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	<title>importacoes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/importacoes/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "importacoes"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:41:05 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Se desploma el comercio entre EEUU y Venezuela]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/11/18/se-desploma-el-comercio-entre-eeuu-y-venezuela/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:09:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emilia C. de Paula</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estados Unidos &#8211; El Nuevo Herald &#8211; 17/11/09. El comercio entre Estados Unidos y Venezuel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Estados Unidos &#8211; El Nuevo Herald &#8211; 17/11/09. El comercio entre Estados Unidos y Venezuel]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Importações brasileiras sobem mais de 60% em 8 meses]]></title>
<link>http://acipsc.wordpress.com/2009/11/16/importacoes-brasileiras-sobem-mais-de-60-em-8-meses/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 09:47:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gabriel Martins</dc:creator>
<guid>http://acipsc.wordpress.com/2009/11/16/importacoes-brasileiras-sobem-mais-de-60-em-8-meses/</guid>
<description><![CDATA[Em percentuais, apenas China (70%) e Índia (69%), entre as 15 maiores economias avaliadas, superaram]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="olho"><strong>Em percentuais, apenas China (70%) e Índia (69%), entre as 15 maiores economias avaliadas, superaram o Brasil.</strong></div>
<div id="autor">Agência Estado                  &#8211; 13/11/2009 &#8211; 10h35</div>
<div id="materia">
<p>// </p>
<p>GENEBRA (Suíça) - Com um real forte, o Brasil sofreu uma das maiores altas das importações entre as principais economias nos últimos oito meses. Os cálculos foram compilados pela Organização Mundial do Comércio (OMC), mas são baseados nos dados de cada governo. Em termos porcentuais, a expansão das importações no Brasil superou a da França, dos Estados Unidos, do Reino Unido, da Alemanha e do Japão.</p>
<p>Entre o ponto mais baixo da recessão, que foi o mês de março, e outubro, as importações no Brasil aumentaram de US$ 8,2 bilhões para US$ 13,3 bilhões por mês. Em valores, outros países tiveram aumentos maiores. Mas, em porcentuais, a expansão foi de mais de 60%, uma das mais altas no período. Em porcentuais, apenas China e Índia tiveram aumentos mais expressivos entre as 15 maiores economias que tiveram seus dados compilados pela OMC. Entre março e outubro, as importações da Índia aumentaram 69%. Na China, elas chegaram a 70% de alta.</p>
<p>A desvalorização do dólar em relação ao real vem provocando um impacto na decisão de empresas na compra de insumos. O superávit na balança comercial também sofreu encolhimento importante. Entre março e outubro, as exportações do País passaram de US$ 9,6 bilhões para US$ 13,9 bilhões. A alta de importações, principalmente nos países emergentes, demonstra também a recuperação dessas economias e de seus mercados domésticos. Mas os volumes importados ainda estão bem abaixo dos meses pré-crise, em 2008. O Brasil, em agosto do ano passado, importou US$ 18 bilhões.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Importações brasileiras crescem mais de 60%]]></title>
<link>http://lifefpnews.wordpress.com/2009/11/13/importacoes-brasileiras-crescem-mais-de-60/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 17:39:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>ricardoschw</dc:creator>
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<description><![CDATA[Postado por Ricardo Schwalfemberg Entre março e outubro, porcentual de alta só foi menor do que o da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Postado por Ricardo Schwalfemberg Entre março e outubro, porcentual de alta só foi menor do que o da]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inovação, trabalhadores qualificados e o câmbio valorizado]]></title>
<link>http://engenhariadesuperficies.wordpress.com/2009/11/10/inovacao-trabalhadores-qualificados-e-o-cambio-valorizado/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 13:28:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Amilton Sinatora</dc:creator>
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<description><![CDATA[Inovação, trabalhadores qualificados e o câmbio valorizado Questionar paradigmas é sempre saudável e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Inovação, trabalhadores qualificados e o câmbio valorizado</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Questionar paradigmas é sempre saudável especialmente para pesquisadores. Em mais uma instigante matéria o professor Naércio Menenzes Filho mostrou na edição de 2 de outubro de 2009 do Jornal Valor Econômico, que o câmbio valorizado pode ter efeito positivo sobre a produtividade e o crescimento de nossas empresas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">No período recente de crescimento, interrompido pele crise do ano passado, as importaç?os brasileiras cresceram aceleradamente. Entretanto a que mais cresceu foi a de bens intermediários pois as empresas se aproveitaram do câmbio para diminuir curstos, aumentar a produção e, ao menos potencialmente, beneficiar o consumindor com menores preços</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Em segundo lugar cresceram as importações de bens de capital, o que indica que as empresas estão incorporando novas tecnologias o que também deve causar diminuição no preço e aumento da produtividade.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Contrariando as notícias mais chamativas, os bens de consumo não apenas representam o menor valor das importações como na sua totalidade representam o item que teve na história recente, menor crescimento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Publicações recentes respaldam estas considerações e o efeito positivo das importações, ou seja o, efeito positivo da competição entre empresas via importação. É importante saber que este efeito positivo existirá e será  tanto maior quanto mais próximas da fronteira tecnológica estiverem as empresas pois estas tem mais facilidade de inovar para competir. Isto só é possível com trabalhadores qualificados como os formados nos programas de pós graduação nos quais os pesquisdores do Instituto Nacional de Engenharia de Superfícies atuam.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Amilton Sinatora</div>
<div>Questionar paradigmas é sempre saudável, especialmente para pesquisadores.</div>
<div></div>
<div>Em mais uma instigante matéria, o professor Naércio Menenzes Filho mostrou na edição de 2 de outubro de 2009 do Jornal Valor Econômico que o câmbio valorizado pode ter efeito positivo sobre a produtividade e o crescimento de nossas empresas.</div>
<div></div>
<div>No período recente de crescimento, interrompido pele crise do ano passado, as importações brasileiras cresceram aceleradamente. Entretanto, a que mais cresceu foi a de bens intermediários, pois as empresas se aproveitaram do câmbio para diminuir custos, aumentar a produção e, ao menos potencialmente, beneficiar o consumidor com menores preços.</div>
<div></div>
<div>Em segundo lugar, cresceram as importações de bens de capital, o que indica que as empresas estão incorporando novas tecnologias &#8211; o que também deve causar diminuição no preço e aumento da produtividade.</div>
<div></div>
<div>Contrariando as notícias mais chamativas, os bens de consumo não apenas representam o menor valor das importações como, na sua totalidade, representam o item que teve, na história recente, menor crescimento.</div>
<div></div>
<div>Publicações recentes respaldam estas considerações e o efeito positivo das importações, ou seja o, efeito positivo da competição entre empresas via importação. É importante saber que este efeito positivo existirá e será  tanto maior quanto mais próximas da fronteira tecnológica estiverem as empresas, pois estas têm mais facilidade de inovar para competir. Isto só é possível com trabalhadores qualificados como os formados nos programas de pós-graduação nos quais os pesquisadores do Instituto Nacional de Engenharia de Superfícies atuam.</div>
<div style="text-align:right;">Amilton Sinatora</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¬ Lição nº19: Política cambial (Parte 4 – Efeitos positivos e negativos das oscilações no dólar)]]></title>
<link>http://kantega.wordpress.com/2009/10/07/%c2%ac-licao-n%c2%ba19-politica-cambial-parte-4-%e2%80%93-efeitos-positivos-e-negativos-das-oscilacoes-no-dolar/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 17:55:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>kantega</dc:creator>
<guid>http://kantega.wordpress.com/2009/10/07/%c2%ac-licao-n%c2%ba19-politica-cambial-parte-4-%e2%80%93-efeitos-positivos-e-negativos-das-oscilacoes-no-dolar/</guid>
<description><![CDATA[Podemos agora mapear os efeitos positivos e negativos mais importantes das valorizações e desvaloriz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Podemos agora mapear os efeitos positivos e negativos mais importantes das valorizações e desvalorizações cambiais <span style="text-decoration:underline;">excessivas</span>. Eles passam, inevitavelmente, pelas importações e exportações.</p>
<p>  </p>
<ul>
<li><strong>Valorizações cambiais</strong> (por exemplo, de US$1/R$1,80 para US$1/R$1,30)</li>
</ul>
<p> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Efeito negativo</strong> &#8211; sobre os exportadores: recebem menos reais por cada dólar vendido lá fora. Isso os prejudica, e por tabela, o PIB, já que as exportações representam 20% do PIB, aproximadamente.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Efeito positivo</strong> &#8211; sobre os importadores: compram o dólar mais barato aqui para remeter para fora do país. Como compram mais barato o preço dos produtos que trazem de fora ou das matérias primas acabam desacelerando, influenciando diretamente o IPA. O efeito seguinte é a desaceleração no IPC-A.</p>
<p> </p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Resumo:</span> valorizações cambias favorecem a inflação (importados baratos) mas prejudicam as exportações (menor receita, em reais, para os exportadores)</p>
<p> </p>
<ul>
<li style="text-align:justify;"><strong>Desvalorizações cambiais</strong> (por exemplo, de US$1/R$2,0 para US$1/R$2,60)</li>
</ul>
<p> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Efeito negativo</strong> &#8211; sobre os importadores: precisam pagar mais caro pelos produtos importados. Repassarão estes custos adicionais do dólar para os preços. Isso eleva o IPA em um primeiro momento para, em seguida (semanas ou meses), seus efeitos serem sentidos no IPC-A.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Efeito positivo</strong> &#8211; sobre os exportadores: recebem mais por cada dólar exportado (no caso R$0,60). Como são favorecidos, vendem mais e aquecem a economia (PIB).</p>
<p> </p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Resumo:</span> desvalorizações cambiais podem prejudicar a inflação (produtos importados mais caros) me favorecem o PIB (exportações).</p>
<p>  </p>
<p><strong>Outros efeitos</strong></p>
<p style="text-align:justify;">As valorizações cambiais podem ter ainda um outro efeito positivo que é o acúmulo de reservas cambiais. Com a grande sobra de dólares ocasionada pela valorização cambial o governo pode comprar esse excesso de moeda americana e guardar em suas reservas. Lembrando que essas reservas são um importante instrumento de intervenção (direta) no mercado de câmbio. Essas mesmas valorizações favorecem os turistas brasileiros, pois compram dólares mais baratos. Já as desvalorizações prejudicam os turistas brasileiros, mas favorecem os turistas estrangeiros que venham ao Brasil etc.</p>
<p style="text-align:justify;">A conclusão é que não há um câmbio (cotação) de equilíbrio. O que o governo pode fazer é acompanhar valorizações e desvalorizações cambiais identificando os efeitos negativos que possam surgir sobre o PIB e a inflação para aí então utilizar os instrumentos de política cambial: intervenções no mercado de câmbio, com reservas cambiais, ou alterações na taxa selic. Nesse sentido é mais apropriado falar em um intervalo de oscilação do real dentro do qual nenhum efeito negativo mais forte é sentido, e isso vai depender do momento pelo qual passa a economia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Porto de Santos tem lucro de R$ 36,4 milhões até agosto]]></title>
<link>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/09/26/porto-de-santos-tem-lucro-de-r-364-milhoes-ate-agosto/</link>
<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 22:10:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>gandalfwizard</dc:creator>
<guid>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/09/26/porto-de-santos-tem-lucro-de-r-364-milhoes-ate-agosto/</guid>
<description><![CDATA[O Porto de Santos apresentou um lucro líquido de R$ 36,427 milhões no acumulado dos oito primeiros m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">O Porto de Santos apresentou um lucro líquido de R$ 36,427 milhões no acumulado dos oito primeiros meses do ano, enquanto a receita operacional líquida do período somou R$ 342,553 milhões entre janeiro e agosto, segundo informações publicados no Diário Oficial da União. De acordo com os últimos dados disponibilizados pela Codesp, autoridade portuária de Santos, entre janeiro e julho a movimentação de cargas no <a class="bbli bbtxt" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cG9ydG9fIyNfY2xvdWRfIyNfdGFnZ2luZy10b29sXyMjXzExMDk1Ng==-56">porto<img class="bbic" alt="[bb]" src="http://boo-box.com/bbli" /></a> permaneceu praticamente estável em comparação ao mesmo período do ano passado, com um total de 45,242 milhões de toneladas.</p>
<p align="justify">Apesar da queda de 25,5% nas importações, as exportações no período de sete meses subiram 13,4%, para 33,566 milhões de toneladas. Entre as categorias de produtos mais representativas nos embarques ao exterior, os maiores crescimentos ficaram com o açúcar (38%), café em grãos (37,3%) e milho (72,9%). Os combustíveis também registram aumento, com destaque para diesel (47,7%), gasolina (64,6%) e óleo combustível (75,8%).</p>
<p align="justify">Os produtos que mais contribuíram para a queda das importações no Porto de Santos até julho foram adubos (-58%), carvão (-24,2%) e enxofre (-36,4%). As operações com contêineres registraram queda 16,4% entre janeiro e julho, para 1,240 milhão TEU&#8217;s (medida equivalente a um contêiner de 20 pés). Já o fluxo de navios subiu 1,1% nos sete primeiros meses do ano atingindo 3,33 mil navios.</p>
<h6 align="right">Estado</h6>
<p>Link: <a href="http://bit.ly/eUTz8" target="_blank">Porto de Santos tem lucro de R$ 36,4 milhões até agosto</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ponto frio volta a aposta em eletroportáteis importados]]></title>
<link>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/09/24/ponto-frio-volta-a-aposta-em-eletroportateis-importados/</link>
<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 21:29:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>gandalfwizard</dc:creator>
<guid>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/09/24/ponto-frio-volta-a-aposta-em-eletroportateis-importados/</guid>
<description><![CDATA[Comprado pelo Grupo Pão de Açúcar em junho, o Ponto Frio está retomando a importação de produtos, ap]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">Comprado pelo Grupo Pão de Açúcar em junho, o Ponto Frio está retomando a importação de produtos, após três anos sem importar. Segundo o vice-presidente do grupo, Hugo Bethlem, a rede recebeu a primeira leva de micro-ondas importados e deve comprar no exterior itens como GPS, aparelhos de som e televisão digital para automóveis, além de outros eletroportáteis. A maior parte dos itens é produzida na China, disse o executivo, que participou ontem do 12º Fórum de Varejo da América Latina, realizado em São Paulo.</p>
<p align="justify">Segundo Bethlem, o grupo já começou a se beneficiar das sinergias da compra do Ponto Frio, por meio da renegociação com os fornecedores. “Já estamos comprando na mesma plataforma”, disse. Expansão A inauguração de lojas Extra-Fácil e do atacarejo Assai será a prioridade do Grupo Pão de Açúcar em 2010, de acordo com o vice-presidente do grupo. As unidades Extra-Fácil são lojas de conveniência, enquanto o Assai atende principalmente o food service, que é voltado para alimentação fora de casa. “Já temos uma posição forte na alimentação no lar. Precisamos crescer no consumo fora do lar”, disse Bethlem.</p>
<h6 align="right">Estado</h6>
<p>Link: <a href="http://bit.ly/948jE" target="_blank">Ponto frio volta a importar produtos</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Governo ameaça zerar imposto de importação do aço]]></title>
<link>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/09/21/governo-ameaca-zerar-imposto-de-importacao-do-aco/</link>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 12:09:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>gandalfwizard</dc:creator>
<guid>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/09/21/governo-ameaca-zerar-imposto-de-importacao-do-aco/</guid>
<description><![CDATA[O governo pode zerar a alíquota do Imposto de Importação do aço para &quot;fomentar a concorrência]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">O governo pode zerar a alíquota do Imposto de Importação do aço para &#34;fomentar a concorrência&#34; e não permitir que o valor do produto suba no mercado nacional, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega. </p>
<p align="justify">&#34;Poderemos reduzir de novo a alíquota de importação de aço para aqueles setores que pretendem aumentar [os preços]. Eu desaconselho isso porque não há justificativa. As empresas ainda estão com capacidade ociosa&#34;, afirmou em entrevista coletiva nesta segunda-feira na FGV (Fundação Getúlio Vargas) após palestra no 6º Fórum de Economia. </p>
<p align="justify">Uma das indústrias que seriam afetadas por esse aumento é a automobilística, que recuperou as vendas com a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) desde dezembro do ano passado. </p>
<p align="justify">Mantega reiterou que a evolução da alíquota desse tributo manterá o cronograma já divulgado, com subida a partir de outubro, até voltar ao percentual original em janeiro. </p>
<h6 align="right">Folha</h6>
<p>Link: <a href="http://bit.ly/2ZRr5z" target="_blank">Governo pode zerar imposto de importação do aço, diz Mantega</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Governo cria tributo único para sacoleiro]]></title>
<link>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/09/12/governo-cria-tributo-unico-para-sacoleiro/</link>
<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 20:20:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>gandalfwizard</dc:creator>
<guid>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/09/12/governo-cria-tributo-unico-para-sacoleiro/</guid>
<description><![CDATA[Na tentativa de legalizar a importação de produtos do Paraguai por terra, o governo brasileiro criou]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">Na tentativa de legalizar a importação de produtos do Paraguai por terra, o governo brasileiro criou um regime especial de tributação que permitirá aos sacoleiros comprarem até R$ 110 mil por ano do país vizinho, pagando uma tarifa de 25% sobre o valor das mercadorias. O imposto será pago na data da declaração da importação.</p>
<p align="justify">O valor anual das compras foi dividido entre os trimestres: nos dois primeiros, será permitido trazer R$ 18 mil por período e, nos dois últimos, devido às encomendas para o Natal, R$ 37 mil no terceiro e no quarto trimestres.</p>
<p align="justify">A cota atual para turista é de apenas US$ 300. Quem traz produtos para revender tem que recolher todos os tributos, que chegam a 42%. As novas regras constam de decreto publicado ontem no Diário Oficial da União (DOU).O decreto é resultado de uma lei sancionada em janeiro.</p>
<p align="justify">Mas, para que o novo regime entre em funcionamento, ainda falta uma instrução normativa da Receita Federal, detalhando a forma de pagamento do imposto e o funcionamento do sistema nos postos de fronteira. Além disso, para participar do novo regime, o importador precisa abrir uma empresa, aderir ao Simples Nacional e ser habilitado pela Receita Federal. O transportador também terá que ser credenciado.</p>
<p align="justify">Não será permitido comprar produtos que não sejam destinados ao consumidor final, bem como armas, munições, fogos de artifício, explosivos, bebidas, cigarros, veículos automotores, embarcações e peças, medicamentos, pneus, bens usados e bens com importação suspensa ou proibida no Brasil. Em contrapartida, está autorizada a compra de celulares, câmeras, calculadoras, computadores, eletrodomésticos e outros.</p>
<p align="justify">O novo imposto reúne os seguintes tributos: Imposto de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins-Importação) e PIS/Pasep Importação. O ICMS ficou de fora e ainda depende da adesão dos estados ao regime.</p>
<h6 align="right">OGlobo</h6>
<p>Link: <a href="http://bit.ly/VQzib" target="_blank">Governo cria tributo único para sacoleiro</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aí Vem o Sol!]]></title>
<link>http://anatomiadozeroinfinito.wordpress.com/2009/09/11/ai-vem-o-sol/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 09:30:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Heleno</dc:creator>
<guid>http://anatomiadozeroinfinito.wordpress.com/2009/09/11/ai-vem-o-sol/</guid>
<description><![CDATA[Esta é daquelas notícias que realmente gosto de ler, por ser um daqueles investimentos que aproveita]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1400164&#38;idCanal=68">Esta é daquelas notícias</a> que realmente gosto de ler, por ser um daqueles investimentos que aproveitam de forma capaz uma reconhecida riqueza nacional. Devemos contudo apontar alguns pequenos pontos de reflexão&#8230;o primeiro é que me parece que este &#8220;começar a estudar&#8221; surge um pouco atrasado. Sempre fui contra a &#8220;fúria eólica&#8221; que de há alguns anos para cá vem exageradamente sustentando o investimento nacional nas renováveis. É certo que a central de Moura foi outro belíssimo investimento, mas talvez esta ideia devesse surgir mais aproximado à dinâmica gerada por esse projecto, colocando o aproveitamento da energia solar logo em posição de igualdade com a energia eólica, ao nível de prioridades de investimento, enquanto que o aproveitamento das ondas na nossa costa e da biomassa, ambas com potencialidades, devem aguardar um maior grau de aperfeiçoamento técnico e económico que conduzam a uma maior rentabilidade e relação custo/benefício. Por outro lado, se é certo que este projecto vai ter um impacto nas exportações nacionais num sector que apresenta cada vez maior dinâmica ao nível das exigências dos diversos países, não nos podemos esquecer do mercado interno de consumo energético, que é responsável por uma das maiores fatias das nossas importações. Neste campo, penso que ainda existe muito por fazer, numa altura em que existe retracção por parte das famílias a investimentos com retorno a prazo&#8230;o estabelecimento de um <em>cluster</em> pode ajudar a aumentar a oferta e a dinamização do mercado interno, contando que este projecto não caia num certo cariz obcessivo em que a necessidade de exportar, por muito importante que seja (e é), vai adquirindo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exportações da China diminuem 21,4% em junho ante 2008]]></title>
<link>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/07/10/exportacoes-da-china-diminuem-214-em-junho-ante-2008/</link>
<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 19:22:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>gandalfwizard</dc:creator>
<guid>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/07/10/exportacoes-da-china-diminuem-214-em-junho-ante-2008/</guid>
<description><![CDATA[Gandalf Wizard Investidor Informado Os dados da balança comercial chinesa diminuiram 26,4%, pelo 8º ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h6><em>Gandalf Wizard     <br />Investidor Informado</em></h6>
<p align="justify">Os dados da balança comercial chinesa diminuiram 26,4%, pelo 8º mês seguido. O total das exportações foi de US$ 95,4 bilhões, no último mês a queda tinha sido 26,4%.</p>
<p align="justify">As importações tiveram queda de 13,2% no sexto mês de 2009, ficando em US$ 87,2 bilhões, perante igual período do exercício anterior, seguindo uma redução de 25,2% em maio. </p>
<p align="justify">Dessa forma, o superávit comercial em junho correspondeu a US$ 8,2 bilhões. No primeiro semestre deste calendário, a balança comercial foi superavitária em US$ 96,9 bilhões. O saldo foi 1,3% menor que aquele do mesmo intervalo de 2008.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vizinhos estremecidos]]></title>
<link>http://lifefpnews.wordpress.com/2009/07/03/vizinhos-estremecidos/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:31:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>ricardoschw</dc:creator>
<guid>http://lifefpnews.wordpress.com/2009/07/03/vizinhos-estremecidos/</guid>
<description><![CDATA[Postado por Ricardo Schwalfemberg Sem fazer alarde, o governo brasileiro estuda a aplicação de licen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Postado por Ricardo Schwalfemberg Sem fazer alarde, o governo brasileiro estuda a aplicação de licen]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Ministro Miguel Jorge anuncia combate a maquiagem em importação]]></title>
<link>http://outroladodanoticia.wordpress.com/2009/06/30/ministro-miguel-jorge-anuncia-combate-a-maquiagem-em-importacao/</link>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 15:25:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Osvaldo Bertolino</dc:creator>
<guid>http://outroladodanoticia.wordpress.com/2009/06/30/ministro-miguel-jorge-anuncia-combate-a-maquiagem-em-importacao/</guid>
<description><![CDATA[O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, afirmou que o seu Minist]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, afirmou que o seu Ministério, em conjunto com a Receita Federal e o ministério da Fazenda, farão nos próximos dias uma &#8220;ação dura&#8221; contra empresas brasileiras que compram produtos do exterior, em especial do Sudeste Asiático, e trocam no Brasil a placa com a descrição da origem do produto:</p>
<p>&#8220;Detectamos esse problema sério e se trata de um comportamento absolutamente inaceitável, que queremos enterrar neste país&#8221;, afirmou Miguel Jorge, durante o anúncio da continuação da renúncia fiscal do governo a vários produtos para que haja retomada do crescimento do país.</p>
<p>De acordo com o ministro, o apoio dos empresários neste momento é fundamental importância para que as ações tomadas pelo governo surtam efeitos positivos.</p>
<p>&#8220;É preciso reconhecer: nunca se teve uma interação tão grande entre o setor produtivo e o governo como no atual governo Lula&#8221;, afirmou, sendo aplaudido por uma platéia.</p>
<p>O ministro informou ainda que, nesta terça-feira, entra em vigor a lei que legaliza o microempreendedor individual.</p>
<p>Segundo o ministro, a nova lei deve tirar 3 milhões de pessoas da informalidade.</p>
<p><em>Com agências</em></p>
<p><em> </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Importações batem exportações pela primeira vez desde 1995]]></title>
<link>http://pitstopbrasil.wordpress.com/2009/06/18/importacoes-batem-exportacoes-pela-primeira-vez-desde-1995/</link>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 13:03:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fillipe Vivas</dc:creator>
<guid>http://pitstopbrasil.wordpress.com/2009/06/18/importacoes-batem-exportacoes-pela-primeira-vez-desde-1995/</guid>
<description><![CDATA[O mercado automotivo brasileiro não via um &#8220;défcit&#8221; de produção desde 1995. Naquela époc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O mercado automotivo brasileiro não via um &#8220;défcit&#8221; de produção desde 1995. Naquela époc]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arriba, Abajo, Al Centro, Adentro!!! E viva los hermanos.]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/06/15/arriba-abajo-al-centro-adentro-e-viva-los-hermanos/</link>
<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 15:29:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/06/15/arriba-abajo-al-centro-adentro-e-viva-los-hermanos/</guid>
<description><![CDATA[Si, se puede! Algumas coisas eu tento ainda acreditar. E, não, não estou falando da matéria abaixo. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Si, se puede! Algumas coisas eu tento ainda acreditar. E, não, não estou falando da matéria abaixo. Tento acreditar em Gnomos, Fadas e Duendes. Nestes, ainda tenho esperança.</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>Após acudir FMI, Brasil socorre Argentina: US$ 5 bi</strong><strong></strong></p>
<p>O Brasil prepara uma operação financeira para socorrer a Argentina. Vai tonificar as reservas do vizinho com uma quantia equivalente a US$ 5 bilhões.Será uma operação de swap cambial. Uma troca de moedas feita entre os bancos centrais dos dois países.</p>
<p>Funciona assim: a Argentina toma dinheiro emprestado do Brasil e oferece como garantia o equivalente em pesos, sua moeda. O dinheiro não migra do BC brasileiro para o BC argentino de uma vez. Vai sendo transferido à medida que as operações se mostrem necessárias.</p>
<p>A novidade chega nas pegadas da decisão brasileira de emprestar US$ 10 bilhões ao FMI, divulgada na semana passada pelo ministro Guido Mantega (Fazenda). A operação com a Argentina veio à luz por meio de uma notícia levada às páginas do diário portenho Clarín, na edição da última sexta (13).</p>
<p>A transação foi confirmada ao jornal pelo assessor especial de Lula para assuntos de política externa, Marco Aurélio Garcia. O socorro brasileiro vinha sendo analisado desde fevereiro. O martelo foi batido num encontro de Lula com a colega Cristina Kirchner, em abril.</p>
<p>Sob Henrique Meirelles, o BC fará com a Argentina o mesmo que o Federal Reserve (BC dos EUA) fizera com o Brasil em outubro do ano passado. No alvorecer da crise financeira global, o FED fechara com o BC brasileiro uma operação do tipo swap de US$ 30 bilhões. O Clarín informa que a Argentina acertou, meses atrás, uma transação análoga com a China. Coisa de US$ 10 bilhões.</p>
<p>O Brasil estende a mão para o vizinho num instante em que a Argentina impõe barreiras comerciais a produtos estrangeiros, inclusive os brasileiros. A equipe de Lula alega que, com a ajuda, poderá exigir do governo de Cristina Kirchner a suspensão de algumas dessas barreiras.</p>
<p>Entre as aplicações previstas para o dinheiro disponibilizado pelo BC brasileiro está o pagamento das importações de produtos do Brasil.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Importação de carros já supera exportação no Brasil]]></title>
<link>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/06/14/importacao-de-carros-ja-supera-exportacao-no-brasil/</link>
<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 13:52:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>gandalfwizard</dc:creator>
<guid>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/06/14/importacao-de-carros-ja-supera-exportacao-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[Pela primeira vez em quase 15 anos, os brasileiros compraram mais carros importados do que a soma de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">Pela primeira vez em quase 15 anos, os brasileiros compraram mais carros importados do que a soma de todos os veículos que o País exportou. No acumulado de janeiro a maio, 169 mil veículos fabricados em países como Argentina, Alemanha e Coreia do Sul foram vendidos no mercado nacional, enquanto as exportações totalizaram 162,4 mil veículos. </p>
<p align="justify">Em número de unidades, a balança comercial brasileira não era negativa desde 1995, o primeiro ano cheio do Plano Real, quando o dólar e a moeda brasileira tinham praticamente o mesmo valor. Nos anos seguintes, o saldo anual nunca mais foi deficitário, como mostram dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).</p>
<p align="justify">O presidente da Anfavea, Jackson Schneider, espera que o saldo negativo, que foi mais acentuado no primeiro trimestre, siga se recuperando, a exemplo dos resultados de abril e maio. Ele admite, porém, que o câmbio atual favorece as importações. Além disso, os mercados abastecidos pelo Brasil, principalmente na América Latina, estão em crise, e as encomendas de janeiro a maio despencaram 47,4%.</p>
<p align="justify">Em valores, o saldo da balança comercial de veículos ainda é favorável ao Brasil em US$ 800 milhões neste ano, mas está abaixo da média de igual período do ano passado. A Anfavea projeta queda de 39% nas exportações em 2009, para US$ 8,5 bilhões. Em unidades o tombo, inicialmente, ficaria em 32%. </p>
<p align="justify">As importações devem corresponder a 13% das vendas previstas para o ano todo, de 2,7 milhões de unidades, o que daria cerca de 352 mil unidades. Carros vindos do Mercosul e do México não pagam imposto de importação e são trazidos, a maioria, por montadoras locais para complementar a linha de produtos. Já modelos fabricados em outros países são taxados em 35%.</p>
<h6 align="right">Estado</h6>
<p>Link: <a href="http://tr.im/orRX" target="_blank">Importação de carros já supera exportação no Brasil</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil aplicará tarifa de proteção ao aço de até 14%]]></title>
<link>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/06/05/brasil-aplicara-tarifa-de-protecao-ao-aco-de-ate-14/</link>
<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 20:17:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>gandalfwizard</dc:creator>
<guid>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/06/05/brasil-aplicara-tarifa-de-protecao-ao-aco-de-ate-14/</guid>
<description><![CDATA[A importação de aço terá a tarifa aumentada de 0% para até 14% a partir desta sexta-feira, de acordo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">A importação de aço terá a tarifa aumentada de 0% para até 14% a partir desta sexta-feira, de acordo com alterações feitas pela Camex (Câmara de Comércio Exterior). A medida pode beneficiar os produtores nacionais de aço, afetados com a redução da demanda com a crise econômica mundial. </p>
<p align="justify">No total, sete itens foram retirados da &#34;lista de exceções&#34; da TEC (Tarifa Externa Comum) do Mercosul, todos na área de siderurgia. </p>
<p align="justify">Entre os produtos estão chapas e bobinas a quente, chapas e bobinas a frio, chapas grossas de aço carbono e barras de aços ligados. </p>
<p align="justify">Com a exclusão desses sete itens da Lista de Exceções à TEC, as alíquotas do Imposto de Importação desses produtos passarão de zero para 12%, com exceção das barras de aço, que terá elevação para 14%. A decisão foi publicada na edição desta sexta-feira do &#34;Diário Oficial da União&#34;. </p>
<p align="justify">Com a retirada desses códigos, a Lista de Exceções Brasileira à TEC soma 85 itens. No último dia 27 de março, a Camex alterou sua lista, que tinha 99 produtos, para 92, para atender a uma determinação do Mercosul.</p>
<p align="justify">Na semana passada, a Usiminas anunciou a demissão de 810 funcionários das unidades de Cubatão (SP), Ipatinga (MG) e na sede em Belo Horizonte. A decisão foi tomada após a abertura do programa de demissão voluntária pela empresa, que não atingiu a meta desejada. O PDV da Usiminas recebeu 516 adesões &#8211;assim, com as demissões, o corte soma mais de 1.300 funcionários. </p>
<p align="justify">A empresa informou que &#34;a medida visa reduzir os custos com pessoal ao nível histórico de 10% dos custos totais, preservando a sustentabilidade da empresa em um cenário de alta complexidade.&#34; </p>
<p align="justify">Atualmente, a Usiminas opera com metade de sua capacidade instalada e com dois de seus cinco altos-fornos acesos. </p>
<p align="justify">A emdpresa argumentou que a produção mundial de aço diminuiu 22,7% entre janeiro e abril deste ano, em comparação com o primeiro quadrimestre de 2008, conforme dados da World Steel Association. </p>
<p align="justify">&#34;No mesmo período, as vendas de aço no Brasil registraram queda de 42,5%, conforme levantamento do Instituto Brasileiro de Siderurgia&#34;, afirmou. Para a Usiminas, as perspectivas para o restante do ano &#34;apontam para uma recuperação do setor siderúrgico ainda incipiente e bem mais lenta do que o originalmente previsto&#34;. </p>
<p align="justify">A siderúrgica CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), por sua vez, obteve lucro líquido de R$ 369 milhões no primeiro trimestre, uma queda de 52% em relação ao mesmo período do ano passado. Se comparado com o quarto trimestre, a queda é ainda maior, de 91%. </p>
<p align="justify">Segundo a empresa, a menor demanda causada pela crise financeira global foi a principal responsável pela redução nos ganhos. </p>
<p align="justify">A siderúrgica brasileira Gerdau anunciou que teve lucro líquido de R$ 35 milhões no primeiro trimestre de 2009, com uma queda de 96,7% sobre os R$ 1,09 bilhão obtidos no mesmo período do ano passado e de 88,7% ante o quarto trimestre. </p>
<p align="justify">A forte queda nos ganhos, também apontou a empresa em comunicado ao mercado, se deve à forte queda na demanda causada pela crise financeira global, que fez o setor como um todo reduzir a produção, e também pela queda dos preços do aço no mercado internacional. </p>
<p align="justify">Já o grupo siderúrgico ArcelorMittal informou uma perda de US$ 1,06 bilhão no primeiro trimestre de 2009. As vendas da empresa, por sua vez, caíram para US$ 15,12 bilhões em todo o mundo, contra US$ 29,81 bilhões no primeiro trimestre de 2008. </p>
<p align="justify">A ArcelorMittal, que tem atualmente suas usinas trabalhando na metade de sua capacidade, prevê que a redução temporária da produção corresponde ao nível de queda da demanda. </p>
<p align="justify">Em novembro do ano passado, a ArcelorMittal anunciou planos de suprimir 9.000 postos de trabalho em áreas de apoio em todo o mundo, o que representa 3% do quadro de funcionários. Já em fevereiro deste ano, o diretor financeiro da empresa, Aditya Mittal, disse que as demissões no grupo podem superar as 9.000 inicialmente previstas, depois que o plano de demissões voluntárias foi ampliado aos funcionários de produção. </p>
<h6 align="right">Folha</h6>
<p align="justify">Link: <a href="http://tr.im/nAaY">Governo passa a cobrar tarifa de importação de aço de até 14%</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¬ Lição nº2: O tal do PIB]]></title>
<link>http://kantega.wordpress.com/2009/05/24/licao-n%c2%ba2-o-tal-do-pib/</link>
<pubDate>Sun, 24 May 2009 01:55:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>kantega</dc:creator>
<guid>http://kantega.wordpress.com/2009/05/24/licao-n%c2%ba2-o-tal-do-pib/</guid>
<description><![CDATA[PIB (Produto Interno Bruto), em linhas gerais, é a riqueza produzida por um país em determinado perí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">PIB (Produto Interno Bruto), em linhas gerais, é a riqueza produzida por um país em determinado período, geralmente em trimestres, com um fechamento no fim do ano.</p>
<p style="text-align:justify;">Imaginemos que a riqueza produzida por um país seja de R$1.000. Esse valor nada mais é que a quantidade de geladeiras, fogões, alimentos, computadores, carros, serviços diversos etc, multiplicados pelos seus respectivos preços. Essa é uma forma de se chegar ao PIB. Por obviedade, o método estatístico utilizado pelo IBGE para encontrar o tamanho do PIB é bem mais complexo e não nos cabe aqui tentar entendê-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">Podemos tentar compreender a mensuração do PIB de outra forma que, a meu ver, é mais interessante pro nosso propósito. A questão é: quem gastou dinheiro, comprou, essas mercadorias no valor de R$1.000? Podemos chegar a esse valor se descobrirmos quem comprou a riqueza produzida na forma de mercadorias e serviços: famílias, empresas (investimentos), governo (gastos públicos) e estrangeiros (exportações). Ou seja,</p>
<p style="text-align:justify;">PIB = Consumo + Investimentos + Gastos públicos + Exportações</p>
<p style="text-align:justify;">No entando, a fórmula não está completa, pois temos que contemplar o dinheiro que é utilizado não pra comprar mercadorias aqui, mas sai do país para comprar mercadorias no exterior. Ou seja, isso diminui o nosso PIB e incrementa o PIB de outros países. O nome disso é importação. Assim, a fórmula completa fica:</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>                             PIB = C + I + G + Exp &#8211; Imp</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>C (consumo)</strong> &#8211; consumo das famílias</p>
<p><strong>I (investimentos)</strong> &#8211; consumo das empresas de outras empresas</p>
<p><strong>G (gasto público)</strong> &#8211; consumo do governo</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Exp (exportações)</strong> &#8211; consumo feitos pelos estrangeiros (chineses, americanos &#8230;) de produtos brasileiros. Compras feitas em dólares, mas convertidas em reais para o cálculo do PIB.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Imp (importações)</strong> &#8211; consumo feito por brasileiros (familias e empresas) de produtos estrangeiros. Compras feitas em dólares, mas convertidas em reais para o cálculo.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Obs: Notem que os dois últimos elementos da equação mostram nossa   relação comercial com o exterior (outros países) e a diferença entre ambos (Exp &#8211; Imp), em dólares, é denominada Balança Comercial, nome muito comum nos noticiários do dia-a-dia. Cuidado com essa equação, pois o fato de as Importações entrarem negativamente na fórmula não implica que sejam ruins. Toda economia importa, ninguém é auto-suficiente. A questão é tentar exportar mais do que importar para que as exportações tenham um efeito pequeno ou grande no PIB. Se isso não for possivel, ou seja, se as importações forem maiores que as exportações ainda assim não é desastroso. Basta estimular os outros elementos positivos para que o PIB fique aquecido. Os EUA são um exemplo clássico. Tem um saldo comercial negativo mas forte estímulo do governo aos outros elementos, principalmente o consumo, que representa aproximadamente 70% do PIB. Tanto consumo leva, inevitavelmente, a um grande volume de importações, até mesmo para evitar falta de produtos e inflação, como veremos nas aulas seguintes.</em></p>
<p>&#160;</p>
<p>Pois bem, vamos supor que a compra dos R$1.000 esteja assim distribuída:</p>
<p>&#160;</p>
<p>PIB (R$1.000) = C ($600) + I ($150) + G ($150) + Exp ($300) &#8211; Imp ($200)</p>
<p>&#160;</p>
<p style="text-align:justify;">Notem que é como se o IBGE entrevistasse os proprietários dessas empresas com a seguinte pergunta: &#8220;quem comprou mercadorias de vocês?&#8221;. As respostas possíveis seriam, na média: pessoas físicas (famílias, com $600), outras empresas (investimentos, com $150), o governo (gastos públicos, com $150), alguns estrangeiros (exportações, com $300). Eles ainda responderiam que uma parte do dinheiro saiu do seu caixa pois tiveram que importar mercadorias (dos EUA, China etc, com $200).</p>
<p style="text-align:justify;">A demonstração do PIB por esse esquema é importante por mostrar que as familias gastam, compram, 60% da riqueza nacional, ou seja, 60% das mercadorias produzidas pelas empresas &#8211; e esse dado das famílias é real, os demais apenas chutes. Da mesma forma, notamos que os Investimentos, nessa simulação, representam 15%, os gatos públicos também 15%, as exportações 30% e as importações 20% do PIB.</p>
<p>Imaginemos agora que o PIB tenha crescido para R$1.100, $100 reais a mais de mercadorias produzidas ao longo do ano, com a seguinte distribuição:</p>
<p>&#160;</p>
<p>PIB (R$1.100) = C ($700) + I ($150) + G ($150) + Exp ($300) &#8211; Imp ($200)</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">O consumo das familias cresceu no período e representa agora 63,6%. Já os Investimentos foram para 13,6%, os Gastos Públicos 13,6%, Exportações 27,2% e as importações para, aproximadamente, 18%. Como o PIB cresceu, exclusivamente por causa da elevação de $100 no consumo das familias, os demais componentes acabam por representar menos no novo PIB.</p>
<p style="text-align:justify;">Geralmente não vemos estes dados na TV ou nos jornais não especializados, eles mostram apenas o quanto a economia cresceu, ou seja, a comparação dos dois PIBs. De R$1.000 para R$1.100 houve um crescimento de 10% no período e, neste caso, unicamente em função do consumo maior das famílias.</p>
<p style="text-align:justify;">A conclusão mais importante do nosso raciocínio é que o consumo representa, historicamente, 60% do PIB no Brasil &#8211; nos EUA isso chega a 70%. Isso é relevante pois significa que se o governo quiser uma elevação consistente sobre o PIB , para expandir a economia e gerar mais empregos, deve ajudar o consumo das famílias, ou seja, facilitar as compras &#8211; como ele pode fazer isso veremos mais tarde.</p>
<p style="text-align:justify;">Isso ajuda a entender aquele nosso problema da lição anterior, qual seja, o de que quando o consumo cresce pode gerar inflação. Como as familias compram 60% das mercadorias, se esse consumo for exagerado a economia até cresce, mas podem faltar produtos e com isso subirem os preços. Chamamos essa inflação de inflação de consumo. O problema é que a inflação não tem como origem apenas quando gastos de forma exagerada, há outras fontes que precisamos mapear. Esse é o assunto do próximo texto.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>obs 1 &#8211; </strong>Nos períodos de crise surge um nome comum quando se discute o PIB: <em>recessão técnica</em>. O que a caracteriza é a queda no PIB (PIB negativo) por 2 trimestres consecutivos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>obs 2 -</strong> Sobre o PIB real e PIB nominal. Essas duas expressões podem aperecer, mas não com muita frequência na mídia. Como o PIB é medido em preços, em reais, é normal que, com a elevação nestes preços, inflação, o PIB cresça quase na mesma proporção. Esse PIB, com efeito da inflação, é denominado PIB nominal. Se quisermos saber o quanto a economia cresceu, apenas em quantidades de mercadorias produzidas, podemos excluir esse efeito da inflação e achar o PIB real. Pra isso é utilizado um deflator, que pode ser um índice de inflação. Ou seja,  se a economia crescer 1 trilhão de reais (PIB nominal), ao longo do ano, por exemplo, como isso é medido pelas mercadorias produzidas multiplicadas pelos seus respectivos preços, uma parte desse trilhão foi apenas elevação dos preços (efeito da inflação). Se a retirarmos chegamos em um PIB real inferior.</p>
<p style="text-align:justify;">Exemplo:</p>
<p style="text-align:justify;">PIB ano x = $100 ( 10 un. x $10\un)</p>
<p style="text-align:justify;">PIB ano y = $120 (10 un. x $12\un)</p>
<p style="text-align:justify;">Notamos acima que houve um crescimento de 20% do ano x pro ano y. No entanto, foi um crescimento apenas nos preços dos produtos, não nas suas quantidades. Essa elevação no PIB nominal de 20%, quando deflacionado, retirando a inflação, nos dá um PIB Real nulo (0%). Ou seja, essa economia não produziu nada a mais de um ano pro outro, o incremento no PIB foi apenas em função dos $2,00 a mais de elevação nos preços.</p>
<p style="text-align:justify;">Da mesma forma, é como se, ao entrevistar o empresário para saber pra quem ele vendeu (governo, familias, empresas etc), ele respondesse que vendeu aqueles $100 a mais não em novas mecadorias (PIB real nulo). Vendeu a mesma quantidade do ano anterior, só que mais caro. Nesse caso teriamos um crescimento no PIB nominal de 10%, fruto da inflação. No exemplo acima não fizemos essa suposição, pois ainda não nos interessava a diferença entre PIB real e Nominal.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Crescimento x desenvolvimento</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Cuidado com estas duas palavras, pois não são sinônimas. São, a bem da verdade, quase antônimas. O c<em>rescimento econômico, calculado pelo IBGE,</em> é uma medida, monetária, que mostra o quanto uma economia cresceu em um período, ou seja, em quanto a riqueza se elevou em reais. No nosso exemplo o crescimento econômico foi de $100, ou 10%.</p>
<p style="text-align:justify;">O <em>desenvolvimento econômico</em> mostra como essa riqueza de R$100 foi distribuida entre as classes sociais. Esse índice, que varia entre 0 e 1, é calculado por um órgão da ONU (Organização das Nações Unidas) chamado PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento). O índice recebe o nome de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e é mensurado a partir de 3 variáveis: expectativa de vida, escolaridade, e renda per capita (PIB por cabeça). Notamos então que o crescimento econômico é um dos componentes utilizados para o cálculo do IDH. Mas, variáveis como expectativa de vida (muito influenciada por saneamento básico e acesso à saúde pública) e escolaridade efetivamente nos mostram se a riqueza gerada chegou às classes mais baixas.</p>
<p style="text-align:justify;">A classificação do IDH é divulgada dentro de um relatório do PNUD Brasil, denominado de <a href="http://www.pnud.org.br/rdh/">Relatório de Desenvolvimento Humano</a>. Não trata só do IDH, mas também de um assunto diferente a cada ano. Em 2006, o tema foi: <em>&#8216;Além da escassez: poder, pobreza e a crise mundial da água&#8217;.</em> Em 2007/2008: &#8216;<em>Combater a mudança do clima: Solidariedade Humana em um mundo dividido&#8217;</em>. É um relatório muito extenso (aproximadamente 400 páginas), mas vale a leitura por ser bem fundamentado e rico em informações.</p>
<p style="text-align:justify;">Portanto, ser um país grande não significa ser um país justo. No caso do Brasil, apesar de estarmos entre as 10 maiores economias do mundo em termos de riqueza gerada (PIB), não ficamos sequer entre os 65 primeiros quando o assunto é desenvolvimento econômico, ou humano, medido pelo IDH.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Governo promete barreiras contra importação nas compras da Petrobras]]></title>
<link>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/04/30/governo-promete-barreiras-contra-importacao-nas-compras-da-petrobras/</link>
<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 21:31:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>gandalfwizard</dc:creator>
<guid>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/04/30/governo-promete-barreiras-contra-importacao-nas-compras-da-petrobras/</guid>
<description><![CDATA[A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, fez uma defesa veemente da produção de equipamentos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, fez uma defesa veemente da produção de equipamentos no Brasil pelas empresas interessadas em participar das encomendas feitas pela indústria de petróleo no país. Dilma participou de entrevista sobre o início da produção no campo de Tupi, que começará amanhã na Bacia de Santos, e ressaltou que o Brasil é a grande fronteira para empresas interessadas em fornecer equipamentos para operação em águas profundas.</p>
<p align="justify">&#34;Queremos exportar valor agregado e não importar valor agregado. Nesse sentido a política é deliberada&#34;, disse Dilma. &#34;Essa é a definição do controlador da empresa. Se querem fornecer para o Brasil, que venham produzir no Brasil&#34;, acrescentou.</p>
<p align="justify">O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, fez coro ao discurso da ministra e lembrou que o Brasil tem um quarto da produção mundial de petróleo em águas profundas, além de ser o único país com grandes expectativas de crescimento nesta produção para os próximos anos. O executivo lembrou da viagem, na semana passada, dos diretores Renato Duque, de Serviços, e Almir Barbassa, de Finanças, para países como Coreia do Sul e Cingapura para conversar com representantes de empresas e mostrar o portfólio de investimentos da Petrobras e as oportunidades abertas para companhias que se instalarem como fornecedoras no país.</p>
<p align="justify">Gabrielli frisou que a viagem dos dois diretores foi bem sucedida, com contatos com diversas empresas e se mostrou otimista em relação à possibilidade de que várias das companhias visitadas venham a se instalar no Brasil.</p>
<p align="justify">&#34;As empresas virão porque não têm alternativas. Se quiserem vir, terão contratos, se não quiserem, não terão&#34;, frisou Gabrielli, lembrando que os investimentos da Petrobras garantem forte demanda para fornecedores até 2020. &#34;Não discutimos um projeto, mas um programa de longo prazo que se apresenta até 2020, mas que terá efeitos até 2050&#34;, acrescentou.</p>
<p align="justify">Duque afirmou que as conversas não levaram a compromissos firmes com as empresas visitadas por ele e por Barbassa nas últimas semanas. Segundo o diretor de Serviços da Petrobras, entre as empresas que receberam os executivos brasileiros estão os estaleiros coreanos STX, Hyundai e DSME, este último subsidiária do grupo Daewoo.</p>
<h6 align="right">Valor</h6>
<p align="justify">Link: <a href="http://tr.im/k9u8" target="_blank">Empresas terão vir ao Brasil para fornecer para Petrobras, diz Dilma</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dingoo - Review ]]></title>
<link>http://quodlibetarios.wordpress.com/2009/04/29/dingoo-review/</link>
<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 16:34:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>- TCZ -</dc:creator>
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<description><![CDATA[Bem, eu sou um grande GADGETEIRO, alguns que me conhecem sabem disso. Não resisto a um pouco de dinh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Bem, eu sou um grande GADGETEIRO, alguns que me conhecem sabem disso. Não resisto a um pouco de dinh]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil e mais oito países violam acordo do G-20]]></title>
<link>http://investidorinformado.wordpress.com/2009/04/26/brasil-e-mais-oito-paises-violam-acordo-do-g-20/</link>
<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 18:10:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>gandalfwizard</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Brasil e outros países que fazem parte do G-20 ergueram novas barreiras comerciais nas últimas sem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">O Brasil e outros países que fazem parte do G-20 ergueram novas barreiras comerciais nas últimas semanas, apesar dos compromissos que os líderes das principais potências econômicas do mundo assumiram contra o protecionismo na última reunião do grupo, no início do mês.</p>
<p align="justify">Levantamento divulgado ontem pelo presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, sugere que nove integrantes do grupo violaram o compromisso com um total de 23 medidas anunciadas depois da reunião. Quatro países teriam eliminado barreiras criadas anteriormente. </p>
<p align="justify">A maioria das medidas apontadas por Zoellick são tarifas adotadas contra países acusados de praticar dumping ao exportar seus produtos por preços muito inferiores aos praticados no mercado.</p>
<p align="justify">O Brasil impôs tarifas antidumping quatro vezes em abril, contra produtos da China, da Rússia, além de outros países asiáticos.</p>
<p align="justify">Estados Unidos, União Européia, Japão, Índia e Argentina também criaram restrições semelhantes às importações nas últimas semanas, segundo o Banco Mundial. &#34;Alguns países removeram restrições com uma mão e impuseram novas com a outra&#34;, disse Zoellick.</p>
<h6 align="right">Valor</h6>
<p>Link: <a href="http://tr.im/jKRR" target="_blank">Brasil e mais oito criam barreiras e violam acordo do G-20</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Exportações de MS reagem em março e crescem 52,8% ]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2009/04/13/exportacoes-de-ms-reagem-em-marco-e-crescem-528/</link>
<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 15:59:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
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<description><![CDATA[As exportações de Mato Grosso do Sul reagiram em março, fechando o mês com um crescimento de 52,88%.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:justify;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SeNhIL4cf4I/AAAAAAAAH2E/0qsEKKLaExM/s1600-h/Exporta%C3%A7%C3%B5es_RS.jpg"><img style="float:left;cursor:pointer;width:200px;height:150px;margin:0 10px 10px 0;" src="http://2.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SeNhIL4cf4I/AAAAAAAAH2E/0qsEKKLaExM/s200/Exporta%C3%A7%C3%B5es_RS.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-weight:bold;color:#333333;">As exportações de Mato Grosso do Sul reagiram em março, fechando o mês com um crescimento de 52,88%. Em março empresas do Estado exportaram juntas US$ 129,111 milhões, contra US$ 84,451 milhões em fevereiro. Em janeiro os negócios internacionais também foram ruins, fechados em US$ 85,558 milhões. No total, o Estado exportou no primeiro trimestre deste ano US$ 299,119 milhões em mercadorias. O montante é menor que os US$ 320,114 milhões exportados no primeiro trimestre de 2008. Porém, o mês de março deste ano foi melhor, já que neste mesmo mês do ano passado foram exportados US$ 122,413 milhões.</span><br />
<br style="font-weight:bold;color:#333333;" /><br />
<a href="http://www.newscomex.com.br/br/mostra_noticia.php?codigo=14227">Clique aqui e veja a notícia na íntegra.</a><br style="font-weight:bold;color:#333333;" /> <br style="font-weight:bold;color:#333333;" /> <span style="font-weight:bold;color:#333333;">Postado por: </span><a href="http://www.newscomex.com.br/">NewsComex</a><span style="font-weight:bold;color:#333333;"> &#8211; Comércio Exterior e Logística</span><br style="font-weight:bold;color:#333333;" /></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trigo cai 1,9% na CBOT ]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2009/04/13/trigo-cai-19-na-cbot/</link>
<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 15:49:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os contratos de trigo para julho fecharam quinta-feira em baixa de 1,89%, cotados a 533,5 centavos d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:justify;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SeNeyFYB78I/AAAAAAAAH1s/MREkQZjbrWg/s1600-h/Trigo.jpg"><img style="float:right;cursor:pointer;width:200px;height:171px;margin:0 0 10px 10px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SeNeyFYB78I/AAAAAAAAH1s/MREkQZjbrWg/s200/Trigo.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-weight:bold;color:#333333;">Os contratos de trigo para julho fecharam quinta-feira em baixa de 1,89%, cotados a 533,5 centavos de dólar por bushel, na Bolsa de Chicago. Os preços caíram pelo quarto dia seguido, depois que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda) estimou estoques 2,3% mais elevados.</span><br />
<br style="font-weight:bold;color:#333333;" /><br />
<a href="http://www.newscomex.com.br/br/mostra_noticia.php?codigo=14222">Clique aqui e veja a notícia na íntegra.</a><br style="font-weight:bold;color:#333333;" /> <br style="font-weight:bold;color:#333333;" /> <span style="font-weight:bold;color:#333333;">Postado por: </span><a href="http://www.newscomex.com.br/">NewsComex</a><span style="font-weight:bold;color:#333333;"> &#8211; Comércio Exterior e Logística</span><br style="font-weight:bold;color:#333333;" /></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Déficit comercial francês aumenta em fevereiro ]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2009/04/08/deficit-comercial-frances-aumenta-em-fevereiro/</link>
<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 15:34:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
<guid>http://newscomex.wordpress.com/2009/04/08/deficit-comercial-frances-aumenta-em-fevereiro/</guid>
<description><![CDATA[O déficit comercial da França aumentou em fevereiro, mês em que as importações e as exportações recu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:justify;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SdzDyMvq6II/AAAAAAAAHzQ/l1V7N7P7cZo/s1600-h/d%C3%A9ficit.jpg"><img style="float:right;cursor:pointer;width:200px;height:138px;margin:0 0 10px 10px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SdzDyMvq6II/AAAAAAAAHzQ/l1V7N7P7cZo/s200/d%C3%A9ficit.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-weight:bold;color:#333333;">O déficit comercial da França aumentou em fevereiro, mês em que as importações e as exportações recuaram fortemente, informou o governo nesta quarta-feira.</span><br />
<br />
<a href="http://www.newscomex.com.br/br/mostra_noticia.php?codigo=14202">Clique aqui e veja a notícia na íntegra.</a></p>
<p> <span style="font-weight:bold;color:#333333;">Postado por: </span><a href="http://www.newscomex.com.br/">NewsComex</a><span style="font-weight:bold;color:#333333;"> &#8211; Comércio Exterior e Logística</span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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