sin embargo, miles de soldados veteranos están dispuestos a seguir luchando y se forma un ejército de mercenarios que acude a la llamada de Ciro, hermano del rey persa, que pretende hacerse con el trono. Jenofonte, un joven ateniense, discípulo de Sócrates y guerrero, decide unirse al ejército mercenario junto a su fiel esclavo Teo, con el objetivo de alcanzar la gloria y emular las grandes victorias de su padre, uno de los grandes héroes de Atenas. Así es como el ejército de los Diez Mil emprende una travesía épica, de Grecia a Persia, durante varios meses, donde conocerán la gloria con algunas victorias, pero también el sabor amargo de la derrota. El destino llevará a Jenofonte a capitanear a estos valientes veteranos en su regreso a Grecia, desafiando al enemigo, a las tribus hostiles, el rigor del invierno, el desierto, las montañas nevadas y el hambre.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.4shared.com/file/157661187/f80380fd/Michael_Curtis_Ford_-_La_odisea_de_los_diez_mil.html">DESCARGAR</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Legomania]]></title>
<link>http://thiagoid.wordpress.com/2009/11/27/51/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 20:48:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>thiagoid</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quem nunca brincou de LEGO que atire o primeiro tijolinho de plástico. Garanto que ninguém conseguir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quem nunca brincou de LEGO que atire o primeiro tijolinho de plástico. Garanto que ninguém conseguiria fricar frente a duas pecinhas coloridas e não querer montar, desmontar e montar de novo. Os famosos bonecos com cabeça arredondada e pernas e braços articulados fazem sucesso no mundo inteiro há mais de 75 anos e hoje, o LEGO já é muito mais que peças e bonecos de plástico.</p>
<p>Os amantes destes bonecos amarelos e suas milhares de pecinhas coloridas, deram início ao que hoje é chamado de Legomania, um movimento que se inspirou na arte de Ole Kirk Christiansen, mestre carpinteiro que deu origem à marca, criam aplicações diversas, que vão da moda até os games.</p>
<p><strong>Pedacinhos de História</strong></p>
<p><strong>1932</strong> &#8211; A história do LEGO começa na oficina de Ole Kirk Christiansen, mestre carpinteiro da Dinamarca que construía móveis de madeira para fazendeiros locais. Após um incêndio que destruiu sua oficina e quase o levou a falência, Ole foi buscar novas formas de produção com menor custo e que desce mais retorno. Com incentivo do governo local ele passou a produzir brinquedos de madeira.</p>
<p><strong>1934</strong> &#8211; Depois de um concurso entre seus funcionários, Ole Kirk selecionou dois nomes principai: <em>Legio</em> (no sentido de uma &#8220;legião&#8221; de brinquedos) e <em>Lego</em>, uma expressão criada a partir da frase em dinamarquês <em>leg godt</em>, com o significado de &#8220;brincar bem&#8221;. Desta união veio a palavra LEGO. A empresa cntinuou produzindo brinquedos de madeira até a década de 1960.</p>
<p><strong>1949</strong> &#8211; A LEGO começa a produzir seus brinquedos não só em madeira mas também em plástico e desenvolve seu primeiro protótipo do mundialmente conhecido, tijolo de montar.</p>
<p><strong>1960</strong> &#8211; Já com 450 funcionários, Ole passa sua empresa para o filho e a produção de brinquedos de madeira é descontinuada. Nesta mesma década, seu filho expande os negócios para 42 países.</p>
<p><strong>1972</strong> &#8211; Os bonecos com mãos e pernas articulados como conhecemos hoje são criados quando a empresa chega aos EUA.</p>
<p><strong>1984</strong> &#8211; A LEGO chega ao Brasil e, na década seguinte, é lançada a linha de maior sucesso: a LEGO Star Wars.</p>
<p><strong>Hoje</strong> &#8211; Mais de 400 milhões de pessoas já brincaram com os 2.400 formatos diferentes de de tijolos LEGO, que são vendidos em 130 países.</p>
<p><strong>Para cima e avante</strong></p>
<p>Em uma busca rápida na web encontrei alguns produtos inspirados nos bonequinhos da LEGO:</p>
<p>Mochila, relógio, pendrive, camisetas, agg cup, filmes, games e muito mais.</p>
<p>Com a popularização do TOY ART, de certa fora a LEGO mania saiu lucrando, pois mesmo que se trate de movimentos distintos, os adultos estão perdendo a vergonha de se mostrarem ligados a brinquedos e coisas que teoricamente são para crianças. Só sei que LEGO fez parte da minha infância, ajuda pra caramba a desenvolver a percepção espacial na criançada e continua fazendo a cabeça de muito marmanjo por ai. Vai me dizer que você não achou nenhum dos produtos abaixo super maneiro!</p>

<p>E se você ainda acha que LEGO é coisa de criança ou de marmanjo que nasceu nos anos 80, saiba que os bloquinhos já estão no mundo tecnológico:</p>
<div id="attachment_61" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://thiagoid.wordpress.com/files/2009/11/lego-qr-code.jpg"><img class="size-medium wp-image-61" title="lego-qr-code" src="http://thiagoid.wordpress.com/files/2009/11/lego-qr-code.jpg?w=300" alt="" width="300" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">QR Code feito com peças de LEGO</p></div>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xR4xDeiHrfA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/xR4xDeiHrfA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LA ÚLTIMA LEGIÓN (Doug Lefler)]]></title>
<link>http://criticdecine.wordpress.com/2009/11/26/la-ultima-legion-doug-lefler/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:39:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Crític de cine</dc:creator>
<guid>http://criticdecine.wordpress.com/2009/11/26/la-ultima-legion-doug-lefler/</guid>
<description><![CDATA[De pel·lícules sobre l&#8217;espasa Excalibur ne&#8217;m vist moltes, tant d&#8217;animació com de c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/QRmK6s2I5iQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/QRmK6s2I5iQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>De pel·lícules sobre l&#8217;espasa Excalibur ne&#8217;m vist moltes, tant d&#8217;animació com de carn i ossos. Aquesta, però, planteja la història des d&#8217;una altra perspectiva. Deixa de banda el mite sobre Artur i com va desenganxar l&#8217;espasa de la pedra on estava encastada i es centra en explicar com va arribar l&#8217;espasa a aquesta pedra. Explica com Ròmul, un nen d&#8217;uns dotze anys i últim emperador romà, es va fer amb l&#8217;espasa i amb ella va combatre a Britania amb les restes de la novena legió, l&#8217;única que encara li era fidel.</p>
<p>Però parlant de fidelitat, podem dir que és una pel·lícula fidel a la història. Va ser així realment? La veritat, no ho puc assegurar. La història no és el meu fort i de ben segur que algú ho podrà explicar millor que jo. Llenço la pregunta perquè moltes vegades se&#8217;ns ha enganyat amb falsos relats històrics que, encara que semblessin totalment reals no eren més que ficcions ben buscades. És per això que m&#8217;agradaria que en aquest tipus de pel·lícules quedés clar si es tracta d&#8217;una història real o d&#8217;una llegenda. En el cas de la &#8220;Ultima Legión&#8221;, ens la vénen com la &#8220;Veritable història de l&#8217;espasa Excalibur&#8221;. Serà cert?</p>
<p>Tot i tractar el tema supersucat de la famosa espasa, la perspectiva en què ho fa li dóna certa gràcia al film. A part d&#8217;això, no destaca respecte les altres pel·lícules sobre guerra i honor amb espases i escuts. Un guió senzill, amb pocs girs argumentals i absència de macrobatalles exagerades (cosa que s&#8217;agraeix). Tot i així, és molt entretinguda i, a estones, divertida. Una bona opció per passar una bona tarda de cinema històric.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[2012 - Número 5 en la lista de más vendidos de casadellibro.com EN LA PRIMERA SEMANA]]></title>
<link>http://viamagnablog.wordpress.com/2009/11/23/2012-numero-5-en-la-lista-de-mas-vendidos-de-casadellibro-com-en-la-primera-semana/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:37:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>viamagnablog</dc:creator>
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<description><![CDATA[2012. Número 5 en la lista de más vendidos en Casadellibro.com EN LA PRIMERA SEMANA!!! 21 de diciemb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><a href="http://viamagnablog.wordpress.com/files/2009/11/2012-email3.jpg"><img class="size-medium wp-image-923 aligncenter" title="2012-email3" src="http://viamagnablog.wordpress.com/files/2009/11/2012-email3.jpg?w=202" alt="" width="202" height="300" /></a></h3>
<h3>2012. Número 5 en la lista de más vendidos en Casadellibro.com EN LA PRIMERA SEMANA!!! 21 de diciembre de 2012. El día en el que el tiempo se detendrá.</h3>
<p>Si quieres saber más:</p>
<p><a href="http://editorialviamagna.com/emails/2012-casalibro.html" target="_blank">http://editorialviamagna.com/emails/2012-casalibro.html</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[EL HUNDIMIENTO (Oliver Hirschbiegel)]]></title>
<link>http://criticdecine.wordpress.com/2009/11/23/el-hundimiento-oliver-hirschbiegel/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 13:45:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Crític de cine</dc:creator>
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<description><![CDATA[Des de fa un temps, alguns diaris de la premsa espanyola han trobat la gallina dels ous d&#8217;or a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/DFPbV3CzDs0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/DFPbV3CzDs0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Des de fa un temps, alguns diaris de la premsa espanyola han trobat la gallina dels ous d&#8217;or amb la venda de pel·lícules per un euro. Público, el País o la Vanguardia engreixen els seus ingressos oferint-nos bones pel·lícules (i no tant bones) a un baix cost que és difícil de rebutjar. Una cosa és certa, però, s&#8217;ha d&#8217;escollir bé quina vols comprar, ja que sinó et pots acabar deixant una part del sou considerable al llarg de tot el mes. Per això aquesta setmana vaig escollir &#8220;El hundimiento&#8221;.</p>
<p>Quan la vaig anar a veure al cinema, em va sorprendre molt. És una gran pel·lícula, un reflex (pel que sembla) molt fidel del que va ser el final de Hitler, que no va quedar exempta de polèmica. I és que molts detractors de la pel·lícula defenien que en aquesta s&#8217;enaltia a Hitler i se&#8217;l deixava com un heroi i un personatge que va fer coses molt importants i positives. Res més lluny de la realitat. Hitler queda com el que realment va ser, un assassí de masses sense escrúpols però amb una intel·ligència desbordant que es va anar apagant i deixant caure en la bojeria en els seus últims dies de vida, quan veia que tot s&#8217;havia acabat i que la guerra no hi havia forma de guanyar-la.</p>
<p>No oblidem, però, que anem a veure una pel·lícula de cinema, i això vol dir que ens hem de trobar un cert dramatisme. I més en un film d&#8217;aquestes característiques. És per això que a la mort del dictador se li dóna una força narrativa i dramàtica especial i pot quedar més o menys bella, estèticament parlant. Però si realment es mostrés com un heroi, no estaries desitjant durant la pel·lícula que arribi el moment del seu suïcidi.</p>
<p>&#8220;El hundimiento&#8221; ens deixa algunes imatges contundents i dures que reflexen la vida (i mort) que es va poder viure aquells dies de caos i desconcert al cor de Berlín. Amb una fotografia molt ben buscada, l&#8217;argument gira al voltant de la última secretària de Hitler; un personatge real i que apareix entrevistada al final de la pel·lícula poc temps abans de morir. Pel que fa als actors, destacar l&#8217;actuació de Bruno Ganz com el propi Hitler en els dies més durs, estèrics i agressius de la seva vida. Però per gaudir-ho, val més veure la versió original, ja que el doblatge deixa força a desitjar.</p>
<p>Resum, molt bona pel·lícula històrica i clarificadora del que va ser la mort d&#8217;un dels personatges més importants de la història (malhauradament). Si la trobeu demà als quioscos us recomano que us gasteu un euro per tenir-la. Val la pena.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[última edición Museo Militar]]></title>
<link>http://todomilitaria.wordpress.com/2009/11/22/ultima-edicion-museo-militar/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 20:53:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>polikarpov</dc:creator>
<guid>http://todomilitaria.wordpress.com/2009/11/22/ultima-edicion-museo-militar/</guid>
<description><![CDATA[Muy buenas ! Hoy actualizo con la última edición que se celebró el Domingo 25 de Octubre en el museo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://todomilitaria.wordpress.com/files/2009/11/1.jpg"></a>Muy buenas !</p>
<p>Hoy actualizo con la última edición que se celebró el Domingo 25 de Octubre en el museo militar de Valencia. Esa vez fue la última, después de llevarse a cabo durante varios domingos a lo largo de 2009.</p>
<p><a href="http://todomilitaria.wordpress.com/files/2009/11/2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-9" title="2" src="http://todomilitaria.wordpress.com/files/2009/11/2.jpg?w=300" alt="" width="327" height="237" /></a></p>
<p>Tuve el placer de conocer a gente, como es el caso del amigo Paco, con su kubelwagon alemán, y encontrarme con viejos conocidos, como Ángel Sánchez, Vicente Valero, Kristian Abad o en esta última con Eloy Carbó entre otros muchos.</p>
<p><a href="http://todomilitaria.wordpress.com/files/2009/11/1.jpg"><img title="1" src="http://todomilitaria.wordpress.com/files/2009/11/1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="217" /></a></p>
<p>La última edición se llevó muy bien, y he de decir que había mucha gente, más que en casi todas las anteriores. Como era de esperar grupos como la asociación Línea XYZ, los Rayadillos españoles de la guerra de Cuba, la asociación Napoleónica Valenciana, uniformados de la Luftwaffe, uniformados alemanes, e incluso uniformados con vestimentas de la ONU.</p>
<p><a href="http://todomilitaria.wordpress.com/files/2009/11/3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-11" title="3" src="http://todomilitaria.wordpress.com/files/2009/11/3.jpg?w=300" alt="" width="300" height="216" /></a></p>
<p>La asociación Línea XYZ montó su peculiar tienda de campaña, pero esta vez tenían un nuevo “aparato” en el grupo, se trata de la ametralladora Maxim, que la consiguieron en la bolsa de militaria de Madrid, la realizada por la fundación Don Rodrigo, y tuve el placer de conocerla de la mano del amigo Vicente Valero, que me la estuvo presentando.</p>
<p>Esperemos que se vuelvan a realizar más actos como estos por la ciudad de Valencia, o por otras ciudades.</p>
<p>Un saludo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lettura del nemico: tra storia e finzione]]></title>
<link>http://giornivariabili.wordpress.com/2009/11/20/lettura-del-nemico-tra-storia-e-finzione/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 15:03:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>giornivariabili</dc:creator>
<guid>http://giornivariabili.wordpress.com/2009/11/20/lettura-del-nemico-tra-storia-e-finzione/</guid>
<description><![CDATA[Dovevo assolutamente fare, vedere qualcosa da solo. Dovevo soddisfare una pulsione erotica verso l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://giornivariabili.wordpress.com/files/2009/11/public-enemies.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-11" title="public-enemies-" src="http://giornivariabili.wordpress.com/files/2009/11/public-enemies.jpg?w=300" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
<p>Dovevo assolutamente fare, vedere qualcosa da solo. Dovevo soddisfare una pulsione erotica verso l&#8217;oscurità della sala. Niente di strano, era soltanto un desiderio di fuga in una domenica piovosa e umida. L’impulso di uscire rimase soffocato a lungo soltanto grazie all’invenzione di itineranti giochi casalinghi (ma più tardi, sulla porta di casa, la sua voce piccola e le sue sillabe distinte e cantate avrebbero quasi compromesso tutto).</p>
<p>L’oggetto proibito della visione era l’ultimo, a lungo atteso, film di Mann. Dal film emerge chiaramente l’intenzione di evitare di costruire una bella e convincente trama per seguire fedelmente l’incerta concatenazionre dei fatti.</p>
<p>La fedeltà al vero storico si conferma essere sempre la perenne ossessione di chi scrive. Con la mediocre consistenza del passato non esiste tuttavia una soluzione di compromesso, ma un’oscillazione costante, ora dalla parte della “realtà” storica, ora dalla parte dell’immaginazione. Narrazione e storia; le due dimensioni si rubano da sempre la scena e finiscono per confondere (e confondersi) l’equilibrio del racconto: sbilanciarsi verso l’una o l’altra è un rischio inevitabile, che apre le porte alle bestie selvagge della critica e della teoria, già appostate e fameliche per discriminare un’opera alla luce di contrasto con una predeterminata visione delle cose.</p>
<p>Mann cede al fascino della <em>consecutio historica</em>, abdicando la scioltezza romanzesca della trama alla difficoltà di lettura (e di visione, in questo caso) degli eventi storici. Questi, informi e ruvidi come grumi di terra. Allo stesso modo vengono considerati i personaggi: calchi, riproduzioni, fotocopie di documenti. I personaggi assumono la funzione simbolica del titolo: sono innanzi tutto figure che svolgono un’azione politica. Ora c’è il caos dell’anarchico coraggiosamente solitario, ora si scatena la forza repressiva della macchina poliziesca. Nemici “pubblici” che si muovono sulla scena sociale con le rispettive legittimazioni: il criminale fuggitivo e il ferreo uomo di legge. L’unica increspatura di questo legame narrativo perfetto riguarda il personaggio del reietto: ed è quel rendersi d’un tratto disponibile, quieto e ironico, alla morte.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Stonehenge]]></title>
<link>http://mibibliotecavirtual.wordpress.com/2009/11/18/stonehenge/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 20:35:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Morgana LeFey</dc:creator>
<guid>http://mibibliotecavirtual.wordpress.com/2009/11/18/stonehenge/</guid>
<description><![CDATA[Hace unos cuatro mil años, una tribu del sudoeste de Gran Bretaña llevó a cabo una de las mayores ha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-540" title="stonehenge" src="http://mibibliotecavirtual.wordpress.com/files/2009/11/stonehenge.jpg" alt="stonehenge" width="141" height="220" />Hace unos cuatro mil años, una tribu del sudoeste de Gran Bretaña llevó a cabo una de las mayores hazañas arquitectónicas de todos los tiempos: Stonehenge, un santuario hecho a base de inmensos bloques de piedra traídos de tierras lejanas. La grandiosidad de la obra ha dejado perplejos a los investigadores a lo largo de los siglos. ¿Qué llevó a aquellos hombres a acometer semejante empresa? ¿Cuáles eran sus nombres, sus motivaciones, sus dioses? <strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Bernard Cornwell</strong> responde a éstas y muchas otras preguntas a través de la historia de los tres hijos del jefe de la tribu de Ratharryn: Lengar, Camaban y Saban; el guerrero, el visionario y el constructor. Tres hermanos muy diferentes entre ellos, tres hermanos que, cada uno a su modo, osaron desafiar al mismísimo dios del Sol.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.megaupload.com/?d=D8Q1Z734">DESCARGAR</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[dilluns 16 de novembre • crepuscle 443 • Josep Ramon Femenias]]></title>
<link>http://comescoltiveig.wordpress.com/2009/11/16/dilluns-16-de-novembre-%e2%80%a2-crepuscle-443-%e2%80%a2-josep-ramon-femenias/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 23:57:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>escoltiveig</dc:creator>
<guid>http://comescoltiveig.wordpress.com/2009/11/16/dilluns-16-de-novembre-%e2%80%a2-crepuscle-443-%e2%80%a2-josep-ramon-femenias/</guid>
<description><![CDATA[http://www.editorialmoll.es/images/LLI1045.jpg Comença la setmana d’El crepuscle encén estels · IB3 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1461" class="wp-caption aligncenter" style="width: 262px"><a rel="attachment wp-att-1461" href="http://comescoltiveig.wordpress.com/2009/11/16/dilluns-16-de-novembre-%e2%80%a2-crepuscle-443-%e2%80%a2-josep-ramon-femenias/cronica-infamia-josep-ramon-femenias/"><img class="size-full wp-image-1461" title="crònica infàmia Josep Ramon Femenias" src="http://comescoltiveig.wordpress.com/files/2009/11/cronica-infamia-josep-ramon-femenias.jpg" alt="crònica infàmia Josep Ramon Femenias" width="252" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">http://www.editorialmoll.es/images/LLI1045.jpg</p></div>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;" lang="CA"><span style="font-size:medium;">Comença la setmana <a href="http://ib3noticies.com/20090422_408-el-crepuscle-encen-estels.html">d’El crepuscle encén estels</a> <a href="//ib3noticies.com/portada-radio"><span style="color:#800080;">· IB3 Ràdio, 21:00 ·</span></a> amb el programa 443, en el qual Pere Estelrich entrevistarà JOSEP RAMON FEMENIAS, amb motiu de la publicació de <a href="http://dbalears.cat/arxiu/pdf/501/38"><em>Crònica d’una infàmia</em></a><em>. </em><a href="http://www.tribunamallorca.org/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=118396"><em>El procés contra Emili Darder, Alexandre Jaume, Antoni Mateu i Antoni Maria Ques</em></a>, de <a href="http://ca.wikipedia.org/wiki/Josep_Moll_Marqu%C3%A8s">Josep Moll Marquès</a>, que <a href="http://www.llull.cat/_cat/_premsa/premsa.cfm?seccio=premsa&#38;ID=26369&#38;SUBFAM=19&#38;TIPO=19">va ser presentat a Palma el passat 3 de novembre</a>. Una tema, el de <a href="http://comescoltiveig.wordpress.com/2009/02/26/dijous-26-de-febrer-%e2%80%a2-crepuscle-313-%e2%80%a2-memoria-historica/">la Memòria Històrica</a>, i uns personatges que ens han interessat aquí des de sempre. <a href="http://comescoltiveig.wordpress.com/2009/03/04/dimecres-4-de-marc-%e2%80%a2-crepuscle-316-%e2%80%a2-arnau-company/">Com ja recordàrem en un altre Crepuscle</a>, va ser el 20 del Juliol del ‘36 quan el batle <a href="http://www.enciclopedia.cat/fitxa_v2.jsp?NDCHEC=0021479">Emili Darder</a> passà a l’hospital en qualitat de detingut, d’on fou traslladat al Castell de Bellver. Són uns primers moments de l’<em>Alzamiento</em>, descrits en un document clandestí tramès des de Palma al Comitè de Milicíes de Catalunya, i que trobareu al llibre de Josep Massot i Muntaner (1987) <em>El desembarcament de Bayo a Mallorca</em>, en la seva pàgina &#8230;<strong>443 </strong><strong> </strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia;" lang="CA"><span style="font-size:medium;"><strong><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/KZ-PwRH8FH4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/KZ-PwRH8FH4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></strong></span></span></p>
<p style="text-align:center;">&#8230;<strong>443</strong>,<strong> </strong>ja ho val, com Crepuscles comptam fins el dia d’avui.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://ib3noticies.com/portada-radio">· IB3 ràdio en directe ·</a></strong><strong></strong></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://streaming01.ib3radio.com:8000/ib3radio.mp3">http://streaming01.ib3radio.com:8000/ib3radio.mp3</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Terror]]></title>
<link>http://elnomada.wordpress.com/2009/11/12/el-terror/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 17:08:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>elnomada</dc:creator>
<guid>http://elnomada.wordpress.com/2009/11/12/el-terror/</guid>
<description><![CDATA[Que Dan Simmons es un autor que necesita poca presentación, lo sabe cualquier aficionado al género d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Que <strong>Dan Simmons</strong> es un autor que necesita poca presentación, lo sabe cualquier aficionado al género de ciencia ficción. Ahora bien, que el autor de la famosa saga Hyperion se maneja de maravilla fuera del género era algo que yo desconocia. <strong>El Terror</strong> es la última novela de Simmons que ha llegado a mis manos. En ella, el autor describe la trágica epopeya de la expedición al ártico de <em>Sir John Franklin</em>. En dicha expedición, Franklin y 128 miembros de la Marina Real Británica parten de Inglaterra a bordo de dos míticos barcos el HMS Erebus y el HMS Terror. La expedición pasaría atrapada en el hielo ártico durante tres largos años, en los que la hambruna, las condiciones meteorológicas extremas y la aparición de una fantasmal criatura harán caer en la deseperación a todos los tripulantes.</p>
<p>Fue en este punto donde pare de leer la sinopsis del libro justo antes de comprarlo.¿Fantasmal criatura? hasta ese momento me es<img class="alignright size-medium wp-image-56" title="elterror" src="http://elnomada.wordpress.com/files/2009/11/elterror.jpg?w=192" alt="elterror" width="192" height="300" />taba pareciendo que Simmos habia irrumpido en el género naval de lleno pero cuando lei esa frase comprendí que quizás se estuviera acercando más a Lovercraft. Leido el libro todas las piezas han encajado.</p>
<p>El Terror es una imensa novela para los amantes de la literatura naval en general. Simmons me ha demostrado como irrumpir en este difícil género a través de un trabajo de documentación excelente. Pero no estamos ante un clon de <a href="http://elnomada.wordpress.com/2007/06/01/batallando-sobre-5-oceanos/">Patrick O&#8217;Brian</a> sin más. Simmons ha incluido un ingrediente fantástico en forma de criatura asesina que acabará con la cordura de los tripulantes de la expedición. Si unimos esto a escenarios árticos, locura, hambruna y canibalismo podemos completa el gótico retrato de la novela. Pero que nadie piense en Stephen King o Dean Kontz. En mi opinión, la inclusión de estos toques fantásticos se ha hecho desde una extrema limpieza y rigurosidad. Un fantástico libro de aventuras y misterio que os apasionará, sin ninguna duda.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Descargar Malditos Bastardos]]></title>
<link>http://diegomax8.wordpress.com/2009/11/12/descargar-malditos-bastardos/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 13:14:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diego</dc:creator>
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<description><![CDATA[En Gnula puedes Descargar Malditos Bastardos. descargar malditos bastardos,descargar gratis malditos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span class="comment-count"> </span>
<div class="post-body entry-content">
<p> <a href="http://www.cinefilo.es/wp/wp-content/uploads/malditos_bastardos_poster_2.jpg"><img src="http://www.cinefilo.es/wp/wp-content/uploads/malditos_bastardos_poster_2.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="color:rgb(51,51,51);font-size:85%;">En Gnula puedes Descargar Malditos Bastardos. descargar malditos bastardos,descargar gratis malditos bastardos,descargar pelicula malditos bastardos,descarga directa malditos bastardos,megaupload malditos bastardos,rapidshare malditos bastardos,dvd screener malditos bastardos,dvd rip malditos bastardos,bajar</span><br /><span style="font-weight:bold;font-style:italic;">Argumento</span></p>
<p>Durante el primer año de la ocupación alemana de Francia, Shosanna Dreyfus Melanie Laurent presencia la ejecución de su familia a manos del coronel nazi Hans Landa Christoph Waltz . Shosanna consigue escapar y huye a París, donde se forja una nueva identidad como dueña y directora de un cine.</p>
<p>En otro lugar de Europa, el teniente Aldo Raine Brad Pitt organiza a un grupo de soldados judíos para tomar brutales y rápidas represalias contra objetivos concretos. Conocidos por el enemigo como “Los Bastardos”, los hombres de Raine se unen a la actriz alemana Bridget von Hammersmark Diane Kruger , una agente secreta que trabaja para los aliados, con el fin de llevar a cabo una misión que hará caer a los líderes del Tercer Reich. El destino quiere que todos se encuentren bajo la marquesina de un cine, donde Shosanna espera para vengarse.</p>
<p><span style="font-weight:bold;font-style:italic;">Datos de la película</span></p>
<p>Año: 2009<br />Idioma: Español<br />Genero: Belica &#8211; Accion<br />Director: Quentin Tarantino<br />Reparto: Brad Pitt, Diane Kruger, Mélanie Laurent, Christoph Waltz, Daniel Brühl, Eli Roth, Samm Levine, B.J. Novak, Til Schweiger, Gedeon Burkhard, Paul Rust, Michael Bacall, Omar Doom, Sylvester Groth, Julie Dreyfus, Jacky Ido, August Diehl, Martin Wuttke, Richard Sammel, Christian Berkel, Sönke Möhring, Michael Fassbender, Mike Myers, Rod Taylor, Denis Menochet, Cloris Leachman.<br />Duracion: 150 min.<br />Calidad: TS ALTA<br />Tamaño: 1.4 GB</p>
<p><span style="font-weight:bold;font-style:italic;">Trailer de la película</span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/47UptrpKfX0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/47UptrpKfX0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style="font-weight:bold;font-style:italic;">Enlaces de descarga</span></p>
<p>http://www.megaupload.com/?d=EFV7W36C<br />http://www.megaupload.com/?d=SIIXEJIW<br />http://www.megaupload.com/?d=I1J5LVTA<br />http://www.megaupload.com/?d=PLFVDU58<br />http://www.megaupload.com/?d=6PS71QVL<br />http://www.megaupload.com/?d=6YRW7FX2<br />http://www.megaupload.com/?d=NYNNWKBS<br />http://www.megaupload.com/?d=JVLQN6GZ<br />http://www.megaupload.com/?d=M9WSSVXJ<br />http://www.megaupload.com/?d=8VVBXIC8<br />http://www.megaupload.com/?d=4OJEXNZC<br />http://www.megaupload.com/?d=VAWE1WNI<br />http://www.megaupload.com/?d=16CY8XHB<br />http://www.megaupload.com/?d=YN2K52QA<br />http://www.megaupload.com/?d=SY7KBUU3 </p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Mata i degolla]]></title>
<link>http://joanmolar.wordpress.com/2009/11/11/mata-i-degolla/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 17:13:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>joanmolar</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aquesta pot semblar, a primera vista, una entrada massa violenta per un blog de sortides familiars. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-2688" title="santquinti" src="http://joanmolar.wordpress.com/files/2009/11/santquinti.jpg" alt="santquinti" width="386" height="542" /></p>
<p>Aquesta pot semblar, a primera vista, una entrada massa violenta per un blog de sortides familiars. És cert. Però aquest és l&#8217;original nom que la gent de la bonica població de <a href="http://www.santquintimediona.cat/">Sant Quintí de Mediona</a> han volgut posar a la seva <a href="http://www.santquintimediona.cat/LINKS/GALERIA/matadegolla.htm">festa de recreació històrica</a>, que es celebra a mitjans novembre. Sant Quintí de Mediona és un poble gran del Penedès, no gaire lluny de Vilafranca, la capital. És conegut perl paratge de les Deus, que ja hem comentat en aquest mateix bloc, en una altra entrada. <a href="http://www.santquintimediona.cat/LINKS/DEUS/deus.htm">Les Deus</a>, amb la seva cova, el riu i els negocis que s&#8217;hi ha muntat al voltant, fou un lloc tradicional de sortides familiars en els anys 70, quan els primers utilitaris posaren rodes a la nostra il·lusió col·lectiva. Ara tot plegat és un xic decadent, com ja superat per la història. Malgrat tot, la cova mereix una visita. El preu és assequible, i hi ha una bona àrea de pic-nic. Però aquesta reconstrucció històrica de la Guerra de Successió, en canvi, no en te res de resclomida. És una festa nova, amb empenta. Es commemora un fet ben luctuós: la cremada del municipi per part de l&#8217;exèrcit  de Felip V. Ens agrada als catalans festejar les derrotes!. Però la festa és la festa. El poble s&#8217;engalana. La gent es vesteix d&#8217;època i apareixen, com en tota fira que es preciï les paradetes d&#8217;oficis. També veureu però, soldats i gent de la terra lluitant cos a cos pels carrers. Absteniu-vos si teniu l&#8217;oïda delicada. Trabucaires, fusellaires, tiradors, tambors batents, canons fins i tot&#8230; pólvora a dojo. Per dinar podeu anar a un dels molts restaurants de la vila, o dels entorns, si trobeu lloc. O bé degustar les fines especialitats gastronòmiques que ofereix la pròpia fira: ranxo i sopa del campament. Nosaltres preferim, malgrat tot, els plats d&#8217;embotits i la botifarrada popular que també s&#8217;organitza. Sant Quintí de Mediona, a més del paratge de les Deus, te altres atractius. Com el propi nucli antic del poble, amagat entre les noves zones residencials, o un molí paperer que encara funciona. No gaire lluny, a Mediona, teniu el castell de Mediona, en un entorn natural molt bonic. I recordeu de fer <a href="http://www.altpenedes.net/">un volt pel Penedés</a> i visitar alguna cooperativa on assaborir bon vi.</p>
<p>Esta puede parecer, a primera vista, una entrada demasiado violenta para un blog de salidas familiares. Es cierto. Pero este es el original nombre que la gente de la bonita población de Sant Quintí de Mediona ha querido poner a su fiesta de recreación histórica, que se celebra a mediados de noviembre. Sant Quintí de Mediona es un pueblo grande del Penedès, cerca de Vilafranca, la capital. Es conocido por el paraje de las Deus, que ya hemos comentado en este mismo blog, en otra entrada. Les Deus, con su cueva, el río y los negocios que se han montado alrededor, fue un lugar tradicional de salidas familiares en los años 70, cuando los primeros utilitarios pusieron ruedas a nuestra ilusión colectiva. Ahora todo es un poco decadente, como ya superado por la historia. Sin embargo, la cueva merece una visita. El precio es asequible, y hay una buena área de pic-nic. Pero esta reconstrucción histórica de la Guerra de Sucesión, en cambio, no tiene nada de anticuada.  Es una fiesta nueva, con empuje. Se conmemora un hecho luctuoso: la quema del municipio por parte del ejército de Felipe V. ¡Nos gusta a los catalanes festejar las derrotas!. Pero la fiesta es la fiesta. El pueblo se engalana. La gente se viste de época y aparecen, como en toda feria que se precie, los puestos de oficios. También verá soldados y gente de la tierra luchando cuerpo a cuerpo por las calles. Abstenerse si tiene el oído delicado. Trabucaires, Fusileros, tiradores, tambores batientes, cañones incluso &#8230; pólvora a raudales. Para comer puede ir a uno de los muchos restaurantes de la villa, o de los entornos, si encuentrais sitio. O bien degustar las finas especialidades gastronómicas que ofrece la propia feria: rancho y sopa del campamento. Nosotros preferimos, sin embargo, los platos de embutidos y la butifarrada popular que también se organiza. Sant Quintí de Mediona, además del paraje de las Deus, tiene otros atractivos. Como el propio casco antiguo del pueblo, escondido entre las nuevas zonas residenciales, o un molino papelero que todavía funciona. No muy lejos, en Mediona, tienen Vds.  el castillo de Mediona, en un entorno natural muy bonito. Y recuerden dar una vuelta por el Penedés y visitar alguna cooperativa donde saborear buen vino.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Homenaje a Cataluña": heridas profundas]]></title>
<link>http://kozmicbooks.wordpress.com/2009/11/11/homenaje-a-cataluna-heridas-profundas/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 08:00:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>mrgsmiley</dc:creator>
<guid>http://kozmicbooks.wordpress.com/2009/11/11/homenaje-a-cataluna-heridas-profundas/</guid>
<description><![CDATA[Homenaje a Cataluña (Homage to Catalonia) es uno de esos libros que acabas leyendo inevitablemente s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-1297" title="orwell" src="http://kozmicbooks.wordpress.com/files/2009/10/orwell1.jpg" alt="orwell" width="345" height="308" />Homenaje a Cataluña (Homage to Catalonia) es uno de esos libros que acabas leyendo inevitablemente si eres catalán, de izquierdas y te gusta la lectura. Aunque sea sólo por el título.</p>
<p>Ante todo hay que decir de qué NO trata el libro, ya que el título puede llevar a engaños de más de uno. No es un homenaje; en realidad se puede afirmar que es una crítica. No habla casi nada de la identidad de Cataluña; más bien se podría decir que la identifica casi totalmente con España. No es una crónica de la guerra civil; se habla muy poco de la guerra en sí misma, de por qué se luchaba o de qué ocurrió entre los dos bandos que se enfrentaron hace más de setenta años.</p>
<p>En su lugar, Orwell realiza un diario de su vivencia en las milicias del POUM y de las luchas intestinas que enturbiaron la retaguardia republicana durante su estancia en España. Él mismo se inculpa de ser imparcial a la hora de juzgar unos hechos que complicaron aún más (si es que era posible) la marcha de la guerra. Sus reproches se vierten, casi de forma exclusiva, hacia el partido comunista y el gobierno de la República, convirtiendo a los anarquistas en héroes y mártires en gran medida. Sin embargo, no se puede negar que él mismo fue testigo directo de lo ocurrido, por lo que su narrativa toma una relevancia mucho mayor. Las heridas producidas en la refriega no llegaron a cerrarse en el bando republicano ni siquiera tras la derrota definitiva.</p>
<p>Al abrir este libro nos encontramos con un Orwell que llega a España lleno de utopías e idealismo. Y lo cerramos con el Orwell que encontraremos posteriormente en &#8220;Rebelión en la granja&#8221; o &#8220;1984&#8243;, el autor herido que se rebela contra la tiranía del estalinismo y las dictaduras del proletariado que tienen poco de proletarias y mucho de dictaduras. Muy probablemente, se trate de la obra que inicia la madurez de George Orwell, no sólo como escritor sino también como persona.</p>
<p>Altamente recomendable para entender qué pudo ocurrir durante los hechos de mayo del 1937, o al menos escuchar a una de las partes. Algunas de las descripciones de lo ocurrido durante esos días llegan a poner los pelos de punta. No se sorprendan si acaban oyendo las balas silbar cerca de sus oídos mientras estén leyendo.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1296" title="Homenaje-a-Cataluna" src="http://kozmicbooks.wordpress.com/files/2009/10/homenaje-a-cataluna.jpg?w=104" alt="Homenaje-a-Cataluna" width="104" height="150" /></p>
<p><strong>Homenaje a Cataluña</strong><br />
Orwell, George<br />
LA LLEVIR, S.L.<br />
VIRUS EDITORIAL 2000<br />
12.0&#215;20.0 cm<br />
134 pags<br />
Lengua: CASTELLANO<br />
Encuadernación: Tapa blanda<br />
ISBN: 9788488455819<br />
Nº Edición:1ª<br />
Año de edición:2000<br />
Plaza edición: BARCELONA</p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Como un lobo entre lobos y no como un hombre entre hombres": Cabalga con el diablo. Los rufianes de la frontera vistos por Ang Lee. ]]></title>
<link>http://esbilla.wordpress.com/2009/11/10/1249/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 23:10:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>esbilla</dc:creator>
<guid>http://esbilla.wordpress.com/2009/11/10/1249/</guid>
<description><![CDATA[“Cabalga con el diablo” pasó sin pena ni gloria en su día, obviada por completo o despachada como un]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/devilfamily.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1248" title="devilfamily" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/devilfamily.jpg?w=300" alt="devilfamily" width="300" height="206" /></a>“Cabalga con el diablo” pasó sin pena ni gloria en su día, obviada por completo o despachada como un exótico/fallido “western” revisionista-romántico con una miopía alarmante que terminó por dejarla en ese limbo que acoge entre bostezos tantas y tantas películas recientes que no se acogieron a lo acomodaticio o a los modismos estéticos o que simplemente planteaban un cine adulto. Pero a estas alturas de la carrera de un director tan estimulante y fiable como Ang Lee, que se mueve sin perder sus coordenadas más originales entre géneros y estilos con asombrosa comodidad, este título no solo merece una revisión sino que aparece como uno de sus mejores trabajos pese a ser desde luego, un film algo tocado por una estructura demasiado episódica que provoca un cierto desequilibrio interno pero que de ningún modo merece el olvido y se erige como una pieza con verdadera personalidad.<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/v0dpuKULBQo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/v0dpuKULBQo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/j677f51.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1251" title="j677f5" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/j677f51.jpg?w=300" alt="j677f5" width="300" height="200" /></a>El resultado del esfuerzo de Lee es un western historicista sobre las <a href="http://www.historynet.com/bitter-bushwhackers-and-jayhawkers-march-99-americas-civil-war-feature.htm" target="_self">milicias de irregulares</a> en Missouri durante la guerra de Secesión (a las que por cierto había pertenecido la banda James/Younger) y los enfrentamientos en la frontera con Kansas (de hay también el sobrenombre de &#8220;border ruffians&#8221; que se ganaron), que de modo bastante comprensible no pareció gustar a casi nadie. Principalmente por su extraño ritmo interno y su decidida falta de maniqueísmo, repartiendo por igual a unos y otros hasta acabar, razonablemente, siendo la historia de dos inadaptados, un joven de origen alemán y un negro que lucha con el Sur que terminarán por quedarse a la deriva (fenomenalmente explicitado en toda la parte final presidida por el lirismo paisajístico y un calma cotidiana que hasta el momento se les había negado, en ese sentido es ejemplar el corte de pelo de Maguire como despedida a toda una época de su vida) cuando las verdadera razón de su guerra desaparezca. Y es que esta no es otra que, no tanto la amistad, que <a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/jeffrey_wright_ride_with_the_devil_0012.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1266" title="jeffrey_wright_ride_with_the_devil_001" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/jeffrey_wright_ride_with_the_devil_0012.jpg?w=198" alt="jeffrey_wright_ride_with_the_devil_001" width="198" height="300" /></a>también, como sobre la lealtad asumida como compromiso vital. Jake Roedel se alista a las órdenes del duro Black John siguiendo a su mejor amigo Jack Bull Chilles después de que los “jayhawkers” (las milicias nordistas) maten a su padre y arrasen su granja (una lealtad que se extenderá incluso post-mortem, ya que Roedel se hará cargo de Sue Lee Shelley y del hijo que engendró con Skeet Ulrich) y por su parte Daniel Holt sigue solo a su amigo y prácticamente hermano George Clyde (un estupendo Simon Baker mucho antes de “El mentalista”) comprado por su familia tras ser su  madre vendida  siedo esclava de unos vecinos arruinados ya que ambos se habían criado juntos, existiendo de este modo una relación intima y tierna  imposible de ser explicitada en público.<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/WT6TBSIsSv0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/WT6TBSIsSv0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span>Muy bien interpretada por un grupo de actores conjuntado y sin alardes, destacan eso sí, la economía expresiva de Tobey Maguire, el poso de Jeffrey Wright y un Jonathan Rhys-Meyers escalofriante como el pálido asesino natural Pitt Mackeson, que se la tiene jurada a Roedel y al que Lee recupera en la espléndida última secuencia completamente ido y decrépito. <a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/ride-with-the-devil_420.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1256" title="ride-with-the-devil_420" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/ride-with-the-devil_420.jpg?w=300" alt="ride-with-the-devil_420" width="300" height="142" /></a>Con diálogos magníficos (ese &#8220;-Mujer, he matado quince hombres&#8221; con el que Maguire responde altivo a su torpeza ante Jewell en la casi forzada noche de bodas), estupendamente ambientada, con toques tan peculiares, y que ayudan a la nada decorativista autenticidad del conjunto, como la incongruente y atildada elegancia de los &#8220;bushwhackers&#8221; y sus cuidadas melenas y coloridas camisas herencia de una vida pasada en contraste con la rudeza de su estado actual. Unido a una sabia valoración del hermoso paisaje (con un uso naturalista del color y encuadres de los hombres descansando sobre los caballos o a galope y planos generales de las formaciones o las figuras en el paisaje que no pueden <a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/3334001.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1257" title="333400" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/3334001.jpg?w=300" alt="333400" width="300" height="197" /></a>menos que recordar a las magistrales obras de los paisajistas americanos  con <a href="http://www.nga.gov/feature/remington/roughriders.jpg" target="_self">Frederic Remington</a> a la cabeza) y los cambios de las estaciones como elemento dramático por antonomasia del western y rematada por una banda sonora fuera de serie cortesía de Mychael Danna privilegiando el banjo, el violín y la melodía tradicional, al igual que la película enérgica y melancólica a partes iguales.<a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/j7z24p.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1260" title="j7z24p" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/j7z24p.jpg?w=300" alt="j7z24p" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Combina con acierto lo contemplativo con lo activo en un tempo dramático quizás descompensado pero singular y está rematadamente bien rodada, con limpieza, elegancia y claridad (la contundente escaramuza primera resulta ejemplar, comenzada con un vibrante tiroteo y continuada por una huida por el bosque en loca cabalgada, no se asusta ante la violencia gráfica y el detalle verista, la mandíbula descuajaringada es buen ejemplo) que no desdeña ni la violencia ni la extrañeza como bien demuestra el célebre <a href="http://www.sonofthesouth.net/leefoundation/civil-war/1863/september/quantrill-raid-lawrence-kansas.jpg" target="_self">&#8220;raid&#8221;</a> sobre Lawrence, Kansas, en la mañana del 21 de Agosto de 1863  a las órdenes del legendario <a href="http://www.legendsofamerica.com/MO-Quantrill-Petersen.html" target="_self">Quantrill</a> (que contaba nada menos que con 26 años) visualizado y narrado de un modo absurdamente sereno, la calma en el ojo del huracán con los dos protagonistas paseándose y desayunando tranquilamente (un elección no solo estética sino también dramática al simbolizar que ambos están pero ya no pertenecen, son &#8220;outsiders&#8221; entre los &#8220;outsiders&#8221;) mientras todos los hombres son sacados de su casa y negocios o ejecutados allí donde se encuentren.<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/foo5pP27Y-A&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/foo5pP27Y-A&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span>Una gran película que desborda humanismo (el uso de las cartas que guarda Maguire robadas a un soldado de la unión y que lee regularmente para sentir algo de genuino calor) y que pese a su dramatismo y reflexión no olvida ni el humor ni el amor en una bella historia que no nace de la pasión  sino de la <a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/335blgm.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1262" title="335blgm" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/335blgm.jpg?w=300" alt="335blgm" width="300" height="200" /></a>necesidad y la comprensión y que aporta una verdadera paz nacida para perdurar. Lo que también puede ayudar a entender el fracaso crematístico del invento, la audacia de plantear algo así  en pleno Hollywood, tan lejano del folletín inflamado“bigger than life” como del  asexuadamente fantasioso romanticismo  adolescente.<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/PQNZh33-ays&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/PQNZh33-ays&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/roedel1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1264" title="Roedel" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/roedel1.jpg" alt="Roedel" width="175" height="263" /></a>Ang Lee vuelve así a reflexionar sobre América prorrogando coherentemente la estupenda &#8220;La tormenta de hielo&#8221;, no solo en este componente histórico sino, y sobre todo, su agudeza, su falta de complacencia y un entendimiento profundo mezcla de fascinación y distancia, de cariño y dureza que se extiende aquí a traveés de una nada engolado discurso sobre el fin de unos tiempos y de unos hombres que como bien dice el personaje de Zach Grenier cuando acoge en su casa a los huidos, pelean por algo que ya no existe.</p>
<p>Cabalga con el diablo (Ride with the devil)<a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/ride_with_the_devil_ver1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1268" title="ride_with_the_devil_ver1" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/ride_with_the_devil_ver1.jpg?w=205" alt="ride_with_the_devil_ver1" width="205" height="300" /></a></p>
<p>Director: Ang Lee</p>
<p>Año: 1999</p>
<p>País: Estados Unidos</p>
<p>139 min.</p>
<p>Fotografía: Frederick Elmes</p>
<p>Música: Mychael Danna</p>
<p>Guión: James Schamus según la novela de Daniel Woodrell “Woe to live on”, 1987</p>
<p>Reparto: Tobey Maguire, Jewell, Skeet Ulrich, Jeffrey Wright, Simon Baker, Jonathan Rhys-Meyers, Jim Caviezel, Tom Wilkinson, Margo Martindale, Jonathan Brandis,Zach Grenier, Mark Ruffalo</p>
<p><a href="http://www.goear.com/listen/480bfb0/Wolf-among-wolves-bonnie-prince-billy" target="_self">Why can&#8217;t I be loved as what I am<br />
A wolf among wolves, and not as a man<br />
Among men</a></p>
<p><a href="http://www.goear.com/listen/480bfb0/Wolf-among-wolves-bonnie-prince-billy" target="_self">Bonnie Prince Billy</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Merger of the Dominion Institute and Historica ]]></title>
<link>http://andrewdsmith.wordpress.com/2009/11/09/merger-of-the-dominion-institute-and-historica/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 21:59:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>andrewdsmith</dc:creator>
<guid>http://andrewdsmith.wordpress.com/2009/11/09/merger-of-the-dominion-institute-and-historica/</guid>
<description><![CDATA[The National Post recently carried a story on the merger of the Dominion Institute and Historica, tw]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>The <em>National Post</em> recently carried<a href="http://www.nationalpost.com/arts/story.html?id=2194061"> a story</a> on the merger of the Dominion Institute and Historica, two rival charities devoted to increasing public knowledge of Canadian history. Historica is well-know for its Canadian history TV PSAs. Here is an example:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/kNdM9JhTPJw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/kNdM9JhTPJw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>The NP story explains why the organizations were separate for so long and how they were recently able to overcome their differences. The article recounts how Historica&#8217;s establishment was sparked by the publication in 1999 of historian Jack Granatstein&#8217;s book <a href="http://www.amazon.ca/Who-killed-Canadian-history-Granatstein/dp/0006386075"><em>Who Killed Canadian History</em></a>.  <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lynton_Wilson">Lynton &#8220;Red&#8221; Wilson</a>, a prominent business leader, read Professor Granastein&#8217;s book and decided to fund an organization to promote awareness of Canada&#8217;s past, Within six months of Historica&#8217;s foundation, however, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jack_Granatstein"> Granatstein</a> had left its board of directors. He had come to the conclusion that the organization had been taken over by social historians. Granastein: &#8220;Historica had been taken over by the people I thought were the killers of Canadian history&#8221;. Granastein then joined the Dominion Institute, which promoted a more conservative interpretation of Canadian history. The future direction of the merged organization remains to be seen.</p>
<div id="TixyyLink">
<p><a href="http://tcr40.tynt.com/ads/Register%20NOW/b1FQW6P4Kr3Pkrab7jrHtB/0WOwsIWQU"></a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reinas de Egipto]]></title>
<link>http://elboligrafo.es/2009/10/31/reinas-de-egipto/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 09:20:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>adriabl</dc:creator>
<guid>http://elboligrafo.es/2009/10/31/reinas-de-egipto/</guid>
<description><![CDATA[Reinas de Egipto Autor: Teresa Bedman Editorial: Editorial Alianza ISBN: 9788420648736 Precio: 24,80]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://adriabl.wordpress.com/files/2009/10/bedman_reinas_portada.jpg?w=217" alt="bedman_reinas_portada" title="bedman_reinas_portada" width="217" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-1244" /> <strong>Reinas de Egipto</strong><br />
<strong>Autor</strong>: Teresa Bedman<br />
<strong>Editorial</strong>: Editorial Alianza<br />
<strong>ISBN</strong>: 9788420648736<br />
<strong>Precio</strong>: 24,80 €<br />
<strong>Sinopsis</strong>:</p>
<p>FUENTE &#124; <a href="http://www.muchoslibros.com/paginaLibro.do?nombrePagina=Libro&#38;isbn=9788420648736&#38;codigoBarra=&#38;titulo=Reinas%20de%20Egipto&#38;autor=Bedman,%20Teresa&#38;pais_cat=ES">muchoslibros.com</a></p>
<p>Reinas de Egipto es un trabajo en el que se quiere poner de manifiesto que en el Antiguo Egipto las reinas eran algo más que compañeras de eternidad del faraón. Las mujeres de la realeza fueron las verdaderas depositarias del poder en Egipto ya que ellas conferían, a través de la maternidad, la legitimidad que necesitaban los futuros reyes para sentarse en el trono. Esta obra marca un antes y un después en la interpretación de las investigaciones sobre el Egipto faraónico.</p>
<p><TABLE bgcolor="#E0E0E0"> <TD VALIGN="center"> <strong>Compartir:</strong> <a href="http://meneame.net/submit.php?url=&#38;title=" target="_blank"><img src="http://fasealfa.blogcindario.com/ficheros/blogs/meneame.png" alt="" /></a>    <a href="http://digg.com/submit?phase=2&#38;url=&#38;title=" target="_blank"><img src="http://fasealfa.blogcindario.com/ficheros/blogs/digg.png" alt="" /></a>    <a href="http://del.icio.us/post?url=&#38;title=" target="_blank"><img src="http://fasealfa.blogcindario.com/ficheros/blogs/delicious.png" alt="" /></a>    <a href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=&#38;t=" target="_blank"><img src="http://fasealfa.blogcindario.com/ficheros/blogs/facebook.png" alt="" /></a>     <a href="http://twitter.com/home?status=Leyendo%20%20en%20" target="_blank"><img src="http://fasealfa.blogcindario.com/ficheros/blogs/twitter.png" alt="" /></a>    <a href="http://www.technorati.com/faves?add=&#38;title=" target="_blank"><img src="http://fasealfa.blogcindario.com/ficheros/blogs/technorati.png" alt="" /></a>   <a href="http://www.google.com/bookmarks/mark?op=edit" target="_blank"><img src="http://adriabl.wordpress.com/files/2009/10/google.png" /></a>  <a href="http://myweb2.search.yahoo.com/myresults/bookmarklet?u" target="_blank"><img src="http://adriabl.wordpress.com/files/2009/10/yahoo.png" /></a> <a href="http://barrapunto.com/submit.pl" target="_blank"><img src="http://adriabl.wordpress.com/files/2009/10/barrapunto.png"></a> <a href="https://favorites.live.com/quickadd.aspx?" target="_blank"> <img src="http://adriabl.wordpress.com/files/2009/10/windowslive.png" /></a><br />
</TD><br />
</TABLE></p>
<p><TABLE bgcolor="#E0E0E0"> <TD><strong>Url: </strong> http://elboligrafo.es/2009/10/31/reinas-de-egipto/ </TD></TABLE></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Alcorcón humilla al Madrid (4-0)]]></title>
<link>http://laelastica.wordpress.com/2009/10/28/el-alcorcon-humilla-al-madrid-4-0/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 00:22:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Anto</dc:creator>
<guid>http://laelastica.wordpress.com/2009/10/28/el-alcorcon-humilla-al-madrid-4-0/</guid>
<description><![CDATA[Ridículo, bochorno, desastre, debacle, vergüenza&#8230; se acaban los adjetivos para calificar la la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ridículo, bochorno, desastre, debacle, vergüenza&#8230; se acaban los adjetivos para calificar la la]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipatia de Alejandría]]></title>
<link>http://elboligrafo.es/2009/10/25/hipatia-de-alejandria/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 07:53:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>adriabl</dc:creator>
<guid>http://elboligrafo.es/2009/10/25/hipatia-de-alejandria/</guid>
<description><![CDATA[Hipatia de Alejandría Autor: Maria Dzielska Editorial: Ediciones Siruela ISBN: 9788498413274 Precio:]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://adriabl.wordpress.com/files/2009/10/9788478447497.jpg" alt="9788478447497" title="9788478447497" width="150" height="215" class="alignleft size-full wp-image-1183" /> <strong>Hipatia de Alejandría</strong><br />
<strong>Autor</strong>: Maria Dzielska<br />
<strong>Editorial</strong>: Ediciones Siruela<br />
<strong>ISBN</strong>: 9788498413274<br />
<strong>Precio</strong>: 16,90 €<br />
<strong>Sinopsis</strong>:</p>
<p>FUENTE &#124; <a href="http://www.muchoslibros.com/paginaLibro.do?nombrePagina=Libro&#38;isbn=9788498413274&#38;codigoBarra=&#38;titulo=HIPATIA%20DE%20ALEJANDR%CDA&#38;autor=Dzielska,%20Maria&#38;pais_cat=ES">muchoslibros.com</a></p>
<p> En este libro Dzielska desmitifica a Hipatia y examina con paciencia las fuentes originales.»John Leonard, The NationHipatia ;matemática brillante, neoplatónica elocuente y famosa por su belleza; fue brutalmente asesinada en el año 415 por una turba de cristianos de Alejandría. Desde entonces ha sido una leyenda. En su libro, Maria Dzielska va más allá de la leyenda para ofrecernos la historia verdadera de la vida y la muerte de Hipatia, además de nuevas ideas sobre su mundo. Historiadores, poetas, novelistas victorianos y feministas actuales han visto en Hipatia un símbolo del ocaso de la cultura clásica y de la libertad sexual. Dzielska nos retrotrae a la Alejandría de los días de Hipatia, construye un cuadro convincente y lleno de color de los discípulos y enseñanzas de la joven filósofa y aclara lo que el asesinato de Hipatia revela sobre las tensiones de esa época tumultuosa.</p>
<p><TABLE bgcolor="#E0E0E0"> <TD VALIGN="center"> <strong>Compartir:</strong> <a href="http://meneame.net/submit.php?url=&#38;title=" target="_blank"><img src="http://fasealfa.blogcindario.com/ficheros/blogs/meneame.png" alt="" /></a>    <a href="http://digg.com/submit?phase=2&#38;url=&#38;title=" target="_blank"><img src="http://fasealfa.blogcindario.com/ficheros/blogs/digg.png" alt="" /></a>    <a href="http://del.icio.us/post?url=&#38;title=" target="_blank"><img src="http://fasealfa.blogcindario.com/ficheros/blogs/delicious.png" alt="" /></a>    <a href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=&#38;t=" target="_blank"><img src="http://fasealfa.blogcindario.com/ficheros/blogs/facebook.png" alt="" /></a>     <a href="http://twitter.com/home?status=Leyendo%20%20en%20" target="_blank"><img src="http://fasealfa.blogcindario.com/ficheros/blogs/twitter.png" alt="" /></a>    <a href="http://www.technorati.com/faves?add=&#38;title=" target="_blank"><img src="http://fasealfa.blogcindario.com/ficheros/blogs/technorati.png" alt="" /></a>   <a href="http://www.google.com/bookmarks/mark?op=edit" target="_blank"><img src="http://adriabl.wordpress.com/files/2009/10/google.png" /></a>  <a href="http://myweb2.search.yahoo.com/myresults/bookmarklet?u" target="_blank"><img src="http://adriabl.wordpress.com/files/2009/10/yahoo.png" /></a> <a href="http://barrapunto.com/submit.pl" target="_blank"><img src="http://adriabl.wordpress.com/files/2009/10/barrapunto.png"></a> <a href="https://favorites.live.com/quickadd.aspx?" target="_blank"> <img src="http://adriabl.wordpress.com/files/2009/10/windowslive.png" /></a><br />
</TD><br />
</TABLE></p>
<p><TABLE bgcolor="#E0E0E0"> <TD><strong>Url: </strong> http://elboligrafo.es/2009/10/25/hipatia-de-alejandria/ </TD></TABLE></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trilogía la maldición del collar de Kat Martin]]></title>
<link>http://queennie78.wordpress.com/2009/10/22/trilogia-la-maldicion-del-collar-de-kat-martin/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 10:42:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>queennie78</dc:creator>
<guid>http://queennie78.wordpress.com/2009/10/22/trilogia-la-maldicion-del-collar-de-kat-martin/</guid>
<description><![CDATA[Esta trilogía nos cuenta sobre un antiguo collar hecho de perlas y diamantes que arrastra una maldic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Esta trilogía nos cuenta sobre un antiguo collar hecho de perlas y diamantes que arrastra una maldición.</p>
<h2><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;"><em><strong>Collar I: El collar de la novia.</strong></em></span></span></h2>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-118" title="60090198" src="http://queennie78.wordpress.com/files/2009/10/60090198.jpg" alt="60090198" width="117" height="180" /><br />
</strong></p>
<p><span style="font-family:Garamond;"><strong>Título original:</strong> </span>The       Bride&#8217;s Necklace</p>
<p><strong>Editorial: </strong><a href="www.edicionesb.com">Ediciones B</a></p>
<p><strong>Sinopsis:</strong> Para salvar a su hermana, Claire ataca a su lascivo padrastro y se apodera de una joya de gran valor a fin de costear su huida a Londres. Allí se emplea como gobernanta en la mansión del duque de Brant&#8230;</p>
<h3><em><a href="http://66.240.239.19/3/3/7/33729.ZIP">Descarga aquí.</a></em></h3>
<p>Gracias a <a href="www.quedelibros.com">quedelibros</a> por sus enlaces.</p>
<h2><strong><em><span style="text-decoration:underline;">Collar II: El collar endiablado.</span></em></strong></h2>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-122" title="60090211" src="http://queennie78.wordpress.com/files/2009/10/60090211.jpg" alt="60090211" width="117" height="180" /></p>
<p><span style="font-family:Garamond;"><strong>Título original: </strong>The       Devil&#8217;s Necklace</span></p>
<p><strong>Editorial:</strong> <a href="www.edicionesb.com">Ediciones B</a></p>
<p><span style="font-family:Garamond;"><strong>Sinopsis: </strong>Para el                  corsario británico Ethan Sharpe, Grace Chastain no es más que                  una pieza en la venganza que prepara contra Harmon Jeffries, el                  traidor que le llevó a pasar varios años en prisión. Convencido                  de que Grace es la amante de Jeffries, planea seducirla para                  humillar a su enemigo.</span></p>
<h3><span style="font-family:Garamond;"><em><a href="http://www.mediafire.com/?dzjn32d0zwq">Descarga aquí.</a></em></span></h3>
<p><span style="font-family:Garamond;">Gracias a <em><a href="librosweb.blogspot.com">Librosweb</a></em> por sus enlaces.<em><br />
</em></span></p>
<h2><span style="text-decoration:underline;"><em><strong>Collar III: El collar de la doncella.</strong></em></span></h2>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-126" title="60090217" src="http://queennie78.wordpress.com/files/2009/10/60090217.jpg" alt="60090217" width="117" height="180" /><br />
</strong></p>
<p><strong>Título original:</strong><span style="font-family:Garamond;"> </span>The        Handmaiden&#8217;s</p>
<p><strong>Editorial:</strong> <a href="www.edicionesb.com">Ediciones B</a></p>
<p><strong>Sinopsis: </strong>Rafael, duque de Sheffield se va vuelto a comprometer con una joven después de que su primer compromiso con Danielle Duval, una hermosa joven a la que amaba con locura, fuera anulado por la traición de Danielle. Ahora en un baile Rafael ha vuelto a ver a Danielle y sus sentimientos de odio vuelven con fuerza, y a pesar de que ella siempre le aseguró que nunca le traicionó nunca creyó en su palabra. Pero ahora Rafael descubre que Danielle decía la verdad, que todo fue una trampa para separlos. Pero quizá sea demasiado tarde para ellos pues Danielle se ha embarcado a América para ser la esposa de un rico industrial americano, pero Rafe está dispuesto a proteger a la mujer que amó del escándalo que la destrozó, y la mejor manera es que ella sea lo que un día estaba destinada a ser: su mujer.</p>
<h3><em><a href="http://66.240.239.19/4/0/5/40502.ZIP">Descarga aquí.</a></em></h3>
<p>Gracias a <a href="www.quedelibros.com">quedelibros</a> por sus enlaces.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Salamina]]></title>
<link>http://mibibliotecavirtual.wordpress.com/2009/10/20/salamina/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 18:14:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Morgana LeFey</dc:creator>
<guid>http://mibibliotecavirtual.wordpress.com/2009/10/20/salamina/</guid>
<description><![CDATA[Año 480 antes de Cristo: el Imperio persa declara la guerra a los estados griegos que no se rinden a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-473" title="salamina" src="http://mibibliotecavirtual.wordpress.com/files/2009/10/salamina.png?w=197" alt="salamina" width="197" height="300" />Año 480 antes de Cristo: el Imperio persa declara la guerra a los estados griegos que no se rinden ante el emperador Jerjes, hijo del gran Darío. El general Temistocles, demócrata convencido, comanda la flota que luchará en el estrecho entre Salamina y Atenas para frenar los planes expansionistas de Jerjes, el temible emperador persa que aspira a dominar todo Oriente. La flota que crea Temístocles, formada por bravos soldados atenienses y espartanos, derrota al enemigo, muy superior en número, tras una jornada de lucha descarnada. La astucia de la guerrera Artemisia y su traición a Jerjes serán cruciales en la batalla final.<br />
Es una apasionante crónica novelada, fiel a los hechos que rodearon a la batalla naval de Salamina y a los hombres que lucharon en ella.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.4shared.com/file/75790643/e0fa1e0e/46095.html">DESCARGAR</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Milk]]></title>
<link>http://blogdecineyseries.wordpress.com/2009/10/19/milk/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 17:41:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdecineyseries</dc:creator>
<guid>http://blogdecineyseries.wordpress.com/2009/10/19/milk/</guid>
<description><![CDATA[Mi nombre es Harvey Milk AÑO 2008 DURACIÓN 128 min. PAÍS [Estados Unidos] DIRECTOR Gus Van Sant GUIÓ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://blogdecineyseries.wordpress.com/files/2009/10/milk.jpg"><img class="aligncenter" style="border:0 none;" src="http://blogdecineyseries.wordpress.com/files/2009/10/milk.jpg?w=202" border="0" alt="" width="202" height="299" /></a></p>
<p>Mi nombre es Harvey Milk</p>
<p>AÑO 2008<br />
DURACIÓN 128 min.<br />
PAÍS [Estados Unidos]<br />
DIRECTOR Gus Van Sant<br />
GUIÓN Dustin Lance Black<br />
MÚSICA Danny Elfman<br />
FOTOGRAFÍA Harris Savides<br />
REPARTO Sean Penn, James Franco, Emile Hirsch, Josh Brolin, Diego Luna, Alison Pill, Victor Garber, Denis O&#8217;Hare, Joseph Cross, Stephen Spinella, Lucas Grabeel, Brandon Boyce, Howard Rosenman, Kelvin Yu, Jeff Koons, Ted Jan Roberts, Carol Ruth Silver, Hope Tuck, Kelvin Han Yee<br />
PRODUCTORA Focus Features</p>
<p>2008: 2 Oscar: Mejor actor (Sean Penn), guión original.<br />
2008: Círculo de Críticos de Nueva York: Mejor película, actor (Sean Penn), actor secundario (Josh Brolin)</p>
<p>Drama. Política. Biográfico. Homosexualidad</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Zp0uYT0zDbA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Zp0uYT0zDbA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>SINOPSIS: Biografía de Harvey Milk, el primer político abiertamente homosexual elegido para un cargo público en Estados Unidos, en 1977, y que fue asesinado un año después. La historia comienza cuando, a los cuarenta años, cansado de huir de sí mismo, Harvey deja un puesto ejecutivo en Wall Street para salir del armario y mudarse al barrio Castro, de San Francisco, con su eterno compañero Scott Smith. Abre una tienda de cámaras que no tarda en convertirse en el punto de encuentro del barrio, cuyos vecinos no tienen otro lugar para reunirse en una época particularmente rígida. Harvey se da cuenta de que no son pocos y empieza a hablar por ellos. Se enfrenta a empresarios, sindicatos y políticos intolerantes. Sus victorias son cada vez mayores. Su valentía – recibe amenazas constantes – inspira a otros a seguir sus pasos. En su vida privada, empieza una destructiva aventura con Jack Lira, un joven que se agarra a él para sobrevivir. La comunidad homosexual, que se siente unida y más fuerte, le elige para un puesto público y se convierte en el primer político abiertamente gay elegido en el país. (FILMAFFINITY)<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
&#8220;Un triunfo total (&#8230;) Si hay una película mejor este año, que consiga ponerte tanto la carne de gallina, les aseguro que no la he visto. (&#8230;) Puntuación: **** (sobre 4).&#8221; (Peter Travers: Rolling Stone)<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
&#8220;Harvey Milk fue una figura intrigante e inspiradora. &#8216;Milk&#8217; es una maravilla.&#8221; ( A.O. Scott: The New York Times)<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
&#8220;No hay nada malo en &#8216;Milk&#8217;, es sólo que su celebración de su cultura y su entorno, su entrega a la primera época del activismo por los derechos gay, resultan más convencionales que convincentes.&#8221; (Kenneth Turan: Los Angeles Times)<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
&#8220;Van Sant sabe manejar sus ases: el trabajo de Sean Penn y la mezcla de ficción y documento (&#8230;) todo ello no quita que elija estructuras trilladas, un cierto olor a &#8216;vidas de santos&#8217; y un fingido aire &#8216;demodé&#8217;, como en una versión gay de &#8216;Cuéntame&#8217;. (&#8230;) Puntuación: ** (sobre 5).&#8221; (E. Rodríguez Marchante: Diario ABC)<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
&#8220;El lenguaje conservador -el del biopic oscarizable- se revela como la mejor opción posible para que el proyecto alcance toda su funcionalidad política. (&#8230;) mucho más que la hagiografía de un activista gay: es toda una lección de política americana&#8221; (Jordi Costa: Diario El País)</p>
<p>Duración: 128 minutos<br />
Idioma: Ingles<br />
Subtitulos: Español<br />
Formato: RMVB</p>
<p><a href="http://www.megaupload.com/es/?d=TTK8I8WW">http://www.megaupload.com/es/?d=TTK8I8WW</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Marseillaise]]></title>
<link>http://blogdecineyseries.wordpress.com/2009/10/17/la-marseillaise/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 23:01:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdecineyseries</dc:creator>
<guid>http://blogdecineyseries.wordpress.com/2009/10/17/la-marseillaise/</guid>
<description><![CDATA[La Marsellesa AÑO 1938DURACIÓN 135 min.DIRECTOR Jean RenoirGUIÓN Jean Renoir, Carl KochMÚSICA Joseph]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://blogdecineyseries.wordpress.com/files/2009/10/la-marseillaise-jean-renoir.jpg"><img src="http://blogdecineyseries.wordpress.com/files/2009/10/la-marseillaise-jean-renoir.jpg?w=221" alt="" border="0" /></a>La Marsellesa</p>
<p>AÑO 1938<br />DURACIÓN 135 min.<br />DIRECTOR Jean Renoir<br />GUIÓN Jean Renoir, Carl Koch<br />MÚSICA Joseph Kosma<br />FOTOGRAFÍA Jean-Paul Alphen, Jean Bourgoin, Alain Douarinou (B&#38;W)<br />REPARTO Pierre Renoir, Lise Delamare, Louis Jouvet, Léon Larive, Aime Clariond, Maurice Escande, Pierre Nay, Jacques Castelai, Edmond Ardisson, Nadia Sibirskaïa<br />PRODUCTORA Société d&#8217;exploitation et de production</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6JSww4ryiJQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/6JSww4ryiJQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>La Revolución Francesa vista a través de los ojos de sus participantes directos (desde los campesinos hasta el propio Luis XVI) es el tema de este drama de época dirigido por el maestro Jean Renoir. (FILMAFFINITY)</p>
<p>VO. Subtitulos</p>
<p><a href="http://rapidshare.com/files/105741796/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part01.rar">http://rapidshare.com/files/105741796/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part01.rar</a><br /><a href="http://rapidshare.com/files/105743752/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part02.rar">http://rapidshare.com/files/105743752/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part02.rar</a><br /><a href="http://rapidshare.com/files/105745717/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part03.rar">http://rapidshare.com/files/105745717/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part03.rar</a><br /><a href="http://rapidshare.com/files/105747707/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part04.rar">http://rapidshare.com/files/105747707/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part04.rar</a><br /><a href="http://rapidshare.com/files/105749615/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part05.rar">http://rapidshare.com/files/105749615/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part05.rar</a><br /><a href="http://rapidshare.com/files/105751707/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part06.rar">http://rapidshare.com/files/105751707/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part06.rar</a><br /><a href="http://rapidshare.com/files/105753631/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part07.rar">http://rapidshare.com/files/105753631/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part07.rar</a><br /><a href="http://rapidshare.com/files/105755597/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part08.rar">http://rapidshare.com/files/105755597/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part08.rar</a><br /><a href="http://rapidshare.com/files/105756055/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part09.rar">http://rapidshare.com/files/105756055/MARSELL.SUBS.REV.FRAN.part09.rar</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Polifonia de Florença e Verona no século XIV]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/2009/10/14/polifonia-de-florenca-e-verona-no-seculo-xiv/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 12:54:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
<guid>http://suserania.wordpress.com/2009/10/14/polifonia-de-florenca-e-verona-no-seculo-xiv/</guid>
<description><![CDATA[Música Histórica | Casa de Cultura UEL Estilo novo, nova arte Polifonia de Florença e Verona no sécu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><strong>Música Histórica &#124; Casa de Cultura UEL</strong></p>
<p align="center">Estilo novo, nova arte</p>
<p align="center">Polifonia de Florença e Verona no século XIV</p>
<p>No outono da Idade Média, logo no início do século XIV, surgiu uma nova arte musical – <em>ars nova</em> –, principalmente em centros político-econômicos franceses e italianos: Paris, Avignon, Florença, Verona. A cidade ou a comuna viriam a tornar-se o espaço físico mais identificado com os representantes da vanguarda musical de então, assim como, nos séculos precedentes, haviam sido o campo e a fortaleza de senhores feudais a morada habitual de trovadores do sul da França.</p>
<p>Na Florença do <em>trecento</em>, entre os convidados para o jardim da casa dos Alberti,  o cronista Giovanni da Prato narrou um acontecimento digno de nota: “para o prazer de todos, e especialmente de Francesco, duas donzelas dançaram e cantaram seu <em>Orsun gentili spiriti</em> com tal doçura, que não apenas as pessoas da audiência foram afetadas, mas até mesmo os pássaros nos ciprestes começaram a cantar mais docemente”. A música em questão é uma <em>ballata</em>, um gênero de métrica regular e tributário da dança. O Francesco de que se trata é Landini, natural de Fiesole, nos arredores de Florença. Filho de um pintor discípulo de Giotto e educado nas artes liberais, conviveu com a cegueira adquirida na  infância e conquistou renome como organista, poeta e compositor, tendo sido laureado num concurso em Veneza, em 1364. Petrarca fazia parte do júri. O organista cego foi chamado <em>il divino</em>,  epíteto raro, conferido também a Dante e Michelangelo.</p>
<p align="center"><em><strong>CONJUNTO  ATEMPO</strong></em></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="575">
<tbody>
<tr>
<td width="229" valign="top">
<p style="text-align:right;">LETÍCÍA BERTELLI</p>
</td>
<td width="346" valign="top">canto</td>
</tr>
<tr>
<td width="229" valign="top">
<p align="right">ALCIMAR DO LAGO</p>
</td>
<td width="346" valign="top">órgão portativo e flautas <em> </em></td>
</tr>
<tr>
<td width="229" valign="top">
<p align="right">PEDRO H. NOVAES</p>
</td>
<td width="346" valign="top">vielas de arco, flautas e gaita de foles <em> </em></td>
</tr>
<tr>
<td width="229" valign="top">
<p align="right">PLÍNIO MACHADO</p>
</td>
<td width="346" valign="top">vielas de arco</td>
</tr>
<tr>
<td width="229" valign="top">
<p align="right">WILLIAM  M. BENTES</p>
</td>
<td width="346" valign="top">percussões e gaita de foles</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align:left;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA['Ágora'. Vida y obra de Hypatia.]]></title>
<link>http://parlantdecinema.wordpress.com/2009/10/12/agora-vida-y-obra-de-hypatia/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 10:21:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ibán</dc:creator>
<guid>http://parlantdecinema.wordpress.com/2009/10/12/agora-vida-y-obra-de-hypatia/</guid>
<description><![CDATA[Amenábar nos lleva a la Alejandría decandete del siglo IV. Allí, Hypatia, una joven filósofa y astró]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-589" title="agora02" src="http://parlantdecinema.wordpress.com/files/2009/10/agora02.jpg" alt="agora02" width="428" height="284" /></p>
<p style="text-align:justify;">Amenábar nos lleva a la Alejandría decandete del siglo IV. Allí, Hypatia, una joven filósofa y astrónoma, da clases magistrales a sus alumnos, jóvenes de clase alta. Entre ellos, se encuentra Orestes, un joven pagano e inconformista que siente amor por su maestra. El mismo amor que siente Davo, su esclavo, por ella.</p>
<p style="text-align:justify;">Esa historia de amores entrelazados, se ve cerrada por un amor inmenso, el amor más grande de todos. El amor de Hypatia por el saber, por el conocimiento. Hypatia entregará su vida y devoción a la filosofía y astronomía, impidiendo así el amor carnal.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, esta historia de amores cruzados se verá perturbada por un contexto nada lúgubre en comparación con lo que se avecinaba en siglos posteriores. El cristianismo acaba de salir a la luz. Sus creyentes ya no son perseguidos ni crucificados. Ahora, en la Alejandría romana, conviven los cultos paganos con el cristianismo y el judaísmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, poco durará la convivencia pacífica. Una ofensa de los cristianos frente a los dioses paganos, provocará una reacción represora de éstos, iniciando así un combate que desembocará con los paganos asediados tras sus murallas, protegiendo con su honor la biblioteca de Alejandría. Pero los romanos se decantarán  en favor de los cristianos, obligando a abandonar su biblioteca a los paganos.</p>
<p style="text-align:justify;">La batalla habrá sido perdida para los paganos, el cristianismo habrá borrado de su lista de rivales a éstos. Hypatia, se sumergirá en el dolor más profundo al abandonar ese templo del saber que era la biblioteca. Ahora, durante un tiempo, existirá una paz forzada en Alejandría. Los paganos serán reconvertidos al cristianismo. Uno de ellos, Orestes, llegará a ser Prefecto romano gracias a ello.</p>
<p style="text-align:justify;">Poco durará la paz. El afán universalista de los cristianos, representado en la figura del obispo de Alejandría, Cirilo, pronto le llevará  a enfrentarse a los judíos. Éstos serán expulsados. Los cristianos, gracias a la instauración del miedo y a la intolerancia, la representada tanto por Cirilo como por Amonio, el líder de los parabolanos, y gracias a las piedras y a la sangre derramada por sus espadas, serán los dueños de la ciudad.</p>
<p style="text-align:justify;">Sólo un problema, el poder civil. El poder del Prefecto Orestes. Un antiguo alumno de Hypatia, su gran amor. Pronto, Cirilo descubrirá el camino más fácil para derrumbar a su único enemigo para alzarse con el poder total, atacar a Hypatia. Tergiversará y manipulará las palabras de Dios a su interés. El Prefecto deberá claudicar, arrodillarse a sus pies. Hypatia, abandonada, morirá. Davo, su amante en silencio, le ayudará a ello.</p>
<p style="text-align:justify;">Gran obra histórica la diseñada en esta ocasión por Amenábar. Nos llevará a la vida y obra de Hypatia. Una vida y obra marcada por la astronomía y la filosofía. Una vida entregada al saber y a la ciencia. Una vida contrapuesta al pensamiento único cristiano. Ese pensamiento universalista que ya comenzaba a recrudecer sus actos y actitudes, y del que Hypatia fue víctima. Bonita historia de amores perdidos, de sueños desvanecidos. Y un claro culpable de todo ello: el cristianismo. Peliculón.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma geração perdida prá violência -Willian Bonfim]]></title>
<link>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/10/09/uma-geracao-perdida-pra-violencia-willian-bonfim/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 00:32:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>edsonjrodrigues</dc:creator>
<guid>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/10/09/uma-geracao-perdida-pra-violencia-willian-bonfim/</guid>
<description><![CDATA[   “A desumanização que não se verifica apenas nos que têm sua humanidade roubada, mas também, ainda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1313" title="jovens_necessidades" src="http://edsonrodrigues.wordpress.com/files/2009/10/jovens_necessidades.jpg" alt="jovens_necessidades" width="470" height="350" /></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:left;"> “A desumanização que não se verifica apenas nos que têm sua humanidade roubada, mas também, ainda que de forma diferente, nos que a roubam, é distorção da vocação do ser mais (&#8230;). Na verdade, se admitíssemos que a desumanização é vocação histórica dos homens, nada mais teríamos que fazer, a não ser adotar uma atitude cínica ou de total desespero”. Paulo Freire No mês de agosto passado, participamos, um grupo de educadores populares, da 2ª etapa da Escola de Educadores(as) de Goiás.</p>
<p style="text-align:left;"> O nosso foco era aprender os passos do método do levantamento dos temas geradores proposto por Paulo Freire. O método Freireano nos desinstala. Nos tira do espaço confortável das nossas certezas, pois exige que a gente saia do nosso lugar para fazer um profundo processo de escuta do(a) outro(a) a partir do chão e realidade onde pisa e não do chão onde pisamos e formulamos nossas idéias e visão de mundo. Pois bem, o exercício era visitar uma comunidade situada numa ocupação de mais de 30 anos no Criméia Leste, bairro bem próximo à rodoviária de Goiânia, bem situado, de fácil acesso e próximo a tudo. O bairro, por razões óbvias, é objeto de especulação imobiliária. Fica às margens da Marginal Botafogo. A prefeitura está “removendo” as pessoas para outro lugar. Ali é nítida uma divisão na comunidade entre os que moram acima da avenida Emílio Povoa e os que moram abaixo dela. Antes de irmos “a campo”, os educadores, nos preparamos: conversamos com lideranças locais e formulamos as nossas hipóteses. Para nós, a questão central para aquele povo era a moradia. Nos organizamos; um grupo de 14 pessoas e saímos em duplas. Nada de foto e de gravador; o método exige apenas que se converse com as pessoas. Logo nas primeiras conversas a nossa hipótese foi caindo por terra. A questão central para aquele povo era a violência, verbalizada, mas também expressa nos silêncios dos corpos e olhares. E as falas vieram, cada uma como um golpe que ia revelando o processo de desumanização e o “beco” quase sem saída no qual se encontram submersas aquelas pessoas: “Aqui hoje está melhor, muitos já mudaram, já morreram ou foram presos”; “Na parte de cima, a polícia chega com mandato de segurança; aqui em baixo só chega na porrada”; “Na parte de cima é melhor, só tem gente civilizada; aqui em baixo só tem malandro”; “aqui é assim, eles (os bandidos) ficam soltos e nós ficamos presos”. Estas falas são significativas porque expressam uma visão de mundo com um limite explicativo sobre a própria realidade, mas também porque apresentam vários problemas ligados a um brutal processo de desumanização fruto da situação de pobreza, agravada nas últimas décadas pelas políticas neoliberais, mas também atualmente por uma total ausência do Estado com políticas públicas de caráter estruturante, emancipatório e participativo.</p>
<p style="text-align:left;">A única presença do Estado ali é a da polícia que chega com os métodos que todos(as) já conhecemos pelos noticiários da TV. A prefeitura não estabelece nenhum diálogo com a comunidade; apenas informa quando uma família será removida&#8230; A primeira pessoa abordada por uma dupla de educadores foi um jovem. Com pouco mais de 21 anos, ele, segundo a liderança comunitária que têm transito ali, é o chefe local do tráfico e já teve a perna esquerda amputada por causa de um confronto com a polícia. À medida que os educadores se adentram no bairro vão escutando relatos de mortes de jovens, de tiroteios, de confrontos com a polícia&#8230;</p>
<p style="text-align:left;">E assim, a realidade, que aparece pra gente apenas como frios e distantes dados estatísticos, vai se mostrando nua e crua nos relatos daquelas pessoas, cerceadas por uma violência estrutural e estruturante, da qual muitas pessoas e jovens são vítimas, mas também vão se tornando protagonistas. Um micro-sistema que desumaniza e estabelece suas regras próprias baseadas no medo e na violência. O triste e lamentável é saber que esta realidade (ausência de políticas públicas estruturantes, disputa do tráfico, violência policial) é experimentada hoje, com os mesmos dramas e elementos nas periferias das cidades brasileiras.</p>
<p style="text-align:left;">Uma realidade perversa. Só mudam os endereços, mas os relatos de dor são os mesmos. Um exemplo disto é o livro Auto de Resistência (Editora 7 Letras) que reúne depoimentos de dezenove mulheres e dois homens que perderam seus filhos para a violência. Elas são quinze mães, duas viúvas, uma sogra e uma irmã de vítimas da violência armada. Com duas únicas exceções, todas as vítimas foram assassinadas por policiais. São dezenove mortes e um sobrevivente. Os casos aconteceram entre 1990 e 2005. O livro denuncia ainda que esta violência é praticada à sombra de uma aberração jurídica, o “Auto de Resistência”, nascido no antigo estado da Guanabara, em 1969, na esteira do Ato Institucional nº 5. O auto é o registro policial para mortes em confronto armado entre agentes da lei e os “elementos suspeitos”.</p>
<p style="text-align:left;">E é usado frequentemente para encobrir matanças injustificadas. No Rio de Janeiro, pesquisa recente indica que são registrados, em média, três autos de resistência por dia. Como não poderia deixar de ser, as pesquisas revelam que a maior ocorrência desses autos se dá nas áreas mais pobres das cidades. Em 2008, outra pesquisa revela: no Rio de Janeiro, para cada policial morto em operação morreram 48 civis. É preciso parar e ouvir estes relatos: “Na manhã do dia 1º de abril de 2005, vi a foto do meu filho estampada na primeira página. Então soube que meu filho estava morto”. (Luciene Silva, mãe de Raphael da Silva Couto, 17 anos, assassinada na Baixada Fluminense, em março de 2005). “Meu filho ainda respirava. Ele me olhou, apertou a minha mão e morreu. Foi um pedaço que arrancaram de mim”. (Dulcineia da Silva Sipriano, mãe de Marcus Vinícius Sipriano, 15 anos, assassinado por integrantes da Polícia Civil e da PM em Queimados, na Chacina da Baixada Fluminense, em março de 2005).</p>
<p style="text-align:left;">“A dor no peito era tão grande que parecia que eu ia enfartar. Foi quando ouvi dizer que policiais e traficantes teriam recebido 50 mil reais para sequestrar uns meninos em Vigário Geral e entregá-los aos traficantes da Parada de Lucas. Nesse seqüestro estavam 13 jovens. Meu filho era um deles”. (Denise Alves Tavares, mãe de Douglas Roberto, 16 anos, sequestrado e desaparecido em uma ação conjunta entre traficantes e a PM em Parada de Lucas, em dezembro 2005). “Na volta para casa, com a namorada e mais um casal de amigos, aconteceu o pior.</p>
<p style="text-align:left;">Entre três e meia e quatro da manhã, os quatro jovens foram cruelmente assassinados, dentro do carro, com mais de 40 tiros. Até hoje estão impunes os assassinos. Onde está a justiça deste País?”. (Maria José Batista da Silva, mãe de Carlos André da Silva, 23 anos, assassinado por policiais na Chacina do Maracanã, em 1998). Embora a violência e suas consequências atinjam a todos, como fica claro nos relatos acima, os jovens atualmente são as principais vítimas de sua perversidade. Dados do Mapa da Violência: Os Jovens da América Latina, de 2008, mostram que o número de jovens que morrem num grupo de 100 mil habitantes é maior que o da população em geral.</p>
<p style="text-align:left;">No Brasil, para cada grupo de 100 mil habitantes, 51 jovens são mortos; enquanto que para população em geral esse número fica em 21. Os riscos são 11,9 vezes maiores para homens, em relação às mulheres, e 2,6 vezes maiores para negros, com relação a brancos e amarelos, segundo o estudo feito pelo Programa de Redução da Violência, com dados de 2006 do Ministério da Saúde. O Brasil ocupa a 5ª posição na taxa de homicídio juvenil num ranking de 83 países. O primeiro lugar fica com El Salvador, com 92,3; seguido pela Colômbia, com 73,4; Venezuela, com 64,2; e Guatemala, com 55,4. A violência contra adolescentes cresce há quase 30 anos, segundo uma pesquisa do Núcleo de Estudos de Violência da USP (NEV/USP), sobre as mortes registradas de 1980 a 2002. No Brasil, de cada mil adolescentes que chegam aos 12 anos, 2,03 devem ser assassinados antes dos 19 anos, segundo estimativa do índice de Homicídios na Adolescência (IHA) para 2006 a 2012, formulado com base nos dados do Observatório das Favela, Unicef e Governo Federal.</p>
<p style="text-align:left;">A pesquisa “Como Morrem os Adolescentes Brasileiros” mostra que 45% morrem de homicídio, 25% de mortes naturais, 22% de acidentes, 3% de suicídios, entre outros. E as cidades mais violentas e perigosas para os jovens apontadas por esta pesquisa são, respectivamente: Foz do Iguaçu (PR), Governador Valadares (MG), Cariacica (ES), Olinda (PE) e Linhares (ES). As causas e consequências da violência parecem já óbvias demais para os brasileiros. Os telejornais diários não nos deixam esquecer. Mas, por demais óbvias, provocaram um processo de banalização e paralisação diante dos fatos. O que fazer? Como resolver esta questão?</p>
<p style="text-align:left;">A primeira observação, diante deste fato, é entender que a violência hoje é fruto, sobretudo, de um sistema econômico e social perverso que desumaniza e coisifica as pessoas e as relações sociais e atinge a todos grupos e os jovens em particular. É, portanto, um problema de todos. Se ela é produto de um sistema econômico, portanto da ação humana, é possível também sonhar com uma sociedade diferente da que está aí, fundada em novos valores, onde a vida não seja tão banalizada, onde as crianças possam crescer, desenvolver suas potencialidades e prepararem-se para a vida adulta, com o apoio da família e das políticas públicas. Refundar o papel e a relação do Estado nestes espaços no rumo da construção de alternativas para as famílias e a juventude com políticas participativas e emancipatórias também é um caminho, mas não suficiente.</p>
<p style="text-align:left;">A questão do tráfico também precisa ser encarada com uma vontade política e ações multideterminantes pelo governo e sociedade, porque se trata de um problema que tem múltiplas determinações; Não podemos deixar que crianças, adolescentes e jovens sejam aliciados pelo tráfico. A morte do menor deles justifica rever toda esta estrutura monstruosa, diante da qual as comunidades, por medo, se calam. Não podemos aceitar a violência institucional da polícia e do Estado em suas diferentes manifestações: executivos, legislativos e judiciários&#8230; A opção da Pastoral da Juventude do Brasil de enfrentar, este ano, esta questão numa campanha, não só aprofundando esta situação, mas também denunciado e propondo ações, no Dia Nacional da Juventude de 2009 é, por si só, um bom exemplo do que pode ser feito. Mas se forem ações isoladas não bastam para resolver um problema com natureza tão ampla.</p>
<p style="text-align:left;">É preciso por a Juventude em Marcha contra a Violência, como diz o tema do DNJ deste ano, mas é necessário conclamar a sociedade e os governos para que a luta contra o extermínio da juventude e contra a violência seja uma luta por um novo projeto de sociedade, uma luta de todos(as) por um novo mundo onde caibam os sonhos de todos(as), anciãos e anciãs, crianças, adultos e jovens. Um mundo onde nenhuma mãe vai ter em seus braços o filho(a) morto antes de ter vivido e experimentado suas potencialidades e vocações ontológicas para o ser mais como ser humano.</p>
<p style="text-align:left;">Autor do texto: Willian Bonfim (Membro da Equipe do Talher Nacional setor do Governo Federal que coordena a mobilização social em torno das políticas de combate à fome. Membro da equipe de pesquisa da Casa da Juventude Pe. Burnier e ex-assessor das Pastorais da Juventude do Centro-Oeste).</p>
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