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	<title>i-guerra-mundial &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "i-guerra-mundial"</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 14:17:50 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[2005, Papai Noel em depressão; 2009, Natal na Terra de Ninguém]]></title>
<link>http://torreleste.wordpress.com/2009/11/28/2005-papai-noel-em-depressao-2009-natal-na-terra-de-ninguem/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 14:32:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>ehlsinore</dc:creator>
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<description><![CDATA[&quot;Papai Noel Depressivo&quot; de Dennis Cox. A imagem ilustrativa não faz parte do artigo origin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_583" class="wp-caption alignleft" style="width: 204px"><a href="http://torreleste.wordpress.com/files/2009/11/by-dennis-cox-clipart-illustration-of-a-sad-depressed-blue-santa-claus-moping-around-and-wearing-jingle-bells.jpg"><img class="size-medium wp-image-583" title="By Dennis Cox, Clipart Illustration Of A Sad Depressed Blue Santa Claus Moping Around And Wearing Jingle Bells" src="http://torreleste.wordpress.com/files/2009/11/by-dennis-cox-clipart-illustration-of-a-sad-depressed-blue-santa-claus-moping-around-and-wearing-jingle-bells.jpg?w=194" alt="" width="194" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">&#34;Papai Noel Depressivo&#34; de Dennis Cox. A imagem ilustrativa não faz parte do artigo original ao lado</p></div>
<p style="text-align:center;"><strong>Papai Noel em depressão</strong></p>
<p style="text-align:justify;">“Quem, no Brasil, convidado a assistir a um show de Natal com elenco amador numa igreja evangélica de província, seria louco o bastante para ir lá com a expectativa de encontrar um espetáculo artisticamente relevante? Pois bem, acabo de sair da Assembléia de Deus do West End de Richmond, Virginia, ainda mal refeito de um choque cultural. <span style="text-decoration:underline;">Sincerely Yours</span>, comédia musical natalina com <em>script</em> de Kathy Craddock baseado numa idéia de Pat Bragg e equipe, música e regência de Ron Klipp e direção de Bob Laughlin, é um espetáculo digno da Broadway, mais caprichado do que tudo o que já vi nos palcos brasileiros. São mais de duzentos atores cantando, dançando e fazendo acrobacias, numa coreografia complexíssima dirigida por mão certeira. A platéia vibra com a ação rápida, e a música entusiasticamente alegre se impregna na sua alma deixando uma impressão inesquecível.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SÁTIRA </strong>- O enredo é uma sucessão de situações cômicas absurdas, no melhor estilo Frank Capra, concebidas a partir da pergunta: como reagiria Papai Noel (Santa Claus, para os americanos) diante da atual campanha dos ateus, materialistas e anticristãos para escorraçar o Natal da vida pública? Sátira de um conflito muito real que põe em risco o destino de toda a sociedade americana, a história começa na véspera do Natal, com os ajudantes do velhinho, na maior excitação, enchendo o trenó de presentes e esperando a partida para mais uma viagem através do mundo. Mas o chefe não aparece: está trancado em casa, mortalmente deprimido, diante de uma pilha de cartas de meninos e meninas modernizados, insolentes, que desprezam o nascimento de Jesus e só querem saber de brinquedos caros – um deles prefere até sua parte em dinheiro. Um show de egoísmo e insensibilidade. Dar presentes, nessas circunstâncias, só serve para fomentar a vaidade e o orgulho. Sentindo-se um corruptor involuntário da infância, Papai Noel se condena: &#8220;Todo o trabalho da minha vida foi um tiro que saiu pela culatra&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DOUTORZINHO </strong>- A sra. Claus tenta animá-lo, juntando um grupo de crianças para fazer uns afagos no ego do velho, mas as crianças só dão gafes freudianas e reforçam a impressão de que a infância está mesmo estragada. Erguendo placas para formar o nome &#8220;Santa&#8221;, conseguem até trocá-lo por &#8220;Satan&#8221;. Papai Noel afunda no total desespero. A esposa, atendendo à sugestão de tagarelas da vizinhança, vai ao cabelereiro se embonecar toda para ver se desperta algum ânimo no marido, mas enquanto isso ele é removido a um hospital pelo Social Security. Em vão ele protesta que não há nada de errado com ele, que o problema é com as crianças. Em cenas de uma comicidade alucinante, o paciente é submetido a todas as humilhações radiológicas, dietéticas, sexológicas e psiquiátricas de que é capaz a medicina moderna, personificada num doutorzinho de dez anos de idade. Quando volta, com a bunda doendo das injeções, Santa Claus nem repara no penteado da mulher, que então lhe passa um sabão em regra, acusando-o de ter perdido seu antigo entusiasmo visionário e se transformado num egoísta senil, rabugento, intoxicado de autopiedade, como o Scrooge de Conto de Natal de Dickens (leitura proibida em escolas &#8220;politicamente corretas&#8221;). Quanto mais ela fala, mais o marido piora. No fim, ele está decidido: não vai a parte alguma, as crianças do mundo que se danem. A sra. Claus resolve então entregar ela própria os presentes, mas os ajudantes não parecem considerá-la muito convincente nas funções de Papai Noel.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>CONSPIRAÇÃO </strong>- Nesse ínterim, um investigador nomeado pela comunidade descobre que por trás de tudo há uma conspiração para desmoralizar o Natal sob argumentos hipócritas. A trama vem de uma ONG internacional do crime que reúne os piores tipos de todos os tempos: Lex Luthor, o Pinguim, Cruela, a Rainha Malvada, o Capitão Gancho e outros da mesma laia – uma caricatura cruel da ACLU, a União Americana dos Direitos Civis, cujo nome encobre uma quadrilha de puxa-sacos de Saddam Hussein, Bin Laden, Fidel Castro e Hugo Chávez, empenhados em proibir árvores de Natal, monumentos religiosos e qualquer menção pública ao nome de Deus (exceto, é claro, para os muçulmanos). Só que os bandidos da peça foram mais inteligentes que a ACLU: em vez de atacar diretamente o Natal, empreenderam contra ele uma campanha de desinformação, trocando as cartas de crianças para Papai Noel por mensagens forjadas para desorientar o velhinho.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, antes mesmo que lhe chegue a revelação da trama, ele recebe uma carta atrasada, que escapou à falsificação geral. O remetente, Aaron Williams, de Richmond, Virginia, não quer nada para si: pede apenas algum consolo para sua mãe, entristecida pela morte de um cãozinho doméstico. Ao ler as palavras de despedida, &#8220;<em>Sincerely yours</em>&#8220;, &#8220;sinceramente seu&#8221;, Papai Noel se dá conta de que o sentido do Natal não está perdido enquanto subsistir numa só alma viva. É a lembrança de um Deus que se oferece em sacrifício a cada pessoa numa mensagem de amor: &#8220;<em>sincerely yours</em>&#8220;. Reencorajado pelos bons sentimentos do menino, ele já começa a voltar atrás na sua recusa de viajar, quando chegam os mensageiros do detetive e, contando tudo, lhe mostram que, por trás da imagem de um mundo totalmente materialista e descristianizado, fabricada de propósito pelos conspiradores para denunciá-la em seguida e culpar o capitalismo, ainda existem milhões de Aarons Williams. O sr. e a sra. Claus partem então para entregar os presentes, e a primeira casa em que param é, evidentemente, a de Aaron. Junto à cama do menino adormecido há um presépio que se transfigura em realidade. Jesus Cristo está nascendo naquele momento.</p>
<p style="text-align:justify;">Já é o terceiro Natal em que a Assembléia de Deus do West End, com uma nova peça a cada ano, mostra o poder da sua inventividade teatral e musical. Vale a pena uma espiada no site do grupo, <a href="http://www.gloriouschristmasnights.com/">http://www.gloriouschristmasnights.com</a>”(*).</p>
<p style="text-align:right;">(Olavo de CARVALHO, <span style="text-decoration:underline;">Diário do Comércio</span>, 05/XII/2005)**</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Observações nossas ao artigo acima</strong></p>
<p style="text-align:justify;">(*) <strong>Natal na Terra de Ninguém</strong> &#8211; No endereço indicado achar-se-á a produção da <em>performance</em> natalina da West End Assembly of God para 2009, <em><span style="text-decoration:underline;">No Man’s Land</span></em> (<span style="text-decoration:underline;">Trégua de Natal</span>), produção épica inspirada na armistício informal, pois sem o consentimento do Alto Comando de cada exército, ocorrido no <em>front<strong> </strong></em>ocidental, no Natal do primeiro ano da I Grande Guerra (1914) entre soldados franceses, belgas, britânicos e alemães, quando as trincheiras e os fogos de artilharia cederam à troca de presentes e às partidas de futebol embalados por um multilingue <span style="text-decoration:underline;">Noite Feliz</span> (veja artigo sobre o evento em <a href="http://www.grandesguerras.com.br/artigos/text01.php?art_id=125"><span style="text-decoration:underline;">Grandes Guerras</span></a> e nos <a href="http://archive.timesonline.co.uk/tol/viewArticle.arc?articleId=ARCHIVE-The_Times-1915-01-01-03-001&#38;pageId=ARCHIVE-The_Times-1915-01-01-03"><span style="text-decoration:underline;">Arquivos do &#8220;<em>The Times</em>&#8220;</span></a> matéria publicada no jornal londrino em 01jan1915 sobre o ocorrido).</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_584" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><a href="http://torreleste.wordpress.com/files/2009/11/natal-1914.jpg"><img class="size-full wp-image-584" title="Natal 1914" src="http://torreleste.wordpress.com/files/2009/11/natal-1914.jpg" alt="" width="320" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Charge da época alusiva ao surpreendente armistício natalino de 1914.</p></div>
<p>** Vide em “<strong>comentário</strong>” abaixo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La gran ilusión]]></title>
<link>http://dadaisforever.wordpress.com/2009/11/12/la-gran-ilusion/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 17:26:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Irles</dc:creator>
<guid>http://dadaisforever.wordpress.com/2009/11/12/la-gran-ilusion/</guid>
<description><![CDATA[Leo en la prensa que el presidente Barack Obama acudió, ayer miércoles, al Cementerio Nacional de Ar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Leo en la prensa que el presidente Barack Obama acudió, ayer miércoles, al Cementerio Nacional de Arlington para rendir homenje a los norteamericanos caídos en combate. Se trata de la tradicional ceremonia del <em>Día de los Veteranos de Guerra</em>, o <em>Veterans Day</em>, que se celebra anualmente en los Estados Unidos y en otros países europeos. También en Nueva York tuvo lugar un acto en la plaza Madison, donde se colocó una ofrenda floral bajo la llama eterna que conmemora la Primera Guerra Mundial.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3674" title="gran.ilusion" src="http://dadaisforever.wordpress.com/files/2009/11/gran-ilusion.jpg" alt="gran.ilusion" width="490" height="276" /></p>
<p>Esta noticia me hizo recordar una de las mejores películas de la historia de la cinematografía: <em>La gran ilusión</em>, del director francés Jean Renoir. Aunque realizada tardíamente, en 1937, <em>La gran ilusión</em> es una visión de aquellos dramáticos años de la Primera Guerra Mundial, en la que Jean Renoir participó y de la que sacó los principales elementos para concebir el guión; guión que ya tenía escrito Renoir en colaboración con Charles Spaak, pero que no podían trasladar al celuloide por falta de medios. Pero en 1937 llegó a París Erich von Stroheim, y, entusiasmado con la idea, se brindó a proporcionarles ayuda financiera. El guión, en un principio, contaba con dos protagonistas de importancia: el capitán De Boeldieu y el teniente Maréchal, aviadores franceses que son derribados y apresados por los alemanes. Los productores germanos, sin embargo, quisieron que el papel del oficial alemán, el comandante Van Rauffenstein, fuera ampliado de su inicial rol secundario, hasta erigirse en uno más de los protagonistas principales. Renoir accedió a esta petición y finalmente entre estos tres personajes se debate la película.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-3675" title="afiche" src="http://dadaisforever.wordpress.com/files/2009/11/afiche.jpg" alt="afiche" width="255" height="342" />El comandante Van Rauffenstein, como hemos dicho, vio ampliado y engrandecido su papel. Magistralmente interpretado por el propio Erich van Stroheim, este oficial alemán, aristócrata, militar por vocación, siente un hondo sentimiento de patriotismo, que lo impulsa a ofrecer lo mejor de sí mismo en beneficio de su país. Caballeroso, honesto, cumple con sus deberes y obligaciones, aunque le repugna el cariz que ha tomado la guerra, muy lejos de la caballerosidad que imperaba en otros tiempos entre la gente de armas. El capitán De Boeldieu &#8211;Pierre Fresnay&#8211; es también de familia aristocrática y, como Van Rauffenstein, también él es un militar de carrera. Distinguido y serio, mostrará su mejor faceta en las postrimerías de la historia. Maréchal &#8211;Jean Gabin&#8211;, mecánico de oficio, teniente ascendido por méritos de guerra, se siente siempre socialmente inferior a Boeldieu aunque su patriotismo sea igualmente profundo. Juntos iban en el avión que los alemanes derribaron, y juntos vivirán el cautiverio.</p>
<p>El argumento de la película muestra los esfuerzos de Boeldieu y Maréchal para escaparse de los campamentos donde los encierran los alemanes. Su primer intento es a través de un túnel, que excavan trabajosamente con los otros compañeros de barracón. Desgraciadamente, el mismo día acordado para fugarse son trasladados del campemento donde están hasta una vieja fortaleza convertida en prisión. Rauffenstein, comandante del primer campamento, después de sufrir un terrible accidente con su avión, es destinado a la vieja prisión y vuelven los tres protagonistas a reunirse. Ya en el primer encuentro, el comandante Van Rauffenstein repasa el expediente de los dos oficiales franceses, en el que figuran todas sus tentativas de evasión.</p>
<p><em>«Capitán De Boeldieu, cuatro tentativas de evasión: por la calefacción, en un volquete de basuras, por la cloaca, dentro de un cesto de ropa del lavadero&#8230; Lugarteniente Maréchal, cinco tentativas evasión: disfrazado de deshollinador, disfrazado de soldado alemán, disfrazado de mujer&#8230;» </em></p>
<p>Finalmente, Maréchal logra escaparse de la prisión junto a un compañero; lo consiguen bajando por una pared del edificio, mientras De Boeldieu, que había comprendido que sólo dos podían huir, distrae a los soldados alemanes hasta que Van Rauffenstein, cumpliendo con un deber que detesta, ha de dispararle, matándolo. Maréchal y su compañero, gracias al sacrificio del capitán De Boeldieu, logran escapar hasta Francia.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-3676" title="3" src="http://dadaisforever.wordpress.com/files/2009/11/3.jpg" alt="3" width="243" height="267" />Renoir y Spaak, en un principio, tenían la intención de realizar un film que fuera un alegato a favor de la abolición de las clases sociales, mostrando el entendimiento y la comprensión entre los dos franceses. Eran los tiempos del Frente Popular&#8230; Sin embargo, en la película se encuentran estos dos personajes muy distanciados humanamente entre sí. Poco antes de separarse definitivamente, De Boeldieu ofrece un cigarrillo a Maréchal, que le responde:</p>
<p>&#8211;El tabaco inglés me irrita la garganta. Decididamente&#8230; su tabaco, sus guantes, todo nos separa.</p>
<p>Por contra, entre De Boeldieu y Van Rauffenstein existe una identificación harto sugestiva. Ambos han frecuentado los mismos ambientes y tienen ideas parecidas. No sienten enemistad el uno por el otro, pues saben que, en otras circunstancias, entre ellos se hubiera establecido un lazo de amistad. Los dos, sencillamente, han de cumplir con su deber, uno buscando fugarse, el otro intentando evitar la evasión.</p>
<p>La película es, en definitiva, una ardiente proclama antibelicista, de gran fuerza dramática. El propio realizador &#8211;hijo del famoso pintor impresionista Auguste Renoir&#8211; la definió así: «La gran ilusión no es un film pensado como tal, sino una serie de recuerdos que dormían en el fondo de mi corazón; es también la expresión de mi ideal de entendimiento entre los hombres de naciones y razas diferentes.»</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mussolini, a sueldo de Gran Bretaña]]></title>
<link>http://diegobarnes.wordpress.com/2009/10/25/mussolini-a-sueldo-de-gran-bretana/</link>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 23:26:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diego Barnes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoare (a la derecha) junto a Anthony Eden Ultimamente se ha confirmado la vieja sospecha de que en 1]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1056" class="wp-caption alignleft" style="width: 254px"><a href="http://diegobarnes.wordpress.com/files/2009/10/antony-eden-samuel-hoare.jpg"><img class="size-medium wp-image-1056" title="Antony Eden-Samuel Hoare" src="http://diegobarnes.wordpress.com/files/2009/10/antony-eden-samuel-hoare.jpg?w=244" alt="Hoare (a la derecha) junto a Anthony Eden" width="244" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Hoare (a la derecha) junto a Anthony Eden</p></div>
<p style="text-align:justify;">Ultimamente se ha confirmado la vieja sospecha de que en 1917, cuando el futuro caudillo fascista italiano tenía 34 años y trabajaba como periodista, estuvo en nómina de los servicios de espionaje británicos, el MI5. Le pagaban la nada despreciable suma de 100 libras esterlinas a la semana –el equivalente de 6.400 euros actuales–. Estas revelaciones, hechas por el diario británico <em><strong>The Guardian</strong></em>, se basan en la investigación de <strong>Peter Martland</strong>, de la Universidad de Cambridge. En 1917, durante la I Guerra Mundial, a partir del <strong><a title="Tratado de Londres 1915" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Londres_(1915)" target="_blank">Tratado de Londres de 1915</a></strong>, Italia fue aliada de Gran Bretaña y Francia. En ese año las tropas de Austria estaban causando serios reveses a las fuerzas italianas. Por ello, la misión de Mussolini era vital para la <strong><a title="Triple entente" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Triple_Entente" target="_blank">Entente</a></strong>, tenía que encargarse de hacer propaganda probélica para que su país no se retirara de la contienda. También debía &#8220;presionar&#8221; a los pacifistas, por medio de grupos de choque formados por veteranos de guerra, para que se abstuvieran de organizar protestas. Había que evitar que el malestar social y las huelgas provocaran el cierre de fábricas en Milán.</p>
<div id="attachment_1057" class="wp-caption alignright" style="width: 208px"><a href="http://diegobarnes.wordpress.com/files/2009/10/mussolini-image004.jpg"><img class="size-medium wp-image-1057" title="mussolini-image004" src="http://diegobarnes.wordpress.com/files/2009/10/mussolini-image004.jpg?w=198" alt="Mussolini en sus primeros años de dictador" width="198" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Mussolini en sus primeros años de dictador</p></div>
<p align="justify">Los pagos a Mussolini eran autorizados por <strong><a title="Samuel Hoare" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Samuel_Hoare" target="_blank">sir Samuel Hoare</a></strong>, parlamentario y hombre del <strong><a title="MI 5" href="http://www.mi5.gov.uk/" target="_blank">MI5</a></strong> en Roma, posteriormente fue embajador en España entre 1940 y 1944, (precisamente cuando España pasaba de ser neutral a no beligerante durante la II Guerra Mundial). <em>&#8220;Italia era entonces el aliado menos fiable de Gran Bretaña, después de la retirada del conflicto de la Rusia revolucionaria&#8221;,</em> sostiene Martland. Hoare, mencionó el reclutamiento de Mussolini en sus memorias, escritas en 1954, sin embargo, hasta ahora no se habían encontrado documentos que revelaran los detalles de los pagos.</p>
<p align="justify">Mussolini y Hoare volvieron a contactar en 1935. El ya dictador italiano, con ambiciones coloniales en <strong>África</strong>, buscó apoyó de nuevo de su viejo conocido británico. Y la gestión surtió efecto. Un <a title="Pacto Abisinia" href="http://clio.rediris.es/udidactica/entreguerras/1933-1939b.htm" target="_blank">pacto franco británico otorgó <strong>Abisinia</strong> a Italia.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mussolini... el espía inglés.]]></title>
<link>http://tejiendoelmundo.wordpress.com/2009/10/15/mussolini-el-espia-ingles/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 07:32:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sinuhé</dc:creator>
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<description><![CDATA[. Cría cuervos&#8230; La Historia recuerda a Benito Mussolini como el dictador italiano que gobernó ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[. Cría cuervos&#8230; La Historia recuerda a Benito Mussolini como el dictador italiano que gobernó ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mussolini. Benito Mussolini]]></title>
<link>http://casosdepolicia.wordpress.com/2009/10/14/mussolini-benito-mussolini/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 11:20:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
<guid>http://casosdepolicia.wordpress.com/2009/10/14/mussolini-benito-mussolini/</guid>
<description><![CDATA[Os jogos perigosos da Inteligência. 1917. I Guerra Mundial. Durante cerca de 1 ano, o jovem socialis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-1776" title="bm" src="http://casosdepolicia.wordpress.com/files/2009/10/bm.jpg" alt="bm" width="443" height="337" /></p>
<p>Os jogos perigosos da Inteligência. 1917. I Guerra Mundial. Durante cerca de 1 ano, o jovem socialista Benito Mussolini, <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1405085&#38;idCanal=11" target="_blank">jornalista</a> no Il Popolo d&#8217;Italia, recebe £100 por mês do <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2009/oct/13/benito-mussolini-recruited-mi5-italy" target="_blank">Mi5</a> para alimentar a campanha pró-guerra. Terá gasto grande parte do dinheiro em mulheres. Se a Itália (14-18) foi um paraíso para o Mi5, então Portugal (75-84) foi o do KGB. Isto acreditando nas informações do famoso livro de <a href="http://www.esferadoslivros.pt/autores.php?id=%2043" target="_blank">José Vegar</a> &#8211; &#8216;<a href="http://www.wook.pt/ficha/servicos-secretos-portugueses/a/id/189556" target="_blank">Serviços Secretos Portugueses</a>&#8216;</p>
<p>Arquivo Mitrokhin</p>
<p>[...] &#8220;entre 1975 e 1984, políticos de relevo do PS, do PSD, do PP e do PCP tinham fornecido informações da NATO e de Portugal aos seus controladores soviéticos. Vários destes políticos ocuparam cargos de responsabilidade na administração pública, e por vezes em Governos, num período entre 1984 e 2000.</p>
<p>O funcionário encarregue do caso não conseguiu impedir um sorriso ao tomar conhecimento das informações adicionais. Ao contrario do padrão comum, o de acederem a espiar por convicção ideológica, que foi o grande trunfo estratégico do KGB em todo o mundo, os informadores portugueses mostraram, segundo Mitrokhin, motivações muito venais. A primeira foi a do dinheiro, quase todos eles eram pagos, mas também, em número significativo, a satisfação de desejos sexuais, de orientação homossexual&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El miedo - Gabriel Chevallier]]></title>
<link>http://albertopan.wordpress.com/2009/10/11/el-miedo-gabriel-chevallier/</link>
<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 02:07:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>albertopan</dc:creator>
<guid>http://albertopan.wordpress.com/2009/10/11/el-miedo-gabriel-chevallier/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;¿Cabe imaginar algo más chusco que el hecho de que el que un hombre tenga derecho a matarme p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;¿Cabe imaginar algo más chusco que el hecho de que el que un hombre tenga derecho a matarme porque vive en la otra orilla del río y su príncipe tiene una disputa con el mío, aunque yo no tenga ninguna con él?&#8221; PASCAL</p>
<p>&#8220;Sucede que, durante un día tranquilo en el que luce el sol, dos combatientes enemigos, en el mismo lugar, en el mismo instante, asoman la cabeza por encima de la trinchera y se ven, a treinta metros. El soldado de azul y el soldado de gris se aseguran prudentemente su mutua lealtad, luego esbozan una sonrisa y se miran no sin asombro, como para preguntarse: ¿Qué c&#8230; hacemos aquí?. Es la pregunta que se hacen los dos ejércitos.</p>
<p>Este libro cuenta la experiencia de un soldado francés en el frente en la I Guerra Mundial.</p>
<p>El autor señala el sacrifio inútil de vidas humanas por parte de los ejércitos. También nos cuenta la vida mísera en la trincheras con todo lujo de detalles.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-153" title="El miedo, Gabriel Chevallier" src="http://albertopan.wordpress.com/files/2009/10/el-miedo-gabriel-chevallier.jpg" alt="El miedo, Gabriel Chevallier" width="450" height="699" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fokker Dr.I del &quot;Barón Rojo&quot;]]></title>
<link>http://minisandkits.wordpress.com/2009/09/16/fokker-dri-baron-rojo/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 04:00:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>dansansan</dc:creator>
<guid>http://minisandkits.wordpress.com/2009/09/16/fokker-dri-baron-rojo/</guid>
<description><![CDATA[Manfred Albrecht Freiherr von Richthofen, militar y aviador alemán, nació el 2 de mayo de 1892 en Br]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Manfred Albrecht Freiherr von Richthofen, militar y aviador alemán, nació el 2 de mayo de 1892 en Breslavia, (Imperio Alemán) y fallecido el 21 de abril de 1918 en Vaux-sur-Somme, (Francia), a los 25 años de edad.</p>
<p><a href="http://i29.tinypic.com/2whgf2h.jpg"><img style="border:0 initial initial;" src="http://i29.tinypic.com/2whgf2h.jpg" alt="" width="270" height="429" /></a></p>
<p>Más conocido como el &#8220;Barón Rojo&#8221;, consiguió derribar ochenta aeroplanos enemigos durante la primera guerra mundial, por lo que recibió la Medalla al Mérito Militar, antes de ser abatido en la mañana del 21 de abril de 1918 cerca del río Somme, en el norte de Francia.</p>
<p>LLegó a ser un héroe en la Alemania del Kaiser Guillermo II, siendo su unidad, el JASTA 11, responsable del derribo de 644 aviones, con solo 56 bajas propias. El JASTA 11 fue conocido como el Circo Volante, por los vivaces colores que presentaban sus 14 aviones, en especial el del propio Von Richthofen que era de color rojo y el más temido de todos, por los pilotos franceses y británicos.</p>
<p>El kit es de la marca Eduard a escala 1/48 y está pintado para representar uno de los Fokker Dr.I volado por el &#8220;Baron Rojo&#8221; en sus últimos días como piloto y as de los cielos.</p>
<p>Hacer click en las imagenes para verlas a tamaño original.</p>
<p><a href="http://i28.tinypic.com/5n6du0.jpg" target="_blank"><img src="http://i28.tinypic.com/5n6du0.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i29.tinypic.com/anexk4.jpg" target="_blank"><img src="http://i29.tinypic.com/anexk4.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i31.tinypic.com/716zj5.jpg" target="_blank"><img src="http://i31.tinypic.com/716zj5.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i29.tinypic.com/28v7dq1.jpg" target="_blank"><img src="http://i29.tinypic.com/28v7dq1.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i25.tinypic.com/i2sy1h.jpg" target="_blank"><img src="http://i25.tinypic.com/i2sy1h.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i27.tinypic.com/xbl9o5.jpg" target="_blank"><img src="http://i27.tinypic.com/xbl9o5.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i30.tinypic.com/2qs5qiu.jpg" target="_blank"><img src="http://i30.tinypic.com/2qs5qiu.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i31.tinypic.com/ictohh.jpg" target="_blank"><img src="http://i31.tinypic.com/ictohh.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i32.tinypic.com/2wgt9ms.jpg" target="_blank"><img src="http://i32.tinypic.com/2wgt9ms.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i29.tinypic.com/30w2tlg.jpg" target="_blank"><img src="http://i29.tinypic.com/30w2tlg.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i28.tinypic.com/j6n02t.jpg" target="_blank"><img src="http://i28.tinypic.com/j6n02t.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i28.tinypic.com/2zs1rew.jpg" target="_blank"><img src="http://i28.tinypic.com/2zs1rew.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i32.tinypic.com/nvy3i8.jpg" target="_blank"><img src="http://i32.tinypic.com/nvy3i8.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i28.tinypic.com/9a0enc.jpg" target="_blank"><img src="http://i28.tinypic.com/9a0enc.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i28.tinypic.com/5cysew.jpg" target="_blank"><img src="http://i28.tinypic.com/5cysew.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i29.tinypic.com/4giwlz.jpg" target="_blank"><img src="http://i29.tinypic.com/4giwlz.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i29.tinypic.com/16kwfhj.jpg" target="_blank"><img src="http://i29.tinypic.com/16kwfhj.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p><a href="http://i30.tinypic.com/befy37.jpg" target="_blank"><img src="http://i30.tinypic.com/befy37.jpg" alt="" width="491" height="328" /></a></p>
<p>Fuente: <a href="http://www.taringa.net/posts/imagenes/3291230/Modelo-a-escala--Triplano-Baron-Rojo-1%C2%AA-Guerra-Mundial.html">Taringa</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[DNA tests to identify World War I bodies]]></title>
<link>http://segurquetomba.wordpress.com/2009/09/14/dna-tests-to-identify-world-war-i-bodies/</link>
<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 22:04:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>emigro</dc:creator>
<guid>http://segurquetomba.wordpress.com/2009/09/14/dna-tests-to-identify-world-war-i-bodies/</guid>
<description><![CDATA[Interesante artículo que me pasan sobre la normalidad de los deberes del Estado en la localización i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em><a href="http://segurquetomba.wordpress.com/files/2009/09/file-photo-shows-a-crane-unearthing-the-mass-grave-in-northern-france_art-france-dna-afp.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1186" title="File photo shows a crane unearthing the mass grave in northern France_art.france.dna.afp" src="http://segurquetomba.wordpress.com/files/2009/09/file-photo-shows-a-crane-unearthing-the-mass-grave-in-northern-france_art-france-dna-afp.jpg" alt="File photo shows a crane unearthing the mass grave in northern France_art.france.dna.afp" width="292" height="219" /></a></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Interesante artículo que me pasan sobre la normalidad de los deberes del Estado en la localización identificación y exhumación de sus nacionales, incluso respecto de momentos aún más lejanos en el tiempo a la guerra civil española, en este caso la I Guerra Mundial entre 1914-1918. Gracias Manu.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>August 10, 2009</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>LONDON, England (CNN)</strong> &#8212; DNA testing to try to identify hundreds of bodies buried in a mass grave during World War I will start this week, the British and Australian ministries of defense announced Monday.</p>
<p style="text-align:justify;">The bodies come from Fromelles in northern France, where thousands of British and Australian troops were killed or wounded in a single night in 1916 &#8212; a night the Australian military still considers among the worst in its history.</p>
<p style="text-align:justify;">An exploratory dig in May of this year confirmed that there are between 250 and 300 bodies buried at the site.</p>
<p style="text-align:justify;">Enough DNA has been recovered from teeth and bones to make full-scale testing worthwhile, the British Ministry of Defence said.</p>
<p style="text-align:justify;">Pieces of uniforms including belt buckles and buttons have also been found, which will help with identification, the ministry said.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Each one of these soldiers will be laid to rest with the dignity they deserve and we owe it to them to do all we can to identify them,&#8221; British Veterans Minister Kevan Jones said in a statement.</p>
<p style="text-align:justify;">The DNA testing program will be the largest undertaking to identify individuals killed in combat ever commissioned, the ministry said.</p>
<p style="text-align:justify;">The announcement comes only a week after the burial of the last British veteran of <a href="http://topics.edition.cnn.com/topics/world_war_i">World War I</a> still living in the United Kingdom.</p>
<p style="text-align:justify;">Harry Patch died July 25 at the age of 111, a week after fellow British World War I veteran Henry Allingham died at the age of 113.</p>
<p style="text-align:justify;">So many soldiers died on the night of July 19, 1916, that many were never found, identified, or given a proper burial.</p>
<p><!--startclickprintexclude--></p>
<p style="text-align:justify;">Two divisions of Allied infantry had attacked a strongly fortified German position known as the Sugar Loaf.</p>
<p style="text-align:justify;">The defenders knew the British and the Australians were coming; the terrain favored the Germans. As the British and the newly arrived Australians charged into battle, the Germans opened fire.</p>
<p style="text-align:justify;">By morning, about 2,300 British and Australian soldiers were dead. About 5,000 others were wounded.</p>
<p style="text-align:justify;">There has been speculation for decades that the Germans recovered hundreds of bodies and put them into mass graves, not forgotten, but anonymous.</p>
<p style="text-align:justify;">Last year, preliminary digs commissioned by the Australian government located five mass graves near the site of the battle.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;It&#8217;s the largest military find since the end of the Second World War,&#8221; said a spokesman for the Commonwealth War Graves Commission.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;I have been on the commission almost 11 years and it&#8217;s like nothing I have ever experienced. I have never known anything to have this sort of numbers of possible remains,&#8221; Peter Francis told CNN.</p>
<p style="text-align:justify;">The commission is in the middle of a 15-month project to disinter the bodies, attempt to identify them, and rebury them in individual graves in a new cemetery on the site.</p>
<p style="text-align:justify;">The resulting graveyard will be the first new one consecrated by the commission for almost 50 years, Francis told CNN by phone.</p>
<p style="text-align:justify;">The British and Australian governments have asked people who think their relatives may have died at the site to get in touch, Francis said.</p>
<p style="text-align:justify;">The cemetery will be dedicated on July 19, 2010 &#8212; the 94th anniversary of the battle.</p>
<p style="text-align:justify;">The bodies of more than 165,000 Commonwealth soldiers killed on the Western Front during the First World War are still missing, the commission says.</p>
<p style="text-align:justify;">The commission is a non-profit organization founded in 1917 that commemorates the dead of both world wars from the British Commonwealth</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fuente: </strong><a href="http://edition.cnn.com/2009/WORLD/europe/08/10/graves.wwone/">http://edition.cnn.com/2009/WORLD/europe/08/10/graves.wwone/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Recomendo o artigo extraído da Veja de 2006]]></title>
<link>http://chuvasdeverao.wordpress.com/2009/08/25/recomendo-o-artigo-extraido-da-veja-de-2006/</link>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 15:56:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>delfinaguimaraes</dc:creator>
<guid>http://chuvasdeverao.wordpress.com/2009/08/25/recomendo-o-artigo-extraido-da-veja-de-2006/</guid>
<description><![CDATA[Medicina Letal por natureza Pesquisadores americanos descobrem por que o vírus da gripe espanhola ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Medicina Letal por natureza Pesquisadores americanos descobrem por que o vírus da gripe espanhola ma]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Acordos de Paz da Primeira Guerra]]></title>
<link>http://mundoguerra.wordpress.com/2009/07/31/acordos-de-paz-da-primeira-guerra/</link>
<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 00:16:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>bloguerras</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Alemanha reconheceu a sua derrota na Primeira Grande Guerra ao assinar o Armistício de Compiegne. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A Alemanha reconheceu a sua derrota na Primeira Grande Guerra ao assinar o Armistício de Compiegne. ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[¿Cómo empezó la I Guerra Mundial?]]></title>
<link>http://insospechado.wordpress.com/2009/07/28/%c2%bfcomo-empezo-la-i-guerra-mundial/</link>
<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 13:07:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>insospechado</dc:creator>
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<description><![CDATA[A principios del siglo pasado el Imperio Británico dominaba el mundo. Desde el fin de Napoleón los i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A principios del siglo pasado el Imperio Británico dominaba el mundo. Desde el fin de Napoleón los ingleses no habían tenido ningún enemigo digno de ellos pero seguían con la mosca detrás de la oreja. Rusia y Estados Unidos eran paises inmensos con una ingente cantidad de recursos propios mientras que el solar británico era un territorio diminuto. Esto había empujado a los ingleses del XIX a un frenesí colonial que los había hecho dueños de media Africa, India, Australia, Canadá además de pequeños enclaves estratégicos en Asía, América y ambos océanos. Con la unificación de Alemania en 1871 un nuevo invitado se sentaba en la mesa del colonialismo junto a franceses, italianos y, en menor medida, españoles, holandeses y belgas. Otro elemento importante fue la decadencia del Imperio Otomano del que fueron independizandose nuevos países que empezaron a pelear entre ellos por ampliar sus dominios. Así nacio el llamado “avispero de los Balcanes”.</p>
<p>Esta época de principios del siglo XX se donomina “Paz Armada”, ya os imaginaréis por qué. Como había mucho miedito, cada pais se fue buscando amigos y enemigos. Rusia se sentía protectora de los países eslavos que compartían su religión mientras que Alemania no dudó en dar a Austría-Hungria su apoyo incondicional ante cualquier conflicto. Los turcos se pondrían del lado contrario que su ancestral enemigo ruso y cualquier país naciedo de su decadencia. Hasta los propios ingleses sintieron la necesidad de asegurarse el apoyo de su histórico enemigo francés y formaron la llamada “Entente Cordiale”. Los franceses por su parte ya se habían hecho amigos de los rusos después de las guerras franco-prusianas. Así las cosas, una complicada red de alianzas se había tejido sobre Europa a principios de 1914. Solo faltaba un pequeño detonante para que la maquinaria de reloj se pusiera en marcha y el detonante llegó a finales de junio. El heredero del Imperio Austro-húngaro, el archiduque Franciso Fernando, fue asesinado en Sarajevo.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-medium wp-image-72  aligncenter" title="guerra" src="http://insospechado.wordpress.com/files/2009/07/guerra.jpg?w=300" alt="guerra" width="300" height="200" /></p>
<p>Los austríacos hicieron uso del “cheque en blanco” que les habían dado los alemanes y declararon la guerra a Serbia tal día como hoy hace 95 años. Aquí podría haber acabado todo si no fuera por el sistema de alianzas que fue activado en ese momento. Rusia no se lo pensó dos veces y declaró la guerra a Austria-Hungría tres días después. Al día siguiente Alemania declaraba la guerra a Rusia y ya de paso se la declaraba también a Francia que aún no se había movido pero tampoco había olvidado la perdida de Alsacia y Lorena a manos de los alemanes. Finalmente, Gran Bretaña declaró la guerra a Alemania el día 4 de agosto.  Ahora sabemos de dónde sacó Tarantino la inspiración para la última escena de Reservoir Dogs.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Filter - Soldiers Of Misfortune]]></title>
<link>http://obiwankeinobi.wordpress.com/2009/07/25/filter-soldiers-of-misfortune/</link>
<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 19:59:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>obiwankeinobi</dc:creator>
<guid>http://obiwankeinobi.wordpress.com/2009/07/25/filter-soldiers-of-misfortune/</guid>
<description><![CDATA[Temazo de Filter de último disco nuevo editado Anthems For The Damned, e incluido después en el post]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Temazo de Filter de último disco nuevo editado Anthems For The Damned, e incluido después en el post]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Do Nazismo ao Neonazismo : 'a herança da intolerância permanece viva'.]]></title>
<link>http://moaciralencarjunior.wordpress.com/2009/06/08/do-nazismo-ao-neonazismo-a-heranca-da-intolerancia-permanece-viva/</link>
<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 20:32:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>moaciralencarjunior</dc:creator>
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<description><![CDATA[Introdução Em 1815, após o fim das guerras napoleônicas, é organizada a Confederação Germânica, sob ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Introdução </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Em 1815, após o fim das guerras napoleônicas, é organizada a Confederação Germânica, sob a hegemonia da Áustria e da Prússia. As revoluções populares de 1848, marcadas pelo nacionalismo e por aspirações liberais, levaram a formação do primeiro Parlamento Germânico. Em 1862, Otto von Bismarck tornou-se chanceler da Prússia, introduzindo um programa de desenvolvimento industrial e de modernização do Exército.</p>
<p style="text-align:justify;">A Unificação da Alemanha envolveu guerras contra Dinamarca (1864) , Áustria (1866) e França (1870). Em 1871, Guilherme I foi proclamado Kaiser (imperador) do II Reich. A partir de 1880, a nação passou por nova expansão econômica.</p>
<p style="text-align:justify;">O sociólogo alemão Max Weber dizia em sua obra “Parlamentarismo e Governo em uma Alemanha Reconstruída”que a política nacional de Bismarck pretendia exclusivamente impedir a consolidação de qualquer partido forte e independente. Seus meios imediatos foram o orçamento militar e a legislação anti-socialista (de 1878-1890) ; além disso, Bismarck manipulou com total deliberação e destreza o choque de interesses econômicos sobre a política tarifária.Também ,segundo Weber, Bismarck se utilizou das disposições de legislação anti-socialista para fazer a polícia destruir os sindicatos, os únicos possíveis portadores de uma representação realista de interesses da classe operária.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1900 ,Guilherme II,último imperador alemão e rei da Prússia, proferiu um abominável discurso “Huno”, de onde derivou o epíteto comumente aplicado aos soldados alemães nos países anglo-saxões durante a I Guerra Mundial. Ao despachar as tropas que iriam participar da sufocação da Rebelião Boxer, Guilherme II, acompanhado do conde Waldersee como comandante-em-chefe nominal da força expedicionária internacional de tropas russas, japonesas e inglesas, disse: “Não se dará perdão, não se farão prisioneiros. Quem quer que caia em vossas mãos estará à vossa mercê. Assim como os Hunos sob Átila tornaram famoso o nome de sua raça há mil anos,que ainda nos assombra em tradições e lendas, vós imprimireis o nome dos alemães sobre a China por mil anos vindouros, de forma que nenhum chinês jamais ousará levantar novamente o mesmo olhar scheel (vesgo) a um alemão”- um péssimo trocadilho, ele gostava de empregar termos como o do “punho de ferro”que a Alemanha queria aplicar ao mundo. Os discursos penitenciários de Guilherme II já mostrava os rumos que a Alemanha adotaria no Século XX.</p>
<p><strong> A I Guerra Mundial e a República de Weimar</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A rivalidade comercial entre Grã-Bretanha e Alemanha, o revanchismo francês à Alemanha devido a Guerra Franco-prussiana, a rivalidade austro-russa relativa a hegemonia na Península Balcânica e o pan-eslavismo sérvio levariam a I Guerra Mundial.</p>
<p style="text-align:justify;">Sob Guilherme II ,a Alemanha passou a apoiar o império Austro-Húngaro contra a Rússia, e veio a ser uma das grandes derrotadas. Com a derrota na guerra foi proclamada a República de Weimar.</p>
<p style="text-align:justify;">Na seqüência, o Tratado de Versalhes pôs fim ao conflito, proibindo o rearmamento alemão, impondo perdas de territórios e estabelecendo pesadas reparações financeiras referentes a guerra.A República de Weimar durou 14 anos (1919-1933) e apresentou graves problemas econômicos e sociais; a inflação disparou em decorrência da emissão de moedas para o pagamento das dívidas relacionadas a guerra.</p>
<p style="text-align:justify;">A partir de 1924, Weimar conseguiu reestruturar seu sistema monetário e passou a apresentar um aumento no crescimento industrial ,vivendo relativa prosperidade econômica, até ser atingida pelo crash da Bolsa de valores de Nova York, em 1929. É neste momento ,depois do crash de Wall Street ,em setembro de 1930, que começaria o triunfo eleitoral dos nazistas ,que passaram a conquistar maior apoio da população camponesa e do proletariado, além de ter o apoio de membros do empresariado alemã. Porém ,seria em 1933 que Adolph Hitler seria nomeado chanceler alemão, pelo presidente Hindenburg. Com a morte de Hindenburg ,em agosto de 1934, Adolph Hitler passou a concentrar em suas mãos o título de chefe de estado e de governo, assumindo assim o papel de Führer ( líder do povo alemão).</p>
<p><strong> III Reich e o governo nazista</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Com plenos poderes, Hitler cancelou os pagamentos das reparações de guerra e deixou de praticar as regras pré-estabelecidas pelas nações vencedoras da I Guerra Mundial no Tratado de Versalhes. Voltou a reativar a indústria bélica do país e o serviço militar obrigatório; passou a suprimir liberdades políticas e civis, e passou a defender a superioridade da raça ariana e o expansionismo alemão.</p>
<p style="text-align:justify;">Todos os partidos políticos, exceto o nazista, foram proibidos; os sindicatos foram fechados; a imprensa foi censurada e a perseguição a ciganos, homossexuais, oposicionistas,deficientes e judeus foram iniciadas.</p>
<p style="text-align:justify;">Hitler dizia no livro &#8216;Minha Luta&#8217; que: “Toda  propaganda deve ser popular e estabelecer o seu nível espiritual de acordo com a capacidade de compreensão do mais ignorante dentre aqueles a que ela pretende se dirigir. A finalidade da propaganda não é educação científica de cada um, é sim chamar a atenção da massa sobre determinados fatos , necessidades,etc, cuja importância só assim cai no círculo visual da massa”. Por isso, assistimos durante o III Reich a censura à imprensa e a criação de uma grande máquina propagandista pró-nazismo,administrada pelo Ministro de Propaganda Joseph Goebbels, fazendo com que vários setores da população fossem conquistados. Merece ser destacado que Goebbels sustentava em seu “Diário” que: “Qualquer mentira, desde que suficientemente repetida, acaba sendo aceita como verdade.”</p>
<p style="text-align:justify;">Durante os anos de 1934-1938 , a Alemanha apresentou um acelerado desenvolvimento econômico promovido por reformas. Neste período, as principais potências  ocidentais permitiram o crescimento do Nazismo para tentar bloquear a influência da URSS e do comunismo na Europa. Não encontrando resistência por parte das grandes potências, a Alemanha, no ano de 1936, ocupou a Renânia e iniciou uma ofensiva diplomática forjando alianças. Neste período passou a auxiliar economicamente a Itália Fascista de Mussolini e a apoiar o governo franquista na Espanha , além de assinar com o Japão um pacto contra os soviéticos.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1938 ocupou a Áustria, considerado país amigo. Depois, com a condição de não invadir a Polônia, recebeu aval da França e da Inglaterra para ocupar a região dos Sudetos, região habitada por alemães. Hitler aproveitou as desconfianças soviéticas em relação as potências capitalistas e assinou um acordo de não agressão com Josef Stálin. Estava aberto o caminho para Hitler tentar dominar as principais potências européias. O desfecho desta política expansionista alemã daria origem ao mais sangrento conflito da história ( II Guerra Mundial). Em 1945 os nazistas foram derrotados; e na Conferência de Potsdam sofreram severas punições, vendo seu território ser dividido em quatro zonas de ocupação: soviética, norte- americana, francesa e britânica.</p>
<p><strong> Guerra Fria e a Reunificação Alemã</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Em 1949, a divisão da Alemanha em República Federativa da Alemanha(RFA) (capitalista) e República Democrática da Alemanha (RDA) (socialista) concluiu o fechamento da chamada “cortina de ferro”, expressão criada por Winston Churchill (então primeiro-ministro britânico). Somente em 1989, com a queda do Muro de Berlim, deu-se início ao processo de reunificação alemã, que seria oficializado em outubro de 1990. Com a reunificação, as disparidades entre o leste e o oeste alemão se tornaram evidentes, provocando um clima de tensão social e a ocorrência de atentados de grupos neonazistas contra imigrantes.</p>
<p><strong> Imigração e Neonazismo na Alemanha</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Desde a reunificação, a Alemanha permanece atraindo milhares de imigrantes, o que alimenta um crescente sentimento xenófobo, de rejeição aos estrangeiros. Porém, a estagnação demográfica torna o país dependente de mão-de-obra externa.</p>
<p style="text-align:justify;">Os neonazistas, seguindo as idéias nazistas, pregam a superioridade do povo alemão frente aos imigrantes e constantemente adotam medidas extremas, como: atentados , assassinatos, agressões e outras ações de caráter xenófobo contra cidadãos de várias nacionalidades, ideologias, raças e religiões, como exemplos podemos citar: turcos, árabes, poloneses, judeus, africanos, latino-americanos ,ciganos, homossexuais, dentre outros. Isto ocorre ,principalmente, na região da antiga Alemanha Oriental. Evitando minimizar estes eventos, o governo alemão aprovou em 2002 uma lei que passou a favorecer a entrada de estrangeiros com boa qualificação, impondo assim, maior rigor contra a imigração ilegal.</p>
<p style="text-align:justify;">Parte do que ocorre na região oriental da Alemanha pode ser explicado pelo “choque do capitalismo pós-reunificação”. A entrada incontrolável de produtos manufaturados do oeste para o leste alemão fez com que as defasadas indústrias da era comunista viessem a ser fechadas, desencadeando uma alta excessiva de desempregos. Em contrapartida, as grandes companhias do oeste alemão não demonstraram interesse em promover investimentos na região oriental do país. Isto fez com que o leste alemão passasse a ter, em sua maioria, empresas de pequeno porte, sem poder competitivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Visando apaziguar estas disparidades, o governo criou o Pacto da Solidariedade, que vale até 2019. Este Pacto prevê uma ajuda financeira ao leste, por parte dos trabalhadores do oeste, que destinam 5,5% do salário ao programa. Porém, a disparidade tende a permanecer. Possivelmente  haverá somente uma breve diminuição destas disparidades econômico-sociais.</p>
<p style="text-align:justify;">Um estudo feito pelo Instituto de Pesquisas Alemão TNS-Emnid ,divulgou em 2007 uma pesquisa que tinha como objetivo avaliar a insatisfação dos cidadãos alemães quanto as disparidades econômicas entre leste e oeste. Os resultados mostraram que um em cada cinco alemães é favorável a reconstrução do Muro de Berlim ; e 74% dos moradores do leste sentem serem cidadãos de segunda categoria.</p>
<p style="text-align:justify;">A população estimada da Alemanha é de 82,5 milhões de habitantes ,dos quais, aproximadamente 7 milhões são estrangeiros, sendo que 25,4% são turcos (cerca de 1,7 milhões de habitantes), o maior grupo de estrangeiros da República Federal da Alemanha, que sofrem constantemente com as ações xenófobas dos neonazistas.</p>
<p><strong> Neonazismo não existe apenas na Alemanha </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Os movimentos de caráter neonazista existem em diversas partes do mundo ,cada um apresentando sua particularidade.</p>
<p style="text-align:justify;">No Brasil, podemos destacar a White Power, que  originou-se em São Paulo ; os membros deste grupo pregam o orgulho de serem brancos e descendentes de europeus. Eles são contra a migração de nordestinos para o Sudeste do país.</p>
<p style="text-align:justify;">Nos EUA, temos a Ku Klux Klan, organização racista fundada em 1865 por cavaleiros encapuzados que assassinavam negros. Eles pregam a supremacia branca e o protestantismo em detrimento a outras religiões. Incrivelmente, esta organização permanece ativa, atuando esporadicamente.</p>
<p style="text-align:justify;">Estes são meros exemplos, há milhares de grupos racistas espalhados em todos os continentes, cada um pregando uma nova teoria racista contra os mais diversos grupos étnico-culturais existentes.</p>
<p><strong> Conclusões</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Uma escola de pensamento antropológico , o Difusionismo , que predominou nas primeiras décadas do século XX defendia a idéia de que havia um número limitado de localidades, possivelmente apenas uma, da qual os mais importantes traços culturais difundiram-se para o resto do mundo. Hoje , no Século XXI , não há dúvidas de que os traços culturais são transmitidos de uma sociedade para outra. Traços culturais distintos são transferidos de uma cultura para outra das mais diferentes maneiras: por guerras , por comércio, por migração, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">Como dizia um outdoor em Frankfurt, na Alemanha , logo após a reunificação , em outubro de 1990: 	“Teu Cristo é judeu , teu carro japonês, tua pizza italiana, tua democracia grega, teu café  brasileiro, tuas férias são turcas , teus números árabes, teu alfabeto é latino. E teu vizinho é tão somente estrangeiro?”</p>
<p style="text-align:justify;">Em suma , o mundo em que vivemos é a soma de conhecimentos ,crenças, artes, morais, leis e costumes das mais diversas culturas existentes. Considerar-se superior ao próximo é algo impensado e impossível de ser posto em prática. Apenas seres irreais podem crer em uma raça suprema , perfeita e visionária.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Benito Mussolini ( 1883 - 1945 )]]></title>
<link>http://moaciralencarjunior.wordpress.com/2009/05/20/benito-mussolini-1883-1945/</link>
<pubDate>Wed, 20 May 2009 13:30:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>moaciralencarjunior</dc:creator>
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<description><![CDATA[Líder do  fascismo na Itália , serve na I Guerra Mundial como soldado. Funda, em 1919, o movimento n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://moaciralencarjunior.wordpress.com/files/2009/05/mussolini.jpg"><img class="size-full wp-image-444 aligncenter" title="mussolini" src="http://moaciralencarjunior.wordpress.com/files/2009/05/mussolini.jpg" alt="mussolini" width="289" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Líder do  fascismo na Itália , serve na I Guerra Mundial como soldado. Funda, em 1919, o movimento nacionalista Fascio de Combatimento e, em 1922, organiza a Marcha sobre Roma ,demonstração de força que origina um convite do rei para que encabece um novo governo.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>No poder ,o Duce controla o sistema sindical ,proíbe greves, persegue a imprensa e estabelece um regime de partido único.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> Alia-se a Alemanha na II Guerra Mundial . Derrubado pelos Aliados em 1943, é preso por correligionários e libertado pelos nazistas.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Morre nas mãos  de guerrilheiros italianos.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>assista aqui</strong></span> :<span style="color:#3366ff;"><strong> trajetória de Mussolini &#8211; vida e feitos &#8211; em português.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#3366ff;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/jb9F-f-gSQs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/jb9F-f-gSQs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aranat, Atom Egoyan]]></title>
<link>http://albertopan.wordpress.com/2009/04/26/aranat-atom-egoyan/</link>
<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 14:05:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>albertopan</dc:creator>
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<description><![CDATA[Canadá/Francia, 2002). Película escrita y dirigida por: Atom Egoyan. Duración: 115 minutos ¿Qué es l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Canadá/Francia, 2002). Película escrita y dirigida por: Atom Egoyan. Duración: 115 minutos </p>
<p>¿Qué es la historia? ¿Qué es la memoria? Construimos nuestros relatos, confiamos en ellos, basamos nuestra vida en nuestra propia narrativa. Cuando interactuamos con otro, son nuestros relatos que están hablando desde el fondo. Pero, ¿qué ocurre cuando lo que se recuerda es terrible? ¿cómo se lo reconstruye? ¿se acepta? ¿cómo se hace para negarlo?</p>
<p>Tras décadas de conflictos, en 1915, en plena I Guerra Mundial, el Imperio Turco Otomano es protagonista de lo que hoy se conoce como el Genocidio Armenio. El gobierno turco lo niega, y de hecho ha sido un tema de debate durante el último siglo. Entre las desavenencias, transitan cifras de miles de muertos, de torturas, violaciones, sadismo, venganza. Se dice que sirvió de precedente a los planes de limpieza étnica del nazismo (sobre todo en tanto, probablemente habiendo ocurrido en el medio de un guerra que lo excedía, la masacre Armenia quedó durante mucho tiempo en el olvido internacional). Entre los debates, están los muertos, y los recuerdos o sus formas que quedan clavados en el inconsciente colectivo; el dolor, el odio, el recuerdo y su imposibilidad de explicarlo racionalmente… ¿cómo elaborar un relato fundacional en cualquiera de los dos casos? ¿cómo se convive? ¿cómo se sigue hacia delante sin por eso olvidar el pasado?</p>
<p>Egoyan ya había construido rompecabezas, historias fragmentadas, donde la memoria jugaba a escondidas, como dotada de vida propia en continua discusión con la conciencia. Es la obsesión por la idea de verdad, de la verdad como un concepto de inconmensurable complejidad, más formado por preguntas que por respuestas absolutas. El mundo narrado por Egoyan pende de un hilo, y en ese hilo vivimos todos. Es esa fragilidad, la facilidad con que ese equilibrio puede romperse.</p>
<p>En “Ararat”, son los textos dentro de los textos. Un director de ascendencia Armenia llega a Canadá para rodar un film sobre el Genocidio Armenio, basado en el diario personal de un misionero estadounidense. Una historiadora presenta su reciente libro sobre la vida de Arshille Gorky, artista armenio sobreviviente del Genocidio que migró a los Estados Unidos (y fue considerado uno de los fundadores del expresionismo abstracto). Su hijo, en busca de la memoria de su padre, quién falleció intentando asesinar a un diplomático turco. La hijastra, tratando de recuperar la memoria de su padre, segundo marido de la historiadora que murió, como Gorky, suicidándose. Un inspector de aduana a punto de retirarse que no puede lidiar con la homosexualidad de su hijo. El novio de éste, actor de ascendencia turca que participará del film del director. Un guionista que negocia permanentemente entre los hechos y la licencia poética.</p>
<p>El film comienza con las imágenes de Gorka trabajando sobre una de sus obras más crípticas, “El artista y su madre”, basada en una foto de él mismo con su madre, y a su vez también inspirada en una imagen religiosa de la Virgen y su Hijo. Curiosamente, Gorky pasa de la fotografía, considerada un archivo más objetivo de la realidad, a la obra plástica, lugar del recuerdo más subjetivo. Esta imagen, este lugar, habrá de volver durante la película, como si la recorriera transformándose en su eje. El artista ha dejado las manos de su madre sin terminar, ¿por qué? Durante el film, los relatos en presente y pasado se entrelazan con los del otro film, el que está siendo filmado dentro de la narración, pero nunca sabremos si este momento del artista con su obra pertenece a qué nivel de la ficción. Nadie ha sido testigo, por lo tanto desde la enunciación que propone Egoyan, es una paradoja. Es imposible recuperarlo, y sin embargo marca a todos los demás personajes. Es la misma imposibilidad del cine como construcción en simultáneo con su capacidad de recuperar. En una bella imagen, Gorky habrá de apoyar sus manos sobre el lienzo; el contacto con la tela, con lo orgánico, a la distancia a través de su propia obra con las manos perdidas de su madre.</p>
<p>La búsqueda de la memoria, y de esta como fundación de la identidad, en los jóvenes es la extrapolación de los adultos con el pasado. No pueden dialogar, caminan como fantasmas cada uno enfrascado en su propia versión de sufrimiento. Todos los eventos que los marcan son extremos, pero la negación les hace imposible vivir, permaneciendo varados en un círculo vicioso. Los personajes parecen trasladar al film la propia obsesión del otro autor, de Egoyan, en su imposibilidad de poder unir todas las piezas del rompecabezas. No puede dejar de recordar el Genocidio, pero tampoco puede dejar de vivir en el mundo actual.</p>
<p>En el inicio del film, el director se encuentra con el inspector de aduana. La siguiente vez que lo encontremos, será con Rafi, el hijo de Ani, la historiadora, quien vuelve de un misterioso viaje a Turquía con unas latas que supuestamente son para la posproducción de la película. El inspector no le cree y la situación termina en un caprichoso interrogatorio que da pie a gran parte del relato del film (ahora a través de los ojos de Rafi). Es un poco la licencia poética del propio Egoyan; para el inspector, es su último día, y necesita escuchar; Rafi, por su parte, necesita contar todo a alguien que no lo conozca.</p>
<p>Todo este cruce de relatos, que produce la imposibilidad de una única mirada, por otro lado lleva a los personajes a la necesidad imperiosa de vivir la historia.</p>
<p>El actor turco, a quien le toca encarnar al “malo de la película”, prefiere creer que el Genocidio no existió, o que fue simplemente un conflicto étnico. Para Ani es preferible creer que su segundo marido tropezó, porque aceptar su posible responsabilidad en su suicidio le resultaría intolerable. Para Celia, la hijastra, es igualmente insoportable aceptar la situación del suicidio, y por eso busca culpables. En la ambigüedad y la necesidad de entendimiento del alma humana, de todos modos se imprime el igualmente necesario acto de recordar y aceptar como manera de poder seguir adelante.</p>
<p>Recursos Web:<br />
http://es.wikipedia.org/wiki/Genocidio_armenio &#8211; Resumen histórico del Genocidio Armenio y en Wikipedia<br />
http://www.genocidioarmenio.org/genocidioarmenio.asp &#8211; Sitio dedicado específicamente al tema<br />
http://www.armenica.org/ &#8211; Sitio dedicado al tema, incluye material multimedia (en inglés)<br />
http://www.isg-iags.org/ &#8211; Instituto para el estudio del Genocidio &#8211; estudia todos los casos de genocidio (en inglés)<br />
www.imaginacionatrapada.com.ar<br />
7/7/2006<img src="http://albertopan.wordpress.com/files/2009/04/bandera-armenia.jpg" alt="bandera-armenia" title="bandera-armenia" width="303" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-28" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[La Esfera - La máscara antigas]]></title>
<link>http://felixmaocho.wordpress.com/2009/04/17/la-esfera-la-mascara-antigas/</link>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 22:52:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>felixmaocho</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoy escojo de La Esfera una ilustración de la Grán Guerra . En 1918, mientras en España trata de cic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><a href="http://felixmaocho.wordpress.com/files/2009/04/mascara-antigas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2114" title="mascara-antigas" src="http://felixmaocho.wordpress.com/files/2009/04/mascara-antigas.jpg" alt="mascara-antigas" width="296" height="550" /></a>Hoy escojo de <strong>La Esfera</strong> una ilustración de la <strong>Grán Guerra</strong> . En 1918, mientras en España trata de cicatrizar las heridas producidas con la pérdida de las últimas colonias ultramarinas, en Europa se oyen retumbar los cañones.</div>
<div> </div>
<div>La <strong>Gran Guerra</strong>, la guerra que periódicamente enfrenta a unos europeos contra otros, como fue,  la guerra de los 100 años, la guerra de los <span class="misspell">Austrias</span> en Flandes,  o las invasiones napoleónicas, solo que esta vez, las potencias coloniales arrastran a sus colonias y una <span class="misspell">excolonia</span>, los Estados Unidos, decide ponerse del lado de su vieja metrópolis.</div>
<div>En consecuencia, lo que antes había tenido un tamaño continental, pasa a transformarse en algo general, se transforma en <strong>Primera Guerra Mundial</strong>.</div>
<div> </div>
<div>Sin embargo no solo ha aumentado el escenario de la guerra, también ha aumentado la tecnología militar. Los últimos avances de la revolución Industrial comienzan a mostrar su lado bélico, grandes cañones de acero, vehículos blindados, amtralladoras, submarinos, ferrocarril, aviación, hacen la guerra mucho más <span class="misspell">mortífira</span>.</div>
<div> </div>
<div>Una mueva arma letal se añade a la panoplia de los ejercidos, la guerra química, la <span class="misspell">Iperita</span> hace su presencia en el campo de batalla.</div>
<div> </div>
<div>Un líquido <span class="misspell">clorado</span>, aceitoso, volátil, de olor parecido al de la mostaza, venenoso, e irritante,  que se evapora formando una nube que cubre el terreno de un gas más pesados que el aire, que en día calmado no se dispersa, llevando una muerte terrible a todo aquel que se encuentre en su camino.</div>
<div> </div>
<div>Un arma silenciosa y terrible, tan terrorífica que de acuerdo entre todas las naciones, se renuncia a su uso en la guerra. Acuerdo que ha sido, salvo contadas excepciones, respetado por todas las naciones, en sus contiendas militares.</div>
<div> </div>
<div>La primera Guerra mundial fue una guerra Una guerra que se inicia con relucientes batallones de <span class="misspell">coraceros</span> y vistosos uniformes, pero que, sobre la marcha, tiene que sustituir esos <span class="misspell">oropeles</span> por otros trajes más adecuados para soportar en el barro de una trinchera la metralla de los obuses de un bombardeo. El horror de la guerra de desgaste.</div>
<div> </div>
<div>Hay que sustituir esos trajes, por ropa de campaña y cascos de aceros y se han de inventar, fabricar y repartir entre las tropas, la máscara <span class="misspell">antigas</span>, que permitirá dar una posibilidad de sobrevivir a las tropas en las trincheras.</div>
<div> </div>
<div>El bombardeo más grande con gases <span class="misspell">axfisiantes</span> se produjo en Ypres, de ahí el nombre de <span class="misspell">Iperita</span> que se da al gas. Cerca de 200.000 soldados ingleses murieron <span class="misspell">gaseados</span> con el gas mostaza en esa zona, Inmensos cementerios en <span class="misspell">Ypres</span> <span class="misspell">Verdun</span> o <span class="misspell">Somme</span> recogen solo una parte de las <span class="misspell">víctimas</span> que esa guerra produjo en los dos bandos de contendientes.</div>
<div>
<p> Mas post de <a title="Felix Maocho La esfera" href="http://felixmaocho.wordpress.com/category/la-esfera/" target="_self">La Esfera </a></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Reseña: Guerra y Lenguaje - Adam Kovacsics]]></title>
<link>http://cirujialiteraria.wordpress.com/2009/04/12/resena-guerra-y-lenguaje-adam-kovacsics/</link>
<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 14:55:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>sallytola</dc:creator>
<guid>http://cirujialiteraria.wordpress.com/2009/04/12/resena-guerra-y-lenguaje-adam-kovacsics/</guid>
<description><![CDATA[La guerra transforma el lenguaje. Tras la I Guerra Mundial, la metamorfosis lingüística sucedió de m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://www.elbuscon.es/images/portadas/9788496834279.jpg"><img class="aligncenter" style="cursor:0;" src="http://www.elbuscon.es/images/portadas/9788496834279.jpg" alt="http://www.elbuscon.es/images/portadas/9788496834279.jpg" width="185" height="292" /></a></p>
<p>La guerra transforma el lenguaje. Tras la I Guerra Mundial, la metamorfosis lingüística sucedió de manera inevitable. Adam Kovacsics, en un género muy personal mezcla de ensayo y narrativa, trata el tema del cambio de las palabras, sobre todo, de su finalidad. La brecha que separa dos mundos diferentes se concreta en el lenguaje. Antes, el significado de escribir eran las palabras en sí mismas; después de la guerra, la literatura sufre una herida de muerte. El autor menciona la finalidad bélica de la escritura como el fracaso de la escritura misma. El periodismo no solo ensalza la guerra, sino que en cierto modo la inicia. Adam Kovacsics cita a escritores y pensadores contemporáneos como Karl Kraus, Paul Celan y Walter Benjamin para sustentar sus teorías. Asistimos aterrorizados a la puesta en escena de la verdad desnuda: a partir de 1914 queda expuesto el auténtico poder de las palabras, que como las balas, aunque lejos de la trinchera, también pueden arrebatar vidas.</p>
<p>Por las hojas de Kovacsics desfilan escritores de la talla del poeta Rilke o Stefan Zweig, quienes pasaron por el Archivo de Guerra del gobierno de las SS en Viena. Su labor consistía en «decorar» los episodios bélicos y construir unos héroes que la patria pudiese amar. Basándose en la pobre información que poseían, los escritores debían inventar, recurriendo a todo su ingenio e incurriendo las más de las veces en la mentira. La reacción de los ya mencionados Kraus y Benjamin, además de otros intelectuales de la época, fue enfocarse en el lenguaje. Mediante estudios sobre los cambios que se operaban en la palabra surgió el denominado «silencio». Contra lo que ellos llamaban el«ruido» de la guerra, blandieron como escudo este silencio. Pretendían la recuperación de la verdadera esencia de la palabra, una esencia que consideraban cercana a «Dios» y a al «arte», términos siempre entre comillas.</p>
<p>Kovacsics concluye que la guerra ha convertido el lenguaje en un «invento del hombre», desposeyéndolo de su característica más relevante, la transmisión de información <em>en </em>él, y no <em>a través </em>de él. La verdadera esencia está en las propias palabras y no en la función que éstas desempeñan. Pareciera que las palabras no debieran emplearse como armas. Esa es precisamente la denuncia de Kovacsics, que recoge el testigo de Kraus y profundiza en el estudio de la relación entre guerra y lenguaje.</p>
<p>Estilísticamente, nos topamos con una obra ensayística con relatos intercalados, que si bien no interrumpen del todo el hilo temático (que se recupera con relativa facilidad), a veces nos llevan a plantearnos por qué figuran exactamente ahí, a medio camino a ninguna parte. Algunas de las breves piezas narrativas de la obra rozan incluso el absurdo, como es el caso del relato en que aparecen Skrein y Hertha, por citar algún ejemplo.</p>
<p>Otro punto singular en <em>Guerra y Lenguaje </em>es la abundancia de datos. Un sinfín de nombres de autores, obras y fechas pululan entre las páginas del libro demostrando que se trata de un trabajo bien documentado, pero también uno que resulta cuando menos excesivo sino cargante; puesto que la memoria lectora no es capaz de retener, ni de lejos, la mitad de todo lo que se cita. Tal vez Kovacsics se sitúa en el punto de partida del lector que sabe, que posee una base histórica y literaria que lo capacita para comprender la historia. En ese caso, mi objeción adquiere un matiz diferente, pero no deja de ser un detalle a tener en cuenta.</p>
<p>No obstante y para terminar, el interés definitivo de este conciso ensayo reside en la vigencia que aún posee en la actualidad. Publicaciones diarias y tabloides de todo tipo invaden nuestras vidas, demostrando que los resultados de la guerra siguen todavía latentes en el lenguaje. Así descubrimos que se puede considerar que lindezas periodísticas tan en boga como «daños colaterales» y «guerra preventiva» son parientes cercanos de términos nazis como «judíos emigrados de Alemania», para referirse a aquellos que eran deportados a campos de exterminio. El «eufemismo político» es resultado, según Kovacsics, de la intrínseca relación existente entre Guerra y Lenguaje. <em>Guerra y Lenguaje, </em>de ahí el título dado a este ensayo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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