<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>holocausto &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/holocausto/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "holocausto"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 13:58:39 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Belo Horizonte: a capital brasileira da música pesada]]></title>
<link>http://rondasonora.wordpress.com/2009/11/28/belo-horizonte-a-capital-brasileira-da-musica-pesada/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 04:20:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Murillo Moret</dc:creator>
<guid>http://rondasonora.wordpress.com/2009/11/28/belo-horizonte-a-capital-brasileira-da-musica-pesada/</guid>
<description><![CDATA[Por Murillo Moret Bossa nova, MPB, pop rock, funk, axé, reggae, manguebeat, samba. O Brasil, inegave]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em>Por Murillo Moret</em></p>
<p>Bossa nova, MPB, pop rock, funk, axé, reggae, manguebeat, samba. O Brasil, inegavelmente, sabe como fazer música. Mas existe uma cidade em Minas Gerais que pode ser considerada a capital do <em>heavy metal </em>brasileiro.</p>
<p>Apesar de apresentar o pop rock com excelência do Pato Fu, Jota Quest e Skank, nasceram da capital Belo Horizonte bandas como Sepultura, Holocausto e Tuatha de Danann.</p>
<p>O <strong>Sepultura</strong> foi criado em 1983 pelos irmãos Igor e Max Cavalera, juntamente com seus amigos Paulo Jr. e Jairo Guedez. A banda lançou dois álbuns e, em 1986, Andreas Kisser substituiu o guitarrista Jairo. Foi com essa formação que os garotos de Belo Horizonte começaram a difundir o heavy metal brasileiro para o mundo. Atualmente, sem Igor e Max, porém, com Jean Dolabella na bateria e Derrick Green nos vocais, o Sepultura já lançou 13 álbuns e é considerada a banda brasileira de maior repercussão no mundo.</p>
<p>Os destaques ficam por conta dos cds lançados em 1991 e 1996, o <em>Arise</em> e o <em>Roots</em>, respectivamente. O primeiro deles foi qual abriu as portas de Minas Gerais para o planeta Terra. Já o outro mistura elementos do rock com a fusão da percussão e elementos tribais.</p>
<p><span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fkurage.free.fr%2Fkuku%2F01%20-%20Arise.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span></p>
<p>A <strong>Holocausto</strong> foi criada na mesma época que o Sepultura pelo baterista Rodrigo, o baxista Rodrigo e o vocalista/guitarrista Valério. Muitos acreditam que, por tocar death metal &#8211; uma variação ainda mais pesada do rock &#8211; e compor letras sobre o tema, a Holocausto é uma banda a favor do nazismo. Os próprios integrantes afirmam que isso é blasfêmia, uma vez que suas músicas apenas retratam a verdade.</p>
<p>Começando a fugir um pouco do heavy metal cru, o <strong>Tuatha de Danann</strong> mistura elementos do folk com influências celtas em suas músicas. Após três álbuns gravados, os integrantes (Bruno Maia, Rodrigo Berne, Giovani Gomes, Rodrigo Abreu, Edgar Britto e Roger Vaz) são considerados os pioneiros desse estilo de música em terras tupiniquins.</p>
<p>A <strong>Cartoon</strong> e o <strong>The Hell&#8217;s Kitchen Project</strong> se diferem das demais. A primeira toca um rock progressivo, com misturas do blues, jazz, folk e até música indiana. Formada em 1995, a banda do baixista/vocalista Khadhu, do guitarrista/vocalista Khykho, do baterista Bhydhu e do tecladista/vocalista Raphael já lançou três álbuns.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/X21vZskXRAs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/X21vZskXRAs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>O <strong>THKP</strong> foi formado em 2006 e, eles mesmos, afirmam que tiveram o objetivo de criar a banda para romper paradigmas. Influenciados por Muse, The Mars Volta, Daft Punk, Kings of Leon e Yeah Yeah Yeahs, os mineiros Jon BaZko (vocal), Malk (baixo) e Buddha (bateria) fazem um rock experimental de primeira qualidade.</p>
<p>A música aqui disponibilizada é intitulada <em>Threat Detected</em>. Essa e outras podem ser baixadas gratuitamente do <a href="http://www.lastfm.com.br/music/The+Hell's+Kitchen+Project/+tracks" target="_blank">last.fm</a> da banda.</p>
<p><span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Ffreedownloads.last.fm%2Fdownload%2F142763393%2FThreat%252BDetected.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Êxodo]]></title>
<link>http://liriosdovale.wordpress.com/2009/11/27/exodo/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 03:00:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>portaleducational</dc:creator>
<guid>http://liriosdovale.wordpress.com/2009/11/27/exodo/</guid>
<description><![CDATA[No livro de Êxodo, podemos ver como o Senhor é maravilhoso&#8230; O Senhor livrou o seu povo das mão]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No livro de Êxodo, podemos ver como o Senhor é maravilhoso&#8230;</p>
<p>O Senhor livrou o seu povo das mãos dos egípcios, abriu o Mar Vermelho para o seu povo passar. Ele fez o</p>
<p>maná  para alimentar o seu povo e ainda fez com que a água saísse da rocha quando eles ainda estavam no deserto&#8230;</p>
<p>Mesmo quando o seu povo errava, o Senhor ainda teve amor e misericórdia pelo seu povo.</p>
<p>Podemos aprender no livro de Êxodo o quanto devemos ser obedientes ao Senhor, aprendemos também,</p>
<p>como o Senhor é poderoso.</p>
<p>Enfim, o Senhor é maravilhoso!</p>
<p>Eu aconselho a vocês que lessem o livro de Êxodo, que é uma excelente fonte de aprendizagem. Até mesmo</p>
<p>para os dias atuais.</p>
<p>No livro de Salmos, no capítulov 136:10-25, trata sobre esse evento.</p>
<blockquote><p>&#8220;<strong>Àquele que feriu o Egito nos seus primogênitos, porque a sua misericórdia dura para sempre;</strong><strong>E tirou a Israel do meio deles, porque a sua misericórdia dura para sempre;</strong></p>
<p><strong>Com mão poderosa e braço estendido, porque a sua misericórdia dura para sempre;</strong></p>
<p><strong>Àquele que separou em duas partes o mar Vermelho, porque a sua misericórdia dura para sempre;</strong></p>
<p><strong>E por entre elas fez passar Israel, porque a sua misericórdia dura para sempre; </strong></p>
<p><strong>Mas precipitou no mar Vermelho a Faraó e ao seu exército, porque a sua misericórdia dura para sempre;</strong></p>
<p><strong>Àquele que conduziu o seu povo pelo deserto, porque a sua misericórdia dura para sempre;</strong></p>
<p><strong>Àquele que feriu grandes reis, porque a sua misericórdia dura para sempre;</strong></p>
<p><strong>E tirou a vida a famosos reis, porque a sua misericórdia dura para sempre;</strong></p>
<p><strong>A Seom, rei dos amorreus, porque a sua misericórdia dura para sempre;</strong></p>
<p><strong>E a Ogue, rei de Basã, porque a sua misericórdia dura para sempre;</strong></p>
<p><strong>Cujas terras deu em herança, porque a sua misericórdia dura para sempre;</strong></p>
<p><strong>Em herança a Israel, seu servo, porque a sua misericórdia dura para sempre;</strong></p>
<p><strong>A quem se lembrou de nós em nosso abatimento, porque a sua misericórdia dura para sempre;</strong></p>
<p><strong>E nos libertou dos nossos adversários, porque a sua misericórdia dura para sempre;</strong></p>
<p><strong>E dá alimento a toda carne, porque a sua misericórdia dura para sempre.&#8221;</strong></p></blockquote>
<p>Além disso, os <strong>Salmos 106, 105 e 78</strong> também falam sobre esse evento na história. Mas, para entender melhor estes Salmos, leiam o livro de Êxodo.</p>
<p>Ler o livro de Êxodo é muito bom para os cristãos, e a história é muito cativante. É uma história que prende a nossa atenção!</p>
<p>Porém, para ler Êxodo, tem que ler primeiro Gênesis. Pois se não ler o livro de Gênesis, não entenderá o livro de Êxodo. Leiam, pois é muito interessante! Vai servir muito para nós que servimos ao Senhor, nosso Deus.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UM CATÁLOGO DA VIOLÊNCIA NO SÉCULO XX]]></title>
<link>http://noticiasdobem.wordpress.com/2009/11/26/um-catalogo-da-violencia-no-seculo-xx/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 17:59:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>noticiasdobem</dc:creator>
<guid>http://noticiasdobem.wordpress.com/2009/11/26/um-catalogo-da-violencia-no-seculo-xx/</guid>
<description><![CDATA[“SITE ORGANIZADO POR CIENTISTA POLÍTICO FRANCÊS ABRIGA BANCO DE DADOS SOBRE OS GRANDES MASSACRES DOS]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://noticiasdobem.wordpress.com/files/2009/11/judeus-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2646" title="judeus 1" src="http://noticiasdobem.wordpress.com/files/2009/11/judeus-1.jpg" alt="" width="414" height="439" /></a></p>
<p style="text-align:center;">“SITE ORGANIZADO POR CIENTISTA POLÍTICO FRANCÊS ABRIGA BANCO DE DADOS SOBRE OS GRANDES MASSACRES<br />
DOS ÚLTIMOS CEM ANOS”</p>
<p><a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/" target="_blank">História Viva</a> &#8211; Bruno Fiuza</p>
<p style="text-align:justify;">“O francês Jacques Sémelin, professor do Instituto de Estudos Políticos de Paris, passou os últimos 20 anos pesquisando a história dos grandes massacres do século XX. Em 2007, essa extensa investigação deu origem ao livro <em>Purificar e destruir – Usos políticos dos massacres e dos genocídios</em>, um estudo comparativo da violência em massa durante o Holocausto, em Ruanda e na Bósnia que foi publicado este ano no Brasil pela editora Difel. Sémelin, no entanto, não se contentou em transformar seu estudo em livro, e agora trabalha em um projeto inédito: a organização de uma enciclopédia virtual da violência em massa no século XX.</p>
<p>Depois de quatro anos de gestação, o site do projeto foi lançado no ano passado. Reunindo material produzido por pesquisadores renomados, a <em><a href="http://www.massviolence.org/" target="_blank">Enciclopédia online da violência em massa</a> </em>pretende oferecer gratuitamente a qualquer usuário da internet um extenso banco de dados com informações sobre genocídios e massacres perpetrados no planeta ao longo do mais violento século da história. O site reúne biografias dos responsáveis&#8230;” <a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/uma_enciclopedia_dos_genocidios_do_seculo_xx.html" target="_blank">(Leia e comente)</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Batendo na meretriz*]]></title>
<link>http://contrasenso.wordpress.com/2009/11/26/batendo-na-meretriz/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:44:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Tavares</dc:creator>
<guid>http://contrasenso.wordpress.com/2009/11/26/batendo-na-meretriz/</guid>
<description><![CDATA[Resolvi publicar aqui um comentário sobre o texto Uma boa velhinha, de Léo Cruz Souza, indicado por ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Resolvi publicar aqui um comentário sobre o texto Uma boa velhinha, de Léo Cruz Souza, indicado por ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Brasil e o Oriente Médio]]></title>
<link>http://dominusliminis.wordpress.com/2009/11/26/o-brasil-e-o-oriente-medio/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 14:33:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dominus Liminis</dc:creator>
<guid>http://dominusliminis.wordpress.com/2009/11/26/o-brasil-e-o-oriente-medio/</guid>
<description><![CDATA[                                    Em Fevereiro desse ano, havíamos escrito em um texto:           ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">                 </p>
<p style="text-align:justify;">                  Em Fevereiro desse ano, havíamos escrito em um texto:</p>
<p style="text-align:justify;">                Já tratamos aqui no Blog um pouco sobre essa questão da negação do Holocausto. Ela tem diferentes vertentes. A negação católica do holocausto judeu é um sentimento enrustido contra a religião judaica, da qual os católicos se ressentem. Os muçulmanos também têm sua versão da negação do holocausto e como expoente está o Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Na política, a direita extrema de diversos países, inclusive da Alemanha, nega o holocausto principalmente por convicções ideológicas. Também judeus tem uma posição bastante curiosa contra o que chamam de “indústria do holocausto”.</p>
<p style="text-align:justify;">               A alusão era a um artigo de janeiro desse ano, no qual gostaríamos de relembrar os seguintes trechos:</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:center;">O Poder do Sionismo</p>
<p style="text-align:justify;">                A Alemanha tem sua imagem manchada até hoje, quer se queira ou não, pelo chamado holocausto. Curiosamente, o mesmo não parece acontecer com a Rússia, onde houve muito mais mortos pelo Regime Socialista, e somente depois de tantos mortos em Gaza, uma pequena pressão mundial, mais inflacionada pelos árabes no mundo, se consegue expor críticas contundentes à Israel.</p>
<p style="text-align:justify;">                (&#8230;) Uma corrente denominada <em>Revisionismo</em>, e que tem adeptos no mundo inteiro, questiona tais fatos e outros. Como em tudo, nela se encontram desde autores mais centrados, até outros que vão ao extremo da questão, negando o próprio holocausto judeu.</p>
<p style="text-align:justify;">                Norman Finkelstein, um professor judeu americano, tem um livro chamado <em>A Indústria do Holocausto</em><em> – Reflexões sobre a exploração do sofrimento dos judeus</em>, onde expõe que milionárias quantias de dinheiro estão sendo pagas a titulo de indenização à judeus, em função do Holocausto de Hitler. Ele investiga as penetrações do sionismo em setores de negócios, da imprensa, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">             “As atrocidades nazistas transformaram-se num mito americano que serve aos interesses da elite judaica. O holocausto é uma industria que exibe como vítimas o grupo étnico mais bem-sucedido dos Estados Unidos e apresenta como indefeso um país como Israel, uma das mais formidáveis potências militares do mundo, que oprime os não-judeus em seu território em sua área de influência.”<a href="http://dominusliminis.wordpress.com/wp-admin/post-new.php#_ftn1">[1]</a></p>
<p style="text-align:justify;">                 De autores judeus até os revisionistas da carta <em>Sa</em><em>nta Edith Stein</em> – que declararam que se realmente seis milhões de judeus foram mortos na Segunda Grande Guerra, cada judeu deveria ter tido 80 filhos para que pudesse existir o número de judeus que existem hoje – há bastante diferença de escala.</p>
<p style="text-align:justify;">                De fato, diferentes fontes, conforme Finkelstein, citam diferentes números de mortes. E as diferenças dentro do próprio revisionismo são enormes. Agora, talvez, com mais uma das investidas de Israel contra a Palestina fica o assunto em aberto, para a comunidade de pesquisadores, no intuito de se produzir uma memória mais acurada dos tempos da Segunda Grande Guerra, seus desdobramentos e conseqüências, tal como a própria atuação de Israel e seu poderio atualmente.</p>
<p style="text-align:justify;">              </p>
<p style="text-align:justify;">              Com a visita do presidente iraniano, os ânimos se exaltaram novamente sobre o assunto, pela negação que Mahmoud Ahmadinejad faz do Holocausto judeu. Vejamos o que José Serra disse sobre o assunto na Folha, em 23/11/09:</p>
<p style="text-align:justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>VISITA INDESEJÁVEL &#8211; </em><em>JOSÉ SERRA (23-11-09)</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em> </em><em>O mesmo país que tentou oferecer segurança e consolo a vítimas do Holocausto estende honras a quem banaliza o mal absoluto?</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>É DESCONFORTÁVEL recebermos no Brasil o chefe de um regime ditatorial e repressivo. Afinal, temos um passado recente de luta contra a ditadura e firmamos na Constituição de 1988 os ideais de democracia e direitos humanos. Uma coisa são relações diplomáticas com ditaduras, outra é hospedar em casa os seus chefes.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O presidente Ahmadinejad, do Irã, acaba de ser reconduzido ao poder por eleições notoriamente fraudulentas. A fraude foi tão ostensiva que dura até hoje no país a onda de revolta desencadeada. Passados vários meses, os participantes de protestos pacíficos são brutalizados por bandos fascistas que não hesitam em assassinar manifestantes indefesos, como a jovem estudante que se tornou símbolo mundial da resistência iraniana. Presos, torturados, sexualmente violentados nas prisões, os opositores são condenados, alguns à morte, em julgamentos monstros que lembram os processos estalinistas de Moscou.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Como reagiríamos se apenas um décimo disso estivesse ocorrendo no Paraguai ou, digamos, em Honduras, onde nos mostramos tão indignados ao condenar a destituição de um presidente? Enquanto em Tegucigalpa nos negamos a aceitar o mínimo contacto com o governo de fato, tem sentido receber de braços abertos o homem cujo ministro da Defesa é procurado pela Interpol devido ao atentado ao centro comunitário judaico em Buenos Aires, que causou em 1994 a morte de 85 pessoas?</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>A acusação nesse caso não provém dos americanos ou israelenses. Foi por iniciativa do governo argentino que o nome foi incluído na lista dos terroristas buscados pela Justiça. Se Brasília tem dúvidas, por que não pergunta à nossa amiga, a presidente Cristina Kirchner?</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Democracia e direitos humanos são indivisíveis e devem ser defendidos em qualquer parte do mundo. É incoerente proceder como se esses valores perdessem importância na razão direta do afastamento geográfico. Tampouco é admissível honrar os que deram a vida para combater a ditadura no Brasil, na Argentina, no Chile e confratenizar-se com os que torturam e condenam à morte os opositores no Irã. Com que autoridade festejaremos em março de 2010 os 25 anos do fim da ditadura e do início da Nova República?</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O extremismo e o gosto de provocação em Ahmadinejad o converteram no mais tristemente célebre negador do Holocausto, o diabólico extermínio de milhões de seres humanos, crianças, mulheres, velhos, apenas por serem judeus. Outros milhares foram massacrados por serem ciganos, homossexuais e pessoas com deficiência. O Brasil se orgulha de ter recebido muitos dos sobreviventes desse crime abominável, que não pode ser esquecido nem perdoado, quanto menos negado. O mesmo país que tentou oferecer um pouco de segurança e consolo a vítimas como Stefan Zweig e Anatol Rosenfeld agora estende honras a alguém que usa seu cargo para banalizar o mal absoluto?</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>As contradições não param por aí. O Brasil aceitou o Tratado de Não Proliferação Nuclear e, juntamente com a Argentina, firmou com a Agência Internacional de Energia Atômica um acordo de salvaguardas que abre nossas instalações nucleares ao escrutínio da ONU. Consolidou com isso suas credenciais de aspirante responsável ao Conselho de Segurança e expoente no mundo de uma cultura de paz ininterrupta há quase 140 anos com todos os vizinhos. Por que depreciar esse patrimônio para abraçar o chefe de um governo contra o qual o Conselho de Segurança cansou de aprovar resoluções não acatadas, exortando-o a deter suas atividades de proliferação?</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Enfim, trata-se da indesejável visita de um símbolo da negação de tudo o que explica a projeção do Brasil no mundo. Essa projeção provém não das ameaças de bombas ou da coação econômica, que não praticamos, mas do exemplo de pacifismo e moderação, dos valores de democracia, direitos humanos e tolerância encarnados em nossa Constituição como a mais autêntica expressão da maneira de ser do povo brasileiro.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>JOSÉ SERRA, 67, economista, é o governador de São Paulo. Foi senador pelo PSDB-SP (1995-2002) e ministro do Planejamento e da Saúde (governo Fernando Henrique Cardoso) e prefeito de São Paulo (2005-2006).</em></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">                     A posição de Luiz Nassif, muito interessante, a ser considerada:</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Na Folha, o governador José Serra deixa de lado qualquer veleidade de analisar a diplomacia brasileira de forma mais ampla e endereça um duro ataque ao fato do país receber um integrante do “eixo do mal” e um governante que ignora o holocausto.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Serra é suficientemente preparado e pragmático para entender que a tática de </em><em>aproximação com o Irã é uma maneira de tentar conter seu radicalismo, de manter as portas abertas com o Ocidente. Aliás, o próprio Barack Obama, em conversa com Lula, entendeu isso, segundo cobertura da própria mídia brasileira.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Qual a razão, então? Simples: ao lado de Delfim, Serra sempre foi o político mais apoiado pela colônia israelita, especialmente a que se reúne na poderosa sinagoga nas imediações da Consolação.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Há muito tema mais sofisticado para levantar, muita loa legítima que pode ser feita aos valores dos judeus. Um chamamento à paz no Oriente Médio, por exemplo. Um artigo objetivo sobre o direito de Israel à existência e uma defesa da coexistência com os palestinos. Mas o novo Serra continua em pânico quanto a qualquer dividida. Defender teses próximos aos judeus liberais poderia descontentar os conservadores. Defender teses dos conservadores, poderia descontentar os liberais.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Então, pau na visita do presidente do Irã, que contenta a todos, mesmo à custa do empobrecimento da análise política.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;">                Serra, segundo Nassif, é apoiado pela “colônia israelita, especialmente a que se reúne na poderosa sinagoga nas imediações da Consoloação”.</p>
<p style="text-align:justify;">                Na nossa análise, talvez também em função desse apoio judeu, Serra tenta desqualificar a tentativa do governo brasileiro de se aproximar do Irã. Está muito correto Nassif, e outros que qualificam as palavras de Serra de qualquer maneira inoportunas. Ele não discute o cerne da questão, apenas tenta desqualificar o governo em seu intuito de aproximação com o Oriente. Muito embora alguns de seus argumentos sejam consideráveis, eles aparecem no lugar errado. Não servem para desqualificar a vistisa de Ahmadinejad. Houve verdadeiros indícios de fraudes na reeleição de Mahmoud Ahmadinejad, seu governo está longe de ser considerado, aos moldes ocidentais, democrático, e a sua posição quanto ao Holocausto judeu é controversa. Entretanto, nenhum desses argumentos, mesmo que se prove sua veracidade, são convincentes para desqualificar uma visita de um chefe de estado. Até pelo contrário, servem mais como argumentos para um possível diálogo, como alega o governo brasileiro em sua defesa pela visita.</p>
<p style="text-align:justify;">                A posição do governo não é tão clara como quer a imprensa e não é tão simples como divulgou Marco Aurélio Garcia no seguinte artigo, também da Folha:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<div style="text-align:justify;"><em>A PAZ DESEJÁVEL – MARCO AURÉLIO GARCIA (26-011-09)</em></div>
<p style="text-align:justify;"><em>
<p>&#160;</p>
<p></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quem governa um Brasil, ou quer governar, sabe que há temas de política externa que não podem ser objeto de oportunismo eleitoral</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>NO ESPAÇO de duas semanas, o Brasil recebeu as visitas dos presidentes de Israel, da Autoridade Palestina e do Irã. Não é ocasional a presença em nosso país de três atores-chave do conflito que há décadas infelicita o Oriente Médio.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Os três governantes -cada um a sua maneira- viram na diplomacia brasileira, especialmente no presidente Lula, uma possibilidade de, por meio do diálogo, avançar no caminho de uma solução negociada para um conflito que transcende a dimensão puramente regional. Ele ameaça a paz no mundo.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Essa é também a percepção de muitos líderes mundiais. O presidente norte-americano, Barack Obama, nas conversações mantidas com Lula e em recentíssima carta a ele enviada, reitera o papel que o Brasil poderá ter na busca de uma solução de paz para o Oriente Médio -aí incluindo suas conversas com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Mas essa não é a percepção de quem defende uma política externa minimalista, para não dizer subserviente. Nela, as grandes potências se ocupariam dos grandes temas enquanto os demais países se ocupariam do resto. Assuntos como esse não poderiam ser tratados pelos “vira-latas” aos quais se referia Nelson Rodrigues ao analisar o comportamento de certos brasileiros, vítimas de complexo de inferioridade.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quando o governo organizou a cúpula América do Sul-Países Árabes em 2005, essas mesmas vozes se fizeram ouvir. Para que essa reunião? Haviam criticado, em 2003, a viagem de Lula ao Oriente Médio, aí incluindo a Líbia. As críticas sumiram quando Tony Blair [ex-premiê britânico], José María Aznar [ex-premiê espanhol] e Silvio Berlusconi [premiê italiano] também fizeram o caminho de Trípoli semanas após.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Durante a crise de Gaza, no começo deste ano, o presidente Lula determinou que o chanceler Celso Amorim visitasse o Oriente Médio e se entrevistasse com os líderes políticos da região em busca de alternativas. Houve quem buscasse ridicularizar a missão, qualificando-a de megalômana.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>A persistência do impasse na região, seu potencial explosivo e a pertinência de nossas propostas mostraram o acerto daquela iniciativa.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>A tese defendida pelo presidente Lula era (e é) a de que havia necessidade de “arejar” as negociações no Oriente Médio. A inclusão de novos interlocutores poderia dar aos entendimentos uma credibilidade hoje inexistente.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Outros países, como a África do Sul, a Índia e o próprio Brasil -para só citar três que não ocupam lugares permanentes no Conselho de Segurança- podem contribuir para lograr o que até agora os interlocutores de sempre, sozinhos, não conseguiram.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O Brasil tem posições claras. Defende a existência de dois Estados -o Palestino e Israel- viáveis e seguros, com base nas fronteiras de 1967.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Coincide com Shimon Peres [presidente de Israel] e Mahmoud Abbas [presidente da Autoridade Nacional Palestina] sobre a necessidade de trocar terra por paz.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Nossa diplomacia está segura de que a imensa maioria das populações afetadas pelo conflito -judeus e palestinos- anseiam pela paz.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O Brasil condena todos os que se opõem à existência do Estado de Israel. Repudia todas as formas de terrorismo. Insta Tel Aviv a suspender novos assentamentos e construções nos território ocupados e a acatar as resoluções das Nações Unidas.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Metaforicamente, o presidente Lula tem citado a boa convivência de árabes e judeus em nosso país como um paradigma a ser seguido mundo afora.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quem governa um país como o Brasil -ou quem quer governar- sabe, ou deveria saber, que os temas de política externa, sobretudo quando envolvem questões maiores, como a paz no mundo, não podem ser objeto de oportunismo eleitoral.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O diálogo que o governo brasileiro tem mantido com as comunidades árabe e israelita em nosso país e na América Latina é transparente e não deixa dúvidas sobre nossas posições, seja sobre temas de natureza histórica -como o Holocausto-, seja sobre questões mais recentes, elas também dolorosas.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Essa cristalina transparência difere das águas turvas dentro das quais pescadores lançam suas iscas. Mais para atrair incautos eleitores do que para oferecer alternativas.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>MARCO AURÉLIO GARCIA, 68, é assessor especial de Política Externa do presidente da República e professor licenciado do Departamento de História da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Foi secretário de Cultura do município de São Paulo (gestão Marta Suplicy).</em></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">               Marco Aurélio está correto em alguns pontos. Mas, pode-se dizer que, <em>a</em> <em>priori</em>, o Governo brasileiro não veem fazendo as coisas como manda o figurino, e o que é mais interessante, propositadamente.</p>
<p style="text-align:justify;">              Primeiro, Marco Aurélio está correto, historicamente falando, em defender a existência de um estado palestino, e as fronteiras de 1967. O resto é retórica: a defesa do fim do terrorismo; o reconhecimento do Holocausto judeu; a forma pacífica como vivem árabes e judeus no território brasileiro (veja-se que aqui eles não disputam por território – uma das causas dos conflitos), etc.</p>
<p style="text-align:justify;">             O que não foi dito: o Governo brasileiro quer demonstrar que cansou de ser coadjuvante nas políticas internacionais, das grandes decisões que tomam os países desenvolvidos membros do Conselho de Segurança da ONU. Em razão de Lula ter sido ignorado nos seus diversos discursos, no sentido de demonstrar que o Brasil está preparado para assumir uma cadeira permanente no Conselho de Segurança, as diversas visitas que o governo fez, e que recebeu, de líderes do Oriente Médio, são também, além dos interesses econômicos, uma tentativa de demonstrar que o modelo vigente, do Conselho de Segurança da ONU, tem pouco efeito quanto às questões do Oriente Médio. E que, se o presidente do Irã aceitou conversar com Lula porque este respeita aquele, e vice-versa, significa que o Brasil pode sim ter um papel importante no desenvolver dos acontecimentos no Oriente Médio.</p>
<p style="text-align:justify;">            Em suma, Lula quer demonstrar que ao contrário dos Países desenvolvidos que fazem parte do Conselho de Segurança, ele tem uma linha de comunicação com o Irã. Estabelecida esta linha, bastará esperar o desencadear dos acontecimentos - ainda na visão do governo. Pois, poderá chegar um momento em que as negociações tenham de passar necessariamente pela mediação do Brasil, &#8211; que por sua vez ganhará sua medalha.</p>
<p style="text-align:justify;">            Nesse sentido, o que declarou Marco Aurélio está de todo correto: “outros países, como a África do Sul, a Índia e o próprio Brasil -para só citar três que não ocupam lugares permanentes no Conselho de Segurança- podem contribuir para lograr o que até agora os interlocutores de sempre, sozinhos, não conseguiram”.</p>
<p style="text-align:justify;">            O que o Brasil está deixando de considerar, se deseja <em>lograr</em> essa importância, é que o assunto da paz no Oriente Médio é tortuoso, complexo. Só para citarmos um dos grandes empecilhos: a paz no Oriente Médio, mais especificamente entre palestinos e judeus, não pode ser gerada somente através de um acordo assinado entre os dois governos (no qual o governo brasileiro queira pretender ser o mediador) – há mais do que isso. Uma considerável parcela da população de ambos os lados, já perdeu pessoas próximas, parentes e amigos. Esse ódio se renova a cada dia, e a vingança também. Como acalmar essas pessoas, como demonstrar a elas que deixem de lado as mortes e a vingança, as perdas que sofreram para cultivarem uma paz! Suas vidas, em grande medida, foram ditadas por esses acontecimentos. Não será tão fácil fazê-las parar completamente agora e tomarem outro caminho. Assim também será com a parte da população mais rebelde, com os extremistas. Possivelmente esses não respeitarão um acordo de paz que não venha de encontro aos seus ideais, a sua vontade.</p>
<p style="text-align:justify;">             O Brasil até pode conseguir a mediação de paz no Oriente Médio, logrando o que os outros países membros do Conselho de Segurança não conseguiram, mas precisa considerar que essa paz não é tão simples quanto um acordo entre chefes de estado que não conseguem responder plenamente pelo seu povo.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">__________________________________</p>
<hr size="1" />
<p style="text-align:justify;"><a href="http://dominusliminis.wordpress.com/wp-admin/post-new.php#_ftnref1">[1]</a> FINKELSTEIN, Norman G. <em>A Indústria do Holocausto: Reflexões sobre a exploração do sofrimento dos judeus</em>. Ed. Record, 2001.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Muestra Iluminaciones [0] violencia... y vamos por más...]]></title>
<link>http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/2009/11/25/muestra-iluminaciones-0-violencia-y-vamos-por-mas/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 06:08:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>hugoalfredohinojosa</dc:creator>
<guid>http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/2009/11/25/muestra-iluminaciones-0-violencia-y-vamos-por-mas/</guid>
<description><![CDATA[Noroeste/Redacción 24-11-2009 CULIACÁN.- La obra Iluminaciones, de Hugo Alfredo Hinojosa, bajo la di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="tamano4" style="text-align:left;"><a href="http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/files/2009/11/imagen.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-419" title="Iluminaciones [0] durante el montaje en Culiacán..." src="http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/files/2009/11/imagen.jpeg" alt="" width="497" height="372" /></a></div>
<div style="text-align:left;"></div>
<div style="text-align:left;"><a href="http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/files/2009/11/iluminaciones-mnt-8.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-432" title="Iluminaciones MNT 8" src="http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/files/2009/11/iluminaciones-mnt-8.jpg" alt="" width="497" height="372" /></a></div>
<div style="text-align:left;"></div>
<div style="text-align:left;">Noroeste/Redacción</div>
<div style="text-align:left;">
<div>24-11-2009</div>
</div>
<p style="text-align:left;">CULIACÁN.- La obra Iluminaciones, de Hugo Alfredo Hinojosa, bajo la dirección de Alonso Barrera, fue presentada por el grupo La Fábrica, de Querétaro, en el teatro Socorro Astol, como parte de la trigésima Muestra Nacional de Teatro.<br />
Una de las compañías más numerosas de las 24 que participaron en el evento, trajo a la escena el tema del terrorismo, la violencia y el horror a la guerra, a través de un elenco joven que a través de murmullos y voces indeterminadas emergían de figuras fantásticas que se desenvolvían en el escenario.<br />
Situada en cualquier parte del mundo, con la problemática de insensibilidad que se ve a nivel global, la puesta en escena muestra a víctimas y victimarios con la utilización de máscaras, a través de una visión surreal y onírica de la realidad.<br />
Una de las escenas que captaron la atención del público fue la que protagonizan dos personajes con máscara de tiras cómicas, uno de ellos, una niña con un globo en la mano y un hombre vestido de negro con un antifaz y con unas tijeras amenazantes en su mano.<br />
Aunque sin textos, el momento que duró apenas unos tres minutos captó la atención del público, y mostró la esencia de la trama de la historia, en la que la actitud del adulto da una muestra de insensibilidad.<br />
El performance incluyó grabaciones realizadas en España, Inglaterra, República Dominicana y México.</p>
<p>REPARTO<br />
En el montaje presentado como parte de la Muestra Nacional participaron:<br />
Natalia Gómez<br />
Isabel Aguerrebere<br />
Sara Montero<br />
Liliana García<br />
Mariano Avilés<br />
Daniel Álvarez<br />
Antonio Soria<br />
Natalia Vázquez<br />
Antonio Villanova<br />
Mariana Vázquez</p>
<p style="text-align:left;">Pueden ver imágenes del montaje en Culiacán <a href="http://www.noroeste.com.mx/publicaciones.php?id=532837" target="_blank">aquí&#8230;</a></p>
<p style="text-align:left;">
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:766px;width:1px;height:1px;">Vivir una Muestra Nacional ha representado una oportunidad única. Desde el trabajo en el Socorro Astol (con los mejores técnicos del mundo, preocupados por resolver en todo momento y no entorpecer, qué lujo de verdad) hasta dos funciones excelentes, aplaudidas por propios y extraños, con un grupo de trabajo inigualable. Nahum Rodríguez, nuestro jefe de staff se convirtió en una pieza indispensable para resolver todo lo técnico, es un maestro y alguien a quien requeriremos frecuentemente sin duda. El elenco escénico, vistos en contraste con el resto de los participantes de la Muestra asombran en juventud. Fue un momento para recapitular que mi trabajo se impregna siempre de gente fresca, y en este caso, profesional y muy talentosa. Estos chicos me llenan de orgullo, me conmueven, me retan y refrendan mi compromiso por sorprenderlos e inspirarlos. Fue una jornada de trabajo interminable e intensa, pero de una belleza extraordinaria. Estar en penumbra entre butacas vacías, mirando cómo se construye la luz, el sonido y la forma es simplemente maravilloso, una sensación única. El resultado de esta puesta fue mucho más contundente teniendo los recursos de un teatro equipado a la mano. ILUMINACIONES se vio como quería que se viera desde el inicio del proceso de trabajo. Gracias a Hugo por su infinita generosidad, por su amistad, talento y apoyo. Gracias a los artistas que han colaborado en la construcción de un objeto tan arriesgado, que ha dado pasos agigantados desde hace casi 7 meses: Manuel Naredo, mi querido Carlos Campillo, Valeria Maldonado, Ana Martha Cano, Ana Teresa Vázquez, Yasil, Fabián Orozco, Andrea, Lili, Vania, Eduardo, Santi Prado, la producción de Hábitat, a nuestros patrocinadores&#8230; Gracias a Alma Rosa, Edgar Chías y el incorregible Salvador, Raquel, por hacer posible nuestra visita&#8230; Es una lista muy larga, y no quiero omitir a nadie. ILUMINACIONES ha sido, como nos dijo alguien en el teatro: Un regalo. Un regalo profesional y personal, que queda ahí, en la suma de estos momentos inolvidables.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre Ahmadinejad]]></title>
<link>http://pensarpoliticamente.wordpress.com/2009/11/24/sobre-ahmadinejad/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 02:12:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>mpassosbr</dc:creator>
<guid>http://pensarpoliticamente.wordpress.com/2009/11/24/sobre-ahmadinejad/</guid>
<description><![CDATA[Fiquei de voltar aqui ainda ontem, mas não deu. O dia foi péssimo, e culminou com o “bolo” que o pre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Fiquei de voltar aqui ainda ontem, mas não deu. O dia foi péssimo, e culminou com o “bolo” que o pre]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mahmoud Ahmadinejad no Brasil]]></title>
<link>http://postologoexisto1.wordpress.com/2009/11/24/mahmoud-ahmadinejad-no-brasil/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:57:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>brunogomezrodrigues</dc:creator>
<guid>http://postologoexisto1.wordpress.com/2009/11/24/mahmoud-ahmadinejad-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[Ontém o presidente Lula recebeu o  presidente do I.R.A., ops, quer dizer, Irã,  o senhor Mahmoud Ahm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ontém o presidente Lula recebeu o  presidente do I.R.A., ops, quer dizer, Irã,  o senhor Mahmoud Ahm]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ahmadinejad: Israel e EUA ‘não têm coragem’ de atacar o Irã]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/11/24/ahmadinejad-israel-e-eua-%e2%80%98nao-tem-coragem%e2%80%99-de-atacar-o-ira/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:58:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>gleika</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/11/24/ahmadinejad-israel-e-eua-%e2%80%98nao-tem-coragem%e2%80%99-de-atacar-o-ira/</guid>
<description><![CDATA[BBC Brasil &#8211; 23/11/2009 O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, disse nesta segunda-feira qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[BBC Brasil &#8211; 23/11/2009 O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, disse nesta segunda-feira qu]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil: Protagonismo Mundial]]></title>
<link>http://contextualizado.wordpress.com/2009/11/24/brasil-protagonismo-mundial/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 07:55:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>jlzasso</dc:creator>
<guid>http://contextualizado.wordpress.com/2009/11/24/brasil-protagonismo-mundial/</guid>
<description><![CDATA[Em 1947, a II Assembleia Geral da ONU, presidida pelo brasileiro Osvaldo Aranha, aprovava o Plano pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Em 1947, a II Assembleia Geral da ONU, presidida pelo brasileiro Osvaldo Aranha, aprovava o Plano pa]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mahmoud Ahmadinejad (3)]]></title>
<link>http://gustavosirelli.wordpress.com/2009/11/24/mahmoud-ahmadinejad-3/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 04:17:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gustavo Sirelli</dc:creator>
<guid>http://gustavosirelli.wordpress.com/2009/11/24/mahmoud-ahmadinejad-3/</guid>
<description><![CDATA[Quem diria que eu, um dia, iria reproduzir aqui algo publicado pela Veja? Pois é, às vezes a gente q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Quem diria que eu, um dia, iria reproduzir aqui algo publicado pela Veja? Pois é, às vezes a gente q]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mahmoud Ahmadinejad (2)]]></title>
<link>http://gustavosirelli.wordpress.com/2009/11/24/mahmoud-ahmadinejad-2/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 04:07:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gustavo Sirelli</dc:creator>
<guid>http://gustavosirelli.wordpress.com/2009/11/24/mahmoud-ahmadinejad-2/</guid>
<description><![CDATA[Eis que não só aceitei a provocação que recebi, como ainda gastei boa parte do meu dia lendo sobre a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Eis que não só aceitei a provocação que recebi, como ainda gastei boa parte do meu dia lendo sobre a]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diga-me com quem andas...]]></title>
<link>http://amarildocharge.wordpress.com/2009/11/24/diga-me-com-quem-andas/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 02:01:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>amarildocharge</dc:creator>
<guid>http://amarildocharge.wordpress.com/2009/11/24/diga-me-com-quem-andas/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://amarildocharge.wordpress.com/files/2009/11/blog24.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-716" title="Lula Ahmadinejad Chavez Visita Brasil Com Quem Andas" src="http://amarildocharge.wordpress.com/files/2009/11/blog24.jpg" alt="" width="500" height="335" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imágenes en video de Anne Frank]]></title>
<link>http://carteleradehistoria2.wordpress.com/2009/11/23/imagenes-en-video-de-anne-frank/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 22:10:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>carteleradehistoria2</dc:creator>
<guid>http://carteleradehistoria2.wordpress.com/2009/11/23/imagenes-en-video-de-anne-frank/</guid>
<description><![CDATA[Informa el diario español El País en su edición digital del 8/10/2009: &#8220;En la grabación, la jo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Informa el diario español El País en su edición digital del 8/10/2009: &#8220;En la grabación, la jo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DE QUE SE TRATA?]]></title>
<link>http://blogboanoiteeboasorte.wordpress.com/2009/11/23/de-que-se-trata/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 20:25:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jason Stone</dc:creator>
<guid>http://blogboanoiteeboasorte.wordpress.com/2009/11/23/de-que-se-trata/</guid>
<description><![CDATA[Me perdoem ter que inserir em meu blog essa caricatura que atende pela alcunha de Mahmoud Ahmadineja]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Me perdoem ter que inserir em meu blog essa caricatura que atende pela alcunha de Mahmoud Ahmadineja]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Herança da Memória]]></title>
<link>http://anatomiadozeroinfinito.wordpress.com/2009/11/23/a-heranca-da-memoria/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:00:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Heleno</dc:creator>
<guid>http://anatomiadozeroinfinito.wordpress.com/2009/11/23/a-heranca-da-memoria/</guid>
<description><![CDATA[Porque é na tomada de consciência dos mais novos e dos mais jovens que se evitam repetições dos erro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Porque é na tomada de consciência dos mais novos e dos mais jovens que se evitam repetições dos erros na história, <a href="http://w3.memoshoa.pt/" target="_blank">este site</a> é de visita obrigatória para não apenas para educadores e professores, mas igualmente para os pais que igualmente devem partilhar essa responsabilidade. Como já referi em relação a Auschwitz, todas as informações sobre o holocausto, assim como todos os locais devem ser preservados, pois o património da humanidade é feito das suas conquistas, mas igualmente dos seus erros mais cruéis, de onde as lições devem permanentemente emergir.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula recebe líder do Irã em visita cercada de polêmica]]></title>
<link>http://pensarpoliticamente.wordpress.com/2009/11/23/lula-recebe-lider-do-ira-em-visita-cercada-de-polemica/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 11:32:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>mpassosbr</dc:creator>
<guid>http://pensarpoliticamente.wordpress.com/2009/11/23/lula-recebe-lider-do-ira-em-visita-cercada-de-polemica/</guid>
<description><![CDATA[Obs.: volto mais tarde para comentar a notícia. O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, faz nesta ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Obs.: volto mais tarde para comentar a notícia. O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, faz nesta ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gritaria]]></title>
<link>http://ilhadeconcreto.wordpress.com/2009/11/23/gritaria/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 08:50:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>ilhadeconcreto</dc:creator>
<guid>http://ilhadeconcreto.wordpress.com/2009/11/23/gritaria/</guid>
<description><![CDATA[Assistimos pela imprensa uma grita geral em torno da visita do presidente iraniano ao País, que, até]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Assistimos pela imprensa uma grita geral em torno da visita do presidente iraniano ao País, que, até onde li, se dará por algumas horas desta segunda-feira (23 de novembro). Em especial, os judeus se lançam em contrário porque o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, nega, em tom de fanfarronice, o Holocausto. Assim, em memória dos seis milhões de mortos em campos nazistas na Segunda Guerra, faz-se a gritaria.</p>
<p>Outro ponto em desfavor do líder iraniano estaria a fraudulenta reeleição do sujeito como presidente do país, o que rendeu aos &#8220;insatisfeitos&#8221; a sanção da tortura e da morte, as quais a imprensa de lá ficou impedida de exibir por conta da censura. </p>
<p>Com a visita do iraniano, Lula quer capitalizar. Espera dialogar com o colega iraniano sobre o uso pacífico da energia nuclear e sobre acordos bilaterais que poderiam render algum dinheiro ao Brasil. Por outra, quer sinalizar ao mundo que o nosso país, independentemente de crenças &#8211; quais sejam elas &#8211; pode e deve dialogar, mesmo com os mais divergentes líderes mundiais, em favor da paz. </p>
<p>Na prática petista, tudo muito legal a ponto de chamar a atenção de que, com um gesto desses, o Brasil é sim merecedor de uma vaga fixa no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). ONU que, aliás, não cansa de fazer sanções ao Irã por conta de seus projetos nucleares cuja finalidade não parece clara.</p>
<p>Se Lula deve ou não deve receber Mahmoud Ahmadinejad, respondo apenas que o senhor da guerra George W.Bush nos visitou aqui com pompa e circunstância mais de uma vez. O mesmo vale para o italiano Cesare Battisti, que não só foi recebido como aqui permanecerá, mesmo tendo assassinado duas pessoas na Itália em circunstâncias que se sugerem &#8220;políticas&#8221;. </p>
<p>Ante tamanha hospitalidade, como negar, mesmo por algumas horas, estada a Mahmoud Ahmadinejad?</p>
<p><b>Anderson Passos</b>     </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[enciclopedia del Holocausto]]></title>
<link>http://introfilosofia.wordpress.com/2009/11/22/enciclopedia-del-holocausto/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:54:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>introfilosofia</dc:creator>
<guid>http://introfilosofia.wordpress.com/2009/11/22/enciclopedia-del-holocausto/</guid>
<description><![CDATA[http://www.ushmm.org/wlc/es/  Esta página contiene una información imprescindible para quien quiera ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone" title="quemar libros calificados &#34;no alemán&#34;. Berlín, Alemania, 10 de mayo de 1933." src="http://www.ushmm.org/lcmedia/photo/lc/image/73/73492.jpg" alt="" width="486" height="368" /></p>
<p><a href="http://www.ushmm.org/wlc/es/">http://www.ushmm.org/wlc/es/</a> </p>
<p>Esta página contiene una información imprescindible para quien quiera conocer el proceso de la persecución y asesinato masivo(Holocausto) del pueblo judío y otros grupos y etnias en la era de la Europa sometida al nazismo alemán</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Españolas y españoles bajo la bestia nazi]]></title>
<link>http://introfilosofia.wordpress.com/2009/11/22/espanolas-y-espanoles-bajo-la-bestia-nazi/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:08:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>introfilosofia</dc:creator>
<guid>http://introfilosofia.wordpress.com/2009/11/22/espanolas-y-espanoles-bajo-la-bestia-nazi/</guid>
<description><![CDATA[http://www.ceibm.org/exilio.html  Información,textos,testimonios de españoles y españolas bajo el ho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone" title="campo de exterminio nazi en Matthausen" src="http://www.ceibm.org/images/mauthausen.jpg" alt="" width="396" height="235" /></p>
<p><a href="http://www.ceibm.org/exilio.html">http://www.ceibm.org/exilio.html</a> </p>
<p>Información,textos,testimonios de españoles y españolas bajo el horror nazi</p>
<p>Desde los hechos de la II Guerra Mundial, del horror nazi y su proyecto de eliminación total de judíos y otros seres humanos considerados por ellos inferiores,tales como gitanos,comunistas,etc,y el lanzamiento de dos bombas atómicas en japón, surge una hondísima brecha en toda la tradición de la filosofía nacida en la Atenas de Platón y su maestro Sócrates&#8230;</p>
<p>Acaso nunca se podrá salir de esas heridas que afectan grave y profundamente al quehacer de la Etica,de la Moral y del derecho&#8230;</p>
<p>Sin embargo es posible tratar de hacer una filosofía crítica para buscar por todos los medios a nuestro alcance que esta barbarie sea imposible de volver jamás a ser algo siquiera pensable, ni mucho menos algo real</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OTRAS LECTURAS: UNOS POR OTROS]]></title>
<link>http://reflexionespersonales.wordpress.com/2009/11/22/otras-lecturas-unos-por-otros/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 20:26:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>reflexionespersonales</dc:creator>
<guid>http://reflexionespersonales.wordpress.com/2009/11/22/otras-lecturas-unos-por-otros/</guid>
<description><![CDATA[Con Unos por otros; RBA, 2008 se cierra la tetralogía Berlín Noir de Philip Kerr. Es una pena porque]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Con <strong><em>Unos por otros</em></strong>; RBA, 2008 se cierra la tetralogía <strong><em>Berlín Noir</em></strong> de <strong><em>Philip Kerr</em></strong>. Es una pena porque nuestro detective Bernhard Gunther podrá haber dado un poco más de sí. En esta última entrega afronta una de las consecuencias de la segunda guerra mundial y es la “desaparición”, la “invisibilidad” de los responsables nazis de las atrocidades que se cometieron durante el conflicto.</p>
<p style="text-align:justify;">Diversas organizaciones, unas conformadas con elementos del propio ejército alemán y que pretendían mantener vivo el nazismo con la esperanza de volver; también colabora activamente en esa “invisibilidad”; otras como la iglesia católica que pone sus medios a disposición de quienes querían emprender una “nueva vida”. <strong><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Frederick_Forsyth"><em>Frederick Forsyth</em></a> </strong>en su novela <strong><em>Odessa</em></strong>, 1972 cuenta el entramado urdido para hace desaparecer a esos personajes; <a href="http://www.raoulwallenberg.net/?es/articulos/argenazis/11010401/1101040101.htm"><strong><em>Uki Goñi</em></strong></a>, periodista en <strong><em>La auténtica Odessa</em></strong>, Paidós, 2002 hace un recorrido por la auténtica Odessa y la participación de la Iglesia con la complicidad del gobierno argentino, Juan Domingo Perón, admirador de los regímenes fascistas de Europa. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Daniel_Goldhagen"><strong><em>Daniel Jonah Goldhagen</em></strong> </a>en <strong><em>La Iglesia Católica y el Holocausto</em></strong>, Taurus, 2002, confirma la tesis mayor, Pío XII fue “un colaborador nazi” y así podríamos seguir ofreciendo ejemplo de trabajos, ficción o no sobre este escabroso asunto, Kerr aporta una versión novelada interesante, creíble y muy bien documentada; el lector se sentirá dentro de la piel de nuestro detective particular y los golpes que recibe, casi nos duelen a nosotros.</p>
<p style="text-align:justify;">Ya casi no me queda nada más que decir de “Bernie”, ya hay confianza, así que les dejo con algunos párrafos de esta obra. Espero que les resulten interesantes.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong><em>“Comenzaron a oírse pasos junto al confesionario. El padre Gotovina descorrió la cortina y se mezcló con los fieles. Esperé un minuto y salí santiguándome únicamente para no llamar la atención. Me parecía una estupidez. Otro comportamiento peculiar de los humanos que incluir en los textos de antropología. Como mecerse frente a una pared, arrodillarse en la dirección de una ciudad de Oriente Medio o levantar el brazo a frente y gritar “Sieg Heil”. Ninguno de aquellos gestos significaba nada más que problemas para otra gente. Si algo me ha enseñado la historia es que resulta peligroso creer en algo con demasiado fervor. Sobre todo en Alemania. Nuestro problema es que nos tomamos las creencias demasiado en serio.” [ob. cit; pág 153.]</em></strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Noticias desde la XXX Muestra Nacional de Teatro]]></title>
<link>http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/2009/11/22/noticias-desde-la-xxx-muestra-nacional-de-teatro/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 17:24:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>hugoalfredohinojosa</dc:creator>
<guid>http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/2009/11/22/noticias-desde-la-xxx-muestra-nacional-de-teatro/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Entrevista a Alonso Barrera con motivo de la presentación de Iluminaciones [0] en la XXX Mues]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/files/2009/11/img_1430.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-364" title="Iluminaciones [o] dirigida por Alonso Barrera" src="http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/files/2009/11/img_1430.jpg" alt="" width="480" height="492" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>Entrevista a <a href="http://alonsobarrera.blogspot.com/" target="_blank">Alonso Barrera</a> con motivo de la presentación de <a href="http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/iluminaciones-0/" target="_blank"><em>Iluminaciones [0]</em></a> en la XXX Muestra Nacional de Teatro en Sinaloa. Aquí un fragmento, se puede leer la entrevista completa en la página de <a title="Iluminaciones - Teatro Mexicano" href="http://www.teatromexicano.com.mx/revista/articulo.php?id=181" target="_blank">Teatro Mexicano</a>.</p>
<p>Hace cinco años Alonso Barrera llevó a escena su primera obra con alumnos de secundaria, fue tan conmovedor lo que logró con tan pocos recursos en aquella <em>Bodas de Sangre</em> que ganó el concurso de Teatro Estudiantil en Querétaro. Desde entonces Barrera se dedicó al teatro y ya tiene gran distancia con aquellos adolecentes leyendo acotaciones. Ahora tiene un teatro propio, <em>La Fábrica</em> ya pasó por una <em>casa de Bernarda Alba</em> y un <em>Woysek</em> que recibió muy bien el público. Desde entonces tenía una sensibilidad dancística en sus obras, cada vez ha desarrollado y ha abandonado los clásico hasta llegar a lo que presenciaremos en esta Muestra, <em>Iluminaciones</em> de Hugo Alfredo Hinojosa.</p>
<p>Sobre está obra Alonso Barrera comentó: “No me imaginé, cuando trabajamos para la Muestra Nacional de la Joven Dramaturgia, que el trabajo pudiera tener esta resonancia. La verdad es que se trata de una apuesta experiemental que de entrada en la Muestra de la Joven Dramaturgia, mucha gente quedó sorprendida porque es algo muy poco teatral. Realmente está muy cerca del performance, cerca de la danza, son varios lenguajes, por lo mismo nunca me imaginé llegar a a Muestra Nacional de Teatro, estamos muy contentos todos en el equipo.</p>
<p>“<em>Iluminaciones</em> es consecuencia de los últimos trabajos que he hecho, el último <em>Once upon a time in West Asphixia</em> de Angélica Lidell, que hicimos también para la Muestra Nacional de la Joven Dramaturgia del año pasado tenía un trabajo corporal muy fuerte. <em>Iluminaciones</em> me parece un texto muy surreal, aunque tiene un ancla muy fuerte en la realidad y en el mundo cotidiano, pero visitado desde una óptica onírica y surreal, por lo que me pareció el texto adecuado para probar cómo funcionaría que los diálogos nos fueran directamente de los personajes, sino que pareciera que emanan de los cuerpos escénicos. Cuál sería la búsqueda, pues simplemente encontrar en el movimiento la significación de los textos y por ello se trabajo con un equipo formado en la danza.</p>
<p>(&#8230;)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El "antifascismo" criminal y el atentado contra David Irving]]></title>
<link>http://projectwp.wordpress.com/2009/11/21/el-antifascismo-criminal-y-el-atentado-contra-david-irving/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 06:16:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>projectwp</dc:creator>
<guid>http://projectwp.wordpress.com/2009/11/21/el-antifascismo-criminal-y-el-atentado-contra-david-irving/</guid>
<description><![CDATA[No he podido prestar la debida atención a éste blog así que ofrezco formalmente una disculpa a los l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">No he podido prestar la debida atención a éste blog así que ofrezco formalmente una disculpa a los lectores por los posts a los que no he podido dar seguimiento ni continuación como ocurrió sobre mi artículo acerca de la <a href="http://projectwp.wordpress.com/2009/11/13/un-poquito-sobre-sionismo-y-su-colaboracion-con-los-nazis/">alianza entre los <strong>nazis</strong> y las <strong>organizaciones sionistas</strong></a> de Europa durante el auge del <strong>Tercer Reich.</strong> Hace unos días, al visitar la página del <a href="http://projectwp.wordpress.com/tag/david-irving/" target="_blank">polémico historiador David Irving</a> me encontré con la noticia de que la página había sido atacada y destruida por &#8220;<em>los enemigos de la libre expresión</em>&#8220;.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Es de esperarse que, en nombre del &#8220;antifascismo&#8221; y el &#8220;<em>mundo democrático</em>&#8221; algunos grupos se dejan financiar por organizaciones <a href="http://projectwp.wordpress.com/tag/sionismo/" target="_blank">sionistas</a> para eliminar a uno de sus enemigos más reconocidos a nivel mundial. David Irving es aquel prestigioso historiador cuya carrera comenzó a correr peligro cuando escribió un libro acerca de <a href="http://projectwp.wordpress.com/tag/adolf-hitler/" target="_blank">Adolf Hitler</a> basado completamente en fuentes de primera mano y documentos originales de la época (algo que pocos historiadores han hecho) y descubrió algo que, en sus tiempos, le resultó desconcertante y es el hecho de que no existía <strong>ni un sólo documento que vinculara a Hitler con el <a href="http://projectwp.wordpress.com/tag/holocausto/" target="_blank">Holocausto</a></strong>, no existe orden firmada por Hitler para el exterminio sistemático de los judíos europeos, existen unas órdenes  para la ejecución de prisioneros de guerra soviéticos de raza judía (la mayoría de los bolcheviques eran judíos) e incluso existen órdenes de Hitler pidiendo que no se mate a personas de raza judía que llegaban a los campos de concentración cuando éstos ya había muchos prisioneros.</p>
<p style="text-align:justify;">Todo ésto, lo llevó a escribirle una carta a uno de los historiadores académicos mas reconocidos y objetivos de aquella época: <strong>El doctor Raul Hilberg</strong> la cual reproduzco a continuación:</p>
<blockquote><p>5th December 1975</p>
<p>Dear Sir,</p>
<p>I am an English historian and have completed a lengthy biography on Adolf Hitler based entirely on primary documentary sources. In connection with the final solution of the Jewish question I have run up a monumental difficulty, however, and I wonder if you with your expert knowledge can provide me with the evidence that I am seeking: is there any acceptable evidence linking Hitler himself with the order to exterminate European Jews? (There is such evidence linking him with the killing of Russian Jews and with the deportation of the European Jews to the East.)</p>
<p>The extraordinary thing is that after ten years reading the entire German records available I have found no such evidence, but only evidence to the contrary.</p>
<p>As my book is to be published by Viking Press and other publishers in a year&#8217;s time, I would be grateful if &#8211; since shortly the book goes to press &#8211; you could provide me with any assistance on this matter.</p>
<p>Yours faithfully,<br />
David Irving</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">La respuesta del Dr. Hilberg no se hizo esperar:</p>
<blockquote><p>December 12, 1975</p>
<p>Mr. David Irving<br />
81 Duke Street<br />
London W.1<br />
England</p>
<p>Dear Mr. Irving:</p>
<p>The question you raise has troubled me for a number of years, more so recently than before. About fifteen years ago, in a passage dealing with the famous Göring letter to Heydrich of July 31, 1941, I indicated that the order, while signed by Göring, was given by Hitler. Now I wish I had not put things in such definite terms. Even then I really meant to say &#8220;must have been given&#8221; by Hitler, but I had no direct evidence at that time nor do I have such proof at this late date to permit the flat assertion that Hitler originated the &#8220;final solution&#8221; through this letter.</p>
<p>You have probably studied the work of Uwe Dietrich Adam, Judenpolitik im Dritten Reich. Clearly he feels that the Göring letter was not an instruction to inaugurate the &#8220;final solution&#8221; as we now understand the term. To Adam the &#8220;final solution&#8221; was an expandable concept. If we accept that notion for a minute, we can even suppose that no single order for the total annihilation of European Jewry was ever given by anyone, including Adolf Hitler himself. Personally, I can no longer dismiss this thought completely.</p>
<p>My reasoning years ago was that Hitler, totally preoccupied with the Eastern front in the summer of 1941, would not in any case have written a directive (such as in the case of the euthanasia program), but that he probably told Göring to take care of the matter with the result that the aforementioned letter was written. I did not think (and still do not) that Hitler would have given a written letter to Göring and I therefore do not believe that such a paper will ever be found.</p>
<p>Adam, of course, raises the more profound question of whether there was ever a Hitler order, oral or written. It is true that in Jewish matters Hitler decisions turn up as often in vetoes (the Jewish star, the race pollution case against Katzenberger and Seiler and perhaps the proposed transport of Jews from Germany in August, 1941) as they do in positive instructions for action. Possibly, the destruction of the Jews was so drastic that it could only have occurred in an organic, evolutionary process, from vagueness to specificity, and in a very real administrative sense, from the bottom up.</p>
<p>I realize that this answer to your question is very frustrating but inasmuch as I do not have decisive documents, I thought that I should at least give you my indecisive thoughts.</p>
<p>I will be looking forward to your book.</p>
<p>Sincerely,</p>
<p>Raul Hilberg</p>
<p>RH/ha</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Como se pueden notar, incluso Raul Hilberg, quien fue considerado por muchos como uno de los historiadores del Holocausto más objetivos, admite que no existió jamás dicha orden, lo curioso del caso es que en su libro <em>The destruction of european jews</em> con el que ganó prestigio y reputación afirma que existieron dos órdenes de Hitler para el exterminio de los judíos, una ordenando su eliminación a sangre fría en los guettos y la otra para su exterminio en campos de concentración, el problema fue que dichas órdenes fueron producto de su fantasía (por no decir mentira suya) y ello quedó al descubierto en los juicios contra Ernst Zündel en la década de los 80&#8217;s cómo lo comenta el Prof. Robert Faurisson en el siguiente vídeo:</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/YlzjEXuAzNI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/YlzjEXuAzNI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">Durante el transcurso de su carrera, Hilberg se caracterizó por su oposición al <a href="http://projectwp.wordpress.com/tag/sionismo/" target="_blank">sionismo</a> y a las leyes que proscribían al <a href="http://projectwp.wordpress.com/tag/revisionismo/" target="_blank">revisionismo del Holocausto</a> como un delito, lo más destacable fue su postura con respecto al Holocausto siendo él uno de los máximos expositores de la corriente <em>Funcionalista</em> que sostiene que el Holocausto &#8220;<em>no fue algo planeado</em>&#8221; sino que fue algo que <em>&#8220;solo se dio&#8221; </em>a diferencia de la intencionalista que sostiene que el Holocausto<em> &#8220;fue algo planeado&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Al respecto, Robert Faurisson opinó durante su discurso titulado <em>Las victorias del revisionismo</em> durante la Conferencia sobre el Holocausto en Teherán:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Hay que notar que a la manera de R. Hilberg, los historiadores oficiales, en los años 1980-1990, se ponen a abandonar la historia y a caer en la metafísica y la jerga. Se interrogan sobre el punto de saber si sería preciso ser &#8220;intencionalista&#8221; o &#8220;funcionalista&#8221;: ¿Debería suponerse que el exterminio de los judíos se produjo como consecuencia de una &#8220;intención&#8221; (no probada todavía) o según un plan concertado (todavía no encontrado) o bien este exterminio se produjo por sí mismo, espontáneamente y con improvisación, sin intención formal y sin ningún plan? Este tipo de controversia confusa da testimonio del desconcierto de historiadores que, incapaces de proveerse de pruebas y documentos en apoyo de sus tesis, se reducen a teorizar en el vacío. En el fondo, unos, los &#8220;intencionalistas&#8221;, nos dicen: &#8220;Ha tenido que haber necesariamente una intención y un plan que nosotros todavía no hemos encontrado pero que acaso descubriremos un día&#8221;, mientras que los otros nos afirman: &#8220;No hay necesidad de rebuscar las pruebas de una intención y de un plan porque todo ha podido pasar sin intención, sin plan y sin dejar huellas; tales huellas son inencontrables porque no han existido jamás&#8221;.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Para no desviarme del tema, dejo a criterio del lector lo referente a la polémica del revisionismo vs negacionismo y funcionalismo vs intencionalismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Continuaré mencionando que David Irving sostenía la tesis de que Hitler desconocía sobre el Holocausto y que fueron Himmler y otros jerarcas nazis los responsables directos de la tragedia ocurrida en campos de concentración, en su más reciente entrevista para el periódico El Mundo, David Irving ejemplifica su postura mencionando la anécdota de Karl Wolff y Himmler cuando Wolff le pregunta a Himmler <em>&#8220;¿Qué te pasa?&#8221;</em> y Himmler respondió <em>&#8220;Estoy haciendo algo que el mesías de los próximos 2000 años nunca sabrá&#8221;</em> obviamente se refería a Hitler.</p>
<p style="text-align:justify;">Irving demuestra su curiosidad e intriga planteando la siguiente reflexión:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">La pregunta clave es cuánto sabía Hitler de lo que hacían Himmler y las SS. Y la respuesta es que Himmler era muy cuidadoso de no decirle nada.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">A lo largo del tiempo, Irving a cambiado sus posturas, las ha radicalizado y las ha suavizado, hoy en día no muestra mucho interés acerca del Holocausto sus investigaciones nos han traido joyas valiosas como los diarios de Joseph Goebbels y las memorias ocultas de Adolf Eichmann. Irving sostiene que los nazis mataron millones de judíos durante la guerra pero que ésto no es una tragedia por el hecho de que las víctimas hayan sido judías, sino por que eran <strong>judíos inocentes</strong>. Irving afirma que la razón por la que aún es atacado y odiadio es por que el sionismo financiero-mediático no le ha podido vender la idea de los <em>seis millones</em> que es ampliamente aceptada <strong>sin fundamento alguno</strong> por los historiadores ortodoxos. Irving ha estado en prisión y ha sido presionado, amenazado y atacado a lo largo de su carrera desde la publicación de su polémica joya literaria <em>La guerra de Hitler</em>, atacado y odiado por ser de la gran corriente de personas con sentido común que sostenemos que el Holocausto ha sido utilizado y explotado con fines políticos y económicos por parte del sionismo y las potencias occidentales y es triste ver cómo la intolerancia y el terrorismo por parte de organizaciones que se dicen &#8220;antifascistas&#8221; e incluso sionistas pasan absolutamente desapercibidas por la &#8220;democracia&#8221; occidental.</p>
<p style="text-align:justify;">Ésta semana, cuando la página de David Irving (Focal Point Publications) se encontraba en reconstrucción y se estaban subiendo de nuevo los contenidos, ha habido otra ataque contra su derecho a pensar, opinar diferente y expresar sus ideas. Hoy me encuentro con un &#8220;aviso&#8221; impuesto por la organización &#8220;antifascista&#8221; que atacó y destruyó el contenido de las páginas web donde, de manera sin vergüenza e irresponsable publica las contraseñas y las cuentas de dicha página, así como los e-mails privados de David Irving con otras personas y la lista de asistentes a una de sus próximas conferencias en Estados Unidos.</p>
<p style="text-align:justify;">El aviso, bastante extenso, comienza de la siguiente manera:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">FOR IMMEDIATE RELEASE<br />
November 13, 2009</p>
<p style="text-align:justify;">Anti-Fascist Hackers Destroy Holocaust Denier David Irving&#8217;s Website and Release<br />
Private Emails, Attendee Lists</p>
<p style="text-align:justify;">Hitler-loving Holocaust-denying David Irving&#8217;s speaking tour is being attacked<br />
on the streets and on the internet as he makes his way to speak on Saturday in<br />
New York City.  We have released private email communications, phone numbers and<br />
addresses of Irving as well as destroy all files, backups, emails, and databases<br />
on his website irvingbooks.com and fpp.co.uk. We also released personal<br />
information on people who have attended the speaking tour, made book purchases,<br />
or online donations as a warning to those who would support people like David<br />
Irving.</p>
<p style="text-align:justify;">We did this to expose this Nazi-sympathizer for who he is and to shut<br />
down/disrupt any possibility of Irving rearing his fascist head in public during<br />
his tour. To David Irving and all aspiring white-power, anti-immigrant,<br />
queer-bashing, racist pigs &#8211; give it up! We will fight you on the streets and on<br />
the internet until you are swept into the dustbin of history.</p>
<p style="text-align:justify;">Destroyed Websites:<br />
http://www.irvingbooks.com<br />
http://www.fpp.co.uk</p>
<p style="text-align:justify;">SEE ATTACHED FILES AT BOTTOM OF DOCUMENT:<br />
1.   USERNAMES AND PASSWORDS, CONTACT INFORMATION<br />
2.   PRIVATE EMAILS and CORRESPONDENCE from focalp@aol.com, info@fpp.co.uk<br />
3.   INFO ON ALL PEOPLE WHO ORDERED TICKETS ONLINE TO SPEAKING EVENTS<br />
4.   IRVING NEW YORK CITY SPEAKING TOUR ATTENDEE LIST<br />
5.   IRVING NEW JERSEY SPEAKING TOUR &#8220;LATECOMER&#8221; ATTENDEE LIST<br />
6.   IRVING PHILADELPHIA SPEAKING TOUR ATTENDEE LIST</p>
<p style="text-align:justify;">More Information about David Irving:</p>
<p style="text-align:justify;">David Irving&#8217;s Holocaust-Denial Speaking Tour: The Show that Must Not Go On,<br />
Part Two (http://news.infoshop.org/article.php?story=20091004133710408)</p>
<p style="text-align:justify;">David Irving: Holocaust Denier Update<br />
http://www.jewishmag.com/79mag/irving/irving.htm</p>
<p style="text-align:justify;">Survivors in New York enraged by Holocaust-denier&#8217;s tour<br />
http://www.jpost.com/servlet/Satellite?cid=1258027279080&#38;pagename=JPost%<br />
2FJPArticle%2FShowFull</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">De manera desagradable detruye una valiosa fuente de información y recomienda leer artículos de importantes órganos del sionismo mediático como lo es el Jerusalem Post o el Jewish Magazine y expone las conversaciones violando flagrantemente la privacidad de cientos de personas alrededor del mundo ¿cómo se pueden llamar así mismos antifascistas? simplemente son criminales que no toleran a las personas que piensan diferente o que no se tragan dogmas oficiales establecidos por el <em>stablishment</em> para perjuicio de los pueblos libres. Cabe aclarar que pese a ello, varios enlaces a contenido de la página se encuentran aún disponibles, así que estaré pendiente sobre lo que acontesca los siguientes días.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mahmoud Ahmadinejad]]></title>
<link>http://amarildocharge.wordpress.com/2009/11/20/mahmoud-ahmadinejad/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 22:56:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>amarildocharge</dc:creator>
<guid>http://amarildocharge.wordpress.com/2009/11/20/mahmoud-ahmadinejad/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://amarildocharge.wordpress.com/files/2009/11/ahmadinejadjpg.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-700" title="Mahmoud Ahmadinejad Caricatura" src="http://amarildocharge.wordpress.com/files/2009/11/ahmadinejadjpg.jpg" alt="" width="500" height="715" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuarteto]]></title>
<link>http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/2009/11/20/cuarteto/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 01:19:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>hugoalfredohinojosa</dc:creator>
<guid>http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/2009/11/20/cuarteto/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Cuarteto&#8221; de Heiner Müller dirigida por Alonso Barrera en Querétaro. se presenta durant]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/files/2009/11/002-cuarteto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-323" title="002 cuarteto" src="http://hugoalfredohinojosa.wordpress.com/files/2009/11/002-cuarteto.jpg" alt="" width="497" height="745" /></a></p>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">&#8220;<em>Cuarteto</em>&#8221; de Heiner Müller dirigida por Alonso Barrera en Querétaro. se presenta durante el mes de noviembre y diciembre en el foro <a href="http://www.lafabrica.org.mx/" target="_blank">La Fábrica</a></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
