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	<title>imigracao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "imigracao"</description>
	<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 18:18:08 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[A ditadura do anti-racismo]]></title>
<link>http://ofogodavontade.wordpress.com/2009/11/29/a-ditadura-do-anti-racismo/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 18:06:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Renaud Camus, pena livre das letras francesas e sem qualquer ligação à “extrema-direita”, no editori]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://ofogodavontade.wordpress.com/files/2009/11/silence1.jpg"><img src="http://ofogodavontade.wordpress.com/files/2009/11/silence1.jpg" alt="" title="SILENCE" width="416" height="333" class="aligncenter size-full wp-image-846" /></a></p>
<p>Renaud Camus, pena livre das letras francesas e sem qualquer ligação à “extrema-direita”, no editorial nº42 da <a href="http://www.in-nocence.org/pages/parti/editoriaux/edit_42_main.html">In-nocence.org</a></p>
<p>«[O antiracismo] (…) a partir do momento em que deixou de ser simplesmente uma activa indignação moral e política tornou-se uma ideologia, um dogma, um instrumento de poder e uma indústria (dele dependem muitos empregos, não o esqueçamos) que tem todo o interesse em aumentar indefinidamente o que lhe convém classificar sob a designação de racismo. E deus sabe que não se fez rogado. Desde logo tudo se tornou racismo, tudo o que desagradava ao anti-racismo, o obstruía ou simplesmente o aborrecia. Em lugar do anti-racismo se definir em relação a algo estável e pré-existente, de moralmente e intelectualmente bem circunscrito, face ao qual ele fosse, por assim dizer, a “antítese”, é o racismo, pelo contrário, que é definido em relação ao anti-racismo, e por via disso é racista tudo aquilo que o anti-racismo assim decide, a começar, claro, por todos e tudo aquilo que tem o descaramento de contestar o seu poder.</p>
<p>É preciso dizer que a ambiguidade sobre o racismo, a aptidão conferida a essa palavra, de querer dizer tudo e mais alguma coisa, não passa de uma ambiguidade de segunda linha, uma anfibiologia de segunda, digamos que o segundo muro de defesa do anti-racismo. O primeiro muro de ambiguidade, colocado mais à frente, assenta sobre a palavra raça, que, ao contrário da palavra racismo (objecto da extensão semântica indefinida e ilimitada que acabámos de recordar) sofreu um enorme estreitamento do enorme espectro de significado que tinha na língua clássica: o anti-racismo, para mais facilmente a maldizer, deixou de entender, muito curiosamente, que o significado que lhe deram os verdadeiros racistas, um significado absurdo, pseudo-científico, e que nunca representou mais que um centésimo, o mais sinistro e mais estúpido, do que pudemos dizer através dos tempos com essas quatro letras muito úteis – encarregou-se, constrangeu-nos, forçou-nos, a fazer-lhe o nosso luto, como em relação a tantas outras coisas.</p>
<p>Estas duas ambiguidades de tenazes afiadas, sobre o racismo e a raça, permitiram ao anti-racismo banir da linguagem, das conversas, dos jornais, de todos os media, do discurso político, mas sobretudo, e é o mais grave, da própria percepção que podemos ter do mundo, tudo o que advém, não só das raças, no sentido lato e no absurdo sentido estreito, mas das etnias, do povos, das culturas, das religiões enquanto grupos ou massas de indivíduos, das civilizações enquanto colectividades hereditárias, das origens e mesmo das nacionalidades na medida em que essas nacionalidades pretendam ser algo mais que uma mera pertença administrativa, uma convenção, uma criação contínua. O homem do anti-racismo está nú perante a sorte, ele não vem de parte alguma, nenhum passado o protege. Ele começa em si mesmo, em si mesmo no “agora”. Num planeta idealmente sem fronteiras, sem distinções de tipo algum e sem nuances, é um viajante sem bagagem, um pobre diabo. A toda a hora ele refunda-se como pode, numa espécie de senilidade do recomeço perpétuo, de infantilismo instituído, de puerilidade académica (star-academy mais propriamente). A pertença, desde que não seja convenção pura (os famosos “papeis e passaporte”) é entendida e transmitida unicamente como uma carga, uma tara, um peso morto, um fardo incómodo do qual é preciso desembaraçar-se o mais rapidamente, uma herança maldita.</p>
<p>São partes inteiras de conhecimento, de cultura, do saber acumulado da espécie, que são assim recusadas, deitadas abaixo, enterradas. Mais grave ainda, são partes inteiras da experiência, da actualidade claro, mas mais directamente da experiência quotidiana de viver, de viajar, de habitar a terra e habitar a cidade, de sentir o que acontece quando descemos a rua, quando apanhamos o autocarro ou o metro, não falando mesmo dos sinistros comboios, são partes inteiras do tempo, partes inteiras do olhar, partes inteiras da tactilidade de existir, que, por convenção, será conveniente, sob risco dos mais graves castigos, deixarem de existir, deixarmos de as sentir, deixarmos de as ver mesmo que nos entrem pelos olhos (por vezes quase literalmente) – tudo isso apenas existe na nossa cabeça, na nossa perversa cabeça.(…)»</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A PROPOSTA – 2009 (The Proposal)]]></title>
<link>http://criticadecinema.wordpress.com/2009/11/27/a-proposta-2009-the-proposal/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 03:29:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>roberta vieira</dc:creator>
<guid>http://criticadecinema.wordpress.com/2009/11/27/a-proposta-2009-the-proposal/</guid>
<description><![CDATA[Você Casa Comigo e Eu Te Promovo! Em Cartaz Gênero: Comédia Romântica Censura: 12 anos&#160; Duração]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><strong><em>Você Casa Comigo e Eu Te Promovo!</em></strong></p>
<p align="center"><strong>Em Cartaz</strong></p>
<p align="center"><strong></strong></p>
<blockquote><p align="justify"><a href="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/proposal.jpg"><img title="proposal" style="display:inline;margin-left:0;margin-right:0;border-width:0;" height="451" alt="proposal" src="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/proposal_thumb.jpg?w=309&#038;h=451" width="309" align="left" border="0" /></a><strong>Gênero</strong>: Comédia Romântica       <br /><strong>Censura</strong>: 12 anos&#160; <br /><strong>Duração</strong>: 100 min       <br /><strong>Direção</strong>: Anne Fletcher       <br /><strong>Com</strong>: Sandra Bullock, Ryan Reynolds, Mary Steenburgen, Craig T. Nelson, Betty White, Denis O&#8217;Hare, Malin Akerman, Oscar Nuñez, Aasif Mandvi.       <br /><strong>Local de Filmagem</strong>: <a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&#38;&#38;locations=225%20Franklin%20Street,%20Boston,%20Massachusetts,%20USA&#38;&#38;heading=18;with+locations+including;225%20Franklin%20Street,%20Boston,%20Massachusetts,%20USA">225 Franklin Street, Boston, Massachusetts, USA</a>; <a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&#38;&#38;locations=Bearskin%20Neck,%20Rockport,%20Massachusetts,%20USA&#38;&#38;heading=18;with+locations+including;Bearskin%20Neck,%20Rockport,%20Massachusetts,%20USA">Bearskin Neck, Rockport, Massachusetts, USA</a> &#8211; (internet cafe); <a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&#38;&#38;locations=Beverly%20Municipal%20Airport%20-%2046%20L.P.%20Henderson%20Road,%20Beverly,%20Massachusetts,%20USA&#38;&#38;heading=18;with+locations+including;Beverly%20Municipal%20Airport%20-%2046%20L.P.%20Henderson%20Road,%20Beverly,%20Massachusetts,%20USA">Beverly Municipal Airport &#8211; 46 L.P. Henderson Road, Beverly, Massachusetts, USA</a>; <a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&#38;&#38;locations=Gloucester,%20Massachusetts,%20USA&#38;&#38;heading=18;with+locations+including;Gloucester,%20Massachusetts,%20USA">Gloucester, Massachusetts, USA</a>; <a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&#38;&#38;locations=Manchester,%20Massachusetts,%20USA&#38;&#38;heading=18;with+locations+including;Manchester,%20Massachusetts,%20USA">Manchester, Massachusetts, USA</a>; <a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&#38;&#38;locations=Myopia%20Hunt%20Club%20-%20435%20Bay%20Road,%20South%20Hamilton,%20Massachusetts,%20USA&#38;&#38;heading=18;with+locations+including;Myopia%20Hunt%20Club%20-%20435%20Bay%20Road,%20South%20Hamilton,%20Massachusetts,%20USA">Myopia Hunt Club &#8211; 435 Bay Road, South Hamilton, Massachusetts, USA</a> &#8211; (woods); <a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&#38;&#38;locations=Newport,%20Rhode%20Island,%20USA&#38;&#38;heading=18;with+locations+including;Newport,%20Rhode%20Island,%20USA">Newport, Rhode Island, USA</a>; <a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&#38;&#38;locations=Rockport,%20Massachusetts,%20USA&#38;&#38;heading=18;with+locations+including;Rockport,%20Massachusetts,%20USA">Rockport, Massachusetts, USA</a> e <a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&#38;&#38;locations=Walt%20Disney%20Studios,%20Burbank,%20California,%20USA&#38;&#38;heading=18;with+locations+including;Walt%20Disney%20Studios,%20Burbank,%20California,%20USA">Walt Disney Studios, Burbank, California, USA</a> &#8211; (studio).       <br /><strong>Produção</strong>: Alex Kurtzman, Mary McLaglen, Roberto Orci       <br /><strong>Roteiro</strong>: Pete Chiarelli       <br /><strong>Fotografia</strong>: Oliver Stapleton       <br /><strong>Trilha Sonora</strong>: Aaron Zigman</p>
</blockquote>
<p align="justify"><strong><em>SINOPSE</em></strong>     <br /><a href="http://www.imdb.com/name/nm0000113/"><strong>Sandra Bullock</strong></a>&#160;<em>[</em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0111257/"><em>Speed</em></a><em> (1994), </em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0410297/"><em>The Lake House</em></a><em> (2006) e </em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0950744/"><em>Bridesmaids</em></a><em> (2010)]</em>interpreta <strong>Margaret Tate</strong>, uma executiva bem sucedida do ramo de publicações. Fechada, intragável, competente, odiada e imigrante canadense, <strong>Margaret</strong> tem um assistente chamado <strong>Andrew Paxton, </strong>interpretado por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0005351/"><strong>Ryan Reynolds</strong></a> [<a href="http://www.imdb.com/title/tt0832266/"><em>Definitely, Maybe</em></a><em> (2008), </em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0458525/"><em>X-Men Origins: Wolverine</em></a><em> (2009) e </em><a href="http://www.imdb.com/title/tt1431045/" name="actorinp"><em>Deadpool</em></a><em> (2011)]</em> que faz de tudo para agradá-la profissionalmente.</p>
<p align="justify"><a href="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/sandyryan041008.jpg"><img title="sandyryan041008" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="378" alt="sandyryan041008" src="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/sandyryan041008_thumb.jpg?w=295&#038;h=378" width="295" border="0" /></a> </p>
<p align="justify">Quando chega a notícia de que ela está prestes a ser deportada para seu país, <strong>Margaret</strong> <em>(Bullock)</em> apressa-se em conseguir um casamento de conveniência com seu jovem assistente <strong>Andrew Paxton</strong> <em>(Reynolds)</em> para impedir que seu cargo na editora seja preenchido por outro.</p>
<p align="justify">No elenco ainda contamos com a atriz, que particularmente adoro, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0005460/"><strong>Mary Steenburgen</strong></a>&#160;<em>[</em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0910905/"><em>In the Electric Mist</em></a><em> (2009), </em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0369436/"><em>Four Christmases</em></a><em> (2008) e </em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0109447/"><em>Clifford</em></a><em> (1994)], </em>ela interpreta a mãe de <strong>Andrew</strong> <em>(Reynolds).</em></p>
<p align="justify"><a href="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/large_2009_the_proposal_002.jpg"><img title="682_13560.jpg" style="display:inline;border-width:0;" height="442" alt="682_13560.jpg" src="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/large_2009_the_proposal_002_thumb.jpg?w=600&#038;h=442" width="600" border="0" /></a> </p>
<p align="justify"><strong><em>CRÍTICA</em></strong>     </p>
<p align="justify">Da mesma diretora de<strong> </strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0988595/"><strong>27 Dresses</strong></a> &#8211; <strong>Vestida Para Casar</strong> (2008) e <a href="http://www.imdb.com/title/tt0462590/"><strong>Step Up</strong></a> &#8211; <strong>Ela, Dança Eu danço</strong> (2006), <a href="http://www.imdb.com/name/nm0281945/"><strong>Anne Fletcher</strong></a>, aos 43 anos, chega ao seu terceiro longa metragem, dirigindo <strong>Sandra Bullock</strong> e <strong>Ryan Reynolds</strong> em seus melhores estilos protagonizando a comédia romântica&#160; <a href="http://www.imdb.com/title/tt1041829/" name="director2000">The Proposal</a><strong> &#8211; A Proposta</strong>, filme cuja temática é bem previsível, mas acaba por surpreender, arrancando boas risadas através de um roteiro bem escrito, excelentes atuações e direção impecável.</p>
<p align="justify"><strong>Sandra Bullock</strong> aos 44 anos, está novamente atuando em comédias românticas. Mesmo sendo considerada uma atriz mediana, é indiscutível que nesse gênero ela é imbatível. Outro ponto forte da atriz é a química que a mesma desenvolve com seus pares.</p>
<p align="justify"><a href="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/sandrabullockintheproposal_jpg.jpg"><img title="sandra-bullock-in-the-proposal_jpg" style="display:inline;border-width:0;" height="401" alt="sandra-bullock-in-the-proposal_jpg" src="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/sandrabullockintheproposal_jpg_thumb.jpg?w=600&#038;h=401" width="600" border="0" /></a> </p>
<p align="justify">Nesse longa, <strong>Ryan Reynolds</strong> e <strong>Sandra Bullock</strong> são a perfeita harmonia, é uma delícia assistir aos dois entre tapas e beijos nos conduzirem de Nova Iorque ao Alaska. Ainda assim, são inesquecíveis os pares de Bullock, que foram elogiados tanto quanto seu par com Reynolds, são eles e com eles:</p>
<p align="justify"><em><b><a href="http://www.imdb.com/name/nm0000424/">Hugh Grant</a> &#8211; </b>em &#34;<strong>Amor à Segunda Vista</strong>&#34; &#8211; <a href="http://www.imdb.com/title/tt0313737/">Two Weeks Notice</a> (2002);       <br /></em><em><a href="http://www.imdb.com/name/nm0000206/"><strong>Keanu Reeves</strong></a><strong> -</strong> em &#34;<strong>A Casa do Lago</strong>&#34; &#8211; <a href="http://www.imdb.com/title/tt0410297/">The Lake House</a> (2006);       <br /></em><em><b><a href="http://www.imdb.com/name/nm0000973/">Benjamin Bratt</a> &#8211; </b>em &#34;<strong>Miss Simpatia</strong>&#34; &#8211; <a href="http://www.imdb.com/title/tt0212346/">Miss Congeniality</a> (2000);       <br /><b><a href="http://www.imdb.com/name/nm0000255/">Ben Affleck</a> &#8211; </b>em &#34;<strong>Forças do Destino</strong>&#34; &#8211; <a href="http://www.imdb.com/title/tt0141098/">Forces of Nature</a> (1999).</em></p>
<p align="justify">O longa é bem humorado, no tom certo, sem exageros, cativante e me arrisco a dizer, uma comédia elegante, daquelas que agradam os maridos, namorados e homens em geral!</p>
<p align="justify"><a href="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/1102467_the_proposal.jpg"><img title="1102467_The_Proposal" style="display:inline;border-width:0;" height="397" alt="1102467_The_Proposal" src="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/1102467_the_proposal_thumb.jpg?w=599&#038;h=397" width="599" border="0" /></a> </p>
<p align="justify">Destaque para a cena em que <strong>Margaret</strong> (Bullock) está no palco com <strong>Ramone</strong>, interpretado por <a href="http://www.imdb.com/name/nm1386645/"><strong>Oscar Nuñez</strong></a>&#160;<em>[</em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0499554/"><em>Reno 911!: Miami</em></a><em> (2007), </em><a href="http://www.imdb.com/title/tt1176410/"><em>Beethoven's Big Break</em></a><em> (2008) e </em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0386676/"><em>&#34;The Office&#34;</em></a><em> como Oscar Martinez (80 episodes, 2005-2009)]</em>, um sujeito que mora na cidade da família de <strong>Andrew</strong> (Reynolds) e que faz de tudo um pouco, garçom atendente de loja e striper para festas de despedida de solteiras. Sim, é hilário ver <strong>Margaret</strong> (Bullock) fazendo caras e bocas com nojo e aflição do “corpanzil” de Ramone, que diga-se de passagem, é lastimável! Daí a graça toda da cena, é preciso ver para chorar de rir com a cena, é fantástica! Sandra com algumas caretas e aquele famoso “<em>olhar 43</em>” nos passa exatamente toda sua aflição com <strong>Ramone</strong>, imperdível.</p>
<p align="justify"><a href="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/sandra_bullock_bares_bottom_in_the_proposal_main_9630.jpg"><img title="sandra_bullock_bares_bottom_in_the_proposal_main_9630" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="412" alt="sandra_bullock_bares_bottom_in_the_proposal_main_9630" src="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/sandra_bullock_bares_bottom_in_the_proposal_main_9630_thumb.jpg?w=295&#038;h=412" width="295" border="0" /></a></p>
<p align="justify">O desfecho do longa deixa a desejar um pouco, mas só um pouquinho, é que, com tanto entusiasmo durante toda a história, os finalmentes ficaram entre as cenas que a diretora resolveu economizar… Sabem, no orçamento…</p>
<p align="justify">Sendo assim, apesar do famoso “happy end” que é o recurso mais tradicional do cinema não ter sido fabuloso, a fotografia e a trilha sonoro compensam esse deslize e nos faz sair das salas de cinema no maior alto astral.</p>
<p align="justify"><a href="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/the_proposal04.jpg"><img title="the_proposal04" style="display:inline;border-width:0;" height="400" alt="the_proposal04" src="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/the_proposal04_thumb.jpg?w=600&#038;h=400" width="600" border="0" /></a> </p>
<p align="justify">Não deixem de assistir essa comédia romântica ao estilo elegante que nos mostra que o amor pode estar onde você menos imagina! Em cartaz em todo território nacional. Levem lencinhos, pois rola umas lágrimas. Boa semana a todos!</p>
<p align="justify">bom filme!    <br />roberta vieira     <br /><a title="http://www.movies.co.jp/ana-muko/" href="http://www.movies.co.jp/ana-muko/">http://www.movies.co.jp/ana-muko/</a></p>
<p align="justify"><a href="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/theproposal_800x600_03.jpg"><img title="TheProposal_800x600_03" style="display:inline;border-width:0;" height="451" alt="TheProposal_800x600_03" src="http://criticadecinema.files.wordpress.com/2009/11/theproposal_800x600_03_thumb.jpg?w=602&#038;h=451" width="602" border="0" /></a> </p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong>Assista ao trailer abaixo!</strong></p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:94cb5e3c-5755-43a8-b156-6a9254a82c30" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">
<div><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/kPgZcW8MCaA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/kPgZcW8MCaA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></div>
<div style="clear:both;font-size:.8em;">The Proposal &#8211; 2009</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Servidão de Tom Cruise: Metamorfoses do Trabalho Compulsório]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/26/a-servidao-de-tom-cruise-metamorfoses-do-trabalho-compulsorio/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 14:36:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/26/a-servidao-de-tom-cruise-metamorfoses-do-trabalho-compulsorio/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Navio de Imigrantes&#8221; por Lasar Segall(1891-1957) *Por Luiz Felipe de Alencastro O traba]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/imigrantes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1467" title="Imigrantes" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/imigrantes.jpg" alt="" width="500" height="415" /></a>&#8220;Navio de Imigrantes&#8221; por Lasar Segall(1891-1957)</p>
<p style="text-align:right;"><strong>*Por Luiz Felipe de Alencastro</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O trabalho compulsório, distinto do trabalho forçado imposto como punição no Código Penal de alguns países, conheceu mudanças radicais nos últimos tempos. Na sua definição mais simples, referente a relações sociais em que o serviço é prestado sob coerção direta, o trabalho compulsório abrange situações extremas. Ao longo das décadas, as nações viram o declínio da escravidão, o desenvolvimento de diversas formas de servidão laboral e a extensão do assalariamento. No entanto, nos dias de hoje, os países desenvolvidos assistem ao ressurgimento de antigos modos de sujeição dos imigrantes ilegais ao mesmo tempo em que a Internet abre a via à exploração de comunidades longínquas e à intrusão patronal no âmbito doméstico e no tempo de lazer estatutariamente reservado aos assalariados. Na primeira metade do século 19, Francisco Gomes de Amorim, português nascido em 1827, embarcou aos dez anos de idade na cidade do Porto para Belém do Pará. Ia sozinho, semiclandestino, entregue por seus pais a um capitão de navio que o vendeu, como a tantos outros, no mercado de escravos brancos da capital paraense. Viveu por lá durante nove anos. Correspondeu-se com Almeida Garrett, voltou para Portugal, onde se tornou escritor de merecimento (Machado de Assis resenhou um de seus livros de poemas e achou-os razoáveis), e, sobretudo, combateu a exploração da imigração portuguesa pelos seus compatriotas e pelos brasileiros. Sua saga e sua correspondência, publicadas num livro recente, ilustram a &#8220;servidão branca&#8221; que ocorreu antes e depois da abolição da escravidão no Brasil (1). Além do Pará, havia em quase todos os portos brasileiros mercados mais ou menos formais em que se negociava a mão-de-obra aliciada em Portugal. Previamente endividados com os intermediários -os &#8220;gatos&#8221; da época, que pagavam a passagem e a alimentação no navio-, esses imigrantes trabalhavam sem pagamento durante longo período até reembolsar sua dívida. Geralmente, tais trabalhadores viviam cativos, pois o credor era também seu patrão, na pessoa do fazendeiro que havia pago suas dívidas com o intermediário. A praga da exploração de imigrantes está de novo na ordem do dia. Redes de tráfico de imigrantes clandestinos se formam na Ásia, na África, na Europa Central e na América Latina. Quem viaja ou vive na Europa Ocidental, nos Estados Unidos ou no Japão pode constatar a olho nu que o fenômeno já toca contingentes de brasileiros. Ontem, como hoje, ser explorado pelo capitalismo parece bem melhor do que não ser explorado pelo capitalismo. Fatos dramáticos de exploração humana, que pareciam coisa do passado, estão de novo nas páginas dos jornais. Prostituição forçada, venda de bebês, extorsões, turnos de trabalho escorchantes martirizam o cotidiano de imigrantes ilegais que conseguem se enfiar nos países desenvolvidos. Na outra ponta, os malfeitores achacam as famílias dos migrantes para receber suas remessas de divisas em reembolso do financiamento da viagem. Segundo as autoridades britânicas, as gangues de traficantes de trabalhadores extraem US$ 30 bilhões por ano nessas atividades. No meio do caminho, as tragédias: naufrágio de barcas com albaneses no litoral italiano e de barcas com africanos no litoral da Espanha, mortes pelo frio do inverno na travessia a pé dos Alpes ou dos Pireneus, desastres na fronteira do México com os Estados Unidos.</p>
<p style="text-align:justify;">No último mês de junho, o fenômeno virou catástrofe com a descoberta de 58 jovens chineses asfixiados num caminhão no porto de Dover, quando tentavam entrar na Inglaterra. Sob o impacto do drama, ministros e representantes de 30 países se reuniram recentemente em Paris para discutir o problema. No final da conferência, Barbara Roche, ministra delegada do Ministério do Interior britânico (&#8220;Home Office&#8221;) para assuntos de imigração, escreveu: &#8220;Os imigrantes sempre representaram um contributo positivo para as sociedades que os integraram. Temos que encontrar uma solução para responder à aspiração legítima das pessoas em busca de migração e&#8230; ter um olhar novo sobre a resposta que os fluxos migratórios são suscetíveis de trazer a nossas necessidades econômicas e sociais&#8221;. Na prática, as perspectivas não são boas. As discussões parecem apontar para a criação de uma autorização de estadia temporária na União Européia, condicionada a um contrato de trabalho. Caso venha a ser implementada, essa doutrina fecha o caminho à integração, louvada pela ministra britânica, e transfere a administração da política imigratória para as mãos do patronato europeu.</p>
<p style="text-align:justify;">Outros bolsões de trabalho compulsório integram-se à economia global via Internet. Firmas importantes têm terceirizado suas atividades, transferindo para empresas situadas na Índia e nos conventos espanhóis parte de sua gestão administrativa. Quem irá controlar a penosa jornada de trabalho dos digitadores indianos e das freirinhas espanholas? Seria entretanto ilusório julgar que o fenômeno só atinge os pobres ou os países pobres. Como se sabe, a utilização do correio eletrônico, do telefone celular e o uso combinado, via WAP (sigla em inglês para &#8220;protocolo de aplicações sem fio&#8221;), do e-mail e do acesso à Web no celular aumentam a demanda de trabalho nos escritórios e empurram as tarefas laborais para dentro da casa e da vida privada dos assalariados. Um estudo realizado pela firma Pitney Bowes revela que um funcionário americano recebe uma média de 204 mensagens diárias em seu escritório, incluindo os e-mails (50), telefonemas (48), correspondência interna (18), cartas (15), fax (10) e outros recados. Uma análise publicada em 1997 pela agência Reuters, &#8220;Dying for Information&#8221; (Morrendo por Informação), mostrava que um quarto dos 1.313 executivos americanos interrogados declarava sentir-se fisicamente doente com o afluxo contínuo de informações nas suas mãos. Além disso, a pressão do trabalho transborda os limites do escritório. De fato, outro estudo, realizado em 1999 pelo Gallup e o Institute of the Future, indica que 42% das mensagens recebidas por um funcionário em sua casa ou no trajeto entre seu domicílio e o local de trabalho, referem-se, na realidade, ao seu serviço (2). No setor específico da nova economia, depois de algumas mortes por exaustão de jovens executivos mergulhados no trabalho contínuo, nasceu a expressão &#8220;pifado pelas dotcom&#8221; (&#8220;dotcom burnout&#8221;). Da mesma forma, as imprensas européia e americana usam a fórmula &#8220;escravos do Silicon&#8221; para designar jovens e menos jovens que passam a semana fechados em cubículos, onde comem, dormem e trabalham de virada. Naturalmente, os que mais se desgastam nessas atividades não são propriamente assalariados, mas empregados que obtiveram participação acionária na sua firma. Porém, com a forte queda que as ações das empresas de Internet vêm sofrendo nos últimos meses, esse tipo de remuneração virou às vezes fumaça.</p>
<p style="text-align:justify;">Nessas circunstâncias, começa a surgir e a tomar contornos de reivindicação trabalhista o &#8220;direito à desconexão&#8221;: o direito para o assalariado de se desligar -fora do horário de trabalho, nos fins-de-semana, nas férias &#8211; da rede telemática, do arreio eletrônico que o liga ao seu patrão ou a sua firma. Direito espetacularmente desrespeitado na primeira cena de &#8220;Missão Impossível 2&#8243;, quando um helicóptero dos serviços secretos acha Tom Cruise no alto de uma montanha e o engaja numa nova empreitada. Direito reivindicado nas últimas cenas do filme, quando o ator-herói, depois de salvar o mundo, informa ao chefe que não dirá onde vai descansar com a mocinha, senão não poderá ter férias tranquilas. Na primeira parte do filme, Tom Cruise não sofre coerção direta para fazer seu serviço, mas ele é vítima da alienação, da manipulação de seu chefe, e renuncia à essência contratual do trabalho livre para sujeitar-se à extorsão patronal.</p>
<p style="text-align:justify;">É óbvio que os patrões gostariam de inculcar em seus assalariados a idéia de que eles são outros tantos Tom Cruise. Outros tantos especialistas mobilizáveis em qualquer canto para salvar a humanidade ou, de maneira mais prosaica e mais provável, para garantir os lucros de sua firma e o seu emprego.</p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto o funcionário especializado, e em particular o funcionário brasileiro, poderá pensar que seu destino se parece muito mais com o da Maria. Com a sina de sua empregada doméstica -alojada no quartinho do fundo da casa ou do apartamento e pronta, todo dia, toda hora, para atender os pedidos e os abusos do patrão, da madame e dos filhos da família.</p>
<p style="text-align:justify;">De qualquer modo, já existe em alguns países europeus e nos Estados Unidos um novo tipo de trabalhador, espécie de Maria globalizada, um indivíduo isolado pronto para ser empregado em qualquer circunstância. Aliciados por agências de trabalho interino, esses indivíduos -sem lenço, sem documento, mas com um celular no bolso- são paus-para-toda-obra, fazendo trabalhos geralmente pouco qualificados, fora de qualquer garantia trabalhista.</p>
<p style="text-align:justify;">Eliminar as torpezas da exploração patronal, regulamentar o trabalho, fruir o lazer, missão impossível no capitalismo globalizado?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*Luiz Felipe de Alencastro é cientista político e historiador, autor de &#8220;O Trato dos Viventes &#8211; Formação do Brasil no Atlântico Sul&#8221; (Companhia das Letras).</strong></p>
<p style="text-align:right;">
<strong>FONTE: Caderno Mais! da <a href="http://www.folha.uol.com.br/" target="_blank">Folha de S.Paulo</a> em 13/08/2000</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Sobre a imigração em Portugal e os seus reflexos na demografia]]></title>
<link>http://movv.org/2009/11/24/sobre-a-imigracao-em-portugal-e-os-seus-reflexos-na-demografia/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 22:12:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Clavis Prophetarum</dc:creator>
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<description><![CDATA[Já há muito tempo que dizemos e escrevemos que o discurso mais ou menos &#8220;nacionalista bacoco]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" style="border:1px solid black;margin:4px;" src="http://www.aipa-azores.com/fotos/noticias/Imigrantes_1.jpg" alt="" width="208" height="293" />Já há muito tempo que dizemos e escrevemos que o discurso mais ou menos &#8220;nacionalista bacoco&#8221; que considera que Portugal deve fechar as portas a toda a imigração é estúpido. Com isto, não quero dizer que todos aqueles que o mantêm sejam estúpidos, mas que o seu discurso o é, porque escamoteia um factor essencial para a sociedade portuguesa que é o da nossa anémica demografia. Com efeito, é o próprio Instituto Nacional de Estatística (INE) que admite que o &#8220;crescimento efectivo da população em Portugal está muito dependente da imigração&#8221; e que &#8220;a pequena subida registada em 2008 face a 2007 relaciona-se com o abrandamento do número de estrangeiros residentes&#8221;. Ou seja, não há condições para crermos que as pífias medidas de incentivo à natalidade propagandeadas pelo Governo PS em 2007 e 2008 estiveram na base desta suposta recuperação demográfica já que &#8220;No crescimento natural, a diferença será muito pequena e no crescimento efectivo a diferença tem a ver com o abrandamento da imigração&#8221;.</p>
<p>Portugal continua assim no rumo da evaporação demográfica a que apenas a imigração pode dar satisfação provisória. A fecundidade de 1,3 de crianças por mulher (confirmada pelo INE) é estável desde 2007 e deverá descer ainda mais em 2009, devido à recessão (que adia a decisão de terem filhos a muitos casais) e aos números de desemprego reais (que há muito já bateram o número de 600 mil pessoas). Isto significa que o desequilibro entre ativos e pessoas fora do setor produtivo irá agravar-se nos próximos anos, que o sistema de reformas será cada vez mais ameaçado e que será cada vez mais difícil no futuro próximo encontrar pessoas em idade ativa para preencher os postos de trabalhado que forem surgindo&#8230; Após uma economia em que os jovens são subremunerados e precarizados de forma crónica, teremos um oposto em que serão preciosos e bem remunerados, mas esmagados sob cargas fiscais tremendas para sustentarem uma desproporção crescente de idosos&#8230; Solução? Começar já a investir em políticas demográficas realmente eficazes e duradouras e ir preenchendo o tempo (longo) em que estas demoram a ser eficazes com correntes migratórias saudáveis e de qualidade.</p>
<p><strong>Fonte:</strong><br />
<a href="http://www.publico.clix.pt/Sociedade/crescimento-da-populacao-em-portugal-esta-muito-dependente-da-imigracao_1409230" target="_blank">http://www.publico.clix.pt/Sociedade/crescimento-da-populacao-em-portugal-esta-muito-dependente-da-imigracao_1409230</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conquest!]]></title>
<link>http://canemarchepas.wordpress.com/2009/11/19/conquest/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:35:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas.vazporto</dc:creator>
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<description><![CDATA[É galere (sem trema pela nova regra), finalmente comecei a viajar pel&#8217;Europa. Fui para Escócia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É galere (sem trema pela nova regra),</p>
<p>finalmente comecei a viajar pel&#8217;Europa. Fui para Escócia e para a Irlanda. E aparentemente esse negócio de ser barrado na fronteira é para os newbies. Na Irlanda mesmo, com 1 bom-dia, 3 frases intransitivas e um numeral eu consegui 6 vistos de uma vez, o tio da fronteira carimbou os passaportes sem nem olhar pra cara da galera.</p>
<p>Na Escócia foi MUITO mais complicado, a mulher perguntou uma meia dúzia de coisas, como quanto tempo você vai ficar e qual é o seu albergue, e pediu a passagem de volta. Por sinal era um papel impresso da Ryanair (ou seja não vale nada, mas custa 20 euros se você não imprimir). Na segunda vez nem isso, eu entrei no país sem nem olhar na cara de ninguém. Não querendo ser chato nem preconceituoso nem nada, mas essa galera barrada deve ter realmente muito cara de retirante nordestino indo pra Sumpaulo.</p>
<p>Por quê Escócia, por que você não foi pra Londres?</p>
<p>Essa é fácil, estava mais barato. Mesmo assim, &#8216;fikdik&#8217;, se algum dia você resolver comprar uma passagem de 2 cêntimos, lembre dos 5 euros que você vai pagar pra pagar, mais o bilhete do metrô até Porte Maillot, mais os 13 euros até Beauvais (que fica lá na Picardia), mais qualquer coisa de errado que você puder fazer, tipo não imprimir  check-in, chegar atrasado, levar  bagagem de mais, levar uma coisa que não pode.  Enfim, o barato sai caro (mas Londres seria ainda mais caro).</p>
<p>E não, a Escócia não tipo uma Inglaterra do interior.  Antes que alguém faça qualquer comparação com um estrangeiro indo para o Brasil e ficando no Piauí. A Escócia é muito decente. Você entra de graça nos lugares, a cerveja é barata. A cidade é absurdamente antiga e tem umas passagens muito medievais umas escadas entre prédios e uns castelos em pontos estratégicos. Enfim, Edimburgo é um lugar que eu recomendo.</p>
<p>Agora citações menos  longas, não por menor importância,  mas porque eu fiquei menos tempo:</p>
<p>Inverness, onde a palavra Inverno ganha sentido, mesmo no Outono.</p>
<p>Um highlander nos ajudou. Estávamos com frio, meia noite na rua, procurando o albergue e os tios que instalavam as luzes de natal da cidade resolveram sentir pena de nós e a gente pegou carona no furgão de manutenção da prefeitura.  Ai um dos highlanders nos levou até  porta do albergue.</p>
<p>O highlander do albergue estava puto conosco porque a gente chegou tarde. Acho que é hobby nacional de lá reclamar de tudo, porque todo mundo reclama o tempo todo mas é brother.</p>
<p>Depois de Inverness, eu só ando de bermuda e camiseta. Casaco é para os fracos.</p>
<p>Dublim, caro pa porra. Tipo Paris, mas eles falam gaélico, e inglês nas horas vagas. Muito bonita, fui na fábrica da Guiness, não entrei. Comprei 2 Guinesses pra tomar depois e foi só. De noite eu cai na cama. Me chamaram pra sair, mas como de costume eu respondi dormindo e não fui, no outro dia, como os escoceses fiquei reclamando.</p>
<p>Voltamos para Glasgow, bizarramente nenhum oficial de fronteira, ou seja, quer entrar no Reino Unido ilegalmente, Dublin-Glasgow, custa 1 libra (mais 5 pra pagar no cartão e 20 pra levar uma mala), acha uma inglesa, casa e tá em casa.</p>
<p>Não fizemos nada, só ficamos no aeroporto esperando o vôo para Paris.</p>
<p>Foi isso a viagem, eu não tirei fotos, mas vou roubar fotos dos brotheres pra colocar como minhas. Obviamente tem que fazer a seleção e criar as legendas, porque comigo né só tirar um bando de foto e colocar n&#8217;orkut não.</p>
<p>Abraçundas</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vaquinha: Sil no Canada - Vakinha.com.br]]></title>
<link>http://aos40.wordpress.com/2009/11/19/vaquinha-sil-no-canada-vakinha-com-br/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 11:50:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>silney</dc:creator>
<guid>http://aos40.wordpress.com/2009/11/19/vaquinha-sil-no-canada-vakinha-com-br/</guid>
<description><![CDATA[Pegando carona na ideia do Ursos no Canada&#8230;.aqui esta a minha vaquinha! rsrsrs.. Acho bom vcs ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pegando carona na ideia do <a href="http://ursosnocanada.blogspot.com/" target="_blank">Ursos no Canada</a>&#8230;.aqui esta a minha vaquinha! rsrsrs..</p>
<p>Acho bom vcs darem uma passadinha por la&#8230;é a chance q vcs tem de se livrarem de mim..ou no minimo terem um local para passarem ferias no futuro hahahahahahha com direito a passeio em Niagara Falls&#8230;kkk</p>
<p>pensem bem!!!!!!!!!!!!</p>
<p><a href="http://www.vakinha.com.br/Vaquinha.aspx?e=15451">Vaquinha: Sil no Canada &#8211; Vakinha.com.br</a>.</p>
<p>To esperando vcs por la&#8230;.humm na verdade esperando a contribuição ne kkkkk</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://aos40.wordpress.com/files/2009/11/vakinha.jpg"><img src="http://aos40.wordpress.com/files/2009/11/vakinha.jpg" alt="" title="vakinha" width="200" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-349" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estradas e Estadas]]></title>
<link>http://oviesrevista.wordpress.com/2009/11/19/555/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 02:50:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>revistaovies</dc:creator>
<guid>http://oviesrevista.wordpress.com/2009/11/19/555/</guid>
<description><![CDATA[A imigrante de raiz boliviana, coração peruano e chão brasileiro Um pé aqui e outro ali. Passos rápi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><em>A imigrante de raiz boliviana, coração peruano e chão brasileiro</em></p></blockquote>
<p style="text-align:center;"><strong><img class="aligncenter" title="Rosy Salvatierra, foto por Liana Coll" src="http://lh3.ggpht.com/_63rFAuTZ24c/SwSmV-3ztLI/AAAAAAAAALo/aGjIkOto-KQ/s640/rosy%20salvatierra%20%287%29co.JPG" alt="" width="441" height="331" /></strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Um pé aqui e outro ali. Passos rápidos, xingamentos. <em>Bancas inúteis, vendedores chatos! </em> E a pessoa por detrás da banca passa ao segundo plano (e se é que passa a algum plano). Comércio, centro. Um epicentro fervilhante de ponteiros girando com pressa (e Santa Maria não é uma grande cidade). No meio deles, dizem, há o que não presta. E não? O nosso olhar é fraco e traiçoeiro. Para desfazer isso, só por um momento que seja, dá para parar ali na Praça Saldanha Marinho, naquela banca da moça de olhos negros e puxados, cabelos lisos e longos.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma banca de cores, de muitas cores. Toalha vermelha sob artesanato peruano. Bolsas, chaveiros, tabuleiros de xadrez artesanais, incensários, cinzeiros, presépios de pedra. E muitos vermelhos, rosas, amarelos e verdes. E lã, cerâmica, argila, barro e bronze. Tudo marcado por desenhos e paisagens e a palavra <em>Peru </em>assinalada, pintada, gravada ou lapidada. É manhã do dia 4 de novembro e o dia ainda não parece um dia. Nem a primavera parece primavera. Nublado e cinza. A vivacidade das cores da banca é o que se destaca e o que emerge nas pupilas, mas, além disso, atrás do festival de arte e cor, há uma moça de 21 anos que tem sobre as costas a experiência de um (e não qualquer um) ancião.</p>
<p style="text-align:justify;">Boliviana, Rosy Flores Salvatierra saiu aos 17 anos do país com destino ao Brasil e à maturidade precoce&#8230; Peraí, boliviana?</p>
<p style="text-align:justify;">Sim, boliviana. O artesanato que vende é peruano porque o marido, Guzman Rivera Marques, é dessa nacionalidade e o casal vai a Lima todo ano para comprar, trocar e negociar artesanato na grande comunidade artística da cidade. Com o passar do tempo, isso fez com que ela se apegasse mais ao Peru do que à Bolívia. Cada vez que vai ao Peru, deixa um pouco de si nas fronteiras do retorno.</p>
<p style="text-align:justify;">E, por que o Brasil? Porque, embora as graves desigualdades existentes aqui, o país é o irmão latino mais próspero. Dentre os países vizinhos, os Salvatierra optam, sem dúvida, pelo Brasil. É aqui que crêem encontrar a melhor recepção para seu trabalho. “<em>Si, Brasil. Porque trabalhar em Chile non dá. Pobreza. Y também chileno tem fama de ladron. E en Argentina&#8230; os argentinos no gastan, non compram da gente. Non valorizam. E em Peru ou Bolívia, tem que se sacrificar bastante mesmo.” </em>A irmã, 10 anos mais velha, já trabalhava com artesanato no território brasileiro. O irmão também já andava por aí. Atravessava as fronteiras em busca de emprego. Ele trabalha como mecânico. No Chile, trabalhou como pedreiro. Não sendo melhor que aquilo que ele achava o pior, voltou à Bolívia. E a mãe, que nunca havia colocado os pés fora do país natal, não resistiu ficar só no aceno aos filhos. Decidiu também imigrar. Veio ao Brasil para ajudar no cuidado aos netos. Três são da filha mais velha, Monica, e um da filha que ainda mora na Bolívia, Carla. Bem, a Carla também já veio para cá e não se adaptou. No retorno, achou melhor deixar a filha no local onde a renda poderia lhe proporcionar uma criação melhor.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" title="Artesanato peruano, foto por Liana Coll" src="http://lh4.ggpht.com/_63rFAuTZ24c/SwSmyvRdpSI/AAAAAAAAALs/7uKuwyCeE_Q/s720/rosy%20salvatierra%20%286%29.JPG" alt="" width="205" height="140" /></p>
<p style="text-align:justify;">Intercalando passado e presente, cá estamos nós no dia 4 de novembro, dia em que, coincidentemente, Rosy completava seus 21 anos. É o tal dia cinza e nublado, o movimento da manhã foi fraco e, como se não bastasse, a boliviana está sozinha. O marido viajou ao Peru para adquirir o artesanato das vendas de verão. Ele também é músico, toca composições tradicionais peruanas. “<em>Fica uma semana, viaja três. Precisa tocar em vários lugares para conseguir mais dinheiro. Meus amigos me dizem que ele non deveria me deixar assim, que deveria comer só pão e água que fosse, mas que non me deixasse assim&#8230; no meu aniversário do ano passado também estábamos em função de viagem, mas depois ele cantou parabéns pra mim&#8230; e no meu ouvido! Mas hoje </em>(havia passado alguns minutos das seis horas da tarde) <em>non me ligou ainda&#8230;”. </em></p>
<p style="text-align:justify;">Brasil, sul, foi aqui que os dois se conheceram. No coração do Rio Grande, o casal se uniu. A vida no hotel de 200 reais mensais. 200 reais também foi o preço aproximado da regularização da situação de ilegalidade. O processo foi simples devido a acordos entre países integrantes do bloco Mercosul. Pagamento da taxa a apresentação da carteira de identidade. Agora, Rosy e Guzman não temem os fiscais, ainda que alguns insistam em xingamentos e hostilidades. Ainda assim, há a saudade das famílias, a vontade de se estabelecer em algum lugar. O incerto, o aperto, a viagem, o ônibus, o trem. O aceno, o reencontro. Brigas. Ficar ou ir. Pra onde ir¿ Por onde ir¿ Viagem, ônibus, trem. Aceno, aperto, reencontros. Falando em idas, cinco dias, aproximadamente, é tempo que se gasta no trajeto Bolívia–Brasil ou Peru–Brasil. E oito ou dez para voltar. Passar pelas alfândegas e fiscalizações tem seu custo. A palpitação, o medo, a humilhação. O fisco, o risco.  “<em>Ah, uma bez, na fronteira de Bolíbia com Peru, nós tibemos que passar por baixo da ponte a umas 4 horas da madrugada.”. </em>Essa fronteira fica na região do povoado de Desaguadera. Por debaixo de uma ponte, atravessando o rio Desaguadero, Rosy e outros imigrantes escaparam da constrangedora situação de subornar fiscais para que não apreendessem o artesanato. Sim, constrangedora. Não é espírito de aventura o que move esse tipo de imigração, mas sim necessidade e fome mesmo. É claro que eles não gostam de ter que passar por isso. Essas pessoas não são personagens de filme de ação, onde risco geralmente é sinônimo de prazer. “<em>Meu marido, coitado, fica muito nerboso nessas fronteiras. Treme e olha para todos os lados. Eu digo: van pensar que está carregando cocaína. Ele diz que não me importo com os riscos. Mas eu me importo si, só que preciso me controlar para non chamar atenção&#8230;”.</em> Em Corumbá, fronteira entre o Mato Grosso e a Bolívia, é comum os firmes policiais perderem a rispidez recebendo 40 reais na mão. 40 reais por caixa de artesanato colocada para dentro do território brasileiro. E, como os imigrantes precisam de bastante material para segurar pelo menos três meses de vendas, deixam, a cada passagem na fronteira, o valor aproximado de 120 reais.</p>
<p style="text-align:justify;">Aqui em Santa Maria o casal diz que é bem valorizado. No inverno venderam todas as roupas de lã peruana. Os estudantes, principalmente, gostam do trabalho artesanal e valorizam a música do grupo de Gusman Marques. Quem também conversa bastante com Rosy são os brasileiros interessados na cultura peruana ou que já estiveram pelo território. Ela gosta da simpatia, mas nem sempre do papo. Na verdade, ouvir sobre o país de que se tem paixão, mas de que não se vislumbra condição de volta, causa um sentimento contraditório na moça. E então, já não se sabe se olhos pretos emocionam-se pelo amor à terra ou pelo desgosto de não vê-la fecunda. “<em>O Peru, com tanto ponto turístico deveria ser próspero. Non era pra ser</em> <em>así&#8230;”. </em>Para arrematar o assunto, uma senhora, cliente de Rosy e colecionadora dos presépios de pedra peruanos, lembra da vez que foi para Cuzco e “<em>no centro, as crianças vinham com sabonetes, pedras ou o que tivessem para tentar trocar por um par de meia ou sapato nosso”. </em>O comentário é o estopim para que a cabeça da moça Salvatierra penda para baixo, como se, de repente, dilatasse e pesasse mais.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Artesanato peruano II, foto por Liana Coll" src="http://lh5.ggpht.com/_63rFAuTZ24c/SwSmMbo7_VI/AAAAAAAAALk/bGtBlOtL1v0/s640/rosy%20salvatierra%20%285%29cor.JPG" alt="" width="323" height="234" /></p>
<p style="text-align:justify;">No final da tarde, Rosy estava ainda atrás de sua banca em meio a três ou quatro outros expositores artesãos. Veja: sentada, queixo apoiado na mão. Ora ou outra um papo com o<em> </em>colega do lado, mas maior parte do tempo quieta, o pensamento na Bolívia ou no Peru ou em Florianópolis. Florianópolis é o destino que ela iria tomar dali a dois dias. É lá que a mãe, irmã e quatro sobrinhos moram. Dona Miriam, a mãe, cuida das crianças mesmo quando precisa levá-las a tira-colo para as banquinhas montadas diariamente no centrão da capital catarina. Com 52 anos e algumas dores nas pernas e joelhos, quer voltar ao Peru. Insistiu para que Rosy e o marido se juntassem a elas em Florianópolis. Como mãe e filha não se vêem seguidamente (ainda não se viram neste ano), a ponte telefônica é o meio pelo qual matam as saudades e trocam planos. Os planejamentos são, em sua maioria, voláteis: a incerteza do que é o melhor é uma constante que nunca se esvai por completo.</p>
<p style="text-align:justify;">O trabalho de vendedor é desgastante. Se o consumidor não visita a banca, a banca precisa se deslocar ao consumidor. Na temporada de verão 2007/2008, Rosy, com 82 quilos, juntou-se às mulheres da família na praia. De tanto caminhar para vender os artigos peruanos, perdeu 14 quilos. “<em>Meu marido nem me reconheceu. Ele tava em Caxias e, quandou voltou, achou que não era eu.”. </em>Já na temporada de 2008/2009 o movimento foi fraco, as vendas escassas. <em>“Por isso non queria voltar mais para lá. Não tinha muito turista, acho que por causa das enchentes, né</em>?<em>! Tinha mais era argentino, e argentino non compra nada, non baloriza”. </em>Porém, devido à matriarca estar sobrecarregada com os cuidados às crianças e “<em>cheia de problemas de saúde”,</em> na sexta feira (6/11) ou no sábado (7/11), Rosy vai tirar 94 reais das economias para comprar a passagem, adicionando, assim, mais algumas horas de estrada ao seu itinerário. O marido a reencontrará direto no novo lar, uma casa de madeira de dois cômodos “<em>no úúltimo andar de um morro perto do centro”. </em></p>
<p style="text-align:justify;">Quanto aos estudos, o desejo do marido era de que Rosy terminasse os dois anos de ensino médio que lhe faltaram para depois cursar faculdade de Medicina ou Arquitetura. “<em>Ele quer que eu faça algo assim&#8230; que dê reconhecimento, entende.” </em>Mas se dependesse de Rosy, o plano preferido seria juntar dinheiro, ir para o Peru e montar um negócio próprio, uma “<em>cafeteria muuito chique com panadaria e lanches, (&#8230;) tudo muito limpo, porque as coisas mal feitas e sujas me fazem perder o apetite”. </em>Ela não tem coragem de contar isso ao marido e, por isso, delineia seus planos olhando para o céu com um quê de utopia.<em> “Minha vida é sofrida sabe</em> <em>?!”</em></p>
<p style="text-align:justify;">E se o olhar insiste em fugir e desviar da banca que desnorteia o caminho das passadas ensaiadas&#8230; miopia ou astigmatismo. Estigma social.<a href="http://oviesrevista.wordpress.com/files/2009/10/v.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-89" title="V FINAL" src="http://oviesrevista.wordpress.com/files/2009/10/v.jpg?w=108" alt="" width="15" height="19" /></a><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://oviesrevista.wordpress.com/2009/10/30/liana-coll/" target="_self">Liana Coll</a></strong></p>
<p><a href="mailto:lianacoll@revistaovies.com">lianacoll@revistaovies.com</a></p>
<p>Versão para Impressão em breve</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comendo e Bebendo]]></title>
<link>http://temperaturamaxima.wordpress.com/2009/11/17/comendo-e-bebendo/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 01:23:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Temperatura Máxima no Canadá</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma das coisas que mais me preocupavam antes de vir para o Canadá não era, exatamente, o frio que en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-979" title="comida" src="http://temperaturamaxima.wordpress.com/files/2009/11/comida.jpg" alt="comida" width="171" height="225" />Uma das coisas que mais me preocupavam antes de vir para o Canadá não era, exatamente, o frio que enfrentaríamos, afinal já estamos avisados de que não será nada fácil encarar o frio por aqui&#8230;hehehe a preocupação, na verdade, era sobre a comida e bebida das terrinhas geladas.</p>
<p>Como eu não conhecia o país, passavam mil coisas pela minha cabeça:<em> será que a comida lá é boa? existe arroz e feijão por lá? será que a água é gostosa? e as verduras e legumes? e as frutas que eu tanto amo, será que tem fruta boa (e barata) em um país que vive gelado a maior parte do tempo?????</em> Enfim, pode parecer bobagem, mas isso me preocupava.</p>
<p>Conforme fui fazendo minhas pesquisas descobri que tinha de tudo por aqui, daí veio a preocupação: <em>mas e o sabor????</em> Bom, agora, que já comi bastante posso falar um pouco mais sobre isso&#8230;rsrs</p>
<p>Vou começar pelos itens de maior consumo aqui em casa, frutas, verduras e legumes. As frutas são muito boas, tem algumas que são maravilhosas como o morango (nunca comi igual no Brasil), cereja, pessegos e uvas. Tem algumas que são meio sem gosto como melancia, maçã e banana (aqui a banana só fica mais docinha qdo está bem madura). Laranja não é sempre que acho umas boas, por isso prefiro comprar suco natural. É lógico que alguns sucos de caixinha são horríveis, mas encontramos uma marca muito boa e que não deixa nada a desejar&#8230;</p>
<p>As verduras e legumes tem bastante variedade e são muito boas tanto no sabor qto na durabilidade, por exemplo, a alface dura dias na geladeira sem estragar, diferente do que acontecia no Brasil. Só para ter uma idéia um maço de salsinha durou verdinha e durinha mais de um mês na geladeira, no Brasil ela durava uma semana..rsrs</p>
<p>Arroz e feijão tb não foi dificil de achar, tivemos um pouco mais de dificuldade com o feijão, pois só compramos feijão enlatado e muitas marcas são adocicadas. Felizmente, encontramos algumas marcas que o feijão preto tem um sabor muito bom. Para quem não abre mão de arroz e feijão brasileiro, existem algumas lojas portuguesas que vende, mas não faço idéia de preços. Ah! E não se preocupem, aqui tem panela de pressão&#8230;hehehe</p>
<p>Tb é fácil encontrar produtos como leite condensado, creme de leite e leite de coco, os sabores são um pouco diferente, mas tb são bons.</p>
<p>A água é boa, os sucos, geralmente, são muito bons, os refrigerantes são os mesmos de grandes marcas, mas guaraná e fanta laranja, por exemplo, só em lojinhas portuguesas..rsrs</p>
<p>Com relação a carnes, tb tem de tudo, o problema é o preço. Carne de gado é muito caro, geralmente, as mais baratas custam em torno de 15 dólares o kilo. Mais barato que isso, só em promoções de carnes não muito fresquinhas&#8230;hehehehe Já a carne de porco e o frango são mais baratas, mas mesmo assim são mais caras que no Brasil (São Paulo). Até a mortadela aqui é cara&#8230;hahahaha</p>
<p>Para pães, biscoitos, doces, chocolates, sorvetes e companhia limitada aqui é o paraíso, o preço é bom e os sabores são óóóóótimos. Com excessão dos yogurtes que não são muito atraentes, o único que acho gostoso é o activia, os outros eu preciso misturar leite condensado&#8230;hehehe</p>
<p>No geral, o preço dos alimentos não são altos, só mesmo a carne me espanta um pouco&#8230;</p>
<p>Como eu já disse, não sinto falta de quase nada, tenho certeza que dependendo do que eu precisar, vou encontrar em um ou outro mercadinho por aqui&#8230;hehehe</p>
<p>Agora, umas das coisas essenciais desse país é saber cozinhar um pouquinho, pois a comida congelada é horrível (difícil achar uma boa), a pizza tb é um caos e comer em restaurantes ou lanchonetes é abrir falência&#8230;hahaha Comer fora de casa é caro, só mesmo em ocasiões especiais, do contrário, não compensa&#8230;</p>
<p>Esse papo me deu uma fomiiinha&#8230; Vou lanchar&#8230;rs</p>
<p>Até mais</p>
<p>Rosi</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Protesto contra o HST (Harmonized Sales Tax)]]></title>
<link>http://casanocanada.com/2009/11/17/protesto-contra-o-hst-harmonized-sales-tax/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 23:38:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>rosadasilva</dc:creator>
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<description><![CDATA[Stop the HST – Cost of buying, owning and selling a home to go up by 8% Earlier this week, the Gover]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/tRj_Qq7sObI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/tRj_Qq7sObI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Stop the HST – Cost of buying, owning and selling a home to go up by 8%</p>
<p>Earlier this week, the Government of Ontario formally launched its latest assault on homeowners, purchasers and sellers with the introduction of Bill 218, the Ontario Tax Plan for More Jobs and Growth Act, 2009 which implements the HST.</p>
<p>Homebuyers and sellers will pay 8 per cent more on legal fees, appraisals, real estate commissions, home inspection fees, and moving costs, adding about $1,500 in new taxes to the average residential real estate transaction in Ontario.</p>
<p>For homeowners the HST will also add hundreds of dollars in additional tax on utility bills (gas, electricity and home heating fuel), on home renovation labour, the cost of lawn upkeep or landscaping and the cost of snow removal.</p>
<p>REALTORS® have sent more than 14,000 emails to Members of Provincial Parliament opposing a harmonized sales tax (HST). MPPs have heard from REALTORS® and now we need your help to make consumers’ voices heard at Queen’s Park.</p>
<p>Please help Ontario REALTORS® fight this tax. In less than 30 seconds you can send an email to your MPP asking them to vote against sales tax harmonization legislation, by clicking here: <a href="http://www.facebook.com/l/6be4e;bit.ly/stopthehst">http://www.facebook.com/l/6be4e;bit.ly/stopthehst</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Dois pesos e duas medidas]]></title>
<link>http://roadtoworldcup.wordpress.com/2009/11/12/dois-pesos-e-duas-medidas/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 02:56:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>roadtoworldcup</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Fora daqui, cabrão. Vai para a tua terra!”. Estas foram as primeiras palavras que ouvi quando acord]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-198" title="P1000836" src="http://roadtoworldcup.wordpress.com/files/2009/11/p1000836.jpg?w=300" alt="P1000836" width="300" height="225" />“Fora daqui, cabrão. Vai para a tua terra!”. Estas foram as primeiras palavras que ouvi quando acordei de manhã, no quarto andar sem elevador que dividia com mais três pessoas no bairro da Mouraria. A Mouraria é um bairro peculiar; mesmo muito degradado e barato está no centro de Lisboa, o que levou a que muitos imigrantes chineses, árabes e africanos ali se instalassem, misturando-se com as gentes autóctones do bairro. Nas ruas, pode ouvir-se fado, kuduro ou as bandas sonoras de filmes de Bollywood. As diferentes raças habituaram-se a viver em ruas estreitas e, por isso, costumam saudar alegremente os vizinhos.</p>
<p>Foi assim, com surpresa, que ao espreitar da varanda me deparei com um branco cinquentão de fato-macaco a barafustar com um preto adolescente, que se ia afastando, lentamente, voltando-se de vez em quando para lançar gestos insolentes. Nunca percebi o motivo daquela confusão matinal, mas ficou-me uma frase: “Vai para a tua terra”. Mandar um imigrante para a terra dele é a provocação mais inconsequente que pode existir. Primeiro, porque provavelmente um imigrante adolescente já nasceu em Portugal – a sua terra é esta, não conhece mais nenhuma. Segundo, porque mesmo que muitos gostassem de voltar não têm oportunidade de o fazer – seja por falta de dinheiro, seja porque na sua terra não têm uma vida decente ou porque já nem têm quem os receba. Por último, no caso específico de um africano, mandá-lo para a terra dele até pode ser algo agradável. Um dos traços da cultura africana ancestral é o amor pela terra dos antepassados, que assume muitas vezes um carácter divino.</p>
<p>O adolescente vivia no prédio defronte do meu. Era um típico edifício centenário, com azulejos na fachada, paredes descascadas. O que o diferenciava era a bandeira angolana pendurada no varandim das águas furtadas. Ali vivia uma grande família de imigrantes angolanos – os pais, uns sete ou oito filhos e já uma terceira geração de crianças que passavam o dia a jogar à bola na rua. A bandeira hasteada num dos símbolos da arquitectura lisboeta dava à cena uma estética ainda mais profunda: o cinquentão assumia o papel do escravizado revoltado contra os colonos angolanos que até já tinham pendurado o símbolo da sua nação na maior montra do seu bairro – uma autêntica ocupação.</p>
<p>Ora, toda a gente sabe que os portugueses fixaram a sua bandeira nas colónias africanas durante 500 anos. Cinco séculos em que a hierarquia social se estruturou exclusivamente pela cor de pele: o branco era o senhor, o patrão, o poderoso, o preto era o escravo, o empregado, o subordinado. Ao africano que mandasse um branco para a sua terra estava destinado, no mínimo, o despedimento mas, muitas vezes, a fome ou a prisão. Na sua própria terra!</p>
<p>Com a descolonização, tudo se alterou. Muitos africanos viajaram com os retornados para a antiga metrópole, procurando através do trabalho vingar no país dos ex-patrões. Deslocados, refugiaram-se nas periferias urbanas, criando a sua própria terra na terra de outros. Nessa pátria enclausurada, os filhos da primeira geração de imigrantes encontraram a desocupação, a pobreza e a marginalidade. Muitos optaram pela via mais fácil – vender droga ao branco, assaltar o carro do branco, saquear o banco do branco. Este, seguindo a tendência dos povos ocidentais, pensa que já lhe basta os seus próprios problemas, quanto mais levar com as dificuldades e afrontas de estranhos dos trópicos. Rapidamente, e sem o mínimo de remorso histórico, o branco apontou o dedo aqueles a quem tinha sacado impunemente ouro, terras e diamantes: “Se queres roubar, vai para a tua terra”. Esta é o esquema de pensamento do cinquentão de fato-macaco.</p>
<p>Este sábado, o semanário “Expresso” noticiou que os angolanos já representam 30% do mercado de luxo português. O artigo cita mesmo o relações públicas e especialista no mercado de luxo Ricardo Figueiredo: “Os angolanos foram os principais responsáveis pelo facto de as lojas, em Portugal, não se terem ressentido tanto como em Espanha”. Se o mecânico da Mouraria trocasse o fato-macaco por um blazer e se sentasse atrás de um balcão da Rolex e, se pela porta da loja entrasse o mesmo adolescente com quem barafustou, mas elegantemente vestido da cabeça aos pés, provavelmente o “vai para a tua terra” seria transformado num “bem-vindo à nossa loja”. De sorriso nos lábios, enfiaria o dinheiro na caixa e pensaria: “Onde é que o preto arranjou o dinheiro?”. Não há preconceitos que 50 mil euros a pronto não comprem.</p>
<p>Mesmo com uma quota de imigração bastante inferior à dos países da “velha Europa” (8600, em 2008), os portugueses mantêm uma grande animosidade em relação aos seus imigrantes. Os estrangeiros radicados no país são ainda vistos como a causa da criminalidade e do desemprego e de outros males nefastos da sociedade. Todos? Todos não, responderão muitos portugueses. Aqueles que estão integrados e que dão dinheiro ao Estado podem por cá ficar. São os que nos causam dissabores que devem ser devolvidos à proveniência. Para estes, a cor da pele só é tolerável consoante o peso da carteira. É uma lógica com dois pesos e duas medidas: preto rico é da casa, preto pobre deve voltar à terra.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[London River]]></title>
<link>http://edigomais.wordpress.com/2009/11/11/london-river/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 13:47:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lui</dc:creator>
<guid>http://edigomais.wordpress.com/2009/11/11/london-river/</guid>
<description><![CDATA[Essa produção de Inglaterra, França e Argélia aborda um dos temas mais comuns do cinema atual: a imi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-626" title="l_1227787_9614c48b" src="http://edigomais.wordpress.com/files/2009/11/l_1227787_9614c48b.jpg?w=212" alt="l_1227787_9614c48b" width="212" height="300" />Essa produção de Inglaterra, França e Argélia aborda um dos temas mais comuns do cinema atual: a imigração e a intolerância com &#8220;o outro&#8221;. Aliás, o diretor, Rachid Bouchareb, já tinha feito um belíssimo filme sobre o assunto, <em>Dias de Glória</em>, um dos meus preferidos da Mostra de 2006, que falava sobre o preconceito que sofriam os soldados argelinos que lutaram pela França na Segunda Guerra Mundial. O passado servia como ponto de partida para discutir a atual situação dos imigrantes na França, em um filme que saiu não muito tempo depois daqueles quebra-paus em Paris.</p>
<p><em>London River </em>traz duas mudanças em relação a <em>Dias de Glória</em>: a ação se passa em Londres (duh!) e em um passado bem mais recente, logo depois dos ataques terroristas de 2005. Ao ouvir sobre os atentados, Elisabeth Sommers, uma jovem senhora que mora em uma fazenda, liga sem parar para a filha, Jane, moradora da capital da Inglaterra, para ter certeza de que ela está bem. Sem notícias, Elisabeth decide ir ao apartamento de Jane, que encontra vazio. Em Londres, ela conhece um homem, Ousmane, que deixou a França pelo mesmo motivo: em busca de notícias do filho desaparecido. Estas duas pessoas totalmente diferentes (ela é branca, cristã e do tipo que usa pullovers; ele é negro, muçulmano e cheio de dreadlocks) vão unir forças para encontrar os dois jovens e, nessa jornada, aprendem mais sobre o outro.</p>
<p>Talvez por essa sinopse vocês já devam estar imaginando onde a coisa toda vai dar, o que não é minha culpa porque, de fato, a história é um pouco previsível demais. E DIGO MAIS: por causa desse jeitão meio convencional, <em>London River</em> não é tão bom quanto outras produções recentes sobre esse assunto, como <em><a href="http://edigomais.wordpress.com/2009/03/27/entre-os-muros-da-escola/" target="_self">Entre os Muros da Escola</a></em>, <em>Caché</em>, o já citado <em>Dias de Glória</em>, ou mesmo títulos norte-americanos como<em> <a href="http://edigomais.wordpress.com/2009/03/23/gran-torino/" target="_self">Gran Torino</a></em>, <em><a href="http://edigomais.wordpress.com/2009/04/02/o-visitante/" target="_self">O Visitante</a></em> e <em><a href="http://edigomais.wordpress.com/2009/02/22/rio-congelado/" target="_self">Rio Congelad</a></em><a href="http://edigomais.wordpress.com/2009/02/22/rio-congelado/" target="_self">o</a>. Isso não significa que o filme seja ruim. Além de os atores serem talentosos (a Brenda Blethyn faz a Elisabeth, e o Ousmane é um cara chamado Sotigui Kouyaté), a ideia de promover o encontro entre eles logo depois dos atentados de Londres é muito boa. Porque durante a procura, fica claro que o preconceito de alguém como Elisabeth em relação a alguém como Ousmane não é, em si, um ato terrorista, mas um sentimento que colabora para o clima geral de intolerância que, em situações extremas, coloca em perigo tanto a jovem branca e cristã quanto o jovem negro e muçulmano.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Líbia diz que imigração ilegal para Itália foi reduzida em 90%]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/11/10/libia-diz-que-imigracao-ilegal-para-italia-foi-reduzida-em-90/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 11:09:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Helen Schossler</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/11/10/libia-diz-que-imigracao-ilegal-para-italia-foi-reduzida-em-90/</guid>
<description><![CDATA[Marrocos &#8211; Reuters &#8211; 09/11/2009 A Líbia diminuiu em 90 por cento o número de imigrantes ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Marrocos &#8211; Reuters &#8211; 09/11/2009 A Líbia diminuiu em 90 por cento o número de imigrantes ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Casar ou não casar, eis a questão...]]></title>
<link>http://deniamariano.wordpress.com/2009/11/10/casar-ou-nao-casar-eis-a-questao/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 02:57:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>deniamariano</dc:creator>
<guid>http://deniamariano.wordpress.com/2009/11/10/casar-ou-nao-casar-eis-a-questao/</guid>
<description><![CDATA[03 de outubro de 2009. Dia do nosso casamento em Sydney. Juntos há três anos, eu e Rodrigo decidimos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>03 de outubro de 2009. Dia do nosso casamento em Sydney. Juntos há três anos, eu e Rodrigo decidimos nos casar após muito pensar sobre o assunto e consultarmos um agente de imigração*. <div id="attachment_18" class="wp-caption aligncenter" style="width: 260px"><img src="http://deniamariano.wordpress.com/files/2009/11/rod_denia_to_choose-170.jpg?w=200" alt="Rod_denia_to_choose-170" title="Rod_denia_to_choose-170" width="250" height="300" class="size-medium wp-image-18" /><p class="wp-caption-text">Intercontinental Hotel - Darling Habour - Foto: Aloysius Jenner</p></div></p>
<p>A cerimônia, que seria realizada no Botanic Gardens, acabou sendo transferida para o Intercontinetal Hotel devido à mudança brusca de temperatura; muito típica de Sydney. Muito frio e chuva fizeram da cerimônia rápida e simples um estressante e tumultuado evento, mas nem por isso menos perfeito e encantador. </p>
<div id="attachment_171" class="wp-caption aligncenter" style="width: 447px"><a href="http://deniamariano.wordpress.com/files/2009/11/sapato-casamento2.jpg"><img src="http://deniamariano.wordpress.com/files/2009/11/sapato-casamento2.jpg?w=300" alt="" title="sapato casamento" width="437" height="270" class="size-medium wp-image-171" /></a><p class="wp-caption-text">Foto por Aloysius Jenner</p></div>
<p>Nossas mães chegaram em Sydney às 10h30 do sábado, 03, após cerca de 30 horas de vôo pela <a href="http://www.lan.com/index-en-au.html">Lan Chile</a>. Tiveram tempo para um banho rápido e uma maquiagem apressada antes de casarem os filhos no Treasury Lounge, dentro do hotel. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Dicas para quem está vindo</strong>:</p>
<p>Muitos casais que vem para cá acabam se casando oficialmente aqui para facilitar a obtenção de novos vistos. Mas como funciona isso? Bom, cada caso difere do outro mas indiscutivelmente o casamento é a melhor opção se o casal pretende ficar por muito tempo. Alguns exemplos que podem esclarecer algumas dúvidas.</p>
<p>* <strong>Parceiro com o visto de sponsor</strong>: se seu parceiro (a) tiver previamente ou conseguir aqui um visto de sponsor, ou seja, uma empresa australiana se dispor a patrocinar o visto para que você (ou seu parceiro) fique no país, o dependente também ganha o direito de ficar e trabalhar legalmente.<br />
* <strong>Visto de estudante</strong>: assim como o sponsor, quando um dos parceiros está estudando o outro ganha o direito de trabalhar legalmente (40 horas por semana, enquanto quem está estudando trabalha 20)<br />
* <strong>Spouse de facto</strong>: os casais que conseguem comprovar estar morando juntos (guarde recibos de aluguel, água, gás, comprovante de conta conjunta em bancos, etc) há 12 meses podem se aplicar para um visto de dependência, assim como quem é legitimamente casado. O governo australiano reconhece este tipo de união e assim como quem está casado legalmente, o parceiro(a) dependente recebe o visto de permanência e trabalho.  </p>
<p>Para se casar na Austrália, o casal terá que contratar um(a) celebrante que poderá realizar oficialmente a cerimônia em qualquer local que vocês desejarem. Mas cuidado! Já ouvi casos de péssimos celebrantes que tornaram o momento em um martírio. Recomendo <a href="http://www.truelocal.com.au/business/melissa-soncini-civil-marriage-celebrant/surry-hills">Melissa Soncini</a>, que celebrou o nosso. Ela é australiana mas se dispõe a falar algumas palavrinhas em português. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Outras informações no site da <a href="http://www.immi.gov.au/">imigração.</a> </p>
<p>Fotografia: <a href="http://www.99mstudio.com/">99 M studio</a> &#8211; Aloysius Jenner (Indonésia)<br />
Make up: <a href="mailto:gmulyati@cityofsydney.nsw.gov.au">Gabbie Mulyati</a> (Indonésia) </p>
<p>* um profissional capaz de lhe orientar com relação às questões referentes ao seu visto e sua chances de sucesso ao tentar imigrar para a Austrália. Cuidado com profissionais incompetentes, má orientação pode lhe custar muito dinheiro, além de complicar a extensão do seu visto ou mesmo comprometer sua estada no país.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amigos...]]></title>
<link>http://temperaturamaxima.wordpress.com/2009/11/08/amigos/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 14:03:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Temperatura Máxima no Canadá</dc:creator>
<guid>http://temperaturamaxima.wordpress.com/2009/11/08/amigos/</guid>
<description><![CDATA[Imagine uma pessoa feliz&#8230; Agora, imagine essa pessoa feliz com amigos&#8230;  Saiba que essa p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-955" title="amigo" src="http://temperaturamaxima.wordpress.com/files/2009/11/amigo.jpg?w=300" alt="amigo" width="300" height="233" />Imagine uma pessoa feliz&#8230; Agora, imagine essa pessoa feliz com amigos&#8230;  Saiba que essa pessoa sou eu&#8230;hahahahaha</p>
<p>Estou muito feliz! Estou feliz com minha família e minha casa. Estou muito feliz com minhas aulas de inglês, a professora é maravilhosa, as 5h diárias de aula passam super rápido (estou melhorando o inglês macarrônico..rsrs).  Estou feliz com o andamento das coisas pra gente, com as perspectivas de futuro. E tb estou muito feliz, porque estamos encontrando amigos MARAVILHOSOS&#8230; \o/\o/\o/\o/\o/\o/</p>
<p>Com 35 dias que estou no Canadá já nos encontramos com 3 famílias de brasileiros que moram aqui, uma encontramos pela primeira vez no supermercado&#8230;hehehe as outras duas são amigos blogueiros, <a href="http://sonhocongelado.blogspot.com/">Sonho Congelado</a> (qta risada juntos, muito bom&#8230;hahaha) e <a href="http://life-in-canada.blogspot.com/">Life-in-Canada</a> (amei, estou completamente apaixonada pelo Henrique&#8230; quero pra mim!!!!!).</p>
<p>Amei ter encontrado essas famílias!!!!!! São pessoas maravilhosas e super divertidas&#8230; Estou muito contente, não tenho palavras para agradecer o imenso carinho que recebemos. Deus abençoe que nossa amizade cresça e se fortaleça. É bom demais ter pessoas queridas por perto&#8230; <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Espero logo mais conhecer mais e mais amigos&#8230; E tb ter meus amigos brasileiros por aqui, né?! E quem sabe toda minha família&#8230; Nossa!!! Seria bom demais!!!! Enfim, quem sabe o que o futuro nos reserva, não custa nada sonhar&#8230;rsrsrs</p>
<p>Uma coisa é certa, estou muuuiiiito feliz por ter encontrado meus novos amigos brasukas-canadenses (ou por eles terem nos encontrado&#8230;hahahahaha)&#8230;</p>
<p>Bbbbbbbbbbbbjos</p>
<p>Rosi<img class="alignleft size-full wp-image-959" title="butterflies" src="http://temperaturamaxima.wordpress.com/files/2009/11/butterflies.gif" alt="butterflies" width="32" height="29" /> [feliz, feliz, feliz]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comemorações dos 120 Anos da Imigração Ucraniana]]></title>
<link>http://pessanka.wordpress.com/2009/11/06/comemoracoes-dos-120-anos-da-imigracao-ucraniana/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 00:27:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>pessanka</dc:creator>
<guid>http://pessanka.wordpress.com/2009/11/06/comemoracoes-dos-120-anos-da-imigracao-ucraniana/</guid>
<description><![CDATA[No último sábado foi realizada uma reunião em Prudentópolis-PR referente às comemorações dos 120 ano]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No último sábado foi realizada uma reunião em Prudentópolis-PR referente às comemorações dos 120 anos da imigração ucraniana para o Brasil e também dos 20 anos da Independência da Ucrânia, contando com a presença de importantes lideranças da nossa comunidade.<br />
A idéia é que se crie uma grande movimentação em torno deste importante marco, e para tanto, a Representação Central Ucraniano-Brasileira vem mobilizando as lideranças para que toda a comunidade se envolva neste projeto.<br />
Várias sugestões já estão na pauta do projeto e no próximo ano serão efetuados todos os preparativos para que os 120 anos da imigração evidencie a contribuição dos ucranianos para o desenvolvimento do Brasil.<br />
Vilson José Kotviski<br />
vilson@pessanka.com.br</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O olhar do imigrante]]></title>
<link>http://ultimaflordolacio.wordpress.com/2009/11/05/o-olhar-do-imigrante/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 18:45:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernanda Sampaio</dc:creator>
<guid>http://ultimaflordolacio.wordpress.com/2009/11/05/o-olhar-do-imigrante/</guid>
<description><![CDATA[O olhar do imigrante percebe as coisas totalmente diferentes dos locais. Tem coisas que sao naturais]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O olhar do imigrante percebe as coisas totalmente diferentes dos locais. Tem coisas que sao naturais para eles, mas que para mim sao estranhas, esquisitas ou fora de lugar. Por exemplo&#8230;as maes espanholas têm o costume de dar o lanche pros filhos na porta da escola, quando a criança sai do portao. Tiram das suas bolsas sanduíches de salame, presunto e afins, frutas cortadas, biscoitos e sucos de caixinha, e os pequenos começam a comer ali mesmo, de pé, amontoados na calçada.</p>
<p style="text-align:justify;">Sempre achei estranho e até engraçado isso. Por que nao vao para suas casas e comem sentados na mesa tranquilamente? Talvez porque suas maes o levem para os parques depois da escola. Mas aí penso&#8230;por que nao vao ao parque, sentam num banco para que seus filhos comam mais comodamente?</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje mesmo com o vento gelado, e todas na porta da escola ao invés de irem com suas crianças pra suas casas quentinhas.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas nao&#8230;elas estao ali exigindo que os filhos abram a boca e comam tudo o que trouxeram com uma urgência, como se as pobres crianças estivessem mortas de fome. Ou entao querem mostrar às amigas quem tem o lanche melhor. Nao sei&#8230;vai entender&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imigração em 7 passos]]></title>
<link>http://emterrasestranhas.wordpress.com/2009/11/05/imigracao-em-7-passos/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 09:59:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernanda</dc:creator>
<guid>http://emterrasestranhas.wordpress.com/2009/11/05/imigracao-em-7-passos/</guid>
<description><![CDATA[    1º passo &#8211; Veja se você está apto O link para o questionario se encontra na barra esquerda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://emterrasestranhas.wordpress.com/files/2009/11/to_canada___by_madellapie.jpg"><img class="aligncenter" src="http://emterrasestranhas.wordpress.com/files/2009/11/to_canada___by_madellapie.jpg?w=300" border="0" alt="" /></a></p>
<div><strong> </strong></div>
<div>
<div><strong> </strong></div>
<p><strong>1º passo &#8211; Veja se você está apto</strong></div>
<div>O link para o questionario se encontra na barra esquerda do blog.</div>
<p><strong>2º passo &#8211; Pesquisas e consultas </strong></p>
<p>Se você foi aprovado no teste online agora é importante pesquisar bastante sobre quebec e seu estilo de vida. Existem vários blogs e sites do governo com todos os tipos de informação que você irá precisar.</p>
<p><strong> </strong><strong>3º passo &#8211; Envio dos documentos <span style="text-decoration:line-through;">para Buenos Aires</span> para São Paulo</strong> </p>
<p>A lista de documentos necessários você encontra <a href="http://www.immigration-quebec.gouv.qc.ca/pt/biq/sao-paulo/dcs-trabalhadores/lista-documentos.html">aqui</a>.</p>
<p><strong>4º passo &#8211; Entrevista com representante do governo de Quebec</strong></p>
<div>Após aprovado na entrevista o CSQ (Certificado de Seleção de Quebec) é entregue na hora ao candidato.</div>
<p><strong>5º passo &#8211; Etapa Federal</strong></p>
<div>Nessa etapa serão pedidos atestados de antecedentes criminais da policia federal e da polícia civil/estadual, e certidão da justiça federal. Também será solicitado preenchimento de formularios, fotos e pagamento de taxa.</div>
<p><strong>6º passo &#8211; Exames médicos</strong></p>
<div>Serão solicitados os seguintes exames:</div>
<ul>
<li>VDRL</li>
<li>Anti-HIV</li>
<li>Raio X do tórax P.A. com laudo</li>
<li>Urina I</li>
<li>e se a pessoa tiver tatuagem deverá fazer também o exame de hepatite B</li>
</ul>
<p><strong> </strong><strong>7º passo &#8211; Envio dos passaportes</strong></p>
<p>Essa é a última etapa, após o recebimento do visto é só marcar a viagem!</p>
<p><span style="font-size:85%;"><em>Esse passo-a-passo foi baseado nas informações do blog </em></span><a href="http://imigracaoquebec.blogspot.com/2006_07_01_archive.html"><span style="font-size:85%;"><em>Imigração Quebec</em></span></a><span style="font-size:85%;"><em>. Lá tem maiores informações sobre cada passo.</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas]]></title>
<link>http://cheznouschezvous.wordpress.com/2009/11/04/duvidas-duvidas-e-mais-duvidas/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 18:26:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>cheznouschezvous</dc:creator>
<guid>http://cheznouschezvous.wordpress.com/2009/11/04/duvidas-duvidas-e-mais-duvidas/</guid>
<description><![CDATA[Acreditem, mesmo que ainda não tenham aparecido, mais cedo ou mais tarde elas virão. É muito comum t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Acreditem, mesmo que ainda não tenham aparecido, mais cedo ou mais tarde elas virão. É muito comum termos uma série de dúvidas antes de dar entrada e até mesmo durante o processo de imigração. Os pensamentos não param, e a cada siuação vivida aqui é imediatamente projetada no seu futuro lá, desta forma nos perguntamos: e se fosse lá? como será que isso funciona lá? como farei com isso ou aquilo quando estiver lá?</p>
<p>Notadamente diversas perguntas são comuns a uma grande maioria, e ao perceber isso o Alexei e a Mônica do blog <a title="perguntas mais frequentes" href="http://rapaduraplease.blogspot.com/2009/11/perguntas-mais-frequentes-faq.html" target="_blank">Rapadura, please ! Rapadura, s&#8217;il vous plaît !</a>, fizeram um post dinâmico, que responde as perguntas mais comuns a respeito de tudo relacionado ao processo. Aliás o caso deste casal é interessante pois, estão enfrentando um processo federal porém pretentem ir para o Quebec.</p>
<p>A intenção é que o post seja atualizado constantemente com novos questionamentos e consequentemente novas respostas.</p>
<p>Para todos nós este post se torna mais uma fonte de informação e direcionamento para nossas pesquisas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Um grande abraço.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eventos_Festival do Japão SP_2005]]></title>
<link>http://nineoneartefoto.wordpress.com/2009/11/04/eventos_festival-do-japao-sp_2005/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 16:19:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>nineoneartefoto</dc:creator>
<guid>http://nineoneartefoto.wordpress.com/2009/11/04/eventos_festival-do-japao-sp_2005/</guid>
<description><![CDATA[Alimenatação_Festival do Japão_2005 As Dançarinas_Festival do Japão_2005 Ultraman visita Festival do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_91" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><img class="size-full wp-image-91" title="fotos marcus iizuka" src="http://nineoneartefoto.wordpress.com/files/2009/11/fj0011-copia1.jpg" alt="fotos marcus iizuka" width="420" height="279" /><p class="wp-caption-text">Alimenatação_Festival do Japão_2005</p></div>
<div id="attachment_88" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><img class="size-full wp-image-88" title="foto Marcus Iizuka" src="http://nineoneartefoto.wordpress.com/files/2009/11/fj0198-copia.jpg" alt="As Dançarinas_Festival do Japão_2005" width="420" height="279" /><p class="wp-caption-text">As Dançarinas_Festival do Japão_2005</p></div>
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_87" class="wp-caption aligncenter" style="width: 409px"><img class="size-full wp-image-87" title="foto marcus iizuka" src="http://nineoneartefoto.wordpress.com/files/2009/11/fj0130-copia1.jpg" alt="foto marcus iizuka" width="399" height="600" /><p class="wp-caption-text">Ultraman visita Festival do Japão em SP_ano 2005</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E por falar em opções...]]></title>
<link>http://emterrasestranhas.wordpress.com/2009/11/03/e-por-falar-em-opcoes/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 22:02:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernanda</dc:creator>
<guid>http://emterrasestranhas.wordpress.com/2009/11/03/e-por-falar-em-opcoes/</guid>
<description><![CDATA[Por onde começar? Descobri ontem que podemos dar entrada no processo de Quebec esse mês mesmo se qui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>Por onde começar?</div>
<div>Descobri ontem que podemos dar entrada no processo de Quebec esse mês mesmo se quisermos!!!!</div>
<div>Não precisamos esperar eu me formar, ou tentar vaga com bolsa em universidades, ou tentar a sorte como estudantes!!!!!!!!!</div>
<div>Quero agradecer muito a <a href="http://putdownroots.blogspot.com/">Dani </a>pela idéia! E olha que como ela mesmo disse, não entende nada de Quebec&#8230;. rs</div>
<div>Deixa eu explicar direito o que aconteceu:</div>
<div>Em 2006 fomos na palestra de Quebec e passamos a acreditar que teríamos que ter graduação completa e francês intermediário para entrarmos com o processo. Acontece que ninguém havia nos dito que não necessariamente precisa de curso superior, se você compensar nos outros quesitos para chegar à pontuação exigida.</div>
<div>Bom, ontem estava conversando por msn com a Dani e ela sugeriu de conferirmos se não dá pro meu marido ser o aplicante principal (até então eu que entraria como aplicante). Pensei, não custa tentar. Entrei no site da imigração de Quebec e fiz o teste online. E qual foi minha surpresa? <em>&#8220;It seems that you meet the Québec selection criteria.&#8221;</em></div>
<div>Por que é que nunca tentamos isso antes?!?!!?</div>
<div>Poderíamos ter entrado com o processo em 2006 mesmo!!!!</div>
<div>Tudo bem que ainda quero averiguar as informações para não ter nada negado. Para nossa sorte o curso que o Leonardo fez ha 10 anos atras está na lista de profissões em demanda de Quebec. Isso quer dizer que nosso processo ganha prioridade, e provavelmente correrá mais rápido.</div>
<div>Estou muito contente com como as coisas andam e se encaixam, caminhando para tudo dar certo.</div>
<div>Tenho certeza que sem ter conhecido as pessoas certas estaríamo longe do nosso objetivo, talvez andando em circulos para chegar em algum lugar. Quero agradecer a todos aqui que tem colaborado conosco, mesmo que indiretamente, com apoio, informações, comentários&#8230;</div>
<div>Brigadão!!</div>
<div>Para quem quiser fazer o teste online de Quebec segue o link, basta clicar na imagem.</div>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.immigration-quebec.gouv.qc.ca/pt/biq/sao-paulo/informations/avalie-on-line.html"><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_g5m5BPd4d7g/SvCr7ZFxj9I/AAAAAAAAAUM/YH9oRiOH0Z0/s320/evaluate.JPG" border="0" alt="" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Learning English...]]></title>
<link>http://temperaturamaxima.wordpress.com/2009/11/03/learning-english/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:30:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Temperatura Máxima no Canadá</dc:creator>
<guid>http://temperaturamaxima.wordpress.com/2009/11/03/learning-english/</guid>
<description><![CDATA[Oh my God!!!! Essa história de aprender outra língua depois de certa idade, não é muito interessante]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Oh my God!!!! Essa história de aprender outra língua depois de certa idade, não é muito interessante&#8230;hahahahahaha</p>
<p>Já comecei minhas aulas de inglês financiadas pelo governo. É bem fácil ter acesso à elas&#8230;</p>
<p>Primeiramente, assim que o imigrante chega ao Canadá, o mais certo a se fazer é ir, primeiramente, ao <a href="http://www.ymca.ca">YMCA</a>. Chegando lá será agendada uma prova que avaliará seu nível de inglês, essa prova consiste em uma entrevista simples, seguida de um teste de listening&#8230; Depois é ralizada uma prova de reading e writing. As notas variam de 1 a 8. Poucos minutos depois de realizada a prova, a responsável por aplicá-la diz o nível mais apropriado para seu caso , explica os tipos de estudos oferecidos e procura a escola mais próxima a sua casa que oferece aquele nível que vc se encontra. Os programas mais comuns para o imigrante são o LINC (nível de 1 a 7) e o ESL (nível de 1 a 8), o LINC é um programa com mais horas de estudo (5h por dia, aulas de 2ª a 6ª) e te dá direito a passes de ônibus. O ESL oferece menos horas de estudo (no máximo 3h por dia, de 2ª a 6ª) e não dá direito a passes. O conteúdo de ambos é muito parecido, em alguns casos o ESL pode oferecer um pouco mais de toria e o LINC um pouco mais de conversação. Obs: essas foram informações que a consultoria me passou.</p>
<p>Minhas notas foram altas para reading e writing (nota 7, o máximo é 8), mas meu listening e speaking ficou em 5, por isso fui orientada a fazer o LINC nível 5. O mais legal de tudo isso é que minha escola fica a 500 metros de casa&#8230;hahahahahaha Muita sorte, né?! Só não tive coragem de pedir passes ainda&#8230;hehehehe</p>
<p>Ah! só complementando, o que tb anda me ajudando bastante com o inglês é a televisão, especialmente, os desenhos animados&#8230;hahahahaha Agora, entendo, pq criança aprende tanta coisa qdo assiste tv&#8230;hahahahaha</p>
<p>Voltando ao YMCA, eles tb orientam sobre todo o tipo de documentação que você deve tirar, quais locais ir, oferecem um certo número de xerox, internet e impressora, além tb de orientarem quais locais procurar para ajudar com seu currículo, validação de diplomas, preparação para entrar no mercado de trabalho entre outras coisas&#8230; Só para ter uma idéia, dependendo o curso que é feito, a escola oferece descontos para a validação de diploma, oferece apoio até mesmo em como se vestir. O Edú, por exemplo, comprou 4 ternos para entrevistas por um preço total de 40 dólares os 4, acredita?! E não são roupas usadas!!!! Essas lojas são subsidiadas pelo governo para apoiar o imigrante. Muito bom!!!!</p>
<p>Enfim, com essa história toda, minha pacata vidinha canadense se resume em estudar inglês (a lot), cuidar da casa, do marido e dos bichinhos&#8230; Com isso mal sobra tempo pra ver meus emails&#8230;buáááááááá&#8230;snif, snif&#8230; Mas tudo bem, é por uma justa causa&#8230; <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Aproveitando o post, coloquei uma foto da nossa casinha de bolacha e docês que decoramos para o Halloween (minha cozinha ficou um caos&#8230;rs) Tb aproveitamos esse dia e nos divertimos muito recepcionando a criançada no hall de entrada do nosso prédio &#8211; Edú, pepe e eu (e mais um monte de gente)&#8230;hehehe Foi muito divertido!!!</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-949" title="casinha de doces" src="http://temperaturamaxima.wordpress.com/files/2009/11/casinha-de-doces.jpg?w=300" alt="casinha de doces" width="300" height="225" /></p>
<p>Rosi</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enquanto isso no Canadá... H1N1 vacinar ou não?]]></title>
<link>http://cheznouschezvous.wordpress.com/2009/11/02/enquanto-isso-no-canada-h1n1-vacinar-ou-nao/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 22:06:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>cheznouschezvous</dc:creator>
<guid>http://cheznouschezvous.wordpress.com/2009/11/02/enquanto-isso-no-canada-h1n1-vacinar-ou-nao/</guid>
<description><![CDATA[Enquanto nós aqui aguardamos o desenrolar do processo, lá no Canadá a ansiedade é em função da vacin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Enquanto nós aqui aguardamos o desenrolar do processo, lá no Canadá a ansiedade é em função da vacinação. Existe uma grande discussão a respeito da vacina contra a &#8220;gripe suína&#8221;, e como todo assunto polêmico a imprensa aproveita para explorar ao máximo.</p>
<p>Existem os defensores da vacina, que acreditam ser de suma importância tomá-la para proteger-se do vírus, porém de um outro lado tem os que alegam que a mesma não foi suficientemente testada, e que além de não ser tão eficiente, ainda pode expor ainda mais as pessoas.</p>
<p>A parcela contrária a vacinação tem feito &#8220;barulho&#8221;, relatos de pessoas que supostamente tiveram reações após receber a vacina tem sido divulgados, a imprensa tem explorado o fato de alguns  profissionais da saúde declararem publicamente que não tomarão a vacina, e com toda esta movimentação todos ficam muito divididos.</p>
<p>Atualmente não há nada melhor que a informação, conhecermos os fatos para que possamos nos posicionar a respeito. Neste ponto temos muita sorte, pois existem uma série de pessoas que doam seus tempos escrevendo, informando, dividindo, todos se ajudando através de seus blogs. Seguem alguns links a respeito do assunto:</p>
<p>O Canadá me quer &#8211; <a title="Blog O Canadá me quer" href="http://ocanadamequer.blogspot.com/2009/10/vacina-h1n1-eu-tomei.html" target="_blank">&#8220;Vacina H1N1 eu tomei&#8221;</a></p>
<p>Sua Vontade &#8211; <a title="Blog Sua Vontade" href="http://suavontade.blogspot.com/2009/10/h1n1-vacinados.html" target="_blank">&#8220;H1N1 &#8211; Vacinados!&#8221;</a></p>
<p>Well &#38; Suzel no Canadá -  &#8220;<a title="Blog Well &#38; Suzel no Canadá" href="http://wellsuzcanada.blogspot.com/2009/10/h1n1-vacinar-polemica-continua.html" target="_blank">H1N1 Vacinar? A polêmica continua&#8221;.</a> e <a title="Blog Well &#38; Suzel no Canadá" href="http://wellsuzcanada.blogspot.com/2009/10/h1n1-vacinar-ou-nao-vacinar.html" target="_blank">&#8220;H1N1 &#8211; Vacinar ou não vacinar?&#8221;</a></p>
<p>Tudo ao mesmo tempo &#8211; <a title="Blog Tudo ao mesmo tempo" href="http://sergioemarilena.blogspot.com/2009/10/swine-flu-esquecam-as-teorias-de.html" target="_blank">&#8220;Swine Flu: esqueçam as teorias de conspiração&#8221;</a></p>
<p>Blog Mikix &#8211; Toronto, Canada &#8211; <a title="Blog Mikix Toronto" href="http://www.mikix.com/?p=1084" target="_blank">&#8220;Oinc Oinc! A Gripe Suina (H1N1) esta voltando no Canada&#8230;&#8221;</a></p>
<p>E a todos os blogs citados acima, e aos que não foram também, obrigado por compartilhar conosco suas experiências e conhecimentos.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
